Toxicologia Forense nas Américas

Cláudio Lobos Gálvez – Chile

TIAFT Regional Representative of Chile Perito Unidad de Instrumental y Desarrollo Tecnológico SML Encargado de Calidad y Acreditación Registro Nacional de ADN (CODIS-FBI)

ÁREAS BÁSICAS

Biología Bioquímica Química Fisiología

Farmacología Patología Medicina Legal

o

TOXICOLOGÍA
o o

ÁREAS FUNDAMENTALES

Mecanística

Analítica Clínica

Evaluación Toxicol.

General
Docencia Investigación

Organo específica
RAMAS APLICADAS

Humana Veterinaria

Alimentaria Tox. Reguladora
Dr. Manuel Repetto

Forense Eval. Riesgo

Farmacéutica Ecotoxicología

Ambiental Ocupacional

Toxicologia Forense:
“É o conjunto de conhecimentos aplicáveis à resolução dos problemas toxicológicos que propõe o Direito" (Gisbert-Calabuig, 1958); é por tanto um ramo aplicado da toxicologia intimamente relacionada com a Química Analítica, a Bioquímica, a Farmacologia e a Patologia. (Repetto, 1981 e 1997).

The International Association of Forensic Toxicologists

TIAFT was founded in London April 21, 1963. The founding meeting elected Dr. E.C.G. Clarke (UK) as President, Dr. Alan S. Curry (UK) as Secretary, Dr. Ian Holden (UK) as Treasurer and Dr. Fred Rieders (USA) as Newsletter Editor. The first newsletter was edited in November 1963 by Rieders, and from the very beginning it bore the name "Bulletin of the International Association of Forensic Toxicologists“ Nowadays TIAFT groups over 1400 members from all regions of the world who are actively engaged in analytical toxicology or allied areas with the aims of this association are to promote cooperation and coordination of efforts among members and to encourage research in forensic toxicology.

University of Buenos Aires Chief Forensic Laboratory Federal police Corps Institute of Criminalistics. Roses Prof. Guatelli Emer. University of Buenos Aires Otmaro E. Arado Mario Galia Fernando Cardini Ricardo Padula Fernando Galassi Daniel Salcedo Luis A. UM University. University of Buenos Aires Chairman: Co Chairman: Secretary: Other members: Oscar Locani Miriam G. East Director Scientific Police Province Buenos Aires . Toxicology. Buenos Aires Director Scientific Bureau of National Gendarmerie Faculty of Law. Prof. University of N.Emeritus President: Honorary President: Manuel A. Ferrari TIAFT Regional Representative Leda Giannuzzi University of La Plata Guido Mastrantonio University of La Plata Laboratory of Toxicology and Legal Chemistry Dept.

Octubre 23 -26 Presidente: Q.F. Isabel Riveros Toledo Vice-Presidente: Q. Q. Myrtha Escobar Marabolí Dra. Q. Guillermina Ávila Vivianni Dra. BOGOTÁ.F. Ana Toyos Díaz III ENCUENTRO LATINOAMERICANO DE TOXICOLOGÍA FORENSE TIAFT.Presidentas Eméritas: Presidente Honorario: Dra. Jorge Ariel Martínez Ramírez .F.F. Claudio Lobos Gálvez Vice-Presidente: Q. Oscar Vargas Duranti Presidente: Q. Q.F.F.F. Sonia Jeria Meléndez Dr.COLOMBIA.

Ana María Perkins . Margarita Susana Ferro Dra. Luis Alberto Ferrari Dra. José Luis Lorenzo Dra. Lucrecia Orlando Dra.Comité Organizador Presidente: Vice-Presidente: Secretaria: Secretaria bilingüe: Tesorera: Asesor Ejecutivo: Coordinadora Institucional: Dr. Oscar Alberto Locani Dr. María Teresa Manzolino Dr.

19 e 20 de Junho de 2009 Organização Flavia Valladão Thiesen (PUCRS) e Alice da Matta Chasin (TIAFT) Comissão Organizadora Adriano Otávio Maldaner (Instituto Nacional de Criminalística ) Alice da Matta Chasin (Faculdades Oswaldo Cruz. representante da TIAFT no Brasil) Flavia Valladão Thiesen (PUCRS) José Luis Costa (Applied Byosistems do Brasil) Maurício Yonamine (USP) Rafael Linden (FEEVALE) Silvia de Oliveira Santos Cazenvave (PUC e Instituto de Criminalística de Campinas) .18.

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Matrices alternativas en Toxicología Forense .COMITÉ ORGANIZADOR Presidente: Dra.Toxicología Ocupacional y Ambiental .V. Nilda Villalba Secretaria: Dra.Toxicología post-mortem .Reporte de casos http://tiaftparaguay2010.Control de Calidad y Acreditación .Drogas en el lugar de trabajo .Alcohol. Stella Presentado Tesorera: Dra. Aldo Ojeda D. Narciso Fleitas Colaboradores: Dra. Drogas y conducción de vehículos .Control de Doping y Doping Genético . Renate Henning de Díaz Gill Pro Tesorero: Dr.Toxicología Clínica y Monitoreo de Drogas Terapéuticas .Toxicología Analítica .org/ . Mariza Insaurralde Vice Presidente: Dra. Ayelén Natale Tópicos científicos: . Olga Heinichen Dr. Alberto Natale Diseño web: M.C.

Divisão Atual da Toxicologia Forense • Toxicologia pós mortem • Determinação de Drogas de Abuso em: Substâncias Mostras biológicas • Toxicologia Comportamental Trânsito motorizado Postos de Trabalho Forças Armadas • Toxicologia Ambiental Contaminação Delito Ecológico Toxicologia Trabalhista Modificado de Kunsman (1999) .

Fatores Críticos de Interpretação • • • • • • • • • • Fatores físico-químicos da droga Via de administração de droga Atributos do tecido ou fluido biológico Dose Variabilidade entre e em indivíduos Fatores fisiológicos Capacidades do método analítico Fatores de tempo Variabilidade em recopilação de mostras Estabilidade de droga e metabólito em mostra biológica .Toxicología pos mortem A interpretação dos resultados analíticos tóxicológicos e o diagnóstico da morte.

Vias de Administração de Drogas .

em função do tempo um xenobiótico num organismo vivo. da resposta farmacológica e da construção de modelos matemáticos apropriados para interpretar ditos dados” Wagner Toxicocinética: “Contempla o estudo quantitativo dos processos que experimenta. tecidos e excretas.Farmacocinética: “O estudo do curso no tempo das concentrações e quantidades de um fármaco e/ou metabólito(s) em fluidos biológicos. biotransformación e excreção. distribuição. que são susceptíveis de um tratamento cinético ou avaliação matemática com relação ao tempo” Repetto . localização. sofre os processos de absorção. Esta substância estranha ao organismo.

LUGAR DE AÇÃO “RECEPTORES” Unidos e Livres RESERVORIOS DOS TECIDOS Unidos e Livres CIRCULAÇÃO SISTÉMICA ABSORÇÃO DROGA LIVRE EXCREÇÃO DROGA UNIDA METABÓLITO(S) BIOTRANSFORMACION Modelo Fisiológico Integrado .

Perfis de Absorção das Drogas 10000 Concentración (ng/mL) 1000 100 Concentración que indica Toxicidad Oral IV Rango Terapéutico Concentración Mínima Efectiva 10 1 0 2 4 6 Tiempo (horas) 8 10 12 .

Fórmulas Modelo Monocompartamental com Cinéticas de Absorção e Eliminação de Primeiro Ordem Clearence Plasmático Total = Vm(Km + Cp) Vd .kT ) Ce = e f dosis CL T dosis k SBC Vsuperficie = CL k .kT ) exp ( . Cee mín = f dosis /Vee 1 .exp (.

• Fluido e tecido biológico de excreção (Mostras consideradas do meio externo: NÃO SE RELACIONAM com a sintomatologia clínica. só com consumo ou exposição) Mostras • Fluido e tecido biológico não excretable (Mostras consideradas do meio interno: RELACIONAM-SE sintomatologia clínica) com a .Eleição da Mostra segundo sua utilidade.

cérebro… Vísceras (fígado.C.Eleição de Mostra para exame toxicológico Mostras consideradas do meio interno: ELACIONAM-SE com a sintomatologia clínica     Mostras consideradas do meio externo: só com consumo ou exposição     Sangue Ar Expirado (só substâncias voláteis) Saliva (só alguns fármacos) Líquido Cefalorraquídeo (substâncias que atravessam a barreira  hematoencefálica e ingressam ao S. ademais   Humor Vítreo.N. rim)  . baço.)   Urina Saliva (os outros fármacos) Suor Contido Gástrico Pelo Unhas Tecido adiposo Bilis Em procedimentos de autópsia.

Para exame toxicológico pós-mortem MOSTRAS DE ELECCION: SANGUE femoral . . Vísceras por separado (fígado.Urina MOSTRAS ALTERNATIVAS (em ordem decrescente de utilidade) A: SANGUE 1. rim 1 y 2) 3. Humor Vítreo 2. Cérebro A: URINA 1. Pelo OUTRAS MOSTRAS ALTERNATIVAS: Não se descarta sua reserva. Bilis 2. com o objetivo de realizar eventuais trabalhos de investigação. baço.

Dr.Pasos Toxicocinéticos de Drogas EN INDIVIDUO VIVO: EN CADÁVER: Entrada: Absorción Paso a: Sangre Entrada: Absorción (Difusión) Biotransformación Distribución Redistribución Biotransformación Paso a: Sangre Biotransformación Distribución Retorno Salida Eliminación Tejidos Sangre Orina Tejidos Sangre Prof. Manuel Repetto .

Dr.Determinação de Drogas de Abuso em: Substâncias Mostras biológicas Toxicological analysis Alcohol Screening Test (roadside)  Analysis (lab) or blood Smell  Drugs Signs of drug use  ?  Prof. Alain Verstraete .

PROBLEMAS? .

G. of V ne z ue l a e Ba rra n q uil l a V EN EZ UEL A C ar acas G e o r ge t o w n P a ra m a r ibo C ay en n e N M e d e llin G. de P a na m a B ogo tá C ali Q u i to G u a ya q ui l Ma n a us A ma zo n Belé m F o rta l e z a B R A SI L R e cife Li m a S alv a d or B O L I VI A La P a z Ari ca I q ui q u e S uc re Bra s ília B e lo H o r iz on te Cu ri ti b a P o rto Ale gr e Me n d o z a S ÃO P AU L O RI O D E AN E IR O J S antia go BUEN OS AI R E S M o nte v íd e o .

Código Sanitario Código Procesal Penal Tabaco Fármacos .Psicotrópicos Precursores Químicos Sustancias Químicas Esenciales Ley de Drogas Propósito de la nueva Ley de Drogas: • Sancionar el microtráfico • castigar posesión.Relación leyes promulgadas y drogas legales e ilegales Ley 20. transporte y guarda de pequeñas cantidades de 541 días a 5 años. • No será necesario probar el acto de transferir drogas a un tercero a cualquier título Alcohol Lícitas Ley Alcoholes. porte. Trabajo Ley Espacios Públicos Ley Drogas. Ley de Tránsito y Acc.000 de tráfico ilícito de drogas Ilícitas Estupefacientes .

00 2.561.000.239.46 79.000.000.00 Cocaína Pasta Básica (Kilos) Marihuana Procesada (Kilos) 2003 2004 2005 2006 2007 TIPO DE DROGA Cocaína HCL (Kilos) Cocaína Pasta Básica (Kilos) Marihuana Procesada (Kilos) Marihuana Plantas (unidades) Fármacos (unidades) Heroína (Kilos) 2003 853.620.50 4.03 4.65 128.949 14.754 100.64 2004 3.00 4.620.23 2005 2.990.526.816 133.74 215.95 2007 3.927 14.739.03 4.13 2006 2.000.000.00 7.984.00 3.00 0.702.091.36 166.000.85 3.526.64 4.05 .278.86 1.00 1.06 214.000.832 5.878 165.32 6.314 11.45 7.55 6.088.437.000.00 5.Decomisos de Drogas 8.00 6.649 4.997 508.77 1.228 178.

065 3.523 2004 4.134 18.000 8.481 4.134 12.012 1.198 1.104 3.037 705 27.631 4.985 15.611 4.000 0 Tráfico Porte 2003 2004 2005 2006 2007 INFRACCINES Tráfico Porte Consumo Otros TOTAL 2003 4.000 12.704 300 10.572 914 25.507 4.620 12.000 6.365 1.160 2006 6.000 10.Detenciones por Ley de Drogas 16.000 2.358 2007 8.000 4.917 2005 6.000 14.050 6.171 .

Ministerio del Interior .6% Pobreza Delincuencia 6.9% Tráfico de Drogas Situación Económica Educación 14.3% 8.9% 8.Encuesta Nacional Urbana de Seguridad Ciudadana (ENUSC) RESULTADOS GENERALES 2007 – TOTAL PAÍS 3.0% Contaminación Ambiental Consumo de Drogas Corrupción División de Seguridad Pública .1% 26.2% 14.3% 2.9% Salud Desempleo 13.5% 1.

Servicio Médico Legal de Chile Departamento Laboratorios DISTRIBUCIÓN DE DROGAS EN MUERTES VIOLENTAS AÑO 2006 5% 6% MARIHUANA 3% 7% 24% BZD COCAINA OTRAS 55% COCAINA-BZD COCAINA MARIHUANA .

Disponibilidade instrumental em 1997 Descontentamento e insuficiência !!!!!!!!! US $ Considere esta apreciação de Dwight Eisenhower: "O 90 POR CENTO DE TODAS AS COISAS QUE SE CONSEGUIRÃO NO FUTURO. AS REALIZARÃO PESSOAS QUE NÃO SE SENTEM DEMASIADO BEM CONSIGO MESMAS". .

00 0.00 RA GHB/IS m = 0.Resultados Los coeficientes de correlación cuadráticos (R2) obtenidos en el detector MS fueron de 0.1365 R2 = 0.00 4.9992 6.9992 en la matriz sangre y 0.9997 CURVAhumor vítreo LA DETERMINACIÓN DE GHB EN MATRIZ SANGRE en DE CALIBRACIÓN PARA MEDIANTE GC/MS 12.00 0 10 20 30 40 Concentración en mg/mL 50 60 70 80 .00 8.00 2.00 10.

2005 Centro de Referencia Zonal Norte desde Agosto del 2004 Instituto Nacional de Toxicología y Ciencias Forenses Ministerio de Justicia de España .

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00 Anfetamina 6.00 Metanfetamina Relacion de Areas Droga/STDi 10.00 0.00 0 100 200 300 400 500 600 700 Concentración en nanogramos por mL .00 Metanfetamina m/z 130 Anfetamina m/z 116 Benzoilecgonina m/z 240 MDMA m/z 130 Cocaína Relacion de Areas Droga/STDi 5.00 Benzoilecgonina 2.00 Metanfetamina 4.CURVA DE CALIBRACION PARA LA DETERMINACION DE DROGAS EN ORINA POR CROMATOGRAFIA SIMULTANEA GC-NPD/MS (Detector NPD) 14.00 1.00 MDMA (Exctasy) 4.00 Anfetamina 3.00 Cocaína 8.00 0.00 Cocaína m/z 182 6.00 0 100 200 300 400 500 600 700 Concentración en nanogramos por mL CURVA DE CALIBRACION PARA LA DETERMINACION DE DROGAS EN ORINA POR CROMATOGRAFIA SIMULTANEA GC-NPD/MS (Detector MS) 7.00 Benzoilecgonina MDMA (Exctasy) 2.00 12.

Esquema General de Extracción para Drogas de Abuso usando Columnas SPE .5 ml A.5 + 1.1 M (pH 6.0) E.Bond Elut Certify® ESPECIMEN DROGAS Acidas Y Neutras DROGAS Básicas ORINA 5 ml + 1 mL ß-Glucuronidasa 60 °C por 120 min PLASMA 2 ml + 8 mL Buffer fosfato 100mM pH 6. INTERFERENCIAS 2 ml H2O destilada 0.5 mL IPA:DCM:NH3 20:78:2 1 mL EtOAc:NH4OH 98:2 . Acético 0.01 M Secar 10 min / 15 Hg” 50 µl Metanol Secar 1 min / 15 Hg” FRACCION A 1.0 Sonicar por 60 min PREPARACION 2 ml Metanol 2 ml Buffer Fosfato 0.5+ 1.5 mLl Acetona:Cloroformo 50:50 1 mL Hexano:Acetonitrilo 80:20 FRACCION B 1.

Toxicológico Antiguo .

Toxicológico Nuevo desde el 01 de Agosto 2004 Laboratorio Toxicológico y Médico Legal Región de Tarapacá .

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REACCION DE INMUNOANÁLISIS QUIMIOLUMINISCENCIA POLARIZADA .

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Desde 2006 2011 .

Servicio Médico Legal de Chile Departamento Laboratorios Screening y confirmación de Drogas de Abuso .

Toxicologia Comportamental •Trânsito motorizado •Postos de Trabalho •Forças Armadas 3 Análisis de Alcoholemia 2.5 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 .5 2 1.5 1 0.

Dr. Manuel Repetto .

http://www.5 Heroin 1.1 3 million Europeans use cannabis daily Europe 20 World 160 26 8 14 16 The state of the drugs problem in the EU.emcdda.int/ 2005 World drug report Prof. Alain Verstraete .eu.Last year use of drugs (millions) Cannabis (Meth)amphet Ecstasy 2.6 Cocaine 3-3. Dr.2-2.

Oslo Police . Frydenlund.Prof. Alain Verstraete Picture: I. Dr.

Heroin Picture: I. Frydenlund. Oslo Police .

Dr. Alain Verstraete .How drugs influence driving Effects and side-effects • Sleepiness • Reaction time • Coordination • Vision • Risk taking Prof.

relajación muscular especialmente después de que abusan de MDMA ) Físico culturistas (estímulo de la descarga de hormona de crecimiento) Las víctimas de Agresiones Sexuales (sedación. amnesia) . aumento de la lívido.Test para una pesadilla. …… Las personas expuestas a GHB Asistentes a bares (euforia. alucinaciones. disminución de las inhibiciones.

termolábiles y sensibles a pH .Síntesis GHB O O + Na + -OH O OH O Na+ O HO ONa Se obtuvo cristales de color blanco higroscópicos.

Identificación %T 3360 O-H 2360 (Csp3-H) 1670 C=O 1/cm Espectro infrarrojo del GHB de síntesis .

Identificación d (ppm) Espectro 1H-NMR de GHB de síntesis .

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DHC. codeína. (1996) heroína. AF. THC. MDA. codeína. MDA. codeína. cocaína. AF. AF. metadona. propiónico GC/MS-EI-SIM No PFPA/HFPOH GC/MS/MS PTV (vaporización a temperatura programada) + cromatografía simultánea doble columna NPD/MS .En pelo humano por cromatografía simultánea NPD/MS Referencia Compuestos Moeller y col. MDMA. MDMA. 6-MAM. DHC. THC. cocaína. DHC. MDMA. cocaína. metadona. MDEA Uhl (1997) Opiáceos Cocaínicos THC Anfetaminas Lavado Agua + Acetona Diclorometano Acetona + éter de petróleo Pequeños trozos MeOH + sonicación Hexano + Acetona Homogenización Extracción Pulverización b-glucuronidasa/ arilsulfatasa SPE (C18) PFPA/PFPOH GC/MS-EI-SIM Pulverización ClH 0’1 N Pequeños trozos MeOH + sonicación Limpieza Derivatización Análisis LLE BSTFA:TMS GC/MS-EI-SIM No Anh. MDA. metadona. MDEA Kauert y col. THC. (1995) heroína. MDEA Kintz y col. 6-MAM. (1993b) heroína. 6-MAM.

Fracasos FRACASOS .

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50 0.10 0.50 0.50 0.25 VIAL 3 0.50 0.50 0.50 0.50 0.50 0.10 VIAL 6 0.50 0.50 0.50 0.50 0.05 THC COOH THC en 100 mg/ de pelo blanco .50 0.50 0.50 0.50 0.50 0.50 0.50 0.50 0.50 0.50 0.25 0.10 0.50 0.20 0.50 0.50 0.50 0.50 0.15 VIAL 5 0.50 0.50 0.50 0.50 0.50 0.30 0.50 0.20 0.50 0.20 0.50 0.50 0.50 0.20 0.20 0.50 0.50 0.20 0.50 0.15 0.50 0.50 0.50 0.50 0.10 0.50 0.CONCENTRACION CONCENTRACION CONCENTRACION CONCENTRACION CONCENTRACION CONCENTRACION ng/mg de pelo ng/mg de pelo ng/mg de pelo ng/mg de pelo ng/mg de pelo ng/mg de pelo ANALITO ANFETAMINA METANFETAMINA MDMA NICOTINA COTININA CAFEINA ETILBENZOILECGONINA BENZOILECGONINA THC-D3 COCAINA CODEINA VIAL 1 0.30 VIAL 2 0.10 0.50 0.50 0.20 VIAL 4 0.50 0.50 0.10 0.50 0.50 0.10 0.10 0.50 0.05 0.50 0.20 0.50 0.

1630x .35 Concentracion en ng/m g .000 y = 6.0041 R2 = 0.30 0.15 0.9957 y = 1.0.7773x .500 Rel A m/z 445 Rel A m/z 459 2.00 0.000 y = 2.20 0.9187x .0207 R2 = 0.0.9988 Rel A m/z 460 Rel A m/z 377 Areas/THC-D3 388 1.0167 R2 = 0.0.9980 1.500 y = 4.CURVA DE CALIBRACION PARA LA DETERMINACION DE THC-COOH EN PELO PARA CADA ION ESPECIFICO 2.9935 0.000 0.9303x .0052 R2 = 0.0.05 0.25 0.500 0.10 0.

THC + THC-D3 THC-COOH .

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Cotinina y Cafeína en Leche materna por GC-NPD/MS STDi Difenilamina .Determinación de Nicotina.

58 2.20 2.50 3.D.64 93.D. DFA (200ng/mL) R.36 93.17 2.S.34 89. Cotinina R. 96.D.D.05 97.34 6.04 94.99 91.68 3.90 98.S.85 87.S.73 3.86 2.33 3.S. Cafeína R.69 3. Cotinina R.S.96 97.S.S. 99.36 4.47 92.81 91.11 % Recuperación (n=9) Concentración (ng/mL) 10 100 250 Nicotina R.61 4.D.61 86.79 88.97 . DFA (200ng/mL) R.% Recuperación (n=9) Concentración (ng/mL) 10 100 250 Nicotina R.92 3.23 95.50 3.87 4.D.D.32 1.82 96.97 5.72 10.28 3.36 94.D.68 7.49 95.S.11 88. Cafeína R.

01 2.00220 0.09 8.D.Tabla IV.00172 2.58 7.00976 1.00017 0.00074 0.00025 0.10 LOD LOQ (ng/mL) (ng/mL) .00003 0.00086 0.01401 2. Valores de LOD y LOQ Pendiente Promedio NPD Nicotina MSD NPD Cotinina MSD NPD Cafeína MSD 0.D.00030 0.64 2.00030 0.01820 S.01263 0.00040 0.00226 0.00040 Intercepto Promedio 0.02 3.00565 1.00 6.00022 0.00983 S. 0.10.11 0.02210 0.34 0.82 0.34 3.08 7.00030 0.01716 0.01373 0.00006 0. 0.

En 15 de ellas (31%). la distribución fue dentro del rango normal. recolectando las muestras en envases estériles por medio de extracción manual.8 ng/mL y Cafeína 9-250 ng/mL. Cotinina 10. El peso fue bajo el percentil 25 en cinco RN (60%).2 ng/mL. Las concentraciones de nicotina fluctuaron en un rango de 14. Encontramos Nicotina en 9 (19%). Cotinina 2 (4%) y Cafeína en 12 (25%). Se tomó consentimiento y se llenó un cuestionario con datos demográficos de la madre y del neonato.5-136. En los recién nacidos de madres positivas para nicotina. .7-55. se pesquisó alguna de las sustancias estudiadas. En cafeína.Conclusiones Médicas Dr. La talla fue bajo el percentil 25 en seis recién nacidos (75%). la circunferencia craneana de la mayoría fue cercana al percentil 10. el hábito de fumar e ingesta de bebidas cafeínadas antes y durante el embarazo. elegidas por medio de un muestreo al azar simple. 48 muestras de madres puérperas con una edad promedio de 28 años. Alejandro Álvarez J.

Muestra 03 05 06 Nicotina (ng/mL) Cotinina (ng/mL) Cafeína (ng/mL) 162.0 249.Nº.2 136.2 027 20.5 61.5 181.0 026 16.8 14.7 012 018 55.9 174.8 9.4 51.7 .1 16.7 60.0 83.1 Metamizol Aminofenazona Petidina Metamizol Aminofenazona Metamizol Aminofenazona Metamizol Aminofenazona 10.0 Metamizol Aminofenazona 022 024 23.0 028 029 030 032 047 29.9 62.1 Otros Metamizol Metamizol Metamizol Aminofenazona 38.8 025 250.3 13.8 15.

INSTRUMENTOS DE POLITICA QUALIDADE
DIAGRAMA DE APLICAÇÃO METODOLOGIAS DE CREDENCIAMENTO

Familia ISO Normativa Internacional

ISO 9001-2000 Áreas de Planejamento Administração, Gestão e Garantia de Qualidade

ISO/IEC 17025-2005
Área Técnica: Laboratório Forense ISO 15189

Área Técnica: Laboratório Clínico

Fluxograma Único de Corrente de Custódia
Informe

Muestras

Laboratório Forense
Recepción de Encomiendas Alcoholemia Apertura de Cajas de Seguridad y Recepción de Muestras

Apertura de Encomiendas y Recepción de Muestras

Arch. Carpeta con Antecedentes , Cadena de Custodia e Informe Remite Informe Original

Pontos de controle administrativo e técnico
Análisis
Coordinador de Laboratorio Forense y reserva de Cadena de Custodia Perito Ejecutor de Laboratorio

Control de Calidad Interno y Externo NCh 17.025-2005

Excedentes de muestra original
Reportes de Análisis Antec Informe Informe Informe

Custodio de Evidencia Excedentes de muestras

Fluxograma Único de Corrente de Custódia

Muestras

Laboratório Forense
Recepción de Encomiendas Alcoholemia Apertura de Cajas de Seguridad y Recepción de Muestras

Apertura de Encomiendas y Recepción de Muestras

Informe

Arch. Carpeta con Antecedentes , Cadena de Custodia e Informe Remite Informe Original

Puntos de control que aseguran cadena de custodia e indemnidad de las muestras
Control de Calidad Interno y Externo NCh 17.025-2005

Análisis
Coordinador de Laboratorio Forense y reserva de Cadena de Custodia Perito Ejecutor de Laboratorio

Excedentes de muestra original
Reportes de Análisis Antec Informe Informe Informe

Custodio de Evidencia Excedentes de muestras

Bioquímica y Criminalística: 7.664 muestras
Alcoholemia Apertura de Cajas de Seguridad y Recepción de Muestras

Etapa Pre-analítica Requiere: Almacenamiento por Tipo de Muestra

Etapa Pre-analítica Requiere: Almacenamiento Alcoholemia: 40.497 muestras

Apertura de Encomiendas y Recepción de Muestras

ADN delitos: Paternidad:

5.787 muestras 40.419 muestras

Etapa Post-analítica Requiere: Almacenamiento

Custodio de Evidencia Excedentes de muestras

Toxicología: 19.480 muestras

ordena Análisis y asigna perito ejecutor Coordinador de Laboratorio Forense y reserva de Cadena de Custodia Apertura de Encomiendas Revisa Cadena de Custodia y Muestras Revisa antecedentes adjuntos Comprueba solicitud de análisis y Clasifica según tipo Digitaliza la Información Genera Número Único de Caso Genera Número único de muestra (uso interno) Asigna correlativo de ingreso por Unidad y abre carpetas de análisis Firma Cadenas de Custodia.Fluxograma Único de Corrente de Custódia Genera Información Digitalizada de Recepción de Evidencias Informe Muestras Laboratório Forense Recepción de Encomiendas Alcoholemia Apertura de Cajas de Seguridad y Recepción de Muestras 2 Apertura de Encomiendas y Recepción de Muestras 1 5 Arch.025-2005 3 Perito Ejecutor de Laboratorio Entrega perito a coordinador 6 Reportes de Análisis Antec Informe Informe Informe Excedentes de muestra original 8 7 Entrega Cadena de Custodia a perito ejecutor Perito firma Cadena de Custodia Entrega Muestra 9 Remite Cadena de Custodia Firmada Custodio de Evidencia Excedentes de muestras . Archiva en lugar seguro con Antecedentes e Ingresa Ordenadamente Muestras a Conservación 4 Retira Muestras y Antecedentes Firma Cadena de Custodia Análisis Control de Calidad Interno y Externo NCh 17. Cadena de Custodia e Informe Remite Informe Original Remite Cadena de Custodia Firmada • • • • • • • • • 10 Genera Priorización. Carpeta con Antecedentes .

alta densidad PDF 417: permite 1800 caracteres 10 4 Ingreso Asociado a RUT (o RUC o NUE evidencia no asociada a una persona) • Nombre Completo Registro Civil • Doc. incorpora datos relevantes: Fecha y hora de toma de muestra Profesional responsable Indica Número y Tipo de Muestras • Generación de Código Único por Muestra y etiquetas para análisis Coordinador de Laboratorio Forense y reserva de Cadena de Custodia 3 6 Reportes de Análisis Perito Ejecutor de Laboratorio Antec Informe Informe Informe 8 Cadena De Custodia 7 Custodio de Evidencia Excedentes de muestras 9 . Solicita Examen SML o Fiscal.Fluxograma Único de Corrente de Custódia 2 Informe Muestras Laboratório Forense Recepción de Encomiendas Alcoholemia Apertura de Cajas de Seguridad y Recepción de Muestras Apertura de Encomiendas y Recepción de Muestras 1 5 Genera Numero único de Caso Genera Número único de Muestra (uso interno) y etiquetas Control de documentos. destino final del Informe • Cadena de Custodia Externa o Interna.

. Las muestras podrán prepararse también con otras sustancias volátiles ( alcohol metílico. ..Servicio Médico Legal de Chile Departamento Laboratorios Ejercicio de Intercomparación de Alcohol Etílico en sangre Junto con las muestras se enviarán un Formulario Técnico y un Formulario de Resultados. acetona. ) con el propósito de evaluar las posibles interferencias del método. acetaldehido. En cada ejercicio se enviarán 3 muestras de sangre y/o plasma preparadas con una concentración de alcohol etílico de entre 0 a 4 g/L. etc.

MAXIMA ng/mL 1 muestra (5 mL) SANGRE 2 muestras (10 mL) ORINA d-Amfetamina d-Metamfetamine Benzoilecgonina Cocaina Cocaetileno Codeína Morfina Hidrocodona D9-THC-COOH d-Amfetamina d-Metamfetamina D9-THC-COOH Benzoilecgonina Codeína Morfina-3-Glucuronido 6-Monoecetilmorfina Fenciclidina 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 500 500 500 500 500 500 500 500 500 1.000 100 300 2.Servicio Médico Legal de Chile Departamento Laboratorios Ejercicio de Intercomparación de Drogas de Abuso en Sangre y Orina FLUIDO BIOLÓGICO LAS MUESTRAS PODRÍAN CONTENER: CONC. MINIMA ng/mL CONC.000 1.500 100 100 .500 4.

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Gracias .