UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56.4.724.. 81. . 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 90. 89. de dezembro de 2005. 58. 87..

..........1 2...................................................... 30 Elementos textuais ............................................................................................................. 23 Avaliação ......................... 20 RESENHA CRÍTICA ...................................................................2 5.................................................................................4 3 3..............................................4.................................4 5 5................................................................................... 33 Propósitos ............. 33 Conceito .......................................................................................................................3 2............. 09 PARTE I ...4.......................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ........................................ POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ..........................................................................................5 4 4......................................................................................................... 25 Conceito ........... 5 ......................................2 4.....5 6 6..............................................................................3 6...... 27 Propósitos ...............................................................................4 5...............................................................................................................................................................................3. 17 Ficha bibliográfica ........................... 17 Ficha de leitura .................................................................................. 21 Propósitos .........................2 3.................................................................................... 21 Procedimentos .....................................................................................1 6...............4 6............Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ............ 31 Avaliação ............1 4.................................... 25 Propósitos ..2 5......................2 6........................................................................ 16 Procedimentos .........................................4........... 34 Procedimentos ....................................................................................4............................2 2....3 4. 29 Elementos pré-textuais .. 10 1 2 2......... 31 RELATÓRIO ........3 5........ 26 ARTIGO CIENTÍFICO ........................................................ 27 Procedimentos quanto à elaboração ............ 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ..........................................3 3..................................................................................................... 18 Avaliação ............................................................................ 24 PAPER.........................5 INTRODUÇÃO . 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ........................................................................................3................................................................................................1 2..........................................................4 3..................................................................................................................................... 27 Conceito .......................................................................................... 22 A apresentação da resenha .......................................................2 2......... 25 Procedimentos ...................................................................................................................................... 37 ............................. 26 Avaliação ...................1 3...........................................................................1 5. 13 FICHAMENTO .............................3 5..... 35 Avaliação .................. 21 Conceito ...................................... 15 Os propósitos do fichamento ..................................................................1 5................. 30 Elementos pós-textuais ...... 15 Conceito ................................4 5.. 34 Tipos de relatórios .................

.................................1 3 3...............................................................................................................................................................4....................... textual ou literal .......4 Normas complementares para citação ...........1................4..........................................2....... 57 Localização das referências .2 3................... 64 Modelos de elaboração de referências ........... 55 Exemplos de resumos ........................................................................................................... 59 Regras quanto ao título e subtítulo ............................................................ 47 1.......................................................1 Regras gerais para citação ................4.... 39 Propósitos .....1...........2..................................................3 3............. 70 Artigo e/ou matéria de revista.................... 65 Monografias ..................................................3 Citação da citação ...................................1 3............. 43 1 CITAÇÕES .4................. 7 7..........2.6 3............................................................ 68 Publicação periódica como um todo .......................4 3...............3............................................................................. 58 Regras gerais para elaboração de referências . 65 Monografias consideradas no todo .....................3......................... 45 1.................................................. 62 Regras quanto ao local ..5 Considerações finais sobre as normas de citação .........................................................6 3...... 64 Regra quanto à paginação .........................3 3............5 3..... 63 Regras quanto à data ........................................................................................... 65 Monografias no todo em meio eletrônico .......................... dentre outros............4 3.........................................................4.....................3 3..... 39 Procedimentos ...... em meio eletrônico ....4...................................4..........................1 3..................... 72 .................................................................2 Tipos de citação ... 52 1...............................2......................................... boletim.....................3.... 50 1....5 3.......................4.........4 MEMORIAL ........2 3......... 67 Partes de monografia .. 48 1...................................................................1 7............................................................................................................ 69 Partes de publicações périódicas ............2 3.... 45 1....6....................................................................................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal ........1......................1 3................................3....... 57 Aspectos gráficos das referências ................................................ 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ............................................................ 67 Parte de monografia em meio eletrônico .........................3................ 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ....2 3........ 41 PARTE II ...... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ............... 59 Regras quanto à autoria.................3 3............................................................................................2...............................................................2 3......................................... 53 2 2...........................................................................................2............4.......................4...........................4 3....3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ......3 Alterações na citação ....3.... 40 Avaliação .....4...........................1 Citação direta.......................................1 3......................................................................1.......2.................3 7............2 7..4................. 39 Conceito ............. 46 1....................................... 61 Regras quanto à edição e editora ................ 68 Publicações periódicas .........4 3................................... 71 Publicações em eventos ........................ 46 1............2..............2...........................................................4.............................2 Citação indireta: paráfrase e condensação ..............1 3..............................................................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ..............

.....1 3................4....................................................................... Documentos jurídicos ...........4.....4...............9 3..............................3 3...................................................5 3...........................1 4................ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .......................4.......... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico .............................. Jurisprudência ...............................................................................4................................. Documento iconográfico .......3................................................................................................................................................ 89 Ilustrações ........... Imagem em movimento .......................13 3........................... 87 Paginação .....................................................................................1 3.....8 3................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.....................4................................ Bula de remédio .............4......4.......... 84 Elementos pós-textuais .....................7 3....Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ..... Notas ............................................................... 88 Parágrafo .... Patente ............................................ 87 Formato ........... Documento jurídico em meio eletrônico .....................................4............ 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ......4...........................................4..6 5................ 81 Elementos textuais .................4............Modelo de página de abertura (artigo científico) .......................................................................................................................................1 3........ 90 Equações e fórmulas .4................................................................................... Séries e coleções ..........................................................4.....10 3........................................................... 98 Apêndice C ......................................................... 81 Elementos pré-textuais ....................................... 95 Apêndice A .............14 4 4.............................................................3 5..................................................7 5.............................................................................5 5............................ Documento tridimensional .............3.............................4.............. 100 Apêndice D ........................ Trabalho apresentado em evento .........................3 5 5............4 5.........................1 3..........................2 4........................................... Documento sonoro ..........................................4................4................................. 7 ....................................... Documento cartográfico ............... Doutrina .................................6.......3 3...................................................................4..................................2 5......................................................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ........ Documento iconográficoem meio eletrônico ................................................................................................................4 3..................4........................................... 96 Apêndice B ...................... Eventos como um todo em meio eletrônico ............... Legislação ...4 3. Documento cartográfico em meio eletrônico .2 3.............................4 3................ 88 Títulos e indicavos numéricos ...............................4................2 3.................................................. 103 ...3.................3.....................................Exemplo de sumário ..............4.............................1 5..............7.................... 102 Apêndice E ....................... 92 APÊNDICES .........4............... Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico .....Capa de trabalhos acadêmico-científicos ...........................6 3.................................................11 3................................... 87 Margens e espacejamento ........................4.....................12 3.................... 89 Tabelas ..........................................................................................................8 Eventos como um todo ..........................................4. 91 REFERÊNCIAS ..........4.

.8.. .

sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. o domínio do saber e da cultura. Est as orientações. conse qü en tem en te.. A elaboração de trabalhos acadêm icos . é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. o mais elementar deles. ou da articu lação. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. desde os primeiros períodos..do fich amen to. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. (SEVERINO. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. para quê. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. ao artigo científico . nort eada por posturas e práticas de pesquisa. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. 2000). É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. conceitual e lógica. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. E viden te men te .cien tí fi cos. Assim. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. entre suas finalidades. da teoria com a empiria. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . característica da formação superior. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. Se a ciência é o resultado do confronto. A UNIVALI destaca. o domínio de conceitos reelaborados. a pr odu zir conhecimentos.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. Certamente. 9 . pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. em todas as disciplinas.

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11 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ...

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] Aprende a duvidar. Por outro lado. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. requer que as atividades referentes à investigação. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. contorno. se faz. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. Demo (1996. expressão. a querer saber sempre mais e melhor. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. redijam. p. atividade central na vida acadêmica.. Formular. Ao lado desse fato. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. a perguntar. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior.se con siderar qu e a bu sca.. assim identificadas: . a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.. 13 . coloquem no papel o que querem dizer e fazer. de complexidade e sofisticação crescentes. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. registrar a informação e as .ler e compreender textos teóricos. portanto. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. perfil. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. sobretudo alcancem a capacidade de formular.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . A formação universitária. A partir daí.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.] escrevam.. porque significam propriamente a competência. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. surge o desafio da elaboração própria. Deixa-se para trás a condição de objeto. deve .. em todas as áreas do conhecimento.

resenha crítica. não são aqui tratados. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. dominar as praxes de citação e de referência. aut o. extrair significados.redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. observar. papers. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. .14.. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. de re su m os de ar ti gos e de referências. demonstrar (ou provar) por argumentação. . inferir. sistemático e intensivo. parafrasear. projetos de pesquisa). fichamentos.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). . artigo cien tífico. documentais ou outras (fazer resumos. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. ou mesmo o ensaio. referências). paper. t anto a professores como a acadêmicos. . E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. Esse conjunto de competências. explicar. subsidiariamente.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. .competências cognitivas: .ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões.apresentar e discutir temas. optou-se pelo fichamento. Dessa forma. definir. estabelecer relações. artigos. .. relat ór io e mem orial. No entanto. . embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos. O texto ora apresentado pretende oferecer. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. dissertação de mestrado e tese de doutorado. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. interpretar criticamente. .ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. no entanto.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: .cor rigir. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. projeto e relatório de pesquisa.

art igos. portanto. Assim sendo.100). como também registrada e documentada. etc. A principal utilidade da técnica de fichamento..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. a exemplo de Nunes (1997). 15 . c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. p. ou. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. coerente e objetivo. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. cujo autor é o “fichador”. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. d) organizar as informações colhidas”. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. essen ci al par a a elaboração de resenhas. Fichar um texto significa sintetizá-lo. b) registrar o conteúdo das obras. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. assim. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. monografias de conclusão de curso. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. . su a compreensão. A prática do fichamento representa. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. de textos para aulas. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. ent ão. no caso do professor. palest ras ou confe rências. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. filosófica.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. os fichamentos ou relatórios de leitura.. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. pa pers. na Universidade. alguns autores. seja ele aluno ou professor. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. é otimizar a leitura.

Ora. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. b) o fichamento que é feito pelo estudante. um artigo. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. artigos e textos teóricos.se apen as na su a apresen tação. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. 2. No segundo tipo (b). como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. e m qualquer caso. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. uma monografia. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. que tanto pode ser uma resenha. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. um seminário ou um relatório de pesquisa. . o docente ou o pesquisador se propôs. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações.. Dessa forma. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. nesse caso. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias.. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico.16. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. mas que. dos quais se falará mais adiante. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. di fer enci a. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. Assim. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. em geral. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. conceitos. nesse caso o fichamento consiste. pelo docente ou pelo pesquisador. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. Dependendo dos seus propósitos. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas.

p. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. o con teú do propriamente dito. 87. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). como. 35-45).referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. Luiz Antonio Rizzatto.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto.. Eco (1988. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. pode ser adotado o uso. p.112). após o título geral.). 1997. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. . apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. As fichas. . ou seja. à direita.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. etc. como já foi dito.. devem conter três elementos: . São Paulo: Saraiva. Leite (1985. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha. 17 . elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. por exemplo. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. Severino (2000. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. 207 p. por serem considerados os mais essenciais. Bibl. arquivo público. p.corpo da f ich a. 2.3. de um subtítulo. 42-55) e Pasold (1999. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. Manual da monografia jurídica. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. p. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica .

um comentário sobre o te xto f ichado. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. dir etas e interligadas. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. outras formas podem ser adotadas. Para sua elaboração. ou seja: – ser sucinto. a decisão de incluir. ou não.3. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. dev e o professor ter claro que. – utilizar linguagem clara. citações mais significativas de trechos do conteúdo. no entanto. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. ao seu final. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. 6465). A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. o que tornaria a ficha mais completa. e as citações ou seja. objetiva e econômica.. seletivo e objetivo. – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. p. as citações. Pode ficar a critério do professor.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. Pode conter. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. juízo de valor destituído de fundamento. p. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. ao solicitar dos alu nos um fichamento. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. Assim sendo. como sugere Hühne (1992.18. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. .. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). 2. Nesse caso. idéia ou argumento. por exemplo. transcrições as citações. resumo conteúdo.

se gundo ele. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura .. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. cujas raízes estão no historicism o ale mão. pois. o fato social... a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . Ass im . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. po is cada qual tem um sentido próprio. 199 7. Para D urkheim. 19 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . que pre ssupõe um a m etodologia própria. para e le . ex te rno ao indivíduo. S egundo ele. Rio de Janeiro: Re co rd. (. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa.. M. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. que busca de scobrir regularidades ou le is . não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. Dilthey . A socio logia com pree nsiva. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas". um de se us repres entantes . A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados.

.20.As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .2.. 2.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) . aquele que é solicitado como exercício acadêmico. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2. ou seja.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .O resumo é sucinto e objetivo? .

compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. novas teorias. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. prin cipal me nt e. feita por cientistas que. de um modo geral. 21 .1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. têm condições de emitir um juízo crítico. Portanto. A resenha de obras científicas é. que a resenha possibilita. ou seja. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. ... dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. em geral. – uma justificativa da apreciação realizada. 3. Quando realizada como um trabalho acadêm ico.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. artística ou cultural em seu campo de interesse. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. além do conhecimento especializado do tema. novos conhecimentos. em decorrência. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante.

histórico.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. As diretrizes metodológicas que seguem. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra.a crítica do resenhista. títulos. etc. 245-246): – Referência autor(es). título. de com pe tên cias de l eit ura. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. figuras. Referência: editora e data de publicação. p. bem como da finalidade ou destino da resenha. em relação ao contexto social.. 3. pelo estudante. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. coere nt e. especialistas.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). preço. econômico. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra. . Para fins de t rabalh os acadê micos. número de páginas.o resumo da obra. obras publicadas. objetivo.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações.22. profissional ou especializada.seu quadro de referências. local.as conclusões do autor. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. o que muitas vezes depende da obra resenhada. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. claro. etc. exemplos. são indispensáveis os seguintes tópicos: . p. baseadas em Severino (2000. 51-57). sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. desenhos. criativas? A abordagem dos conhecimentos . segundo a percepção do resenhista. no ent an to. Obs.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. .)? e) a quem se destina a obra: grande público. de modo a cumprir sua finalidade. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. .. análise e interpretação de textos científicos. cargos exercidos. . têm o propósito de organizar. político. se optar por intitular. edição. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. gráficos.

pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. tanto como preparo para a elaboração de resenhas.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. . aparecem. bem como a avaliação crítica do resenhista. 3. compondo um texto harmonioso. no entanto. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo.3 acima..4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. ou seja. termos fundamentais à compreensão do t exto). . 23 . obrigatoriamente. Procura estabelecer uma aproximação. do texto para identificar seu plano geral. A redação da resenha obedecerá. alcance. n um a seqüên cia adequ ada.. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. juízo crít ico. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. o qual. avaliando o texto pela sua coerência interna. porém corrida. quer dizer. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. os aut ores cit ados. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. sobre o vocabulário (conceitos. em geral. trabalho acadêmico distinto da resenha. nas resenhas de boa qualidade. buscar dados sobre o autor. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. de um modo geral.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. como de outros trabalhos acadêmicos. os aspectos teóricos. o resumo do conteúdo. Avalia também sua originalidade. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . os dados sobre a obra. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. validade e con tribui ção à discussão do problema.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. seu autor. sucinto e de fácil leitura.

econômico. polí tico.ci entíf icos f oram observadas? .As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. . 3.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? ..24.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002..O posici onamen to (te ór ico.Aponta as características mais relevantes da obra? . social) do autor é discutido? . esse item é obrigatório.a resenha apresenta as idéias principais da obra? . o su mári o é e lem en to dispensável.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.A obra está corretamente referenciada? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: . Quanto à apresentação gráfica.A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? .

podendo considerar. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. 4. estudos de caso ou participação em palestras.. pelo au tor. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas.1 Conceito O paper. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. . opiniões de especialistas. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. 25 . o autor desenvolve análises e argumentações.an alít ica e da criatividade do aluno. júri simulado.. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular).2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. com objet ivi dade e clare za. artigos especializados ou de informação geral. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. também. como os artigos científicos. Além disso. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . E m algu ns casos. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. Na elaboração de um paper. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. dentre outros tipos de publicações. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. promover o debate em torno de um assunto. Sua elaboração consiste na discussão.

artigos.Há lógica na organização geral do texto? . Como todo trabalho acadêmico. .26. tais como: textos. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.. entretanto.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: ..As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. como todo t rabalh o acadêmico. b) destaque dos pontos mais r elev ant es. registros ou anotações de palestras.A análise das idéias é coerente/consistente? .Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er .3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. A apresentação gráfica do paper. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . as etapas de introdução. et c. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . o pa per deve apresentar em sua estrutura. deixando-se claro. Além disso. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? . 4. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. desenvolvimento e conclusão. lev an tan do argum en tos.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .cien tí fi cos são respeitadas? .. de forma articulada. f il mes.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. o encadeamento entre as idéias iniciais.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . 4. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. a análise do assunto e as conclusões do seu autor. ao final do texto. sistematizando-se determinadas etapas. d) sí nt ese con cl usi va.

Por sua reduzida dimensão e conteúdo. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. . ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –..estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. . o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. difere de trabalhos científicos. experimental ou de campo). os procedi me nt os de u ma pesqui sa. 27 .los ou pormenorizar aspectos. . O artigo científico. métodos e técnicas. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. Isso permite que outros pesquisadores. . ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. idéias. a partir de novos enfoques ou perspectivas. discute e divulga idéias. 88): . p.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. 5. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. .. como monografias. Entretanto.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. ou nela se baseiem. docu men tal. dissertações ou teses. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. Ao produzir o artigo.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. o artigo científico pode abordar conceitos.2 Propósitos De um modo geral. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. de acordo com Marconi e Lakatos (2001.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. No contexto da formação acadêmica. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. ao apresentar de forma completa. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. Além desses objetivos. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). embora sucinta. os propósitos.

conceitos. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). p. mater iais..102). No tópico das considerações finais. para sistematizar a comunicação a ser feita. Todavia. explicando e avaliando os resultados. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. fatos ou outros estudos. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. que se constitui como dedução lógica do estudo. e descrição dos métodos. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. desenvolvimento e conclusão. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. A elaboração de artigos estimula. a justificativa do trabalho e suas limitações. fazer comparações.28. técn icas e equi pam ent os uti lizados). de fichamentos. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). No desenvolvimento (corpo do artigo). . Por out ro l ado. são apresentados os dados do estudo.se os seu s re sul tados. teorias. independente de ter propósitos distintos. a elaboração deste plano é útil. é preciso que o autor: . registros de observações ou evidências factuais. podendose utilizar tabelas e ilustrações).3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. por fim. ainda. evitando que o autor se perca durante a elaboração. De acordo com Leal (2001. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra).. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. comparando-se com outros estudos já realizados. dest acam. se for o caso.2).sistematize um roteiro básico das idéias. . em primeiro lugar. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. 5. porém de forma breve e sintética.

porém . ao conteúdo desenvolvido. pois. Vale ressaltar que as divisões. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. p. destacando sua importância teórica ou prática. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. A definição do título do artigo deve corresponder. o e xce sso de subdivisões. é conveniente que o autor contextualize o tema. caso isso não aconteça. 5. textuais e pós-textuais. Devem ser evitadas as gírias. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. . as expectativas em relação a ele. . É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica.no desenvolvimento do artigo. . p. sugerindo a continuidade das discussões a respeito.). deve o autor dividir o tema em discussão. 2001. o que pode prejudicar a sua compreensão. É pre ci so ev it ar. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo.ao apresentar o artigo – na introdução –. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais.. 2001. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. Pode.na conclusão. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. se min ários.106). O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho.103). ainda. motivando para a leitura.” (LEAL. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. de forma adequada. precisão.. também. . 29 . o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. et c. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. a forma como o artigo está organizado.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar.

Resumo na língua do texto. 5. Segundo a NBR 6022:2003.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento). precedendo o resumo em língua estrangeira. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. ou. 5..4.4.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. após os elementos pós-textuais.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. então. . . . já detalhados na seção 5.4.30. 5.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). o desenvolvimento e a conclusão.3 Elementos pós-textuais .Palavras-chave na língua do texto. assim como os endereços postal e eletrônico.1 Elementos pré-textuais ..Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. . cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. . elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). . . . o currículo.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.3.

. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Estrutura organizacional da Empresa Alfa). 31 . podem ser descritos vários critérios (AMR1 .5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. . são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. . .. Para a avaliação de artigos científicos. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. comprova ou ilustra seu con teúdo. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor.: ANEXO B .4 da Parte II deste documento). .Questionário). .apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto.referencial teórico claramente identificado.: APÊNDICE A . coerente e adequado aos propósitos do artigo. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. ilustrações e tabelas (seção 5). Observação: na Parte II deste documento. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). que complementa. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. FEITOSA. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. justificativa e importância do artigo. organização. 2000). Normalmente. então. 5.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos).ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. complementar ao seu trabalho. . sociedade).Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho..identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. equações e f órmulas.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. 5. SEVERINO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . . siglas. precedi dos por numeração progressiva. . 2001.4. as suposições devem ser claras e justificadas. 1999.clareza na apresentação dos objetivos. . tais como: a) Quanto ao conteúdo: .

objetividade. sem duplo sentido. b) Quanto à forma: . .uso/seleção de literatura pertinente à análise. precisão e coerência na escrita do texto.atendimento aos objetivos propostos.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos.linguagem acessível.demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.adequação do título ao conteúdo.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto. . . . . . un idade e art icu lação (encadeamento lógico). . ..observância das regras da norma culta. do t ext o . . .afirmativas unívocas. com a corr eta r elação com os f atos analisados.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. . ou de um conceito para outro. .observância das normas de apresentação de um artigo. . . passagem de um parágrafo para outro.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. .resumo claro e informativo.. .32.u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.coerência e padronização dos termos técnicos.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio).uso fiel das fontes mencionadas no artigo. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. .

uma narração. até mesmo de um objeto... talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. 6.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . p. o qual. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. de menor importância. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. viagens de estudo. n ão é abordado n este documento.. Em Michaelis (1998. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. após terem sido desenvolvidas.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. aplicação de uma determinada técnica. – as quais. de uma prática ou de um conjunto de práticas. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. observação de eventos.] Relatório é. ordinariamente por e scrito . seja no seu conteúdo. em pelo menos uma das definições. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade.. em diversas disciplinas.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. al go qu e f oi realizado). exper imen tos ou testes de laboratório.. etc. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. 33 . ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. relação. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. na sua organização ou apresentação. então. fatos ou objetos [. Embora seja utilizado com fr eqü ência.. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. [. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. . pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação.

por conseguinte. p. Quanto à estrutura (partes componentes). relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). of erecer informações e análises sobre empresas. tais como. em diferentes situações.. a elaborá-los. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. Inicialmente. 6. vistorias. Dessa forma. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. SEVERINO. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. produtos ou tecnologias. 6. por exemplo. 1999. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. mercados. (MARCONI. LAKATOS.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. medições. cuja síntese.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. em campo. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. . Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. apresenta-se a seguir. avaliações.34. A esse respeito. Barrass (1986. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. Olímpio e Cancelier (1992.3 Tipos de relatórios Flôres. etc. procedimentos técnicos. visitas. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. porqu e o fazemos e com que resultados”. é importante que o acadêmico aprenda. durante a sua formação.. O relatório é. p. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. 2000). na elaboração de um relatório. observações de campo. auditorias. que já requerem uma apresentação técnica. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. elaborada segundo os propósitos deste documento. qualquer que seja seu tipo. como. informar sobre o andamento de um projeto. viagens. de um único assunto. etc.. tem forma de apresentação rigorosa. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. verificações. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. inspeções.

Subdividem-se em: . pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. seja qual for o tipo de relatório. . Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. etc. as normas contidas no t ópico 5 .relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. da Parte II deste documento.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. ..o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). pode ser periódico (mensal. estilo da redação. inf ormais ou semi -in form ais.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. de v isit a e os relat órios administrativos. os relatórios podem ser informativos e analíticos. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. demarcado.. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. semestral. são pouco extensos e. informal ou semi-informal). . A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. se for o caso. 35 .. ou em data previamente estabelecida (ex. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) .Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. para isso são úteis três perguntas: . por exemplo. em decorrência de seus objetivos e destinação. . de que a estrutura dos relatórios formais (e. 6. anual) ou abranger um período de tempo maior. nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. portant o.

pela ausência de períodos longos. sendo o sumário dispensável. com maior número de páginas. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. Nota-se que. deve conter um sumário. detalhes desnecessários.. . Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. preciso e objetivo. .o quê: identifica a atividade realizada. adjetivação excessiva. aparel hos ou si stem as. além da folha de rosto. basta a folha de rosto.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. o estilo simples. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. pela correção da linguagem.. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al.36. conforme a extensão do relatório. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. sugere-se a estrutura a seguir. a partir dessas idéias. construção/teste ou verificação de máquinas. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação .

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.As t abel as e f iguras. 37 . etc.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .. e seu sumário reflete isso? . notas e referências. com seus títulos e legendas? .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .O relatório se limita ao essencial. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. . antes de entregá-lo ao professor.É escrito em um estilo simples e preciso? .5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos.. são apresentadas de maneira uniforme.As regras de apresentação (citações. se hou ver.

. .38..

7. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional. complemen tar mente. conforme as circunstâncias. ainda. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. podendo esboçar. para concorrer a postos no mercado de trabalho. portanto. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. precisarão. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias.. portanto. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional.. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. uma vez formados. os quais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. 39 . marca de todo trabalho acadêmico. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. principalment e. em um relato circu nstanciado. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. os resu ltados qu e espera alcançar. . Nesse sentido. Consiste.1 Conceito Para Severino (2000).2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. e constitui um relato crítico. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. Apresenta. Parte de uma reflexão introspectiva. ret ratando a subjetividade.

ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. resultados de pesquisas.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. além de servir a tais finalidades. tanto em sua formação como em sua profissão. analítico e autocrítico. estadual.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. . aperfeiçoamento e atualização: cursos.40. participação em congressos.re com enda. técnica ou artística. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. . analítico e crítico. simpósios. municipal ou privado. estruturando dessa forma o memorial. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. .. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: .3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . comitês executivos.atividades técnico-cient íficas.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. seminários e outros eventos. . caracterizando a história particular do autor. dissertações. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. participação em ban cas e xamin adoras.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. orientação de monografias. .atividades de administração: participação em órgãos colegiados. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas.formação. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. exe rcício de f un ções de direção.. especialização e atualização. coordenação e/ou assessoramento. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. 7. estágios de aperf eiçoamen to. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. pelo seu caráter reflexivo.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. prest ação de consultoria especializada. -ensino: desempenho didático. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . . No entanto. cursos e atividades de extensão. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica.

convém salientar que. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. um projeto gráfico de bom gost o.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. principalmente. pelo esmero na redação do texto.. quant o aos seus aspectos físicos. (SEVERINO.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional.176). Por fim.). 41 . políticos. 2000. etc. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. como observa França (1999. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. apresentado de forma crítica. encadernação sóbria. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. econômicos e/ou sociais? .34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . o qu e requer. abrangendo sua formação e atuação profissional.. 7. . No entanto. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos.. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. atraente. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. expressando as contribuições e perdas de cada momento. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. um a im pressão cu idadosa. a trajetória real que foi seguida (.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica.. o memorial pode se destacar. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. apesar de sua crescente utilização.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. nossa história de vida é nossa melhor referência. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. O autor precisa estar atento para retratar. p. p. com maior segurança possível. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. Por outro lado. com fidelidade e tranqüilidade.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor.

.A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.A linguagem utilizada respeita a norma culta? . ..A redação do texto é precisa e coerente? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? . relacionando-as com a trajetória pregressa? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .42.

..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos . 43 .

..44..

in diret as ou citação de cit ação. 45 . 259). Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. seguido pela data de publicação da obra e número da página.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). exemplos e modelos. As citações podem ser diretas..” (LAVILLE. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. São utilizadas para sustentar. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a).. Apresentação. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. da ABNT. DIONNE. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. 1999.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. estão sendo expostas. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. teórica e empiricamente. fazendo.121) considera difícil determinar “[. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. deve ser seguido em todo o trabalho. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. etc. o trabalho apresentado. diferentemente de textos literários. mesmo Umberto Eco (1988. deixan do para o rodapé out ras informações. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. Citações em Documentos. . t radução de palavras estrangeiras. Em todo o caso. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. Assim.. p. “De fato. ne las encontrando ilustrações. Depende do tipo de tese”.. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. inspirandose nelas. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. p. significado de expressões típicas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte.

sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). a entrada – no caso. melhor e com mais segurança se trabalha.10): “quanto mais se restringe o campo. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. Obs. 1988. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. 1: de acordo com a NBR 10520:2002.. Vale ressaltar. o nome do autor faz parte da frase. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada.10). que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. 2: no primeiro exemplo. 1. fonte e espaçamento interlinear menores..” (ECO. p. melhor e com mais segurança se trabalha. também. como nos exemplos que seguem: .1 Citação direta.2 Tipos de citação 1. p. a indicação da página é obrigatória para citação direta. no segundo exemplo.” Obs. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). com recuo de 4cm da margem esquerda. sem emprego de aspas. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente.46. são inseridas no texto. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988.2.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. que é reconhecido como [. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar..102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. p. 1.. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. da sua curiosidade científica. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. 319). caso ela não seja feita... Todavia. portanto. Dentre elas.. A paráfrase é a forma de citação indireta que. ‘encomendado’. 47 .] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. em tamanho e cont eúdo. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. . Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira.]”. O assunto não deve estar solto no espaço. segu ndo Compagnon (1996. 1978. de modo reduzido ou abreviado. a escrit a do t ext o origi nal. Nas citações in diret as. Como se trata de idéias alheias.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias.. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador.] é uma produção de texto [. (CASTRO. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. mas colocado no seu contexto. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e.2. não altera. o “trabalho da citação [. normalmente. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. Nesse sentido. p. o que não lhe tira o caráter científico.. conforme a NBR 10520:2002. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as. se ‘encaixar` em temas muito amplos. tem-se u m caso de plágio. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos.34). ou seja. a referência à fonte é obrigatória pois. p. Ao parafrasear.. portan to. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional.

sem alterar o seu significado. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. 1999). pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. (LAVILLE. É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. 1999). para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. 1999. DIONNE. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. DIONNE.48. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. p. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). como uma espécie de piloto automático. (LAVILLE. já qu e. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. Esta forma de uso de citação é interessante. DIONNE.. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. uma vez que tenha sido bem planejada. .85)..

Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. p.31).: no exemplo acima. p.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando.2. p. pode ser expressa como citação direta ou indireta. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. Esta idéia. por sua vez.. 2001. 1997. ..173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [. usa-se o itálic o. usa-se a expressão latina apud2 .. Obs. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. 1994. Obs. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. GEWANDSZNAJDER.: no exemplo acima. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. 49 . 1987 apud GIL. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor..123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização.” (WERNER. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim). mas de fazer brotar idéias.]”. BOWER. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada.

citações longas demais. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes... que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa..] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. triagens. A citação de citação. pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. . a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. Nesses casos. em que terrenos irá concentrar seus esforços. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original..]” (BEAUD. só vale pelo lugar que ocupa.” “Evite. p. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. no entanto. somente disponível em língua que se desconhece. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). p. igualmente. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. é obrigatório indicar a alteração feita.. em que materiais irá se aprofundar. 1. Beaud (1997. por se tratar de obra rara ou.. No entanto..50. [.. 1997. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. 125).] é preciso fazer escolhas. b) Em citação com supressão de parte intermediária.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. p. Em qualquer desses casos. como qualquer outro material. é admissível o uso da citação da citação. 125) aconselha: “[. então.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. também chamada de segunda mão. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. tomando notas. dev e ser usada de modo bastante restrito.

” (MARTINS.” (GOLDENBERG. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.21. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. 1997. 2000. p. p.. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. negrito ou itálico) de termos ou expressões. p.. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada.68. 1997. . quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período.” (GOLDENBERG. grifo nosso). 70). “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. grifo dos autores). ou então. LINTZ.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. 51 .

1..52. em palestras e debates. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. Explanatory. 1997. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. p. Collective – when a group of cases is studied.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. .1). explanatório e descritivo. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. em 25 de julho de 2002. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. (TELLIS. instrumental . and Descriptive. (TELLIS. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. tradução nossa). p.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal.. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. 1. 1997.

1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. esses são separados por ponto-e-vírgula. após a data e sem espacejamento. após apresentar a citação. Por isso. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. em ordem alfabética. SEVERINO. 2000. 1999. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores.1988). assim como as citações devem ser fiéis ao texto.. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. mencionados simultaneamente. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. 1976. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. 2001. 53 . Umberto Eco (1988. em ordem alfabética. 1972.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. (MARCONI. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. p. LAKATOS. . publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. Nesse sentido.. conforme a lista de referências. 1974. a referência deve ser exata e precisa. Quando não for este o caso. publicados em um mesmo ano. YIN. RICHARDSON. bem como averiguável por todos.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. 2001) 1. que se concorde com ela. 1999. 2001) (BUNGE. isto é.

. .54..

Sobre a extensão do resumo. an tecedidas da expre ssão Palavras. 69). (FRA NÇA . As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo.. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. [. dissertações.chave : Narrativa. Limita-se a um parágrafo. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. O uso de abreviaturas. valores numéricos e conclusões. seu valor e originalidade. comentários. fórmulas.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. concisa e objetiva. Também não cabem num resumo citações. . seus resultados e conclusões mais importantes.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. Produção textual. técnicas de abordage m.. a NBR 6028:2003 estabelece. críticas e julgamento pessoal do autor.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras.. 69-70). ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. o método. ‘O autor do trabalho descreve. descobertas. Quanto à redação e estilo de resumos. . que o “resumo deve ressaltar o objetivo. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. Ex . p. Resumo.. como: objetivos . símbolos.. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. equações e diagramas devem ser evitados.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”.’. 55 . As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. p. essa norma define: . os resultados e as conclusões do documento.ch ave. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas ... 69). com o uma das condições exigíveis. de acordo com França (2000.’ são supérfluas (FRANÇA.. 2000.: Palavras. 2000. Leitura. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto.para t rabal hos acadêm icos (t eses. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. p. . diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva.

Em artigos científicos. aperfeiçoamento e/ou especialização). a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. embora conduzido pela economia.V A s artes e .25. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). set. Rés umé (fran cê s). A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. também. de acordo com a NBR 14724:2005.9. histórico-culturais e espaciaisecológicas. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. 19 95. p.S. conforme o caso. 4 RATTNER. R. Zusa mmen fa ssun g (alem ão).. de acordo com a NBR 6022:2003. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. R ia ssunt o (italiano). Res ume n (espan h ol ). o desenvolvimento cultural do ser humano. H. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). Parole c hia vi (italiano). 1999. Dentre este cenário de tendências contraditórias. deve ser apreendido. resumo em pelo menos uma outra língu a. Educação e Sociedade Sociedade. p. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. v.69.20. em suas dimensões políticas. Em trabalhos acadêmicos (teses. além do resumo na língua do público a que este se destina. Motsclés (francês).56. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. Sch lüsselwörter (al emão). v. n.3 O processo de globalização. dez. Usam-se.4 . Palabras clave (espanhol). dissertações. 2.. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global.O. 34-59. 65-76 ./dez.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. 3 JAPIASSU. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando.

relatórios técnicos e legislação. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. ao fim de cada capítulo.científicos como con gr essos. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). 57 . Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. consistem em obras como livros.) e op. teses.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. homepage. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. No sistema numérico. ibid. dissertações ou monograf ias. antecedendo apêndices e anexos. No primeiro caso.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. Já em resumos e resenhas.cit. manuais. etc. documentos oficiais. segu e. é obrigatória a sua identificação na lista das referências. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas... 3. semin ár ios. ibidem (ou id. Além disso. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. ao fim do artigo. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). e-mail. cd-rom. capítulo ou artigo. desta forma. dentre outros. j ornais. enciclopédias. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. dicionário. Nestas situações.. jorn adas. da ABNT. as referências podem aparecer: em listas após o texto. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. que também podem estar localizadas ao final do texto. . os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. As notas de rodapé ficam. conforme a natureza do trabalho.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas.

. . O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. e depois do termo In:. set. Humberto). Comp. -o ponto-e-vírgula. p. . . após a cidade onde o periódico é publicado. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. Quan to à pontu ação.)..2. respeitando-se os seguintes padrões: .. Rio de Janeiro.os parênteses são usados para indicar série... seguido de espaço. Org. FISCHER. Em caso de referência de periódicos. edição (7. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. ..o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos). que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.o hífen é utilizado entre páginas (p.usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.).)). 1997). usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. porém são conhecidos [1991]. R. . Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO.).. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). M. Alfredo (Org. João.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. ed. v. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). teses e di ssert ações (Mestrado em Educação).).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado.os dois pontos são usados antes do subtítulo.. após a editora. L. de forma abreviada (Coord.58. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. após o título.).15-21. .3. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). é usado para separar os autores (FLEURY. entre o número do ano/volume e o número do periódico. para o título. T. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. 3. e no final da referência. n. M. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização.

.. 10. (Coord. 59 . R..).3. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra. M. 1986. Atlas. 2. Em caso de projetos de pesquisa. Petrópolis: Vozes. Sueli. é facultado indicar todos os autores. FREIRE. Editor. no singular. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis. L.quando há dois ou três autores. 1986. São Paulo: Brasiliense. PAIVA. M. Coordenador. entre parênteses. seguido da abreviação. 1989. . etc. acrescentandose a expressão latina et al. do tipo de participação. Paulo et al. Vanilda (Org.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.3 Regras gerais para elaboração de referências 3.) em coletâneas de vários autores.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. Vivendo e aprendendo. . Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. FLEURY. ed. 1986. FISCHER. seguido de espaço. T. se for o caso). Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. ROLNIK. Micropolíticas : cartografias do desejo.).1 Regras quanto à autoria . de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor.. ed. (e outros). separados por ponto-e-vírgula. Félix. Graal. GUATTARI.

1993. esta deve ser indicada como autor. Curitiba. Debates pedagógicos. 212-213. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. 1931. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. editoriais. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. 10.60. ATHAYDE. Caio. 3 v. . Anais. Brasília: SEF 1997. Gerência da vida: reflexões filosóficas.. . ed. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. . DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. . desde que seja a forma adotada pelo autor.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem.. Lenilson Naveira. Relatório de atividades. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. p. etc.). SANTA CATARINA.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. . Ilse. Quando a entidade tem uma denominação genérica. Rio de Janeiro: Record.. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. 1979. PROCURA-SE um amigo. Florianópolis.. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. 3. elatório 2001. em letras maiúsculas... associações. Gabriel. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. em pr esas. Tristão de. congressos. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. 1990. a entrada é feita pelo título. Secretaria da Saúde. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. . Anais.. In: SILVA. este deve constar na referência. Carlos. Rio de Janeiro: Schmidt..quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. instituições). 1979. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro.

61 . 1997b. 2002. seguido de ponto. I. RODRIGUES. ______. Em caso do uso do subtítulo.. São Paulo: Saraiva. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. 2. na seqüência alfabética ascendente. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. RODRIGUES. [Trabalhos apresentados]. 1997b 3. Salvador. .em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. . Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. 1989.quando não existir título. sem chegar aos dois pontos. Turismo. 1989. Adyr Balastreri.3.. modernidade e globalização . São Paulo: Hucitec. . entre colchetes. Brasília: Ministério da Educação..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. 1997a. 1997a. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar.2 Regras quanto ao título e subtítulo . CHIAVENATO. RODRIGUES.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. separados por dois pontos. São Paulo: Hucitec.

1995. abreviando-se os pre nom es e su prim in do. Antonio Joaquim. .o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. ed. ALFONSO-GOLDFARB. São Paulo: EDUSP.n..: (No livro: Editora Atlas S. Estudo de caso : planejamento e métodos. ambos na língu a do document o. 3. São Paulo: Atlas.].62. Ana Maria. rev. desde que sejam dispensáveis para a identificação. 2. Em caso de informações complementares à edição.A. MAIA. São Paulo: Cortez. ..em caso de haver duas editoras. Metodologia do trabalho científico. SEVERINO. 1974. e ampl.quando não se tem o nome da editora. 2001. Porto Alegre: Bookman. Belo Horizonte: [s. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. Das mulheres e das flores.História da ciência: o mapa do conhecimento. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. 21. P Objetivo competência: por uma nova lógica. Obs. 2001.]. I. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). Já se forem três ou mais.n.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. ZARIFIAN.) . (Coord. VALENCIA. Robert K. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. 2000. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. . . esta deve ser identificada na referência. Carlos A. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. ed.3 Regras quanto à edição e editora . YIN.a partir da segunda edição.3.).

deve ser indicada entre colchetes. [S.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. dentre outros. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. Em caso de haver cidades com o mesmo nome. .. mas pode ser identificada.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. . Viçosa.].].quando houver mais de um local para uma só editora. . deve-se utilizar a expressão sine loco. Obs.4 Regras quanto ao local . de M. 1981. 63 . Viçosa. abreviadas. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. RJ . A prática da pesquisa. indica-se o primeiro ou o mais destacado. Discursos do pregador. entre colchetes.. .3. AL. 1930.n. 1977.]: Ex Libris.quando a cidade não aparece no documento.l. BELTRÃO III.: s. CASTRO. 1994. LAZZARINI NETO.: No documento de que trata a referência acima. J. abreviada e entre colchetes [S. C. Sylvio. Viçosa. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.l.quando o local é desconhecido. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. Cria e recria.l. MG. [S. [São Paulo]: SDF Editores.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.

3. primavera 2000.6 Regra quanto à paginação . Autumm 1970. 3. ao final da referência devem ser indicadas. no lugar dos meses.quando em indicações de meses. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. mar.quando a publicação indicar.3. entre colchetes.. estes devem aparecer de forma abreviada. 2001. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. 3./Sept. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. seja ela de publicação. divisões por bimestres.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e.64. trimestres. 2002. semestres ou estações do ano. bim. após o ponto final. 1996. 1995. 2. trimestre e semestres abreviados. sempre deve ser indicada. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . no idioma original da publicação. registra-se uma data aproximada. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. as estações do ano tal como figuram na publicação. maio/dez.. 3. Aug.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. por isso. .1995. as expressões: Não paginado. (publicação com paginação irregular) . distribuição. sem.

indicação de coedit ores. RODRIGUES. Marina de A. A. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. Número da edição (a partir da segunda edição. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento .4. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. 65 . 1988. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. dissertações. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . Antônio. ao final da referência). dicionário. ano de publicação. Local (nome da cidade): Editora.4 Modelos de elaboração de referências 3. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. como livros. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. ao final da referência. científica ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.1. poden do variar conf orme o ti po de documento. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. 1997. política Estado moderno. São Paulo: Atlas.1 Monografias 3. Eva Maria. menção à edição exclusiva para assinante. etc. Caso seja indicado. se houver). quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. LAKATOS. trabalhos acadêmicos (teses. . Livros GRAMSCI.. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. abreviado(s) ou não). b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. enciclopédias. MARCONI..1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor.4. Maquiavel. B. 5 Para fins de elaboração de referências. científica.. catálogo. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. tr adu tore s. a não ser em casos de nomes próprios). monografias). Metodologia científica 3. IS BN. 2000. Luiz Mário Gazzaneo. interdisciplinar. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. São Paulo: Hucitec. Assim. manuais.

Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Caldas. 1986. Ano de apresentação. Tipo de documento [tese. 3. Título : subtítulo. Belo Horizonte. RODRIGUES. 180 f. 1989. Bíblia Sagrada . Bíblia BÍBLIA. Rio de Janeiro: Delta. Instituição. trabalho de conclusão de curso. local. 30 v. 1980. Número de folhas ou volumes..] (o grau) – vinculação acadêmica. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. ed. Universidade Federal de Minas Gerais. Chicago: Encyclopaedia Britannica. V.66. Dissertação (Mestrado em Administração) . 2002. 1980. Qualidade de vida no trabalho . Rio de Janeiro. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. dissertação. etc. abreviados ou não).. M. 5 v. Edição Ecumênica. Dicionário AULETE. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. 1989. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. . ano da defesa.Faculdade de Ciências Econômicas. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Português.

51 f.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. cd-rom. Universidade de São Paulo. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. 1990. Enciclopédia e dicionário digital 98. MORGADO. sem negrito ou itálico). Local: Editora. 1997.L. Reimplante dentário . seguidos de ponto.1. HOUASSIS.br/redac/manual. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. G. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. Para referenciá-las. 1990. 3. (ABNT . 1990. São Paulo. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios.com. se houver). São Paulo: Delta: Estadão. 3.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. Acesso em: 19 maio 1998. In: SOBRENOME.4. (Ed).2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes.C. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. São Paulo. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. Título da obra: subtítulo (se for o caso). Obs.L. Disponível em: <http://www1. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. volumes. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento.1.. Manual de redação e estilo . Universidade Camilo Castelo Branco. 105 f. precedida da expressão Acesso em:..html>. São Paulo. Prenome do autor da obra como um todo. N BR 6023:2002). ano. etc. Edição (a partir da segunda. online. .. 1998. 1990.4. 67 .estado. Tese (Livre Docência) . M. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. O padrão da referência é: SOBRENOME. Documentos em CD-ROM KOOGAN. A.Escola Politécnica. A. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. 5 CD-ROM.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. O ESTADO DE SÃO PAULO. excetuando-se nome próprio.

In: ______.). geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. Vida psíquica e organização. In: MOTTA. Rio de Janeiro: FGV. Reflexões para o silêncio. 5. p.14-16. . 1988. G. número de jornal ou caderno de jornal completo. Os primeiros agregados humanos. S. G. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. História das doutrinas políticas. (Org. p. 103-115.). Sociologia da administração . matérias jornalísticas. 122-143. 1987. etc. Eva Maria.. Maria Ester de (Org. B.4. In: ______. In: TOLEDO. BOUTHOUL. Artigo de coletânea7 AMADO.). Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. FREITAS.com. Rio de Janeiro: Guanabara. Disponível em: <http://www. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas.1.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. ed. MACEDO. SOUZA. Capítulo de livro LAKATOS. p. reportagens. fascículo ou número de revistas.. editoriais.. 2000. Coesão organizacional e ilusão coletiva.1990. 1997. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. Prestes. São Paulo: Atlas. N as coletâneas. Curitiba. Organizador. Gilles. cap.br/ livrosonline/leitura_32>. seções. Acesso em: 25 jul.). A. etc. Viagem astral aos domingos. 7. Parte de uma obra MOSCA.refletindo.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. 3. 3. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.. Editor.68.4. Fernando C. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

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htm>. Anais eletrônicos.. 1997. 3...2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. 1996.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.4.3 Publicações em eventos 3.72... 2. Anais.4. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.. Recife. 2000. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. local (cidade) de realização. 1996.4. do documento (anais. 1996. .3. proceedings. dentre outros.br/anais/anais. como atas.. numeração (se houver). Disponível em: <http://www... O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO.. atas. … 2000. 4. data da publicação.ufpe. 4. Acesso em: 21 jan. Recife: UFPe. etc. ano.) Local de publicação: editora. 3. 1996. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations.3. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Florianópolis.propesq. Título. proceedings. Recife: UFPe. Recife. resultados. anais..

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. 3. Especificação do documento. p. Escala. Escala 1:40. Gainesville. Escala 1:2. 8 ABNT. Itajaí: UNIVALI. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. O padrão de referência é: AUTOR.flmnh. 557 Kb. IR04. 13 jul. São Paulo.jpg>.ufl. globo e fotografia aérea.000.4. 557 Kb (tamanho do arquivo).000. 1999071318. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. Regiões de governo do Estado de São Paulo. National Oceanic and Atmospheric Administration. data de publicação. 3..1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. 3 ½ pol. .11. NBR 6023:2002. 1981. SP).76. mapa. 1 mapa. Título. UNIVALI (instituição geradora). GOES (denominação do satélite). 1994. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. Obs. 13 jul. SE (localização geográfica). 1 disquete. 1999. Acesso em: 15 jan.4.6.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. GIF. Local: Editora. GOES-08: SE. 08 (número do satélite na série). Disponível em: <http://www. 1 atlas. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. [2000?]. ESTADOS UNIDOS. 1 imagem de satélite. Escalas variam. 1999 (data da captação). color.GIF (título do arquivo). 1999. Itajaí (local). 2002. 17:45Z (horário zulu).: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. 17:45Z.. ATLAS Mirador Internacional. IR04 (banda).000. 1 atlas.

dentre outros.. . 1 disquete. Quando não existir título para o documento. BRITTO.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Data. 1999. Romero. São Paulo: UMIBO. caso seja necessário. Geddes 135. Especificação do documento. 5 ¼ pol. 25 cm x 20 cm. 19 transparências. desenho técnico.4. [Sem título]. Largura: 376 pixels. KOBAYASHI. 77 . diafilme. 25 cm x 25 cm.. 1982. Anne. K.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. fotografias. Altura: 432 pixels. Formato JPEG. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. color. 1980.7. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. 1 gravura. color.4. 2000.jpg. 51 Kb.. 1 fotografia. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. transparências.. pinturas. Título. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. 3. diapositivo.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. Doença dos xavantes. cartazes.

1992. 1991. Circuladô vivo. color. Diretor. fitas cassete. Garcia. 2001. 1998. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos.4. SILVA.78. Caetano. videocassetes. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Local: Produtora. 1 CD. dentre outros. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. Entrevistadores: V Tremel e M. data e especificação do suporte em unidades físicas.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. son.4.. Brasília: SENAI/DN. Luiz Inácio Lula da. . etc. CDs (compact disc).9 Documento sonoro Compreende discos. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Local: Gravadora (ou equivalente).. entrevistado. Direção: Walter Salles Júnior. Departamento Nacional. 1 bobina cinematográfica (106 min). Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial... 3. data. Especificação do documento. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. 2 cassetes sonoros. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. CENTRAL do Brasil. Título. São Paulo: Polygram. 1991]. DVD. São Paulo: SENAI-SP. 1 video sonoro. Produtor (conforme as informações disponíveis). 3. VELOSO. Rio de Janeiro: Riofilme. 35 mm. conforme o caso). .

maquetes. Curitiba. 79 . 1998. listas de discussão. objetos e suas representações (fósseis. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. 1 CD-ROM. animais empalhados. 1918.l. BULE de porcelana. [China: Companhia das Índias. monumentos. etc. Version 4.1. Marcel. arquivos em disco rígido. Data.. Especificação do objeto. pesquisa. desaparecem rapidamen te. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. mensagens eletrônicas. p. Biblioteca Central. 1 bule.. Descrição física do in terpes soal e efêmero. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). NBR 6023:2002. Versão (se houver).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. AUTOR(es)se for o caso.]: Microsoft Corporation. 13). programas de computador. DUCHAMP.4. [S. Normas. 9 3.doc. quando identificado).10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. Título (caso não exista. . assunto em discussão. Título (do serviço ou produto). Escultura para viajar. dentre outros). A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. esqueletos. 1 escultura variável. e meio eletrônico. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados.” (ABNT. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. 1995.4. 18-]. objetos de museu.

Responsável técnico Delosmar R. MARQUES. M. São Paulo: Publifolha. n. SC. São Paulo: Brasiliense. São Paulo. Carlos B. LEAL. Acesso em: 30 maio 2002. 1984. Bastos. Apostila. Massa calcificada da naso-faringe. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. 3. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. (Primeiros Passos. HINDLE. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. 3. M. Disponível em: <http://www.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Memorial [mensagem pessoal]. J. No prelo.80. 57). Digitado. C. 1999.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. textos não publicados. 2. Niterói. Tubarão. 1985.br/ acaro/sp/>. 1990. Base de Dados Tropical.br> em 11 nov. 2002. L. entre parênteses. Os princípios da gestão moderna.4.ed.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos.bdt.org. Radiologia Brasileira. apostilas.univali. MARINS. .4.4.. São José dos Campos: Johnson & Johnson. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal).23. RUBIROSA.. Italvino. se houver. ao final da referência. J. 1997. Bula de remédio. 1991. MARTINS. Como fazer apresentações. Tim.fat. podem ser acrescentados. sem destaque. ÁCAROS no Estado de São Paulo.ed. 3. E. documentos mimeografados e digitados. 1978. Mensagem recebida por <simonegf@sj. O que é sociologia? 7.

esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. dissertações. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). se for o caso: v. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. para elaboração de teses. do alto ao pé da lombada. papers e relatórios. d) subtítulo. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. b) nome do autor. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. resenhas. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. Deve conter. Por outro lado. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. b) título do trabalho.1 Elementos pré-textuais . im presso longitu dinalmente. uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. e) número de volumes (se houver mais de um. . seqü encialmen te. no que couber.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). se houver. 81 . Suas orientações também se aplicam. c) título. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . tais como fichamentos. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). impresso da mesma forma que o do autor. textuais e pós-textuais.2) . g) ano da entrega (4 dígitos). 4.TCC. c) identificação de números (volume.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura .. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais.. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação.

se houver mais de um. dissertação. etc. obtenção de determinado grau. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. devem ser apresentados. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. em seqüência. ..Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho.Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. c) texto contendo a natureza. Aparecem em folha separada. g) local (cidade) da instituição.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). No verso da folha de rosto. apresenta-se a ficha catalográfica. d) número de volumes. parte inferior da página. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. c) subtítulo (se houver. com a identificação do conteúdo que permita a indexação). etc. . dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. área de concentração. objetivo e nome da instituição a que é submetido. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). trabalho de conclusão de curso.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). com as respectivas correções.82.. h) ano de entrega (4 dígitos). b) título principal do trabalho (claro.). As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . e) data de aprovação.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. nome da instituição a que é submetido. . preciso. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. . como as teses. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. . a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. f) nom e. d) área de concentração.

Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. na ordem em que se apresentam no texto. .4.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 .Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. p. por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. Se necessário. . .Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. Apesar de ser escrita por outra pessoa.. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla). (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais . c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. Consiste na transcrição de uma frase. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). com o respectivo significado. 2). na ordem em que aparecem.ordenadas segun do determ inado cri tério.Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. abaixo do texto. da Parte I deste documento. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos). b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. . fora de parênteses. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). 83 .) na ordem em que aparecem no texto. or ganogram as. com respectivos nomes e números de página. gráficos. que é uma lista "de palavras ou frases.ver seção 5. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. mapas." (NBR 6027:2003. devem ser alinhados à esquerda. . escrit o por ext enso. . A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.3 da Parte II deste documento). não deve vir entre aspas.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). d) os indicativos das seções que compõem o sumário. da Parte II deste documento). pensamento. . fluxogramas. esque mas. desen hos. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. com respectivos nomes e números de página.. . recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . se houver. também denominadas seções primárias). etc. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D). qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros.

Em caso de relatórios de pesquisa científica. análise e interpretação dos resultados. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. de u m modo geral . assim como os prétextuais.: 32-49). Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. Se o trabalho compreender mais de um volume. com uma definição clara.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. Nela são descritos os conceitos. contextualiza-o. ou seja. separados por hífen (ex. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. portanto. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. área de conhecimento ou metodologia adotada. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. . . t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. há distintos modos de organizar o texto. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. excetuados os elementos obrigatórios. me todologia.84. que seguem os indicativos das seções.2 Elementos textuais Os elementos textuais. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. apresentação. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. f inalizan do com uma conclusão. . os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).: 32). O sumário é o último dos elementos prét extu ais. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização).. 4. Conf orme o tipo de trabalh o. No en tant o.. à qual se segu e o desen volvim ento.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. Da mesma forma que na introdu ção. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. con st itu em. além de aspectos metodológicos. está localizado.

segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. com a indicação de sua localização no texto. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto. . nomes geográficos. seguidos de suas respectivas definições. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos.Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. da Parte II deste documento. . assuntos. 85 . .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. extraídos de um documento. .Conclusão Como parte final do texto. 4.3 Elementos pós-textuais . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. As orientações para sua elaboração. dentre outros). comprova ou ilustra o seu conteúdo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ ..Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. . consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. utilizados no trabalho. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. além de sugestões para outros trabalhos. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista).Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. Pode também indicar questões dignas de novos estudos..Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. que complementa. possibilitando sua identificação individual. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. complementar ao seu trabalho.

. ..86.

5.4 (21 cm x 29. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. sem brilho. Já na folha de aprovação. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas). recomendam-se Times New Roman ou Arial. 5. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. as informações sobre o trabalho. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. com exceção da folha de rosto. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. . As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. legendas de ilu strações e de t abelas.. Quanto ao tipo da fonte. Entretanto.5 entre linhas. referências.7 cm ). no caso de dissertações e teses. Na folha de rosto. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. notas de rodapé. objetivo. O texto é digitado no anverso da folha (frente).. O texto deve ser digitado com espaço 1.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. margens direita e inferior: 2 cm. com form at o A. notas de rodapé. 87 . 5.5. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). algumas normas gerais devem ser seguidas. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B).1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas.

1 2. 5. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.1 2. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.1.3 Seção quaternária 1.2.2 2. pre cede o títu lo da seção. alinhado à margem esquerda. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária.1. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. em algarismos arábicos.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence.1. sendo de le separado por um espaço.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1 3.88..1. 5.1. Seção terciária 1.1 2.1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto.1 2. a partir da folha de rosto. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1. a qual. Esse indicativo numérico.1 2.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente. terciária. contendo a exposição ordenada do assunto. por sua vez.1. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto.2 . pode se dividir em seção secundária.1. a 2 cm da borda superior.1 2.2.1." (NBR 6024:2003). Havendo apêndice(s) e anexo(s). quaternária.2 3 3.1. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. no canto superior direito da folha. etc..

. o espaçamento duplo entre os parágrafos. em 2.. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. e redondo. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. porém. dentre outros.. gráficos.. deve ser mantida em todo o trabalho. resumos. ver 1.. com exceção da última.. usam-se alíneas. agradecimentos. itálico ou grifo. mapas. O texto. apêndice(s). terminam em ponto-e-vírgula. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda.2.. exceto a última que termina em ponto. No entanto.. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . esqu emas. estas devem começar com um hífen. c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. qualquer que seja a forma adotada. . porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). adotando-se. Atenção! Em relação ao itálico. na seção 3 relatou-se.. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. no in te rior de um a seção.. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha.1. fotos. As alíneas. listas. 89 . A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: .27 cm). dele separado por um espaço.. qu adros. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. referências. se inicia em ou tra li nh a. glossário.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. fluxogramas.1 Os títulos de errata. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. caixa alta ou versal. 5. . Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. pois do contrário não contribuirão para a análise. Muitos autores. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. nesse caso. 5.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. or gan ogram as.. sumário. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra.

cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. Quando não couber em uma folha. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão.IBGE (1993). o segundo. lado a lado. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . de forma clara e concisa.. c) ocupar. . sintetizadas a seguir. 5.se t iv er poucas colu n as. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. também é preciso seguir alguns critérios: . na mesma página. . As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). o espaço do cabeçalho e o terceiro. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. conclusão para a última e continuação para as demais. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo.cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. 1993. uma única página. . a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. pode se r apresentada em duas partes.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. . e da fonte. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. pode ser apresentada em duas ou mais partes. no mínimo. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. por extenso. . p. preferencialm ent e. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. uma abaixo da outra. A moldura compreende. 28): . após o fio de fechamento. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha.. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. Q uanto à disposição das in formações. . preferencialmente sem abreviações. breve e clara que dispense consulta ao texto. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. Figura 3.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. A tabela. do respectivo título e/ou legenda explicativa. o rodapé.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. Quadro 5).90.

subtração. alinh ando. multiplicação e divisão. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. entrevistas ou observação). ‘en trevist as realizadas’. pela natureza do fen ômeno. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados.. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. caso seja necessário. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . p...quan do. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. utiliza-se como fonte o autor. quan do os dados se originarem de diversas fontes. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. ‘questionários aplicados’. 9).. alinhados à direita. ‘formulários preenchidos’. os nomes ou 5. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. / ou – X . ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros.se à margem esqu erda da primeira coluna. 91 . a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. conforme o caso. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. ‘observação direta’. por exemplo).

NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.ed. e aum. 1992.M.C. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 3. Florianópolis. 2002. A. GIL. COMPAGNON. ECO. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação.L. ______. ______. BARRASS. Rio de Janeiro. CANCELIER. C. descrição. V.ed. Belo Horizonte: Ed. engenheiros e estudantes. Memórias de um orientador de tese. Campinas: Papirus. improviso e método na pesquisa social. FEITOSA.M. FRANÇA. Como se faz uma tese..). Manual para normalização de publicações técnico-científicas. São Paulo: Pioneira. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. 1996. São Paulo: T. L.C. DEMO. Campinas: . 5. E. dissertação. J. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação.. 2000. CASTRO. 1998. Rio de Janeiro. 2003. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Belo Horizonte: Editora UFMG. GOLDENBERG. U. N.ed. paixão. Rio de Janeiro. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . OLÍMPIO.N. Rio de Janeiro: Zahar. A aventura sociológica: objetividade. 2005. 1997. 2. Rio de Janeiro. narração. Rio de Janeiro.L. R. BEAUD. Redação de textos científicos.92.. Queiroz. p. Rio de Janeiro. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2003. M. de O. 1997. rev. Rio de Janeiro.ed. FLÔRES. relatório. . ______.307-326. O trabalho da citação..ed. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. 1989. ______. GEWANDSZNAJDER. 2003. Metodologia do ensino superior. 4. Rio de Janeiro: Record. 1996. 2002.. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.J. da UFSC.A. M. pesquisa quantitativa e qualitativa. L. 1978. da UFMG. Ed.L. 1986. ______. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. A. 2. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. 2001. 1997. resumo. Autores Associados. In: NUNES. P Educar pela pesquisa. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. A. 2003. ______. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário. 1988. São Paulo: Perspectiva. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. ______. (Org. Rio de Janeiro. São Paulo: Atlas.

2. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. 19. WRIGHTSMAN. Normas de apresentação tabular. São Paulo: Companhia Melhoramentos.).. 2. 1999. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. 21. A. . E. Metodologia do trabalho científico.. 1997. da UFSC. 2001. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. M.ed. Manual da monografia jurídica. 1975. Estudo de caso: planejamento e métodos.nova. C. dissertações e estudos de caso. 5. COOK. abr.M. L. p. Porto Alegre: Bookman. 1999. São Paulo: Atlas.. TOMANIK. n.. J. R. Disponível em: http:// www. 1993. p.L (Org. São Paulo: Saraiva.K. São Paulo: Atlas. C. A monografia jurídica.8. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. sept. e ampl. v.. L. 2. M. Application of a Case Study Methodology. Rio de Janeiro: Agir. A . 1985. São Paulo: Cortez. 93 .. MEDEIROS. G. Rio de Janeiro: IBGE. E. 1991./set. SEVERINO. L. de A.ed.. Metodologia do trabalho científico. J.A. LINTZ.ed.ed. Fundamentos de metodologia científica. da escolha do assunto à apresentação gráfica. Turismo: visão e ação.L. n. 104. C. Florianópolis: OAB/ SC. LEAL. In: The Qualitative Report. São Paulo: Atlas. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. J. São Paulo: EPU. F das C. São Paulo: Atlas.B.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. DIONNE. São Paulo: Atlas. NUNES.S. S. S. 3. Centro de Documentação e Disseminação de Informações.. MARCONI. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. KIDDER. E. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. ano 4. Belo Horizonte: Editora UFMG. ROESCH. ed. LAVILLE. LEITE. 1992. 5. Pesquisa e produção escrita. de O. HÜHNE. IBGE. M. MARTINS. 1999. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa..W. de A.html Acesso em 26/02/02. Maringá: EDUEM. rev. Metodologia do trabalho científico. Escrevendo e . SELLTIZ. Porto Alegre: Artmed. M.. E.ed. 3. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. 2000. 1997. 2001. 2000. PASOLD. Florianópolis: Ed. W. 1997.R. 1993. H. 1999.M. LAKATOS.99109. E.A. J. 3. 3. LAKATOS. TELLIS. A. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas.A. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. 1998.ed. de A. MARCONI.M. São Paulo: Cortez.ed. trabalhos de conclusão.ed. Métodos de pesquisa nas relações sociais. SOUZA. 2001. 1994. YIN.

.94...

95 ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES .

título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.96. excetuando-se a 1ª letra] ...

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ... 97 .

Centro de Educação Zzzzz.. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha. na Universidade do Vale de Itajaí.98. Orientador: Prof(a).. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. excetuando-se a 1ª letra] .

Orientador: Prof. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Dr. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . 99 ...

[Local]................... Dra.... 3 cm Área de Concentração: ....... Prof. .................. . Dr.... .. ... MSc... ..... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa................. da Universidade do Vale do Itajaí. Centro de Educação de .... [dia] de [mês] de [ano]... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de .. UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas.......... .... .......... .. sub-título em minúsculas] ... e aprovada pelo Curso de ...... UNIVALI – CE de São José Prof.. .......... ...100...

. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Msc. 101 . 14 de fevereiro de 2003. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Dr. Dra. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa.. Centro de Educação de Balneário Camboriú. Prof. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro .

...........2 Objetivos da pesquisa ....1 Concepções teóricas .......... 16 2............................................. 14 2....... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ...................................................................................................................................................................................................................................1.............. 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .............................. 11 1.......................................................................................................................... 57 4... 46 4 RESULTADOS ............................ 49 4...................................... aceitação e cooperação ..........................................................3 Estratégias e instrumentos ........................................................ 18 2.................2 As principais correntes teóricas da atualidade .... 43 3.................................................................................. 40 3.........................102............................................................................................................................................ 39 3........................................................................................... 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ......................1 Contexto e sujeitos da pesquisa .................................................................................... 71 REFERÊNCIAS ........1 Breve história das principais concepções do passado ............................................................................................................1 Justificativa ................................. 77 APÊNDICES ...................... 10 1........... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ............................... 50 4.........................................................................................3 Resistência....................................2 Fontes documentais ..............2 Expectativas e aspirações ................................................................................................................................................................... 80 .............................................1..................................

103 . é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo. contendo de 100 a 250 palavras... elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .

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