Apostila do curso de Introdução à linguagem de programação STEP 5

- BÁSICO Siemens

CENTRO MÓVEL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL - CMFP
Alameda Barão de Limeira 539 – Campos Elíseos – 01202-902 – São Paulo - SP Tel.: 0xx11-3273-5150 Fax.: 0xx11-3273-5161 e-mail: tecnicoscmfp@sp.senai.br

SENAI – Instituição criada, mantida e administrada pela indústria.

Unidades Móveis de Treinamento 30 anos (1973 – 2003)

1. Introdução...............................................................................................................................................5
1.1. Comandos programados por fiação e por memória..................................................................................5
1.6.1. Comando programado por fiação (convencional):......................................................................................................5 1.6.2. Comando programado por memória:...........................................................................................................................5

1.7. Configuração de um controlador programável..........................................................................................6 1.8. Sinal binário; nível lógico de sinal...............................................................................................................7 1.9. Programação de contatos NA (Fechadores) e NF (Abridores)..................................................................7 1.10. Endereçamento de entradas e saídas; bit, byte........................................................................................9 1.11. Linguagem de Programação STEP 5; formas de representação...........................................................10
1.11.1. Representação .........................................................................................................................................................11

1.12. Programa de comando; a instrução de comando...................................................................................12
1.12.1. O QUE deve ser feito?.............................................................................................................................................12 1.12.2. COM O QUE isto deve ser feito?............................................................................................................................12

1.13. Imagem do Processo: PII; PIO................................................................................................................13 1.14. Instruções de comando STEP 5 para S5 95U.........................................................................................15 1.15. Instruções de Comando STEP-5 para o CP............................................................................................15 1.16. Blocos para programa de usuário...........................................................................................................15
1.16.1. PB’s - Blocos de Programa......................................................................................................................................16 1.16.2. FB’s - Blocos de Funções........................................................................................................................................16 1.16.3. SB’s - Blocos de Passos...........................................................................................................................................16 1.16.4. OB’s - Blocos de Organização................................................................................................................................16 1.16.5. DB’s - Blocos de Dados..........................................................................................................................................16

1.17. Estrutura do programa de usuário.........................................................................................................17

2. O Equipamento de Treinamento..........................................................................................................18
2.1. Módulo Fonte de Alimentação:.................................................................................................................18 2.6. UCP - Unidade Central de Processamento:..............................................................................................19
2.6.1. Operação:...................................................................................................................................................................19 2.6.2. Reset Geral (Overall reset)........................................................................................................................................19 2.6.3. Simulador...................................................................................................................................................................19

2.7. O Teclado SIEMENS.................................................................................................................................20 2.8. PRESETS....................................................................................................................................................20
2.8.1. SIGNIFICADO DOS TERMOS INDIVIDUAIS......................................................................................................21

CENTRO MÓVEL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL - CMFP
Alameda Barão de Limeira 539 – Campos Elíseos – 01202-902 – São Paulo - SP Tel.: 0xx11-3273-5150 Fax.: 0xx11-3273-5161 2 e-mail: tecnicoscmfp@sp.senai.br

SENAI – Instituição criada, mantida e administrada pela indústria

Unidades Móveis de Treinamento 30 anos (1973 – 2003)

2.9. Exercícios: Definir Presets.........................................................................................................................22
2.9.1. Exercício 2.1: ALTERAR PRESETS........................................................................................................................22 2.9.2. Exercício 2.2: CHAMADA DO MENU DE PRESETS............................................................................................22

2.10. Recomendação para o usuário.................................................................................................................23
2.10.1. Manuseio de disquete..............................................................................................................................................23 2.10.2. Proteção de gravação...............................................................................................................................................24 2.10.3. Exercício 2.3:Verificação do disquete.....................................................................................................................24 2.10.4. Exercício 2.4: Ligação do aparelho.........................................................................................................................24

2.11. Reset Geral................................................................................................................................................24
2.11.1. Diretamente da UCP:...............................................................................................................................................24 2.11.2. Através da função DELETE do terminal de programação:.....................................................................................25 2.11.3. Exercício 2.5: Reset Geral do CP............................................................................................................................25

3. INSTRUÇÕES STEP 5 - PARTE 1: Operações Básicas....................................................................27
3.1. Associações Lógicas....................................................................................................................................27
3.6.1. “E” / “OU”.................................................................................................................................................................27 3.6.2. Resultado da operação lógica (RLO) e seu limite de validade..................................................................................27

3.7. Exercício 3.1: Associação; Resultado da Operação Lógica.....................................................................28
3.7.1. Exercício 3.1:.............................................................................................................................................................29 3.7.2. Exercício 3.2:.............................................................................................................................................................29 3.7.3. Exercício 3.3:.............................................................................................................................................................29

3.8. Verificação de Saídas.................................................................................................................................29
3.8.1. Exercício 3.4:.............................................................................................................................................................31

3.9. Associação E antes de OU..........................................................................................................................31
3.9.1. Exercício 3.5..............................................................................................................................................................32

3.10. Associação OU antes de E........................................................................................................................32
3.10.1. Exercício 3.6:...........................................................................................................................................................33

3.11. Verificação do Nível Lógico “0”..............................................................................................................33
3.11.1. Exercício 3.7:...........................................................................................................................................................34 3.11.2. Exercício 3.8: Contatos Normalmente fechados e Normalmente abertos...............................................................36

4. INSTRUÇÕES STEP-5 - PARTE 2: Entrada e Saída de Dados........................................................37
4.1. Alteração de Bloco......................................................................................................................................37
4.6.1. INPUT (Entrada de Dados) ......................................................................................................................................37 4.6.2. OUTPUT (Saída de Dados).......................................................................................................................................37 4.6.3. CORRECTION (Correção).......................................................................................................................................37

4.7. Transferência de Blocos.............................................................................................................................38
4.7.1. Entradas:....................................................................................................................................................................38

CENTRO MÓVEL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL - CMFP
Alameda Barão de Limeira 539 – Campos Elíseos – 01202-902 – São Paulo - SP Tel.: 0xx11-3273-5150 Fax.: 0xx11-3273-5161 3 e-mail: tecnicoscmfp@sp.senai.br

SENAI – Instituição criada, mantida e administrada pela indústria

Unidades Móveis de Treinamento 30 anos (1973 – 2003)

...................... Conector #:....................4: Organização do Programa...................9............................................................... Exercício 5.................8.................2:..............................................................51 FUNÇÕES DE MEMORIZAÇÃO............................................ Flag de reset inicial (RI)....................................................42 4..................45 4..........................................................................................................54 4......................53 4........13.....12.................... STL).............5.....8.................2......... Exercício 5............................................. Saídas:..12...7................48 4........................11..................................... Exercício 4....................................................SP Tel.. Exercício 5......1: Gravar Bloco em Disquete (CSF): PB2....8....................... Alteração:................................................................ ON LINE...................................1.........4 :.2: Leitura do Bloco...............................................7: Aplicação do flag de RI.........59 CENTRO MÓVEL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL .............58 4.................................... Exercício 4..............................3........................ Exercício 5........................4.......................................13.................53 4........................57 4...............52 4.............8.3: Alteração e Inserção de Bloco e de Segmento (CSF).............4..........................................................................................................54 4........1........................57 4..................6...............................50 4........................................................... Exercício 4...1................................................... Exercícios ........... Exercício 5...1.........12..........................................13.......7..................4................. mantida e administrada pela indústria Unidades Móveis de Treinamento 30 anos (1973 – 2003) ..............................................................................39 4.........3....................................................... Exercício 4..........................................57 4.......... Exercício 4................6: Memória R-S (CSF....13...... Programa para flag de RI......9.........4.................7.................... Saídas com auto-retenção.5: Avaliação de flanco...........................8.... Teste do Bloco........... Exercício 5.. LAD.8............................................................................2.............55 4.1......................................................................56 4.6: Introdução e leitura de blocos (LAD).....41 4.......................................................................................................................... Exercício 4.......................................9...47 4.............................................1........................ Transferência:..........................10.................................... Avaliação de flanco.................: 0xx11-3273-5161 4 e-mail: tecnicoscmfp@sp..10................................54 4............................................................................CMFP Alameda Barão de Limeira 539 – Campos Elíseos – 01202-902 – São Paulo ..................: 0xx11-3273-5150 Fax.........38 4.............................senai..............8: Chamar PB13 e testa-lo (STATUS)..................................................................... Exercício 5...........................................................55 4............................................................39 4...........................................7: Programação e Leitura de Blocos (STL)........3:......................................... Exercício 5..............br SENAI – Instituição criada......5: Alteração de Bloco.2.........1.......................................9................................... procura de segmento..............................................................52 5... Segmento 1..................1:.................2...............8.....................13.... Função memória R-S..............................................................................................................................39 4............................. Exercícios 4..................2......................10...........52 4..................................................................... Flags para verificação de nível lógico “0” e nível lógico “1”..............38 4................................. Operações com parênteses............2............................................3.........................................................

Comando programado por fiação (convencional): Através de conexões entre elementos individuais . um comando convencional somente pode ser montado depois de conhecido o seu “programa”. enquanto que um comando com controlador programável. 1. Assim. o S595U. Um comando com contatores ou reles é do tipo convencional.2.como os contatos de emissores.6. etc. ex. isto é.1. é do tipo programado por memória. A figura mostra um circuito série de botões de comando. bobinas de válvulas solenóides. o que permite o uso de equipamentos padronizados. a configuração do aparelho e a fiação são independentes do programa desejado.determina-se qual o programa a ser executado pelo sistema. Uma alteração no “programa”.1. Comando programado por memória: Em um comando programado por memória.6. Comandos programados por fiação e por memória Os comandos podem ser classificados em dois tipos: PROGRAMADOS POR FIAÇÃO (convencionais) e PROGRAMADOS POR MEMÓRIA. significa uma alteração na fiação do sistema. 1. 1.1. por Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 5 . . como o próprio nome diz. Introdução Nesse capítulo iniciaremos alguns conceitos de fundamental importância na programação de PLCs assim como os métodos básicos de funcionamento do Simatic S5 e do software STEP5. chave fim-de-curso devem ser acionados para que a válvula seja energizada.

Dependendo da existência ou não existência de tensão nos terminais dos módulos de saída do controlador programável.7. elementos operadores e lâmpadas. memória de programa. isto é. de acordo com quais regras de associação (E. 1. O programa a ser processado é introduzido na memória de programa através de um terminal de programação (TP). Na UCP é processado o programa existente na memória. A tensão proveniente dos emissores de sinal é ligada aos terminais dos MÓDULOS DE ENTRADA (entradas do controlador programável). OU) os mesmos serão associados e de que maneira os resultados serão transferidos às saídas. No caso de uma alteração no programa. como já vimos.exemplo. os módulos de entrada e saída e um módulo fonte de alimentação. quando e como serão energizadas ou desenergizadas as bobinas de atuação. Nesse programa determina-se em que seqüência devem ser verificados os contatos dos emissores de sinal. será alterado somente o conteúdo da memória do programa e não a fiação. localizadas na máquina de processamento são ligados diretamente aos terminais do aparelho. que se encontra muito acima de Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 6 . O valor desta tensão é de 5. Configuração de um controlador programável Um comando programado por memória é constituído de um controlador programável. No MÓDULO FONTE DE ALIMENTAÇÃO é obtida. O controlador programável é constituído.0Vcc. A tensão para os emissores de sinal. os contatos emissores de sinal e as bobinas de atuação. basicamente de uma UCP com processador. Dependendo deste estado nas entradas e do programa existente na memória. a UCP instrui o MÓDULO DE SAÍDA para que aplique tensão ou não aos terminais correspondentes. a partir da tensão da rede. emissores de sinal e elementos operadores ou lâmpadas. tensão necessária para os módulos eletrônicos do controlador programável. e é verificado se as entradas individuais do controlador estão sob tensão ou sem tensão. são energizados ou desenergizados os ELEMENTOS OPERADORES ou LÂMPADAS.

Sinal binário.0Vcc (24Vcc a 220Vcc).DESENERGIZADO. termo esse também utilizado em português.9. Programação de contatos NA (Fechadores) e NF (Abridores) Nas páginas anteriores foi descrito que é feita uma verificação na entrada quanto ao nível lógico de sinal . 1. Em ambos os casos trata-se de estados bem distintos entre si.ENERGIZADO.de acordo com o programa a existência ou inexistência de tensão. e que os elementos operadores a ele conectados são energizados ou desenergizados dependendo do estado de tensão das saídas. É irrelevante o fato de o contato utilizado ser normalmente fechado ou normalmente aberto.5. NÍVEL LÓGICO “1” corresponde à existência de tensão . mas também para a descrição da posição dos elementos que participam no processamento de sinais dentro do controlador programável. nível lógico de sinal No item anterior foi descrito que a UCP do controlador programável verifica nas entradas os dois estados “existência de tensão” e “inexistência de tensão”. Na literatura de língua inglesa é comum a utilização da palavra “bit” (binary digit) como menor unidade da técnica de informações. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 7 . Estes dois níveis lógicos são os dois valores que podem ser assumidos por um SINAL BINÁRIO (= sinal com dois valores possíveis). é fornecida por fontes de alimentação externas ou transformadores de comando. O conceito de sinal binário é utilizado não somente para a descrição dos níveis lógicos das entradas e saídas. 1.8. para os quais a técnica de controles eletrônicos utiliza as seguintes definições: NÍVEL LÓGICO “0” corresponde à inexistência de tensão .

deve ser conhecido o tipo de contato e sua finalidade técnica. o mais tardar por ocasião da elaboração do programa e da execução da tarefa de acordo com as particularidades tecnológicas. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 8 .Entretanto.

) 1. o nível lógico “0”. Por outro lado. O controlador programável não tem qualquer possibilidade de verificar se na entrada esta ligado um contato normalmente aberto ou um contato normalmente fechado. “I” para uma entrada ou “Q” para uma saída Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 9 . desinteressante o fato de este nível lógico ter sido gerado por um contato normalmente aberto acionado ou um contato normalmente fechado não acionado. mas sim com os símbolos de operandos. uma entrada quanto a existência do nível lógico “1”. Por outro lado. devemos efetuar a conexão dos emissores de sinal com as entradas. como se faz normalmente em terminais. pode ser verificado se uma entrada tem o nível lógico “0”. por ex. portanto. ele somente pode verificar ou reconhecer um nível lógico “1” ou um nível lógico “0”. a princípio. byte Depois de nos ocuparmos dos níveis lógicos e da programação de contatos normalmente fechados e normalmente abertos. Endereçamento de entradas e saídas. liberação ativa. Será verificada.Se o contato ligado a uma entrada for normalmente aberto. a entrada terá. sendo aqui também irrelevante o fato de este nível lógico ter sido gerado por um contato normalmente aberto não acionado ou um contato normalmente fechado acionado.10. o nível lógico “1”. quando o contato for acionado. se o contato for normalmente fechado. quando o mesmo for acionado. A questão de se tratar de um contato normalmente aberto ou normalmente fechado torna-se importante somente ao se considerar as condições de segurança da instalação (ruptura de fio. bit. e das saídas do controlador programável com os elementos operadores e lâmpadas. a entrada terá. etc. sendo. Estas entradas e saídas não são designadas seqüencialmente.

o endereço do bit. e byte. 1 ou 4) com o endereço do bit (. Isto será visto com mais detalhes na página seguinte.4. A cada bit de um byte é dado um número. ou “byte de saída” e freqüentemente processados em conjunto no controlador programável. Cada posição binária individual de um byte pode assumir o valor “0” ou “1”. .7). Em um controlador programável.11. O parâmetro é uma combinação de endereço do byte (0. O bit da extrema direita tem o endereço de bit “0” e o da extrema esquerda tem o endereço “7”. por exemplo. formas de representação A base de qualquer representação de um programa é a “tarefa de comando” através da qual são descritas as funções. Ele somente pode assumir os valores “0” e “1” (DIN 44300).4. 1. etc. 1. Pode-se dizer também que um byte tem um comprimento de 8 bits. Discutiremos inicialmente os conceitos de bit.2 ou 4.2 ou . Diversos símbolos binários reunidos em uma unidade maior constituem um byte ou uma palavra. Neste caso o número de bits é idêntico ao número de posições binárias da unidade em questão Para uma unidade com 8 símbolos binários foi introduzido o conceito de byte (pronuncia-se bait). Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 10 . Linguagem de Programação STEP 5.7.e o parâmetro 0. e a partir da qual é desenvolvido um programa. O bit é a unidade para uma posição binária ou um símbolo binário. os níveis lógicos de 8 entradas ou de 8 saídas são reunidos em um “byte de entrada”.

. através da linguagem de programação STEP 5.1. representa a tarefa de automação através de abreviações mnemônicas.com a qual podem ser programados todas as funções. O Diagrama de Blocos Funcionais . botões de operação e chaves limite.CSF . como por exemplo. À esquerda do símbolo são dispostas as entradas. Antes da programação propriamente dita.é a representação da tarefa de automação com símbolos de acordo com as normas DIN 40700 e DIN 40719.11. as saídas da função. e as bobinas dos contatores.0 . os circuitos individuais de corrente são dispostos na posição horizontal.3 e Q 32.Uma tarefa de comando apresentada através de um esquema elétrico pode ser convertido facilmente. e não na vertical. na interpretação dos símbolos. LAD ou CSF. Representação A figura mostra uma parte do esquema elétrico de um comando convencional.STL .é a representação da tarefa de automação com símbolos usuais nos EUA. Convém notar que o programa é armazenado no controlador programável sempre em linguagem de máquina MC5. 1. as entradas do controlador utilizadas.. Ele tem certas semelhanças com o esquema elétrico.. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 11 . O Diagrama de Contatos . quer o programa tenha sido programado na forma de representação STL. Cada função é representada por um símbolo.. que deve ser convertido em um programa correspondente.Q 32. e a direita.2).0 . para facilitar a representação em uma tela. I 33. A Lista de Instruções . deve-se fazer corresponder aos contatos individuais dos emissores. Infelizmente. entretanto. em um programa na forma de Diagrama de Contratos (LAD). Diagrama de Blocos Funcionais (CSF) ou Lista de Instruções (STL).LAD . I 33. fala-se ainda de maneira inadequada em contatos normalmente fechados e contatos normalmente abertos e não na verificação de nível lógico “1” ou “0”. as saídas do controlador ( nas figuras.

1.1 processar a entrada processar a entrada processar a saída n.1 I 1.1 Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 12 .1.ex.2 Q 2.: COM O QUE isto deve ser feito? I 1. Visto que o processamento das instruções se repete continuamente. a UCP começa novamente com a primeira instrução.2. a tarefa de comando é dividida em instruções de comando individuais.2 n. p.12. Cada instrução de controle é introduzida em uma célula de memória. Uma instrução de comando é a menor unidade independente deste programa.1 n. Após o processamento da última instrução que se encontra na memória. Uma Instrução de Controle é constituída de duas partes: Operação e Operando (DIN 19239) A parte de operação descreve a função a ser executada. p. (AND) formar uma associação OU. Programa de comando. A parte do operando é constituída da identificação e do PARÂMETRO (endereço) e possui os dados adicionais necessários para a execução: 1.º 1.: O QUE deve ser feito? A O = formar uma associação E. O tempo que o nosso aparelho necessita para o processamento de todas as instruções de um programa é denominado TEMPO DE CICLO. usa-se o termo PROCESSAMENTO CÍCLICO.12. (OR) atribuir um resultado.ex. As instruções individuais são processadas pela UCP do controlador programável de forma seqüencial. a instrução de comando Para o processamento através de um controlador programável.12.º 2. 1. Ela representa a instrução de trabalho para a UCP e corresponde ao formato STL.º 1.

5). Em seguida inicia-se um novo ciclo. sendo feita a conexão diretamente a periferia. Caso o tempo de ciclo ajustado seja ultrapassado. pode ser contornada a armazenagem nas memórias intermediárias PII ou PIO. O tempo de ciclo é controlado através de um “supervisor de ciclo”.13. automaticamente. Quando da transferência de dados entre a imagem de processo e os módulos periféricos é feita a conexão somente aos módulos constatados como existentes. PIO Para que as alterações de sinal que ocorrem durante o ciclo do programa não causem perturbações durante o processamento do programa. Dessa maneira obtém-se uma transferência de dados em tempo otimizado. Através de instruções de carregamento e de transferência (veja também cap. e após o início da supervisão do tempo do ciclo é carregada a imagem das entradas na PII. bem como um reconhecimento de falhas nos módulos periféricos. os resultados do processamento são armazenados na memória intermediária de imagem das saídas (PIO) e após o processamento da última instrução (BE) são emitidos para os módulos de saída. o controlador programável passa para o estado ‘PARA’ devido à ultrapassagem do tempo do ciclo.1. os sinais de entrada são armazenados na memória intermediária de imagem do processo (PII). Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 13 . em cada “START”. Durante o processamento do programa as entradas são verificadas na PII. Imagem do Processo: PII. A verificação de quais são os módulos existentes é feita pelo próprio CP. Antes do início de um ciclo de processamento. que ocasionam um retardo de quitação.

bloco de organização. Consultar a respeito os manuais do aparelho. Na maioria dos mesmos. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 14 .Alguns controladores programáveis podem sofrer uma alteração de tempo de ciclo através de um circuito RC. previsto para tal finalidade. entretanto. esta alteração é feita através da programação de um OB .

><F. QB. T (tempo). A figura mostra todos os blocos que podem fazer parte da constituição de um programa. Q (saída). C (contador). F. R Q. F (flag). DR. SF T. F SP T. T. SR T. DW. BEU. T (tempo). O( . como já visto. PW. O I (entrada). R C. ON I (entrada). C (contador). F (flag).14. R T. Devido ao fato de serem os blocos de número 0 (zero). CU C. SS T. JC PB. <F. =F. chamadas blocos. DW. mas sim dividido em diversas partes. KS. FB.1. T (tempo). Q (saída). 1. C. KT.C. QB. T (tempo). encontram-se à disposição do programa de usuário 255 blocos de cada tipo: Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 15 . A(. Instruções de Comando STEP-5 para o CP Chamadas de blocos JU PB. FB. PB. IW. Cada bloco é identificado com duas letras e um número de bloco. F. FW. F (flag). C (contador). .16. As operações complementares não serão analisadas por não serem objeto deste curso. Na ocasião de sua elaboração o programa de usuário é escrito não em um único módulo. C DB. ) S Q. SB. >=F. FB. Instruções de comando STEP 5 para S5 95U Uma instrução de comando. DL. FW. Funções de parênteses Função de memorização Operações de temporização Operação de contagem Operação de carregamento Operação de transferência Operações de comparação Operações aritméticas L IB. = Q. <=F. F (flag). QW. SE T. >F. C (contador). (números de ponto fixo!) 1.F. Q (saída). SB. FB. DR. CD C.15. Q (saída). +F. usados freqüentemente para fins específicos. QW. AN I (entrada). SI T. Blocos para programa de usuário O programa completo para o comando de uma máquina ou de um processo é chamado de PROGRAMA DE USUÁRIO. S. Para outros controladores programáveis a gama de operações correspondente pode ser obtida dos respectivos catálogos. BE. PB. DL. T IB. PW. é a menor unidade do programa e representa a instrução de trabalho para a UCP Podem ser realizadas as seguintes instruções de comando com nosso equipamento de treinamento: Associações binárias A I (entrada). IW. BEC.

por ele reservadas na ocasião da elaboração do programa.Blocos de Passos Os SB’s (step blocks) são usados para a programação de comandos seqüenciais.Blocos de Dados DB’s (data blocks) são áreas da memória de usuário. DB’s .Blocos de Funções OS FB’s (functions blocks) são funções e partes de programas de aplicação múltipla que podem ser usados para os mais diversos casos.1.5.Blocos de Organização Os OB’s (organization blocks) organizam a seqüência de processamento do programa de usuário.16.3. OB’s . Os FB’s são abordados com detalhes no capítulo 8. aglutinados de acordo com a tecnologia aplicada. na maioria da vezes.1. Eles permitem. 1. Ao contrário dos demais tipos de blocos. como por exemplo um valor numérico.16.16. 1. onde são armazenados dados fixos ou variáveis. Eles contém as condições de liberação e comandos dos passos de comando seqüencial. FB’s . o OB tem uma tarefa especial.Blocos de Programa Os PB’s (program blocks) contém as diversas “partes” do programa de usuário. 1. 1.4. Ao contrário dos demais tipos de blocos. SB’s .16. os DB’s não contém instruções de comando. PB’s .2. Constituem a “coluna vertebral” do programa de usuário. a elaboração racional de um programa.16. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 16 .

1.17. Estrutura do programa de usuário
Os blocos podem ser chamados não só no OB1, como também em outros PB’s, FB’s e SB’s, de forma que o processamento se distancia assim, cada vez mais, do OB1, retornando porém a ele após o processamento do último bloco. Uma vez processada a instrução BE do OB1, está terminado um ciclo de processamento do programa de usuário. OB1 PB11 FB13 FB15 FB16 PB20 PB23 PB49 FB13 FB55 DB66 FB26 DB15 DB11 DB12

Curso de STEP 5 – BÁSICO

Página 17

2.

O Equipamento de Treinamento
Dispomos dos seguintes aparelhos para o nosso treinamento: - Um Controlador Lógico Programável S595U, com - Bateria de “backup”; - Memória do usuário; - 16 entradas e 16 saídas digitais; - Interface RS232/RS485 para interligação ao Terminal de Programação; - Fonte de alimentação 24Vcc. - Um Simulador com - Chaves, botões e indicadores luminosos; - Thumbwheel switch, display de 7 segmentos; - Potenciômetros para entradas analógicas; - Indicadores para saídas analógicas. - Um Terminal de Programação (Microcomputador) com - Teclado; - Monitor de vídeo; - Drive 3 ½” - Hard-disk; - Interface para conexão com periféricos.

2.1.

Módulo Fonte de Alimentação:
O Módulo Fonte de Alimentação é integrado ao rack com a UCP, e fornece as seguintes tensões de operação: - +5V para todos os módulos;

Curso de STEP 5 – BÁSICO

Página 18

- +24V para as interfaces seriais de 20mA (RS485). Tarefa adicional: - backup da memória RAM através da bateria de líthio; - botão “reset” para quitação após eliminação de falha.

2.6.

UCP - Unidade Central de Processamento:
A UCP é constituída de um processador de palavras, o qual executa as instruções STEP5 e supervisiona as seqüências de operação no bus . Além disso ele processa os temporizadores e contadores (integrados), supervisiona o tempo de processamento do software (supervisão do tempo de ciclo) e coloca à disposição uma interface autárquica do CP, com todas as exigências lógicas e temporais para a troca de informações com o terminal de programação. Além da memória do sistema operacional, a UCP possue uma RAM interna que pode ser utilizada para armazenagem de um programa de usuário.

2.6.1.

Operação:
O S5 95U tem os modos de operação RUN (ciclo) , STOP (pára) e COPY (cópia).

2.6.1.1.

Modo de operação PÁRA:

Acende-se o led vermelho PÁRA. Ele é selecionado através da chave seletora do modo de operação na posição PÁRA, ou através de comando pelo terminal de programação, ou ainda no caso de falhas que impedem a continuação do processamento do programa do usuário.

2.6.1.2.

Modo de operação CICLO

Acende-se o led verde CICLO. Ele é selecionado através da chave seletora do modo de operação na posição CICLO (aprox. 1 seg. após a comutação acende-se o led) ou através de comando pelo terminal de programação, sendo que para este fim, entretanto, a chave de seleção do modo de operação deve estar na posição CICLO. Neste modo de operação o programa do usuário é processado ciclicamente.

2.6.1.3.

Modo de operação CÓPIA

A UCP executa sempre o programa da memória RAM, a EPROM serve apenas como backup. Toda vez que é energizado a UCP, a transferência é feita automaticamente. Um pulso nesta chave seletora copia o programa em memória EPROM para a memória RAM.

2.6.2.

Reset Geral (Overall reset)
Pode ser efetuado: - Com o terminal de programação - Com os elementos de operação da UCP

Nas seções a seguir aprenderemos as funções básicas das operações STEP 5 com base em exemplos de programa, e poderemos verificá-las no simulador.

2.6.3.

Simulador

Para a obtenção dos sinais de emissores utilizamos botões e chaves, com os quais podem ser simuladas as funções “contato NA” e “contato NF”. A posição da chave é indicada pelo led correspondente: led acesso: nível lógico 1.

Curso de STEP 5 – BÁSICO

Página 19

O Teclado SIEMENS O teclado do terminal de programação original da SIEMENS. 2. FORMAT: ADRESSING: COMMENTS: TITLE FIELD: DATA FORMAT: LAD * CSF ABS * SYM N* N* Y Y STL DB: KG KF KY KS KH * KM KT KC SL FMT Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 20 . preencher as tabelas apresentadas. são utilizadas sempre as mesmas entradas e saídas. Instrução para teste de programas e exercícios: Durante o nosso treinamento observe a seguinte seqüência de operações: 1. os presets para a operação do terminal de programação e do controlador programável. devido a quantidade limitada de lâmpadas. 2. Testar com o simulador a função programada: eventualmente. Visto que em todos os exemplos de treinamento.7. Programar o bloco no disquete de usuário (disquete A). dificultando algumas operações mais complexas. somente o bloco a ser testado deve ser chamado pelo OB1 para o processamento. Caso isto não seja observado. Responder as perguntas. Vemos ao lado a correspondência das teclas que temos disponíveis no nosso teclado. PRESETS Antes de iniciar a programação. 3. 2. devem ser verificados.Os elementos operadores são simulados por lâmpadas.8. (TP 675) tem um lay-out bastante diferente dos microcomputadores de hoje em dia. Transferir o bloco do disquete para o CP. e se necessário alterados. 4. PEDIMOS OBSERVAR: Quando forem testados os exercícios. 5. Programar a chamada do bloco no OB1. As lâmpadas acendem sempre que a saída correspondente tiver nível lógico 1. surgirão dificuldades. botões e chaves.

1.). “SYS. ex. correspondendo aos dados do título de um desenho técnico (situação. 2.3.1. “TITTLE FIELD” (“rodapé”) Quando da emissão de documentação através de uma impressora pode ser impresso um rodapé em cada folha.8. SIGNIFICADO DOS TERMOS INDIVIDUAIS 2. SUBSET: SYS.2. projeto. etc.8.8.). MOT1) DB: Nº do bloco de dados no qual se encontram as correspondências entre os operandos simbólicos e absolutos (p.4. ex. 2. 2. ex. Q 1.1. “LANGU.8. é usado para todas as palavras de dados o formato DEFAULT (condição básica).2) SYM: Com operandos simbólicos (p. o qual p.1. CSF = Diagrama de blocos funcionais. SK. 2. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 21 .1.: MODE: CHECKSUM: A* N* ON N* B Y OFF Y 2.8.8.” (“instruções do sistema”) Habilita a utilização de instruções do sistema STEP 5 (veja instruções de programação). STL = Lista de instruções.8.5. data.8. “COMMENTS” (“comentários”) A cada segmento pode corresponder um comentário.1.LANGU. “FORMAT” (“representação”) Em que forma de representação deve ser feita a programação? LAD = Diagrama de contatos.1. revisão.6. 2. etc.7. “DATA FORMAT” (“formato de dados”) No caso de inexistência de definição em um bloco de dados. OPS. OPS.ex. identifica a função tecnológica (para este fim deve existir um PK.1. DB 200) 2. empresa.1. SUBSET” (“área de memória”) Depende do tipo do controlador programável. “ADRESSING” (“endereçamento”) O endereçamento deve ser absoluto ou simbólico? ABS: Com operandos absolutos (p. preparado por.

1.9.2. O CP ainda está desligado. caso necessário. Preset “STL” na primeira linha “format” do menu e transfira os presets com a tecla INTERRUPT. F6. Existe então a possibilidade de: .9.2: CHAMADA DO MENU DE PRESETS Chame novamente o menu de presets Qual mensagem aparece na tecla e o que ela significa? (veja também o manual do aparelho).2. na maioria dos exercícios iremos gravar nossos programas (nossos blocos) em Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 22 . posicionar o cursor no ponto a ser alterado. Exercícios: Definir Presets A alternativa selecionada é identificada por um * (asterisco).8. Depois de finalizada a seleção dos presets aparece o menu das teclas de funções na borda inferior da tecla. posicionar. é feita a soma dos dígitos (por palavra).1.8.1. Como é usual na pratica. o cursor no ponto seguinte a ser alterado. 2. um bloco deve ser terminado com BE ou deve ser finalizada uma alteração de blocos!) 2. etc.trabalhar com os presets normais (default) e transferí-los através da tecla INTERRUPT. apertando a tecla INTERRUPT duas vezes. atuar na tecla ENTER (obtendo-se assim o * ). termine a operação. Exercício 2. isto é. “CHECKSUM” (“soma dos dígitos”) Yes *: Quando da transmissão para o controlador programável. em seqüência. 2. devem ser acionados. Exercício 2. as teclas de comando F6. desde que o cabo de conexão esteja encaixado.1: ALTERAR PRESETS Proceder conforme instruções descrito e representado na figura acima. (Atenção! Antes disso. e finalmente finalizar a seleção dos presets transferindo através da tecla INTERRUPT o menu de presets alterado. OFF: Operação OFF-LINE A conexão é bloqueada após a entrada dos presets. Chamada do menu de presets Caso durante a preparação ou processamento do programa seja necessária uma alteração dos presets. “MODE” (“modo de operação”) ON: Operação ON-LINE A conexão entre o terminal de programação e o controlador programável é liberada após a entrada dos presets.8. 2. ou de alterar os presets.9. Sem alterar o “menu de presets”.9. independentemente do cabo de conexão.

nosso disquete de usuário. além do assim chamado disquete de trabalho. e em um segundo posso transferi-los para o CP. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 23 .: FD NAME: A-1 CODE: EXERCÍCIOS Aperte a tecla RETURN para que o TP assuma os comandos FD. insira nele o disquete de usuário sem forçá-lo e feche. Com o auxilio do CP. Em geral. 6 caracteres) e um código (max. 14 caracteres) O disquete é então dividido em seções (pistas e setores) e é fixada a organização interna do disquete. Em seguida aperte a tecla ENTER. Entretanto. Caso exista uma proteção de gravação no disquete do usuário A. respectivamente. Recomendação para o usuário A fim de evitar perdas de dados. Para que um programa possa ser armazenado em um disquete virgem. o mesmo deve ser “formatado”. Preencha a linha de comandos: FORMAT DEV. A-1 e EXERCÍCIOS. 5. nova descrição ou novo conteúdo. Aperte novamente a tecla ENTER. recomenda-se preparar. Após o término da formatação apaga-se o LED vermelho do FD e aparece na borda superior da tela A-1 EXERCÍCIOS. um disquete deve ser também formatado se o mesmo receber uma nova denominação. 4.10. do simulador e do terminal de programação testaremos então testaremos cada bloco. Acende-se imediatamente o LED vermelho no FD e inicia-se a formatação. procedendo como segue: 1. Manuseio de disquete Ao se utilizar disquetes. dessa forma. um disquete de backup (segurança). 3. na ocasião da formatação pode-se atribuir ao disquete. 6. 2. Este último deve ser copiado uma vez por ano em um disquete novo. devem ser observadas obrigatoriamente todas as instruções e regras que se encontram na figura. Abra o FD.1. e na borda inferior da tela o menu das teclas de funções. para a identificação: Um nome (max. Aperte as teclas F6 (SPECIAL) e F7 (FORMAT). 2. Só assim o nosso disquete do usuário terá a possibilidade de armazenar blocos (programas) e estar pronto para uma chamada a qualquer instante. procura-se evitar que no FD se encontre um disquete cujo conteúdo importante seria apagado. Atenção! Ao se formatar um disquete. DATA. 2. recém-formatado.10. remova-a. Aparece então na tela a pergunta: Diskete changed? (foi trocado o disquete?). Eventualmente chame o menu das teclas de funções através da tecla INTERRUPT. todos os programas existentes serão DESTRUÍDOS Formate o seu disquete de usuário.

. 2. ele passa automaticamente para OFF (OFF-LINE) e emite uma mensagem de erro 3 ou 12. Diretamente da UCP: Levar chave de seleção do modo de operação para a posição PÁRA. a informação DIR (Diretório) e completamos: OUTPUT DIR (saída diretório) DEV: FD (aparelho) BLOCK: A (bloco) (all) PR: (imprimir) Quais informações são dadas pela tela? Marque aqui: Deixe o disquete no FD! 2. através de F7 (INFO) e F2 (DIR).Ligar chave geral. ao ocorrer a transferência dos presets. Soltar o botão REINÍCIO e levar a chave de seleção do modo de operação para a posição CICLO.2.10. Exercício 2. Caso o CP não responda dentro de um determinado tempo. Para esse fim chamamos. Este processo é denominado RESET GERAL (overall reset). Podemos realizar isso de duas maneiras: 2. Reset Geral A fim de trabalhar no controlador programável com nosso próprios programas e sem qualquer influência de outros programas. flags.Apertar botão PS-ON (NA) e mantê-lo acionado até acender o LED verde “ciclo” da UCP. a causa pode ser o cabo de conexão não encaixado ou o CP desligado.10.10.3:Verificação do disquete Verificaremos se o nosso disquete de usuário A realmente não tem nenhum programa. Inicialmente acendem novamente ambos os leds. Exercício 2.11. Alterar preset: Modo de operação ON O terminal de programação é programado de tal maneira que. depois somente o led vermelho (PÁRA).4: Ligação do aparelho Iniciamos o exercício com a preparação do controlador programável: . Apertar o botão REINÍCIO.2.3. apertar o botão RESET da fonte e soltá-lo novamente. enquanto isso. um disquete com dados é protegido contra alterações do seu conteúdo. temporizadores e contadores antigos. Levar a chave de seleção do modo de operação para a posição PÁRA e novamente para a posição CICLO. Proteção de gravação Através de uma fita adesiva não transparente. apagamos todas as memórias. 2. é selecionado automaticamente o modo de operação ON (ON-LINE). em seguida .11. Após alguns segundos os leds CICLO e PÁRA acendem juntos.4.1. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 24 . só o led PÁRA. agora se acende também o led vermelho (CICLO) e em seguida ele se apaga.

3. Para este fim chamamos. anterior e faça a verificação após cada reset geral. através da função “INFO” (Informação do terminal de programação (teclas F7 e F2)).11. F2). com as teclas F7.5: Reset Geral do CP Efetue um reset geral de acordo com as duas possibilidades da pág. Transferir o bloco TRANSF.) 2. Através da função DELETE do terminal de programação: levar CP para o modo de operação PÁRA acionar no TP os botões F5 (DELETE) e novamente F5 (BLOCKS) introduzir “PC” e ”A” no campo de comando. Exercício 2.11. apaga-se o led vermelho na UCP ( máx.2. acionar a tecla ENTER. Durante o processo de apagamento. 30 seg. SOURCE DEV.: FD BLOCK: OB1 TARGET DEV. na tela aparece: DELETE? (Apagar?) acionar mais uma vez a tecla ENTER. introduza “PC” no campo de comando: OUTPUT DEV: PC e acione a tecla ENTER! Verifique o conteúdo da memória do CP com “INFO DIR” (F7. F1. Para isto. Qual mensagem importante aparece então na tela? BLOCK: PR: Preparemos nosso CP para os exercícios “operações básicas” e “resultado da operação lógica” do próximo capítulo. a função “TRANSFER” do terminal de programação.2.: PC BLOCK Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 25 .

como antes. Na realidade. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 26 . o bloco OB1 é transferido para a memória de usuário do CP.(aparelho-fonte) (aparelho-destino) Depois de acionada a tecla ENTER. no disquete B. também na memória do CP. o bloco é somente copiado. além de se encontrar. de maneira que mesmo após esta instrução de transferência o bloco OB1 ainda se encontra.

temporizadores. Resultado da operação lógica (RLO) e seu limite de validade Cada programa é constituído de uma série de associações que são dispostas seqüencialmente na memória do programa. 3.2. INSTRUÇÕES STEP 5 . temporizadores e contadores. contadores e de uma ou mais instruções para o comando de saídas. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 27 . saídas.1. “E” / “OU” Esse tipo de associação está descrita logo abaixo.6. Caso as verificações estejam satisfeitas. flags. Quando do processamento das verificações forma-se um resultado da operação lógica (RLO). caso elas não sejam satisfeitas. sendo auto explicativa.3.6. o RLO vale “1”.PARTE 1: Operações Básicas 3. Associações Lógicas 3.1. o RLO vale “0”. Uma associação é constituída de uma ou diversas instruções para a “verificação” do nível lógico de entradas.

a operação de associação “E” ou “OU” de uma primeira verificação não tem significado. isto é. sendo então responsável pela execução ou não das instruções seguintes. Por este motivo. o flag. desta maneira. a passagem. 3.1: Associação.O RLO da última operação de verificação determina o nível lógico das saídas. etc. Exercício 3. é um STATUS. o RLO é limitado. as operações não são executados. a UCP forma um novo RLO. temporizadores e/ou contadores programados em seguida.. isto é. entretanto. Resultado da operação lógica RLO “0”: as condições das verificações não estão satisfeitas. Resultado da Operação Lógica O que é um RLO (resultado da operação lógica). (Exceto a operação “=“. Com a primeira operação de verificação deste novo segmento. que com RLO “1” energiza a saída. o resultado anterior da associação fica sem efeito. ser sempre escrita também devido ao formalismo da programação e das instruções. as operações são executadas. Após o processamento da última verificação de uma associação. e no caso de RLO “0” desenergiza os mesmo. um nível lógico de sinal? Lembre-se: Resultado da operação lógica RLO “1”: as condições das verificações estão satisfeitas. o resultado da associação não se altera mais. O resultado de uma primeira verificação é armazenado sem associação na UCP.7. devendo. de um segmento para outro. A associação é feita somente quando da segunda verificação. flags. no processamento do programa.) Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 28 . Com o processamento da última instrução desta associação. O limite da validade de um RLO é a passagem de uma operação de terminação de segmento para uma operação de verificação (primeira verificação).

selecione a função F8 “Teste” e F8 “Status” no terminal de programação. Esta verificação de Q 32. etc.1.0 e Q 32.8. 3. de acordo com a tabela acima. 3. Exercício 3. Agora coloque o CP em operação.1 é verificado o nível lógico da saída Q 32. de maneira que em casos deste tipo. Verificação de Saídas Para que sejam acesas as lâmpadas ligadas as saídas Q 32.1: Deduza com base nos níveis lógicos apresentados.. Complete a tabela e anote quando a saída será energizada e a lâmpada se acenderá.Caso seja ultrapassado um limite entre duas associações forma-se um novo RLO. na associação E para a saída Q 32. Exercício 3.0.3: Para verificar não somente os resultados finais mas também os resultados intermediários.7. mas também de saídas. devem ser previstos circuitos ou símbolos de associação individuais para cada saída.1 são válidas condições diferentes.0 inclui também a associação I 33. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 29 .0 e I 33.8. já transferimos o OB1 do FD para a memória do CP. Visto que o controlador programável pode verificar não somente o nível lógico de entradas.2. complete o campo de comando com OB1 e observe a indicação na tela. Exercício 3.2: Verifique sua tabela com o equipamento do treinamento.7.3. flags. Em seguida acione.7. as chaves no simulador e observe as lâmpadas nas saídas. As suas deduções do exercício 1 correspondem às indicações do exercício 2? 3. 2. quais os resultados da operação lógica que serão obtidos.1. No exercício da pág. 3..

Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 30 .

I 33.5. estiverem fechados (tiverem nível lógico “1”).8. os ramos ligados em paralelo devem ser separados entre si introduzindo-se o símbolo “O” (OU sem operando).5”.0 apresenta nível lógico “1” (energizada) quando pelo menos em ramo todos os contatos ligados em série.9.5). Associação E antes de OU A associação E antes de OU é uma ligação em paralelo de diversos contatos em série.3.3. Estas funções E antes de OU são programadas em STL sem parênteses.0. Exercício 3. entretanto.2) e associada à segunda função E (I 33.1. Desta maneira são processadas primeiramente as funções E e de seus resultados e formando o resultado da função OU.4: Complemente a STL da figura acima. a saída Q 32. ou o contato individual I 33. constituídos de circuitos em série e em paralelo. 3. Enquanto que a primeira função E (I 33. um único operando (I 33. I 33.4) através do único O (OU).1. Nestes ramos. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 31 . pode ser programado diretamente antes da saída com “O I 33. I 33. ao fim do bloco básico.

Nesta associação.É válido: ..5 Complemente a STL para associação “E antes de OU”.. o único contato I 33.O “O” individual é sempre necessário se após uma função “E” se seguirem outras funções “E”. 3. a saída Q 32.1. além disso.10.0 somente terá o nível lógico “1” (energizada) se em cada um dos dois ramos paralelo pelo menos um dos contatos e. Exercício 3. Associação OU antes de E A associação “OU antes de E” é uma ligação em série de diversos contatos ligados em paralelo. se seguirem somente operandos “OU” individuais. Caso. 3. pode-se programar com O I. constituída de circuitos em paralelo e em série. estiverem fechados ( apresentarem um nível lógico “1”). ao fim de uma associação “E antes de OU”.2. que são associadas pela função “OU”.9.. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 32 .

11.1.) pode encontrar-se uma associação OU ou OU antes de E” de qualquer tamanho. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 33 .Nestas associações “OU antes de E” . ligados mecanicamente ente si.. 3. A quantidade das operações “abre parênteses” deve ser igual à quantidade de operações “fecha parênteses”. na qual a saída Q 32.0 ou a chave I 33.1.. As operações “A (“e”)” são programadas individualmente.6: Complementar a STL. que podem também incluir uma função E antes de OU.. as funções OU.10. Verificação do Nível Lógico “0” O circuito apresenta uma associação OU-EXCLUSIVO. 3. Dentro de uma expressão entre parênteses A(. isto somente pode ser realizado através de elementos de comutação que possuam uma contato normalmente aberto e também um normalmente fechado. Exercício 3.0 é energizada se e somente se a chave I 33. devem ser indicadas entre parênteses. estiver acionada. de acordo com as regras da álgebra booleana. Desta maneira determina-se que a função OU deve ser processada antes da função E.. Em um circuito dotado de contatos.

0 ou a chave I 33. Verificação do nível lógico “0”: (a entrada não tem tensão se um contato normalmente aberto estiver aberto. ligados mecanicamente ente si.O circuito apresenta uma associação OU-EXCLUSIVO.8. é utilizada somente uma chave com um único contato normalmente aberto ou normalmente fechado. Os contatos normalmente fechados.1.. a parada de uma máquina sempre que possível deve ser efetuada através do desligamento de uma tensão.. item 8. Este tipo de parada é seguro porque também funciona no caso de curto circuito a terra. um ou + contato normalmente fechado estiver fechado. Aqui existe a possibilidade de verificar no operando tanto o nível lógico “1” como também o nível lógico “O”.. por este motivo sob nenhuma hipótese devem ser substituídos por contatos normalmente abertos com verificação do nível lógico “0”! 3.11. na qual a saída Q 32. A . portanto. ou se um contato normalmente fechado estiver aberto.. isto somente pode ser realizado através de elementos de comutação que possuam uma contato normalmente aberto e também um normalmente fechado.1. Verificação do nível lógico “1”: (a entrada tem tensão se um contato normalmente aberto estiver fechado. Atenção!!! De acordo com a norma DIN 57113 / VDE 0113.0 é energizada se e somente se a chave I 33. portanto. estiver acionada. atuado. não atuado!). Exercício 3. não atuado. Quando se usam controladores programáveis. Em um circuito dotado de contatos. AN .7: Escrever a STL para o OU-EXCLUSIVO Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 34 . portanto. ruptura de fio ou falta de tensão no circuito do emissor. entretanto. usuais para esta finalidade em botões de desligamento e chaves limite. portanto atuado!).

Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 35 .

Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 36 .11. normalmente aberta) para S1 e S2. Exercício 3. independentemente das diferentes funções das chaves (normalmente fechada.8: Contatos Normalmente fechados e Normalmente abertos Complemente na figura acima o CSF. o LAD e a STL para que a proposição: K1 = ENERGIZADO se S1 for atuada e S2 não for atuada.3.2. Seja válida.

6. Para esse fim vamos:    introduzir um programa. veremos com detalhe a correção e o apagamento de operandos e funções em um segmento.1. isto é. ou seja.2. também.1. Ao fim do capítulo será mostrada a alteração em ON-LINE. INPUT (Entrada de Dados) HELP F1 INPUT F1 BLOCK INPUT DEV.4. INSTRUÇÕES STEP-5 . por esse motivo. um bloco : INPUT (ENTRADA) vamos verificar um programa (um bloco) na tela: OUTPUT (SAÍDA) alterar um programa (um bloco).PARTE 2: Entrada e Saída de Dados 4. é imediatamente executada pelo CP após a transferência.: ____ BLOCK: ____ SEARCH: ____ PR:____ 4. Alteração de Bloco Neste capítulo iremos discutir as associações e assim aprenderemos. Conquiste a tecla HELP (AJUDA)! 4. OUTPUT (Saída de Dados) F2 OUTPUT F2 BLOCK OUTPUT DEV. uma alteração com o controlador programável em funcionamento cíclico. isto é.6.6. e que. como operar o TP. sob tensão. CORR CORRECTION (Correção) Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 37 .: ____ BLOCK: ____ 4.3. Ao executarmos a alteração. bem como a inserção e o apagamento de um segmento completo.

através de saída. ou no modo de saída de dados. FD) na memória do TP. Ela pode então ser alterada. a memória auxiliar é novamente acoplada . Transferência de Blocos 4. INSERT ou DELETE. Caso não tenha sido dada outra instrução para o TP no campo de comando. EPROM. 4. será exibido na tela o primeiro segmento. O TP possui uma memória auxiliar. FD) e da forma de representação presetada (STL. ainda durante o modo de entrada de dados. 4. Somente depois que todos os segmentos a serem alterados tiverem sido processados é que. uma cópia do bloco recém-programado é transferida automaticamente para a memóriaobjetivo selecionada. Através da atuação da tecla ENTER a correção é terminada. após a instrução “BE” (fim de bloco). através da atuação da tecla ENTER. Devido à alteração. LAD. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 38 . EPROM.7. o segmento alterado e então transferido para a memória do TP e incluído no bloco total. (exibição no monitor) do bloco a ser alterado e atuação das teclas CORR. apagada.7. o bloco chamado é copiado da memória em questão (CP. o bloco é escrito com suas instruções individuais na memória do TP e simultaneamente é indicado na tela. O que ocorre então durante a fase de alteração no modo de saída? Após a atuação da tecla correspondente. simplesmente sobrescrevendo-se. que está à disposição do comando de tela para exibição no monitor.4.3.7. Saídas: Quando da saída de um bloco.1. a memória auxiliar é desacoplada da memória do programa. o bloco pode se tornar maior ou menor. em que se encontra uma cópia do segmento indicado em cada instante. Ao fim do processo de entrada de dados.7. pode ser transferido o bloco alterado para a memória-fonte. Entradas: Independentemente da memória-objetivo (CP.2. Alteração: Blocos podem ser corrigidos diretamente e imediatamente. etc. CSF).

EPROM e disquete. entre memórias do CP. Marcamos nossos presets nos pontos indicados pelo cursor: INPUT DEV.4. Exercício 4. de um até seis blocos arbitrários.4. A transferência dos blocos é feita individualmente e seqüencialmente. OPRS A. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 39 . proceda como descrito na página 2. INPUT. fechamos o mesmo e atuamos a tecla F1 .09). representado na figura. Em seguida pensemos: O que queremos fazer? Queremos carregar o nosso primeiro bloco de programa em nosso disquete do usuário A devidamente formatado.07 e mude o preset para a forma de representação CSF (página 2. ou ainda todos os blocos contidos em uma memória-fonte. SEGMENT 1. em disquete.7. em seguida da memória do TP para a memória-objetivo.INPUT (ENTRADA) E F1 . pode ser transferido somente um bloco. Para isso colocamos o disquete A ( do usuário) no FD. LEN=0.1: Gravar Bloco em Disquete (CSF): PB2.BLOCK (BLOCO). Na tela aparece PB2. ou todos os blocos de um determinado tipo. Caso o terminal de programação não esteja em operação.: FD BLOCK: PB2 e atuamos a tecla ENTER. Atenção! Da memória e para a memória do TP. ABS. Transferência: Através de um comando podem ser feitas transferências. Exercícios 4. 4.8.8. primeiro da memória-fonte para a memória do TP e. Segmento 1 Carregue o bloco PB2.1.

depois que o cursor tenha saltado para a saída. OPRS A. Esta possibilidade será sempre utilizada se desejar primeiramente montar toda a lógica sobre a tela. identificar as entradas e então.  2ª Possibilidade: Atuar a tecla OU. LEN=11. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 40 . em seguida identificar os operandos (entradas e saídas). volta-lo para a cruz antes da saída. expandir o diagrama na horizontal. o segmento será terminado apertando-se a tecla *** (terminação de segmento).  1ª Possibilidade: Atuar em seqüência as teclas das funções E e OU.Atuamos em seqüência as teclas: Na tela aparece: : PB2. apertar a tecla E e continuar e identificar. SEGMENT 2. Em ambos os casos. INPUT Segmento 2 Temos duas possibilidades para programar nosso segmento 2. ABS.

procura de segmento Chamamos o menu das teclas de funções através da tecla INTERRUPT e apertamos a tecla F2.2. posicione o cursor e sobrescreva a identificação errada.2: Leitura do Bloco. 4. inicie sempre com o símbolo mais alto (no caso: função E) Finalizar bloco Aperte a tecla ENTER finalizando desta maneira o bloco. Na tela aparece: OUTPUT DEV.  Alteração do símbolo: leve o cursor para a 1a. Com preset em CSF não é necessário programar “BE”. Desta maneira a tela estará livre e neste segmento a lógica pode ser montada novamente.Segmento 3 Em segmentos maiores.8. OU. O terminal de programação reage: o LED vermelho no FD se acende. : (saída aparelho) BLOCK: (bloco) SEARCH: (procura) PR: (imprimir) Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 41 . Em seguida aparece o menu das teclas de funções na tela. Importante: Erros de digitação podem ser eliminados como segue:  Aperte uma vez a tecla INTERRUPT. etc). Entrada do símbolo a ser alterado e aperte em seguida a tecla de função escolhida (E. Exercício 4.  Substituição de caracter alfanumérico errado: Para este fim. independentemente de usar a possibilidade 1 ou a possibilidade 2. em seguida aperte a tecla RETURN. isto é. o PB2 gerado no TP é copiado no disquete.

OUTPUT DEV. aparece na tela o campo de comando: OUTPUT DEV.ex. segmento 3 OUTPUT DEV. com a associação E de quatro entradas ( das quais duas são negadas) e uma saída.: FD BLOCK: PB2 SEARCH: 3 PR:  Aperte a tecla ENTER e imediatamente aparecerá na tela o segmento 3 4. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 42 . apresentado acima e já alterado anteriormente. escreva em SEARCH (procura) um 3..: FD BLOCK: PB2 SEARCH: PR: Depois de atuada a tecla ENTER. Tente fazê-lo!  Acione duas vezes a tecla INTERRUPT. Caso deseje ver não o primeiro segmento mas sim um outro. o bloco PB2. P.Visto que queremos ver na tela o bloco PB2 que acabamos de escrever no disquete. preenchemos o ponto de comando.segmento 1 do bloco de programa PB2. Com a tecla de paginação da tela procuramos os segmentos restantes e comparamos os mesmos com o da figura. Exercícios 4. isto é. o FD passa a funcionar e na tela aparece: .8.: FD BLOCK: PB2 SEARCH: PR:  Coloque o cursor em “SEARCH” e introduza 3.3. será alterado também no disquete.3: Alteração e Inserção de Bloco e de Segmento (CSF) Neste exercício “alteração do bloco”. imediatamente o segmento 3.

2. apertando F2 (OUTPUT) e completando o campo de comando.. A Tela nos indica no canto superior direito o modo CORRECT correção. à direita INSERT e. A tela mostra à esquerda em cima SEGMENT 2. identifique a segunda entrada (I 32. devemos chamar o segmento 1.8.1. Visto que queremos inserir um segmento após o segmento 1. leve o cursor para a cruz antes da saída. o segmento 1 já se encontra na tela.8. Por esse motivo. A tela oferece um segmento vazio adicional para a inserção. Inserção de um segmento.  Programe o OU-EXCLUSIVO apresentado na figura acima ( segmento 2). Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 43 .. podemos observar o segmento 1. aperte a tecla de função OU identifique então a entrada aberta (I 32. que no nosso caso não é necessário. 4.Para esse fim.  Leve o cursor para a entrada I 32.3). podemos chamar o segmento desejado através da tecla de paginação de tela. expanda o diagrama.  Aperte a tecla INSERT.3.6 a ser alterada e aperte a tecla de função OU.  Termine o segmento 2 com a tecla *** ( terminação de segmento). uma tela livre.2). além disso.  Aperte a tecla de correção CORR. caso contrário. Na tela será indicado o segmento 1 alterado. chamamos o menu de presets e o alteramos para CSF e.  Termine a correção apertando a tecla ENTER e verifique a correção. apertamos inicialmente a tecla INTERRUPT. 4. De acordo com a seqüência do nosso exercício. Alteração do segmento 1 (vide figura).3.

4.  Posicione o cursor de maneira que a associação a ser apagada. o qual devido às operações anteriores. Apertamos a tecla ENTER.  Aperte a tecla ENTER. Apagamento de parte de um segmento (segmento 3 do nosso bloco). No nosso caso.4. Atenção! Na forma de representação CSF não é possível uma inserção antes do primeiro segmento de um bloco. A ação de apagamento agora é executada e a tela mostra o segmento 3 ( que era o segmento 4 após a operação de inserção). o aparelho pergunta através da tela. ou somente o operando.  Através da operação de procura ou das teclas de paginação de tela colocamos o segmento em questão na tela. para o nosso exercício isto significa o segmento 3 .3.  Aperte a tecla de correção CORR. anteriormente segmento 2: portanto o segmento que antes da operação de inserção era o n. Imediatamente o segmento 2 inserido é indicado na tela. 4. fique à esquerda do cursor.8.8. trata-se do segmento 3. Após ter apertado a tecla.  Aperte a tecla DELETE ( apagamento de segmento). Apagamento de um segmento completo.3.3. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 44 . 2. na função OUTPUT do TP. já está sendo indicado na tela. se queremos realmente apagar: DELETE? (Apagar).  O segmento a ser apagado deve ser trazido para a tela através da tecla de paginação.

SOBRESCREVER?)  Acione uma segunda vez a tecla ENTER. 4.4.8.1.  Posicione novamente o cursor ( tecla DELETE CHARACTER).1 através de substituição.4. Exercício 4. ORGANIZAÇÃO DO PROGRAMA Lembre-se: Para que um bloco que se encontra na memória do CP seja processado ciclicamente. O FD começa a funcionar. Término da alteração.  Para este fim posicionamos o cursor e sobrescrevemos o 0 (o 0 se transforma em 1). Aperte a tecla DELETE CHARACTER ( apagar caracter).4: Organização do Programa.3.5.8. o LED se acende e a tela informa: PB2 ALREADY ON FB. Com a tecla RETURN completamos a operação do operando. O led no FD se acende novamente e o bloco é transferido. OVERWRITE? (PB2 JÁ EXISTE NO FB. Teste do Bloco 4.  Com a tecla ENTER terminamos a correção e imediatamente a tela nos apresenta o segmento 3 alterado. Dessa maneira encontra-se agora somente o bloco PB2 alterado no disquete.8. o mesmo deve ser incluído na operação cíclica através do bloco de organização OB1:  Chamar inserção: INPUT: PC BLOCK: OB1 : STL : JU PB2 : BE e programar o OB1 como segue: Terminada a inserção confirme com a tecla ENTER a pergunta “OB1 ALREADY ON PC.  Altere I 32.0 para I 32. 4. TRANSFER?” Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 45 .  Aperte a tecla ENTER.

14).05 sem que tivéssemos organizado um salto no OB1? 4. F8.04 e 3.8. de diagrama de contatos ou lista de instruções).2.  O que aparece na tela e o que deverá ser inserido no campo de comando? STATUS BLOCK: SEARCH:  Que mensagem aparece depois da apertura da tecla ENTER?  O que significa esta mensagem?  Em que memória se encontra agora a PB2?  Como fazer para transferir o PB2 para a memória do CP? Faça com que a mensagem 68 desapareça. Quais mensagens são então apresentadas uma após a outra na tela e o que elas significam? Através da indicação de STATUS. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 46 . e atualizada a cada alteração.  Chame novamente o processamento de STATUS com F8. TESTE DO BLOCO: Com o auxílio da indicação de nível lógico dependente do programa (STATUS) desejamos testar o bloco alterado PB2 com o preset CSF. Verifique agora o PB2 em STATUS ( ver pág. 4. Para este fim chamamos a função TEST e STATUS do TP através de F8.  Porque pode ser executada a função TESTE nas páginas 3.4. F8 ( complemente o campo de comando com PB2). a situação atual de um segmento do processo é exibida na tela do terminal de programação da mesma maneira que na função OUTPUT do TP ( na forma de diagrama de blocos funcionais.

 Aperte a tecla CORR. Altere na memória do CP. Exercício 4.  Preset CSF  Preset LAD ( observar especialmente as indicações no caso de verificações negadas)  Preset STL ( observar somente as colunas RLO e STATUS) 4. Veja também página 3-21. o bloco PB2. conforme figura acima. Por este motivo existe um grande perigo de erros de comando com conseqüente destruição de instalação ou de parte da mesma. Para esse fim. segmento 3 . ON LINE Atenção! Uma alteração de programa durante a indicação de STATUS corresponde a uma alteração de fiação (VDE 0105!!!).  Estado de sinal .5 e I 32. F8). . as entradas e saídas dos símbolos de funções.  Prepare o equipamento de treinamento. na representação CSF. . . . . bem como as conexões entre os símbolos de funções.Dependendo do nível lógico dos operandos individuais e do RLO.8. PB2 e registre um 3 em SEARCH: (procura) para o segmento 3. .  Chame a indicação de STATUS (F8.1.5: Alteração de Bloco. ligue I 32. e aperte a tecla ENTER.5. resultado lógico da operação “0”. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 47 . e principalmente a colocação de pessoas em perigo. são representadas através de linhas duplas ou linhas pontilhadas:  Estado de sinal ======.. resultado lógico da operação “1”.

na verdade.2 para uma verificação de nível lógico zero. em seguida altere a entrada I 32. Observe especialmente o nível lógico da saída Q 32. já de acordo com a lógica alterada. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 48 .  O que significa a mensagem: “PB2 ALREADY ON PC. Apague I 32.2 quando é confirmada a pergunta “TRANSFER?” (tecla ENTER)  8.5 e com o controlador programável funcionando ciclicamente? Atenção! A princípio.1. Exercício 4. alterações devem ser executadas somente no estado STOP do controlador programável.2. e blocos alterados devem primeiramente ser testados individualmente e só depois serem incluídos novamente no programa geral.6. Blocos alterados deveriam. OVERWRITE?”  Aperte novamente a tecla ENTER e observe o nível lógico da saída Q 32. O processamento do STATUS é reiniciado com o bloco alterado e passa a ser imediatamente processado.4 posicionando o cursor e apertando a tecla DELETE CHARACTER. O que nos mostra este exercício com as entradas preparadas I 32.6: Introdução e leitura de blocos (LAD) Programe o bloco de programa PB3 na forma de representação LAD.8. 4. I 32.  Através da tecla ENTER termine a alteração. ser considerados como blocos novos.

: FD BLOCO: PB3  Programe o bloco PB3 representado na figura acima. utilizando para tanto as instruções de operação das páginas 43 e 44 do manual do TP 675.  Altere agora o menu de presets de LAD para CSF. Altere os presets: Chame os menus de presets ( aperte duas vezes F6 ). Aperte F1 (INPUT) e preencha o campo de comando: INPUT DEV. F6. apertando a tecla INTERRUPT. execute a transferência.  A tela apresenta agora o menu das teclas de funções. selecione a representação LAD no menu de presets e. F6: Alterar presets OUTPUT DEV.: FD BLOCK: PB3 Verifique se os segmentos 1 e 2 do PB2 ( página 4-32 ) e do PB3 da figura acima são: ____: idênticos ____: não idênticos Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 49 .  Leia o PB3 que você programou no disquete sem alterar a seleção de funções. leia o bloco PB3 no modo de representação CSF e compare o PB3 com o PB2 da página 4-32 desta apostila.

Na programação CSF ou LAD. Operações com parênteses Os controladores programáveis podem processar funções com até seis níveis de parênteses. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 50 .4.9. o número máximo de níveis de parênteses nem sempre pode ser utilizado devido à largura da tela ou do papel da impressora.

ATENÇÃO! Um programa escrito na forma de lista de instruções (STL) pode ser lido como diagrama de blocos funcionais (CSF) ou diagrama de contatos (LAD) somente se o programa LAD for subdividido em SEGMENTOS e forem mantidos os limites da tela. Leia o bloco PB3 (veja pág. no modo de representação STL. Um programa em CSF ou LAD.9.1. O PB4 introduzido em STL corresponde ao documento em CSF? Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 51 . Exercício 4. 2. A tecla de paginação de tela o auxiliará a passar para o segmento seguinte.4. Para esse fim. pode sempre ser lido e exibido na forma de lista de instruções. 3. Programe o PB4 no disquete do usuário de acordo com o seu documento (lista de instruções). Comute agora o preset para CSF e solicite para que seja exibido o PB4.7: Programação e Leitura de Blocos (STL) 1. Escreva na lista ao lado o programa para o bloco PB4 representado na figura.17) e compare as instruções da tela com as instruções que você escreveu para o PB4 na lista ao lado. 5. passe o preset para a representação STL. 4. entretanto. 4.

1.1. os botões de desligamento devem possuir contatos fechados. Naturalmente a auto-retenção descrita vale não somente para saídas. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 52 .0). mesmo quando é utilizado um controlador programável. 4. o botão “DESLIGA” e eventuais chaves-limite de desligamento adicionais são instalados em série com o circuito paralelo do botão “LIGA” e o contato de retenção. deve “circular corrente. Exercício 5.9. Em paralelo a um botão “LIGA” e ligado um contato normalmente aberto do contador. 5.1: Na figura acima desenhe o CSF e escreva a STL para a auto-retenção. No caso de prioridade de desligamento (A). dependendo de a prioridade ser de ligação ou de desligamento. utilizados para desligamento.FUNÇÕES DE MEMORIZAÇÃO O circuito usual para uma função de memória em comandos convencionais e a auto-retenção. após a ligação. Lembre-se: enquanto os contatos NF (normalmente fechados). a corrente de retenção para a bobina do contador. por motivos de segurança. os contatos normalmente fechados utilizados para o desligamento são instalados em série com contato de retenção e em paralelo com contatos “LIGA”. mas também para os flags. Ambas as variantes de circuito podem ser programadas na representação de diagrama de contatos (LAD). O circuito de corrente de retenção e interrompido e o contador desligado assim que for atuado o botão “DESLIGA”(normalmente fechado!). através do qual circula. não forem atuados. e devem ser verificados quanto a existência de nível lógico “1”. Deve-se observar que. No caso de prioridade de ligação (B). Saídas com auto-retenção Para o desligamento do contador são possíveis duas variantes. portanto eles devem ser verificados no programa quanto ao nível lógico “1” (AI 0.

4.a saída Q 33.0 será “setada”. Atenção: I 32. Exercício 5.9. Função memória R-S De acordo com a norma DIN 40.S) tiverem SIMULTANEAMENTE o nível lógico “1”. desta forma apagamos o conteúdo das memórias de imagem do processo.0 e novamente “resetada”. em LAD. 4. a prioridade será para “resetar”(caso A: saída Q tem “0”) ou para “setar” (caso B: saída Q tem “1”) . através de STATUS. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 53 .“Set” e R . No caso A será efetuada primeiramente a operação de “setar”. Consideramos a seguinte situação: ambas as entradas tem nível lógico “1”: As instruções programadas por último também são processadas por último pelo controlador programável ( processamento cíclico).  Verifique com a função STATUS a auto-retenção. Atenção Se ambas as entradas (R. isto é. Lembre-se: setar (ligar) e resetar (desligar) somente com RLO ”1”! Nada ocorre com RLO “0”.a saída Q 33. o bloco de programa PB5 no disquete A e transfira-o para o CP. A passagem de sinal de 0 para 1 na entrada S “seta” a função de memória e a passagem de sinal de 0 para 1 na entrada R “reseta” a função de memória.2. levando a chave seletora do modo de operação para “PARA” e novamente para “CICLO”. o nível lógico é mantido.“RESET”.700 .2:  Programe. Este fato deve ser considerado durante a programação.e em seguida a operação de “resetar” .parte 14.0 deve funcionar como contato normalmente fechado. Um nível lógico “0” nas entradas S e R não altera o nível lógico da saída obtido anteriormente. uma função memória R-S é representada na forma de um retângulo com as entradas S . Dar antes um RESTART na UCP.10. depois alterar o 0B1 (: JU PB5).

o flag de flanco F0. organize o OB1 e teste ambos os casos: A e caso B.3: Escreva a STL para os casos A ( segmento 1 ) e B ( segmento 2 ) na lista da figura acima.. 4. um impulso de nível lógico “1”. De maneira semelhante é efetuado ‘set/reset” no caso B: a saída é “setada” com prioridade. o qual p.10. 4.10. por este motivo deve ser memorizado em um flag.Nesse caso.4 : Programe o PB6 em CSF no disquete A. através de uma avaliação de flanco é verificada e avaliada uma alteração de nível lógico. O nível lógico anterior da entrada.1. Avaliação de flanco Contrariamente a um estado de sinal estático “0” ou “1”. transfira-o para o CP. p. quando e energizado. O programa de uma avaliação de flanco corresponde a função de um relê com contato passante. de uma entrada.2. a operação de setar a saída é executada somente na imagem do processo.ex. Quando ocorre um flanco de sinal. fornece. o flag de impulso F0.11.2. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 54 .1) se alterou “0” para “1” em relação ao ciclo de processamento anterior. No programa é verificado. durante todo o ciclo de processamento.ex. em cada ciclo de processamento. O mesmo assumirá o nível lógico da imagem do processo somente no fim do processamento cíclico. Exercício 5. da entrada I 0.ex. um segundo flag. (Não esqueça o “RESTART” da UCP!).1. se o nível lógico (p. sem que seja comutado o módulo periférico correspondente. 4. fornece um impulso. Exercício 5.

após um reset de todos os flags.2 tem nível lógico “0”. 4.12. através da entrada R.  Programe o PB7 completo (segmentos 1 e 2 da página anterior e segmentos 3 e 4 dessa página) em CSF no disquete A. Exercício 5. ele pode ser verificado a qualquer momento durante o processamento do programa. e ser imediatamente verificado. transfira o PB7 (não esqueça do OB1 ) e faça um teste do bloco com base nos dois diagramas. é setado o flag de flanco F0.1 tem o nível lógico “1” e reseta. dentro de um segmento.  Selecione o modo de representação STL e preencha a lista acima.2. pode ser atribuído a um flag ou a uma saída. 4. Conector #: Através da “conector”. portanto.1 possuir nível lógico 1. O “flag” de impulso esteve.12. com o nível lógico “0” da entrada I 0.2 é satisfeita. No segmento 2.1. todas as “avaliações de flanco” existentes no programa do usuário não forneçam um impulso. outros símbolos gráficos.1 volta ao estado “0”.2. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 55 . a um conector podem ser ligados.2. a saída Q32. a associação E não é mais satisfeita. o flag ou saída marcados através do conector podem ser verificados quando desejado dentro do ciclo e em qualquer ponto do programa. o resultado da função que se encontra antes do conector.5: Avaliação de flanco  Complete o diagrama de blocos funcionais acima para um “flanco decrescente”.1. Se o sinal de entrada se alterar de “0” para “1” (flanco positivo). a saída Q32.1.3 e consequentemente ser desligada a lâmpada. Enquanto a entrada I0. Além disso. o flag de impulso F0. No flanco crescente seguinte este fato será novamente memorizado. No ciclo 2 (seguinte) o “flag” de flanco F0. e setada através do flag de impulso F0.Para que. através de programação. programada como memória R-S.0 pode ser resetada através da entrada I0. a associação I 0. o “flag” de impulso F0.1 & F0. energizado exatamente durante um ciclo de processamento. Assim sendo. o “flag” de flanco F0.

exibirá a STL com a mensagem de erro 183 (erro de conversão). STL) Programe as funções memória R-S representadas na figura e em seguida leia o bloco existente no disquete. nas formas de representação LAD e STL. Lembre-se: em uma função memória R-S a instrução programada por último é predominante. pode ser ligada ____ somente uma associação E ____somente uma associação OU Altere o preset para STL e pense quais instruções no segmento 1 ou 2 poderiam ser omitidas. LAD. Nos modos de representação CSF e LAD isto depende do acionamento da tecla F1 ( R) ou F2 (S) ao programar: . resulta em: SET predominante ( R é programado primeiro). preset CSF e escreva no disquete do usuário o bloco PB11 com as funções R-S representadas na figura. sem alterar a lógica.F1( R ) atuada. Chame novamente o menu de presets. O TP. na representação LAD. presete LAD e observe agora o seu bloco programado em Qual das afirmativas a seguir está correta? Na saída de um elemento de memória R-S. O que aprendemos com isto? Na representação LAD não podem ser programadas ou chamadas funções complexas seguidas de uma função OU. neste caso.F2 ( S) atuada. Exercício 5. resulta em: RESET predominante (S é programado primeiro)  CSF.2.6: Memória R-S (CSF. . Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 56 .4.12. Para este fim proceda como segue:  Chame o menu de presets no TP.

permaneceu setado somente durante o primeiro ciclo de processamento. Atenção Tanto o flag de RI como os flags para a verificação dos níveis lógicos “0” e “1” podem ser escolhidos livremente pelo usuário.2 porém permanece setado. F100.1. Com ela o flag auxiliar F100.13. Programa para flag de RI No nosso exemplo de programa utilizamos o flag F100.4. após uma parada do CP e por motivos de segurança.2.3. Flag de reset inicial (RI) O programa de usuário freqüentemente contém flags que.2 e o flag auxiliar F100. 4. o flag de RI F100.ex. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 57 .13. No começo do OB1 precisa constar a outra seqüência de instruções. Não devem porém ser usados endereços de byte a partir de FB200. Com este flag podem ser resetados outros flags (p. Para que isto possa ser feito facilmente são setados ou resetados dois flags no OB1 (no exemplo. precisam ser levados incondicionalmente a uma posição inicial não perigosa (setados ou resetados). o flag de RI. No inicio do segundo ciclo ambos são resetados. portanto. o flag F10. O programa consiste de duas seqüências iguais de instruções.2.1 para nível lógico “1”).4 da figura). por serem estes flags usados como “flags de rascunho” nos FB’s (blocos de funções).3 é resetado no inicio do primeiro ciclo de processamento após o restart. temporizadores e contadores. programadas respectivamente no OB21 e no OB22. que possue nível lógico “1” somente durante o primeiro ciclo de processamento após o restart. 4. são setados o flag de F100.13.0 para nível lógico “0” e F100. Esta tarefa é realizada no programa de usuário com o chamado flag de RI (reset inicial). No processamento desses OB’s após um restart. Flags para verificação de nível lógico “0” e nível lógico “1” No inicio do processamento do programa de usuário freqüentemente há a necessidade de se fazer a verificação de nível lógico “0” ou nível lógico “1”.

 Dar reset geral na memória do CP  Transferir os blocos OB1.1) são selecionados pelas chaves I32. ser selecionado novamente antes de um restart. Q33.6= AUT) e for ligada a chave I33.7. Após uma parada do sistema provocada por uma parada do CP não pode mais ser liberado o modo de funcionamento anteriormente selecionado (Q33.6 . Para que o programa esteja de acordo com as prescrições da filosofia de funcionamento e necessário completar o PB12 com o segmento 1 da figura (F100.7 e I32. OB22 e PB12 do disquete B para a memória do CP e em seguida programar somente a chamada do PB12 no OB1.7 ou I0.1.  Fazer as alterações indicadas na figura. Verificar se após uma parada e restart ou após uma queda de tensão as saídas Q33.O modo de funcionamento selecionado (chave I32.0 e F12.13.  Testar funcionamento do PB12 com STATUS e verificar funcionamento dos dois modos de operação no modelo da prensa: devera estar ligada somente uma lâmpada de modo de funcionamento de cada vez se a chave respectiva e a chave I32. Exercício 5.0 permanecem apagadas.7 = CPPC. Os dois modos de operação CPPC (comando passo-a-passo condicionado.5 (LIB). Q33.5 (LIB) estiverem ligadas. por motivos de segurança. F12.2 = flag de RI) e com a associação OU antes da entrada R dos flags F12.3.6 apagados). F12.7 e Q33. Observação O bloco PB12 ainda não contém o segmento 1 da figura (embaixo a direita).4. Ele deve .7: Aplicação do flag de RI Descrição da função A figura mostra uma parte de um programa de comando.6) só é liberado se estiver acesa a lâmpada correspondente (Q33. Com referência a programação do segmento 1: Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 58 .0) e AUT (funcionamento automático.  Verifique: esta importante observação não foi considerada no PB12. OB 21.6 e Q33.

. Com esta função os diversos segmentos de blocos podem ser exibidos (um de cada vez) na tela. PB12. do terminal de programação. e botões I32.. Função de teste STATUS Como já vimos. Finalizar inserção e mudar preset novamente para CSF.  Levar o CP para o modo de operação CICLO e em seguida testar o funcionamento do programa com a função STATUS PB13 Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 59 . A ligação e o desligamento são feitos através dos botões I32.13. testados e se necessário modificados. A condição “ligado” das duas saídas é impedida se as chaves I32.Mudar preset para STL. chamar OUTPUT DEV.5 dos dois segmentos do PB13 comandam dois contadores.: PC. Os contadores só podem ser ligados se existir sinal de liberação (I33. respectivamente.  Levar CP para o modo de operação PARA. posicionar cursor sobre : (dois pontos) defronte a primeira instrução e acionar a tecla INSERT SEGMENT.7 não estiverem fechadas. Exercício 5.1 e Q33.8: Chamar PB13 e testa-lo (STATUS) Descrição da função As saídas Q33.  Transferir o bloco PB13 do disquete B para a memória do CP e programar no OB1 a chamada do PB13 em lugar da chamada do PB12 (sobrescrever JU PB13). o processamento correto do programa da função de comando é testado com a função STATUS PB.5 (fechadores).4.2 e I32.3 e I32. 4.6 (abridores).7). Inserir as instruções do segmento 1 (ver figura) antes do símbolo ***.1 e I32.

 Levar CP novamente para o modo de operação CICLO e testar função no simulador através da função STATUS PB13.16). Nos segmentos 2 e 4 e verificado através da função OU-EXCLUSIVO se os níveis lógicos dos flags F10. O flag de tensão piscante F10. da memória do CP para o disquete A. em seguida acionar a tecla INSERT.5.2 se diferenciam respectivamente dos sinais I0.1) associado a uma sinalização piscante (F10. Observação Chamar na tela o segmento após o qual deve ser feita a inserção.0). Exercício  Levar CP para o modo de operação PÁRA (alterações durante o funcionamento da instalação podem gerar situações perigosas para pessoas e para a instalação!). com um tempo de retardo de 3 segundos (KT030. após se acionar por diversas vezes a tecla ENTER. Estas situações irregulares são sinalizadas. No segmento 5 é gerada a tensão piscante com o temporizador T1 e o flag F10. através das lâmpadas ligadas as saídas Q32.4 de retroaviso dos contadores. respectivamente.6.  Chamar PB13 da memória do CP para a tela (OUTPUT PC.16.0 e I0. OVERWRITE?” for respondida afirmativamente com o acionamento da tecla ENTER. Finalizar cada segmento inserido com a tecla *** (fim de segmento). já modificado.4 e 5.  Transferir o bloco PB13.O programa de comando no PB13 deve receber adicionalmente o circuito de supervisão para as saídas Q1.0. É possível a inserção de vários segmentos um após o outro.0 e acionando se após transcorrida a temporização e novamente acionando o flag F10. Finalizar função inserção com a tecla INTERRUPT. Para isto é necessário inserir no PB13 os segmentos 2.4 e 5 (ver página 5.1 e Q1. A cada alteração do bloco devida a inserção de segmentos só e armazenada. O programa final do bloco PB13 consta na pagina 5. se a pergunta “PB13 ALREADY ON PC.7. PB13) e inserir segmentos 2.2 e Q32. elas têm luz contínua se os flags e os retroavisos tiverem nível lógico “1”. Curso de STEP 5 – BÁSICO Página 60 .1 e F10. As lâmpadas permanecem apagadas se os flags e os retroavisos tiverem nível lógico ”0”.