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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

GUIA PARA NORMALIZAÇÃO DE RELATÓRIOS TÉCNICOS CIENTÍFICOS

VERSÃO FINAL
Dezembro/2003

Profª Célia Regina Simonetti Barbalho, Drª Profª Suely Oliveira Moraes, Esp. Departamento de Biblioteconomia da UFAM

Manaus 2003

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Ficha Catalográfica (Catalogação na fonte pelo Departamento de Biblioteconomia da UFAM)

B228g BARBALHO, Célia Regina Simonetti Guia para normalização de relatórios técnicos científicos/ Célia Regina Simonetti Barbalho; Suely Oliveira Moraes. Manaus: EdUA, 2003. 103 p.; il.

1. Documentação – Normalização 2. Normalização de trabalhos – Guia I. Moraes, Suely Oliveira II. Título. CDU: 006

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LISTA DE FIGURAS

Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura Figura

1 – Estrutura do relatório de pesquisa.........................................13 2 – Modelo de capa......................................................................15 3 – Modelo de lombada................................................................15 4 – Modelo de falsa folha de rosto................................................16 5 – Modelo de folha de rosto........................................................17 6 – Modelo do verso da folha de rosto.........................................18 7– Modelo de epígrafe no início do trabalho................................20 8 – Modelo de epígrafe no início do capítulo................................20 9 – Modelo de resumo..................................................................23 10– Modelo ampliado de resumo.................................................24 11 – Modelo de Lista de siglas e símbolo.....................................25 12 – Modelos de lista de ilustração..............................................26 13 – Modelo de sumário...............................................................28 14 – Modelo de sistema...............................................................70 15 – Visualização das margens....................................................75 16 – Janela para configuração de página no Microsoft Word.......75

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LISTA DE QUADRO

Quadro 1 – Disposição dos elementos que constituem um trabalho acadêmico...............................................................................................12 Quadro 2 – Modelo de errata...................................................................19 Quadro 3 – Níveis de numeração progressiva.........................................77

..............................................28 Introdução...............................................................34 Ordenação das referências.................7 PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO..............58 Índice........................................................................................................8 CONHECIMENTO CIENTÍFICO........................15 Folha de rosto.............................................................................................................................................................................................................19 Epígrafe.............16 Prefácio...................................................................................33 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS............................................................ siglas e símbolos...................................................................................................................................18 Errata....19 Resumo na língua vernácula...................................................................................58 Agradecimento(s).......................................34 Elementos essenciais e complementares separados por tipo de publicação.........32 Conclusões e Recomendações........................................................................................................................................................................................................................................................................................14 Capa........................................................................................24 Lista de abreviaturas............................................................................................................................................................................................................................................58 ........................................................................................................14 Lombada.............31 Resultados e Discussões...........................................................40 Anexo.............................30 Fundamentação Teórica..................................30 Descrição Metodológica....................................................................................................................................................................................................................29 Desenvolvimento.......................................................................................10 ELEMENTOS PRELIMINARES................................................................................................................................................................................................................24 Resumo em língua estrangeira.........................................................................................................................................................37 Autoria...........................27 ELEMENTOS TEXTUAIS...........................................................................................................................................................................................20 7..............................................9 Tipologia dos textos científicos...............................................................................................................................9 Estrutura do trabalho....................................................57 Apêndice........58 Glossário..................................25 Sumário.........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................36 Aspectos gráficos........................................................................................5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO................................................................34 Referências.............................................................................................25 Lista de ilustrações................................................................38 Elaboração das referências................15 Falsa Folha de Rosto...................................................................................................................................................................................................

..............................................................................................................................................................................68 ILUSTRAÇÕES..........................................................75 Tabulação..............................................................................................................................................................................................................................................59 Citação Indireta.................................................................................73 EQUAÇÕES E FÓRMULAS.............................................................................................................59 Citação Direta...............................................................................................................................................................................................................................59 CITAÇÃO........................78 Formatação Digital..................63 Demais orientações para a Citação...........................6 Parecer do Comitê de Ética.............................................................................................................................................................76 Indicativo de seções...............................................................................................................................................74 Papel.........69 Figuras..............80 .............................................................................................................................69 sem2002..........................................................................................................................................73 Formatação impressa..................................................................79 REFERÊNCIAS..64 NOTA DE RODAPÉ...........................................................................................................75 Espacejamento...........................................................................................62 Citação de Citação...................................................73 ASPECTOS GRÁFICOS...........................71 Tabelas.................................................................................76 Tipo e tamanho e letras.................................doc> Acesso em: 19 maio 2003........................76 Cores......61 Citação Direta Curta.......................................................................76 Títulos sem indicativo numérico................................................................................................................................................................................................................................................................................74 Paginação...........................................................................................74 Margens......................76 Numeração progressiva................................................................................................72 ABREVIATURAS E SIGLAS..................................................................................................................................................................................................................................79 Documentos Adicionais.............................................................................................59 ELEMENTOS COMPLEMENTARES..............................................................................................................................................61 Citação Direta Longa..................................................................................70 Quadros....................................................................................................................................

elaboração e apresentação de trabalhos desenvolvidos em nível do Programa Institucional de Iniciação Científica (PIBIC). textuais e pós-textuais exigidos pela norma em vigor. O conteúdo deste Guia apresenta. Com base nas definições da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). é proposta a normatização dos modelos de documentação acadêmica e científica da Universidade Federal do Amazonas. o cumprimento das referidas normas contribui e facilita a elaboração. Além de se constituir em pré-requisito para a sistematização dos estudos acadêmicos. na primeira parte. são apresentadas orientações adicionais quanto à encadernação. Por fim. o acesso e a melhor organização dos conteúdos e do processo ensinoaprendizagem. contribuindo com as práticas de orientação e acompanhamento metodológico. reprodução e documentos exigidos para a divulgação do conhecimento produzido no âmbito da Universidade Federal do Amazonas. O objetivo do Guia para normalização de relatórios de pesquisa é orientar acadêmicos e professores quanto à estrutura. abordando os elementos pré-textuais. Em seguida. .7 APRESENTAÇÃO Todo trabalho de caráter científico ou acadêmico deve ser estruturado a partir das normas metodológicas que orientam as práticas de produção do conhecimento na universidade. são descritos os elementos que complementam a confecção desta modalidade de trabalho desenvolvida no âmbito da instituição de ensino superior destacando tanto as exigências do formato impresso quanto do eletrônico visando a inserção do documento na Biblioteca Digital da Iniciação Científica da UFAM. as orientações sobre a estrutura do trabalho acadêmico. órgão responsável pela normalização técnica brasileira.

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PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
Os recentes e intensos impactos socioeconômicos e culturais se propagam com a velocidade dos acontecimentos e, graças à evolução tecnológica, afetam em diferentes graus a rotina de todas as pessoas no mundo, reafirmando o atual processo de globalização da sociedade contemporânea. Tal processo vem gerando mudanças que se tornam cada vez mais visíveis na vida do cidadão. Nesse sentido, a principal característica desse fabuloso mundo novo é o acúmulo de informações em todos os domínios, com potencial de armazenamento e disseminação vertiginoso. Embora esses conhecimentos são sejam necessariamente produzido no âmbito acadêmico, é desse ambiente que se originam os técnicos e pesquisadores que integram as instituições que estão, em nível global, no mundo do trabalho produzindo ciência e tecnologia. A sociedade demanda por conhecimento científico e tecnológico para o atendimento de suas necessidades e a sua produção tem encontrado suporte em concepções que se propõem a ultrapassar a reprodução, a repetição e a cópia no meio acadêmico. Como conseqüência dos fatores acima apontados, a capacidade de produção de conhecimento pelas instituições de ensino superior tem impactado positivamente no modo como a sociedade, criativamente, se coloca para interagir com seu meio reconfigurando o contrato social antes estabelecido. Portanto, para entender esses desenvolvimentos, conquistas e inovações, faz-se necessário explorar os conhecimentos existentes que se renovam constantemente, se tornando este o grande o desafio que se impõe às universidades, sobretudo as públicas, que é promover a geração e divulgação de conhecimento, de forma sistematizada, de modo a buscar qualificar a vida das pessoas no entorno onde estão inseridas.

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CONHECIMENTO CIENTÍFICO Nos limites de uma classificação, diz-se que existem quatro tipos de conhecimento, a saber: popular ou empírico, religioso ou teológico, filosófico e científico. No que diz respeito ao último pode-se afirmar que ele é racional, sistemático e revela aspectos da realidade estudada. O ciclo do conhecimento científico inclui, grosso modo, a observação, a produção de teorias para explicar tal observação, o teste dessa teoria, seu aperfeiçoamento e divulgação dos resultados obtidos, alimentando um ciclo que reinicia a partir daquilo que é absorvido. Deste modo, a geração do conhecimento científico permite a movimentação no espaço e tempo, viabilizando a manipulação de hipótese e variáveis que explicitam a realidade, sendo dela retirada a explicação para aquilo que se estudou e devendo retornar a ela como um conhecimento mais apurado sobre as questões investigadas. Isso permite margem a criação de textos científicos gerados com a função de divulgar o conhecimento científico acumulado.

Tipologia dos textos científicos
Ao se discutir as questões inerentes a tipologia dos textos científicos, é importante destacar que a comunicação científica ocorre em dois níveis distintos: o primeiro está relacionado a divulgação para o meio científico e o segundo quando se trata de disseminar para a comunidade em geral. O primeiro é representado pelas monografias, papers, artigos científicos e resenhas publicadas em revistas especializadas e a segunda busca veículos como os jornais e revistas populares, para se propagar. De ambas as formas, um trabalho científico é um texto escrito para apresentar os resultados de uma pesquisa, um estudo. Os programas de iniciação científica têm por objetivo aprimorar a formação científica e cultural do estudante visando à produção de conhecimentos. Os relatórios, parciais e finais, são trabalhos científicos, que se diferenciam dos demais tipos de trabalhos científicos em função do nível da abordagem. A adoção de um padrão para apresentação dos relatórios de PIBIC insere o texto produzido em um formato próprio dos caminhos metodológicos da ciência, motivo pelo qual é fundamental para

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dinamizar a disseminação da informação e a propagação do conhecimento. Os relatórios técnico-científicos são documentos que relatam formalmente os resultados ou progressos obtidos em investigação de pesquisa e desenvolvimento ou que descrevem a situação de uma questão técnica ou científica. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (1989, p. 1), este documento apresenta, sistematicamente, informação suficiente para um leitor qualificado, traçar conclusões e fazer recomendações. Ele é estabelecido, continua afirmando o órgão, em função e sob a responsabilidade de um organismo que, na situação em tela, é o Departamento de Apoio a Pesquisa da Pró Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Amazonas.

ESTRUTURA DO TRABALHO

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12 A apresentação de um relatório de pesquisa tem uma estruturação própria dada as características do conteúdo a ser abordado. 9 p PRELIMINARE S (OU PRÉTEXTO) Partindo da observação do quadro acima.10719 . 1989. a seguir. pode-se sistematizar a estrutura de uma trabalho científico partindo da visualização proposta pela Figura 1. abreviaturas ou convenções Lista de Ilustrações Sumário Introdução TEXTO Desenvolvimento Conclusões e/ou recomendações Referências Anexo PÓS Apêndice LIMINARES Agradecimentos (OU POS Glossário TEXTO) Índice Parecer do Comitê de Ética obrigatórios e opcionais. os relatórios devem ser compostos de partes. conforme disposto no Quadro 1. através da norma NBR10719. estruturadas a partir de elementos identificados como PARTES ELEMENTOS INTEGRANTES CONDIÇÃO OBRIGATÓ OPTATI R I O Capa Folha de rosto Errata Prefácio ou apresentação Resumo Abstract Lista de símbolos. . Apresentação de relatórios técnicos e científicos: NBR. Rio de Janeiro. Assim. abaixo. Quadro 1 – Disposição dos elementos que constituem um trabalho acadêmico FONTE: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. a natureza do trabalho e os objetivos a serem atingidos. tomando por base as determinações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

textuais e pósliminares que serão discorridos a seguir. apontam que um trabalho desta natureza.13 PARECER ELEMENTOS PÓS LIMINARES ÍNDICE GLOSSÁRIO APÊNDICE (S) ANEXO (S) REFERÊNCIAS ELEMENTO S TEXTUAIS AGRADECIMENTOS CONCLUSÃO RESULTADOS METODOLOGIA REVISÃO DE LITERATURA INTRODUÇÃO SUMÁRIO ELEMENTO S PRELIMINA RES LISTA DE ILUSTRAÇÕES LISTA DE SÍMBOLOS ABSTRACTS RESUMO PREFÁCIO ERRATA FOLHA DE ROSTO CAPA INFORMAÇÕ ES ADICIONAIS Figura 1 – Estrutura do relatório de pesquisa Tanto o Quadro 1. se divide em elementos preliminares. como a Figura 1. .

bem como possibilita que o leitor tenha conhecimento sobre aspectos pessoais do autor e que constituem a obra a ser lida. CNPq FONTE TAMANHO 14 FONTE TAMANHO 14 MANAUS 2003 . local (cidade) e ano da publicação. sem ser numerada. indicando elementos que permitam a sua identificação. cuja função é a proteção externa que reveste o trabalho. resumo na língua vernácula. folha de rosto. Abrange itens obrigatórios que são: capa. abreviaturas e convenções e lista de ilustrações. Como parte integrante do trabalho. nome do programa. errata. resumo em língua estrangeira e sumário e itens que são opcionais que são: prefácio ou apresentação. subtítulo. onde deve vir impressa informação indispensável para a identificação da obra. São itens obrigatórios: nome da instituição. sua paginação deve ser contada a partir da folha de rosto. conforme exposto no exemplo abaixo. se houver. Capa Trata-se de um dos elementos obrigatórios do documento. nome do bolsista.14 ELEMENTOS PRELIMINARES Os elementos preliminares compõem a apresentação do trabalho. nome da pro-reitoria e do departamento que gerenciam o programa. título do trabalho. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS PRO REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARAMENTO DE APOIO A PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FONTE TAMANHO 14 FONTE TAMANHO 14 IMPACTO BIBLIOMÉTRICO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA UFAM Bolsista: Antônia Cristina Pereira. lista de símbolo. A formatação integral dos elementos textuais integra a subseção Aspectos Gráficos deste Guia.

impressa longitudinalmente. por exemplo.2 ou 2003. ANTÔNIA CRISTINA PEREIRA IMPACTO BIBLIOMÉTRICO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA UFAM MANAU S 2003 UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS PRO REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARAMENTO DE APOIO A PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA RELATÓRIO FINAL PIB – H – 003/2003 IMPACTO BIBLIOMÉTRICO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA UFAM Bolsista: Antônia Cristina Pereira. do alto para o pé da lombada. v. CNPq Orientadora: Profª Drª Célia Regina Simonetti Barbalho MANAUS 2003 Figura 3 – Modelo de lombada Falsa Folha de Rosto . desse elemento opcional deve constar as informações sobre: • nome do autor ou sigla da instituição responsável. • elementos alfanuméricos de identificação como. • título do trabalho. impresso da mesma forma que o nome do autor.15 Figura 2 – Modelo de capa Lombada Caso o relatório possua lombada grossa que permita a impressão legível.

IMPACTO BIBLIOMÉTRICO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA UFAM Figura 4 – Modelo de falsa folha de rosto Folha de rosto Essencial em qualquer documento. se parcial ou final. a folha de rosto deve se caracterizar como a fonte principal de identificação constando nela os elementos essenciais. • código do projeto. • título e subtítulo do relatório. como: • nome do órgão responsável. . sem excluí-la devendo constar apenas o título do trabalho. • tipo do relatório. • divisão (ões) responsável.16 Elemento opcional que antecede a folha de rosto.

• associação do trabalho com outras pesquisas. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS PRO REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARAMENTO DE APOIO A PESQUISA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA RELATÓRIO FINAL PIB – H – 003/2003 IMPACTO BIBLIOMÉTRICO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA UFAM Bolsista: Antônia Cristina Pereira. vínculos com outros projetos. local (cidade). ano de publicação. . CNPq Orientadora: Profª Drª Célia Regina Simonetti Barbalho MANAUS 2003 Figura 5 – Modelo de folha de rosto No verso da folha de rosto deverá constar informação complementar para a identificação do relatório de pesquisa como: • informações sobre os diretos autorais e autorização para reprodução. contratos etc.17 • • • • nome do bolsista. nome do orientador.

Parte deste relatório só poderá ser reproduzida para fins acadêmicos ou científicos.18 Todos os direitos deste relatório são reservados à Universidade Federal do Amazonas. No geral é elaborado por outra pessoa que não o autor e seu uso deve ser restrito a relatórios publicados. o prefácio ou apresentação. é constituído por esclarecimentos. financiada pelo Conselho Nacional de Pesquisa – CNPq. Esta pesquisa. foi desenvolvida pelo Núcleo de Estudo e Pesquisa em Ciência da Informação e se caracteriza como sub projeto do projeto de pesquisa Bibliotecas Digitais. através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da Universidade Federal do Amazonas. ao Núcleo de Estudo e Pesquisa em Ciência da Informação e aos seus autores. Figura 6 – Modelo do verso da folha de rosto Prefácio Por se tratar do primeiro contato com o documento. . justificação e/ou apresentação do documento.

conforme expõe o exemplo abaixo. por considerar significativo e inspirador. pensamento. INTRODUÇÃO A luta contra o erro tem algo de homérico. Apesar de escrita por outra pessoa. 1. apresentado em caso de identificação de erro de digitação. Trata-se de um elemento solto. não deve vir entre aspas e a autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. após a encadernação e entrega do trabalho. onde o autor transcreve uma frase. Página 10 48 53 Linha 3 12 15 Onde se lê poprio copreension 1098 Leia-se próprio comprehension 1998 Quadro 2 – Modelo de errata Epígrafe Elemento opcional. inserido após a folha de rosto e apontando a forma correta. abaixo do texto. Monteiro Lobato Um país se faz com homens e livros. conforme modelo a seguir. podendo figurar também no início das partes principais do trabalho.19 Errata Elemento opcional. Monteiro Lobato . ditado ou parte de um texto que deseja destacar de um trabalho. concordância ou outros.

que representa a soma dos dois tipos relacionados anteriormente. dispensar a consulta ao original. • crítico. quando elenca apenas os pontos principais do texto. para que este possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto interior. o resumo é uma apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto e é normalizado pela NBR 6028. catálogos. • • informativo. isto é. que apresenta elementos suficiente ao leitor. sendo perfeitamente indicado para prospectos. • permitir a articulação das idéias expostas no texto. que apresenta de forma concisa. entre outros. não apresentando dados qualitativos. observar os seguintes princípios: • apresentar com clareza o assunto do trabalho e o seu objetivo. quantitativos etc. Expõe finalidades. o conteúdo do trabalho para que o leitor possa obter informações. Os resumos podem ser: • indicativo.20 Figura 7– Modelo de epígrafe no início do trabalho Figura 8 – Modelo de epígrafe no início do capítulo Resumo na língua vernácula Elemento obrigatório. resultados e conclusões. . necessariamente. redigido por especialistas com análise interpretativa de um texto. • apresentar as conclusões do autor da obra resumida • ser redigido em linguagem objetiva. • ser inteligível por si mesmo. • • indicativo/informativo. • Para um relatório científico. Sua função é abreviar o tempo do leitor. De fato. metodologia. difundindo informações de tal modo que possa influenciar e estimular a consulta ao texto completo. o tipo de resumo a ser apresentado é o informativo que deve. • evitar a repetição de frases inteiras do original. • não apresentar juízo crítico.

idéias ou fatos essenciais contidos num texto. contradições. diagramas. procurando ser conciso. incluindo os de PIBIC. Na verdade. sendo que a primeira frase deve ser significativa. Resumo. mas sempre de forma concisa como também será objeto do resumo a descrição das conclusões. os resultados e as conclusões do trabalho. descobertas significativas. Em um resumo não há uso de parágrafos e deve ser evitado o emprego de símbolos. • para relatórios em geral. equações. ressaltando fatos novos. não se confunde com cópia integral de textos. explicando o tema principal. há uma diferencial quanto a natureza do trabalho devendo: • para notas e comunicações breves. que não sejam absolutamente necessárias. seguida da informação sobre a categoria do documento. as conseqüências dos resultados. o resumo deve apresentar uma seqüência corrente de frases concisas e não de uma enumeração de tópicos. a maior dificuldade em se resumir reside na busca do essencial e no cuidado com a fidelidade. memória científica.21 • . Quanto ao estilo. pois. nem com atividade de corte e colagem. usar sempre frases curtas e diretas. análise da situação. até 500 palavras • . breve e claro. estudo de caso. o método. fórmulas. relações e efeitos novos verificados. teses e dissertações. até 250 palavras. respeitar a ordem apresentados em que as idéias ou fatos são Sua constituição deve salientar o objetivo. • • . a ordem em que as idéias ou fatos são apresentados deve ser respeitada no esforço de reproduzir as articulações lógicas do texto. • para monografias e artigos. os resumos devem ter até 100 palavras. isto é. Recomenda-se ainda que seja considerações a cerca da elaboração: • observada as seguintes o resumo tem por objetivo apresentar. No que diz respeito a extensão . sendo desejável a apresentação de métodos e técnicas de abordagem. ou seja. entre outros. mantendo sua estrutura e seus pontos essenciais. empregando o uso da terceira pessoa do singular ou do verbo na voz ativa. com fidelidade e em forma compacta.

tempo disponível para exposição.7% (14 casos) foram atribuídos ao S. sintomas como febre alta.83% (31 casos) e H. meningite bacteriana e o impacto resumo destaca as um exemplo de Analisa a epidemiológico na cidade de Fortaleza. visando reduzir o impacto da disseminação. coincidindo com o período de maior índice pluviométrico na região. portanto. A maioria dos casos ocorrem em crianças com menos de seis anos de idade. vômito e sintomas neurológicos são observados. Dos 877 casos suspeitos. A doença tem evolução rápida. Haemophyllus Influenzae tipo b (Hib) e Streptococcus Pneumoniae.. da maneira mais correta possível.Fortaleza. resenhas de livros e sínteses de filmes. características de sua elaboração. de pacientes com suspeita de meningite provenientes de hospitais públicos. contra-imunoeletroforese (CIE) e bacterioscopia elo Gram. habituar-se a ler resumos feitos pelos próprios autores. morbidade e mortalidade da doença. 15. conservar os traços de estilo do texto original como.. telenovelas com a finalidade de obter modelos de como resumir. grau exigido de aprofundamento do assunto. Faz-se mister. diagnóstico e tratamento). influenza tipo B. é difícil concordar com as idéias do autor. rigidez na nuca. apresentando maior ocorrência em crianças com menos de seis anos de idade. Dentre as meningites meningocócicas. náuseas. destacam-se Neisseria Meningitidis (A. a outro agentes bacterianos. sendo que destes. cujas amostras (Liquor). sem essas considerações. o autor continua afirmando que. As amostras foram submetidas a testes de aglutinação em látex. para que os leitores do resumo possam aprofundar-se nos conteúdos abordados. a incidência de N. representado um grande problema de saúde pública. não empregar expressões do tipo: o autor diz que. reduzir os exemplos citados no texto para confirmar ou explicar a parte teórica ao mínimo indispensável à compreensão do raciocínio exposto.. cultura (em agar chocolate). vídeos. acostumar-se a indicar. dor de cabeça. RESUM O MET OD OLO GIA CO NCL USÃ O RES ULT AD OS INT RO DU ÇÃ O Palavras chave: Meningite. são enviadas ao Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Ceará (LACEN). deve-se ir direto às idéias. O estudo revelou ainda. foi realizado um levantamento epidemiológico dos casos de meningite bacteriana ocorridos no ano de 1998. dentre os quais. nível de linguagem. o desenvolvimento de ações de saúde (vigilância epidemiológica. por exemplo. causada por diferentes agentes.. . com uma taxa de mortalidade que varia com o microorganismos envolvido. 89 apresentaram resultado positivo. a seguir.. levando à morte ou deixando graves seqüelas irreversíveis. Independente do agente. pneumoniae e o restante. as referências utilizadas para a pesquisa. para análise bacteriológica e confirmação do diagnóstico clínico.22 • • não emitir opinião nem criticar se o resumo é informativo ou indicativo.83% (31 casos) foi equivalente.LACEN . que as meningites bacterianas foram freqüentes nos meses de fevereiro a junho. houve incidência apenas do tipo B. • • • • • • Na Figura 9. definir a extensão do resumo em função dos objetivos da pesquisa. Com o intuito de investigar a prevalência desta doença em Fortaleza. abstracts. 34. B e C). romances. meningitidis 34. infecção grave das Meningite bacteriana é uma membranas que envolvem o sistema nervoso central.

a seguir. o exemplo acima. Analisa a meningite bacteriana e o impacto .23 Figura 9 – Modelo de resumo Para melhor compreensão da forma de elaboração do resumo. de modo ampliado. apresenta-se.

destacam24 se Neisseria Meningitidis (A. vômito e sintomas neurológicos são observados. rigidez na nuca. 15. A maioria dos casos ocorrem em crianças com menos de seis anos de idade. É obrigatória a apresentação das palavras chave no idioma do resumo apresentado. representado um grande problema de saúde pública. C O N C L U S R Ã E O S U L T A D O M S E T O D O L O GI A IN T R O D U Ç Ã O .bacteriana é uma infecção grave das membranas que envolvem o sistema nervoso central. o desenvolvimento de ações de saúde (vigilância epidemiológica. apresentando maior ocorrência em crianças com menos de seis anos Figura 10– Modelo ampliado de resumo de idade. com uma taxa de mortalidade que varia com o microorganismos envolvido. Elemento obrigatório com as mesmas características do resumo em língua vernácula. diagnóstico e tratamento). houve incidência apenas do tipo B. Com o intuito de investigar a prevalência desta doença em Fortaleza. Dos 877 casos suspeitos. usar a denominação abstracts. pneumoniae e o 7 restante. de pacientes com suspeita de meningite provenientes de hospitais públicos. coincidindo com o período de maior índice pluviométrico na região. O estudo revelou ainda. visando reduzir o impacto da Resumo em língua estrangeira disseminação. morbidade e mortalidade da doença. foi realizado um levantamento epidemiológico dos casos de meningite bacteriana ocorridos no ano de 1998. As amostras foram submetidas a testes de aglutinação em látex. para análise bacteriológica e confirmação do diagnóstico clínico.7% (14 casos) foram atribuídos ao S. A doença tem evolução rápida. a incidência de N. Haemophyllus Influenzae tipo b (Hib) e Streptococcus Pneumoniae. dor de cabeça. 34. cujas amostras (Liquor). B e C). portanto. que as meningites bacterianas foram freqüentes nos meses de fevereiro a junho. Dentre as meningites meningocócicas. sintomas como febre alta. causada por diferentes agentes. 89 apresentaram resultado positivo. náuseas. Para o resumo em língua inglesa. sendo que destes. cultura (em agar chocolate). meningitidis 34. Independente do agente. levando à morte ou deixando graves seqüelas irreversíveis. Faz-se mister.83% (31 casos) foi equivalente. são enviadas ao Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Ceará (LACEN).83% (31 casos) e H. dentre os quais. influenza tipo B. contraimunoeletroforese (CIE) e bacterioscopia elo Gram. a outro agentes bacterianos.

25 Lista de abreviaturas. siglas e símbolos É um elemento opcional que aponta a relação alfabética de abreviaturas e siglas empregadas no trabalho. LISTA DE SIGLAS ABICAssociação Brasileira de Inteligência CompetitivaABNTAssociação Brasileira de Normas TécnicasCRBConselho Regional de BiblioteconomiaEMBRAPAEmpr esa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaFUNAIFundação Nacional do ÍndioIBAMAInstituto Brasileiro do Meio AmbienteIBGEInstituto Brasileiro de Geografia e EstatísticaIESInstituição de Ensino SuperiorINPAInstituto Nacional de Pesquisas da AmazôniaNEPCINúcleo de Estudo e Pesquisa em Ciência da InformaçãoUFAMUniversidade Federal do Amazonas LISTA DESÍMBOLOS Σ ∈ β α – Somatória – Euro – Beta – Alfa Figura 11 – Modelo de Lista de siglas e símbolo Lista de ilustrações São consideradas ilustrações as figuras. quando estas extrapolarem o limite de dez. Recomenda-se a apresentação da lista de abreviaturas e siglas. com seus respectivos significados. Em caso de siglas estrangeiras. na ordem que aparecem no texto. conforme explicitado no item Elementos Complementares. quadros. todos os símbolos. deste Guia. em ordem alfabética. adotar o significado correspondente à sigla no seu original. A lista de símbolos. fotografias. evitando traduções não estabelecidas na língua portuguesa. opcional. que deve relacionar. Este elemento é obrigatório quando do . mapas. com o significado correspondente. gráficos.

86 Figura 7 – Resignificação ................... 76 Figura 6 – Representações .. 56 Figura 5 – Dados.....70 Gráfico 6 – Variáveis . antes do Sumário.  número da folha que contém a ilustração ligada ao título por uma linha pontilhada.....26 uso de tais recursos ilustrativos no interior do texto................ Sua ordenação deverá se dar na ordem de ocorrência.. 30 Figura 3 – Inteligência ........ 99 Gráfico 1 – Visão administrativa . 80 Figura 12 – Modelos de lista de ilustração .......... Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração.......... com a respectiva indicação de páginas e apresentação semelhante ao sumário..... plantas e tabelas. identificando-se o tipo de ilustração antes do número................................ 98 Figura 8 – Modelo de Novaes ......68 Gráfico 5 – Condicionantes .. pode-se elaborar uma única lista chamada Lista de Ilustrações... todas as demais ilustrações podem ser relacionadas como figura ou identificadas como gráficos.... LISTA DE FIGURAS LISTA DE GRÁFICOS Figura 1 – Esquema clássico ............63 Gráfico 3 – Visão docente .. • apresentar cada seção (descrição das listas) na seguinte seqüência:  tipo de ilustração e indicativo numérico........ com exceção das tabelas e quadros......... No texto.. 43 Figura 4 – Pirâmide .64 Gráfico 4 – Visão discente ........  título... As listas devem ser apresentadas de acordo com os seguintes critérios: • ser apresentadas em folha separada. 23 Figura 2 – Conhecimento .. Caso contrário.... desde que ela apresente no mínimo 2 (dois) itens... mapas.61 Gráfico 2 – Visão técnica . informação ...............

............ ........................95 APENDICES ................60 METODO ...27 Sumário Enumeração das principais divisões.........38 Inteligência ....... .... siglas. É a relação dos capítulos e seções do trabalho. resumo..............81 CONCLUSÃO.. figuras..........16 Delineamento da pesquisa .. apresentando a ordem em que a matéria tratada se sucede.................. ........................... o sumário completo deverá ser apresentado em cada um deles....... ... abreviaturas.. .. na ordem em que aparecem no texto e com indicação da página inicial correspondente..... com o título centralizado... • os capítulos e as seções do trabalho devem ser enumerados em algarismos arábicos....20 INTELIGENCIA COMPETITIVA.... É normalizado pela NBR6027.. .............98 ................ • se houver mais de um volume... ............. seções e outras partes de um documento........................... ................17 Hipótese ..... • relacionar os títulos dos elementos preliminares e pós-liminares sem indicativo de numeração (listas de tabelas.. símbolos........79 Instrumento ..... abstract e apêndices).. em letras maiúsculas e sem pontuação............... .78 Universo.... desse Guia........90 REFERENCIAS...........80 RESULTADOS .. • o sistema de numeração progressiva para organizar as seções do trabalho deve estar em conformidade com a norma da NBR6024 e os padrões apresentados no item Elementos Complementares....21 Gestão do conhecimento. SUMÁRIO INTRODUÇÃO ........ ...... Sua apresentação deve: • figurar em folha distinta.................

os relatórios deverão conter. a descrição dos caminhos metodológicos adotados. mas nesta seqüência. como elementos textuais: introdução. Um relatório de iniciação científica deve adotar a mesma formatação de conteúdo de um trabalho de natureza semelhante. referendada pela utilização do argumento da autoridade. construindo sua argumentação de modo a conduzir o leitor para o entendimento daquilo que está a afirmar. aprendendo a produzir conhecimento. a fundamentação teórica (incluindo revisão bibliográfica e referencial teórico). desenvolvimento que apresentará a revisão de literatura. apresentação. Cada informação importante deve ser validada e confirmada por uma autoridade no assunto. claro e conciso. análise e interpretação dos resultados e conclusões. bem como os resultados e as conclusões e recomendações.28 Figura 13 – Modelo de sumário ELEMENTOS TEXTUAIS Os elementos textuais são constituídos pela parte do trabalho dissertativo onde o autor desenvolve o conteúdo do que está sendo abordado. o texto é organizado de maneira distinta. Conforme o tipo de trabalho. Deste modo. mas sua estrutura básica normalmente abrange introdução. descrição metodológica. área de conhecimento ou metodologia adotada. O texto deve ser redigido em linguagem impessoal. Pode ser dividido em capítulos ou seções e subseções. Possui uma formalidade facilmente perceptível. A redação científica apresenta algumas características que a diferenciam de todos os outros tipos de redação. sendo essa a razão pela qual os textos científicos têm tantas citações. sendo recomendado o uso na terceira pessoa do singular e verbo na voz passiva. não necessariamente com esta divisão. porém é fundamental a compreensão de que se trata da formação de um discente de graduação que está sendo inserido no contexto do fazer científico. . sendo que cada capítulo deve iniciar em folha própria.

• objetivos. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras de estudo em relação ao campo selecionado. do problema a ser estudado. Introdução Trata-se da apresentação geral do trabalho. como e para que o texto foi escrito. apontando. geral e específico. estrutura. isto é. demonstrando a importância do estudo da temática. o resultado final a ser alcançado e o segundo. antecipar resultados. sendo composta das seguintes partes: • tema e problema. que serão adotados no decorrer do trabalho. de caráter mais concreto e experimental. Máttar Neto (2002. anunciando as partes em que o trabalho se encontra dividido. Devem ser redigidos com o verbo no infinitivo sendo sugerida a consulta aos verbos correspondentes aos níveis sucessivos do domínio cognitivo (Anexo 1). metodologia da pesquisa arrolando os caminhos adotados para o desenvolvimento da pesquisa. entretanto. também deve explicar que contribuições o trabalho pode oferecer. justificativa. os principais acontecimentos que determinaram sua direção. incluindo as deficiências identificadas. fornecendo uma visão global do assunto tratado (contextualização). tanto em termos teóricos quanto práticos. o propósito maior do trabalho. que além de revelar as razões da escolha do assunto. situando o tema no conjunto dos conhecimentos já desenvolvidos anteriormente por diferentes autores. . percurso da pesquisa discorrendo seu impulso inicial. • • • • • • hipótese do trabalho visando apontar uma ou mais questões sobre o tema em estudo que serão respondidas durante o desenvolvimento do trabalho e retomadas na conclusão. com uma definição clara. especificando as etapas cumpridas para alcançar a resposta as seguintes indagações “para que?” e “para quem?”.29 A formatação integral dos elementos textuais integra a subseção Aspectos Gráficos deste Guia. 169-170). suas etapas. com o proposto de delimitar o assunto que está em discussão e indicar o ponto de vista que será enfocado. Na introdução também são descritos os objetivos do trabalho e a justificativa/relevância do estudo. destacando alguns trabalhos que foram essenciais para a pesquisa. ao discutir a função da introdução destaca que ela deve indicar por que. • inserção do tema ou problema no âmbito da literatura existente. o primeiro. definição de termos importantes ou neologismos. Deve esclarecer aspectos do assunto a ser desenvolvido sem. p.

credibilidade ao trabalho. Como nas demais partes que compõem o trabalho. as partes essenciais que integram esta etapa do trabalho são: a fundamentação teórica (revisão bibliográfica). Todas as ilustrações ou quadros. O desenvolvimento deve ser dividido em tantas seções e subseções quantas forem necessárias para o detalhamento da pesquisa e/ou estudo realizado. os elementos que fazem parte do desenvolvimento do trabalho podem ser alterados em função da natureza do mesmo e da área de conhecimento sob investigação. situando a evolução do assunto e. o desenvolvimento deve ter objetividade. devem ser incluídas o mais próximo da parte do texto onde é citada. descrevendo. devem constituir-se em apêndice. o desenvolvimento é a parte mais extensa e consistente do trabalho. se forem essenciais para a compreensão dos resultados. clareza e precisão e sua exposição pressupõe o atendimento de três fatores essenciais para o texto de caráter científico: explicação. É a análise do estado da arte do problema abordado. classificando e definindo a temática e comparando as várias posturas ideológicas que se contrapõem. assim. a apresentação. dando sustentação ao tema que está sendo estudado. Entretanto. além dos aspectos metodológicos empregados. faz referência às pesquisas e aos conhecimentos já construídos e publicados. essencialmente. salvo quando. análise e interpretação dos resultados.30 Desenvolvimento Como o próprio nome diz. minúcias de provas matemáticas ou procedimentos experimentais. obscuro ou complexo. essenciais à compreensão do texto. discussão e demonstração. contudo. A decisão pela divisão dos capítulos deverá ser norteada pela construção racional do argumento científico de modo a tornar evidente o que está implícito. . Fundamentação Teórica A fundamentação teórica atribui. resultados e interpretação do estudo. Da mesma forma que na introdução. Nele são expostas as principais idéias sobre o assunto. a descrição metodológica. As descrições apresentadas devem ser suficientes para permitir a compreensão das etapas da pesquisa. por motivos de dimensão. isto não é possível.

definição de termos importantes na pesquisa. • adotar tantas seções quanto forem necessárias à fundamentação do tema e do problema abordados.se for o caso. 1 . definição constitutiva e operacional de variáveis ou categorias. • mencionar o nome de todos os autores. fundamentos. localização das fontes e obtenção.31 Faz-se mister destacar que não se trata de uma simples transcrição de pequenos textos ou citações. Nesse sentido. • apresentar e comentar resultados de pesquisas relacionadas ao assunto. Devem ser utilizadas diversas fontes bibliográficas existentes sejam elas primárias. dentre outros. teses. mas sim de uma sistematização de idéias. colegas. salientando as contribuições ou relação das mesmas com o trabalho. sumarização e redação. Na revisão bibliográfica deve-se observar algumas recomendações como: • limite às contribuições mais relevantes diretamente ligadas ao assunto. números recentes e ver sumários de algumas revistas importantes na área e pesquisa na Internet (WWW) usando catálogos e mecanismos de busca. delineamento da pesquisa – classificação da pesquisa quanto aos procedimentos de coleta e análise dos dados. leitura. conceitos e proposições de vários autores. abordagem ou método . Suas etapas de realização são: determinação de um ponto de partida a partir de listas de citações de trabalhos fundamentais para o tema ou similares ao que se pretende fazer. • a caracterização do estudo. identificar e selecionar dos métodos e técnicas a serem utilizados. artigos. periódicos científicos. obrigatoriamente. apresentados de forma lógica. ser redigida no passado e apresentar: • a especificação do problema: apresentação de hipóteses ou perguntas de pesquisa . seleção das fontes a serem obtidas. obras de referência. levantamento e fichamento das citações relevantes. congressos. idéias e dicas dadas pelo orientador. aprofundamento e expansão da busca. deve ser apresentada na seqüência cronológica em que o mesmo é desenvolvido. encadeada e descritiva. dissertações. subsidiar a redação do trabalho. tipo de pesquisa. elencar os trabalhos realizados anteriormente sobre o mesmo tema. secundárias ou terciárias. monografias. Descrição Metodológica Esta etapa visa descrever os caminhos metodológicos utilizados para a condução do trabalho. O objetivo do levantamento bibliográfico é: viabilizar o aprendizado sobre uma determinada área. etc. demonstrando que foram estudados e analisados pelo autor. como livros. listas de citações de revisões recentes da literatura. deve-se efetuar o levantamento bibliográfico1 junto a diferentes fontes documentais. no texto e nas referências.qualitativa/quantitativa.

questionário. a descrição de softwares. • a análise não deve conter interpretações pessoais. técnicas e equipamentos devem permitir a repetição do estudo por outros pesquisadores. Faz-se necessário observar ainda que. . se for o caso. Resultados e Discussões Esta etapa ocupa-se da apresentação dos dados obtidos na pesquisa. a descrição de técnicas e instrumentos adotados para coleta de dados (entrevista. a definição de materiais e equipamentos. gráficos. juntamente com o seu autor. materiais. tendo como foco a relação com o tema e problema analisado e os objetivos do estudo. Esse conteúdo deve ser desenvolvido de forma precisa e clara. como por exemplo. Por decisão do Comitê da Área. • a descrição de métodos. mas sempre considerar a relação com a fundamentação teórica. análise documental. análise e interpretação dos resultados devem ser elaboradas de forma objetiva pra facilitar as conclusões. os resultados e discussões podem ser apresentados em conjunto ou separado. • pode ser acompanhada de tabelas. de acordo com os objetivos do trabalho. a descrição das técnicas de tratamento. • a discussão. apontando a relação teoria-prática. sem a necessidade de serem descritos. quadros ou figuras com indicadores estatísticos que sustentem a interpretação dos resultados. Quando o trabalho for desenvolvido em áreas de natureza técnica e tecnológica. hardwares empregados quando da realização da pesquisa. além dos elementos essenciais. análise de conteúdo. etc). • os métodos desenvolvidos pelo autor do trabalho devem ser justificados e demonstradas as suas vantagens frente a outros métodos.32 • • • a definição da população e da amostra. Visando a sua eficaz compreensão. juntamente com a análise e interpretação dos resultados pelo autor do trabalho.). e • procedimentos metodológicos já conhecidos podem ser apenas mencionados. deve-se observar que: • a análise dos dados e a interpretação dos resultados podem ser apresentadas em separado ou em conjunto. a descrição metodológica também deve abranger. etc. análise e interpretação dos dados (procedimentos estatísticos. observação.

destacandose o seu alcance e as conseqüências de suas contribuições. julgadas necessárias a partir das conclusões obtidas. fundamentando os resultados obtidos na discussão e apontar correspondência com os objetivos propostos pelo estudo. Recomendações são entendidas como declarações concisas de ações. indicação da aplicabilidade dos resultados obtidos e suas limitações e justificativa dos resultados obtidos a partir da teoria. deve reafirmar a hipótese. os objetivos pré-estabelecidos no estudo devem orientar a apresentação dos resultados. clara e ordenadamente. deste modo. considerando-se: relação de causa e efeito. a introdução.33 • • as hipóteses previamente apresentadas devem ser exploradas com base nos dados e resultados contidos no próprio trabalho. .É a revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo ou pesquisa realizados. explicitando o que foi abordado. estabelecimento da dedução das generalizações e princípios básicos. nem tão pouco Resultados comprometidos e passíveis de discussão. a serem usadas no futuro. clara e concisa. regressando. as deduções tiradas dos resultados do trabalho ou levantadas ao longo da discussão do assunto. Conclusões e Recomendações Esta etapa deve figurar. Deve apresentar deduções lógicas correspondentes aos objetivos previamente estabelecidos. cuja demonstração constitui o corpo do trabalho. Com isso. no sentido de demonstrar o seu alcance. Dados quantitativos não devem aparecer na conclusão. As conclusões devem ser apresentadas de forma lógica.

br/framerefer. As normas para elaboração de Referências. Como parte integrante do trabalho.ufsc.34 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Os elementos pós-textuais objetivam elucidar e que dar suporte ao texto. Os elementos pós-textuais abrangem referências. teses etc. em 09/11/2002 que mantém a página atualizada quanto as alterações promovidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. Título e subtítulo. glossário. anexos.) • • • 2 a) Dados essenciais: Autor.html. auxiliando na sua compreensão. Referências2 Elementos essenciais e complementares separados por tipo de publicação 1.. dissertações. Monografia no todo (livros. foram retiradas do site http://bu.. sua paginação deve ser contínua à do texto principal. apêndice e índice. Edição (número). .

35 • • • • • Imprenta (local: editora e data). número especial. editora..1 Fascículos. data de inicio da coleção e data de encerramento da publicação. editora. • • • • b) • • • • a) Dados essenciais: Autor da parte referenciada. Partes de monografias (trabalho apresentado em congressos. 2. b) Dados complementares: • Periodicidade. capítulo de livro. . Notas especiais. Título e subtítulo da parte referenciada.. • Indicação do volume. seguidos da expressão "In:” . etc. Série. Notas especiais. Publicações Periódicas (revistas. se houver. Localização da parte referenciada (páginas inicial e final). a) Dados essenciais: • Título do periódico. mês e ano e total de páginas. números especiais com título próprio. boletim. • ISSN. ISBN.. suplemento. • Local de publicação. Referência da publicação no todo (com os dados essenciais). • Notas especiais (mudanças de título ou incorporações de outros títulos. 3. Série ou coleção.. ISBN. dimensão. boletins etc. b) Dados complementares: Descrição física (número de páginas ou volumes). número. 3.) coleção. ilustração. • Local de publicação. • Título do fascículo. Dados complementares: Descrição física. suplementos.). a) Dados essenciais: • Título da publicação. indicação de índices). revista.

especial). subtítulo (se houver). Ordenação das referências As referências podem ter uma ordenação alfabética.36 • • b) Dados complementares: Nota indicativa do tipo do fascículo. Título do periódico. Mês e ano. 3. número. a paginação do artigo precede a data. • Título do artigo. cronológica e sistemática (por assunto).: ed. número especial (quando houver). • Nome do caderno ou suplemento. b) Dados complementares: • Nota indicativa do tipo de fascículo quando houver (p. quando houver (p. revista ou boletim. sugerimos a adoção da ordenação alfabética ascendente. • Indicação do volume. suplemento. ex. Entretanto neste manual. • Local de publicação. . • Página ou páginas do artigo referenciado. • Notas especiais. quando houver.2 Partes de publicações periódicas (Artigos) a) • • • • Dados essenciais: Autor do artigo. caderno ou parte. • Título do jornal. subtítulo (se houver). Título do artigo. • Período e ano de publicação.: ed. Título do fascículo.4 Artigos em jornais a) Dados essenciais: • Autor do artigo. mês e ano e páginas inicial e final. • Data com dia. especial). • Local de publicação. Nota: Quando não houver seção. 3. Notas especiais. ex.

). após o título. • No fim do capítulo. entre datas de fascículos seqüenciais (ex: 1998-1999). grau (nas monografias de conclusão de curso e especialização. Pontuação: • Usa-se ponto após o nome do autor/autores. Margem: As referências são alinhadas somente à margem esquerda.  Ex: Anais. porém são conhecidos (ex: [1991]). entre o volume e o número. antecedendo os anexos. • O hífen é utilizado entre páginas (ex: 10-15) e. Quanto a localização. antes da editora e depois do termo In: • A virgula é usada após o sobrenome dos autores. (Coord. substitui-se o nome do autor das referências subseqüentes por um traço equivalente a seis espaços. Maiúsculas: usa-se maiúsculas ou caixa alta para: • Sobrenome do autor . • Os dois pontos são usados antes do subtítulo. • A barra transversal é usada entre números e datas de fascículos não seqüenciais (ex: 7/9..  Ex: BOSI. de forma abreviada.37 Autor repetido: Quando se referencia várias obras do mesmo autor. • Antecedendo resumos. Para os relatórios de iniciação científica. que não aparecem na obra referenciada... páginas da revista e após o título da revista. 1979/1981). antecedendo os anexos. conforme determina o quadro 1 e a figura 1. usando espaço simples entre as linhas e espaço duplo para separá-las. • O ponto e vírgula seguido de espaço é usado para separar os autores..) • As reticências são usadas para indicar supressão de títulos. Alfredo (Org. Comp. após a editora. resenhas e recensões. as referências podem vir: • Em listas após o texto. Org. as referências deverão ser colocadas ao final do texto. • O parêntese é usado para indicar série. Aspectos gráficos Espaçamento: as referências devem ser digitadas. • Os colchetes são usados para indicar os elementos de referência. teses e dissertações) e para o título que caracteriza a função e/ou responsabiblidade. • No rodapé. edição e no final da referência.

3. seguir as seguintes regras: • terminar sempre com uma consoante e um ponto. seguido do prenome. seminários etc. separados entre si por ponto e vírgula seguidos de espaço" (NBR 6023. • não suprimir letras no meio das palavras. 1994. • ao abreviar substantivos e adjetivos terminados em logia e grafia ou seus derivados. ed.38 • • • • Primeira palavra do título quando esta inicia a referência (ex. Ministério da Educação). AITKEN. de modo geral. Mais de três Autores . Richard. 640 p. Dois Autores SÓDERSTEN. Abreviaturas devem ser conforme a NBR10522. • não abreviar palavras com menos de cinco letras. GEOFREY. p. Peter. devem. Edgar. Três Autores NORTON. em caixa alta. • manter nas abreviaturas a acentuação e hifenização das palavras. abreviado ou não desde que haja padronização neste procedimento. WILTON.: O MARUJO) Entidades coletivas (na entrada direta) Nomes geográficos (quando anteceder um órgão governamental da administração: Ex: BRASIL. conforme norma própria. International economics. Tradução: Geraldo Costa Filho. manter as letras l ou gr. 1994. London: MacMillan. 1997. Reed. Florianópolis: Insular. • usar palavras no singular. Reengenharia mental: reeducação de hábitos e programação de metas. 714 p. • Nomes científicos. Bo. 104 p. itálico ou negrito para: • Título das obras que não iniciam a referência • Título dos periódicos. Autoria Autor Pessoal Nota: "Indicar o sobrenome.) Grifo: usa-se grifo. 200. 14) Um Autor SCHÜTZ. Rio de Janeiro: Campos. Peter Norton: a bíblia do programador. Peter. Títulos de eventos (congressos.

247.5) BOSI. . Instituições). Nota:Obras de cunho administrativo ou legal de entidades independentes. 1988. Pseudônimo Nota: Quando o autor da obra adotar pseudônimo na obra a ser referenciada. deve-se adotar as mesmas regras para autoria (ítens: 4. 3. Nota: Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador. por extenso. em caixa alta. PROCURA-SE um amigo. Nota: Quando houver mais de três autores. editor.Quando houver mais de um organizador ou compilador. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Cultrix. Autor Desconhecido Nota: Em caso de autoria desconhecida a entrada é feita pelo título. editores.. compiladores. Em casos específicos tais como projetos de pesquisa científica nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar autoria. 1996. atual. considerando a subordinação hierárquica. Debates pedagógicos. 1931. 288 p. Empresas. 293 p. In: SILVA. coordenador etc. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. ed. 279 p.1 a 4. Quando o verdadeiro nome for conhecido. é facultado indicar todos os nomes. 1978. 3. seguido das abreviaturas correspondentes entre parênteses. O conto brasileiro contemporâneo.39 BRITO. adaptadores etc. Autor Entidade Coletiva (Associações. ed. São Paulo: Frase Editora. entrar diretamente pelo nome da entidade. et al. Lenilson Naveira e. Anuário astronômico.). este deve ser considerado para entrada. Edson Vianna. a entrada da obra é feita pelo sobrenome. acrescentando-se a expressão et al. 6. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. Organizadores. 1990. Alfredo (Org. ed. São Paulo. ATHAYDE. indicar apenas o primeiro. Rio de Janeiro: Schmidt. Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. 212213. quando houver UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. deve-se indicá-lo entre colchetes após o pseudônimo. Instituto Astronômico e Geográfico. Gerência da vida: reflexões filosóficas. p.

Novo dicionário da língua portuguesa. Nomes homônimos. Bibliografia Vicentina. de León Aragón. 82 p. 3. BIBLIOTECA NACIONAL (Lisboa). 124 p.40 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM.n. Tradução de Victor M. Secretarias e outros) entrar pelo nome geográfico em caixa alta (país. BRASIL. 24 p. Lisboa: [s. (cf. Tradutor. Nicolás Copérnico: 1473-1973. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações. 1971. estado ou município). Brasília: SEFOR. Centro de Estudos em Enfermagem. usar a área geográfica. Número da edição. Jerzy. BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Nota: Quando necessário. local.]. INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (Brasil). 1916. Ferreras Tascón. 1986). considerando a subordinação hierárquica. SZPERKOWICZ. ilustrador. v. acrescenta-se informações referentes a outros tipos de responsabilidade logo após o título. 1972. vinculada a um órgão maior. Informações pesquisas e pesquisadores em Enfermagem. prefaciador. Local de . 9. Nota: Quando a entidade. quando houver. conforme aparece no documento. Varsóvia: Editorial Científica Polaca. tem uma denominação específica que a identifica. Rio de Janeiro. Bibliografia do folclore brasileiro. Classificação Nacional e patentes. ed. a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional. Título da obra: subtítulo. Carlos H. 1979. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Órgãos governamentais Nota: Quando se tratar de orgãos governamentais da administração (Ministérios. Elaboração das referências Monografias consideradas no todo Nota: Monografia é um estudo minucioso que se propõe a esgotar determinado tema relativamente restrito. AUTOR DA OBRA. 1995. 1942. São Paulo. etc.

de León Aragón. BÍBLIA. Dicionários AULETE. Notas (se houver). 5 v. Petrópolis: Vozes. 3. Jerzy. 5. Normas Técnicas ORGÃO NORMALIZADOR. 1984. (Série). Língua. Notas. Número de páginas ou volume. ed. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Edição Ecumênica. Bíblia sagrada. Tradução de Victor M. 1987 Biografias SZPERKOWICZ. Tradução ou versão. A fábrica automática e a organização do trabalho. Chicago: Encyclopaedia Britannica. 1987. Atlas MOURÃO. 1972. Bibliografias INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃOEM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. ano. 1986. Bíblias BÍBLIA. Local: Editora. Local. 132 p. 30 v. Enciclopédias THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Brasília: IBICT. 175 p. 2. Português. Antonio. número da Norma. ed. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. 82 p. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Ferreras Tascón. 1980. . Varsóvia: Editorial Científica Polaca. Título: subtítulo. 1987. Livros DINA. Data de publicação. Carlos H. volume ou página (s). ano de publicação. Resumos: NB-88. 3 p.41 Publicação: Editor. ed. Rio de Janeiro. Bibliografia Brasileira de Ciência da Informação: 1984/1986. Nicolás Copérnico: 1473-1973. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1980. Petrópolis: Vozes. Rio de Janeiro: Delta. Ronaldo Rogério de Freitas. Caldas. Atlas celeste. Título da obra. Total de páginas.

Instituição. 1996.. Reuniões ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW.17. Revista da Propriedade Industrial. Jornadas e outros Eventos Científicos NOME DO CONGRESSO. data de publicação. Dissertações e Teses AUTOR. Classificação internacional de patentes. Data do depósito. 180f. Número de páginas ou volume.PI 8002090. Conferências . p. ano. número. ALFRED WERTLI AG. Livro de Resumos do XVIII Jornada de Iniciação Científica e VIII Jornada de Iniciação Artística e Cultural. 227 p. Número de folhas ou volumes. Belo Horizonte. Ano de apresentação. deve-se seguir as mesmas regras aplicadas a autores pessoais.Den. data da publicação do pedido de privilégio.42 Patentes NOME e endereço do depositante.. Dissertação (Mestrado em Administração) . 1996.. local. Título: subtítulo. 1967. Bertrand Reymont. Universidade Federal de Minas Gerais. Sigla do país e n. Cidade onde se realizou o Congresso.Washington: ASIL. 1980. Notas. Congressos. Jornadas JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 65. RODRIGUES. 1989. Simpósios. 8. Dispositivo numa usina de fundição de lingotes para o avanço do lingote fundido. JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL.Faculdade de Ciências Econômicas. Título… Local de publicação: Editora. 25 nov. 2 abr. Rio de Janeiro. Conferências. realizados simultâneamente. Rio de Janeiro. Proceedings. 527. 18. do inventor e do titular. Workshops. Qualidade de vida no trabalho. Rio de Janeiro: UFRJ. do depósito. 1967. Categoria (Grau e área de concentração) . 822 p. 1980. n. Washington. Int CI3B22 D29/00. Nota: Quando se tratar de mais de um evento. Indicação da publicação onde foi publicada a patente. Marcos Vasconcelos. Título da invenção na língua original.

1986. Pareceres . Notas. de 3 de maio de 1996. 1990. 1260. Ano de publicação. Número de páginas ou volumes. [1986?]. Ementa.. 60. p. 1991. 1995. Lei n. 6. Ubiraci Espinelli Lemes de.l. ESTADO ou MUNICÍPIO. Rio de Janeiro.. MELHADO. São Paulo: Saraiva.2 Leis e Decretos PAÍS. 38 p. São Paulo. Workshop WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO. BRASIL. 9273.14. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. 39 p. maio/jun. data (dia. São Paulo. 168 p. São Paulo. 1972. São Paulo: EPUSP.Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Decreto n. 48. número. trim. 1995. 89. Anais… São Paulo: ICRS. Relatórios técnico-científicos SOUZA. (Série Texto Técnico. BRASIL. Referências Legislativas Constituições PAÍS. Título. 3.271. mês e ano).1. ESTADO ou MUNICÍPIO. p. v.. Departamento de Pesquisa Científica e Tecnológica.1./mar. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Constituição (data de promulgação). Anais…[S. USP. Legislação Federal e Marginália. (Série Legislação Brasileira).1996. Constituição (1988). de 4 de janeiro de 1984. Mimeografado. 11. Local: Editor. Lei ou Decreto. Silvio Burratino. 4.]: OAB. 1. trim. Subsídios para a avaliação do custo de mão-de-obra na construção civil. Relatório. BRASIL. Relatório. ed. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Dados da publicação que publicou a lei ou decreto. Belém. 1984. v. 924 p. Relatórios oficiais COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Legislação Federal e marginália.43 CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. Torna obrigatório a inclusâo de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. Organização do texto: Juarez de Oliveira.. jan. TT/PCC/01). 3-4.

425426. São Paulo.44 AUTOR (Pessoa física ou Instituição responsável pelo documento). precedida da palavra (acórdão ou decisão ou sentença) Dados da publicação que o publicou. São Paulo. Portaria n. Resoluçã n. Voto vencedor e vencido. quando houver.ECT do sistema de arrecadação. p. Nome do relator precedido da palavra "Relator". 521-522.994. de 23 de março de 1984. número e data (dia. Trim. embargo. Trim. Dados da publicação que publicou o parecer. 1.). Ementa (quando houver). Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais AUTOR (entidade coletiva responsável pelo documento). Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. 12. mês e ano). Secretaria da Receita Federal. n. 1. 1. Legislação Federal e Marginália. Do parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias. Nome da Corte ou Tribunal. Portarias.. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos . jan. jan. 2. tipo. Ementa. Parecer normativo.. (entidade coletiva responsável pelo documento). Ementa (quando houver). São Paulo. número e data (dia. mês e ano) do parecer. 742-743./abr. Acórdãos. habeas-corpus. Tipo de documento. Resoluções CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Partes litigantes. de 21 de março de 1996. mandado de segurança.148./mar. BRASIL. Relator: Ernani Garcia dos Santos. de 2 de março de 1984.. mar. p. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Resoluções e Deliberações AUTOR. Aprova as instruções para escolha dos delegados-eleitores. Tipo e número do recurso (apelação. efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal. 1996./mar. Decisões. p. de 29 de dezembro de 1982. . Legislação Federal e Marginália. etc. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência.. Portarias BRASIL. Legislação Federal e Marginália. Data. de 1984. 1984. cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei n. Dados da Publicação que publicou. 1. Trim. 6. Secretaria da Receita Federal.

São Paulo. Título da obra. 5. 1990. jan. 1989. 96. Rio de Janeiro: Zahar. Tradução ou versão. Charles. v. Acórdão em ação rescisória n.3. Dicionáriodo pensamento social do século XX. 47-49. pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém. Direito. Olga. 20 nov. v. Relator: Ministro Barros Monteiro. William. Verbetes de Enciclopédias MIRANDA. 1987. Ano de publicação. Total de páginas. páginas inicial-final da parte. Coisa julgada. 185. de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda.45 BRASIL. data de publicação. p. 91. 266-278. Capítulos de livros NOGUEIRA. D. p. 1996. Economia. 1974. Tradução de Eduardo Francisco Alves. 1979. e/ou isoladas. ademais. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. In: POLIS Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado: Antropologia. Termo In: Autor da obra. In: Título. Superior Tribunal de Justiça. . p. Álvaro Cabral. v. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência.7-14. Fadiga. Verbetes de Dicionários HALLISEY. In: FUNDACENTRO. p. BUTTOMORE. Bíblia em parte Título da parte. In: OUTHWAITE. Inexistência. Fernando. 807-813. Páginas inicial e final da parte. DJ. Ação rescisória julgada improcedente. Ocorrência. São Paulo. Budismo. Língua. n. Número da edição. 75-RJ.2. São Paulo: Verbo. Regulamento. p. Título da parte. Partes de Monografias AUTOR da parte. Ciência Política. Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida. São Paulo: Alfa-Omega. Jorge. Partes isoladas MORAIS. Notas (se houver). Curso de médicos do trabalho. 175. permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor. P. Ação de consignação em pagamento não decidiu sobre domínio e não poderia fazê-lo. Tom. 5. Número ou volume. 90. Local de Publicação: Editor. Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo. Local: Editora.

1967. Formas alternativas de estruturação do Poder Judiciário. Anais… [S. In: CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. Cidade onde se realizou o Congresso. Proceedings… Washington: Society of International Law. 500 p. In: WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO. 924 p. Local de publicação: Editora. 348 p. 455-468. . p. Título (Anais ou Proceedings ouResumos…). 61.. ISSN (Quando houver).. Título do trabalho. 1980. 6-12. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Washington. Páginas inicial e final do trabalho. ano.]: OAB. 1995. 654 p. p. Publicações periódicas Consideradas no todo Coleções TITULO DO PERIÓDICO. Português. 389-412. 1986. Trabalhos apresentados em Congressos. USP. Workshops. Encontros RODRIGUES. The Algerian of independence. Anais…São Paulo: IMCS. Arnold. 11. Belo Horizonte. Marcos Valente. In: ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW.46 Jó. Reuniões Anuais FRALEIGH. [1986?]. p. Encontros e outros Eventos Científicos AUTOR. p. Conferências ORTIZ. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: Bíblia sagrada.2. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD. número. Edição Ecumênica. 207208. Workshop PRADO. 1989. Total de páginas ou volumes. Belém. Simpósios. Anais… Belo Horizonte: ANPAD. Local de publicação (cidade): Editora. In: NOME DO CONGRESSO. 1. Bíblia. A. Afonso Henrique Miranda de Almeida. T. Conferências. Alceu Loureiro. Interpolação de imagens médicas. Periodicidade. São Paulo. Jornadas. Rio de Janeiro: Encyclopedia Britânnica.l. 1995. 1967. 13. data de publicação. 1989. ano do primeiro e último volume.

p. ISSN: 0103-3786 Fascículos TÍTULO DO PERIÓDICO. I. n. Suplemento. Quando não houver seção. mês e ano. número. Balanço anual 1997. 31. jan. EXAME. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil. São Paulo: Editora Abril. P. 1. dia. seção ou suplemento e. 1997. Judô: Educação física e moral. Campinas: PUCCAMP. Notas GAZETA MERCANTIL. mês e ano. v. volume. 1979. Belo Horizonte. OLIVEIRA. 32. caderno ou parte. 7. Nota: Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação. Caderno de esporte. Suplemento. Partes de publicações periódicas Artigo de Revista AUTOR DO ARTIGO. de. Local de Publicação. Local de publicação (cidade): Editora. Título do artigo. 1998. Artigo de jornal AUTOR DO ARTIGO./dez. O Estado de Minas. São Paulo. mês e ano. Páginas inicial-final. Número ou Título do Caderno. 21. Titulo do fascículo. São Paulo: Editora Abril. a paginação do artigo precede a data. ESPOSITO. out. mês e ano. n. Local de publicação (cidade): Editora. 1997. 1989-1997.47 TRANSINFORMAÇÃO. Número do Fascículo. 37-45. (abreviado ou não) Local de Publicação. . VEJA. páginas inicial e final do artigo. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional. conforme modelo anexo. Título da Revista. Quadrimestral. 17 mar. número. São Paulo. p. 1981. Título do artigo. W. jul. 8. Fascículos com título próprio TÍTULO DO PERIÓDICO. Título do Jornal. v. et al. volume. Número do Volume. Repercussões da fadiga psíquica no trabalho e na empresa. n.

1978] data aproximada  [199-] década certa  [199?] década provável  [19--] para século certo  [19--?] para século provável Séries e coleções Nota: Ao final da referência indicam-se os títulos das Séries e Coleções e sua numeração tal qual figuram no documento. 17 ago. RN Nota: Quando o Local e a Editora não aparecem na publicação mas é conhecido.] 7. Por se tratar de elemento essencial para a referência. São Paulo.l. não mencioná-lo como editor. MG Viçosa. indica-se a que aparecer com maior destaque na folha de rosto. do copyright ou outra. São Paulo: Nobel Data Nota: A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos. Folha de São Paulo. . 1995.Quando houver mais de uma editora. : s. seu dinheiro. Imprenta (local. [S.2 Editora Nota: quando o editor é o mesmo autor. editora e data) Local Nota: nome do local (cidade).  [1981 ou 1982] um ano ou outro  [1995?] data provável  [1995] data certa não indicada na obra  [entre 1990 e 1998] use intervalos menores de 20 anos  [ca. indicar entre colchetes. cad. p. 2. Viçosa. registrar a data aproximada entre colchetes. Quando a data não consta na obra. entre parênteses. as demais podem ser também registradas com os respectivos lugares. Quando houver homônimos. acrescenta-se o nome do estado ou país. deve ser indicado tal como aparece na obra referenciada. Ex: São Paulo: Nobel Rio de Janeiro: Makron.48 SUA safra. 9. seja da publicação. da impressão. n. sempre deve ser indicada uma data.

O termo anônimo nunca deverá ser usado em substituição ao nome do autor. n. Gerência da vida: reflexões filosóficas. Narcisa de Fátima. Tradução e notas de José Antônio Camargo. 681-684. p. 1990. Ensaios MÉLO. v. Anti-neural inhibition: a conserved mechanism for neural induction. 179 f. Abstracts. 3. Autor desconhecido. Evocações. João da Cruz. 6. Chemical abstracts. 701 p. Edição fac-similar. 1996. v. (Clássicos do pensamento político). 172 p.Curso de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica. 1997. Rio Janeiro: Record. Cell. In: SILVA. Ensaios de antropologia brasileira. 404 p. ago. Natal: Imprensa Universitária. 89. sem destaque tipográfico. Veríssimo de.Curso de Pós-graduação em Administração. Dissertação (Mestrado em Administração) . Ethan. Autor desconhecido PROCURA-SE um amigo. Ohio: CAS. Fac-símiles SOUZA. Notas São informações complementares acrescentadas no final da referência.49 PÁDUA. Cambridge. Gregório Francisco Bertolloni. 409. Universidade Federal de Santa Catarina. Marsílio. Petrópolis: Vozes. a entrada deve ser feita pelo título. 127. 1986. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura. Notas de aula . Abstracts BIER. Dissertações e teses AMBONI. 143 f. Ensaio. Estratégias organizacionais: um estudo de multicasos em sistemas universitários federais das capitais da região sul do país. 1995. 247 p. n. p. LOPES. 1973. O defensor da paz. Rodrigues de Souza. Lenilson Naveira e. Heitor Silveira. Analogia e aprendizado evolucionário: aplicação em diagnóstico clínico. 212-213. introdução de José Antônio Camargo Rodrigues de Souza. Florianópolis. Florianópolis. P. 5. 1997. Nota: Em obras cuja autoria é desconhecida. Tese (Doutorado em Engenharia Elétrica) . ed. 1997.

n. 5-30 de set. Mimeografado. n. p. 1969. Livro 50. Antônio Eduardo Costa. Título original: The dyer’s hand. p. Ata da reunião realizada no dia 4 de julho de 1997. 20. Cambridge: Cambridge University. Resenha. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje. W. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. de 1977. Lisboa: Islâmica Alqalam. p. Cometas: do mito à ciência. language and reality: philosophical papers. 1986. Ulrich. São Paulo: Ícone. Transinformação. Biblioteca Central. v. Raymundo. Reimpressão. Trabalho não publicado Tradução do original AUDEN. 1995. Tradução de José Roberto O’Shea. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle: curso introdutório. 1997. Versão inglesa. M. Geraldina Porto (Org. 2. Linguagem Forth. Título e data. v. H. Campinas. 1988. Os direitos das mulheres no Islã. Reimpressões PUTNAN. páginas. 2. P. Livro. Produção científica. Mimeografado. Hilary. 5. Resenha de: SANTOS. João Bosco da Mota. abril.). . A mão do artista. Tradução por: Editora Islâmico Alqalam. número. Salvador. Notas preliminares do movimento messiânico de Pau de Colher: comunicação apresentada ao IV Colóquio Internacional de estudos Luso-Brasileiro. Trabalhos não publicados ALVES. Outros tipos de documento Atas de reuniões NOME DA ORGANIZAÇÃO.135-137. SP. 1993. C. Notas de Aula. inicial-final. maio/ago. Notas prévias. PEREIRA. Original em Persa. LOCAL. Mind. T. 9. Tradução feita com base em outra tradução MUTAHHARI. São Paulo: Siciliano.. v. Murtadã. 1987.50 KNAPP. MATSUDA. 26 f. 100 p. 30. 399 p. Uberlândia. 383 p. São Paulo. Notas múltiplas DUARTE. Resenhas WITTER. 1.

Florianópolis.CNPQ. Luís. microssulcos. data. o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia . . Bula de remédio. Suíte 1700: con The Royal Philharmoníc Orchestra. John. Nota: A entrada é feita pelo nome da instituição que figura em primeiro lugar no documento. Título. sulco ou digital. estéreo. 104.): 33 1/3 rpm. número de rotações por minuto. 1 cartão postal: color. Número de unidades físicas: indicação de cor. Local: Gravadora. 1 disco (45 min. intérprete).IBICT e a Universidade Federa de Santa Catarina . 1990. por intermédio de sua unidade de pesquisa. São Paulo: Hoechst. [ 199?]. CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO . O local é designativo da cidade onde está sendo executado o convênio.): 33 1/3 rpm. COBOS. Poems. Convênios NOME DA PRIMEIRA INSTITUIÇÃO. prayers & promises. Local: Editora.CNPQ. São Paulo: RCA Records. ano. Discos AUTOR (compositor.51 Bulas ( remédios) TÍTULO da medicação. Termo de compromisso que entre si celebram o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . Número do disco.4049. local. NOVALGINA: dipirona sódica. microssulco. Direção artística (se houver). número de canais sonoros. BRASIL turístico: anoitecer sobre o Congresso Nacional . Cartões Postais TÍTULO. Rio de Janeiro: Sony Music. Bula de remédio. executor.Brasília. 1996. 188163/1-467603. 1 disco (38 min.UFSC. ano de fabricação. DENVER. Título. Responsável técnico (se houver). São Paulo: Mercador. 1974. estéreo. Local: Laboratório. [198-].

1. logo após a data. 1 disco compact (60 + min. Descrição física com detalhes de número . GCH 2404. estéreo.): estéreo. Quando o entrevistador tem maior destaque. Coordenação (se houver). Título. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima. 670. O passado no presente. Fitas Gravadas AUTOR (compositor. Referência da publicação. proceder como em documentos considerados em parte. entrar por este. ano. n. p 9-11. 1988. NOME DO ENTREVISTADO. realizador. São Paulo. data. (90 min. 1 disco (15 min. 1990. produtor. A.4170-A. Entrevistas Nota: A entrada para entrevista é dada pelo nome do entrevistado. São Paulo: movie Play: 1993. DL: M-23206-94. Veja. Para referenciar entrevistas gravadas. Intérprete). estéreo. Filmes e Vídeos TÍTULO. quando existir.): 33 1/3rpm. Para entrevistas publicadas em periódicos. v. The Grea test Classical Hits .): digital. LUDWIG. Autor e indicação de responsabilidade relevantes (diretor. PANTANAL. estéreo.Compact discs) Nota: A referência de discos compactos (compact discs) difere da do disco comum apenas pela indicação de compacto e pela forma de gravação. L. 1528. Parte integrante da revista Caras. 1 disco compacto (47 min. São Paulo: Polygran. JÓIAS da música. Número e tipo de fitas (duração): tipo de gravação Título de série. Nota de entrevista MELLO. Título. Em caso de coletânea. Manaus: Videolar Amazônica: [199?]. microssulco.52 Nota: Caso seja referenciado apenas 1 lado do disco. 1 cassete son. Discos Compactos (CD . TRACY CHAPMAN. Beethoven: com Pastoral Emporor Moonlight sonata. 1998. a indicação deve ser feita pela abreviatura L. faz-se descrição física de acordo com o suporte adotado. Local: Produtora e distribuidora. 4 set. . roteirista e outros). Van Beethoven. Local: Gravadora. entrar pelo título. São Paulo: Elektra.): digital. Evaldo Cabral de. Os Clássicos dos clássicos.

53 de unidades.. 1994. Didático. NOME da rosa.5 x 13 cm. [Florianópolis]. substituindo o número de unidades físicas pela designação globo e indicando. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. Produção de Jean-Jaques Annaud. duração em minutos. ano. Série. Tucson: Lawuers & Judges Publishing. 1 mapa: 78 x 57 cm. Sem narrativa. 1 álbum (28 fot. Port. 1 Videocassete (130 min. Mauro. por exemplo. KELLO. Mapas e Globos AUTOR. Notas especiais. Ano. transcreve-se primeiro a altura. Ntsc. Número de unidades físicas: indicação de cor. na dimensão.): VHS. seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo. Título. um álbum. Esta informação deve preceder o número de fotos. se houver.. Departamento Estadual de Geografia e Cartografia. SANTA CATARINA. mencionando-se ao final. Escala: 1:800:000. PEDESTRIANT reconstruction. 1973. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio como. son. Nota: A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original. Foto & Vídeo. color. precedido da abreviatura fot.. Produção de Jerry J.): color. Escala. dimensões. . o número de microfichas e redução. Estudo da motricidade articulatória e da memória auditiva em distúrbios específicos de desenvolvimento da fala. altura x largura. color. NTSC. Número de unidades físicas: indicação de cor. 1986. Fotografias AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio) Título. quando houver. Local: Editora.Referenciar globos como mapas. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora. Legendado. sonoro ou mudo. 1997. legendas ou de gravação. 1 videocassete (40min. Microfichas Nota: referenciar como a publicação original.): VHS. SPINELLI. Mapa geral do Estado de Santa Catarina. 17. o diâmetro do globo em centímetros. 1958. Nota: Ao indicar as dimensões do mapa. son. Eubanks.

cv. Slides (diapositivos) AUTOR. n.. Data de acesso. [197?]. color. ESTADO. Extensão do arquivo. Rio de Janeiro: SonoroVídeo. HEWLETT . Microfilmes Nota: Referenciar como a publicação original. Endereço BBS: hpcvbbs. seguida da indicação de unidades físicas e da largura em milímetros.Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. KRAEMER. Notas.hp. Documentos eletrônicos Arquivo em Disquetes AUTOR do arquivo.edu. 8283-8431. Endereço BBS: launch pad. login: new.54 Tese (Doutorado em voz) . São Paulo. unc./dez. após o número de unidades físicas. 95 min. Local: Produtor. Acesso em: 22 maio 1998. Apostila. usar a abreviatura neg. Ligia Leindorf Bartz. Título. Número de slides: indicação de cor. . 35 m. AMORIM. color. Disquete 3 1/2. Sendo em negativo. Florianópolis. [197?]. precedida de dois pontos. data. A MODERNA arquitetura de Brasília.Packard. Acesso em: 22 maio 1998. audiocassete. 30 slides. 13 de maio de 1995. Local. Curitiba. 1 bobina de microfilme. 3 microfichas. BBS TÍTULO do arquivo. ano. Endereço BBS: . Login: lauch. jul. Título do arquivo. tipo de suporte. Viver ou morrer. 1941.0. v.doc. dimensões em cm. 27. login: . UNIVERSIDADE da Carolina do Norte.com. Hélio Mendes de. Washington: Pan American Development Foundation. Acompanha texto. 1 arquivo (605 bytes). 10 slides. Word for windows 6. Características físicas.

password: guest. Anne Marie. Tipo de suporte. PEIXOTO. dia mês e ano. Local: Editora. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. E-mail AUTOR DA MENSAGEM. In: IBICT. Assunto da mensagem.90>. CD-ROM.162. Maria de Fátima Vieira. Título. Bases de dados em Ciência e Tecnologia.org> em 12 maio 1998. [mensagem pessoal]. 1. Tipo de suporte.55 Base de Dados em Cd-Rom: no todo AUTOR. Brasília: IBICT. Biblioteca Universitária. poderão ser acrescentados os demais destinatários após o primeiro. do cabeçalho da mensagem recebida. MARINO. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA IBICT. In: AUTOR DO TODO. Endereço ftp: . Acesso em: 19 maio 1998. Notas. TOEFL brienfieng number [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <educatorinfo@gets. Quando o e-mail for cópia. Título. CD-ROM. login: anonymous. data de acesso. <ftp:150. 1996. Título da parte. caminho: Pub. n. Current directory is/pub.1. Título do todo. n. data. Base de dados em Ciência e Tecnologia. Nota: As informações devem ser retiradas. data. . sempre que possível. Função citação como fator de recuperação de uma rede de assunto. Notas. caminho:. 1996. local: Editora. Base de Dados em Cd-Rom: partes de documentos AUTOR DA PARTE. login: . FTP AUTOR (se conhecido) . 1. Brasília: IBICT. separados por ponto e vírgula. Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento.

Paginação ou indicação de tamanho. Publicações Periódicas consideradas no todo (On-line) TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Shakespeare and his muse. Re ( Replay) deve preceder o título. Hudson. BRAGA. Título do artigo. Monografias consideradas no todo (On-line) AUTOR.reposta. Nota: Caso trate-se de resposta de terceiros.br/redac/manual. São Paulo. v. data.> 1 Oct. ano.br/cionline>. Acesso em: data. volume. Disponível em: <http://www1. LOCAL (cidade): Editora. a entrada dar-se-á pelo nome da mensagem original ou do autor da mensagem.txt. Acesso em: data. Acesso em: 19 maio 1998.com. Título da publicação seriada. 1997. local. volume. Nome da lista (se houver). Manual de redação e estilo.56 GATES. ESTADO DE SÃO PAULO. Disponível em: <Endereço. 1997. Disponível em: <endereço>. número. Disponível em: < endereço>. . Listas de Discussões Mensagem recebida AUTOR da mensagem.com. Disponível em : <http://www. n.>. mês. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO.Quando tratar de mensagem .<ftp://ftp.3.net/bard/muse. Local (cidade): editora. mês ano. número. Brasília. Mensagem disponível em: <endereço da lista> data de acesso.html>. Garry.ibict. Deus não se agradou dele e de sua oferta. Acesso em: data. 26.> em: 22 maio 1998. Título (Assunto). Partes de Publicações Periódicas (On-line) Artigos de Periódicos (On-line) AUTOR. 1996.estado. Acesso em: 19 maio 1998.guten. Disponível em: <Evangelicos-l@summer.br. Título.

n. 3. Disponível em: < http://www.br>. seguidas de travessão e o respectivo título. Universidade Aberta: online. Disponível em:<http://www. Disponível em:. por isso. cuja autoria é de um outro que não o autor do trabalho. Acesso em: 19 maio 1998. seção. Acesso em: 19 maio 1998.. entre outros. Ministério corta pagamento de 46. v. Artigos de Jornais (On-line) AUTOR.com. caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. Ciência da Informação. Acesso em: 18 maio 1998. apresenta.bu.. São partes integrantes do trabalho e.ufsc. 26. data de publicação. Disponível em: <http://www. Título.57 MALOFF. Brasília. Sua apresentação é opcional. leis. São apresentados em folha própria e identificados com letras seqüenciais maiúsculas.). quando esgotadas as letras do alfabeto. fundamentação ou comprovação. como organogramas. TAVES.ufsc.ibict. 1997.oglobo. A internet e o valor da "internetização". Disponível em: <http://www.br/novaua/index. Joel. Disponível em: <Endereço>. Título do artigo. Rio de Janeiro. tem algarismos arábicos. têm paginação contínua ao texto principal.bu. . Acesso em: 19 maio 1998.br>.org>.5 mil professores. UFSC não entrega lista ao MEC. Serviço de Referência. Acesso em: 19 maio 1998. Biblioteca Universitária. deve-se utilizar letras dobradas. quando houver etc. desenvolvida por. Acesso em: data. Acesso em: data.html>. <Endereço>. Apresenta endereços de Universidades nacionais e estrangeiras..unaberta. Disponível em: <http://www.. Devem constar do sumário do trabalho. Catálogos de Universidades. folders.. Título do jornal.br/cionline/>. local. Acesso em:19 maio 1998. Disponível em: <http://www. Anexo São documentos que servem de ilustração. Toefl on line: Test of english as a foreign language. Globo. Rodrigo França. ETSnet.br/>.ufsc. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. 19 maio 1998.toefl. Homepage AUTOR. Em casos excepcionais. Informações complementares (Coordenação.

espécies. nomes. Conforme critério.. autores e autoridades citadas ao longo do relatório. Devem constar do sumário do trabalho. . travessões e respectivos títulos. onde o autor faz agradecimentos a pessoas e/ou instituições das quais recebeu apoio e contribuíram para o desenvolvimento do trabalho. com o objetivo de esclarecer o seu significado. Agradecimento(s) Elemento opcional. É um elemento opcional. lugares contidos no relatório. em ordem alfabética. • índice cronológico – agrupa nomes e fatos importantes em relação cronológica de anos. segundo a ABNT (NBR14724. pode ser utilizado os seguintes tipos de índice: • índice geral – relaciona. a fim de complementar sua argumentação. • índice sistemático – agrupa assuntos. podendo ser inserido nesse item os instrumentos de coleta de dados. períodos ou épocas. ordenada segundo determinado critério que permite a localização das informações contidas no texto. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. diversos assuntos. Em casos excepcionais. Elemento opcional. em ordem alfabética seguida do respectivo número da página. etc. 2001) consiste em um texto ou documento elaborado pelo próprio autor. entre outro. em relação preparada de acordo com o sistema de classificação. roteiros de entrevistas. acompanhadas das respectivas definições. os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Glossário Elemento opcional que consiste em uma relação. nomes. ou indicativo de seção.58 Apêndice Apêndice. quando esgotadas as letras do alfabeto. Índice Lista de palavras ou frases. • índice onomástico – reúne alfabeticamente as personagens. de termos técnicos ou palavras pouco comuns apresentadas no texto. deve-se utilizar letras dobradas. devendo ser limitado ao estritamente necessário.

Quanto à localização. Segundo França (1996. ou em notas de rodapé. estilo francês. p. o menos utilizado. deverão constar na Referência. X) "[. As citações são as descrições contidas no texto que especificam a fonte das informações/conteúdos que. Parecer do Comitê de Ética Quando a pesquisa foi submetida anteriormente a avaliação do Comitê de Ética. e só estas. sendo o segundo o mais utilizado que deve ser adotado para os relatórios de PIBIC da UFAM. indiretas ou citação de citação e sua elaboração deve orientar-se na norma NBR 10520 – Apresentação de Citações de Documentos – da ABNT.. uma cópia do parecer deverá ser inserida no relatório. os argumentos dispostos no trabalho. estilo anglo saxão. ELEMENTOS COMPLEMENTARES CITAÇÃO O âmago de todo o trabalho monográfico é produzido através da seleção da informação relevante e existente sobre um determinado assunto. sustentam teórica e empiricamente.. designadamente. destacando-se que apenas as referências utilizadas no texto. com a finalidade de esclarecer ou completar as idéias do autor. expondo citações e confrontando autores diversos.] as citações são trechos transcritos ou informações retiradas das publicações consultadas para a realização do trabalho”. permitindo relacionar cientificamente tudo o que é exposto.59 O relatório técnico-científico pode ter mais de um índice de acordo com a conveniência e para facilitar ao leitor a localização de pontos de provável interesse. através de uma correta fundamentação dos dados implicados. Citação Indireta . ilustrando e sustentando afirmações. As citações podem ser diretas. elas podem ser apresentadas no corpo do texto. Existem dois sistemas para indicar as fontes das citações em um texto que são de natureza numérica ou autor-data.

60 Na citação indireta as idéias e informações do documento consultado servem apenas como embasamento para o autor do trabalho e não são citadas literalmente na transcrição do texto. nos leva a compreender o exato alcance das idéias pedagógicas de Lutero. aconselhava aos pais que enviassem seus filhos à escola. chamadas de entidades coletivas. no documento supracitado. É escrita sem aspas e com o mesmo padrão de fonte utilizado no parágrafo em que está inserida. Na segunda citação em diante: O MEC (1998). deve-se usar o nome por extenso na primeira citação e nas próximas apenas a sigla. como nos exemplos a seguir. O texto é redigido pelo autor do trabalho. mas na integração de possibilidades em espaços distintos. Na primeira citação: O Ministério da Educação e Cultura – MEC (1998). . Ponce (1994). Afirma ainda que a instrução elementar era o primeiro dever da caridade. não só no ambiente da sala de aula. adotando-se para isso o sistema autor-data. legitima a necessidade de ser pensado o processo de ensino aprendizagem. no documento intitulado Diretrizes Curriculares para a Educação Básica. afirma a escola deve assegurar a criação e manutenção de espaços que se constituam como meio de múltiplas formas de diálogo. Na citação indireta também se deve indicar a fonte. não sendo necessário à indicação da página da qual foi extraída a idéia original. ressaltando que não devemos perder de vista dados anteriores. As citações indiretas podem ocorre quando a obra a ser citada é de autoria de instituições governamentais ou não. e que mesmo no fanatismo de Lutero não sobrasse muito lugar para o saber profano. apesar de expressar tais idéias com suas próprias palavras ou de forma condensada. o autor do trabalho expressa fielmente o sentido do texto original. Neste caso. e que em muitos casos. com base nas idéias de outro autor que. Um exemplo de citação indireta é o que está apresentado abaixo. são mais conhecidas por suas siglas.

1997. 2003). 1994. Diversos autores salientam a importância de estudos dos aspectos legais do direito internacional quando se trata de biopirataria (CROSS. p.61 Em se tratando de citação indireta de diversos documentos de um mesmo autor. sem itálico. ortografia. O emprego de aspas simples ocorre quando se faz necessário indicar uma citação dentro da citação. ou quando se faz absolutamente necessário transcrever as palavras de um autor para melhor compreensão do texto. uso de maiúsculas e idioma originais. como exposto no exemplo abaixo. conforme os exemplos abaixo. Citação Direta Citação direta ou literal de um texto ou parte dele consiste na transcrição exata do mesmo. sendo este significativo e bem claro. 1999. mencionados simultaneamente. respeitando-se rigorosamente a sua redação. Nos casos em que a citação envolve diversos autores. É notório que a questão é amplamente discutida pelo autor (DRUSSER. . (PONCE. MEWZIRO. As características da “[. que delineia um ponto de vista conforme o seu esquema lógico. entre aspas duplas. As citações diretas podem ser de dois tipos: curtas e longas. 2000). publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. em ordem alfabética.. 1987. 45). 2001. A regra básica para seu emprego deve estar diretamente ligada a representatividade do pensamento a ser exposto.. KNOX.] educação militar compartilhada pelos homens e mulheres espartanas" são tão conhecidas que não vale a pena perdermos tempo em descrevê-las. pontuação. os sobrenomes devem ser separados por ponto e vírgula. as datas deverão ser apresentadas separadas por vírgula. Citação Direta Curta As citações diretas curtas são as que possuem até três linhas e estão contidas no interior do parágrafo.

3.. 35) descreve: “O estudo da morfologia dos terrenos [.583). v. em que o Senado votou a lei.].. p. p. Citação Direta Longa As citações diretas longas são aquelas que apresentam mais de três linhas devendo constituir parágrafo independente. • a indicação da data e página da obra que contém o texto extraído é obrigatória. 1994. visando facilitar a localização exata da obra e da citação. Mayer parte de uma passagem da crônica 14 de maio. • quando o sobrenome do autor for colocado fora do parênteses. só a primeira letra deve ser maiúscula. • quando o sobrenome do autor for colocado dentro do parênteses.]” (ASSIS.. pelos exemplos contidos acima. estes também deverão ser inseridos. faça de conta que esta morta” (CLARAC. que a regente sancionou [. e grande sol.] ativos [... que: • para as obras com dois ou três autores. de A Semana: ”Houve sol.62 Barbour (1971.72). naquele domingo de 1888. 1985. Faz-se importante observar..]” “Não se mova.BONNIN. • subtração de parte do texto deve ser precedida de [.. p.. os sobrenomes devem ser separados por ponto e vírgula. • na existência de número de volume ou tomo da obra. ele será todo posto em caixa alta. por se tratar de nome próprio. com recuo de 4 .

Nas referências. sem deslocamento na primeira linha. p. 32). . professores e demais participantes do ambiente escolar. declara “que instrução. pode ser expressa como citação direta ou indireta. usa-se a expressão latina apud. Esta idéia. a obra a ser apresentada é a consultada e não a do autor que está sendo referenciado. Isto significa que a indicação da fonte de uma citação de citação pode ser apresentada na forma textual ou após a descrição da idéia do autor. o texto da Resolução CNE/CEB Nº 2. sem itálico e com espaço menor entre as linhas. As escolas deverão reconhecer que as aprendizagens são constituídas pelas interações dos processos de conhecimento com os de linguagem e os afetivos. deverá contribuir para a constituição de identidades afirmativas.63 cm da margem esquerda. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro autor/obra que se está consultando. expressas por meio de múltiplas formas de diálogo. Os exemplos abaixo destacam o exposto. sem aspas. por sua vez. Em se tratando das exigências legais. Ponce (1980) citado por Silva (1982. 1998. p. (MEC. 32). de 7 de abril de 1998. em conseqüência das relações entre as distintas identidades dos vários participantes do contexto escolarizado: as diversas experiências de vida de alunos. com letra menor que a do texto utilizado. É importante ainda destacar que deverão constar as datas das duas obras e a página somente da obra lida e não da obra e autor citados. Citação de Citação A citação de citação é empregada quando não se tem acesso aos originais de documentos lidos através da obra de outros autores. conforme pode ser observado no exemplo a seguir. escrita em itálico. destaca que. persistentes e capazes de protagonizar ações autônomas e solidárias em relação a conhecimentos e valores indispensáveis à vida cidadã.

com a finalidade de interpretar estas mesmas comunicações”. quanto o sistema numérico (enumeração seqüencial de notas) e o abreviações sinaléticas. capaz e que pode prover a satisfação de suas necessidades. 98). a “análise de conteúdo descreve objetiva.: Bastos. Demais orientações para a Citação Na citação direta tanto pode ser adotado o sistema autor-data de identificação da fonte (ex. . a extensão em que o indivíduo se percebe como competente. 1979). p. sistemática e quantitativamente o conteúdo manifesto das comunicações. Korman (1980) apud Pasquali (1981. A eficácia do planejamento estratégico está diretamente relacionada com a capacidade de análise estratégica externa (JAIN apud COSTA 1997. afirma que outra variável que tem importância especial como característica de personalidade é a auto-estima. A análise de conteúdo é uma das técnicas adotadas para a descrição e interpretação dos dados em uma pesquisa. p.67). 23-28). • As interpretações ou resumos do autor no interior das citações deverão estar assinaladas através de parênteses retos “[ ]” • . quase não existia entre os espartanos”. Segundo Berelson (1987 apud GIL.64 no sentido moderno do termo. 1999. isto é. p.

faz-se necessário destacar o que deve ser observado com maior ênfase na citação através do grifo. aparecendo o classicismo como manifestação do passado colonial [. p. deve-se apontar. Ao faze-lo pode estar envolto em culpa. 463. entre parênteses. como nos exemplos abaixo. entre parênteses. o termo grifo do autor...4. Quando.].2. Em alguns casos. O desejo de criar uma literatura independente.. grifo nosso). Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão. 1993. A teleconferência permite ao individuo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem. 1999). (CANDIDO. p. v. de vez que. um sinal de áudio pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão. 18. para melhor compreensão do texto.65 Em se tratando de diagnosticar a partir dele [planejamento estratégico]. p. grifo do autor) Quando a citação inclui texto traduzido pelo autor. entretanto. Neste caso. v. telefone. a análise deve caber ao gestor que o percebe de modo holístico inclusive porque detém as informações necessárias para tomada de decisão institucional. perversão. negrito ou itálico.12. (NICHOLS. 1992.] pode julgar-se pecador e identificar-se com o seu pecado” (RAHNER. a expressão tradução nossa. tradução nossa) .. 1993. o próprio autor faz destaque a parte a ser citada. a expressão grifo nosso deve ser inserida ao final da citação. diversa. entre parêntesis deve seguir a citação. ódio de si mesmo [. (SIMÕES. após a chamada da citação.

mencionando-se os dados disponíveis em nota de rodapé.. Smith no Congresso Internacional de Genebra.66 Quando se trata de dados obtidos por informação verbal (palestras. a expressão informação verbal. debates. Célia. após a data e sem espacejamento. Os poetas selecionados contribuíram para a consolidação da poesia no Rio Grande do Sul. Celina. entre parênteses. Contudo. a ser editado pela EDIPUCRS.. 1998) As citações de diversas obras de um mesmo autor.). C. sendo do mesmo modo utilizado quando da apresentação nas Referências. publicadas em um mesmo ano. 2003) (BARBALHO. . indicando-se os dados disponíveis em nota de rodapé. em Londres. se mesmo assim a situação permanecer. deve ser mencionado o fato. de autora de Elvo Clemente. 1998) (BARBALHO. 2003 Na condição de haver coincidência nos sobrenomes dos autores citados. indica. em ordem alfabética. O novo medicamento estará disponível ate o final deste semestre (informação verbal)¹ ________ ¹ Noticia fornecida por John A. séculos XIX e XX (em fase e elaboração)¹ _______ ¹Poetas rio-grandenses. deve-se colocar os prenomes por extenso. M. (BARBALHO. 2003) (BARBALHO. segundo o modelo abaixo. devem ser diferenciadas pelo acréscimo de letra minúscula. em outubro de 2002 Na citação de trabalhos em elaboração. comunicações etc. deve-se acrescentar as iniciais de seus prenomes abreviados.

é necessário que os gestores estejam bem documentados sobre o seu ambiente de negócios (COSTA et alli. em itálico. como no modelo abaixo.] os aspectos semânticos e sintáticos deverão nortear a análise de conteúdo com vista a indexação do documento”. 1993. 32) “[. Segundo Costa et al (1997). remetendo à lista de referências ao final do trabalho. sem iniciar a numeração das citações por página. do capítulo ou da parte. Para que se possam tomar decisões estratégicas informadas. A indicação da numeração pode ser feita entre . 66). uma outra forma de citação é indicação da fonte através da numeração única e consecutiva. seja de concordância. Conforme afirmado anteriormente. após o erro. Nos casos de citação de uma obra com três ou mais autores. a expressão sic. as questões pertinentes a indexação de conteúdos na análise do conhecimento. p. conforme exemplos abaixo. “O surgimento das sociedade (sic) influenciaram o modo de agir do homem” (CANDIDO. onde há um erro. p. deve-se incluir. o sobrenome do primeiro autor deverá ser precedido do termo em latim et al ou et alli. Este sistema de citação é denominado de numérico e não deve ser adotado quando há notas de rodapé. em algarismos arábicos. na mesma ordem em que aparecem no texto.. Discutindo este aspecto. entre parêntese. para que se possam tomar decisões estratégicas informadas. são complexas e dificultadas pela assimilação do que está implícito na questão. 1991b.. 1997). Em citações textuais. a autora afirma que (MORALES. é necessário que os gestores estejam bem documentados sobre o seu ambiente de negócios.67 De acordo com Suely Morales (1991a). de grafia ou outro de qualquer natureza.

previvendo. ou sobrescrita. data e página. Contudo. dentro de cada capítulo ou ao longo do documento.68 parêntesis. • Notas de referência: indicam as fontes consultadas ou remetem a outras partes do documento/obra nas quais o assunto é tratado. São usadas para citação de autoridade e para citação de citação.” 12 Em se adotando o estilo de apresentação da fonte da citação em nota de rodapé.” (12) Rui Barbosa afirma que “tudo é viver. após a pontuação que fecha a citação como nos exemplos abaixo. NOTA DE RODAPÉ As notas de rodapé. dados estatísticos ou demais elementos que permitem maior compreensão da temática que está sendo explorada. são caracterizadas como uma observação. São localizadas no final das páginas ou do capítulo nas quais são indicadas. apresentar comentários ou traduções que não devem ser inseridas no texto para não comprometer a linha de pensamento. pelos seus conteúdos. em se tratando dos relatórios de iniciação científica. As notas de rodapé podem ser reconhecidas como: • Notas de conteúdo: usadas para prestar esclarecimentos. Para a utilização de notas de rodapé. o modelo a ser utilizado é o tipo autor. se configuram como uma informação complementar ao texto principal que. alinha ao texto. • o número deve ser apresentado sobrescrito no texto e no início da nota. explicitado nos exemplos anteriores. . uma indicação bibliográfica. faz-se necessário observar as seguintes recomendações: • a numeração das notas é seqüencial e em algarismos arábicos. Rui Barbosa afirma que “tudo é viver. sucintas e claras. a obra deve ser integralmente referendada. • o número é separado do texto da nota por um espaço. Devem ser breves. pela sua natureza. Servem para abordar aspectos que não devem ou não precisam ser incluídos no texto para não sobrecarregá-lo. previvendo.

precedida da palavra designativa. ou após o termo a que se refere. estampas. retratos. dispensando a consulta ao texto e da fonte. mapas. gráfico. as notas devem ser separadas do texto por uma linha de 3 cm. No relatório de pesquisa. o texto em rodapé começa e termina na página em que a nota foi inserida. localizado na parte inferior. a última linha da nota deve coincidir com a margem inferior da página. sendo ambos alinhados à lateral esquerda. o número sobrescrito deve aparecer após o sinal de pontuação que encerra a citação direta. organogramas. do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara. quadros. e as linhas subseqüentes iniciam na margem esquerda do texto. fotografias. É essencial observar que as ilustrações devem ser citadas no texto antes de serem inseridas. esquemas. em algarismos arábicos. plantas. lâminas. no texto. mesmo que depois haja sinal de pontuação. esquemas. a primeira linha da nota inicia na margem de parágrafo do texto.69 • • • • • • a nota é escrita com padrão de fonte e espacejamento menores que os usados no texto. plantas. seguida do número de ordem de ocorrência no texto. quando for o caso. a nota deve ser separada do texto por uma linha em branco. As ilustrações são numeradas seqüencialmente. devendo ser inserida o mais próximo possível de onde foi mencionada. fluxogramas. as ilustrações constituem parte integrante do desenvolvimento e desempenham papel significativo na expressão de idéias científicas e técnicas. a partir da margem esquerda. fotografias. em tamanho de letra menor que o utilizado no texto normal. ILUSTRAÇÕES São consideradas ilustrações: desenhos. mapas. além de ser necessário observar que as condições para posterior reprodução como a fotocópia. da fonte. Devem primar pela simplicidade e clareza. fluxogramas. . entre outros que são expostos no texto com objetivo de elucidar aquilo que se está a explorar. figuras. entre outras. tabelas. de acordo com o tipo que representam e identificadas na parte inferior. Figuras São consideradas figuras desenhos. seguido do número de ordem. diagramas. que devem ser identificadas pelo termo Figura.

O gráfico possibilita a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. Objetivo = Transporte Motor Diferencial Rodas Figura 14 – Modelo de sistema FONTE: Retirado de <http://www. .br/italo/pastas_professores/arquivos/jose_ferreira/OSM_APOSTILA_2_ sem2002. destacando-se a necessidade de serem indicados o número e o título do gráfico. No caso da necessidade de apresentação de legenda. ainda. seqüência ou hierarquia por meio de. porém deve estar diretamente relacionado com o conteúdo do texto. escrito preferencialmente em letras maiúsculas e minúsculas precedido por um hífen. pois do contrário não contribuirá para a análise. deve-se procurar clareza e objetividade e localiza-la abaixo da figura ou à direita. bem como a fonte que forneceu a informação. dispensando consultas ao texto. dependendo do tipo e da disposição da figura. com letra e espacejamento menor. Cabe ressaltar. Sempre que possível.70 Especial atenção deve ser dada ao título que deve ser breve e claro. a fonte da qual foi extraída a figura deve ser citada precedida da palavra FONTE.doc> Acesso em: 19 maio 2003.italo. que indicam fluxo. A apresentação dos gráficos segue as mesmas especificações das tabelas. a caracterização dos gráficos de organização. sem ponto final.

21% 47% Leste Oeste Norte 32% Gráfico 1 – Demonstração da quantidade de alunos por zona na cidade de Manaus FONTE: SEDUC. Na parte inferior deve constar a palavra Gráfico. precedida da palavra FONTE. inseridas no trabalho para ilustrar o conteúdo em desenvolvimento ou descrever dados e informações relevantes para o estudo e não empregam dados estatísticos. A forma de apresentação é igual as das demais ilustrações como pode ser observado no exemplo a seguir. conforme a ordem em que aparece no texto. em letras Maiúsculas/minúsculas. apresentar a fonte da qual foram extraídos os dados deve ser citada no rodapé do gráfico. integrantes da categoria de figuras. 2003. sem ponto final. em algarismo arábicos. Os gráficos devem ser elaborados de forma reduzida com devido cuidado para não se prejudicar a legibilidade. O título.71 respectivamente. Quadros Os quadros caracterizam-se por conterem dados sem tratamento estatístico. com letra e espacejamento menor. são as apresentações do tipo tabular. com as laterais fechadas. Origem Mundo 1971 1992 Brasil 1971 1992 . cronograma e organograma. alinhado à lateral esquerda deste. sucedida do número que o identifica. precedido por um hífen. deve sempre que possível. fluxograma.

6 2. • devem ser alinhadas preferencialmente às margens laterais do texto. • caso da fonte se tratar de pessoa física. 2002. conforme o caso. • ser o mais simples e objetiva possível.0 45. utiliza-se como fonte o autor. A apresentação das tabelas deve seguir os seguintes critérios: • conter todas as informações necessárias a uma completa compreensão do conteúdo dispensando consultas ao texto. formulários preenchidos ou entrevistas realizadas. Quando pequenas. Tabelas As tabelas são as apresentações do tipo tabular inseridas no trabalho para ilustrar o conteúdo em desenvolvimento ou descrever dados e informações relevantes para o estudo. alinhando-se à margem esquerda da primeira coluna. empregando dados estatísticos e sem fechamento nas laterais.1 37.1 34.1 29.3 16.4 0.0 7.8 23. • quando as fontes consistem de documentos em que o próprio autor está apresentando os dados a partir de pesquisa de campo (com o uso de questionários.4 0.1 0.0 39.4 3.9 Quadro 1 – Evolução recente do consumo de energia primária (%) FONTE: ELETRONORTE. responsável pelos dados levantados e apresentados. os nomes ou siglas são apresentados separados por vírgula.8 5.2 22. Cursos Comércio Exterior Administração Habilitação em Administração Habilitação Marketing Administração Habilitação Finanças Administração Habilitação Serviços Total Nº Alunos 180 150 90 80 130 60 470 . entrevistas).8 0.0 2. • a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações contidos. preferencialmente em uma única página.3 30. Quando os dados se originarem de diversas fontes.6 2.8 18.72 CARVÕES PETRÓLEO GÁS NUCLEAR HIDRO BIOMASSA/OUTR OS 31.0 47. A palavra ‘fonte’ deve ser colocada após a identificação da tabela. devem ser centralizadas. na parte inferior.4 0. podem ser utilizadas como fonte às expressões pesquisa de campo.

73 Tabela 1 – Ingresso de Alunos nos Cursos de Administração no UNICEF Fonte: Convest. índices e outro. Quando fragmentadas em mais de uma linha. x² + y² = z² (1) (x² + y²)/5 = n (2) ASPECTOS GRÁFICOS . o acompanhamento e atualização das normas que compõem a família ISO 9000. se necessário. 2001 ABREVIATURAS E SIGLAS As abreviaturas e siglas deverão aparecer por extenso. subtração. seguidas da sigla entre parênteses. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). no Brasil pela edição das normas dos sistemas da qualidade. serão numeradas. quando da primeira inserção no texto e somente a sigla da segunda em diante. por falta de espaço. deverão ser centralizadas e. de modo a facilitar sua leitura. Quando destacadas do parágrafo. Na seqüência normal do texto. é responsável. A ABNT. multiplicação e divisão. 14000 e 18000. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos como expoentes. EQUAÇÕES E FÓRMULAS As equações e fórmulas devem aparecer destacas do texto. junto a International Standart Organization (ISO). como exposto no exemplo abaixo. editou efetiva.

74 Formatação impressa Papel O volume do relatório de iniciação científica que será entregues impresso. Margens As margens. A2) podem ser adotados. formato A4 (210 mm x 297 mm). usando-se as dobras normalizadas para o formato A4. devem obedecer às seguintes medidas: • Superior – 3 cm • Inferior – 2 cm • Esquerda – 3 cm • Direita – 2 cm 3 cm 2 cm 3 cm 2 cm . as informações adicionais. Entretanto. impresso em uma só face da folha. os formatos padrões maiores (A3. se houver prejuízo de leitura por problemas de visualização. excetuando a folha de rosto que deve conter. no seu verso. definidas a partir das bordas da folhas de papel. deve ser apresentado em papel branco.

No caso da tese ou dissertação possuir mais de um volume. mas a numeração só deverá ser colocada a partir da primeira folha da parte textual. em algarismos arábicos.75 Figura 15 – Visualização das margens No editor de texto Microsoft Word. deve-se adotar a seguinte tabulação: • início de parágrafos . A partir da segunda linha.usar tabulação padrão 1. ou seja. a 2 cm da borda superior. • alíneas – usar tabulação padrão 1. no canto superior direito da folha. a partir da folha de rosto. conforme a figura abaixo. da introdução. Tabulação Para a composição do texto.25 cm a partir da margem esquerda da folha. essa margens podem ser organizadas através da configuração da página. .25 cm a partir da margem esquerda da folha. deverão ser contadas seqüencialmente. Havendo Apêndice ou Anexo. do primeiro ao último volume. as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. Figura 16 – Janela para configuração de página no Microsoft Word Paginação Todas as folhas do trabalho. deverá ser mantida uma única seqüência de numeração das folhas. o texto vem sempre alinhado pela primeira letra do texto da alínea.

devem ser separadas entre si por espaço duplo. As seções são partes em que se divide o texto de um documento que contém as matérias consideradas afins na exposição ordenada de • • . os elementos que constituem a folha de rosto e a folha de aprovação. a natureza do trabalho. Numeração progressiva Para dar destaque e sistematizar o conteúdo. o objetivo. deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. a ficha catalográfica. o nome da instituição a que é submetida e a área de concentração. que são a descrição da natureza do trabalho. agradecimento. referências – devem ser alinhadas à margem esquerda ver seção específica. o objetivo. as notas de rodapé. Tipo e tamanho e letras No editor de texto Word ou em outros. resumos. As citações diretas longas. referências. lista de ilustração.76 citações – a 4 cm da margem esquerda. as referências. lista de abreviatura e siglas. Indicativo de seções O indicativo numérico de uma seção precede a seu título. apêndice (s) e anexo (s). numeração de página notas de rodapé. alinhado à esquerda. glossário. ao final do trabalho. quadros e ilustrações. tabelas. Na folha de rosto e na folha de aprovação. deve-se adotar: • Times New Roman 12 para digitação de texto e 14 para títulos. • Times New Roman 11 para citações longas. o nome da instituição a que é submetida e a área de concentração. devem ser centralizados. separado por um espaço de caractere. lista de símbolos. Espacejamento Todo o texto deverá ser digitado em espaço duplo. devem ser alinhados do meio da página para a margem direita. as legendas das ilustrações. As referências. sumário. devem ser digitados em espaço simples. Títulos sem indicativo numérico Os títulos sem indicativos numéricos como errata.

1. As seções primárias (capítulos) do texto devem começar em lauda própria. considerando o uso da numeração progressiva.1. por exemplo: 1 INTRODUÇÃO (seção primária) 2 REVISÃO DE LITERATURA (seção primária) 3 METODOLOGIA (seção primária) 4 RESULTADOS (seção primária) 4.1.2 2.1.2 Quinária 1. repetindo-se o mesmo processo nas demais seções.2.2.1.2.1.2. seguido do número que lhe for atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. CAIXA ALTA e baixa em negrito ou sublinhado e CAIXA ALTA e baixa sem negrito.1 O hipertexto (seção terciária) 4. Quando o documento possuir com poucas seções e não apresentar subseções.1 A metáfora do hipertexto (seção secundária) 4.1 2. Primária 1 2 Níveis das Seções Secundária Terciária Quaternária 1. como exemplifica o quadro a seguir. ora de frases ou verbos para outros.2.1 1. Os títulos das seções devem estar claramente identificados e hierarquizados através CAIXA ALTA em negrito ou sublinhado. os títulos devem ser centralizados na página. Subdividem-se até o limite de cinco níveis. não é necessária a indicação da numeração progressiva. diferenciando tipograficamente os títulos das seções. nesse caso. evitando-se o uso ora de substantivos para uns.1 2.1 1.1.2 2.2. . nova. Deve-se ter o cuidado de não deixar títulos de seções isolados no final da página sem o respectivo texto.2 Quadro 3 – Níveis de numeração progressiva A função da numeração progressiva é sistematização do conteúdo do trabalho acadêmico. sendo que a indicação das seções primárias seguem a seqüência de números inteiros a partir de 1 e as se uma seção secundária constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. observando-se a sua hierarquia como.1.77 um assunto.2 A comunicação e o hipertexto (seção terciária) Na opção pela divisão deve-se observar a clareza e os objetivos dos títulos. com títulos precedidos de seus indicativos numéricos alinhados à margem esquerda.

exceto no caso de começar com nomes próprios. • o texto da alínea inicia-se com letra minúsculas. exceto no caso de começar com nomes próprios. • recomenda-se não se usar espaçamento diferenciado entre parágrafos. • são enumeradas com letras minúsculas ordenadas alfabeticamente. exceto o último inciso da última alínea. obedecendo as seguintes orientações: • o texto anterior à primeira alínea termina com dois pontos. O texto final da alínea anterior ao primeiro inciso termina com dois pontos: • iniciam com hífen. e são escritos com espacejamento normal. são alinhadas sob a primeira letra do texto da alínea correspondente. Cores . sendo permitido. • são encerradas com ponto e vírgula. • o texto do inciso inicia-se com letra minúscula.5 cm da margem esquerda. deixar algumas linhas em branco no final da página anterior. observando as seguintes orientações: • desloca-se a primeira linha de cada parágrafo em aproximadamente 1. • terminam com ponto e virgula. seguidas de sinal de fechamento de parênteses. • evita-se deixar uma única linha de texto isolado no início da página. Alíneas As alíneas são divisões enumerativas referentes a um período de parágrafo. Incisos Os incisos são divisões existentes no interior das alíneas. • a segunda linha e as seguintes são alinhadas sob a primeira letra do texto da alínea correspondente. • iniciam-se no recuo de parágrafos e são escritas com o espacejamento normal. exceto a última que é encerrada com ponto.78 Parágrafos Os parágrafos devem ter o alinhamento justificado sem a separação silábica. • a segunda e as seguintes começam sob a primeira letra do texto do inciso correspondente. que termina com ponto. nesses casos. As palavras em outro idioma devem ser em escritas em itálico.

Látex.dxf) A disponibilização digital da versão completa ocorrerá após a aprovação final do relatório. • áudio: MPEG-3(. TIFF (. • vídeo: MPEG (. WordPerfect.mpeg). SND (. que devem ser digitalizadas e impressas diretamente na página do documento. • imagens: GIF (. • gráficos . Quicktime (. Recomenda-se o emprego dos seguintes formatos: • Texto: PDF (. MIDI (.gif).midi ou .mpg ou .mp3).avi).Não é recomendado a utilização de cores e sombreamentos. O uso de cores só será permitido em casos de extrema necessidade. CGM (.Recomenda-se à utilização das cores branca.79 O texto deverá ser impresso em preto observando-se quando do emprego de cores as seguintes orientações: • fotografias. JPG (. Documentos Adicionais .wac). preta e tons de cinzas e de grafismos em substituição a outras cores e tonalidades. • corpo 14 para os títulos.mid) • especiais: Excel (.pdf) • Quanto ao processador de texto poderá ser utilizado qualquer um que possibilite a conversão para formato PDF como. WAC (.aif). AutoCAD (.qt) ou AVI (. AIFF (. com os seguintes tamanhos: • corpo 12 para o texto.tiff).cgm). MacWord.mov ou . PNG (.png). Formatação Digital Os capítulos do trabalho deverão ser editados em arquivos distintos. por exemplo MS Word. A família de fontes recomendadas é a Times New Roman.xls). sendo preferível o emprego das cores preto e branco • tabelas .snd). com o relatório da inserção dos dados do trabalho na base de dados e com o depósito do relatório em formato eletrônico já convertido para PDF.jpg ou jpeg). com a entrega do formulário de autorização devidamente preenchido e assinado.

Informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação: NBR-14724. 2 p. Informação e documentação – citações em documentos – apresentação: NBR-10520. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2 p. • Autorização para inserção na Biblioteca Digital do PIBIC. 9 p. 2002. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. 2002. Rio de Janeiro. 2003. Numeração progressiva das seções de um documento: NBR-6024. Rio de Janeiro. Norma para datar: NBR-5892. 2003. 2002. • Autorização para reprodução e divulgação do trabalho. Apresentação de relatórios técnico-científicos: NBR-10719. 1989.elaboração: NBR-6023. ______. Rio de Janeiro. 2 p. Sumário: NBR-6027. ______. Abreviação na descrição bibliográfica: NBR-10522. Rio de Janeiro. ______. 1988. 1989. 1989. 1992. Título de lombada: NBR-12225. . ______. ______. 3 p. Rio de Janeiro. 2 p. ______. Informação e documentação – referências . 24 p. Rio de Janeiro. 6 p. ______. Rio de Janeiro. 9 p. ______. Resumos: NBR-6028. 7 p.80 Deverão ser entregues junto com o relatório os seguintes documentos cujos modelos encontram-se no Departamento de Apoio a Pesquisa: • Autorização para inclusão como artigo nos periódicos da UFAM. ______.

. FRANÇA. São Paulo: Saraiva. MÁTTAR NETO. 1996.81 BARROS. Florianópolis: Editora da UFSC. São Paulo: Makron. e aum. 2002. ANEXO 1 VERBOS CORRESPONDENTES AOS NÍVEIS SUCESSIVOS DO DOMÍNIO COGNITIVO* AVALIAÇÃO Ajuizar Apreciar Avaliar Eliminar APLICAÇÃO COMPREENS Aplicar ÃO ANÁLISE Analisar Calcular SÍNTESE Armar Articular Compor * Adaptado de JONHSON & JONHSON. Escrevendo e normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. Belo Horizonte: UFMG. Aidil Jesus da Silveira. SOUZA. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. 2000. Francisco das Chagas. 3. 2001. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. Metodologia científica na era da informática. rev. S.ed. Neide Aparecida de Souza. LEHFELD. João Augusto. R. Júnia.

82 CONHECIME N T O Apontar Arrolar Definir Enunciar Inscrever Marcar Recordar Registrar Relatar Repetir Sublinhar Nomear Descrever Demonstrar Classificar Constituir Escolher Discutir Esclarecer Examinar Explicar Expressar Identificar Localizar Narrar Reafirmar Traduzir Transcrever Dramatizar Empregar Ilustrar Interpretar Inventariar Manipular Praticar Traçar Usar Comparar Contrastar Criticar Debater Diferenciar Distinguir Examinar Provar Investigar Experimentar Coordenar Criar Dirigir Reunir Formular Organizar Planejar Prestar Propor Esquematizar Estimar Julgar Ordenar Preferir Selecionar Taxar Validar Valorizar .

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