P. 1
manual de metodologia

manual de metodologia

|Views: 9,843|Likes:

More info:

Published by: Ezequiel S. Borges Costa on Apr 01, 2011
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/10/2013

pdf

text

original

Sections

MANUAL DE METODOLOGIA CIENTÍFICA
ILES ITUMBIARA/GO - ULBRA

Organizadoras:Auriluce Pereira Castilho Nara Rúbia Martins Borges Vânia Tanús Pereira

Revisora: Marlene Ribeiro da S. Graciano

Colaboradores: Carlos André Gonçalves Cristiane Martins Cotrin Kátia Dias Ferreira Ribeiro Kátia Eliane Barbosa Margarete Araújo Mota Narcisa Silva Soares Terezinha Aparecida de F. Castro Piedade Sílvia Costa Pasenike Zélia Clair Martins de Lima

Itumbiara, fevereiro de 2011.

1
Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

MISSÃO
Construir, com excelência, o conhecimento e o saber, por meio do ensino, pesquisa e extensão, formando indivíduos e profissionais capazes de promover a transformação e o desenvolvimento do contexto em que estão inseridos.

VISÃO
Ser referência em educação de qualidade e serviços prestados buscando, com base em princípios humanísticos, a integração entre comunidade e Instituição.

2
Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

ADMINISTRAÇÃO AGRONOMIA BIOLOGIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS DIREITO EDUCAÇÃO FÍSICA LETRAS MATEMÁTICA PEDAGOGIA PSICOLOGIA QUÍMICA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO.

Onde o futuro já começou!

3
Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

81 f. Trabalhos Científicos . Metodologia Científica – Trabalhos Acadêmicos 3.ULBRA . 2011.1384 4 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . 1. Comitê de Ética em Pesquisa Bibliotecária Responsável: Terezinha Aparecida de Freitas Castro Piedade CRB/1 . (orgs.Normalização 2. il. Nara Rúbia Martins Borges e Vânia Tanús Pereira.) – Itumbiara: ILES/ULBRA. Projeto de Pesquisa 5. Referências Bibliográficas – Normas ABNT 6. Trabalhos Acadêmicos – Redação 4. Vários Colaboradores.MANUAL DE METODOLOGIA CIENTÍFICA 1ª EDICÃO 2011 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) M294 Manual de metodologia científica do ILES Itumbiara/GO / Auriluce Pereira Castilho.

Elementos pós-textuais 4.3 – Técnicas de Pesquisa 1.1 Resenha 5.4.1.Métodos de coleta 2.1 Citação 4.4 Relatórios 5.SUMÁRIO 1.2 Sistemas de nota de rodapé 4. Métodos de Procedimentos e Técnicas de Pesquisa 1.3 Resumo 5.1 Tipos de pesquisa 1. Coesão textual 5.4 . NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS SEGUNDOA ABNT 4.4.4.3.4 O que é Pesquisa? 1.3 .6 Painel 5. TRABALHOS ACADÊMICOS 5.4.4.1 Existe diferença entre a Ciência básica e aplicada? 1.2.1. Abreviaturas.4.FORMATAÇÃO 3.4.2 O que é ciência ? 1.4. COMITÊ DE ÉTICA 8. REFERÊNCIAS /BIBLIOGRAFIAS 7.1.3 Tipos de pesquisa.3.3.7 Seminário 5. 1.CONCEITOS E DEFINIÇÕES EM PEQUISA.2 Quanto aos objetivos 1.1. Elementos textuais 3.1 Importância das pesquisas científicas e das tecnologias 1.Conhecimentos e seus níveis 1.5 Artigo 5. siglas 4.1.1.2 .ULBRA .3.3.1 Finalidade: Pesquisa básica x Pesquisa aplicada 1.3.3. PROJETO DE PESQUISA 3.1 Estrutura 3.2 Fichamento 5.1 Classificação da pesquisa: 1.1.2 Elementos pré-textuais 3.4.Métodos de procedimentos 1.1 Seções e alíneas 3. MONOGRAFIA/TCC .8 Mesa redonda 6.1 Níveis de conhecimentos 1. REFERÊNCIA 08 08 08 08 09 09 09 10 10 10 11 11 12 12 13 15 23 23 24 31 33 36 38 38 40 40 42 44 44 45 48 50 53 55 57 58 60 78 80 5 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .4.

7 . 6 .Modelo da capa do projeto Fig.Modelo de início de capítulo Fig. 28 .ULBRA .Modelo da folha de rosto Fig. 15 .Modelo de fichamento de esboço Fig. 10 . 16 – Modelo de lista de tabelas Fig. 14 . 2 . 12 . 9 . 5 .Modelo de lista de figuras Fig.Modelo de referências Fig.Modelo de resumo monografia Fig.Modelo de referências Fig.Modelo de ficha para fichamento Fig. 1 .Modelo de Abstract Fig. 13 .Modelo de artigo cientifico Fig. 26 . 24 .Modelo de fichamento de citação com cortes Fig. 8 .Modelo de fichamento de resumo Fig.Modelo de introdução Fig. 22 . 23 . 11 .Modelo de cronograma Fig.Modelo de capa de monografia Fig.Modelo de introdução Fig. 25 .LISTA DE FIGURAS Fig. 4 .Modelo de dedicatória Fig. 17 . 19 .Modelo de sumário Fig.Modelo de resumo científico Fig.Modelo de agradecimento Fig. 3 .Modelo de folha de rosto Fig. 20 . 21 .Modelo de conclusão Fig.Modelo de folha de aprovação Fig. 29 .Modelo de epígrafe Fig.Modelo de relatório Fig. 18 . 27 .Modelo de painel 16 17 17 20 21 24 24 25 25 26 26 27 27 28 29 30 31 32 35 36 36 46 46 47 48 49 51 55 57 6 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .Modelo de ficha catalográfica Fig.

APRESENTAÇÃO

A construção deste manual, elaborada por professores de Metodologia Científica dos diferentes cursos desta Instituição buscou sistematizar e simplificar os instrumentos da comunicação científica e acadêmica, uma vez que no Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara os princípios educacionais pautam-se na trilogia ensino, pesquisa e extensão. Neste sentido, a intenção da elaboração deste manual não foi interferir, nem tampouco mudar o pensamento escrito dos autores. Na realidade, a finalidade pautou-se em buscar esclarecer e orientar alunos e professores para uma linguagem comum e orientada dentro das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Dentre os momentos de discussão, aceitação e prevalência da ponderação dos organizadores, houve a definição das regras para a elaboração dos trabalhos científicos e acadêmicos dentro da Instituição. Pautou-se, portanto, todo tempo de estudo em colocar as necessidades evidenciadas de cada curso existente no Instituto Luterano de Ensino Superior e assim utilizar-se de apenas uma linguagem para orientação e correção dos trabalhos acadêmicos elaborados nos níveis de graduação e pós-graduação. Vale ressaltar que além das normas descritas nesta obra, é indispensável a utilização/avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa com seres humanos, para que os trabalhos científicos sejam aprovados, conforme disposições acrescidas no final desta obra.

7
Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES EM PESQUISA

1.1 - Importância das pesquisas científicas e das tecnologias Pesquisar é uma necessidade de todos os indivíduos. Tem como sinônimo a busca, a indagação. Para alcançar a qualificação como um processo de investigação científica, requer emprego de metodologia científica. As pesquisas geram as ciências, e por sua vez, as tecnologias. Abrangem todas as áreas onde atua o homem, desde a produção de utensílios domésticos, passa pela produção industrial, agricultura, telecomunicação, informática, até a biotecnologia. Por meio dela, tem o homem explorado de forma mais rápida e eficiente o meio ambiente, o espaço, a melhoria do setor agropecuário e da qualidade da educação, além de novas descobertas nas áreas médica, farmacêutica, informática, entre outras. Assim, os estudos científicos vêem produzindo conhecimentos, ciências e tecnologias, por meio da geração de procedimentos, produtos, métodos para proporcionar qualidade de vida a todos.

1.2 O que é Ciência? Entende-se como ciência um acervo de conhecimentos científicos que se renova com a pesquisa para cada vez mais resolver problemas, desenvolver procedimentos, equipamentos, produtos e responder a questões. Ainda pode-se definir que a ciência é todo um conjunto de atitudes e atividades racionais, dirigidas ao sistemático conhecimento, com objetivo limitado, capaz de ser submetido à verificação. A ciência caracteriza-se pelo conhecimento racional, sistemático, exato, verificável, falível, certo e real; pela investigação rigorosa, controlada, baseada em metodologia, proporcionando obtenção das conclusões científicas, desenvolvimento de teorias que serão aplicadas na prática.

1.2.1 – Existe diferença entre a Ciência básica e aplicada? É um erro dividir as ciências em básica e aplicada, pois ambas originam-se do mesmo conceito. A diferença entre ambas está em termos de prazo, prioridade em relação à demanda do cliente, disponibilidade de recursos humanos, financeiros, mas não em termos qualitativos e de importância, pois ambas testam hipóteses, a partir de método científico. 8
Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

Toda ciência é básica, pois os conhecimentos científicos gerados através de seus métodos devem servir de base para a aplicação em beneficio da humanidade, por isto toda ciência é aplicada.

1.3 - Conhecimentos e seus níveis Saber e conhecer significam ter a posse de informações, ter a noção da idéia de algo que se relaciona com o mundo envolvido, o conhecimento significa 130prática da vida, consciência de si mesmo e ato ou efeito de saber e conhecer de forma metódica e organizada. Etimologicamente, a palavra conhecimento, que deriva do latim cognoscere, é sinônimo de “procurar entender” ou “conhecer junto” (MAGALHÃES, 2005, p. 13). Define-se conhecer como uma relação entre a pessoa e o objeto a ser conhecido. No processo de conhecimento, a pessoa se apropria, de certo modo, do objeto a ser conhecido (FERRÃO, 2003, p. 39). Através do conhecimento, o homem entra nas diversas áreas, tomando posse, sabendo da sua natureza, significado, função, origem, finalidade, enfim, de sua estrutura fundamental com todas as implicações resultantes. 1.3.1 – Níveis de conhecimento De acordo com a profundidade do conhecimento e a sua aproximação da verdade, Ruiz (1997); Mezzaroba e Monteiro (2008) distinguem e caracterizam, de forma geral, seis níveis de conhecimento: empírico, científico, filosófico, teológico, sociológico e jurídico. – Conhecimento empírico: refere-se ao conhecimento prático, obtido ao acaso, após inúmeras tentativas; é adquirido e acumulado através de terceiros, da vivência e dos problemas do dia-a-dia. É obtido por qualquer ser humano e baseia-se na experiência pessoal. É o modo comum, espontâneo e pré-crítico que o homem tem de conhecer tudo o que acontece ao seu redor. Não exige comprovação científica. Nos estudos sócio-jurídicos é baseado na realidade social da época em estudo. – Conhecimento científico: refere-se ao conhecimento obtido por experimentação, utilizando a metodologia científica. Caracteriza-se pela sua capacidade de analisar, de explicar, de desdobrar, de justificar, de induzir, de aplicar leis e de predizer com segurança eventos similares futuros. Assim, ao contrário do empírico, o conhecimento científico surge não apenas da necessidade de se encontrar soluções para problemas de ordem prática da vida diária, como também do desejo de fornecer explicações sistemáticas que possam ser testadas e criticadas. O conhecimento científico diferencia-se do empírico não pela veracidade nem pela natureza do objeto conhecido, mas sim pela forma, modo ou método e os instrumentos utilizados no ato de conhecer. Exige comprovação científica. – Conhecimento filosófico: baseia-se na experiência e não na experimentação. É um conhecimento que busca constantemente o sentido da justificação, da possibilidade de interpretações a respeito de tudo aquilo que envolve o homem. Pauta-se em ideias, conceitos, observações, reflexões e experiências. Apesar de não exigir experimentação, trabalha-se através da coerência lógica, indaga e assume posições. Não exige comprovação científica justamente porque se baseia em conhecimentos explicativos da vida, do mundo, da morte, etc., sem a obrigação da comprovação prática. – Conhecimento teológico: apoia-se em doutrinas e no conhecimento revelado (exemplos: Bíblia, Alcorão). Os conhecimentos são originados e seguidos como obra de Deus. Suas 9
Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

evidências não são verificadas, mas regidas pela fé, ou seja, dogmático. Não exige comprovação científica. - Conhecimento Sócio-jurídico: baseia-se na relação dos fatores sociais e políticos com a ordem normativa, ou seja, o liame entre a ordem jurídica e ordem sociopolítica. Exemplo: o exercício dos direitos e deveres decorrentes da cidadania frente ao ordenamento jurídico. Exige comprovação científica no âmbito das ciências sociais. Segundo Lakatos e Marconi (2003), mesmo existindo uma separação metodológica entre os níveis de conhecimentos, o sujeito conhecedor pode penetrar nas diversas áreas ao mesmo tempo. Por exemplo, ao estudar o ser humano podem-se extrair várias conclusões: • O seu modo de atuar na sociedade, baseado no senso comum ou na experiência do diaa-dia (conhecimento empírico); • O seu modo de viver como um ser biológico, verificando o seu comportamento mediante a investigação experimental, as reações existentes entre determinados órgãos e as suas funções (conhecimento científico); • Questionar quanto a sua origem e destino, quanto à sua liberdade e sua existência, suas incertezas (conhecimento filosófico), • Observá-lo como um ser criado pela divindade, à sua imagem e semelhança, e ainda meditar sobre o que dele dizem os textos sagrados (conhecimento teológico) • Observa as conseqüências legais do exercício da cidadania (conhecimento sóciojurídico). 1.4 – O que é Pesquisa? Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistematizados, baseados em raciocínio lógico, na busca de soluções para os problemas nas diversas áreas, utilizando metodologia científica. É o desenvolvimento efetivo de uma investigação bem planejada, feita e redigida seguindo as normas metodológicas provenientes da ciência. Usualmente, a pesquisa surge de uma dúvida, que por sua vez leva à formulação de um problema que deverá ser resolvido por meio da utilização de um método científico. 1.4, 1 Classificação da pesquisa: 1.4.1.1 Finalidade: Pesquisa básica x Pesquisa aplicada O objetivo da pesquisa básica é intelectual, procura alcançar o saber para satisfação do desejo de adquirir conhecimentos e proporcionar informações possíveis de aplicações práticas, sendo desvinculada de finalidades utilitárias imediatas, não sofrendo limitação de tempo. É dirigida à geração do conhecimento científico não aplicável, imediatamente à solução de demandas tecnológicas específicas. Ela amplia generalizações, define leis, estruturas, sistemas e teorias. A pesquisa aplicada visa aplicações práticas, com o objetivo de solucionar problemas que surgem no dia-a-dia, que resultam na descoberta de princípios científicos que promovem o avanço do conhecimento nas diferentes áreas. Ela se empenha em desenvolver, testar e avaliar produtos e processos, encontrando fundamentos nos princípios estabelecidos pela pesquisa básica e desenvolvendo uma tecnologia de natureza utilitária e finalidade imediata. 1.4.1.2 – Quanto aos objetivos 10
Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

é uma investigação em que o pesquisador manipula as variáveis e faz os seus controles. cartórios.é a pesquisa que se baseia na coleta de dados. Abrange todas as bibliografias encontradas em domínio público como: livros. fontes do direito. feitas com pessoas.1. pois se avalia a possibilidade de desenvolver uma pesquisa sobre determinado assunto. d) prescritiva: promove não apenas a descrição do que é objetivado na pesquisa científica. mas sim estabelece num plano ideal. a preparação das informações e a análise estatística. Geralmente os dados são coletados pela aplicação de entrevista. descritiva. artigos de Internet. Métodos de Procedimentos e Técnicas de Pesquisa 1. questionário e observação. livros de apuração ICMS. definir os objetivos da pesquisa e orientar a formulação da hipótese.3 – Tipos de pesquisa.4. A Formal ocupa-se da Lógica e da Matemática. a amostragem.ULBRA . em que se manipula e se controla as variáveis.Pesquisa documental . monografias. Psicologia.1. Na ciência jurídica abrange também as legislações e as jurisprudências. Sociologia. . de documentos escritos ou não.Pesquisa bibliográfica . e em Cultural: Psicologia Social. hospitais) e públicos (documentos de órgãos oficiais como ofícios. as variáveis a serem observadas e analisadas. escrituras) e outros como fontes estatísticas. c) explicativa: esse tipo de pesquisa é a mais complexa pois registra. Economia. análise. acervos particulares (igrejas. leis. bancos. 1. explicativa e prescritiva: a) exploratória: é o primeiro passo do trabalho científico. mapas). balancetes contábeis e financeiros e comunicações realizadas pelos meios de comunicação orais e audiovisuais (rádio.Pesquisa de campo . a melhor solução para o caso estudado. Geralmente é a bibliográfica. institutos e centros de pesquisa. os objetivos e a metodologia utilizada para efetuar as observações controladas. sem a interferência do pesquisador. televisão. registro e interpretação dos fatos do mundo físico.é baseada na consulta de todas as fontes secundárias relativas ao tema que foi escolhido para realização do trabalho. Exemplo: no caso da existência de uma situação não prevista no ordenamento jurídico propõe-se após o estudo científico a solução ideal. interpreta os fatos e identifica as suas causas. escolas. revistas. ou provocar novas descobertas em uma determinada área. enquanto que a Factual se subdivide em Natural: Física. através das fontes primárias. Química. geralmente controlados. . postos de saúde. vegetais e minerais.Pesquisa de laboratório . filmes. reais ou artificiais. testar uma hipótese.A pesquisa divide-se em formal e factual.1 – Tipos de pesquisa . . b) descritiva: promove estudo.é utilizada para gerar conhecimentos relativos a um problema. a técnica de coleta de dados.4. A maioria dessas pesquisas é experimental. Política e História. realizadas em bibliotecas. A pesquisa é realizada em ambientes fechados. Biologia. Quanto aos objetivos. Baseia-se em projetos de pesquisa que determina as hipóteses. analisa. A maioria das pesquisas explicativas é experimental. museus. 11 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . ela pode ser dividida em exploratória. teses. animais.3. Visa oferecer informações sobre o assunto.

1. Podemos assim classificar os vários tipos de métodos: • Métodos de abordagens: a) Método indutivo: parte de constatações mais particulares à formulação de leis e teorias (do particular para o geral). • Método Monográfico: estudo de determinados indivíduos. profissões. d) Método dialético: A dialética é conhecida como a arte da dialogo que aos poucos se transforma na arte de demonstrar uma tese capaz de definir. • Método Histórico: Investigar os acontecimentos. com a finalidade de obter generalizações. instituições.1. A investigação deve examinar o tema escolhido. b) Método dedutivo: parte-se de teorias e leis para a análise e explicação de fenômenos particulares (geral para o particular) c) Hipotético . Ação recíproca.4. políticos. observando todos os fatores que influenciaram e analisando-o em todos os seus aspectos. Lakatos (2009. Este método realiza comparações com a finalidade de verificar similitudes e divergências. ao seu grau de abstração e à sua finalidade mais ou menos explicativa.ULBRA . pois as instituições alcançaram sua forma atual através de alterações de suas partes componentes. • Método Comparativo: estudo das semelhanças e diferenças entre os diversos tipos de grupos.vide referência bibliográfica. condições. 12 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . São as variáveis que persistem como válidas resistindo as tentativas de falseamento. atingir com a clareza os conceitos envolvidos na discussão.4.2 . contradição inerente ao fenômeno e da mudança dialética que ocorre na natureza.176) este procedimento pode ocorrer de diferentes formas. Contribui para uma melhor compreensão do comportamento humano. econômicos a termos quantitativos e à manipulação estatística. 1.3. observação direta intensiva: observação e entrevista. Importante: Vide Marconi.3. que se referem à sua inspiração filosófica. experimental e de laboratório.1. Lakatos (2009) outros métodos de procedimentos e aprofundamento sobre o assunto . • Método Estatístico: redução de fenômenos sociológicos. grupos ou comunidades. processos e instituições do passado para verificar a sua influência na sociedade de hoje.dedutivo: formula-se uma hipótese. observação direta extensiva: aplicação de questionário.Métodos de procedimentos De acordo com Lakatos (2009) métodos se situam em níveis claramente distintos. tais como: a) b) c) d) documentação indireta: pesquisa documental e pesquisa bibliográfica. p. De acordo com Marconi. sociedades ou povos. que permite comprovar as relações dos fenômenos entre si.3 – Técnicas de Pesquisa Para a realização de uma pesquisa científica há necessidade de levantamento dos dados e coleta por meio das técnicas de pesquisa. documentação direta: pesquisa de campo. testando a ocorrência de fenômenos abrangidos pela hipótese.

ou o isolamento de variáveis principais. um conhecimento prévio do entrevistado. A conversa é efetuada frente a frente com entrevistado e entrevistador. aumentar a familiaridade do pesquisador com um ambiente. sem a presença do entrevistador. Não estruturada d. hora e local da entrevista. Semi-estruturado d.É a técnica de coleta de dados para conseguir informações. Pelo próprio observador (assistemática) b.utilizada com o objetivo de conseguir informações ou conhecimentos acerca de um problema.é o encontro de duas pessoas com o objetivo de obter informações a respeito de determinado assunto. Painel 2. Utiliza-se dos sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade. Quanto à forma. b) qualitativa: é basicamente aquela que busca entender um fenômeno específico em profundidade. As perguntas são encaminhadas aos informantes em formulários próprios contendo como anexo uma carta explicando o objetivo. obter informações necessárias do entrevistado para realização do trabalho. c) exploratório: investigação de pesquisa empírica. regras e outras generalizações. cujo objetivo é a formulação de questões ou de um problema. . para o qual se procura uma resposta que se queira comprovar. 1.4 .Entrevista: a. a qualitativa trabalha com descrições. . Fechado c. examinar fatos ou fenômenos que se deseja estudar. com finalidade de desenvolver hipóteses. Estruturada b.ULBRA . possibilitando assim. Semi-estruturada c. Ao invés de estatísticas. Múltipla escolha 3. comparações e interpretações. ou seja.. Para ter sucesso na coleta de dados é importante ter: um roteiro de perguntas através de formulários. para a realização de uma pesquisa futura mais precisa.Entrevista . de forma sistemática e metódica. marcar dia. avaliação de programas. Aberto b. .Observação .é uma técnica de coleta de dados através de uma série ordenada de perguntas.4. fato ou fenômeno.Pesquisa de campo . o questionário poderá ter perguntas nas categorias: abertas (dissertativas) e fechadas (de múltipla escolha). Por equipamentos (sistemática) 13 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .Questionário . garantir sigilo ao informante em relação às suas respostas. a natureza e a importância da pesquisa.Questionário a. proporcionar confiança ao entrevistado.Métodos de coleta: 1. podendo ser: a) quantitativo-descritivo: investigações de pesquisa empírica cuja finalidade principal é o delineamento ou análise das características de fatos ou fenômenos. mediante uma conversa natural ou programada de forma profissional (estruturada ou semi-estruturada que intercala perguntas do roteiro e outras que surgem com o desenvolver da entrevista).1.Observação direta a. que devem ser respondidas por escrito.

M.. ed. E. São Paulo: Atlas. 14 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Participante ou vivência 4. LAKATOS. São Paulo: Saraiva.. Manual de metodologia da pesquisa no Direito. 4 ed. S. A. 344p. MEZZAROBA. São Paulo: Atlas. 6. 315p. MARCONI.ULBRA .Delineamento experimental a. MONTEIRO. ed. pode ser obtido em consultas a: GIL. Métodos e técnicas de pesquisa social. Delineamento entre grupos b. 2007. C. O. de A. C. 208p. 2008. 5. 2009. Importante: Maior aprofundamento quanto às diferentes técnicas de pesquisa. Fundamentos de metodologia científica.c. M. Delineamento de caso único.

objetivos. Toda pesquisa se inicia quando o pesquisador é tomado por uma perplexidade em torno de um problema e surge a necessidade. atende as exigências das instituições de ensino. serve de base para solicitar bolsas de estudos e/ou financiamentos para o desenvolvimento da pesquisa junto a órgãos públicos ou privados. tais como: define e planeja o caminho a ser seguido no trabalho de pesquisa. A pesquisa.ULBRA . de fazer conjecturas para dar tratamento ou resposta a questão. condiciona a discussão e a avaliação do projeto elaborado mediante o exame da banca examinadora (em cursos de graduação. permite aos orientadores discutirem todas as etapas com o orientando. conforme a ABNT NBR 15287. Um projeto de pesquisa bem elaborado desempenha várias funções. avaliando possibilidades. qualquer que seja ela. perspectivas e eventuais desvios. problema. tem a priori três fases que se integram e interagem: planejamento. em numerais arábicos. quando são formuladas as seguintes indagações: quem? O que quero descobrir ou o que quero fazer? Por que? Para que e para quem fazer? Onde? Com quanto? Quando fazer? Como fazer? ESTRUTURA • Capa • Folha de rosto • Introdução (deverá conter: tema. pósgraduação. 15 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . hipóteses) • Quadro teórico / Referencial teórico/ Revisão da literatura • Metodologia/ Material e Métodos • Cronograma • Orçamento (opcional) • Referências • Anexo ou apêndice (opcional) OBS: todos os itens e subitens deverão ser numerados em seções progressivas. a execução e a apresentação. Nesse momento começa a elaboração do projeto. justificativa da investigação por meio de revisão bibliográfica. tendo em vista a discussão/exposição dos projetos de pesquisa em seminários.2. mestrado e doutorado). no canto superior direito da folha. atende as inovações científicas e tecnológicas almejadas por empresas de desenvolvimento e órgãos públicos. PROJETO DE PESQUISA O QUE É? É o planejamento de todas as etapas da pesquisa que se pretende realizar.

tem-se a explicação de cada etapa do projeto: Capa: Devem constar na capa do projeto os seguintes elementos: nome da instituição. Tais elementos devem ser apresentados na ordem em que foram citados. 1 – modelo de capa de projeto 16 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . nome do autor.A seguir. mês e ano. Fig. título do trabalho. cidade.ULBRA . nome do curso.

e ainda o nome do (a) professor (a) orientador (a). Fig.) utilizando-se de parágrafos coesos. a finalidade. curso. etc. o período e a turma. hipóteses. de uma única redação dissertativa em que deverão ser apresentados os elementos citados (tema.ULBRA . objetivos justificativa. problema. ou seja. Fig. por meio de revisão bibliográfica. 2 modelo de folha de rosto • Introdução: Observem que a introdução consiste de um texto “corrido”. 3 – modelo de introdução 17 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . o título do trabalho.Folha de Rosto: A folha de rosto deve conter o nome do aluno (a).

Além disso. no mínimo. O pesquisador demonstra a análise incompleta ou insuficiente acerca do objeto de estudo. Deve ter um significado preciso. ou seja. entre outros. Os objetivos são as metas a serem alcançadas com a realização do trabalho. o que há de melhor. Deve também estar de acordo com o marco teórico definido. analisar. devendo assim enfatizar também a relevância social. pode ser feita. Pode equivaler ou não ao título do projeto ou da pesquisa. A justificativa abordará além da relevância bibliográfica (acadêmica) tendo por base o marco teórico da pesquisa. Apresenta-se Como. O pesquisador irá interpretar seu objeto de estudo de acordo com a concepção teórica de uma ou toda a obra de um autor. três) possuem natureza operacional. optando-se por um dos seguintes argumentos: 1. A hipótese é a tentativa de explicação ou solução do problema enunciado. o marco teórico previamente determinado. confirmando ou não a hipótese enunciada. deve ser associada ao marco teórico da investigação a ser feita e as demandas institucionais e sociais. o pesquisador necessita reafirmar os resultados já obtidos em outras investigações. A justificativa da investigação por meio de uma revisão bibliográfica. Deve possuir clareza conceitual. Todas as etapas do projeto são definidas conforme esta escolha. deve ser completo. expressa na forma de sentença afirmativa. Há que se esclarecer os limites para o seu desenvolvimento. identificar. em que se faz referência a estudos e pesquisas já realizados ou correlacionados sobre o assunto em questão. econômica e jurídica se houver. referir-se a conceitos passíveis de verificação (empírica). O geral deve se referir ao produto que se deseja obter com a investigação. isto é. por exemplo. Contextualiza-se o tema e o problema de pesquisa. referem-se a procedimentos que deverão ser cumpridos para que o objetivo geral seja atingido. o positivismo de August Comte. dentre as produções científicas mais significativas e criativas da área o estado do debate que orienta o estudo. 3. Trata-se de um ato criativo. • Quadro Teórico / Referencial Teórico / Revisão da Literatura: Indica-se a fundamentação.ULBRA . O estudioso deseja colocar em xeque as conclusões encontradas sobre o objeto de estudo. Já o problema deve ser ainda mais específico que o tema. ou seja. 2. 1 Este referencial é considerado como um elemento de controle de toda a pesquisa. Já objetivos específicos (devem conter. o estruturalismo conforme a obra de Claude Lévi-Strauss. por meio de verbos no infinitivo. como: demonstrar. observar. A melhor forma de destacá-los é dividi-los em geral e específicos. Formulado como indagação. ou seja. o enfoque experimental segundo a corrente de pensamento empirista. A revisão bibliográfica. o estudioso demonstra contradições entre os autores em relação ao problema enunciado. a Teoria do Discurso de Jürgen Habermas. comparar. Por meio da literatura selecionada. o marco teórico. desde a problematização inicial.O tema da pesquisa define o assunto a ser tratado. conter as variáveis necessárias e esclarecedoras da investigação. para justificar a pesquisa. cultural. segundo o marco teórico que sustentará o desenvolvimento da pesquisa. 4. o materialismo histórico dialético de Karl Marx. 1 18 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . o estado da arte.

qualitativa. o que significa que o estudo será outro e terá um novo começo. Os seguintes pontos deverão ser introduzidos na exposição: . análise de conteúdo ou de documentos. do autor cujas idéias ou concepção teórica mais sustentam a formação do pesquisador (que deve ser o mesmo das seções anteriores do projeto. bem como a dimensão teórica da investigação. fichamentos e resenhas. procedimentos e material a serem utilizados na pesquisa.de modo aprofundado.a apresentação breve do marco teórico. conceitos ou teorias que fundamentam a pesquisa. levantamento estatístico. as entrevistas. objetivos (geral / específicos). Já as fontes secundárias baseiam-se em estudos já realizados por outros pesquisadores.o tipo ou técnicas de pesquisa (teórica. Deve estar de acordo com a problemática formulada e o raciocínio desenvolvido nas fases anteriores. como no problema e na hipótese). • Metodologia / Material e Métodos: Indicam-se as técnicas. categorias. quais as disciplinas. áreas. a jurisprudência.os procedimentos que auxiliarão o exame de dados como definição de conceitos. legislações e jurisprudências por meio de resumos. 19 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . hipótese. observação. laboratorial. inter ou transdisciplinar). ou quantitativa. legislações interpretadas. dialético ou hipotético-dedutivo ( sendo obrigatório a indicação de um dos métodos indicados anteriormente). . Fica a critério do pesquisador enfatizar os outros métodos de pesquisas existentes. caem por terra. estudo de caso). empírica. dedutivo. os dados estatísticos. ou seja. de acordo com o problema enunciado e os objetivos pretendidos pelo pesquisador.o método de abordagem. As fontes primárias são os documentos oficiais ou não. . os arquivos. entrevista. secundários). Cabe alertar que caso o marco teórico seja mudado durante a pesquisa. aplicação de questionário. ou institutos envolvidos na pesquisa. . relatando o porquê da escolha e todas as minúcias de material e métodos empregados. artigos de periódicos.o setor do conhecimento em que se insere o objeto de estudo (multi. . respondendo quais os princípios. como: método indutivo. a legislação. como livros de qualquer espécie. todos os demais elementos.ULBRA . .a natureza dos dados operacionalizados (primários. como problema.

• Cronograma: É a previsão do tempo que será gasto na realização de todo o trabalho de pesquisa.ULBRA .4 – Modelo de Cronograma 20 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Define também as etapas de cada processo dentro de um espaço de tempo. Fig.

Formalmente. nome da instituição ou da universidade a que é submetida e a área de conhecimento. entrelinhas. formato A4 (21 cm x 29. A numeração.7 cm). referência bibliográfica. metodologia. ao final do trabalho.ULBRA .• Referências: Deve-se apresentar as publicações (livros. utiliza-se espaço simples dentro da citação da mesma obra. referencial teórico. em ordem alfabética. dissertações. 5 – modelo de referências • FORMATAÇÃO O trabalho deverá ser apresentado em papel branco. Nas citações com mais de 03 linhas o recuo deve ser de 04 cm. maiúsculo e em negrito. periódicos. Fig. leis. natureza do trabalho. As folhas devem ser contadas seqüencialmente a partir da folha de rosto. e dois espaços simples entre uma obra e outra. As notas de 21 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Na bibliografia. inicia-se o texto em aproximadamente 8 cm da borda superior. para a digitação.5 para o corpo do texto e espaço simples para notas de rodapé. Os títulos das partes devem ser centralizados. em todo início das páginas do trabalho que contêm títulos como introdução. Utiliza-se espaço 1. sites). As folhas deverão conter margem esquerda e superior de 3 cm. mas não numeradas. rodapé e legendas de ilustrações e tabelas. finalidade. em algarismos arábicos. o parágrafo se apresenta a 2 cm da margem esquerda. teses. ou seja. citações de mais de três linhas. deve aparecer na borda superior direita das páginas textuais que não possuem o recuo de 8 cm da borda superior. times new roman 12 para texto e 10 para citações de mais de três linhas. Em toda folha nova.5. direita e inferior de 2 cm. Estes títulos devem ser separados do texto que os sucede por dois espaços 1. Utiliza-se. que são ou serão utilizadas na elaboração da pesquisa.

rodapé. ou o sistema autor-data (em que se indica no corpo do texto a fonte pelo sobrenome do autor.ULBRA . seguido da data de publicação do documento e da página). devem aparecer em sequência. 22 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .

3. As folhas deverão conter margem esquerda e superior de 3 cm. mas exige rigor na coleta e análise dos dados. A redação do trabalho deve ser o reflexo de um processo de investigação sistemática e metodologicamente desenvolvida. observações. Ressalta-se que não se caracteriza como uma compilação de textos. oportunizando o avanço no campo do conhecimento científico e na proposta de alternativas. O trabalho deve ser impresso em apenas uma lauda. formato A4 (21 cm x 29. Ela é a síntese dos resultados obtidos a partir das leituras. direita e inferior de 2 cm.1Estrutura Capa (obrigatória) Folha de rosto (obrigatória) Folha de aprovação (obrigatória) Dedicatória (opcional) Agradecimento(s) (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo na língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Listas de figuras e tabelas (opcionais) Listas de abreviaturas e siglas (opcionais) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução Desenvolvimento Conclusão Elementos textuais Elementos pré-textuais Referências Apêndice(s) (opcional) Anexo(s) (opcional) Elementos pós-textuais Todo trabalho científico deverá ser apresentado em papel branco. críticas e reflexões feitas pelo educando sobre um determinado tema ou assunto específico de cada área. Deve ser elaborado sob a coordenação de um orientador.7 cm). 23 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . MONOGRAFIA OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) FORMATAÇÃO Documento acadêmico em que se apresenta o resultado final de uma pesquisa.ULBRA . 3.

área de concentração (disciplina ou matéria). objetivo do trabalho (aprovação. negrito.Modelo de folha de rosto 24 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . formação ou grau pretendido).Modelo de capa • Folha de rosto: elemento obrigatório onde deve ser impresso informações importantes à identificação do trabalho. 6 . caixa alta. Deve conter nome da instituição. Apenas local e ano de entrega devem vir com a letra inicial maiúscula. 12. local e ano de entrega. nota constando a natureza do trabalho (monografia. etc. centralizado. nome da instituição a que é submetido o trabalho.2 Elementos pré-textuais: • Capa: um elemento obrigatório onde deve ser impresso informações importantes para a identificação do trabalho.3. Cabe informar que a utilização da logomarca não é permitida para trabalhos acadêmicos. título e subtítulo do trabalho. título e subtítulo do trabalho. Fig.). Fig. fonte Times New Roman. A capa deve ser em espaço simples. 7 . dissertação. Deve conter nome do autor.ULBRA . nome do orientador. nome do autor. local e ano de entrega. A titulação do orientador deve constar apenas na folha de aprovação.

• No caso de trabalho entregue no formato digital em PDF ela virá na terceira folha.Modelo de ficha catalográfica • Folha de aprovação: deve conter o nome do autor do trabalho.: Mesmo padrão da capa e da folha de rosto para trabalho interdisciplinar. em vigor.Modelo de folha de aprovação 25 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . não devendo ser contada. Fig. nome e assinatura dos componentes da banca examinadora. no local apropriado. elaborado por uma bibliotecária. conforme o Código de Catalogação AngloAmericano em CCAA2. data de aprovação. Fig. • Ficha catalográfica: elemento obrigatório no verso da folha de rosto. título e subtítulo (quando houver). Atenção: Colocar aqui. o nome do orientador e avaliadores com suas respectivas titulações. natureza do trabalho.OBS. 9. Todos devem assinar e esta página deverá ser escaneada para posteriormente para ser anexada ao trabalho. 8 .ULBRA .

Deve ser breve. 11 .ULBRA . Fig. 10 .Modelo de agradecimento 26 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Fig.• Dedicatória: folha em que o(a) autor (a) dedica o trabalho ou presta uma homenagem a alguma pessoa ou grupo de pessoas. Insere-se na parte inferior à direita da página.Modelo de dedicatória • Agradecimento(s): folha em que o(a) autor (a) indica o apoio pessoal e/ou financeiro recebido durante a confecção do trabalho. devendo ser concisa. Insere-se na parte inferior à direita da página.

contendo. resultados esperados ou obtidos. relacionada com a temática desenvolvida no trabalho apresentado. o valor científico do trabalho e sua originalidade. Pode estar presente no início de cada capítulo ou seção do trabalho. metodologia. concisamente. deve indicar. isto é.Modelo de resumo na monografia Deve ser seguido das palavras-chave ou descritores. precedido de dois espaços simples. Deve ser composto de uma sequência de frases concisas e não deve ser elaborado na forma de tópicos.ULBRA . com indicação de autoria. os pontos relevantes do trabalho: objetivos. 13 . 12 . Fig. O autor citado deve constar na lista de referências do trabalho.• Epígrafe: folha em que o autor apresenta uma citação.Modelo de epígrafe • Resumo na língua vernácula: elaborado em folha separada. tendo no mínimo de 3 e no máximo de 5 palavras. inserir palavras que mais 27 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Fig. no máximo 400 palavras e no mínimo 200 para as monografias.

O resumo deve ser em texto corrido e sem parágrafo.ULBRA . ser seguido das palavras-chave (inglês . Por ser elaborado em idioma de comunicação internacional (inglês – Abstract).representam o conteúdo do trabalho. 14 . digitado em espaço simples. Deve.Modelo de abstract 28 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . digitado em folha separada. ressaltando que as mesmas devem vir separadas por ponto. • Abstract (Resumo na língua estrangeira): contém as orientações do resumo em língua vernácula. também.Keywords) Fig.

15 . fluxogramas. 2. precedidos da palavra tabela. podendo ser subordinada ou não a capítulos ou seções de um documento.).Modelo de Lista de figuras A ilustração deve estar inserida o mais próximo possível do texto a que ser refere. do respectivo título e legenda explicativa de forma breve e clara. quadros. para identificá-la. 29 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . permitindo assim sua localização.ULBRA . plantas. retratos e outros) sua identificação aparece na parte inferior. em algarismos arábicos (exemplo: 1. organogramas. A tabela deve ter o número inscrito no seu topo sempre que o documento apresentar duas ou mais tabelas. Sua identificação deve ser feita em algarismos arábicos de forma crescente. mapas. dispensando consulta ao texto e da fonte (a qual deverá constar no texto do trabalho). precedida da palavra designativa seguida do seu número de ordem de ocorrência no texto. Fig. 3 etc.• Listas de ilustrações (opcional): qualquer que seja seu tipo (desenhos. gráficos. seguidos dos números das páginas. fotografias. esquemas. Devem ser apresentadas conforme a ordem no texto.

todas as divisões necessárias). o segundo o cabeçalho e o terceiro para fechar a tabela. Se a quantidade for superior a 11. sugere-se que seja feita lista separada para cada categoria. 16 – modelo de lista de tabela A moldura não deve ter traços verticais que delimitem o fechamento da esquerda e direita. Exemplo: Tabela 1 – Comparação de custos versus quilometragem FONTE: IBGE (2009) NOTA: Quando o trabalho contiver ilustrações na quantidade superior a 10.ULBRA . paralelos. Sua estruturação dos dados deve ser de 3 traços horizontais. na ordem do texto. 30 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . afinal. sugere-se que sejam colocadas todas na lista de ilustrações. períodos.• Lista de tabela (opcional): Toda tabela deve ter o título inscrito no topo. inscrita no centro da página para estruturar os dados numéricos e termos necessários para sua compreensão. Fig. independente da sua numeração. sendo que: o primeiro para separar o topo. A tabela deve ter moldura. para indicar a natureza e as abrangências geográficas e temporais dos dados numéricos (ex: descrever de forma separada locais.

evidenciando sua importância. título da seção e paginação separadas por uma linha pontilhada. facilitando a localização dos assuntos. o espaçamento deve ser simples e entre um título e outro. O Sumário fecha a estrutura dos elementos pré-textuais do trabalho acadêmico. 3. Sequencialmente ao tema. secundárias e terciárias. Enumeram-se as partes do trabalho. indica-se o objeto de pesquisa e o seu campo de conhecimento. Tem a função de anunciar a contextualização do assunto ou sujeito da pesquisa. o espaço duplo.• Sumário: tem por finalidade proporcionar uma visão geral do trabalho. Todas as demais seções em letras minúsculas.ULBRA . Fig. na ordem em que aparecem no corpo do mesmo. Os títulos dos capítulos (seções primárias) devem ser escritos em letras maiúsculas sem negrito. a metodologia utilizada e as reformulações que se fizeram necessárias devido as condições e/ou fatos não esperados. 31 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . o problema e a hipótese apontados no projeto. os objetivos básicos e as justificativas do estudo que foram elaborados. 17. Devem-se apresentar somente as seções primárias. por esta razão a introdução deve ser escrita somente após o trabalho estar concluído. Deve ainda conter indicativo numérico de cada seção.Modelo de Sumário Entre as linhas do sumário.3 Elementos textuais: • Introdução Pede-se atenção a esta parte do trabalho já que seu conteúdo deverá evidenciar ao leitor as partes essenciais do que está sendo apresentado. delimitando o tema.

jurisprudências e legislações. inclusive por outros pesquisadores da área. CIENTÍFICA. por exemplo. questionários. 18. bem como com o marco teórico e a revisão da literatura.Modelo de introdução • Desenvolvimento: é onde se expõe detalhadamente o assunto pesquisado. arquivos. que: a) se a comprovação e ou a refutação da hipótese produz novo conhecimento ou não para a compreensão de determinado tema na área de conhecimento em questão. bem como resultado e discussão. diante do marco teórico escolhido para a fundamentação da pesquisa. ou em capítulos confirmando as orientações abaixo citadas. tendo em vista os resultados obtidos.Em seguida. Análise e interpretação das informações e dados coletados por meio de entrevistas. que devem situar: A argumentação crítica sobre a investigação realizada. ou dificuldades encontradas no decorrer da pesquisa ou resultados encontrados que apresentam importância social e/ou científica. localizando as partes que foram ou não solucionadas a partir dos dados coletados da pesquisa e a comprovação/refutação da(s) hipótese(s) a partir do cruzamento com os dados e observações levantados. entre outros. idéias e argumentos principais discutidos no interior de cada capítulo ou seções para que se tenha uma visão global do mesmo. demonstrando. b) se a comprovação e ou a refutação da hipótese nega ou não afirmações ou teorias já aceitas na área. O relato sobre a coleta de dados. entretanto evitar citação direta. deve demonstrar como foi desenvolvido o trabalho. deve-se. Pode ser dividido em seções. Fig. Finalizando. o marco teórico (expondo opiniões de autores relevantes para o trabalho). conforme a formatação geral da ABNT. onde se pode constar material e método. apresentam-se impressões do próprio autor da monografia sobre o que foi escrito: dúvidas a serem esclarecidas. Análise do problema. jurisprudências e legislações sobre o objeto de pesquisa. os obstáculos.ULBRA . tais como: os procedimentos metodológicos. A organização e as dificuldades ou entraves em torno da bibliografia. a descrição clara sobre os métodos e técnicas adotados de forma que seja possível a reprodutibilidade que é uma característica pertinente às áreas de ciências exatas. 32 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .

. e sim em todas as partes do relato servindo como sustentação dos raciocínios desenvolvidos. tomando-se o cuidado de não ultrapassar a quinária. Para destacar as seções deve-se utilizar o negrito. 3.. Anexo. Lista de abreviaturas e siglas. Cada divisão recebe um grupo de números chamado indicativo de seção. Cabe ao orientador designar quantos capítulos e em que local os autores devem ser colocados para fundamentar com maior profundidade o assunto trabalhado.2..1. Para a numeração dos capítulos (seção primária) segue-se a ordem natural dos números inteiros (1. pontuação intermediária ou entonação final. O título das seções terciárias em diante deve seguir as seguintes regras: • Quando o título possuir verbo. portanto. 1. Conclusão. Adota-se a numeração progressiva – sistema numérico para dispor hierarquicamente as partes do trabalho – para as seções do texto.1 Que fim levou o menino? 33 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . 4.). etc. Lista de símbolos.c) se a comprovação e ou a refutação da hipótese confirma teoria em voga que vem sendo negada por pesquisadores ou teóricos reconhecidos.. conhece os autores sobre o assunto e ainda as falas do autor do trabalho em questão. Exemplo: 1. 2.1 Seções e alíneas Cabe nesse momento explicar o que são seções e alíneas elencadas no início deste item. O texto a seguir deve ser iniciado logo na próxima linha.3. separados do texto anterior por um espaço duplo. Devem-se deixar dois espaços duplos entre os títulos das seções e o texto anterior.). a 8cm de distância da borda superior e em nova página. Apêndice. alinhado à esquerda. Já os títulos que não recebem indicação numérica (Errata. é considerada oração. mais o número de cada parte separada por ponto. Sumário. São sempre utilizados números arábicos. com isso somente a inicial da primeira palavra será maiúscula e terá ponto final.1. Vale ainda ressaltar que a cópia de obras se configura um plágio. terciárias. Introdução.ULBRA . Lista de figuras. quaternárias e quinárias (1. Os títulos das seções primárias (Títulos dos capítulos). Agradecimentos. A banca examinadora é geralmente especialista na área do trabalho analisado.. separados do numeral por um espaço e a 3 cm da borda superior. Chama-se a atenção para evitar cópias de partes de obras sem a correspondente referenciação. Os títulos das seções secundárias devem ser em maiúsculo e negrito. Obs: A revisão de literatura e os dados históricos alcançados sobre o tema-problema não devem estar situados em um único capítulo ou parte específica do trabalho monográfico... Seções Os capítulos de um trabalho científico são chamados pela ABNT de seções primárias e podem ser divididos e subdivididos em seções secundárias. são sempre iniciados em página nova. O título primário sempre vem em maiúsculo e negrito. Os títulos das subseções são alinhados à esquerda e destacados gradativamente. aplicando-se o mesmo processo às terciárias. exceção para nomes próprios. sendo passível a abertura de um processo contra o plagiador.1. O indicativo da seção secundária será formado pelo número do capítulo. itálico ou caixa alta. Glossário) devem ser centralizados. na área de concentração. podendo ou não se itálico. que recebem indicação numérica. 3. referências.

-Central. por letras minúsculas seguidas de parênteses separadas entre si por uma linha em branco. Alíneas As seções podem ainda ser subdivididas em alíneas que são ordenadas alfabeticamente. pontuação intermediária ou entonação final é considerada uma frase.• Quando o título não possuir verbo. d) América: -do norte. Exemplo: Os continentes são cinco: a) Europa.1 O Aliciamento de Menores No sumário todas as seções devem ser relacionadas alinhadas à esquerda como especificado no exemplo.3. As alíneas servem para itens do conteúdo que não são extensos. Obs. -do Sul. c) África. na página relativa a ele. A última alínea termina por ponto. A linha do texto da subalínea começa um espaço após o hífen. a b) as alíneas são reentradas em relação à margem esquerda como se fossem um parágrafo.: a trecho acima pode ser observado como exemplo de disposição gráfica de alíneas. Exemplo: 2.ULBRA . b) Ásia. d) a segunda linha e seguintes da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria alínea. c) a matéria da alínea começa por letra minúscula e termina por ponto-evírgula. É possível também que o texto tenha subalíneas que sao indicadas por hífen colocado sob a primeira letra do texto da alínea correspondente. e) Oceania IMPORTANTE: Apresentação gráfica dos aspectos iniciais dos capítulos 34 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Deve-se observar os seguintes itens na disposição gráficas das alíneas: a) o trecho anterior à alínea termina por dois pontos. a pontuação é igual ao das alíneas. com isso a inicial de cada palavra será maiúscula e não terá ponto final.

35 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . demonstrando que tais indicações estão ou não relacionadas com o fato da pesquisa ser trans. O mesmo ocorre com os títulos das subseções que devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços 1. conclusão. uma síntese-crítica dos resultados obtidos e ou sugestões para novos estudos ou ainda a possível contribuição do estudo efetivado.Modelo de início de Capítulo Estes títulos devem ser separados do texto que os sucede por dois espaços 1. inter ou multidisciplinar. Fig. Em consequência.5. capítulos. Há ainda que se indicar as correções metodológicas em novas pesquisas semelhantes. iniciase o texto em aproximadamente 8 cm da borda superior. em todo início de capítulo ou de seções que integram o contexto do trabalho que contêm títulos como introdução.5. ou seja. 19 . • Conclusão Deve ser construída com base nos objetivos propostos e nos dados comprovados no trabalho.ULBRA . Se o estudo feito não esgotou o tema-problema investigado. entrelinhas. bibliografia. A numeração dos capítulos deve ser apresentada em números romanos em ordem sequencial. cabe apontar esses “vazios” e as possíveis formas diversas de preenchê-los.Apresentação gráfica do trabalho indica que em toda folha nova. apresentam–se os argumentos mais relevantes expostos no desenvolvimento do trabalho.

ULBRA . espaço simples entre linhas e dois espaços simples para separar as próprias obras. Atentar para que não sejam apresentados resultados que não estão evidenciados no trabalho. 21 – Modelo de referências 36 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .A conclusão não deve ser pessoal e deve rematar o trabalho desenvolvido. Fig. Deve ser redigido em ordem alfabética.4 Elementos pós-textuais: • Referências: permite a identificação de obras consultadas para a elaboração do trabalho. Fig. Não é permitido colocar citações diretas. devendo constar somente aquelas que foram referenciadas no trabalho na forma de citação direta. citação de informações ou citações indiretas.Modelo de conclusão 3. Para sua elaboração deve-se consultar e ficar atento para às indicações das normas técnicas –(ver como apresentálas em Referencias na pagina 52 ). 20.

entre outros. etc. times new roman 12 para texto e 10 para citações de mais de três linhas. b) Numeração da página: As folhas devem ser contadas sequencialmente a partir da folha de rosto. como roteiros para entrevistas.• Anexo(s): Não é obrigatório. o parágrafo se apresenta a 2 cm da margem esquerda. c) Notas de rodapé: As notas de rodapé ou o sistema autor-data (em que se indica no corpo do texto a fonte pelo sobrenome do autor. Nas Referências bibliográficas. Trata-se de assuntos não elaborados pelo autor do trabalho. a) Sigla A sigla. Se constar mais de três. Destina-se a complementar as idéias desenvolvidas no trabalho e ainda fazer esclarecimentos ou comprovações. Inicia-se a colocação dos números arábicos a partir da folha seguinte da Introdução. dever ser feita em algarismos arábicos. e identificados por letras maiúsculas. direita e inferior de 2 cm. Pode conter explicações técnicas de equipamentos. 37 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . mas não devem ser numeradas. ao final do trabalho. após a referência bibliográfica. considera-se que é um item importante para fazer esclarecimentos ou comprovações e ou ainda dar suporte para fundamentação do assunto que foi desenvolvido no trabalho. leis ou decretos. Utiliza-se. utiliza-se espaço simples dentro da citação da mesma obra e dois espaços simples entre uma obra e outra. planos de aulas. A configuração deverá ter margem esquerda e superior de 3 cm. ao aparecer pela primeira vez no texto. para o rodapé e para as legendas de ilustrações e ou tabelas. seguidas de seu título. Os títulos das partes ou capítulos devem ser centralizados e em negrito. formato A4 (21 cm x 29. Deve ser identificado por letras maiúsculas consecutivas e apresentar o seu título.7 cm). • Apêndice(s): constitui-se de matéria elaborada pelo próprio autor da monografia. porém. na natureza do trabalho e objetivo como também o nome da instituição ou da universidade a que é submetida e a área de conhecimento (folha de rosto). deve-se fazer um sumário de anexos. Formalmente. colocadas no canto superior direito das folhas de todo o texto que não possuem o recuo de 8 cm da borda superior. seguido da data de publicação do documento e da página) devem aparecer em seqüência. Exemplo: Ministério da Educação e Cultura (MEC). deve ser precedida pela forma completa do nome e inserida entre parênteses. Deve ser apresentado no final. Há que se utilizar espaço 1. Explica-se que a numeração. nas citações de mais de três linhas. questionários. modelos de questionários. FORMATAÇÃO O trabalho deverá ser apresentado em papel branco. para a digitação.ULBRA .5 para o corpo do texto e espaço simples para notas de rodapé.

proporcionar respostas aos problemas que são propostos”. 38 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . pois expõem o posicionamento de diferentes autoridades com experiência no assunto. e a pontuação.4. seguida do ano de publicação e da página consultada. acompanhando-os em seus primeiros passos de vida universitária. recuado a 4 cm da margem esquerda. De acordo com a NBR 10520 da ABNT (2002). Pode ser uma transcrição ou paráfrase. ajudando-os a assumir e a desenvolver hábitos de estudo e técnicas de trabalho que tornem realmente produtivos os anos de vida universitárias. é transcrever integralmente. p. sem parágrafo na primeira linha da citação e em espaço simples (1.ULBRA . demonstrando assim a credibilidade da pesquisa realizada. de fonte escrita ou oral”. Quando as transcrições no texto atingem até três linhas devem estar encerrada entre aspas duplas. O que não pode. tão mal aproveitados (RUIZ. Quando a citação direta for composta por mais de três linhas. indicando o caminho certo na procura do saber superior. de forma alguma. 13) “pesquisa é um procedimento racional e sistemático que tem como objetivo. não raro. sem fazer a devida referência. Exemplo: Segundo Gil (1999. 1997.1 Citação – O que é uma citação? As citações (referente às várias fontes bibliográficas consultadas) são de fundamental importância no enriquecimento da pesquisa. p. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS SEGUNDO A ABNT 4. – Citação direta ou literal É a transcrição exata de palavras e trechos de um autor. deve ser apresentada num parágrafo independente. ou parcialmente um conteúdo de outro autor.0). sob pena de serem consideradas plágio. seguindo as regras da ABNT. direta ou indireta. Exemplo: O objetivo da metodologia científica é tomar os meios universitários pela mão e caminhar ao seu lado. a ortografia. seguindo integralmente a redação. Neste caso. a acentuação. tão preciosos e. com letra menor (tamanho 10). iluminando problemas para que melhor possam vê-los. 27) As obras utilizadas deverão ser referenciadas no corpo do texto de acordo com o sistema de citação adotado. a citação é “menção no texto de uma informação colhida em outra fonte. a citação deverá conter o nome do autor ou da instituição responsável ou do título de entrada.

separado por vírgula. e. 4. p. porém a garantia de um bom trabalho está no exercício do aluno em aplicar as normas em suas pesquisas (FERRÃO. 6. 3.35) (CHAUI. 213). 2006. p. Citação de citação de um autor: (RORTY. Nesse caso não se usa as aspas e a citação da página se usa quando consultou apenas determinado trecho. Exemplo 2 (uso de toda a obra): Uma obra sobre metodologia científica contribui no planejamento e execução das pesquisas dos alunos durante sua vida acadêmica. 2003. quando estiverem entre parênteses todas as em letras devem ser maiúsculas. p. quando se utiliza de toda a obra ou várias páginas de um autor para a citação não é necessário citar a página no corpo do texto. p. p. p. Obras de até três autores: (MEZZAROBA. Citação com mais de três autores: (MIRANDA et al. GRAHAN. Citação no corpo do texto: Rodrigues (2008.30) 5. 23). . A participação em eventos científicos é importante para promoção e divulgação dos trabalhos de pesquisa (FERRÃO. Nas citações autor-data.ULBRA .Sistema Autor Data O sistema autor-data. faz-se um resumo com as próprias palavras ( paráfrase) . respeitando a idéia do autor. p. 2001c. 1970). As citações devem ser feitas através do sistema autor-data.46 apud GUSTIN. as entradas pelo sobrenome do autor. conforme NBR 10520/2002 da ABNT. p. DIAS. 2.. Exemplos: (IBGE. 10). depois do ano coloca-se a vírgula. a partir da interpretação de um texto consultado. 2003). 2001a. no corpo do texto. Indicação de autor dentro de parênteses: A cultura brasileira é rica em sua diversidade regional (RODRIGUES. Exemplos: 1.. 140). WILLIANSON. • Tipos de citações . 2001b.) e finalmente o número da página. seguido da data de publicação do documento. p. MONTEIRO. 2008. do qual se quer retirar o trecho mais importante. 10) expõe que a cultura brasileira.60) (CHAUI. a abreviatura de página (p. indica-se a fonte pelo sobrenome do autor em caixa alta e baixa. p. 2000. Se indicar apenas um trecho da obra. pela instituição responsável ou título que façam parte da sentença dever ser a primeira letra maiúscula e demais minúsculas. seguida da data de publicação do documento entre parênteses. Citação de várias obras de um mesmo autor publicadas no mesmo ano: (CHAUI. 550) 39 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . 2009) ou (OLIVEIRA.– Citação indireta Consiste na transcrição não literal do que diz o autor.. 2004) (CHANDOR. 2009. 1997. em que se deve colocar o sobrenome do autor ou da instituição responsável ou título de entrada. Exemplo 1 (uso de um determinado trecho): Os graduandos não devem se restringir apenas às atividades acadêmicas desenvolvidas dentro da sala de aula.

3 Abreviaturas/siglas . ²MEDEIROS. p. 1996. ³GARCIA. cap. ed. segundo. 1983 apud SILVA. São Paulo: Atlas. art. ( = obra citada) é usada no caso de ocorrerem citações que se repetem. c) A expressão op. 21. podendo ter algumas variáveis. 1996. 2. João Bosco. na primeira nota. ed. mas intermediadas por outros autores. São Paulo: Atlas. como abaixo: ¹ANDRADE.. insere-se a expressão latina ibidem ou ibid.) Ed.Abreviaturas/Expressões latinas ap. ²Ibid. 2. Indica-se na mesma página ou folha da citação a que se refere. a) Na segunda.19 4. 60. d) A expressão apud (= citado por. p.. alli (et al. 76. Comunicação em prosa moderna. Redação científica.2 Sistema de nota de rodapé O sistema de nota de rodapé vem através da seqüência numérica para a indicação do autor da obra citada. op. cit. São Paulo: Atlas. coloca-se a citação da obra com referência completa. citação de citação Artigo Capítulo confira. p. p. João Bosco. Rio de Janeiro: FGV. Othon. f. ou apud. ed. que indica que a obra citada é a mesma imediatamente anterior. p. 65. coord. 2. 60. Se o autor é citado várias vezes no texto. p. aponta obras do mesmo autor anteriormente citado. confronte colaborador colorido (a) Compilador Coordenador Edição E outros Editor Folha Indica que a citação foi extraída da mesma obra e autor já referidos em nota imediatamente anterior Quando se utilizam varias obras de um mesmo autor substitui o nome do autor 40 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Indica-se na mesma página ou folha de citação a que se refere. p. cit. 70. 1998. ¹BARROS. Carlos Drummond de. comp. ¹GARCIA. color. conforme) indica um autor citado por outro autor. (= na mesma obra). Português instrumental. São Paulo: José Olympio..ULBRA . p. b) A expressão idem ou id. Ibid. 20. Português instrumental.4. ²Id. Id. ed. 1985. Deve ser indicada na mesma página ou folha de citação a que se refere. cf colab. 1978. ou idem Citado por. et. ¹MEDEIROS. 1992. Contos plausíveis.

s.. Ago. Maio. Número Organizador Emprega na obra citada.o. v. Jun. Arquitetura e Agronomia Conselho Regional de Educação Física Conselho Regional de Química Código de Transito Brasileiro Código Tributário Nacional Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Fundação Getulio Vargas Instituto do Meio Ambiente e Recursos Renováveis Instituto de Ensino Superior 41 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . cit. sequentia e et seg. Fev. sem editor ou editora seguinte ou que se segue Assim mesmo. Sic supra v. cit. • ABNT ACS CBF CC CEPES CF/88 CFA CFC CFE CNPq CP CPC CPP CRA CRB CRC CREA CREF CRQ CTB CTN EMBRAPA FGV IBAMA IES Abaixo. Abr. Nov. ( passim) s.d s. tal qual se encontra-se na fonte Acima.infra il.l. meses n. org. substitui o numero de paginas Sem data Sem local Sem autor. Set. Out. linhas ou paginas adiante Ilustração no lugar citado Jan. loc. para indicar que a citação foi extraída de obra citada anteriormente. Mar. mas entre esta e a nova citação Página Para se fazer referência a citação de uma ideia contida em várias páginas. p.ULBRA . pass. linhas ou paginas atrás Volume Ver o original Siglas Associação Brasileira de Normas Técnicas Assessoria de Comunicação Social Confederação Brasileira de Futebol Código Civil Brasileiro Comissão Especial p/ Execução do Plano de Melhoria do Ensino Superior Constituição Federal de 1988 Conselho Federal de Administração Conselho Federal de Contabilidade Conselho Nacional de Educação Conselho Nacional de Pesquisas Código Penal Código de Processo Civil Código de Processo Penal Conselho Regional de Administração Conselho Regional de Biologia Conselho Regional de Contabilidade Conselho Regional de Engenharia. Jul. op. Dez.n.

com intuito de. ao contrário. isto é. visto que. uma vez que. 7. tanto mais. Um elemento coesivo é basicamente um continuador textual que indicam várias circunstâncias: 1. a fim de que. contraste: mas. então.P. Veja alguns exemplos e onde e como podem ser utilizadas: 42 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .Indicadores (termos que indicam) de oposição. caso. etc. períodos e mesmo parágrafos. à proporção que. Scientific and cultural Organization 4.Indicadores (termos que indicam) de conclusão: portanto. no entanto.Indicadores (termos que indicam) de esclarecimento: vale dizer. em decorrência de. 3. por isso. quer dizer. de modo que. assim que.Indicadores (termos que indicam) de proporção: à medida que. 5. a menos que. todavia. em vista disso.Indicadores (termos que indicam) de condição: se. para a. etc. contanto que. logo.ULBRA . em razão de. depois que. em virtude de. 6. para. não obstante. etc. porém. contra. etc.Indicadores (termos que indicam) de tempo: em pouco tempo. etc. ao passo que. ou seja. a não ser que. embora. 2.Indicadores (termos que indicam) de causa e consequência: porque.Indicadores (termos que indicam) de finalidade: a fim de. entretanto. etc. em vista disso. por conseguinte. por motivo de. orações.ILES INEP LEP M.4 Coesão textual A coesão textual é um elemento de sintaxe e seu papel é garantir a organização das frases. 4. Na Língua Portuguesa existem algumas expressões que são características de textos científicos. antes que. tanto quanto. apesar de. MP MEC NAE NAP NBR OAB OEA ONU STF STJ TJ ULBRA UNESCO Instituto Luterano de Ensino Superior Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Lei de Execução Penal Medida Provisória Ministério Público Ministério de Educação e Cultura Núcleo de Apoio ao Estudante Núcleo de Apoio Pedagógico Norma de Procedimento registrada Ordem dos Advogados do Brasil Organização dos Estados Americanos Organização das Nações Unidas Supremo Tribunal Federal Superior Tribunal de Justiça Tribunal de Justiça Universidade Luterana do Brasil United Nations Educational. pois. por causa de. tanto quanto. logo que. a menos que. etc. etc. contudo. a menos que. tanto mais. devido a. graças a. 8.

Perrenot (1999.... portanto. p. De outro modo. Em outro sentido.. Silva (2003) apresenta pontos para reflexão sobre a. p.... é necessário reforçar.. 88) envolve.78) afirma que. Não obstante. De acordo com Nóvoa (1993). A avaliação na concepção de Romão (1998.... 43 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . p.... Os dados de observação e os depoimentos permitem afirmar que. d) Meio do desenvolvimento: Posteriormente.. Magalhães (2005... De acordo com esse quadro. observa-se que......... deve-se ainda ressaltar que.... e) Final do desenvolvimento: Salientando-se ainda.... Ainda é importante considerar que. Entretanto. faz-se interessante saber...... C) com o depoimento do grupo... Confrontando a visão dos autores (A. De modo adverso........ Com base nos autores consultados.. torna-se necessário evidenciar alguns fatores relacionados com.. É importante ainda destacar. c) Início do desenvolvimento: Em um primeiro momento é importante ressaltar. É absolutamente prioritário. Por outro lado. Levando-se em consideração estes aspectos...a) Citação na construção do texto: Beuren (2004. que. Em termos relativos.. Considerando ainda. por exemplo.. Apesar da complexidade do assunto.... no gráfico... Apesar de tudo.. Faz-se necessário. p. De outra forma.... Tendo em vista os aspectos observados... a situação precisa ainda ser analisada.. observa-se que são inúmeras as dificuldades.. Cumpre evidenciar que. Conforme as estatísticas.ULBRA . f) Conclusão: Faz-se oportuno. é possível mostrar algumas causas relacionadas com. Outro fator existente. Em virtude dos fatos mencionados.............. Torna-se necessário.. Como reflexo desta situação.65) conceitua.. Nos depoimentos. b) Introdução referente à discussão dos resultados da pesquisa: De acordo com os dados obtidos no questionário... B..13) aponta que... Torna-se fundamental.. Dentro desse raciocínio. É o que se pode verificar.

ULBRA .Crítica do resenhista (apreciação e crítica).Relata as credenciais do autor. Qual foi o problema focalizado? Como o assunto foi problematizado? c. se foi proveitosa sua leitura e indica a quem ou qual a área seria importante o conteúdo/as idéias presentes na obra. 5. De que trata o texto? (obtém-se daí o assunto tratado nele).1 Resenha Resenha é um relato minucioso das propriedades de um objeto ou de partes que o compõem.Bibliografia dentro das Normas da ABNT. Existem outros assuntos paralelos à idéia central? 3. (dissertação) . 2.Quais as conclusões a que o autor chegou? ⇒ Relate aqui o que o autor considerou importante em suas conclusões. 3. Como o autor soluciona o problema? Que posição ele assume? (assim fica evidenciada a tese defendida pelo autor) d. formação universitária. TRABALHOS ACADÊMICOS 5. etc. títulos. 2003) Sua estrutura é formada: (Descrição física da obra) 1.5. sua nacionalidade. livros já publicados. 2. 4.) Resumo da obra. 1.Quadro de referência do autor ⇒ Quem basicamente serviu de modelo teórico para o autor? 5.Resume a obra. narração e dissertação. De que trata a obra? Para se fazer uma análise do texto indicado para leitura deve-se levantar algumas questões: a.Metodologia empregada e ainda indica quais foram os autores que o autor do texto utilizou para o trabalho. É um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de textos: descrição. (MEDEIROS. ⇒ O autor consegue colocar o valor do assunto tratado no texto? ⇒ O texto demonstra ser original? ⇒ Qual é a validade de suas idéias? 44 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . b.Apresentação Gráfica de uma Resenha.Credenciais do autor (informações sobre o autor.Apresenta uma avaliação da obra evidenciando se é fácil seu entendimento. Como o autor demonstra seu raciocínio? Quais são seus argumentos? e.Apresenta suas conclusões e 4. (narração).

. (2000) pede-se ao estudioso que para a realização de um trabalho de alto rigor científico. Enquanto recurso-didático seu propósito é auxiliar estudantes/pesquisadores na construção do seu próprio conhecimento. resumo.ULBRA . Ainda ressalta-se que nas fichas podem-se usar códigos. é importante que o pesquisador leia e compreenda se a leitura será aproveitada em seu trabalho ou não. A ficha é um instrumento de trabalho indispensável para o universitário e o professor. esboço. é preciso usar fichas que facilitam a documentação e preparam a execução do trabalho. ou outro modelo e o local onde os dados foram encontrados. (||) duas barras quando se tratar idéias pessoais. fazer citações. mas é também uma forma de estudar/assimilar criticamente o conteúdo relacionado à sua formação acadêmico-profissional. Aconselha-se a utilizar vários tipos de fichas de documentação para se efetuar um trabalho acadêmico: fichas de citações.Indicações do resenhista. 45 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . (*) asterisco para resumo. se faça um levantamento bibliográfico sobre o assunto. o uso do computador facilita a elaboração do fichamento. podendo ser escrita à mão ou digitada. identificar as obras. Medeiros (2000) indica que todo fichamento tem por base uma leitura atenta do texto que está sendo estudado. Logo. seu tamanho fica a critério de cada um. Seguem algumas dicas de como as fichas são comumente usadas. Para isso. Toda ficha deve ter um cabeçalho. tais como: (“. Não só. utiliza-se das fichas para armazenar o conteúdo.”) aspas para citação. Percebe-se que hoje. fichas de resumo. citações.⇒ Elas são importantes pra quem? ⇒ Que tipo de contribuições são apresentadas por ele? ⇒ O autor apóia suas conclusões em fatos? 6. que vai determinar a finalidade. fazê-lo no sentido inverso de cabeça para baixo. Para isso. seleciona-se a bibliografia para leitura e fichamento. uma bibliografia. em seguida. Alguns professores solicitam dos seus alunos fichamento de livros ou textos. com o objetivo do estudante melhor desenvolver sua capacidade de leitura e apreensão das idéias propostas nos textos lidos. Nas fichas elaboradas à mão.2 Fichamento O fichamento é uma forma de investigação que se caracteriza pelo ato de fichar (registrar) todo o material necessário à compreensão de um texto ou tema. Faz-se necessário.. fichas de esboço. portanto que ao ser solicitado um fichamento se defina que tipo se deseja. análise e elaborar críticas. ⇒ A quem é dirigida essa obra? ⇒ A obra é endereçada a uma determinada disciplina? ⇒ Pode ser adotada em algum curso? ⇒ Qual? 5. O (a) pesquisador (a) deve ser criativo para organizar a documentação pessoal. Segundo Medeiros. ao usar o reverso. um corpo. Completando esta elaboração. Seu uso é o mais diversificado possível e. fichas de anotações pessoais.

161 Hipótese é uma proposição para verificar a validade de resposta ao problema.. 159 Os objetivos podem definir a natureza da Pesquisa.) Fig. É a transcrição literal do texto. É o tipo de fichamento que deve ser composto de citações do próprio autor da obra lida. 46 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . deve-se utilizar de uma linha pontilhada separando as falas escolhidas.). Fundamentos de Metodologia Científica. 157 O desenvolvimento de uma pesquisa compreende seis passos. partes que expressam a idéia principal do autor. Fonte: Medeiros (2000) Fig. 155 A pesquisa é um processo de reflexão. MARCONI. parágrafos. buscando elucidar para o estudante sua forma de apresentação. B.Fichamento de citação: Demonstra-se aqui como fazer um fichamento de citação. Partes estas que podem ser transcritas no seu trabalho de pesquisa (artigo. 3. Biblioteca da ILES/ULBRA. Após leitura sistemática da obra. 22 – modelo de ficha para fichamento Faz-se necessário apresentar mais alguns modelos de fichamentos. o estudante/pesquisador sublinha frases. monografia. deve se indicar tal supressão com reticências entre colchetes [. Exemplo de Fichamento de Esboço: Demonstra-se aqui em qual página se encontraram determinados assuntos que poderão ser necessários à pesquisa. ampl. etc. 1991. Definir o problema é especificá-lo em detalhes. Tendo o cuidado de abrir e encerrar a citação com aspas. e indicar a página da qual se fez à transcrição. Local onde se encontra a obra Fonte: Medeiros ( 2000. Eva Maria. corpo da ficha e local onde se encontra a obra. Marina de Andrade. ed. explicitando seus componentes principais. rev.ULBRA . que compreendem em sua formatação: cabeçalho. São Paulo: Atlas. Quando se fizer supressão de alguma parte da obra.. referências bibliográficas. ensaio.. Fundamentos de Metodologia Científica LAKATOS.] Quando houver supressão de parágrafos entre as partes citadas. Modelo de apresentação de Fichamento Título da obra: Título específico estudado: Referência bibliográfica: Colocar aqui o texto Reservado no caso das fichas serem várias: colocar A.Seguem alguns modelos de fichas..23 – modelo de fichamento de esboço A .

” p. A correlação entre cada uma dessas partes Exemplo de fichamento de resumo: aqui se determina o resumo do assunto estudado. o autor da ficha vai expor a sua compreensão do texto. A reprodução de frases do texto.ULBRA . Como fazer uma monografia SALOMON. ed. usando seu próprio estilo. Biblioteca da Iles Ulbra. em geral. Délcio Vieira. rev. clara e precisa do pensamento do autor. Fonte: Medeiros (2000) Fig. elaborando-o à medida que lêem. nem a exposição abreviada das idéias o autor. presume-se que ao fazer um resumo é importante não perder de vista três elementos: a. São Paulo: Martins Fontes. Trata-se de uma ficha não muito longa. Não é uma cópia dos tópicos. 47 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . As partes essenciais do texto b. A progressão em que elas se sucedem c. é uma redução do original.Modelo de fichamento de citação com cortes. tendo cuidado para não deturpar a idéia do autor. Quem resume apresenta. A “A primeira fase no processo de elaboração de uma monografia é a determinação do assunto a tratar.)” p. apenas produzindo partes ou frases do texto original. 9. 271. sua bibliografia e onde encontrá-la. Para elaborar um bom resumo é necessário compreender antes todo o conteúdo do texto. selecionar citações que se encaixem melhor ao trabalho que está sendo efetuado. . Nela. Já que um resumo é uma condensação fiel das idéias contidas em um texto. “a) preferir de acordo com as próprias inclinações e possibilidades (. Muitas pessoas fazem o resumo de maneira errada. Salienta-se para que fique atento ao fato de que não cabem no resumo comentários ou julgamentos pessoais a respeito do que está sendo resumido. 271. indica que ele não foi compreendido. Não se afastando jamais das teses originais. os pontos relevantes de um texto. bem como também não é a transcrição literal do texto ou de partes da obra em análise. procurando expressar suas idéias essenciais na progressão e no encadeamento em que aparecem.. Como fazer uma monografia. mas traz todos os elementos necessários para a compreensão do texto.Exemplo de fichamento de Citação: após ler o texto. com as próprias palavras.. A apresentação das idéias principais defendidas. 24 . Logo. 1999. Não é possível resumir um texto à medida que se faz a primeira leitura.Fichamento de resumo (de conteúdo) É a apresentação sintética.

artigo. ainda continuam em uso. quando for conveniente. tratado.ed. a confecção de fichas ficou mais simples. Incluir somente um texto (ou tema) em cada ficha e. 1999. usar várias fichas numeradas consecutivamente. Como fazer uma monografia. Por isso: faça você mesmo seus fichamentos! 5. teoria.Modelo de ficha de resumo Importante: Atenção com as fichas durante a pesquisa. Após estas “dicas”. qualquer arquivo de documento pode ser impresso e catalogado como se fosse uma ficha comum. Não adianta querer estudar apenas com resumos e fichamentos de terceiros. dissertação. Há outros nomes que não mencionaremos. como no uso tradicional das fichas de cartolina. dicas para auxiliar você nos estudos. Biblioteca da ILES ULBRA. Só se ficha o que se lê. Procurar guardar as fichas sempre em ordem (o uso de fichas eletrônicas facilita isso). Antes de guardá-las. Sugerimos um modelo que é básico e pode ser adaptado tanto para os meios eletrônicos. memória científica. monografia. entretanto. Délcio Vieira. vamos ao trabalho propriamente dito. comunicado. p. Estas são apenas ferramentas. As clássicas fichas de cartolina têm perdido espaço para programas de computador que garantem economia de trabalho e tempo. Basta digitar o dado a ser anotado para um arquivo de documento e copiá-lo e colá-lo (o famoso CTRL + C / CTRL + V) ao texto do pesquisador. tese. obra. pois isto é perda de tempo e dá a possibilidade a erros e confusões. Para onde for. Copiar cuidadosamente as notas da primeira vez. 25.Trabalhos Científicos Espécies de trabalhos científicos A SALOMON. Fonte: Medeiros (2000) Fig. informe. Constatamos: livro.Fichamento Digitado A vantagem de se fichar o conteúdo em computador é a facilidade de transposição delas para o texto. São Paulo: Martins Fontes. já que pode surgir alguma idéia de repente. Ao apresentarmos os resultados de uma investigação ou comunicação de um projeto de pesquisa. ensaio.3 Resumo 48 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . 9. sem fazer projeto de passar a limpo e nem de tornar a copiar. se as notas são extensas. 182-3. levar consigo alguma ficha. recensão.ULBRA . são muitos os rótulos na sua classificação. estudo. resumo. Mas mesmo no computador é preciso saber organizar as fichas. ter a certeza de que as fichas estão completas e são compreendidas com facilidade. Além disso. relatório. Cuidado para não perder as fichas. Textos bem fichados favorecem a elaboração de qualquer trabalho. resenha. rev. sinopse. . Com o uso do computador.

o Resumo informativo: informa ao leitor finalidades. metodologia. Sua estrutura é composta de uma sequência de frases concisas. Quanto a extensão do resumo: 49 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . fórmulas. artigo. quantitativos etc. equações e diagramas que não sejam absolutamente necessárias. Deve-se evitar o uso de símbolos que não sejam de utilização corrente. o Resumo indicativo: indica apenas os pontos principais do documento ou trabalho científico. como livro. ou seja. exemplos e inclusões de ilustrações e bibliografias. afirmativas.apresentando o termo resumo. e não de enumeração de tópicos. discussões. dissertações e teses. • Como resumir Plano geral da obra e seu desenvolvimento • Questões principais: a) De que se trata o texto? b) O que pretende demonstrar? c) Identificar a idéia central e o propósito que norteiam o autor • Compreensão das idéias • Relação entre as partes essenciais • Anotações das palavras-chave Fig. sendo redigido em parágrafo único.O resumo consiste na apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento. monografia. O resumo deve conter o título . resultados e conclusões do documento. 26 – modelo de resumo científico Tipos de resumos: o Resumo crítico: resumo redigido por especialistas com análise crítica de um documento. não apresentando dados qualitativos. de uma publicação científica. de tal forma que possa. dispensar a consulta ao original. usando-se de frases curtas. O texto do resumo deve ser redigido com o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. não mencionando opiniões próprias. inclusive. Também chamado de resenha.ULBRA .

escolhidas. Nele o relator poderá apresentar conclusões.1.científico: documento que relata formalmente os resultados ou progressos obtidos em uma investigação de pesquisa e desenvolvimento. em vocabulário controlado. iniciadas por letra maiúscula e finalizadas também por ponto. de 100 a 250 palavras os artigos de periódicos 3. uma visita técnica. de 150 a 500 palavras os de trabalhos acadêmicos (teses. 50 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Assinatura ao final do relator. de 50 a 100 palavras para notas e comunicações científicas (indicações breves) 2. um curso. dissertações e outros) e relatórios técnico-científicos Palavras-chave: Palavras representativas do conteúdo do documento/resumo. Trata de um instrumento de comunicação que tem por finalidade expor fatos. métodos. pesquisa. Relatório administrativo: deve relatar fatos ou ocorrências de ordem puramente administrativa. Tipos de relatórios Relatório técnico . preferencialmente. uma viagem. Relatório de atividade: sugere-se para as atividades que não exijam maiores aprofundamentos. Pode ser: a) Informativo (objetiva transmitir informações ao destinatário de forma clara e simples) b) Analítico: pressupõe análise. uma aula prática. investigação e apresentação de conclusões e/ou recomendações ao solicitante. separadas entre si por ponto. objetivo.4 Relatório Relatório consiste na exposição escrita. É elaborado principalmente para descrever experiências. atividades ou resultados de uma pesquisa científica. sendo ainda um registro das informações obtidas. Logo abaixo do resumo. Deve ser impessoal. etc.ULBRA . investigações. gráficos e outros. na qual se descrevem fatos verificados mediante pesquisas ou se relata a execução de serviços ou de experiências. claro e conciso. análises e etc. ou que descreve a situação de uma questão técnica ou científica. processos. como uma palestra. Um relatório técnico científico é um documento pelo qual se faz a difusão da informação corrente. sugestões ou normas de ação consideradas pertinentes. Normalmente é acompanhado de documentos demonstrativos tais como tabelas. O relatório é dividido em: elementos pré-textuais. texto e elementos pós-textuais. deve-se colocar as palavras-chave vindas posteriormente da expressão palavras-chave:. 5.

preferencialmente os verbos na conjugação da terceira pessoa. . 27. Deve ser mantida a uniformidade de tratamento em todo o trabalho. frases que tratam de um mesmo aspecto devem ser reunidas em um único parágrafo. Isso é conseguido empregando-se frases curtas que incluem apenas um pensamento.Fig. natureza do trabalho acadêmico. b) Folha de Rosto É a principal fonte de identificação do relatório. subtítulo (se houver).modelo de relatório . subtítulo (se houver). empregando. título. devendo conter as seguintes informações: nomes dos autores. Por outro lado.Elementos textuais A redação deve ter um tratamento objetivo e impessoal.ULBRA . mantendo-se um padrão uniforme em todas as frases do trabalho. nomes dos autores. local e data. A objetividade e clareza são características dos trabalhos científicos. data. local. título. 51 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . evitando-se referência pessoal. É importante que haja consistência na apresentação.Elementos pré-textuais a) Capa A capa deve conter os elementos necessários para identificação de um trabalho técnico-científico como: nome da instituição. área de concentração. nome completo dos orientadores.

Uma boa discussão necessita de bases teóricas (deve-se utilizar referências bibliográficas) e necessitam ser relacionadas aos resultados obtidos. na seqüência cronológica em que o trabalho foi conduzido. porém completa e clara.ULBRA . que variam em função da abordagem do tema. ou mesmo conclusões próprias. Referencia bibliográfica . Deve ser apresentada preferencialmente em ordem cronológica. sendo numerados seqüencialmente e discutidos antes de serem colocados. Os resultados devem ser relacionados aos objetivos propostos como também à teoria. • Elementos pós-textuais 1. d) Considerações finais Perspectivas de continuidade ou desdobramento do trabalho. 2. Material e Métodos (procedimentos) utilizados na pesquisa: As observações ou dados coletados. a organização do texto deve obedecer a uma seqüência. bem como o método utilizado. deve-se fazer apenas considerações finais. mostrando a evolução do tema de maneira integrada. Anexos e/ou apêndices (opcional) 52 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . desde que haja embasamento técnico científico para isto. Como todos os trabalhos científicos. interpretando os trabalhos feitos por outros autores. em blocos de assunto. avaliando a prática com relação aos objetivos propostos.a) Introdução Parte inicial do texto. ou justificativa no atraso do cronograma apresentado. Resultados e Discussão: A apresentação mais adequada dos resultados deve seguir a seqüência da abordagem usada nos objetivos. OBS: os itens Resultados e Discussão poderão ser abordados separadamente. Todo material citado deve constar nas referências. b) Desenvolvimento Parte do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. justificativa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho e a hipótese. Os procedimentos metodológicos devem ser apresentados de forma breve. Divide-se em seções e subseções. c) Conclusão É apropriado elaborar a conclusão de modo claro e sucinto. material e métodos (procedimento experimental).dados completos das obras utilizadas no trabalho. em que devem constar a delimitação do assunto tratado. Utiliza-se comumente a seguinte estrutura: Revisão de Literatura: Deve demonstrar conhecimento da literatura básica sobre o assunto. objetivos da pesquisa. Os resultados podem ser apresentados em forma de tabelas ou gráficos. Quando o trabalho não permitir conclusões. Refere-se somente aos assuntos que tenham relação direta e específica com o trabalho. os resultados experimentais obtidos devem ser comparados com dados de literatura e suas diferenças (quando houver) discutidas. são os principais elementos para a execução de um trabalho. Quando possível.

resultados e conclusões mais relevantes. bem como. em inglês Abstract. ou também para apresentar a referência bibliográfica de uma citação. Resumo na língua vernácula: redigido de forma objetiva e concisa. Resumo em língua estrangeira: as mesmas características do resumo em língua vernácula. Dessa forma. Nota de rodapé: pode ser utilizada tanto para identificar os autores sobre sua formação. analisar. desenvolvimento e conclusão. ou em francês Résumé. Caso a pesquisa seja financiada é necessário fazer referência ao órgão de fomento. preferencialmente. como demonstrado a seguir: Título: deve definir e identificar o artigo de forma breve. . o artigo científico tem como finalidade expor.ULBRA . técnicas. processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. De acordo com o periódico. 53 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . ou em espanhol Resumen. J. métodos. sendo colocados na ordem alfabética do primeiro nome. instituições em que trabalham e endereços. seus objetivos. sendo um trabalho composto de dados e resultados inéditos sobre um determinado assunto. M. Suas informações devem ser claras para que um outro pesquisador possa chegar aos mesmos resultados e conclusões. Cabe ressaltar que as normas específicas podem variar de acordo com os padrões definidos pelo editor da obra.). M. Sendo estruturado sinteticamente.5. clara e objetiva. Em algumas publicações após a autoria é necessário identificar a filiação dos autores (instituições em que trabalham e endereços). (Verificar o item resumo desta obra). abordar inovações sobre temas já pesquisados. sendo apresentado de forma completa (nome seguido de sobrenome).” Portanto. Deverá conter de 100 a 250 palavras. sendo. (Exemplos: José Maria Silva ou J. a formatação dos nomes dos autores pode variar. Recomenda-se que não estejam contidas no titulo e sejam apresentadas na língua vernácula e em língua estrangeira. sendo recomendável não usar caracteres como vírgulas. é uma contribuição original para a ciência. incluindo as razões da investigação.Estrutura do Artigo Científico Um artigo científico segue as normas de redação dos trabalhos acadêmicos apresentando três partes fundamentais: introdução. em vocabulário controlado. que apresenta e discute idéias. interpretar e discutir assuntos polêmicos. escolhida. Silva ou Silva.5 Artigo Científico O artigo científico é definido segundo a NBR 6022 da ABNT como “texto com autoria declarada. divulgando os resultados de uma pesquisa científica. Palavras-chave: Palavra representativa do conteúdo do documento/resumo. abreviada na ordem correta ou invertida. metodologia. Autoria: são os autores que participaram da pesquisa. quanto para esclarecer determinados tópicos do texto. aspas e ponto no meio do título. Este texto deve ser escrito na língua em que se apresentará o trabalho completo.

o local. o histórico. Conclusão: consiste na exposição dos resultados mais relevantes com suas respectivas sínteses interpretativas. pode ser colocada na introdução ou no desenvolvimento (também obedecendo à especificidade de cada área). iniciadas por letra maiúscula e finalizadas também por ponto. dependendo da necessidade ou especificidade de cada área do conhecimento. apresentando o objeto de estudo. as conclusões no final das discussões. deve-se colocar as palavras-chave vindas posteriormente da expressão palavras-chave:. o período e os equipamentos de acordo com o enfoque de cada pesquisa. de acordo com o que mostra a pesquisa. Podem-se apresentar. Deve apresentar o material. as quais respondem aos objetivos propostos no trabalho. por meio de tabelas. 54 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .ULBRA . Deve ser apresentada de forma direta a qual permita a repetição do trabalho por outros pesquisadores interessados na área. subdivisões ou seções. a área de conhecimento. podendo ser subdividido em seções. Deve fundamentar o tema e expor detalhadamente como a pesquisa foi realizada. Desenvolvimento: corresponde ao corpo do artigo. sendo formatado com a expressão Resultados e discussão. Deve ser apresentada de forma objetiva. seja na seção Resultados e Discussão ou Discussões. quadros. os objetivos e a justificativa. Alguns periódicos apresentam os resultados e as discussões numa mesma seção. Discussões: “confrontar” os resultados obtidos na pesquisa com os dados publicados na literatura. o método e/ou as técnicas utilizadas para obtenção e análise dos dados. separadas entre si por ponto.Logo abaixo do resumo. efetuando interpretações e comparações críticas. Em alguns periódicos a metodologia se apresenta pela expressão de Material e métodos. Quanto à metodologia. clara e concisa. Em trabalhos que envolvam experimentação devem incluir citações de autores que estudaram o assunto. discussões e a metodologia. poderá abarcar a revisão bibliográfica. podendo conter subtítulos. o problema. gráficos. Recomenda-se na redação o uso de verbos no tempo passado e em terceira pessoa do singular. dependendo da especialização do periódico. Recomenda-se o uso do verbo no tempo presente. fotos e análises estatísticas. os resultados. Introdução: expõe os principais enfoques que a pesquisa aborda. Resultados: expor os resultados do trabalho de forma objetiva.

a precisão. seguindo as normas da ABNT ou de acordo com as normas estabelecidas pelos periódicos especializados de cada área do conhecimento. evitando-se adjetivos inúteis.5 para o corpo do texto. Toda citação deve identificar o autor das idéias. As seções e subseções devem estar alinhadas à esquerda do trabalho. citando apenas componentes relevantes. a clareza. rodeios e explicações desnecessárias.). para que possa servir de referência. coerente e simples. A fonte de ser Times New Roman.1. em negrito e em numeração arábica (ex: 1. com espaço simples na indicação da obra e dois espaços entre uma obra e a próxima subsequente.) “citar outros autores não consiste em demérito para quem faz. e simples para as citações com mais de 3 linhas e mesmo as notas de rodapé. deve ser sempre objetiva e concisa. 1. 1. repetições. 28 – modelo de Artigo Cientifico Quanto à redação do artigo. Agradecimentos: item opcional em que devem ser citadas pessoas ou instituições que colaboraram na realização da pesquisa. 5. 177p. etc. espera-se uma linguagem gramaticalmente correta.5. Os espaços entre os tópicos ou seções e o corpo do texto são de dois espaços de 1. Curiosidades: Não há como fazer um trabalho científico sem indicar autores que também estudaram o assunto. para aprofundar e explicar as exposições temáticas”. sob pena de ser considerado plágio.Referências Bibliográficas: citar todas as bibliografias contidas no artigo. a concisão. que foram referenciadas no texto do trabalho. De acordo com Chinazzo e Mattos (2008. O artigo científico não possui capa e muito menos contracapa. Além disso. ou mesmo fortalecer os argumentos usados durante a pesquisa. As referências bibliográficas devem estar dispostas em ordem alfabética.1. desde que isso seja feito com critério e cuidado. A margem da página superior e esquerda deve ser de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. com espaçamento de 1. Formatação: O artigo científico deve ser redigido em português e em formato de papel A4. tamanho 12. a modéstia e o vocabulário comum. supérfluos.1. precisa. A qualidade básica da redação científica é a impessoalidade. Fig.6 Painel 55 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .ULBRA .

) adotados pelo pesquisador. Conteúdo do painel referente a relato de experiência: • • • • • • • Título do trabalho. Cada comissão organizadora adota normas próprias. Referências: Indicação da bibliografia. realçando a relevância social e acadêmica do estudo. separadas por ponto. Análise dos resultados: Indicação dos resultados alcançados. 3. entrevista etc. 4. Portanto. entre parênteses Palavras-chaves. contextualização dos fatos e justificativa para tal relato. contrastantes com as cores das letras.) e dos procedimentos metodológicos (pesquisa em periódicos. em tons claros. Interpretação e análise da experiência. mas a estrutura do painel.20m. Conclusões: Breve resgate das hipóteses. as imagens devem ocupar no mínimo 50% do espaço total. relacionando-as aos resultados de maior destaque e indicação de perspectivas para abordagem do tema. observação. dos periódicos e de demais fontes efetivamente utilizadas pelo autor. as cores de fundo devem ser. Confira uma formatação recorrente: Orientações gerais: 1. e as fontes e corpos devem ser agradáveis e de fácil leitura. remetendo às causas e conseqüências e indicando sua contribuição para o campo estudado. Objetivos: Indicação daquilo que o pesquisador almeja descobrir com a pesquisa. Referências: Indicação da bibliografia.O painel é um dos formatos de trabalho mais utilizados em eventos acadêmicos de comunicação e outros campos do conhecimento. análise de conteúdo etc. com breve análise de como eles foram obtidos e quais as suas implicações. preferencialmente. . O design do pôster deve permitir a leitura a cerca de 1. O texto deve ser redigido na língua oficial do evento. Conclusões: Breve resgate do relato e menção às perspectivas para a abordagem do tema.5 m de distância. dos periódicos e de demais fontes efetivamente utilizadas pelo autor. Descrição: Apresentação resumida da pesquisa e sua justificativa. seguido da menção à instituição a qual está vinculado. Nome do autor. seguido da menção à instituição a qual está vinculado e à agência financiadora do trabalho entre parênteses. em geral. 56 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Palavras-chaves separadas por hífens. Nome do autor.Conteúdo de painel referente à pesquisa: • • • • • • • • • Título do trabalho.ULBRA . O painel é um banner (pôster) com 1m x 1. O planejamento gráfico deve privilegiar a leitura do conteúdo. Descrição: Apresentação resumida de experiência profissional ou científica. 2. varia pouco. Metodologia: Síntese da metodologia (análise do discurso.

não uma ocasião de mera informação. SEPPIR. Nº. Júlio José. Demonstrouse saber que era importante a lei. Entretanto. Mensal. responderam que trabalham com o tema em suas aulas. 2. pode ser observado que a grande maioria das respostas demonstra que as crianças ainda não se interessam pelo tema. de Chiavenato (1999) e as leituras complementares: “Almanaque Pedagógico Afro-brasileiro”. 108. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC. as revistas Educação com o artigo de Mazzolenis . Sheila. continuará não se impondo perante si mesma e aos outros. 2004. A Lei nº. Nossa pesquisa buscou perceber mais claramente o quanto a Lei nº. Projeto “A Cor da Cultura”. ROCHA.Se você já trabalhou o tema. que esse conhecimento está devidamente trabalhado em sala de aula com bastante ênfase. Porém. Educação. 5. não sabiam como trabalha-la. Fig. também não tem interesse em colocar o tema em evidência. sem interesse algum em conhecer os benefícios que os negros legaram ao povo brasileiro.cidadania. pois as maiorias dos entrevistados afirmaram que tiveram conhecimento da mesma pela TV. SILVA.Os professores receberam alguma formação para trabalhar esse tema? Respostas em porcentagem (%): De acordo com as respostas analisadas na Tabela 4.acordacultura.Você está a par da lei que inclui a obrigatoriedade da temática “história e cultura afro-brasileira” no currículo oficial da rede de ensino? Respostas em porcentagem (%): Na Tabela 5. FORTES. Parecer sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. permanecendo alheios à nova realidade escolar. Buscou-se como embasamento teórico. da escola ou de algum órgão. O tema para as crianças ainda é tão “insignificantes” que. 2005. África: bem mais perto. 31. É com a prática que refletimos sobre a teoria e os melhores caminhos a serem seguidos para se alcançar o êxito no trabalho proposto. Tabela 5 . para a obtenção dos dados relevantes ao que se propõe observar. maio.org. como se pode observar na Tabela 2. Nossa História. quanto à temática proposta. PEREIRA. il. atual. p. p. observando as respostas obtidas dos professores em consonância ou discordância com as suas relações numéricas. Rosa Margarida de Carvalho et al. Ano I. e qual o tipo de material didático os professores estão tendo acesso para trabalhar o tema em sala de aula. Mathilde dos Santos Dias1. Falta maior divulgação. 3 mm RESULTADO Como se pode observar na tabela 1. A pesquisa realizada representou um aprofundamento dos nossos conhecimentos adquiridos na Instituição de Ensino através do referencial teórico. São Paulo. porém. Nadabe Cardoso de Oliveira Alves e et al. 57 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Priscilla. os professores apesar de compreenderem a importância da lei e de sua inserção no dia-a-dia da escola. em geral. análise e conclusão. 2 Graduandas do Curso de Pedagogia do Instituto Luterano Superior de Itumbiara. utilizando apenas o livro didático adotado pela escola. SEBASTIÃO. 68-74. ainda não alcançou a comunidade. nem foram contra. principalmente por meio de flash nos intervalos da programação. Percebeu-se que o tema só é acolhido em sala de aula quando é abordado nos livros.10. Vânia Tanús1. partiu-se para a delimitação do problema dessa pesquisa que foi aplicada com professores de 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental de 3 escolas sendo 1 Particular. 10.639 ainda não é aplicada. Itumbiara. porém. mesmo se não existisse uma lei que a privilegie. a Lei nº. GO. Temática Nº. indica que possuem material para se trabalhar o tema. 10. Itumbiara-GO: Terra. que indica o sentido de semear idéias ou de favorecer a sua germinação.639 das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-brasileira. DF. Nova Escola. isso porque faz parte de uma Instituição de Ensino Superior e conta com uma ampla biblioteca. entretanto. Lorena Samira Costa e2. mesmo que sem profundidade sobre o tema. mas sim deve estar buscando resgatar a auto-estima. orientação e material didático apropriados para que o professor se sinta seguro para desenvolver uma aula significativa do assunto com seus alunos. como foi demonstrado anteriormente. Tabela 3 . 1 Estadual e 1 Municipal. de Rocha. que auxiliam o professor quanto ao tema. o Observatório da Educação e o Projeto “A Cor da Cultura”. Isso é uma verdade tão evidente que os professores precisam resgatar essa memória em sala de aula. 2005. 87% da escola estadual e 100% na escola particular também responderam afirmativamente. também se pautará em uma análise qualitativa. 10. outubro. Sabe-se que esse trabalho não pode ser feito de qualquer jeito. Por amostragem quantitativa.639? Sabem trabalhá-la dentro e fora da sala de aula e na comunidade? Estão tendo respaldo e preparo. Tabela 6 – A escola disponibiliza material específico para se trabalhar o tema em sala de aula? Qual? Respostas em porcentagem (%): Apenas uma escola respondeu positivamente sobre a existência de material de estudo sobre a Cultura Afro.29. 2004. Multiculturalismo e Educação. Mensal. a sua grande maioria. Deficiências: a diversidade faz parte da vida. como se pode verificar na Tabela 6. acompanhar o progresso das pesquisas. confrontando as respostas da Tabela 3 com as da Tabela 4. Anne Michely Ribeiro2. Disponível no site: <http://www. África de todos nós. 10. demonstram não conhecer a intensamente a referida lei. GO. Nº. o seminário constitui. Belo Horizonte. com algum tipo de instrução para trabalhar o tema em sala de aula e na comunidade? Possui material didático apropriado para trabalhar o tema em sala de aula? A partir dessas indagações. novos e adequados. 66p. propor pesquisa necessária para resolver os problemas. 10. É proibida a apresentação de nãoautores. OBS: O modelo apresentado pode ser elaborado conforme as instruções do evento. No mínimo um dos autores do trabalho deve permanecer junto ao painel durante todo o tempo estabelecido pelo evento para responder as questões dos interessados.br>. 42-49. nem as crianças brancas saberão o tamanho de seu valor cultural em nossa sociedade. São Paulo: Duetto. Tabela 2 . Wania. fevereiro 2005. a realidade é diferente. conclui-se que não trabalham de forma satisfatória ou mesmo na realidade sobre o tema permanecem como trabalhavam antes da referida lei. (2004). Paola. Mensal.África: bem mais perto. percebeu-se pelas suas argumentações ao responder os questionários na presença das pesquisadoras.639 vêm sendo implantadas no município de Itumbiara/GO. Petronilha Beatriz Gonçalves e et al. se mostram passivas. 3. apesar da grande maioria dos entrevistados afirmarem que trabalham o tema em sala de aula. Nº. Tabela 4 .Na sua escola já se trabalha o tema em sala de aula? Respostas em porcentagem (%): REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS O resultado apresentado na Tabela 3 nos informa que 66% dos entrevistados de escola municipal. Almanaque Pedagógico Afrobrasileiro. Avalia-se com toda essa pesquisa que as professoras não conseguem desenvolver o senso crítico de todos acerca do tema. História Viva e a Nova Escola trazem orientações para se trabalhar em sala de aula. Esplanada dos Ministérios. p. Arguiu-se também se a escola já abordou o tema com os pais. para o estudo do tema proposto. indicando porcentagem obtida. Ed. A observação de que a grande maioria das professoras apenas ouviu falar da lei indica que não a conhecem a fundo. 1999. SANT’ANNA. Os mesmos não descartaram o trabalho. A bibliográfica. Especificamente buscou verificar nas escolas pesquisadas se existe informação sobre o tema. da escola ou de algum órgão específico. entende-se que se os professores não estão preparados para elaborarem um trabalho significativo. em sala de aula. 36-42. Alguns ainda. somente a escola particular disponibiliza material. o livro “O Negro no Brasil: da senzala à abolição”. ed. como as crianças reagiram no primeiro momento? Respostas em porcentagem (%): METODOLOGIA A metodologia aplicada nesse trabalho se utilizou de três tipos de pesquisas. 5). Programa da ONG Ação Educativa. pois cabe salientar que não se preocupa em trabalhar a temática junto aos pais a não ser que surja algum problema oriundo de racismo em sala de aula. Por essa razão. Modelo: UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL INSTITUTO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE ITUMBIARA-GO EDUCAÇÃO E CULTURA-AFRO NO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO EM ESCOLAS DE ITUMBIARA-GO GIBRAIL. apresentar os resultados aos demais membros do grupo. todas na cidade de Itumbiara/GO. São Paulo: Moderna. Na apresentação dos resultados procurou-se apresentar os mesmos em forma de tabelas. a criança negra. Não demonstraram. A escola por sua vez. novembro. com inclusão de nomes e endereços dos autores.br >. tudo o que já foi discutido. 10. SILVA. detectar se os professores estão tendo algum tipo de formação. Entretanto.7 Seminário O nome da técnica vem da palavra “semente”. Questionou-se se as crianças levam para suas casas e discutem com seus pais sobre essa temática.Modelo de Painel 5. quando abordadas sobre o assunto. pois ainda possuem a mentalidade arcaica da época da escravidão. História Viva – Temas Brasileiros – Presença Negra. Essa pesquisa teve como hipóteses as seguintes argüições: Os professores têm conhecimento da Lei nº. pois o assunto ainda é muito difícil de ser trabalhado. il. Mensal.639 que inclui no currículo oficial das Escolas Públicas e Privadas do Ensino Básico a obrigatoriedade do Ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana.org. pois foi demonstrado em presença das pesquisadoras que apenas uma das professoras da rede estadual se mostrou realmente conhecedora da lei e de seu conteúdo como um todo. prática e intelectual. Acesso em: 22/04/2006. apresentar informações e críticas pertinentes ao tema. quais as dificuldades enfrentadas e o quanto ainda é possível aprimorar a forma como está sendo desenvolvido o tema em sala de aula. para organização. No que diz respeito à escola e o trabalho desenvolvido com o tema. A de campo. 187. mas uma fonte de pesquisa e de novas soluções para os problemas. NZINCA. Os professores entendem que para elas não vale a pena estudar sobre a raça negra. CUBA Príscila Dantas de2. OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO.Como você tomou conhecimento da lei? Respostas em porcentagem (%): De acordo com as indicações dos professores e a observação feita pelas pesquisadoras. e as repostas dos professores demonstraram que a escola não trabalha o tema com os pais em reuniões ou encontros na escola. como está sendo trabalhado em sala de aula e na comunidade. Brasília. Manual de Metodologia Científica: uma orientação para trabalhos acadêmicos. Disponível no site: <http://www. inserindo em suas competências o estudo sobre a Cultura Afro. porém em número reduzido de opções. Marco conceitual. GENTILE. conclui-se que a Lei nº. Maria Aparecida da.639 ainda não está devidamente divulgada. 1 Professoras do Curso de Pedagogia do Instituto Luterano Superior de Itumbiara. O lado rebelde da princesa Isabel. Tabela 1 . percebeu-se que os professores não receberam formação para o trabalho com a nova lei. p. Visou investir na reflexão sobre nossa prática enquanto cidadãos e futuros professores. Não existe material didático apropriado que possa servir para o trabalho com a temática em sala. Objetivo educativo: O seminário. A coleta de dados foi efetuada por meio de um questionário semi-estruturado. MARTINS. il. não existindo orientação concisa para o desenvolvimento do mesmo. Brasil INTRODUÇÃO Nosso interesse na realização desta pesquisa embasa-se em razões de ordem acadêmica. deixando-as disponíveis aos interessados. Patrícia Faria Teixeira2. SECAD. tem como principal objetivo estimular o(a) aluno(a) a ser agente ativo(a) de sua própria aprendizagem. pois procura investigar diversos aspectos de uma mesma questão ou problema. il. Observamos ainda. LEAL. que este é feito de forma deturpada. que na prática apesar de se divulgar ser o trabalho com cultura afro em sala sistemático. CHIAVENATO. il. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira. Março 2004. p. de caráter quantitativo e qualitativo. todas desenvolvem o tema muito superficialmente. Sugere-se preparar cópias do resumo do trabalho ou cópias reduzidas do pôster. pela direção das respectivas escolas. 2006.A fixação do pôster deve ocorrer meia hora antes do início da sessão. feita por meio de um questionário semiestruturado. Demonstraram grande desânimo em relação às perspectivas futuras de quando essa orientação irá acontecer propiciando uma formação para se trabalhar o tema.ULBRA . Acesso em: 07/02/2006. MAZZOLENIS. Os mesmos também não se manifestam favor ou contra. Ano 9. O Negro no Brasil: da senzala à abolição. Seu objetivo geral foi observar e verificar se o conhecimento e cumprimento da Lei nº. A observação das respostas foi contundente. INEP. Bloco L. Segmento. Essa resposta foi dada pela Escola Particular. participantes dessa pesquisa. São também objetivos do seminário: identificar problemas e examinar seus diversos aspectos. valores e crenças africanas. SILVA.

Assim organizado. o que não ficou claro (pergunta do expositor do grupo). os expositores e o grande grupo poderão fazer perguntas que serão esclarecidas pelo professor ou pelo grupo. no qual cada um dos membros da mesa fala cerca de dez minutos. o (a) professor(a) pode usar o seminário relâmpago como forma de avaliação diagnóstica. promover a socialização e a cooperação entre os membros do grupo. os alunos pesquisam e estudam seus respectivos assuntos. Objetivo educativo: Os principais objetivos do seminário relâmpago são: despertar a atenção dos alunos. divide-se a turma em grupos. Ajuda então os participantes a selecionar subtemas específicos para os trabalhos de pesquisa. esclarecimento de idéias. informal. debater ou deliberar sobre um assunto controvertido. Cada aluno deverá fazer seu registro. comentando e dirigindo a sessão de críticas ao final de cada exposição do grupo. intercalando o seminário relâmpago com a exposição de conteúdos. sendo que cada grupo deve ter um (a) coordenador (a) (organiza o trabalho). coordenados por um mediador. questionamentos acerca do tema. Todos os alunos devem participar ativamente das sessões apresentação. distribui um pequeno roteiro com questões que evidenciarão tópicos. desenvolvendo atitudes formais perante um plenário. O trabalho deve ser apresentado por escrito. Durante as apresentações. o professor deve intervir e pontuar a discussão. um calendário para as apresentações dos trabalhos e orienta na procura de fontes de consulta. Sempre que necessário. de campo ou de laboratório. desenvolver a capacidade de assimilar conteúdos.8 Mesa redonda Mesa-redonda consiste em reunir um grupo seleto de cinco a oito pessoas para. Depois de escolhidos os temas.Procedimentos metodológicos: O professor apresenta o tema desafiador e justifica sua importância. A discussão. um(a) secretário(a) (anota as idéias e questões do grupo) e um(a) mediador(a) (chama atenção para distribuição de tempo durante a discussão). 5. Procedimentos metodológicos 58 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . juntamente com a turma.ULBRA . No dia do seminário. mas são os (as) relatores (as) dos grupos que expõem as questões anteriormente registradas pelo grupo. problematizar as questões. tais como: o que pareceu importante aos alunos. o que é discordante com o conhecimento intuitivo. com cópias suficientes para distribuí-las a todos os participantes do seminário. em comum esforço. bem como na coordenação das idéias encontradas para apresentá-las ao grupo. um relator(a) (relata as idéias e questões do grupo).Seminário-Relâmpago Toda a preparação para esta dinâmica ocorre em sala de aula. Procedimentos metodológicos: Após ter exposto determinado assunto. O professor elabora. Também é útil para verificar se houve compreensão do conteúdo imediatamente exposto. . que poderão ser do tipo: bibliográfica. se dá perante um auditório. contribuições deste tema para a vida pessoal e social. expressar pontos de vista e fornecer informações. problema ou mesmo um assunto de um livro. Objetivo Educativo A mesa redonda tem como principal objetivo instigar a elaboração intelectual do aluno ao estimular a verbalização e a atenção à escuta. melhorar a comunicação verbal.

ULBRA . convidar as pessoas do plenário a formular perguntas que são respondidas pelos componentes da mesa ou pelo mediador. em seguida. o mediador apresente o resumo da discussão para. É importante que previamente estejam preparados e distribuídos papéis onde o público possa anotar seus questionamentos para entregá-los à mesa. 59 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .O mediador anuncia o tema da discussão e o tempo destinado a cada participante. Sendo uma discussão informal. permite que ao final da exposição dos membros da mesa.

2 nd.6. Quando o documento não tiver local de publicação.ed. usar [s. Imprenta A imprenta é composta pelo local da publicação (cidade). nome da casa publicadora (editora) e data (ano) de publicação. pessoa (s) ou instituição responsável pela produção editorial. separado por dois pontos. seguidos da palavra "edição" abreviada. Se a editora não for mencionada na publicação e não puder ser identificada. Local O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento.ULBRA . Editora Editora é a casa publicadora. ed.] (sine nomine).l. Exemplo: 9.] (sine loco) entre colchetes. ed. 6 th. Quando houver mais de um local para a mesma editora. Edição Quando houver indicação de edição. 60 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Não se deve indicar o nome do editor quando este também for o autor. Ampliada = ampl. ambas na forma adotada na língua da publicação. esta deve ser transcrita. esta deve ser apresentada de forma abreviada . entre colchetes. em algarismos arábicos. Quando houver acréscimo à edição.n. REFERÊNCIAS / BIBLIOGRAFIAS Considerações gerais Título e subtítulo O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram no documento. sendo que só o título aparece em negrito. Exemplos: revista = rev. usar [S. indica-se o primeiro ou o mais destacado.

a) Pessoa física: 61 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . trabalhos acadêmicos (TCC. 1994. sem Estrutura: AUTOR. quando esta for a única data encontrada no documento. os títulos das séries e coleções. J. (Texto para discussão. (Coleção ou Série) espaçamento ou pontuação entre os respectivos algarismos. precedido da letra "c".31) 6. a data aproximada é a que deve ser registrada. Séries e coleções Após todas as indicações sobre aspectos físicos. 1960] = data aproximada [197-] = década aproximada [197-?] = década possível [18--] = século certo [18--?] = século aproximado Paginação A paginação deve ser indicada. separados por vírgula. = mais de um volume. registra-se o total em algarismos arábicos Paginação irregular = documento com paginação irregular Não paginado = documento não paginado Ilustrações Podem-se indicar ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura il. ago.1 Monografia no todo com autoria inclui LIVRO E/OU FOLHETO. DISSERTAÇÕES. ano de publicação. DF: IPEA. GUIA. color. DICIONÁRIO. TESES) e outros. = documento com volume único (frente) v. da numeração em algarismos arábicos. CATÁLOGO. usar il. No caso de ausência da data ou data de copyright. e. 8p. Edição.ULBRA . ENCICLOPÉDIA.1 Documentos convencionais conforme a NBR 6023 (ABNT. entre colchetes.A data do documento é transcrita sempre em algarismos arábicos. n. Exemplo: AMARAL SOBRINHO. ETC. das seguintes formas: Exemplo: [1971 ou 1972] = um ano ou outro [1969?] = data provável [entre 1906 a 1912]= use somente para data com menos de 20 anos de diferença [ca. Brasília. Local de publicação: Editora. Registra-se a data de copyright. MANUAL. 2002) 6.1. podem ser incluídas as notas relativas a séries e/ou coleções. quando forem coloridas. = documento com volume único (frente/verso) f. Título. se houver. Ensino Fundamental.. Número de páginas ou volumes. Indicam-se entre parênteses. devendo ser indicado o ano. das seguintes formas: Exemplo: p.

Plano de saúde. Autor com nome espanhol e hispano-americano: referencia-se pelo penúltimo sobrenome. Abraham P. Alonso Augusto. 1999.). Introdução à psicologia. coordenador: quando não há autor. Exemplo: DINIZ. Porto Alegre: Artes Médicas. São Paulo: Ática. 137 p.). Mais de três autores: referencia-se o primeiro seguido da expressão latina et .1. Niterói: EDUFF. Exemplo: VILLA-LOBOS. (Coleção Antropologia e Ciência Política. Autor com sobrenome unido por hífen: referencia-se da forma como se apresenta. Autor desconhecido (Anônimo): referencia-se pelo título. GOMES. ed. GUARESCHI. SPERLING. José Renato (Coord. 110p. 2002. 1994. entre parênteses. 1998. e sim o responsável intelectual. ( Foi acrescentado: paginação no todo ou em parte. As pupilas do senhor reitor. São Paulo: Plausi. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.): 62 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Heitor. etc. Desenvolvimento psicológico e educação. 15). São Paulo: Atlas. 1995. Rio de Janeiro: D&PA. seguido da abreviação que o caracterize. Exemplo: MOREIRA FILHO. Novela e sociedade no Brasil. Mercedes. título. 3v. editora e ano. Bibliografia: p. 6. Exemplo: COLL. ISBN 85-228-0268-8 NOTA: Observar que além de autor. local de publicação. Se a obra faz parte de uma Coleção e se apresenta bibliografia .. Gabriel (Comp. Exemplo: AS NOVIDADES do direito comercial. Julio. 2v. compilador.Um autor: Exemplo: FORTES.). Kenneth. assim como ISBN. 2. Centro cirúrgico. Autor com obra publicada sob pseudônimo: referencia-se desde que esta seja a forma adotada pelo mesmo. 200p. 2000. 131-132. empresas. Exemplo: NALINI. Organizador. Exemplo: ARIAS LÓPEZ.ed. São Paulo: Pioneira.ULBRA . 15. 1999. Psicoterapias de inspiração psicanalíticas. 1997. 120p. Exemplo: MARTIN. MATARAZZO.2 Quando necessário. 263p. 2000. Mário L. b) Entidades coletivas (órgãos governamentais. Nadabe Cardoso de Oliveira Alves. (Série Bom Livro). Pedrinho A (Org. Rio de Janeiro: McGraw-Hill. Autor com sobrenome que indica parentesco: referencia pelo nome de família. instituições. referencia-se este. César et al. Salas numerosas: espaço de conhecimento ou informação? Campinas: Alínea. Um a três autores: Referencia-se todos separados por ponto e vírgula.

) Estrutura: NOME DO EVENTO. local. Número de páginas ou volumes. 262p. (Coleção ou Série) OBS: primeira palavra além dos artigos em letras maiúsculas. Local de publicação: Editora. Organização de textos. etc. [Título. [Trabalhos Apresentados]. d) Dissertações e teses Estrutura: AUTOR. 2001. 2003. conferências. 40p. Rio de janeiro: Academia Brasileira de Ciências.4 Parte de Monografia ( capítulos.3).. 1. Petrópolis: Vozes. Número de páginas ou volumes. Local. 1995. ed. Exemplo: AGUIAR. Rio de janeiro. 412p. notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. Número de folhas ou volumes. São Paulo: Saraiva. c) Eventos (congressos.ULBRA . 2. Recife. número. Código Civil. UFU. 6. encontros. Exemplo: PSICOLOGIA social contemporânea: livro texto. data de publicação. etc. Ano da defesa. Paulo Antônio de. Ano de defesa. 64f. Relatório da Diretoria Geral: 1984. Tipo de documento (Grau) . 2003.] Local de publicação: Editora. Denominação específica: entra-se pelo seu nome em letras maiúsculas. ano de publicação.Denominação genérica: entra-se pelo órgão superior em letras maiúsculas. 1985.. Uberlândia. volumes.Vinculação Acadêmica. deve-se acrescentar no final a unidade geográfica que identifica a jurisdição.3 Monografia no todo sem autoria Estrutura: TÍTULO. Edição. Exemplo: BRASIL. n. 6. Análise dialética entre cultivares de algodoeiro herbáceo. Exemplo: SIMPOSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA.1. Título. Exemplo: BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). entre parênteses.1. 1978. ed. páginas. (Coleção Psicologia Social. 1980. ) 63 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . 46. ano. Tese (Doutorado em Genética e Bioquímica) Instituto de Genética e Bioquímica. Nota: Em caso de duplicidade de nomes.

Anais do Congresso de Psicologia Escolar e Educacional.). do Exemplo: MEMÓRIAS DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ. Local de publicação: Editora. v.13. 36. Exemplo: REVISTA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO. data. ano de publicação. Brasília: Conselho Federal de Administração. Número do(s) volume(s). número. ano.2. dez. 1909-.1. Título do capítulo. João Carlos. Número de páginas. O turismo na América do Sul.. 2000. Título da obra.75-89 Trabalhos apresentados em eventos Estrutura: AUTOR DA PARTE.6 Periódico considerado em parte Sem autoria: Fascículos e suplementos: Estrutura: TÍTULO DA COLEÇÃO.Local de publicação: Editora. In: AUTOR DA OBRA. numeração do volume. cap. 3v. Tipo de fascículo. 64 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . In: NOME DO EVENTO. data primeiro volume . 6. Local: Editora ou entidade responsável. In: CONGRESSO NACIONAL DE PSICOLOGIA ESCOLAR E EDUCACIONAL. numeração do fascículo. 2000. Implantação da disciplina de psicologia no ensino médio. 5. n. local de realização. Estrutura: AUTOR DA PARTE. Exemplo: MARQUES. Número de páginas ou volumes. p. p.1.5 Periódicos como um todo Sem autoria: Estrutura: TÍTULO DA REVISTA. Título.Parte com autoria própria: quando o autor da parte é diferente do todo. da de publicação. Itajaí: UNIVALI.. 2003. Título. 2001. Periodicidade. A organização do turismo no Brasil.. Marcos (Org. Local de publicação: Editora. Número da(s) página(s) ou volume(s) consultados. In: SILVA.ULBRA . capítulo(s). 6. M. Exemplo: MAESTRI. Itajaí. São Paulo: Atlas. Número de Páginas ou volumes. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz. 69p.43. ou página(s) consultadas. Trimestral..

822. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Marília. Título do caderno.Artigos em revistas: Estrutura: AUTOR DO ARTIGO. Exemplo: ASSUNÇÃO. resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo.42. dia. DF. Título do artigo. decisão administrativas. c. dez. comunicado. n. seguida do ano de promulgação. Exemplo: PANEGALLI. Artigo em jornais: Estrutura: AUTOR DO ARTIGO. Revista Brasileira de Administração. entre o nome da jurisdição e o título. Título do artigo.1 Legislação Compreende a Constituição. páginas do artigo e coluna. 1998. v.7 Documento jurídico Inclui legislação. ordem de serviço.7. portaria. mês e ano. seção. Decreto nº.6-15.3. v. local de publicação. data e dados da publicação. medida provisória. Medida provisória nº.2003. Goiânia. as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais ( lei complementar e ordinária. Seção1. n. no caso de se tratar de normas). Brasília. 29514. circular. p. instrução normativa.2 Os elementos essenciais são: jurisdição ( ou cabeçalho da entidade.62. p. Perfil de uma organização bem-sucedida. 217-220. Cidades. 1997. No caso de Constituições e suas emendas. Brasília. mês e ano. Começa replantio no Areião. acrescenta-se a palavra Constituição. resolução. jurisprudência ( decisões judiciais) e doutrina ( interpretação dos textos legais 6. José Carlos. Decreto: Exemplo: SÃO PAULO (Estado).43. p. decreto em todas as suas formas. título. entre outros ). local de publicação. 6. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. número. Título da revista.3. 6.1. 2004. volume. página inicial e final do artigo. 1. Poder Executivo. de 11 de dezembro de 1997. entre parênteses. 65 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .1.ULBRA . São Paulo.13. numeração. p. 21 mar. O Popular. de 20 de janeiro de 1998. 1. Medida provisória: Exemplo: BRASIL. Título do jornal.1. aviso. 14 dez.569-9.7.

notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 1. Lex: coletânea de legislação: edição federal. Lex: legislação federal e marginalia. p. Estabelece multa em operações de importação. BRASIL. Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas de órgãos da administração indireta e das autarquias do Estado e dá providências correlatas.7. Código civil. Decreto-lei. de 20 de janeiro de 1998. Código civil. n. Brasília. p. Emenda constitucional: Exemplo: BRASIL. 1991. v. Congresso. SÃO PAULO (Estado). v. Resolução nº. de 11 de dezembro de 1997. de 9 de novembr0 de 1995. São Paulo. de 1991. de 1 de maio de 1943. São Paulo: Saraiva. Decreto-lei nº. Decreto-lei nº.59. Suplemento. Senado. 14 de dez. Medida Provisória. p. v. Resolução do Senado Federal: Exemplo: BRASIL. Poder Executivo. 46. Medida provisória nº. São Paulo. Constituição (1988). p.3.4 Quando necessário acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. 1995. 5.62. São Paulo. 17. São Paulo. Código: Exemplo: BRASIL. Decreto nº. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência.452. 1156-1157.Decreto-lei : Exemplo: BRASIL. 2000.ULBRA . Coleção de Leis da República Federativa do Brasil.183.29514. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. DF. ed./dez. DF. maio/jun.569-9. Exemplos: (Decreto. de 1 de maio de 1943. 6.1. Brasília. 1998. Emenda constitucional nº. 66 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . 1997. 1995.5. 46.452.822.7. Seção 1. 1943. Suplemento. BRASIL. v. Organização dos textos. out.7. e dá outras providências. v. 1943. ed. Lex: coletânea de legislação: edição federal. Código e Resolução do Senado). 133-134. 42. 9. 1966. São Paulo: Saraiva. Aprova a consolidação das do trabalho.

São Paulo. 1994.05.181. 0. São Paulo. de 9 de novembro de 1956.441-PE (94. 6. Tribunal Regional Federal (5. BRASIL. 1991. v. 9.8 Jurisprudência (decisões judiciais) Compreende súmulas. Emenda constitucional nº. 1966. mar. Resolução nº.1. Relator: Juiz Nereu Santos. n. 1998.. Apelante: Edilene Mamede dos Santos e outros. 16.8. Exemplos: BRASIL.59. da 6ª. 6. Superior Tribunal de Justiça. Lex: legislação federal e marginalia. através de revogação do parágrafo 2º.1. 1995. 72. Da resolução nº. Constituição (1988). 6 de dezembro de 1994. Coleção de leis da República Federativa do Brasil. Súmula nº.01629-6).103. Brasília. p.8. data e dados da publicação. maio/jun. Súmulas. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. 1998./dez. 1995. enunciados. 17.1. 117 da Constituição Federal. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. partes envolvidas (se houver). In:_____. p. 558-562. Lex: legislação federal e marginalia. Autoriza o desbloqueio de Letras Financeiras do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul. acórdãos. 42. São Paulo. Senado. Região).BRASIL. out. Constituição (1988). Supremo Tribunal Federal.ULBRA . DF./dez. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. 103. BRASIL. de 1990. local. p. Dá nova redação ao art.2 Quando necessário. título (natureza da decisão ou ementa) e número. alterando e inserindo parágrafos.59. 4 de março de 1997. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. v. 11156-1157. 1966. out. p.14. v. São Paulo. BRASIL. BRASIL. Brasília. sentenças e demais decisões judiciais. n. Recife. de 17 de 1991. Congresso. 6. Apelação cível nº. v.10. v. p.236-240. 117 da Constituição Federal. de 9 de novembro de 1956. Dá nova redação ao art.1 Os elementos essenciais são: jurisdição e órgão judiciário competente. relator. alterando e inserindo parágrafos. do artigo 1º. Habeas-corpus nº. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. 9. Emenda constitucional nº.636. 67 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . mar.183.10. DF.1.

103. 1998. bibliografia brasileira de direito.1.Exemplos: BRASIL.103. Habeas-corpus. v. p. 558-562. 4 de março de 1997. Regulamento dos benefícios da previdência social. Exemplos: LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais.5.). Exemplo: BARROS. 1998. etc. BRASIL. 53-72.270/91. BRASIL.Região).ULBRA . v. BRASIL.10 Documento Jurídico em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento jurídico.5. mar. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. p. Supremo Tribunal federal. São Paulo. Superior Tribunal de Justiça. DF.05. Pagamento de diferenças referente a enquadramento de servidor decorrente da implantação de Plano Único de Classificação e Distribuição de Cargos e Empregos. Apelante: Edilene Mamede dos Santos e outros. proceder-se-á conforme 7. Apelação cível nº. 7.42. em razão da idade. Inclui resumos padronizados das normas jurídicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999. p.1 a 7. etc. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Escola Técnica Federal de Pernambuco. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. Processo Penal. Súmula nº. Habeas-corpus nº. v. In: SIXLEX: Sistema 68 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . São Paulo. Brasília.2. artigos e periódicos. assim como textos integrais de diversas normas. ago. Súmulas. DF: Senado Federal. Administrativo. São Paulo.14.9 Doutrina Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais (monografias. Predominância da lei sobre a portaria. papers. 1 CD-ROM.18. Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. 139. inscrição em concurso para cargo público.8. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico ( disquetes.636-1. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. In:_____. 1999.441-PE (94. de acordo com 7. 1995.10. n. online. mar. Quando se tratar de obras consultadas online. 181.1. da 6ª.3. Constrangimento ilegal. CR-ROM.5. p. Recife. n. Lex: Jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais.01629-6). Raimundo Gomes de.16.ed. instituído pela Lei nº. Brasília. 6 de dezembro de 1994.). 1994. referenciada conforme o tipo de publicação.10. Tribunal Federal Regional (5. 236-240. 6. n. 6. Não é admissível por ato administrativo restringir. Relator: Juiz Nereu Santos.

Consultar a mesma norma.11 Documentos eletrônicos conforme NBR 6023 ( ABNT ago.]: DATAPREV. [S. 5. patentes. Disponível em: <http://www.ULBRA . de 7 de dezembro de 1999. Exemplo: SILVA. MATARAZZO.887.truenetm. Súmula nº14. Dante Carmine. 2000. Mensagem recebida por <endereço eletrônico>em “data de recebimento”.11.I. 2001. Acesso em: 22 dez. científicos.2000) 6. restringir.1. Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social.1. ed.monografia. inscrição em concurso para cargo público.1. São Paulo: Atlas.com.in.Paulo. partituras etc.asp?Id=LEI%2 09887>. 6.br/jurisnet/sumusSTF. BRASIL. DF.11. São Paulo: Berkeley Brasil. Assunto [mensagem pessoal]. 1999.1 CD-ROM e Disquete Estrutura: Referência do documento. 2000. 69 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .html>.br/mp_leis/leis_texto. ed. BRASIL. Descrição física do meio eletrônico. Altera a legislação tributária federal. Brasília. 1 CD-ROM. Não é admissível. 1998. 1998. 6. Acesso em: 10 out.3 E-mail Estrutura: Nome do remetente.2 Documentos Online Estrutura: Referência do documento. Obs: Para documentos jurídicos. Acesso em: 29 nov. Exemplo: RAMALHO. 1 disquete. Disponível em:<endereço eletrônico>. Lei nº. Marcos Vinicíus. Acesso em. 6. 9. Supremo Tribunal Federal. 8 dez. Análise financeira de balanço: abordagem básica e gerencial. por ato administrativo. 5. 1999. Pena de morte para crimes hediondos. Folha de S.1.gov. minutos e segundos. Disponível em: <http://www. em razão da idade.de Legislação. Oracle 8i. hora. 1 CD-ROM. José Antônio.com.11. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. iconográficos. 28 out.br>. 1999. Disponível em: <http://www.

Acesso em: 21 jan. Levantamento bibliográfico [mensagem pessoal]. Sem autoria: Estrutura: NOME DO EVENTO. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico ( disquete. 6.I.11. 1997..1. Recife: UFPe.ULBRA . Fabiana John. Exemplo: CONGRESSO NACIONAL DE PSICOLOGIA ESCOLAR.1 [S. Versão 4. 6.Exemplo: TONDING.html>. Descrição física do meio eletrônico.1.br/anais. 2004. 4. 1 CD-ROM..11. 1994.1. 2. Anais eletrônicos do 4º Congresso de Iniciação Científica da UFPe. 1996. Recebida por < biblioteca. 6. número.) CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Anais. 1994. 1996.itb@ulbra.br>em 22 mar. Exemplo: MICROSOFT Project for Windows 95.. ano de publicação. resultados. Recife.6 Evento como um todo Inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do próprio evento (atas. Versão. Nome do programa. online etc. Local de publicação: Editora.12 Evento como um todo em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para evento como um todo. anais.ufpe. entre outras denominações).propesq. ano de publicação. Local: Editora.5 Programa de computador Estrutura: AUTOR. 6. local do evento. ano. Campinas Anais do 2º Congresso de Psicologia Escolar.1. CDROM.. Disponível em: < http://www.]: Microsoft Corporation.13 Trabalho apresentado em evento Estrutura: 70 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Campinas: UNICAMP. 1996.

ano.1. São Paulo: USP. Ângelo. Especificação do suporte em unidades físicas (duração). cor. numeração do evento (se houver). son. data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. filme de longa metragem em VHS e DVD ) Videocassete: Estrutura: TÍTULO.14 Patente Estrutura: ENTIDADE RESPONSÁVEL. indicadores de som. título do trabalho apresentado. Joaquim. Produtor. Entidade de Apoio. indicadores de som. sistema de reprodução. Filme de longa metragem em VHS Estrutura: TÍTULO.1. In: NOME DO EVENTO. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS. Diretor. Riofilme. 30 de maio de 1995. 6. Othon Bastos. [S. número da patente e datas (do período de registro). autor. São Paulo. 1998. Local. color. Intérpretes: Fernanda Montenegro. Exemplo: EMBRAPA.). editora.16Outros tipos de materiais 6. 1 videocassete. MADEIROS. 16-29. Anais do 9º Simpósio Brasileiro de Banco de Dados. Medidor digital multissensor de temperatura de solos. 1 bobina 71 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . 9. atas etc. Vinicius de Oliveira. Local: Produtora. 26 jun. 1983. Exemplo: CENTRAL do Brasil. Elenco..1 Imagem em movimento ( videocassete. cor. Exemplo: BRAYNER. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agrícola (São Carlos.1. Direção: Walter Salles Júnior. descrição física ( duração). Coordenação de Maria Izabel Azevedo. ano e local (cidade) de realização. 1994. Produtora.. PI 8903105-9. João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnere e Arthur Cohn. Produtor. MACTP Productions.I. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos.AUTOR(S). Produção de Jorge Ramos de Andrade. Paulo Estevão Cruvinel. VHS. 1 fita de vídeo ( 30 min. 1998.). p. 6. Matheus Nachtergaele e outros. título do documento (anais. SP). ano. Roteiro. Diretor.ULBRA . Marília Pêra. Sônia Lira. São Paulo: CERAVI. título da patente. sistema de reprodução. local. BR n. OS PERIGOS do uso de tóxicos.16. Roteiro: Marcos Bernstein. 1994.]: Lê Studio Canal.

35 horas. Gravação de Marcos Lourenço.). Roteiro. 1985. H. Caderno 2. color. MATTOS. 1 gravura. D2. 1980. FRAIPONT. São Paulo. Coleção particular. 1 original de arte. O Estado de São Paulo. Visuais. cor. Descrição física (duração). Serigraf. widescreen. M. 6. Dick. Amílcar. material estereográfico. São Paulo: CERAVI. 35mm. Música: Vangelis. data e especificação do suporte.1. Baseado na novella “Do androis dreams of electric sheep?” de Philip K. Sena Young.cinematográfica ( 106 min. mono. 1 fotografia. O DESCOBRIMENTO do Brasil.. 16 cm x 56 cm. 40cm x 50cm. 30 nov. 18. SAMÚ. Fotografia de Carmem Souza. Foto apresentada no Projeto ABRA/Coca-cola. Direção: Ridley Scott. + 1 cassete sonoro ( 15 min.. Intépretes: Harrison Ford. entra colchetes). 1997. E. 31 diapositivos. Direção. ilustração. Color. São Paulo: CERAVI. diapositivo. Los Angeles: Warner Brothers. P. transparência. Doença dos xavantes. desenho técnico. Vitória. 25 com x 20 cm.. Local: Produtora. Música. gravura. Produzido por Warner Video Home. Tamanho. Color.. Produção. Exemplos: KOBAIASHI. O QUE acreditar em relação à maconha. cartaz entre outros. Produção: Michel Deeley.1. produzido por. son. Intérpretes. D. 22 transparências. Autor.17 Documento iconográfico Inclui pintura. Baseado em. color. 46 cm x 63 cm. c1991. R.18 Documento iconográfico em meio eletrônico 72 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Estrutura: AUTOR. diafilme. fotografia.). color.). Edward James Olmos e outros.ULBRA . Paisagem-Quatro Barras. p&b. Filme de longa metragem em DVD Estrutura: TÍTULO. Coleção particular. 1985. 6. 1 fotografia.. Título (quando não existir deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título. Roteiro: Hampton Fancher e David Peoples. color. Óleo sobre tela. 1DVD (117min. 1987. 1998. data. Exemplo: BLADE Runner. Rutger Hauer.

80 cm x 120 cm. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico. Mapa: Estrutura: AUTOR (S). globo. Projeto Lins Tupã: foto aérea.15.000. DF. 1986. Escalas variam. 1 mapa. Escala. Fotografia aérea: Estrutura: AUTOR(S). 2000. Título. entre outros ) 73 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Geddes 135. Local: editora. Exemplo: INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. 51 Kb Formato JPEG. SP). 1 disquete. n. São Paulo..1. data. cor. medidas. Largura: 376 pixels.ULBRA . medidas. especificação do material. rolo. Título. cassete.19 Documento cartográfico ( atlas. Anne. jpg.20 Documentos sonoros no todo ( disco. 1981. cor. mapas. Escala 1:35. color. ATLAS Mirador Internacional. 51/2 pol. fotografia aérea e outros ) Atlas: Estrutura: TÍTULO. Fx 28. data. 6. Mapa rodoviário do Rio Grande do Sul. Altura: 432 pixels. especificação do material. CD. ano de publicação. 1 fotografia aérea. Local: editora. Brasília. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Escala. 2000.1.As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento iconográfico. 6. Descrição física. Local: editora. 1 atlas. Escala.000. Escala 1:200. Exemplo: GUEDES.

estéreo. fascículo. v. página inicial e final. 158-167.1. Nota indicando em que periódico o artigo é publicado integralmente.2000 ) Resumo de artigo publicado em abstracts Estrutura: AUTOR DO ARTIGO. Ouro e cobre. Exemplo: MAHONEY.7 p.Estrutura: COMPOSITOR(ES) ou Intérprete(s).). out. Nota indicando em qual evento foi apresentado. M. 2 cassetes sonoros. São Paulo: SENAI-SP. 1991. Luiz Inácio Lula da. Exemplos: Local: Gravadora (ou Disco: ALCIONE. Resumo do artigo publicado em: Cadernos de Medicina.. n.. 1991]. volume. Fitoterapia: avanços da medicina. Trabalho apresentado no Encontro Internacional de Farmacologia. p.10. nov. Garcia. número do volume. fascículo. Origem das infecções viróticas. Tremel e M.20 Documentos não previstos na NBR 6023 ( ABNT ago. Exemplo: STEWART.8.) Remasterizado em digital. 1992. 6. data de publicação. v.1. volume. Face a face. Entrevistadores: V. 33 1/3 rpm. Título. local de publicação. Cassete: SILVA. Rio de Janeiro. número da página. São Paulo. CD: SIMONE.1. São Paulo. 47-53. p1977. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP. Especificação do suporte. n. out. local da publicação. 6. p1998. data. São Paulo: RCA Victor. [S. 6. Título do artigo. v. local de publicação. Rio de Janeiro.I]: Emi-Odeon Brasil. 12 pol.3. página inicial e final. 1998. p. Revista Brasileira de Medicina. Direção artística: Miguel Propschi. data de publicação. 1 disco sonoro (45min.ULBRA . n. J.. número do fascículo.22 Anais de evento publicados em periódicos Estrutura: AUTOR DO ARTIGO. 1993.31.23 Entrevistas 74 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .355. Título do periódico que publica o resumo. Título do periódico. 2. Medicina atual. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. ano de publicação. Título do artigo. 1997. equivalente). 1 CD (ca 40 min.6.

6.Estrutura: ENTREVISTADO. [Tipo de correspondência] data. Porto Alegre [para] Marlene de Oliveira. Ângelo. Resolução n. Nota indicando o tipo de depoimento (conferência. telegrama. 6. Palestra proferida aos alunos de economia da UNICAMP. Tipo de documento. local e emissão [para] destinatário. 1993. Assunto em forma de nota.25 Correspondências (carta. Regula o uso de agrotóxicos em propriedades latifundiárias. A economia em crise e suas conseqüências. data em que a entrevista foi concedida.26 Portarias não publicadas Estrutura: ENTIDADE COLETIVA RESPONSÁVEL.24 Informação verbal Estrutura: AUTOR DO DEPOIMENTO. data em que a informação foi proferida. discurso. Assunto ou título do programa. Exemplo: CARDOSO. Entrevista à Carlos Alberto Tavares. Número de folhas ou páginas.1. Exemplo: AGUIAR. Local da entrevista. Salomão. 12 nov. Porto Alegre. Número do documento data. 6. 2p. UNICAMP. anotação de aula). 21 ago. Assunto ou título. Campinas. Exemplo: NOGUEIRA. Ementa original ou elaborada.320 de 5 jul. fax) Estrutura: REMETENTE. 1996. Canoas. local a que se destina. 1989. Ministério da Agricultura.ULBRA . Local do depoimento. Número de páginas. Nota indicando o nome do entrevistador. Televisão Guaíba. instituição (se houver). [Carta] 5 set. entidade onde ocorreu o pronunciamento. 2f. Traços de Porto Alegre.1. 75 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Exemplo: BRASIL. Flávio. Reivindica posse de imóvel. bilhetes.1. 1998.

ano de obtenção. Notas de via de acesso: Nome da entidade responsável.27 Programa de televisão e rádio Estrutura: TEMA.5. Nota de via de acesso: Nome da entidade responsável.1. Exemplo: EQUINOS.] ______. 2001. Brasília: EMBRAPA. Poluição do ar. 1995. Disponível em: <endereço eletrônico>. mês. ano de obtenção. Análise de cultivares de feijão.d. n. Wladimir. Globo Rural. Acesso em: dia. 1996. NOTA: 1 – Repetição de Entrada(s): quando você vai referenciar duas obras do mesmo autor numa Bibliografia. Energia & Conservação. cidade: nome da TV ou rádio.39-46. 21 ago. p.1.html>. Exemplo: SOUZA. 1995. v. 1998. Poluição do ar.7.ULBRA .7.29 Referência obtida via Base de Dados em rede eletrônica Estrutura: Referência do documento. 1996. [s.1. Nome do programa.com. Energia & Conservação. Paulo Antônio. Acesso em: 17 jan. 6. 39-47. n. ano. 6. Rio de Janeiro: Rede Globo. Disponível em: < http://www. 2001. Nota especificamente o tipo de programa (rádio ou TV).6.28 Referência obtida via Base de Dados Estrutura: Referência do documento. v. Referência obtida via base de dados Lilacs: BIREME. Exemplo: SOUZA.ulbranet. não repete o nome do autor da segunda obra. A cultura do feijão. data da apresentação do programa. Brasília: EMBRAPA. 76 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .br/virtual/home.5. Wladimir. o nome do autor é substituído por um travessão equivalente a cinco espaços. p. Referência obtida via base de dados Lilacs: BIREME. Exemplo 01: AGUIAR.

In: ______. Imagens da juventude na era moderna. Macapa: Valcan. J. 7-16 SANTOS. p. dos.) Historia dos Jovens 2. 1996. cap. São Paulo: Companhia das letras. Giovani. (Org. 1994. F.03 77 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .ULBRA . In: LEVI. G. R. Historia do Amapá. A colonização da terra do Tucujus. SCHIMIDT. 2. 1º grau. ed.Exemplo 02: ROMANO..

com os seguintes documentos: I . f) Explicação das responsabilidades do pesquisador. j) Explicação de acordo preexistente quanto à propriedade das informações geradas. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO A SER AVALIADO PELO COMITE DE ETICA EM PESQUISA DO ILES/ULBRA: Art. do orientador. l) Declaração de que os resultados da pesquisa serão tomados públicos. h) Local da pesquisa.Descrição da pesquisa. a partir da aprovação. bem como a forma e o valor da remuneração do pesquisador. em português e em 3 (três) vias impressas e 1 (uma) cópia do projeto digitalizado em formato word.ULBRA . c) Identificação das fontes de material de pesquisa. instruídos. nome. b) Descrição dos métodos que atinjam diretamente os sujeitos da pesquisa.Os protocolos de pesquisa com seres humanos serão encaminhados à Secretaria Executiva do Comitê. sejam eles favoráveis ou não. CPF. b) Antecedentes científicos e dados que justifiquem a pesquisa. número da carteira de identidade. resultados esperados e bibliografia).Folha de rosto: Título do projeto. do promotor e do patrocinador. d) Análise crítica de riscos e benefícios. fontes e destinação. d) descrição dos planos para recrutamento de indivíduos e os procedimentos a serem seguidos. i)Demonstrativo da existência de infra-estrutura necessária ao desenvolvimento da pesquisa para atender eventuais problemas dela resultantes. casuística. compreendendo os seguintes itens: a) Descrição dos objetivos e hipóteses a serem testadas. com critérios de inclusão e exclusão. k) Declaração sobre o uso e destinação do material e/ou dados coletados. e) Duração total da pesquisa. II . 78 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . da Instituição.7. quando aplicável. telefone e endereço para correspondência do pesquisador responsável. g) Explicitação de critérios para suspender ou encerrar a pesquisa.Informações relativas ao sujeito da pesquisa: a) Descrição das características da população a estudar. III . i) Orçamento financeiro detalhado da pesquisa: recursos. 45º . c) Descrição detalhada e ordenada do projeto de pesquisa (material e métodos.

ULBRA . avaliando sua probabilidade e gravidade. quem irá tratar de obtê-lo e a natureza da informação a ser fornecida aos sujeitos da pesquisa. incluindo informações sobre as circunstâncias sob as quais o consentimento será obtido. g) descrição das medidas para proteção ou minimização de qualquer risco eventual. 79 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO .e) Apresentação do termo de consentimento esclarecido para a pesquisa. f) Descrição de qualquer risco. h) Apresentação da previsão de ressarcimento de gastos aos sujeitos da pesquisa.

CHAUÍ. M. São Paulo: FEBAB. Rio de Janeiro.8. 1989. São Paulo: Atlas.. Rio de Janeiro.ULBRA . S. Convite à filosofia. MARCONI. 5. NBR 6034: preparação de índice de publicação. outubro/1998. ______. T. ed. NBR 14724: trabalhos acadêmicos. GUSTIN. 2002. São Paulo: Àtica. Métodos e técnicas de pesquisa social. M. K. 2003. Francisco Alves. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro. Antônio Carlos. apresentação. ______. CAMILLO. DIAS. Rio de Janeiro. Metodologia e filosofia da ciência. ______. São Paulo: Atlas. Belo Horizonte: DelRey. 12. novembro/2003. ______. (Re)pensando a pesquisa jurídica. ______. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. ed. NBR 6024: numeração progressiva das sessões de um documento. 1983-1985. LAKATOS. São Paulo: Atlas. CÓDIGO de Catalogação Anglo-Americano. Belo Horizonte: Del Rey. Contra o método. 2003. Carlos Eduardo Nicoletti. Monografia jurídica: uma abordagem didática. GIL. 80 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . 2002. 2006. 1989. FEIJÓ. Fundamentos de metodologia científica. ed. NBR 6023: referências e elaboração. ______. Rio de Janeiro. agosto/2002. Rio de Janeiro.. NBR 6027: sumário e apresentação. 1999. Rio de Janeiro. Fabiana. Como elaborar projetos de pesquisa. NBR 10520: apresentação de citações em documentos. 2002. P. 2001. 2. 1977. Eva Maria. NBR 10522: abreviação na descrição bibliográfica. 3. Rio de Janeiro. 2001. R. Marina de Andrade e. NBR 6028: resumo e apresentação. ______. F. FERRON. ______. ______. B. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ed. 2. FEYERABEND. M. Rio de Janeiro. 2003. ed. Rio de Janeiro. maio/2003.

Conjecturas e refutações. 1996. 2003. São Paulo: Atlas. Adaptação da obra: Lana Mara Siman.d. São Paulo: Atlas. Belo Horizonte: UFMG. RUIZ. S. 2004. Álvaro. São Paulo: Cortez Editora. 2003. 5. C.d. São Paulo: Atlas. Manual de metodologia da direito. 2. Metodologia do trabalho científico. Antonio Joaquim. resenhas. ed. A Construção do Saber. MARCONI. SEVERINO. 1975. Augusto Nibaldo da Silva. MAGALHÃES. R.ULBRA . LAVILLE.ed. ed.ed. M. M. São Paulo: Atlas. Jean. MEZZAROBA. ______. DIONNE. MORENO.a prática de fichamentos. Cláudio et al. 1995. 2001. Redação Técnica. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas.. Revista e ampliada. São Paulo: Martins Fontes. O. LAKATOS. Brasília: Universidade de Brasília. Porto Alegre: Formação. TRIVIÑOS. 1985. São Paulo: Artmed. pesquisa em MINICUCCI. Usos de linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. de A. Ed. resumos.______. 1999. ______. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 22. 81 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO . Clarice. João Bosco. Francis. K. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. VANOYE. São Paulo: Cultrix. Christian. ed. KNIES. São Paulo: Cultrix. ed. POPPER. J. 1977. São Paulo: Saraiva. 4. Introdução à metodologia da pesquisa: Caminhos da ciência e tecnologia. G. Autobiografia. 2005. Manual de Metodologia da Pesquisa em Ciências Humanas. SILVA. s. Dinâmica de grupo: teorias e sistemas. Fundamentos de metodologia científica.. 2. 2001. MEDEIROS. São Paulo: Atlas 2003. ed. 6. 5. Agostinho. 5. São Paulo: Ática. s. E. Redação científica . MONTEIRO. Rebeca Peixoto da. A lógica da pesquisa científica.

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->