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JUN 1995 NBR 9523


Subestações de distribuição

ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas

Sede:
Rio de Janeiro
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Endereço Telegráfico:
NORMATÉCNICA
Classificação

Origem: Projeto 03:513.11-007/1991 (NBR 9523)


CB-03 - Comitê Brasileiro de Eletricidade
CE-03:513.11 - Comissão de Estudo de Padronização de Diagramas Unifilares
Básicos e Arranjos de Subestações de Distribuição
NBR 9523 - Substation of distribution - Classification
Descriptor: Substations of distribution
Copyright © 1995, Esta Norma substitui a NBR 9523/1986
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas Válida a partir de 31.07.1995
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavra-chave: Subestações de distribuição 6 páginas
Todos os direitos reservados

SUMÁRIO 3.1 Subestação semi-atendida


1 Objetivo
2 Documentos complementares Subestação que dispõe de pessoal para sua operação
3 Definições diariamente, mas não por todo o dia.
4 Condições gerais
5 Subestação Tipo I
Nota: Este tipo de subestação é normalmente atendido nos
6 Subestação Tipo II períodos diários de ponta de carga.
7 Subestação Tipo III
ANEXO - Figuras
4 Condições gerais
1 Objetivo
4.1 Os diagramas unifilares das Figuras 1, 2 e 3 do Anexo
Esta Norma classifica as subestações de distribuição de representam os casos mais comuns de subestações de
concessionárias de energia elétrica, levando em conta distribuição. Para subestações não exclusivamente de
seus projetos, arranjos típicos, configurações elétricas, distribuição (de transmissão, de manobra, etc.), aplicam-
tipos de carga, potências instaladas e tensões nominais. se somente a seção de transformação e regulação e a
seção de distribuição.
2 Documentos complementares
Na aplicação desta Norma é necessário consultar: 4.2 Os critérios apresentados nos Capítulos 5 a 7 referem-
se a subestações construídas de maneira convencional
NBR 5460 - Sistemas elétricos de potência - Termino- e ao tempo. Soluções que requeiram utilização de filoso-
logia fias e/ou equipamentos de características especiais, como
blindagem com isolação a gás, cabines metálicas e sub-
NBR 9368 - Transformadores de potência de tensões estações abrigadas, não são contempladas nesta Norma.
máximas até 145 kV - Características elétricas e mecâ-
nicas - Padronização
4.3 Nos diagramas unifilares são apresentadas alterna-
3 Definições tivas para cada seção, que não definem obrigatoriamente
uma seqüência de expansão. A configuração final (expan-
Os termos técnicos utilizados nesta Norma estão definidos são futura) de cada subestação deve ser estabelecida
na NBR 5460 e são complementados pela definição em cada caso, obedecendo aos critérios corretos de prote-
de 3.1. ção, confiabilidade e desempenho.
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4.4 A utilização de disjuntores ou religadores nas seções 6 Subestação Tipo II


de distribuição está associada às condições do sistema
no ponto da instalação, como, por exemplo, potência de As subestações Tipo II são caracterizadas por:
curto-circuito máximo e corrente nominal, além dos as-
pectos de custo, desempenho e ciclo de operação, para
a) tensão de transmissão de 34,5 kV ou 69 kV;
efeito de coordenação com outros dispositivos.

4.5 Para efeito desta Norma, consideram-se como tensões b) fornecimento a zonas rurais e urbanas, com po-
nominais primárias de distribuição os valores de 13,8 kV tência instalada (ONAN) de até 2 x 10 MVA em
e 34,5 kV. 69 kV e 2 x 7,5 MVA em 34,5 kV;

4.6 As potências nominais de transformadores indicadas c) serem atendidas, semi-atendidas ou não-aten-


nos Capítulos 5 a 7 são apenas orientativas e estão de didas;
acordo com a NBR 9368. Condições especiais podem
levar à utilização, em cada tipo de subestação, de trans-
d) diagrama unifilar básico de acordo com a Figura 2
formadores com outras potências nominais.
do Anexo.
5 Subestação Tipo I
7 Subestação Tipo III
As subestações Tipo I são caracterizadas por:
As subestações Tipo III são caracterizadas por:
a) tensão de transmissão de 34,5 kV ou 69 kV;

b) fornecimento a zonas rurais e pequenas loca- a) tensão de transmissão de 69 kV ou 138 kV;


lidades, com potência instalada (ONAN) de até
2 x 5 MVA em 69 kV e 2 x 3,75 MVA em 34,5 kV; b) fornecimento a zonas predominantemente
urbanas, com potência instalada acima de 20 MVA;
c) serem não-atendidas;

d) utilização, sempre que possível, de materiais de c) serem atendidas ou semi-atendidas ou não-aten-


distribuição; didas;

e) diagrama unifilar básico de acordo com a Figura 1 d) diagrama unifilar básico de acordo com a Figura 3
do Anexo. do Anexo.

/ANEXO
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ANEXO - FIGURAS

Linha de
transmissão
Seção de transmissão

Barramento

Seção de
transformação e
regulação

Seção de
distribuição:
- Barramento
- Saídas de RD
- Serviços auxiliares
- Banco de capacitores

SA-Serviços Auxiliares
RD-Rede de Distribuição
RDR-Rede de Distribuição Rural
RDU-Rede de Distribuição Urbana
Nota: A utilização de lâmina de terra é condicionada às características operativas do sistema elétrico de alimentação.

Figura 1 - Diagrama unifilar básico para subestaçõesTipo I


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4 NBR 9523/1995

transmissão
Linha de
Seção de transmissão

Barramento

Seção de
transformação
e regulação

Seção de
distribuição:
- Barramento
- Saídas de RD
- Serviços
auxiliares
- Banco de
capacitores

SA - Serviços Auxiliares
RD - Rede de Distribuição
BP - Barramento Principal
BT - Barramento de Transferência
Figura 2 - Diagrama unifilar básico para subestações Tipo II
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Linha de
transmissão
Seção de transmissão

Barramento

Seção de
transformação
e regulação

/continua
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/continuação

Seção de
distribuição:
- Barramento
- Saídas de RD
- Serviços auxiliares
- Banco de
capacitores

SA-Serviços Auxiliares BP - Barramento Principal


RD-Rede de Distribuição BT - Barramento de Transferência
BS-Barramento Simples BSs - Barramento Simples seccionado
BSsd - Barramento Simples seccionado com disjuntor

Figura 3 - Diagrama unifilar básico para subestações Tipo III