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apostila fisica

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RN CAMPUS CURRAIS NOVOS CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM INFORMÁTICA

Eletricidade e Eletrônica

Aula 06: Circuitos em Paralelo de Corrente Contínua

Francisco Júnior fcsjunior@cefetrn.br http://www.cefetrn.br/~fcsjunior

Sumário
• Elementos em paralelo • Resistência total • Circuitos em paralelo • Lei de Kirchhoff para corrente • Regra do divisor de corrente • Circuito aberto e curto-circuito • Potência em circuitos em paralelo

Eletricidade e Eletrônica

eles estão em paralelo. portanto.Elementos em paralelo (1) Dois elementos. Eletricidade e Eletrônica . por exemplo. ramos ou circuitos estão conectados em paralelo quando possuem dois pontos em comum. os elementos 1 e 2 tem terminais a e b em comum. • Na figura abaixo.

• Os retângulos numerados foram usados como símbolos genéricos representando um resistor. Eletricidade e Eletrônica .Elementos em paralelo (2) • Na figura abaixo. todos os elementos estão em paralelo porque satisfazem o critério anteriormente citado. uma bateria. ou mesmo circuitos complexos. • Essas três configurações tem o objetivo de ilustrar como os circuitos em paralelo podem ser desenhados.

Resistência total (1) • A resistência total de um circuito em paralelo pode ser obtida da seguinte forma: 1 1 1 1 1 = + + +⋯ + RT R1 R2 R3 RN A resistência total de um conjunto de resistores em paralelo é sempre menor que a do resistor de menor resistência. mais o valor da resistência total será próximo do valor da menor resistência. • Além disso. quanto maior for a diferença entre os valores das resistências de dois resistores em paralelo. Eletricidade e Eletrônica .

• Para N resistores de mesmo valor em paralelo. Eletricidade e Eletrônica .Resistência total (2) • Quando as resistências de um circuito em paralelo são todas iguais. o cálculo da resistência total torna-se mais simples. precisamos calcular a resistência equivalente para apenas dos ou três resistores em paralelo. temos a seguinte equação: R RT = N • Na maioria dos casos.

Eletricidade e Eletrônica . temos: R1 R2 R3 RT = R1 R2 + R1 R3 + R2 R3 No caso de resistores em paralelo. o valor da resistência total sempre diminui quando acrescentamos no circuito um outro resistor em paralelo. temos: R1 R2 RT = R1 + R2 • No caso de três resistores em paralelo.Resistência total (3) • No caso de dois resistores em paralelo.

a fim de se obter o valor desejado de RT.Resistência total (4) • Em alguns casos de dois resistores em paralelo. é útil determinar o valor de RX a ser conectado em paralelo com um resistor R conhecido. • Para se chegar à fórmula adequada. começamos com a equação anterior e transpomos os fatores da seguinte forma: RRT RX = R − RT Eletricidade e Eletrônica .

portanto V = V1 = V2 = V3 = … = VN Eletricidade e Eletrônica .Circuitos em paralelo (1) • Um circuito paralelo é aquele no qual dois ou mais componentes estão conectados à mesma fonte de tensão. V2 e V3 serão iguais. • Cada ramo tem sua própria corrente. • As tensões V1.

Circuitos em paralelo (2) • A corrente IT é igual à soma das correntes em todos os ramos. Eletricidade e Eletrônica . IT = I1 + I 2 + I 3 + … + I N • Essa fórmula se aplica a qualquer número de ramos em paralelo sejam as resistências iguais ou não.

cada corrente de ramo é igual à tensão aplicada dividida pela resistência entre os dois pontos onde a tensão é aplicada. um ramo que possua menor resistência permite a passagem de uma corrente maior através dele do que um ramo com uma resistência maior. Ramo 1: V1 V I1 = = R1 R1 V2 V I2 = = R2 R2 Ramo 2: Ramo 3: V3 V I3 = = R3 R3 • Com a mesma tensão aplicada. Eletricidade e Eletrônica .Circuitos em paralelo (3) • Para a lei de Ohm.

V RT = IT • RT é a resistência total de todos os ramos em paralelo através da fonte de tensão V e IT é a soma da corrente de todos os ramos. Eletricidade e Eletrônica .Circuitos em paralelo (4) • A resistência total num circuito pode ser determinada aplicando-se a lei de Ohm: divida a tensão comum através das resistências em paralelo pela corrente total da linha.

Lei de Kirchhoff para corrente (1) • Enunciado: A lei de Kirchhoff para corrente (LKC) afirma que a soma algébrica das correntes que entram e saem de uma região. sistema ou nó é igual a zero. temos: ∑I entram = ∑ I saem Eletricidade e Eletrônica . • Em forma de equação. • Em outras palavras: A soma das correntes que entram em uma região. sistema ou nó tem de ser igual à soma das correntes que deixam esta mesma região. sistema ou nó.

Lei de Kirchhoff para corrente (2) • Nos dois exemplos a seguir. vemos como fica a distribuição de corrente. seja num sistema ou nó: • Na área de eletroeletrônica o termo nó é normalmente usado para se referir a uma junção de dois ou mais ramos. Eletricidade e Eletrônica .

Regra do divisor de corrente (1) • Conforme o nome sugere. a regra do divisor de corrente nos diz como uma corrente que entra em um conjunto de elementos em paralelo se dividirá entre esses elementos. o elemento de menor resistência será percorrido pela maior fração da corrente. Se os elementos em paralelo tiverem resistências diferentes. Eletricidade e Eletrônica . No caso de dois elementos em paralelo com resistências iguais. A razão entre os valores das correntes nos dois ramos será inversamente proporcional à razão entre as suas resistências. a corrente se dividirá igualmente.

R2 I1 = IT R1 + R2 I2 = R1 IT R1 + R2 Eletricidade e Eletrônica . • Essa fração é o quociente da segunda resistência pela soma das resistências.Regra do divisor de corrente (2) • Expressão algébrica geral para a regra do divisor de corrente: RT Ix = IT Rx • Quando se considera somente dois ramos. a corrente num ramo será uma fração da corrente total.

Eletricidade e Eletrônica . uma resistência extremamente alta que implica em ausência de fluxo de corrente através do circuito. na verdade.Circuito aberto e curto-circuito (1) • Um ponto “aberto” em qualquer parte de um circuito é. a corrente não chegará a nenhum dos ramos em paralelo. • Quando houver uma interrupção na linha principal.

Eletricidade e Eletrônica . • Entretanto. as correntes nos demais ramos continuarão a fluir tão logo sejam conectados à fonte de tensão. não haverá corrente apenas nesse ramo.Circuito aberto e curto-circuito (2) • Quando houver um ponto “aberto” num dos ramos.

na verdade. Eletricidade e Eletrônica . • Praticamente toda a corrente irá passar por esse caminho. uma resistência extremamente baixa. • O curto-circuito oferece um percurso paralelo com uma resistência praticamente nula.Circuito aberto e curto-circuito (3) • Um “curto” em qualquer parte de um circuito é. • O resultado é o fluxo de uma corrente muito maior pelo curtocircuito.

PT = P + P2 + P3 + ⋯ + Pn 1 • A potência total também pode ser calculada pela equação PT = VIT Eletricidade e Eletrônica . a potência total é igual à soma dos valores individuais da potência em cada ramo.Potência em circuitos em paralelo • Como a potência dissipada na resistência do ramo tem que ser proveniente da fonte de tensão.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO.br http://www.cefetrn. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RN CAMPUS CURRAIS NOVOS CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM INFORMÁTICA Eletricidade e Eletrônica Aula 06: Circuitos em Paralelo de Corrente Contínua Francisco Júnior fcsjunior@cefetrn.br/~fcsjunior .

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