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Àbril 12 b4'd

rìa entirlado quc tonha cle assinar a corresponilencia ou ainda a percentagem das verbas ileclicaclas pelos nr, -ss0s {)r-
autenticar os diplornas e o seu ilestino. çamentos a esse-ramo primordial da act.ivìtladr, ,,"t:ir'tlRÌ.
I'aços clo Governo da Republica, em 12 de abril de  Ftonço entrega perto ile 9:000 contos ao fom<:nto,Ja.stta
1911. l\{inistro das Finanças, José Relaas. agricultúra, a Allemanha e os Estados-Unidos urais de 1,Ì:000
-0 D, do G. a.o 8i, de l3 ale abril ale 10J.1. contos, a Suecia mais do 3:000, a Inglaterra, a Ìtaìia r,'&
Argentina quantia superio.r a 2:(N0. ilTas estas nações sâ)o
poalerosas e grandes : será mais razoavel pr:ocurrr tellros
c{e comparagão nos paises de superficie úais ploxirua cla
Direcção Geral da Contabilidade Publiea nossa-a Suissa, a i)inamarca, a Holìancla. I! o qrro rrc-
2.n Repartição mos ? A primeira € a seguncla dispendem cour a suà agri-
cultura mais ale 1:000 contos cacÌa umâ, G a llollarr,-la
O (,i,rvcrno Provisorio cla Iìopublica Portugucsa faz sa- .3:000 contos ! A agrictrltura portngue$,x dispõe, Ìrr seÌr {rr-
bcl que em nome da Republica se decretou, para valer çãmento vigente, apenas de ?40 contos de lr.-is. sr:nilo
conrr-' lei, o seguinte: , maior e mais exclusivamentc agricola tìo quc qrrrlquer tìos
São transfeiidos do capitulo 1.o, artigô 1.n, da tabella trcs ultimos paises.
ila tlcspesa do Ì\{inìstcrio das Finançaú que' provisoria- O l\{inisterio do ltomento conta com uma cifi'a í}rçÍrm(.ìn-
nrente vigora no correntrl anno economico, para o capi- tal dc perto ile 10:500 contos, dos quaes sri ? pcr ccnto
tuio il." rla me.qma tabelìa, as importancias de 6:450tÍ000 se cleclicam ao factor mais irnportante rla nossrÌ, (.c(rlì,'rÌ)irÌ.
róis e 5:ó00S000 réis, devenilo a primoira d'eetas qurn' Iì claro que as estraclas, os'c:rminhos de ferro, as inrlrril-
tías rier descrita na secçâo 1.u do artigo 95.o para acqui- trias transformacloras, etc., são instrumentos fornerrtadorcs
siçiìo de cento e cincoenta vagonotes para o serviço do da agricultura, mas não ó ruonos certo que a inslrucçiio,
tlrfego rìa alfturdoga rlo Lisboa, € a segunda no artigo s em especial a instrucçâo agricola constitue {lctor de
!).Ç.o pala reprlrações a effectuar no vepor n.o 1 da mesüa não mênor importancia. A lnglaterra somente *:nr invr:s-
alfandcga. tigaçrâ'o seientifiea gast& annuâlmente 260 eonlls I os 1,,s.
.i.
()s ÈïiniBtros cle todns as Repartições o façarn inprimir, tados Unitlos da America em distribuição grntrrilrr ,:lr: 1'11-
pul,liear e oorrer.-Dado nos Paços do Governo da Re- bliea.çôes.agricolas clespendo quantia suforrior :L íìir() t.,rn- e:
prrblica, ern 1? clo abril de 19L1. Theqphilo tos cìo ráis. F.

ilntonío J'os(t de Almeíd,a -Jç6g1fi711


.: A percentagem, Ëobrc as desliesas geraes do llst:rrìo, i:
Jll:at,1rt Affonso Costa:José
-
Ei'lra,s -:,,Ltttoní.o Xaai,cr Correi,a Baryeto- Amq,ro de Aze- applicatla exclusivamente á agricnltura ó p2 -(111sii1 {1, i'r,
t,ul,o Gornes -- llsTnarlJ'irlo fuIaclnd,o:Marw,el d,e Brito nâ, Dinemârca e [IoÌlancla rìe 4, na Norrregil. rìrì Snir-,y:rr
C,nrrclto. na Argentina e no Jàpão cle 3, enr Portugal rìr. O,lr?.
1ì. ilo G. n.o 8E, de 11 tle abril de 1011. Este quadro é bastante significativo na simplicirìacìe dos
geuE numeros.
Nâ)o poderemos nós, na cxiguidadc tlos n0ss;(ìr.i Ì'(ì{llrsr)s
" ffiIÌIISTERIO DO I'OMINTO
Âctuaes, no inicio ainda de um perioclo rÌeregr,n.,r'1r,.ì0, ta-
lhar á larga um plano de refurrnas quc nos pr,rrÌrl c,rrr 1,a-
rallelo coÌÌr as naçiìes que cÌe ha muito traballrarn raciorral
Direcção Geral da Ag:ricultura e proficuaminte no seu progres$o ecorromico; rÌÌa$ r'airu-
fiepartlçio dos Ssrvlços de Instrucção ãgrleola tanros como indispensaveÌ d:ir anrplituclçl de ar,rçì,1r :r torilg
os elementos basilares clo fon-rento traci,,naì. llrrr <i'ellcs. c
Desrle lgf2, anno crn qìrô se iniciou o ensino da agro- o mais importante é sern rlrrvicla o ensino aer.icr.'Ì:r,:ï crrsta,
nouii,. t,m IÌrirÍtrgal, tenr o respectivo Instituto soÍïr'ido va- do qual se criam os mais lrteis propaganrÌistas rl:r çcrdirrìo
riag ri:f0nrras, na ntaioria tendcntes ao seu aperfeiçoa- scientifica, os instrrrctorcs rla pr,rpulaçiìo Lur.aÌ, os I,rí,iir,r-
rutrnt0 c l]rogre-qso: e assim tinha de ser pâr'a âcompa- sionaes habeis que hâo de levani,ar a :rgricultrrra cìo p:,ís
rrhlr :r seiencia no setl cìcsenvoÌvimento continuo, e paÌa ão grâu que ella nceessita, e a qìle (rs seus r',,..,,,.s,ri ìr,-
oíÌ'elccr:r' 1r, agricuÌtura porlnguesâ todoe os rneios cl'ella tenles lhe dão dircito.
acornp;lnhar a malcha crc-qcente cÌa producçâo e da con. Iniciamos hoje, logicamenlc, esse plano clc cr,.'ino, t,rlo
corronr:ia rlos mercados nruncìiaes. I)ata poreur de 1ii86 a grau superior agronomico. Segrrir.sc ha o ensino srrpoliol'
m'lris vlrstr refolrna do ensino agricola, effectuada pelo veterinario, e imrnerdiatarn<'nte depois a instrnt'çì,o rnr.tìia
rninistlo ['.]rrritÌio Navarro, posto qnc a,ntes d'oila tives- o a elementar nas su:rs divel'sas nrodalidades, intcgr.arrrlil
stru jú brilhario, corno grulnrles luzeirr)s da scieucia agro- tlepois esta parto no toclo t:ongtituido peÌa org:rnizlrção d,;s
rroni,:a portugnesa, alguns vultos que aincla hoje sc rocor- eelviços agricolas, considerar.los uos seus tres ngi'rrpanrcn-
clarrr, c aind:r hojc são mcstres. tos: ngronomicos, florestaes o pe(luarios, ern cr.rjo <'unjrrnlo
I)t'pois rte 1,38íì sttcceclerarn-se illinisterios que, inter- occupa o primeiro logar a instrucçìo apçr.icola s-,.ral.
iomlrlnclo * realização dlr obla de Navar.ro, rcfolnraram
() cnrnlo (r()m v:Ìl'ro criterio, alarganclo-o ou restringindo-o Na olganizaçìo do ensino superior a,gl'ononrico, pol t,ste
cc)Ììfì,rlÌìc âs suas ideias soffriam tnaís ou ÌÌtenos a colÌs- cÌiplorna -.
tlecretada, tcvc-se enr vista alargar as s,,;is l,asc,s
tlirrr.,ìo rì;u.i t,ircutrsl.anci:rs lìna.nceirâs. scrientificas bomo cstrorna indisponsavel ll facultl;rde pl.o-
() lacto, Ì)ol'eln? qrre resalta cla corirpar:rr.,iio entre os duct.ot'a.
-do diplomrtlo. :i scg;ur:ìnça rìa sua instlrrcr.rÌir. /r,
l-relir;rlos anterior e postcrior:r 1886, ó evidentcrnente o clo possibilirlade tlos seus recursos euer comí, ínsír.rrttc,rl r:
Pf 1^rgres,srl, propaganrìista,, qrrcr eomo pl'ofis,.ionnl. Á insirrc,.iìo rìnrr-
llag a {ìxu prt-occupação financeira aunullou orr enfr:r- trinal alÌiou-se a investigreiro c a prol'a cc,rn,,r c.Glnl,lc-
qr.Ì(ì{r(ilr mrritas vr:zes l.roas internçôes, calcantio st,}r o seu rrrenÍo eeseneial e dc ptimeir.e impoi.tancia nr sr.ìr.ncil'rp-
enor'ÌlÌiì ïl(ìiìo o problerna, econornico, o fermento rÌa rieueza plicada. Assim o numòr.o clc riiscil,ìinas allr.sorr,s,,l c esl)íÌ-
dir, r:rqìei, rìo orrilrr c.levc r]elivar o tlesafrrgo rìas srras finan- cializou-se m:ris, e rÌrli-sc ao instituto, ,,n,le,
essr, er.,.jno 0,,
carr. l.l r,r:r'Ìrrrltirl il nurxint;l rle r1rr,::l econonria consiste vac pt:r,ft's5ar, uma area de tr'rrcno
rclativnmenlo rrxt(rlrs;.!,
nri ii.r:'tlr b,'trr, ,.r nâ.o cm gastar porrco. Nós poclerianros o tttu c,oniunto tlo laìroratot'ior; e ontr:ls instalncò._u tocìrtri-
sr'r' :rL,'r:.t.rri,)Í? seÌÌÌ trr a p'etertrtiio de homì'.ear: eur ri- ea.s rle cvirlente necessidadc.
rllr, / ji í'()in nrrtlos pniics, er, tiçessetnos arloptaclo ulÌìiÌ po. (l,rmo.instrrrcç.ïo_, rrc,r a-*sitn dizer prt,par6fq1l.i1s a
ìi;i',r tt:aìr. (rt'r,nonrica rlrro Íìtranccira. , rìiscig,li_n;rs
rìls
g.i.r:rl
mais cslreei:riì71ri,q.-*, ie",,111'.,1y,.1.;, 111 1.s ,1;
- l,:iil',r.'lìlíìii irrna, rapitlll vista SOÌrre o quC ontr.OS paises cìtrsos aux-iliares, cri:lntÌo-se :rlguusr Doygg r'ìe utiìir.l;rrlc irr-
cìrrsi,,,;,, j,'rt' i:oru o ftrrrrentr-r cÌ,r sua aglicrr.ltur:a, e í'orÌlp:rremos cotrtr.:$íavol urtrttrì motcria, tì,1
óottr1,loxr,, c{_ììÌì(r {l .:r,,1r.(,iììì-
I 91r 643
:\brii 12
mia.. A. par do elsino da mathomatica complsmentar e
a;,pÌicatla,.comprehendondo os dois cursog l.o L .1.0. orEa_
acr.escirno enorme de riqueza que é rnister acìministrar
se não 'cìcstlrra,
uiz.ru-s(r rrirrrla uur outru intitulado-prrysica l:*::aT",:* .qu1.lyu.
xlmo rendlmento. (J silvicultor, pois,
ã pru,ìr,r,, u ,nu_
"o*píorË"-
tnr., c:rrjt llr(,St&tnrnq, nlern tlo urn rnrri,_,rï.to*o,,"oiïinionlo
i a agricolrl d,
dove tei. urn utilissirrro
tl;rd, , rrratu.ias já estuda<Jas nos lyceus, rna, *obre que f:lïl.ljr
arupttar """rrorn ir;ir; t ì,-""'oo*u ri,,. *c i r r1.1 14yg
o enetno da ospecialidatle, de tão trtil applicaçiro
: conyclÌl insis-úir-, corno áÌ pneumostaiica, ó calor, u opiì"* Portugal. a
e a cl.ctr.icitÌadc, comportará mais cspecialmenie ;t;;;
esjudo, soìr o ponto de vista da sua applicação á og.or,;. do fnstitrrto tecnr ritlo, ató h,ijc. o
rross-o
mta, conìo I)(,r exernplo a rueteorometria. a polarimetria. .,..9: 9lnl:l:a-tlos o de silvi(,ultor.es, ao passo que em
a elcctrotcchnia. 0 terceiro curso compróh"oà" a chimicJ ::Tl: i: outras.uações
rooâsras Lli_"1"i"1: as escolas similares
cànfererir o
organir:a e analyso
.chimica, "orrto ,rnr'lo a parte d,esta ,l j.o oo eDgenlÌel ro-.agro_nomo e enge nhr:i ro. s j I vic u to r. li,. ti_
I ta
screncra. que_ niais interessa proÍ'undar no agrono_ orfferençiÌ de tltulos dava como Ìesultadc, a tluvitla
mico, alem ,ì: q.1." o aÌumnô ftaz ja do Ìyceu "nsino
u, ioçô", parte dos estrangeiros, sobre a cquiparaçì"tf,rr.rrl,ai_ ',,r.
geraes que o hal.ilitam a entrar no e-stuilo da chimica áais ptOma, a0 Ct'elÌes, vrSúo qUe cm geral 0 agron(.,rÌÌrr cstlar:
descnvolvicÌo. Iustituiram-se ainala os dois cursos novos : o g.eiro cclrrelponde ou ao diplomu.lo tle um""urso sccunda-
de ì3ioÌogia Geral, como inlroducção ás cadeir.as de lJota_
l.rot
ol a um agricultor illustrado. Attendendo a este
nica o cle ZooloSia Agricola e corno pedra fundameutaÌ do Í'acto, ha rnuitl. ponderado pelos intelr:ssados, J ;;
grandc-crìiticio historioo-natural que ó a scieneia agricoÌa, nova organízaçïto d'este ensìno se corrfere o tiiulo ;,,. ilu
e . tle iVlicr.r,'biologia Ge'al, corrrpiohe'clenilo mais o"eeto,lo genheiros-agronoÌnos e de engenheiros-silvieuÌtoles aog "n_
di-
.especial tlas fermontações, hoie-reconhecidamente um dos plomados pelo Instituto Superior de Agronomia.
phenc,memrs biologicos mais-geraes, e o ensino toçhnico
mrcroscopico, essencial na investigação anaìytica e nos es- P-rofessam-ge estes dois cursos no rnstituto: o arer' tÌ'isto
tudos histol:gicos os diplomados podem'especìalizar-se ãi" .nguofr"i;;; ;g;;_
A clistrilruição cl'estes cursos é feita nos clois prirneiros noïrols anal;rstas e err genhei ros- agron oÌnos ãoliniaes.
annos clo crrsiuo,-de moclo que o terceiro e quarío :Ìnnos, Pelo dscreto de 25-dc ja1-eiroile lU0ü, criarlrÌì.s(,,
i'iciativa do Ìllinisterio Ì,ol
cout1rostos cÌe Marinl,a e Uliramo", ,Ìuná ^"u_
cÌá
-cadeiras mais especi:lÌizaclas, teem naquelleÁ
deiras de agrononria colonial no nosso Instituto, , ìi;; .i"
a sua base inclispensavel e seg'ura.
qu,e techuicos, quern era necessario entr.egar o clesen_
.os 1
No Instituto de Aglonomia e Veterinaria, ha muito se volvimento {gricola das nossas possessões uitllrnarinas,
mirristlirvt o ensino da Agtr.rnomia e o da'Silvicultura, pudossern ailrluirir os conhocimeìrt,,s o,ìps(.iu", .r,,,, .["j
rrras esses rlois erisirros apenis so differençavarn pelo annó rnauda a agriculLura tlas regiõas to'.id's. I,lrs,rs .la,lci,ìis
do tili.rciuio, ctrnsistindLr o do pliurciro eur luissões do es. forar'.encorporad,,s 'o t,urso agronomit:0. l4 obvirr ,1,,,, n,
ttrtÌo uas tlivelsas regiôes agricolas elo país, e o clo se- discipÌinas qeIlas versad*s consÍitue rÌ] rlrn ;r espccialil,rr',iir-,,
vantajosamento applicada aos &Í{r'orÌo{ros (tuo-vào .xe ,i,,ei.
guntl.o .crÌì urìì est,rgio no pinhaì de Leiriai sob a clirecção
qualquer cotumissão ofÊcial nas colonias, úas prescìndivel
do silvicultur oìrefe.
. Y0-se beur por esta organizaçâo que <l silvicultr,r tinìra para aquelÌq1 cuja proÍissão .se exer'ça na rricìrt,p,rle I as-
q\e Ji.tzttr'-s{i ,1uasi cOntpletame[to nâ sua vida pr.atica e a sim se consiclera rresta organizàgl.o, pi.ofessando-sà as ,luas
cüsi;r rtt; gr':rnde cstì-rrç0, aclquiriuclo tlcpois os c.rnìreci- cadeiras coloniaes eEì anno supplerúntar.
rÌlirÌrt.cls ,1uc []rc ÍaÌtavam, c quo o lustituto, pela doÍicicn-
A outra especializaçiro criadj-a de agr.ononro_arrirlvs_
çiri, .la olgtniiação, lhe nà,o podia ministì.ar. No uovo
ta-obedeco eur grande parte á uecessiiiadc dt: irrstr.ïir
-srr:i individuos que vâ.o prestar servigo nos laboratorius oÍfi_
plarit-' clQ onsino o curso de silviõultura está diffsreneiado
claes, onüe escacetam,
, p.ela criaçiio de cadciras espoeiaes, e por outro regime de
pratica de analyse ehimica,
{ bromatologica ou mier,r.rs-
I tilr.,rtìrri,r. copica, nâo..se adquire apenas com o trabaÌiro nor.rual rl,.l
i. A antiga cadeira de silvit.uÌtur.a clesclobrou-se e moili-
curso 1_.pod.e elle at6 eerto ponto set.vir para iÌso pr.(r[,rio,
; íieou.sc, tirrrndo-se-lhe a parto de eoonorui:r, {ìorestal, que
mas nâ-o para e-stabelecirnonto de s*roiço pubÌico. ôncÌe
crlrì$tiIue rrrttelianLrastantc vasta e iruportzurtissima, coint, -uÌÌr
n tl a pal dos fuudos c-onhecinentos techniccis,'c irrilispeu..avol
rl,,rrrIr'r)Ììr,.tlia, orclerr*nrento, a oxplorabiliLladó, parrl a dextroza, a rapidez. e a-prudlucção de'tr.abalhá qrrtl sú
::colslituir ürlÌiì novâ cadeira, e annex:lndo-se á çilviculìura urn longo e especial tirocinio pode dar. Nestns r'.,,,rri,l.ro_
I prr,1,r'iarr,,.nt'ì ([it:ì a tetlrn<ilogia Ílorestal,
que estlva an-
tìcx;i á tr:tlruol,rgì:r, agric,ola, ruas quc peia'coruplt,xitllrle ções sc funtLl a nova e.specializaçâo criarta, c qrrt, ú cle ,.s-
d'estl crirl':ir:a rrâ,o cla possivel proÍ'essai. perar tenha cultores,-visto que sô ae,tuahuclnte'(rs rsl)(j(,i:r-
1\;* qLrcs.[òus flo.r.cst:rcs
listas faltarn, ruais faltarâo iro futrrro enr í.lrrr, (.ssr,s sr.r.i,i_
.. pnrntlcrtr-se iuiiruaruente :r Ìr;'clrau-
lica uspi:r:ial tpplicadl, iis torrentes, bem como a viaçiìo c ços de anaìy^se se. terlÌo de arnliliar, nìo irl conr reslrcrt.
lucit,s. .[': llnrrsportc ut,ilizaveis rra explonrçiï,o tlas rn:rtas, á investigaçâ,o stientitica nas est*çücs nSr:rì.irÌs, (,rìrl, lìr,
que se refere á fiscalização tochuica tloÀ'
o l'tri,irÌlu iirtst,u'il cLìÌìl a colservação c utilização ,los pas- lrtiitì,i.tos rrgri-
colas e alimentares.
tos rrlbort'o$ e de lron-tanha, e aiuda, pot. urrÌa tradiçio e:
p(rr urrìl,.n,.rcessid.atle ile agruparnerrto, as questões cÌó cul- Para a aclmissâo rro Instituto Superi._,r. tle Ágror,ornia
tula. lrisoìcoia cÌas aguas chamadas ilterioi'es, s611o rios, é habilitação incondicional o curso cìrnpletr, ,lc,s''sete an-
liLr-:ir',rr, l:rguas, eic. Por estes motivos sc instituiran-ì âs
trcs rrovas r:atleiras silvicolas, cuja urilidade é evidc,nte, lo:. qgr Ìycerrs ceutraes (secção de scienci:r.*) I comtucÌo tr
intliv-icÌ.uo, que compìetar. o quinto anuo 11."eá1, potic ser
âJteìiirÌ :r rilgenci:r tlue teutos cle estudar scientiÍica e pla- adurittitÌo á uratricuÌa do 1.o arrno do Institutrr ,I,ìs,lc ,,rrc
ticaurr:nte * oxltÌoração nrethodica e rcndosa das mataJna- se srrjeite a um exalÌ]c dr-r ertratla, segrrnrìo rlete'rrrilrid'
ciori;,es, ., iriurta n clo povoal as Ììossas sel'ì.as, os baldi,,.s programma, peÌo qual prore ter. o desõnvoivincrit,o irit,rl_
e a$ uxtu!i-sls t.lun:rs do iitoral de alvoletÌo quc Éìs utilize, Iectual e scientilìcu b&strìnte p,ara entrar nas tu:rter.il,s r;uc
cotrstitLrirrrlo urla riqueza imruensa, e que o-bste ao incal- constituem os cursos prot'essailos no Instituto. i
cuirivcl plt;jrrizo" d:rs serras tlesnutìatÌás e cÌo moviurento l! esta uma fonna'de selecç.ïo .1uã r"lrur",,ìos ÌÌe(,csrÍì-
oort,inrraurtutc iuvastrr c destruiclor. das aleas marititras. ria, a Íim _de que os caudidatos aclmittidos dôr,:u t,.rtÌits ,rs
() r'r.girrrc llorestal de 190ij, ruagrriÍica instituiçâ,o que Ílalarrtias de, pelo seu fundo de cr_rnhcr:iurento.s,
arÌ11uiri,..,r,r,r
colr!r,Ìiì irt;lrìl,ci' (j ilrelhOr.ar, a.lguns ltsultarÌOS tcÌu l)r0- inst-rucção technica com uraior facilidade e suUil,,,ìrr,,ri. ix,-
drrzirlo ei rrrr,Ìhores t, intis rapirìos pi'oduzirá amplianrìo- seatla.
so-iìr,, ,); rÌì(,;(ts Ìnâtcl'iire,s, I-)rtitt.rr rlo alg,uns artnos rl lrais IIa dispnsi,;iiefi na novn.or'4anìzl,,ir.' (,r{ii} ;1ìiuit,r 1,, tì(,
pr,rti, :irlrrr,.iiiitr a suÍi rnaslr;r ÍÌo,r'e;t*|, e rrour ella vilri urit oÌrViu rltte trenltutuits rcÍ'el'etrrilts Ìr'!ul.(,(.r.liì, j\ì,{)tlii: (.Ì,1:\.,.Ìì!
rirtil l? 644 t$l I
t
snìirì!ìt{u'. par'ár l)eìrÍeita intorpretaçdo,\ aqucllas Iestântes escollra ó oÍficialmente annurrciada paril que, ss rlu alquer
{littr l'o})Utaln0g essenciaes ncBte planorlcOruO sâo a unidads outro .se jnlgar c<im habilitações, õr.rurpeir,,ncia, rÌileito rr
rlu(' dovo ter o ensino, ars classes do'alumnos, a substi- vontade do conoorrer, declare- <, seu
l,rioposito e rerlueira
tuiçâ,o e plovirneuto rlos profeser)res, as rrriõsõos ao eBtran- que go aÌ.rra concurso.
uciro: a tentativrr. de penuuta de conferencias. Neste caso o Iustitrrto abrs coneul.so, â quo conr:ot,r(l-
.Na organizaçiiu
vigente do" ensino superior. do agrorro- râo os guts
ra,o ou mals alguD
d,ris orr'mais algurn que ptotencla, c será pr.oviclo o
rnia, o ensioo proprianente thoorico era ministïado peÌo que meÌhores prtrvas dor.
lente, acornpauhado em parro cle algumas demonstrações Se o conseìho oscolar nio tiver conhecirnento de nessoir
{lue era possivel realizer na8 porÌcas e mal providas de- iclonea, ou nâo tiver baees.seguras para avaliar dri com-
pendencias cìo Instituto, ernquanto o ensino pratieo era petencia de ququalquer technico na especìalidade da cadeira
õonÍìad,r a chefes de servigo, cujas attribuições ual deÍini- ou grupo de cadeiras, quc ó preciso provLìr, abrc irnme-
das 1ìouco concorriam pâra a instrucção dos alumnos, cuja diatamente concurso. E êvidento quc J escola quc atloptar
rnissào ela apagada e sern oondiçõos de proveito, a não esta fornra de reclutameuto de proÍ'essores tem plenã li-
ser para aquelles poucos a quem competia a regencia de berdade de escolha,
escolha. assim como o individuo escollìido ten
rido tenr
alguruas lições tÌos cursos auxiìiares qtre existiam. dado provas publieas cla sua capacidade .perante unÌ rÌu-
-Na
organiznção que âgoÌa ôe decreta dá-se a necessaria meroso jury que ó o pubÌico, e provâs oe rìmâ duraçã,ct
runiclade ao ensino: o ensino ê eviclentemente uuo; a sepa' tal quo podo ir até alguns annos da sua vida cìo- aturado
laçã,r da tÌreolia e tìa platica ó um convencionalismo errado estudç'e trabalho uüil. Isto no quo lespeita á caJracidade
que ìlrge deetruir e fazer tlesappareoer: o Profes-sor en- scientiíica: a capaciilade pedagogica é-ihc avaliada dn-
sin:r; o prepamdor, cujo cargo se oria, ó um auxiliar clo ranüe ilois ânno$, em quc provisoliarnentc desenrpentra <r
plofessoi, e que &penas dirige a repetição individual' para seu calgo de professor, no qnal só ó 1-rrovido detinitiva-
àa. a ap.*odizagem da tecÌr.nica, dos trabalhos feitos em durante esse tempo, tiver tìado Ì)rovrìs do raber
,lu* o,ìÍu., laboratorios'e gaÌrineies pelos prõfes- ff.ï::ï.t",
"o,orn,,*
s c alumDos.
-qol'(j
L)s laboratolios o gabinetes, cujo rìulneÌo é atrmentailo Em iluas bases cÌ'este tlocreto so institucrn missões arr
estrangeiro, tanto par:r diplornaclos que liverenr tcrnrinado
e cuia amplitutlo c rneios de trâballio licam garantidos uln crlrso clistincto, como pârir os proÍ'essores qrr(-i o conse-
pclti'1:ro.iecto clo novo ediíicio destinailo ao Instttuto, c'a-
iilct.riizaïn iambcm a forma de ensino que conveln minis- lho espolal desigoar em cada anno, I'alcceu-lìos clo tocln
trÍir :ro indivitluo qurj se destina a engenheiro-agrQnomot a utilidade a adopçiio d'este priucipio que fircilitl o conÌre-
r)u iì erìgenlìeilo sil"icultor, para lhe dar o es;ririto analy-
cirlento directo cìas pnaticas adoptrilas corp lcsultado no
estrangeiro com relaçlio o melhc,ramentos agri<'olas, comrr
ti,:o e õbservil,l,,r', tão nccessario pala con$oguir o pro- traz o llr,nsibilicll<Ìe de aporfeiçoaÌuento tittt qualquer es-
gresso cìa gciencia agronouìlct[.
.t;:
" t) *grunoru,,, coto"pruhendcncÌo aB duas es.pecialidador, pocialidadc tochnica, guo ìt()s esttÌbcleoitrtctrtos t'stt'attgei-
ros prpprios, $e posse adquirir com. tnais iutensidade riuq
:!! t,'rrr poi alt:r Irtissiro iìrvcstigar os grauilcs proÌrlcrnas- ecien- no paí1.
tiÍit'rtr cujn lt.s<.rlução cìê 1 agriqultura.r principahnente
"norurl.
lrliili:t, a do setr progl'(lsso e o exito economico da Corroignanroe tambem a faculdacle do qualquer profcs-
lun txpl,rração, e ao toesitlo tenrpo -ser o ã.gente autori- sor estrangeiro pocler realizar, eü uriosã{) ao nosso pais,
zatlo cli sã'plopagarttla e elo ensino bem orientado' Para qualquer conÍ'erencja s,bre asgttnton agricoìas no lnstitutri
^oJ
pôr cm pratica ptincipios qtÌe ello cria, veÏifica, ou Supelior cle Agron.rnia. Essa faculdadc pode cìar logar :i
ltìapta, ì'á est,ï o utii diplôrnado ilo cusino.medio, qrre di- per:muta cle conferentes, o que é de enortne vantagcrrt c
rr,lg,.,'pela perfeita exôcução, or melhore's prooessos .tlo àlcance -reciploco para â troca do rroções scientifìcas, para o colthe
culii,rluïn soio, dirige cxploragoe.s rur€qs, Praticè e ensina cimento das capacidatÌes intellcctttaes rìos di-
, i-,,it"iru proti.rinr,ïi, *Ëotopt'nhu,Ìn a1á'iii razão de scr' versos paisoÀ, pâra o conjunto de beneÍicios, etuÍim, qtte
ll.as estti Jnsitio aincìa nito attinge pelos seus effeitos t-, resultanr do edincivio nâo eó intellectual cottìo raíÌteriül
Ir,rrrrclrr do t'atnlto I ó irrdiepens*vol ottro ilegla.rr paÌ& qlle das naçõeo entre si.
-"õ;;i;il
rÌ srrlirr rrã,.r lci,i bruscu, o-qual cousistc no ensinct elenteu' tú" au corroidernções julgamos ter jrrstiti-
tar'. lì p.e"i&i pois, atleuilèr n4orientaçãtr-.d9 erlsino supe- cailo o decçeto cour Íorçe de lei que, ctn ì-rrses, t'eslìllle iì
i.ior rgrooo*ico o estes graus e á5 c3,tèg-qpi4qg ilgfllr-{s organizaçâõ dii ensino sup.eriqr de agricultura eur Porttrgal'
dcirlsìrucçãoaq11eelIes'deveutlbqdeçer'.l.,...: Nestes tetmos o Governo?rovjsorio tla Repubìica Por'
'locÌos s,ïo obt'ãiro. do mesmp md'numento, totlos- são tgguesa Íaz sa'be r que em norne ila lì.,priblièa str dccrt,-
clrrzad,rs cÌo mesrno iileal, tr"ras é indispensavel quo as fu-uc' toti, para fazer valel como lei, o strguintc :
clue- os esfbr'
çiies se corirpi'chendaul e cl:rssiÍiquem Para
srì sotnììletiÌ sem perdla. cìe tempo ou de acção'
!.rìs
o erpino superior u" ï;ï:J;"ra, professarìo no Instì.
Olia-se unia classe nova cÌe alumnos--os voÌuotrârio$- tuto Supelior tle Aglonornia. tem por tjrn miuìstrar os
elnc pode ser utilizacÌa por quaÌquel inrÌividuo. que, sern conheçimertos qÌÌe constituem a sciencia agrououica e ira-
,i.",,rri,Ìo,1" tle curso regirlarr tenlta convenisncia cm fre- bilitar ao estualo clos problernas scientilìcírs que cc'n ella
qurrrlirl' qrraltltrel ctdeira, o'.r trabalho pratico. Não é uma so relaeionâm.
ut,r'idacÌe-estri classe ile voÌuut:rriosr mâs pâreceu'nos van' Base 2.o
taiusu inclttit' cste uso no fnstituto Supeiior de Agrono' O Jardim Botanico da Ajuila que passará a tìenotni-
,rii,,, trt:rtct'ias professatlas. é clo maior p.roveito divul'
n&r se Jarclim Bolanico c Colonial de Lisbca lhlrir 1'alte
E,,r',ru,i, pitís t'trt qrìe a agricrrltula ó a principal indus' integraute das dependencias do fnstittrto'
",r.ias
ìi'in. rr,,. L,or tod,,s t,s rnocÌos plecisa molÌrorar-se pela con-
r',..rrirlirtrr irrsiluctção tÌbs seus cultores. Ilaso 8.'
I.)arnos ao provimento dos logares de professores a llaver{ cotrlo anllexoe ao ediÍicio principal as seguiutcs
Íbrura quç iro, p,rrcce a nrais livre, rnais democratica e installações excìusivamente destinadas ao etrsino e de-
,,,,,i., cnï,du,,ctìto a urna boa selecção clÈ úompetenciag' C) monstlação:
frislitrrto tem a faculdade de convldar para o seu gremio 1. ]\{useu agricola naciorralI
urn tcchnico a qtlellt pelos seus trabalhoo, por clemons- 2. Campos de experiencia e ilemortstragìo I
1f;,,1ür.s uuÌ,Ìielrs'tlir suã competeucia profissi'rnaì, peÌos 3. Posto meteorologico I
n,,ir'.s ,,stu,-ì,ls t esuritos, cuttttlile ilever confìrlr
('{)ÌìÌ pro- 4. l'lstufas para cttlturas fol'çaclas i
y1,i{r,r rr regeltcia ete cleterminacla cadeifa ou trurso' l'lssa 5. (Jfìicinas teciinologicas ;
l$r I 645
Abril 12
6. IÌstagão d.c c'rrsaio rìe machiurs : bilitaçfro incli.;pensavol pa14 os r,ngcnhcil.os-a;{ronomos
7. ()utr:ls irrstilÌlaqõcs.t1uc tlc frrturo sc reconlreçam rennaÌn ue rr prestnr serviço official riuc
.
(:oïÌìo rìecessarias ao cnsirì0, e cuio tlispcnclio nas colõrrias.
"* "ónr_
trtrcgâo e manutencão caiba nas pt_rssibilida,le, orçanÌen- ltárse $.a
tacs,
-íJ olival c arvor.edo já existentes na I'apada dn Ájuda e 9 :nÌi": da aagroncrnia
Ìnslatlaçoes
será professado rros labolatolios
qus sc lef'ercm as basgs iì.,, e b.,,,
.

serâo couservado* comõ elementos de demãnstraçâo "para num


,ìu desenho,
o.ensino. Para o fabrico do azeito produzido por este'oli- dos ::-..?e nas seguintesnos cursos auxiliares u.l"ontu enumel.a_
cadeiras:
val construir- so-ha urn Ìagar qr,e còmporte a ãzeitona co- 1." l,]otanica.
lhida, .urunicl_o {e appa,rÀlhos- aperfoiçoados, tÌc rnodo a 2." Physica agricola Climatologia -- Agr.ologia;
eencher o duplo fim
preencÌrer fiú ex
expÌorativo e de ensino. 3.o Chilnica agr.icola;-
- A estação c{o d.o ensaio de machinas,
machinas. alem do do eeu intuito ' 4." Zoologia ngricola--Hygiene tlos animaes domesti-
ilemonstrativo e.experiruenta^l par.a o ensino, scrvirá tarn. cos t ntomologle;
bem.para expenenolas
ÍJem.para experienóias de-altâlâ
de-alfaia agrrcola
agricola requeridas pelos
poÌos - llÍecanica.- tr'Iachinas agricolas o nrotores
5.n
t^L.-:^- r,- I r
fabl'icantes, -ì--
depositarios, ìavradorõs e associaçôes agrico- Hydrautica agr.icola ; _ IConstruc_
las, aos _6."
quaes o Instituto poderá passar certi{icã,los cltssas ções ruraes I "t.tfioção-J";;;ã".
experrencras.
. Basc 4." l.] Agricultura ger,al e culturas arvensee;
8-" Arbr.rricultura s pomologia-Viticultuna _Hoi.ticul_
A dilec'çâ,o superiol do Illuseu compete ao director clo tura ;
Instituto. Os campos, officinas, laboratãrios e mais instal- 9.o Silvicult,rra c technologin flolestal :
lações anuexao serão dirigidos pelos professores das ca- l0.a Parnsitologia o pathoúgia veeetaÍ:
ileiras r.espectivas
-ou
cuja especiàtitladè mais se aproxime 11.u 1'echoologia agrieolal -
cla indoÌe d'essas diversas instatlações. 12.' Zooj,echnia geral e cspecial ;
Basc 6..
1il.' 'Economia e administiaçio ruraeõ_pr.incipios rle
direito administrativo- Legislaçao ugru.ì"- O;g-;i;;g;;
Alem de aulas, gabinetes, rnostruarios, etc., de que commerciaÌ
da agriculturr ;
consúal'á o etìificio do Instiüuto, haverá mais as seguintes
l4".Geograpbia oconomica gricul tura com parada.
secçõcs dc ensino:
Ag duas cadeiras do curso -.r\
coloãial, actualmenïe p*f"r-
1. Labolatolio de histologia e physiologia vegetalI sadas no. Instituto, serão mantidas nas coudrgoes e parâ os
2. Laboratorio de chimica geral I fins-consignados no decreto do 2ó de.ianeirir ae tirOg. O
iì. i,aboraturrio de cÌrimica agrieola I Jardirn llotanico e Colonial de
-1. Laboratorio cle pathologia.vogetal ; -Lisboal Ír que se refere :r
base 2.4, será installado no Jardim Botanic,r tla Aiuda. nas
5. Laboratorio cle technologia e bromatologial condigões, o com o pessoal e tÌotagõos
ú. Gabinete de photographial consigna,ias r,<, ci-
tado decrcto.
?. Gabinetc para ensaio de sementes I Aaeo 10..
Éi. Iliblioteca.
O curso rìe
deseuho,. que comprehenderá rìeseuho or-
ganographico, do. machinas,.geogia_phico, topographico e
As differenres instaltaf,.Ëli ï"
,"rr,ruro, bem como o
palque a.jardinado da 'I'apaila que lho fica adstricto, e o aguarella será regido por. individuì de cornpeiun-cia nestas
especialidadee, e habilitado com o curso da ,q"ademia ác
Jardim Rotauico servirão nâo só para ensino dos alumnos,
mas tambem serâo frauqueados, conforrue determinar o IJellas Artes. Bage 11..
legulamento, a todos que õe interesseu pela agricultura,
e aÌri elcontrem elementos de estudp. Os cursos auxiliares, a que se refere a base 9.", serão
constituitlos pela soguinte forma :
Nos telrenos da Tapada, em locaes e pavilhões apro-
1.o - Algebra e trigonometria _ CaÌculo _ Ge ornetria
pria.dos realizar-se-hiìo exposições, concursos e conferen- -
descritiva e esüereotoruia I
cias de propaganda :rgricoln.
2.o I'h.ysica complemeutar
-
3.o-Chimica
I
\ nare 2.. organica
- Analyre
4.o*Elementos de geoilesja
chimica ;
ó 'l.opograpÌiia _Carto-
0 Jalclim Botanico c Colonial de Lisboa sorvirá nâ,o só
Ì)iira o t'studo das plantas eu.ropeias -e tropicaes, paÌ'a o graphia - Cadastro - Estatistica aer.io-ol;:
qrro posstirá ns necessarias collecções de exemplares vivos 5.o Biologia geral ;
e de herbario, estufãs apropriailas, calÌÌarâs de ensaios .6.0 -- Microbiologia geral - Fermeutaçôes _ 'Ìechrrica
cnlturaes, etc., rnas taurbeur para a multiplicaçâo das es- mÌcroscoPlca
pec.ier exoticas susceptíveis de ser vantajosamente culti- Base 1z.o
vadas Ìr,ls. provincias ultramalinas. o.curso rÌe.engenÌreiro-siÌvicurtor atrrange os seis cursos
auxiliares da base .antelior, o 'curso de dãsenho ;; ;;.
I Basc 8.. deiras l.o a 7.1r 9.u-, 10.* e l3.a e mais u* a""n.ono-
f No Inst ituüo S upcrior. cle r\gronomia profcssar-se-hão dois rnia florestal; Engenharia ÍÌorestal-tl;,draulic" ;;ì;;-
ï Lrur'sos geraes: o de engeuheiro-agrouomo e o de engenhei- cial-Vi ação o neios O"
i ; Áq.uú u I t ur* u i"l,;l,;;-
lo-silvicultor. l'indo o 6eÌl cÌrrso geraÌ, o engenheiro-agro- logia-Peeca c caçfl- l.^u:.:ryr.c Regirne pasiur.ì1.
nomo poder-se-ha espcciaìizay ern agronorno auaÌyota, e Estas cadeiras s^eguir-se-hÀo em ordern nunìericâ ds enu-
&!ïr'on()lìÌo colonial, cursando no primoiro oaso Ìnais urn anno 'meradas na base I'u
rs laboratorios espeoiaes do fnstituto e os dc outros esta- Bnsc lrl.n
belecrrucntos oÍliciaes dependerúes da Direcçãtr Geral da As alezaseto catleilas, a que Êe referem as bascs lJ., e
Agrir:ultula, cuja intlole e quantidade de trabaìho conve- 12.", serâo regidas por dezasete professo'es cathetìr.nticos.
nha a csse tilooinio I oursando no segundo caso as cadei- poclcndo, se o crrrs.o de silvicultuia tiver pequerì;Liì-;;;f
r'âs c l:ìboratorios de agricuÌtura c technologia coÌoniaes, cia, ser, a cadeira de l,lconomia ílorestnl .ógiita
criados por dècrcto de 2ó de janeiro de 1906. Sil vicultura, a rì e Itrn ge n har.ia fl o restï I
t;; ;;:;,;.
1," i; p;iï;;;
so r
-(Ìe
Os intÌividuos diplomados corno agronomí)s-a,naìystas se- ile Hydraulica ag.icola e a de Aquic.rtura p.t"
rir,o prelLridos no proviruento dos logares de analystas dos de Zoologia agricola, ou por outia forma que o conselho
i.ái'"rrã,
laboratolios chimicos, bromatologicos e de pathologia ve- adoptar.
gctaÌ, rìt1-rendentes cla Dirpcçâo Geral cla Agricultura. O Os cursos auxiliares ifidicailos na ì,ase 1 I.a serio leei-
curso espcr,rial tle. agrorrornia colonial contintra sendo ha- dos por seis professores substitutos, que, ,,t,.',,, aì.t,r'in_
ÂLril Ii.) 646
r911

lienciiÌ, terào tambem & seu cargo a substiúuigâo dos ca- 9.o caileira *SiÌvicultura-TechnoÌogia flor.estal
thedraticos nos seus impelimentos. 10." cadeira--Parasitologia e patholãgia vegetaÍlI
Desenho.
Baso 14." 4.o anno:
.\ dnraçio cÌos cursos gerâes, tanto cle agronomia como I 3.4 cadeira-Iìconomia e administraçâo ruraes _ prin_
de sih'icultura, sorá cle c,iuco antros, senilo quatro annos cipios
cornplctrjs de- estudos rro Instituto, e o quinto organizado Organizaçio .de direito administrativo - Legislaçlo agraria _
comnrerciaÌ cla agricuÌturaï
ctrufnrrnc as bases 15.4 o 16." ló.o cadeira liconomia flJlestal :
16." cadeira*- Engeaharia floresíal- Hyilraulica tor.
Base I5.. ralga-l-Jiaçâ,o e meios cle transportel
. A. distribuiçâo das cadeiras e dos cur.sos auxiliares pe- l7.a cadeira Aquicultura e fìl,ilryologia _ pesca e
los differentes annos scr'á feita, pera o curso de agronoúa, caça, tÍeglmc-pastortl.
pcla suguinte forma; -5.0 anno (doze meres):
1." itnno: TrabaÌhos praticos e cle investigagâo sobre Economia
_
1." cadeira Botanica I florestal e sobre Atluicultura em esiações especiaes._
-
1.o curso auxiliar-Algebra e trigonometria-_Calculo- Um semestre.
Ge<;ructria descritiva e estoreotomìa I Estagio nas matas n4slsaass.-Um semestre.
2.o curso auxiÌiar Physica complementar I Qu-alquer d'estes-semestres pod.e deixar tle ser continuo,
-
3.o culso auxiÌiar-Chimica organiea chi- quando. isso convenha ao tirocinio, podendo o alurnno, por:
nica; -Analyse ileterminaçâo do conselho escol:rr, óuvitÌo o chefe ,lor J"r-
i,,.o curso auxiliar'- Iliologia geral ; viços lespeotivos, seguir as diversas lrraticas nrìns ou nou-
I)escnÌro. tros eetabeÌecimentos o_fficiaes, u"gonclo a opportunidad.e
2.o anno : dos tral.ìalhos a que tenha de dediór'-se.
.
il." cacleira-Physica agricola-Climatologia, AgroÌo- Os alumnos do 5.o anno slo obrigados a apì'esentar rela-
gra; torios ilos seus trabalhos e e*curs"ões cle.esïuilo ao conse-
3." cacleira Chirnica agricoÌa I lho escolar do fnstituto, o qual cÌassilicará esscs rclatorios
.l.u c:rdeira - Zoologia agricola Hygiene clos animaes Por meio dle valores'
rlomesticos -Entomologia; - Bose r?.,
-
-1.u curso auxiliar Elementos de geoclesia e Topo- . O Estaclo poderá auxiliar um certo numeÌo cle cnge-
graplia - Cailastro agricola I nheiros.agronoÌnos e de engenheiros-siìvicultores, qo" ì"-
-Cartographia-
6.ú L)urso auxiliar Microbiologia -Estatistica
geraÌ Fermenta- nham um curso ilistincto, para ir ao rrstrangoiro'aperfei-
çõc's
-
microscopica I
- goar-se na especialidade que tiverem adoptado no seu
-'lechnica
1)esenho. curso, €m escolas- para esse fim escolhidas pelo G.overno.
ì.i," auno: O nurpero dos subsidiados d.epenilerá cìa vei.ba a esse fim
l-'-'r.' cadeira * l\{ecanica agricolas e motores ; destinacla, e das necegsidades clos serviços officiaos, em
{j.^ caileira-Hyilratrlica -Machinas
agricola-Aimagão tle .pra- cada unìa das especialidades consideradaí.
üos (j.rnstrucções rul'tìês ;
- g1flç116-Agricultura geraì
!,4 e Culturas arvenses ; Blsc 18.o
tj.u catleira e Poruologia Sempre- que seja lossivel o oe juìgue necessario, d pro-
llolticultura I -Arboricultura
^
-ViticuÌtura- fessor poderá completar o ensinó dã sua cacleir.a enÌ'ex-
DesenÌro. cursõss, o visitas de estuclo a iliversas explorações ruraes
4.o aono: do . país, estabelecimentos publicos e particílares que
&
-. Silvicultura -_'l'echnologia florestal
{,1.u cradeira
10." cadeira--Parasitologia e Pathologia vegetal
I
I
maior interesse- oft'ereçam para e instrucção ilos alumfos.
Durante as ferias poderão organizar-se excursões polo
11." Technologia agricolal país com os alumnos clos dois u[imos annos eori:r o tìú de
1lÌ.o cadeira ---'Zootechtia geral e especiall reconhecimento geral, por elles feito, cÌas feições agrico-
1 i.' r'aileir{-Economians administragão ruraes
-Prür-
las das
-iliversas -regiôes agrongüicas e clas suás concliçôes
cipir,s dc dirèito administrativo-Legislação agraria- economico-agqisolas,
()igar,izaçilo cornmerciaì da agricultura.
5.u anno (doze meses) : os djfferenres ,"r""u*ïli;tee g,,binet"s do tnstituto,
l{." r'atÌeir*
-
Geographia ooonomica
-
Aglicultula sendo tì.estinailos e4clusivamente ao ensino dos aluurnos.
courpr,rada I pesquisds e estutÌos dos professores, nâo poderào ;;;,ì]
'Ii'ubllìros nos laboratorios, gabinetes e outras installa- tar quaesquer trabalhos estranlros, sem previ* autorizaçâ,o
- l,lxoursües r-ìe estudo no país'
' As- tiçi)es
çüc= suPerlor'
da 14.n cadeira serà,0 regulaclag de uroclo a al- Base zo..
tLlrniu'orì-$e com os trabalhos praticos e excursões sempre Os alumnos ìlurante os dois ultimos annos tlo curso es.
que sei:Ì necessario, e uunca o seu nuluero será inferior a tuclarão mais detaìhada e particularmente uur assunto de
cirrcoe nta. interesse technico e scientifi_co, por elles escolÌrido, sob a
L)s aluniuos do 5.0 anno são obrigailos a apresentar re' direcçâo do professor da cadeirá a que €sse assunto mais
latorios clos seus trabalhos e excursões de estudo ao pro- respeitar, eÌaborando sobre esses estuclos uma memoria
íLssor que as ilirigir, o qual classificará esses reÌatorios que, rÌo fim do curso, constituirá these para discussão em
po. neio dle valores. acto grande, e cuja approvaçâo lhes dá ilireito ao diploma.
Baso 16..
Pala o curso de siÌvicuÌtura. a ilistribuiçâo das caileiras Base 21."
e cursos auxiliares peÌos ilifforentes annos será feita pela E conilição ind.ispensavel para a admissâo no Instituto
scgrtitrtc forma: a approvaçâo nos exaÌnes de todas as disciplinas qÌÌe con.
"Os l." e 2.0 anuos sâo iguaes aos do curso a[Ê agrono' stituem o. curso geral.dos lycous (os cinco primeirós annos
ruia. da organlzaçâo actuat).
3.' auno : A admigsÈo á matricula do 1.o anno dlos qursos cÌo Ins-
ü.u r:atl,rira _. Ilydraulica agricoÌa
-Armaçâo
de pra' tituto far-se-ha por meio de um oxame tle entracla sobre
tl.rs _- (-1{,nstrtlcçõcs I'ul'aos ; rua_terias que constarão de programma espccial.
7.,' 1xqÌrrira--Agrie ultura geral e Culturas arvenses ; Serão matriculados, sem nooessidade cle exame de en.
lpl I 647
Abril 12
trarÌa, os candidatos que Érpresenta-rem certiilão ile appro- se prosfe,
vaç?io nos sete annos do surso dos lyceus (secçlo A prova oral constará prineipahneute cle parte
d \' a" oicïu"- vaga.
oiao ). [teo BO.r
Para a matricula
.nos &nnos seguintes é indisponsavel
ter. rrbtido appr.ovaçBo
Oaono no dia 1 cle uovernLro, o
ern todas as" cadeiras e cursos au. _tïliï^"
no dla 5U
üerminará .ry;ineipi.ará,
de junho.
xrltares.
. Aos diplomados com o acíual curso ale agricultor con.
íinuar-se-ha a permittir a maüricula no Inïtituto. suiei- r*
- o rnstituto terá uÏ-ïxï"ïu o* oi"*-,ìirecror nonìea-
-porem a um exame de entrad* uoúr" Á'ui"íi* ,1 :r- p "tf, n_"^"_"^:r l d e e n t re o s l"" t u r,,àif, ã ã * ti ã r, ì
tando-se
que se em rogulamento, todurau--uìi Jutzo da regencia das_,respectivas.cade-iras, os "
;õ ;;_
-determinarão
prcscrições, " " aos .";;; vir.âo quaes scr_
contantes d'estas bases, relativas por -tree annog. No ôaso de imped.irnento aô ai"ector
nelle proÍ'essados. é. cgte sústituido pelo vice-director'. e ,ro
Base 22.r
de imne-
otmento dos dois será o cargo desenrpenhado "uropelo le'nte
Ilaverá d.uas classes ile alumnos: matriqulad.os e volun- mais antigo que estiver em eiercicio, ^
tarios. Os prirneiros teem ds saúisfazer üodas a, diroori- A clirectoria pode sor reuovarìa ao caLro de tres annos.
ções. da organizaçâo_ d'este ensino e do regulamentã-do excepto se o conselho escolar, por maioria absoluta cle
{nstituto I os sogunilos cursarão _livrenrente"gualquer ca- yotosr Âe pronunciar contra essa ienovação.
deil'a ou curso, nâ,o sendo oLlrigaclos a exame]
Us alumnos voluntarios podãrâo requerer atiestailo de Bsse 82..
frequencia em relaçâo ás ôadeiras goL tirr"run f""qu""- Será poste annuâlmento á orilem do clirector ilo Ingti-
tailo, e pagarâo, peÌa assisteucia a tra'baÌhos praticosr'uà fujo:' p.ara occorÌer a toclas as despesas inadiaveie do ;-
quota que nunca excerìerá o valor da proprina de matri- 9r991^"glT9oto_, o ás das excursões ãe ensino, a quantia do
cula- réir,,que se considera como adeantanìento, por
Brse 28..
1:lPW
conta da respectiva dotagão. Estas despesas serão p.ó.i"r_
Os.alumnos matriculados que num anno obtiverem sada,s mensalmentc, e o.adeantamenüd sera liquitlirìo no
maiori.a de distincções nos exâmes que fizerem, serão ilis- nm oe oada tìnno economtco.
pensados no &nno seguinte d_o pagãmento d.a maüricuìa
I
assim como os que, terminado-o curso. tiverom obtidó
distinoçiìo na maioria das cacleiras, uada
fagarâo pelo di-
o pessoal clo Instituto cï::iil-."
ploma. 1) lessoal de ensinol
?) Pesroal auxiliar I
o ensiro se"á u"i".ntillïl o experimenrat, e 3) Pessoal administrativo I
foito nas aulas, nos l_aboratorios, nas officinas e no campo, 4) Pessoal jornaleiro.
varìarrdo a forrna das liçõcs 'conforme a natureua âoá O p"euoul de en-sino compreheucle os profosrores cathe"
"l;ïr""
assunto-s a tratar I assim eft'ectuar-se-hËo, ou nas aulas
clra_ticoe e os proÍ'essores substitutos.
sob a forma oral,..acompanhadas de dernongtraçâo sempre O pessoal - auxiliar comprehende seis preparailores,
is chefes de suÌtura. .ile ofÊniio
bhefes .de officina, ìm
que scJa rìecessarla, ou nas- outras installações de enoino, ilois cultura-, dois
dois-chefes rrm monil
mnni-
ern conferencia entre o professor e os alurínos. tor zootechnico, que doverâo ser habilitaalos eom o curso
asrictrltor ou tle
lJs exercicjos praticos executaclos pelos aÌuFnos oonqiq. de agricultor de re6ente agricola, nm
repentê asricola^ um nôn.êrvoÀ^-
conseryador À^ do
tirào na repetiçâo indivirlual cÌos trabalhos feitos ôm com- musou e um congervador da biblioteca.
rnum nas conferenoias ; effectuar-se-hÊo sob_ a'vigif*ncia
!:
gretaria.ç pesso4l meuor.
*t::. ou dos preparado
dos professores oÌl-dos preparadores, quaqflp..estol Raro
*, isso tenham sido pelos primeiros autoriãado$;],. - O pewoal ilc seoreüÈr
s.
.
g'. Bese 26.. '

Como o ensino se aleye considerar Ìruoi a çada prçfpgi


É sr-,r incunrbe, 4lem das liçôes ora.es, acoüpSehadai s€m-
:;
pre das posliüois
postirleis dernonsiragõeo,
demonotrações, comple{ar
eompleúr eqlas
eqqas hçfie$_
üçôes,
ì.-
com a iustruoção dos alumnos. no!.gâ.bipìtes,. lçbqrrtoiios,'
"$
officinas, campos e excursôos, eoailjuvado pelot respeóti-
vos preparâdoros e outro pessoal auxiliar. - :
ë
:-

Boso 96..
Âiem do ensino, compete ainda ao professor aumentar
o seu caì.redal scientifico som observações e estudos pro-
prios, com a verificaçâo e arÌaptaçâo ãe trabalhos esira-
nì,os,. nos gaìriuetes, laboratorios, oÍïiãinas e campos de expe.
riencia do Instituto.
Blso 2?.u
Dnts 8r1,.
_ Os programmas daB c4,ileir;as, dos trabalhos praticos e Os vencipentos do pessoal do Instituto assim como as
dlas excurgões sorâ,o clissutidos e approvailos pãlo conse- propinas de matricula
ierâo determinailos a"ã"iãì"g"_
lho escolar, devendo ser revistoc de tres em Ìres anroõ. lamentar dl'estas bases. "o
, Bago Bõ..
Ba,se 28.. O ilirector e o secretario.
O modo ile avaliar a frequencia e aproveitamento dog cla Ajuda, pare o gue lhes gerá poilerâo residir na Tapaila
dada raoraclia conveniànte.
aìumuos conetará do deereÈo regulameutar d'estas base*.
'* Bsso 86..
B&ge.zg.. O provimento clas vagas cle professor catheclratico é
Ilm totlas as caileiras,. bem como nos cursos feito
to úediante promocâo ilï
meiliante promoçâo profeísor rot
do profeJso" substiirrtn ,ì. o.,,-^
.tituiã-Jo'g.opo
e no cur$o d.e lyifarp
de desenho, haverá_ ex-ames finaes, constanalo Ile4Yuv4t. yag; tíver daáo, sendo
I om que a vaga se tíver sendo ugs*
essa pr,.,ruoçâJ
orul]rorâo con-
estils rlrls
ssr,irs nos dois plimeiros
pl'rrnerÌos casos üe
uors pr.imeiros (luas-prova8,
de duas
duas provag, umaoral
uma oral ê | firmáda pelo
e |lhrmada peÌo êoverno,
uoyerlìo,
-provas,
otttra. rir:rtirrÂ-
outra sompl'e orre
pratica, somnl.ê a nntlrrpzq
que s. Ãsp nrqtariqq
natureza das materias o esta iI fì
a oqfo -r^iri-o
O pro'iimento das vagas ile profeosores substitutos será
I

Abril 12 648
191 t
{eifo pelo Governo enr eugenheiros-agronomos ou engenhei_ Aquicultura-Ichthyologia-posca
r.os-silvicultores dipÌomados pelo InJtituto, sobre piuposta pastoril. e caga-Regimo
do conselho escolar approu-ada, pelo menós, por ãois^ ter_ Base 89..
ços rlos prof'essores em effectivo serviço. Esta nomeacâo r
?.:*:
será provisoria, .tornando-se effocúiva somente dopois'de tivo cargo,X^:ï _tT_f"ìr"
dez anìos
substiru to auinja, no respec.
de se"rriigo reguìar e effootivo
- .

sem
dois anÌros.completos de ennino, quer. na, regeocid even_ promoç$o por falüa
de vaga, ter-é diróito, por tliuturniilade
tual do cacleirau, qrrer n& regencili dos cuns;B auxiliaros, us .-lil,^p
üorvrço, &o &umento
aumonro de Zb
o arnda sobrc proposta do conselho €scolar. lj,- _ao 25 .0/o da
<la difforenç*
diff'orença entre
enrre o
aeu vencimenüo e o que_ corupeti".ofo
áo proÍ'*ruor catheclra-
tico, Passados 16 annrx A" ,"ivigà
lúï;;;",
terá direito a'outros 25 0/o d easí ditroronfa.
*ooAÌçtàu,
. .euando o conselho.eJï:ïï river bases Beguras pare
iulgar da competencia especial ilo engenheiroãgronïmo Dssc 40..
ou engenheiro-silvioultor a propor, pari o proviúnto de Os profersores potlorãor ep conferencias, fora do hora-
.
uma determinada cadeira ãu èurso auxiliir, ou quando no, explanar qualquer materia das suas cadeiras ou
qualquer engenheiro-agronomo ou engenheiro-silvibultor, eos sobre que julguem conveuiente instruir mais cur.
especial-
após a escoÌha do conselho devidamente annunciada, rel menüe os &lumno''
queira a abertura de concurso, e a olle protonda concol.- Bnse 41..
rer, abrir-se-ha concurso do provas publicas, nos termos Ae seesües do conselho escolar realizar-se-hào cle moclo
da legielagão geral respectivâ, e uos q.re forern prosÇritos a n$o impodir o servigo escolarl e a falta a essas sessôes
no regulamento. ser4 consideradp, para todos os effeitos, como falta ás
Nestes coÌÌcursos, as provas praticas, gempre que e nq- aulas,
tureza da cadeira a ellas se preste, precederôo as provas Base 42,'
oraes, e perâo eÌiminatorias. () conselho.escolar indicará annualmeute ao Governo o
_ Qjury dos concursos será congtituido pelos professores profeosor cathedratico ou substituío que d.eva ir ao estran-
do Instituto, só podendo votar na aduriesllo do candidato geiro proaeder a estudos o investigaçEes relativas ás.mate-
aquellos qne üenham assistido a todas as provas clo con. rias que profesaar, e visitar on eeiabelecimentos technicos
cursò, nâõ podendo nenhum eximir-se a-fazet parte do que interessem ó espocialidade do professor indicado.
j*ry, a ndo ser por.motiço proviamente justiÍìcado pe- Na dotação clo l.nstituto inscrever-se.ha aunrral-^-' i;ii
raníe o conselho, ou por caso urgente de força maior, verba de 1:0001i000 réis para esse fim.
tamìrcm devidamente justifi cado. O professof incumbido â'esta missão deverá apr.
no- prêzo maxlmoimo -de
de seis
sels meses, depois do rÌo regiess
regress
rolatorio ao conselho escolar que il'ólle enviará cop.* ao
Para os effeitos u", #:ï:;ïs e substituigões dos pro. Governo.
feosores, as diversag cad,eiras e cursos eqiiliares,sôrlq :" Base 4&..
grupad-os do seguinte modo: O Goveroo publiearó á. sua custa qualquor obra de
' l.o grupo : ,. reconbocido meìito scieutiÍico ou petlaiogiôo quu o pro- I
Biologia geral; fesgor elaborar sobre ag materias .Ìi sui cïdeiri.
Botanica;
Silvicultura -- Techuologia flolestal ; Base 44."
Parasitologia c Pathologla vegetal I Se- algum_profcssor ile escolas similares estrangeiras,
2.o grupo : em visita a Portugal, manifestar desejos de reaÌi/ar con-
Chiurica organica Analyse chimica; fereneias eobre agsuntos agricolas, o conselho escolar po-
{
Physica agricoÌa-- Climatologia, Agrologia ; derii3rofoieionar-lhe esaai;culdah".
--
:i Chirnica agricola ;
s. l-echnologia agricola. . Bms 45..
.;* 3.o grupo:
'g
& Algebú o trigonomeüria-Caleulo-Geo4etriq {qee{1
!:
tiva c egtercotomia I
Ì;.
I\lecanica{- }Iach
Ì:: Hyrlraulicà agrico
çõos ruraee. g$'diiÌaosqgaìlos de pro-
4.o grupo: .:r:'ifj:::l ;r,":"',.:. :r,, -1,:.
frurritoJ ae geotlesia e Topograph;n- $ai{igragga- {g'q,,i}+s eadeiias que miis relação tãuhãm com t'matsria
Cadastro Estatistica agricola; do coaeurso, À forma drestes ooncurgos será indieada no
-
Agricuìtura geral Culturas arvenses; regqfa,.nento d'estas bagQs.
ArÌroricuÌtura e -pomologia- Viticultura - Hortiçul-
tura I Base 47."'
Gec,graphia economica : $.gricuÌüura comparada. O provimento das dezasete cadoiras e dos geis cursos
5.u grupo: auxiliares, que constituem os clu'sos de agronomia e silvi-
ll icrobio logia ge ra I Folmentaçôos : Tgç,hpica micros cgft-ura,_ será feito en_tre os actuaes lentes c os agroÌromos
-

copica; - chefes de serviço providos por. concurôo, actualÃenüe em


-T,ooktgia
agrieola Hygiene dos animaoo, domesüicos -- exercicio, por nonìeâçâo do Govelno, sobre proposta do
Dntonrologia; - conselho essoÌar. Os actuaes agronomos-chefeà de serviço
Zootecúnía geral e especiall das cadeiras coìoniaes sâo prõvidos immeiliatamente io
Economia e administração.ruraes'- Principios ile direito carg_q de professores subsüitutos das rnesmas cadeiras, ca-
agraria-Organizagâo corn- bendo-lhes, todavia, alem das attribuições'inherentes â
ailministrativo
- Legislagã.o
mercial da agricultura. nova c-ateg,oria, todas a! qug lhos sâo impostas pelo de-
6.u grupo: creto do 25 do janeiro de 1906, especificadameüte as cou-
-Physica' com pÌem entar ; sigrraclas no $ 8.o da base 2.a do mesmo decreto.
l|curromia florostal ; - Para as cadeiras d cursoe auxiliares que flcarem vagos,
Engenharia florestal.--Hyclraulica torrenqial -Viação e bem co"1o para o provimentg dos ontroslogares tle prúes-
meios de transporte I sores substitutos, seguir-se-lra a doutrina-das basõs 36.n
19l I
649
Abril I3
e 37.tr1,diupensando-se,para oprimeiro provimento
annos tlc cnsiuo rcfenqos na hase os dois , com força de lei nertencer, o
iJ6.a curnprau façam cumprir e
s"Ëldï, jï:.1-o_*jlïpqnre como nello se ecorrém.
Ilacs 48."
v vuvcr.uo ou[orsârá a organizaç&o
3",,1:''g::^_:::",,S*rl
l,Ì:lj"::.llt:"jg. á;
organizas&o e regutamenro
regulamento do
ün.,uonia com as
$.x*,ry*ir:,i*"sr"uftl'ïi:nr.**;
r#:il1-: *" vvvçrlru qa lteDu.
;",ru 3i*,ïttrÉË:itE:Hïï 93:,*,
Joa.quim Iheophilo
e s os tab eìecidas j"fi ,il ori";;!!"ï:1^roa.d,e.itr-Jíd;:i.;;;i"',,i"0,i;::_3# Ììi.a-
bas
^g.gíÃit-,ïil
t"" a-[ïâ'r;i. ï;"'ï;'#ï
::iç:_' a rer
;ïit:Jos i,,1;:^::I::içT
parâ
" ",
oxecueil ;ï;;'t"Ëi";ïïïr1ïffül
:: .*.""o' re'ctivonoão
alumnos oue' uatricul*rem
ï"
r gi r_íeiz, frly;=
ï1,]o:t-'ot't t:,:;.".' * - :õ Ï,_Xi:i"
A:y: y')ffi, ! ";:
e sucr:essisqmonla'-^-:u
- prlmQÌro ÍttrDor âZi*;^*"","r:aìiÃiiatíí'iãïn"iiT,íoã"â,;iâ,!;
:,,.::"ïÌ'-""' en re pa ra o, *ü ;;;;";il' á$;fi";;":ïïï
Carnacho
ri:" .n""_ D. üo G. r.o
ï"ïh "ï li "-ï:: s. seguinres. ü-rrJË;ïü; lt2, dê 1ó dê meio d6 101r.

l,ï,1ïïï: ::"*, ï:ip I i " ;i *-;ü ffi Ë..Ëi J"ï,,:ï


i u l:^.
_

+,""_,"ï:t:ïiá,rn_arricul",i;";;iffi
vorerina ria qoderro
ff ïdï".iËï:#fi
tilff"iïï,;
ii:
oD
- que .o diploma
ì1-- ." ::Így!
diploma rE6llrtlllrsu[€lt.
*.1,ru44
ïËËïH"1,
regulamentar estÍ]b€lecêfó
esta'berecerâ OS
es os nrerroir^n preCeitog
uütr$TBAIo DÀ$ rurÌ{ç[$
convourent€s nas Buas disposiçôes Secreüarla Gleral
transitorias.
O Govorno provigerio ila Ìepullica portuguesa faz
o Go vern o decre ta rá ber que em lrome a" nffirìã"iïil sa-
regulam enta.res d.,es - ïut*" tei, se
tas bases. "ïïrïí3;irres decretou o seguinte: "o.o
revogada toda
Baee õ0..
, Artigo l.o É instituida,a fiscalizaçâo de todae as
socie-
{ica. a legielagâo anterior na parte que dades anonvmas a
as disposiçõe* r,* iããà"""to;o; foi;; orgauizaçâo ""ï.-q:i: 'úi-iìffirçïï Technica, cuja
e. attribuições constaú do regulamento
ã:rrïi.t" "oos[oo.í"r uexo. an-

portanto
Art.
2.o Os Bancoe de portugal e Nacional
todas as autoridades, a quem o rino, em virtude Ultrama-
-a
-^.D,-"^l::-t".a-see a execuçâo
conhecrmento do nrec_eituaãÀ-"ãï,ìis" 4?.o do
il;il:"ïil;à:ï j:
do presente decreto com forea decreto
o u,a p : r"*
u fuçu, o ï^g::r":1" d" iló6 ìüã-*i"r"_"l"ïu, a" 3 de abril
lr.^,::, l:1,:1"_".1, como
rüo_ÌÌrtelramente " oo meômo anno. a Companhia-dos Caminh".
nelle se coutésr. Portugueses u a"-f,ìïrã
__ Oe Ministros das Finauças, da úrí"U o Colonias. e alo Beira Alta em
co.pu"iriu áouõã;;t", de Ferro da
" resime'dS
l^"^.j.'?ofqsam.imp'i*i.,t;úì;;;;;"o.Ã;:ó;,ilïïr"r,ï
ços oo uovcrno da ltepublica, em 12 de abrilde 1g11.:
fiscalizaçâ,o nts bïmos. "*"""iq J"ï*ïrì"u,acruatmenre
d;-Ëil;'";;il;ï", sujeitos á
José lieluqs tjgo"l. não lhes sendo applica"ãr ï àïËrrinailo
- Anaro' de AievetÌo--G;;;;: M;;";í' d"
9.m no ar_
Brito Camacho. tigo ó.o d'eete docreto.
D. ílo G.
Art. 3.0 A fiscalizaçâo. da esorita da Companhia
u.o 80, do lE do âbrfl do lgu. bacos d.e Portugal cóntin"are a-i#*.iï"iaa, dos Ta_
quando s
x Governo o determine, nos termo, ã"-ui;o.o,rj
tigo
.9.o do contrato áltor.izado lor
ã;;r:
à" lei de 2? de
ilIilI$TERIO DO IilTMIOR outubro de 1906. neto Direcioï-C"""iìà
"*r""
Publica, ficando, poïug, * ,t";;";i;i, Contabilidade
Direcção Çeral da Instrucgã,o prlina,r.ia pos funoci'narioe' da
i"r,ri, incumbida
* $p1rlt;dit;;il;#r"readosìi peto
lVlanda o Governo provisorio cl-a
peÌo Ministro do f n terior, que
B,ppublica pogugqesa,
I ",::ï
u
: â
untcO. ï qü",i.,*rã''
t " {tisrálizaçëo_rta
114."
eecrita
;'üïi :- " il il;
çe.ia lo,iuú-o o çidsilão José o Dinectqr gçral da Companì,ia, que
" "
Claudino peto valioeo d'ús$"Jìil ã.tr dã Coaplitiaú.'iípüiìJ'u"er de exer_
Iol".Ì, d;ilÌ;
por dcfwina#o aa. çoveilnq-Lrïa.
;tr*;;.;
n Eala ìpa,ra
installagâo de uma us.oii mirta
t,od1$^u,. do concelho de Villa f,'lor, emqua"il;ã;
ü
f"àeririi-;ã 1or;, nos qìeõÊ*og terrpqs sm gu!
ao
l Ë";
proprio, e promessa de fornoõimento de p4_ P:ni":ll lu3 l" sqciedàáes ""g,,iq_ãoto üelham con_
annexo é de-
andËil;
I:_ï^:o]o"r.o
utensrtrï para I mesma esoola, logo gue ella-sà ttaiec, cem o Gs-.s-qrne.
,ïllïi,"ï -, *r.,.1:ï_{ l}ealiza
geo- j.ao sociededes a nonymas q
ue te-
nnam contrqtoa em' c Misiptsrio da_Itarinhâ;-b;t";h
.^i4;; do_Governo da.Repubtica, e.m lp de
1.911.:0 tÍiniatro do Interiár, Àit"íì miO, dìt abril flq s6ró oxercida por juma
Ãï;;ü "õi*;&ú üf,oiã
D..4o c" &.9t, dp Zt ds rbrtlldo tglt.
ção^ eer{ deore?ada por usËu Ulïi"tãiir-'"-
.5.rü, b.u para or logares do Commissarioe
"r1* ";g;;;:
da Republica
j.ootq 4u Éociedadqç ãnãny,oiu!Ëì;til,
dos e4 virtnde dà,ì,clnl.atou d" J;"ïïï11
milsT[ftt0 DÃ tÀRtì{rÀ E c0t0tü$ substi trrição dos irp"ài**ixisrenres, em
-eÉtjncto. .*o**iurluriàl"i"gior, só poderâo
Direcção Geral das Colonias ser nomeados funccionarios do quadro
ï;'ËË;ü;
Teehnic.a da F iscatizaçei. ã; Sl"i"ãïàïr"anonymss.
l.'Roputig[o Art. 6.0 Sso rransÍ'er.;ao.-lara Ë;Ë;. GeraÌ
" da Re_
l.r Seeç{q #if_f,;|,ïït11t"3
as attrib*içôes do 1t"-ï1.11,:.loqã.sï""i.aïa"sAnonyman
preoidenre' ã.; ;í-;;;;frlïï;{i:ï
que se referem os óonrraros d;tã ã;;üï,r-aïïõbïï
.ber.0que.
Governo Provisorio da R-epublica portugues
eru
a faz sa. de novembro de 1900. Ë
üome da nepulliã" *-ã*r"r"u, p1-ra valer
como lci, o seguinte: *I_.,7." Fica
lyranqamos
revogada alegislaçâo em contrar.io.
portanto que todas as autor.idades,
Ârtigo 1.o Os officiaes do exercito rÌa metropole. a- queln
^
forçrs ultraruarinue
das pertenga a exocuçâo do- presento
ilecreto, ;-i;;; ;,.,Ã}ïï
" .4^.,o...ug",
que se sncoÌrtrem _ actividade, _q"-lõ;ruftd; e guardar tão inteiramente como nelle sï lontém.
",
inactiviclade oì reforma,_ Os l!Íiuierros de rodag ,. R"p;";;;"r"ã
ficaur_exp.rcssarasnte pr,hibicloe de ;;;;.; ;;'"*;"; puh,liear e correr.. Da
i"çu, imprimir,
runcçoes ce cngajadoros-, recrutadores ou agentes
graçno nas provlncÌas ultrarnarinas. -
õe emi- r ü ;;; iã' â;' ; #ftli"" i, ï il ;
gr:l :;t : #,M.
sa: Antonío
i

ii
Joaé dg Ájmeíd.a:Àh-;;;,
| rï
*.1: ,.: F'ica revogaila'a legislaç!ìo em contrario.
Reluas : Átúonto Xouíq\ Corrri" ioì.írío':
"
Costa:José
que tod3rs as auctorida,ìes,
I
ln
Gomes-Benwril.;no Ll*.hiii,'_"Uonurt o.,.o ile Aee-
gueuì o conhecirueuto e a -execuçâo do presente ã"ã"Ltãa ,!d?
^,,:,.ï',",tT::,ï.::,;'^t_tt:"1. Camacho.
i
j da Byito