UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
... 1

Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
... 3

Pró-Reitoria de Ensino

de dezembro de 2005. 89. 58. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56. 90.724.. 87. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14..4. 81. .

...................................................................... POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ..........................................................................................................................................................................5 4 4..................1 4......................... 34 Tipos de relatórios ............... 31 Avaliação ............................................ 21 Procedimentos .....2 4........................................................................4 6... 24 PAPER...............................................................................................................................................................4.................................................................................3 4.......... 21 Conceito ..........................1 3...... 18 Avaliação ..................... 5 .................................................................3 3.................................................................4 5.3 6...........1 5............................... 34 Procedimentos ........................................... 35 Avaliação ........................................................................2 2................................ 29 Elementos pré-textuais ................................................4................................ 16 Procedimentos ..................................................................................................................... 33 Propósitos .............................. 27 Procedimentos quanto à elaboração .............................................................................2 5........................................................................3.......4 3 3.1 6........................................................................3 5..... 30 Elementos pós-textuais ......................................................................................................1 2................................................................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ..............................5 6 6..... 31 RELATÓRIO .........................................................................4 5......... 25 Procedimentos ................................................................................................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ..............3 2......................... 17 Ficha bibliográfica ......................................4......................................................... 27 Conceito .......................... 26 ARTIGO CIENTÍFICO .......................................................... 20 RESENHA CRÍTICA ........... 09 PARTE I ............... 37 ........ 21 Propósitos ............................................................................. 10 1 2 2..................................................... 33 Conceito ..........................................................2 5.............................................4 3...............3.......................1 5...............................3 5........................... 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ................................................................................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ..2 6......................................................................... 17 Ficha de leitura .........................4................................... 25 Conceito ........................................................ 25 Propósitos ............... 13 FICHAMENTO ..4 5 5........................................................................................................................................................ 26 Avaliação ..................................... 22 A apresentação da resenha ...........1 2...........................................................................................2 2..............5 INTRODUÇÃO .................................................2 3........................................................................... 15 Conceito ....................... 30 Elementos textuais ........................................ 15 Os propósitos do fichamento ........................................................... 23 Avaliação ........ 27 Propósitos ...

..........................4 3............................3..... 71 Publicações em eventos .. 40 Avaliação ..............3 7........4................... 46 1........................................ 59 Regras quanto ao título e subtítulo .................... 70 Artigo e/ou matéria de jornal ..................................... 53 2 2.......................... 39 Procedimentos ...........................................................................3 3......................................................................... 7 7................................................................ 65 Monografias no todo em meio eletrônico ...........................................4...............2 7..................................................6........................................2....................................... 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ......6 3......2 Tipos de citação .............. 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas ......................2.... 58 Regras gerais para elaboração de referências ...................................... em meio eletrônico ....3........ 62 Regras quanto ao local ...............................................2 3..........2...........................................2 3...... 57 Localização das referências ............ dentre outros..................................1.................1 7....1 3.....3 3..........................4........................ 70 Artigo e/ou matéria de revista............4................ 39 Conceito .................................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .3 Citação da citação ......... 63 Regras quanto à data ................................................................ boletim............................2 3..........2.2.. 67 Parte de monografia em meio eletrônico .......2 3....3 3..................................................3...................................................1 Regras gerais para citação ............................... 45 1......3 Alterações na citação .............................................................................................4 3....4..... 64 Modelos de elaboração de referências ............2...................1......4...................................................... 55 Exemplos de resumos .............................................................................................................................................................4 Normas complementares para citação .......................................................... 47 1............................................. 45 1...4............. 72 ...................................................................1 3... 65 Monografias .............................................................4 3.....3 3......2 3................... 59 Regras quanto à autoria......1 3 3......................... 57 Aspectos gráficos das referências ................................................................... 39 Propósitos ....................................................................................................................................................4 MEMORIAL .............................. 43 1 CITAÇÕES ........... 48 1.....................1... textual ou literal ......... 61 Regras quanto à edição e editora ......... 41 PARTE II ......................... 69 Partes de publicações périódicas ..................................... 50 1..........................6 3..........2........4....1 3...............2.................2 Citação indireta: paráfrase e condensação .......4......4. 68 Publicações periódicas ...............4 3..............................1 3........................... 67 Partes de monografia ....................................1 3.........................................2.....................................4...................4....................................................................................................... 46 1......1.................................. 64 Regra quanto à paginação .....................................1 Citação direta.........5 3................................................. 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ........................................................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .......... 65 Monografias consideradas no todo ............................................5 3.. 52 1.............................. 68 Publicação periódica como um todo ................3.......................................5 Considerações finais sobre as normas de citação .............................................3....4.....................................................3.................

.............................................................................4............................................... 90 Equações e fórmulas .....................................10 3............................... Jurisprudência ........................................................1 5.................... Documento jurídico em meio eletrônico .......2 4................................................. Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ............ Documento iconográfico ...... 91 REFERÊNCIAS ............................................... Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ................................ 100 Apêndice D ....................................................................................7.................................. Bula de remédio ........................4.....................................................12 3.................2 3......................................3 3............ 95 Apêndice A ........... 96 Apêndice B . Documento tridimensional ............................4.......................................................... Documento cartográfico em meio eletrônico .4........................................ 87 Formato ...................................... Documento sonoro .............................................. 84 Elementos pós-textuais ......................................................4...4 3..................... Trabalho apresentado em evento .................................................................. Eventos como um todo em meio eletrônico ................................................................ 88 Títulos e indicavos numéricos .........4..........................UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3..................2 5........................4.....................................Modelo de página de abertura (artigo científico) ................... Séries e coleções .......................4.........1 3..........................4. 92 APÊNDICES .............................................................................................4.................................... 87 Margens e espacejamento ...5 5....3.................3.......................4..............14 4 4.....7 3.....................................5 3......................4.......................4... Doutrina ..................... 89 Tabelas ..................................3 5 5......................................................................................................... 98 Apêndice C ....................4...............................................................................................................................6......................... 81 Elementos textuais ........4............4.......3.......................................................................4.............................. 89 Ilustrações ..........................................8 Eventos como um todo ................................ Imagem em movimento ................. Patente ........................... 7 ........4...... Documentos jurídicos ....................................1 3........ 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .......................2 3.. Documento cartográfico ................................4......................1 4.......................................................3 3.........4 3...................3..........13 3.......................................................................................................1 3............ 88 Parágrafo ....................................................... Legislação . 102 Apêndice E ................................................................................4..................3 5...................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos .................11 3............... 81 Elementos pré-textuais ............. 87 Paginação ..Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos ........................... Notas ... 103 ....................................................4.............................6 3..........4........................ 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ....................................................................................1 3............4.........9 3............................6 5.............Exemplo de sumário ......4..........................................7 5.. Documento iconográficoem meio eletrônico ...........Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos .....................................4 3....................................4 5.......4............................8 3..........................................

.. .8.

dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento. Est as orientações. ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. a pr odu zir conhecimentos. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva.cien tí fi cos. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . em todas as disciplinas. esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. para quê. ao artigo científico . da teoria com a empiria. o domínio de conceitos reelaborados. 9 .permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. o mais elementar deles. o domínio do saber e da cultura. A UNIVALI destaca. conceitual e lógica. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento. conse qü en tem en te. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. característica da formação superior. Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas.do fich amen to.. desde os primeiros períodos. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. Assim. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. ou da articu lação. E viden te men te . (SEVERINO. Se a ciência é o resultado do confronto. A elaboração de trabalhos acadêm icos .. 2000). Certamente. entre suas finalidades. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica.

..10. .

11 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ...

...12.

à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento. 13 . a perguntar. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente. Demo (1996. Ao lado desse fato.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. perfil. sobretudo alcancem a capacidade de formular. requer que as atividades referentes à investigação. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . portanto. p.ler e compreender textos teóricos. a querer saber sempre mais e melhor. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior.. redijam. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. deve . pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. Deixa-se para trás a condição de objeto. em todas as áreas do conhecimento.. registrar a informação e as . de complexidade e sofisticação crescentes. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área. se faz.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos.] escrevam. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. assim identificadas: . Por outro lado. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem.se con siderar qu e a bu sca.] Aprende a duvidar... expressão. Formular. porque significam propriamente a competência. A formação universitária.. surge o desafio da elaboração própria. contorno. A partir daí.. atividade central na vida acadêmica.

E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. projeto e relatório de pesquisa. no entanto. observar. . paper. relat ór io e mem orial. documentais ou outras (fazer resumos. .redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação.referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. . demonstrar (ou provar) por argumentação. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. . resenha crítica. . optou-se pelo fichamento. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. explicar. projetos de pesquisa). respect ivas f on tes bi bl iográfi cas. artigo cien tífico. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. interpretar criticamente. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. referências). dominar as praxes de citação e de referência. .. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). estabelecer relações. No entanto. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. extrair significados. . artigos. sistemático e intensivo. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este. dissertação de mestrado e tese de doutorado. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. subsidiariamente. de re su m os de ar ti gos e de referências. Dessa forma. Esse conjunto de competências.competências cognitivas: .cor rigir. papers. O texto ora apresentado pretende oferecer. aut o..14. não são aqui tratados. definir.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. t anto a professores como a acadêmicos. .competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . fichamentos. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. inferir. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos.apresentar e discutir temas. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. ou mesmo o ensaio. parafrasear.

p. funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos.100).. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. palest ras ou confe rências. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. seja ele aluno ou professor. b) registrar o conteúdo das obras. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. alguns autores. ou. os fichamentos ou relatórios de leitura. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. 15 . Assim sendo. Fichar um texto significa sintetizá-lo. monografias de conclusão de curso.. no caso do professor. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. essen ci al par a a elaboração de resenhas.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. a exemplo de Nunes (1997). etc. como também registrada e documentada. portanto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. pa pers. na Universidade. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. ent ão. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. art igos. filosófica. coerente e objetivo. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. su a compreensão. d) organizar as informações colhidas”. . para utilização posterior em suas produ ções escri tas. A principal utilidade da técnica de fichamento. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. é otimizar a leitura. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o. de textos para aulas. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). cujo autor é o “fichador”. assim. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. A prática do fichamento representa. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico.

No segundo tipo (b). que tanto pode ser uma resenha. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. Dessa forma. deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor.. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. nesse caso. o docente ou o pesquisador se propôs.16. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. dos quais se falará mais adiante. Dependendo dos seus propósitos. nesse caso o fichamento consiste. uma monografia. Assim. 2. artigos e textos teóricos. No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –.. conceitos. di fer enci a. mas que. seja como técnica auxiliar de estudo de obras.se apen as na su a apresen tação. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio. com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. pelo docente ou pelo pesquisador. em geral. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. .2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. um seminário ou um relatório de pesquisa. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. b) o fichamento que é feito pelo estudante. um artigo. Ora. e m qualquer caso. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema.

. São Paulo: Saraiva. ou seja.. Leite (1985. Bibl. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. 87.112). 17 . da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . por serem considerados os mais essenciais.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere. por exemplo. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. arquivo público. Manual da monografia jurídica. 207 p.3. para que a ela se possa retornar caso haja necessidade.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere. 35-45). pode ser adotado o uso. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. Severino (2000. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. p. .). apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. após o título geral. Eco (1988. . 1997. como.3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. devem conter três elementos: . p. 2. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. etc.corpo da f ich a. 42-55) e Pasold (1999. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. Luiz Antonio Rizzatto. p. As fichas. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. o con teú do propriamente dito. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). à direita. de um subtítulo.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. como já foi dito. p.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha.

transcrições as citações. seletivo e objetivo. por exemplo. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. idéia ou argumento.. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. . apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. Assim sendo. sem o que essa crítica não passará de mera opinião. dev e o professor ter claro que. resumo conteúdo. ou não. no entanto. um comentário sobre o te xto f ichado. p. p. ao seu final. como sugere Hühne (1992. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. o que tornaria a ficha mais completa.. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). objetiva e econômica. 6465). – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. a decisão de incluir. Pode ficar a critério do professor. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura. ou seja: – ser sucinto. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. ao solicitar dos alu nos um fichamento. – utilizar linguagem clara. Nesse caso. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura. as citações. outras formas podem ser adotadas. dir etas e interligadas. citações mais significativas de trechos do conteúdo.18.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. Pode conter.3. Para sua elaboração. e as citações ou seja. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. 2. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. juízo de valor destituído de fundamento. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra.

po is cada qual tem um sentido próprio. Para D urkheim. ex te rno ao indivíduo. que pre ssupõe um a m etodologia própria. Dilthey . para e le .. Rio de Janeiro: Re co rd. Ass im . S egundo ele. o fato social. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. A socio logia com pree nsiva. que busca de scobrir regularidades ou le is . 19 . em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". 199 7. (... não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis.. cujas raízes estão no historicism o ale mão. um de se us repres entantes . 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . se gundo ele. M. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos . pois. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas".

. ou seja.20.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .A linguagem utilizada obedece a norma culta? .O resumo é sucinto e objetivo? .O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .As idéias principais do texto estão contidas no resumo? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .2.A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: . 2..

novos conhecimentos. feita por cientistas que. têm condições de emitir um juízo crítico.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. novas teorias. ou seja. A resenha de obras científicas é. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. 3. Portanto. 21 . o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. em geral. em decorrência. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. Quando realizada como um trabalho acadêm ico.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. prin cipal me nt e. para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema.. . artística ou cultural em seu campo de interesse.. além do conhecimento especializado do tema. de um modo geral. que a resenha possibilita. – uma justificativa da apreciação realizada.

em relação ao contexto social. pelo estudante. profissional ou especializada. 51-57). etc.seu quadro de referências. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra. Referência: editora e data de publicação. desenhos. 245-246): – Referência autor(es). preço. . têm o propósito de organizar. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. título. de com pe tên cias de l eit ura. títulos. pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991. de modo a cumprir sua finalidade. edição. se optar por intitular. segundo a percepção do resenhista.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. bem como da finalidade ou destino da resenha. – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. etc. . o que muitas vezes depende da obra resenhada. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). histórico. claro. p. obras publicadas.as conclusões do autor.22. local. .o resumo da obra.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra).a crítica do resenhista. cargos exercidos. figuras.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. .)? e) a quem se destina a obra: grande público. criativas? A abordagem dos conhecimentos . Para fins de t rabalh os acadê micos.. gráficos. Obs. p. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. objetivo. são indispensáveis os seguintes tópicos: . estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. análise e interpretação de textos científicos. coere nt e. 3. número de páginas. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha. baseadas em Severino (2000. especialistas. econômico. As diretrizes metodológicas que seguem. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. político. exemplos.. no ent an to. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra.

os dados sobre a obra. n um a seqüên cia adequ ada. quer dizer. sucinto e de fácil leitura. compondo um texto harmonioso.3 acima. validade e con tribui ção à discussão do problema. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico. 3. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. ou seja. como de outros trabalhos acadêmicos. trabalho acadêmico distinto da resenha. no entanto. . nas resenhas de boa qualidade. 23 . Procura estabelecer uma aproximação.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. alcance. bem como a avaliação crítica do resenhista. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema.. o qual. aparecem. obrigatoriamente. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. em geral. do texto para identificar seu plano geral. os aut ores cit ados. avaliando o texto pela sua coerência interna.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. Avalia também sua originalidade. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. juízo crít ico. buscar dados sobre o autor. seu autor. porém corrida. m arcar e esquematizar as idéias relevantes. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. os aspectos teóricos. A redação da resenha obedecerá. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos. o resumo do conteúdo. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. termos fundamentais à compreensão do t exto).. . como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. de um modo geral. sobre o vocabulário (conceitos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos.

As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido. Quanto à apresentação gráfica. econômico.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. .A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? .ci entíf icos f oram observadas? .A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? . esse item é obrigatório.24.. devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos. social) do autor é discutido? .A obra está corretamente referenciada? . o su mári o é e lem en to dispensável.As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .a resenha apresenta as idéias principais da obra? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002. polí tico. 3.5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .Aponta as características mais relevantes da obra? .O posici onamen to (te ór ico..

POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. Na elaboração de um paper. E m algu ns casos. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. promover o debate em torno de um assunto. com objet ivi dade e clare za. com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos. júri simulado.. dentre outros tipos de publicações. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER .an alít ica e da criatividade do aluno. opiniões de especialistas. 4. estudos de caso ou participação em palestras. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. o autor desenvolve análises e argumentações. como os artigos científicos. podendo considerar. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. 25 .2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. . também. artigos especializados ou de informação geral.. Além disso.1 Conceito O paper. Sua elaboração consiste na discussão. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto. pelo au tor. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado.

4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . sistematizando-se determinadas etapas. ao final do texto.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? . c) discu ssão dos pon tos r elev ant es. lev an tan do argum en tos.26.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . o encadeamento entre as idéias iniciais. A apresentação gráfica do paper.A análise das idéias é coerente/consistente? . Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . deixando-se claro. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos..cien tí fi cos são respeitadas? . as etapas de introdução. 4. artigos. et c.As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? . de forma articulada. .As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co. d) sí nt ese con cl usi va. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. desenvolvimento e conclusão. b) destaque dos pontos mais r elev ant es..As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . Como todo trabalho acadêmico. como todo t rabalh o acadêmico.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . a análise do assunto e as conclusões do seu autor. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? . registros ou anotações de palestras. tais como: textos. pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema.Há lógica na organização geral do texto? .. o pa per deve apresentar em sua estrutura. 4. entretanto. Além disso. f il mes.

o artigo científico pode abordar conceitos. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. 27 .2 Propósitos De um modo geral. O artigo científico. Entretanto. Isso permite que outros pesquisadores. 88): . . possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos.. embora sucinta. os propósitos. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. difere de trabalhos científicos. discute e divulga idéias.1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada.. . processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca.los ou pormenorizar aspectos. . ao apresentar de forma completa. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno.discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). . métodos e técnicas. Ao produzir o artigo. os procedi me nt os de u ma pesqui sa. idéias.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. a partir de novos enfoques ou perspectivas. como monografias. p. No contexto da formação acadêmica. dissertações ou teses.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa. ou nela se baseiem. docu men tal. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. 5. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. experimental ou de campo). esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. Além desses objetivos. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. . de acordo com Marconi e Lakatos (2001.

mater iais. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. dest acam. conceitos.2). comparando-se com outros estudos já realizados. porém de forma breve e sintética. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. A elaboração de artigos estimula. . destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. registros de observações ou evidências factuais. fatos ou outros estudos. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. ainda. de fichamentos. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra).reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). deve ser estruturado da forma a seguir descrita. para sistematizar a comunicação a ser feita. a justificativa do trabalho e suas limitações. Todavia. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. No tópico das considerações finais.28. são apresentados os dados do estudo. é preciso que o autor: . desenvolvimento e conclusão. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. a elaboração deste plano é útil. . 5. fazer comparações. De acordo com Leal (2001. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo.se os seu s re sul tados. explicando e avaliando os resultados. independente de ter propósitos distintos. por fim. que se constitui como dedução lógica do estudo. teorias. p. em primeiro lugar. seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. se for o caso. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias. e descrição dos métodos. Por out ro l ado. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores.102). evitando que o autor se perca durante a elaboração.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. No desenvolvimento (corpo do artigo). podendose utilizar tabelas e ilustrações). técn icas e equi pam ent os uti lizados).. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa.sistematize um roteiro básico das idéias..

a forma como o artigo está organizado. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. . Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. textuais e pós-textuais. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo..106). além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho.4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. o e xce sso de subdivisões. pois. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade. ao conteúdo desenvolvido. motivando para a leitura. deve o autor dividir o tema em discussão. o que pode prejudicar a sua compreensão. porém .103). destacando sua importância teórica ou prática.na conclusão. se min ários.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. A definição do título do artigo deve corresponder. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários.” (LEAL. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. sugerindo a continuidade das discussões a respeito. mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. p. Devem ser evitadas as gírias. É pre ci so ev it ar. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo.ao apresentar o artigo – na introdução –. . A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. 2001. 29 . et c. Pode. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. . de forma adequada. é conveniente que o autor contextualize o tema.). também. ..no desenvolvimento do artigo. ainda. Vale ressaltar que as divisões. precisão. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. p. convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância. 2001. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. as expectativas em relação a ele. caso isso não aconteça. 5.

5. . .3...Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento). . . 5.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento).4. . diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto.2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. .Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.30. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. assim como os endereços postal e eletrônico.4. .4. o currículo. cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). . Segundo a NBR 6022:2003.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). então.Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. precedendo o resumo em língua estrangeira. o desenvolvimento e a conclusão.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos. após os elementos pós-textuais.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).1 Elementos pré-textuais .Palavras-chave na língua do texto. já detalhados na seção 5. ou. .Resumo na língua do texto.3 Elementos pós-textuais . 5. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais.

Para a avaliação de artigos científicos.referencial teórico claramente identificado. sociedade). . complementar ao seu trabalho.clareza na apresentação dos objetivos.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. FEITOSA. seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex.apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos). coerente e adequado aos propósitos do artigo. equações e f órmulas. 1999. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores. precedi dos por numeração progressiva. decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação.: APÊNDICE A . organização. Normalmente. . então. . .Questionário).. 31 .identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados).clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o. siglas. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5. . 5.coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. 2000). que complementa. 2001.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. . .Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho. o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1). .Estrutura organizacional da Empresa Alfa).. Observação: na Parte II deste documento. 5.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. tais como: a) Quanto ao conteúdo: . ilustrações e tabelas (seção 5).4 da Parte II deste documento). comprova ou ilustra seu con teúdo.4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. seguidas de travessão e respectivo título (Ex.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. podem ser descritos vários critérios (AMR1 .: ANEXO B . são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas. adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos. .4. SEVERINO. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . justificativa e importância do artigo. as suposições devem ser claras e justificadas.

precisão e coerência na escrita do texto.resumo claro e informativo.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. . ou de um conceito para outro..uso/seleção de literatura pertinente à análise.afirmativas unívocas. . .linguagem acessível. . com a corr eta r elação com os f atos analisados.coerência e padronização dos termos técnicos.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado.observância das regras da norma culta.uso fiel das fontes mencionadas no artigo. un idade e art icu lação (encadeamento lógico). sem duplo sentido.objetividade. do t ext o . . . . .demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões. b) Quanto à forma: . . .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas.adequação do título ao conteúdo. -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. . . .atendimento aos objetivos propostos. .. . .elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. passagem de um parágrafo para outro.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). .observância das normas de apresentação de um artigo.32.

3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to.. uma narração.. então. exper imen tos ou testes de laboratório. na sua organização ou apresentação. de uma prática ou de um conjunto de práticas. observação de eventos. n ão é abordado n este documento. etc. . 33 .. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. relação. viagens de estudo.. aplicação de uma determinada técnica. em diversas disciplinas. o qual. realização de uma intervenção ou procedimento especializado.] Relatório é. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. p. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. al go qu e f oi realizado). até mesmo de um objeto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação... pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. 6. seja no seu conteúdo. – as quais.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. em pelo menos uma das definições. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. Embora seja utilizado com fr eqü ência. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. Em Michaelis (1998. fatos ou objetos [. Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. [. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos. de menor importância. ordinariamente por e scrito . após terem sido desenvolvidas.

O relatório é. .. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. inspeções. por conseguinte. p. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos.. of erecer informações e análises sobre empresas. viagens. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. que já requerem uma apresentação técnica. Inicialmente. Olímpio e Cancelier (1992. produtos ou tecnologias. Barrass (1986. como. em diferentes situações. elaborada segundo os propósitos deste documento. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. em campo.. verificações. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. Dessa forma. na elaboração de um relatório. cuja síntese. Quanto à estrutura (partes componentes). tem forma de apresentação rigorosa. (MARCONI. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais). etc. SEVERINO. a elaborá-los. tais como. etc. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. avaliações. LAKATOS. observações de campo. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. 6. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. p. auditorias. apresenta-se a seguir. qualquer que seja seu tipo. é importante que o acadêmico aprenda. vistorias.3 Tipos de relatórios Flôres. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. porqu e o fazemos e com que resultados”. mercados. 1999. 6. por exemplo. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. informar sobre o andamento de um projeto. 2000). medições.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. visitas. durante a sua formação. A esse respeito. procedimentos técnicos. de um único assunto.34.

. da Parte II deste documento.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos. portant o. demarcado. 35 . Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal. . para isso são úteis três perguntas: .relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). pelo início e término de uma determinada ação ou projeto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função..4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios. inf ormais ou semi -in form ais.. seja qual for o tipo de relatório. . Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) . ou em data previamente estabelecida (ex. as normas contidas no t ópico 5 . nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. em decorrência de seus objetivos e destinação. são pouco extensos e.Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos. etc. 6. de que a estrutura dos relatórios formais (e.relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. os relatórios podem ser informativos e analíticos. A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório. informal ou semi-informal). estilo da redação. de v isit a e os relat órios administrativos. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. se for o caso. semestral. pode ser periódico (mensal. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. . dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. anual) ou abranger um período de tempo maior.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. Subdividem-se em: .. por exemplo.

quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. conforme a extensão do relatório. . preciso e objetivo. . pela ausência de períodos longos. detalhes desnecessários. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. sendo o sumário dispensável. pela correção da linguagem. a partir dessas idéias. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada.o quê: identifica a atividade realizada. Nota-se que. além da folha de rosto. construção/teste ou verificação de máquinas. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa.. aparel hos ou si stem as. basta a folha de rosto. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios.36. adjetivação excessiva. com maior número de páginas. deve conter um sumário.. o estilo simples. sugere-se a estrutura a seguir.

são apresentadas de maneira uniforme. etc.O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . antes de entregá-lo ao professor. se hou ver.O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? . 37 .5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório.É escrito em um estilo simples e preciso? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? .. como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos.As t abel as e f iguras. notas e referências. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.O relatório se limita ao essencial. .. e seu sumário reflete isso? . Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação.As regras de apresentação (citações. com seus títulos e legendas? . que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6.

.38.. .

Apresenta. os resu ltados qu e espera alcançar. podendo esboçar. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. 39 .1 Conceito Para Severino (2000). e constitui um relato crítico. ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. os quais. portanto. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. precisarão. uma vez formados. . o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato. conforme as circunstâncias. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. 7. para concorrer a postos no mercado de trabalho. Nesse sentido. portanto. Parte de uma reflexão introspectiva. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. em um relato circu nstanciado. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. Consiste. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. ret ratando a subjetividade. principalment e. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional.. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. ainda. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. marca de todo trabalho acadêmico. complemen tar mente..

artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. pelo seu caráter reflexivo. 7. . participação em congressos. simpósios.3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: . . participação em ban cas e xamin adoras. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular. orientação de monografias. aperfeiçoamento e atualização: cursos. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal.. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: . tanto em sua formação como em sua profissão.atividades técnico-cient íficas. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. estadual.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. estágios de aperf eiçoamen to. . seminários e outros eventos. -ensino: desempenho didático. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. cursos e atividades de extensão. resultados de pesquisas. comitês executivos. dissertações.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese. . municipal ou privado. analítico e crítico. técnica ou artística. prest ação de consultoria especializada. exe rcício de f un ções de direção. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. .40. . situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. coordenação e/ou assessoramento.re com enda. estruturando dessa forma o memorial. além de servir a tais finalidades. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada.. analítico e autocrítico. Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida.dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. caracterizando a história particular do autor. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. No entanto. especialização e atualização. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos.finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir.formação.

que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada.. principalmente. políticos. expressando as contribuições e perdas de cada momento. com fidelidade e tranqüilidade.). nossa história de vida é nossa melhor referência. 7. Por outro lado. (SEVERINO. o memorial pode se destacar. Por fim. um projeto gráfico de bom gost o.34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. a trajetória real que foi seguida (. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. pelo esmero na redação do texto. encadernação sóbria.. p. atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. um a im pressão cu idadosa. atraente. apresentado de forma crítica.. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. econômicos e/ou sociais? . a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado.4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). Relatada com autenticidade e criticamente assumida. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. convém salientar que. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato. quant o aos seus aspectos físicos.176). Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . . o qu e requer. abrangendo sua formação e atuação profissional. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. p. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. etc. 41 . lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. como observa França (1999.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . O autor precisa estar atento para retratar. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato. 2000. No entanto.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato.. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias. apesar de sua crescente utilização. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. com maior segurança possível. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico.

O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? . relacionando-as com a trajetória pregressa? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A redação do texto é precisa e coerente? .A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .. .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? .42..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos ... 43 .

..44. .

] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras.. teórica e empiricamente. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. fazendo. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado. Apresentação. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. Depende do tipo de tese”. As citações podem ser diretas.121) considera difícil determinar “[. 45 . Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. deixan do para o rodapé out ras informações. inspirandose nelas. Assim. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. 1999. Em todo o caso.” (LAVILLE.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). DIONNE. . mesmo Umberto Eco (1988. p. o trabalho apresentado. ne las encontrando ilustrações.. etc.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). exemplos e modelos. São utilizadas para sustentar. nelas buscando apoio para seus pontos de vista. deve ser seguido em todo o trabalho. diferentemente de textos literários. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. estão sendo expostas. in diret as ou citação de cit ação. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. 259). Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. “De fato. t radução de palavras estrangeiras.. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. da ABNT.. seguido pela data de publicação da obra e número da página. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações. significado de expressões típicas. p. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). Citações em Documentos. nos quais é permitida uma apresentação mais livre.

Obs.2 Tipos de citação 1. melhor e com mais segurança se trabalha..1 Citação direta. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). 2: no primeiro exemplo. 1. o nome do autor faz parte da frase.. como nos exemplos que seguem: . sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. Vale ressaltar. são inseridas no texto. p.10). ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988. a entrada – no caso. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. 1: de acordo com a NBR 10520:2002. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. 1988. a indicação da página é obrigatória para citação direta. também. com recuo de 4cm da margem esquerda. no segundo exemplo. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas. p.10): “quanto mais se restringe o campo.” Obs. melhor e com mais segurança se trabalha.46.2.” (ECO. fonte e espaçamento interlinear menores. sem emprego de aspas.

p.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver.. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. não altera. . Ao parafrasear.. p. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e.] é uma produção de texto [. p. segu ndo Compagnon (1996.2. a escrit a do t ext o origi nal. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. o que não lhe tira o caráter científico. O assunto não deve estar solto no espaço. 319). desde que não interfira no desenrolar da pesquisa. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. mas colocado no seu contexto. conforme a NBR 10520:2002. tem-se u m caso de plágio.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. destaca-se a identificação do tema a ser estudado.. ‘encomendado’.34).. Todavia. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as.. caso ela não seja feita. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta. normalmente.. 47 . Nas citações in diret as. em tamanho e cont eúdo. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001. 1978. o “trabalho da citação [. se ‘encaixar` em temas muito amplos.. Nesse sentido. 1. de modo reduzido ou abreviado.. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira. (CASTRO. a referência à fonte é obrigatória pois. que é reconhecido como [. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores. ou seja.]”.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. A paráfrase é a forma de citação indireta que. Dentre elas. portan to. da sua curiosidade científica. Como se trata de idéias alheias. portanto. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional.

uma vez que tenha sido bem planejada. porém apresentando apenas as principais idéias do autor. (LAVILLE.85). como uma espécie de piloto automático. já qu e. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa.. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. DIONNE. (LAVILLE. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). DIONNE. p. DIONNE. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho.. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. Esta forma de uso de citação é interessante. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. 1999.48. . É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. sem alterar o seu significado. 1999). Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. 1999). Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa.

Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. usa-se a expressão latina apud2 . p. Obs.: no exemplo acima. Esta idéia. pode ser expressa como citação direta ou indireta. p. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. Obs. 1987 apud GIL. p..: no exemplo acima...2. GEWANDSZNAJDER. BOWER. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. 1994. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. .31). por sua vez. usa-se o itálic o.” (WERNER. mas de fazer brotar idéias. “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas. 2001. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim)..173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.]”.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. 49 . 1997. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI.

por se tratar de obra rara ou.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. Em qualquer desses casos. a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final.. é obrigatório indicar a alteração feita. p..” “Evite. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. dev e ser usada de modo bastante restrito.50. citações longas demais. [. p. . pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. igualmente. então. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. 1997. como qualquer outro material. em que terrenos irá concentrar seus esforços. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima)..3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação. Beaud (1997.] é preciso fazer escolhas. 125). 125) aconselha: “[. No entanto. Nesses casos....]” (BEAUD.. triagens. 1. A citação de citação. tomando notas. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes.. p. só vale pelo lugar que ocupa. seja para destacar algum de seus termos ou expressões. é admissível o uso da citação da citação. somente disponível em língua que se desconhece. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [. no entanto. b) Em citação com supressão de parte intermediária. também chamada de segunda mão. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. em que materiais irá se aprofundar.

negrito ou itálico) de termos ou expressões. .” (MARTINS. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. 1997. 51 . os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. p. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. p. p. grifo nosso). grifo dos autores). O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. 70). quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente.” (GOLDENBERG. 1997.68. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante. LINTZ.” (GOLDENBERG.21.. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. ou então. 2000..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo.

tradução nossa). Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. coletivo –quando um grupo de casos é estudado. em 25 de julho de 2002.1.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. and Descriptive. p. (TELLIS. instrumental . Collective – when a group of cases is studied. (TELLIS. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. 1997. 1. 1997. . deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho.1).52.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. p. em palestras e debates. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. explanatório e descritivo. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’.. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer.. No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época. Explanatory. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory.

126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. YIN. após apresentar a citação. 1974. 1976. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. p. Quando não for este o caso. mencionados simultaneamente. LAKATOS. em ordem alfabética. 2001) (BUNGE. após a data e sem espacejamento. Umberto Eco (1988. 1972. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. Nesse sentido. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. esses são separados por ponto-e-vírgula. 1999. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. que se concorde com ela.. conforme a lista de referências. 2001) 1. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO. (MARCONI.1988). isto é. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. em ordem alfabética. RICHARDSON. Por isso.. publicados em um mesmo ano. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. SEVERINO. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. bem como averiguável por todos. 2000. assim como as citações devem ser fiéis ao texto. 1999.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. 2001.5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. . a referência deve ser exata e precisa. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. 53 .

. .54..

As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho. p.. (FRA NÇA . técnicas de abordage m. [. O uso de abreviaturas.ch ave. como: objetivos .. comentários. símbolos. 69).. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. o método. respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas . ‘O autor do trabalho descreve. 2000.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras. fórmulas. expressões como: ‘O presente trabalho trata de. p. p. de acordo com França (2000.chave : Narrativa. a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo. Leitura. 55 . essa norma define: . Quanto à redação e estilo de resumos. os resultados e as conclusões do documento.] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. Ex . descobertas... seus resultados e conclusões mais importantes. críticas e julgamento pessoal do autor. com o uma das condições exigíveis. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto.’. 69-70). Resumo. . projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. seu valor e originalidade. concisa e objetiva. . As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo. Quanto ao estilo da redação e conteúdo.para t rabal hos acadêm icos (t eses. Limita-se a um parágrafo. 69). dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras... diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. dissertações. an tecedidas da expre ssão Palavras.: Palavras. Também não cabem num resumo citações. equações e diagramas devem ser evitados. . Sobre a extensão do resumo. que o “resumo deve ressaltar o objetivo.’ são supérfluas (FRANÇA. a NBR 6028:2003 estabelece.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. 2000. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão. Produção textual.. valores numéricos e conclusões.

Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. 65-76 .O. 3 JAPIASSU. de acordo com a NBR 14724:2005. Sch lüsselwörter (al emão).. R ia ssunt o (italiano). v.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes. Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior. conforme o caso. 2. Zusa mmen fa ssun g (alem ão). dissertações. Educação e Sociedade Sociedade. H. 34-59. resumo em pelo menos uma outra língu a. além do resumo na língua do público a que este se destina. enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto.S. o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. Em artigos científicos. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. v. p. 1999. Palabras clave (espanhol). Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L.. deve ser apreendido. os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais.4 . aperfeiçoamento e/ou especialização). Usam-se.3 O processo de globalização. p. também. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global.25. o desenvolvimento cultural do ser humano. n. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). R. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). dez.69. Em trabalhos acadêmicos (teses./dez. Rés umé (fran cê s). Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados. de acordo com a NBR 6022:2003. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige.9. embora conduzido pela economia. em suas dimensões políticas. histórico-culturais e espaciaisecológicas. a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos. set. 19 95.56. 4 RATTNER. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). Motsclés (francês). Res ume n (espan h ol ).V A s artes e .20. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. Parole c hia vi (italiano). Dentre este cenário de tendências contraditórias.

consistem em obras como livros. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas.cit. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto.. segu e. manuais. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. dentre outros. etc. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. Já em resumos e resenhas. ibidem (ou id. 57 . é obrigatória a sua identificação na lista das referências. Além disso. semin ár ios. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. conforme a natureza do trabalho. dicionário.. No primeiro caso. As notas de rodapé ficam. ibid. enciclopédias. documentos oficiais. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. 3.. relatórios técnicos e legislação. ao fim do artigo. as referências podem aparecer: em listas após o texto. da ABNT. Nestas situações. dissertações ou monograf ias. No sistema numérico. j ornais.científicos como con gr essos. as referências são apresentadas antecedendo tais textos.) e op. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem. cd-rom. desta forma.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. e-mail. capítulo ou artigo. homepage. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. que também podem estar localizadas ao final do texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. teses. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). publicações periódicas on line) ou eventos técnico. antecedendo apêndices e anexos. jorn adas. . ao fim de cada capítulo.

2.. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI.)). quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). após a cidade onde o periódico é publicado. . é usado para separar os autores (FLEURY.os parênteses são usados para indicar série.. FISCHER. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. após a editora.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada.. . . Quan to à pontu ação. após o título. Em caso de referência de periódicos. M.).2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. . n. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade.). . conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. Comp.). João. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração. . 3. entre o número do ano/volume e o número do periódico. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias. edição (7. de forma abreviada (Coord. grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais.. .15-21. M. Org. 1997).3. L. e no final da referência. Alfredo (Org. porém são conhecidos [1991]. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.os dois pontos são usados antes do subtítulo.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999). R. Ao negrito ser definido um tipo de destaque. p.o hífen é utilizado entre páginas (p.. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. respeitando-se os seguintes padrões: . este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento..usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. Rio de Janeiro. pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. ed. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto. e depois do termo In:. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos).). antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). T. Humberto). -o ponto-e-vírgula. set. seguido de espaço.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO.58.).. para o título. v.

2. FREIRE.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. Micropolíticas : cartografias do desejo. PAIVA. Editor. 59 . a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis.. ed. L.. etc. Paulo et al. GUATTARI. Graal. ed. entre parênteses. 1986. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento. Coordenador. é facultado indicar todos os autores.). acrescentandose a expressão latina et al.). São Paulo: Brasiliense. FISCHER. no singular. Sueli. seguido de espaço. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. Atlas. Em caso de projetos de pesquisa. (Coord. 1986. ROLNIK. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra.quando há dois ou três autores. separados por ponto-e-vírgula. T. Vanilda (Org. 10.3 Regras gerais para elaboração de referências 3. FLEURY. R. 1989. . (e outros). Petrópolis: Vozes. Félix. seguido da abreviação.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador. 1986. do tipo de participação. . M.. .1 Regras quanto à autoria . Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. se for o caso).3.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Vivendo e aprendendo. M.) em coletâneas de vários autores.

). 1979. em pr esas. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. 3 v. Quando a entidade tem uma denominação genérica. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. Curitiba. Anais. Secretaria da Saúde.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. 1979. Debates pedagógicos.. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. . em letras maiúsculas. . ATHAYDE. Anais. editoriais. Caio..quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. SANTA CATARINA. 1993. 3. 1990. Gabriel. Relatório de atividades. 10.. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. Florianópolis. desde que seja a forma adotada pelo autor. p. 1931. instituições). Gerência da vida: reflexões filosóficas. associações.. In: SILVA... estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. . Brasília: SEF 1997. Carlos. congressos. . a entrada é feita pelo título. . CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. Ilse. Rio de Janeiro: Schmidt. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. elatório 2001. esta deve ser indicada como autor. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR. etc. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. Rio de Janeiro: Record.60. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS.. PROCURA-SE um amigo. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. Lenilson Naveira. ed.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Tristão de.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita.. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. 212-213. . este deve constar na referência.

seguido de ponto. separados por dois pontos. na seqüência alfabética ascendente. 1997b.. 1989. 1997a. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). 1997b 3. . [Trabalhos apresentados]. ______.2 Regras quanto ao título e subtítulo .o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. RODRIGUES. Brasília: Ministério da Educação. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. . São Paulo: Hucitec. I. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar.3. RODRIGUES.em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano. 2002. entre colchetes. CHIAVENATO. sem chegar aos dois pontos. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. RODRIGUES. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. São Paulo: Hucitec. 61 . São Paulo: Saraiva.. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. Turismo.quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página. 1997a. . Em caso do uso do subtítulo. 1989. modernidade e globalização . Salvador.quando não existir título. 2.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . Adyr Balastreri. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento..

(Coord. Ana Maria. .a partir da segunda edição.. rev. 3.).3. Em caso de informações complementares à edição. MAIA.História da ciência: o mapa do conhecimento.) . Robert K. 2000.: (No livro: Editora Atlas S.. São Paulo: EDUSP. e ampl. ZARIFIAN. Porto Alegre: Bookman.o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. Carlos A. ALFONSO-GOLDFARB. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. Obs. desde que sejam dispensáveis para a identificação. P Objetivo competência: por uma nova lógica. Metodologia do trabalho científico. Estudo de caso : planejamento e métodos. ambos na língu a do document o. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). 2. . abreviando-se os pre nom es e su prim in do.62.n.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. .]. 21.A. I. . 2001.]. 2001. YIN. ed. VALENCIA. Das mulheres e das flores. Belo Horizonte: [s. 1995.em caso de haver duas editoras.3 Regras quanto à edição e editora .quando não se tem o nome da editora. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. ed. 1974. Antonio Joaquim. esta deve ser identificada na referência. São Paulo: Cortez. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Já se forem três ou mais. SEVERINO. São Paulo: Atlas.n.

São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. .: No documento de que trata a referência acima. . CASTRO. MG. mas pode ser identificada. 1994. Viçosa. dentre outros.quando a cidade não aparece no documento.quando houver mais de um local para uma só editora. A prática da pesquisa. deve ser indicada entre colchetes.l. LAZZARINI NETO. Sylvio. BELTRÃO III.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. abreviada e entre colchetes [S. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine.: s. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [São Paulo]: SDF Editores. [S. abreviadas. C.n. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento. Obs.quando o local é desconhecido. 1977..]. deve-se utilizar a expressão sine loco. 1981.]: Ex Libris. . acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país.l. Viçosa. AL. 63 . Em caso de haver cidades com o mesmo nome. entre colchetes.4 Regras quanto ao local . RJ .. 1930.]. [S.3. . indica-se o primeiro ou o mais destacado. Cria e recria.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Viçosa. J. de M. Discursos do pregador.l.

1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. primavera 2000. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular.3. mar. 2. 1996. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta.64. Aug. . 1995. 2002. (publicação com paginação irregular) . ao final da referência devem ser indicadas. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. sempre deve ser indicada.quando a publicação indicar. as estações do ano tal como figuram na publicação./Sept. trimestres. estes devem aparecer de forma abreviada. 3. no lugar dos meses.1995. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca.6 Regra quanto à paginação . 2001. registra-se uma data aproximada.. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres. entre colchetes. por isso. 3. no idioma original da publicação.. maio/dez. trimestre e semestres abreviados. seja ela de publicação. após o ponto final.quando em indicações de meses. as expressões: Não paginado.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. bim.3. 3. divisões por bimestres. distribuição. semestres ou estações do ano. Autumm 1970. sem.

b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to. Número da edição (a partir da segunda edição. política Estado moderno. etc. 1997. trabalhos acadêmicos (teses. Eva Maria. como livros. menção à edição exclusiva para assinante. Luiz Mário Gazzaneo. IS BN.. Marina de A. enciclopédias. . Caso seja indicado. B. LAKATOS. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. abreviado(s) ou não). MARCONI. se houver). ao final da referência. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. científica ed. dissertações. dicionário. São Paulo: Atlas. Maquiavel. interdisciplinar. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. A. ao final da referência).. Prenome e outros Sobrenomes (se houver. Local (nome da cidade): Editora.1 Monografias 3. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. 2000. poden do variar conf orme o ti po de documento.4. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. indicação de coedit ores. Antônio. manuais. científica. Livros GRAMSCI. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico.1. tr adu tore s. a não ser em casos de nomes próprios). ano de publicação. 1988.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. monografias).. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. 65 . Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.4 Modelos de elaboração de referências 3. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. RODRIGUES. catálogo. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. Assim.4. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . 5 Para fins de elaboração de referências. São Paulo: Hucitec.1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. Metodologia científica 3.

Qualidade de vida no trabalho . local. 1989. ed. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. 1986. Chicago: Encyclopaedia Britannica. 5 v. Edição Ecumênica. 1989. 2002. ano da defesa. Caldas. Bíblia Sagrada . RODRIGUES. Universidade Federal de Minas Gerais.] (o grau) – vinculação acadêmica. Instituição. Número de folhas ou volumes. Ano de apresentação. abreviados ou não). Português. Dissertação (Mestrado em Administração) . NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro: Delta.. trabalho de conclusão de curso.66. Bíblia BÍBLIA.Faculdade de Ciências Econômicas. Rio de Janeiro. Tipo de documento [tese. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Título : subtítulo. 1980. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. V. Dicionário AULETE. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. M. dissertação. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. 3. 1980. etc. Belo Horizonte. . 30 v. 180 f.. Prenome e outros Sobrenomes (se houver.

3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos.. O ESTADO DE SÃO PAULO. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes.1. HOUASSIS. Tese (Livre Docência) . Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. N BR 6023:2002). Universidade de São Paulo.. ano. se houver).estado. 1998.C. M. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. Obs. Reimplante dentário .: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. 1990. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. O padrão da referência é: SOBRENOME. Disponível em: <http://www1. 3.1. artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. .4.html>. (Ed). 67 . cd-rom. Documentos em CD-ROM KOOGAN. São Paulo.4. sem negrito ou itálico). 105 f. São Paulo: Delta: Estadão.Escola Politécnica. seguidos de ponto. online.L. Para referenciá-las. precedida da expressão Acesso em:. excetuando-se nome próprio. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo.br/redac/manual. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. 1990. 1990. Manual de redação e estilo . Local: Editora. Universidade Camilo Castelo Branco.2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. São Paulo. Título da obra: subtítulo (se for o caso).. In: SOBRENOME. Acesso em: 19 maio 1998. etc. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula. MORGADO. 51 f. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares. 3. Enciclopédia e dicionário digital 98. 1990.L.com. A.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . 5 CD-ROM. G. Edição (a partir da segunda. Prenome do autor da obra como um todo. volumes. São Paulo. 1997. A. (ABNT .

Os primeiros agregados humanos. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador.1990. Reflexões para o silêncio. 3. 122-143. São Paulo: Atlas. Coesão organizacional e ilusão coletiva. In: ______. Eva Maria. 1987. BOUTHOUL. MACEDO.1. reportagens. 1988. Parte de uma obra MOSCA.). editoriais. Curitiba. 5.68. Artigo de coletânea7 AMADO.. Capítulo de livro LAKATOS.. ed.).refletindo. 1997. História das doutrinas políticas. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. número de jornal ou caderno de jornal completo. B.. . Sociologia da administração . etc. (Org. seções. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). Fernando C. 3. fascículo ou número de revistas. Prestes.4. cap.14-16. FREITAS. Viagem astral aos domingos. p. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. In: ______.). bem como matérias apresentadas em u m n úmero. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 7. SOUZA.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. p.br/ livrosonline/leitura_32>.). Organizador. etc. p.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. N as coletâneas. G. Editor.. In: MOTTA. S. Rio de Janeiro: Guanabara. Gilles.4. G. 2000. Rio de Janeiro: FGV. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. In: TOLEDO. 103-115. Vida psíquica e organização.com. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. Acesso em: 25 jul.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. matérias jornalísticas. Disponível em: <http://www. A. Maria Ester de (Org.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

... 69

70...

3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

... 71

Anais eletrônicos.3 Publicações em eventos 3.3. Título.. data da publicação. Recife. Recife: UFPe. 2. 1996.ufpe. Acesso em: 21 jan. etc. numeração (se houver). CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. 4. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado. 3. 1996. local (cidade) de realização. anais. 1997.4. resultados.. Florianópolis. 1996. 2000. . atas. do documento (anais. proceedings. 3. … 2000. Recife: UFPe.htm>.72.) Local de publicação: editora.. como atas..4..2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo. Disponível em: <http://www. 4. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. 1996. dentre outros.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. ano.. Anais. proceedings.3...4... Recife.br/anais/anais.1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento.propesq.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

... 73

74...

3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

000. ESTADOS UNIDOS. 1 atlas.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. data de publicação.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. 13 jul. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. Acesso em: 15 jan. 1 atlas.000. 557 Kb (tamanho do arquivo).11. 1 imagem de satélite.4.000. 8 ABNT. 1994.jpg>. Escala 1:40. NBR 6023:2002. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado. SE (localização geográfica). IR04. 1981. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. [2000?]. 1999 (data da captação).6.76. SP). 1999. Especificação do documento. . 1999071318. 1999.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. Escalas variam. Título. Obs.. Escala 1:2. 17:45Z (horário zulu). globo e fotografia aérea.flmnh. GIF. O padrão de referência é: AUTOR. UNIVALI (instituição geradora). Itajaí: UNIVALI. 3. GOES (denominação do satélite). São Paulo. Escala.. IR04 (banda). ATLAS Mirador Internacional.6 Documento cartográfico Abrange: atlas. Gainesville.ufl. mapa. 08 (número do satélite na série).4. Regiões de governo do Estado de São Paulo. GOES-08: SE. p.GIF (título do arquivo). 3 ½ pol. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 1 disquete. Disponível em: <http://www. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 13 jul. Itajaí (local). Local: Editora. 17:45Z. 557 Kb. color. National Oceanic and Atmospheric Administration. 3. 1 mapa. 2002.

[Sem título]. 25 cm x 25 cm. 19 transparências. 51 Kb. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. Romero. Geddes 135. Data. cartazes. Especificação do documento. 5 ¼ pol. dentre outros. 1999. BRITTO. Altura: 432 pixels. Doença dos xavantes. 77 . 25 cm x 20 cm. pinturas. color. .7. 3. Anne. transparências..4...jpg. color. Título. K. São Paulo: UMIBO. 1 disquete.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. Largura: 376 pixels. KOBAYASHI. 1 gravura.4. fotografias. 1 fotografia. NOVAS descobertas para o terceiro milênio. caso seja necessário.1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. 2000. Formato JPEG. diafilme. desenho técnico. diapositivo. Quando não existir título para o documento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes. 1982. 1980. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR..

Diretor.78. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. VELOSO. 1992. PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas. Título. CENTRAL do Brasil. 2 cassetes sonoros. 2001. Entrevistadores: V Tremel e M. entrevistado.. Departamento Nacional. Produtor (conforme as informações disponíveis).4. conforme o caso). 3.. Direção: Walter Salles Júnior. 35 mm. Luiz Inácio Lula da. São Paulo: Polygram. . Local: Produtora. data. Especificação do documento.. Caetano. Brasília: SENAI/DN. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. data e especificação do suporte em unidades físicas. color. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. Circuladô vivo. 1991. Garcia. DVD. Rio de Janeiro: Riofilme. 1991]. fitas cassete. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. São Paulo: SENAI-SP. videocassetes. SILVA. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. 1 CD. etc.. son.9 Documento sonoro Compreende discos.4. 1 bobina cinematográfica (106 min).8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. 1998. Local: Gravadora (ou equivalente). 3. dentre outros. CDs (compact disc). 1 video sonoro. .

BULE de porcelana. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. Version 4. Marcel. 1 escultura variável. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal.. etc. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. Curitiba.” (ABNT. esqueletos. monumentos. programas de computador. 13). animais empalhados. 1998. Normas. 9 3.l. Biblioteca Central. maquetes.]: Microsoft Corporation.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. 79 . Título (do serviço ou produto). 1995. pesquisa.4. Especificação do objeto.doc. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. NBR 6023:2002. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). dentre outros). arquivos em disco rígido. objetos de museu. Versão (se houver).. objetos e suas representações (fósseis. 18-]. quando identificado). desaparecem rapidamen te. mensagens eletrônicas. Escultura para viajar. e meio eletrônico. DUCHAMP. AUTOR(es)se for o caso. Título (caso não exista. 1 CD-ROM. p. assunto em discussão.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. listas de discussão. 1 bule. não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. [China: Companhia das Índias. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. Descrição física do in terpes soal e efêmero. 1918.1. Data.4. [S.

entre parênteses.bdt. O que é sociologia? 7. 2. 1991. Disponível em: <http://www. No prelo. Acesso em: 30 maio 2002. 1984.org. 1978.ed.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. J. documentos mimeografados e digitados. (Primeiros Passos. Bula de remédio. RUBIROSA. MARTINS. 3. Os princípios da gestão moderna. 3. J. 57). In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. 1985. MARINS. Niterói.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. São Paulo. São Paulo: Brasiliense. . L. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração.80. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. São Paulo: Publifolha.4. Mensagem recebida por <simonegf@sj. Radiologia Brasileira. 1990. Italvino. Massa calcificada da naso-faringe. 2002.br> em 11 nov. M. 1997. MARQUES.univali.. M. C. podem ser acrescentados. apostilas. Base de Dados Tropical. se houver. 3. Apostila. Digitado. 1999. Carlos B. Memorial [mensagem pessoal]. HINDLE. ÁCAROS no Estado de São Paulo.ed. ao final da referência.fat. sem destaque. Responsável técnico Delosmar R. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. SC. Tubarão. E.br/ acaro/sp/>..23. n. Bastos. LEAL. textos não publicados.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). Tim.4.4. Como fazer apresentações. São José dos Campos: Johnson & Johnson.

c) identificação de números (volume. se houver. 81 . uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria.2) . impresso da mesma forma que o do autor. trabalhos de graduação interdisciplinares TGI. papers e relatórios. 4. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa).. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional). seqü encialmen te. d) subtítulo. Deve conter. se for o caso: v. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros. tais como fichamentos. c) título. e) número de volumes (se houver mais de um. resenhas.TCC. onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. g) ano da entrega (4 dígitos). Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. textuais e pós-textuais. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . b) título do trabalho. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. Por outro lado. a trabalhos de graduação intra e extra-classe.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A).. do alto ao pé da lombada. dissertações. . A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais. im presso longitu dinalmente. b) nome do autor. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. para elaboração de teses. Suas orientações também se aplicam. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. no que couber.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura .1 Elementos pré-textuais .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT.

82. se houver mais de um. com as respectivas correções. apresenta-se a ficha catalográfica.. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. etc. etc. objetivo e nome da instituição a que é submetido. parte inferior da página. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. dissertação. . com a identificação do conteúdo que permita a indexação).Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. h) ano de entrega (4 dígitos).). trabalho de conclusão de curso.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). . Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. b) título principal do trabalho (claro. g) local (cidade) da instituição.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s). d) número de volumes. d) área de concentração. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca. b) título do trabalho e subtítulo (se houver). c) subtítulo (se houver. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho. em seqüência.. preciso. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . área de concentração. c) texto contendo a natureza. . obtenção de determinado grau. . a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. devem ser apresentados. Aparecem em folha separada. f) nom e. . ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). nome da instituição a que é submetido. No verso da folha de rosto. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). e) data de aprovação. como as teses.

Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto. pensamento. não deve vir entre aspas. fora de parênteses.Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. . abaixo do texto. or ganogram as.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. da Parte II deste documento).. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho).Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. fluxogramas. d) os indicativos das seções que compõem o sumário. . . com respectivos nomes e números de página.3 da Parte II deste documento). esque mas. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. . etc. . escrit o por ext enso. Apesar de ser escrita por outra pessoa. Se necessário.ordenadas segun do determ inado cri tério. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. Consiste na transcrição de uma frase. da Parte I deste documento. gráficos. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais .Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto. também denominadas seções primárias). que é uma lista "de palavras ou frases. devem ser alinhados à esquerda. 83 .4. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).ver seção 5." (NBR 6027:2003. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos).Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 . segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). . Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. .. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. com o respectivo significado. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito. na ordem em que aparecem. se houver. com respectivos nomes e números de página.Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o.) na ordem em que aparecem no texto. p. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. desen hos. na ordem em que se apresentam no texto. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to.Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. mapas.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. 2). .

que seguem os indicativos das seções. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso. separados por hífen (ex. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. análise e interpretação dos resultados. ou seja. f inalizan do com uma conclusão. con st itu em. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado. há distintos modos de organizar o texto. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica).se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. Se o trabalho compreender mais de um volume.Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa. No en tant o. contextualiza-o. apresentação. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização).: 32). f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. portanto. Conf orme o tipo de trabalh o. de u m modo geral . o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes.84. além de aspectos metodológicos. n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. . os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa. excetuados os elementos obrigatórios. em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. à qual se segu e o desen volvim ento.. Em caso de relatórios de pesquisa científica. com uma definição clara. está localizado. Da mesma forma que na introdu ção. Nela são descritos os conceitos. O sumário é o último dos elementos prét extu ais. 4.. me todologia.2 Elementos textuais Os elementos textuais. assim como os prétextuais. e)os títu los e su btítulos (se h ouver).: 32-49). apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. área de conhecimento ou metodologia adotada. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. . .

da Parte II deste documento.Conclusão Como parte final do texto.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). que complementa. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho. seguidos de suas respectivas definições. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT. dentre outros). utilizados no trabalho. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . 4.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho.. com a indicação de sua localização no texto. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. assuntos. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido. extraídos de um documento. As orientações para sua elaboração. consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. . . 85 . nomes geográficos. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. .Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área.. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ .Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos.3 Elementos pós-textuais .Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. complementar ao seu trabalho. comprova ou ilustra o seu conteúdo.: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). além de sugestões para outros trabalhos. possibilitando sua identificação individual.

.86...

digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). as informações sobre o trabalho. com form at o A. objetivo. referências. algumas normas gerais devem ser seguidas. Já na folha de aprovação. 5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. O texto deve ser digitado com espaço 1. no caso de dissertações e teses. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. com exceção da folha de rosto.4 (21 cm x 29.5. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1. O texto é digitado no anverso da folha (frente). nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. Na folha de rosto. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. 87 . f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho.5.1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco..2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. Quanto ao tipo da fonte. legendas de ilu strações e de t abelas. Entretanto. em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples. margens direita e inferior: 2 cm. sem brilho. notas de rodapé.5 entre linhas.. . 5. notas de rodapé. recomendam-se Times New Roman ou Arial. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C).7 cm ). pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas).

Seção terciária 1. pre cede o títu lo da seção.1 3. 5.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento.1.1 2.1.1.2. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. sendo de le separado por um espaço. Esse indicativo numérico.2 .2 3 3." (NBR 6024:2003).1. a 2 cm da borda superior. por sua vez.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.88.2 2.1 2.1. quaternária. A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.1.1..1 2.1. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária.3 Seção quaternária 1. pode se dividir em seção secundária. em algarismos arábicos. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. a qual. a partir da folha de rosto.1.1 2. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.2. no canto superior direito da folha. 5. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. contendo a exposição ordenada do assunto.1 2. etc.1.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. alinhado à margem esquerda. terciária. Havendo apêndice(s) e anexo(s).1 2.

qualquer que seja a forma adotada. dentre outros. ver 1. Atenção! Em relação ao itálico. or gan ogram as. em 2. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. na seção 3 relatou-se. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras.. deve ser mantida em todo o trabalho. no in te rior de um a seção. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente.2.. adotando-se. referências. caixa alta ou versal..5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: . anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). esqu emas. com exceção da última. qu adros.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos. hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. fotos. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. resumos. . Muitos autores..1 Os títulos de errata. fluxogramas. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas.. estas devem começar com um hífen.. listas. e redondo. agradecimentos.. sumário. pois do contrário não contribuirão para a análise..27 cm). dele separado por um espaço. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. glossário. se inicia em ou tra li nh a. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda.1... preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra. nesse caso. porém. O texto.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. se m que h aj a necessidade de intitulá-los. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito. 89 . mapas. apêndice(s). c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. No entanto. As alíneas. itálico ou grifo.. exceto a última que termina em ponto.. 5.. precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . . terminam em ponto-e-vírgula. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. gráficos. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. o espaçamento duplo entre os parágrafos. usam-se alíneas. 5.

o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela. do respectivo título e/ou legenda explicativa. As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . A tabela. uma única página. de forma clara e concisa. b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. preferencialm ent e. .cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. uma abaixo da outra. breve e clara que dispense consulta ao texto.IBGE (1993). três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo).cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. p. após o fio de fechamento. c) ocupar. 1993. conclusão para a última e continuação para as demais. preferencialmente sem abreviações. Q uanto à disposição das in formações. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. o segundo. . com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem.se t iv er poucas colu n as.se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. no mínimo.90. também é preciso seguir alguns critérios: .. sintetizadas a seguir. por extenso. . . t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica. pode se r apresentada em duas partes.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. Figura 3. o rodapé. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. na mesma página. e da fonte.. Quadro 5). A moldura compreende. 28): . pode ser apresentada em duas ou mais partes.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte. o espaço do cabeçalho e o terceiro. . de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. 5. Quando não couber em uma folha. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. lado a lado. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. . A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha.

numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. ‘observação direta’.se à margem esqu erda da primeira coluna. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z . Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . subtração. quan do os dados se originarem de diversas fontes. por exemplo). multiplicação e divisão. ‘en trevist as realizadas’. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula. / ou – X .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros.8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados.. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. 91 . utiliza-se como fonte o autor.. ‘formulários preenchidos’. c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. alinh ando. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. ‘questionários aplicados’. caso seja necessário.. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. p. 9).quan do. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. alinhados à direita. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos.. pela natureza do fen ômeno. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. os nomes ou 5. conforme o caso. entrevistas ou observação). a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários.

______.). p. R. 1998. 4. FEITOSA. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. 1997. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. U. 5. São Paulo: Atlas. ECO. da UFMG. 1986. narração. 1996.A. Rio de Janeiro: Zahar. C. paixão. FRANÇA. Rio de Janeiro. (Org. 3. 2000. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 2003. São Paulo: Perspectiva.M. 2002. Metodologia do ensino superior.ed. pesquisa quantitativa e qualitativa. improviso e método na pesquisa social. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. Autores Associados. DEMO. ______. GOLDENBERG. A. Rio de Janeiro. ______. In: NUNES. CANCELIER. 2003.ed. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. dissertação. 2005. P Educar pela pesquisa. A. Rio de Janeiro. Florianópolis. São Paulo: Pioneira. BARRASS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. M. COMPAGNON. BEAUD. 2003. Como se faz uma tese. A aventura sociológica: objetividade. Rio de Janeiro. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. J. M. Rio de Janeiro. OLÍMPIO. E.. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. rev.C. 1989. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. L. 2001. Rio de Janeiro. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. FLÔRES.. 1996. Rio de Janeiro.307-326. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. ______. Ed.92. CASTRO. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação.J. ______. 2. Belo Horizonte: Editora UFMG. Rio de Janeiro: Record. GEWANDSZNAJDER. ______. . e aum. N. engenheiros e estudantes.. Memórias de um orientador de tese. relatório. Rio de Janeiro. 1978. Queiroz..L.C.ed. L. 1997.ed. 1992.ed. descrição.M. da UFSC. 1997. 1988. resumo. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 2.N. Campinas: . 2002. Redação de textos científicos. Campinas: Papirus. O trabalho da citação. V. ______.L. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. GIL. 2003. Belo Horizonte: Ed. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário.L. de O. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . A. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas.. São Paulo: T.

. 3. MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. 1998.. E. Turismo: visão e ação. da escolha do assunto à apresentação gráfica. Florianópolis: Ed. J. dissertações e estudos de caso. p. p. DIONNE. São Paulo: Saraiva. MARCONI.A. 2000. In: The Qualitative Report.S. ano 4. 1999. G.99109. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Estudo de caso: planejamento e métodos.ed. 1992.ed. W. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. 1991.W. n. Application of a Case Study Methodology. IBGE.. J. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa./set. de O. F das C. 5. 2001. 1975. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. YIN.L (Org. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas.. Normas de apresentação tabular. 93 . rev. São Paulo: Atlas. LEAL. Maringá: EDUEM. COOK. L.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. TOMANIK.R. 1993. São Paulo: Cortez. 21. E.M. SOUZA. de A. M.. L. . S. 1997. São Paulo: Atlas.ed. J. L. 2. TELLIS. abr. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. Pesquisa e produção escrita.M. Metodologia do trabalho científico.K. Fundamentos de metodologia científica.A. KIDDER. Escrevendo e . A . LINTZ. 1999. Porto Alegre: Bookman. C.. R. LAKATOS. ed.B. M. Florianópolis: OAB/ SC. MARTINS. Metodologia do trabalho científico. 1993. Porto Alegre: Artmed.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. M. sept. Rio de Janeiro: IBGE. A. 2. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. HÜHNE. 3. São Paulo: Companhia Melhoramentos. São Paulo: Atlas.. de A.. LAKATOS. São Paulo: Cortez.html Acesso em 26/02/02. Belo Horizonte: Editora UFMG. Rio de Janeiro: Agir. SEVERINO. 3.ed. de A. WRIGHTSMAN.L. E. 104. SELLTIZ. 1999.. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. n.). v. H.8. S. E. 2000. Disponível em: http:// www. São Paulo: Atlas.ed. 19. trabalhos de conclusão. Métodos de pesquisa nas relações sociais. . ROESCH. 1999. MEDEIROS. M. 3. 1994.A. da UFSC. 1997.. 2001. 2.ed.M. A. 1997. São Paulo: EPU. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. 5. MARCONI. C. Metodologia do trabalho científico. 1985. LAVILLE. E. Manual da monografia jurídica.ed. J. São Paulo: Atlas. LEITE.nova. C. PASOLD. A monografia jurídica. NUNES. 2001. e ampl.ed.

. .94..

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES .. 95 ..

excetuando-se a 1ª letra] ..96. Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha.. título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas.

..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 . 97 .

Centro de Educação Zzzzz. Orientador: Prof(a). Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx. excetuando-se a 1ª letra] . Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha... na Universidade do Vale de Itajaí.98.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí.. 99 . Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 . Orientador: Prof.. Dr.

. UNIVALI – CE de São José Prof..... Centro de Educação de ....... MSc........ .... sub-título em minúsculas] ........... Prof.. .100............ ...... [Local]..... ......... e aprovada pelo Curso de . . UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas. Dra.... UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa. [dia] de [mês] de [ano]....... ....... ......... Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de . .. ........................ da Universidade do Vale do Itajaí. 3 cm Área de Concentração: ......... Dr...... ..

Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. 14 de fevereiro de 2003. Dra. Dr.. Prof. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú.. Msc. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro . 101 . Centro de Educação de Balneário Camboriú.

.................................... 57 4.....................................2 Objetivos da pesquisa .................................. 71 REFERÊNCIAS ..................................................2 Fontes documentais ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 40 3............................................. 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ............................................ 80 ..................................................... 18 2................................................................................................................................ aceitação e cooperação . 43 3..................................................................................................... 49 4.......................1 Breve história das principais concepções do passado . 16 2......................................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ..............................102...........................1 Concepções teóricas .............................................. 11 1........................... 46 4 RESULTADOS ....................3 Estratégias e instrumentos ................ 77 APÊNDICES .........................................1...........3 Resistência................. 39 3.................................1......1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa ...................2 As principais correntes teóricas da atualidade ......... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................................... 10 1..........................................................................2 Expectativas e aspirações ........ 14 2............................................................................... 50 4................................ 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................... 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .......................................................................1 Justificativa ....................................................................................

103 . contendo de 100 a 250 palavras. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo...) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) . elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003.