CAES- COLECTIVO AÇORIANO DE ECOLOGIA SOCIAL Proposta de Estatutos

CAPÍTULO I – Denominação e Âmbito Artigo 1º O CAES- Colectivo Açoriano de Ecologia Social é uma associação informal, sediada nos Açores, com duração por tempo indeterminado, que reger-se-á pelos presentes estatutos e por um regulamento interno. CAPÍTULO II - Fins Artigo 2º O CAES tem por fim defender a natureza, o ambiente e a paz, contribuir para a construção de um mundo mais limpo, mais justo e pacífico, privilegiando para isso métodos de trabalho e de intervenção não violentos, através das mais diversas actividades culturais, recreativas, sociais ou outras afins, todas elas suportadas pelo voluntariado dos seus membros. CAPÍTULO III - Associados Artigo 3º 1- Podem ser associados do CAES todas as pessoas singulares desde que aceitem os princípios da associação constantes do texto “Que associativismo ambiental propomos?”, e que cumpram coerentemente os estatutos e regulamento interno. 2- A proposta de adesão é apresentada por membros do Colectivo, sendo submetida à deliberação do mesmo. A adesão só se verifica se não houver qualquer oposição.

CAPÍTULO IV – Receitas Artigo 4º 1- O CAES não aceita quaisquer receitas provenientes do estado ou de empresas públicas ou privadas. 2- Os donativos de não associados só serão aceites caso haja o voto unânime em Assembleia Geral.

3- As quotas serão fixadas em Assembleia-Geral quando a actividade da associação assim o justificar. Até lá todas as despesas deverão ser cobertas por donativos dos associados. CAPÍTULO IV – Órgãos Artigo 5º São órgãos da associação: a Assembleia Geral e a Direcção Artigo 6º 1- A Assembleia Geral é constituída por todos os associados efectivos em pleno uso dos seus direitos, reunindo ordinariamente uma vez por ano. 2- A Mesa da Assembleia Geral, composta por um presidente, um secretário e um vogal, é eleita em cada reunião para dirigir os trabalhos. Artigo 7º A Direcção é constituída por um presidente, um secretário e um vogal, a eleger pela Assembleia Geral. Artigo 8º A forma de funcionamento e competência dos órgãos sociais são os previstos no regulamento interno, a elaborar pela Direcção e aprovado pela Assembleia Geral. Artigo 9º 1-Todos os mandatos são transitórios e revogáveis, a qualquer momento, pela A.G. 2-O facto de um membro ser mandatado para determinada tarefa ou eleito para determinado órgão não lhe confere qualquer vantagem ou privilégio em relação aos restantes membros. CAPÍTULO V - Disposições Gerais

Artigo 10º Todos os casos omissos nos presentes Estatutos serão resolvidos de acordo com decisão da Assembleia Geral.