UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

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Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

. 87. 81. 89. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56.. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14.4. 90.724. 58. . de dezembro de 2005.

.............4 5............... 34 Tipos de relatórios ................................................................................................................................. 25 Conceito .................................................................................................... 17 Ficha de leitura ....................................... 23 Avaliação ............................ 31 Avaliação ......3..........................5 6 6....................... 17 Ficha bibliográfica .............4 6.................................... 26 Avaliação .................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ............................4............... 21 Propósitos ...............................................................................................4 3...........4.......2 4............................................. 22 A apresentação da resenha .................1 2.................................................................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ....................................... 33 Conceito ..................4.............................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação .............................................................................4 5 5...4 3 3......................................................................................................................................................................... 21 Procedimentos ................... 30 Elementos pós-textuais ............................................3 2..................................................................................................................................................................... 5 ................................................. 35 Avaliação ........................................................................................... 20 RESENHA CRÍTICA ...............................3 5............. 37 ....................................5 4 4... 34 Procedimentos .................................................5 INTRODUÇÃO .. 29 Elementos pré-textuais ................ 31 RELATÓRIO ...............................3 4........................1 3.....1 5...................................................... 25 Propósitos ..................1 4.3................ 21 Conceito .................................................... 10 1 2 2........................................................................2 3..................................................................3 6...................................1 6..............................................................................................2 2.................................................................................................................................................................................1 2................ 27 Procedimentos quanto à elaboração .................................................. 30 Elementos textuais ............................................... 33 Propósitos .........4...................................................................................... 16 Procedimentos ............................. 27 Propósitos .................................................................................................................................................................................................................................................................................... 15 Os propósitos do fichamento ..................................................................................................................3 3............... 09 PARTE I ............................................. 26 ARTIGO CIENTÍFICO ...................................2 5...................................... 25 Procedimentos ..........................................................2 6....................................................... 18 Avaliação .... 15 Conceito ...........3 5.................... 24 PAPER................ 27 Conceito .................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ..................................2 2.1 5........2 5............................................................. 13 FICHAMENTO ..................4 5....................

...................................4 Normas complementares para citação ................................................5 3........................................................1 3............ 50 1...............................................3......................4 3......................................................................... 46 1..............1 7....2....... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ................................................................................ 68 Publicação periódica como um todo ..............Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .. 65 Monografias .......................................................................... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ........1 Regras gerais para citação ..4................................ 45 1...................... 64 Modelos de elaboração de referências .......... 48 1..................3 3...........4................................................................................................... 43 1 CITAÇÕES ................................. 47 1............... 57 Localização das referências ........ 57 Aspectos gráficos das referências .1..................................................................6 3....................................3.......................... dentre outros...............................................................................6 3.....................2 7..............2.......4...................................................... 58 Regras gerais para elaboração de referências .....3 Alterações na citação ....2.............................3 Citação da citação .............1 3.......................5 Considerações finais sobre as normas de citação ..2.... 52 1.................4 MEMORIAL ................. 59 Regras quanto à autoria........................... 39 Conceito ......4...................................................................................................2 3.................2 3... 41 PARTE II ...................... 46 1........ 70 Artigo e/ou matéria de revista............................................1 Citação direta.................................................................................... 64 Regra quanto à paginação ............................4........................................1...................4.................................. textual ou literal .... 40 Avaliação ................................4............. 62 Regras quanto ao local ................ 39 Propósitos ..............3........4... 61 Regras quanto à edição e editora .....4 3............................................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal .....................2 3.......... 55 Exemplos de resumos .............2 3.................1 3 3.............3 3..................................................2 3.............................................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ....................... 7 7.................................................4....................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .....1 3............................4 3...................... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ......3................. 63 Regras quanto à data ......................3 3......4................................. 67 Partes de monografia .....................4 3..................................................................................................................................................................................................5 3...............1 3........................3 3.................... em meio eletrônico .....2 Tipos de citação ....................................1 3.............................................2................... 45 1..................2......2.........................................................................................4.3..................... 39 Procedimentos .2 Citação indireta: paráfrase e condensação ......................... 65 Monografias consideradas no todo ........................................................................................................................................... boletim....1............................................ 65 Monografias no todo em meio eletrônico ....2...1. 53 2 2.............. 59 Regras quanto ao título e subtítulo ............. 69 Partes de publicações périódicas ......................................2................. 71 Publicações em eventos .................4....................4.................................................................3....................... 68 Publicações periódicas ................................6............................ 72 ....3 7.........

.........................................................8 3..4 5.......4................... 7 ........................................ 91 REFERÊNCIAS .....................2 4................................... 88 Títulos e indicavos numéricos ..3 3.............Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ...9 3...............................7 5.........4......... 92 APÊNDICES .............................................................................................. Séries e coleções .............. Trabalho apresentado em evento .....4...................................................... 89 Ilustrações .........6 3....................4.........4..................................... 88 Parágrafo ..........1 3....12 3........................... Notas ...................................3..........................................................Modelo de página de abertura (artigo científico) ..............................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ........13 3.....................4...............................................................4................................................................4........ 81 Elementos pré-textuais ...................... Documento cartográfico em meio eletrônico .........................3.............................................................................................3 3............................................................................. 87 Formato ................................................. Documento sonoro ....................4 3...............................................................................3 5 5..............................................4 3..........3 5.........Exemplo de sumário ...................... Documento cartográfico ........................6.......................................................................................................................................................2 3... 95 Apêndice A .......4.................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3......................................10 3........................6 5.........................................................................................................................................................4........................2 3....................................................................4.......................1 3.4..................... Eventos como um todo em meio eletrônico ......................... Jurisprudência ............5 3..................................... Documentos jurídicos ............1 3......................... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .4.............. Documento iconográfico ..........................4...................4. Imagem em movimento .....1 3. 96 Apêndice B ....3.......................................................... Doutrina .....4..................................................... 81 Elementos textuais ..................................................... 102 Apêndice E .................................11 3.............................. 90 Equações e fórmulas .... 87 Margens e espacejamento .......................................................... 87 Paginação ....3.......................4.............................................................................................. Bula de remédio ................. Patente ......................................8 Eventos como um todo ................................ 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ......................................... 84 Elementos pós-textuais ........1 5............................................................4..............................................7.14 4 4...........................4.......................4....................... Documento tridimensional ............................................... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico .. Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ............. 98 Apêndice C .........................................5 5.......................................4..........4 3..........................4............. 89 Tabelas ............................................................4............................................................2 5..... Documento jurídico em meio eletrônico . Legislação ................................................7 3...............Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ....4..... Documento iconográficoem meio eletrônico .....1 4................................. 100 Apêndice D ..............4. 103 ....................................................

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E viden te men te .. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. desde os primeiros períodos. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. característica da formação superior. Est as orientações. para quê. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. ou da articu lação. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. 9 . da teoria com a empiria. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. ao artigo científico . em todas as disciplinas. entre suas finalidades. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. conceitual e lógica.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. (SEVERINO.cien tí fi cos..permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. A elaboração de trabalhos acadêm icos . Se a ciência é o resultado do confronto. Assim. 2000). pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. Certamente.do fich amen to. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. A UNIVALI destaca. a pr odu zir conhecimentos. o domínio de conceitos reelaborados. o domínio do saber e da cultura. o mais elementar deles. conse qü en tem en te. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento.

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..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos . 11 .

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se con siderar qu e a bu sca. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. contorno.. p. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. sobretudo alcancem a capacidade de formular. Por outro lado. se faz. Ao lado desse fato. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. Deixa-se para trás a condição de objeto. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. A partir daí.] Aprende a duvidar. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. atividade central na vida acadêmica.. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. requer que as atividades referentes à investigação. porque significam propriamente a competência. de complexidade e sofisticação crescentes.ler e compreender textos teóricos. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. perfil. A formação universitária.. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência..] escrevam. portanto.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. a perguntar. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. 13 . com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. em todas as áreas do conhecimento. assim identificadas: . deve . redijam. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. registrar a informação e as . expressão. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. a querer saber sempre mais e melhor. Demo (1996... buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. Formular. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. surge o desafio da elaboração própria. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento.

. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. . artigo cien tífico. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas.. ou mesmo o ensaio. paper. parafrasear. interpretar criticamente. estabelecer relações.competências cognitivas: . projeto e relatório de pesquisa. Dessa forma.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. definir. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. dominar as praxes de citação e de referência. inferir. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. Esse conjunto de competências. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . optou-se pelo fichamento.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. papers. resenha crítica.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. referências). aut o. não são aqui tratados.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. subsidiariamente.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. . demonstrar (ou provar) por argumentação. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. no entanto. .ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. explicar. No entanto.14. . O texto ora apresentado pretende oferecer.cor rigir. documentais ou outras (fazer resumos. sistemático e intensivo. dissertação de mestrado e tese de doutorado. fichamentos. de re su m os de ar ti gos e de referências. projetos de pesquisa). artigos. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. .. extrair significados.apresentar e discutir temas. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. observar. . relat ór io e mem orial. t anto a professores como a acadêmicos. . os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação.

De acordo com Henriques e Medeiros (1999. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. os fichamentos ou relatórios de leitura. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística.100). A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. etc. monografias de conclusão de curso. no caso do professor. palest ras ou confe rências. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. portanto. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. 15 . de textos para aulas.. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. ou. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. cujo autor é o “fichador”. d) organizar as informações colhidas”. essen ci al par a a elaboração de resenhas. . art igos. a exemplo de Nunes (1997). na Universidade. alguns autores.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. coerente e objetivo. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. pa pers. é otimizar a leitura. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. p. A prática do fichamento representa. como também registrada e documentada. b) registrar o conteúdo das obras. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). Assim sendo. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. Fichar um texto significa sintetizá-lo. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. ent ão. su a compreensão. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. filosófica. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos.. seja ele aluno ou professor.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. A principal utilidade da técnica de fichamento. assim.

São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. di fer enci a. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. uma monografia. pelo docente ou pelo pesquisador. . no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. dos quais se falará mais adiante. que tanto pode ser uma resenha. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. 2. um seminário ou um relatório de pesquisa. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. nesse caso.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. e m qualquer caso. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. conceitos. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. Ora. b) o fichamento que é feito pelo estudante. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação.. Assim. Dependendo dos seus propósitos. nesse caso o fichamento consiste. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. um artigo. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. em geral. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –.. No segundo tipo (b). com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema.16. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. mas que. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. Dessa forma. o docente ou o pesquisador se propôs.se apen as na su a apresen tação. artigos e textos teóricos.

o con teú do propriamente dito. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. 17 . é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados.corpo da f ich a. arquivo público. à direita. por exemplo. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). . Leite (1985. etc. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . para que a ela se possa retornar caso haja necessidade.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. após o título geral. Severino (2000. ou seja. São Paulo: Saraiva. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. de um subtítulo.. Luiz Antonio Rizzatto. 2. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações.). Manual da monografia jurídica. 42-55) e Pasold (1999.3. Bibl. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado.. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. como já foi dito.112). p. p. 1997. por serem considerados os mais essenciais. Eco (1988. 207 p. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. p. pode ser adotado o uso. como. 87. As fichas. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. devem conter três elementos: .1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. 35-45). 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. . apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. p. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer.

ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. um comentário sobre o te xto f ichado. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. e as citações ou seja.. resumo conteúdo. Pode ficar a critério do professor. a decisão de incluir. dir etas e interligadas. Pode conter. . O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. as citações. – utilizar linguagem clara. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. no entanto. Assim sendo. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. p. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). p. juízo de valor destituído de fundamento. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. por exemplo. 6465). objetiva e econômica. Nesse caso.. outras formas podem ser adotadas.3. transcrições as citações. 2. como sugere Hühne (1992. citações mais significativas de trechos do conteúdo. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. idéia ou argumento. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador.18. seletivo e objetivo. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. ao solicitar dos alu nos um fichamento. ou não. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. o que tornaria a ficha mais completa. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. Para sua elaboração. ou seja: – ser sucinto. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. dev e o professor ter claro que. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. ao seu final.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas.

um de se us repres entantes . para e le . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva.. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". que pre ssupõe um a m etodologia própria. ex te rno ao indivíduo. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . Para D urkheim. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". 199 7.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . po is cada qual tem um sentido próprio. A socio logia com pree nsiva. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . (. cujas raízes estão no historicism o ale mão. Dilthey . S egundo ele.. 19 . entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . Ass im . o fato social.. que busca de scobrir regularidades ou le is . inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa.. Rio de Janeiro: Re co rd. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. se gundo ele. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. pois. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. M.

20.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? . ou seja.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . 2.. aquele que é solicitado como exercício acadêmico..O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .2.As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .O resumo é sucinto e objetivo? . As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .

prin cipal me nt e. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. em geral. – uma justificativa da apreciação realizada. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. em decorrência. 21 .1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. têm condições de emitir um juízo crítico.. novos conhecimentos. além do conhecimento especializado do tema. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. ou seja. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação.. feita por cientistas que. Portanto. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. novas teorias. A resenha de obras científicas é. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. . que a resenha possibilita. 3.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. de um modo geral. artística ou cultural em seu campo de interesse.

Referência: editora e data de publicação. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente.as conclusões do autor. . cargos exercidos. local. objetivo.. títulos. edição. desenhos. exemplos. 3. p. histórico.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. preço. obras publicadas. são indispensáveis os seguintes tópicos: . profissional ou especializada. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. As diretrizes metodológicas que seguem. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. criativas? A abordagem dos conhecimentos . bem como da finalidade ou destino da resenha. político. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais.)? e) a quem se destina a obra: grande público. gráficos. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. claro. em relação ao contexto social. . baseadas em Severino (2000. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. Para fins de t rabalh os acadê micos. etc. 245-246): – Referência autor(es). têm o propósito de organizar. 51-57). de modo a cumprir sua finalidade. análise e interpretação de textos científicos..? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. título. p.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra).seu quadro de referências. o que muitas vezes depende da obra resenhada. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. . pelo estudante. etc.22. no ent an to. número de páginas. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. econômico. se optar por intitular. segundo a percepção do resenhista. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. Obs. figuras. coere nt e. especialistas. de com pe tên cias de l eit ura. .o resumo da obra.a crítica do resenhista.

os dados sobre a obra. seu autor. termos fundamentais à compreensão do t exto). A redação da resenha obedecerá. os aut ores cit ados. como de outros trabalhos acadêmicos. juízo crít ico. porém corrida. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a... 3. nas resenhas de boa qualidade.3 acima. sobre o vocabulário (conceitos. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. bem como a avaliação crítica do resenhista. . do texto para identificar seu plano geral. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. quer dizer. 23 . constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. validade e con tribui ção à discussão do problema.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. compondo um texto harmonioso. sucinto e de fácil leitura. no entanto. obrigatoriamente. em geral.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. trabalho acadêmico distinto da resenha. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. o qual. Avalia também sua originalidade. alcance. Procura estabelecer uma aproximação. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. . pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. avaliando o texto pela sua coerência interna. o resumo do conteúdo. buscar dados sobre o autor. ou seja. n um a seqüên cia adequ ada. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. aparecem. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . os aspectos teóricos. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. de um modo geral.

dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002..A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. 3. econômico. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . o su mári o é e lem en to dispensável. esse item é obrigatório. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.Aponta as características mais relevantes da obra? .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.24.a resenha apresenta as idéias principais da obra? . polí tico.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? ..A obra está corretamente referenciada? .A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . Quanto à apresentação gráfica. . social) do autor é discutido? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .O posici onamen to (te ór ico.ci entíf icos f oram observadas? .

POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. opiniões de especialistas.1 Conceito O paper.an alít ica e da criatividade do aluno. Sua elaboração consiste na discussão. 25 .2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . como os artigos científicos. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. estudos de caso ou participação em palestras. Na elaboração de um paper. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. . O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). artigos especializados ou de informação geral. com objet ivi dade e clare za. o autor desenvolve análises e argumentações. Além disso. dentre outros tipos de publicações. podendo considerar. promover o debate em torno de um assunto.. também. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. pelo au tor. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. júri simulado. E m algu ns casos. 4. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas..

o pa per deve apresentar em sua estrutura.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma.cien tí fi cos são respeitadas? . como todo t rabalh o acadêmico.. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. tais como: textos. A apresentação gráfica do paper. re met en do aos propósitos expressos na apresentação.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. registros ou anotações de palestras. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão.. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos. ao final do texto. . sistematizando-se determinadas etapas. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. 4. f il mes.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . d) sí nt ese con cl usi va.A análise das idéias é coerente/consistente? .as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . Como todo trabalho acadêmico. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. entretanto. artigos.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er .26..As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . o encadeamento entre as idéias iniciais. de forma articulada.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: .As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . as etapas de introdução. Além disso. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. 4.Há lógica na organização geral do texto? . lev an tan do argum en tos. deixando-se claro.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . et c. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. desenvolvimento e conclusão.

buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. experimental ou de campo).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. embora sucinta. dissertações ou teses. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos. Além desses objetivos. Ao produzir o artigo. . Isso permite que outros pesquisadores. . idéias. .aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. Entretanto.los ou pormenorizar aspectos. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. 88): . No contexto da formação acadêmica. a partir de novos enfoques ou perspectivas. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. discute e divulga idéias. métodos e técnicas. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. 27 . teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. o artigo científico pode abordar conceitos. p. . 5. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. difere de trabalhos científicos.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores).. O artigo científico.. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. ao apresentar de forma completa. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada.2 Propósitos De um modo geral. .estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. os propósitos. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. ou nela se baseiem. como monografias.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. docu men tal. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas.

para sistematizar a comunicação a ser feita.28. . que se constitui como dedução lógica do estudo.. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. Todavia. Por out ro l ado. fatos ou outros estudos. dest acam. e descrição dos métodos.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). por fim. se for o caso. a elaboração deste plano é útil. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra).2). destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. . é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. 5. p. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. conceitos. No tópico das considerações finais.102). o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. registros de observações ou evidências factuais. de fichamentos.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. independente de ter propósitos distintos. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores.se os seu s re sul tados. evitando que o autor se perca durante a elaboração. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias.sistematize um roteiro básico das idéias. No desenvolvimento (corpo do artigo). uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. é preciso que o autor: . porém de forma breve e sintética. explicando e avaliando os resultados. mater iais. em primeiro lugar. comparando-se com outros estudos já realizados. técn icas e equi pam ent os uti lizados). são apresentados os dados do estudo. desenvolvimento e conclusão. fazer comparações. podendose utilizar tabelas e ilustrações). a justificativa do trabalho e suas limitações. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. ainda. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). De acordo com Leal (2001. A elaboração de artigos estimula. teorias. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa.. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados.

p. também. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. . Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. deve o autor dividir o tema em discussão. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. . textuais e pós-textuais. de forma adequada. . 2001. . É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. motivando para a leitura. o que pode prejudicar a sua compreensão. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância.. o e xce sso de subdivisões. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado.no desenvolvimento do artigo. se min ários. ainda. pois. precisão. a forma como o artigo está organizado. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo.. ao conteúdo desenvolvido. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. é conveniente que o autor contextualize o tema. A definição do título do artigo deve corresponder.” (LEAL. 5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. Vale ressaltar que as divisões.106).ao apresentar o artigo – na introdução –.103). 2001. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. p. Pode. Devem ser evitadas as gírias. porém .na conclusão. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. et c. destacando sua importância teórica ou prática. 29 . expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. as expectativas em relação a ele.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. É pre ci so ev it ar.). caso isso não aconteça. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL.

ou. . .Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. . são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).Resumo na língua do texto. já detalhados na seção 5.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. 5. após os elementos pós-textuais. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. . onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. . então. Segundo a NBR 6022:2003..Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento)..Palavras-chave na língua do texto.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. .Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.30. 5. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). precedendo o resumo em língua estrangeira. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E).4. o desenvolvimento e a conclusão.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. . cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).3 Elementos pós-textuais .4.3. 5. o currículo. . .4. assim como os endereços postal e eletrônico.1 Elementos pré-textuais .Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo.

Questionário). o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). então. organização. 31 .4.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. ilustrações e tabelas (seção 5). conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.: ANEXO B . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. coerente e adequado aos propósitos do artigo. . 2001. que complementa.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). 5. equações e f órmulas.. Normalmente. FEITOSA. . 1999. justificativa e importância do artigo. . as suposições devem ser claras e justificadas. . 5.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. .referencial teórico claramente identificado. SEVERINO. .identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). Para a avaliação de artigos científicos. comprova ou ilustra seu con teúdo. Observação: na Parte II deste documento.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). tais como: a) Quanto ao conteúdo: . precedi dos por numeração progressiva. 2000). complementar ao seu trabalho. . . os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação.. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. sociedade).apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas.: APÊNDICE A . decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.clareza na apresentação dos objetivos.4 da Parte II deste documento). siglas. . podem ser descritos vários critérios (AMR1 .clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.

.observância das normas de apresentação de um artigo.resumo claro e informativo. . .observância das regras da norma culta.coerência e padronização dos termos técnicos.. . precisão e coerência na escrita do texto. .32. ou de um conceito para outro. .uso/seleção de literatura pertinente à análise. .afirmativas unívocas. . . passagem de um parágrafo para outro. un idade e art icu lação (encadeamento lógico). .uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.objetividade.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. sem duplo sentido.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. com a corr eta r elação com os f atos analisados. b) Quanto à forma: .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos.adequação do título ao conteúdo.atendimento aos objetivos propostos. .linguagem acessível.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. . . . . .. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. do t ext o .

– as quais. [. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. o qual.] Relatório é. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. exper imen tos ou testes de laboratório. após terem sido desenvolvidas. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. ordinariamente por e scrito . embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. n ão é abordado n este documento. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. . com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. Em Michaelis (1998.. em diversas disciplinas.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . na sua organização ou apresentação.. então. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção.. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. até mesmo de um objeto. seja no seu conteúdo. em pelo menos uma das definições. etc. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. al go qu e f oi realizado). 33 . talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. 6. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição.. viagens de estudo. Embora seja utilizado com fr eqü ência. observação de eventos. de menor importância. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado.. uma narração. relação. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. fatos ou objetos [. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. aplicação de uma determinada técnica.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. realização de uma intervenção ou procedimento especializado.. de uma prática ou de um conjunto de práticas.

relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). de um único assunto. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. a elaborá-los. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. por conseguinte. . O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. p. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. auditorias. visitas. é importante que o acadêmico aprenda. em diferentes situações. informar sobre o andamento de um projeto. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. p. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. Dessa forma. observações de campo. como. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. apresenta-se a seguir.34..168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. tais como. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. durante a sua formação. Quanto à estrutura (partes componentes). procedimentos técnicos. verificações. O relatório é. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. Olímpio e Cancelier (1992.3 Tipos de relatórios Flôres. (MARCONI. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. porqu e o fazemos e com que resultados”. tem forma de apresentação rigorosa.. em campo. 6. viagens. inspeções. cuja síntese. vistorias. que já requerem uma apresentação técnica. avaliações.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. LAKATOS. Inicialmente. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. etc. Barrass (1986. qualquer que seja seu tipo. por exemplo. produtos ou tecnologias. etc. 2000). SEVERINO. 1999. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. na elaboração de um relatório. A esse respeito.. mercados. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. elaborada segundo os propósitos deste documento. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. 6. medições. of erecer informações e análises sobre empresas.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. Subdividem-se em: . demarcado. anual) ou abranger um período de tempo maior. . . seja qual for o tipo de relatório. . são pouco extensos e. por exemplo. as normas contidas no t ópico 5 . portant o. ou em data previamente estabelecida (ex. os relatórios podem ser informativos e analíticos.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas.. . informal ou semi-informal). pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. etc. 6. em decorrência de seus objetivos e destinação. de que a estrutura dos relatórios formais (e.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. inf ormais ou semi -in form ais. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. estilo da redação. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) .. da Parte II deste documento..relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. semestral.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. para isso são úteis três perguntas: . pode ser periódico (mensal. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). se for o caso. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. de v isit a e os relat órios administrativos. 35 .

basta a folha de rosto.. com maior número de páginas. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação .36. preciso e objetivo. conforme a extensão do relatório. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. . construção/teste ou verificação de máquinas. a partir dessas idéias. deve conter um sumário. o estilo simples. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada.o quê: identifica a atividade realizada. detalhes desnecessários. pela ausência de períodos longos. aparel hos ou si stem as. sugere-se a estrutura a seguir. . marcado pelo uso de termos técnicos adequados. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas.. pela correção da linguagem. adjetivação excessiva.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. sendo o sumário dispensável. Nota-se que. além da folha de rosto. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios.

. .O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? ..As regras de apresentação (citações. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.É escrito em um estilo simples e preciso? . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos.O relatório se limita ao essencial. e seu sumário reflete isso? . etc. 37 . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. notas e referências.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .As t abel as e f iguras.5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. são apresentadas de maneira uniforme. se hou ver. antes de entregá-lo ao professor. com seus títulos e legendas? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.

38.. ..

o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. 7. marca de todo trabalho acadêmico. Parte de uma reflexão introspectiva. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. os quais. Nesse sentido. Consiste. conforme as circunstâncias. ainda. complemen tar mente. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. 39 . podendo esboçar. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam.1 Conceito Para Severino (2000). pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. ret ratando a subjetividade. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. . Apresenta. uma vez formados. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. e constitui um relato crítico. para concorrer a postos no mercado de trabalho. os resu ltados qu e espera alcançar. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. precisarão. principalment e.. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. portanto. em um relato circu nstanciado. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. portanto.. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional.

dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. coordenação e/ou assessoramento. estadual. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. .atividades de administração: participação em órgãos colegiados. participação em ban cas e xamin adoras. simpósios. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. estágios de aperf eiçoamen to. .. 7.re com enda. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . técnica ou artística. estruturando dessa forma o memorial. . prest ação de consultoria especializada.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. analítico e crítico.. tanto em sua formação como em sua profissão.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. . artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica.40. exe rcício de f un ções de direção. municipal ou privado. orientação de monografias. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. .finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir.formação. caracterizando a história particular do autor. cursos e atividades de extensão.atividades técnico-cient íficas. analítico e autocrítico. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . -ensino: desempenho didático. participação em congressos. . dissertações. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. aperfeiçoamento e atualização: cursos. especialização e atualização. pelo seu caráter reflexivo. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. comitês executivos. No entanto. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. resultados de pesquisas. seminários e outros eventos. além de servir a tais finalidades.

Por outro lado. pelo esmero na redação do texto. O autor precisa estar atento para retratar. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. p.. 7. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. com fidelidade e tranqüilidade. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. a trajetória real que foi seguida (. 2000. principalmente. 41 . como observa França (1999.. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. econômicos e/ou sociais? . etc.176). (SEVERINO. No entanto. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. o qu e requer. .).4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico).O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . políticos. quant o aos seus aspectos físicos. o memorial pode se destacar. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato.. nossa história de vida é nossa melhor referência. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. apesar de sua crescente utilização. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. um projeto gráfico de bom gost o. abrangendo sua formação e atuação profissional. um a im pressão cu idadosa. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. p. encadernação sóbria.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. expressando as contribuições e perdas de cada momento. atraente.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . com maior segurança possível. Por fim. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. convém salientar que. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. apresentado de forma crítica. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato.

relacionando-as com a trajetória pregressa? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .A redação do texto é precisa e coerente? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? ..42.Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? . .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? ..As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .

43 ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .

44.. ..

. Apresentação. etc. exemplos e modelos. “De fato. ne las encontrando ilustrações.. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). Citações em Documentos.121) considera difícil determinar “[. seguido pela data de publicação da obra e número da página. deve ser seguido em todo o trabalho. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. o trabalho apresentado. Em todo o caso. mesmo Umberto Eco (1988. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. significado de expressões típicas. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. 259). p.” (LAVILLE. 45 . que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. deixan do para o rodapé out ras informações. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). nos quais é permitida uma apresentação mais livre. 1999. teórica e empiricamente. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação.. p. inspirandose nelas. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. São utilizadas para sustentar.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. fazendo. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. DIONNE. Assim.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico).. estão sendo expostas.. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. t radução de palavras estrangeiras. in diret as ou citação de cit ação. da ABNT. Depende do tipo de tese”. diferentemente de textos literários. As citações podem ser diretas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte.

2: no primeiro exemplo. melhor e com mais segurança se trabalha. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. com recuo de 4cm da margem esquerda.46.2 Tipos de citação 1. a entrada – no caso. p. no segundo exemplo. o nome do autor faz parte da frase.. a indicação da página é obrigatória para citação direta.” Obs. sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). fonte e espaçamento interlinear menores. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. Obs. como nos exemplos que seguem: . Vale ressaltar.” (ECO.1 Citação direta. são inseridas no texto. p. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. melhor e com mais segurança se trabalha. sem emprego de aspas. 1.2.10). As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo.. também. 1988.10): “quanto mais se restringe o campo.

. p. 1978. O assunto não deve estar solto no espaço.. portan to. Ao parafrasear.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores.. de modo reduzido ou abreviado. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. que é reconhecido como [. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. caso ela não seja feita.2. a referência à fonte é obrigatória pois.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. (CASTRO. Dentre elas.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. tem-se u m caso de plágio. segu ndo Compagnon (1996. Como se trata de idéias alheias. não altera. ‘encomendado’.]”. p. A paráfrase é a forma de citação indireta que. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. mas colocado no seu contexto. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. ou seja. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. o que não lhe tira o caráter científico. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. normalmente.. se ‘encaixar` em temas muito amplos. a escrit a do t ext o origi nal. Nas citações in diret as. 47 . caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria.. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. Todavia.34). desde que não interfira no desenrolar da pesquisa.] é uma produção de texto [.. 1. ... as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. conforme a NBR 10520:2002. da sua curiosidade científica. em tamanho e cont eúdo. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. Nesse sentido. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. o “trabalho da citação [. p. portanto. 319).

É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. (LAVILLE. 1999. DIONNE..48. DIONNE. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. p. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar.. DIONNE.85). 1999). Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. 1999). para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. . (LAVILLE. como uma espécie de piloto automático. Esta forma de uso de citação é interessante. já qu e. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. uma vez que tenha sido bem planejada. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. sem alterar o seu significado. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa.

” (WERNER. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. 1994.. 49 . p.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). 1997..: no exemplo acima.: no exemplo acima. Obs.]”.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. Obs. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. GEWANDSZNAJDER. 1987 apud GIL.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. usa-se a expressão latina apud2 .. mas de fazer brotar idéias..2. . Esta idéia. p. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa. p. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. pode ser expressa como citação direta ou indireta. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. por sua vez. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.31). Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. usa-se o itálic o. 2001.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. BOWER.

..] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. dev e ser usada de modo bastante restrito. citações longas demais.. também chamada de segunda mão. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [..]” (BEAUD. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. Em qualquer desses casos. No entanto. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. A citação de citação. p. é obrigatório indicar a alteração feita.. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. somente disponível em língua que se desconhece. como qualquer outro material.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. então. . em que materiais irá se aprofundar. só vale pelo lugar que ocupa. no entanto. [. é admissível o uso da citação da citação. igualmente.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação..] é preciso fazer escolhas. p. Beaud (1997. b) Em citação com supressão de parte intermediária. por se tratar de obra rara ou. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). Nesses casos.” “Evite. 125) aconselha: “[.. 1.. p. em que terrenos irá concentrar seus esforços.50. tomando notas. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. triagens. 125). 1997. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo.

grifo dos autores). “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. 2000. p.. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. p. 70). O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. ou então.68. grifo nosso).” (MARTINS.” (GOLDENBERG. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante.. p. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor.21. negrito ou itálico) de termos ou expressões. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.” (GOLDENBERG. LINTZ. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. 1997. 51 . 1997.

deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer..52. em palestras e debates. tradução nossa). p. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. 1. (TELLIS. instrumental . No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. p.1).1. (TELLIS. . explanatório e descritivo. Explanatory. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. 1997. em 25 de julho de 2002.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. and Descriptive. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho.. 1997. Collective – when a group of cases is studied.

. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. isto é. após apresentar a citação. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. RICHARDSON. 1976. 2001. 1974. (MARCONI. em ordem alfabética. Umberto Eco (1988. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. a referência deve ser exata e precisa. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões.1988). Quando não for este o caso. Nesse sentido. 1999. p. SEVERINO. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. 2001) 1. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. após a data e sem espacejamento. 2000. LAKATOS.. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. YIN. esses são separados por ponto-e-vírgula.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. em ordem alfabética. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. 1999. bem como averiguável por todos. 1972. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. Por isso. 53 . que se concorde com ela.. publicados em um mesmo ano. mencionados simultaneamente. 2001) (BUNGE. conforme a lista de referências.

54.. ..

técnicas de abordage m. Produção textual. 69). Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas.’ são supérfluas (FRANÇA. a NBR 6028:2003 estabelece. com o uma das condições exigíveis. Ex . O uso de abreviaturas..chave : Narrativa. (FRA NÇA . 2000. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. críticas e julgamento pessoal do autor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. descobertas. símbolos.’.ch ave. seus resultados e conclusões mais importantes. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. valores numéricos e conclusões. de acordo com França (2000. Quanto à redação e estilo de resumos. [. p. seu valor e originalidade. p. 2000. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto.. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. dissertações. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto.: Palavras.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto.. fórmulas. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. 55 . comentários.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. Leitura. o método.para t rabal hos acadêm icos (t eses. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. p. essa norma define: ... afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”... Resumo. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. 69). . ‘O autor do trabalho descreve. concisa e objetiva. Sobre a extensão do resumo. que o “resumo deve ressaltar o objetivo. 69-70). Limita-se a um parágrafo. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. equações e diagramas devem ser evitados. Também não cabem num resumo citações. . como: objetivos . an tecedidas da expre ssão Palavras..para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. . os resultados e as conclusões do documento.

56. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige.V A s artes e . Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos.25. de acordo com a NBR 6022:2003. v. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. Zusa mmen fa ssun g (alem ão).69. v. Usam-se.4 . além do resumo na língua do público a que este se destina. dez. Sch lüsselwörter (al emão). Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos.20. set. p. Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. 4 RATTNER. R ia ssunt o (italiano). R. 2. p. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). 19 95. 1999. conforme o caso. resumo em pelo menos uma outra língu a.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. 34-59. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. Motsclés (francês)..O. o desenvolvimento cultural do ser humano. Res ume n (espan h ol ). TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. Parole c hia vi (italiano). Dentre este cenário de tendências contraditórias. deve ser apreendido. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). Rés umé (fran cê s).9. Educação e Sociedade Sociedade. Em artigos científicos.. 65-76 . embora conduzido pela economia. de acordo com a NBR 14724:2005. em suas dimensões políticas. histórico-culturais e espaciaisecológicas. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s).S. Palabras clave (espanhol). aperfeiçoamento e/ou especialização). o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. 3 JAPIASSU. também./dez. dissertações. H.3 O processo de globalização. n. Em trabalhos acadêmicos (teses. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global.

Além disso.cit. as referências podem aparecer: em listas após o texto. homepage. que também podem estar localizadas ao final do texto. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. ibidem (ou id. documentos oficiais. jorn adas.científicos como con gr essos. ao fim do artigo. Nestas situações.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. capítulo ou artigo. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. teses. manuais. 3. semin ár ios. etc. . ibid. consistem em obras como livros. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos).) e op. dicionário. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. No primeiro caso. da ABNT. antecedendo apêndices e anexos. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. Já em resumos e resenhas. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. As notas de rodapé ficam. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). relatórios técnicos e legislação. 57 . é obrigatória a sua identificação na lista das referências. No sistema numérico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto.. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem.. enciclopédias. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. desta forma. cd-rom. segu e. ao fim de cada capítulo. dissertações ou monograf ias.. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. e-mail. dentre outros. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. conforme a natureza do trabalho.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. j ornais.

As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios. p. respeitando-se os seguintes padrões: . já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. . que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. e no final da referência.os dois pontos são usados antes do subtítulo. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. -o ponto-e-vírgula. de forma abreviada (Coord. n. . As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. seguido de espaço. v. Comp..58. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). .2. FISCHER. R.).15-21. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). Rio de Janeiro. para o título. M.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas).. 1997).. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas).3. set. Org. após a editora. porém são conhecidos [1991]. é usado para separar os autores (FLEURY.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. Quan to à pontu ação.)). t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias.. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). 3.os parênteses são usados para indicar série. .10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999).). T.o hífen é utilizado entre páginas (p. ed. após a cidade onde o periódico é publicado. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. após o título. João.). M..as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. L.. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. . .. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). . entre o número do ano/volume e o número do periódico. edição (7. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento.). Em caso de referência de periódicos.). Alfredo (Org. Humberto). grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. e depois do termo In:.

seguido da abreviação.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. São Paulo: Brasiliense. 1986. ed. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. GUATTARI. L. se for o caso). T. R. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. etc.quando há dois ou três autores. seguido de espaço. Micropolíticas : cartografias do desejo. Graal.).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. é facultado indicar todos os autores. (e outros). do tipo de participação.1 Regras quanto à autoria . M.3. Paulo et al. acrescentandose a expressão latina et al. (Coord. M. FREIRE. Vivendo e aprendendo. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. 10. Em caso de projetos de pesquisa. ed. . . Atlas. 59 . ROLNIK. PAIVA. entre parênteses. FISCHER. Coordenador..quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. Editor. Félix. 2. no singular. 1989. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. ..quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor.) em coletâneas de vários autores. 1986. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular.). Sueli. Vanilda (Org. separados por ponto-e-vírgula. Petrópolis: Vozes. FLEURY.. 1986.

In: SILVA. . CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Curitiba. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. etc. editoriais. . São Paulo: Câmara Brasileira do Livro.. este deve constar na referência. em letras maiúsculas. SANTA CATARINA. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. associações. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. congressos..). Florianópolis. ATHAYDE. esta deve ser indicada como autor. Relatório de atividades. Secretaria da Saúde. instituições). seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. Caio.60. a entrada é feita pelo título.... O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. Rio de Janeiro: Record. em pr esas. Brasília: SEF 1997. desde que seja a forma adotada pelo autor. 1931. 1993. Ilse. ed. 1979. Anais.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 3 v. . 3.. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN.. Anais. . 1990. Tristão de. Debates pedagógicos. 212-213. . Rio de Janeiro: Schmidt. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. Quando a entidade tem uma denominação genérica. Lenilson Naveira. Carlos. Gabriel. . elatório 2001.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. 10. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. 1979.. p. PROCURA-SE um amigo.

1997a. Adyr Balastreri. 1997b.quando não existir título. .. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). 1989. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. 1997a. ______. Turismo. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. modernidade e globalização . entre colchetes. 61 . I. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. na seqüência alfabética ascendente. 1989.2 Regras quanto ao título e subtítulo . RODRIGUES. 2002. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. RODRIGUES. São Paulo: Hucitec. sem chegar aos dois pontos. 1997b 3.3.. Salvador. Brasília: Ministério da Educação. CHIAVENATO.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. 2. . Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. [Trabalhos apresentados]. seguido de ponto. São Paulo: Saraiva.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . São Paulo: Hucitec. . separados por dois pontos. RODRIGUES. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. Em caso do uso do subtítulo..

. Das mulheres e das flores. São Paulo: Cortez.em caso de haver duas editoras.quando não se tem o nome da editora. I. Carlos A.a partir da segunda edição. esta deve ser identificada na referência.. Obs. rev. desde que sejam dispensáveis para a identificação. Robert K. Ana Maria. P Objetivo competência: por uma nova lógica. Metodologia do trabalho científico. 2001. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. . ALFONSO-GOLDFARB.]. e ampl. MAIA.). 3.n. 21. ambos na língu a do document o. SEVERINO.3 Regras quanto à edição e editora . ed.A. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. (Coord. Já se forem três ou mais. . indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. YIN. 2000.: (No livro: Editora Atlas S. 1974. Em caso de informações complementares à edição. Antonio Joaquim. Belo Horizonte: [s. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). ZARIFIAN.3. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Estudo de caso : planejamento e métodos. 2001.62. 1995. VALENCIA.]. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. ed. Porto Alegre: Bookman.n. .o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. São Paulo: EDUSP.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial.. São Paulo: Atlas.História da ciência: o mapa do conhecimento. 2.) .

[São Paulo]: SDF Editores.l. entre colchetes. AL. Viçosa. 63 . Obs.: s.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. 1930. C. LAZZARINI NETO. . [S.]: Ex Libris. Sylvio. MG. 1994. deve-se utilizar a expressão sine loco. abreviada e entre colchetes [S.. de M.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.quando a cidade não aparece no documento.n.]. . BELTRÃO III. Cria e recria. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. . J.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. abreviadas. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid.l. Viçosa.3.quando o local é desconhecido. . dentre outros.4 Regras quanto ao local . Em caso de haver cidades com o mesmo nome. mas pode ser identificada. deve ser indicada entre colchetes. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. RJ . indica-se o primeiro ou o mais destacado. [S.. CASTRO.l. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. Viçosa.: No documento de que trata a referência acima. A prática da pesquisa. Discursos do pregador.]. 1981.quando houver mais de um local para uma só editora. 1977.

impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. sempre deve ser indicada.1995. entre colchetes. 3. 3. Autumm 1970. 2002.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. maio/dez.quando a publicação indicar. registra-se uma data aproximada. mar. semestres ou estações do ano. sem. ao final da referência devem ser indicadas. as expressões: Não paginado. 1995.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. 1996. no lugar dos meses.. 2001.64../Sept. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. 3. seja ela de publicação. após o ponto final. divisões por bimestres.quando em indicações de meses. as estações do ano tal como figuram na publicação.3. trimestre e semestres abreviados.6 Regra quanto à paginação . estes devem aparecer de forma abreviada. 2. distribuição. por isso. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . . (publicação com paginação irregular) . primavera 2000. trimestres. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca.3. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. bim. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. Aug. no idioma original da publicação.

abreviado(s) ou não).. B. . LAKATOS. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. 2000. Maquiavel. interdisciplinar. trabalhos acadêmicos (teses.1 Monografias 3. A. ao final da referência).4. se houver). 5 Para fins de elaboração de referências. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. como livros. RODRIGUES. dicionário. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. São Paulo: Atlas. São Paulo: Hucitec. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. ao final da referência. Eva Maria. etc. tr adu tore s. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. científica ed. Antônio.4 Modelos de elaboração de referências 3. Marina de A.. Metodologia científica 3. a não ser em casos de nomes próprios). i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. indicação de coedit ores. dissertações. menção à edição exclusiva para assinante. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. poden do variar conf orme o ti po de documento.. Local (nome da cidade): Editora. monografias). Número da edição (a partir da segunda edição. Luiz Mário Gazzaneo. Assim. Livros GRAMSCI. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . política Estado moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. científica. MARCONI. IS BN. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. Caso seja indicado. enciclopédias. manuais. 65 . 1997.4. catálogo. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. ano de publicação.1. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. 1988.

Rio de Janeiro. 30 v. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Belo Horizonte. dissertação. Bíblia Sagrada . Número de folhas ou volumes. Rio de Janeiro: Delta. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Bíblia BÍBLIA. M. Título : subtítulo.Faculdade de Ciências Econômicas. ano da defesa. etc. V. 2002. abreviados ou não). Chicago: Encyclopaedia Britannica. Instituição. Tipo de documento [tese.66. 1980. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Ano de apresentação. 5 v. Qualidade de vida no trabalho . Universidade Federal de Minas Gerais. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Dicionário AULETE. local. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. 1986. trabalho de conclusão de curso. Português. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa.. Dissertação (Mestrado em Administração) . 1989. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Edição Ecumênica. 3. 180 f. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. ed. 1989. . 1980.. Caldas.] (o grau) – vinculação acadêmica. RODRIGUES.

L.C. Acesso em: 19 maio 1998. 3..estado.1. São Paulo. O padrão da referência é: SOBRENOME. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Tese (Livre Docência) . Local: Editora. Prenome do autor da obra como um todo.L. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . 5 CD-ROM. 51 f. G. A. (Ed). 1990.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. HOUASSIS. Edição (a partir da segunda. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >.. excetuando-se nome próprio. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. 1997. (ABNT . volumes. 67 . M.4. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. São Paulo.br/redac/manual. ano. cd-rom. 1990. São Paulo: Delta: Estadão.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. Reimplante dentário .1. se houver).2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. . seguidos de ponto. In: SOBRENOME. sem negrito ou itálico).. Documentos em CD-ROM KOOGAN.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS.html>. A. Para referenciá-las. precedida da expressão Acesso em:. Universidade Camilo Castelo Branco.Escola Politécnica. Universidade de São Paulo. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte.4. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. O ESTADO DE SÃO PAULO. Enciclopédia e dicionário digital 98. 1990. Manual de redação e estilo . 1998.com. 1990. São Paulo. 105 f. Título da obra: subtítulo (se for o caso). segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. online. Disponível em: <http://www1. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. 3. MORGADO. Obs. etc. N BR 6023:2002).

se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. editoriais. (Org. 3. Capítulo de livro LAKATOS.4. 1988.68. fascículo ou número de revistas. 103-115. Artigo de coletânea7 AMADO.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. Maria Ester de (Org. Vida psíquica e organização. reportagens.. Rio de Janeiro: Guanabara. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra.). G. 3.. Rio de Janeiro: FGV. Viagem astral aos domingos. seções. In: ______. cap.com. etc. A. G. Curitiba. Prestes. Fernando C.14-16. matérias jornalísticas.1990.refletindo. Organizador. ed. 7. S.). 122-143. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. Gilles. etc.. Os primeiros agregados humanos. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. In: ______. 5.br/ livrosonline/leitura_32>. BOUTHOUL. 1987. 1997. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. SOUZA. Acesso em: 25 jul.). Eva Maria. Editor. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador.). número de jornal ou caderno de jornal completo. FREITAS.. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. N as coletâneas. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. . MACEDO. B. 2000. Sociologia da administração . In: TOLEDO. Parte de uma obra MOSCA. Reflexões para o silêncio. São Paulo: Atlas. p. p. Coesão organizacional e ilusão coletiva.1. História das doutrinas políticas.4. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). p. Disponível em: <http://www. In: MOTTA.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

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3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

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Acesso em: 21 jan. Recife: UFPe. . CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. Disponível em: <http://www.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. proceedings. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. 1996.. resultados. local (cidade) de realização. proceedings. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Título.72. numeração (se houver).htm>. 1996.. 1997. Florianópolis.3 Publicações em eventos 3. 2000.propesq.. 4.. como atas. etc.3. … 2000.4. 3.. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. dentre outros..br/anais/anais. Anais.. 1996.. 2. do documento (anais. 3.4. Recife: UFPe.3.4. 1996. data da publicação. 4. anais.. ano. Recife.) Local de publicação: editora.. atas.ufpe. Anais eletrônicos.. Recife. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

1999 (data da captação). 1 imagem de satélite. 1 atlas. Acesso em: 15 jan.000. SE (localização geográfica). Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. SP). Itajaí: UNIVALI..flmnh. 1999.11. Escala. IR04 (banda). 08 (número do satélite na série).4. [2000?]. 17:45Z. 1 mapa. São Paulo.000.6 Documento cartográfico Abrange: atlas.jpg>. 1999071318. 13 jul. 1 atlas. 2002. Especificação do documento. Local: Editora. Obs. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 557 Kb (tamanho do arquivo). Regiões de governo do Estado de São Paulo. 13 jul. National Oceanic and Atmospheric Administration. 8 ABNT. Gainesville. mapa. GOES (denominação do satélite).edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 17:45Z (horário zulu). Escala 1:40. UNIVALI (instituição geradora). data de publicação. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. ATLAS Mirador Internacional. 1999. Disponível em: <http://www.000. 3. 557 Kb. ESTADOS UNIDOS.6.. 3.GIF (título do arquivo). O padrão de referência é: AUTOR.ufl. color. Itajaí (local).4. 1994. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. IR04. Título. 1981. globo e fotografia aérea. Escalas variam. Escala 1:2.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. GIF. NBR 6023:2002. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. p. GOES-08: SE. 1 disquete. .76. 3 ½ pol.

51 Kb. color. 77 .. 3. Doença dos xavantes. KOBAYASHI. fotografias. Especificação do documento.. 25 cm x 25 cm. Largura: 376 pixels. 1999.7. BRITTO. 5 ¼ pol. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. [Sem título]. 1 disquete..4. Quando não existir título para o documento. Data. diafilme. . 1 fotografia. 1982.. 1980. Título. cartazes. pinturas. desenho técnico. 1 gravura. 2000. color. Geddes 135. transparências. K.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. Romero. dentre outros. Formato JPEG. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. 25 cm x 20 cm.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.4.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. caso seja necessário. 19 transparências. diapositivo. Anne. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. Altura: 432 pixels.jpg. São Paulo: UMIBO.

Caetano. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. entrevistado. dentre outros.9 Documento sonoro Compreende discos. data e especificação do suporte em unidades físicas. DVD. data. fitas cassete. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. Entrevistadores: V Tremel e M. etc. VELOSO. São Paulo: Polygram. 1998. color. 2 cassetes sonoros. Departamento Nacional. Luiz Inácio Lula da. 35 mm. videocassetes. Diretor. 1 bobina cinematográfica (106 min). 1991. 1991]. 1992. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. 3. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. 2001. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas.. Local: Gravadora (ou equivalente). Circuladô vivo. conforme o caso). . CDs (compact disc). 1 CD. Título.4.. Especificação do documento. Brasília: SENAI/DN.4. CENTRAL do Brasil. Rio de Janeiro: Riofilme. 1 video sonoro. Direção: Walter Salles Júnior.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. son. Garcia. SILVA. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial.. Produtor (conforme as informações disponíveis). Local: Produtora. 3.78.. . São Paulo: SENAI-SP.

]: Microsoft Corporation. e meio eletrônico. 9 3. Marcel. AUTOR(es)se for o caso. 1998. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto.4.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. [China: Companhia das Índias. desaparecem rapidamen te. 1918. . etc. p. objetos de museu. programas de computador. monumentos. arquivos em disco rígido. pesquisa.. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. 1 escultura variável. maquetes. Normas. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. [S. Escultura para viajar. Data. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. assunto em discussão. mensagens eletrônicas. 1995. 13).doc. 1 bule. 1 CD-ROM.4. Curitiba. Biblioteca Central. DUCHAMP. Especificação do objeto. 18-].11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. Version 4. BULE de porcelana. Título (caso não exista. 79 ..” (ABNT. quando identificado). animais empalhados. Título (do serviço ou produto). Versão (se houver). esqueletos. dentre outros). Descrição física do in terpes soal e efêmero. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. listas de discussão. NBR 6023:2002. objetos e suas representações (fósseis.l.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes).1.

Tim. Bastos. Disponível em: <http://www. 1984. 3.bdt. podem ser acrescentados. MARTINS. LEAL.br/ acaro/sp/>. apostilas. 1985. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. No prelo.4.ed. 3.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. documentos mimeografados e digitados.univali. M.ed. Massa calcificada da naso-faringe. 3. M. 1991. entre parênteses. RUBIROSA. 2.4. MARQUES. Radiologia Brasileira. (Primeiros Passos. ÁCAROS no Estado de São Paulo. se houver. textos não publicados. L. Apostila. Mensagem recebida por <simonegf@sj. HINDLE.fat. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência.23. São Paulo: Brasiliense. J. São Paulo. Carlos B. 2002.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. Tubarão.br> em 11 nov. São Paulo: Publifolha. O que é sociologia? 7. n..80. 1990.4. Base de Dados Tropical.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. . Digitado.. Os princípios da gestão moderna. Niterói.org. C. 1997. J. São José dos Campos: Johnson & Johnson. 1978. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. ao final da referência. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. Responsável técnico Delosmar R. 1999. Acesso em: 30 maio 2002. Memorial [mensagem pessoal]. 57). SC. Bula de remédio. sem destaque. E. MARINS. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). Italvino. Como fazer apresentações.

textuais e pós-textuais. se for o caso: v. c) identificação de números (volume. e) número de volumes (se houver mais de um. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. do alto ao pé da lombada.1 Elementos pré-textuais . a trabalhos de graduação intra e extra-classe. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura . Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. resenhas..Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. tais como fichamentos. 4. g) ano da entrega (4 dígitos).. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. seqü encialmen te. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. no que couber. Suas orientações também se aplicam. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. Deve conter. d) subtítulo. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). . se houver. b) nome do autor. dissertações.2) . para elaboração de teses. Por outro lado. b) título do trabalho. papers e relatórios.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. impresso da mesma forma que o do autor. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . 81 . c) título. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. im presso longitu dinalmente. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados.TCC.

. . devem ser apresentados. b) título principal do trabalho (claro. . d) área de concentração. área de concentração. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). etc. c) subtítulo (se houver. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. etc.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. em seqüência. .. e) data de aprovação. obtenção de determinado grau. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). b) título do trabalho e subtítulo (se houver). f) nom e. No verso da folha de rosto. preciso. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. apresenta-se a ficha catalográfica. a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. como as teses. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário..Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. objetivo e nome da instituição a que é submetido. . e) nota contendo a natureza do trabalho (tese.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. com as respectivas correções.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). com a identificação do conteúdo que permita a indexação).Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). parte inferior da página. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. nome da instituição a que é submetido.).A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. c) texto contendo a natureza. dissertação. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. se houver mais de um. Aparecem em folha separada. trabalho de conclusão de curso. d) número de volumes. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. h) ano de entrega (4 dígitos).82. g) local (cidade) da instituição.

qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. com respectivos nomes e números de página. mapas. não deve vir entre aspas. se houver. abaixo do texto. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar.. Apesar de ser escrita por outra pessoa.3 da Parte II deste documento). (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . . da Parte II deste documento).Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. com respectivos nomes e números de página.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. escrit o por ext enso. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). fora de parênteses.) na ordem em que aparecem no texto. na ordem em que se apresentam no texto.. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). também denominadas seções primárias). recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. esque mas. . Consiste na transcrição de uma frase." (NBR 6027:2003.ordenadas segun do determ inado cri tério. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). or ganogram as. na ordem em que aparecem. 83 .4. pensamento. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). . na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. . p. etc. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. Se necessário. desen hos. . .Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . da Parte I deste documento.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. que é uma lista "de palavras ou frases. devem ser alinhados à esquerda. 2). com o respectivo significado. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . fluxogramas. . gráficos. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. d) os indicativos das seções que compõem o sumário.ver seção 5.

84. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. me todologia. há distintos modos de organizar o texto.: 32). Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. análise e interpretação dos resultados. Se o trabalho compreender mais de um volume. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. além de aspectos metodológicos. ou seja.: 32-49). com uma definição clara. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. contextualiza-o. . resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. 4. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. assim como os prétextuais. No en tant o. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. e)os títu los e su btítulos (se h ouver).. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. Nela são descritos os conceitos.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. de u m modo geral . Em caso de relatórios de pesquisa científica. excetuados os elementos obrigatórios. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. que seguem os indicativos das seções. apresentação. área de conhecimento ou metodologia adotada. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. está localizado. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. . Conf orme o tipo de trabalh o. separados por hífen (ex. f inalizan do com uma conclusão. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). portanto. con st itu em. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho..2 Elementos textuais Os elementos textuais. . Da mesma forma que na introdu ção. à qual se segu e o desen volvim ento.

segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. As orientações para sua elaboração. extraídos de um documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . dentre outros).. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista).Conclusão Como parte final do texto. assuntos. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho..Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. complementar ao seu trabalho. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. que complementa. .Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. utilizados no trabalho. possibilitando sua identificação individual. 4. além de sugestões para outros trabalhos. . consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. .3 Elementos pós-textuais . seguidos de suas respectivas definições. .Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. nomes geográficos.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. 85 . seguidas de travessão e respectivo título (Ex.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). comprova ou ilustra o seu conteúdo. da Parte II deste documento. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. com a indicação de sua localização no texto. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. .

..86..

Na folha de rosto.7 cm ).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor.5. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. Já na folha de aprovação.5. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. as informações sobre o trabalho.5 entre linhas.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. com exceção da folha de rosto. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. margens direita e inferior: 2 cm. sem brilho. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. 87 . notas de rodapé. referências. algumas normas gerais devem ser seguidas. O texto é digitado no anverso da folha (frente). recomendam-se Times New Roman ou Arial. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. 5. legendas de ilu strações e de t abelas. Entretanto. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). com form at o A. 5. O texto deve ser digitado com espaço 1. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). Quanto ao tipo da fonte. notas de rodapé.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm.4 (21 cm x 29. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho.. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica.. objetivo. no caso de dissertações e teses. . a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B).

2 3 3.1 2.1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto." (NBR 6024:2003).1.1.1 2. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções..1. contendo a exposição ordenada do assunto. alinhado à margem esquerda. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto.1 2.2. pode se dividir em seção secundária.2 .2 2. em algarismos arábicos. a partir da folha de rosto.2. Seção terciária 1. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1.1 2. etc. por sua vez.1.1 2. a qual.3 Seção quaternária 1.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1 3. sendo de le separado por um espaço. Esse indicativo numérico. pre cede o títu lo da seção. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1. terciária..3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. 5. a 2 cm da borda superior.88.1.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1. Havendo apêndice(s) e anexo(s). Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. quaternária.1 2.1. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas. no canto superior direito da folha. 5.

fotos. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. referências.. apêndice(s). A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior.27 cm).2. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha... na seção 3 relatou-se. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. 89 . As alíneas. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. Atenção! Em relação ao itálico.. terminam em ponto-e-vírgula. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens. adotando-se. estas devem começar com um hífen. com exceção da última. se inicia em ou tra li nh a. dele separado por um espaço. gráficos. listas.1. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico.. esqu emas. itálico ou grifo.. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. . qualquer que seja a forma adotada. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. agradecimentos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. 5.. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. em 2. fluxogramas. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. glossário. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. mapas. dentre outros. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. nesse caso. o espaçamento duplo entre os parágrafos. no in te rior de um a seção. resumos. No entanto... deve ser mantida em todo o trabalho. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida.. e redondo.. .. or gan ogram as. ver 1. porém. caixa alta ou versal. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. usam-se alíneas.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. 5.. pois do contrário não contribuirão para a análise. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). Muitos autores. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra.. exceto a última que termina em ponto.1 Os títulos de errata. O texto. sumário. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. qu adros.

de forma clara e concisa. . A tabela. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. o espaço do cabeçalho e o terceiro. no mínimo. c) ocupar. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. 28): . Quadro 5). também é preciso seguir alguns critérios: . O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. Quando não couber em uma folha. Q uanto à disposição das in formações.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. o segundo. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. sintetizadas a seguir. . pode se r apresentada em duas partes. Figura 3. . preferencialmente sem abreviações. na mesma página. uma única página. por extenso. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. e da fonte. . do respectivo título e/ou legenda explicativa.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos.. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . A moldura compreende. uma abaixo da outra. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. pode ser apresentada em duas ou mais partes. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo).90.se t iv er poucas colu n as. p.. lado a lado. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. breve e clara que dispense consulta ao texto. .IBGE (1993). conclusão para a última e continuação para as demais. . três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. 5. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. após o fio de fechamento.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão.cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. 1993. o rodapé. preferencialm ent e. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica.

numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. ‘en trevist as realizadas’. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. multiplicação e divisão. quan do os dados se originarem de diversas fontes. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . os nomes ou 5. ‘observação direta’. entrevistas ou observação). subtração. utiliza-se como fonte o autor... devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. 91 . pela natureza do fen ômeno.. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. conforme o caso. por exemplo).. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. ‘questionários aplicados’. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. alinhados à direita. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. ‘formulários preenchidos’. caso seja necessário. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. / ou – X . alinh ando. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados.se à margem esqu erda da primeira coluna.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a.quan do. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. 9). p. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005.

ed. 2003. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Ed. São Paulo: Pioneira. BEAUD. e aum. 1997. DEMO. N. ECO. 2001. Manual para normalização de publicações técnico-científicas.. Memórias de um orientador de tese. GOLDENBERG. São Paulo: Atlas.. 2000. ______. São Paulo: T. 2003. COMPAGNON. ______. Rio de Janeiro..J. Queiroz. OLÍMPIO. A. da UFMG. dissertação.C. 1997. A. FEITOSA. Rio de Janeiro. de O.L. 2.N. GEWANDSZNAJDER. ______. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI.92.ed. 1988.L. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. resumo. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. M. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. L. Florianópolis. Campinas: . 1978.. ______. São Paulo: Perspectiva. Rio de Janeiro. CANCELIER. 5. Como se faz uma tese. Rio de Janeiro: Record. J. 1989. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. Rio de Janeiro: Zahar.C. V. CASTRO.M. 4. Belo Horizonte: Editora UFMG.. C.L. 2003. 2. 1998. 1992. ______. pesquisa quantitativa e qualitativa. . BARRASS. Autores Associados. Metodologia do ensino superior. 1996. M. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. Redação de textos científicos. engenheiros e estudantes. A. In: NUNES. FRANÇA. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. GIL. Rio de Janeiro.ed. ______.A. P Educar pela pesquisa. da UFSC. R. A aventura sociológica: objetividade. O trabalho da citação. Rio de Janeiro. 1997. Belo Horizonte: Ed. 2002. narração. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . U. Rio de Janeiro. 1996. 3. L.). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. FLÔRES. descrição. 2002. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. 1986. paixão. (Org. Campinas: Papirus. 2003. rev. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro.ed.M. improviso e método na pesquisa social. p. relatório. E.307-326. 2005. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas.ed. ______. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado.

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. .94..

. 95 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ..

.96. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas. excetuando-se a 1ª letra] .. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.

97 ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 .

Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. Orientador: Prof(a). Centro de Educação Zzzzz. excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas..98.. na Universidade do Vale de Itajaí.

Orientador: Prof...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Dr. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . 99 .

UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa.... ........ .. UNIVALI – CE de São José Prof... .... UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas....... Dr.... . Prof............. da Universidade do Vale do Itajaí.... [dia] de [mês] de [ano].............. MSc...100........... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ... Dra............. [Local]... .. ..... .. sub-título em minúsculas] .. e aprovada pelo Curso de ............ ..... ..... Centro de Educação de ....... . 3 cm Área de Concentração: .........

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí.. Dra. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Prof. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Dr. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Msc. 101 . 14 de fevereiro de 2003.. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro .

.............. 43 3........................................................................1 Breve história das principais concepções do passado .................. 80 ..........2 Fontes documentais ............................................. 16 2........................................................................................2 Objetivos da pesquisa .................. 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................ 71 REFERÊNCIAS ................ 49 4...................................................................................................................................................................................... 50 4......................................................................................... 57 4.............. aceitação e cooperação ............2 As principais correntes teóricas da atualidade .................................................................. 46 4 RESULTADOS .....................................1............. Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .................................. 14 2.............1.............................................................102................................................................................................ 11 1.......................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ...............................................................1 Concepções teóricas ................................................. 18 2..................................................................... 10 1...................................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ........... 40 3............................ 39 3.............................................................................................................................................................................................3 Resistência...............................................................3 Estratégias e instrumentos .............................................1 Justificativa .................... 77 APÊNDICES ......................2 Expectativas e aspirações .....................................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ............................................................................................................. 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ................

103 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. contendo de 100 a 250 palavras. elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003... é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .