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Como_Monografar_seguindo_a_ABNT

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  • 1 - INTRODUÇÃO
  • 2.1 - Revisão de Literatura
  • 2.2 - Justificativa
  • 2.3 - Objetivos
  • 3 - A EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA
  • 4.1.1 - Fatores internos
  • 4.1.2 - Fatores Externos
  • 4.2.1.2 – Registro de documentos
  • 4.2.1.3 – Organização
  • 4.3 - Problema
  • 4.4 - Hipótese
  • 4.5 - Justificativa
  • 4.6 - Objetivos
  • 4.7 - Metodologia
  • 4.8 - Esquema do Trabalho
  • 5.1.1.2 – Itens de Identificação do Respondente
  • 5.1.1.3.2 – Respostas livres, abertas ou curtas;
  • 5.1.1.3.3 – Formulário de múltipla escolha;
  • 5.1.1.3.4 – Questões mistas
  • 5.2.1.2 – Plano da entrevista e questões a serem perguntadas
  • 5.2.1.3 – Pré-teste
  • 5.2.1.4 – Diante do entrevistado
  • 5.2.1.5 – Relatório
  • 5.3.1.2 – Planejamento de um método de registro
  • 5.3.1.3 – Fenômenos não esperados
  • 5.3.1.4 – Registro fotográfico ou vídeo
  • 5.3.1.5 – Relatório
  • 5.4.1 - A Internet
  • 5.4.2 - Fichamentos
  • 6.1 - Capa
  • 6.2 - Folha de Rosto
  • 6.3 - Dedicatória
  • 6.4 - Agradecimento
  • 6.5.1 - Divisão de um Sumário
  • 6.6.1 - Introdução
  • 6.6.2 - Desenvolvimento do Texto
  • 6.6.3 - Conclusão
  • 6.7 - Anexos ou Apêndices
  • 6.8.1 - Livros
  • 6.8.2 - Artigos de revistas ou jornais
  • 6.8.3 - Publicações Periódicas
  • 6.8.4 - Obras de Referência
  • 6.9 - Glossário
  • 6.10 - Capa
  • 7.1.1 - Citação Direta
  • 7.1.2 - Citação de Citação
  • 7.1.3 - Citação Indireta
  • 7.2 - Localização das Citações
  • 7.3 - Paginação
  • 7.4 - Formato
  • 8.2 - Bibliografia Recomendada
  • 9.1- Palavras utilizadas em pesquisa
  • 9.2- Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa

NORMAS ABNT [Conheça as Normas Técnicas

]

Disponibilizamos nesta seção as normas técnicas da ABNT para trabalhos acadêmicos. Além disso, você pode analisar a forma que trabalhamos. Qualquer dúvida entre em contato conosco. SUMÁRIO DAS NORMAS 1 - Introdução 2 - O Projeto deste Trabalho 2.1 - Revisão de Literatura 2.2 - Justificativa 2.3 - Objetivos 2.4 - Metodologia 3 - A Evolução da Ciência 4 - A Montagem da Pesquisa 4.1 - Escolha do Tema 4.2 - Levantamento ou Revisão de Literatura 4.3 - Problema 4.4 - Hipótese 4.5 - Justificativa 4.6 - Objetivos 4.7 - Metodologia 4.8 - Esquema do Trabalho 5 - Técnicas de Coletas de Dados 5.1 - Questionário 5.2 - Entrevista 5.3 - Observação 5.4 - Análise de Conteúdo 5.4.1 - A Internet 5.4.2 - Fichamentos 6 - Estrutura de Apresentação do Trabalho

2 6.1 - Capa 6.2 - Folha de Rosto 6.3 - Dedicatória 6.4 - Agradecimento 6.5 - Sumário 6.5.1 - Divisão de um Sumário 6.6 - Texto 6.6.1 - Introdução 6.6.2 - Desenvolvimento do Texto 6.6.3 - Conclusão 6.7 - Anexos ou Apêndices 6.8 - Referências Bibliográficas 6.8.1 - Livros Autor pessoa física: Até três autores: Mais de três autores: Sem nome do autor: Dissertação / Tese: Autor corporativo: O autor do capítulo citado é também autor da obra: O autor do capítulo citado não é o autor da obra: 6.8.2 - Artigos Artigo de um autor: Artigo não assinado (sem nome de autor): Artigo de jornal assinado: Artigo de jornal não assinado (sem nome de autor): 6.8.3 - Publicações Periódicas Coleções inteiras: Somente uma parte de uma coleção: Decretos-Leis, Portarias etc.: Pareceres, Resoluções etc: Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos: Anais de congresso no todo: 6.8.4 - Obras de Referência Dicionário: Enciclopédia: Anuário: 6.8.5 - Internet 6.9 - Glossário

3 6.10 - Capa 7 - Organização do Corpo do Texto 7.1 - Citações 7.2 - Localização das Citações 7.3 - Paginação (numeração das páginas) 7.4 - Formato 8 - Bibliografia 8.1 - Referências Bibliográficas 8.2 - Bibliografia Recomendada 9 - Glossário 9.1-Palavras utilizadas em pesquisa 9.2- Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa Endereço da ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Av. Treze de Maio, 13 - 28o andar - Centro Rio de Janeiro - RJ - CEP: 20003-900 Tel.: (021) 210-3122 * R.: 131/127/133 - FAX: (021) 532-2143 E-Mail: abnt@embratel.net.br Home Page: http://www.abnt.org.br/ Fonte http://mepeldigitus.com/abnt.html. Capturado em 19 de agosto de 2001. 1 - INTRODUÇÃO Este trabalho não tem a pretensão de abranger todas as questões envolvidas em Metodologia Científica. Trata-se, tão somente, de uma ajuda para consulta por parte dos alunos dos cursos de graduação. Qualquer aprofundamento teórico ou prático deverá ser buscado na bibliografia sugerida no final deste trabalho. Nossa intenção foi apenas facilitar a busca dos alunos no que diz respeito aos trabalhos de pesquisa acadêmica. A estrutura deste trabalho, por si só, serve de modelo para um trabalho realizado em sala de aula. Além

4 disso, procuramos apresentar e explicar as regras para cada parte de um trabalho científico. Baseados em observações próprias, sem conotação científica, notamos que a disciplina de Metodologia Científica é uma das mais rejeitadas pelos alunos em praticamente todos os cursos de graduação. É, mais ou menos, como o velho chavão do "odeio matemática", mesmo que a matemática não seja tão terrível assim. Na verdade, essa rejeição não se dá pela disciplina em si, já que seu conteúdo é simples e até mesmo primário; a rejeição só pode se tornar efetiva, real, por responsabilidade única da didática aplicada pelos professores que ministram as aulas que tratam de métodos de pesquisa. A disciplina Metodologia Científica é iminentemente prática e deve estimular os alunos para que busquem motivações para encontrar respostas as suas dúvidas. Se estamos nos referindo a uma disciplina engajada num curso superior, estamos, concomitantemente, referindo-nos a uma Academia de Ciência e, como tal, as respostas dadas às dúvidas primeiras devem ser buscadas através do rigor científico e apresentadas através das normas acadêmicas vigentes. Dito isto, parece que fica claro que metodologia científica não é um simples conteúdo a ser decorado pelos alunos, para ser verificado num dia de prova; trata-se de fornecer aos alunos um instrumental indispensável para que sejam capazes de atingir os objetivos da Academia, que são o estudo e a pesquisa em qualquer área. Procuramos, na medida do possível, seguir rigorosamente as regras definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, para elaboração de trabalhos científicos. Caso alguma regra não esteja sendo cumprida, a responsabilidade é da desatenção do autor. Quando falamos de um curso superior, estamos nos referindo, indiretamente, a uma Academia de Ciências, já que qualquer Faculdade nada mais é do que o local próprio da busca incessante do saber científico. Neste sentido, esta disciplina tem uma importância fundamental na formação do profissional. Mas aprender a pesquisar é muito fácil.

1976. 1976: 1). Apresenta também um glossário. Gaston. Livro tradicional. É um excelente livro para os cursos de graduação e oferece alguns capítulos que ajudam no aproveitamento da leitura e técnicas de redação.Revisão de Literatura Muitos livros são escritos sobre a questão dos métodos de pesquisas. Lucia Monteiro. O método científico: teoria e prática. Porto Alegre: Globo. teses e dissertações. Este livro é mais indicado para os cursos de pós graduação ou ao de graduação em Filosofia. 151 p. A. Rio de Janeiro: Zahar. . Livro mais complexo sobre Filosofia das Ciências. São Paulo: Harbra. Este livro pode ser dividido em uma parte teórica e outra prática. Metodologia da pesquisa científica. sendo que um pouco mais valorizado nas questões práticas da Metodologia Científica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. Lyra. 12). Note-se que este livro foi escrito em 1973. O objetivo principal deste livro "é a exposição e análise crítica do significado e dos limites dos métodos e técnicas atuais de investigação" (Vera. BASTOS. 1986. PAIXÃO. 200 p. De qualquer forma é um livro simples e de fácil entendimento para os cursos de graduação. GALLIANO.1 .5 Vejam só: 2 . O novo espírito científico. É um dos livros escritos por um professor de Filosofia da Ciência da Universidade Nacional de Buenos Aires. os métodos científicos. entre eles destacamos: VERA.PROJETO DESTE TRABALHO 2. que apresenta em forma discursiva. FERNANDES. 1982. Guilherme. BACHELARD. 1968. que ajuda aos alunos a compreenderem os termos referentes à Metodologia Científica. é um livro próximo do elaborado por Asti Vera. (Biblioteca Tempo Universitário. Armando Asti. Lília da Rocha.

onde os alunos poderão consultar. É um livro dedicado à pesquisa qualitativa em Ciência Social. se bem que possa ser utilizado pelos dos cursos de pósgraduação.Oferecer aos alunos dos cursos de graduação um material concreto de consulta para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. para suprimir suas dúvidas quanto aos procedimentos. Pela sua simplicidade e pela sua intenção de ser um trabalho direto e objetivo. já que não amplia as abordagens tratadas. É um trabalho realizado especificamente para alunos dos cursos de graduação. baseando-se nos modelos americanos existentes.Justificativa Realizada a Revisão de Literatura.2 . As três professoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro propuseram-se a realizar uma obra em estilo de manual.Mostrar para nossos clientes como trabalhamos. embora não concludente e passível de revisão e ampliação. podendo ser útil numa consulta de termos e aspectos teóricos em qualquer área. 107 p. Podemos dizer também que trata-se de uma obra singular na literatura sobre Metodologia Científica. A partir daí notamos. . 2 ed.3 . No entanto. por conseqüência. No entanto. pode ser entendida como uma facilitadora da aprendizagem. torna-se uma obra de real importância. GOLDENBERG. 2. deve-se tomar cuidado. 1997. A presente obra procura não dificultar as questões que envolvem a elaboração de um projeto e o relatório da pesquisa. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. É um livro limitado no seu contexto mais geral.Objetivos . Traz no seu bojo as regras de Referências Bibliográficas da ABNT.Facilitar a aprendizagem dos alunos dos cursos de graduação. .6 É um livro fundamentalmente prático. 2. portanto. a qualquer hora. . Rio de Janeiro: Record. é passível de consulta. já que a primeira edição do Manual é do ano de 1979 e as regras foram alteradas no ano de 1989. técnicas e normas de pesquisa. É também um bom livro no que se refere às questões práticas.. a necessidade de realizarmos uma obra que oriente os alunos na confecção de trabalhos de sala de aula. podemos notar que quase todas as obras tratam a questão da Metodologia Científica no seu sentido teórico. Mirian.

Era. Por este motivo. 2. Como não conseguiam compreender o que se passava diante deles. que procura sempre uma aproximação com a lógica (em breve evoluiremos para desenvolver este tema). Assim. a inteligência humana evoluiu do medo para a tentativa de explicação dos fenômenos através do pensamento mágico. a boa colheita da benevolência dos mitos. A partir daí essa apostila foi revisada e ampliada para que se tornasse mais completa.4 . para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. das crenças e das superstições. b) O misticismo: Num segundo momento. Sendo assim podemos definir três níveis de desenvolvimento da inteligência dos seres humanos desde o surgimento dos primeiros hominídeos: a) O medo: Os seres humanos pré-históricos não conseguiam entender os fenômenos da natureza. suas reações eram sempre de medo: tinham medo das tempestades e do desconhecido. 3 . uma evolução já que tentavam explicar o que viam.Esclarecer as regras e as normas estipuladas pela ABNT.A EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA A evolução humana corresponde ao desenvolvimento de sua inteligência. Desta forma nasceu a ciência metódica. não lhes restava outra alternativa senão o medo e o espanto daquilo que presenciavam. Esta obra tem origem numa apostila feita para consulta dos alunos. as tempestades podiam ser fruto de uma ira divina. sem dúvida.Metodologia A metodologia adotada nesta obra foi somente a Análise de Textos. Vários livros foram consultados e procurou-se encontrar uma maneira de sintetizá-los numa obra que tivesse o caráter de objetividade e riqueza de dados. c) A ciência: Como as explicações mágicas não bastavam para compreender os fenômenos os seres humanos finalmente evoluíram para a busca de respostas através de caminhos que pudessem ser comprovados. . as desgraças ou as fortunas eram explicadas através da troca do humano com o mágico.7 .

8 O ser humano é o único animal na natureza com capacidade de pensar. por sua vez. Capturado em 19 de agosto de 01 . Esta característica permite que os seres humanos sejam capazes de refletir sobre o significado de suas próprias experiências. Assim evolui a ciência. é capaz de novas descobertas e de transmiti-las a seus descendentes. Assim sendo.html#projeto.com/intro. que. o saber de um indivíduo é transmitido a outro. ou seja. aproveita-se deste saber para somar outro. Fonte: http://mepeldigitus. O desenvolvimento do conhecimento humano está intrinsecamente ligado à sua característica de viver em grupo.

indivíduos ou acervos deverão ser procurados.Fatores internos . .1 .2 – Registro de documentos Esteja preparado para copiar os documentos.Sugestões para o Levantamento de Literatura 4. agências governamentais ou particulares.Escolha do Tema Existem dois fatores principais que interferem na escolha de um tema para o trabalho de pesquisa: 4. .1. 4.Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa.Material de consulta e dados necessários ao pesquisador 4.2. sua novidade.2.1.A significação do tema escolhido. 4.2 .2.1. 4.O limite das capacidades do pesquisador em relação ao tema pretendido. Este levantamento é realizado junto às bibliotecas ou serviços de informações existentes.Fatores Externos . fotografias ou outro meio qualquer. seja através de xerox.A MONTAGEM DA PESQUISA 4.2 .1. .Levantamento ou Revisão de Literatura O Levantamento de Literatura é a localização e obtenção de documentos para avaliar a disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de pesquisa.1. 4.1 .3 – Organização Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios .O limite de tempo disponível para a conclusão do trabalho. sua oportunidade e seus valores acadêmicos e sociais. .1 – Locais de coletas Determine com antecedência que bibliotecas.1 . instituições.9 4 .2.Afetividade em relação a um tema ou alto grau de interesse pessoal.

hipótese é uma afirmação categórica (uma suposição).3 .Objetivos A definição dos objetivos determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa. Neste sentido. de ser comprovada. Relação de todas as obras ou documentos sobre o assunto. então. como o próprio nome indica. 4. irá confirmar ou negar a hipótese (ou suposição) levantada. A justificativa exalta a importância do tema a ser estudado.Nível específico a ser tratado. 4. 4. na elaboração da justificativa. que será confirmada ou negada através do trabalho de pesquisa. O tema escolhido pelo pesquisador e a hipótese levantada são de suma importância. ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento. b . O trabalho de pesquisa. de não se tentar justificar a hipótese levantada. levanta-se uma questão para ser respondida através de uma hipótese. que tente responder ao problema levantado no tema escolhido para pesquisa.Problema O problema é a mola propulsora de todo o trabalho de pesquisa. para a sociedade ou para alguns indivíduos. Objetivo é sinônimo de meta.Justificativa A justificativa num projeto de pesquisa. Deve-se tomar o cuidado. 4. Os objetivos podem ser separados em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos.Nível geral do tema a ser tratado. . é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. Depois de definido o tema.10 de sua pesquisa.6 .Hipótese Hipótese é sinônimo de suposição. ou seja: tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa.5 . Relação somente das obras ou documentos que contenham dados referentes à especificidade do tema a ser tratado.4 . O levantamento de literatura pode ser determinado em dois níveis: a . fim.

2 Direitos e deveres 5. 4. da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho.3 A moral da família 5. Exemplo: Título:Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça 1 INTRODUÇÃO 2 HISTÓRICO DO PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE 3 O PODER DA RELIGIÃO 3.5 A violência 6 UM CAPÍTULO MASCULINO 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Fonte http://mepeldigitus.2 O mito da Virgem Maria 4 O PROCESSO DE EDUCAÇÃO 5 O PAPEL DA MULHER NA FAMÍLIA 5. detalhada.1 O mito de Lilith/Eva 3.4 Casamento: um bom negócio 5. Depois de concluída a pesquisa. das formas de tabulação e tratamento dos dados.com/montagem.html. rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. podendo ser totalmente alterado durante o desenvolvimento do trabalho.7 . do instrumental utilizado (questionário. Este Esquema é um esboço. É a explicação do tipo de pesquisa. entrevista etc). enfim.11 4.Esquema do Trabalho O Esquema do Trabalho guia o pesquisador na elaboração do texto final.8 . de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa. este Esquema irá se tornar o Sumário do trabalho final.Metodologia A Metodologia é a explicação minuciosa.1 A questão da maternidade 5. do tempo previsto. 21/08/01 .

Não é recomendado o uso de gírias. Se sua confecção é feita pelo pesquisador.3. .1. A criação dos itens formulário segue as regras abaixo.1.1.1 – Carta Explicação A Carta Explicação deve conter: – A proposta da pesquisa. 5.1 . seu preenchimento é realizado pelo informante.2 – Itens de Identificação do Respondente . ENDEREÇO.12 5 . – Incentivo para o preenchimento e.1.Conteúdo de um questionário: 5. 5. num universo reduzido.1 .1.3 – Formulário de múltipla escolha. é um instrumento ou programa de coleta de dados.1.1. 5..TÉCNICAS DE COLETAS DE DADOS 5.Todo questionário a ser enviado deve passar por uma etapa de pré-teste.1.O Questionário.1 – Formulário de itens sim-não. . Ex. como para selecionar alguns questionários para uma posterior entrevista (trataremos das técnicas de entrevistas posteriormente). .: Trabalha? ( ) Sim ( ) Não 5. a não ser que se faça necessário por necessidade de características de linguagem do grupo (grupo de surfistas.3 – Itens sobre as questões a serem pesquisadas. a não ser que haja extrema necessidade.2 – Respostas livres.1.Agradecimento. para que se possam corrigir eventuais erros de formulação.Para que as respostas possam ter maior significação é interessante não identificar diretamente o respondente com perguntas do tipo NOME. Ex. TELEFONE etc.1. – Instruções para devolução.: Bairro onde mora: ______________________________ 5. abertas ou curtas.3.Questionário . por exemplo) .3.1. 5. – Instruções de preenchimento. numa pesquisa.A linguagem utilizada no questionário deve ser simples e direta para que o respondente compreenda com clareza o que está sendo perguntado.1. certo-errado e verdadeirofalso.1.

2. .Não demonstre insegurança ou admiração excessiva diante do entrevistado para que isto não venha prejudicar a relação entre entrevistador e entrevistado.As entrevistas podem ter o caráter exploratório ou ser de coleta de informações.2.: Quem financia seus estudos? ( ) Pai ou mãe ( ) Outro parente ( ) Outra pessoa ( ) O próprio aluno Outro: _____________________________________ 5.2.: Renda Familiar: ( ) Menos de 1 salário mínimo ( ) 1 a 3 salários mínimos ( ) 4 a 6 salários mínimos ( ) 7 a 11 salários mínimos ( ) Mais de 11 salários mínimos 5.Entrevista Observações iniciais: . Se a de caráter exploratório é relativamente estruturada. 5. 5.1 .1.1.1. 5.1 – Quem deve ser entrevistado Procure selecionar pessoas que realmente têm o conhecimento necessário para satisfazer suas necessidades de informação.2. a de coleta de informações é altamente estruturada. evitando que a entrevista .Sugestões de planejamento para se realizar uma entrevista 5.4 – Diante do entrevistado .1. 5.1.13 Ex.2 – Plano da entrevista e questões a serem perguntadas Prepare com antecedência as perguntas a serem feitas ao entrevistado e a ordem em que elas devem acontecer.4 – Questões mistas.1. Ex.3 – Pré-teste Procure realizar uma entrevista com alguém que poderá fazer uma crítica de sua postura antes de se encontrar com o entrevistado de sua escolha.2 .3. .Deixe que as questões surjam naturalmente.É necessário ter um plano para a entrevista para que no momento em que ela esteja sendo realizada as informações necessárias não deixem de ser colhidas.2. .Estabeleça uma relação amistosa e não trave um debate de idéias.

As fontes primárias são os documentos que gerarão análises para posterior criação de informações. etc. caso o objeto de sua observação sejam indivíduos ou grupos de pessoas. com antecedência.1. 5. . apostilas. Eles não devem ser pegos de surpresa. Determine que tipo de fenômenos merecerão registros. já que entrevistas muito longas podem se tornar cansativas para o entrevistado. não deixe de pedir sua permissão para tal. uma espécie de lista ou mapa de registro de fenômenos. . monografias. . Podem ser decretos oficiais.5 – Relatório Procure fazer um relatório o mais cedo possível.4 – Registro fotográfico ou vídeo Para realizar registros iconográficos (fotografias.1. . 5. 5.5 – Relatório Mesmo tendo gravado procure fazer um relatório o mais cedo possível.14 assuma um caráter de uma inquisição ou de um interrogatório policial.Seja objetivo.Vá anotando as informações do entrevistado.1. . prepare-os para tal ação.Caso use um gravador.1 .3. procure examinar o local.1. 5.3. filmes.Análise de Conteúdo Os documentos como fonte de pesquisa podem ser primárias ou secundárias.1 – Conhecimento prévio do que observar Antes de iniciar o processo de observação. Lembramos que o uso do 5. .4 .3. As fontes secundárias são as obras nas quais as informações já foram elaboradas (livros. vídeos etc.1. 5. por exemplo)..3. fotografias.Sugestões para uma observação satisfatória 5.). evitando que ele se sinta falando sozinho.Procure encorajar o entrevistado para as respostas.Observação 5.3.3 . cartas.3. teses. Procure estipular algumas categorias dignas de observação. enquanto você escreve. sem deixar que ele fique esperando sua próxima indagação.3 – Fenômenos não esperados Esteja preparado para o registro de fenômenos que surjam durante a observação.2. 5.1. artigos etc. ou ainda que a entrevista se torne um "questionário oral".2 – Planejamento de um método de registro Crie. que não eram esperados no seu planejamento.

4.Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa. 5. Vamos supor que um indivíduo coloque sua página na "net" (rede) e o objetivo desta página seja falar sobre a História do Brasil: ele pode perfeitamente. Trata-se de uma rede mundial de comunicação via computador. fotografias ou outro meio qualquer. devemos levar em conta que toda e qualquer informação colhida na Internet deverá ser confirmada antes de divulgada. instituições.Locais de coletas: . mais modernamente.Fichamentos O Fichamento é uma parte importante na organização para a efetivação da pesquisa de documentos. O importante é que elas estejam bem organizadas e de acesso fácil para que os dados não se percam. b .Registro de documentos: .15 Sugestões para análise de documentos: a .Determine com antecedência que bibliotecas. Os registros não são feitos necessariamente nas tradicionais folhas pequenas de cartolina pautada. indivíduos ou acervos deverão ser procurados. Explicando melhor: qualquer um pode colocar sua "Homepage" (ou sua Página) na rede. Os registros e a organização das fichas dependerá da capacidade de organização de cada um. 5. no ano de 1325". a Internet representa uma revolução no que concerne à troca de informação. as informações passadas por essa rede não têm critérios de manutenção de qualidade da informação. Pode ser feita em folhas de papel comum ou. c .A Internet A Internet representa uma novidade nos meios de pesquisa.4. se ela pode facilitar a busca e a coleta de dados. Ele permite um fácil acesso aos dados fundamentais para a conclusão do trabalho. Mas. na verdade. . seja através de xerox. agências governamentais ou particulares. sem que ninguém o impeça.Organização: .Esteja preparado para copiar os documentos. A partir dela. ao mesmo tempo oferece alguns perigos. em qualquer programa de banco de dados de um computador. dizer que o Brasil foi descoberto "por Diogo da Silva.1 . Sendo assim. todos podem informar a todos. onde as informações são trocadas livremente entre todos. Sem dúvida.2 .

.. Além da evolução histórica da condição feminina. 5.1 . A abordagem é descritiva e analítica.... 5.....Comentários ou anotações do pesquisador sobre a obra registrada.. 1993.. (Tudo é História.Ficha Bibliográfica: é a descrição.8).8). Exemplo: .2.16 Existem três tipos básicos de fichamentos: o fichamento bibliográfico..........Título do trabalho (conforme expresso no item 4. A autora se utiliza de fontes secundárias.. Conclui fazendo uma análise de cada etapa da evolução histórica feminina.. (5) . Breve história do feminismo no Brasil.... No final da obra faz algumas indicações de leituras sobre o tema Mulher.. O pesquisador elabora esta síntese com suas próprias palavras.. (4) (2) .. (3) TELES.Ficha de Resumo ou Conteúdo: é uma síntese das principais idéias contidas na obra........ (4) ...4.. não sendo necessário seguir a estrutura da obra.Seção primária do trabalho (conforme expresso no item 4.2. 2...... principalmente às idéias de Camile Paglia. Mulher na Sociedade . a autora desenvolve alguns tópicos específicos da luta das mulheres pela condição cidadã.. Maria Amélia de Almeida.2 ... 181 p........8).... deixando expressa sua contradição ao movimento pósfeminista. com comentários..Seção secundária e terciária do trabalho (se houver e conforme expresso no item 4..Numeração do item a que se refere o fichamento (conforme expresso no item 4...... Aborda os aspectos históricos da condição feminina no Brasil a partir do ano 1500 de nossa era.... (3) ..4..... dos tópicos abordados em uma obra inteira ou parte dela Exemplo: Educação da Mulher: a Perpetuação da Injustiça (1) Histórico do Papel da ...8).... (5) Observação: Neste e nos outros exemplos de Fichas os números entre parêteses representam o que está explicado abaixo: (1) ...... colhidas através de livros..... o fichamento de resumo ou conteúdo e o fichamento de citações.. revistas e depoimentos. (2) . 145) Insere-se no campo do estudo da História e da Antropologia Social. São Paulo: Brasiliense.

Terceira República e o Golpe (19641985).. o ano de 1968. 5.. (3) TELES... Nesta ficha pode-se relatar sobre objetivos.... A autora divide seu texto em fases históricas compreendidas entre Brasil Colônia (1500-1822).17 Educação da Mulher: a Perpetuação da Injustiça (1) Histórico do Papel da ....... resultados e conclusões..... São Paulo: Brasiliense. Império (1822-1889)...... faz uma crítica ao pós-feminismo defendido por Camile Paglia... métodos. sem entrar em detalhes da obra analisada (o exemplo acima refere-se a um resumo indicativo). sexualidade e encontros feministas.......... 1993. Ano Internacional da Mulher (1975).... Depois de suas conclusões onde. b) Indicativo: são descrições gerais do documento. entre outros assuntos tratados.. República (1889-1930). Mulher na Sociedade . Segunda República (1930-1964)....4.3 .. Exemplo: Educação da Mulher: a Perpetuação da Injustiça (1) . 2. a luta por creches. Sua precisão pode substituir a leitura do documento original. indica alguns livros para leitura. 145) O trabalho da autora baseia-se em análise de textos e na sua própria vivência nos movimentos feministas.. saúde...Ficha de Citações: é a reprodução fiel das frases que se pretende usar como citação na redação do trabalho.. além de analisar a influência externa nos movimentos feministas no Brasil.......... a participação das mulheres na luta armada.. participação das mulheres na vida sindical e greves..... violência.2.... (Tudo é História. (4) (2) ... 181 p..... (5) Observação: Existem dois tipos de resumos: a) Informativo: são as informações específicas contidas no documento..... Em cada um desses períodos é lembrado os nomes das mulheres que mais se sobressaíram e suas atuações nas lutas pela libertação da mulher...... o trabalho rural... A autora trabalha ainda assuntos como as mulheres da periferia de São Paulo.. Maria Amélia de Almeida..... Breve história do feminismo no Brasil... como um relato de uma prática.

. Mulher na Sociedade ...) “Aqui nesta casa foi fundada a Camde. sobrinha e irmã de general” (...” (Amélia Molina Bastos apud Teles.. Isso tudo não adianta nada porque a coisa está muito ruim e eu acho que se as mulheres não se meterem.. 54) "Na Justiça brasileira.. p. Ela é intuitiva. 12 de junho de 1962........com/coleta. (3) TELES. defendeu a abolição da escravatura... ao lado de propostas como a educação e a emancipação da mulher e a instauração da República........ é comum os assassinos de mulheres serem absolvidos sob a alegação de defesa de honra.. Nesse dia o vigário disse assim: ‘Mas a coisa está preta.. eu tinha reunido aqui alguns vizinhos... 30) “Sou neta...... São Paulo: Brasiliense... enquanto o homem é objetivo’.....18 Histórico do Papel da ...... Nesse dia..... 132) (5) Fonte: http://mepeldigitus. vinha trabalhando há muito tempo no Serviço Secreto do Exército contra os comunistas......" (p. nós estaremos perdidos...... 22 famílias ao todo.." (p... 1993........ Era parte de um trabalho meu para a paróquia Nossa Senhora da Paz.. 145) "Uma das primeiras feministas do Brasil. 2.... (Tudo é História.... 181 p... (4) (2) .html.. Maria Amélia de Almeida. 19/08/01 . Antônio Mendonça Molina........ Breve história do feminismo no Brasil.. A mulher deve ser obediente.. Nísia Floresta Brasileira Augusta.. Meu irmão.

introdução .dedicatória (*) .anexos ou apêndices (*) .agradecimentos (*) .capa (*) (*) . desenvolvimento .19 .glossário (*) . Modelo de estrutura de um trabalho completo: .capa (*) .Elementos adicionados de acordo com as necessidades (opcionais).texto .sumário .folha de rosto .ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ESTRUTURA DE UM TRABALHO .referências bibliográficas . conclusão . O demais elementos são obrigatórios.

Capa Deve conter: . para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.Cidade e ano de conclusão do trabalho (na margem inferior) OBS.2 .Título do trabalho (mais ou menos centralizado na folha) . Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição.: A Associação Brasileira de Normas Técnicas não determina a disposição destes dados na folha.1 .20 6.Folha de Rosto Deve conter: .Nome do autor (na margem superior) . Modelo de uma Capa 6.As informações essenciais da origem do trabalho .Instituição onde o trabalho foi executado (na margem inferior) .As mesmas informações contidas na Capa .

da Universidade Federal do . do curso de Pedagogia. da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação.21 Modelo de uma Folha de Rosto Exemplos de informações essenciais sobre a origem do trabalho: Trabalho apresentado para avaliação do rendimento escolar na disciplina de Metodologia Científica. tendo como orientadora a profa Maria da Silva. ministrada pelo prof. João da Silva. da Universidade Federal do Espírito Santo. do Centro Pedagógico. Monografia apresentada como pré-requisito de conclusão do curso de Pedagogia.

Inciso II ."Enumeração das principais divisões.O texto deve expor um raciocínio lógico.4 .1 .5 .5. tendo como orientadora a profa Isa Chiabai. na mesma ordem em que a matéria nele se sucede" (NBR 6027).Dedicatória .1 . 6..6. como uma homenagem de gratidão especial. como pré-requisito de conclusão do curso de Mestrado em Educação.É a parte onde todo o trabalho de pesquisa é apresentado e desenvolvido.. Inciso II .Sumário .1. Inciso 4 . 6. seções e outras partes de um documento.6 . Inciso b) I .1 ..SEÇÃO PRIMÁRIA 6.Seção Terciária 1.3 .1.O título de cada seção deve ser datilografado com o mesmo tipo de letra em que aparece no corpo do texto.Seção Quaternária 1..SEÇÃO PRIMÁRIA 1. 6.É a revelação de gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. Também é um item dispensável.1. .Agradecimento . Este item é dispensável.A indicação das páginas localiza-se à direita de cada seção.. com o uso de uma linguagem simples.22 Espírito Santo.Texto ...Seção Quinária 2 .1 . . 6..1.Introdução .Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém.SEÇÃO PRIMÁRIA a) alínea ou item b) alínea ou item c) alínea ou item 3 .. .SEÇÃO PRIMÁRIA a) I .Divisão de um Sumário 1 . ser bem estruturado.SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.1.1..1 .1. . clara e objetiva. 6.

c .23 .7 .Deve-se mencionar a importância do trabalho.A. Por exemplo: da Editora Ática Ltda. etc.Só se coloca o nome da editora. Não se coloca a palavra Editora.Escreve-se primeiro o sobrenome paterno do autor.O título deve ser realçado por negrito. o tema é apresentado e esclarecido aos leitores as indicações de leitura do trabalho. colocar-se-ia apenas Ática.Local da publicação .2 . itálico ou sublinhado. avaliando os resultados obtidos e propondo soluções e aplicações práticas.Referências Bibliográficas É o conjunto de indicações que possibilitam a identificação de documentos. As obras são identificadas na seguinte ordem: 6. .A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto. .Livros a . 6.Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões. e . a seguir. d .Título e subtítulo .6.Editora .Conclusão .1 . . e. 6. em caixa alta.). ou S. Ltda. . b .A conclusão é a parte onde o autor se coloca com liberdade científica.Desenvolvimento do Texto .8.3 .Anexos ou Apêndices .Autor (ou coordenador. o restante do nome. uma lei discutida no corpo do texto etc. no todo ou em parte. ou organizador.É todo material suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado. 6. 6.Na introdução.Número da edição (a partir da segunda edição) .6. após a referência de local deve.As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas. Não se coloca estado ou país.É o ano em que a obra foi editada. publicações. após uma separação por vírgulas. justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento.Ano da publicação . f . ser grafado dois pontos (:). . ou editor) . roteiro de entrevista ou observação.Não se usa o sinal de decimal (a).8 .É o nome da CIDADE onde a obra foi editada e.Devem ser apresentados os objetivos do trabalho. .O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor.

Marina de Andrade. número da publicação na série (entre parênteses) Obs. Hilton F.editor (es) coord. Armando Serafim et al. 287 p. Roberto Jarry et al.24 g . 1985. . 1975. JACCOUD. Pesquisa social: métodos e técnicas. Maria Aída B.coordenador (es) Exemplos: Autor pessoa física: LIMA. São Paulo: Atlas. Sem nome do autor: O pensamento vivo de Nietzsche. .. 10). 1989. São Paulo: Atlas. ou eds. Até três autores: COSTA. ou coords. 228 p. Petrópolis: Vozes. LAKATOS.: a) Dois espaços devem separar os diversos campos de uma referência.. 1986. 211 p. 1991. = organizador (es) ed. São Paulo: Martin Claret. 2 ed. Pré-escola e alfabetização: uma proposta baseada em Paulo Freire e Jean Piaget. 2 ed. Introdução ao pensamento filosófico. JAPIASSU. Metodologia científica. c) Em obras avulsas são usadas as seguintes abreviaturas: org. (Cadernos de Educação Popular.Nome da série. Obs. 231 p. São Paulo: Loyola. MARCONI.. Petrópolis: Vozes.Quantidade de páginas da obra. 125 p. b) A 2a linha e as subseqüentes se iniciam em baixo da 3a letra da 1a linha. 110 p. Vera. O mito da neutralidade científica.Paginação . Eva Maria. i .: et al. . Adriana Flávia Santos de Oliveira. Mais de três autores: OLIVEIRA. MEB: uma história de muitos. Rio de Janeiro: Imago. 1991. 1986. 2 ed. COSTA. RICHARDSON.Número de volumes (se houver) h . 3 ed. Beatriz. ou orgs. (et alli) quer dizer e outros em latim.

José Luiz de Paiva. 213-234 In: A escola secundária moderna: organização. Autor corporativo: UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. PPGE/UFES. 195-239.Título da revista: d .8. 6. p. 143 p. Filosofia da Educação Brasileira. Universidade Federal do Espírito Santo. métodos e processos.Autor(es) do artigo: b . 1991. 1976. Vitória. Rio de Janeiro: Forense-Universitária. 1984. Programa de PósGraduação em Educação / PPGE-UFES.Título do artigo: c .Programa de PósGraduação em Educação PPGE. Dissertação (Mestrado em Educação) .2 . José Silvério Baía.25 Dissertação / Tese: BELLO. O autor do capítulo citado não é o autor da obra: HORTA.Editor: f . Lauro de Oliveira Lima: um educador brasileiro.Artigos de revistas ou jornais a .Indicação do volume: g . 210 p. Vitória. p. In: MENDES.). Avaliação educacional: necessidades e tendências. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 1995. Dumerval Trigueiro (org.Indicação do número ou fascículo: . cap. Lauro de Oliveira. Planejamento educacional. 12. 1995. Citação de parte de uma obra: O autor do capítulo citado é também autor da obra: LIMA. Ativação dos processos didáticos na escola secundária.Local da publicação: e .

Belém. (veja o exemplo em artigo não assinado). n. 10-17. O mês de janeiro ficaria sendo jan. p.Indicação de página inicial e final do artigo: i . O Globo. com exceção do mês de maio que se escreve com todas as letras (maio) e sem o ponto. I. Rio de Janeiro.. out. 1 caderno. Entrevista concedida ao Pasquim. 40.. Mensageiro. Artigo não assinado (sem nome de autor): A ENERGIA dual indígena no mundo dos Aymara (Andes do Peru e Bolívia). 31 jan. Almanaque Pasquim./maio/jun. São Paulo. 1982. etc. Marisa Cintra. n. p. 1990. jul. v.26 h . Obs: A referência de mês é reduzida a apenas três letras e um ponto. 25-27. 3. O que é ser mãe? A evolução da condição feminina na maternidade através dos tempos. abr..8.Data: Exemplos: Artigo de um autor: BORTOLETTO. Artigo de jornal não assinado (sem nome de autor): MULHERES têm que seguir código rígido. 6. 35-37. uma mulher solar.: Escreve-se em maiúscula até a primeira palavra significativa do título. p. 1956- .: No caso de mais de um autor. n.Publicações Periódicas Coleções inteiras: EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS SOCIAIS. segue-se a mesma regra das referências dos livros. São Paulo: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais. Leila Diniz. p. 1993. especial. o de fevereiro fev. 63. Viver Psicologia.3 . Obs. Leila. Artigo de jornal assinado: DINIZ. Obs. 1992. Rio de Janeiro.

de 15 de janeiro de 1987. Antônio. Publicação. Somente uma parte de uma coleção: FORUM EDUCACIONAL. 1979. São Paulo: FEBAP. n. Obs. 6. 217-220. Relator: Antônio Paes de Carvalho. execução: direitos autorais.. n. 1981. Documenta.Obras de Referência Dicionário: . In: Congresso Brasileiro de Publicações.935. 9. p. 16 de jan. Decretos-Leis. Decreto 93. Diário Oficial (da República Federativa do Brasil). out. 11-29. 5. Brasília. Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos: CHAVES./maio 1989. 1981. 1. Rio de Janeiro..406 de 5 out. 793-799. Anais de congresso no todo: SEMINÁRIO DO PROJETO EDUCAÇÃO. Seção 1. Resoluções etc: CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Teorias da aprendizagem. 1979.27 Obs.: Todas as revistas sob este título foram consultadas. p.8.1/2.4 . Anais do V Seminário do Projeto Educação. v. 227. 5 a 10 de jul. Pareceres.: BRASIL. Rio de Janeiro: Forum de Ciência e Cultura-UFRJ. reprodução.Anais do I Congresso de Publicações. 1996. São Paulo. Rio de janeiro: Fundação Getúlio Vargas. fev. v. pt.13. 1. 1987.: Esta citação indica que a revista inteira foi consultada. 1. 125. Promulga a convenção sobre conservação dos recursos vivos marinhos antárticos. 24 out. 1996. n. Consulta sobre o plano de aperfeiçoamento médico a cargo do Hospital dos Servidores de São Paulo. Parecer n. p. Portarias etc.

Internet Não existem regras estipuladas para referências de "sites" da Internet. 29. v.Capa . 2 ed.html. Seção 2. p. no final das referências possíveis. (http://www.com) Obs. 17. http://mepeldigitus. In: Mepel DIGITUS. 6. a proceder da seguinte maneira: A referência desta página: PIMENTEL. Anuário estatístico do Brasil. 6. Fonte. 2001. 19/01/01 .É a explicação dos termos técnicos. Aurélio Buarque de Holanda. Marcos Eduardo Costa.9 .10 . Minidicionário da língua portuguesa. p.4 . 6. Sua colocação é opcional.8. 185. In: FERREIRA. p. In: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.: O endereço do "site" deve estar entre parênteses. cap. Anuário: Matrícula nos cursos de graduação em universidades e estabelecimentos isolados. por áreas de ensino.ABNT e recebeu a informação que até o final do ano de 1998 as normas já estariam estabelecidas.1978-80.Glossário .trabalhosprontos. Neste momento também foi instruído. São Paulo: Saraiva. Normas da ABNT: Estrutura de Apresentação do Trabalho. 107-162. 1982. 1988. o autor deste trabalho esteve na Associação Brasileira de Normas Técnicas . verbalmente. No entanto.Serve para proteger a última folha do trabalho. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 230: Ensino. Rio de Janeiro. segundo as universidades da Federação . é opcional e permanece em branco. Enciclopédia: Divórcio.28 Educação. verbetes ou expressões que constem do texto.com/apresenta. In: Enciclopédia Saraiva de Direito. 1977.

29 .

(O texto deve ser digitado em espaço dois).1 .Citação Direta a) . enquanto os maridos comiam. 1988 .Deve ser feita na continuação do texto. que de sua janela jogou água fervendo nos invasores holandeses. entre aspas. Este fato levou os europeus a acreditarem que "o baiano ao meio dia vira mulher" (MOTT.o ano de publicação da obra deste autor na bibliografia.1 . Detalhe pitoresco é que na hora do almoço.1. Ex. aos quais o acesso à instrução era muito mais fácil. Se os próprios homens.refere-se ao número da página onde o autor fez a citação. as poucas que se apresentavam para reger uma classe dominavam tão mal aquilo que deveriam ensinar que não logravam êxito em transmitir seus exíguos conhecimentos. b) . uma vez que as mulheres que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal função.: MOTT . Obs.As margens são recuadas à direita. moradora da Ladeira do Pelourinho. "A maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento das cadeiras das escolas femininas.Citação Direta Longa (com 5 linhas ou mais) .: Além disso. em espaço um (1). 7.Citação Direta Curta (com menos de 5 linhas) .Quando se quer transcrever o que um autor escreveu. se revelavam incapazes de ministrar o ensino de primeiras letras. as mulheres lutavam em seu lugar.30 ORGANIZAÇÃO DO CORPO DO TEXTO 7. Ex. a qualidade do ensino fornecido era duvidosa. Não obstante sobressaírem as mulheres no ensino das prendas domésticas.: Maria Ortiz. 1988: 13).autor que faz a citação. em Salvador. 13 .Citações . incentivando os homens a continuarem a luta. lastimável era o nível do ensino nas escolas .

mas mesmo assim.São contadas na numeração. Ex. 7. depois de longa luta.A numeração em romanos termina quando começa o texto (sumário).3 .: apud = citado por. 1976: 193).Citação Indireta .2 . Neste caso coloca-se um número ou um asterisco sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página. cujas mestras estiveram sempre mais ou menos marginalizadas do saber" (Saffioti. mas não recebem números a folha de .A citação vem logo após ao texto. Ex. 1988: 35). conforme nos exemplos acima.2 . Note-se que o ensino da geometria era limitado às escolas de meninos. c) no final de cada parte ou capítulo .: Somente em 15 de outubro de 1827. foi concedido às mulheres o direito à educação primária. no todo ou por capítulo. 7.Paginação .É a citação feita por outro pesquisador.No rodapé da página onde aparece a citação.Citação de Citação .As citações aparecem em forma de notas no final do capítulo. Obs. 7.: O Imperador Napoleão Bonaparte dizia que "as mulheres nada mais são do que máquinas de fazer filhos" (BONAPARTE apud LOI. o ensino da aritmética nas escolas de meninas ficou restrito às quatro operações.É a citação que sofre uma interpretação por parte do autor. Devem ser numeradas em ordem crescente. b) Em nota de rodapé . .1.Localização das Citações a) No texto .Todas as citações aparecem no final do trabalho listadas em ordem numérica crescente.Antes do Sumário conta-se a partir da Folha de Rosto e os números são em algarismos romanos.3 . d) No final do trabalho . 7. .1.31 femininas.Existem dois níveis para numeração das páginas: Antes do Sumário: .

Espaço entrelinhas: 2 (duplo) Obs: Não esquecer que o espaço entrelinhas em uma citação longa (mais de cinco linhas) deve ter espaço entrelinhas simples. 7. a um espaço duplo acima da primeira linha. Fonte: http://mepeldigitus.As páginas são numeradas em algarismos arábicos.Margens de: 3. mas não recebem números a folha de rosto.A numeração em algarismos arábicos inicia-se a partir do Sumário (página 1). colocados no canto superior direito. a primeira página do texto e as páginas que iniciam um capítulo.branco 2 . a primeira página do texto (página 1) e as páginas que iniciam um capítulo.0 cm na parte superior 3.Formato .Corpo da letra: 12 4 .0 cm no lado direito 3 .32 rosto.São contadas na numeração. Depois do Sumário: .Não há uma determinação quanto ao formato do texto na página. 19/08/2001-08-20 .com/org. No entanto é usual as seguintes características: 1 .0 cm no lado esquerdo 2.4 .Tipo da letra: Times News Roman (em computador) 5 . .0 cm na inferior 3.html. .Papel formato A-4 (210 X 297 mm) .

teses e dissertações. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. 151 p.A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. BACHELARD. 8.Bibliografia Recomendada ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Submissão e resistência: a mulher na luta contra a escravidão. SAFFIOTI../fev.. A. p. PAIXÃO. Lucia Monteiro. P. LOI. Fundamentos de metodologia. 53 p. 1993. n. Eva Maria. São Paulo: Atlas. O novo espírito científico. 231 p. FERNANDES. Lyra. Lília da Rocha. Porto Alegre: Globo. O método científico: teoria e prática. 6. GALLIANO. 2 ed. Marina de Andrade.1 . 1998. MARCONI. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. 12). 1986. Guilherme. VERA. 86 p. N.Referências Bibliográficas COSENZA. J. Heleieth Iara Bongiovani.2 . São Paulo: Contexto. Rio de Janeiro.. MOTT. 24. Gaston. 2 ed. 1988. 383 p. Armando Asti. (Biblioteca Tempo Universitário. v. Universitárias. 1988. 1986. A mulher na sociedade de classe: mito e realidade. Maria Lúcia de Barros. 200 p. 1976. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa./mar. 1968. Petrópolis: Vozes. Revista Presença Mulher. BARROS. 1976.A. LEHFELD. Metodologia científica. 1991. jan. A. [198_ ]. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Jabuti. Gilse. 6-7. Mirian.S. Isidoro. São Paulo. . 107 p.33 BIBLIOGRAFIA 8. GOLDENBERG. A mulher. BASTOS. LAKATOS. Normas ABNT sobre documentação. São Paulo: Harbra.Metodologia da pesquisa científica.

Amado Luiz. As formas do conteúdo. 218 p. 7 ed. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. BRANDÃO. Normas de apresentação tabular. São Paulo: Nacional. (org. FERRARI. F. Rio de Janeiro: Zahar. Pesquisa educacional. 1988.. Metodologia das ciências sociais. HARRÉ.. Guia para elaboração de relatórios de pesquisa: monografia.34 3 ed. DIXON. GRESSLER. 1982. Belo Horizonte: Itatiaia.) Pesquisa participante. . CERVO. KOURGANOFF. 211 p. (org. 1974. 1961. BERVIAN. 107 p. Pedro Alcino. Pedro. JAPIASSU. Rio de Janeiro: Imago.. 1998. 1976. N. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Difel. Rio de Janeiro. São Paulo: Brasiliense. Rio de Janeiro: Zahar. São Paulo: Edusp. 2 ed. GALLIANO. 22 p. 1980. Willian Josian. Guilherme. 1976. 200 p. 1986. 3 ed. B. A ciência como atividade humana. V. Metodologia da ciência. 1975. 287 p. São Paulo: Atlas. 2 ed. ECO. 1989. GOLDENBERG. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. 2 ed. São Paulo: Harbra. São Paulo: Loyola.) Problemas da revolução científica. A. A. DEMO. Métodos de pesquisa social. GOOD. Rio de Janeiro: UNITEC. 1979. F. 1998. 1974. G. 1977. Para que serve a ciência? São Paulo: Nacional. COSTA. Umberto.. R. Carlos Rodrigues. 1983. Rio de Janeiro: Kennedy. 1977. Antônio Fernando Gomes da. KNELLER.. A pesquisa científica. Mirian. IBGE. 1980.A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. L. Metodologia científica em ciência sociais. HATT. Hilton F. O método científico: teoria e prática. O mito da neutralidade científica. Paul M. KERLINGER. São Paulo: Perspectiva. Alfonso Trijillo.

São Paulo: Atlas. (org. PIAGET. Coordenação Central de Pós-Graduação e Pesquisa .. 183 p. 231 p. A gaia ciência. s/d.35 LAKATOS. MORGENBESSER. Angelo Domingos. . RUIZ. Marli E. BRITTAN. MARCONI. 1988. 99 p. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia de trabalhos científicos. 1977. Marina de Andrade. São Paulo: Edgar Blucher/Fundação Oswaldo Cruz. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.. 1974. Lisboa: Dom Quixote. 221 p. REY. 1978. 2 ed. RICHARDSON. 1991. Menga. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Cultrix. 2 ed. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. LAMBERT. NIETZSCHE. G. 287 p. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. D. S. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. SALVADOR.PUC-/RJ.) Filosofia da ciência. GARCIA. São Paulo: Atlas. João Álvaro. Belo Horizonte: Interlivros. Luiz. 1972. Eva Maria. Délcio Vieira. José Alfredo Américo.. A. Introdução à filosofia da ciência. São Paulo: Atlas. Psicogênese e história das ciências.1980. 1986. São Paulo: Cultrix. LÜDKE. G. ANDRÉ. Friedrich Wilhelm. Metodologia científica. Planejar e redigir trabalhos científicos. São Paulo: EPU. 2 ed. 251 p. Roberto Jarry et al. São Paulo: Ediouro. Metodologia da elaboração de teses. Rio de Janeiro. Jean. K. 1987. Normas para apresentação de teses e dissertações. Porto Alegre: Sulina. 1987. 1975. SALOMON. Rolando. 1989. LEITE. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas.

Metodologia da pesquisa científica. Ciência. 1988. Augusto. THOMPSON. Fonte: http://mepeldigitus. 1981. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro: Forense Universitária. VERA. Armando Asti. 19/08/01 . UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. São Paulo. Manual de Orientação bibliográfica à pós-graduação. São Paulo: Cortez. SEVERINO. Porto Alegre: Globo. Manual de orientação para o preparo de monografias. 20 ed. 1987. 1996.com/biblio. Serviço de Biblioteca e Documentação. Simon. universidade e ideologia. 1976. Metodologia do trabalho científico. Antonio Joaquim.36 SCHWARTZMAN.html. Escola de Comunicação e Artes.

sistemático. Citação: É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu. Ciência: É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de informação. Conclusão: É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica. exato e verificável da realidade.Palavras utilizadas em pesquisa Agradecimento: É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que colaboraram no seu trabalho. avaliando os resultados obtidos. Deve ter a característica de ser curto e objetivo. Podemos então dizer que o Conhecimento Científico: . Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica. Bibliografia: É a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa. Análise: É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Conhecimento Científico: É o conhecimento racional. propondo soluções e aplicações práticas.Atém-se aos fatos.37 9 . Coleta de Dados: É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas específicas. Lembrando que o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. Capítulo: É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. Entre eles o texto da pesquisa.1."É racional e objetivo. Apêndice: O mesmo que Anexo. . .GLOSSÁRIO 9. Sem ela não há relatório de pesquisa. Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor. Anexo: É uma parte opcional de um relatório de pesquisa. Amostra: É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados. Nele deve constar o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa. o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada.

dividido em partes. . Não pode. por sua origem. com aprofundamento superior a uma monografia. Fichamento: São as anotações de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta. . É o conhecimento especulativo sobre fenômenos. Experimento: Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado fenômeno.38 . . Conhecimento Filosófico: É fruto do raciocínio e da reflexão humana. Corpo do Texto: É o desenvolvimento do tema pesquisado. . Dedicatória: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo. Conhecimento Teológico: Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. . . por exigência do Parecer 977/65 do então Conselho Federal de Educação.Busca e aplica leis. excluindo-se a Introdução e a Conclusão. grupos de pessoas ou outras instâncias.Depende de investigação metódica. para obtenção do grau de Mestre.É analítico. . 1979: 24-30).Requer exatidão e clareza. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo. gerando conceitos subjetivos. o conhecimento adquirido através de ações não planejadas. capítulos ou itens. após inúmeras tentativas.É explicativo.Pode fazer predições. . Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo. ser confirmado ou negado.Transcende aos fatos. .É aberto. Dissertação: É um trabalho de pesquisa. Conhecimento Empírico (ou conhecimento vulgar): É o conhecimento obtido ao acaso. Folha de Rosto: É a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho.É verificável. . ultrapassando os limites formais da ciência. ou seja. Entrevista: É um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados.É comunicável. Dedução: Conclusão baseada em algumas proposições ou resultados de experiências. .É útil" (Galliano.

Marconi. investigação. Por isso. Metodologia: "Methodo" significa caminho. em linhas gerais. Método: A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado fim. É a dúvida inicial que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa. o que o leitor encontrará no corpo do texto. Resenha: É uma descrição minuciosa de um livro. Alguns autores referem-se a Índice como o mesmo que Sumário. Pesquisa: É a ação metódica para se buscar uma resposta. Índice (ou Índice Remissivo): É uma lista que pode ser de assuntos. busca. acompanhadas de definição. partindo de dados particulares. apesar do nome Introdução. .39 Glossário: São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor. é a ordenação de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ciência. É um estudo científico. infere-se uma verdade geral ou universal. de uma apostila ou qualquer outro documento. Introdução: É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa. no nosso caso. suficientemente constatados. Gráfico: É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa. com a indicação da(s) página(s) no texto onde aparecem. Método então. Problema: É o marco referencial inicial de uma pesquisa. onde o pesquisador irá apresentar. que venha contribuir com relevância à ciência. 1991: 47). Hipótese: É a suposição de uma resposta para o problema formulado em realção ao tema. é a última parte a ser escrita pelo autor. não contida nas partes examinadas" (Lakatos. "grafia" significa escrita. de nomes de pessoas citadas. Premissas: São proposições que vão servir de base para uma conclusão. de um artigo. A Hipótese pode ser confirmada ou negada. Monografia: "Mono" significa um. de um tema bem determinado e limitado. ou seja. "logia" significa estudo. com tratamento escrito individual. Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa. escrito por um. É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência. de um capítulo de um livro ou de parte deste livro. Indução: "Processo mental por intermédio do qual.

Tópico: É a subdivisão do assunto ou do tema. "textualmente". 9.2. Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM. . idem ou id: Significa "igual a anterior". Ex. e para o avanço científico na área em que o tema for tratado. Teoria: "É um conjunto de princípios e definições que servem para dar organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica.: (Napoleão apud Loi) ou seja. Ex. ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras".40 Técnica: É a forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de atividade. Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores. Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro. ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras". Universo: É o conjunto de fenômenos a serem trabalhados. Utilizase da mesma forma que ipsis litteris ou sic. Napoleão "citado por" Loi et al.: Numa obra escrita por Helena Schirm. "literalmente". In: Significa "em". ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra". utilizando-se de um instrumental apropriado. 1998: 106-107) Tese: É um trabalho semelhante a Dissertação. definido como critério global da pesquisa. Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade. (et alli): Significa "e outros".Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa apud: Significa "citado por". Helena et al. As proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema de investigação" (Goldenberg. mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem. distinguindo-se pela efetiva contribuição na solução de problemas.

19/08/01 .: Significa "obra citada" passim: Significa "aqui e ali".41 opus citatum ou op.cit.html. É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra. supra: Significa "acima".com/glossario. Fonte: http://mepeldigitus. Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis. referindo-se a nota imediatamente anterior. sic: Significa "assim".

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