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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Digestivo do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade
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de Medicina da Universidade de São Paulo, HC-FMUSP
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Waitzberg, D.L., Dias, M.C.G. Nutricional, EMTN HC-FMUSP
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Dias. - São Paulo: Editora Atheneu, 2005. DAN L. WAITZBERG

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MARIA CAROLINA GONÇALVES DIAS Nutricionista Diretora Técnica do Serviço de Atendimento Ambulatorial da Dedicatória Divisão de Nutrição e Dietética do Instituto Central do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. HC-FMUSP. Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional. CRUZ Enfermeira Chefe da Unidade de Clínica Cirúrgica do Aparelho Digestivo do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Coordenadora Administrativa da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional. Fusco Enfermeira Diretora Técnica de Serviço de Saúde da Divisão de Enfermagem do Instituto Central do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional. EMTN HC-FMUSP NIDIA DENISE PUCCl Nutricionista Diretora Técnica de Serviço de Saúde da Divisão de Nutrição e Dietética do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. HC-FMUSP. EMTN HC-FMUSP Aos profissionais da saúde empenhados no desenvolvimento da terapia nutricional no Brasil. HC-FMUSP. . EMTN HC-FMUSP SOLANGE REGINA G. EMTN HC-FMUSP MIRIAN TERESA MATSUFUGI Farmacêutica da Divisão de Farmácia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia Nu triciona I. F. HC-FMUSP. Membro da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional. EMTN HC-FMUSP MARIA EMÍLIA L. HC-FMUSP.

Prefácio A obra-prima. Estas entidades traçavam normas e regulamentos para padeiros. ao mesmo tempo defendendo seus salários e direitos. pintores ou alfaiates. calçados. só respondemos perante o paciente. se surpreende com a beleza e impo- nência das casas das Corporações de Oficioso Uma simbiose medieval entre sindicato trabalhista e conselho projissional de classe. Data desta época a obra-prima. e priorizando empatia e calor humano. dados apon- . Todo candidato à corporação. voltado para o paciente. cozinha de autor ou refeições industriais? Todos aprendemos na universidade que pacientes não são parajitsos nem ovos de galinha. além de atender aos estatutos pertinentes. os produtos de massa e os padrões de qualidade em suporte nutricional Joel Faintuch Quem visita as históricas cidades mercantis do norte da Europa. enteral e parenteral? Ele viveria na era do trabalho individual. Embora muitas circunstâncias pos- sam conspirar contra a massificação ou uniformização das condutas e das terapêuticas. deveria apresentar um trabalho pessoal de grande impacto e apuro técnico. o código de ética e a nossa consciência. sejam elas nutricionais ou de outra natureza. eficientes. porém impessoais? Em outras pala- vras. ou contrariamente só haveria espaço para desempenhos globalizados e codificados. se não aos milhões. e princi- palmente a Grande Praça de Bruxelas. automóveis e incontável parafernália adicional. que demonstrasse cabalmente sua competência. alimentos enlatados e congelados. Seus beneficios são inegáveis. e aliás seria inconcebível uma vida moderna sem produtos de consumo amplamente disponíveis como roupas. geladeiras. responsável pela assistência nutricional oral. açougueiros. e a relação profissional-paciente é algo sagrado e digno da maior seriedade e respeito. Avançando o calendário para o século XXI nos deparamos com o mundo dominado pelas mercadorias industrializadas e manufaturadas aos mi- lhares. Escutamos igualmente que uma vez devida- mente graduados e qualificados. Onde se insere a atuação do projissional da nutrição clínica.

e um no Japão). zação constante e raciocínio crítico tal como assinalado. em muito. bancos e alguns outros serviços2 As áreas -fica e nutricional já não passam incólumes. para o salto (ias e ferramentas de atuação já contaminam entidades médicas. Edi- I/ocolos e padrões1 tora Manole. vivência prática.000 experts. nenhuma padronização era possíveP. enormes distâncias foram percorridas nas últimas déca- fade. governamentais e associativas de todo o mundo.'çama ser pautados por legislações impessoais e de adoção obrigatória.1'. no entanto.eurunion.'/1/ lflll. Disponível em <www.I' vantagens. No en- Talvez preenchessem os dedos de uma mão. segurança e eficiência. e emitiu nada menos que 15. reprodutibilidade.folhear este manual básico se dará conta do grande esforço realiza- IIC'II/ • Nomogramas e propostas terapêuticas racionais: Um (De Dudrick e co- I {le/a Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional do Hospital das laboradores). Explicam-se os mo- 1. melhor controle de ral: Sobraria espaço se todos entrassem num grande elevador comercial. posto que o ímpe. e não somente o acesso a 'ipamentos como ocasionalmente a atuação de profissionais da saúde já (l. 'lhe. sob o formato de boas práticas os 'o('edimentos relativos às terapias nutricionais enteral e parenteral com Centros com um mínimo de experiência em todo o mundo: Caberiam com '{I{'cia/atenção às exigências da ANVISA e do Ministério da Saúde. 1976 nhém a União Européia. outro tanto na Europa.1'IIOSitens que se seguem: . Não obstante. clínica almeja. entidade política supranacional que já abrange Ise todos países da Europa do Oeste e do Leste e cogita de expansão para :rande bacia do Mediterrâneo e até mais além. sem qualquer conotação médica ou Referências /ricional. li/O. em 1971. custo. diagnóstico precoce das complicações e monitorização da qua- Afortunadamente. de um manual pressuponha adestramento prévio. • Livros existentes na área: Zero '/(iio inadequada e a iatrogenia em saúde. a presente obra /idade não-governamental com sede em Genebra. folga nos dedos das duas mãos (uns três na América do Norte.000 3.' a existência de protocolos reduz a taxa de complicações. é contribuição muito importante para toda a equipe de saúde. total de 149 países e 50. São Paulo.org> 'dadeiro tsunami. /íllicas em normatizar e organizar. a reflexão de que uma normatização rígida poderia impli- rI' risco teórico de complicações e até de atritos éticos. • Estágios e cursos de aprimoramento oferecidos no país e no exterior: Zero . na Suíça.iso. de mãos dadas das. caso adotada às Artigos publicados em revistas indexadas com pleno sucesso do tratamento: 'gas ou por alguém desprovido do lastro cientifico indispensável. superam as potenciais '. Ainda que o uso (el/1assim o garante são as instituições internacionais de padronização. indústria. a pres. e cujas filo. principalmente ao se abrir caminho de maneira organizada Total de pacientes no mundo efetivamente beneficiados pela nutrição parente- Ira rastreamento e avaliação nutricional de rotina. lhe esclarecer que a ISO surgiu pela mão de empresários e voltada para 'omércio e indústria internacionais. estes continuem seus alvos 'L'Ípuos. as vantagens do presente trabalho. e assim permanece. 'li/do iniciamos a nutrição parenteral no Hospital das Clínicas de São tio. A título de curiosidade. Alimentação Parenteral Prolongada. I.org> pela metodização de passos e operações parece ter-se convertido em 2. I'II//ados. esta mesma ISO já congrega . atuali- jo paradigma é a International Organization for Standardization (ISO). durante anos publicou C'/ivas técnicas essencialmente moldadas para as especificações de pro- os do comércio. qualitativo na terapia nutricional que a sociedade requer e a prática (/. isto talvez não se mantenha por muito tempo. E qualidade é uma das palavras-chave do momento. Faintuch J et al. Disponível em <www. nas suas principais modalidades já pode ser elaborada. cientí. e uma abordagem sólida e bem formulada para a terapia nutricional /1/ confiabilidade.

EMTN-ICHC com a . reduzir a morbidade e mortalidade. utilizada para a maioria dos tipos de pacientes hospitalizados. estabeleceu-se o modelo de Equipe Multiprofissio- nal de Terapia Nutricional .EMTN. sendo a nutrição enteral ministrada por acesso ao trato gastrintesti- nal. A ojerta de terapia nutricional é uma prática especializada multiprojissio- naI. Em março de 2005.finalidade de implementar as novas portarias no Complexo HC O Guia Básico de Terapia Nutricional. HC-FMUSP. jundou-se a Equipe Multiprojissional de Terapia Nutricional do Instituto Central do Hospital das Clínicas. surgiu a necessidade de organizar e normatizar o atendimento nutricional no complexo HC Em 1998. podem reduzir custos e tornar-se eficientes sob o ângulo de custo . há longo tempo. redu- zir as complicações metabólicas e mecânicas da terapia nutricional ente- ral e parenteral. ICHC .Introdução Terapia nutricional refere-se ao uso de nutrição para condições especifi- cas. assim como o período de estadia hospitalar. como o mais adequado para a provi- são de terapia nutricional. surgiram as portarias 131-MS de 08/03/05 (Definição de Unidades de Assistência de Alta Complexidade de Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e . A terapia nutricional faz parte da tradição de atendimento clínico do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.beneficio. Com a Portaria 272-MS de 08/04/98 (Regulamento Técnico para a Tera- pia de Nutrição Parenteral) e a Resolução RCD 63-MS de 06/07/00 (Re- gulamento Técnico para a Terapia de Nutrição Enteral) da Anvisa. Manual de Boas Práticas é o resultado do trabalho de médicos. nutricionistas. No Brasil. em conjunto. enfermeiros efarmacêuticos que procura- ram padronizar o atendimento nutricional do paciente hospitalizado. Estas atitudes. É parte das atribuições da EMTN reconhecer e tratar a desnutrição. desde 1998. e parenteral injitndida por veia central ou periférica.

11 Os autores sentir-se-ão gratos se esta obra puder colaborar para dissemi. Procedimento 3 Controle de Pulso em Paciente em Terapia Foram importantes as colaborações da Comissão de Infecção Hospitalar Nutricional. protocolos de seguimentos de complicações de TN e ficha de coleta de dados. que classificaram a TN como procedimento de alta complexidade e estabelece- ram a necessidade de triagem nutricional. garan. Nutricional. Terapia Nutricional. pela simpatia e apreço com que acolheu a nossa solicitação para Procedimento 12 Avaliação Nutricional Subjetiva em Adultos. Diretor-Médico da Editora Candidatos à Terapia Nutricional. 20 O presente trabalho não poderia ter sido realizado não fora o contínuo apoio do Departamento de Gastroenterologia da FMUSP e das Divisões SEÇÃO 2 . 5 nica e amparadas pela medicina à luz das evidências. na orientação do diagnóstico e controle de infecção do cateter. 16 do HC. Dados de Usuários de Terapia Nutricional. 13 profissionais de saúde. Procedimento 13 Medida da Altura do Paciente. avaliação nutricional. TRIAGEM NUTRICIONAL E O presente guia está atualizado perante a nova legislação e compreende BANCO DE DADOS quatro seções que abordam: monitoramento. triagem nutricional e banco de dados. Waitzberg . SIA e SIH/ Sumário SUS) e 343-MS de 07/03/05 (Mecanismos para Organização e Implanta- ção de Unidades de Assistência e Centros de Referência de Alta Complexi- dade em Terapia Nutricional no Âmbito do Sistema Único de Saúde). Farmácia e Nutrição e Dietética do ICHC-FMUSP Consignamos nossos agradecimentos aos colegas que em distintos mo- Procedimento 10 Atendimento de Nível Terciário em Paciente mentos participaram das atividades da EMTN-HC e colaboraram na reda. agradecemos ao Dr. Procedimento 11 Avaliação Nutricional Inicial de Pacientes Porfim. a implementar Procedimento 7 Balanço Hídrico em Paciente em Terapia as Boas Práticas em Terapia Nutricional. 135-MS de 08/03/05 (que altera a Tabela de Serviço/Classificações dos Sistemas de Informações . em Terapia Nutricional. Nutricional. que incorporou as seções do "Ma- nual de Procedimentos de Enfermagem" e "Divisão de Nutrição e Dietéti. 27 Atheneu. Procedimento 6 Controle de Freqüência Respiratória em nação do atendimento nutricional em pacientes hospitalizados e ajudar Paciente em Terapia Nutricional. 7 do ICHC. 14 Foi fundamental o interesse da Superintendência e da Diretoria Clínica Procedimento 8 Triagem Nutricional. Terapia Nutricional.SCNES.3 O texto foi escrito seguindo o modelo de Manual de Boas Práticas. 35 Dan L. Procedimento 2 Controle de Glicemia Capilar em Paciente em tindo a qualidade e respeitando as condutas consagradas na prática clí. componentes de EMTN e Hospitais. Paulo Rzezinski. Terapia Nutricional. que sempre apoiaram as iniciativas da EMTN-HC e da CATS (Co- missão de Avaliação Tecnológica em Saúde) com a criação da Câmara de Procedimento 9 Coleta de Informações para Compor Banco de Terapia Nutricional. 9 ca" ao incluir os procedimentos de Assistência Nutricional registrados e Procedimento 5 Controle de Temperatura em Paciente em implantados nas unidades de internação e ambulatório do ICHe. terapia nutricional parenteral e terapia Procedimento 1 Controle de Diurese em Paciente em Terapia nutricional enteral. 25 ção inicial da presente obra.AVALIAÇÃO N UTRICIONAL de Enfermagem. SEÇÃO 1- MONITORAMENTO.suas aptidões e qualidades). 33 publicar esta obra. Procedimento 4 Controle da Pressão Arterial em Paciente em da Divisão de Enfermagem do ICHC.

120 J)rocedjm~l1to 19 Diagnóstico Nutricional. 103 Procedimento 42 Manutenção Preventiva e Limpeza da Bomba de Infusão. 77 Procedimento 35 Recebimento de Soluções de Nutrição J)n)cedjm~nto 22 Bioimpedância Elétrica . 50 Emulsão Lipídica. 143 Óstio ou Túnel) e Sistêmica (Bacteremia).Instrução de Uso. 105 Procedim'ento 29 Solicitação da Nutrição Parenteral e da . 147 . 41 Contendo Cálcio e Fosfato por Via Procedimento 17 Medida da Circunferência do Braço e Medida Intravenosa. 85 Procedimento 38 Curativos de Cateteres Venosos e Sondas J)r()cedim~nto 24 Complicações da Terapia Nutricional Enterais com Pinças Estéreis.~II:('ÃO4 . 13 7 Terapia Nutricional.TERAPIA N UTRICIONAL ENTERAL Emulsão Lipídica. 54 Procedimento 34 Comunicação das Soluções de Nutrição Parenteral Não Conformes ou das Atividades J)rocedÍm~l1to 20 Cálculo Estimado do Gasto Energético Basal. 37 Procedimento 31 Avaliações das Compatibilidades das Soluções Procedimento 15 Estimativa da Altura Corpórea Através da de Vitaminas e Oligoelementos por Via Medida da Distância Pé-Joelho. 128 Parenteral. Suas Variáveis e Necessidades Nutricionais. 56 Relacionadas à Terapia Nutricional Parenteral. 142 Procedim~nto 28 Diagnóstico e Tratamento da Infecção de Cateter Venoso Central Local (Infecção do Procedimento 43 Limpeza de Geladeira de Acondicionamento de Medicamentos. 131 Parenteral. 124 Procedimento 36 Armazenamento da NP e Emulsão Lipídica na SJ<:('ÃO 3 . 126 Procedimento 37 Administração e Cuidados de Enfermagem em Pnlcedjm~l1to 23 Indicação Clínica de Terapia de Nutrição Terapia de Nutrição Parenteral.Procedimento 14 Medida do Peso do Paciente. 113 Terapia de Nutrição Enteral e Complemento Nutricional. 114 Procedimento 32 Avaliação da Compatibilidade das Soluções Procedimento 16 Cálculo do Índice de Massa Corpórea. 43 Procedimento 33 Dispensação de Nutrição Parenteral e de Pnlcedjm~nto 18 Levantamento de Dados Laboratoriais.140 Venosa. 39 Intravenosa. 87 Procedimento 39 Curativos de Cateteres Venosos e Sondas Procedim~l1to 25 Implantação de Cateter Venoso Central. 80 Parenteral Não Conformes. 101 Procedimento 41 Coleta de Urina de 24 h para Balanço Procedim~nto 27 Reposicionamento e Troca de Cateter Venoso Nitrogenado em Paciente em Terapia Central Mantendo o Mesmo Sítio de Punção Nutricional. 134 J)r()cedim~nto 26 Coleta de Dados de Infecção Hospitalar em Procedimento 40 Controle Laboratorial de Terapia de Nutrição Cateter Venoso Central de Pacientes em Parenteral. 97 Enterais com Luvas Estéreis. 118 das Pregas Cutâneas. 111 Procedim'ento 30 Análise Farmacêutica das Prescrições de J"'llcedimento 44 Indicação e Prescrição da Via de Acesso Para Nutrição Parenteral.TERAPIA N UTRICIONAL P ARENTERAL Enfermaria. 122 Procedjm~l1to 21 Realização de Balanço Nitrogenado.

Procedimento 45 Complicações da Terapia Nutricional Enteral. 162 Procedimento 50 Administração e Cuidados de Enfermagem em Terapia de Nutrição Enteral. 164 Procedimento 51 Troca da Fixação da Sonda Nasoenteral. 169 Triagem Nutricional e Banco de Dados . 154 Procedimento 47 Passagem e Troca da Sonda Nasoenteral. 160 Procedimento 49 Solicitação e Recebimento da Nutrição Enteral. 150 Procedimento 46 Prescrição da Dieta Enteral e do Complemento Nutricional. 167 Monitoramento. 157 Procedimento 48 Verificação do Resíduo Gástrico. Bibliografia.

data e horário de início da coleta. comadre.'111" Crítico: Em UII. luvas de procedimento. des- I \ d/.i"r 1"' . POR QUE: Verificar a diurese diária do paciente.1<10 em impresso próprio. o horário do início da coleta de diurese 111111. I.Indo a primeira diurese. ". frasco graduado de diurese. 11'/11 02 /Ii'III(IW: Orienta o paciente a: completamente a bexiga no início do controle. AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. ()UANDO: De acordo com a prescrição médica ou rotina própria da Unidade. t\SCRIÇÃO 111 M 01 I'f'I'/'l/(âo: Identifica adequadamente o frasco com nome e lei- III dll paciente. cuba rim. 3 . MATERIAL: Papagaio. Procedimento 1 Controle de Diurese em Paciente em Terapia Nutricional TÍTULO: Controle de diurese em paciente em Terapia Nutricional (TN).()CAL: Unidade de internação e UTI. prontuário do paciente.

ITEM 04 ()UANDO: De acordo com a prescrição médica. • esvaziar a bexiga na hora de fechar o controle.ão: Orienta o paciente quanto ao procedimento a ser 1I ti II'/"ldo. tiras regentes. POR QUE: Verificar os níveis de glicose no sangue através do glucosímetro. IJI\SCRIçÃo IIIIM 01 I '/If'm<. ambulatório e UTI. 3. prontuário do paciente. Se paciente dependente: auxilia o paciente na coleta. Se paciente sondado. diurese. calça as luvas e despreza toda a Nutricional (TN).()CAL: Unidade de internação. I. 4 5 . MATERIAL: Glucosímetro. 2. do sexo masculino.• guardar toda a diurese no frasco ou avisar à enfermagem Procedimento 2 quando urinar. Operação: Realiza a anotação no prontuário do paciente. colocando no frasco a última dilirese. Se paciente incontinente. luvas de procedimento. utiliza-se aces- Paciente em Terapia N utricional sórios tipo uripen para controle. seguindo Controle de Glicemia Capilar em as etapas descritas neste item. II M u3 'I"~111(tiO: Calça as luvas. duas bolas de algodão embebido em álcool a 70%. no horário estabelecido em cada unidade. AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. ITEM 03 TíTULO: Controle de glicemia capilar em paciente em Terapia Operação: Verifica o volume. direto no frasco graduado. esvaziar completamente a bolsa. Ponto Crítico: 1. 111 M 02 I 'f'I'/'II(âo: Lava as mãos.

pre- viamente escolhido para ser puncionado. leitura da dosagem de glicose de acordo com as orientações do I. ITEM 07 POR QUE: Controle vital do paciente.ITEM 04 Procedimento 3 Operação: Faz a anti-sepsiada ponta do dedo do paciente. até que se obtenha a gota de sangue. prontuário do paciente. fabricante do glucosímetro. < 80 mg/dL e medica conforme prescrição médica. Controle de Pulso em Paciente ITEM 05 em Terapia Nutricional Operação: Punciona a ponta do dedo. fazendo pressão acima do local da punção.OCAL: Unidade de internação. ITEM 09 Operação: Retira as luvas /)I\SCRIÇAO III'M 01 ITEM 10 ('II/'ração: Lava as mãos. com algodão embe- bido em álcool a 70%. 111M 02 Ponto Crítico: Comunica ao médico se glicemia > 150 mg/dL (' "I'I'ração: Explica o procedimento ao paciente. Ponto Crítico: Espera mais ou menos 15 segundos para que ocorra a evaporação do álcool utilizado para a anti-sepsia. ambulatório e UTI. ITEM 08 Operação: Insere a tira reagente no glucosímetro e procede à MATERIAL: Relógio. Operação: Anota o horário e o resultado do procedimento no prontuário do paciente. Operação: Pressiona a área puncionada com outro algodão QUANDO: Conforme rotina da unidade ou necessidade do embebido em álcool a 70%. paciente. monitor. 6 7 . III M 03 "I'I'l'ação: Posiciona o paciente sentado ou deitado com os 111i'lllllrosapoiados. Controle de pulso em paciente em Terapia Nutricional (TN). AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. ITEM 06 TÍTULO: Operação: Molha a tira reagente nessa gota de sangue.

fino ou filiforme. III'M 03 "Iwração: Lava as mãos. não considera do paciente. IlnM 04 t 'l'l'ração: Deixa o paciente confortavelmente deitado ou sen- lido com o braço comodamente apoiado e exposto. ITEM 07 AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. pediosa. prontuário Ponto Crítico: Em caso de monitoração contínua. estetoscópio. I)ESCRlÇÃO III!M01 ('I. temporal ou braquial. Operação: Comunica ao médico se a pulsação medida sofreu POR QUE: Controle vital do paciente. itens 03 a 05. usando o relógio com ponteiro de segundos. MATERIAL: Esfigmomanômetro. QUANDO: Conforme rotina da unidade ou necessidade do paciente. Paciente em Terapia.ITEM 04 Procedimento 4 Operação: Posiciona os dedos indicador e médio sobre a arté- ria escolhida: radial. femoral. alteração de 20% acima ou abaixo do usual do paciente. N utricional Controla o pulso longe de exercícios musculares Ponto Crítico: e emoções. 9 8 . Operação: Realiza anotação no prontuário. ambulatório e UTI. ITEM 05 Controle da Pressão Arterial em Operação: Enumera as pulsações durante um minuto. carótida.OCAL: Unidade de internação.eração: Prepara o material. Observa e anota se o pulso é rítmico ou arrítmico. monitor. se o volume é cheio. ITEM 06 TÍTULO: Controle da pressão arterial em paciente em Terapia Nutricional (TN). I. IIJlM 02 ('lll'ração: Explica o procedimento ao paciente.

ITEM 09 Operação: Observa no manômetro o ponto em que são ouvidos MATERIAL: Termômetro. bolas de algodão embebido com álcool a os primeiros batimentos (pressão sistólica). em que o som foi ouvido por último ou sofreu mudança nítida I. não conside- ra os itens de 04 a 11.ITEM 05 Procedimento 5 Operação: Coloca o manguito 4 cm acima da prega do cotovelo. para confirmar a medida aferida. Operação: Abre a válvula vagarosamente. IIIIM 01 ITEM 11 11f11'/'iIção: Lava as mãos. I 'l'c'/'lIção: Limpa o termômetro com algodão e álcool. ajustando-o ao braço sem apertar. AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. Operação: Anota no prontuário. do I )I~SCRIÇÃO item 07 a 09. Observa o ponto 70%. ITEM 07 Operação: Fecha a válvula da pêra de ar e insufla rapidamente TíTULO: Controle de temperatura em paciente em Terapia até valor aproximado a 200 mmHg. Controle de Temperatura em ITEM 06 Paciente em Terapia Nutricional Operação: Localiza com os dedos a artéria braquial na dobra do cotovelo. prontuário do paciente. ITEM 08 POR QUE: Controle vital do paciente. evitando pressão muito forte. Ponto Crítico: Não deixa as borrachas se cruzarem devido aos ruídos que produzem. Nutricional (TN). ITEM 10 Operação: Retira todo o ar do manguito e repete a operação. ()UANDO: Três vezes ao dia ou sempre que necessário. 111 M 03 Ponto Crítico: Em caso de monitoração contínua. coloca o estetoscópio no ouvido e segura o diafragma do estetoscópio sobre a artéria. (pressão diastólica). 1O 1 1 . ambulatório e UTI. Operação: Remove o manguito do braço do paciente.OCAL: Unidade de internação. IIIIM 02 ITEM 12 I '//j'l'IIção: Explica o procedimento ao paciente.

Quando estiver em ventilação mecânica./(110: Observa o padrão respiratório do paciente sentado ou ITEM 09 111111. Operação: Realiza a anotação no prontuário do paciente. o sensor deverá ser submetido à mesma técnica de em Terapia Nutricional limpeza. porém a região axilar é mais usada. ambulatório e UTI. I dI . I'()J{ QUE: Controle vital do paciente. 11lIi. de maneira que o bulbo fique em contato direto com a pele do paciente.1 l'spontânea e a freqüência respiratória fornecida pelo 1ll. lOCAL: Unidade de internação. Ponto Crítico: • Pode ser verificada também na região bucal. anota a li 11 111 1. Terapia Nutricional (TN). Respiratória em Paciente • Quando a temperatura for controlada pelo monitor não-in- vasivo. 12 13 . ENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. colocando a mão no ombro oposto. " 1. ITEM 07 1\ J'E1UAL: Relógio e prontuário do paciente. (..l sofreu alteração de 20% acima ou abaixo do usual IIIIII'IlIl'. retira o termômetro e lê . Operação: Faz com que a coluna de mercúrio do termômcl 11) desça abaixo de 35 0e. Operação: Aguarda 3 minutos.1 temperatura. ITEM 05 Operação: Pede ao paciente para comprimir o braço de encon..ldol.10: Realiza anotação no prontuário do paciente.ITEM 04 Procedimento 6 Operação: Coloca o termômetro com o reservatório de mercú- rio exatamente no côncavo da axila. contando os movimentos respiratórios por I minuto. CIUÇÁO ITEM 08 11 1\1 () I Operação: Limpa o termômetro com algodão e álcool. auri. ITEM 06 (H I AN DO: Três vezes ao dia ou sempre que necessário. Controle de Freqüência cular ou retal. inguinal. //!i' (:nfico: Comunica ao médico se a medida da freqüência i oi. IIIULO: Controle de freqüência respiratória em paciente em tro ao corpo.

lençóis que contenham excretas. •'()R QUE: Verificar a mensuração da quantidade de líquido. 14 15 . LOCAL: Unidade de internação e UTI. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento a SI'I realizado. A ingestão volt II1 lária de líquidos excedente ao fornecido pela enfermagem dI' verá ser anotada em impresso fornecido ao paciente. ou cada 24 horas se fora da UTI. em Terapia Nutricional TíTULO: Balanço hídrico em paciente em Terapia Nutricional (TN) . Procedimento 7 I J'l\M 02 0l}('ração: Mensura e anota no prontuário do paciente os lí- "llidos ingeridos e/ou infundidos e os eliminados.50ao controle da quantidade de líquidos ingeridos.> ingeridos. MATERIAL: Frasco graduado para coleta de urina. Ponto Crítico: Reorienta freqüentemente o paciente em rdl <. AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. enterais e fezes e prontuário do paciente. QUANDO: De acordo com a prescrição médica e sempre que utilizar nutrição parenteral. fechando a '-0111<1 a cada hora se em UII. infundidos e eliminados pelo paciente. toa- Balanço Hídrico em Paciente IIlds.. em UTI a cada 2 horas. controll de diurese e quando da micção espontânea. recipientes coletores para suco gástrico. Pesar fraldas. /'111/(0 Crítico: Observa presença de edema.

ingestão grave. calóricas na última semana i1I1IHI dos ITEM 03 lu lllns + ESCORE TOTAL I ""1111 3: o paciente estó nutricionalmente > no limite de risco e o cuidado Operação: Realiza triagem nutricional.2 e 8.5 e 20.2. reovolie o paciente semanalmente. Clinico! Nutrifion. Procedimento 8 Não Sim . leucemias ITEM 01 alimentar de 60% das necessidades calóricas e linfomas na última semana Operação: Recebe o paciente."1/11 1/1I\al é iniciado .2 .1. f Illlve Perda de peso> 5% em 1"11110 um mês ( > 15% em Grove 3 Escore I Transplante de medula óssea.5 + cuidado intensivo queda do estado geral. i I" 11I1l1{IJPclal.3).. "" Icll indicada uma cirurgia de grande porte. Prejuízo de Gravidade da Doença QUANDO: Na admissão do paciente na unidade de internação. 11111/(' O Escore O normais I "V" Perda de peso > 5% Leve Fratura do quadril. Se o paciente tem indicação paro cirurgia • Se paciente com idade menor que 65. Estado Nutricional (Aumento nas Necessidades) """l1le I Estado nutricional normal Ausente Necessidodes nutricionais AGENTE: Enfermeiro. "1" 3: reavaliar o paciente semanalmente. colóricas na última semana crônico. Tabela 8. 17 16 . ingestão alimentar de complicações agudas. hemodiálise LOCAL: U.nidade de internação. I 'IH~ 1 em três meses ou '.NRS 200. DTI. (APACHE > 10) Operação: Realiza a avaliação de enfermagem conforme o SA I. pneumonia estado geral. pacientes MATERIAL: Impresso próprio de triagem nutricional (Tabelas 8. 1IIIIII(Ic porte. em particular com 8."I"'Cldo Perda de peso> 5% em I li 1110 2 dois meses ou IMC entre Moderado Escore 2 I Cirurgio de grande abdominal porte. considerar plano de cuidado nutricional para evitar riscos associados. utiliza a classificaç50 I.ESPENGuidelinesforNulrition Sreening 2002. DESCRIÇÃO 18.S? uve uve redução i\ptador perda de napeso de doença ingestão nos mau grave.1. continue e preencha Tabela 8.2003. I .' modificado) fase 1. diabetes e câncer H. 50% a 75% das necessidades cirrose. Tabela 8.resenta IMC < 20. tUIO: Se a resposta for "não" paro todas as questões.5 + queda do fraturas. . pacientes em ITEM 02 três meses) ou IMC < 18. continue e preencha Tabela 8. POR QUE: Para identificar pacientes hospitalizados com risco nutricional. realize fase 2 da classificação de risco 11111 ricional (NRS 2002 modificado) fase 2.. de risco nutricional (Nutritional Risk Screening ...1 Escore 1 crônicos. 22 (4) :415-421.2. ingestão alimentar 0% a 25% das necessidades de (Sistematização da Assistência de Enfermagem). DPOC. últimos alimentar três na estado meses? geralúltima semana? ou em UTI? I 110 Triagem Nutricional 110 1'0 lIn: Se o resposta for "sim" para qualquer questão. TÍTULO: Triagem nutricional. •IV O resultado for sim.

---. Tabelas 8. não I'. 3 = sem perda de peso o o Mobilidade? necessária em muitos casos. 18 19 . desnecessório continuar avaliação nutricional. admitido no hos- O = diminuição grave da ingestão pital devido às complicações.3 de triagem nutricional. • Nos últimos três meses houve uma • Passou por algum estresse diminuição da ingestão alimentar psicológico ou doença aguda nos devido à perda de apetite. O catabolis. reavalia o paciente semanalmente por meio das Tabelas 8. O paciente está fraco. Ponto Crítico: Se o resultado da triagem nutricional não indi- car risco nutricional. o 3 = IMC? 23 o 1·. Maior necessidade de proteínas pode ser parcial. continuar a avaliação IllrllIcional com o auxílio do nutricionista.. mas sai I = diminuição moderoda da ingestão da cama regularmente.( ole de triagem: (subtotal. 8. • índice de massa corpórea O restrito ao leito ou à cadeira de [IMC = peso (kg) / alturo (m2)J • Escore = 3: Paciente em cuidado intensivo com ventilação rodas 0= IMC < 19 assistida. Triagem dos + doentes moderados. mas não é capaz de 1 = 19s.1. móximo de 14 pontos) • Se a idade do paciente for maior ou igual a 65 anos. As necessidades de proteínas são maiores.---- ? = sem diminuição . ficado) fases 1 e 2. IMC < 23 mente compensada por alimentação artificial.1 e 8. nutricional MAN (Tabela 8. aplica a miniavaliação I I pontos ou menos: possibilidade de desnutrição. ? entre 1 e 3 kg 2 = sem problemas psicológicos nas são consideravelmente maiores. convoca a nutricionista para fazer a avaliação nutricional. ITEM 04 Operação: Se o resultado indicar risco nutricional. problemas últimos três meses? Protótipos de Gravidade de Doenças digestivos ou dificuldade para O = sim mastigar ou deglutir? 2 = não • Escore = 1: Paciente com doença crônica. pontos ou mais: normal.IMC < 21 sair de casa 2 = 21 s. ') normal mo protéico e a perda de nitrogênio podem ser significante- mente atenuados. mas podem ser supridas por alimentação ou suple. todos com escore 3. Plano de cuidado nutricional: É indicado para pacientes desnutridos graves ou doentes graves ou desnutridos modera.2 e 8.2.da ingestão O o mentação oral na maioria dos casos. I = não sabe informar 1 = demência leve gia abdominal de grande porte. i-'lIl1valiar em uma semana. I'erda de peso nos últimos meses? • Problemas neuropsicológicos O = superior a 3 kg O = demência ou depressão grave • Escore = 2: Paciente acamado devido à doença.3). deambula. utiliza a classificação de risco nutricional (NRS 2002 modi.Risco nutricional: É definido pelo estado nutricional atual e pelo risco de prejuízo do estado atual devido às exigências do aumento causado pelo estresse metabólico da condição clínica. mas podem ser com- pensadas através de alimentação artificial (NE ou NP). após cirur. As necessidades de proteí.

VI li. ~lorviço manipula suas formulações/dietas D LOCAL: Unidade de internação.(\ operatório Terapia DD Neonotol intensivo Outros Fístulos digestivos 1Illll'.osso poro o suporte nutricional (nutrição porenterol): ITEM 01 (idolcr periférico O cateter epucutôneo O Operação: Preenche impresso próprio de banco de dados dos . POR QUE: Obter informação e controle de qualidade da prática IV I stimotiva inicial dos necessidodes nutricionais: kcal/dio de TN e instrumentar o reembolso perante o SUS. nutricionista e farmacêutico.1<) M ••t"b6Iicos D Infecciosas relacionados ao acesso percutôneo enteral O término da TN ou quando o paciente recebe alta ou evolui . osso paro o suporte nutricionol (nutrição enterol): ( ulcler nasogástrico O cateter nasoenterol D jejunostomia cirúrgica O DESCRIÇÃO Ilil!. 9. I' I""Ilição ITEM 03 1111"(om melhora do estodo nutricionol D I )hlt() relocionodo à complicoção de teropio nutricionol D Operação: Guarda o impresso no arquivo da EMTN e envia UIlI.l 1l1i" (om nutrição domiciliário D Óbito cópia e relatório do resumo das atividades para o setor de lU brança (finanças) do hospital dos pacientes SUS.plantedigestivo 111I""~0 11""plosio 1I.1).Triagem Estado Nutricionollnicial Tipo de Teropia Peso inicial kg Coleta de Informações para [sloturo ----r.viço odquire suas formuloçães fechados D ~lorviço adquire suas formulações abertas O MATERIAL: Impresso próprio. 1111 li I Banco de dados dos usuários de terapia nutricionaf 20 21 . Dados Clínicas . I)OIcentual máximo da estimativa atingido: __ % QUANDO: Na implementação e na alta da Terapia Nutricional.lrointestinais O Mecânicas relacionadas 00 acesso enteral/parenterol O fl. V I armo de aquisição e/ou preporo do solução nutritivo: AGENTE: Médico. ."lrmetobolismo TÍTULO: Coleta de informações para compor banco de dados de usuários de Terapia Nutricional (TN). Procedimento 9 I ..lroslomia endoscópica O gastrostomia cirúrgica D outra D {li 11.l li"" [ ] (ossinalar) óbito. Dados Pessoais do Paciente Número AIH Número cartão SUS 11. enfermeiro. S".plloção D Infecciosas relacionadas ao acesso central D Operação: Finaliza o preenchimento dos dados do impresso .rloter centro I de curto permonêncio D cateter centrol semi/totolmente implontável D usuários deTN (Fig. VIII ( omplicações relacionodas ao suporte nutricionol "1111 [] (assinolor) ITEM 02 (Ill'.) Desnutrido leve D Enteral D IIlbumino inicial _ g/dl D D Compor Banco de Dados de I'ercentual Perdo Peso _% Desnutrido Desnutrido leve-moderado grave D Porenteral Enteral/Porenterol D Usuários de Terapia Nutricional 111 Indicaçães/condiçães ossociodos (ossinolor doenços ossociados coso tenhom relação com o indicação do suporte nutricionol) 11..

Avaliação N utricional .

l. entrevista o pa- . ()lJANDO: No atendimento sistematizado de nutrição.. realiza anamnese alimentar breve.1"(110: Classifica o atendimento ao paciente em nível ter- I 11111 li 11<1 ndo o paciente apresenta risco nutricional. impresso de anamnese alimentar terciária.! I'M 02 1. 1I1!' ou familiares e identifica a situação e os fatores de risco dl'lIl CS. i. I'OR QUE: Prestar atendimento nutricional especializado. . MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica. LOCAL: Unidade de internação e ambulatório. IlSCRIÇÃO III M 01 !!/'I/'tf(âo: Consulta o prontuário e verifica a prescrição médica d!1 dl!'l. (.!(NTE: Nutricionista. 25 . Procedimento 10 Atendimento de Nível Terciário a Paciente em Terapia Nutricional TITULO: Atendimento de pacientes em Terapia Nutricional (TN) classificados em nível de assistência terciário.

bíceps. Operação: Formula diagnóstico de nutrição. a 11111 til' propiciar adesão e promover a participação do paciente. Ponto Crítico: Para gestantes. (}UANDO: Houver solicitação ou prescrição médica e/ou indicação da Equipe Multiprofissional de Terapia Esses dados coletados sempre são associados à anamnese ali. freqüência (semanal. de coletar dados POR QUE: Para avaliar. Utiliza impresso específico (anamnese terciá. . prontuário do tém a utilização das curvas específicas. conforme conduta adotada.OCAL: Unidade de internação e ambulatório. Avaliação N utricional Inicial ria) para registro. TíTULO: Avaliação nutricional inicial de pacientes candidatos à Terapia Nutricional (TN). ITEM 05 I. ITEM 04 Operação: Coleta os dados para apurar o indicador antropomé. trico: peso (kg).ITEM 03 Procedimento 11 Operação: Aplica anamnese alimentar completa e coleta os da- dos para apurar o indicador dietético: quantidade dos alimen- tos ingeridos. altura (cm) e IMC (índice de massa corpórea em kg/m2). AGENTE: Nutricionista. ou não. paciente. períme- tro braquial e respectivos cálculos de área muscular do braço. de Pacientes Candidatos à Ponto Crítico: Utiliza o verso do impresso de evolução dietote- rápica para registrar a anamnese quando o paciente não segue Terapia N utricional dieta de consistência sólida. impressos próprios. ceps./11 prontuário do paciente.1 du terapia nutricional para a recuperação e o tratamento. supra-ilíaca. 11 M ()2 'f'I'l'lI("ão: Orienta o paciente. Iden- tifica quantidades e qualidade da alimentação também aos fi- nais de semana. abdominal. crianças ou adolescentes. nutricionais de pacientes. mentar terciária. 26 27 . sobre a impor- I 111I1. identificar o estado e as necessidades referentes às pregas cutâneas e à somatória das mesmas (trí. quinzenal ou mensal) e horários das refeições. man- M 1\ TERIAL: Impresso de evolução dietoterápica. quando consciente. Nutricional (EMTN). verifica a necessidade. fHiSCRIÇÃO ITEM 06 i'l/M 01 Operação: Determina a prescrição e a conduta dietética e/ou os f Verifica prescrição médica e informações constantes '/Il'I"iIç'ão: retornos ambulatoriais. subescapular).llllneSe alimentar breve quando o paciente tem condição Ponto Crítico: Orienta os pacientes e/ou familiares fornecendo ./1 I('sponder ao questionamento. Realiza entrevista inicial completa ! dll. realiza perguntas complementares.

-c o o . o 06 -o > ~ ITEM o -'o ou-o o U c ~ c Q) oU E Operação: Calcula o aporte calórico e de nutrientes da formu.. co c ::> Q) De-:-=: G. E -â ô ITEM 04 .~ u Vl o o ::> ~ tação via oral.2 cional parenteral.0 c C : Q) o Q) E 0. calcula gasto energético de repouso e neces. 'o -o ::> o x U U. Realiza ava.}'I. de acordo com o Procedimento 19... explica o ob- jetivo da manutenção da terapia nutricional associada .'2' o Cl -o STu o> Q)a. "-::> Q) ~ terápica./) ::> o c Q) Q) Q) -oe-u ". Q) liação nutricional subjetiva global para complementar avalia. ~ U uQ) ~ e ~ ~ CL pia nutricional conforme doenças apresentadas e planejamen. protéica e de outros nutrientes.J:: to individual para o paciente . I-~ U g. associada ou não à terapia nutri._ :º e E E E 'E Q) U 'Cij E Operação: Quando houver indicação. enteral e parenteral.9 o C c o . 1. Q) • ção._o o (.2 -g o o Operação: Coleta dados antropométricos.Do <{ o U ITEM 08 V> V> o Qj o -O .'2 g -o Q) V> o ~ ~ o Vl Q) . a Q. estabelece em conjunto com ã..D o ST memento terapêutico da farmácia.. . Compara as necessidades o ~ [: Q)~-O Q) U ~ -o ::> . U V> 'C o Vl . '(jj Q oc~ Q) o ~ o c ~".1. 28 29 . o 'S o <i: o. -o Q)o o U nutricionais do paciente com o aporte fornecido pela alimen. Vl oVl Q) -o o Vl ~o~ o o l:: ~ o sidades calórica. E Q) V> Q) <Q) V> . o E o (. V) ~ 1.-o ~ o o o -{iiE o -o c o u c 'x ~ o Operação: Realiza diagnóstico do estado nutricional conforme . \J' . LL . Ve. 03 e no Procedimento 19 (Diag.~ ~e c ~c ::::> massa corpórea.. Q) c Q) ::::>":"= "-E15 prontuário de acordo com situação nutricional individual. enteral.~ ~ 8. E E . e calcula o aporte nutricional de acordo com as c Q) necessidades calórica.I ~e Vl o .-o oc c ITEM 05 <Q) c c oV> . calcula índice de 'u 'C :.. o ~. conforme prescrição médica c :s o c o • V> a. <:c ""O.2 o -'<: C 'N dados obtidos nos itens 01. (. '0 ::> ~c go ~ Q) ".2 ':> o médico o plano de terapia nutricional e realiza prescrição dietéti.D-o Q) . Coleta exames laboratoriais no e E :.Caso haja condição de receber alimentação via oral.. Oi E Q) U o E oc c ITEM 07 'ê o U o o .Q ~ Q) Operação: Discute os dados obtidos da avaliação nutricional U C0l11 r~~ c ". Realiza adequação da tera. E u o <{ <{ <{ ">0 'u o o o Q) Q) c o C c c. C o • o Vl V> Cl -o Q) c o o 'c ITEM 03 V> o o \J' c -o 10 u . Õ o V> lação de nutrição parenteral. o <{ IQ. o 'o ca da alimentação via oral.u rifica sinais indicativos de desnutrição conforme Tabela 11. C o ~ o o ".2 ':> E ':> E ':> o i= e CL o Q) "2 CL . protéica e de nutrientes do paciente. quando necessário.c -o Q) Õ V> . o D > .<::: I] ::> Q) nóstico Nutricional).~ a EMTN e registra os mesmos no impresso de evolução dieto o ~.c o Operação: Acompanha diariamente a evolução dietoterápica (' Õ U do estado nutricional. o .

folato. devido da (língua tiamina diminuído) pele. Queilose Papila diabetes Clínico Outras sem lingual Hiposmia Perdas próteseFerro niacina manchado Zinco kwashiorkor Salivação rachaduras Hipogeusia (lábios Cuidado Causas sanguíneos dentária Riboflavina.". vitamina essenciais. w . somente febre K ácidos trombocitopenia vitamina C severo. A. Medicamentos (olfato Medicamentos. injúria. A._ ••• 1 Acnado Esmalte Lábios macios. C Suspeitada vitamina zinco. beta-caroteno esteróides Fluorose vitamina Excesso de(flúor neoplásicos 8'2' proteína. de DescamaçãoDistúrbios transversais. liso) Suspeitada àzinco.Achado Normol Cor Uniformes. coagulação. nasolabial lisa. ouem ingestãoexcesso) de sulfoniulréias ferro contos do8'2 vitamina boca) Glossite ho. Deficiência e(paladar ulcerados) com deficientemal vitamina como fixado niacina.de Vitaminade Deficiência ouCausas Proteína Niacina Vitamina rugosas C.diminuído) secos excessivo atrófica Proteína. seborréia Ase riboflavina. w o Envelhecimento Considerado Proteína normal excesso de vitamina encontrado nas de unhasE dos pés Listras uniforme. agentes especialmente piridoxina. Outras Clínico Ferro Excesso graxos Varfarina. C. picado insetos Locol 00 sol Coiloníquia (unhas em forma de stos piridoxina e Aparência Pigmentação Púrpura de (escurecimento) celofane (hematomas e e sangramento - Nor:"':ol _. sem Edema corporal. face redondo.

RG.D o~ "Vi QQ) og '" "' :E o . o~ Ol e o Q) e '" Ol e >0 Ol O U'> o U § -oE '" '" C O Q o MATERIAL: Impresso de avaliação nutricional subjetiva. E 'f'I'I'lI("clo: Anota os dados de identificação do paciente: clínica.=0 E .2 Q. data. o'" -0-0 > Avaliação N utricional U "' e o o U'>"' <:: "' Subjetiva em Adultos :.2 -o '" 0> .... !!f'I'/'tt("ão: Explica ao paciente o procedimento a ser realizado.~ -<:: o loº o " e o ~ O -o ::.2 . -o o Ou O '" -O ~ . para 32 ')') .JlNTE: Nutricionista.. o . ..2 -O 0(ij oe o' O Q "' Q) E 11rULO: ::> E Ô u Avaliação nutricional subjetiva em adultos ° V) o u . Ilome.1111.. c '" Q) O -O '" . :g .~ '6 e .• Z o 'W"II("llO: Preenche o impresso de avaliação nutricional subje- 11\01 de acordo com os dados fornecidos pelo paciente. ~ O E ::> o-~ c: "' '" o « ""- Q) ~ <l: w 0".2! tO loeAL: Unidade de internação e ambulatório.: ()(IANDO: Na avaliação nutricional. impresso "' '" . "Q ::> Ô ou u O E oo o' ::>"V> e Q) o o ~s O -O O >0 ~ U'> O"' o -o o::> 2: ::> V) O -O Q) "' "' O 'ü += o Eu c: 0-0 o co :J o ~O ...:.2 0> 0v.. 'o '" 111 M 03 o e e u ::> '" :. '" OU Q) o ou"í o o e E o . u O u 0õ. Z W Q) 1.: de evolução dietoterápica. '" Oº '" '" ci O c o Ol (.. o o -o o Procedimento 12 U'> e '" ~ O o -O -o ::> 0« o o -0<:: ~E "' ~ o o~ o "' ::> o 0..õ 'u O O o 1.~ o~ O i-= . o :> Z01 .s o Ou O o "cm QUE: Indicador de avaliação do estado e do risco nutricionais <:: <Q) <:: E e e <:: E e da conduta dietética. O U ZQ ~ ::> O ~ fé ox 111 M 01 <l) ou 0v. -'>o Q) -0- O O -oe 111 M 02 Õ .Q -o o Ol~ <'" cO O e Q) e Õ I:SCRIÇÃO -cu E eQi E '" :.

dade de internação e no retorno à consulta nutricional em pa- cientes ambulatoriais. LOCAL: Unidade de internação e ambulatório. estadiômetro. comunica ao médico responsável. e pontua conforme re. ITEM 06 Operação: Nos casos de classificação nas categorias 2 e 3 (mo. impresso de evolução dietoterápica. braços ao longo do corpo e olhando para frente. Procedimento 13 sultado obtido. altura. pernas e calcanhares 111\loIS IIlldll".I!NTE: Nutricionista e/ou oficial administrativo. de inverno. I iI 1\1 02 il" Solicita que o paciente suba na plataforma da balan- ///(f/O: I retas para o medidor de altura. aplica o questionário de avaliação nutricional subjetiva ao acompa- nhante mais próximo do paciente. 34 . c H/ANDO: Na avaliação nutricional inicial. tricional objetiva e.todos os itens constantes do impresso. Ponto Crítico: Em caso de paciente não-responsivo. nutricional. realiza avaliação nu. POR QUE: Indicador antropométrico para classificar o estado Ponto Crítico: Repete o procedimento semanalmente na uni. para avaliação e conduta nutricional. dietoterápica. (. MATERIAL: Balança de peso corpóreo com régua de medida de deradamente e gravemente desnutrido). ITEM 05 Operação: Anota o resultado no impresso oficial de evolução IITU LO: Medida da altura do paciente. ITEM 04 Medida da Operação: Faz a somatória de todas os resultados obtidos e clas- Altura do Paciente sifica estado e risco nutricionais do paciente de acordo com a categoria de avaliação nutricional subjetiva. meias e aga- li !tIl'. tjIJSCIUÇÁO i il'M 01 "'1'1//((/0: Solicita ao paciente que retire sapatos.

Na admissão e diariamente nas unidades de internação.:ÃO . Ponto Crítico: Em pacientes acamados. l'iIUAL: Balança de peso corpóreo. nutricionista e/ou oficial administrativo. em pé. são necessárias duas pessoas para realizá-Ia. deitadas e com a cabeça encostada na parte su- Peso do Paciente perior do aparelho. I. a medida deve ser tomada deitada. na primeira consulta e retornos no ambulatório. ITEM 04 ""ULO: Operação: Verifica a altura em metros e anota no impresso de Medida do peso do paciente. Para uma medição correta. Medida do Ponto Crítico: Crianças até 36 meses devem ser medidas com o estadiômetro. utiliza a fórmula de esti- I dI I H'SO eOl'póreo segundo Chumlea. realiza estimativa d<l altura corpórea através da medida da distância pé-joelho. con IIIIANDO: forme Procedimento 15. os joelhos esticados e a parte inferior do estadiômetro encostada nos calcanhares. C. na avaliação nutricional.I!NTE: Enfermeira. 36 37 . auxiliar de enfermagem. usa cama e/ou maca- I 1101 IIllpossibilidade destes. PO/( QUE: Indicador antropométrico para classificar o estado nutricional. impresso de evolução dietoterápica e de controles da enfermagem. Procedimento 14 ITEM 03 Operação: Posiciona o medidor de altura sobre o topo da cabe- ça do paciente. a partir daí.lI jllsta a balança.: Unidade de internação e ambulatório. I(H. I {t(/m: Em pacientes acamados.Ponto Crítico: Em crianças até 36 meses (ou que tenha até 1 m de altura). evolução dietoterápica. zerando-a.

1 II joelho em um ângulo de 900. em pacientes sem amputação de membros inferiores. ITEM 05 C:I!NTE: Nutricionista.ITEM 02 Procedimento 15 Operação: Solicita ao paciente que retire sapatos e meias.Joelho dos e braços ao longo do corpo. aga- salho de inverno e objetos pesados (p. em kg. ex. Ponto Crítico: Quando se trata de balança eletrônica. prontuário do evolução dietoterápica e de controles de enfermagem. IClC:AL: Unidade de intemação e ambulatório. quan- do então pode ser realizada a medida do peso. ITEM 04 Operação: Move os pesos da haste graduada em quilogramas III'ULO: Estimativa da altura corpórea através da medida da distância pé-joelho. estadiômetro. fle- il" 1. "I\~C1UÇÃO 11 1\1 () I i". Estimativa da Altura Corpórea ITEM 03 Através da Medida Operação: Solicita que o paciente suba na plataforma da balan- ça. (kg) e em gramas (g) até que haja um equilíbrio da haste. 38 39 . junte os pés e endireite o corpo. Ponto Crítico: Pesa o paciente sempre na mesma hora e nas mesmas condições. I . paciente. I'()I{ QUE: Indicador antropométrico para classificar o estado nutricional. porém somente verifica () lJI/ANDO: Não for possível determinar a altura pelo método valor do peso obtido no visor da mesma.'(tIO: Com o paciente em decúbito dorsal horizontal. pernas e calcanhares uni- da Distância Pé. chaveiro).. repete os itens O1 a 03 deste procedimento. nos impressos (li- 1\\A'I'IlRIAL: Impresso de evolução dietoterápica. convencional. Operação: Verifica e anota o peso.

83 x medida da distânein pé-joelho (em)) lU/ANDO: Na avaliação nutricional.1~·ão 1: IMC = peso atual (kg) ( 1) altura2 (m) 1.. I"" 13'ay.ITEM 03 Procedimento 16 Operação: Ajusta a parte móvel do estadiômetro sobre o joelho e realiza a medida do valor obtido na escala numérica lateral (em) ITEM 04 Cálculo do Índice de Operação: Verifica a idade e o sexo do paciente e a medida obtida em centímetros e aplica na fórmula. 1988. Nutricionista. 40 41 . conforme a tabe. balança de peso corpóreo com haste graduada para tomada da altura ou balança eletrônica para peso corpóreo. '/(//0: Calcula o índice de massa corpórea (IMC) de acordo Ifl I I qll.(0.19 . estadiômetro.: Chumlea e cais. 111'lJLO: Homens (em) = 64. Massa Corpórea la de estimativa da altura pela medida da distância pé-joelho (Tabela 15. Mulheres (em) = 84.88 .1 Unidade de internação ou ambulatório.(0. CIUÇÃO li ~I li I "/'/(110: Realiza tomada de peso (p) e altura (h) do paciente. pé-joelho (em)) I'OI( QUE: Indicador antropométrico para classificar o estado nutricional. Operação: O valor obtido é a estimativa da altura do paciCl11< IIICAL: que deve ser registrada no impresso de evolução dietoterápi(..24 x idade em anos) + (1. Rei. 1976. ImUAL: ITEM 05 Impresso de evolução dietoterápica."""1.1). 11/111111(' Procedimento 14.04 x idade em onos) + (2..02 x medida da distância Cálculo do índice de massa corpórea (IMe).

1 Classificação.".99 24.1. II\IUAL: Impresso de evolução dietoterápica.99kg/m2 a kg/m2 kg/m2 kg/m2 Classificação . 11l. das Pregas Cutâneas liza o método. ( 30. 1/\ N00: Na avaliação nutricional de pacientes. Fonte: World Health Organization Obesity: Preventing and managing the global epidemic: G(). 1997 (OMS). adipômetro e fita métrica não-extensível.99 16.ÃO June. caneta esferográfica . 111 Verifica a identificação do paciente no prontuário "'\110' !I.99 kg/m2 Nutricional Resultado . do Braço e Medida Ponto Crítico: Na presença de edema.ITEM 03 Procedimento 17 Operação: Registra o resultado obtido no impresso de evolução dietoterápica.- 1!IIH <)UE: Para realizar avaliação e classificação nutricional de pacientes e avaliar resultado de conduta dietética. prontuário do paciente. ITEM 04 Operação: Compara o resultado obtido com os da Tabela 16.Ha demarcação do ponto médio do braço.0 16 240 18. Tabela 16.hNTI. 1IlIIIII1ro superior não-dominante do paciente.J\ I. e Medida da Circunferência realiza cla'ssificação nutricional conforme índice de massa cor- pórea (IMC). c ~I(I<".J: Nutricionista. ascite e gestação não rea.0 a 34. flexiona o 42 43 . desco- .49 a39.5 35 18. Nutricional' de Acordo com o 111111.: Unidade de internação ou ambulatório. < do IMC 17 16 25. .0: Medida da circunferência do braço e medida das índice de Massa Corpórea (IMe) pregas cutâneas.99 29.

utiliza o braço dominante.~::.8 20.217.2 18.6 28.6 10.8 15.9 11. separando e apreendendo entre os dedm " tecido adiposo do músculo.3 23.I f II I' CMB % = medida atual x 100 medida-padrão nea do bíceps é realizada segundo os mesmos procedimento'.1 dos valores obtidos. O v.1 C:Tabei~Ú .<~~~ valor obtido em centímetros.9 13.0 26. determinando a circunferência do braço. Ponto Crítico: Não utiliza o método na vigência de edema VIII membros superiores. Circunferência do músculo Circunferência Área muscular do braço dodo braço braço (em)I11("1111)11:' (cm2) . 1966.~~ãg'~~~~~E~g".9 22.<' entre o acrômio e o olécrano (ombro e cotovelo).. calcula a médl.9 7. 11 no impresso de evolução dietoterápica.étricas e:'Respectivas .2 e avalia a adequação da medida.8 23.1. e verifica o valor obtido em centímel n ". e mede com o adipômetro. 1966.antebraço sobre o braço num ângulo de 90°. com a palma d.1111111. COIlI 'I mesmo estendido ao lado do corpo. Padrão Padrão Padrão Padrão Padrão Ponto Crítico: No impedimento de manuseio do braço não-d... coloca a fita métrica ao redor do braço.4 17.1 II"!III'. A prega CIII. faz a medida da preg<1VII tânea do tríceps.6 29.7 17.11 do corpo.3 17. Verificd I1 Porce~ta.CMB CB 11If1l1 \ ITEM 03 Operação: Solicita ao paciente para estender o braço. 11"'10" lI1 011.~ii~." '.3 14.\.2 22.512.0 13.5 19.2 16.. no p011111 médio demarcado. porém nessa região.2 8.~~~.' ::~(.~g~.PCT minante.8 28.11 16.. Grave < 60 -------------~) 1••• lhllll.5 20.5 '1. 44 45 .3 25.3 15.2 11. Ponto Crítico: Realiza a medida por três vezes. mão voltada para cima.~~. I Prega cutânea do tríceps (mm) .1 e 17. ITEM 04 Operação: No ponto médio do braço não-dominante.6 20.3 25. Critérios de Avaliação Classificação da Desnutrição Adequação (%) ITEM 05 Leve 80 090 Operação: Compara os dados obtidos com os valores-padlolll Moderada 60 a 80 das Tabelas 17.~ .-(em) AMB oJllIill 11. Registra esse V<1I. marcando o ponto médio a pallll 90% do 80% do 70% do 60% do do olécrano com uma caneta esferográfica.1 16.9 22. Mede com a fita métrica a distânt 101 Valores de Medidas Antropom. ao 1011)'.~ .IIIII obtido é verificado no visor do aparelho.7 22.5 9.5 20.9 13. 25.9. considera esta última como val9r (mlll) I registra no impresso de evolução dietoterápica.~e.5 19.

CMB = Circunferência muscular CB = Circunferência !II' I" '..027 2. "·\11 Circunferência ------------------------. CMB= CB-(0.484 1.7 26.7 26.7 32.8 5. ITEM 07 Operação: Para a medida da prega cutânea abdominal.314 x PCT) liza a escápula.553 6.14). Registra " I!/' Área (IIIIOS) 6.022 2. Heymsfield e cais.7 4. dois dedos abaixo. calculando a média.9 Ai\t1B6. so de evolução dietoterápica.286 1.552 3963 5913 3. 1973.6 18. da Tabela 17.5 17.1 27.. apreende (em) (em) (mm) o tecido adiposo entre os dedos.4 27.do braça. I~ 1')/1 I'.327. 10cali/. em sentido diagonal.J ca.JI.670 3.2.4 e 17. 1982.---- muscular do braço. I'.1 13.481 2.0 22. e pereentil 50.0 4.0 28.2 muscular 13.7 30.575 1720 4951 1345 6.i'o'"H ho e Jellife.214 1815 1579 5. Compara os dados obtidos com os valores 1'. (I 1974. (em) (em) (mm) 11 12 11 9898 10 10 Mil valor obtido no impresso de evolução dietoterápica.2 18. no sentido longitudin.716 23. AMB = [CB(mm) . I'/81.089 5.3. segura o tecido adiposo entre os dedos e realiza a medida Clllll j o adipômetro por três vezes.. I" .8 28.2 31.6 21. '"r1"oa do para brancos tríceps.0 30.278 5. 46 47 .3 20.7 31.8 CB CMB do(mm2) PCT braço.ll.8 22.ITEM 06 Operação: Mede a prega cutânea subescapular com o braço não-dominante fletido e colocado sobre o dorso onde se loca.8 121.1 19.288 4.3 17.1 16.1 o umbigo do paciente e 2 em laterais.3 16.0 6.I verificar adequação. realiza a mel II da por três vezes e calcula a média.4 29.5.7 15.7 26. medir do outro lado.1 drão de adequação da Tabela 17. coloca o adipômeuo e verifica o valor obtido no visor.2 18.297 2. Registra o valor obtido I 11' impresso de evolução dietoterápica.0 12.7 27. dois dedos abaixo.490 6. A partir de 10 dados eoletados durante o Health and r\lutrition Examination ITEM 08 Operação: Para realizar a medida da prega cutânea supra-ill.9 23. Registra o valor obtido no impres Mil Área muscular do braço (n = 3. ITEM 10 Operação: Soma os valores obtidos das medidas das quatro 1"' gas cutâneas e compara com os valores da Tabela 17.1 25.924.7 19.(n PCT )F Ponto Crítico: Com o braço estendido ao lado do corpo.5 24. Ponto Crítico: Caso o paciente possua ostomia ou cicatriz l I rúrgica abdominal. me(k (mm2) 4n três vezes e calcula a média. 17.5 17. I l.9 28.9 32.144 2.3 17.0 25. localiza a espinha ilíaca e..6 P. ITEM 09 Operação: Para medir a circunferência muscular e a área !lIII" cular do braço (CME e AME) utiliza os valores obtidos de l 11 cunferência do braço e prega cutânea do tríceps nas fórmll I.

8 42.1 31.0 34. AMB =para do tríceps.8 24.~capular e Supra-llíaca Idade (anos) 2.6 47.2 21.1 25.2 23.6 36..6 37.'.1 38.6 37.6 40.0 26.7 31.3 33.6 38.598 3.7 41.7 49.019 1. l'.25.7 35. JVGA e Womersley.0 23.6 44.5 45.2 27.2 12.5 a 29em30 Idade 45. 'I)~.8 53. S~~~.6 41.6 12.5 21. I'H 1110 'ill t. Tríceps.4 36.7 33.2 17.8 28.'I 110 \'.6 15. l/O 1111 tíO tlll 1'/0 'I}()" " ""'OS 'tlrl"~lIa 'O /(1 1·1 "llItlo/ion t" IJ 7 a ) 9 30 a 39 40 a 49 + SO an 481 men and women aged frem frem skinfold thickness: Measurements /.4 26.2 36.4 26.2 33.0 34.1 29.7 36.ll .6 28.8(mm") 29.0 4.1 23.'.2 35.9 24.4 39. I orporal Equivalente à Gordura Ca.0 25.0 47.6 24. 1.1 40.6 32.8 52.4 21.2 31.9 28.9 35.0 32.4 39.1 37.8 34.2 44.1 41. li'.4 43.221 2. 1.858 4.5 49.3 27.7 20.1 37.6 43. do braço.6 40.1 33.4 19.8 13. 111'.0 31.5 41.8 27.0 48.5 39.6 16.1 JMulheres Nutr - 49.7 34. Área CB .8 33.9 8.3 32.8 41.2 20.1 29.1 38.5 40.5 37.5 20.1 1015 21 12 19 18 25 19.5 21.1 39.2 24.8 31.296 3.3 33.6 14.5 48.4 50. SO.6 46.7 18.0 50.6 Anos a 49 + SO a 39 40 46.5 39.6 42. IIt.2 22.396 1683 3.5 35.2 34.5 34.3 34.4 51.5 15.6 22.6 45.5 12. de Durnin. Body fat assessed from total body density I 48 49 .0 43.5 34.4 39..130 1.475 11 10 13 1217 (mm) 16 14 23 13 24 Pregas Cutâneas: Bíceps.8 46.5 14.1 29.3 47.7 35.1 29. Ino'.7 40.9 45.7 35.1 40.2 36.2 39.5 30.1 19.8 34.034 2.0 52.1 22.8 30.8 34.3 18.8 41.6 31.0 38.6 20.8 26.4 33.0 36.1 29.6 44.2 23.6 21.612 3.3 26.1 46.6 16.243 3.2 14.1 ' y.5 37.406 4045 14. Homens 46.6 30.6 41. J.5 32.7 43.6 37.5 51.0 39.4 10.5 30. Circunferência e percentil do braço.8 30.2 21.4 12.4 30.8 28.7 17.\'.8 26.9 44.ll" I'i'.3 25. cutânea braço.0 26.0 35.0 16.2 30.1'.2 13.2 39.8 25.4 17.0 41.6 31.2 12.9 17. I'.4 27.0 26.4 19.3 42.2 45.2 20.220 2.S 16. 50.0 40. 1.9 42.1 42.0 26.4 44.4 43.5 AMB 20.9 38.4 25.2 38. "'''fiOS M.l. lI'.6 34.7 41.0 17.6 35.9 22.2 39.~l() /.2 17.5 31.5 27.9 33.4 29.2 32. .6 32.7 16.5 21.0 CMB CB (em) PCT (em) ---.4 37.0 19.7 43.2 46. 'I'.815 2.2 16 em Anos 10.8 21.3 21.2 24.6 27.- PCT = Prega muscular Survey.1 26.8 29.0 16.2 19.7 32.9 30.0 19.9 35.5 41.7 45.3 45."lrltwdo 11.6 45.1 16.culadaaPartir da.432:77.6 46.4 28.'.0 47.5 ion Examinatio!r III I'.1 Br24.7 52.5 33. brancos muscular " = '.4 30.2 43.7 40.7 24.6 Gordura Corporal (kg) e Pregas Cutâneas (mm): Percentual do Peso.904 3.2 50.3 22.'ms.1 31.714.1 33.0 44.9 21.0 43.6 38.8 43.4 48.1 47.5 42.7 45.5 31.4 29.2 48.9 33.0 111'. CMB = Circunferência 1.7 42.9 22.2 48.4 22.3 44.4 37.2 19.8 45.227 3.2 34.1 15.5 19.0 40.0 42.573 1.--.0 12.783 1.336 1. Tabela 17.7 24.8 23.3 25.1 15.9 32.7 20.9 49.4 31.8 18.7 41.3 27.4 25.1 35.0 33. Idade1974. dedo1971 a 1974.269 3.5 43.3 23.lll 44.7 16.ma deQ~~tro.248 3.

1\ di . POR QUE: Realizar avaliação do estado nutricional e acompanhar variações metabólicas que reflitam modificações do estado nutricional e de conduta de terapia nutricional. I 1116rios são gerais.8 214. 111..2 02. que se inter-relacionem com a terapia nutrillll /.8 100 123. l. ". não devem ser I.111110 (g/dL) (g/dL) H TÍTULO: Levantamento de dados laboratoriais.li d dvaliar as alterações de algumas dosagens laboratoriais 111 ()ll1paração com estado nutricional.1 Leve Depleção 0. podendo-se encontrar alterados em função de diferentes acompanhamento metabólico e protocolo de pesquisd "" 11101". 1977. MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica. "(110: Anota os resultados no impresso de evolução dieto- . 51 50 .situações clínicas ou desequilíbrios metabólicos.8 Depleção Depleção 1.OCAL: Unidade de internação e ambulatório. AGENTE: Nutricionista.I.5 d. 11"1111111'. 1 \I .lhela 18.'<1/0: Discute os resultados com a equipe e avalia a necessi- nal empregada ou que reflitam alterações metabólicas indi\ . '1"1/(0 Crítico: Esses valores não servem como medida isolada Procedimento 18 li' I dcrência." IIIIOS) ___ o Ilnll!> Sé ricaAdulto 1111111111111 1111. I 'Ii". IH Compara a adequação dos resultados.910 M Grave 12 01.. quadro de resultados em faixa de normalidade para dosagens i'" 02 laboratoriais. IH/II. QUANDO: Há necessidade de avaliação nutricional.. Levantamento de Dados Laboratoriais 212.7 2.I" duais e do estado nutricional." 11. portanto. no pn li I tuário do paciente ou no terminal de computadores da unid"t1."11"".. Operação: Verifica resultado de dosagens laboratoriais.03. M = Mulheres.oIl1'.. " .9 0.150Iadamente.2) ou do padrão de normalidade referente ao ITEM 01 i!1I111 l'l1lpregado.2 Nutricionol aa 2..1\' rderência de exames bioquímicos do laboratório cen- DESCRIÇÃO d (1. médico.t1lcrar a conduta e a prescrição de terapia nutricional. fotois (mm3) 1(. vide Tabela 18. conforme va- 1'/('110: . dependendo também da avaliação clínica do {l'1I"lltl'e do método empregado na análise do material.1 Alteração 11.0'.1.0 2.0 << Moderada 013. terminal de computadores e prontuário do paciente./' ". 1101 de internação.

2 Tabela 18.) Valores de Referência de Exames Bioquímicas - Valores de Referência de Exames Bioquímicas - laboratório Central ICHC FMUSP laboratório Central ICHC FMUSP · :l> Sódio Potássio Hematócrito Leucócitos Linfócitos VCM Creatinina Bilirrubina Colesterol HDL Uréia Eritrócitos Alanina Glicose Ga Triglicérides Hemoglobina mag lutami Aspartano indireta total direta aminotransferase (plasma)Itransferase (sora) aminotransferase (TGP) (soro) (TGO) H:40a52% 5 10a4.5 O'GPl H ~ a 105 10 amg/dL 5 mg/dL 6 5..5 ~ H: H 130a3.5% g/dL a300 7 365 a60' ~mEq/L mg/dL mg/24 mg/dL 380 mg/dL 190h mg/dL mg/dL .5 7 10 135 Até 3.23 100 Jejum: Até 0.5 135 0.47 5.8 3.5 2.4 200 13 10 45 3.4 748 612 850 544 510 a100!A3 510..7 4 80 aa145 aa124 17.3 mmol!L U/L nKat/L nKatL mmol!L !Amol/L mmol!Lmmol!L mg/dL 16 g/dL (SI) mmoI!L(SI) !Amol!L (SI) (SI)(SI) 50 9 ou8.63 145 10.9 100 mg/dL mEq/L 44 milhães/mm3 mg/dL mEq/L mil!mm3 mg/dL U/L mg/dL 34 mg/dL !A3 g/dL Adulto: 3. 0.3 a8a 040% M: 53a 35 M: 3.5 15 20 2.7 mmol!L mmol/L 360mmol!L mmol!L mg/dL mg/dL (SI) mg/dL mg/dL mg/dL 111110 lIna úrico .2 (Cont.6 3 mg/dL 130 g/L g/dL g/dL mg/ml mg/dL 1.4 a 0145 51 050 110 018 0.8a250 0.2 > a a10 80 11 100 0.3 250 a 215 5 aa200 4.2 a0.I' pós-estimulo das dois valores ~) de 1 hora) .4 165 0.98 8.4 45 amil!mm3 1.1 35 578 47% a!Amol/L U/L 7.1 1.906.2 a27 Crianças: a~a~a68 2.úrio 110 10S 'ção . 11.4 1."rina o 10 tolerância )6sio .8 203 !Amol/L 5.Idadetotais 24 uriná olobina le ria à de hglicosilada glicase tolerância à glicose ligaçãooraldo ferro Até a40150 50 mg/dL mg/dL !Ag/dL •.1 0.99 !Amol/L 1. Tabela 18.4 0.5 2.10 II <lolralda Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).7 380 aa 2.66 M: M 187 170 119 036 030 >a32 12a6.7 45 2. 52 53 .13 Crianças:120' 180' M: F: 0.6 3.62 98.4 2.4 1.6 5.5 H: Até 70 Ate 0.

QUANDO: No atendimento sistematizado de nutrição. MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica. estabelece a conduta dietética a ser li IIILlda. TÍTULO: Diagnóstico nutricional I il'M ()6 POR QUE: Para identificar e justificar a necessidade de terapia nutricional.I situação clínica do paciente. de acordo com a 11'i1I. ITEM 02 Operação: Verifica se o resultado da avaliação da anamnese ll'l ciária justifica ou não o estado nutricional através dos ind ilol dores antropométricos e laboratoriais. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Avalia e registra a anamnese alimentar terciária IIII impresso de evolução dietoterápica quanto aos aspectos qUill1 titativos e qualitativos e aos hábitos alimentares. II M 05 '''''I'tI(ão: Avalia e registra no impresso de evolução dietoterá- pi! I ('. AGENTE: Nutricionista. 0"'/'1/('00: Mantém ou elabora nova conduta.Il'tlO. "M 04 Diagnóstico N utricional '''''/'tI('ão: A partir da HDN. Procedimento 19 111 M 03 'W/'II('ão: Registra em impresso de evolução dietoterápica a Itlplllt'SC de diagnóstico nutricional (HDN) elaborada. 54 55 . Ponto Crítico: A anamnese alimentar é realizada conforme . LOCAL: Unidade de internação e ambulatório. na próxima avaliação. impresso de anamnese alimentar terciária. verifica se a HDN é confirmada 111 lidO.

8 x altura (em)] . fator atividade l' 1.7 x peso (kg)] + [5 x altura (em)) . variáveis e necessidades nutricionais.2 a 2U I 57 56 . sexo. por calorimetria indireta.1 a 20. 1. constantes nas Tabelas 20.. conforme fórmutl d.25 mável 1'.1 tor térmico.6 x peso (kg)J + [1.IiT poderá superestimar as necessidades nutricionais dos I'''lkntes de acordo com a doença de base. i I MB X fator estresse x fator atividade x fator térmico ) QUANDO: No momento da realização da prescrição dietética. Cálculo Estimado do Gasto Energético Basal. suas 1111111'. com acréscimo de fator estresse.7 x idade (anos)) TITULO: Cálculo estimado do gasto energético basal.1. ITEM 02 Operação: Com os dados obtidos. 1111110 66 + [13.8 x idade (anos)] 1111111110 655 + [9.H1ll 19/9. J DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Coleta dados do paciente referentes a diagnós li' " clínico. 1..2 1.I". 1919. LOCAL: Unidade de internação e ambulatório. calcula a taxa metabólica b"' . Cálculos do Gasto Energético Total (GET) POR QUE: Auxiliar a determinar as necessidades nutricionah dos pacientes e a conduta dietoterápica. necessidades calóricas nutricionais são mais bem defini- .3 MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica. idade. Suas Variáveis e Necessidades N utricionais Fórmula . presença de fator térmico (febre). de atividade l' d. j I (. estresse.9).[4. AGENTE: Nutricionista. tabelas de fórmulas para cálculos de necessidades nutricional\ (Tabelas 20.1 Tabela 20.[6. peso e altura.IiT é um indicativo das necessidades calóricas. se houver febre. I ) (. Benedict.i1 (TMB) e o gasto energético total (GET). "'''(0 Crítico: Procedimento 20 :.

l/EM 04

-----
( Pequena Transp.
TMO
Côncer
- , 'I/('ração: Realiza a adequação da prescrição dietética e das
--
litaçõo _._-~ ---
complicado
I
Cirurgia
cirurgia
Jejum
Insuf. eletiva
ouflgado
Queimadura
Insuf.
renal
Situações inaniçõo Estress,
0,85
1,1
1,2
(70 a1,3
hepática
aguda Estresse
1,2
90%)
2,0
1,0
1,3 1.7
oaa1,4
a1,1 1,1
1á 1 1,5
1,0
1,2
1,3
1,5
1,6
Fatar
Fator
llllldutas nutricionais, conforme os cálculos das necessidades
11111 ricionais. Utiliza a tabela de orientação de recomendação
IILlria de ingestão protéica, conforme necessidades nutricio-
1101 Is, constante nas Tabelas 20.6 a 20.8.
,1

IHIIIU':

1/", '''I,idades Nível de Estresse I
3 I','l/(\/{ n

,

---I
.1
1"',,,0 cal. NP/N

-----t------
~~+50~100-:-1- .~~~

Sem estresse ..I le~e o MOdemdt E"'e~' SMm I

I, Vi, 1
d (q/kg/dia) '1 i <15%
~- Ii -~;- 15%a20% _~
~ I
Overview of Nutrition Support for the Criticolly IIIand Iniured Patient, ASPEN,
---.--------------
Queimadura
..
(50 a 70%~ "'"11111
I )q"wn AM. Substract Requirements for the Patients, ASPEN 1998 .
Ref.. Kinney, 1966, 1970, 1976; Wilmore, 1977; Long, 1979; Elwin, 1980.

ITEM 03
I '\'/111105 Baseado no
Operação: O cálculo das necessidades calóricas também pod. 1,1",,1para Altura e Idade
ser realizado conforme estimativa simplifica da, constanlc I Nece,ssidades
de Agua em
11.1 , I '111 Vw ioçõa de 20%
Idade ! mLlkg/dia
Tabela 20.5, quando o nutricionista necessitar de informd~.'I"
mais imediata. J"vem ativa
Iclasas
40
55 a 75 anos 30
Idasos 75 anos 25

II Criança 16 a 33 an0:-=J---
.------
.hh:'.II'~l.

ACima de 5 kg e até 18 anas 1 1
Necessidade (kcal/kg/dia) Situação
I" 10 kg de peso I 100
20 a 22 Obesidade mórbida 1<,'/0 kg de pesa
"'""na 20 kg I! ~-.-JI
50
,I. "" ',l1lls. Modem Nutrition Health Disease. Ed. Lea & Febiger, 7'h, Filadélfia,1998.
22 a 25 Marasmo

25 a 27 I I iilt,i/lldo é baseado no peso corpóreo ideal, conforme Ta-
Cirurgia de pequeno porte, estados ot,"" , , H

27 a 30 i Sepses, trauma invasivo fli 11/lIII'IKia renal crônica e hemodiálise 1 a 1,2 g/kg/dia.
30 a 35 ~ueimados < 30% ASC, anabolismo "í i ti" Il-'Ilcia renal aguda = 0,6 g/kg/dia,

Ref.: Ogawa AM. Substract Requeriments for the Patients, ASPEN 1998. , I oIlllSIC deve ser feito conforme balanço nitrogenado,
ASC = área de superflcie corpórea.
01, IlIl'i,l, funções hepática e renal do paciente.
58
59

Tabela 20.8
Necessidades Mínimas Diárias de Eletrólitos de Acordo clltura dos indivíduos abaixo de 19 anos foi retirada te Han-
com a Idade para Indivíduos Saudáveis flCSe cols. (1979). O uso desses números de referência :não
significa que essa proporção de peso e altura seja a de aI.
Idade I
Sódio (mg) 2.000
600
750
7002500
180
350
300
500 120
2.000500
1.600
1.000300
500200
lAOO 400
25 (mg)
Potássio
Cloreto (mg)
I RE (retinol
Ilctacaroteno. equivalente) = 1 f.L de retinol ou 6 mg de

(:omo colecalciferol:
vilamina D. 10 f.Lg de colecalciferol = 400 DI de

I ao-TE (tocoferol equivalente) = 1 mg de tocofero].
I NE (niacina equivalente)
Iriplofano. = 1 mg de niacina ou 60 mg de

Rei.: Recomended Dietary Allowances, 1989.
Obs.: Não recomendado para pacientes nelrapotas, cardiopatas e hepatopotas.

ITEM 05
Operação: Utiliza a tabela de doses dietéticas recomendadcl"
(RDA) para complementação de vitaminas e minerais, con!'ol
me Tabelas 20.9 e 20.10 e/ou tabelas de DRI (Tabelas 20.11 cI
20.19).

Ponto Crítico: As doses recomendadas nas Tabelas 20.9 e 20.1 li
não são aplicáveis como indicação em casos de deficiência S t III
carências ocasionadas por doenças graves, pois nesses caso\ •
necessária complementação.

ITEM 06
Operação: Registra os dados obtidos no impresso de evolt Il,' 11I
dietoterápica.
• As quantidades, expressas como ingestões médias diári.l\ ,111
longo do tempo, devem suprir as variações individuai\ til

maioria das pessoas normais que vivem nos Estados VllItI.,
sob condições de estresse ambiental normal. As dietas dt'\.
riam basear-se em uma variedade de alimentos que Pllll ti

ciem outros nutrientes para os quais as necessidades 111111101

nas foram menos definidas.
• O peso e a altura dos adultos de referência são médicl', tlll

população americana para as faixas de idade estabelecid.1 I rll

como foi determinado por Hannes 11. A média do pCSt) I 110
60
61

'"
'"

, o
Õ
40
Se U
~c
55
(a)
81
,82
180
1.200
200
50
108
98l47
45
530
~~~
150
60
90
132
112
157
50
240
C
70
40050
163
50,9
16
10
45
375
13
800
35
14
1,0
1,5
1,7
1,1
0,3
0,41,8
0,7
1,3
1,2
1,4
1,6
0,6
Mg
Cl..
~",
~~
280
275
800
mg
70
600
400
C 65
~
2O,5,6EP10
,-,r..r,
~ mg
12
80
40
170300
1.200
20
120
350
61,1
100
71 70
1(e)
mg
3545
800
55
30
625 80
65
15
500
0K
10
Vitaminas
60
1,7
.2
/lg
1,6
2,0
1,5
0,7
1,0
0,5
0,3
0,3
0,5 5,0
1,1
2,2
2,2
7,5
1,4
1,4
2,0
10,0 (e) 5,0
-c, 1 r.. ,A ,~
77
810
75933/lg
15
413
20
Kg 10
&12
79
58
8671.000
28
45
55
7228
24
45
44
mg
800
176
63
163
164
66700
500
173
11
90 15
691.200
1200
110
Niacina
0,8
Idade
177
Fe
0,4
0,0
160 70
150
350
59mg
a03
102
00,5
014
Cal!
V> 10
/14
10
915
mg
50
46
63
58
Zn 2C
55
270
350
400
10
300
280
355
320
10,0
50 120
__ ' __ 1-
150
1.000
cm
mg
oo-TE
/lgRE 15
15
12
10
90Folato
19
30
Lipossolúveis
86 /lg /lg 3C
2C
7C
10
/l9 150
150
15
200
mg10,0 mg7C
812
Ca
/lg
(I) 150
55 60
4C
75
175
5C 7C
65 Hiposso/úveis
mgNE
Vitaminas mg Minerais
»----
.2
V> o 157
176 59 4511000 (000 10,0
10,0
JI

:= ::e.- :-:::: :: :: ~eS5S ~2 2~'=' l'l 0 ,,~ ao . 6 17 20 21 260 2.61200 1.200340 15 1620075

c~tegona
01,5I 3mgmg
11,0
mg50 Idade
2a5
02
a0,7
2a5 25
20
230,6
!-\C/oo
1
0,4
0,6 30
0,7
1,5
1,5
1,5 /lg
50
3075
25
20
50
20
20
15
/lg
1,5
a0,5
20330
a10,1
10
0,2
Pantotéico
8iotina
Mo/ibdênia
0,3
405
ManganêsO 41060
a30
/lg
0100 42,5
a0120
Cobre a4080
0200
10
15
030
01,5
02,5 200
50
1,5
01
01
2,5 76
250
a1a015a0,6
a4,0
40
03
2,575
240
Cromo
00,5
0,5 30 0100
1,5 a 3

I
~;et'

a. variaçães de haver
Pelo fato de ingestão recomendada.
menos informaçãode base para as quantidades, esses números não constam no quadro principalRDAe são fornecidosaqui na forma de

b. normalmentenão
Como os níveistóxicospara
devemser muitosmicromineraispodem
ultrapassados. referira se, muitasvezes, sornente à ingestão usual, os níveisdados aqui para os mícromíneraís

'"
W

0.86 1500* *5C 68.oor7ovfrJ -niom:no (mg/d)d I (pg/d).whereas the RAElor prelormed vitomin A is lhe some os RE.3* 50* 80* 5* Thiamina Vit.5*14 1.8* 4* 700 900 400 400* 300 K E 600 Vit.4* 450* 35* 200* 30* 40* 5400' 10* 90 45 65 1.4* 1.8'2 1Niacin *6* .417 7* 1.1 RAE = 1 I1g retinol.5 15* 0. ° As retinol activily equivalents (RAEs). 01 Copyright 2004 by the National Academy 01 Sciences. and the 2R-stereoisomeric lorms 01 a-tocopherol (RRR-. Ali rights reserved.1 65* 2* 4* 16 11 0.. lhe AI is the meon intake. For healthy breastfed inlants.1 1. 0150 lound in lortilied foods and supplements . ordinarily occurs alter lhe end 01the pericanceptional period .2 123* 200 25 0. a-Tocopheml includes RRR-a-tocopherol. b As cholecalcilerol. . C 1J91.:.2 30* 20* 25* 10.3* Cho/ine9 Fo/ate Vit.3 125* 120* 250* 200 425* 150* 0.5 8* 14 5* 1.550* 1.SSR-. 86 I (mg/d)' I (mg/d) 14 to 18 y 500I II 75* I 35* II I 550* 2.3 5*7 5*6 150. .5119 01 a supplement token on on empty stomach.5* 12 1.edu) presents Recommended Oietary Allowances (ROAs)in bold type ond Adequate Intokes (Ais)in ordinary type lollowed by on osterisk (*).and RSS-a-tocopherol) that occur in lortilied loods and supplements.9 5*0. 0-6 months = prelormed niocin (not NE). the only lorm 01 d-tocopherol that occurs noturolly in loods. The AI lor ather lile stage and gender groups is believed to cover needs 01 011individuais in lhe graup. 11does not include the 25-stereoisomeric lorms 01a-tocopherol (SRR-. 550* 300 60* 1. there are lew dato to assess whether o dietary supply 01 choline is needed at 011stages 01the lile cycle.2*0. it is advisoble lor those older than 50 years to meet their ROA mainly by consuming loods lortilied with B" ar a supplement containing B'2. In the absence 01 adequate exposure to sunlight.RSR-.8 Note: This table (taken Irom the ORYreports. h Because 10 to 30 percent 01 older people may molobsorb lood-bound B".6 0.nap. d As a-tocopherol. In view 01 evidence linking Ialote intoke with neurol tube delects in the letus.7* 5* Riboflavin Pantothenic (mg/d)d Vit. .200 2115 7* ' E.300 (pg/d)O 550*120 v. 1 I1g cholecalcilerol = 40 UI) vitamin O. see www.5 2. (mg/d) Niocm .6 Vit.. - 9O Life 3613ymo 1 toStage y 6* 9 600 "" 3Q~ JSO' _:e 21.6.9 0.92* 0. 1 mg 01 niacin = 60 mg 01tryptophon.6119 01 lolic acid lrom lortilied lood or as a supplement consumed wit lood = 0. .o- .A 700 (pg/d)O mg/d) (pg/d) l-- 8iotin 15 . and SSS-a-tocopherol). The RAElor dietary provitamin A carotenoids is twolold greater Ihan retinol equivalents (RE).2 0. ROAs ond Ais may both be used os gools lor individual intoke.1751412* 1.7 400* 0. 15 12* to 5* (pg/d)f (mg/d) (pg/d) (mg/d) (pg/d)b' (pg/d) (mg/d) (mg/d)' Vit.4 >1"(mg/d) • .4h Acid (mg/d) o Vit. 500 90* 2.. 24 I1g a-carotene.j:>. 1 OEE = 1 I1g lood lolate = 0.J. S/IS-.4 1.6 17 S:oge.8 400 90*0..RRS-.the critical time lar lormation 01the neurol tube.. it is recommended that 011women capable 01 becoming pregnant consume 400 pg Irom supplements or lortilied loods in oddition to intoke ollood lolale Irom a varied diet. .'il.6 1. (mg/d) Vit.< (pg/d)b.. As dietary lolate equivalents (OEE). • As niacin equivalents (NE).3* 0. ar 24 I1g ~-cryptoxanthin. 375* 75* 2. Although his hove been set lor choline. which O. and it moy be that the choline requirement can be met by endogenous synthesis at some 01 these stages. .5150 0. 2. But lack 01 data or uncertointy in the data prevent being able ta specily with conlidence the percentage 01 individuais covered by this intake._1.8 5* 35* 120 1.k It is assumed that women will continue cansuming 400 pg Irom supplements or lortilied lood unlil their pregnancy is conlirmed and they enter prenatal com. 12 I1g ~-carotene. ROAs are set to meet the needs 01 olmost 011(97 ta 98 percent) individuais in a graup.

-:>0 (mg/d) (J q: c§' o" él 9.5 2. but lack 01 data or uncertainty in the data prevent being able to specily with conlidence the percentage 01 individuais covered by this intake.::J CJ 00 '-. and Zinc (2001). Chloride. and Choline (1998).n 1250(j 1. Vitamin D. and Dietary Relerence Intakes lar Water.2* 4* 111 8 7 3 5 (j 2* 900 45 1.:c.5* 12 11 .f 2500* 210* 800* * 0 0O 1. Pantothenic Acid.2* 1.~ 25 900 ~.01* 1. Sources: Dietary Relerence inlakes lor Calcium.300* 1.05 'i)::' «!.'" O to 36 91 to 13ymo y ~? ~~~2 y 1.12* 75* 0. These reports may be accessed via http://www. Dietary Relerence Intakes lor Vitamin C. For healthy breastfed inlants. Silicon. 18' 11n (J(J .57* 1.300* 1. Ribollavin. The AI lor other lile stage and gender groups is believed to cover needs 01 ali individuais in the group.'" 290 310 (j 4.f .(jJg/d) á' '.000* (mg/d) 1.250 360 400 4.nap.6* 460 340 3* 440 500 1. Manganese..0 . Phosphorous. Malybdenum.7* *1. 7r. Niacin.5* 15* 11* . Chromium.7* 3. Vitamin E.3* 21* 15 2. Vitamin B6' Folate.0 (mg/d)0(g/d) (mg/d) (jJg/d) (mg/d) (g/d) (mg/d) .o1. Baron. c2: i{:::' <-i ~ó.37* 90 9o'" 1.5* 0.3 "45* ~ s .. Copper. and Sullale (2004). iodine. RDAs ore seI to meet the needs 01 olmost 011(97 to 98 percent) individuais in a group. ~* ~ó ::.c.l 'i)" 9.27* 200* 220* 110* 11.0* 13* 29*9 60 70 501"01.7 1..5*11 0.l . . Sodium.003* 0.18*270* 275* 0. Vitamin B"." ~v ó" o 14 to 18 y Note: This loble presenls Recommended Dielary Allowances (RDAs) in bold Iype ond Adequate Intakes (Ais) in ordinary type lollowed by an asterisk (").-:>0 (g/d) (mg/d) 3* 17 ". Potassium.o . Dietary Reference Imakes lor Vilamin A..:c.0 (g/d) (jJg/d) (mg/d) (jJg/d) (g/d) (mg/d) (mg/d) O . Dietary Relerence intakes lor Thiamin. RDAs and Alo moy both be used os goals lor individual intake.Q.250 360 400 10' (:- ~~ 1.:c. Magnesium.-:>0 30* 14 44* 70 2 13 2.000 . Ali rights reserved. Selenium.~ 3" -:.200* 30* 22 0 . the AI is the mean intake.9* 0.0 ó" (:- 1A 4.000* ~ 6" l ::.ll 4. Bialin.6* 700 5..4* 0.edu. Vitamin K.5* 240 120 150 420 ~~V ~~i.20 2*<f cJ40 55 35* 20* 30 90 34 43 30* 25* 8 -v *45 2* 11 3 0.3* 220 60ô0 o'" 60 70 .7* 801._ 55 8 4. and Fluoride (1997).0 v1.3* 410 700 0. '" '-.8* .5* 130* 0. and Caratenaids (2000).1* 2.000* .l ~ q:. Capyright 2004 by the National Academy ai Sciences.3* 2.Q.7* 350 320 2.. Vanadium.200* ~0 l c2: c§' o" "Oo 0- él 24* .7* 890 2.~ 1.05 'i)::' 'i)"~ó 1.2* 5.000* 1.'" '" ..8* 1.9* 55 1303* 0.300 1.-:>0 . iron.300* !:: 7 "o o .000 <f (g/d .2* 100* 0.5* 0.6* 0" 1. Nickel. Arsenic..0 <-i 6 .o 1\..

:i"" Q..o :- ~o .~' s: .f "o NO3.. Niacin. niacin. biotin.0<O" NO NO ~. Vitamin So.000 ?:!o ~r::- '<'" .. . Vitamin B.2. -O Copyright 2004 by the National Academy 01 Sciences.:i"" NO 80 1.edu. and Camtenaids (2000).300 NO NO """0 NO NO 0NO 2. riboflavin. Magnesi urn. Vanadium. Oue to lack of suitable doto.:i"" <o. Iron. water.0 (~g/d) o er I (mg/d)d (g/d) .800 C (mg/d)'·d 0 3'<.000 Q. In the absence of ULo. 1.:i~' NO (.. These reports may be accessed via http://www. (2001). thiamin.000 ~S ~ NO 3. Source 01 intake should be Irom lood only to prevent high levels 01 intake.:.. Pantothenic AcitL Riotin. carotenoids. Vitamin K..800 NO 900 . 3. 0- NO 1 NO co NO <o~ ~(. and Zinc O.5 35 NO N 30 800 100 2.-. or o combination 01 the two .200 . applies to any form 01 supplemental a-tocopherol. NO = Not determinable due to lack 01 doto of adverse effects in this age group and concern with regard to lack of ability to handle excess amounts..f 800 1.. Dietary Relerence Intakes lar Thiamin.000 2.0 ~ 'X' .0 .~' :186NO NO 600 2 50 (mg/d)'·d <O" <:) .800 1. lortified loods. Riboflavin.. N ONO 50 (mg/d) NO 50 (~g/d)dO (~g/d) .000 (mg/d) <:) .:i"" .000 1. Õ' . Selenium. Vitamin D. and Dietary Relerence Intakes lar Vitamin A.. the UI represents total intake Irom lood. b As prelormed vitamin A only.... • ~-Camtene supplements ore advised only to serve os o provitarnin A source for individuais at risk 01 vitamin A deficiency. Silicon.0 000 350 <z0 (~g/d)d (mg/d) 000 02. Copper. Molybdenum. Dietary Relerence Inta.800 (~g/d) . pantothenic acid.kes lar Vitamin C. lodine.. Boron. and Choline (1998).rs.:i"" 2.0 .. Vitamin E.:•.000 (10 ~X' . Folate. Unless otherwise specified. Ali rights reserved... Chromium.<f Q§' (g/d) (mg/d)d .:i"" NO O 50. . As a-tocopheral.. and folate apply to synthetic lorms obtained Irom supplements. .S v1.:s.:i"" "o . extra caution may be warranted in cansuming levels above recommended intakes.'B I . d The ULs for vitamin E.0 cf .::~0 14 to 18 yY 141018 o UL = The maximum levei af daily nutrient inlake that is likely to pose no risk of adverse effects. vitamin B12. and supplements..nap.0 oNO 2650 20 35 300 (J 1.. Arsenic.0~b.000 o3800 <v 25 30 100 10 300 800 600 15 400 40 NO 30 1.:i""~o . Manganese. and Fluoride (1997). Nickel. ULs cauld not be established lor vitamin K. 0 ~ 'X' ademies Females 9 to I I13 \ ~g I INO 200 NONO 'sr::- ~ y 0(:: \ 600 I \ NO' \ I letary Re erence nta es Children \\\I\25 50 \ 400 \ (~::d) \ \I\ (m:~d) ~g\\ \ ~g ~ú Inlanl \ \ -<- .:..5 1000 ~oNON\. Sources: Dietary Relerence Intakes lar Calciunt Phosphorat.:s.

. ::J ::J .::~ 2. "D ~ O>O a.c e'~:<2. g . b Although the ULwas not determined lor arsenie. <1J 2.." S:S' U . Selenium.3 0. Vitamin U.c O> 17 g~. 12 NO O> G! 1.2 400 . potassium.V) 110 350 60 90 45 1.000 ~. C" "V) c~2. Sodium. I ~~ ::J -'< O> :. Dietary Relerenee Intakes lar Vitamin A.S2 ~ u C O> 2Vi ::J O> C ""- o9O V) c C.5 'ü...000 NO 20 NO 45 3. Molybdenum.700 1. Dietary Relerenee Intakes lor Vitamin C.3 11 NO 40 2. O> a. '. Phosphoromns Magnesium..000 NO <n R<~ Õ3 'Vi N •u0u O 3:J640 N NO 96N 0.::. Boron. and Fluoride (1997): Dietary Relerenee Intakes lor Thiamin.:: Õ) 45 ::- = .000 E oQ O~ C 3.. Potassium. reeommended levels above ULseould not be established lor arsenie.2 o1. water.5 300 65 "E4300 2. Vitamin B6Folate. <n ::J ~I~~I ~Qj G! NO I. Niekel. g~ &~ d 'O 10.edu. be warrantedOue to laek 01 suitable in eonsuming data..7 O> .. Pantothenie Aei4 Biotin. Souree 01 Sourees: Dietory Relerenee Intakes lor Calcium.nap. Vitamin K. .000 ::J '? ~:n 1..700 'õ"D C 34 2.57 "D I I 23 2. .3 900 <1J E 8.5 ':)0 200 NO' '. Vitamin B".J o I 'li)g~~g ~g 280 150 1.000110 I 900 o UL = The maximum levei 01 daily nutrient intake that is likelyto pose no risk 01 adverse effects.--- Õ) 1J~ 00> 5.6 Õ) <1J 1... o 3<E N 4 .. Chromium.". In the absenee 01 ULs. 111O> "D U . I intake NO = should Not determinable be Irom looddueonly to laek 01 data high to prevent 01 adverse levels 01effects intake..100 35NO 350u§ ~ . °E ""g g:. l:S'g 0>0>°E 'u Õ E V) 4N <nu 3 o'O NO o17 350 3. ehromium.5 17 600 2.. Chloride. Copper. '. there is no iustilieation lor adding silieon to supplements.6 G! I I E 900145 = --Q . ::o.S2 NO i0-:: E 400 NO NO ~ O.. d Although silicon has not been shown to cause adverse effeets in humans. = E "D . Q::J U o<Z <1J NO 3Li:: ~~ oO> {1 20 00> u ~2..6 0.000 3.extra intakes.' ~ g .c . Unless otherwise speeilied. u :::J 1.J and Zine (2001). Iron. there is no iustilication lar adding arsenie to lood or supplements. the UL represents total intake Irom lood.9 NO o10 54Li:: 00> 8. Vitamin E. silieon..3 22 0.c -NO (jj (3 E i~~ NO '::: °E g U N V) 'c ::J 1 CO>-.15 C !$ Q.8 2.9 NO 10 O 45 ~10 5O 0.. Ali rights reserved. and Choline (1998). ' Although vanadium in lood has not been shown to cause adverse effects in humans. and Sullote (2004). and Dietary Relerenee Intakes lar Water.in this age group and eoneem with regard to laek 01 ability to handle exeess amounts. Manganese.000 .2 40NO 11 2. and caution maysupplements.0 co 2. Niaein..c <n 'O "o(.100 ~G 'õ"D°o 2. there is no iustilieationlor adding vanadium to lood and vanadium supplements should be used with eaution.3 11. and Corotenoids (2000).010..9 350 ZII0>' ::JÕ) O> 40 2.c :. .e 0. Copyright 2004 by the National Academy 01 Seienees.6~ °E .c 2. Arsenie.3 '$"~ C _EC I E16::J <n ::J "D"D u . Silieon Vanadium. ~Z Qo -'< 1045 '" . The FLis based on odverse effects in laboratory animais and this data could be used to set a ULlor adults but not ehildren and adoleseents.e ~O NO 34 Ito NO o91 to Females 63y NO 13yNO mo I I I NO NO 1.000 co . and sullate..::J°400NO.000 1. These reports may be aeeessed via http://www. lodine.000 34 23C 2. Ribollavin.4 2. ' The ULslar magnesium represent intake Irom a pharmacological agent only and do not include intake lram lood and water.100 <n 8.

•...».... 000000 WWWWWW 000000 00 010 '.. éõ'» 3' ..198 BMlof 24.-.. --.982 2..».::J r.. i..)0 ~"? 00-01 o. êQg.301 2.... c ~ c o:J' a-+ º. For eaeh year abave 30... iD wo. 'IW 00 O...5 (kg [lbJ)24. rn .....211 2.o... ~ g o. 001 Õ Õ o o- Õ 011'... :o.016 2.•. o..».99 kg/m2 18.:J wo- 001 o W01 iiJ o ' N .. .!.• •..~:~_e~:_~.. ..296 2.816 1..».)1'..• ---' .0801.• .»....I>..807 2.• * '0" u.». =- :J °mO }>ibeft.o.202 1.).».-o '<tD Q(I) õ -3:..••.009 2. iT~ " (I) .782 2.».769 2.:. 1'.884 2.025 56..•.) ~O1 o ~ _o 9Q .) .015 2. .:. BMI = bady mass index...-no -Sã:.)1'... - ~ o ~ :J iii ~8 ~ 3 01.898 2...J .803 .f W "'a. }L 0101 ow01 I'..0-1'.36 x wt [kg] + 726 x ht [m]) Where PA relers to coeflieient for PAL...9. o G.513 2.• * 0-0-0-0-0-1'.506 2.)....6 x ht [m]) Adultwoman: EER= 354 .566 2..: -_~ ~3-=:=--: -<=:- ?~~ .».267 2. iQ"T1 .•• ."e . ..635 3..•....53 x age (y)+ PAx (15..•.......W ~ '0 <00 o 001 O1N ~o ):.a-+ :i n CD _-:r- '" N:J (I) (I) ~ - (t) CD D. bosol e'"'e'"gv exo8r"lditure -.• WW '00...C.•..Cb i'i...99 41.625 2..490 2. '-J 0-0-0-0-0-.519 2.f~f .». kg/m2 Womend Weight for (keal/day) BMI' o For eaeh yeor below 30.».. o O1W 1'.~ -.91 x age (y) + PAx (9..2 Sedentory Sedentary 59.720 2.254 2.. ~ .::J ZZzzzz ZZZzzz zz O O :r-:J 000000 000000 00 WW c.99 (kg of 18.. '-J ~ PALb 3. ~ n CD D..) --'--.. ---'---'---' ..848 BMlof k/m2 (92) (111) ERR. o '< .'...9. .... -' --' --' ~ OÕ- ::J .• ---' ---' WWWWWW ...•• ---'---'---'---'---' >:< ---'--.•..•. O~ on E:.•....~o. ~o o ~ 9 ~~U. . -:[ '< --'--'--'--> ~-. .842 2. 00 Õ _o &: on'" C.. n~ :r..t. .'< ...) WWWWWW 1'.225 2.... subtraet 7 keal/day lar wamen and 1 keal/day lar men.. (124) (178) (150) Mend of !keal/dav) 78.762 1.9(132) 50...•..»..•• 00 00 éO» 3" . "_:-:~.622..349 2..956 2.554 2.5 3...... ..•..:::~õ' O::iiiã ~l.-..~ a ~n ".1 . 'ÚW W~ 01 • '..••.200 3.ç-< _ 9..) * * * * .::.)1'.215 24....". ° b PAL= physiealaetivity leveI.u.• "'" ..' W r. _.068 1.». zz ~ Ctl ~O1 o ~ o.. O1010101O1W 0-0-0-0-1'....•• ---'--' .».•. .459 2.291 1.141 2./ ..880 2....267 3... n' o --.91 x wt [kg] + 539.. o" ..~~-.-. ~ O3 <T_ N o iiJ .239 2. ir ÕÕ o- Õ o ~ _o co..855 BMlofBMlof 2.)1'.o. ~&~ i!:~ QO Õ ::J <1l ci3 ::J '" n co :::s '" i'i. ~::: Q.4 81 68 2...~~ .:..567 2.». 0""8.)1'.489 1. n Q -3:.'?s.». ..c.6. d Derived Irem the lollowing regressionequations bosed on doubly labeled water data: Adult man: EER= 662 ..5 Weight {IbJ) kg/m2kg/m2 forkg/m2 BMI ERR. Q . W :J . ~ -2::~. add 7 keallday for women and 10 keol /day lor men.- "Q9..477 2.•.. ~Ble.o..• * * .

00 o .../ (pj6rf) wnuapqÁlow /1 000000 /1 (p/6w) O . o-..'~.0.."~"~...~.0* Fiber Tolol Linoleie I a-Linolenie Corbohydrote (L/d) (g/d) Tolol o000lI) lI)lI)0000 lI) lI) (Y) (Y) 00 00 (g/d)(g/d) (g/d) (g/d) (p/6w) (Y) •••• I p.:.J~.0.. For healthy inlants led human milk. beverages.••. . lI) t--.. -"ll...0.3* 13*1 A* 29*Woter" 210 28*3.i1.:{~"í" •• Life NO 13*1. and Amino Aeids (2002). the AI is the mean intake...8* 3.. Fat..:'-Y-''":' ':-.. lI) CXl~.~. lI) o:J.:. 1'/6w) u/wo/ljl 00 000000 (p/6w) :JI'/\ Moeronulrienl Reeommendolion (pj6w):J W\ Oietory eholesterol As low as possible while eonsuming a nutriliolt.0..8* 3 175...>/. Fiber.~"''' '.0. ROAs ore set to meet the needs 01 almast 011(97 ta 98 perc. Carbohydrale...••..••.-~ u Protein.. Institute of Medicine.. o-. ...·. 00 o""':""':""':""':""': 000000 ~'-0 r---. ond drinking water. Food and Nutrition Board. TI..8 g/kg body weight lor the relerenee body weighL (p/6w) uoo'N .:. Macronutrients ..).'[1 odequote diet (p/6rf) 'li W\ Trons latty oeids As low as possible while eonsuming a nutrilioltltll.?§~'1J. (V) (V) Total woter includes 011water eontained in lood. o-..... .4* NO AcidAeid Foi 13*1.c.· J I other lile stage and gender groups is believed ta cave r the needs 01011individuais in the 'I" '''1' 00 N '-O (P/6ri) ajolo~ but laek 01 data or uneertainty in the data prevent being able ta specily with eonlidenee li. .0. 74 75 .... o-.: "'<::t "'<::t o o""':""':""':""':""': b Based on 0. (P/6rf) Jadd0:J N (Y) Note: This toble presents Recarmnended Oietory Allowonees (ROAs) in bold type and Adl·'1It• Intokes (AIs) in ordinary type lollowed by on osterisk (*). ROAs ond Ms moy both he used It gools lor individuol intoke.. (Y) lI) lI) lI) wnlsau6o\J\l N (Y) (Y) (Y) (Y) (Y) /1 (p/6w) UOJI /1 /1 (p/6rf) au!pol /1 00 '-O . odequote diet (pj6) UlajoJd o 00 CXl CXl CXl CXl CXl N (Y) (Y) (Y) (Y) (Y) 00 00 000000 000000 000000 Solurated lotty ocids As low as possible while eonsuming a nutritioll' II (p/6) OH:J 000000 odequote diet °E c>->- Added sugars Limit to no more than 25% 01 total energy ~ (Y) co ~EE Souree: Oietary Relerenee Intakes lor Energy..' Tabela 20....... ""''''''''''''L..17 (~ont. IIt 0. Fatty Aeids.. _ 00 o-...lI) lI) lI)lI) 14 to 18 y snJoljdsoljd ('1. o:J .... Intakes for Individuais..· pereentoge 01 individuais eovered by this intoke.0.0...l{)~-q-~~ " (Y) 00 00 00 00 (pj6w) :lUlZ N a:i o-: 0-:0-: o-: ".••. National Academi ". 0.. Chol.:..0 Oietary Reference Intakes (ORls): Recommended~~.-...d individuais in a group.'\.

: Unidade de internação. balança. que deve ser realizado por três dias -' O. impresso de evolução dietoterápica.'O nitrogenado.---. lU QUE: Para verificação da ingestão e da excreção do 000 nitrogênio.0: Realização de balanço nitrogenado (BN).[) o '(11'0: Verifica. (PlBw) :JUIZ I >rocedimento 21 (pjBw) snJoljdsoljd (pjM) wnuapqÁlow Realização de wnlsau60w (pjBw) l{)00 (Y)0--0 (y) N (y) Balanço Nitrogenado (y)NN (pj6w) UOJI NNN (pj6r1) aUlpol l{)00 0000 (pj6r1) Jaddo:) " 0000 1111/1. :IUÇÃO 111 (p/6) ulajoJd 000 l{) l{) l{) I"li/O: Verifica prontuário do paciente e prescrição médica.---M I 1111 vos. composição química de nutrição oral. para acompanhamento da terapia nutricional. e solicita a coleta de urina e dosagem de uréia I iil li\' 24 horas às equipes médicas e de enfermagem. na realização de pesquisas e protocolos. '\ N DO: Por solicitação médica. enteral e/ou parentera!.~ dol/II. a necessidade de realização u~o. 76 77 . II!IUAL: Exames laboratoriais. Prontuário do (p/6w) UlwolYl paciente. (p/6) OH:) . médico. com a equipe. (pj6r1) ajolo~ NNN l{) l{) l{) 1II . II li J\ 1.-6>->->- 000 Õr-(Y)L. (p/Bw) UIJOIN ·t1\NTE: Nutricionista.

111 .dO 3. Operação: Calcula o teor de proteína (em gramas) da dietJ ( 11 • ri e/ou enteral) ou nutrição parenteral e transforma essa qll.. verificando no pl 111 < tuário do paciente as anotações da equipe de enfermJ~:! 111 quanto ao volume ingerido pelo paciente. Nitrogênio Ingerido (NI) NI = proteína total da dieta (g) I (1) 6. adiciona ao Operação: Calcula as necessidades nutricionais do paciente.114 g de nitrogênio (média eliminada através da transpira- 111 l' rezes). avalia diariamente a Jl ( I tação alimentar do paciente e pesa o resto-ingestão dc lod.ITEM 03 \ 111 I iplica o valor da uréia urinária pela diurese e esse resulta- d'l por 0.47 + (g) Operação: lil M 07 • No caso de dieta oral metabólica. conforme a equação 2.47 (fator de conversão em nitrogênio).25). I 11'11.'.11 ivo. Subtrai o nitrogênio excretado do ingerido e con- '1'''''11('. obtendo-se assi 111 " quantidade de nitrogênio ingeri da (NI) em gramas.Indo que o paciente está em estado de anabolismo. Balanço Nitrogenado (BN) • No caso de nutrição parenteral. avalia diariamente a real q li.25 ITEM 06 Operação: Verifica o valor da diurese diária (em litros) e dil II r ('1/1 urinária.1 l' informa à equipe médica. obtendo-se o teor de nitrogênio excretado (NE) as e macronutrientes (carboidratos.. potássio) e solicita a dieta à Seção de Dietética Experimental. posição centesimal de alimentos para alimentos crus. que pode ser positivo. utilizando tabela dc COIII 'Pldl. 111. conforme a quantidade de proteínas ingeridas.0: as refeições (cada alimento separadamente). tidade da dieta enteral administrada.i1 Nitrogênio Excretado (NE) só é feita em caso de utilização de dieta via oral ou enteral.!1111 '''' ux dade em nitrogênio (divide-se por 6. [uréia urinária de 24 h (g) x volume uriná rio (2) ITEM 04 24 h (L)] x 0. mostrando um estado de catabolismo. a ofell. • No caso de nutrição entera!. Compara c< 1111 IIII () resultado do balanço nitrogenado.I'. avalia diariamente junto à C( I' 111" IIN Nitrogênio Ingerido (g) _ Nitrogênio Excretado (g) (3) de enfermagem o volume de nutrição parenteral infundid! I (NI) (NE) ITEM 05 I '''''1111. I.! I1 /\'''/" Crítico: Considerar a faixa de 4 a 6 para um balanço positivo.! da dieta a ser ingerida ou infundida com relação ao teor de caloi I 1111.1988. COnrllllll' 'I" 111(110: Registra o resultado no impresso de evolução dieto- a equação 1. Ponto Crítico: A solicitação à Seção de Dietética Experin1CJ1I.1 11. ou o padrão de dieta calculado anteriormente com relaçdll . sódio ( I" 111 paciente.1 78 79 . proteínas. lipídios. nos resultados laboratoriais ou com equipe l1H'd 11.

eletrodos (clipe vermelho e clipe preto). Fonte: Manual de instruções oparelho de bioimpedôncia RJL Systems modelo BIA-lO) Q. MATERIAL: Aparelho monitor de composição corporal biodynamics.lo-dominante. Publicado em ) 995. Sign. sendo o eletrodo distal (clipe preto) na região I til rcspondente à articulação metatarso-falangiana do quarto ITEM 02 d.ltcral.1 linha da articulação do tornozelo. e aparelho de marca Comp Corp. • afasta as pernas. Instrução de Uso ITEM 04 Operação: Retira da cartela quatro eletrodos aderentes e fixa na pele. entre os maléolos medial Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento e uso I l. RJL IIIJ_ 22. modelo BIA 101Q portátil (RJL System). adesivos. DESCRIÇÃO /'1 ITEM 01 1IIlM 05 Operação: Verifica idade. relógio. -do. ITEM 03 Procedimento 22 Operação: Posicionamento do paciente: • retira calçados.1 elertrode programa para avaliação de resultados. 1I. nos locais indicados na Fig. placed 011 the base of lhe second toe . impresso de evolução dietoterápica.1. álcool. e o eletrodo proxirnal (clipe vermelho) um pouco acima d. LOCAL: Unidade de internação ou ambulatório. pulseiras ou afins no braço não-dominante . sendo o eletro- do aparelho. abre as mãos. dois na mão do lado não-dominante. i.1 . Lleteclin~ el•• trode POR QUE: Para avaliação da composição corpórea e fluídos. TÍTULO: Bioimpedância elétrica . 22. AGENTE: Oficial administrativo da nutrição e dietética e/ou nutricionista.Locais indicados pora colar os eletrodos aderentes.Instrução de uso. edge is 1)laccd no ao imaginar~' line bise<:ting lhe Há necessidade de complementar a avaliação medial mellealus QUANDO: t bone on big toe nutricional convencional em casos específicos e de sl<k ofankle I protocolos de pesquisa. modelo 310. 81 80 . Ponto Crítico: Passa álcool com gaze nos locais indicados para I ('tirar o excesso de gordura da pele. algodão. que devem ser apoiadas na Bioimpedância Elétrica maca. • deita em decúbito dorsal. meias. efetua medidas de estatura e de peso conforme Procedimentos 13 (Medida da Altura do Paciente) e Ol1cração: Coloca os eletrodos aderentes: dois no pé do lado 12 (Medida do Peso do Paciente).

localizada na parte posterior do aparelho.do distal na base do dedo médio e o eletrodo proximal um pou- co acima da articulação do punho. que acom- panha cada modelo de aparelho. inserindo-os no programa no microcomputador conforme software específico. ITEM 07 Operação: A tomada de medida da bioimpedância elétrica se- gue as recomendações de utilização de cada aparelho. Ponto Crítico: A bateria do aparelho deve ser recarregada colo- cando o plug na tomada elétrica da rede 110 volts. . segue os itens 06 a 08 descritos neste procedimento. Tecla OHMS para reactância e anota no impresso. Ponto Crítico: Quando utiliza o aparelho RJL-lO 1Q fixa os ele- trodos aderentes nos membros superior e inferior direitos. Ponto Crítico: Para o aparelho Biodynamics modelo 310. ITEM 06 Operação: Aperta a tecla ON para ligar o aparelho e espera al- guns segundos para a realização do teste. Para o aparelho RJL System modelo ElA 310Q registra os resultados de resis- Terapia Nutricional Parenteral tência e reactância que aparecem no visor do aparelho. ITEM 09 Operação: Desliga o aparelho na tecla ON/OFF. Para o aparelho RJL System modelo BlA 310Q troca a bateria conforme necessidade. de acor- do com o manual e as instruções do fabricante. ITEM 10 Operação: Analisa os dados obtidos. quando ne- cessário. Conecta o cabo sensor no monitor e suas extremidades nos quatro eletrodos. ITEM 08 Operação: Aperta a tecla PRlNT para imprimir o resultado.

85 . C1l/I\NDO: Sempre que houver indicação clínica. 'I'ERIAL: Prontuário do paciente. ' . c . I 1)( :I\L: Unidade de internação e ambulatório. Após avaliação nutricional e metabólica. CIUÇÁO 11\1 01 /" 11/(110: Avalia o paciente e os dados registrados no prontuário. tiS "I/~'(/O: Avalia a integridade e a funcionalidade do sistema '111. I ~I 02 I I.tlll'io.I(NTE: Médico e nutricionista.11 venoso. Procedimento 23 Indicação Clínica de Terapia de Nutrição Parenteral f1'!'lJ LO: Indicação clínica de terapia de nutrição parenteral "C)I( QUE: Aplicar terapia de nutrição parenteral e evitar sua indicação inadequada. "(1/0: Avalia a integridade e a funcionalidade do aparelho li.

São !'""I. impresso do banco de dados dos usuários de TNP padronizado o pelo SUS.11. In. 3° ed. L. I cr «(llll I ~ 11 IIlIUAL: Impresso de evolução dietoterápica de pacientes. D. eslllll li 11\ dlll 111 alo".NTE: Médico. II\NDO: Na ocorrência de complicações na terapia nutricional parenteral. da terapia nutricional 86 R7 . " observa intercorrências referentes à terapia nutri- I1 i1l'oIJ'cnteral. rlll~ dssociadas às complicações 1111'1.:Waitzberg. 2001. enteral e parenteral na prótica clínica. Nutrição oral. 01111 11111 1'.1. I)rocedimento 24 ITEM 05 Operação: Considera as indicações de terapia de nutriç50 1101 renteral relacionadas na Tabela 23. . Ref. Não ou se admini simultan. ITEM 04 Operação: Avalia a condição hemodinâmica. I'" I" '1:1\ I. tI I ras informações relevantes para identificação 11111 das Atheneu. Complicações da Terapia N utricional Parenteral com aa dez Indicado finalidade com de C manter aintolerância finalidade ou Devede manter houver sofrimento estabilizadas hemadinãmicas b Indicação Em e falência nutrição Setepacientes respectiva Quando Na ausência fornecer receber Indicado Fístula de Comentários houverintestinal enteral suprimento quando alimentação na sem dias mentede previsão antes sinais gastrointestinal trânsito oferta intestinal em intestinal pacientes nutricional ou ede de indicação Se de iintervenção o tratamento impossibilidade oral àde a deve-se ser fístula insuficiência obstrução de retorno Sempre alto terapia calórico-protéico terminais. prontuário do paciente. strcH III ndl(_l II .till 1'1111. prescrição médica. por trânsito desnutridos via doque esta débito parenteral assim está enfatizarde prr(I nutrição entera pos~ quandoem gastroint enteral que terapia total as de co ~--- oais iva de ostinal.a melhora indicado de pós-operatório.'/1 ()UE: Identificar e prevenir as principais complicações da terapia nutricional parenteral. como resultados de exames laboratoriais.: Unidades de internação e ambulatório.uçÁü esllVII'jll 10' I i/li/O: Verifica registros do prontuário médico do pa- Iill.0: CIO Complicações da terapia nutricional parenteral (TNP). Síndrome Trauma trofismo intenção calórica ingestão cirúrgica desnutridos receber for de intestin( de man necessária calórica terapia de com grande insuficiente nutrição deincapacidade para enteral nutrição porte em a demanda enteral pacientes de te O(lt.

~ . n 11111 o. o.o 0 __\J c o Q) > o o o rr(Q) c e 24.g-~ § ow0 ou procurar serviço médico mais próximo. de RX. para verificar se as complicações foram extinta~ Nt I i:: Vi 00. (. verifica o monitoramento d.1.. o o o E t.-0 ::> O) caso de presença de complicações em paciente domicili<ll \ .9. . . <lJ cl:: '<.~ ~:ºx ~:::Jo 1Ii O) ITEM 04 o (. o ::> o- pelo MS. '" o O) -o ~ ITEM 05 o .Q.:f'"~.ITEM 02 o O) o -g 0"""0 -g o o ~ g-g~g E Operação: Associa informações observadas a prováveis GlIl 'o '-'" sas de intercorrências da TNP. denominado 1:111/11 Ol c o ou -o de dados dos usuários de TN (terapia nutricional) padrolll 01. reforçando os mesmos a toda equipe (\11' o o \J Q) Ô Õ presta atendimento ao paciente.3. o.<H)\ 1" o'" c o o '" E E 1i o paciente. ~ o u exames laboratoriais. 21\ ' C <lJ Ecr. tOIlI.. . se for o caso. para finalidade de reembolso da TNP à Uniddl\!' di O) -o oc Saúde.:w g'o o:gE~E O~U(Y)CQ) ITEM 03 o ô ~ Vl (I) ~ Operação: Identifica a( s) causa( s) da( s) complicação (ões).2: ::> g '" O) O) -o Operação: Preenche o impresso próprio.orienta o cuidador para entrar em contato com o nH"d 1111 . eletrocardiograma e evolU<... cional e de cuidados ao paciente.O) o o 1I1 cE-" TNP. conforme Tabelas 24. o O) Ol c providências em relação aos cuidados e alterações de condll c ~~8 <lJ ~ <lJ E -o./. I I I I 89 88 .:: :~~. I'~ o O) E O) o> O) o E O) o u 1: O) o t' O) oo. Operação: Acompanha diariamente a evolução clínica.~ ~ .E ::>o o-u". ..~ E tas.~ ::>-g ~ o.o-.

o o Complicação Hipernatremia Administração inadequada de água • Sede Baixo consumo de • Evitar consumo Consumo excessivo de sódio Diminuição do turgor da sódio excessivo de sódio • Perda excessiva de água pele Reposição de fluidos Monitorar fluidos e • Hiperventilação Irritabilidade moderada sódio urinário • Febre • Em alguns casos. sérico rebot horas lipídica administração Dores fraqueza Desidratação infundir do insulina vômitos. -. Queimaduras aumento do sódio sérico.5 Suplementação Administração fosfato ou9Causa NPsalinas da Sintomas ••tumoral inorgânico dede causa Sudorese Confusão tempode obruptamente Com o uso de I I· I para I Quando evitar hipog/icemiasuspende emulsão de após 6e300 Palpitação obstipação Náuseas. do nitrogênio uréico sanguíneo e hematócrito Hiponotremia Administração excessiva de fluidos Confusão mental Restrição do consumo • Evitar • Insuficiência adrenal • Hipotensão de liquidos hiperidratação • Insuficiência cardíaca congestiva Irritabilidade Aumento do Fornecer 60 a • Firrase • Calafrios consumo de sódio 100 mEq/dia de Na+ • Falência hepática com ascite • Letargia Monitorar sódio • SIADH (sindrome de secreção urinário inadequada do hormônio antidiurético) Hiperglicemia Rápida infusão de soluções muito Glicose sérico > 200 mg/dL Uso de insulina • Iniciar NP I concentradas de glicose Acidose metabólica • Diminuição da • Poliúria vagarosamente e aumentar velocidade I • Sepse concentração de • Pancreatite • Polidipsia glicose na NP de infusão • Deficiência de cromo • Fraqueza progressivamente • Estresse pós-operatório Usar substratos • Usos de esteróides mistos • Idode ovançada • Múltiplas vias de administração de glicose • lipidica Complicação • Aritmias cardíacas Uso de medicamentos Prevenção Hiperlipidemia •a total patológica •mais de Sepse Não •• • Suspensão Avaliar Síndrame glicose •vitamina Tratamento que mais de •de administrar consumo Infusão daeD alteram isotônicas Encoraiar de solução 60% calorias infusão glicose /ip/kg/dia musculação Aumento do de soluções da que do de emu/são atividades simultânea Tratamento NP Possível lise do 2. 350 início SG 10% deIiceridem muscular ahipertrig mg/dL icde administrado • História preexistentec I /.I abruptamente.o . Monitorar glicemia oleme e I e -.

Dermatite. sanguíneo excreção nitrogênio e -o w . desnutridos. especialmente gordura. sanguíneo Nitrogênio aalimentos 10% carboidrato/ proteína carboidrato: ácido alopecia. Monitorar níveis Hipermagnesemia • Administração excessiva de magnésio • Insuficiência renal • Hipotensão exógenas de magnésio séricos • Contração ventricular • Administração de soro prematura fisiológico para • Letargia aumentar excreção de • Parada cardíaca Mg++ • Coma • Hemodiálise em casos • Disfunção hepática graves • Paralisia flácida I • Eliminar fonte exógena • Monitorar níveis Hiperfosfatemia • Administração excessiva de fosfato • Disfunção renal • Confusão mental de fósforo inorgônico séricos • Catabolismo tecidual • Arritmias cardíacas • Antiácidos à base de • Uso de agentes citotóxicos para • Calcificação óssea com alumínio 'I . Acidose tratamento de côncer I. há três dealterações calorie •emAumento neurológicas gravement ou 0< qu e não-protéicas das calorias pulmonares. semanas deelevado.-o "-l Possível Causo Sintomas Tratamento Prevenção Complicação • Baixo consumo de vitamina D • Parestesia • Suplementação oral • Monitorar níveis Hipocolcemia • Tetania de cálcio séricos • Poncreotite aguda e alcoolismo • Irritabilidade • Hipocalcemia • Arritmia ventricular • Confusão mental • Diarréia • Fraqueza • Suplementação de • Monitorar níveis Hipomagnesemia • Síndrome de realimentação • Alcoolismo • Arritmia cardíaca magnésio séricos • Uso de diuréticos • Tetania • Aumento de perdas (diarréia. vômitos) • Convulsão • Uso de drogas como ciclosporina • Cetoacidose diabética • Parada respiratória • Eliminação das fontes I. como elevado uréico pacienteslinoléico. H ipertensão • Carreadores de fósforo níveis elevados prolongados • perltoneal Hemodiálise ou diálisel J não recebem Complicação de IngestãoEvitar Tratamento Fornecer calorias excessiva ••séricos Monitorar nitrogenado •fornecimento Prevenção lipídeos Realizar • Administração de Desidratação ca Diminuição rboid 2% como Administração líquidos administração Aumento aCausa deexcessiva Possível níveis balanço rato/ inadequada da de4do Sintomas % de gordura proteí carboidratos Excesso •retenção de na quantidade 8% dedeC02.

Complicação Possível Causa Sintomas I Tratamento Prevenção Pneumotórax • Cateter colocado por profissional • Taquicardia • Raio X de tórax • Passagem do inexperiente • Dispnéia • Observação cateter por • Tosse persistente • Drenagem de tórax profissional • Sudorese excessiva experiente Embolia gasosa • Ocorre quando o conjunto equipo! • Cianose • Colocação do paciente • Manipulação do cateter fio é aberto e ar é inspirado • Taquipnéia i imediatamente em conjunto equipo- • Hipotensão i decúbito lateral cateter por • Sopro cardíaco I esquerdo e abaixar a profissionais . do cateter Hiperemia Febre no por técnica •cardiorrespiratória periférica de local eIorigem solução profissional cuidados dacateter dor. grave punção profissional manutenção apropriada dede por fonte ad itivoscalórica eletrólitos • capacitado como nae N Sea possível.j>. experientes câmara hiperbárica o cateter Embolização do I' agulha Puxar o usada cateter para sua através de volta inserção da • Arritmia cardíaca I • cateter Remoçãocirurgicamente da ponta do • cateter Evitar aatravés remoçãoda d< agulha de inserção Trambose venosa • Trauma mecânico na veia • Dor e inchaço em • Terapia anticoagulante • Uso de cateter de • Hipotensão membros superiores ou com estreptoquinase silicone • Hipercoagulopatia pescoço ou uroquinase • Adição de • Sepse • Remoção do cateter heparina na solução de NP • Terapia com baixa dose de varfarina Oclusão do cateter • Hipotensão • Necessidade de i • Terapia anticoagulante • Uso de cateter de • Formação de fibrina ao redor do cateter aumento da pressão I com estreptoquinase e grande diãmetra • Solução precipitada para manter uma taxa I uroquinase apropriado • ~~~~a_~~~~nutenção da de infusão contínua inserção e cateter de forma Complicação Tratamento Desenvolver •protocolos Minimizar osmolaridade inapropriada •rigorosos IAnomalias Passagem uso cateter ••deTroca periféricas soluçôes •• Administração Passagem inserção de Início do punção Remoção do comaperiférica de Possível das Sintomas ••em vasculares cateter lipídeos do de •não-determinada cateter NPoutro Calafrios Rubor Causa local Edema novo Dor cam sítio central Intercorrência da de Flebite venosas Endurecimento. adição P outros principal de reduzir ~prevenção II -o tn . cabeceira da cama .. -o .

o o E E Ploc':ediimento 25 ~ ~ " . duas agulhas estéreis (30/7. ~ ~ Q) o > Q)u """'D '+= -o~~ '"o k2' o'" Q) U o Q) U '" . conforme indicação e prescrição médica. " " . II1áscara.e. QUA~IIUO: Durante o período de terapia nutricional.protetor de pé..~ u'õ o ~-o .- . fita adesiva.º o g-l::..[." i""'I' . o i 'o uo . POBW IE: Para administrar a solução de nutrição parenteral e . anti·séptico degermante e alcoólico à base de clorexidina ou PVPI. lJ'°0 o'" o J=-e-o UU -o-oZ . frascode lidocaína a 2% sem vasoconstritor. fio cirúrgico U Qj monofilamentar inabsorvívelmontado 3-0. lâmina de bisturi (nº 11).2 '~ C Q) ::J E Vi ti E -6 lJ'. -o-ooZ c10 ocU)(/) oE o '-+- OQ)Cc. o C:ateter Venoso Central '" o f-'= Q) Q) 'olJ' o C " 'I' Q) " E .. Implantação de . equipo de ::J o macrogotas ou microgotas..2 0-0 Q) . o .. " o - o ~ Q) :1. I 'I'ÍTlIlll.eraíil Con:_sulta prontuário médico e examina o paciente 110 qmll _ Escolhe o local de menor risco para inserção do 96 97 . ".. pinça de Kelly reta estéril. a':' seringa de 5 e 10 mL.c. " I\GEllle: Médico.l= >. ~ O> -=ü Q) (l ~ '" O> Q) -=ü O. cooti'"'"o " " oC ~ÔoO>Q) Q) l:: <C oc-o . ...~ '" estéril com pig taiZ para catetercentral e jelco nº 18... '" . "..~ ~:J 10 8Q) o . . . . gorro. duas luvas :1' cirúrgicas estéreis. avental cirúrgico.() o ü- 'ouo L Q) I)ESOI~:ÃO O ~ ~ IIIIM ~l Q ~ E Q) o o U U O/.:: Implantação de cateter venoso central (CVC). I.30/8). LlJL . '"o frasco de soro glicosado a5%em 500 mL...Q u'ü Q)~<Qj.2 I (111 jl' MA11UIAL: Prontuário do paciente. camposestéreis.- oocE ô W.'0' .OCJI C entro cirúrgico ou ambulatório de pequenas cirurgias .~~.. 4-0.1.~ a::::u~ OOCL Q) VJ . I I emulsão lipídica por via central. dois pacotesde gaze estéril.: I central ou cateter venoso central biocompatível. . .o... kil de cateterismo venoso e'" Q) '8E '" . . fio-guia .2 0-0 Q) c o I''" Q) . ':.

'ti 11 (o Crítico: Atenção para queixa de dor torácica ou tosse Operação: Coloca gorro.inais de punção da pleura) ou hemorragia com sangue ver- IlleIho vivo (sinal de punção arterial). lavagens de mãos. obstrutiva crônica (DPOC) ou com alto risco de pneumotórax. neSSd Operação: Cobre o paciente com campos estéreis grandes. IJ'liM 11 ITEM 06 0l.000/mm3.I~séptica. Introduz fio-guia apropriado escápulas e posição de Trendelenburg (proclive invertido. ITEM 05 /'Ol1to Crítico: Interrompe o procedimento de introdução do Operação: Lava a pele da região a ser puncionada no pacientl' Ilo-guia quando há resistência à sua passagem. ITEM 03 .l (VJIE) e veia subclávia direita (VSCD) ou esquerda (VSCE). Inicia pelo dilatador de menor cali- III'v e progride até aquele mais adequado para o calibre do Cvc. com coxim entre . e passa dila- os membros inferiores acima do nível da cabeça)]. e introduz a porção estimada adequada de CVC lIl'io fio-guia e o coloca em posição central.1I1do uma abertura para visualização do local onde o cateter 'ot'rá implantado.llnente 2 mL). 1\licosado a 5%. < 40 s (INR > 2. Evita utilizar d . IlIiM 08 cateter. Prefere veia jugular interna direita (VJID). d.5) ou plaquetas < 20. \. com doença pulmon{ll I lonada até a veia cava superior na sua topografia correspon- dl'llLe a 5 cm abaixo da proeminência óssea do esterno.eração: Retira o dilatador. ('. incisão cutânea radial ao do fio guia com bisturi lâmina 11 compressa estéril.llfor venoso pelo fio-guia.lI) dispor o cateter acompanhando o trajeto da veia a ser pun- veia subclávia em pacientes caquéticos. com solução anti-séptica degermante por 3 minutos e seca COIII /'01'1. IrEM 09 ITEM 02 0l. Recebe material da enfermagem com técnica Ponto Crítico: Não passa cateter com tempo de protrombind . Realiza punção venosa com a mesma agulha ( 10/7) e seringa. esquerd. 1. 111 ravenosa. e determina o trajeto da punção.l~ li" 18 ou agulha apropriada (kit). Illlhido para punção venosa com injeção de lidocaína a 2% sem . mantendo o fio-guia. máscara e protetor de pé. 98 99 . ITEM 07 /'Ol1to Crítico: Confirma a permeabilidade do CVC realizando Operação: Prepara a pele da região a ser puncionada com an! i Il'ste de injeção e aspiração com seringa de 10 mL com soro séptico alcoólico do mesmo princípio ativo que o degermantl'. dei- ordem. ITEM 04 II'IlM 10 Operação: Acomoda o paciente na mesa cirúrgica na posiç51) ('peração: Realiza nova punção percutânea venosa com jelco mais adequada [prefira decúbito dorsal. Retira o jelco.eração: Aplica anestesia cutânea (agulha 30/7) no local es- Operação: Avalia o tipo de cateter biocompatível a ser utilizado. mantendo o fio-guia em posição Operação: Veste avental estéril e luvas cirúrgicas estéreis.Idrcnalina em quantidade adequada e suficiente (aproxima- Ponto Crítico: Não utiliza cateter de Pvc. Estima o comprimento do cateter a ser introduzido. Lava as mãos conforme procedimento parol !loirafacilitar a passagem do dilatador. COIII polra punção.

) EMTN. ITEM 16 Ponto Crítico: Preenche nova ficha a cada episódio de infecção. ITEM 15 MATERIAL: Impresso próprio. necrose) e no próprio CVC (ris. (TN). venoso central de pacientes em Terapia Nutricional co de estrangulamento). retira o cateter. Operação: Efetua o curativo no CVC conforme procedimento QUANDO: Na suspeita e/ou infecção do cateter venoso central. l'110S0 central. AGENTE: Médico e enfermeiro. RX simples de tórax para controle da 10 calização do cateter e providencia encaminhamento pelo aLi xiliar de enfermagem.ITEM 12 Procedimento 26 Operação: Conecta o equipo de soro preenchido com SG a 5% e efetua teste do fluxo e refluxo sangüíneos colocando o reci- piente de soro abaixo do nível da cabeça do paciente. 11.1) preenchida no arquivo o auxílio do enfermeiro ou auxiliar de enfermagem. em im LOCAL: Unidade de internação.l do fio montado. Se persistem dúvi- das. Coleta de Dados de Infecção ITEM 13 Hospitalar em Cateter Venoso Operação: Fixa o cateter venoso central na pele com ponto de Central de Pacientes em sutura simples de fio cirúrgico inabsorvível monofilamentJr montado. ITEM 14 POR QUE: Identificar a infecção em cateter venoso central. Ponto Crítico: Na ausência de fluxo e/ou refluxo de sangue re- pete a operação do ponto crítico de item 11. Evite aperto exagerado do nó do fio de fixação do TiTULO: Coleta de dados de infecção hospitalar em cateter CVC na pele (pode causar dor. DESCRIÇÃO Ponto Crítico: Não instale solução de NP sem confirmação dd ITEM 01 posição venosa central adequada do Cvc. com Operação: Arquiva a ficha (Fig. Terapia N utricional Ponto Crítico: Atenção para o risco de perfurar o CVC com agulh. Solicita. Operação: Descreve no impresso de descrição de cirurgia o procedimento completo de passagem do Cvc. Operação: A introdução de CVC em paciente sem capacidade de locomoção ao centro cirúrgico ou ao ambulatório de pc ITEM 02 quenas cirurgias pode ser feita à beira de leito se adotadas to das as operações anteriormente descritas (itens 01 a 15). presso apropriado. 26. Caso o cateter não esteja na posição adequada. 100 101 . de curativos de cateteres venosos e sondas enterais. veja Procedimento 27 (Reposicio Operação: Preenche impresso próprio quando paciente apre- namento e Troca de Cateter Venoso Central Mantendo o Sítio "l'Ilta sinais e/ou sintomas de infecção relacionados ao cateter de Punção Venosa).

duas agulhas ( ) Obstrução ~. ( ) Hemocultura:Jt L\Jltura colhi.ura. lâmina de bisturi (nº 11). Microrganismo: :)y\'ismo: MATERIAL: Prontuário do paciente. seringas de 5 e 10 mL.:ólávelde longa duração ( ) PICC Sítio de Punção V enosa Bacteremia ASS!i)\a Associal~llesso Vascular Central: .(. . ( ) Ostomia I '.: ) ( ) Domic~ ( ) Obito (somente preencher se acesso vascular) Reposicionamento e Troca de Cateter Venoso Central Mantendo o Mesmo Acesso Vascula'. '1'10: QUANDO: Mau posicionamento ou mau funcionamento do ( ) Diagnostico il.I~do Acesso Vascular Central: luvas cirúrgicas estéreis.011 cateter central e jelco nº 18. duas Complicação mllo . fio guia estéril com pig taiZ para ( ) Sondas h 11.---.. _ Fez urocultura: :rd'l.0 nao ( :o'nento () Outras Citar: =========_---. fita ( ) H· t . " çao "IL adesiva.\\_totalmen\.. I=-. central ou cateter venoso central biocompatível. fio cirúrgico ~ monofilamentar inabsorvível montado 3-0.c. _. 26. dois pacotes de gaze estéril.pitalar ( ) !)ntibiótico EV () Ambulatorial ( ) D. \10 Trato ur. protetor de pé.' (). Card.~nosaCentral para Terapia Nutricional Data: [ Etiqueta Inclusão: ( ) In::) .IÇ.II(Q 11 ( ) AVC ( )ICC ( ) Outras equipo de macrogotas ou microgotas. " .a " dos d e InTecçao 'L ..' :'.~çao ===:::::.011 degermante à base de clorexidina e/ou PVPI em ( ) Drenos 15 11:01: solução alcoólica. Ficha.i h a d e (e"ie.~ Il. frasco de lidocaína a 2% sem Complicação Olc:l1 .'ecçao. h OSpl 'Ia Iar em ca 1e 1er venoso cen1raI para lerapla nulnclo:11rl'1ulricional LOCAL: Centro cirúrgico ou ambulatório de pequenas cirurgias. ( ) li "t -_'. ) Temperatura ( ) Calafrios I ( ) Reação PirO~1i) PirOgên~: ( anti-séptico degermante e alcoólico à base de clorexidina ou PVPI. máscara. ...~llr: vasoconstritor.'Não Sintomas Urlnarlos: ( ) Sim ( ) Nao AGENTE: Médico..t<. (. campos estéreis.lia 11'. ::.1 Hemocultura:hl\ultura colhl\.cC=~'====~ gorro. Fig.1sao _ ( . frasco de soro glicosado a 5% em 500 mL. Infecção do Trai. '2' estéreis (30/7 e 30/8).t'lóstico c1ínl:I) Radiológico cateter venoso central por implantação ou manipulação inadvertida. I ' ateter seml-lmp antave I di' e onga permanencia o a . =====. .coteter ( ) Positiva ( ) Negativa Sinais: ( ( ) DI () Rubor ( ) Edema ( ) Pus POR QUE: Necessidade de manutenção de acesso venoso Microrganismo: :)y:~smo: central. ' I . )C . kit de cateterismo venoso Outra Infecção·QIÇ:c _ Q LJ ~.l. . 0. pinça de Kelly reta estéril.'"ic ditJ-.~ scular Ce1j(!Temporarlo uma via () Temporario duas vias emporarlo trol ( ) Cateter t t I 'Drio tres vii .1 -. . Pneumonia: .( ) Interno). 4-0.~io periférica ( ) Poslliva ( ) Negativa Sinais: ( ( ) Do () Rubor ( ) Edema ( ) Pus Microrganismo: :nr"smo: TÍTULO: Reposicionamento e troca de cateter venoso central Infecção no LoCl. avental cirúrgico. ~ . Fi Procedimento 27 Ficha illlelodeDados de Infecção Hospitalar emlei em Catel. 102 103 . 1:"0 Local d~l!oVascular Central: (CVC) mantendo o mesmo sítio de punção venosa. Citar: IpO ensao tcj. .

cultura do cateter com antibiograma.ver Tabelas 28.. com o equipo de soro sob campo estéril (evita contaminação) I'OR QUE: Para diagnóstico e tratamento padronizado. Interrompe o procedimento de introdução do fio-guia se h011 I. 104 105 . realiza o exame físico no 10- o de inserção do cateter. SeC(1 I1\JANDO: Ocorrer a infecção do cateter. "I'/!ração:Na infecção do óstio de CVC nos cateteres de curta I"'Imanência (cateter de uma.2 e 28. verifica as condições do cateter e o .ItI intravascular. ambiente pele na secção do fio de fixação e evitar o deslizamento da e\ cirúrgico. tremidade distal seccionada do CVC para dentro da veia. doppler venoso de jugular e subdávia. Introduz cuidadosamente o fio-guia pela extremidade disLiI do CVC até o ponto previamente medido e determinado.11 11'1111)0 de uso. Diagnóstico e Tratamento da Ponto Crítico: Não efetua troca periódica do CVC como rotifl.1 venoso central (CVC) local (infecção do óstio ou pele. "/lI'ração: Consulta o prontuário. tremidade distal do cateter. ITEM 06 I)J\SCRIÇÃO IIHM 01 Operação: Troca as luvas e coloca novos campos cirúrgicos es téreis sem contaminar o fio-guia. ITEM 07 Operação: Introduz novo CVC segundo normas de implantaç5( I IIHM 02 de cateter central (Procedimento 25. e Sistêmica (Bacteremia) ITEM 02 I nULO: Diagnóstico e Tratamento da infecção de cateter Operação: Secciona o CVC a 4 cm do seu orifício de entrada 11.. ecodoppler cardíaco. MATERIAL: Prontuário médico. segue os passos do procedimento de implantação do CVC dos itens 02 ao 08. mantendo o sítio dI' punção. ona o ponto cirúrgico de fixação do CVC na pele.1. Retira a C\ I\GENTE: Médico. C<lSt) necessário.1 material de assepsia e anti-sepsia. mantendo o fio-guia em posic. punciona outro local para acesso venoso. Ponto Crítico: Muito cuidado para não seccionar o CVC rente . do item 11 até o 15).l O cateter cujo sítio de inserção esteja infectado deve ser remI I J nfecção de Cateter Venoso Central vida sem troca (vide Tratamento de Infecções Relacionadas . Envia ponta do CVC retirado para cultura.DESCRIÇÃO Procedimento 28 ITEM 01 Operação: Na troca de CVC com fio-guia. nutrição parentera!. abandona a parte seccionada proximal do CVC junto ao (' túnel) e sistêmica (bacteremia). 28.3). duas ou três vias). hemocultura pareada com antibiograma.OCAL: Unidades de internação ou ambulatório. ver resistência à sua passagem.I I"ocal (Infecção do Óstio ou Túnel) CVC da CCIR do ICRC .

28. Ponto Crítico: Caso o paciente necessite de acesso venoso CCII /'/11/(0 Crítico: Não se recomenda de rotina. colhe material para cultura e antibiograma. Operação: Na infecção da CVC de longa permanência: IIItM 06 • Diagnóstico: presença de secreção purulenta no óstio do CV( ou celulite: ('IWração: Paciente com CVC de curta permanência relacionado 111111 bacteremia (Fig.lmbém colhe 2 pares de hemocultura de sangue periférico. 28. ('/lI'ração: Paciente com bacteremia relacionada a CVC tune- • Interpretação dos resultados: 11 . lI! terpretação dos resultados: • Ponta do cateter positiva e hemocultura positiva: segue II hemoculturas negativas: completa 7 dias de tratamento com antimicrobiano sistêmico com base no resultado do tratamento de bacteremias (Fig. como • Ponta do cateter positiva e hemo cultura negativa em paci('ll I. IIHM 05 0lll'ração: Paciente com CVC de curta permanência (Intracath) e ITEM 03 o plsódio febril agudo (Fig.2). edema e dor com exten- Ponto Crítico: Somente em pacientes com doença valvar ou nell SolO por mais de 2 cm no trajeto do túnel subcutâneo a partir tropênica.l IlItM 04 ciente sem sinais sistêmicos de infecção: não trata COIII antibióticos. 28.Ido semi-implantável (Hickman) ou totalmente implantá- 1.1 (Port-o-cath) (Fig. 1. ter e coleta de sangue de veia periférica para 2 pares de he mocultura. aureus ou Candida sp . 28.1). 106 107 . com colonização de CVC por S. apenas observa a evolução clínica. hiperemia com edema local. Diagnóstico: presença de eritema. do óstio de entrada do CVC ou sobre o leito do Port-o-cath.3). instala novo CVC em outro sítio cutâneo. d rcnáveI.1\ pelo próprio CVC. antibiograma. colher hemocultu- traI. 10)'. Ponto Crítico: Somente considera positiva a cultura de POIII. 28. logo que pos- 'ível. tes com sinais sistêmicos de infecção e sem outro foco dI 111 icia o tratamento empírico com vancomicina. monitoriza os sinais de infecção e repete hemoculturas. se OCOI I)rocedimento: retira o CVC ou Port-o-cath. principalmente se houver secreção pu- • Interpretação dos resultados: I1 i1l'nta ou celulite junto ao óstio. se houver coleção rer suspeita de infecção. hemoculturas positivas. hemoculturas negativas e cultura de secreção peri-cate- ter positiva.28.3). de cateter semiquantitativa com crescimento de um único 1111 crorganismo e acima de 15 unidades formadoras de colôni. • Procedimento: manutenção do CVC. segue o tratamento de bacteremias (Fig. Inicia o tratamento empírico com vancomicina.I hemoculturas positivas: realiza o tratamento para bacte- remia (Fig. ponta do cateter positiva e hemocultura negativa em p.11 que possível. coleta de 2 pares de 1](' mocultura de sangue periférico e cultura de secreção pl'll IIIIM 07 cateter. cultura da ponta do cale mica com base no antibiograma. (1/lI'ração: Infecção do túnel subcutâneo ou do leito do Port-o-cath. celulite.l" (ufc).• Diagnóstico: presença de secreção purulenta no óstio do CV<:. completa sete dias de antibioticoterapia sistê- • Procedimento: retirada do cateter. infecção: completa sete dias de tratamento com antimicn I biano sistêmico baseado no antibiograma.2).3).

1-2 mg/mL gentamicina e ami- cacina e 1-2 mg/mL ciprofloxacina adicionado à heparina na concentração 500 U. diluída em solução salina com volu- Doença pouco ou não grave Doença grave me suficiente apenas para preencher o lúmen do cateter (ge- (sem hipotensão ou (hipotensão. 2 pares (periféricos) a CVC de curta permanência • Se foco da febre não identificado: • Se foco da febre não identificado: remover CVC e inserir por outra remover CVC e inserir par outra punção ou trocá-Io sobre fio-guia punção ou trocá-Io sobre fio-guia • Cultivar ponta do CVC • Cultivar ponta do CVC Trombose Hemocultura (-) Hemocultura (-) Hemocultura (-) Hemocultura séptica. sistêmico + "selo" e tratar com de ATM = SO na atualidade. ralmente de 5 a 6 mL). tratar com Operação: Tratamento do cateter de longa permanência por antimicrobiano Remover CVC "selo" de antibioticoterapia. colonização do CVC por remover e relacionada sistêmico quatro prolongar antimicrobiano S. Remover CVC e tratar com Se febre mantida Remover CVC antimicrobiano sistêmico até Investigar Em pacientes com doença Seguir o e sem outro outros tratamento de e tratar com paciente afebril por sete dias valvar ou neutropenia e foco: focos bacteremia antimicrobiano • Se o eco transesofágico(+). se necessário permanência para osteomielite Remover CVC e tratar com figo 28. Remove do CVC o mesmo vo- lume instilado antes de instalar a próxima dose.2 ~ Conduta em paciente com bacteremia relacionada a CVC de curta pode ser associado com o tratamento sistêmico com o objc. A solução de anti- Paciente com CVC de curta permanência e episódio febril agudo biótico deve conter o agente antimicrobiano na concentração de: 1-5 mgJmL vancomicina. I'ormanência. apesar de ser um tema controver.1 ~ Conduta em paciente com CVC de curta permanência (intracath) e • Excluir contaminação antimicrobiano • Remover CVC e tratar epis6dio Febril agudo. e CVC e cultura ponta e cultura ponta (+) e cultura endocardite. tivo de tratar o CVC e evitar sua remoção. 108 109 . cultivar CVC a CVC a seis semanas. sistêmico até com antimicrobiano paciente afebril sistêmico por cinco a sete dias por sete dias ITEM 08 Se CVC mantido. não cultivado CVC (-) CVC (-) ponta CVC osteomielite. 2 pares (periféricos) • Hemoculturas. sistêmico por quatro a seis ---> monitorizar para sinais semanas de infecção e repetir de curta seis a oito semanas hemoculturas. hipoperfusão. Paciente com bacteremia relacionada • Hemoculturas. • Procedimento: tratamento com "selo" de antibioticoterapill /"19· 28. 2 15 ufc 2 15 ufc ete. durante duas semanas. temos as seguintes orientações: a ntifúngicos até antimicrobiano no paciente afebril • Diagnóstico: confirmação de infecção do cateter de longll CVC por dez a 14 dias por sete dias permanência (Hickman e Port-o-cath). Aureus ou Candida sp. A solução de antibiótico deve ser ins- falência de órgãos) falência de órgãos) tilada no cateter que é mantida sob "selo" por período de 12 horas.

. " <I' DESCRIçÃO ITEM 01 I ".. MATERIAL: Impresso da prescrição médica via carbonada.. Atender à prescrição médica. "" jl: Operação: Verifica se a prescrição médica atende às recomen- dações da EMTN. auxiliar de enfermagem e escriturário. ITEM 02 .-= .~ Solicitação da Nutrição Parenteral 11 O j I ~ ~ ~ II1 >-. integridade da 1 10 111 .1. tipo de Np. Procedimento 29 Q V> E 0- . I AGENTE: li Enfermeiro. "" QUANDO: "" Diariamente. o U II'/\M 03 Operação: Ao receber o reCIpiente de NP e emulsão lipídi- 1. LOCAL: " Unidade de internação e farmácia.c --O Cl . confere a data de validade. e da Emulsão Lipídica 7: Õ tuo e:- 1! TÍTULO: . (NP) e da emulsão c) f POR QUE: ". O Operação: Requisita a solução de NP ou emulsão lipídica atra- --O O u Vt'S do encaminhamento das cópias carbonadas da prescrição Q IIlédica para a farmácia descentralizada. l.b "[ " Solicitação da nutrição parenteral lipídica. responsável por abas- E il'l'cr a unidade de internação.---v. 0)0 L OO . durante o período de terapia 1I1 nutricional parenteral (TNP). O ofJ)'o!E ..

QUANDO: Sempre que houver início ou alteração de tratamento. concetração e compatibilidade físico-química de seus componentes. AGENTE: Farmacêutico. Ponto Crítico: Verifica alguma anormalidade. Parenteral (NP).embalagem. precipitações e altera- Procedimento 30 ções de cor. composição e via de administração. não recebe o frasco da solução. presença de partículas. 113 112 . Ponto Crítico: Se a prescrição médica não for compatível em Irrmos físico-químicos. MATERIAL: Prescrição médica. POR QUE: Garantir que a prescrição médica de NP seja atendida de acordo com as necessidades do paciente. dosagem e vias de administração. Análise Farmacêutica das ITEM 04 Operação: Após o recebimento assina e coloca a identificação Prescrições de profissional no item "recebedor" da via carbonada que ficoll na farmácia. guia farmacoterapêutico HC 2002-2003 da Divisão de Farmácia. IrEM 02 Operação: Encaminha a prescrição para ser atendida. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Analisa a prescrição médica de Np.lrmacêutico deverá entrar em contato com o médico respon- ·"ível pelo paciente para as providências necessárias. LOCAL: Farmácias descentralizadas e logística de assistência farmacêutica (LAF). se houver. o I'. Nutrição Parenteral ITEM 05 Operação: Leva os recipientes de NP e emulsão lipídica para ti TÍTULO: Análise farmacêutica das prescrições de Nutrição enfermaria e armazena em geladeira. quanto a sua ade- quação.

t:t1l1lllovina TÍTULO: Avaliações das compatibilidades das soluções de vitaminas e oligoelementos por via intravenosa.000 de 25 Pediótrico: Pediátrico: corporal limite 20 o UI 1000 até 40 mgUI mg/kg UI/kg peso limiteaté atédeoo Vitamina A "lhllll1l1a B2: 1. ITEM 02 corporal até o limite de 200 mg Operação: Analisa as vitaminas e oligoelementos prescrito' 1 1 '" 114 .000 200 UI Beta- UI mg I. discute com o médico a Avaliações das Compatibilidades prescrição.000 25 mg Quando •••UI Dose se trator • Lactentes: Lactentes: 200 Lactentes: Diária mg Lactentes: para40 10 •25 20 Dose de limite mg/kgde 5.000 Diária • Adultos UI Lactentes: UI/kg mg/kg peso 10. AGENTE: Farmacêutico. impresso de prescrição médica. via carbonad. VI DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Recebe a cópia da prescrição médica.1 Oligoelementos por Via lntravenosa Níveis Máximos de Segurança de Vitaminas e ou Minerais Componente Obs. Ponto Crítico: Se houver discordância.1. das Soluções de Vitaminas e Tabela 31. 1998. V MATERIAL: Portaria nº 40 de 13.l LOCAL: Farmácias descentralizadas e logística de assistênci.l farmacêutica (LAF).ANVISA. devidanH'1111 preenchida. conforme Tabela 31. POR QUE: Atender à prescrição médica e fornecer as doses diárias recomendadas. ITEM 03 Procedimento 31 Operação: Confronta as quantidades prescritas com os valores máximos recomendados pela portaria nº 40 de 13/01/98 - ANVISA. receita V médica. QUANDO: Diariamente ou em tempos predeterminados.98: regulamento que estabeleCI' normas para níveis de dosagens diárias de vitaminas c minerais em medicamentos . O medicamento únicaquefonte beta-coroteno retinol mencionado em total de estiverempode de em equivalente ser Avitamina A • 400 UIformulações vitamina ede proveniente separados 200 limite 200 mg de UI 800 10.01.000 500 peso Pediótrico: para Pediátrico: corporal UI/kg 500 até peso peso UIaté UI/kg UI/kg corporal o•Pediatria limite corpo corpo peso de atéaté ooaté Pediótrico: pesoatéo10 oolimite limite limite limite mg/kg de de de300 400 de 100 mg UI peso mg J Vitamina 1'lIldoxina caroteno 'Ihlmina D de 'tllnina B6: C E noObs. 10.200 800 mg 1.

000 limite limite omcg/kg mcg limite 10mcg de 80 peso até até 1.000 mgmg mgmg 50mg/kg 1para mg/kg mcg/kgmg/kg mg/kg mcg mcg/kg mg/kg mg/kg mg peso peso peso peso peso peso peso Adultos Diária corpoaté corporal para o limite corporal • Pediatria até Pediátrico: oo limite de até20 limite 200 100 de mg/kg limite de mg de 500 500 peso mg mcg 400mg • sob Pediátrico: de 25mg a200 oforma corporal até 1.: Produtos 65 mg que contêm ferro • lactentes: 2 mg/kg peso corporal até o limite 15 mg elementar devem obrigatoriamente • Pediátrico: 2 mg/kg peso corporal até o limite de 50 mg estar contidos em acondicionamentos com dispositivo de segurança para evitar ingestão indevida Flúor 4 mg Obs.5 0.1 mg/kg de peso corporal até o limite de 1 mg • Pediátrico: 0.500 1.olênlO Molibdênio Manganês • lactentes: 0.000 25 500 200 20 10 1. em função corporal até o limite de 2 mg do potencial tóxico.. Este limite é • lactentes: 0.) Níveis' Máximos de Segurança de Vitaminas e ou Minerais Componente ••• •Lactentes: • •Dose Lactentes: Lactentes: •Lactentes: Lactentes: Lactentes: Diária Lactentes: 700 2.5 mg respeitar a IDR adotada.9 mg Zinco 9 mg 350 10 30 150 mg mcg Cobre • Lactentes:e Pediátrico:0.000 mcg I'"mo • Lactentes: 10 mcg/kg de peso corporal até o limite de 100 mcg • Pediátrico: 10 mcg até o limite de 500 mcg 600 mcg • Lactentes: ] O mcg/kg de peso corporal até o limite de 100 mcg • Pediátrico: 10 mcg/kg de peso corporal até o limite de 300 mcg 1 16 1 1 .200 até até 1.5 mg 1..1 (Cont.200 de mgde o200 mg o1.125mg/kg 502.1 mg/kg de peso corporal até o limite de 2 mg • lactentes: 0. mg mcg11" I 1 Vitamina B. recomenda_se 2.5 mg/kg de peso corporal até o limite de 1O mg '.1 mg/kg de peso corporal até o limite de 3 mg • lactentes: 15 mcg/kg de peso corporal até o limite de 150 mcg • Pediátrico: 15 mcg/kg de peso corporal até o limite de 300 mcg • lactentes: 5 mcg/kg de peso corporal até o limite de 50 mcg • Pediátrico: 5 mcg/kg de peso corporal até o limite de 100 mcg 1.125 1. Tabela 31.: Ferro Dose Diária para Pediatria Obs.25 100 limite mg /lI' limilC' o m~.500 10 150 50 Dose 110 1.1 mg/kg de peso No entanto.• .1 mg/kg de peso mantido apenas para corporal até o limite de 0. • Pediátrico: 0.1 mg/kg de peso corporal até o limite de 1 mg • Pediátrico: 0.500/1"1 olimite 1.000 limite de até 10 1300 mg até até 80 até limite odeomg omg/kg mg/kg ácida) mg/kg limite 0.

LOCAL: Farmácias descentralizadas e de assistência farmacêutica logística (AFL). ITEM 03 Operação: Confronta as quantidades prescritas (em mEq) (11111 os valores máximos recomendados. contendo cálcio e fosfato por via intravenosa. ITEM 05 POR QUE: Atender à prescrição médica e evitar a precipitação dos sais de cálcio. Fosfato por Via Intravenosa Ponto Crítico • Para garantir a estabilidade recomenda-se que a concentra- ção de cálcio não deva ultrapassar 9 mEq/L de solução. Operação: Encaminha os medicamentos para a unidade solicitante. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Recebe a cópia da prescrição médica. rantia de compatibilidade precipitados. contudo. ITEM 02 Operação: Analisa as concentrações (em mEq) das soluções (li cálcio e fosfato prescritas quanto às compatibilidades. QUANDO: Diariamente ou em tempos predeterminados.~ . . TÍTULO: Avaliações das compatibilidades das soluções • Se houver discordância. 118 . AGENTE: Farmacêutico. não há ga- A valiações das Compatibilidades ITEM 04 das Soluções Contendo Cálcio e Operação: Analisa as concentrações (em mEq) das soluções de cálcio e fosfato prescritas quanto à estabilidade. MATERIAL: Guia farmacêutico e impresso da prescrição médica (via carbonada). devidamclll ( preenchida. discute com o médico a prescrição. Procedimento 32 Ponto Crítico: Concentrações de 15 mEq de íons cálcio e 30 mEq de íon fosfato/litro de solução são as maiores que podem ser utilizadas sem formação detotal.

qualquer outra alteração visível. procc(k li atendimento. auxiliar técnico de serviço. AGENTE: Farmacêutico. número do I. Confere o rótulo do produto com a prescrição médi- Parenteral e de Emulsão Lipídica ca' verifica aspecto e data de validade da solução de NP. . DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Após análise da prescrição médica. Procedimento 33 número da prescrição. Operação: Entrega o produto à enfermaria. MATERIAL: Prescrição médica e pasta de impresso de registro de controle e utilização de NP. enfermaria. ITEM 02 Operação: Iria a quantidade do produto a ser dispensado 11111 forme prescrição médica. faz a comunicação ITEM 05 TÍTULO: Dispensação de nutrição parenteral e de emulsão lipídica. Ponto Crítico: se a solução de NP apresenta alteração de colo- ração de "nãoou conforme". ill 120 . ITEM 04 Dispensação de Nutrição Operação: Separa a quantidade do produto de acordo com a triagem.j( II III número de registro hospitalar. LOCAL: Farmácias descentralizadas e logística de assistêncid farmacêutica (LAF). nome e CRM do médico prescritor e lote da solução de Np. a quantidade e o tipo de produto enviado. . QUANDO: Sempre que forem prescritos. POR QUE: Garantir a dispensação correta dos produtos.. ITEM 03 Operação: Faz o registro de controle com nome do p.• .

até rece- ber liberação por orientação específica da farmácia. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Identifica o desvio de qualidade de NP . precipitação e separação de f(lsl". AGENTE: Médico ou enfermeiro. que deve conter as seguintes informações.11 macêutico.l e entre as vias ministradas). LOCAL: Unidade de internação. desprendimento de gases. POR QUE: Informar o desvio de qualidade das soluções de NP ou das atividades relacionadas à TNP. QUANDO: Se detectada uma não-conformidade. relata no impresso e ou das Atividades Relacionadas à suspende a aplicação das demais NP do mesmo lote. Terapia de Nutrição Parenteral TÍTULO: Comunicação de desvio de qualidade das soluções de nutrição parenteral (NP) ou das atividades relacionadas à terapia de nutrição parenteral (TNP). III11 dança de coloração. n01111 I dados pessoais do paciente. Comunicação das Soluções de Nutrição Parenteral Não Conformes Ponto Crítico: Quando o produto não conforme for identifica- do antes da administração ao paciente. número do lote da solução de Np. vazamento (para bolsas: no tubo de sold. MATERIAL: Impresso de ocorrência com produtos farmacêuticos.usual: t II1 bidez. nome dI) 11111 122 123 . unidade hospitalar. ITEM 03 Operação: Recolhe a solução de NP com seu recipiente e equi- po de transferência (se oportuno). Procedimento 34 duto. presença de partículas. exatidão das informações do rótulo com a prescrição. natureza da reclama- ção e responsável pela reclamação. ITEM 02 Operação: Preenche impresso de ocorrência com produto 1.

ITEM 07 POR QUE: Averiguar desvio de qualidade de NP. Não Conformes ITEM 06 Operação: Registra as investigações e suas conclusões. LOCAL: Farmácias descentralizadas. 124 125 . MATERIAL: Impresso de ocorrência com produtos farmacêuticos e produtos de NP não conformes. Operação: Presta esclarecimentos por escrito ao reclamante com QUANDO: Se houver ocorrência com produtos farmacêuticos base nas conclusões da investigação. da unidade reclamante. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Recebe o impresso de ocorrência com produtos far macêuticos junto com solução de NP. ITEM 03 Operação: Quando o produto não conforme é identificado . recipiente e equipo dI' transferência (se oportuno). Procedimento 35 ITEM 04 Operação: Providencia a troca do produto. suspende o uso de todos os frascos de N . ITEM 05 Recebimento de Soluções Operação: Encaminha a solução de Np. recipiente e equipe de transferência (se recebido) com cópia do impresso de ocor- de Nutrição Parenteral rência com produtos farmacêuticos para o controle de quali- dade da farmácia e cópia do impresso para EMTN.. ITEM 02 Operação: Analisa a ocorrência e estabelece as investigações 01 serem efetuadas e os responsáveis pelas mesmas. TÍTULO: Recebimento de soluções de nutrição parenteral (NP) não conformes.111 tes da administração. de NP. AGENTE: Farmacêutico. bem como as ações corretivas implantadas.

Essa operação deve ser registrada pelo farmacêlllll II no campo "ocorrências". os recipientes não utilizados e mantidos el1l }:l ladeira devem ser devolvidos de imediato à farmácia dcs(('11 tralizada. LOCAL: Unidade de internação. Armazenamento da Nutrição Parenteral e Emulsão Lipídica na Enfermaria TÍTULO: Armazenamento da nutrição parenteral (NP) e emulsão lipídica na enfermaria. Em caso de interrupção do uso da NP ou Cl111d são lipídica. Procedimento 36 Recipientes que contêm solução de NP e emulsão lipídica retirados. São desprezados em local próprio. MATERIAL: Geladeira e bolsa de NP.11 mazená-Ias em geladeira própria para guarda de medicamcnto" Ponto Crítico: A temperatura da geladeira deve estar CIlIII 2 °C e 8 0c. da geladeira e não adminis- trados ao paciente não podem ser devolvidos à farmácia. . auxiliar de enfermagem e escriturário. na via carbonada. POR QUE: Garantir as características do produto de acordo com as recomendações do fabricante. vidro em caixa de papelão). por qualquer razão. 126 . DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Após o recebimento da NP e da emulsão lipídica. AGENTE: Enfermeiro. conforme a embalagem (bolsa no lixo infectado. QUANDO: Durante o período de TN. com o viSII) dti enfermagem.

Operação: Programa a bomba de infusão endovenosa para in- MATERIAL: Recipiente com solução de NP prescrita. bomba de infusão. Operação: Retira o recipiente da solução de NP da geladeira ti" . preenche toda a extensão do equipo com o conteúdo do reci- TÍTULO: Adminislração e cuidados de enfermagem em terapia piente. Operação: Acessa o cateter venoso e depois conecta a extremi- dade distal do equipo no cateter. ITEM 08 LOCAL: Unidade de internação e UTI.olução de NP ou emulsâo lipídica. de administração. Enfermagem em Terapia de Nutrição Parenteral ITEM 05 Operação: Adapta a extremidade proximal do equipo mais ade- quado ao recipiente da solução de NP ou emulsão lipídica. assegurando os princípios de . equipos fundir a solução de NP ou emulsão lipídica conforme a pres- adequados para manutenção da NP. Operação: Adapta o equipo na bomba de infusão endovenosa. respeitando o horáril' '.1ssepsia. de nutrição parenteral (TNP). Enfermeiro ou auxiliar de enfermagem da unidade ITEM 07 AGENTE: de Internação.Iciona a bomba de infusão e inicia a infusão endovenosa da unidade com antecedência (± 1 hora). POR QUE: Garantir uma administração correta e segura para o ITEM 06 paciente que requer NP. ITEM 04 Administração e Cuidados de Operação:Confronta as informações contidas no rótulo da bolsa de NP com aquelas da prescrição médica. quando disponível. ITEM 03 Procedimento 37 Operação: Confere data de validade e observa aspecto da solu- ção de NP e da emulsão lipídica. 129 128 . prontuário do paciente e impresso de ocorrência de produto farmacêutico. crição médica. QUANDO: Durante o período de terapia nutricional parenteral. esta de- ITEM 01 verá estar fechada antes de seu manuseio. retira o ar e pesquisa vazamentos. Operação: Verificaa prescrição médica no prontuário do pacienll" ITEM 09 ITEM 02 Operação: Abre a pinça do cateter venoso. DESCRIÇÃO Ponto Crítico: Nos casos de cateter venoso com pinça.

soro fisiológico. farmácia. fitas adesivas. procede e assegura uma punção venosa periférica para ministrar os outros medicamentos ou soluções que não com Pinças Estéreis sejam a NP. éter ou benzina. comunica TÍTULO: Curativos de cateteres venosos e sondas enterais com à EMTN. dez. Quando não é possível realizar a punção perifé- rica. ITEM 03 Operação: Lava as mãos. farmacêutico. • Não acrescenta qualquer tipo de medicamento ou solução no recipiente da solução de NP ou da emulsão lipídica. LOCAL: Unidade de internação e UTI. POR QUE: Garantir um melhor cuidado ao sítio de introdução • Em caso de identificar o desvio da qualidade da NP (turbi. através do preenchimento do impresso de ocorrência e encaminhamento do produto não conforme à MATERIAL: Um pacote de curativo (pinças: Kelly. prazo de validade e inte- gridade do rótulo). Kocher. discute cada caso em particular com a equipe médica. coletar para lixo hospitalar. 130 131 . ITEM 02 Operação: Proporciona privacidade ao paciente. • Na necessidade de adoção de condutas diferentes. Caso o cateter seja de Venosos e Sondas Enterais via única. anti-séptico.ITEM 10 Procedimento 38 Operação: Checa o horário na prescrição médica. pinças estéreis. pacotes de gaze. não a administra e comunica ao AGENTE: Médico. dança de coloração. Pontos Críticos: • Assegura que quaisquer outras drogas endovenosas e/ou so- luções endovenosas prescritas não sejam administradas na Curativos de Cateteres mesma via de acesso venoso para a NP. prontuário do paciente. do cateter e/ou sondas enterais. auxiliar de enfermagem. vazamentos. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento. desprendimento de gases. mu- QUANDO: Diariamente e sempre que necessário. anatômica e dente de rato). presença de partículas. enfermeiro. • Troca o equipo da bomba a cada NP.

condições da ferida em local apropriado.u!. desprezando-as dep. ITEM 12 Ponto Crítico: Dispõe o material de modo a evitar cruzamento do campo estéril. local. Considera contaminado qualquer material que toque em locais não esterilizados. acompanhada com ):. evitando o risco de ITEM 06 Observa aspecto e evolução da ferida para posteriores anotações. 132 111 . e fixa com fita adesiva. hora. utilizando as pinças Kelly e anatõmica. ça dente de rato. para que as soluções Operação: Posiciona o paciente adequadamente.I'. umedece . Ponto Crítico: A gaze utilizada deve movimentar-se em úni- ITEM 05 co sentido e não em movimento de vai-vem. ITEM 10 Operação: Remove o resíduo da fita adesiva que permaneCl'1 . ITEM 08 ITEM 14 Operação: Segura a fita adesiva do curativo anterior com a pill Operação: Imerge as pinças em solução adequada para higienização. Separa essas pinças utiliz. ITEM 16 Ponto Crítico: Caso as gazes estejam aderidas à ferida. utilizando soro fisiológico e principalmente o pacote de curativo. não taminação. mento do uso.1 I embebida em éter ou benzina.ll" Operação: soluções Anota t' no prontuário: utilizadas.I'. com auxílio da pinça Item 07 ITEM 13 Operação: Dobra a gaze com a pinça Kocher. trocando as gazes sempre que necessário. Operação: Remove o curativo e o despreza no lixo. con escorram para o cabo das mesmas.ITEM 04 ITEM 11 Operação: Prepara o material. Descola a fita com auxílio da pinça Kocher. com soro fisiológico antes de sua retirada. ITEM 15 ITEM 09 Operação: Lava as mãos. Operação: Abre o pacote de curativo usando técnica asséptica. com as pinças anatõmica e Kelly. Abre o material no mo. com auxílio dd pinça dente de rato e embebe-a com benzina ou éter. Operação: Faz a aplicação do anti-séptico Kelly.11' redor da ferida com a pinça Kocher. Operação: Protege a ferida com gaze. Orienta o paciente para não tocar a ferida com as mãos. As pinças utili- zadas devem estar voltadas para baixo. Operação: Faz a limpeza da área menos contaminada da ferida Ponto Crítico: Atenta para a data da esterilização dos materiais.

Ponto Crítico: Caso as gazes estejam aderidas à ferida. fitas adesivas. ITEM 06 Diariamente e sempre que necessário. • considera contaminado qualquer material que toque em locais não esterilizados. ITEM 01 Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento. ITEM 07 MATERIAL: Pacote de gaze. enfermeiro. Operação: Abre o pacote de luvas e calça-as. anti-séptico. o curativo anterior e as LOCAL: Unidade de internação. éter ou benzina. principalmente o pacote de curativo. ITEM 05 TÍTULO: Curativos de cateteres venosoS e sondas enterais com luvas estéreis. POR QUE: Garantir um melhor cuidado ao sítio de inserção do cateter e/ou sondas enterais. Nunca despreza DESCRIÇÃO material sujo no lixo existente no quarto do paciente. 135 134 . utiliza gaze embebida em prontuário do paciente. luvas. se necessário. ITEM 02 Operação: proporciona privacidade ao paciente. Curativos de Cateteres Venosos e • abertura do material no momento do uso. ITEM 04 Procedimento 39 Operação: Prepara o material. com auxílio da outra mão. coletar para lixo hospitalar. auxiliar de enfermagem. éter ou Operação: Remove o curativo anterior de forma a não lesar benzina. Ponto Crítico: Atenta para: • a data da esterilização dos materiais. Operação: Lava as mãos. a pele do paciente. umedece-as 'om soro fisiológico antes da sua retirada. QUANDO: AGENTE: Médico. ITEM 08 Operação: Calça nova luva estéril apenas em uma das mãos. Operação: Posiciona o paciente adequadamente. Sondas Enterais com Luvas Estéreis • disposição do material de modo a evitar cruzamento do campo estéril. ITEM 09 Operação: Dobra a gaze com a mão enluvada e a embebe com ITEM 03 \mo fisiológico. soro fisiológico. Despreza no lixo.

1) ou instáveis (Tabela40. Observa aspecto e evolução da ferida para posteriores anotações. trocando as gazes sempre que necessário. da evolução nutricional. condições da ferid(l ITEM 02 e soluções utilizadas. Ponto Crítico: Orienta o paciente para não tocar a ferida com as mãos. Operação: Anota no prontuário: hora. ITEM 12 POR QUE: Prevenção de complicações metabólicas e observação Operação: Protege a ferida com gaze. Operação: Solicita exames laboratoriais para pacientes estáveis (Tabela 40. AGENTE: Médico e enfermeiro. 136 137 . Ponto Crítico:A gaze utilizada deve movimentar-se em único sentido e não em movimento de vai-vem. TÍTULO: Controle laboratorial de terapia de nutrição parenteral. Operação: Retira a luva e despreza-a. ITEM 14 LOCAL: Unidade de internação e ambulatório. MATERIAL: Material para coleta de sangue. Ponto Crítico: • Se houver sinais de piora do quadro clínico ou sinais de in- fecção. local.ITEM 10 Procedimento 40 Operação: Faz a limpeza da área menos contaminada da ferida. QUANDO: Sempre que for empregada terapia de nutrição ITEM 13 parenteral (TNP). Operação: Avalia a presença de alterações metabólicas que ne- ITEM 016 cessitam de atenção intensiva da equipe de saúde. ITEM 15 DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Lava as mãos. Operação: Fixa o curativo com fita adesiva. Controle Laboratorial de Terapia de Nutrição Parenteral ITEM 11 Operação: Faz a aplicação do anti-séptico. periférico ou central.2) em impresso padronizado. e de urina e tubos adequados. conforme orientação do médico. os exames são solicitados em caráter de urgência.

plasmáticas Operação: Entrega os pedidos de exames laboratoriais Glicoceto Densidade Glicose Cálcio pH Uréia Sódio. na primeira semana. 6/6 H emhog Iob ina/he matócrito meira responsável.2 periférica. ou eeosmolaridade efósforo plasmáticas plasmática fraçães froçães uriná rio AST.1 e 40. • Se não houver possibilidade de coleta de sangue por veia Tabelo 40.'"I' controlo apósdiaintrodu'. associa-se aos demais exa- mes aqui citados o leucograma com diferencial e culturas.ALT. Exames Laboratoriais poro Controle de TNP em Pacientes em Fase Instável em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ITEM 03 txame Controle2 A Diário Semanal 4 xcritério OX46por Semanal o xX pormédico dia semana ou quando necessário yGT. • Na vigência de quadro infeccioso.8 controla NP controlo x 6por 3diariamente oX semana X por dia es pático 2ãesh Hemoglobi Uréia na/hematócrito plasmática/creatinina ç Menção: • As Tabelas 40. Tabelo 40. • Nos pacientes que recebem soluções de nutrição parenteralJ Iipo regime lipídico ou lípides diários por longo prazo. e depois uma vez por semana. potássio uriná iônico eegasimetria Osmolaridade Magnésio Provas Proteínaecloro Bilirrubina decreatinina total função total àhepático rio enfer. o médico realiza a coleta por via central. Balanço hídnc 138 139 . deve-se dosar os triglicérides plasmáticos duas vezes por semana.' introduçõ' intradução introdução semana Nitrogênio de NP contraio controlo 42 uréico/2.1 Exames Laboratoriais poro Controle de TNP em Pacientes em Fase Estável + + Exame Semanal Diário de NP controlo 2 OboX 4por X por dia Glicemia/ K) No Na primeiroControle primeira Semanal 2 semanaX por após introduc. fosfatase alcalino.2 são sugestões que devem ser modifi- cadas a critério médico e necessidade individual de cada paciente.

141 140 . Ponto Crítico: Procedimento 41 • Quando houver perda de urina. . AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. Balanço Nitrogenado em Paciente ITEM 03 em Terapia Nutricional Operação: Ao término das 24 horas. reinicia-se o exame a partir do item 01 no dia seguinte. ITEM 05 QUANDO: De acordo com a prescrição médica. O resultado final (in- laboratório. rio no prontuário do paciente.I'. frasco de diurese fornecido pelo :m conjunto com a equipe de nutrição. prontuário do paciente. • Em paciente com incontinência urinária é realizado o pro- cedimento de sondagem vesical. Ponto Crítico: O procedimento de balanço nitrogenado é feito MATERIAL: Papagaio.l d. encaminha-se o frasco para o laboratório. comadre. Operação: Repetem-se os itens 02 a 04 nos dois dias subseqüentes. para melhor controle. LOCAL: Unidade de internação e UTI. o qual dever. geladeira adequada gestão nitrogenada menos excreção nitrogenada) é competência para materiais biológicos. • Em UTI. exames de laboratório. ITEM 02 Operação: Coleta a urina colhida em papagaio/comadre no 1'. A partir de então coleta toda urin. impresso de pedidos de do nutricionista. durante três dias.í 'd I mantido na geladeira.1 micções do dia no frasco.) I horas durante três dias. co de diurese fornecido pelo laboratório. POR QUE: Monitora a perda nitrogenada. juntamente com o pedido de exame. toda urina coletada a cada 2 horas é reservada em Coleta de Urina de 24 h para recipiente fornecido pelo laboratório. ITEM 04 TÍTULO: Coleta de urina de 24 h para balanço nitrogenado em Operação: Registra a coleta e o encaminhamento ao laborató- paciente em Terapia Nutricional (TN). DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Orienta o paciente sobre a coleta de urina por .

Quinzenalmente (manutenção preventiva) e QUANDO: Uma vez por semana. entra em ITEM 03 contato com o representante da firma responsável. LOCAL: Unidade de internação. Ponto Crítico: Caso não esteja sendo seguido o cronograma ou ocorram defeitos na bomba fora do dia estipulado. ITEM 02 ITEM 04 Operação: Limpa todas as partes da bomba de acordo com J~ recomendações do fabricante. água. DESCRIÇÃO ITEM 01 DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Desliga a geladeira. AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. Operação: Limpa a geladeira com detergente líquido. QUANDO: diariamente (limpeza). Limpeza de geladeira de acondicionamento de medicamentos. MATERIAL: Bomba de infusão completa. ITEM 02 va estipulado pela firma está ocorrendo. AGENTE: Auxiliar de enfermagem. 142 143 . MATERIAL: Água. LOCAL: Unidade de internação. e manter a higiene. pano e álcool a 70%. Operação: Retira o conteúdo e o coloca em outra geladeira. sabão líquido e pano. Procedimento 42 Procedimento 43 Manutenção Preventiva e Limpeza de Geladeira de Limpeza da Bomba de Infusão Acondicionamento de Medicamentos TÍTULO: Manutenção preventiva e limpeza da bomba de TÍTULO: infusão. Operação: Observa se o cronograma de manutenção preventi. sabão líquido. POR QUE: Garantir um melhor funcionamento do equipamento POR QUE: Manter higiene. Operação: Descongela a geladeira.

ITEM 06 Operação: Recoloca o conteúdo. Terapia Nutricional Enteral 144 .ITEM 05 Operação: Liga a geladeira e aguarda até atingir a temperatura adequada.

Procedimento 44 Indicação e Prescrição da V ia de Acesso para Terapia de Nutrição Enteral e Complemento Nutricional TÍTULO: Indicação e prescrição da via de acesso para terapia de nutrição enteral e complemento nutricional.1 a 44. AGENTE: Médico. Se houver contra-indicação para a via oral. QUANDO: Conforme indicação para terapia de nutrição enteral e complemento nutricional. ITEM 02 Operação: Estabelece a melhor via de acesso para administrar a nutrição enteral ou o complemento nutricional. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Consulta o prontuário e avalia a condição do trato gastrointestinal do paciente.3. as opções são sondas (nasogástrica ou nasoentérica) e estomias (gastrosto- mia ou jejunostornia). Vide indicações nas Tabelas 44. Prefere a via oral. LOCAL: Unidades de internação ou ambulatório. MATERIAL: Prontuário do paciente e impresso de prescrição médica. Ponto Crítico: Coloca na prescrição a via de acesso escolhida. POR QUE: Para definir a via de acesso para terapia nutricional por via digestiva. 147 .

Nutrição orol. 71-104. Tabela 44.cirurgia de esôfago • Deglutição comprometida de causa muscular/neurológica Obstrução do trato gastrointestinal alto • Lesão obstrutiva inflamatória benigna ou fístula de jejuno • Neoplasia de orolaringe Neoplasia/estreitamento esolagiano Anormalidades Funcionais do Intestino (exceto aquelas de contra-indicação absoluto) • Neoplasio gástríca • Doenças intestinais neonatais. 3° ed. depressõo.: Waitzberg. Core curriculum. Enterol Nutrition. Ideno. enterol e parenteral na prática c1inica. Enterol Nutritíon. KT. São Paul" Atheneu. In: Nutrition suppor! dietetics. Core curriculum. p. câncer Pa ncreatectom ia • Estados hipermetabólicos • Queimaduro. 3° ed. In: Nutrition suppar! dietetics. Nutrição oral. 2cd ed. Ideno.' ". São Paulo: Atheneu.1 Indicações de Terapia de Nutrição Enteral em Adultos de Acordo com a Situação do Trato Gastrintestinal Enterostomia Trato Gastrointestinal íntegro • Lesões do SNC. 148 149 . Enterol Nutrition. enterol e parenteral na prática c1íníca. Trauma ReI.: Waitzberg.. 2cd t·. infecção grave. 30 ed. 71-104. 1993. Ref. cirurgia ortopédica Disfunção na deg/utição • Queimaduras Desordens do SNC • Doença do colágeno vascular Dificuldades de Acesso ao Intestino Normal • Miostenia grave • Lesão de face e mandíbula • Câncer de boca. DL. hipofaringe . In: Nutrition suppor! dietetics. KT. 2001. Core curriculum. 2001. câncer • Trauma muscular. KT. trauma extenso • Cirurgia e hipertireoidismo Ref. p. I 1993.: Waitzberg.I 1993. Neurológica/Psiquiátrica Gastrointestinal • Acidentes cerebrovasculares • Pancreatite • Neoplasias • Doenças inflamatórias do intestino • Trauma • Síndrome do intestino curto • Inflamação • Doença intestinal neonatal • Doenças desmielinizantes • Má absorção • Depressão grave • Preparo intestinal pré-operatório • Anorexia nervosa • Fístulas digestivas Orola ri ngea/Esofág ica Miscelânea • Neoplasias • Queimaduras • Inflamação • Quimioteropia • Radioterapia ~. '). Nutrição oral. alergia alimentar múltipla • Pancreatectoduodenostomia • Pancreatite. p. obstrução crônica • Neoplasia/estreitamento duodenal • Diminuição do esvaziamento gástrico • Neoplasia pancreática • Fístula digestiva • Síndrome do intestino curto Adiuvante • Esolagectomía • íleo gástrico colônico • Anormalidades metabólicas do intestino • Gastrectomia • Má absorção. 2001. DL. enteral e parenterol na prática clínica. Aspen (American Society 01 ParenteroI and Enteral Nutrition). 71-104. DLL. enterite por quimioterapia e radioterapia • Ressecção maciça de intestino delgado • Anorexia. São Paulo: i\lheneu. Ideno. Aspen (American Society 01 Parenteral and Enteral Nutrition). Aspen (American Society 01 Parenteral and Enteral Nutrition). anorexia nervosa Primária • Caquexia cardíaca.

] terapia enteral. QUANDO: Após admissão do paciente.<.o Unidades de internação.Cl..-- -D (5 .1. ~ ~ ~ o c O) ~ o . ral. o -.H\.. AGENTE: Nutricionista. dor abdominal.D DESCRIÇÃO o ~ o _co-o o ~ 0)-0 o o E- 10 l...- U«V"lCl.o ITEM 01 .. flatulêIH 1..o o -o U' ou g i3c o > o o o D- ~ Complicações da Terapia o u '6> 'o N utricional Enteral -:Q -o E' TÍTULO: Complicações da terapia nutricional enteral (TNE).\ ::?: (') Cl. prescrição médica.~ g. médico. prontuário do paciente... impresso do banco de dados dos usuários de TNE padronizad\ I pelo SUS.g l)'I Slg.. UTI.! c c ITEM 02 <o u ~o o E O) ::> Operação: Associa informações observadas a prováveis Glll'.:: ~ -o ~ o :J :J Operação: Verifica registros do prontuário médico do paCil'llI' I. > o c~ -oc Procedimento 45 <o :i EE E 'o -o E o oU' O)o '6> O) oQ... como diarréia. lS. de intercorrências da TNE..e o~c W o LOCAL: E c O) co '''' ~~-i5 -2' -o c ::> u o oc ~o o . ambulatório. enfermeiro.. 0.1 rejeição voluntária do paciente às dietas enterais e outras 111 ~ formações relevantes para identificação das causas associ. 151 150 .~OÕ 8 -E ~ C o u E E -ºQ)'. conforme Tabela 45.' oc às complicações da terapia enteral. MATERIAL: Impresso de evolução dietoterápica de pacientes.·c . POR QUE: Identificar e prevenir complicações da Terapia Nutricional Enteral. no decorrer do período de internação ou quando introdução e prescrição d. intolerância. ~ ~ e observa intercorrência referente à terapia nutricional ('1\11 o~o Q) ....

p. In: Dietetics handbaak af enterol ond porenterol nutrition.9 ta a procurar um serviço médico mais próximo. "' o C QJ -o o -o ITEM 05 ::> ~ QJ E -o o Operaçâo: Preenche o impresso próprio. Skippes. Õ Skipper.. MD.2 . =. o ITEM 03 E ~ C QJ Operação: Identifica a causa das complicações. No caso da pre- o -o 'u o sença de complicações em paciente domiciliar em TNE.293-309.' .'d '0 Q o Ol E c o "' "' U ou o u 'C o QJ -o Ol o '0 c o o "E Q u o f."" ~ QJ t. o '~ QJ -o U o QJ C LL 'C c ITEM 04 N o c o -o Operação: Acompanha diariamente a evolução clínica. uréia. potóssio. orien- o -o E QJ . denominado Banco de dados -o c 5l dos usuários de TN (terapia nutricional) padronizado pelo MS. verifica monitoramento de ~ exames laboratoriais (Tabela 452) e de RX para verificar se "' C o c o o(s) complicação(ões) foi(foram) extinta(s).~" . Q) o.:'!:: o.. . 10 U :J :J :-<= <l> C O<{<{O CJ) Q) 3z~~Õ o "' 'o o V> u o Ol .u. para finalidade de reembolso da TNE à unidade de saúde. Função 5l o c o 'o .. "' ~ -"" QJ o o O 'u o o 10U QJ o C <O) o ::> 'o o 10U (/)-0 (j'l c U) ~2~ ~ Q) o Q) o e "Vi 6. Rackville. 1989.. Fósforo Albumina Peso/hábito Cálcio.:: "' o. hepática creatinina Progressão diária vezes/semana transferrina do Inícío (diabético) Sugestão de P~otocolo de Solicitaçé!o de Exames Laboratoriais 1" TNE Cada duas uma Duas I aasemanas mensal Diário Diário (Pacíente Iuma vezes/semana Diória Diária Semanal Monítoramento semanal uma duas duas aX/semana três aDiário trêsduas Cada vezes/semana Estável) Período diária deseis TNEduas meses semanas Prolongado (diabético) --- em TNE t " Glicose Sódio.. toma providên- QJ à u o cias em relação aos cuidados e reforça os mesmos a toda equi- 'C Q pe que presta atendimento ao paciente. '" ~ p ~ ""'i ~ . Tabela 45. ASPEN Publishers INC... A.Exames intestinal magnésio. nutri- o 'olJ'> cional e de cuidados ao paciente. 152 153 .. Manitaring and complicatians af enterol feeding.

em . verifica avaliação e planeja IlH '11111 • A prescrição do item "outros" requer entendimento prévio nutricional do paciente..ll e complemento nutricional. • Outros digestiva. de acordo com a paciente internado ou em acompanhamento • Bolo tolerância do paciente ambula torial.1 e 46. • Especializada para: • Jejunostomia diabetes. 154 . • As dietas enterais têm densidade calórica de 1 a 2 cal/mi.1). ITEM 03 Procedimento 46 Operação: Estabelece dose inicial. Ponto Crítico: Não prescreve nome comercial..30 minutos MATERIAL: Prontuário do paciente.. LOCAL: Unidades de internação ou ambulatório.Modelo de prescrição. Lavar a sonda ou gastrostomia AGENTE: Médico. após a administração da dieta com mL de ógua filtrada em minutos. IRA. ou elementar.2. 46. Fig. não espn "11 ti • Consulta às Tabelas 46. prescreve sempre lavagem com água após administração das dietas para Prescrição da Dieta Enteral e do evitar obstrução. • Outros • 250 mL encefa lopatia • 300 mL POR QUE: Para suprir as necessidades nutricionais por via hepótica ete. oligo 111('I II I to com a unidade de nutrição. • Gravitacional • Bolo . • Considera o volume de água administrado para lavar a son- da no controle hídrico. entra em entendimen- Operação: Prescreve o padrão de dieta: polimérica. gotejamento . . densidade calórica. 46.. nutrição enteral disponível \ • Bomba de infusão • As demais... Ponto Crítico: Ao utilizar sonda como via de acesso... conforme a C. ITEM 02 Caso haja situação de restrição hídrica ou necessidade espe- cial de dietas hipo ou hipercalóricas... nessa ordem de preferência. DESCRIÇÃO ITEM Ol Observações: Operação: Consulta prontuário. • Complemento nutricional QUANDO: Conforme indicação para terapia de nutrição enter. modo de progressão e admi- nistração de acordo com a via de acesso e o estado clínico do paciente (Fig. com a unidade de nutrição.11 I dade de absorção do paciente.1 .lI'. minutos. Complemento Nutricional Dieta administrada por no volume de de por + + + + • Polimérica • Via oral • 25 mL • 3/3 h • Oligomérica • Sonda nasogóstrica • 50 mL • Outros • Semi-elementar • Sonda nasoenteral • 100 mL • Elementor • Gastrostomia • 150 mL TÍTULO: Prescrição da dieta enteral e do complemento • 200 mL nutricional.

POR QUE: Fornecer terapia nutricional para o paciente. Procedimento 47 Efeito dos Medicamentos no Trato Gastrointestinal Efeito Medicomento Irritação do mucoso gástrico (náuseas. fita adesiva. seringa de 20 rnL.750 2. oumento do resíduo Medicamentos contendo sorbitol gástrico ou cólicos) Retardo do esvoziamento góstrico ou redução do motilidode gástrico ou Anticolinérgicos Anti-histomínicos Passagem e Troca da redução do motilidode gastrointestinol Antidepressivos tricíclicos Fenotiozinos Sonda Nasoenteral Medicamentos para doenço de Parkinson Antiácidos que contêm alumínio Norcóticos Aumento do esvoziomento gástrico Agentes pró-cinéticos (podem melharar e do motilidode gostrointestinol o tolerâncio à olimentoção por sonda ou podem causar diarréia) Destruição dos boctérios intestinais Antibióticos TÍTULO: Martin C.700 Osm%/idade Médio Osm%/idach. médico.000 450 5. In: TheAspen Nutrit"". Nutrientcansiderationsfor enteralnutrition. Drug. entre outras).050 8. prontuário do paciente. diabetes.850 1. Tabela 46. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Orienta o paciente quanto ao procedimento. i I1 suficiência renal. Operação: Especifica doenças que requerem alterações nu i 11 ITEM 03 cionais na prescrição (p.1 .ex.350 3.450 2.400 (etilsuccinato) suspensão (mOsm/kg) (mOsm/kg) Metoclopromida Hidroxizina Cloreto Furosemida (HCI)xarope de potássio 10 mg/mL10% MATERIAL: Sonda flexível de silicone ou poliuretano espeáfica para nutrição enteral com fio-guia.550 850 1.800 7. estetoscópio.550 2.250 6.050 500 5. Enfermeiro. Cardoso SP.200 3. QUANDO: De acordo com a prescrição médica. 1998.: hipertensão arterial. diarréio. anestésico em forma de gel. ITEM 02 ITEM 04 Operação: Promove a privacidade do paciente. Medicomentos com alto osmolalidade vômitos.lnterações Droga Nutriente. Passagem e troca da sonda nasoenteral (SNE). 156 157 . 152 p.500 4. (6):1-20. LOCAL: Unidade de internação ou ambulatório. AGENTE: Teofilina Enema Tioridazina Docusato elixir fosfatado Medicamento 1. ln: Teropia Nutricional Enterole Parenteral. NyffelerMS. 2000.980 1. Operação: Lava as mãos. Citrato Sulfato Fenitoína 25 Primidonade ferroso Eritromicina Metildopa mg/mL Haloperidol sód io suspensão suspensão8. ressal- tandorecuperação sua a necessidade da passagem da sonda nasoentérica para a nutricional.350 4.250 1. gazes. Manual de Rotina Técnica.350 2. imunodepressão. JohnsonDR. Support PracticeManual. luvas de procedimento.

ITEM 05 Ponto Crítico: Só após algum tempo a sonda migrará e perma- necerá em posição entérica. ITEM 10 ITEM 19 Operação: Certifica-se de que a sonda está com fio-guia. certificando-se de que está no cs tômago. Operação: Fixa a sonda com fita adesiva e evita a compressão da asa do nariz ou da narina. após o retorno do paciente. Operação: Retira o fio-guia da sonda com cuidado. com auxílio de gazl'. unicamente após au- torização por escrito do médico. de modo que fique segura. Operação: Anota o procedimento no prontuário do paciente. ITEM 14 ITEM 22 Operação: Testa a sonda. sem forçar. aspira com a seringa ou introduz ar e ausculta COIII Operação: Inicia a administração da NE. 158 159 . Operação: Encaminha o paciente para controle radiológico após a solicitação do exame pelo médico. ITEM 15 ITEM 06 Operação: Posiciona o paciente sentado ou em posição de Fowlcr. ITEM 08 ITEM 17 Operação: Mede a sonda da asa do nariz ao lóbulo da orelha. prescindir de exame radiológico. do lóbulo da orelha até a cicatriz umbilical. ITEM 09 ITEM 18 Operação: Lubrifica a sonda com anestésico. ITEM II ITEM 20 Operação: Introduz a sonda levemente. Operação: Calça as luvas. em umd das narinas. marca com fita adesivd. Operação: Lava as mãos. ITEM 07 ITEM 16 Operação: Cobre o tórax do paciente com uma toalha.ITEM 04 estetoscópio abdome. Operação: Entrega o exame radiológico para avaliação médica enquanto a sonda é introduzida até atingir a marcação estipulad<l. Registra no prontuário. ITEM 13 ITEM 21 Operação: Solicita ao paciente que faça movimentos de deglutição. ITEM 12 Operação: Flete a cabeça do paciente quando a sonda ultrapas Ponto Crítico: SNE passada com auxílio da endoscopia pode sa o primeiro obstáculo. no quadrante superior direito e esquerdo do Operação: Prepara o material. Operação: Retira as luvas.

'ÍI) de uma dieta enteral ou sempre que necessário. regurgitação ou aspiração pulmonar da dieta. luvas de procedimento.1 após medir o volume. Resíduo Gástrico ITEM 03 Operação: Reinfunde o conteúdo aspirado se o volume for in- ferior a 50% da última dieta enteral e aspecto compatível com o esperado. 160 1 '" 1 . TÍTULO: ITEM 04 Verificação do resíduo gástrico. DESCRIÇÃO ITEM Ol Operação: Aspira o resíduo gástrico através da sonda POSili11 nada no estômago com a seringa. prontuário do paciente. Operação: Anota no prontuário do paciente o resultado dos AGENTE: procedimentos efetuados. • Verifica se há prescrição de medicamentos pró-cinéticos no Verificação do prontuário médico e administra. ITEM 05 QUANDO: Diariamente e imediatamente antes da administraç'. Procedimento 48 Ponto Crítico: • Se a quantidade aspirada for superior a 200 mL ou 50% do volume infundido na última dieta. Ponto Crítico: Avisa ao médico se a aspiração não for possível II(>lI conteúdo aspirado apresentar sinais de sangue ou suco entéri\ 11 ITEM 02 Operação: Coloca o conteúdo aspirado no recipiente de col\'!. MATERIAL: Seringa de 20 ou 50 mL. UTI. não instala a próxima dieta e comunica ao médico. recipiente para coleta do conteúdo. LOCAL: Unidade de internação. POR QUE: Avaliar o esvaziamento gástrico e prevenir a Operação: Instala a próxima dieta enteral. Enfermeiro e auxiliar de enfermagem.

ITEM 03 Operação: Assina o recebimento da NE no impresso de contro- Solicitação e Recebimento da le de entrega de dietas enterais. MATERIAL: Frasco da dieta enteral. com presença (k grumos. mudança de cor e textura. separação de fases. Procedimento 49 o frasco ao atendente da nutrição e solicita ao mesmo que co- munique o ocorrido à nutricionista. ITEM 02 Operação: Observa a integridade da embalagem e o aspecto da N I~ Ponto Crítico: Se o recipiente da NE não estiver hermeticamenl(· fechado ou o seu conteúdo estiver alterado. LOCAL: Unidade de internação. impresso de controle de entrega de dietas enterais. QUANDO: Durante o período da TNE (de 3/3 horas) entregue pelo Serviço de Nutrição. AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. alimentação e frascos de água à enfermagem. à enfermagem. TÍTULO: Solicitação e recebimento da nutrição enteral (NE). para providências. POR QUE: Atender à prescrição médica. alimentação e frascos de água Nutrição Enteral Ponto Crítico: Não recebe o recipiente se o paciente não estiver na unidade. devolV(" 162 163 . DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Recebe do atendente da nutrição o recipiente COI] tendo NE.

Caso ITEM 02 esteja obstruída. ITEM 08 ITEM 03 Operação: Lava a sonda com 50 mL de água ao término da in- Operação: Caso haja alterações. TÍTULO: Administração e cuidados de enfermagem em Terapia Ponto Crítico: Em pacientes com possível dificuldade de esva- de Nutrição Enteral (TNE). prontuário do paciente. ITEM 04 Procedimento 50 Operação: Confere o rótulo do recipiente da NE com a prescri- ção médica: leito do paciente. se necessário. equipo próprio. reprograma a infusão da ITEM 01 dieta para o dobro do tempo. realiza procedimento de desobstrução da Operação: Verifica se a temperatura da NE está adequada pard SNE. jejunostomias). Enfermagem em Terapia de Nutrição Enteral ITEM 06 Operação: Conecta o equipo específico no recipiente da NE e preenche o equipo com a dieta. Em caso de qualquer outro sintoma. checa a quanti- POR QUE: Garantir uma administração correta e segura da dade de resíduo gástrico antes de iniciar a administração da nutrição enteral (NE) para o paciente. Posiciona o paciente em decúbito elevado de pelo menos 30°. ITEM 07 AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. clínica em que está internado. retirando todo o ar do mesmo. • Verifica se a sonda está pérvia com o início da infusão. bomba de a infusão de acordo com a prescrição e controla o gotejamento. ção e necessidade do paciente. 165 164 . quantidade e tipo de dieta prescrita. ziamento gástrico e SNE em posição gástrica. devolve o recipiente da NE (' fusão da NE. jejunostomias e/ou gastrostomias. • Se bomba de infusão: programa a bomba conforme prescri- LOCAL: Unidade de internação. comunica à nutricionista. a administração (temperatura ambiente). Inicia pelo Serviço de Nutrição. quarta dieta do dia. conforme procedimento para lava- gem de mãos. ITEM 05 Administração e Cuidados de Operação: Lava as mãos. interrompe a infusão da Operação: Verifica a prescrição médica no prontuário do paciente. sinal ou intercorrência. recipiente de água filtrada fornecida nasoenteral ou outras sondas (gastrostomias. NE e comunica ao médico. infusão. QUANDO: Durante o período de terapia com NE. Ponto Crítico: DESCRIÇÃO • Se o paciente apresenta diarréia. Operação: Adapta o equipo específico de infusão da NE na sonda MATERIAL: Recipiente da NE.

ITEM 09 Procedimento 51 Operação: Fecha a sonda após a infusão da água com o dispo- sitivo oclusivo próprio da sonda. TÍTULO: Troca da fixação da sonda nasoenteral (SNE). POR QUE: Garantir a manutenção da sonda e prevenir lesões na pele do paciente. na pele do paciente. Troca da Fixação da nistrada a NE no prontuário do paciente. anota o motivo. ITEM 03 Operação: Fixa a fita adesiva na sonda e. DESCRIÇÃO ITEM 01 Operação: Retira a fixação anterior com cuidado para que a sonda não saia da sua posição. fita adesiva. MATERIAL: Gaze. QUANDO: Sempre que necessário. prontuário do paciente. ITEM 10 Operação: Registra e checa todos os horários em que é admi. Sonda Nasoenteral Ponto Crítico: Se a NE não for administrada em algum horário. LOCAL: Unidade de internação. ITEM 02 Operação: Limpa a pele e a SNE com gaze embebida em benzina. AGENTE: Enfermeiro e auxiliar de enfermagem. depois. 166 167 . benzina.

Ponto Crítico: Observa presença de lesões na pele, mudando o Bibliografia
sítio de fixação (nariz, região frontal, região lateral da face).

ITEM 04
Operação: Realiza anotações no prontuário do paciente.

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a excelência das condutas na prlÍtica clínica. Triagem Nutricional e Banco de Dados 2. Guia Básico de Terapia Nutricional-Manual de Boas Práticas. sendo a nutrição enteral ministrada por acesso ao trato gastrintestinal.A equipe estlÍ composta de médicos. e a parenteral pela infusão por veia central ou periférica. Terapia Nutricional Enteral Seu texto segue o chamado modelo de "Manual de Boas PrlÍticas". sem sombra de dúvida. A oferta de terapia nutricional é pr_lÍtica multiprofissional exercida em grande parte dos pacientes hospitalizados. HC-FMUSP. 9"788573 "7 9 7 8 7 9 . autenticadas pela medicina à luz das evidências. O que. o torna de grande utilidade e importância prlÍtica. assim. enfermeiros e farmacêuticos. Avaliação Nutricional 3. encontrando-se integralmente atualizado em face da nova legislação. Como se sabe. por sinal. o presente trabalho engloba 4 Seções e 51 Procedimentos. consagrando. a terapia nutricional diz respeito ao uso de nutrição em condições especiais. livro de consulta obrigatória para todos os interessados n aprimoramento da terapia nutricional. por todas estas qualidades s tornarlÍ.Guia Básic~ de Terapia Nutricional . Terapia Nutricional Parenteral 4. Suas seções são as seguintes: 1. nutricionistas. Manual de Boas Práticas é criação da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Monitoramento.