FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL - UniBrasil

MARIA DE LOURDES TOMIO STEIN

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA E TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

CURITIBA 2008

SUMÁRIO PARTE I

PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E MONOGRAFIA 1 ESTRUTURA - ELEMENTOS TEXTUAIS....................................................................7 1.1 INTRODUÇÃO ..........................................................................................................7 1.1.1 Delimitação e apresentação do tema ......................................................................8 1.1.2 Problema .................................................................................................................8 1.1.3 Hipóteses .................................................................................................................8 1.1.4 Objetivo geral ..........................................................................................................8 1.1.5 Objetivos específicos ...............................................................................................8 1.1.6 Justificativa...............................................................................................................9 1.2 REVISÃO DE LITERATURA .....................................................................................9 1.3 METODOLOGIA DA PESQUISA ...........................................................................10 1.3.1 Tipo de abordagem ...............................................................................................10 1.3.2 Tipo de pesquisa ...................................................................................................10 1.3.3 Tipo de delineamento ............................................................................................10 1.3.4 Coleta de dados ....................................................................................................10 1.3.5 Tratamento dos dados ...........................................................................................10 1.4 RECURSOS ............................................................................................................11 1.5 CRONOGRAMA .......................................................................................................11 1.6 REFERÊNCIAS ........................................................................................................11 1.7 GLOSSÁRIO (opcional).............................................................................................12 1.8 APÊNDICE (opcional) ..............................................................................................12 1.9 ANEXO (opcional) ....................................................................................................12 PARTE II ESTRUTURA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E MONOGRAFIA 1 PRÉ-TEXTUAIS ..........................................................................................................13 1.1 CAPA PARA VERSÃO FINAL...................................................................................13 1.2 LOMBADA OU DORSO............................................................................................14 1.3 FOLHA DE ROSTO...................................................................................................14

1.4 RESUMO...................................................................................................................14 1.5 LISTA DE TABELAS, QUADROS, ILUSTRAÇÕES, GRÁFICOS E SIGLAS............15 1.6 SUMÁRIO..................................................................................................................15 2 ELEMENTOS TEXTUAIS............................................................................................15 2.1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................15 2.2 DESENVOLVIMENTO (RESULTADOS)...................................................................15 2.3.CONCLUSÃO (CONSIDERAÇÕES FINAIS)............................................................16 3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS....................................................................................17 3.1 REFERÊNCIAS.........................................................................................................17 3.2 GLOSSÁRIO.............................................................................................................17 3.3 APÊNDICE................................................................................................................17 3.4 ANEXO......................................................................................................................17 4 FORMAS DE APRESENTAÇÃO.................................................................................18 4.1 FORMATO.................................................................................................................18 4.2 MARGEM..................................................................................................................18 4.3 ESPACEJAMENTO...................................................................................................18 4.3.1 Indicativos de seção...............................................................................................18 4.4 PAGINAÇÃO.............................................................................................................18 4.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA................................................................................19 4.5.1 Aspas, itálico e negrito...........................................................................................19 4.6 ABREVIATURAS E SIGLAS.....................................................................................20 4.7 EQUAÇÕES E FÓRMULAS......................................................................................20 4.8 ILUSTRAÇÕES.........................................................................................................20 4.8.1 Figuras....................................................................................................................20 4.8.2 Tabelas...................................................................................................................20 4.8.3 Quadros..................................................................................................................21 5 NOTAS DE RODAPÉ...................................................................................................21 5.1 NOTA DE REFERÊNCIA..........................................................................................21 5.2 NOTA EXPLICATIVA................................................................................................23 6 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES EM DOCUMENTOS............................................23 6.1 CITAÇÃO...................................................................................................................23

6.1.1 Citação direta.........................................................................................................23 6.1.2 Citação indireta.......................................................................................................24 6.1.3 Citação de citação..................................................................................................24 6.2 REGRAS GERAIS.....................................................................................................24 6.3 LOCALIZAÇÃO DAS CITAÇÕES.............................................................................25 6.3.1 Sistema autor-data................................................................................................25 6.3.2 Sistema numérico...................................................................................................27 7 REFERÊNCIAS...........................................................................................................27 7.1 AUTORIA...................................................................................................................28 7.1.1 Um autor.................................................................................................................28 7.1.2 Dois ou três autores..............................................................................................28 7.1.3 Mais de três autores...............................................................................................28 7.1.4 Autoria Desconhecida............................................................................................28 7.1.5 Autor Entidade........................................................................................................28 7.1.6 Traço......................................................................................................................29 7.1.7 Dois traços.............................................................................................................29 7.2 TÍTULO E SUBTÍTULO.............................................................................................29 7.3 EDIÇÃO.....................................................................................................................30 7.4 LOCAL.......................................................................................................................30 7.5 EDITORA...................................................................................................................31 7.6 DATA.........................................................................................................................31 7.7 DIMENSÕES.............................................................................................................33 8 MODELOS DE REFERÊNCIAS ..................................................................................33 8.1 LIVRO........................................................................................................................33 8.2 TESE.........................................................................................................................33 8.3 FOLHETO..................................................................................................................33 8.4 DICIONÁRIO.............................................................................................................33 8.5 GUIA..........................................................................................................................33 8.6 MANUAL....................................................................................................................34 8.7 CATÁLOGO...............................................................................................................34 8.8 ALMANAQUE............................................................................................................34

....................................................................38 9 MODELOS DE REFERÊNCIAS EM MEIO ELETRÔNICO..................................................................................................................................................................................................40 ANEXOS..................................................................34 8.....................15 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO..................3 DOCUMENTO DE EVENTO.....................34 8.....................38 9...................14 DOCUMENTO JURÍDICO.......................34 8......................................................................42 .......11 PUBLICAÇÃO PERIÓDICA.....................................................39 DOCUMENTOS CONSULTADOS...37 8.....................................................38 9...........................................38 9..........................................................4 DOCUMENTO DE ACESSO EXCLUSIVO EM MEIO ELETRÔNICO................................................................36 8....................8....................................................10 CAPÍTULO DE LIVRO.............................13 PATENTE............12 DOCUMENTO DE EVENTO.................................................................................36 8.............1 ENCICLOPÉDIA..........9 PARTE DE COLETÂNEA......2 PUBLICAÇÃO PERIÓDICA........................................39 9..................................................................................................................

Espera-se com este manual contribuir e facilitar a elaboração da parte técnica dos trabalhos acadêmico-científicos. Destacam-se as formas de apresentação e citação em documentos além de diversos modelos de referências em documentos impressos e em meio eletrônico utilizados tanto na fase do projeto de pesquisa como na redação dos Trabalhos de Conclusão de Curso e Monografias. apresenta-se a estrutura de um trabalho acadêmico e científico com elementos pré-textuais. Salienta-se que se trata de um roteiro básico que poderá ser adaptado de acordo com as especificidades dos cursos. Nos anexos.INTRODUÇÃO Este manual de estrutura e apresentação de projetos de pesquisa. A autora . Inicialmente apresenta-se a estrutura e os elementos textuais do Projeto de TCC e Monografia. textuais e pós-textuais de elaboração do mesmo. O manual está dividido em duas partes. complementadas com informações da literatura existente sobre o assunto. Na segunda parte. sugere-se um modelo de capa e folha de rosto. Na elaboração deste documento foram consideradas as diretrizes e normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e as Normas para Apresentação de Documentos Científicos – UFPR (2007). além de um modelo de tabela e de quadro (com a nova forma de apresentar o título). de elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e Monografia tem como objetivo normalizar e unificar os procedimentos na apresentação escrita de trabalhos acadêmico-científicos das Faculdades Integradas do Brasil – UniBrasil.

Para alcançar este objetivo é necessário fazer um planejamento utilizando-se o projeto de pesquisa que se constitui nos procedimentos e planos de ação do Trabalho Final de Conclusão de Curso (TCC) ou da Monografia.1.3 Tipo de delineamento 1.2 REVISÃO DE LITERATURA 1.1.3 METODOLOGIA DA PESQUISA 1.3.4 Coleta de dados 1.1. 1 ESTRUTURA . da sua natureza e situação e o espaço-temporal a ser analisado em que se encontra.1.1 Tipo de abordagem 1.3 OBJETIVO GERAL 1. citação e referências apresentadas na segunda parte.ELEMENTOS TEXTUAIS1 Segundo a NBR 15287/2005 a apresentação do Projeto de Pesquisa po deverá ser realizada levando-se em conta a seguinte estrutura: 1. .3.1 PROBLEMA 1. quanto da natureza e o nível de conhecimento.5 CRONOGRAMA 1.4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1.4 RECURSOS 1.7 GLOSSÁRIO (opcional) 1.2 Tipo de pesquisa 1.3.9 ANEXO (opcional) 1 Na elaboração do projeto segue-se a mesma forma de apresentação.8 APÊNDICE (opcional) 1. sobre o assunto.1 INTRODUÇÃO 1.2 HIPÓTESES 1.5 Tratamento dos dados 1. do investigador.3.1.3.7 PARTE I PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E MONOGRAFIA O objetivo fundamental da pesquisa é descobrir respostas para os problemas mediante o emprego de procedimentos científicos. O planejamento de uma pesquisa deve levar em consideração depende tanto d o problema a ser investigado.6 REFERÊNCIAS 1.5 JUSTIFICATIVA 1.

interpretar. b) ser concreto e estar formulado de forma clara e precisa. estudar. ”logo após a formulação dos problemas procede-se à especificação dos objetivos em lugar da apresentação das hipóteses. d) apresentar certa originalidade. Nas pesquisas descritivas. c) o problema deve ser representativo e possível de ser generalizado. pesquisar.1. comparar. Por isso. melhorar. conhecer.3 OBJETIVO GERAL Define de modo geral o que se pretende alcançar com a realização da pesquisa. a introdução é uma mostra do que o leitor encontrará no trabalho. primeira etapa do texto. 1.1 INTRODUÇÃO A introdução.” (GIL. poderá ser aceita ou rejeitada. identificar.1. avaliar. expor. Algumas condições para a determinação de um problema: a) não pode estabelecer juízo de valor sobre o objeto de pesquisa. compreender. f) deve ser formulado de forma interrogativa. deve dar ao leitor a informação necessária para entender o assunto tratado no estudo. deverão ser extraídos diretamente do problema levantado. averiguar. 1. salvo se forem incluídos novos enfoques ou pontos de vista.1. as hipóteses costumam aparecer como produto final. demonstrar. testar e outros. 2000. Não usar verbos que deverão ser praticados a partir dos resultados (ainda desconhecidos) do trabalho como: conscientizar. Deve constar a formulação e delimitação do tema. 1. No que tange à redação em si. Portanto. não se deve insistir em problemas já conhecidos e estudados.8 1. objetiva e agradável. observar. Iniciar sempre com um verbo de ação no infinitivo tais como: analisar. inovar e outros. Exemplo: Analisar a participação da mulher no mercado de trabalho brasileiro na última década.1 PROBLEMA O problema de pesquisa é uma questão que envolve uma dificuldade teórica ou prática com a qual o pesquisador se defronta e para a qual se busca uma resposta ou solução. distinguir. Já nas pesquisas exploratórias. Aparece de forma explícita apenas nas pesquisas explicativas. p.2 HIPÓTESES É uma suposta resposta ao problema a ser investigado. . 52). desenvolver. e) delimitar a população a ser pesquisada. deve ser clara.

Não deve ser uma mera reprodução de teorias. Assim como anteriormente. se inicia com verbo de ação no infinitivo.2 REVISÃO DE LITERATURA Também denominado de fundamentação teórica. detalhadas passo a passo. Faz-se necessário uma revisão bibliográfica consistente e atualizada e de um sistema conceitual ou definição dos termos. embasamento teórico.5 JUSTIFICATIVA Motivação para a abordagem do tema. 2 Apresentação das razões em defesa do estudo a ser realizado. Relatar se a pesquisa será realizada em âmbito local.1. um elenco de conceitos e pressupostos teóricos que serão necessários para a interpretação da realidade pesquisada. quadro teórico. conceitos. Identificar fatores que possam dificultar o ingresso de mulheres no mercado de trabalho. 1. 6 Referências aos possíveis aspectos inovativos do trabalho. 3 Relação do tema e/ou do problema a ser estudado com o contexto social. É o momento de se construir o arcabouço teórico para explicar e dar significado aos fatos que se pretende investigar. Ou seja. relevância do trabalho.9 1. . quadro referencial. 1. mas sim de entendimento e de interlocução com os autores e pesquisadores do tema. 5 Fundamentação da viabilidade da execução da proposta de estudo. nacional ou internacional. marco teórico. regional. Exemplos: Descrever as etapas de desenvolvimento histórico da participação da mulher no mercado brasileiro. para atingir o objetivo geral. Descreve as ações e etapas. aprofundando o que se propõe a estudar.4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Definem aspectos determinados que se pretende estudar e que contribuem para alcançar o objetivo geral.1. podendo detectar o que outros pesquisadores têm verificado. contribuições futuras e a viabilidade da realização da pesquisa. idéias. considerando as possíveis contribuições do estudo para o conhecimento humano e para a solução do problema em questão. revisão conceitual ou aporte teórico. 7 Considerações sobre a escolha do(s) local(is) que será(ão) pesquisado(s). 4 Explicação dos motivos que justificam a pesquisa no plano teórico e prático. a vertente de análise utilizada e as dificuldades encontradas. Exemplos: 1 Modo como foi escolhido o tema para ser pesquisado e como surgiu o problema levantado para o estudo.

definindo: a) quem observar . Deve-se selecionar o mais preciso possível o universo da pesquisa. a definição da amostra/universo e de que forma serão coletados e tratados os dados.1 Tipo de método de abordagem A abordagem na análise e interpretação dos dados da pesquisa pode ser: quantitativa ou qualitativa.3. pesquisa-ação. as técnicas.3 Tipo de delineamento (bibliográfica. Há muitos instrumentos de pesquisa utilizados para a coleta de dados que variam de acordo com o tipo de investigação que se pretende fazer. e) técnicas mercadológicas. os métodos. ou pesquisa histórica).indicar em que circunstâncias a população será pesquisada.3. .indicar onde a população será observada.4 Coleta de dados (instrumentos utilizados: questionário e/ou entrevista e/ou observação e/ou pesquisa documental. 1. dependendo do tipo de informação que o pesquisador pretende obter. devese definir o tipo de instrumento que pretende-se utilizar.3. p. b) entrevista. Entendese por universo ou população alvo “a totalidade de indivíduos que possuem as mesmas características. Para definir a população alvo devem-se adotar critérios bastante rigorosos de inclusão e exclusão. 1. levantamento. os materiais. estudo de caso.10 Deve-se cuidar para indicar no texto as fontes utilizadas tanto as diretas quanto as indiretas. documental. definidas para um determinado estudo. Alguns exemplos: a) questionário. 1. 49).3 METODOLOGIA DA PESQUISA A Metodologia ou Procedimentos Metodológicos ou. c) observação. Planejamento de Pesquisa é a etapa onde o pesquisador deverá apresentar todos os passos.3. b) local .de acordo com o problema indicar o que for necessário. d) coleta documental.). 1995. descritiva ou experimental/explicativa) 1. c) circunstâncias . 1. ainda.2 Tipo de pesquisa (exploratória. O pesquisador deverá indicar o universo de objetos que será estudado.” (RÚDIO. etc. pois a população tem uma grande influência na generalização dos resultados. f) medidas de opiniões e atitudes.

Deve ser flexível e possível de ajustes. consultas ou indicações realizadas pelo autor no texto. 1. Exemplo: CRONOGRAMA DE PESQUISA ANO X FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV ATIVIDADES Revisão dos X objetivos Pesquisa X bibliográfica Pré-defesa ou Qualificação Pesquisa de Campo Tabulação dos Dados Análise/Interp.6 REFERÊNCIAS Lista em ordem alfabética das referências bibliográficas e de meio eletrônico das citações. o pesquisador deverá indicar quais procedimentos irá adotar para organizá-los e posteriormente analisá-los e interpretá-los. 1.5 CRONOGRAMA É a descrição das fases da pesquisa. dos dados Conclusão Redação Final X X X X X X X X X X X X X X X X Apresentação Final X X 1. 1. materiais e financeiros.3. história oral e outros. deverá ser distribuído num calendário com datas determinadas pela coordenação e/ou orientador do projeto tendo como referência o cronograma estabelecido pela coordenação.4 RECURSOS São informações referentes aos recursos necessários para a realização da pesquisa e envolvem os recursos humanos. .5 Tratamento dos dados (análise estatística e/ou análise de conteúdo) Obtidos os dados.11 g) história de vida.

9 ANEXO (opcional) Texto ou documento não elaborado pelo autor. . (Ver seção 3.5 cm para separar o título da lista. serve como fundamentação. aparece logo após as referências e numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. comprovação ou ilustração. Devem-se observar os seguintes critérios: a) a palavra REFERÊNCIAS deve ser centralizada. Quando necessário no projeto. (Ver seção 3.8 APÊNDICE (opcional) Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar e esclarecer o estudo. lei entre outros. como um decreto. 1. com o objetivo de esclarecer o leitor sobre o significado dos termos empregados no projeto.4). uma entrevista.3).7 GLOSSÁRIO (opcional) O glossário (elemento opcional) é a relação em ordem alfabética. como um questionário. 1. b) devem ser usados dois espaços de 1.2). e) dois espaços simples (1 duplo) para separar as referências entre si. das definições das palavras ou expressões técnicas de uso restrito. c) alinhamento à margem esquerda.12 Todos os documentos citados no projeto devem obrigatoriamente aparecer em folha própria após o texto. um folder. 1. em letras maiúsculas negritadas. (Ver seção 3. Aparece após as referências. entre outros. d) espaço simples entre as linhas.

c) Título (centralizado. textuais e pós-textuais (NBR14724/2005). negrito. Essas partes estão distribuídas em elementos pré-textuais. d) Local (cidade) da instituição onde o trabalho será apresentado. fonte normal). A disposição dos elementos é a seguinte: ESTRUTURA Pré-textuais ELEMENTO Capa (obrigatório) Folha de rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo na língua vernácula (obrigatório) 2 Resumo em língua estrangeira Lista de ilustrações (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Textuais Introdução Desenvolvimento Conclusão Pós-textuais Referências (obrigatório) Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Glossário (opcional) FIGURA 1 . letras maiúsculas. negrito. b) Nome do autor(es) (centralizado. desenvolvimento e conclusão. deve ser separado por dois pontos). e) Ano (algarismo arábico) 2 3 O resumo em língua estrangeira é obrigatório apenas para Dissertações e Teses. letras maiúsculas.1 CAPA PARA VERSÃO FINAL3 A capa deve ser confeccionada em material rígido (capa dura na cor preta com letras douradas).MODELO DE ESTRUTURA DO TCC E MONOGRAFIA 1 PRÉ-TEXTUAIS 1. negrito e fonte normal. nomes em ordem alfabética ). a) Nome da instituição (centralizado. fonte normal. . letras maiúsculas. Após a defesa perante uma banca examinadora e efetuadas as correções solicitadas. Se houver subtítulo.13 PARTE II ESTRUTURA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E MONOGRAFIA O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou a Monografia dividem-se em três partes: introdução.

subtítulo (se houver).5 cm separando o resumo das palavras-chave. ILUSTRAÇÕES. gráficos. QUADROS. d) evitar o uso de citações bibliográficas. mencionando as principais contribuições. Assim como todo trabalho. Dissertação ou Tese).2 LOMBADA OU DORSO De acordo com a NBR 12225/2004 a lombada ou dorso da capa dura deve conter: a) b) c) d) e) nome (s) do(s) autor(es). d) O nome do professor é separado da nota por uma linha em branco. 1. siglas. 1. 4 Em artigos ou periódicos o resumo deve ser redigido com aproximadamente 250 palavras. data. e não uma simples enumeração de tópicos. b) Título centralizado a partir da 13ª linha após o(s) nome(s) do(s) autores.5 LISTA DE TABELAS. o resumo também Segundo a NBR 6028/2003 o resumo deve ser: a) redigido com no máximo 500 palavras4. . f) Ano (algarismo arábico.. negrito e fonte normal.4 RESUMO Resumo é uma condensação do estudo.14 1. f) com dois espaços de 1. centralizado e fonte normal. 1. numerado em seqüência. maiúsculo. quadros. sem recuo de parágrafo. e) Local (cidade) da instituição onde o trabalho será apresentado. ilustrações. e) a primeira frase deve ser a explicação do tema principal. c) deve ser redigido na terceira pessoa do singular. grau pretendido e outros). com o verbo na voz ativa. os resultados e as conclusões do documento. Todos os segmentos de maior importância devem ser incluídos constituindo-se uma seqüência de frases concisas e objetivas. GRÁFICOS E SIGLAS Se o trabalho incluir lista de tabelas. indicação de volume (se houver). o método. o nome da instituição e área de concentração. c) Nota indicando a natureza acadêmica do trabalho (Monografia. título. b) alinhado à margem esquerda. maiúsculo. Trabalho de Conclusão de Curso. o objetivo (aprovação em disciplina. empregando-se letra normal (Arial 12) e espaço simples. deverá aparecer uma página para cada lista. ressaltando-se o objetivo. etc. centralizado na última linha).3 FOLHA DE ROSTO a) Na primeira linha da folha A4 o nome do(s) autor(es) negrito.

Exposição do assunto. empírica. . b) não deve incluir os elementos pré-textuais (dedicatória. Justificativa para a escolha do tema. resumo).título e subtítulo (se houver).15 1. agradecimentos. comentar o que já escreveram a respeito. Os títulos são em letra maiúscula e negrito. Problema da pesquisa. Deve seguir uma ordem progressiva acompanhando o relatório. Inclui todos os títulos principais do trabalho e os subtítulos. c) a palavra sumário deve ser centralizada em maiúsculo e negrito. Objetivo geral e objetivos específicos. oferecendo ao leitor uma visão global do estudo realizado. através de um estudo de caso. Metodologia da pesquisa5. f) com os títulos dos elementos pós-textuais sem indicativo numérico também relacionados e com alinhamento pela margem esquerda. .1 INTRODUÇÃO As principais partes da introdução são: Delimitação do tema. . quais as razões que motivaram a escolha.indicativo numérico (se houver). 2 ELEMENTOS TEXTUAIS 2. 5 Esclarecer o tipo de pesquisa utilizada.2 DESENVOLVIMENTO (RESULTADOS) Parte principal do texto (não um capítulo) que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto.5 cm a palavra sumário do título das seções. Tanto a fundamentação teórica quanto o desenvolvimento não vem com esse nome. g) cada capítulo ou parte deve ser apresentado: . no caso de pesquisa de campo.6 SUMÁRIO Deve ser suficientemente analítico. situar no tempo e no espaço. 2. listas. Segundo a NBR 6027/2003 o sumário deve ser apresentado: a) como último elemento pré-textual. e) com letras e entrelinhamento normal. Sua subdivisão varia em razão da forma de abordagem do tema e do método. Relacionado ao tipo de pesquisa escolhido.número da página inicial. ligado ao título por uma linha pontilhada. os subtítulos somente em maiúscula. qual o método que norteou sua análise e as técnicas que operacionalizaram os métodos através do uso um não pode ter numeração muito maior que o outro. d) separar com dois espaços de 1. se foi bibliográfica ou documental. relatar como foram feitas a coleta de dados e sua interpretação. conforme a NBR 14724/2005. com trabalho de campo. Síntese do conteúdo do TCC ou da monografia. mas com os títulos de seus diferentes capítulos e subseção.

Não se deve apresentar idéias novas não trabalhadas no texto. 6 Os capítulos devem ser divididos de forma equilibrada. inter-relacionando-a num todo e levando em consideração o problema inicial de estudo. com suas respectivas numerações. analisado e interpretado. os problemas que ficaram sem solução ou não foram levantados no tema escolhido. 3 capítulos e Conclusão. aparece desde o momento inicial da escolha do tema. A análise deve estar voltada e relacionada com os objetivos específicos do tema escolhido. a fim de que no futuro possam ser estudados pelo próprio autor do trabalho de pesquisa ou por outras pessoas. Em termos formais. A ligação com a teoria é importante. considerados relevantes. o número de páginas deve ser proporcional entre os capítulos.16 Dividem-se em capítulos6. para facilitar a análise e a interpretação. serão apontados. Na fundamentação teórica7 é imprescindível correlacionar a pesquisa com o universo teórico que serve de embasamento à interpretação do significado dos dados e fatos colhidos ou levantados. Para uma Monografia de Graduação e de Especialização. 2.3. Para proceder à análise e interpretação dos dados. Na fundamentação teórica o pesquisador vai escolher os conceitos e termos – já reconhecidos cientificamente – para analisar o seu problema.CONCLUSÃO (CONSIDERAÇÕES FINAIS) É a última fase do planejamento e organização do trabalho de pesquisa. Todo trabalho de pesquisa deve conter premissas e pressupostos teóricos sobre os quais o pesquisador fundamentará sua interpretação. explicitando com precisão e clareza. a fim de conseguir respostas às suas indagações. deve-se levar em consideração o planejamento bem elaborado da pesquisa. É a ordem metodológica que pressupõe uma definição em relação às alternativas disponíveis de interpretação da realidade social. o pesquisador entra em detalhes sobre os dados decorrentes do trabalho estatístico. seções e subseções. Pode ser ainda vista como uma síntese das idéias essenciais e dos principais resultados obtidos. . Ao se redigirem as conclusões. recomenda-se a divisão em 5 partes: Introdução. e procura estabelecer as relações necessárias entre os dados obtidos e as hipóteses formuladas ou os problemas. que explicita os resultados finais. é a exposição sobre o que foi investigado. Na análise dos dados. partes. Na interpretação dos dados da pesquisa é importante que eles sejam colocados de forma sintética e de maneira clara e acessível. um não pode ter numeração muito maior que o outro.

com o objetivo e esclarecer o leitor. um folder.17 3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 3. Colocá-las em ordem alfabética. Se houver glossário. Na apresentação do anexo. um decreto. quando for apenas um. inclusive as notas de rodapé e os endereços eletrônicos. Na apresentação do apêndice. 3. entre outros. quando for apenas um. como um questionário. antecedendo-os. e na seqüência a relação dos anexos com a indicação da pagina em que aparecem. mas apresentado antecedido por uma folha com o título APÊNDICE centralizado e em letras maiúsculas negritadas.2 GLOSSÁRIO Glossário (elemento opcional) é a relação. acompanhadas das respectivas definições. comprovação ou ilustração . entre outros.3 APÊNDICE O apêndice (elemento opcional) é um texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar sua argumentação. antecedendo-os. As folhas dos anexos devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. mas apresentado antecedido por uma folha com o título ANEXO centralizado e em letras maiúsculas negritadas. não deve ser numerado. deve-se inserir uma folha com o título ANEXOS (centralizado e em letras maiúsculas negritadas).como uma lei. não deve ser numerado. deve-se inserir uma folha com o título APÊNDICES centralizado e em letras maiúsculas negritadas. Se houver mais de um apêndice.4 ANEXO O anexo (elemento opcional) é um texto ou documento que não foi elaborado pelo autor e serve de fundamentação. 3. 3.1 REFERÊNCIAS No trabalho devem constar todas as fontes que foram consultadas. uma entrevista. este deve ser apresentado após as referências. em ordem alfabética. As folhas dos apêndices devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. . e na seqüência a relação dos apêndices com a indicação da página em que aparecem. de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro utilizadas no trabalho. Se houver mais de um anexo.

a partir da folha de rosto. como dedicatória.5 cm. 8 Esta fonte é também denominada normal. as referências e os resumos/abstracts. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços de 1.3 ESPACEJAMENTO Todo texto deve ser digitado com 1. quadro. citação longa. c) superior: 3 cm.1 Indicativos de seção O indicativo numérico de uma seção precede seu título. Recomenda-se. ficha catalográfica. a 2 cm da borda superior. epígrafe errata. A numeração é colocada. formato A4 (21.7 cm). 4. para digitação. d) inferior: 2 cm. as notas. lista de ilustrações. sumário. 4.18 4 FORMAS DE APRESENTAÇÃO 4. referências. a partir da primeira folha da parte textual (normalmente na introdução) em algarismos arábicos.1 FORMATO Os textos devem ser apresentados em papel branco. legenda de ilustração. notas de rodapé. mas não numeradas. referências e outros. digitados no anverso da folha. alinhado à esquerda. b) direita: 2 cm.5 de entrelinhas ou exatamente 24 pontos para o texto. resumo. gráfico. tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para citações longas e notas de rodapé. devem ser centralizados e grafados em letras maiúsculas e negritadas (NBR 6024/2003).3. listas de abreviaturas e siglas. separado por um espaço de caractere. 4. tabela. 4. devem ser digitados em espaço simples ou exatamente 14 pontos.4 PAGINAÇÃO Todas as folhas do trabalho. agradecimentos.0 cm x 29. a utilização de fonte8 Arial. Os títulos sem indicativo numérico. no canto direito da folha.2 MARGEM As folhas devem apresentar as seguintes margens: a) esquerda: 3 cm. As citações longas. . devem ser contadas seqüencialmente. exceto a folha de rosto.

Se houver apêndice e anexo. . b) em títulos de documentos (livros. b) alínea.19 No caso do trabalho ser constituído de mais de um volume.1 Secao quinaria a) alínea. devem iniciar em folha distinta (em maiúsculo e negrito) Os títulos das seções secundarias são em maiúsculo sem negrito e a terciária. como apelidos e gíria. itálico e negrito O itálico pode ser utilizado em: a) palavras frases em língua estrangeira e expressões em latim. 4.1.subalínea. Os títulos das seções primárias. b) em expressões do idioma do vernáculo usuais apenas no meio profissional. deve ser mantida uma única seqüência de numeração das folhas. .1.1 SECAO SECUNDARIA 1.5. somente com a primeira letra da primeira palavra em maiúscula (NBR 6024/2003). ou ainda com sentido irônico.1. por serem as principais divisões de um texto. b) nomenclatura científica (gênero e espécie). c) em termos utilizados com significado diferente.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho.1 Secao terciária 1.1 Aspas. O negrito pode ser usado para: a) letras ou palavras que mereçam ênfase.1 Secao quaternaria 1.subalínea. .subalínea. quando não for possível realçar pelo texto.1. 4. deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. .1.1. periódicos entre outros) na lista de referências. Aspas podem ser utilizadas para: a) no inicio e no final de uma citação direta que não exceda três linhas. Exemplo: 1 SECAO PRIMARIA 1. quaternária e quinária. do primeiro ao último volume.

desenhos e outros) Elementos demonstrativos que constituem unidade autônoma e explicam ou complementam visualmente o texto.7 EQUAÇÕES E FÓRMULAS Aparecem destacadas no texto. Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).20 4. Em sua apresentação: a) têm numeração independente e consecutiva.1 Figuras (quadros. fluxogramas. multiplicação e divisão. se necessário. sem ponto final.8. Devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem. são centralizadas e. sua identificação aparece na parte inferior precedida da palavra FIGURA. se necessário. precedido da palavra tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. Publicações. Disponível em: < http://biblioteca. c) o título é colocado na parte superior.2 Tabelas9 As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente. dispensando consulta ao texto. 4.ibge. subtração.8 ILUSTRAÇÕES 4. 9 Para maiores detalhes sobre elaboração de tabelas e quadros. deve-se numerá-las. 4. precedido por hífen.gov. d) o título da tabela escrito em letras maiúsculas. Coleção digital.8. ver site do IBGE. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. organogramas. Não devem ser fechadas com traços laterais. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes. por falta de espaço. fotografias. acrescentando-se a abreviatura ou a sigla entre parênteses. As legendas das ilustrações devem ser breves e claras. Quando fragmentadas em mais de uma linha. Na seqüência normal do texto. plantas. lâminas. Exemplo: x2 + y2 = z2 4.br>.6 ABREVIATURAS E SIGLAS Quando aparecerem pela primeira vez no texto. Normas de apresentação tabular. Quando destacadas do parágrafo. de modo a facilitar sua leitura. Qualquer que seja seu tipo. b) letra e entrelinhamento menor. índices e outros). gráficos. Acesso em: 10/01/2008. deve-se colocar seu nome por extenso. do respectivo título e/ou legenda explicativa e da fonte. alinhado preferencialmente à margem lateral esquerda do texto. . esquemas. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos.

na construção de tabelas. não sendo mencionada a mesma. f) nota (esclarecimentos e observações de natureza geral). 4. dentro das margens.1 NOTA DE REFERÊNCIA Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado. b) explicativa. i) nas tabelas utilizam-se fios horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior. (NORMAS UFPR. e notas eventuais aparecem no rodapé após o fio de fechamento. evitando-se fios verticais para separar as colunas e fios horizontais para separar as linhas. apresentada logo abaixo da fonte. A primeira citação de uma obra deve ter sua referência completa. precedida da palavra nota em letras maiúsculas. Não se inicia a numeração a cada página. não é delimitada por traço horizontal na parte inferior. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de aproximadamente 4 cm. deve ser continuada na folha seguinte e. precedida da palavra fonte em letras maiúsculas seguida da data/ano entre parênteses. g) devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem. . por exemplo: FONTE: O autor (2007) . 5. a) letra e entrelinhamento menor. Sua numeração é feita por algarismos arábicos.3 Quadros Quadros são arranjos de informações qualitativas e textuais dispostas em colunas e linhas fechadas com traços horizontais e verticais. h) se a tabela não couber em uma folha.8. e) a expressão O autor como fonte quando o quadro for elaborado pelo autor do trabalho. nesse caso. c) a palavra quadro seguida do número que o identifica em algarismos arábicos e hífen seguido do título em maiúsculo. a prévia autorização do autor se faz necessária. d) fonte de onde foram extraídas as informações. 2007). As notas devem ser digitadas com letra menor.21 e) as fontes citadas. 5 NOTAS DE RODAPÉ Notas de rodapé são indicações. As notas de rodapé podem ser: a) de referência. esclarecimentos. b) título na parte inferior do quadro. O texto em rodapé começa e termina na página em que a nota foi inserida. sendo o título e o cabeçalho repetidos na folha seguinte. a partir da margem esquerda. f) caso sejam utilizadas tabelas reproduzidas de outros documentos. devendo ter numeração única e consecutiva para todo o capítulo ou parte. observações para não quebrar a seqüência do texto.

cit. Exemplo: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. p. 38 GARLAND. Exemplo: RIBEIRO. 9 Id. p. loc. p. – na mesma obra. 2-3) ou Segundo Silva (apud ABREU. 1925. g) Sequentia ou et seq. – no lugar citado. 190 d) Opus citatum. 42-43 ADORNO. em diversas passagens. 1992. 176 Ibid.As subseqüentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada. p. p. . 1996. 3) diz ser [. PORTER.. – seguinte ou que se segue. 1987 apud SAGE.. 40 e) Passim – aqui e ali. – obra citada. PORTER. segundo. 1990. Exemplo: ADORNO. p. 33-46 TOMASELLI. 19 c) Ibidem ou Ibid... p.] b) Idem ou Id – mesmo autor. cit. utilizando as seguintes expressões latinas: a) apud – citado por. op. p. conforme. 1994. passim f) Loco citato ou loc. 1992. Exemplo: DURKHEIM. p. p.22 . cit. Exemplo: FOUCAULT. 1992.. p. cit. opere citato ou op. 1999. 17 et seq. 2000. 1997. Exemplo: TOMASELLI. Exemplo: (EVANS. 1989.

. Sua numeração é feita em algarismos arábicos. que podem ser usados no texto. 1985.23 . é usada somente quando for absolutamente necessário transcrever as palavras de um autor.111) descreve: “É imprescindível que o pesquisador procure delimitar corretamente o problema [. p. b) Transcrição longa . As aspas simples ‘ ‘ são utilizadas para indicar citação no interior da citação.com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda.com até três linhas devem estar encerradas entre aspas duplas “ “ e letra normal e indicação obrigatória da(s) página(s). ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. b) longas: mais de três linhas a) Transcrição curta . devendo ter numeração única e consecutiva para todo o capítulo ou parte. sem aspas. Segundo Pereira de Sá (1995.1 CITAÇÃO Menção. com letra menor (fonte tamanho 10) que a do texto utilizado. É obrigatória a citação da página. As citações diretas podem ser: a) curtas: até três linhas.1.. Exemplos: Fachin (2001. 6. faça de conta que está morta” (CLARAC.] ”. Exemplo: . 5. 6 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES EM DOCUMENTOS 6. Não se inicia numeração a cada página.As expressões latinas devem ser utilizadas somente em notas de rodapé. com exceção de apud e et al. p. no texto.] “por meio da mesma ‘arte de conversação’ que abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana”. esclarecimentos ou explanações que não possam ser incluídas no texto. p.2 NOTA EXPLICATIVA Notas usadas para comentários.72). “Não se mova. 27): [. BONNIN. de uma informação (citação indireta) ou de trechos (citação direta) extraídos de outra fonte com a finalidade de esclarecer.1 Citação direta É a transcrição textual dos conceitos do autor consultado....

. Pode aparecer sob a forma de paráfrase ou de condensação. etc. 132 apud STEIN... interpolações. Nas referências (no final do trabalho). ênfase ou destaques. 120) ou As idéias desenvolvidas por Carvalho (2000 apud STEIN..quando se tratar de dados obtidos por informação oral (palestras.] b) interpolações... somente se menciona o nome do autor da obra consultada. mencionando-se os dados disponíveis somente em nota de rodapé. p. comentários. p.. Exemplo: (FACHIN.. Exemplos: Jolivet (1979 citado por LAKATOS .. 6.. MARCONI. utilizando a companhia local de telefone. 2001). Exemplo: . um sinal de áudio pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão (NICHOLS. 6. Usa-se a expressão em português citado por ou a expressão latina apud após a indicação da fonte consultada. comunicações.2 REGRAS GERAIS a) Devem ser indicadas as supressões.. 1998.). 1993.. ou " [. no entanto deve reproduzir fielmente o sentido do texto original. 6..24 A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem.... 2003) sobre o trabalho... 39) afirma que...]. b) Informação verbal .. p. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão..1. Através de áudio conferência.2 Citação indireta É o texto redigido pelo autor com base em idéias de outro(s) autor(es). telefone e computador. debates. sem citar a página.... 181). acréscimos ou comentários: [ ] c) ênfase ou destaque: grifo.. p."(HIRATA. indicar entre parênteses a expressão “informação verbal”. do seguinte modo: a) supressões: [. negrito ou itálico... Deve-se mencionar apenas a fonte de onde foi retirado o texto...1... 1991.3 Citação de citação É a transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original.. 2000...

MARCONI. permitindo sua correlação na lista de referências ou em notas de rodapé (NBR 10520/2002).3. devem ser escritos com letras maiúsculas separados por ponto e vírgula. c) Caso o destaque seja do autor consultado. aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [. 6. c) seguido da data de publicação do documento. Exemplo: [.55).. os sobrenomes devem ser escritos com letras maiúscula e minúscula. usa-se a expressão grifo do autor.3 LOCALIZAÇÃO DAS CITAÇÕES Quanto à localização as citações podem aparecer no texto ou em nota de rodapé. p.. Qualquer que seja o método adotado. b) pelo título de entrada. 1999. separados por vírgula e entre parênteses. e) Caso sejam apresentados pós-sentença.] desejo de criar uma literatura independente..] (CANDIDO. diversa.: (LAKATOS. 6. p. há indícios de cones de dejecção (informação verbal). a indicação da fonte é feita pelo: a) sobrenome do autor ou pela instituição responsável ou.. Exemplo. 12. no Vale do Paraíba. separadas pela conjunção e.55). Exemplo: 10 Este sistema é o mais utilizado. Exemplo: Segundo Lakatos e Marconi (1999. a) Citação com dois autores na sentença.25 Tricart constatou que na bacia do Resende. 1993. 2. Recomenda-se utilizar o sistema autor-data para as citações no texto e o numérico para notas explicativas. de vez que. grifo do autor). deve ser seguido ao longo de todo o trabalho.1 Sistema autor-data10 Neste sistema. v. Sistema autor-data (alfabético) ou o sistema numérico. . p. ainda.

devem ser separadas por ponto e vírgula. Exemplo: “No Brasil.documentos não publicados. 63). indicam-se a data e a(s) página(s). instituição(ões) responsável(eis) estiver(em) incluído(s) na sentença. deve-se indicá-la em letras maiúsculas entre parentes. b) As citações de diversos documentos de um mesmo autor. as notas de rodapé são usadas para: . mencionados . . a) Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es). publicados num mesmo ano. 2000b) c) No sistema autor-data. Exemplo: autores.63) assinala “A utilização de normas na elaboração de trabalhos acadêmicos é fundamental para facilitar a comunicação e o intercambio da informação”. Exemplo: (CRUZ. 2000) e) As citações de diversos documentos de vários simultaneamente. . entre parênteses. 1999. seguida da data e da(s) página(s) separadas por vírgulas. 2007. Exemplo: Segundo Martins (2007. Exemplos: (STEIN.citação de citação. têm as suas datas separadas por vírgula. CORREA. Quando a autoria for mencionada após a idéia do autor ou no final da sentença. que é o fórum nacional de normalização. 1998. 1997). são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas após a data e sem espacejamento. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. .notas explicativas.documentos informais.” (MARTINS. 2000a) (STEIN.26 Ainda hoje mais de 90% das informações coletadas são sobre dados e eventos internos (BRUCKER. d) As citações de diversos documentos de um mesmo autor. p. p. existe a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Os elementos essenciais são as informações indispensáveis à identificação do documento. indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes. São Paulo: R. tais como autor(es). a) entre parênteses. PAIVA. edição. entretanto de exigir rigor científico na argumentação. as referências devem seguir a mesma ordem numérica crescente. Do impeachment no direito brasileiro. 2 BOLETIM ESTATÍSTICO da Rede Ferroviária Federal. As referências são alinhadas somente à margem esquerda e de forma a se identificar individualmente cada documento. acrescida de elementos complementares. retirados de um documento. dos Tribunais. as necessidades de todos (FONSECA. . 1992.3. J. editora e data de publicação.” 1 Se for utilizado o sistema numérico no texto. Na lista de referências aparecem: 1 CRETELLA JÚNIOR. Não deixa.27 Ela polariza e encaminha. local. SILVA. 6. entretanto de exigir rigor científico na argumentação. 1965. quando necessário. utilizam-se outras fontes de informação. Rio de Janeiro.” (1) b) sobrescrita ao texto Exemplo: No texto “A monografia de conclusão de curso tem finalidade essencialmente didática. alinhada ao texto ou sobrescrita ao texto. p. Não deixa. 1997). 107. Não se inicia a numeração das citações a cada página. 20. Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento.2 Sistema numérico As citações devem ter numeração única e consecutiva para todo o capítulo ou parte. A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses. 7 REFERÊNCIAS Referência é o conjunto padronizado de elementos descritivos. p. A referência é constituída de elementos essenciais e. título. que permite sua identificação individual. Quando isso não for possível. após a pontuação que fecha a citação. alinhada ao texto: Exemplo: No texto “A monografia de conclusão de curso tem finalidade essencialmente didática. subtítulo (se houver). sob a forma de “demanda coletiva”.

M. primeiro grau: livro do professor. 2 ed. NBR 10520: apresentação de citações em documentos: procedimento.. Catálogo de teses da Universidade de São Paulo.28 7.1. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. ou KÖCHE. 4. José Carlos. etc. por extenso. M. Carlos Eduardo et al. congressos. 136 p. . Informática básica: Passo a passo.1.2 Dois ou três autores: são apresentados.. 7.) têm entrada pelo seu próprio nome.1 Um autor: último sobrenome em letras maiúsculas. conciso e objetivo. associações. seguido dos(s) prenome(s). 1992. que á a abreviação da expressão latina et alli significa “e outros”. As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais. São Paulo:Atlas. LAKATOS. CHAVES. PASSOS.5 Autor Entidade.4 Autoria Desconhecida: A entrada é feita pelo título. seguida da expressão et al. São Paulo: Scipione. 1993.1. M. Alegria de saber: matemática. 1999. separados por ponto-e-vírgula. São Paulo. Florianópolis: Visual Books. 2001. L. 2. C.1. Eva Maria. 1998. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. 64 p. 467 p.1. empresas. ed. 1993. J.. Marina de Andrade. Exemplos: KÖCHE. seminários. 7. segunda série. Exemplo: BIZZOTO. 7. Exemplo: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. 7.1 AUTORIA A entrada dos nomes deve apresentar os seguintes elementos: 7. FONSECA. Exemplos: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. A. 1995. Exemplo: MARCONI. Rio de Janeiro. 233 p. abreviado(s) ou não. Técnicas de Pesquisa. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.3 Mais de três autores: menciona-se o primeiro.

Além do nome do autor. Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil.Quando se referenciam periódicos no todo (toda a coleção). Arte sacra: espaço sagrado hoje. 1993. São Paulo: Ed. Olympio. São Paulo: . C. G.______. ed. 343 p. G. São Paulo: Loyola. por um traço (equivalente a seis espaços) e ponto final. Nacional. 7.1. Exemplos: FREYRE.Em títulos e subtítulos demasiadamente longos. que se vincula ao título por uma preposição entre colchetes. Exemplo: PASTRO. 1938. o(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras referenciadas sucessivamente pode(m) ser substituído(s). Nacional. o título de várias edições de um documento referenciado sucessivamente também pode ser substituído por um traço nas referências seguintes à primeira. ______. 1943. . separados por dois pontos. 2.1. Exemplo: REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. o título deve ser sempre o primeiro elemento da referência. A supressão deve ser indicada por reticências. devendo figurar em letras maiúsculas. incorpora-se o nome da entidade autora ou editora. podem-se suprimir as últimas palavras. Exemplo: . desde que não seja alterado o sentido.O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram no documento. . 2 v. 405 p. Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. FEBAB. 1973-1992. 1936. São Paulo: Ed.Eventualmente. 1936. Nacional. ______.6 Traço . 7.No caso de periódico com título genérico. São Paulo: Ed. Exemplos: FREYRE. Rio de Janeiro: J. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob regime de economia patriarcal.2 TÍTULO E SUBTÍTULO . 410 p.7 Dois traços . ou quando se referencia integralmente um número ou fascículo. nas referências seguintes à primeira.29 7.

5th ed. DF. Exemplo: Viçosa.No caso de homônimos de cidades. saúde e bem-estar. Rio de Janeiro..3 EDIÇÃO A edição é indicada a partir da segunda. New York: Schaum Publishing. 1965. o número deve ser escrito em algarismos arábicos. Trimestral. D. seguido do ponto e da abreviatura ed. Exemplo: LEITÃO. 1989. Exemplo: ZANI. n.4 LOCAL . acrescenta-se o nome do estado e do país. Ci.Quando necessário. indica-se o primeiro ou o mais destacado. Inf.. 7.30 BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Beleza. 2. .Quando houver mais de um local para uma só editora. M. MG Viçosa. SCHAUM. R. A informação como insumo estratégico. 1995. 7. AL Viçosa. 118-123. Se for em língua estrangeira.ed. v.O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento. abreviam-se os títulos dos periódicos. 204 p. D. usar a forma adotada na língua do documento. . conforme a NBR 6032/1989. RJ . maio/ago. Brasília. 1956. Exemplos: ARAÚJO. 173 p. São Paulo: Saraiva. J.S. p. 22. Exemplo: . de Administração de materiais. 2. Schaum’s outline of theory and problems.

Exemplo: FRANCO. R. A história de Mirador.l. Revisão técnica Antonio Pertence Júnior. 2. V.l. MORENO. 1993.n. Exemplo: GONÇALVES. ed. indicase entre colchetes. 1994. 1994-1995.Quando a editora não é identificada. FLORES.n. . F. MG. . utilizamse ambas as expressões.Quando a editora é a mesma instituição responsável pela autoria e já tiver sido mencionada. 7. [S. 385 p. Exemplo: LAZZARINI NETO. [S. B.Não sendo possível determinar o local.Quando a cidade não aparece no documento.Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação. Exemplo: . entre colchetes [S.].l.]: Ex Libris. 2 v. utiliza-se a expressão Sine loco. I. deve-se indicar a expressão sine nomine. mas pode ser identificada. . Brasília. E. 60 f. Cálculo de geometria analítica. M. Exemplo: UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Cria e recria.].l. [São Paulo]: SDF Editores.: s.n. Tradução de Alfredo Alves de Faria. Exemplo: OS GRANDES clássicos das poesias líricas. L.n.]. Viçosa. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. não é indicada. 1994. 1981. Catálogo de graduação.A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos.. abreviadas e entre colchetes [S.. abreviada. Q. W. 1993.5 EDITORA .6 DATA .].]. entre colchetes [s. 107 p.31 SWOKOWSKI. São Paulo: Makron Books do Brasil. 7. 1994. DF: [s. abreviada. F.: s. S. .

Mensal. J.32 LEITE. Exemplo: ALCARDE.Os meses devem ser indicados de forma abreviada.Em listas de catálogos. A. 1996.. C.Se nenhuma data de publicação. La controversia entre universalismo y particularismo en la filosofia de la cultura.. registra-se uma data aproximada entre colchetes. p. transcrevem-se os primeiros tais como figuram no documento e abreviam-se os últimos. etc.Em caso de publicação periódica. conforme indicado: Exemplo: [1971 ou 1972] [1969?] [1973] [197-] [197-?] [18--] [18--?] um ano ou outro data provável data certa. 204-210. Exemplo: MANSILLA. C. Mensal. A. 53. . 24. O século do desempenho. Piracicaba. maio/dez. 2. Buenos Aires. em lugar dos meses. 1957-1968. 1985. Não se abreviam palavras de quatro ou menos letras. n. n. Scientia Agricola. Revista Latinoamericana de Filosofia. 160 p. indica-se a data inicial e final do período de edição. Rio de Janeiro: Confederação Nacional da Indústria.Se a publicação indicar. Exemplo: GLOBO RURAL. primavera 1998. v. . RODELLA. . não indicada no item década certa década provável século certo século provável . 2/3. São Paulo: Rio Gráfica. as estações do ano ou as divisões do ano em trimestres. . etc. copirraite. . indica-se apenas a data inicial seguida de hífen e um espaço. quando se tratar de publicação encerrada. Exemplo: DESENVOLVIMENTO & CONJUNTURA. B. C. semestres. impressão. O equivalente em carbonato de cálcio dos corretivos da acidez dos solos. H.. 1994. São Paulo: LTr. no idioma original da publicação. para as coleções de periódicos em curso de publicação. puder ser determinada. v. F. distribuição.

Brasília. São Paulo: Global.2 TESE BARCELOS. Iluminação para vídeo e cinema. 8... 16 cm x 23 cm. Lãs. 1998. (Ed. Tese (Doutorado em Nutrição) – Faculdade de Engenharia de Alimentos. Edição exclusiva para o assinante da Folha de S. linhas e retalhos. DF. 61 p. Universidade Estadual de Campinas. Niterói: Eduff.33 7. 1993. 1996.. com exceção de documentos tridimensionais.]. 21 cm. F. também a largura. 1995.3 FOLHETO IBICT. São Paulo: Folha da Manhã. em caso de formatos excepcionais. 41 p. Inclui Mapa rodoviário. CHEMELLO. P. 3. (Coleção Antropologia e Ciência Política. São Paulo: [s. (Roteiros . Co-editor Ismael Cardim. Paulo. 319 p. F. F. ed.1 LIVRO GOMES.. Novela e sociedade no Brasil. A. português/inglês. cujas medidas devem ser dadas com exatidão. Ensaio tecnológico. G. Em ambos os casos. 1993.n. Exemplos: DURAN. ed.). 8 MODELOS DE REFERÊNCIAS 8. 15). bioquímico e sensorial de soja e guandu enlatados no estádio verde e maturação de colheita. se necessário. 1998. J. 137 p. 160 f.5 GUIA BRASIL: roteiros turísticos. Novo dicionário Folha Webster’s: inglês/português. J. 126 p. devem-se aproximar as frações ao centímetro seguinte. 8. L. M. 8. São Paulo: Folha da Manhã. il. 8. Campinas. 21 cm. pode-se indicar a altura do documento em centímetros e. ISBN 85-228-0268-8.7 DIMENSÕES Em listas de referências. Manual de normas de editoração do IBICT. T. 2. 1993. turísticos Fiat)..4 DICIONÁRIO HOUAISS.

Contém iconografia e depoimentos sobre o autor. Ed. Paulo: catálogo. Coordenadoria de Planejamento Ambiental. 1989. caderno. Almanaque para 1949: primeiro semestre ou Almanaque d’A Manhã. cap.Coleção de Revista REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. p. 8. A colonização da terra do Tucujús. História dos jovens 2: a época contemporânea. São Paulo: Studioma: Arquivo do Estado. 8.). 3. 7-16.34 8. Absorveu Boletim Geográfico do IBGE.Trimestral. Relatório de impacto ambiental – RIMA: manual de orientação. São Paulo: Companhia das Letras. (Série Manuais). etc. SCHMIDT. São Paulo. reportagens. 1939 -1983. 2 ed. número de jornal. 16 p. História do Amapá. Rio de Janeiro: IBGE.. e a matéria existente em um número. F. p. M. Índice acumulado. Estudo de impacto ambiental – EIA. G. 1º grau. Imagens da juventude na era moderna. Fac-sim. 8.). Macapá: Valcan. ISSN 0034-3X. volume de uma série. 1991. São Paulo. fascículo ou número de revista. matérias jornalísticas.10 CAPÍTULO DE LIVRO SANTOS.6 MANUAL SÃO PAULO (Estado). volume ou fascículo de periódico (artigos científicos de revistas. 8. 8. . (Org. dos. J. Museu da Imigração – S. 15-24. SP). (Coleção Almanaques do Barão de Itararé).9 PARTE DE COLETÂNEA ROMANO. seções. 1996.8 ALMANAQUE TORELLY. In: LEVI. 1997. 48 p. G. 1939 -1983. Secretaria do Meio Ambiente.7 CATÁLOGO MUSEU DA IMIGRAÇÃO (São Paulo. etc.11 PUBLICAÇÃO PERIÓDICA Inclui a coleção como um todo. . In: _____. R. 1994. na íntegra. editoriais.

2. 28 jun. São Paulo: Ed.Não Assinado COSTURA x P. Edição especial. 1. 1997. p. 1998. n. 131-148. ISSN 0035-0362. . n. 38. P.35 -Trimestral BOLETIM GEOGRÁFICO. 9. Rio de Janeiro. 3. Política e Administração. 1941. 1983. São Paulo: Associação Paulista de Medicina. C. v. Em Pauta. n.U. Revista da Faculdade de Serviço Social da UERJ.R. 1999.Fascículo de Revista DINHEIRO: revista semanal de negócios. Rio de Janeiro: IBGE. p.Artigo de Jornal Diário NAVES. 148. . .Artigo de Boletim de Empresa . Rio de Janeiro. 98 p. 1943-1978.Número Especial de Revista CONJUNTURA ECONÔMICA.Artigo de Revista Institucional COSTA. À margem da lei: o Programa Comunidade Solidária. n. 135 p. nov. Rio de Janeiro: IBGE. SÃO PAULO MEDICAL JOURNAL = REVISTA PAULISTA DE MEDICINA.Matéria de Jornal Assinada .Artigo de Revista GURGEL. Reforma do Estado e segurança pública. Suplemento. 13. v. set. Aldus. . . 1984. 1997. Encarte técnico. set. Folha de S. 28 jun. São Paulo. . Bimensal. V. Suplemento de Periódico PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS. São Paulo. . v. n. 15-21.. Mão-de-obra e previdência. p. As 500 maiores empresas do Brasil. 2000. 12. Folha Turismo. ano 1. p. Rio de Janeiro: FGV. Lagos andinos dão banho de beleza. Três. Paulo. R. Caderno 8. 7. 8.

Petrolina: EMBRAPA. São Paulo. A. 20. Poços de Caldas. R. 1995. Jornal do Brasil. BORGES.36 LEAL. 655 p. p.Resumos de Encontro REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA. Anais. Horizonte: UFMG... 9. O. Petrolina.Resumo de Trabalho de MARTIN NETO. sociedade: livro de resumos. indústria. .. 25 abr. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química. Influência da correção e do preparo do solo sobre algumas propriedades químicas do solo cultivado com bananeiras. L. . A. J... C.. L. 443. S. MEDEIROS.Registro de Patente Anais.Anais de Congresso SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES. Química: academia. N. 1994. 1994. 3-4.. Alterações qualitativas Congresso da matéria orgânica e os fatores determinantes da sua estabilidade num solo podzólico vermelho-escuro em diferentes sistemas de manejo. Resumos. 16-29. MIELNICZUK. São Paulo: USP. MP fiscaliza com autonomia total. L. p. Rio de Janeiro. C. P. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS. L. 6-141. REZENDE. 1995. ref. . Rio de Janeiro.Trabalho Publicado em Anais BAYNER. . 1997.12 DOCUMENTO DE EVENTO . Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. CPATSA.. 21. 3. Belo . 1999. 26. J.Colaboração em Reunião SOUZA. 1994. Anais. 1997.. B. P. Incorporação do tempo em SGBD de Congresso orientado a objetos. A. 8. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO. 1997.13 PATENTE . 1994. 8. BAYER..

e dá outras providências. de 1991. DF. Brasília. notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. de 11 de dezembro de 1997. 1156-1157. através de revogação do parágrafo 2º. 30 maio 1995. Medida provisória nº 1. Decreto nº 42. Paulo Estevão Cruvinel. Autoriza o desbloqueio de Letras Financeiras do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul. p. 29514. 183. 8.37 EMBRAPA. Medidor digital muiltisensor de temperatura para solos. do artigo 1º da Resolução nº 72. 7. Código civil.14 DOCUMENTO JURÍDICO . p. 46. Unidade de Apoio.Resolução do Senado BRASIL. v. 3. 1988. 1997.Habeas-Corpus .Constituição Federal BRASIL. . Brasília. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos). Decreto-lei nº 5. BR n. maio/jun. Estabelece multa em operações de importação. v. Suplemento. de 20 de janeiro de 1998. 1995. . Coleção de leis da República Federativa do Brasil. 1943. 62. 26 jun. Senado.452. 1989. v. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Consolidação das Leis do Trabalho.822. 217-220.Código BRASIL. Aprova a consolidação das leis do trabalho. de 1990. de 1 de maio de 1943. Seção 1. . DF. n. . Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias do Estado e dá providências correlatas. Lex-Coletânea de Legislação: edição federal. Congresso. ed. São Paulo. 14 dez. . PI 8903105-9. DF: Senado Federal. Organização dos textos. p.Consolidação de Leis BRASIL. 1991.Medida Provisória BRASIL. São Paulo. Constituição: República Federativa do Brasil. São Paulo: Saraiva. Poder Executivo.569-9. Resolução nº 17. . Lex-Coletânea de Legislação e Jurisprudência. 1998.Decreto SÃO PAULO (Estado). Constituição (1988). Brasília.

Lex-Jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais.Atlas ATLAS Mirador Internacional. mar.2 PUBLICAÇÃO PERIÓDICA . 79 cm x 95 cm. 1998.br/contexts/brasilrevistas. Produzida por Videolar Multimídia. Processual Penal. em Meio Eletrônico . (Ed. Direção geral de André Koogan Breikmam. da 6ª. escolar. Net..38 BRASIL. Súmula nº 14.1 ENCICLOPÉDIA KOOGAN.. turístico e regional. 10. 236-240.15 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO . Rio de Janeiro. 1998. Súmulas. em Meio Eletrônico SILVA.brazilnet. Escala 1:600. 1981.Súmula BRASIL. nov. Seção Ponto de Vista. In: _____. 1981. São Paulo: Michalany. Superior Tribunal de Justiça.Mapa BRASIL e parte da América do Sul: mapa político.000. p. HOUAISS. color. DF. Não é admissível por ato administrativo restringir. M. Habeas-corpus nº 181. 103. Crimes da era digital. Habeas-corpus. 8. 5 CD-ROM. A. p. inscrição em concurso para cargo público. Supremo Tribunal Federal.Matéria de Revista Não Assinada. 1 mapa. São Paulo. Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Brasília.). 6 de dezembro de 1994. rodoviário. Constrangimento ilegal. São Paulo: Delta: Estadão. n.636-1. A.Artigo de Revista. . 9 MODELOS DE REFERÊNCIAS EM MEIO ELETRÔNICO 9. Acesso em: 28/11/1998. . em razão de idade. 16. Disponível em: http://www.com. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. L. 1998. M. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. v.htm. . Enciclopédia e dicionário digital 98. 9. 1994.

Acesso em: 27/11/1998. em Meio Eletrônico SILVA.Congresso Científico em Meio Eletrônico CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. M. 9. G. Acesso em: 28/11/1998. 10. Recife: UFPe.. A educação à distância e a biblioteca universitária. 4. 1 CD.htm.39 WINDOWS 98: o melhor caminho para atualização. . Fortaleza.org/pena_morte_nascituro_htm. Disponível em: http://www. 1998. R. 27 nov.br.bdt. Desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.Trabalho de Seminário em Meio Eletrônico GUNCHO. 1996. Paulo. Anais eletrônicos.gcsnet. Marinho. I. Diário do Nordeste Online.propesq. Disponível em: http://www. n. Pena de morte para o nascituro.com. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS.org/bdt/avifauna/aves. Disponível em: http://www.. . Acesso em: 25/11/1998. PC World.Banco de Dados BIRDS from Amapá: banco de dados.4 DOCUMENTO DE ACESSO EXCLUSIVO EM MEIO ELETRÔNICO . São Paulo.br/anais/anais.3 DOCUMENTO DE EVENTO . em Meio Eletrônico ARRANJO tributário. 1998. set. Fortaleza..providafamilia. O Estado de S. Apresenta textos sobre urbanismo e desenvolvimento de cidades.br/abre. 1995-1998. 19 set. 1998. Acesso em: 10/09/1998. Fortaleza: Tec Treina.Matéria de Jornal Não Assinada. .. Acesso em: 19/09/1998. 1996.Matéria de Jornal Assinada.Homepage Institucional CIVITAS. Coordenação de Simão Pedro P. São Paulo. Disponível em: http://www. Disponível em: http://www.htm..com. 75. Disponível em:http://www. Acesso em: 21/01/1997. 9.. Anais.ufpe.br/oamis/civitas. . 1998. .idg. 1998.com. Recife.diariodonordeste.

Rio de Janeiro. 2002. __________.ibge. NBR 15287. Sistema de Bibliotecas. Rio de Janeiro.apresentação. 2002. __________. Curitiba: Editora UFPR. informação e documentação: citações em documentos – apresentação. Marina. Rio de Janeiro. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. monografias e outros trabalhos acadêmicos. __________. GIL. 1995. IBGE. Técnicas de pesquisa em economia e elaboração de monografias. referências bibliográficas. NBR 6032. NBR 14724. NBR 6024. 2). informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito .Teses. 2003. __________. (Normas para apresentação de documentos científicos. 2000. Coleção digital. informação e documentação: lombada – apresentação. Rio de Janeiro. 2. São Paulo: Atlas. Projetos. 1991. Metodologia científica. 2005. __________. NBR 6027. 2004. ______.40 DOCUMENTOS CONSULTADOS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Eva Maria. Petrópolis. RJ: Vozes. Acesso em: 10/01/2008.apresentação. dissertações. Introdução ao projeto de pesquisa científica. . Rio de Janeiro. __________. 2005. __________. NBR 12225.br>. informação e documentação: resumo – apresentação. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2007. 1989. Disponível em: < http://biblioteca. RUDIO. São Paulo: Atlas. (Normas para apresentação de documentos científicos. Projeto de pesquisa. Antonio Carlos. 1). Rio de Janeiro. __________. Rio de Janeiro. 2003. LAKATOS. NBR 10520. 2003. informação e documentação: sumário . ed. abreviação de títulos de periódicos e publicações seriada. 18. Publicações. Rio de Janeiro. 2007. Rio de Janeiro. Franz Victor. Rio de Janeiro.______. Normas de apresentação tabular.gov. ed. MARCONI. NBR 6028. NBR 6023. informação e documentação – trabalhos acadêmicos .apresentação. Curitiba: Editora UFPR.

______. ______. (Normas para apresentação de documentos científicos. 2007. (Normas para ______. Referências. 9). . 3). (Normas para apresentação de documentos científicos. 2007. Redação e editoração. Citações e notas de rodapé. 4).41 ______.______.______. Curitiba: Editora apresentação de documentos científicos. Curitiba: Editora UFPR. Curitiba: Editora UFPR. 2007. UFPR.

....................................................................45 ...............................................................................42 ANEXOS ANEXO 1 – MODELO DE CAPA ..........44 ANEXO 3 – MODELO DE TABELA E QUADRO ................43 ANEXO 2 – MODELO DE FOLHA DE ROSTO .

UNIBRASIL BRYAN ANTUNES ELISA MACEDO GUSTAVO ANDERSEN AS ATIVIDADES DE MARKETING NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR CURITIBA 2008 .43 ANEXO 1 .MODELO DE CAPA FACULDADES INTEGRADAS DO BRASIL.

Edson Alves .MODELO DE FOLHA DE ROSTO BRYAN ANTUNES ELISA MACEDO GUSTAVO ANDERSEN AS ATIVIDADES DE MARKETING NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito para a obtenção do grau de bacharel em Administração. Dr.44 ANEXO 2 . CURITIBA 2008 . Orientador: Prof. Escola de Negócios das Faculdades Integradas do Brasil – UniBrasil.

654 Mulheres 92.607 18.196 194.368 Empresas 70 181 REGIÃO SUL Homens 29.MODELO DE TABELA E QUADRO TABELA 1 .POPULAÇÃO OCUPADA EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS.45 ANEXO 3 . BRASIL E REGIÃO SUL 1975-1980 ANOS Empresas 1975 1980 536 1.952 FONTE: IBGE (1975-1980) CONHECIMENTO POPULAR Valorativo CONHECIMENTO CIENTÍFICO Real (factual) CONHECIMENTO FILOSÓFICO Valorativo CONHECIMENTO TEOLÓGICO Valorativo Reflexivo Contingente Racional Inspiracional Assistemático Sistemático Sistemático Sistemático Verificável Verificável Não Verificável Não Verificável Falível Falível Não Falível Não Falível Inexato Aproximadamente exato Exato Exato QUADRO 1 – QUATRO TIPOS DE CONHECIMENTO FONTE: LAKATOS E MARCONI (1991) .805 443.688 Mulheres 7.331 BRASIL Homens 300.311 45.