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Apostila Mecanizacao Agricola

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Universidade Estadual Oeste do Paraná – UNIOESTE Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas – CCET Colegiado de Engenharia Agrícola

55 - Mecanização Agrícola

(Notas de Aula)

Prof. Dr. Eduardo Godoy de Souza

Cascavel – PR 2009

1

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA AGRÍCOLA

Disciplina: Mecanização Agrícola Professor: Eduardo Godoy de Souza Carga horária: 68 horas/aulas.

CAPÍTULO 1: INTRODUÇÃO A MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA 1.1 OPERAÇÃO AGRÍCOLA É toda atividade direta e permanente relacionada com a execução do trabalho de produção agropecuária. Principais operações: ü preparo inicial e periódico do solo; ü semeadura, plantio e transplantio; ü aplicação de fertilizantes e de corretivos; ü cultivo e irrigação; ü aplicação de defensivos; ü colheita, carregamento e transportes; ü armazenamento e conservação de produtos agrícolas.

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Forma de execução: mecanizada, semi-mecanizada e manual. As MÁQUINAS, IMPLEMENTOS E FERRAMENTAS constituem os meios para realização das operações agrícolas. 1.2 MÁQUINAS, IMPLEMENTOS E FERRAMENTAS MÁQUINA - Conjunto de órgãos, constrangidos em seus movimentos por obstáculos fixos e de resistência suficiente para transmitir o efeito de forças e transformar energia. Ex. motor, arado de disco, grade de disco. IMPLEMENTO - Conjunto constrangido de órgãos que não apresentam movimentos relativos nem têm capacidade para transformar energia; seu único movimento é o de deslocamento, normalmente imprimido por uma máquina tratora. Ex: cultivadores, arados de aivecas, grades de dentes, subsoladores. FERRAMENTA - Implemento em sua forma mais simples, constituindo a parte ativa de um implemento ou máquina e apetrechos manuais. Ex: a aiveca de arado, o disco de uma grade, a enxada, a foice e o machado 1.3 CLASSIFICAÇÃO DAS MÁQUINAS AGRÍCOLAS 1.3.1 Quanto a fonte de potência: ü manual (pelo homem); ü tração animal (por um animal); ü motorizada (por motor elétrico ou de combustão); ü tratorizada (por um trator); ü de avião; ü de helicóptero.

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§ de semeadura. tesoura § de aplicação de defensivos agrícolas. podadores. distribuidores de calcário § de cultivo. lâminas terraceadoras. de dentes e mola e de disco. Ex: distribuidores de adubos orgânicos. Ex: lâminas frontais.apoia-se parcialmente sobre uma máquina tratora ou animal. serra elétrica. de irrigação e de drenagem. Ex: cultivadores de enxadinhas. Ex: pulverizadores. grades de mola. plantadoras e transplantadoras. subsoladores § de conservação do solo e da água.3. Ex: enxadão.colocada na costa ou dorso de um homem. 4 . § de aplicação e manuseio de fertilizantes e corretivos. grades de dentes.2 Quanto a forma de deslocamento e/ou acoplamento à fonte de potência: ü estacionária . ü costal ou dorsal . autopropelidos.máquina móvel. desbaste e poda. ü automotriz . totalmente apoiada sobre o solo. grades de disco. escarificadores.máquina móvel que desloca-se por seus próprios meios. bombas de recalque d’água.3.3 Quanto a sua aplicação: § de preparo inicial do solo e de exploração florestal.apoia-se integralmente no solo. 1. ü de arrasto ou rebocada .apoia-se integralmente sobre uma máquina tratora ou animal ü semi-montada . § de preparo periódico de solo. machado. laminas destocadores. adubadoras. Ex: foice. atomizadores e nebulizador § de colheita de produtos agrícolas. mas tracionada por uma máquina tratora ou animal .1. Ex: semeadoras. arados de aivecas. arados de discos. plantio e transplantio. ü montada .

classificadores. 5 . São Paulo.. tratores de esteiras e aeronaves agrícolas. 1974. A. tratores de rodas.P. elevação e manuseio de produtos agrícolas. H. motores hidráulicos. colhedoras de forragem · para transporte. YAHN. visando obter o máximo de rendimento útil com um mínimo de dispêndio de energia. motores de combustão interna. GADANHA JR. TOMIMORI. IPT.Ex: colhedoras de cereais. Ex: carroça.. abanadores. D. J. 1. COELHO.. L. M. Máquinas e implementos agrícolas do Brasil. Ex: moinhos para grãos. na execução das tarefas exigidas pela produção agrícola. MOLIN. Ex: motores eólicos . tempo e dinheiro. 1991. Bibliografia Recomendada: MIALHE. D.. C. carretas.G. W. J. – Manual de mecanização agrícola. Editora Agronômica Ceres LTDA. picadores de forragem. transportadores helicoidais · para processamento e armazenagem de produtos agrícolas. São Paulo. câmara frigorífica. L. C. S. ventiladores · Fontes de Potência. secadores.4 MECANIZAÇÃO RACIONAL É o emprego de um conjunto ou sistemas de máquinas de forma técnica e econômicamente organizada. 468 p.

para o giro de máquinas.2. grotas) ou artificiais (estradas. e que são mobilizadas à parte. OBJETIVOS: v v v v Desenvolver o método mais adequado. que se interligam entre si e com as estradas da propriedade. O tempo gasto na sua execução de uma operação agrícola é um parâmetro básico da análise de seu custo (estudos dos tempos). Faixa ou passada: faixa de terra mobilizada a cada passagem do trator. carreadores). imediatamente antes da margem dos carreadores.2 ESTUDOS DOS MOVIMENTOS 2. Faixa morta: Faixa cujo comprimento é menor que a distância entre as cabeceiras dos talhões. 6 .padrão e o tempo máquina Treinamento 2. usualmente o de menor custo Padronizá-lo Determinar o tempo. Carreadores: vias de acesso e/ou divisores de talhões.1 TERMINOLOGIA Campo de cultivo: subdivisões da área da propriedade por divisores naturais (rios. cercas. o tempo gasto depende do método utilizado (estudo dos movimentos). Talhões: parcelas do campo efetivamente mobilizadas e que serão ocupadas por culturas. Banco: faixa de terra não totalmente mobilizada entre passadas sucessivas.1 INTRODUÇÃO O estudo dos movimentos e tempos constituem elementos básicos para a quantificação do trabalho desenvolvido pela maquinaria agrícola. Cabeceiras: faixas de terreno deixadas em cada extremidade do talhão.CAPÍTULO 2: ESTUDO DOS MOVIMENTOS E TEMPOS 2. A partir de seu estudo é possível definir os métodos racionais de trabalho. Todavia.

7 .

Muralha: parte lateral do sulco. cultivo. aplicação de defensivos e colheita) exigem deslocamentos ordenados no tallhão.2 MÉTODOS DE PERCURSO NO CAMPO A maioria das operações agrícolas (preparo do solo. trapezoidal. oposta à leiva e acima da soleira. originado pelo corte e inverção da leiva.2.Leiva: fatia de solo cortada e invertida para órgãos ativos e que resulta na formação de um Sulco. Quanto mais racional for o percurso maior deve ser a economia de tempo e de movimentos. triangular e faixa sinuosa. 8 . Sulco morto: sulco deixado pelo tombamento da última leiva do talhão ou a depressão motivada pela coincidência de duas passadas adjacentes e de sentido contrário por um arado fixo. Fatores a considerar: ü Formato da área: retangular. Leira: faixa estreita deixada de cada lado do talhão visando manter a largura dos carreadores e evitar a destruição de seus sangradores 2. ü Declividade do terreno: sempre operar em nível. plantio. Camalhão: situação inversa à do sulco morto. Soleira: fundo do sulco.

ABRINDO O TALHÃO (HORÁRIO) ABRINDO O TALHÃO (HORÁRIO) FECHANDO O TALHÃO (ANTI-HORÁRIO) 9 .CICLOS OPERATIVOS DE CAMPO 1.HORÁRIO FECHADO .ANTI-HORÁRIO ABERTO . UNIDIRECIONAL FECHADO . BIDIRECIONAL .SENTIDO INDETERMINADO 2.

5 Ex.2..1: Calcular a eficiência de percurso de um trator arando na direção do comprimento de um talhão de 90 m x 12 m.. EP = 4 * 90 * 100 = ... Cada passada tem largura de 3 m e foi utilizado o ciclo operativo unidirecional aberto no sentido longitudinal do talhão e para o unidirecional aberto no sentido transversal do talhão. Ex..EP [%] Caracteriza a porcentagem de percurso que é destinada à operação à que se propõe o ciclo operativo.2. PT = Percurso total [m].. o percurso em manobras..O O 4 * 90 + 3 * p * 1. Será tanto maior quanto menor for. proporcionalmente.. 2: Calcular a eficiência de percurso para o caso acima utilizando o ciclo operativo unidirecional fechado. Matematicamente: EP = 100 * PO PT onde: PO = Percurso em operação [m].4 EFICIÊNCIA DE PERCURSO DO CICLO OPERATIVO . 10 .

5 + 972.3. Existem 2 tipos de tempos: tempo-padrão e tempomáquina 2. TEMPO NORMALIZADO (TN) TN = TC * FNA onde: FNA = fator nível de atividade (tabelado) nível atividade lenta: FNA=0.2 + 269.1 TEMPO-PADRÃO (TP) É o tempo necessário para executar uma operação.1 TC = 27. durante todas as horas de serviço.85min 11 . Ex1. possuindo habilidade média e trabalhando com esforço médio.55 TN = 27.0 min 2.8 = 2700. 1. fadiga mental média e fadiga física quase pesada.6 + 411.2.00 * 0. Calcular o tempo-padrão para se arar 5000 m2 utilizando os dados da FOLHA DE CRONOMETRAGEM da próxima página e considerando: nível de atividade lenta. de acordo com um operador apto e treinado. Tempo Cronometrado (TC) TC = å TUTEIS = å IDAS + å VOLTAS + å CABECEIRAS TC = 1046.3 ESTUDOS DOS TEMPOS Tem como principal objetivo determinar os tempos necessários para executar uma operação agrícola.55 = 14.

esforço mental mental e esforço físico médio.3 788.9 986.AGRÍCOLA .5 383.6 1907.DISCIPLINA MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA FOLHA DE CRONOMETRAGEM OPERAÇÃO: PREPARO PERÍODICO DO SOLO TRATOR: VALMET 985 IMPLEMENTO: ARADO DE DISCO INÍCIO 15h30 FIM ÁREA: 0.0 TOTAL Calcular o tempo-padrão para a situação acima.DEPTO ENG.9 924. eficiência de tempo.9 2385.0 235.9 2154.8 2521.UNIOESTE .4 1524. Supor nível de atividade "acima do normal" (+N).7 1562.0 330.3 599.9 1947. Desprezar tempo gasto em manutenção. 12 .0 370. controle e inspeção.1 2661.5 ha DURAÇÃO ELEMENTOS COMPLEMENTARES Manobra do trator 1 Acoplamento da máquina 2 Deslocamento de ida 3 Deslocamento de volta 4 Desacoplamento da máquina 5 TOTAL CICLOS OPERATIVOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA 45.4 1383.5 ELEMENTOS DO CICLO OPERATIVO CABECEIRA 1 VOLTA 258.2 1126.8 1159.9 2097.2 2472. rendimento operacional e rendimento efetivo. Clcular também: tempo máquina.0 ELEMENTO IDA 173.9 824.3 644.9 2297.8 1324.0 140.7 1712.5 2700.0 1767.5 CABECEIRA 2 424.

5 140. esforço mental mental e esforço físico médio.6 2521.DEPTO ENG.9 175.9 38.0 383.0 370.2 269.3 173.0 235.8 100.4 61.3 85.0 ELEMENTOS DO CICLO OPERATIVO CABECEIRA 1 VOLTA 258.6 824.8 36.0 38.5 134. Desprezar tempo gasto em manutenção.0 986.6 1383.3 2661.7 33.3 125.5 TOTAL 1046.0 190.0 CABECEIRA 2 424.3 1562.0 330.6 1907.3 1767.0 135.5 ha DURAÇÃO 34min LEITURA 45.0 1524.0 2297.0 1324.0 190.2 143.3 2472.0 140.3 599.1 142.0 1712.9 41.3 1947.0 2385.9 55.5 972.9 150.0 788.0 2154.0 924.0 ELEMENTOS COMPLEMENTARES Manobra do trator 1 Acoplamento da máquina 2 Deslocamento de ida 3 Deslocamento de volta 4 5 Desacoplamento da máquina TOTAL CICLOS OPERATIVOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO LEITURA ELEMENTO IDA 173.8 Calcular o tempo-padrão para a situação acima.0 700. Supor nível de atividade "acima do normal" (+N). controle e inspeção.8 57.4 2700. eficiência de tempo.7 165.UNIOESTE .DISCIPLINA MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA FOLHA DE CRONOMETRAGEM OPERAÇÃO: PREPARO PERÍODICO DO SOLO TRATOR: VALMET 985 IMPLEMENTO: ARADO DE DISCO INÍCIO 15h30 FIM 16h04 ÁREA: 0.AGRÍCOLA .9 45. 13 .9 140. rendimento operacional e rendimento efetivo.0 2097. Clcular também: tempo máquina.3 1126.0 644.2 149.5 41.0 58.9 40.0 140.5 49.6 1159.6 141.6 411.4 140.0 ELEMENTO 45.

5%) 1.45 Muito veloz +V 1.40 Lenta L 0.01 (1%) 1.010 (1.30 Veloz V 1.015 (1.08 (8%) 1.020 (2.0-4.85 Normal N 1.04 (4%) 1.5%) Acima de 15.5-1.0 1.60 Tabela 2 Coeficiente de fadiga para esforço mental Segundo Michelino citado por Mialhe (1974) Condição do automatismo Muito leve Leve intermediárias Médio Pesado trabalhos de grande precisão Muito pesado Tabela 3 Coeficientes de fadiga para esforço físico Segundo Michelino citado por Mialhe (1974) Qualificação Muito leve Leve Quase leve Inferior ao médio Médio Superior ao médio Quase pesado Pesado Tabela 4 Coeficientes de fadiga por monotonia Segundo Michelino citado por Mialhe (1974) Duração do ciclo (minutos) Coeficientes 0.0 1.01 (1%) 1.0 1.15 Quase veloz -V 1.0-8.70 Abaixo do normal -N 0.14 (14%) 14 .12 (12%) 1.0 1.10 (10%) 1.0%) 1.0%) 4.03 (3%) 1.02 (2%) 1.05 (5%) Coeficientes 1.04 (4%) 1.0 (%) Coeficientes 1.06 (6%) 1.0 8.55 Quase lenta +L 0.00 Acima do normal +N 1.Tabela 1 Fator N1 para correção de nível de atividade dos dados de tempo cronometrado Segundo Michelino citado por Mialhe (1974) Atividade Símbolo Nível Muito lenta -L 0.02 (2%) 1.0-15.005 (0.

.39min .12 se o tempo médio do ciclo = 27/7 = 3. regulagens..PERMITIDAS Tipos de demoras: ü Permitidas: Pessoal = 5%TB Operacional (acoplamento. Operacionais TP = 1. abastecimentos. ida. desacoplamento.05 * TB + Demoras. TEMPO BASE (TB) TB = TN * FFM * FFF * FFMO onde: FFM = fator de fadiga mental (tabelado) FFF = fator de fadiga física (tabelado) FFMO = fator de fadiga de monotonia (função do tempo médio do ciclo) → tabelado nível fadiga mental médio: FFM = 1.85 * 1. TEMPO PADRÃO (TP) TP = TB + DEMORAS. Falha do operador ü Não permitidas: Usualmente: TP = 1. controle e inspeção).3. portanto FFMO = 1.03 * 112 * 1.999 = 25.015 TB = 14.39 + 6. 4.85. volta.3min 15 .05 * 17.03 nível fadiga física quase pesado: FFF = 1.015 = 17.

TEMPO NORMALIZADO (TN) TN = TC * FNA onde: FNA = fator nível de atividade (tabelado) nível atividade lenta: FNA=1.0 min 2. 1.15 min 3.08 * 1.20 min 16 .85. TEMPO BASE (TB) TB = TN * FFM * FFF * FFMO onde: FFM = fator de fadiga mental (tabelado) FFF = fator de fadiga física (tabelado) FFMO = fator de fadiga de monotonia (função do tempo médio do ciclo)(tabelado) nível fadiga mental médio: FFM = 1.8 = 2700.6 + 411.015 TB = 39.08 se o tempo médio do ciclo = 27/7 = 3.2 + 269.03 * 1.45 TN = 27. calcular o tempopadrão considerando: nível de atividade veloz.1 TC = 27.15 * 1. fadiga mental media e fadiga física média.03 nível fadiga física quase pesado: FFF = 1.EX 2: Para a mesma FOLHA DE CRONOMETRAGEM. Tempo Cronometrado (TC) TC = å TUTEIS = å IDAS + å VOLTAS + å CABECEIRAS TC = 1046.5 + 972.00 * 1.45 = 39. portanto FFMO = 1.015 = 42.

05 * TB + Demoras.4.20 + 6.999 = 53. Operacionais TP = 1. TEMPO PADRÃO (TP) TP = 1.4 min 17 ..05 * 42.

desacoplamento.8 = 681. manutenção e regulagens) Não são considerados os tempos de manobras. Define-se ainda Eficiência de Tempo.2. É definido como: TM = TPRE + TPRO + TI onde: TPRE = tempo de preparação ( acoplamento. descargas.3 = 3038. desembuchamentos e ajustes).4 18 .3 = 338. ET [%]. ida ao campo e volta dele) TPRO = tempo de produção (efetivo de operação) TI = tempo de interrupção (giros de cabeceira.4 o o 3038.4min ET = 100 * 2018.8 = 66. como: ET = 100* TPRO TM Calculando para o exercício em questão: TPRE = 190.5 + 269.2 TEMPO-MÁQUINA (TM) É o tempo necessário para executar uma operação do qual se exclui os tempos não essenciais do operador.0 + 148.8 TI= 411.3 TPRO = 1046.3 + 2018.3 TM = 338. reabastecimento.6 + 972.2 = 2018. limpeza.8 + 681.4 TM = 30.

São Paulo. São Paulo. 1974.Bibliografia Recomendada: BALASTREIRE. MIALHE. Máquinas agrícolas. 1987. Editora Manole LTDA. Editora Agronômica Ceres LTDA. Manual de mecanização agrícola. 264p. L. 19 .A. L.G.

manutenção. velocidade (m/s). reparo. estabilidade. vazão de bomba (m3/h). consumo horário (l/h) sob determinadas condições. De acordo com o tipo de operação § § § Capacidade de campo (CC) Capacidade de produção (CP) Capacidade de manipulação (CM) 2. De acordo com a maneira de cálculo § Capacidade teórica 20 .1 CAPACIDADE DE TRABALHO (CT) Por definição: CT = Q T onde: Q = quantidade de trabalho ou produção T = tempo Ex.2 DESEMPENHO OPERACIONAL 3.potência (kW). capacidade de campo (ha/h). Manejo .2.regulagens. 3.qualidade e quantidade de trabalho sob determinadas condições Ex: Capacidade de campo (ha/h) Dinâmicas . Classificação: 1.1 INTRODUÇÃO O desempenho de uma máquina ou implemento define os seus atributos quanto suas características: § § § Operacionais .CAPÍTULO 3: DESEMPENHO OPERACIONAL DA MAQUINARIA AGRÍCOLA 3.

1 CAPACIDADE DE CAMPO TEÓRICA (CCT) Caracteriza o potencial da máquina e é calculada a partir das dimensões dos órgãos ativos da máquina e da velocidade de deslocamento. CC = A T onde: A = área [m2.§ § Capacidade efetiva Capacidade operacional 3.2. CCT = LC * VMAX onde: LC = largura nominal de corte [m] VMAX = velocidade máxima agrícola [m/s.2.2 CAPACIDADE DE CAMPO EFETIVA (CCE) Representa a capacidade realmente apresentada em campo. h] 3. CAPACIDADE DE CAMPO (CC) Caracteriza o desempenho de máquinas e implementos que cobrem área. mas sem levar em consideração o tempo de interrupção e o de preparação. CCE = A TPRO onde: TPRO = tempo de produção [s.2.2. km/h] 3. h] 21 . ha] T = tempo [s.2.2.

3.2.2.3 CAPACIDADE DE CAMPO OPERACIONAL (CCO) Representa a capacidade da máquina ou implemento no campo e inclui os efeitos do tempo de interrupção e o de preparação.

CCO =

A TM

onde: TM = tempo máquina [s, h] Na prática: CCT > CCE devido: SOBREPOSIÇÃO e que V < VMAX CCE > CCO devido TM > TPRO

Ex. Calcular CCT, CCE e CCO para o exercício da FOLHA DE CRONOMETRAGEM e sabendo que o arado de disco tem largura de corte de 3,5 m e velocidade máxima de 5 km/h. mas: TPRO=20,188min TM=30,4min

ha m2 CCT = LC * VMAX = 3,5 * 5000 = 17500 = 1,75 h h
A ha 0,5ha = = 1,49 TPRO 20,188h h 60 A ha 0,5ha = = 0.99 TM 30,4h h 60

CCE =

CCO =

22

3.2.3. RENDIMENTO OPERACIONAL (R) Indica o grau de aproveitamento do potencial da máquina.

3.2.3.1 RENDIMENTO DE CAMPO TEÓRICO (RCT)

RCT =

100 * CCE CCT

3.2.3.1 RENDIMENTO DE CAMPO EFETIVO (RCE)

RCE =

100 * CCO CCE

3.2.3.1 RENDIMENTO (OPERACIONAL) DE CAMPO GLOBAL (RCG)

RCG =

100 * CCO CCT

Bibliografia Recomendada:
BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo, Editora Manole LTDA, 1987. 264p. MIALHE, L.G. Manual de mecanização agrícola. São Paulo, Editora Agronômica Ceres LTDA, 1974.

23

CAPÍTULO 4: ENSAIO DE DESEMPENHO DE MOTORES E TRATORES

4.1 ENSAIO DE MOTORES DE COMBUSTÂO INTERNA Variáveis medidas: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) l) Pressão Barométrica - PB (mmHg); Tempo de medição - t (s); Rotação do Motor - NM (rpm); Torque no Motor - TM (Nm); Volume Consumido de Combustível - Vol (ml); Temperatura do Combustível - TempComb (oC); Temperatura do Ar de Admissão - TempAdm (oC); Torque Máximo – TMax (Nm); Torque de Potência Máxima – TPot Max Rotação de Potência Máxima – NPot.Max Rotação de Torque Máximo – NT.Max

Constantes que devem ser fornecidas: a) Densidade do Combustível: coeficientes “A” e “B” da equação:

d = A *T + B
b) c) d) e) Número de Cilindros - J; Relação de Transmissão - i; Tempos de Explosão do Motor - TMO; Poder Calorífico Inferior do Combustível - H (MJ/kg);

Para o diesel: H=42,6 MJ/kg Variáveis calculadas: a) Potência do Motor - PotM (kW):

Pot M =

TM * N M 9549,3

b) Consumo Horário - CH (l/h)

CH =

3,6 * Vol t

24

TredM (Nm): Tred M = TM * K f) Potência Reduzida no Motor .3 g) Consumo Específico Reduzido de Combustível – CECred (g/kWh) CECred = d * CH CEC = Potred M K h) Debito . 25 .PotredEQ (kW): Potred M = Tred M * N M = Pot M * K 9549.c) Consumo Específico de Combustível – CEC (g/kWh) CEC = d * CH Pot M d) Redução DIN 70020 . Max *100 TPot .K æ 750 ö K =ç ÷ è PB ø 0 .5 e) Torque Reduzido no Motor .Deb (mg/inj) Deb = 8.333 * d * CH * TMO NM * J i) Rendimento Efetivo do Motor .Max. 65 æ TempAdm + 273 ö ç ÷ 298 è ø 0.TPot .REF (%) REF = 360000 H * CEC j) Rendimento Efetivo Reduzido do Motor REFred (%) REF red = 360000 = REF * K H * CECred k) Reserva de Torque – RT (%) RT = TMax .

7 24.2 31. TORQUE ADM.0 84.1 83.8 18.UMIDO [C] 18.5 85.5 32.3 18.4 25.7 18.5 18.3 79.880 42.9 32.93 33. [g/kWh] [mg/inj] [%] 75.4 25.8 18.3 79.9 23. consumo horário e consumo específico reduzido.5 85. [kW] C.8 18.3 25. [L] PODER CALORÍFICO INFERIOR [MJ/kg] TEMPOS DE EXPLOSAO PRESSAO BAROMETRICA [mmHg] 6 852.62 18.4 25.2 72.97 29.7 23.1 74.5 78.2 77.2 25.9 1) Calcular os valores em branco.7 18. REDUCAO DEBITO RENDIM.3 25.94 15.8 292.7 23.6 2) Calcular a reserva de torque e reserva de rotação (sem redução) 79.5 25.6 82.63 22.2 326.4 336.7 23.8 32.43 18.6 potência reduzida no motor.7 23.87 20.8 18.5 86.9 336. MOTOR Red.18 2340 285.2 23.00 5.46 36.2 322.ESP.00 2320 2300 2280 2270 2000 1800 1600 1400 1380 1340 1300 1200 1100 1000 2363 2483 2419 2330 2443 2393 289.4 74.9 23. TEMP.2 18.6 23.0 31.ESP.4 32.0 85.8 23.4 32. Red.0 26.5 77.6 POT.3 71.59 17.5 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 25.0 334.3 74.5 79.0 38.4 25.7 23.8 293. ARREFEC.0 79.7 25.0 30.8 33.7 23.1 0.4 85.5 23.0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 TEMPO ROTACAO TORQUE VOLUME TEMP.4 31.4 85.40 15. DIN 70020 EFET.8 18.77 24. TEMP.5 25.3 78.ANALISE DO DESEMPENHO DO MOTOR MAQUINA :TRATOR AGRALE-DEUTZ BX 4130 MOTOR : MWM D 229 6 COMBUSTIVEL : DIESEL DENS.2 332.52 15.7 335.4 78.0 30.8 74. em função da rotação do motor 26 . B. [g/kWh] C. 77. COMB.4 25.5 18.0 122.4 25.9 TEMP.48 24.Red.2 15.2 31.8 18. MOTOR MOTOR CONSUM.SECO [C] 22.8 18.4 32.3 72.3 78.1 23.0 246.9 23.1 30.6 18. [C] [C] [C] [Nm] 32.8 78.7 335.2 69.8 18. B.4 3) Fazer os gráficos de torque reduzido no motor.9 289.96 27.04 50.2 83.4 23. [kW] POT.7 32. [s] [rpm] [Nm] [ml] [C] 15.4 18.4 31.9 26. COMB.1 310.5 100 25.6 84. [l/h] C. Red.6 184.8 18.7 85.2 26.9 23. 79.4 61.6 33.6 4 711.2 79.97 26.8 TEMP.5 23.4 290.3 25.5 84.53 23.50 23.730 NUMERO CILINDROS CILIND.3 332.7 25.5 25.4 31. [g/l] A= B= No -0.8 18.2 83.7 18.7 74.23 15.8 74.HOR.8 23.4 25.3 74.8 18.8 23.8 29.5 TEMP.9 83.

Torque de Potência Máxima – TPot Max Rotação de Potência Máxima – NPot. Temperatura do Ar de Admissão .Max . Tempos de Explosão do Motor .2 ANÁLISE DE DESEMPENHO NA TOMADA DE POTÊNCIA (TDP) Variáveis medidas: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) l) Pressão Barométrica . Temperatura do Combustível . Torque na TDP .t (s).Max 4.J.NT . Rotação da TDP . Poder Calorífico Inferior do Combustível . Tempo de medição .NTDP (rpm).PB (mmHg).Max Rotação de Torque Máximo – NT.TTDP (Nm).6 MJ/kg Variáveis calculadas: a) Torque Equivalente no Motor .TempComb (oC).H (MJ/kg). Torque Máximo – TMax (Nm).i.TMO.TempAdm (oC).TEQ M (Nm): 27 .l) Reserva de Rotação – R (%) RR = N Pot .Max *100 N Pot . Relação de Transmissão . Volume Consumido de Combustível . Para o diesel: H=42.Vol (ml).Max Constantes que devem ser fornecidas: f) Densidade do Combustível: coeficientes “A” e “B” da equação: d = A *T + B g) h) i) j) Número de Cilindros .

NM (rpm): N M = N TDP * i c) Potência Equivalente no Motor .CEC (g/kWh) CEC = d * CH Pot EQ f) Redução DIN 70020 æ 750 ö K =ç ÷ è PB ø 0 .5 g) Torque Reduzido Equivalente no Motor .3 = Tred TDP * N TDP = Pot EQ * K 9549.6 * Vol t e) Consumo Específico de Combustível .3 d) Consumo Horário .3 = TTDP * N TDP 9549.CH (l/h) CH = 3.PotredEQ (kW) Potred EQ M = Tred EQM * N M 9549.TredEQ (Nm) Tred EQM = TEQ * K h) Potência Reduzida Equivalente no Motor .TEQ M = TTDP i b) Rotação do Motor .PotEQ (kW): Pot EQ = TEQ * N M 9549. 65 æ TempAdm + 273 ö ç ÷ 298 è ø 0.CECred (g/kWh) CECred = d * CH CEC = Potred EQ K 28 .3 i) Consumo Específico Reduzido de Combustível .

70 16.5185 4 710.7 31.1 31.2 REDUCAO ROTACAO TORQ.2 31. TORQ.90 [rpm] 614 608 601 595 595 592 587 580 574 370 342 314 284 [Nm] 863 939 989 985 985 994 1110 1024 1024 1217 1241 1255 1223 [ml] 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 6. COMB. [l] RELACAO DE TRANSMISSAO TEMPOS DE EXPLOSAO 6 850 TEMPO ROTACAO TORQUE VOLUME DINAM.EQ. em função da rotação do motor 29 .5 34.90 25.6 26. EFET. [C] 30.2 TEMP.700 NUMERO CILINDROS CILIND. COMB.0 31.50 27.2 29. [kW] C.RED. RED. Potência Reduzida no Motor. RED.1 29.80 17.6 29. C. EFET. MOTOR MOTOR [%] [%] 1) Calcular os valores em branco. = [MJ/kg] PRESSAO REFERENCIA [mmHg] 42. DINAM. RENDIM.20 17.0 31.3 31.0 31. ADM.8 25.578 3.1 31. [C] 32.60 16.1 31.2 29.8 25.2 31. 2) Calcular a reserva de torque e reserva de rotação 3) Fazer os gráficos de Torque Reduzido no motor.1 34.00 16.ESP.MOTOR [rpm] [Nm] [Nm] POT.401-NA COMBUSTIVEL : DIESEL PODER CALOR. [s] 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 18.50 16.10 29. POT. C.00 23.80 16. DIN70020 MOTOR MOTOR RED.4 24.HOR. CONSUM.1 31. [g/kWh] DEBITO [kW] [l/h] [g/kWh] [mg/inj] RENDIM.2 27.EQ.ANALISE DO DESEMPENHO DE MOTOR MAQUINA : TRATOR FORD 7810 MOTOR : FORD 6. Consumo Horário e Consumo Específico Reduzido. [g/l] A= B= No -0.ESP.60 DENS.30 16.7 30.8 TEMP.1 31.

TPot .Deb (mg/inj) Deb = 8.Max . n) Reserva de Rotação – R(%) RR = N Pot .O.RO. Número Médio de Pulsos da Roda Traseira Sem Carga . Temperatura do Combustível . Perímetro da Roda Odométrica .NM (rpm). Temperatura do Ar de Admissão .REFred (%) REF red = 360000 = REF * K H * CECred m) Reserva de Torque – RT (%) RT = TMax .PB (mmHg).3 DESEMPENHO NA BARRA DE TRAÇÃO (BDT) Variáveis medidas: a) b) c) d) e) f) g) h) i) Pressão Barométrica .j) Debito . Max *100 TPot .RD0.RT0.Max.333 * d * CH * TMO N *J k) Rendimento Efetivo do Motor – REF (%) REF = 360000 H * CEC l) Rendimento Efetivo Reduzido do Motor . Número Médio de Pulsos da Roda Dianteira Sem Carga .s). Número Médio de Pulsos da Roda Odométrica . Tração Integrada .Max *100 N Pot .Max 4.Per.PI (kgf.TempAdm (oC). 30 .TempComb (oC). Rotação do Motor .R. (m).NT .

Número de Pulsos da Roda Traseira Direita Com Carga .FST.6 d) Consumo Horário .6 * Ro * Per.J.RDE.j) k) l) m) n) o) Número de Pulsos da Roda Dianteira Esquerda Com Carga .RTE. Tempo de medição .6 * Vol t 31 .R.TMO.RDD.PotBARR (kW): Pot BARR = P *V 3. Volume Consumido de Combustível . Constantes que devem ser fornecidas: a) Densidade do Combustível: coeficientes “A” e “B” da equação: d = A *T + B b) c) d) e) f) g) Número Furos do Sensor Dianteiro . Poder Calorífico Inferior do Combustível . Número de Cilindros . Para o diesel: H=42.FSO.Vol (ml).937 b) Velocidade de Deslocamento – V (km/h): V= 3. Número de Pulsos da Roda Traseira Esquerda Com Carga .FSD.O. Número Furos do Sensor Odométrico .H (MJ/kg).6 MJ/kg Variáveis calculadas: a) Força de Tração .RTD.P (kN): P= PI * 9.81 PI = t *1000 t *101. Tempos de Explosão do Motor .CH (l/h): CH = 3. Número Furos do Sensor Traseiro . FSO * t c) Potência na Barra de Tração .t (s). Número de Pulsos da Roda Dianteira Direita Com Carga .

REF BARR (%) REF BARR = 360000 H * CEC BARR l) Rendimento Efetivo Reduzido na Barra de Tração .e) Consumo Específico de Combustível na Barra .REF BARR (%) REF red BARR = 360000 = REF BARR * K H * CECred BARR 32 .5 g) Tração Reduzida na Barra .6 = Pot BARR * K i) Consumo Específico Reduzido de Combustível .K æ 750 ö K =ç ÷ è PB ø 0 . 65 æ TempAdm + 273 ö ç ÷ 298 è ø 0.CECredBARR (g/kWh): CECred BARR = d * CH CEC BARR = Potred BARR K j) Debito .CECBARR (g/kWh): CEC BARR = d * CH Pot BARR f) Redução DIN 70020 .Pred (Nm): Pr ed = P * K h) Potência Reduzida na Barra .333 * d * CH * TMO N *J k) Rendimento Efetivo na Barra de Tração .PotredBARR (kW): Potred BARR = Pr ed BARR * V 3.Deb (mg/inj) Deb = 8.

RT 0 2 S= *100 RTE + RTD 2 o) Deslizamento Médio das Rodas Motrizes .m) Deslizamento nas Rodas Motrizes Dianteiras .ST (%) RTE + RTD .RD 0 2 SD = *100 RDE + RDD 2 n) Deslizamento nas Rodas Motrizes Trazeiras .SD (%) RDE + RDD .S (%) S = S D + ST 2 33 .

1 24.46 28.7 22.4 30.145 157 157 157 157 157 235 235 235 235 235 235 235 235 235 298 298 298 298 298 298 298 298 298 298 595 595 595 595 595 595 595 595 595 FUROS NO SENSOR DIANT.94 133.2 17.145 1.57 116.145 1.75 47.5 36.145 1.1 29.6 19.75 41.49 139.0 17.04 143.3 39.0 16.145 1.36 24.C.145 1.11 35.90 34.68 83.145 1.4 21.6 28. ADM.0 22.8 17.O.3 21.82 131.33 84.9 21.33 19.9 30.26 50.145 1.13 130.0 39.84 17.26 138.145 1.06 28.5 37.7 16.578 RDE 131 134 144 147 147 157 162 168 184 184 236 243 252 252 253 254 256 258 256 299 303 307 317 318 319 320 323 328 323 598 602 612 612 614 614 616 616 617 RDD 131 134 144 147 147 157 162 168 184 184 236 243 252 252 253 254 256 258 256 299 303 307 317 318 319 320 323 328 323 598 602 612 612 614 614 616 616 617 RTE 97 100 108 111 111 118 120 125 140 139 178 183 189 189 190 191 193 194 192 226 228 230 238 238 240 240 243 245 242 450 453 460 460 460 461 462 462 463 No.56 27.145 1.8 38.8 21.9 19.36 85.145 125 1a LO 1.7 39.71 23.8 35.145 125 1a LO 1.145 1.0 28.4 21.145 1.58 19.1 36.67 72.145 1.74 154.145 1.5 37. = ODOM.13 21.145 1. [mmHg] INTEGRADADO MOTOR COMB.2 38.34 130. [g/l] A= -0.0 22.59 17.02 55.24 21.145 1.I.10 38.8 38.145 1.145 125 1a LO 1.05 136.61 TEMPO [s] 23.0 30.145 1.R.14 27.145 1.3 23.53 117.77 27.(H) [MJ/kg] CILIND.9 38.ENSAIO OFICIAL EM PISTA DE CONCRETO DO TRATOR FORD 7810 ENSAIO COM LASTRO TRAÇÃO DENS.60 20.9 16.145 1.2 21.9 24.145 1.BAR.97 131.6 60 TRAÇÃO ROTACAO TEMPERATURAS P.13 132.145 1.79 48.30 127.55 15.145 1.5 715 140368 2189 36.7 21.18 132.145 125 1a LO 1.1 26.12 34 .145 1. [l] 6.0 20.145 1.2 715 715 715 715 715 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 717 8162 35657 77043 139098 142222 4494 31923 59719 59559 69105 86800 117045 132937 180006 5806 23513 36504 68983 69033 79964 99515 134116 155497 208606 4992 15168 33340 32712 38605 48755 64819 71664 97804 2265 2243 2206 2172 2172 2251 2180 2100 2097 1911 1597 1298 1175 809 2252 2207 2182 2101 2090 1912 1602 1295 1185 802 2230 2190 2092 2110 1917 1609 1300 1209 1100 37.145 1.0 36.1 38.145 1.145 125 2a LO 2a LO 2a LO 2a LO 2a LO 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 4a LO 4a LO 4a LO 4a LO 4a LO 4a LO 4a LO 4a LO 4a LO 4a LO 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 1.0 38.3 22.79 21.86 19.87 133.14 157.1 22.145 1.145 1.145 1.1 37.689 4 B= 852 MARCHA PER.8 38.2 39.86 92.62 150. COMB.8 715 140775 2188 37. RD0 [m] 1a LO 1.0 19.DE TEMPOS DO MOTOR 4 RTD 97 100 108 111 111 119 120 125 139 140 178 183 189 189 190 191 193 194 192 226 228 230 238 238 240 240 243 245 242 450 453 460 460 460 461 462 462 463 VOLUME CONSUMIDO No 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 RT0 94 94 94 94 94 118 118 118 118 118 176 176 176 176 176 176 176 176 176 224 224 224 224 224 224 224 224 224 224 447 447 447 447 447 447 447 447 447 30 30 6 42. 715 34086 2252 33.67 19.5 38.37 23.1 19.145 1.5 29.4 38.8 16.145 1.65 29.2 25.53 114.6 25.5 22.2 38.2 31.12 18.47 32.3 22.38 27.69 135.8 28.7 35.145 1.9 715 136428 2190 35.= TRAS.4 65.38 28. = RO 800 800 800 800 800 1000 1000 1000 1000 1000 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1500 1900 1900 1900 1900 1900 1900 1900 1900 1900 1900 3800 3800 3800 3800 3800 3800 3800 3800 3800 Nº CILINDROS P.79 112.30 68.3 38.0 21.44 158.08 25.67 62.61 37.0 20.61 113.58 16.39 21.6 21.34 110.7 16.87 117.5 16.91 25.15 23.81 56.86 23.3 19.61 69.2 715 76498 2221 33.97 146.

52 2515.84 C.10 3.80 0.No 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 MARCHA 1a 1a 1a 1a 1a 2a 2a 2a 2a 2a LO LO LO LO LO LO LO LO LO LO TRACAO [kN] 13. [km/h] 2. [g/kWh] 913.HOR. [kW] 8.43 2. consumo horário.21 8.30 POTENC. 2) Fazer os gráficos de velocidade.93 DESL. potência.31 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 3a HI 4a 4a 4a 4a 4a 4a 4a 4a 4a 4a LO LO LO LO LO LO LO LO LO LO 1) Calcular os valores em branco. [l/h] 9. [%] 3.99 VELOC.94 2.84 C.ESP. consumo específico e deslizamento em função da tração 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 6a HI 35 .

= CH * d POTMAX Onde: d= densidade do combustível Quanto menor o CEPOT. 25 % e 75 % do momento de força obtido no ensaio de potência nominal (normalmente obtendo a potência máxima). para ensaio na TDP.MAX mais econômico é o motor.4. 100 %.MAX (g/kWh) ****PARÂMETRO DIRETAMENTE RETIRADO DO RELATÓRIO**** É consumo específico de combustível obtido com o motor operando na rotação nominal do motor. É considerado bom quando é menor que 240 g/kWh para motores com 4 cilindros e 233 g/kWh para 6 cilindros . que normalmente o fabricante ajusta para ser corresponder a potência máxima.4.MAX . medido nas seis zonas consideradas à partir da zona de corte do regulador: 85 %. 2. 0 %. (coluna 28) CONSUMO ESPECÍFICO MÉDIO NAS PARCIAIS – CEMED (g/kWh) ****PARÂMETRO DIRETAMENTE RETIRADO DO RELATÓRIO**** É o consumo específico médio de combustível. (coluna 27) CONSUMO ESPECÍFICO A POTÊNCIA MÁXIMA – CEPOT. CE POT . 50 %. CE MP = å CH 1 6 1 6 i *d i å POT 36 . PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DE TRATORES AGRÍCOLAS ****PARÂMETROS QUE SÃO RETIDADOS DIRETAMENTE DO RELATÓRIO 1.

9 74.0 ------123.9 ---34.5 59.0 57.6 46.3 ------57.9 106.1 41.9 44.4 40.4 99.6 24.7 76.8 48.2 46.2 26.0 20.6 33.5 42. 84 VALMET 138-4 ESP.0 40.0 ---------------96.3 ---------------------133.5 33.3 ---39.0 53.0 37 .9 66.3 52.6 106. 3306 T FORD 256 FORD 201 FORD 268 PERKINS A-6358 PERKINS 4236 DE MWM D 229-6TD CUMMINS NT 855 A CUMMINS NT 855 A MWM TD 229-6 MWM D 229-4TV MWM TD 229-6TV MWM D 229-3TV CATERP.5 82.3 65.3 41.2 34.9 171.2 44. 3304 MB OM 352 MWM D 229-6VS MWM D 229-6VS PERKINS A-6354.6 69.3 33.4 ---41.8 45.7 90.8 45.4 MWM D 229-4 PERKINS A-4248 P MWM D 229-3VS MWM D 229-4VR MWM D 229-4VR MWM TD 229-4TS PERKINS D-4203 MWM D 229-3VS MWM TD 229-6TV MB OM 352 FORD 268 PERKINS 6354.8 32.3 54.4 ---45.8 67.6 34.7 ---47.7 89.4 10 kg SEM 1770 1140 2185 2515 2500 ---1825 1540 1845 2865 2245 2860 4450 5070 ---2090 2995 1410 ---3175 2820 2910 3250 1880 1740 1270 2060 2150 2100 1700 1260 3010 3480 1930 3390 ---2650 2270 2510 3200 2250 3130 1780 ---4270 2250 2230 ---2790 2300 11 kg SEM 2700 1940 3455 3848 3780 13845 2755 2320 2790 4430 3540 6845 12495 12820 10845 3125 4950 2345 8540 4925 4620 4320 4770 2930 2770 2160 3510 3200 3630 2700 2150 4890 5250 3140 5280 9560 4200 3330 3880 5000 3570 4820 3100 17300 9770 3385 3880 17200 4400 3780 12 kg COM 2495 1645 3430 3200 3260 ---2545 2140 3000 4020 2675 3110 5420 6010 ---2955 4355 1950 ---4060 4370 4520 4370 2800 2540 1760 2830 2990 3130 2710 1610 4510 4490 3070 4310 ---2720 3160 3335 3900 3220 3870 2500 ---5300 3060 3380 ---3600 3800 13 kg COM 3900 2710 5155 4720 4780 ---4195 3510 4660 6135 4100 8100 14330 14545 ---4340 7565 3090 ---6120 6900 6550 6640 4090 3800 2770 5210 4670 5530 3930 2620 7480 7260 5200 7180 ---4460 4730 4910 6560 4870 5890 4370 ---11900 4560 5340 ---5970 6400 14 mm SEM 445 275 468 425 446 378 455 360 508 436 445 403 525 515 347 450 419 439 340 490 420 440 440 520 370 390 420 430 440 340 380 460 530 480 530 310 510 490 495 465 455 480 400 810 530 510 470 810 500 500 15 mm SEM 2225 2008 2360 2100 2100 2373 2214 2150 2214 2733 2041 2714 3200 3195 2265 2300 2670 2005 1880 2160 2670 2820 2720 2200 2250 2010 2320 2370 2330 2230 2020 2670 2340 2270 2340 1860 2300 2360 2100 2360 2390 2170 2380 2650 3000 2350 2350 2630 2310 2520 16 mm COM 445 283 433 405 422 ---435 338 505 432 442 390 505 497 ---435 405 420 ---460 390 420 430 505 360 380 400 420 430 330 370 440 520 460 520 ---510 460 485 460 440 470 400 ---520 510 450 ---500 500 17 mm COM 2225 2008 2360 2100 2100 ---2200 2136 2214 2727 2041 2719 3200 3197 ---2304 2674 2005 ---2160 2660 2820 2720 2210 2250 2020 2320 2360 2330 2220 2030 2680 2340 2270 2340 ---2300 2360 2100 2360 2400 2170 2380 ---3000 2350 2350 ---2300 2520 . 84 VALMET 68 ESP.1 55.9 49.0 50.7 78.5 44.5 33.TRATOR A N O M O D E L O T R A C A O M O D E L O MOTOR C I L I N D R O S A S P I R A C A O PN OO TM EI NM CA IL A MT AR SA SS AE I R A PONDERAIS MT AO ST SA AL MT AR SA SS AE I R A MT AO ST SA AL AB LA TR UR RA A DIMENSIONAIS DE IN ST TR AE N CE II AX O S AB LA TR UR RA A DE IN ST TR AE N CE II AX O S RP OO TT AE CN AC O.4 47.9 32.6 45.7 84.6 80.3 33.6 ---59.3 55.9 55.5 76.3 36.6 30.9 60.0 ---23.6 120.5 12.2 55.9 24.5 86.4 89.1 ---68.6 53. 18 rpm -2100 2105 2220 2310 2240 2000 2155 2200 2150 2260 2090 2250 2000 2000 2120 2300 2300 2300 2000 2150 2300 2300 2250 2200 2300 2300 2300 2300 2300 2300 2300 2300 2230 2100 2250 2000 2200 2300 2200 2300 2300 2300 2000 1850 2200 2300 2300 1850 2300 2100 19 kW -51.6 46.4 27.3 44.9 27.8 62.7 53. 21 Nm -236 123 224 182 216 621 211 166 249 309 192 409 764 817 396 216 398 162 390 306 318 317 319 210 221 159 218 216 266 162 159 383 310 251 309 293 192 215 192 272 268 275 182 688 629 238 224 638 260 301 RT OO TR AQ CU AE O M A X .4 81.9 ------------52.5 171.4 63.6 40.9 39.0 73.3 31.2 46.5 80.7 45.2 52.1 33.3 92.0 31.5 37.9 64.3 38.7 14.2 48.MATILDE 500 CR 85 VALMET 68 ESP.6 44.9 59.2 25 kN SEM 21.4 ---28.7 38.7 79.3 145.0 57.6 123.7 30.1 39.4 89.4 121.0 107.3 132.5 31.0 38.6 58.2 ---92.7 58.9 36.3 41.3 44.6 59.0 63.7 47.5 18.7 44.4 119.0 140.4 75. M A X DESEMPENHO NA TDP (OU MOTOR) PM OA TX EI NM CA I AT D P PM OA TX EI NM CA I AM O T O R 20 kW ----------------130.3 51.5 61.9 99.1 64. M A X .5 45.1 32.4 50.MATILDE 400 CR 85 VALMET 68 CAFEEIRO 86VALMET 148 4X4 TURBO 86 CBT 8060 4X4 86 FORD 6610 TR4 86 CBT 8260 4X4 86 FIATALLIS 7D 86 CBT 8840 4X4 86 VALMET 880 87 CBT 8840 86 CBT 8860 4X4 87 VALMET 980 TURBO 87 CBT 8860 4X2 87 MF 265/4 89 KOMATSU D65E-8B 89 ENGESA EE-923 VAGF 90 VALMET 885 4X2 90 VALMET 885 4X4 90 KOMATSU D60E-8C 90 CBT 8450 4X4 TURBO 91 FORD 7810 5 --4X2 4X2 4X2A 4X2 4X2 EST 4X2 4X2 4X2 4X2A 4X2 4X4 4X4 4X4 EST 4X2 4X2A 4X2 EST 4X2 4X2A 4X2 4X2A 4X2 4X2 4X2 4X2A 4X2 4X2A 4x2 4X2 4X2A 4X2A 4X2A 4X2A EST 4X2A 4X2 4X2 4X2A 4X2 4X2 4X2A EST 4X4 4X2 4X2A EST 4X2A 4X2A 6 --FORD 256 PERKINS A-3152 PERKINS A-4248 P MWM D 229-4VT PERKINS A-4248 CATERP.7 123.7 ------------------------------------------------61. 85 CATERPILLAR D4E-SA 85 CBT 8060 85 VALMET 128 4X4 85 VALMET 128 85 MF 296/4WD 85 VALMET 78 ESP.4 29.5 86.1 21.1 ---46.4 26.7 23.1 63.8 45.2 96.6 66.1 28.8 38.8 44.0 ---------81. 84 CATERPILLAR D6D-SA 84 FORD 5610 84 FORD 4610 84 FORD 6610 84 MF 295/4WD 84 CBT 8220 84 MULLER TM 14 84 ENGESA 1428 84 ENGESA 1128 85 FIATALLIS FD 9/EMB 84 VALMET 88 ESP.2 73.3 171.8 49.8 23.7 48.9 53. 85 VALMET 880 4X4 85 VALMET 880 86VALMET 980 4X4 TURBO 86 ST.5 16.9 29.5 39.1 23.4 50.7 ---64.7 22.2 24.2 31.1 ---29.9 14.1 20.1 38.9 80.3 72.0 ---62.2 24.8 30.0 44.1 88.6 58.3 55.2 ------34.4 159.1 16.3 MWM D 229-4VM MWM D 229-4TM CUMMINS N 855 C MWM TD 229-EC4 FORD OHV 6401 NA 7 --4 3 4 4 4 6 4 3 4 6 4 6 6 6 6 4 6 3 4 6 6 6 6 4 4 3 4 4 4 4 3 6 6 4 6 6 4 4 4 6 4 6 4 6 6 4 4 6 4 6 8 --NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT TURBO TURBO TURBO NAT NAT TURBO NAT TURBO NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT TURBO NAT NAT TURBO NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT NAT TURBO NAT NAT NAT TURBO NAT NAT NAT TURBO NAT 9 kW -56.5 34.5 80.6 16.3 72.5 ---47.5 42.4 69.5 66. 85 ST.4 ---31.0 36.5 59.9 62.3 62.9 30.6 59.3 24.7 51.5 64.6 53.8 126.0 79.2 26 kN COM 27.0 40.4 65.9 39.0 43.2 22 rpm -1190 1280 1295 1240 1390 1300 1550 1400 1300 1250 1155 1600 1350 1250 1650 1350 1690 1400 1280 1600 1400 1400 1405 1400 1400 1400 1400 1400 1450 1400 1400 1600 1700 1460 1395 1500 1440 1400 1395 1400 1400 1500 1250 980 1550 1400 1500 860 1500 1100 23 Nm -260 145 261 222 260 790 231 191 275 353 244 478 1039 1158 446 252 467 192 478 337 374 378 347 249 261 186 260 260 341 202 186 459 332 274 362 320 223 255 244 330 332 320 206 858 826 265 252 833 331 369 24 kW -50.4 41.3 53. TM OA RX QI UM EO DESEMPENHO NA BARRA PM TM TM OA RA RA TX AX AX EI CI CI NM AM AM CA OA OA I A 1 UNIDADE LASTROS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 3 --- 4 --82 FORD 5600 82 MF 235 82 MF 290/4WD 83 CBT 8440 83 CBT 8240 STAND.9 58.7 44.5 52.0 32.3 56.1 ---------84.8 ---44.5 ------TP OO RT QE UN EC .5 29.4 MWM D 229-6 CBT DM 401 MWM D 229-4VR CBT DM 401 CBT DM 602 MWM TD 229-4TS CBT DM 602 PERKINS D-4203 CUMMINS N 855 C CUMMINS 6C TA 8.9 28.0 64.8 18.3 55.0 59.

3 ---2.5% 31 -SEM 81. PT ER SA OS E EI SR TO A T .8 5.7 8.2 6.2 19.2 8.8% 80.8 4.9 6.1 3.3 66.6 99.2% 34 -COM 90.6 8..9 10.2% 46 -COM 70.3 1 UNIDADE LASTROS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 3 --- 4 --82 FORD 5600 82 MF 235 82 MF 290/4WD 83 CBT 8440 83 CBT 8240 STAND.1 12.8 3.5 11.9 ---8.1 43 kg/kW COM ---------- 45 -SEM 81.TRATOR A N O M O D E L O T R A C A O CP OO NT SE UN MC .7 2.O T DO ER S E M P 44 --1. 85 VALMET 880 4X4 85 VALMET 880 86VALMET 980 4X4 TURBO 86 ST.3 22.25 TP RE AS CO A O / / TP RE AS CO A O NR IU VI ED LO D E MD AE XS IA MC AE L E R A C A O 48 m/s^2 COM ---------------------------------------------------------------------------------------2..3% 39.7 8.2 11.0 8.3 10.28 1.8 8.MATILDE 500 CR 85 VALMET 68 ESP.9% 47 dB(A) SEM ---------------------------------------------------------------------------------------101 ------98 96 102 100 101 ---102 101 94 100 102 97 91 100 101 99 101 100 38 . PT ER SA OS E DI IR NO A M .0 71..2 9. PT ER SA OS E EI SR TO A T ..8% 63.9% 87.2% 65.3% 81.9 36 --10.7 7. 85 ST.5% 86.2% 41.2% 96.5 ---1.4 3.3 6. BT AD RP R A / PP OO TT .9 8.6 5.1 13.6% 88.3 ---3.1 99.3 3.3 8.30 1.4 7.8 8.9 6.MATILDE 400 CR 85 VALMET 68 CAFEEIRO 86VALMET 148 4X4 TURBO 86 CBT 8060 4X4 86 FORD 6610 TR4 86 CBT 8260 4X4 86 FIATALLIS 7D 86 CBT 8840 4X4 86 VALMET 880 87 CBT 8840 86 CBT 8860 4X4 87 VALMET 980 TURBO 87 CBT 8860 4X2 87 MF 265/4 89 KOMATSU D65E-8B 89 ENGESA EE-923 VAGF 90 VALMET 885 4X2 90 VALMET 885 4X4 90 KOMATSU D60E-8C 90 CBT 8450 4X4 TURBO 91 FORD 7810 5 --4X2 4X2 4X2A 4X2 4X2 EST 4X2 4X2 4X2 4X2A 4X2 4X4 4X4 4X4 EST 4X2 4X2A 4X2 EST 4X2 4X2A 4X2 4X2A 4X2 4X2 4X2 4X2A 4X2 4X2A 4x2 4X2 4X2A 4X2A 4X2A 4X2A EST 4X2A 4X2 4X2 4X2A 4X2 4X2 4X2A EST 4X4 4X2 4X2A EST 4X2A 4X2A .2 3. PARAMETROS DE (OU LIGADOS AO) DESEMPENHO DO TRATOR PT ER SA OS E DI IR NO A M .5% 39 ------------ 40 kg/kW SEM 52. CT OR EA FT IO CR II EO N T E CT OR EA FT IO CR II EO N T E A U T O N O M I A RT EO SR EQ RU VE A D E RR EO ST EA RC VA AO D E / PP OO TT . 84 VALMET 138-4 ESP. A T /D P MP AO ST S.8% 61.0 10. A M /O T O R CD OO E FM . 84 VALMET 68 ESP.6% 58.7% 66.7 7.5 9. 85 CATERPILLAR D4E-SA 85 CBT 8060 85 VALMET 128 4X4 85 VALMET 128 85 MF 296/4WD 85 VALMET 78 ESP.5 9.3% 82. 84 CATERPILLAR D6D-SA 84 FORD 5610 84 FORD 4610 84 FORD 6610 84 MF 295/4WD 84 CBT 8220 84 MULLER TM 14 84 ENGESA 1428 84 ENGESA 1128 85 FIATALLIS FD 9/EMB 84 VALMET 88 ESP.2% 17. BM AO RT RO AR MP AO ST S.P A ER SC P.0 5.8 7.9 8.4 5.9% 16. EM SA PX CM OE ND SI UO M .9 5.8% 67.6 16.9% 88.5% 37 --43. A M /O T O R MP AO ST S.4% 82.8 2. A T /D P MP AO ST S. .0% 60.1 9.8 6.9% 35 h -5.5 21.8 5.7% 32 -COM 78.0 3.5 ---3.7% 38 --97.5 15.4 ------3.5 6.8 7.1% 69. 27 28 g/kWh g/kWh --265 338 279 362 240 299 262 335 260 325 255 325 271 324 269 331 262 309 254 303 258 325 232 274 221 ---210 ---223 281 236 290 247 300 243 290 263 327 267 324 252 305 250 306 253 303 239 286 252 307 255 304 249 302 253 307 265 344 276 351 255 304 255 323 262 317 275 332 270 322 241 288 282 339 257 306 272 352 275 339 260 320 264 329 256 308 244 286 227 274 244 281 261 318 223 263 280 348 281 338 29 -SEM 65.1 2.7% 88.4 41 kg/kW SEM ---------- 42 kg/kW COM 75.7% 33 -SEM 99.2% 30 -COM 64.9 12.1 8.9 7.

= WEST .S / L *100 WTOTAL. condição sem lastro. significa a porcentagem de peso atuante sobre o eixo traseiro do trator na condição com lastro.. e trator sem lastro. (coluna 30) RELAÇÃO PESO ESTÁTICO TRASEIRO / PESO TOTAL . %WDIN . condição com lastro.. + 39 .TRAS . (coluna 31) RELAÇÃO PESO DINÂMICO TRASEIRO / PESO TOTAL . i =cada uma das situações normatizadas de torque parcial 3..C / L *100 WTOTAL.TRAS .TRAS ..S / L = WEST .TRAS . (coluna 29) RELAÇÃO PESO ESTÁTICO TRASEIRO / PESO TOTAL – CONDIÇÃO SEM LASTRO .%W ES/L (%) A relação peso estático traseiro/peso total.C / L = WEST .TRAS . condição sem lastro.TRAS . %WEST ..TRAS .CONDIÇÃO COM LASTRO (%) A relação peso estático traseiro/peso total.S / L 4.C / L 5. significa a porcentagem de peso atuante sobre o eixo traseiro do trator na condição sem lastro.onde: CHi =Consumo Horário na situação i.S / L = WDIN ..S / L h * PMAX dist onde: WDIN .TRAS . significa a porcentagem de peso atuante sob eixo traseiro do trator na condição de máxima tração..CONDIÇÃO SEM LASTRO (%) A relação peso dinâmico traseiro / peso total.S / L *100 WTOTAL. %WEST ...

TRAS . dist. *Tratores 4x2: CTS / L = PMAX . Valores médios: 4x2A – 90% e esteira – 78% 40 .TRAS . 6. %WDIN ..S / L WDIN . para a situação sem lastro. e trator com lastro.. (coluna 33) COEFICIENTE TRATÓRIO SEM LASTRO– CTS/L (%) Corresponde a relação entre máxima tração em pista e o peso dinâmico traseiro (tratores só com tração traseira (4x2) ou o peso total (restantes)). significa a porcentagem de peso atuante sob eixo traseiro do trator na condição de máxima tração. 7...S / L onde Pmax é a tração máxima (N).S / L *100 Valor médio: 4x2 – 96% *Tratores 4x2Auxiliar e 4x4: CTS / L = PMAX . 4x2AUX – 77 %.sendo h. Valores médios: 4x2 – 80%.C / L Valores médios: 4x2 – 79%. a altura da barra de tração (mm).. 4x2AUX – 76 % e 4x4 – 52%. distancia entre eixos (mm)e Pmax..TRASs. condição sem lastro. (coluna 32) RELAÇÃO PESO DINÂMICO TRASEIRO / PESO TOTAL ..CONDIÇÃO COM LASTRO (%) A relação peso dinâmico traseiro / peso total.S / L *100 WTOTAL. a tração máxima (N).C / L = WDIN .C / L *100 WTOTAL.

41 ..C / L *100 WTOTAL..85 * CH MAX V=Capacidade do reservatório de combustível (h). *Tratores 4x2: CTC / L = PMAX . que usualmente corresponde a potência máxima.C / L *100 Valor médio: 4x2 – 94% *Tratores 4x2Auxiliar e 4x4: CTC / L = PMAX . (coluna 34) COEFICIENTE TRATÓRIO COM LASTRO– CTC/L (%) Corresponde a relação entre máxima tração em pista e o peso dinâmico traseiro (tratores só com tração traseira (4x2) ou o peso total (restantes)).C / L WDIN .7 h trator com potência nominal entre 60 kW e 120 kW – 8.8. (coluna 35) AUTONOMIA (h) ****PARÂMETRO DIRETAMENTE RETIRADO DO RELATÓRIO**** É definida como sendo o número de horas que o trator pode trabalhar operando com um consumo de 85% do consumo horário a rotação nominal. Valores médios: trator com potência nominal até 60 kW – 6. (coluna 36) RESERVA DE TORQUE – RT (%) É a medida que exprime o aumento percentual do torque do motor. CHMAX =Consumo horário máximo (L/h)..6 h trator com potência nominal acima de 120 kW – 15 h 10. para a situação com lastro.C / L Valores médios: 4x2A – 88% e 4X4 – 88% 9..TRAS . A= onde: V 0. quando este passa do regime de potência máxima para o de torque máximo.

13 (coluna 39) RELAÇÃO POTÊNCIA MÁXIMA NA BARRA / POTÊNCIA NO MOTORRELBDT / MOTOR (%) RELBDT / MOTOR = POTBDT . (coluna 40) RELAÇÃO MASSA TOTAL SEM LASTRO / POTÊNCIA NA TDP – REL MASSA S/L / POTTDP (kg/kW) REL. MAX . motor turbo alimentado – 25 % 11.MASSAS / L POTTDP = Valor médio: 63 kg/kW MASSAS / L POTTDP O BOM é estar entre 50 e 60 kg/kW. Valores médios: Motor com aspiração natural – 18 % .RT = TMAX . motor turbo alimentado – 33 % 12. MAX *100 POTTDP.MAX * 100 N POT . (coluna 38) RELAÇÃO POTÊNCIA MÁXIMA NA BARRA / POTÊNCIA NA TDPRELBDT / TDP (%) RELBDT / TDP = POTBDT . e esteira – 68%. Valores médios – Motor com aspiração natural – 42 % . 42 . 14. MAX Valores médios: 4x2 – 88%. MAX *100 POTMOTOR Valores médios: 4x4 – 79%. e 4x2AUX – 85%.MAX . (coluna 37) Reserva de Rotação – R(%) RR = N POT .N T .MAX O Ideal é que a Reserva de Rotação seja entre 20 e 35 %.TPOT .MAX *100 TPOT .

PAR CE POT . e esteira – 115 kg/kW.MASSAC / L POTTDP = MASSAC / L POTTDP O BOM é estar entre 75 e 90 kg/kW.CDM É a relação entre o consumo específico médio nas parciais e o consumo de potência máxima.MAX O CDM é tão melhor quanto mais próximo de 1. CDM = CE MED. 16.MASSAS / L POTMOTOR = MASSAS / L POTMOTOR Valores médios: 4x4 – 77 kg/kW. Valor Médio – 1. Valor médio: 87 kg/kW 17 (coluna 43) RELAÇÃO MASSA TOTAL COM LASTRO / POTÊNCIA NO MOTOR – REL MASSA C/L / POTMOTOR (kg/kW) REL. (coluna 44) COEFICIENTE DE DESEMPENHO DO MOTOR . (coluna 42) RELAÇÃO MASSA TOTAL COM LASTRO / POTÊNCIA NA TDP – REL MASSA C/L / POTTDP (kg/kW) REL.MASSAC / L POTMOTOR = Valor médio: 4x4 – 87 kg/kW MASSAC / L POTMOTOR 18. (coluna 41) RELAÇÃO MASSA TOTAL SEM LASTRO / POTÊNCIA NO MOTOR – REL MASSA S/L / POTMOTOR (kg/kW) REL. 43 .25.15.

sem protetor auricular o nível de ruído deve ser menor que 85 dBA. 22.REL PMAX. 4x2A – 90 % e esteira – 78 % 20.S / L *100 WS / L Valores médios: 4x2 – 76 % . (coluna 46) RELAÇÃO TRAÇÃO MAX C/L / PESO TOTALC/L.PMAX / PESOS / L = PMAX .S/L/PESOS/L (%) REL. (coluna 47) NÍVEL DE RUÍDO (dBA) ****PARÂMETRO DIRETAMENTE RETIRADO DO RELATÓRIO**** Para se trabalhar 8 h por dia.REL PMAX. (coluna 48) MÁXIMA DESACELERAÇÃO (m/s2) ****PARÂMETRO DIRETAMENTE RETIRADO DO RELATÓRIO**** 44 . (coluna 45) RELAÇÃO TRAÇÃO MAX S/L / PESOTOTAL S/L.C/L/PESOC/L (%) REL.C / L *100 WC / L Valores médios: 4x2 – 74 % . 4x2A – 88 % e 4x4– 88 % 21.19.C / L / PESOC / L = PMAX .PMAX .

L. Piraciacaba. SP. 45 . avaliada em função dos tratores ensaidos no CENEA de 1982 a 1991: +2 = muito bom.Ensaio & Certificação. B = abaixo da média. – Manual de mecanização agrícola. -1 = ruim. 2) Com relação a qualidade dos parâmetros (desempenho). FEALQ. D = acima da média. Bibliografia Recomendada: MIALHE. Máquinas agrícolas .G. 0 = razoável. E = muito acima da média. 1974.G. -2 = muito ruim. Editora Agronômica Ceres LTDA. 1996. MIALHE. São Paulo._____________________________________________________ ANÁLISE DOS PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO E DESEMPENHO DE TRATORES AGRÍCOLAS Os parâmetros são avaliados quanto sua classe de distribuição estatística e quanto a qualidade dos referidos parâmetros: 1) Com relação a distribuição estatística avaliada em função dos tratores ensaidos no CENEA de 1982 a 1991: A = muito abaixo da média. L. C = na média. +1 = bom.

que podem executar eficientemente as operações agrícolas necessárias. Gradagem JUL AGO SET OUT NOV 46 . ESTUDO DE CASO: Selecionar os sistemas mecanizados necessários à operação de aração do plantio de 1500 ha de cana-de-açúcar na região de Piracicaba/SP.Calcareo 1a. 5.1 Análise Operacional a) Levantamento das operações: 1ª.1 ROTEIRO PARA SELEÇÃO OBJETIVO: achar no mercado máquinas adequadas ao PROGRAMA DE PRODUÇÃO DA EMPRESA (PPE). Aração Aplic. isto é. Aração 2a. Gradagem → 2ª. Aração → Aplicação de calcáreo → 1ª. Gradagem 2a.CAPÍTULO 5: SELEÇÃO DE SISTEMAS MECANIZADOS AGRÍCOLAS (SELEÇÃO DE MAQUINARIA AGRÍCOLA) Sistemas Mecanizados: é o nome que se dá aos conjuntos formados entre tratores/máquinas/implementos. 5.1. Gradagem b) Determinação das épocas de realização das operações → Elaboração do GRÁFICO DE GANTT JUN 1a. Aração → 2ª.

8 1760.8 254.6 264.8 254.1. [ ] Hj 100 N = número de dias do período.8 254.Ndf ) * %N s * onde.0 31 4 98 20 529.8 1133. Aração 2a.0 31 4 85 20 459.2 31 5 98 20 509.2 Planejamento para Seleção a) Estimativa para o tempo disponível para cada tipo de operação (Td) Td = ( N .6 264.6 264.0 247.0 JUL 264. Aração Aplic. em %.8 1494. Gradagem 2a.5.0 180.0 180.8 254.0 247. Gradagem 2a. Aração Aplic.5 229.0 228.0 Tempo disponível Total (TdTotal) JUN 228. Ex: JUN 1a. %Ns = número de dias úteis secos.6 30 4 95 20 494.0 228.0 228.8 SET OUT NOV TdTotal (h) 1494.0 1a.8 254.6 264.0 247.Calcareo 1a.5 229.0 228.Calcareo 1a.5 180. Gradagem N [dia] Ndf [dia] %Ns Hj [h] Td [h] JUL AGO SET OUT NOV 30 6 95 20 456.6 AGO 254. Aração 2a.0 247. Gradagem 247. Hj = jornada de trabalho total (h).0 229.5 229.0 47 .0 30 6 75 20 360.8 1387.8 254.6 264.0 247. Ndf = número de domingos e feriados.

Aração 2a.852 1.003 0. Aração Aplic.003 1.b) Estimativa do ritmo operacional (Ro): Ro = onde. Gradagem 2a.324 1. JUN 228.081 1.003 1.0 228.0 JUL 264.003 1.8 254.081 1.6 264.0 228.003 1. 1a.003 1.003 0.0 180.0 c) Estimativa do rítmo operacional máximo (RoMAX): O rítmo operacional máximo (RoMAX) é o máximo rítmo operacional (Ro) observado na operação agrícola em estudo.6 AGO 254. Aração 2a. Gradagem 2a.081 1.8 SET OUT NOV TdTotal (h) 1494.003 1.081 1. Aração Aplic.6 264.852 AGO 1.324 1.003 1.081 1. Gradagem Aracao: RoTotal JUN 1.003 1.8 1387.852 0.003 1.5 229.0 228.0 247.000 RoTotal maximo d) Estimativa do número de sistemas mecanizados (Nsm): Nsm = 1000 * Ro MAX (ha / h) L( m) * V (km / h) * RCG (%) 48 .003 1.324 1.5 229.8 254.081 1.0 247.084 SET OUT NOV 1.081 1.081 1.5 180.003 1.003 0.852 1.003 1.8 254.Calcareo 1a.324 1.003 0.003 0.081 1.6 264. Gradagem 247.852 1.8 254.6 264.8 1494.0 Ro (ha/h) 1.6 264.0 228.0 247.324 0.8 254. A Td TOTAL A = área a ser trabalhada (ha).0 247.081 1.852 0.003 2.081 1. TdTOTAL = tempo disponível total (h).5 229.Calcareo 1a.8 1760.8 1133.081 1.003 1.0 180.324 1a.324 1.852 JUL 1.0 247.0 229.8 254.

Máquinas agrícolas. RCG = rendimento de campo global. 1974.0 * 5. V = velocidade de deslocamento (m/s. * Escolha entre os sistemas mecanizados 1 e 2 aquele que requer menor custo horário total: Sistema Velocidade de deslocamento V (km/h) Largura de trabalho L (m) Rendimento de Campo Global 1 4. Mialhe. 1987. SP: Editora Agronômica Ceres.A. ha/h). L = largura da faixa de ação da máquina/implemento (m).084 = 2. RCE = rendimento de campo efetivo.onde. São Paulo. RCT = rendimento de campo teórico.0 2.95 1. L. Manual de mecanização agrícola.0 75% 2 5. 1000 * 2. L. RoMAX = rítmo operacional máximo (m2/s.084 = 6. 301p.0 * 4.0 * 75 adotamos 7. 49 . 2.0 * 80 Bibliografia Recomendada: BALASTREIRE. Editora Manole LTDA.61 adotamos 3. São Paulo. km/h).0 1.0 80% Nsm1 = Nsm 2 = 1000 * 2. G.

VARIÁVEL = f (uso) EX: COMBUSTÍVEL.Desvalorização em função do tempo D= onde: P . JUROS.: Para uma vida útil de 10 anos geralmente se adota PR = 10% P (preço de sucata).CAPÍTULO 6: AGRÍCOLAS ANÁLISE DE CUSTOS DE MÁQUINAS E IMPLEMENTOS 6. NU = Número de Horas de Uso por Ano (h/ano). (OPERACIONAL) MANUTENÇÃO.2. SEGURO 2. Obs.PR TU * N U P = Preço de Aquisição (R$). SALÁRIOS 6.5 %) onde: 50 . TU = Anos a serem utilizados o trator (ano).3 ALOJAMENTO (A) A= TA * P 100 * N U TA = Taxa anual de Alojamento. em % ( usualmente 15 %) onde: 6. CUSTOS FIXOS (CF) em R$/h: 6. ALOJAMENTO. FIXO ¹ f (uso) EX: DEPRECIAÇÃO.1 INTRODUÇÃO * TIPOS DE CUSTO: 1. PR = Preço de Revenda (R$). LUBRIFICANTES.2.1 DEPRECIAÇÃO (D) . em % ( usualmente 0.2. 6.2.2 JUROS (J) J= P + PR i * 200 NU i = Taxa anual de Juros.

4 %).3.163 l/kWh).6.2. CH = Capacidade do Sistema hidráulico em litros. em % ( Banco do Brasil em 2005 cobrou 1.3 CUSTOS VARIÁVEIS (CV) em R$/h: 6. l/h CE = Consumo específico de Combustível em l/kWh (a VALMET adota 0.2.3.1 ÓLEO LUBRIFICANTE (COM) COM = onde: POM * CC TOM POM = Preço do óleo Lubrificante do Motor em R$/l. Cc = Capacidade do Cárter em litros.2 ÓLEO DA TRANSMISSÃO (COT) COT = onde: POT * CT TOT POT = Preço do óleo Lubrificante da Transmissão em R$/l.2. CH = Consumo Horário de Combustível.1 COMBUSTÍVEL (CCH) CCH = PC * CH = PC * CE * POT onde: : PC = Preço do Combustível em R$/l.2 LUBRIFICANTES 6.2.3.3 ÓLEO DO HIDRÁULICO (COH) COH = onde: POH * CH TOH POH = Preço do óleo Lubrificante do Sistema Hidráulico em R$/l. onde: 6.4 SEGURO (S) S= TS * P 100 * N U TS = Taxa anual de Seguro. TOH = Período de troca do óleo do Sistema hidráulico em horas. POT = Potência equivalente no motor que efetivamente está sendo utilizada. CT = Capacidade da transmissão em litros. 6.3. TOT = Período de troca do óleo da transmissão em horas. 6.3. 51 . 6. TOM = Período de troca do óleo do motor em horas.

2. TFA = Período troca de filtros de ar em horas. NFH = Número de filtros do sistema hidráulico. 6.6. PFD = Preço do filtro de diesel em R$. hidráulico em horas. PFA = Preço do filtros de ar em R$.3.4 FILTROS (CFIL) CFIL = onde: N FD * PFD N FLM * PFLM N FA * PFA N FH * PFH + + + TFD TFLM TFA TFH NFD = Números de filtros de diesel. TPD = Período de troca dos pneus dianteiros em horas.3 PNEUS (CPN) CPN = onde: N PD * PPD N PT * PPT + TPD TPT NPD = Número de Pneus Dianteiros. NPT = Número de Pneus Traseiros.3. CGX = Consumo de graxa em kg/h ( 0. TLM = Período troca de filtros lubrif. PPT = Preço do Pneu Traseiro em R$. 52 . TPT = Período de troca dos pneus traseiros em horas. PPD = Preço do Pneu dianteiro em R$. NFLM = Número de filtros do lubrificante do motor. TFD = Período troca dos filtros de diesel em horas.. PFLM = Preço do filtro do lubrificante do motor em R$.. TFH = Período troca de filtros sist.4 GRAXA (CGR) CGR = PGR * CGX = onde: PGR * mGR TGR PGR = Preço da Graxa em R$/kg. PFH = Preço do filtro do sistema hidráulico em R$. do motor em horas. NFA = Número de filtros de ar.3.05 kg/h ) mGR = massa de graxa utilizada por lubrificação (kg) TGR = Período entre duas lubrificações sucessivas (h) 6.

L. Máquinas agrícolas.3.5 MANUTENÇÃO (CM) CM = onde: TRM * P 100 * N U TRM = Taxa anual de Reparos e Manutenção.3. 53 . – Manual de mecanização agrícola.em Bibliografia Recomendada: MIALHE.33 NU SAL = Salário Mensal. 1987. BALASTREIRE. São Paulo.A.6 SALÁRIOS (CS) CS = onde: R$.G. Editora Agronômica Ceres LTDA. 264p. L. em % (segundo VALMET: 10% ) 6.6. Editora Manole LTDA. São Paulo. incluindo os encargos sociais ( usualmente 80% do salário). SAL *13. 1974.

00 30.50 15.50 5.00 TROCA [h] VOLUME [l] PREÇO [R$/l] Óleo do Motor Óleo da Transmissão Óleo do Hidráulico OUTROS LUBRIFICANTES TROCA [h] 200 750 750 9.35 55 0.00 54 . do Motor Filtro de Ar (elemento filtrante) Filtro de Ar (elemento segurança) Filtro do Sistema Hidráulico 200 200 800 800 2000 2 1 1 1 1 10.00 MASSA [kg] 5.00 5.00 40.00 800 10 0.17 540.00 8.00 10.75 0.00 10.50 PREÇO [R$] Dianteiros Traseiros FILTROS TROCA [h] 5000 7500 2 2 800.00 7.00 1.00 NÚMERO PREÇO [R$] Filtro do Diesel Filtro do Lubrif.00 PREÇO [R$/kg] Graxa PNEUS 12.00 20.EXERCÍCIO NUMERO 1: CUSTO OPERACIONAL DE MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS MÓDULO "TRATOR" DADOS GERAIS: Preço de Aquisição (PA) do Trator [R$] Preço de Revenda [R$] Horas Trabalhadas por ano [h] Anos a serem utilizados o trator Seguro [%PA anual] Alojamento [%PA anual] Taxa anual de Juros [%] Reparos e Manutenção [%PA anual] Preço do Diesel [R$] Potencia do Motor [kW] Consumo horário Específico [l/kWh] Salário + encargos do operador [R$] ÓLEOS LUBRIFICANTES 75000.00 37500.00 TROCA [h] NÚMERO 1.00 7.00 1200.

CUSTOS FIXOS ) 1.4 Seguro TOTAL (R$/h) 2.6 Salário + encarg. CUSTO TOTAL (R$/h) 55 .4 Pneus 2.5 Manutenção 2. Fazer uma planilha em Excel que calcule: 1.3 Graxa 2.3 Alojamento 1. da transmissão e do hidráulico 2.EXERCÍCIO PRÁTICO NUMERO 2 (TESTE No.1 Combustível 2. CUSTOS VARIÁVEIS 2.7 Filtros TOTAL (R$/h) 3.2 Óleo lubrificante do motor .1 Depreciação 1.2 Juros 1. 2.

50 5.17 540.00 5.50 15.00 7.35 74 0.75 0.Dados: CUSTO OPERACIONAL DE MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS MÓDULO "TRATOR" DADOS GERAIS: Preço de Aquisição (PA) do Trator [R$] Preço de Revenda [R$] Horas Trabalhadas por ano [h] Anos a serem utilizados o trator Seguro [%PA anual] Alojamento [%PA anual] Taxa anual de Juros [%] Reparos e Manutenção [%PA anual] Preço do Diesel [R$] Potencia do Motor [kW] Consumo horário Específico [l/kWh] Salário + encargos do operador [R$] ÓLEOS LUBRIFICANTES 100000.00 1000 10 0.00 NÚMERO PREÇO [R$] Filtro do Diesel Filtro do Lubrif.00 50000.00 30.00 7.00 10.00 56 .00 8.00 1.00 40. do Motor Filtro de Ar (elemento filtrante) Filtro de Ar (elemento segurança) Filtro do Sistema Hidráulico 200 200 800 800 2000 2 1 1 1 1 10.00 10.00 20.00 PREÇO [R$/kg] Graxa PNEUS 12.00 1500.00 TROCA [h] NÚMERO 1.00 MASSA [kg] 5.50 PREÇO [R$] Dianteiros Traseiros FILTROS TROCA [h] 5000 7500 2 2 900.00 TROCA [h] VOLUME [l] PREÇO [R$/l] Óleo do Motor Óleo da Transmissão Óleo do Hidráulico OUTROS LUBRIFICANTES TROCA [h] 200 750 750 14.

Possibilitar autopropulsão e direcionamento. Desenvolver esforço tratório. 57 . etc. 7. nas velocidades requeridas para o trabalho. resistência do ar.).CAPÍTULO 7: TEORIA DA TRAÇÃO 7. No trator. a tração deverá ser suficiente para vencer a resistência oferecida à movimentação do próprio trator (resistência ao rolamento.1 Funções e Tipos de Rodado Rodado é a designação genérica que se dá ao conjunto de órgãos que asseguram ao trator sua característica veicular. Principais funções: § § § Assegurar equilíbrio estável e vão livre compatível. componente do peso próprio. esteira e o meio no qual age esse dispositivo. bem como deslocar a carga imposta à barra de tração.2 Tração desenvolvida pelos rodados Tração é a força proveniente da interação entre um dispositivo de autopropulsão. tal como a roda.

1980). 1. (Fonte: Mialhe.1 Figura1 – Principais forças envolvidas na tração de um trator agrícola de quatro rodas. Pela Fig. do tipo standard. verifica-se que : Rrf + Rrt = Rr (1) Onde Rr é a resistência total ao rolamento W 1 = W senα F1 = F cosβ T = Ft r (4) (2) (3) 58 .

Rs < Ft > F1 + W 1 + Rr (11) 7.3 Potencial do solo para tração – Rs Rs depende de: características físico-mecânicas do solo. partida do motor): Rs = Ft = F1 + W 1 + Rr (8) 2) O trator desloca-se. porque as rodas motrizes patinam. marcha errada) Rs > Ft < F1 + W 1 + Rr (10) 4) O trator não consegue deslocar-se. O torque é muito elevado (Ex. embora não haja deslizamento (patinamento) dos rodados. tracionando a carga acoplada na barra de tração (Ex. características da banda de rodagem do pneu e da conformação da área de contato rodado-solo. as forças resistentes que se opõe a movimentação do trator são: F1 + W 1 + Rr (5) A força propulsora (proveniente do torque) sob condições de equilíbrio será Ft = Rs (6) Portanto esta condição ocorre quando: Ft = Rs = F1 + W 1 + Rr (7) Pode-se então considerar as seguintes condições: 1) O trator encontra-se em pendência de movimento (Ex.Assim. § § § carga aplicada sobre o rodado.marcha muito baixa com aceleração elevada). Rs = Wm Kt em que: 59 . operação normal): Rs > Ft > F1 + W 1 + Rr (9) 3) O trator não consegue deslocar-se. O torque aplicado nas rodas motrizes é insuficiente para movimentar o trator(Ex.

60 . Valores de Kt 0.60 0.30 – 0.30 0.0.50 0.45 – 0.80 60 .80 0.Wm = carga aplicada sobre o rodado motriz Kt = coeficiente de tração Condição de Solo Terreno argiloso úmidos Areia Terreno agrícola Terreno compactado Estrada Pavimentada Seca Fonte: Mialhe (1980).

61 .M. EPU.B. Vol. Ed. L. Edgard Blucher Ltda. E LILLEDAHL. Tratores e seus motores. MIALHE. Máquinas motoras na agricultura.Bibliografia Recomendada: BARGER. EDUSP. São Paulo.G.L. 1963. CARLETON. 2. 1980. W.. L. E. São Paulo.

Procedimento Tratores e máquinas agrícolas – Conectores hidráulicos de ação rápida para aplicação geral 62 . Trator agrícola – Determinação do raio e do espaço de giro – Método de ensaio Trator agrícola – Determinação do Centro de Gravidade – Método de ensaio Tratores agrícolas – Características e posição da barra de tração padronização Tratores agrícolas – Engate traseiro de três pontos – Dimensões Padronização Tratores agrícolas – Tomada de Potência Traseira – Dimensões Padronização Tratores agrícolas – Capacidade do sistema de levantamento hidráulico – Método de ensaio Tratores agrícolas – Desempenho na tomada de potência – Método de ensaio Tratores agrícolas – Desempenho na barra de tração – Método de ensaio Tratores agrícolas – Cilindros hidráulicos de controle remoto para implementos agrícolas rebocáveis .Padronização Tratores e máquinas agrícolas – Medição do nível de ruído no posto de operação .NORMAS DE ENSAIOS DE TRATORES AGRÍCOLAS NBR 11354/89 NBR 12566/92 NBR 12567/92 NBR 7811/93 NBR 8566/94 NBR 7021/94 NBR 13145/94 NBR 13400/95 – NBR 10400/97 NBR 13558/96 NBR 9999/87 NBR ISO 5676/99 Trator Agrícola de rodas – Determinação da velocidade máxima – Método de ensaio.

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