Nome cientifico: Petroselinum sativum Nome comum: Salsa Origem: Europa e Oeste da Ásia

Uso culinário U li á i Graças à suavidade de seu aroma e sabor, a salsa é uma das ervas mais conhecidas na culinária, entra no preparo dos mais variados pratos. Tanto as folhas como os talos da salsa são usados para realçar o sabor de peixes, frutos do mar, carnes vermelhas, aves, legumes, ovos, sopas, molhos, massas, enfim, em quase todos os tipos de pratos salgados. É um refrescante do hálito muito útil depois de ingerir alho. p g

Nome cientifico: Mentha pulegium Nome comum: Poejo Nome cientifico: Ocimum Basilicum Nome comum: Manjericão j Origem: Índia Origem: é conhecida há séculos g em todo o Mediterrâneo e Ásia ocidental Uso culinário Usado em temperos de saladas de frutas e verduras, aromatiza refrigerantes e bebidas. Utilizado ainda em chás refrescantes de verão e nos molhos de mentas para acompanhar carnes de carneiro e ovelha. Há ainda quem o utilize como condimento nos caracóis.

Uso culinário O manjericão é ideal para saladas, pratos de massa, omeletes, sanduíches e molhos à base de tomate. É famoso no preparo de pratos al pesto típicos da cozinha italiana. As folhas do manjericão são muito delicadas. Procure acrescentá‐lo ao prato cozido no último cozido, instante.

Nome científico: Rosmarinus Officinalis Nome comum: Alecrim Origem: Europa Nome cientifico: Mentha viridis Nome comum: Hortelã Origem: América do Norte, Austrália e  Ásia Uso culinário Excelente espetada num assado ou estufado de borrego; picada, fica bem em sopas de creme e em almôndegas. Tem um sabor interessante quando adicionada a molhos picantes de frutas e especiarias, a groselha negra, ameixas e outros frutos de Verão em calda, e fica óptima em saladas de fruta. A hortelã picada também pode ser espalhada sobre legumes cozidos. Uso culinário O alecrim é muito apreciado no tempero de carnes mas também em vários outros pratos como por exemplo sopa de tomate, beringelas recheadas e decoradas com as suas pequenas flores. Adiciona um excelente paladar à maioria dos pratos de massa e vegetais. Podem‐se colocar folhas e/ou flores frescas ou secas (preferível usar sempre a planta fresca acabada de colher) e colocá‐ las num frasco com vinagre que depois poderá utilizar nos temperos.

Nome cientifico: Origanum vulgare Nome comum: Oregão Origem: Europa, Mediterrâneo

Nome cientifico: Capsicum spp. Nome comum: Malagueta, Piripiri Origem: Américas

Uso culinário O Oregão é aromatizante de alimentos cozinhados ou crus, molhos, queijos, saladas de tomate, para elaboração de salsichas e outras carnes de conserva, em assados de beringelas e aboborinhas, em pizzas e massas.

Nome cientifico: Thymus vulgaris Nome comum: Tomilho Origem: Europa

Uso culinário A Pimenta Malagueta é uma planta arbustiva com frutos com sabor extremamente picante quando maduros que condimenta inúmeros pratos. Também podem ser consumidas ainda verdes. Rica em vitamina A, é saborosa tanto in natura quanto em conserva. Por possuir sabor extremamente picante, deve ser consumida com moderação. A importância das pimentas é atribuída às suas propriedades melhoradoras de sabor, aroma e cor dos alimentos.

Uso culinário Muito apreciado para temperar carne, especialmente de aves. Usada como condimento, ajuda a digerir pratos pesados. Fica delicioso no molho de tomate e outros molhos. As folhas verdes ou secas usam‐se em grelhados, queijos, saladas e leguminosas, facilitando a digestão das mesmas. Não deve misturar‐se com manjerona.

Nome cientifico: Mentha aquatica Nome comum: Hortelã da Ribeira Origem: Europa

Uso culinário Excelente para todos os pratos de peixe, especialmente caldeiradas, guisados e tomatadas. Nome cientifico: Salvia officinalis Nome comum: Salva Origem: Mediterrâneo onde ainda cresce  espontânea em vales e pradarias da Grécia,  espontânea em vales e pradarias da Grécia Albânia, Turquia e ex‐Jugoslávia Uso culinário Era uma das principais ervas utilizadas na cozinha da Idade Média, especialmente para preservar e dar sabor aos pratos de porco e aves e no fabrico de cerveja. Continua a ser muito utilizada na cozinha. Perfuma as carnes brancas, ovelha, porco, coelho e pato. Vai bem com peixes gordos e lacticínios. É utilizada, também, em salsichas, marinadas e recheios. Seu gosto, balsâmico e ligeiramente amargo mas agradável, combina muito bem com o tomate. Nome cientifico: Ocimum minimum Nome comum: Manjerico O Manjerico a “erva dos namorados” é a Planta mais popular das festas de S. João e de Santo António respectivamente do Porto e de Lisboa. Uso culinário Na sua cozinha pode ser combinado com omoletes, ovos mexidos, carne, peixe, saladas, massas e tomates condimentando os pratos sempre no fim sem cozer as folhas e cortando‐as à mão.

Nome cientifico: Verbena officinalis Nome comum: Verbena Origem: Chile e Argentina

Usos Com tradição no Ocidente e na China, a Verbena é tonificante, actuando sobretudo sobre os sistemas nervoso e digestivo. As indicações tradicionais incluem esgotamento nervoso, dores de cabeça, enxaquecas, problemas menstruais má actividade digestiva e menstruais, infecções urinárias.

Nome cientifico: Mentha piperita x citrata Nome comum: Menta Chocolate ou Hortelã Chocolate É uma planta hortelã híbrido que cheira a uma combinação de menta e chocolate.

Nome cientifico: Coriandrum sativum Nome comum: Coentros Origem: De origem incerta, sabe‐se que os antigos egípcios já a utilizavam para
embalsamar os corpos. É provavelmente originária da bacia do Mediterrâneo onde os gregos e os romanos a utilizavam em pratos e bebidas. Na Idade Média era cultivada nos jardins dos mosteiros. É hoje cultivada um pouco por todo o mundo.

Uso culinário
Utilizam‐se as folhas na confecção de vários pratos. A incorporação de coentros nos pratos com leguminosas favorece reabsorção dos gases intestinais. Pode ainda ser utilizado para aromatizar a cerveja. As sementes servem para aromatizar o gin e fabricar licores digestivos. Servem ainda para aromatizar vinagre e vários tipos de conservas como puré de tomate, peras ou maçãs, salsichas ou patés. Na Índia é um ingrediente essencial do caril em pó. Tantos as folhas como as sementes salientam o sabor da choucroute, beterraba, cornichons, cogumelos, alcachofras e salada várias, especialmente de batata.

Nome cientifico: Malva sylvestris Nome comum: Malva Origem: Europa e Ásia Ocidental Uso culinário p As folhas das malvas podem ser utilizadas e cozinhadas como o espinafre, as acelgas ou as couves, em sopas e saladas, muito nutritivas para mulheres em fase de amamentação pois estimulam a produção do leite, alimentam e podem ainda ser usadas em compressas para tratar mamilos gretados. O chá de folhas de malvas é agradável e refrescante tal como o chá das suas flores que poderá preparar na época da floração ou seja Primavera e Verão e constituem um agradável refresco, as flores comestíveis podem ainda ser utilizadas na decoração de vários pratos as raízes cozidas e depois fritas com alho ou pratos, cebola são um bom acompanhamento de arroz, carne ou peixe, as sementes possuem um delicado sabor a nozes.

Nome cientifico: Satureja hortensis Nome comum: Segurelha Origem: Mediterrâneo

Principais Usos À segurelha são‐lhe atribuídas propriedades afrodisíacas. É sobretudo uma planta medicinal, favorece a digestão, usada nos gases, diarreias, desparasitação, alterações menstruais e abcessos, em picadas de insectos. Contém cálcio, magnésio e vitamina A (beta‐carotenos) pelo que se lhe atribuí o melhoramento da imunidade do organismo o combate a organismo, doenças de pele e prevenção do envelhecimento precoce. Conhecem‐se‐lhe alguns usos culinários: é muito usada para acompanhar o feijão, dando sabor a legumes, carnes, peixes, fígado e sopas. É parte essencial dos famosos Fines Herbes e Herbes de Provence (temperos franceses com várias ervas).

Nome cientifico: Melissa officinalis Nome comum: Erva-Cidreira Origem: Sul da Europa

Uso culinário Apreciada por dar uma infusão com aroma de limão que “Alegra o coração”, a cidreira tem qualidades calmantes, que sossegam o coração e as mentes hiperactivas. A erva‐cidreira era muito utilizada na confecção de licores e é um componente do licor de origem francesa Chartreuse e beneditino. É ainda utilizada para conferir um delicado sabor a limão em sopas frias, saladas e vinho branco ou seco. As suas folhas devem ser colhidas e utilizadas verdes pois devido à alta concentração de óleos voláteis perdem rapidamente e sabor e grande parte das propriedades propriedades. Nome cientifico: Artemisia dracunculus Nome comum: Estragão Origem: Sibéria

Uso culinário Planta que viu o seu cultivo ser generalizado por toda a Europa durante o século XV, sendo actualmente uma erva quase indispensável na cozinha francesa. Existente nas variedades francesa (de aroma delicado, similar ao anis) e russa (de sabor ligeiramente amargo), o estragão já não é usado pelas suas virtudes curativas contra picadas de animais venenosos, mas antes na aromatização de diversos pratos. Na realidade, as folhas de estragão depois de cortadas à tesoura (em vez de picadas) dão um toque inconfundível a saladas, cogumelos, omeletas, carnes, aves, peixes, mostarda e no preparo d f t d dos famosos molhos ( lh (sauces) (b ) (bearnês, ê tártaro, gribiche, ravigote), enriquecendo ainda azeites e vinagres.

Nome cientifico: Lavandula stoechas Nome comum: Rosmaninho, Alfazema

Usos
A alfazema combina beleza e utilidade, um aroma delicado com um óptimo uso terapêutico. As flores secas e o óleo essencial reanimam os sentidos e merecem integrar a caixa de primeiros socorros. A alfazema é um dos melhores remédios para picadas de insectos . É anti‐séptico, anti‐bacteriano, e muito útil para estagnar o sangue em pequenas feridas, desinfectando‐as ao mesmo tempo. Útil em infecções das vias respiratórias, especialmente a variedade stoechas cujo aroma é muito mais canforado. Podem‐se fazer vapores fervendo a planta num tacho, e respirando os vapores. O forte aroma para além de ajudar as vias respiratórias, descongestiona e desinflama os pulmões, e actua como relaxante do sistema nervoso, tosse e p constipações. Na Cosmética é das plantas mais utilizadas para o fabrico de perfumes, sabonetes e cremes de beleza. Na culinária a variedade mais utilizada é a angustifolia e existem várias receitas desde gelados, batidos, biscoitos, pão, carne, queijo, etc. As flores dão um sabor especial quando adicionada ao sumo de ananás ou ainda misturadas no molho de hortelã‐pimenta ou na massa de biscoito de limão ou de qualquer outro bolo. Use a sua imaginação e deixe‐se surpreender pelas delícias que um pequeno aroma de alfazema pode fazer aos seus pratos, tanto na decoração, como no sabor.

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