MANUAL DE ESTILO ACADÊMICO

Monografias, Dissertações e Teses

nídia m. l. lubisco sônia chagas vieira IsnAia veiGa santana

MANUAL DE ESTILO ACADÊMICO
Monografias, Dissertações e Teses

4a edição revista e ampliada
INCLUI NORMAS DA ABNT EM VIGOR ATÉ 2007

SALVADOR EDUFBA 2008

edufba. Teses – Normas. Projeto Gráfico e Editoração EDUFBA L929 Lubisco. il.br . – Salvador: EDUFBA. Feito o depósito legal. Isnaia Veiga Santana. Manual de estilo acadêmico: monografias. ISBN 978-85-232-0496-9 1. GARCIA ROSA Conselho Editorial Ângelo Szaniecki Perret Serpa Caiuby Alves da Costa Charbel Ninõ El-Hani Dante Eustachio Lucchesi Ramacciotti José Teixeira Cavalcante Filho Maria do Carmo Soares Freitas Suplentes Alberto Brum Novaes Antônio Fernando Guerreiro de Freitas Armindo Jorge de Carvalho Bião Evelina de Carvalho Sá Hoisel Cleise Furtado Mendes Maria Vidal de Negreiros Camargo Capa.170-290 Salvador Bahia Telefax: (71) 3283 6160 / 3283 6164 edufba@ufba. II.© 2002 Nídia Maria Lienert Lubisco e Sônia Chagas Vieira Direitos para esta edição cedidos à Editora da Universidade Federal da Bahia. Vieira.ufba. . 2. e ampl. Santana. CDD 001.8 EDUFBA Rua Barão de Jeremoabo. III. Sônia Chagas. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. 2008. dissertações e teses / Nídia M. IV. Isnaia Veiga. ed. Nídia Maria Lienert.4 CDU 001. Título. Publicações – Normas. Sônia Chagas Vieira. L. 145 p. 4. Lubisco. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Reitor NAOMAR MONTEIRO DE ALMEIDA FILHO Vice-reitor FRANCISCO JOSÉ GOMES MESQUITA Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação HERBET CONCEIÇÃO Diretora da Biblioteca Central Reitor Macedo Costa MARIA DAS GRAÇAS MIRANDA RIBEIRO EDITORA DA UFBA Diretora FLÁVIA M. I. rev. Universidade Federal da Bahia.br www. s/n Campus de Ondina 40.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES* Figura 1 Figura 2 Figura 3 Figura 4 Figura 5 Figura 6 Figura 7 Figura 8 Figura 9 Figura 10 Figura 11 Figura 12 Figura 13 Figura 14 Figura 15 Figura 16 Figura 17 Figura 18 Figura 19 Quadro 1 Quadro 2 Modelo de Capa Modelo de Lombada Modelo de Folha de rosto – Tese Modelo de Folha de rosto – Monografia de Curso de Especialização Modelo de Folha de rosto – Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação Modelo de Ficha Catalográfica Modelo de Errata Modelo de Folha de Aprovação Modelo de Dedicatória Modelo de Agradecimentos Modelo de Epígrafe Modelo de Resumo na Língua Vernácula Modelo de Resumo em Língua Estrangeira Modelo de Lista de Ilustrações Modelo de Lista de Tabelas Modelo de Lista de Abreviaturas e Siglas Modelo de Sumário Modelo de Apêndice Modelo de Anexo Margens Espacejamento 23 24 26 27 28 29 31 32 33 34 35 38 39 40 41 42 43 50 51 63 64 * As ilustrações usadas como modelo foram selecionadas em trabalhos acadêmicos da Universidade Federal da Bahia. . as informações constantes nos originais sofreram algumas alterações. Visando a ajustar os referidos modelos às Normas da ABNT.

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visualizando a sua disseminação. referencial teórico se possível pela revisão da literatura.APRESENTAÇÃO Este é um livro da maior utilidade. opção metodológica. relatórios e tese.Ballou. de modo a induzir e retratar a organização do seu conteúdo. na The Pennsylvania State University.. Serve tanto ao aluno que prepara monografia. sobretudo. sou seu usuário permanente e recomendo a todos os meus alunos que o adquiram para uso imediato e que o conservem para consulta. Uma dissertação de mestrado ou uma tese de doutorado não atraem como um conto policial. digitadores de dissertações e teses e impressores.13).11). Tenho a grata satisfação de apresentar a tão esperada quarta edição. Como professor de Metodologia da Pesquisa.. instrumentalizando-o de modo que.]” (p. Campbell e Stephen V. Com ele alcança-se a normalização do trabalho acadêmico entendida “como o conjunto de procedimentos padronizados que se aplicam à elaboração de documentos técnicos e científicos. É um complemento indispensável aos livros de metodologia da pesquisa. análise e interpretação dos dados. O Manual de Estilo Acadêmico. é a concatenação de suas partes: introdução que anuncia o tema-problema. no meu doutoramento em Educação.” (p. de William G. . ensina Santo Tomás de Aquino. recorda-me como me ajudou a escrever papers. dissertação ou tese. discussão. A produção do conhecimento impõe disciplina na forma e no fundo. editores. conclusão e recomendações. portanto. Não possuem enredo como um romance. atue de forma racional e sistemática [. Este Manual ajuda o aluno a pesquisar e facilita o acesso à informação acadêmica. São livros ferramentas indispensáveis para autores.] amenizar a tarefa do pesquisador principalmente.. até a redação do seu trabalho final. Sônia Vieira e Isnaia Santana. “[. orientadores. o livro Form and Style. O que segura a leitura de um trabalho acadêmico é sua estrutura lógica. Gostaria de ressaltar o seu caráter instrumental.. desde os primeiros passos da sua jornada pelo mundo da investigação acadêmica. das colegas da Universidade Federal da Bahia Nídia Lubisco. Usei também o famoso A Manual of Style da Universidade de Chicago. como ao professor que orienta trabalhos acadêmicos. Objetiva. Ter sempre bem presente que a forma é o limite do conteúdo.

espacejamento. fonte. Parabéns às colegas autoras e que prossigam na busca de mais informações científicas. 9 de abril de 2008. Seguem-se as citações. bem mais moderno. Todo esse encadeamento termina com as obras consultadas e citadas nas referências. o mais indicado é a numeração progressiva do documento. isto é. conforme os requisitos da Associação Brasileiras das Normas Técnicas (ABNT). paginação. Para colocar tudo em ordem. ilustrados com exemplos. dissertação e tese. logo. Este manual obedece ao ritmo da produção acadêmica. Quem quer que leia.As autoras seguiram essa estruturação que dá força ao trabalho dissertativo: monografia.” Na fundamentação teórica. Edivaldo M. ou numérico. acompanhados ou não de notas. Salvador. Utilização que tanto tem ajudado os nossos alunos a construírem o conhecimento. contendo ou não apêndices e anexos. “menciona no texto uma informação colhida em outra fonte. observam-se margens. anota e resume. Para a apresentação gráfica. Quando um livro alcança a quarta edição já adquiriu a maturidade pela utilização. desenvolvem-se as citações pelos dois sistemas autor-data. cita. Boaventura Professor emérito da Universidade Federal da Bahia . começando pelos elementos pré-textuais. textuais e pós-textuais.

2 2.12 3.2.2 3.1.1.3.4.1.1 3.2 3.2.3.1 3.4 2.2.1.3.1.2.1 3.1.8 3.1 3.1 3.3 3.2.SUMÁRIO 1 2 2.3 3.1.1.7 3.2 3.11 3.5 3.2.2 2.4 3.1 2.3 2.1.3 3.4.3 3.2.3.3.1.1.2.2.6 3.1 3.5 3 3. DISSERTAÇÃO E TESE: CONTEÚDO E FORMA SEGUNDO A NBR 14724 21 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 21 Capa 22 Folha de Rosto 25 Ficha Catalográfica 25 Errata 30 Folha de Aprovação 30 Dedicatória 30 Agradecimentos 30 Epígrafe 30 Resumo na Língua Vernácula 36 Resumo em Língua Estrangeira 36 Listas 36 Sumário 37 ELEMENTOS TEXTUAIS 44 Introdução 44 Desenvolvimento 44 Revisão da literatura ou estado-da-arte 44 Metodologia (materiais e métodos) 45 Resultados da pesquisa (análise e discussão) 45 Conclusão (Considerações Finais e Recomendações) 45 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 45 Referências 45 Ordenação 46 Alinhamento 46 Tipos de obras contempladas pela NBR 6023 47 Glossário 48 .9 3.1.10 3.1.2 3.1.1 2.1 2.2 INTRODUÇÃO 11 INFORMAÇÕES PRELIMINARES 13 NORMAS BRASILEIRAS 13 O TRABALHO ACADÊMICO 14 PLANEJANDO A BUSCA EM FONTES DE INFORMAÇÃO 15 DEFININDO ESTRATÉGIAS 16 Tipos de Informação 16 Tipos de Fontes de Informação 17 Explicando as fontes 17 ESTRUTURANDO A PESQUISA 18 MONOGRAFIA.2 3.4.3 3.2.1.

4 6.2 4.5 8 Apêndice 48 Anexo 48 CITAÇÕES EM DOCUMENTOS 53 SISTEMAS DE CHAMADA 53 Sistema Autor-data 53 Sistema Numérico 55 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO NOTAS DE RODAPÉ 59 TIPOS DE NOTAS DE RODAPÉ 59 USO DE EXPRESSÕES LATINAS 59 No Texto 60 Em Notas de Referência 60 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS ACADÊMICOS 63 MARGENS 63 ESPACEJAMENTO (ENTRELINHAS) 64 FONTE E CORPO 64 PAGINAÇÃO 64 OUTROS ELEMENTOS 65 ORIENTAÇÕES COMPLEMENTARES 67 NUMERAÇÃO DAS SEÇÕES (PARTES OU CAPÍTULOS) 67 ILUSTRAÇÕES 68 TABELAS 68 USO DE SIGLAS 68 EXEMPLARES: TIRAGEM E DISTRIBUIÇÃO 69 DÚVIDAS FREQÜENTES 71 REFERÊNCIAS 73 APÊNDICES 77 56 APÊNDICE A – Referências: regras gerais de apresentação 79 APÊNDICE B .3.3 7.1.2 7.2 5 5.3 6.1 7.1 4.3.1 4.2 6 6.1 6.2.4 4 4.2 5.Outros trabalhos acadêmicos: caracterização APÊNDICE C – Fontes: caracterização 101 99 APÊNDICE D – Bases de dados bibliográficos 105 APÊNDICE E – Formulários para elaboração de referências 123 ANEXO A – Abreviatura dos meses 131 ÍNDICE 133 .1.3 3.4 7.2 6.3.2.1 5.1 5.5 7 7.

um volume incalculável de informações existentes em diversificados estoques. A observação de Johanna Smit (PASQUARELLI. por meio da internet. de uma ferramenta de uso rotineiro. O objetivo deste Manual. durante o 1º e 2º graus. que visa a facilitar o trabalho do pesquisador universitário inexperiente no manejo das normas documentárias. localizar e avaliar a informação mais relevante sobre determinado tema. instrumentalizando-o de modo que. já que o uso de metodologias mais dinâmicas de ensino sugere a necessidade de que o estudante – quer de graduação. Trata-se. voltada para subsidiar a pesquisa acadêmica. 9) contribui para a compreensão desta afirmativa: . p. em adaptação a essa limitação. . portanto. traz-lhe novos elementos: . No caso brasileiro. No caso de interesse deste Manual. é amenizar a tarefa do pesquisador principiante. aí se inclui também a alfabetização para uso da biblioteca. que se refere.11 1 INTRODUÇÃO A década de 90 revelou ao mundo. pois. os estudantes não desenvolvem espírito investigativo e não adquirem a habilidade de usar recursos informacionais em bibliotecas. porém. desde os primeiros passos na sua jornada pelo mundo da investigação acadêmica. Esta autonomia tem sido objeto de estudo do que se designa genericamente na literatura alfabetização informacional. quer de pós-graduação – seja capacitado a transitar de forma autônoma no universo informacional. . atue de forma racional e sistemática. independente dos meios e formatos em que se encontre. aos conhecimentos e destrezas que possibilitam ao indivíduo eleger uma estratégia de busca. Face a esses propósitos. em nível avançado. 1996. cujo conteúdo flua sem obstáculos nos meios da comunicação científica. buscando e sistematizando as informações de sua área de interesse. número significativo de bibliotecas universitárias apresenta subutilização dos seus recursos informacionais. é comum no 3º grau o uso de apostilas elaboradas a partir de livros-texto (organizadas por professores e freqüentemente sem referências bibliográficas). os avanços científicos e tecnológicos que permitiram essa ampla disponibilização revelaram também as fragilidades do sistema de ensino. chegando a um produto tecnicamente normalizado. A urgência na mudança desse estado de coisas se faz sentir. este documento alinha-se à literatura instrumental brasileira. em vez de fontes variadas de informação. até a redação do seu trabalho final.

1. textuais e pós-textuais (3. 3. Com estes formulários em mãos você poderá organizar suas referências à medida que estiver fazendo suas leituras. rapidamente localizará o item de seu interesse. Merecem destaque especial – e você deve testar esta observação – modelos de formulários para fichamento de leitura. os elementos pré-textuais. caso contrário. isto é.3). seu conteúdo. . leia atentamente o Apêndice E. o conteúdo e a abrangência de cada um desses elementos. mediante a verificação de alguns dos seguintes tópicos : . orientações para a busca de informações relevantes.2 e 3. Para tanto. procure familiarizar-se com este Manual. indicação de algumas das principais bases de dados por área do conhecimento. inclusive com a caracterização dos diferentes tipos de informação e de documentos. . . as Orientações Complementares (7) e o Apêndice D. o Índice. Boa sorte! . as definições dos principais elementos com os quais você vai lidar. no intuito de compatibilizar a sua linguagem (natural) com a linguagem estruturada com a qual ele é elaborado. linguagem coloquial.12 estruturação das normas segundo a lógica de sua aplicação. Atenção! Antes de usar este livro é importante consultar o Sumário pois ele retrata todo o Sumário. Se você for um pesquisador experiente em normas de documentação.

Na área de documentação. A entidade que atua no País como foro nacional para normalização é a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)1 . a normalização é uma prática usual nas áreas odonto-médico-hospitalar. imprimir qualidade a produtos/ bens/serviços. No Brasil. transporte. 2. um trabalho bem normalizado oferece condições altamente favoráveis à sua indexação e recuperação. como é o caso do Comitê Brasileiro de Informação e Documentação (ABNT / CB-14). Ademais. Representando a International Organization for Standardization (ISO)2 e a International Electrotechnical Commission (IEC)3 . sendo comumente alvo de muitas dúvidas por parte dos pesquisadores e professores. de interesse específico para o objeto deste Manual. Entenda aqui normalização como o conjunto de procedimentos padronizados que se aplicam à elaboração de documentos técnicos e científicos. a referida Associação é constituída de 59 comitês por área de atividade humana. garantir maior economia de recursos.br www. petroquímica.iso. definições dos trabalhos acadêmicos objeto deste manual. normalização na área de Documentação. o que facilita a comunicação científica. e algumas orientações sobre planejamento. isso interessa duplamente ao pesquisador: pela certeza de que seu(s) trabalho(s) apresenta(m) condições de figurar em fontes científicas de informação e pelo que isso poderá representar para o enriquecimento do seu currículo. agricultura. prestar segurança à vida. www. Na área acadêmica. qualidade.ch 1 2 . de modo geral. onde a padronização se faz necessária. no caso do setor produtivo.ch 3 www. entretanto.abnt.iec. só para citar algumas. ainda é desconhecida na sua extensão e utilidade. que visam a simplificar procedimentos.1 NORMAS BRASILEIRAS Toda atividade humana de caráter repetitivo supõe o uso de normas. estratégia e fontes de pesquisas. além de facilitar o intercâmbio. isto é.org. melhorar a comunicação e.13 2 INFORMAÇÕES PRELIMINARES Este capítulo traz informações gerais sobre normalização e sua regulamentação no Brasil. de modo a induzir e retratar a organização do seu conteúdo. de mineração. criada em 1940.

ou similar. podendo-se afirmar que a principal diferença entre esses dois tipos de trabalho está no grau de profundidade e originalidade com que abordam o tema da pesquisa. no âmbito dos cursos de graduação e dos programas de pós-graduação. Deve ser elaborado com base em investigação original. quanto ao trabalho final dos cursos de pósgraduação stricto sensu. conforme se observa no item 3.14 2. trabalho final de curso. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa à obtenção do título de doutor. para mestrado e doutorado. dissertação de mestrado ou tese de doutorado. dissertação é o Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo. o referido termo será empregado para designar o produto final dos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu.2 O TRABALHO ACADÊMICO A elaboração de trabalhos acadêmicos. segundo Roesch (2000. 2005. dissertação e tese. 1): . analisar e interpretar informações. e tese é o Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. visando à obtenção do título de mestre.28 da referida Norma. constitui um dos requisitos para obtenção de titulação. a designação será dissertação ou tese. hipóteses. manual. f. Sua designação e características variam segundo o nível do curso: monografia4 ou trabalho final. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor). Segundo a NBR5 14724 da ABNT (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. de tema único e bem delimitado em sua extensão. Convém esclarecer que a palavra monografia refere-se a qualquer tipo de publicação que aborde um único tema ou problema. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. seja ela livro. relatório. sob a designação genérica ‘trabalhos acadêmicos’. Quanto ao trabalho final dos cursos de graduação. constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. a referida autora considera que o doutorado e o mestrado visam a desenvolver teorias. 2-3). conforme o caso. no entanto. p. para aperfeiçoamento e especialização (nível lato sensu). a mesma norma denomina-o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Norma Brasileira Registrada. para efeito deste Manual. quanto à linha acadêmica. a seguir você terá conceitos mais abrangentes. com o objetivo de reunir. 4 5 . respectivamente (nível stricto sensu). Considerando que na área de Ciências Sociais as dissertações e teses resultam também de pesquisas empíricas. Essas duas definições estão de acordo com os pareceres 977/65 e 77/69 do antigo Conselho Federal de Educação. conceitos e metodologias de A NBR 14724 não designa de forma específica o trabalho final dos cursos de pós-graduação lato sensu.

estabelecimento de hipótese(s) ou pressupostos. . A título de ampliação dessas informações. desenvolver políticas e estratégias públicas e privadas. aspectos e qualidades que você deve considerar: . sendo portanto parte do planejamento global do trabalho de pesquisa. o mestrado visa a integrar o aperfeiçoamento com a atividade acadêmica: assim. . . simpatia e afinidade recíprocas. 1). semanais. dissertação e tese. baseado em Mattar (1996. no caso do mestrado. confiança e simplicidade (não pode haver resistências e constrangimentos). p. via de regra. a formação acadêmica do interessado. use seu feeling e observe. onde serão definidos os descritores6 (termos ou palavras-chave) representativos do tema de pesquisa (assunto) e as fontes de informação mais relevantes. a dissertação de mestrado profissional. . a espaços regulares de tempo (de início. desde a adequada determinação do problema. Trata-se de um elemento da linguagem documentária. disponibilidade do professor para dedicar-se às sessões de orientação. desincumbir-se de tarefas e atribuí-las. ainda segundo Roesch (2000. é elaborada na organização onde o aluno atua. f. intenção ou idéia. até a definição de sua abrangência teórica. entre outros aspectos explorados em disciplina específica e no projeto de pesquisa. . definição de objetivos. seu conhecimento e curiosidade sobre determinado problema. delimitação do objeto de investigação. Para a primeira fase – delimitação do objeto de investigação – é vital a participação do professor orientador Ao escolhê-lo. também. mesmo que ele não domine o tema que você escolheu. no caso do doutorado. e a dissertação. é orientada para desenvolver interesses de pesquisa do aluno. Confira! É certo que o sucesso de um trabalho de pesquisa acadêmica envolve diversos fatores. quinzenais ou até mensais). . alguns orientador.3 PLANEJANDO A BUSCA EM FONTES DE INFORMAÇÃO A pesquisa em fontes de informação – comumente designada pesquisa bibliográfica – é a fase que antecede a pesquisa técnico-científica. refere-se à seleção e 6 Termo significativo que representa o conteúdo temático de um documento. 2). a seguir. disciplina para cumprir prazos. quanto à linha profissional. 2. Deverá levar em conta. o Apêndice B. experiência em pesquisa. além de monografia. Passa ainda pela escolha de uma boa estratégia de busca de informações. interesse comum pelo tema. .15 pesquisa. em sentido restrito. tende a articularse a pesquisas do programa. propor abordagens ou intervenções práticas na comunidade e nas organizações: deste modo. sua afinidade com o assunto. posteriormente. inclui outros tipos de trabalhos produzidos na academia. a tese.

referente à Revisão da literatura). A partir do seu projeto de pesquisa (veja definição no APÊNDICE B) e com o objetivo de estabelecer sua real necessidade de informação. faça a seguinte pergunta: – De que tipo e grau de informação eu preciso? De posse dessa resposta.16 busca de informações e de documentos. . num ponto de vista contemporâneo – em periódicos.gov. adequadas para o início da pesquisa – em enciclopédias e dicionários. você estará em condições de partir para a busca das informações necessárias à sua pesquisa. você poderá encontrar nas seguintes fontes (APÊNDICE C): . 2. apresentadas de forma resumida.br/pesquisa/thesaurus/ . ampla cobertura de um assunto. Nesse momento. você deve se perguntar: – Qual o assunto (temas e subtemas) do meu interesse ? – Há algum enfoque específico a ser tratado? – Há limitação de ordem temporal? – Quais os idiomas em que posso ler? Superando mais estas etapas.4 DEFININDO ESTRATÉGIAS Uma vez definida a sua necessidade informacional. hierarquicamente ordenados. autorizados para representar determinada área do conhecimento. portanto. você passará a definir as estratégias de busca para obter. teses e outras monografias.inep.1. Constitui-se. cujo objetivo é identificar o que já foi produzido sobre determinado assunto e buscar apoio para a argumentação a ser usada na sua pesquisa (veja também item 3. Conheça o Thesaurus brasileiro de educação.2. em fontes específicas. 2. o serviço de referência de uma biblioteca universitária poderá propiciar bons subsídios. visando à revisão de literatura (ou bibliográfica). isto significa levantar descritores representativos do(s) assunto(s) de seu interesse.1 Tipos de Informação Alguns tipos de informação. num dos instrumentos mais eficazes para o controle do vocabulário especializado de cada campo do saber. as informações desejadas. . informações de caráter geral. particularmente úteis para trabalhos acadêmicos. informações específicas e centradas.2. freqüentemente. mediante a consulta a dicionários especializados e/ou a um thesaurus7 disponíveis no seu acervo. 7 Lista de termos especializados (descritores). disponível em: http://www. freqüentemente do ponto de vista retrospectivo – em livros.4.

índices. na pesquisa social. relatórios. não se engane. para localizar informações. as designações fonte primária e fonte secundária têm sentido diverso daquele empregado em documentação: a fonte primária é o campo de onde se originam os dados e a secundária. são designados fontes secundárias (APÊNDICE D). mas. em linguagem documentária. acompanhadas de pequenos comentários sobre sua caracterização. bancos e bases de dados. Todas as fontes de informação. Confira! Atenção! Nesta fase. pesquisa e criação literária podem ser classificados como primários.2 Tipos de Fontes de Informação Os documentos (ou fontes) resultantes de processos de estudo. das quais você extrairá conteúdos para sua revisão de literatura. . enciclopédias. 2.2. normas. Atenção! Convém esclarecer que. constituindo as publicações governamentais (ou oficiais). onde eles aparecem registrados e/ou trabalhados. guias.4. fundamentos para suas idéias. Nelas você encontrará referências das fontes primárias. também podem se apresentar em meio eletrônico. dê início ao fichamento de suas leituras. b) Fontes secundárias (informação selecionada e organizada sobre fontes primárias): abstracts ou resumos. catálogos. diretórios. Hoje.17 Todos os tipos de informação mencionados anteriormente podem também estar armazenados em fontes de referência produzidas por órgãos públicos. livros. base para suas discussões. dissertações. recorra aos recursos que. no entanto. em monografias e em periódicos. constitui a literatura propriamente dita – ou tem a função de guiar o usuário para essa literatura – serviços de bibliografia –. mas são usualmente encontradas em bibliotecas. Diante desta situação e considerando que um documento ou é produzido diretamente pelo seu autor – isto é. é controvertida de um autor para outro. neste Manual serão adotadas as seguintes classificações: a) Fontes primárias (informação produzida diretamente pelo autor): artigos. teses.4. eles não substituem as fontes de informação especializada. secundários e terciários. bibliografias. como CD-ROM e internet. apresentando muitas vezes diferenças sutis. Esta designação. Muitas poderão ser novidade para você. patentes. 2. além da forma impressa. você dispõe de buscadores na internet.1 Explicando as fontes As fontes mais comuns com as quais você vai lidar em sua pesquisa encontramse relacionadas no Apêndice C. Para localizar eficientemente as informações de que você precisa. dicionários. os quais poderão ser úteis em determinadas circunstâncias.

. p. Certamente este momento exigirá algum tempo. Primeiramente. A coisa só principia a funcionar quando consigo encontrar um título. Vencidas as etapas anteriores. Agora é ir atribuindo a cada parte idéias-chave relativas ao tema.59). Hipótese ou Pressupostos. para Mario Osorio Marques (2006.99).. até que você possa dar um encadeamento coerente e harmônico às suas idéias (PESSOA. Ela sugere para tal seja feito “[.60). que contenha as seguintes colunas: Problema. hierarquize suas abordagens.] estruturar a capital federal a partir de duas linhas que se cortam formando o sinal da cruz”. Para tanto há três passos que este Manual recomenda como indispensáveis. p. transforme-os no “sumário provisório de sua pessumário quisa”. definir seu objeto de pesquisa).] um exercício de imaginação do seu ideal”. antecipe (ainda que provisoriamente) o que será sua pesquisa. mas é útil e necessário para que você organize suas idéias.. De posse desses elementos.. mas apesar disto todos têm que dar passos preliminares ao iniciar sua pesquisa. a exemplo do que fez Lúcio Costa “[. 2006. subdividindo-os em geral e específicos.59-60). o tema ou assunto. não incorrendo no perigo de desviar-se do seu objeto e dos seus objetivos. p. Logo. esses elementos irão induzir-lhe a relacioná-los entre si de modo que você se atenha à delimitação estabelecida. que tudo significa quase o mesmo). um título. quando for analisar os resultados e escrever as conclusões... (PESSOA. que provisoriamente resume meu problema e se constitui em hipótese a ser trabalhada. p. a definição de um título que. Em minha prática. .] em se tratando de pesquisa esta só inicia pela definição de seu começo (o problema. Trata-se de um balizador que também lhe será útil ao final do trabalho. passe ao terceiro momento apoiando-se na orientação de Simone Pessoa (2005. e Material e Método. obtendo assim o mapeamento do seu estudo (MARQUES.18 2. uma hipótese. 2005. zontal.. Objetivos. após escolher seu tema (ou seja. a partir de leituras preliminares “[..5 ESTRUTURANDO A PESQUISA Cada pesquisador tem seu método de trabalho. Assim.15-16). tenho feito do título esse começo.. p.] que ia rabiscando as imagens idealizadas” ao inspirar-se para “[. [. faça uma reflexão por escrito construindo um quadro no sentido horiescrito. pois deverá fornecer-lhe com clareza a confirmação ou não de sua hipótese (se for o caso) e a informação se você atingiu seus objetivos.] faça um exercício de abstração e tente imaginar como seria a estrutura de um trabalho cuja evolução possa levar o leitor a compreender bem o tema proposto. Objeto. que correspondem à fase de planejamento.. Assim dispostos. 2005.

p. . [.19 Ainda como registra Mario Osorio Marques (2006. seus próprios desdobramentos de maneira unitária. 99). É preciso que ele adquira sua própria forma de desenvolvimento. Sem essa primeira forma [. Não se modifica o que não existe ainda.]. coerente e consistente...] cada tópico necessita ser trabalhado na forma mais completa possível [... nele mexer.] definidora do seu campo interno não há o que posteriormente...

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recomenda-se a adoção dos seguintes padrões: . Segundo o que estabelece a NBR 14724 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS São todos aqueles que antecedem o texto. obr. obr. obr. obr.21 3 MONOGRAFIA. obr. obr. opc. Tese obr. até os textuais e os pós-textuais.): Elemento Capa Folha de rosto Ficha catalográfica Errata Folha de aprovação Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo na língua vernácula Resumo em língua estrangeira Listas Sumário Monografia obr. opc. opc. 2005. A fim de facilitar e assegurar a identificação institucional das dissertações e teses. opc. p. opc. obr. obr. opc. obr. opc. 3. opc. opc.) ou opcional (opc. devem ser apresentados na ordem que segue. opc. opc. opc. 3). obr. Dissertação obr. obr. opc. obr. obr. opc. opc. opc. obr. opc. obr. DISSERTAÇÃO E TESE: CONTEÚDO E FORMA SEGUNDO A NBR 14724 Este capítulo inclui todos os elementos que constituem as partes de um trabalho acadêmico. opc. desde os pré-textuais. considerando seu caráter obrigatório (obr.

ela deve ser apresentada em capa dura. o título do trabalho e o número do volume (se houver mais de um). · Número do volume. corpo 16 (14. corpo 14. em cor padrão1. corpo 14. da Unidade de Ensino e do Programa. negrito e maiúscula. · Nome do autor: fonte escolhida. negrito e maiúscula. logo após os dois pontos do título.22 3. negrito e maiúscula. conforme a Figura 2. · Título: fonte escolhida. 1 As edições anteriores deste Manual recomendavam a cor creme como padrão para a UFBA. centralizado e seguido de dois pontos. Obs.: Este modelo de capa. na fonte escolhida em corpo 16. caso seja muito extenso). centralizado. · Nome do local (cidade): fonte escolhida. 14 e 12. · Ano do depósito (entrega): fonte escolhida. centralizado na penúltima linha antes da margem inferior. em espaço simples.5). respectivamente. sem negrito e minúsculo. em negrito e maiúscula. deve constituir a capa da versão em CD-ROM (7. sem negrito. centralizado a 2 espaços abaixo do título. estes também deverão figurar na lombada do exemplar correspondente.1 Capa Mesmo considerando que a capa é de livre criação. conforme Figura 1: · Brasão da universidade ou faculdade. corpo 14. visando a padronizar a produção acadêmica de determinada instituição. caso seja muito extenso). em formato reduzido. contendo no anverso (1a capa) as características abaixo. corpo 14. . · Nome da Instituição. na última linha antes da margem inferior. algarismos arábicos sem negrito. se houver mais de um: fonte escolhida. centralizado. com vistas a assegurar um elemento que identificasse a Instituição nos meios acadêmicos. se houver subtítulo. este Manual recomenda apenas a impressão do nome do autor e do título – no sentido longitudinal e legíveis de cima para baixo – seguidos da data e da sigla da instituição. só inicial em maiúscula. Caso se trate de obra em dois volumes ou mais. Quanto à lombada – também designada dorso – embora a norma (NBR 12225) estabeleça que nela devem ser impressos o nome do autor.1. corpo 14 (12. em preto e branco ou colorido. · Subtítulo: fonte escolhida.

23 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DINÉA MARIA SOBRAL MUNIZ PEDAGOGIA DO DESEJO DE LER v. 1 Salvador 1999 Figura 1 – Modelo de Capa .

24 1998 UFBA Espaço reservado para a etiqueta Figura 2 – Modelo de Lombada .

. · Ano de depósito (entrega): fonte escolhida. corpo 14. edition .1. centralizado. de catalogação anglo-americano (AACR2)2. corpo 14. Os referidos elementos devem aparecer na seguinte ordem (Figuras 3 a 5): · Nome do autor: fonte escolhida.25 3. a 9 cm da margem superior (ou a 12 cm da borda superior do papel). corpo 14. centralizado na última linha antes da margem inferior.3 Ficha Catalográfica Descreve o trabalho acadêmico quanto aos aspectos físico e temático. precedidos da respectiva titulação.2 Folha de Rosto É a página que contém os elementos identificadores da obra. se houver mais de um: fonte escolhida. a versão final dispensa o adjetivo “parcial”. Na versão entregue à banca examinadora. corpo 14. · Nota indicando a natureza do trabalho e seu objetivo acadêmico ou grau pretendido.]”. 2 Anglo American Cataloging Rules. espaço simples e margens: superior e esquerda. a 2 espaços abaixo do título. 3. · Número do volume. 2. se houver. a 4 cm abaixo do título/subtítulo e a 6 cm da margem esquerda (ou a 9 cm da borda do papel). corpo 16 (14. negrito e maiúscula. sem negrito e minúsculo. devendo ser impressa na parte inferior do verso da folha de rosto.. Deve ser configurada previamente no formato A4. deve constar a expressão “como requisito parcial [. centralizado. 2nd. · Título: fonte escolhida. Deve ser elaborada pela(o) bibliotecária(o) da instituição onde funciona o programa de pós-graduação do seu curso (Figura 6). · Nome do orientador e do co-orientador. sem negrito. caso seja muito extenso). em seguimento ao título. centralizado. inferior e direita. No entanto. caso seja muito extenso). segundo o que estabelece o Código .0 cm. em negrito e maiúscula. nome da instituição e área de concentração. 3. conforme se vê nas figuras 3 e 5. · Nome do local (cidade): fonte escolhida. centralizado na penúltima linha antes da margem inferior. só inicial em maiúscula.1. algarismos arábicos sem negrito.0 cm. · Subtítulo: corpo 14 (12. adotado no Brasil.

26 JOSEANIA MIRANDA FREITAS A HISTÓRIA DA BIBLIOTECA INFANTIL MONTEIRO LOBATO: ENTRELAÇAMENTO DE PERSONAGENS E INSTITUIÇÃO Tese apresentada ao Programa de Pesquisa e Pósgraduação em Educação. como requisito para obtenção do grau de Doutora em Educação. Dr. Faculdade de Educação. Luís Henrique Dias Tavares Salvador 2001 Figura 3 – Modelo de Folha de rosto – Tese . Orientador: Prof. Universidade Federal da Bahia.

Luiz Felippe Perret Serpa Co-orientador: Prof. Universidade Federal da Bahia. Isaias Carvalho dos Santos Neto Salvador 2000 Figura 4 – Modelo de Folha de rosto – Monografia de Curso de Especialização .27 VERA LÉLIA ABRAMO O FUTURO FOI HÁ UM INSTANTE: AS BIBLIOTECAS DA UFBA NA BERLINDA Monografia apresentada ao Curso de Especialização em Gestão Universitária e Qualidade em Serviços. Orientador: Prof.

28 ZIUDETE REIS DE ANDRADE CONFORTO AMBIENTAL EM BIBLIOTECAS Monografia apresentada ao Curso de graduação em Biblioteconomia e Documentação. como requisito para obtenção do grau de Bacharel em Biblioteconomia e Documentação. Nídia Maria Lienert Lubisco Salvador 2003 Figura 5 – Modelo de Folha de rosto – Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação . Instituto de Ciência da Informação. Orientadora: Profa. Universidade Federal da Bahia.

3. : il Orientadora : Profa. Nídia Maria Lienert. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal da Bahia. Avaliação de cursos. I. III.7 Figura 6 – Modelo de Ficha Catalográfica . Dora Leal. II. Dra. Instituto de Ciência da Informação. Dora Leal Rosa. CDU : 027. 2. Universidade Federal da Bahia. 2001. Bibliotecas universitárias – Avaliação.7 CDD : 027.29 L929 Lubisco. 1. Instituto de Ciência da Informação. Título. A biblioteca universitária no processo de “avaliação das condições de oferta” dos cursos de graduação pelo MEC : o caso da UFBA / Nídia Maria Lienert Lubisco. Avaliação da graduação – Universidade Federal da Bahia. Rosa. 296 f. 2002.

Deve figurar na folha que antecede o Resumo na Língua Vernácula.30 3.7 Agradecimentos Folha opcional encabeçada pela palavra AGRADECIMENTOS.1. 3. de caráter opcional. deve conter o nome do autor. nome da instituição a que pertence cada examinador (Figura 8). a instituição que o concede e a área de concentração. contendo em forma de texto ou de lista os nomes de pessoas ou instituições que contribuíram de forma relevante para o trabalho (Figura 10).8 Epígrafe Inscrição ou frase alusiva ao tema do trabalho. com indicação do respectivo autor. 3. dedicandolhes seu trabalho (Figura 9).1.4 Errata Papel avulso ou encartado acrescido ao trabalho depois de sua encadernação. 3. seguido do título do trabalho por extenso e subtítulo. se houver. e localizado após a folha de rosto. centralizada. . data da aprovação. 3. com as respectivas correções (Figura 7).6 Dedicatória Folha opcional em que o autor homenageia pessoas e/ou instituições. Logo abaixo devem figurar: tipo de trabalho e grau pretendido.1. em maiúsculas e negrito. componentes da banca examinadora com a respectiva titulação e o nome da instituição onde seu título foi obtido.5 Folha de Aprovação Folha obrigatória a ser inserida na versão final da tese ou dissertação. podendo também aparecer na(s) folha(s) de abertura de capítulos (folhas capitulares) ou nas folhas separatrizes (Figura 11). Compreende a referência do trabalho seguida de lista das folhas e linhas em que foram encontrados erros. linha para a assinatura de cada examinador.1.1.

31 ERRAT ERRATA Folha 32 Linha 3 Onde se lê publiacao Leia-se publicação Figura 7 – Modelo de Errata .

32

FRANCISCO ASEVÊDO OLIVEIRA

TRANSPORTE DE CARGA FRACIONADA:
COMPORTAMENTO DE COMPRA DOS LOJISTAS DE SHOPPING CENTERS EM SALVADOR

Dissertação apresentada como requisito para obtenção do grau de Mestre em Administração, Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia.

Aprovada em 1º de março de 2007.

Banca Examinadora Elaine Figueira Norberto Silva – Orientadora_________________
Doutora em Economia pela Université de Paris IX (Paris-Dauphine), U.P. IX, França. Universidade Federal da Bahia

Francisco Lima Cruz Teixeira __________________________
Doutor em Política de Ciência e Tecnologia pela University of Sussex, SUSSEX, Inglaterra Universidade Federal da Bahia

Paulo Henrique de Almeida ____________________________
Doutor em Economia pela Université de Paris X, Nanterre, Paris X, França Universidade Federal da Bahia

Figura 8 – Modelo de Folha de Aprovação

33

A Joana, mãe querida, por ter me ensinado a aprender. Pedro, filho querido, por ter me levado a aprender a ensinar.

Figura 9 – Modelo de Dedicatória

34

AGRADECIMENTOS

São tantos e tão especiais... A Sergio, por tudo: pelo companheirismo, as reflexões, o acervo bibliográfico, a firmeza nas horas mais difíceis, o apoio fundamental na infra-estrutura doméstica, sem palavras... A José Antônio Gomes de Pinho, orientador querido sempre tão atencioso, receptivo e, acima de tudo, um mestre. Ao Núcleo de Pós-Graduação em Administração (NPGA), da UFBA, pelo apoio, a infra-estrutura, a qualidade e a simpatia dos seus professores, pesquisadores e funcionários. À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ao Programa de Apoio à Pesquisa em Administração Pública (PAP), um convênio da Capes e Escola Nacional de Administração Pública (Enap), pelo apoio financeiro e sobretudo o estímulo proporcionado pela seleção do meu projeto. À Fundação Centro de Projetos e Estudos (CPE) e a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), pelo apoio e investimento na minha qualificação profissional. A todos aqueles que entrevistei, pela confiança em prestarem seus depoimentos, a doação dos seus templos, enfim, pela generosidade acima de tudo para Senhor do Bonfim. Muito obrigada por possibilitarem essa experiência enriquecedora e gratificante, da maior importância para meu crescimento como ser humano e profissional.

Figura 10 – Modelo de Agradecimentos

1989 Figura 11 – Modelo de Epígrafe .35 Um dia veio a peste e acabou com Toda a vida na face da Terra: Em compensação ficaram as Bibliotecas.. E nelas estava meticulosamente escrito o nome de todas as coisas! Mário Quintana..

em seguida deve-se indicar a categoria a que pertence (memória.). A frase de abertura deve explicitar o tema do trabalho. 3. Também compartilha dados com a Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLT).10 Resumo em Língua Estrangeira Versão do Resumo para o inglês ou para outra língua de divulgação internacional (Figura 13). RÉSUMÉ. Deve ser redigido na terceira pessoa do singular. relacionam conjuntos de itens empregados no texto. baixou a Portaria n0 013 que determina a obrigatoriedade de disponibilizar em formato eletrônico as teses e dissertações para fins de renovação do reconhecimento dos programas de mestrado e doutorado (Figura 19). fórmulas. banco de dados internacional de bibliotecas digitais de teses e dissertações. natureza do trabalho. conta com o apoio da FINEP e vem sendo mantido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). em espanhol. 3. respectivamente para monografias de conclusão e dissertações/teses. obedece às mesmas regras de redação e apresentação (em inglês. Em vista disso. Obs. citações bibliográficas. Esse Consórcio.9 Resumo na Língua Vernácula “Apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto”. 1). segundo aparecem no texto.1.11 Listas Elementos opcionais. A Capes. encabeçando a folha. com o verbo na voz ativa. isto é. entre outros (7. desenhos. sem enumeração de tópicos. p. plantas. isto é. resultados e conclusões (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. É encabeçado pela palavra RESUMO em negrito e letras maiúsculas. centralizada ao alto. organogramas. tal informação é indispensável uma vez que BDTD integra o Consórcio Brasileiro de Teses e Dissertações. metodologia. em francês.1.: Embora na norma NBR 14724 nada conste a respeito da referência bibliográfica da dissertação ou da tese no Resumo ou no Abstract. RESUMEN). com o texto em espaço simples. de modo a localizá-los ou explicá-los rapidamente. quadros. Isto se deve ao fato que a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD). extraídas da ficha catalográfica (Figura 12).2) – apresentamse em ordem numérica. em frases correntes. símbolos.1. Ao final. num total de 150 a 500 palavras. 2003. parágrafos. fotografias. mapas. figuras. em 15 de fevereiro de 2006. Deve ser evitado o uso de frases negativas. incluindo o título e a . ABSTRACT. contém.36 3. gráficos. As listas mais comuns se referem aos elementos a seguir indicados: · Ilustrações. no seu formato de cadastramento campos de “título” em português e em outro idioma. fluxogramas. este Manual recomenda a inclusão da referência bibliográfica. por sua vez. lâminas. estudo de caso etc. deve incluir as palavras-chave representativas do conteúdo.

4). índice é uma “relação de palavras ou frases. ordenadas segundo determinado critério. Veja também o item 7.12 Sumário É a enumeração das partes (seções e subseções) que compõem o documento. · Abreviaturas e Siglas – em ordem alfabética e acompanhadas dos respectivos significados (Figura 16. 1). ver também 7. consulte a referida norma. Segundo a NBR 6034 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Caso haja mais de um volume. 3. quando o número de determinado tipo de ilustração for significativo.3) – também em ordem numérica. recomenda-se a elaboração de lista própria para ele.37 folha onde se localizam (Figura 14). que localiza e remete para as informações contidas num texto”. seguidas das folhas onde estão localizadas (Figura 17). em cada qual deve figurar o sumário completo da obra. · Símbolos – em ordem alfabética e acompanhados dos respectivos significados. O Sumário não deve ser confundido com o Índice. . A palavra SUMÁRIO deve ser centralizada e em negrito. Para saber os tipos de índice existentes e as formas como estes são ordenados.1. este mais comum em livros e localizado ao final do documento. segundo aparecem no texto. · Tabelas (7. incluindo o título e a folha onde se localizam (Figura 15). p. o qual tem por objetivo remeter o leitor a trechos e informações específicas do texto.1 referente à numeração das seções. 2004. na mesma ordem e na mesma forma gráfica em que aparecem no texto.

2006.38 ROSA. o pouco conhecimento das ações da ABDR. além de iniciar no primeiro semestre letivo. Atividade editorial. Tais questionários correspondem ao número de professores das disciplinas. a partir da indicação de fontes de informação pelo professor. utilizou-se o SPSS. Flavia Goulart Mota Garcia. sendo duas públicas – UFBA e UNEB – e duas privadas – UCSAL e UNIFACS. e um número irrelevante de professores-autores. Essa prática tem no capítulo de livros e nos artigos de periódicos científicos as fontes mais disponibilizadas para cópia. Para tanto. Foram encaminhados 21 questionários e 20 respondentes devolveram os questionários devidamente preenchidos. instituída nas universidades a partir da Pasta do professor. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Ciência da Informação. associação representativa dos empresários do livro. tratadas por Barret. Os resultados obtidos revelaram que a prática de copiar. A pesquisa revelou. reflexo da reduzida atividade editorial de Salvador. como apoio às disciplinas ministradas e disponíveis na Pasta do professor. Para as duas questões abertas. visa a analisar a prática do uso de cópias no ambiente universitário. selecionou-se as quatro universidades constituídas na cidade de Salvador. valendo-se das dimensões cognitivas e da categoria da compreensão inferencial. il. Palavras-chave: Universidades e faculdades – Fontes de informação. a população escolhida para aplicação do instrumento de coleta de dados foram os professores das disciplinas do primeiro semestre letivo. software indicado para processamento de dados estatísticos. considerou-se os procedimentos de leitura. RESUMO A pesquisa. Destas instituições. população desta pesquisa. indispensáveis ao conteúdo programático das disciplinas. 2006. Pasta do professor: o uso de cópias nas universidades de Salvador. por ser esse o Curso com maior número de alunos matriculados e possuírem o mesmo perfil nas quatro Instituições. ainda. do tipo exploratória survey. Com relação à análise quantitativa dos dados. Universidade Federal da Bahia. que leva em conta. do Curso de Administração de Empresas. Figura 12 – Modelo de Resumo na Língua Vernácula . 179 f. idéias e informações explicitamente contidas no texto e a intuição e experiências de quem analisa o texto. constitui-se numa atitude pedagógica reconhecida como necessária para atender a demanda das fontes de informação. Direito autorais. Salvador.

Book chapters and journal papers were found to be the most frequent source material available for photocopying. the association representing the publishers. Keywords: Universities and colleges – Information source. Brazil). 179 pp. Universidade Federal da Bahia. their 21 teachers of the first-term disciplines were given data-collecting questionnaires. Master Dissertation – Instituto de Ciência da Informação. Copyrights. The two open-ended questions were examined via the reading procedures proposed by Barret. 2006. Brazil). The 20 duly filled responses were quantitatively analyzed through SPSS (Statistical Package for Social Sciences). ABSTRACT This exploratory survey is aimed at analyzing the university students’ widespread practice of photocopying the supporting academic material the sources of which are suggested by their teachers and made available in the so-called “Teachers’ Files” in the four fully constituted public (UFBA and UNEB) and private (UCSAL and UNIFACS) universities in Salvador (Bahia. Figura 13 – Modelo de Resumo em Língua Estrangeira . As a result of the poor editorial activity in Salvador. Flavia Goulart Mota Garcia. Because the courses of Business Administration start their term in the first semester and have both the same profile and the highest number of students enrolled in all four universities. Teachers’ files: the practice of photocopying at the universities in Salvador (Bahia. The university students’ practice of photocopying the material made available in the so-called “Teachers’ Files” was shown to be a pedagogical practice recognized as necessary to meet the demands for information sources thought as essential to the program content of the disciplines. little knowledge was detected about the performance of ABDR. ill. which takes into account the cognitive dimensions and the inferential understanding category by drawing upon both the ideas and information explicitly shown in the text and the readers’ intuition and experiences. Salvador. 2006.39 ROSA. and an irrelevant number of university teachers reported to be authors. Publishing activity. a statistically appropriate dataprocessing software.

............ 7 4 2 Escrita cuneiforme ............... 3 2 Figura Gráfico Quadro Quadro Figura Gráfico Quadro 1 Capa do livro Historia naturalis Brasiliae..................................... 83 3 Parâmetros de qualidade editorial..........40 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Desenho 1 Prensa de Gutenberg.............................................. 6 5 1 Distinções entre os canais formais e informais de comunicação científica... 8 6 Figura 14 – Modelo de Lista de Ilustrações ..............................................................................................................................3 4 1 Crescimento dos periódicos no mundo............................................. 7 6 2 Número de revistas correntes em relação às datas .....................................................7 2 2 Qualis: classificação de periódicos: dados relativos ao ano de 2004............................

. 137 Tabela 6 Relações de trabalhadores próprios e terceirizados ........ 163 Tabela 9 Estoques médios das empresas hipotéticas................ 104 Tabela 5 Exemplos de economias de escala típica no setor petroquímico........41 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Níveis de serviços conforme estoque de segurança ............... 78 Tabela 2 Equações do ponto de ressuprimento da quantidade pedida....................................... 144 Tabela 7 Distribuição dos pedidos por quantidades e prazos de entregas............ 82 Tabela 3 Componentes de custo para transportadoras rodoviárias........................... 98 Tabela 4 Indicadores comparativos dos modais de transporte .......................... 167 Figura 15 – Modelo de Lista de Tabelas ................ 157 Tabela 8 Distribuição das vendas por mercado............

42 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ADCE AMROP BNH CEO CFP DNER EAUFBA FBI FGV GE IBM MBA MPA ORGANIZA PCP RH UNE USA Associação de Dirigentes Cristãos de Empresas Associação Mundial de Seleção de Executivos Banco Nacional de Habitação Chief Executive Officer Comissão de Fomento à Produção Departamento Nacional de Estradas de Rodagem Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia Federal Bureau of Investigation Fundação Getúlio Vargas General Electric International Business Machine Master in Business Administration Mestrado Profissional em Administração Organização. Planejamento e Consultoria Ltda Planejamento e Controle da Produção Recursos Humanos Unidade de Negócios United States of America Figura 16 – Modelo de Lista de Abreviaturas e Siglas .

........1.......................... Resultados.............................2 2............................ para a Gerência e para as Pessoas .................................. HISTÓRICO ................. 2.................................2. 3.....1 2.............. Pessoas.............. ESTRUTURA DO TRABALHO ..................... SUGESTÕES PARA APERFEIÇOAMENTO DO PROCESSO DE SELEÇÃO ............. 2........................................... Funções e Papéis do Executivo .............. 15 18 18 19 21 21 21 25 28 32 36 37 42 46 51 61 85 85 86 90 93 98 CENÁRIOS E TRANSFORMAÇÕES ORGANIZACIONAIS: CONTEXTO DE MUDANÇA ................. Inovações: Desafio Gerencial .................2 1...3 3 O EXECUTIVO ...... AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS .................. MODUS OPERANDI ....... SELEÇÃO DE EXECUTIVOS ............................................1........................................................................... 193 Figura 17 – Modelo de Sumário ......... 2.........................1 4.......................2......2 4......... 177 APÊNDICES ..............................................................................3 2....... 107 144 154 159 CONCLUSÃO .....................................1.... FUNDAMENTOS TEÓRICOS ................................... ASPECTOS ESTRUTURAIS .................. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DOS CASOS DE SUCESSO E INSUCESSO .........3 2 2..4 5 SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE EXECUTIVOS: ESTUDO DE CASOS ...................3 3...............1 1.......... Habilidades Gerenciais .......................... O ESTUDO ..4 3..................... ORGANIZA: CASO EM ESTUDO .. VALORES E PRINCÍPIOS ............................................1........................2 Impactos para as Organizações........... Perfil do Executivo .................................................................................................................. A PESQUISA ......................................... 2..............................2 3..................2........................................................ ESTRATÉGIA E FILOSOFIA DE ATUAÇÃO ........... 185 ANEXO ...........................1 Desafios das Empresas ................1 INTRODUÇÃO .....5 4 4.........................................3 4........... 2..................1 3........... 169 REFERÊNCIAS ............................................... 105 OS CASOS: A ORGANIZAÇÃO E CASOS DE SELEÇÃO ...........................2................4 2.................4 Estilo de Gestão e Cultura Organizacional ...........................................................43 SUMÁRIO 1 1............................2 2.....3 Impacto na Cultura Organizacional e Estilo de Gestão ........................................................

Conclusão Sua estruturação deve ser discutida e acompanhada pelo professor orientador. em busca do encadeamento harmônico e lógico das idéias.2 ELEMENTOS TEXTUAIS Constituem o núcleo do trabalho onde a matéria é exposta. do tipo de pesquisa e das contribuições esperadas. como ocorre na Introdução e na Conclusão. é a última parte do trabalho a ser redigida. pontos críticos. Compreendem geralmente três partes. Por sua extensão deve ser dividida em tantas seções (ou capítulos) quantas forem necessárias para detalhar/hierarquizar/relacionar o assunto e facilitar o entendimento do leitor. os autores que já se ocuparam do tema até o momento da pesquisa. portanto mais adequado adotar um fluxo lógico do pensamento. desenvolvidas na seguinte ordem: · introdução · desenvolvimento · conclusão 3. À reunião de autores que ocorre nesta etapa da pesquisa.44 3. Deve incluir a contribuição do próprio autor – e não mera seqüência de idéias de outros autores – além da indicação e citações de trabalhos consultados (veja item 4. Embora tenham características próprias. formulação de hipóteses ou pressupostos.] o unitário processo de interlocução e certificação social de saberes postos à discussão em cada tópico a ser desenvolvido.1 Revisão da literatura ou estado-da-arte Resultante da reunião e análise de outros trabalhos referentes ao tema objeto da pesquisa. visa a identificar na literatura o referencial teórico do estudo. relação com outros trabalhos – seguida de justificativa. quer dizer. tendências.1). 3. os autores cujo pensamento constitui a base definidora do tema. . 3. isto é.2. 100) se refere como “comunidade argumentativa”.2. delimitação do campo de estudo (objeto). sendo.. por assim dizer. Trata-se.1 Introdução É a contextualização do tema objeto da pesquisa – antecedentes. explicitação dos objetivos. em busca da compreensão das variadas abordagens sobre o tema.2 Desenvolvimento Parte mais importante do estudo. de uma visão panorâmica e prospectiva do trabalho. As diferentes seções que compõem a estrutura desta parte poderão ser designadas por títulos ilustrativos do seu conteúdo e não pela designação genérica (Revisão da Literatura. p. guardam relação íntima e lógica entre si..2.” Supõe um levantamento minucioso da literatura especializada. Metodologia e Resultados da Pesquisa). bem como a levantar a fundamentação teórica para o estudo.2. Márcio Osório Marques (2006. que vai efetivar “[. Normalmente. Dispensa organização cronológica. indicação do problema visando ao argumento.

3 Resultados da pesquisa (análise e discussão) Apresentam as evidências resultantes das análises quantitativa e qualitativa dos dados e informações obtidos. opc. se for o caso. 3. dando fechamento ao trabalho.2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS São todos aqueles que sucedem o texto e devem ser apresentados na seguinte ordem. opc. de modo que ela possa ser replicada por outro pesquisador. portanto. opc. Trata-se portanto.) ou opcional (opc. aos objetivos. deve associá-los à confirmação (ou não) da(s) hipótese(s) ou pressuposto(s). em seqüência cronológica. descritiva. considerando seu caráter obrigatório (obr. e ao referencial teórico. A finalidade de uma metodologia bem descrita é evidenciar o caminho que levou aos resultados e ao cumprimento dos objetivos estabelecidos. de modo a permitir a interpretação dos resultados. localizada logo após o texto. survey ou pesquisa de opinião.2. Dissertação obr.3 Conclusão (Considerações Finais e Recomendações) Alicerçada nos resultados. opc. Inclui propostas e recomendações para implementação de resultados e novas pesquisas. da análise e discussão dos resultados do estudo. a coleta de dados (análise documental. as técnicas estatísticas (se for o caso) e o referencial teórico. opc.3.): Elemento Referências Glossário Apêndice Anexo Breve Currículo do Autor Monografia obr. opc. relacionando-os ao problema. estudo de caso). às hipóteses ou pressupostos. . opc. Incluem.2.1 Referências As obras citadas e consultadas para a elaboração de um trabalho acadêmico devem ser organizadas de modo a constituírem uma lista única de Referências. bem como as dificuldades encontradas. associando o problema. mesmo que não as tenha citado no texto. opc.2.2 Metodologia (materiais e métodos) Descreve o tipo de pesquisa (experimental. todas as obras que o autor considerou importantes para elaboração do seu trabalho. opc. os métodos de análise.45 3. entrevista ou questionário). observação participante ou não. opc. 3. Deve incluir a população. 3. opc. e aos objetivos estabelecidos. as hipóteses e o objetivo. Tese obr. 3. o objeto de estudo.2. opc.

: Obs. ficará restrito ao texto. Maria Cecília de Souza (Org. cuja função é estabelecer canais de disseminação da informação.ed.2 Alinhamento A NBR 6023 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Obs. pode-se incluir na lista não só as obras citadas no texto. 2002).1.1. como também aquelas consideradas fundamentais para o tema.46 Segundo a NBR 6023 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.).______. nesse sistema.1. por organizador. ______. por título.ed. quando necessário. Petrópolis: Vozes. Pesquisa social teoria. num determinado país ou em âmbito mundial (APÊNDICE C). 1997. conseqüentemente. sobre determinado tema. A lista de referências não deve ser denominada nem confundida com Bibliografia pois esta constitui uma publicação onde se encontra registrada a literatura produzida fia. 2002) estabelece que as referências sejam alinhadas somente à margem esquerda. 3. recomenda-se a ordenação alfabética e.1. conforme exemplo a seguir: MINAYO. Os casos omissos quanto à definição das entradas (por autor pessoal ou entidade. acrescida de elementos complementares. 480). 6. o termo bibliografia tem diversas acepções: ciência dos livros.1). substituir o nome do autor por um traço. No caso de várias obras do mesmo autor da segunda em diante pode-se autor. neste caso. o Sistema autor-data. 7. uma vez que. disponível nas bibliotecas da UFBA. Para Guinchat e Menou (apud PENKA. Petrópolis: Vozes. cada qual por seis toques. as Referências podem aparecer em seqüência alfabética (quando adotado o Sistema autor-data – 4. 2001. deste modo. O mesmo procedimento pode ser adotado para a indicação de edições diferentes da mesma obra. feito com seis toques ininterruptos. e lista periódica sobre documentos recentes. 1996. p. cronológica etc.3. lista completa ou seletiva de documentos sobre um determinado assunto. substituem-se o autor e o título. dissertações e teses. o recurso “Justificar”.2). método e social: criatividade. Referência é o “Conjunto padronizado de elementos descritivos. entre outros) devem ser esclarecidos mediante consulta ao AACR2. . numérica (segundo a ordem de citação no texto e quando adotado o Sistema numérico – 4. retirados de um documento. que permite sua identificação individual. Para efeito de monografias. seguidos de ponto. 3.” É constituída de elementos essenciais – indispensáveis à identificação do documento – e.3. lidas pelo autor mas não necessariamente citadas. oferecido pelo Word.1 Ordenação Quanto à sua ordenação. seguido de ponto.

. d) publicação periódica: . folheto. catálogo.documento sonoro em parte.jurisprudência. i) documento iconográfico.47 3. parte de coletânea e outras partes de obra. com autor(es) e/ou título próprios. g) documento jurídico: . guia.documentação jurídica em meio eletrônico. .documento sonoro no todo. j) documento cartográfico.3 Tipos de obras contempladas pela NBR 6023 A NBR 6023 estabelece os elementos a serem incluídos em referências. k) documento sonoro e musical: .legislação. tese. cujos modelos encontram-se no Apêndice A.partitura. h) imagem em movimento. f) patente. no todo ou em parte. . dicionário. . manual. . relatório.parte de publicação periódica.publicação periódica como um todo.evento em meio eletrônico. . Os tipos de obras contemplados por essa norma são os seguintes: a) monografia no todo: almanaque. . enciclopédia.3. b) parte de monografia: capítulo. c) monografia em meio eletrônico: no todo e em parte. volume. l) documento tridimensional. livro. .trabalho apresentado em evento.evento como um todo.doutrina. dissertação.1. m) documento de acesso exclusivo em meio eletrônico. e) documento de evento: . .

. acompanhados das respectivas definições. quando figurar no fluxo do texto. que serve de fundamentação.. Excepcionalmente.] não elaborado pelo autor.3. b) Reprodução do Documento por Programas de Comutação Bibliográfica Comutação bibliográfica é um serviço de obtenção de cópias de artigos. após a palavra Apêndice. usam-se letras maiúsculas dobradas para identificá-los. da Bireme. quando figurar no fluxo do texto. se esgotadas as 23 letras do alfabeto. basta indicar a letra que identifica cada um deles. seguidas de travessão e dos respectivos títulos com a inicial da primeira palavra em maiúscula (Figura 19). é um texto ou documento de caráter opcional “[. Para citá-los no texto. quando figurar no texto. de caráter opcional. Excepcionalmente. quando figurar no texto. estabelecido mediante acordo formal entre bibliotecas. seguidas de travessão e dos respectivos títulos com a inicial da primeira palavra em maiúscula (Figura 18). o programa de comutação – denominado Comut – é coordenado pelo IBICT. e ANEXO.: Este manual sugere a inclusão dos dois ítens que seguem: a) Breve Currículo do Autor Neste item. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. mas entre parênteses.. 2005). 2). glossário é uma lista de palavras de sentido obscuro ou de termos técnicos de uso restrito.] elaborado pelo autor a fim de complementar sua argumentação. é um texto ou documento. usam-se letras maiúsculas dobradas para identificá-los. incluir seus dados biográficos e os de sua atuação profissional de maior relevância. “[.4 Anexo Segundo a NBR 14724 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ainda há os serviços da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e da Biblioteca Virtual em Saúde. comprovação e ilustração”. utilizados no texto. 2005. 3. p. além deste.3 Apêndice Segundo a NBR 14724 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. basta indicar a letra que identifica cada um deles.3. de teses e dissertações. mas entre parênteses.2 Glossário Segundo a NBR 14724 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. de capítulos de livros. Confira nos endereços eletrônicos a seguir alguns desses serviços: . se esgotadas as 23 letras do alfabeto. Deve ser ordenado alfabeticamente. 2005. Para citá-los no texto. se julgar útil para futuros contatos com pares.” Os apêndices devem ser identificados por letras maiúsculas. No Brasil. Você poderá também recorrer a serviços internacionais. 1). Obs. 3. e APÊNDICE.3. p.. você poderá. Os anexos devem ser identificados por letras maiúsculas.48 3. associados à sua pesquisa. após a palavra Anexo.

br . principalmente.ingenta.br .nrc-cnrc.Bireme – www.ibict.British Library – http://www.Ingenta Connect (EUA) – www.gov.org .cnen.Comut – www. .com .ca/ Maiores informações a respeito você encontrará.Canada Institute for Scientific and Technical Information (CISTI) http://cisti-icisti.49 .lindahall.bl.gc.html . em bibliotecas universitárias.CNEN – http://www.bireme.br .connect.Linda Hall Library (EUA) – http://www.uk/services/document/dsc.

Nome (iniciais): ________ Idade: _________ Profissão: ______________ Cursos realizados (especificar área): • Capacitação/Aperfeiçoamento: _______________________________ • Especialização: __________________________________________ • Mestrado: ______________________________________________ • Outros:________________________________________________ 5. QUESTÕES NORTEADORAS D A ENTREVISTA 1. Tempo de atuação na atenção à saúde da mulher adolescente: _________ ENTREVISTA II. Figura 18 – Modelo de Apêndice . visitas domicialiares. 3. O que você conhece da vida das adolescentes da área em que você atua? E das adolescentes grávidas? O que mais lhe chama atenção na vida das adolescentes grávidas que você acompanha no serviço de saúde e/ou na comunidade? O que você tem feito como profissional de saúde para atender necessidades de adolescentes grávidas usuárias deste serviço? O que a equipe de saúde deste serviço tem feito para atender as necessidades da adolescente grávida (no sentido de dar apoio. 2.Roteiro para entrevista com os profissionais da equipe de saúde do PACS/PSF – Enfermeiras(os) e Médicas(os) Local da entrevista: Data: ________Início: _______h N o da entrevista: ________ Término: _______h I. IDENTIFICAÇÃO 1. trabalho educativo. minimizar ou resolver problemas)? Gostaria que descrevesse como você desenvolve seu trabalho com gestantes adolescentes no dia-a-dia. Tempo de atuação na atenção à saúde da mulher: ________________ 6. 4. 4. (atividades relacionadas a consultas. 2. 5. 3. outros).50 APÊNDICE C .

Institui a divulgação digital das teses e dissertações produzidas pelos programas de doutorado e mestrado reconhecidos. do Estatuto aprovado pelo Decreto n. até 31 de dezembro de 2006. não aferível apenas através da publicação seletiva nos periódicos especializados. §1º Os programas de pós-graduação exigirão dos pós-graduandos. quando o programa não dispuser de sítio próprio. resolve: Art. 4º A CAPES divulgará em seu sítio digital a lista dos arquivos utilizados para os fins do disposto nesta Portaria. os programas de mestrado e doutorado deverão instalar e manter. inciso II. na forma disciplinada por esta Portaria. de 15 de fevereiro de 2006.631.51 ANEXO A . classificada por Área do Conhecimento. além de dados confiáveis sobre a acessibilidade e possibilidade de download. Art. a entrega de teses e dissertações em formato eletrônico. arquivos digitais. de 21 de março de 2003. 5º O financiamento de trabalho com verba pública. para divulgação das dissertações e teses de final de curso. induz à obrigação do mestre ou doutor apresentálo à sociedade que custeou a realização. §3º A publicidade objeto deste artigo poderá ser assegurada mediante publicação através de sítio digital indicado pela CAPES. simultânea à apresentação em papel. para atender ao disposto neste artigo. no uso das atribuições conferidas pelo artigo 20. O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR . indicando que a produção científica discente é um relevante indicador da qualidade dos programas de mestrado e doutorado. 1º Para fins do acompanhamento e avaliação destinados à renovação periódica do reconhecimento. Art. 3º No acompanhamento e avaliação dos programas de pós-graduação serão ponderados o volume e a qualidade das teses e dissertações publicadas. e considerando as manifestações do Conselho Técnico-Científico verificadas no ano de 2005.Portaria nº 013. Art. motivada pela proteção ao sigilo industrial ou ético. Art. aplicando-se a ele as disposições desta Portaria. 2º Por ocasião do envio dos relatórios para acompanhamento e avaliação o programa deverá apresentar a justificativa para a eventual ausência de depósito de obra. acessíveis ao público por meio da Internet.Capes. §2º Os arquivos digitais disponibilizarão obrigatoriamente as teses e dissertações defendidas a partir de março de 2006.º 4. JORGE ALMEIDA GUIMARÃES Figura 19 – Modelo de Anexo . sob forma de bolsa de estudo ou auxílio de qualquer natureza concedido ao Programa.

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recomenda o sistema Autor-data. de fonte escrita ou oral. no qual a indicação da(s) página(s) é obrigatória.2 da NBR 10520 (capítulo 5). sem transcrevê-las. 4. ela(s) deve(m) aparecer depois da data. Pode aparecer como transcrição literal ou como paráfrase. no entanto.ou mesmo à obra como um todo.1 SISTEMAS DE CHAMADA As citações devem ser indicadas no texto por meio de um dos dois sistemas de chamada estabelecidos: Autor-data e Numérico Independentemente do sistema pelo Numérico.1 Sistema Autor-data Nesse sistema. sendo a numeração reiniciada a cada capítulo (ou parte). Veja.Cita-se o autor pelo sobrenome em maiúsculas entre parênteses. se a paráfrase referir-se a um trecho da obra consultada.. a seguir. as formas de citação segundo este sistema. . Ex. separada(s) desta por vírgula e precedida(s) da letra “p”. Se você precisar utilizar notas explicativas. chama-se citação de citação – direta ou indireta – aquela que se refere a obras citadas por outros autores e às quais não se teve acesso. o importante é que o sistema adotado seja mantido do início ao fim do trabalho.em que o próprio ano poderá tornar-se dispensável. O bom senso do autor determinará como proceder: por exemplo. indica-se a página. 4. as obras citadas no texto remetem diretamente à lista de Referências localizada no final do trabalho. na citação indireta ela poderá ocorrer ou não.10) 1 Ao contrário do procedimento adotado em citação direta.para indicar a(s) página(s) onde se encontra o trecho citado1. qual você optar.53 4 CITAÇÕES EM DOCUMENTOS Citação é a menção no texto de uma informação colhida em outra fonte (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.: Como diz ainda Alvarenga (1993) .. Ex. Haverá casos. seguido do ano de publicação. 2006) . Chama-se citação direta (ou textual) a transcrição que utiliza as próprias palavras do autor consultado. chama-se citação indireta (ou paráfrase) aquela em que são reproduzidas as idéias de um autor.: “[. estas serão numeradas em algarismos arábicos e localizadas em notas de rodapé. Este Manual. caso a paráfrase se refira a vários trechos ou capítulos. separando-os por vírgula. somente a sua inicial será maiúscula e apenas a data aparecerá entre parênteses (seguida da indicação da página. bastará a indicação do ano. como dito anteriormente.: (MARQUES. se for o caso). 2005).Gilberto Freyre. 1978. Karl Marx . e podendo até ser resumidas. como a alusão a clássicos . . segundo o que determina o ítem 7.1. p.quando o nome do autor fizer parte da sentença. (LIMA. organizada em ordem alfabética. Ex.] em estabelecimentos de ensino superior”.

VIEIRA. isto é. publicadas no mesmo ano. 81) afirmam que . em que estes não fazem parte da sentença. p. Oliveira e Bastos Júnior (2006) concebem. seguidos das respectivas datas. 50). seus nomes figurarão entre parênteses e em maiúsculas. 1999) Exemplo de citação de obras diferentes de mais de um autor: (LUBISCO. A expressão et al. LANCASTER. . . Demo (1994) Para citar no texto obras de quatro autores e mais em citação direta ou mais.. 1989). e sim como explicado no parágrafo anterior. sem espaço..citações de obras de um mesmo autor. uma obra com dois ou três autores. ambos são indicados na ordem em que aparecem. 1997b) Obs. 1997.. não poderá ser usada em citação no texto. indireta. seguido(s) das datas em ordem crescente. indica-se o primeiro autor pelo sobrenome. Ex. Ex. Obs.para citar. Ex. p. prevista pela NBR 6023 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. o sobrenome do autor seguido da expressão latina et al. No entanto. 1993. TARGINO.54 .: (NUNES.nas citações simultâneas de obras diferentes com a mesma autoria (um ou mais autores) e publicadas em anos diferentes. p. Machado (1989.. na sentença. 1988. ordenadas alfabeticamente. separados pela conjunção “e”: Ex.] mas os grupos de alta incidência são os homossexuais e pacientes mentais crônicos (FANTINATO et al.. 2002). Ex. O emprego de expressões latinas no . 1994). deve-se seguir a ordem cronológica das publicações citadas. porém entre parênteses.no caso de citações.: Obs. Obs. 2) Fleury. este Manual adota a mesma forma que aparece nas Referências. . de obras de vários autores sobre o mesmo tema.no caso de citações de diversas obras de vários autores. o(s) nome(s) do(s) autor(es) deve(m) ser grafados em maiúsculas e separado(s) por ponto e vírgula.: (GELFAND.. separados entre si por ponto e vírgula. Exemplo de citação de obras diferentes de um só autor: (BOBBIO.: [. . 2002) para as Referências.. 65).. devem ser diferenciadas com uma letra minúscula após a data. 1997a) (NUNES. seguido da expressão “e outros” ou “e colaboradores”. 2001. na sentença. que nas Referências figura por meio da expressão et al.: Eco (1977. para indicar a autoria no texto.: 1) Chartier e Hébrard (1995.:Esta mesma diferenciação deve ser mantida nas respectivas referências listadas ao final do texto.

Ex.1. segundo o que determina o item 7. 1965) . Ao adotar este sistema.. Brasília: Thesaurus. O.na lista: 1 MIRANDA. estas deverão ser indicadas mediante o uso de asterisco. 78) indica-se a primeira palavra do título em maiúsculas. p. alínea a. 4. os dados disponíveis (item 5. Quando houver necessidade de notas explicativas em rodapé. 2000.: (DIAGNÓSTICO. isto é. de sobrenomes de autores e do ano de publicação. quando alguma dessas modalidades de comunicação estiver registrada em qualquer tipo de mídia... C. nas quais a informação foi obtida oralmente. Celso.Cite no texto o nome completo do autor ou apenas o seu sobrenome (somente com inicial em maiúscula). Cássio. debates.1993) . Ex. 1965) (BARBOSA. vírgula e do ano de publicação. p. . proceda da seguinte forma: . em nota de rodapé.1.] .: no texto: Miranda1 afirma que [..] . 1956) (BARBOSA. neste sistema a referida lista se constitui à medida que cada obra vai sendo citada. lista essa que é constituída segundo a ordem em que cada obra é citada no texto.. seguida de reticências. colocam-se os prenomes por extenso.3 da NBR 10520 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Se mesmo assim a coincidência persistir.para citar entrevistas.quando houver dupla coincidência. 480) [. elas serão referenciadas como documento. Ex.55 texto restringe-se à expressão apud (5.1.2 Sistema Numérico Nesse sistema. Ex. No entanto.5 da NBR 10520). a primeira obra citada será a primeira referência da lista e assim sucessivamente. isto é. estes devem ser identificados pelas iniciais dos respectivos prenomes. 1956) 2) (BARBOSA.. em que a lista de Referências é organizada em ordem alfabética.. Antônio.. seguido do número indicativo da referência correspondente. 2002). indique entre parênteses a expressão ‘informação verbal’ e.1). Vale reiterar que. ao contrário do Sistema Autor-data.no caso de obra cuja autoria é desconhecida (veja APÊNDICE A. a indicação das obras citadas é feita mediante uma numeração única e consecutiva que remete à lista de Referências no final do trabalho. exemplo de autor desconhecido.: 1) (BARBOSA. entre parênteses.: Guinchat e Menou (apud PENKA 2001. palestras.. Ciência da informação teoria e metodologia informação: de uma área em expansão.

Fonseca e Chaves8 verificaram que [. p. (SÁ..no final da sentença: [.]”. Ex..56 Obs.” 30 (preferível) 4. com recuo na margem (a 4cm da margem esquerda.: Obs.] O número indicativo da citação poderá apresentar-se de dois modos: entre parênteses e alinhado ao texto.no meio de sentença: “O estudo de morfologia dos terrenos [.ex. .. Os relatórios produzidos por empresas privadas que desenvolvem pesquisa industrial. p. em espaço simples e aspas.: a) essa será a primeira referência da lista porque foi esse o primeiro trabalho citado no texto.. Convém salientar que a segunda modalidade é a recomendada por este Manual.. b) para obras com dois ou três autores cita-se o nome completo (ou somente o autores. não são normalmente distribuídos fora da companhia. 22) Obs.: “A elaboração de um trabalho técnico.” (30) Diz Senge: “Escolher é diferente de desejar..] . portanto. corpo da letra menor que o do texto.. sendo. ou pouco acima da linha do texto mediante o efeito “Sobrescrito” do programa Microsoft Word. Ex. sem aspas Ex.: Existem três tipos de organizações que produzem relatórios técnicos nos Estados Unidos: empresas privadas.106). também designada citação longa.: Diz Senge: “Escolher é diferente de desejar. Utilizam-se aspas simples quando o trecho citado já estiver aspeado no texto. c) Para suprimir palavra ou trecho do texto citado. sobrenome de cada um).. utilizando-se a vírgula e/ou a conjução e para separá-los. com a letra A. científico ou cultural pressupõe a existência de uma idéia [. pela régua do Word). Ex. b) Citação com mais de três linhas. deve vir em parágrafo próprio. p. utilize reticências entre colchetes.: Regina Toledo Damião e Antonio Henriques7 consideram que Passos. a segunda referência da lista) comece. órgãos governamentais e instituições contratadas pelo governo.] ativos”. os mais difíceis de se obter.. da seguinte forma: . portanto.]”. 2000...no início da sentença: “[. . (CAMPELLO. 2000. não importando que o sobrenome do segundo autor citado (e.2 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO A apresentação de citações em documentos variam segundo o caso: a) Citação com até três linhas deve aparecer no texto entre aspas duplas.

e) Ao destacar um trecho por meio de grifo ou negrito ou itálico. utilize a expressão grifo nosso entre parênteses. . nossa.: Obs.“Impedir a importação de moléstias epidêmicas [caso brasileiro] tem sido motivo de ação do governo”. a expressão tradução nossa logo após a citação. Ex. também seguida da expressão tradução nossa entre parênteses.“Impedir a importação de moléstias epidêmicas (grifo nosso) tem sido motivo de ação do governo. Obs.: . interpolações e comentários. deverá acrescentar.57 d) Para fazer acréscimos.” f) Ao citar trecho de algum texto em língua estrangeira. entre parênteses. Caso você mantenha o trecho citado na língua original. sua tradução deverá constar em nota de rodapé. utilize também os colchetes: . se você preferir traduzi-lo.

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referentes a essa mesma obra. 5. em notas e em listas de referência –. 5. Vale relembrar que não se usam notas de rodapé explicativas numeradas se o sistema de chamada adotado for o Sistema Numérico. b) notas explicativas – prestam esclarecimentos ou tecem considerações sobre alguma abordagem do texto. Conhecer o seu exato significado é a garantia de que serão adequadamente aplicadas. podem também incluir a tradução de uma citação em língua estrangeira feita no texto (4. nas notas subseqüentes. na primeira vez em que uma obra é citada em nota. de modo a não dificultar a leitura do texto.2). tem como objetivo principal abreviar citações subseqüentes de uma obra já citada em notas de referência.1 TIPOS DE NOTAS DE RODAPÉ Podem ser de dois tipos: a) notas de referência – indicam obras consultadas pelo autor. . de modo a dar destaque ao respectivo número.59 5 NOTAS DE RODAPÉ As notas de rodapé compreendem “indicações. A partir da segunda linha. é recomendável que sejam usadas com parcimônia. usam-se apenas asteriscos. 2002.2.2 USO DE EXPRESSÕES LATINAS O emprego dessas expressões. neste caso. a nota deve continuar sob a primeira letra da primeira palavra acima. sua referência deve estar completa. Devem ser numeradas por algarismos arábicos e a numeração reiniciada a cada capítulo (ou parte). Considerando que as notas de rodapé prevêem o uso de expressões latinas – embora estas possam também aparecer no texto.2. a seguir você encontrará os tipos de notas. Não deve haver espaço entre uma nota e outra. alínea f). No entanto. observações ou aditamentos ao texto” (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Utiliza-se fonte menor do que a do texto e espaço simples. bem como o significado e o uso da expressões latinas. em dissertações e teses. quando o sistema de citação adotado for o numérico.2). p. abreviam-se as citações por meio de expressões latinas (5. quando alguma nota se fizer necessária.

a obra efetivamente consultada foi aquela cujo autor figura em segundo lugar (isto é.: 1 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. (versus) = em oposição a 5. 56).vs. . 9. Convém lembrar que a expressão latina apud só é empregada em citação no texto. 1995.apud = citado por.supra = citado ou mencionado acima ou anteriormente .: Segundo Silva (1983 apud PESSOA..id. p.g. 2000.. ficando vedado seu uso na lista de Referências. segundo Ex. (infra) = citado ou mencionado abaixo ou posteriormente . p.1 No Texto . e em notas de rodapé.. p.: Obs. 172 apud SEGATTO.2. assim mesmo.] ou O estudo da administração requer [.sic = tal qual.ibid.60 5. Obs. Rio de Janeiro.cf. (conferere) = confira. conforme. confronte. p. 1995.. (exempli gratia) = por exemplo .inf. NBR 10520: informação e documentação: apresentação de citações em documentos.i. entre parênteses. p. após a palavra apud). Ibid.. 1995.: 5 6 DURKHEIM.] preservado de modo encapuçado na Carta de 1946. 56). Nos exemplos acima. . 19.] (SILVA..” (VIANNA. . p. por errado ou estranho que possa parecer . 176. p.. 1925. “[. Usada para indicar que o texto original está assim mesmo. 214-215). compare .e. (id est) = isto é . 1989. o estudo da administração requer [. (ibidem) = na mesma obra Ex. 2 Id. p. 1986.2.2 Em Notas de Referência .e. 190. 1983 apud PESSOA. (idem) = do mesmo autor Ex..

: Salvador: [s. ADORNO.l.: TARAPANOFF.S. p. .passim = aqui e ali. local de publicação não identificado. (et alii) = e outros (as) Ex. José Eduardo (Org. 1990. . cit. do item 4. conforme.1.: 23 RIBEIRO. Ex. . 56. 1996. 53. opere citato) = na obra citada Ex. ADORNO.]. 1994.: [S. cit. confronte Ex. direitos sociais e justiça. . (opus citatum. 1999. (conferere) = confira. PORTER.1. 31 Obs: Obs Embora este capítulo trate das expressões latinas aplicáveis às Notas de Rodapé (que podem ser notas de referência e notas explicativas). 1997. (veja a Obs. 17 et seq. 1994. São Paulo: Malheiros. 1992. p. 40. cit.61 .: 9 Cf.).: 19 FOUCAULT.. segundo Ex. p.apud = citado por.loc. .et al. 42-43. p. passim. Direitos humanos. op. TOMASELLI.: [ca. Kira et al. 1983 apud FARIA. 1994.: 24 FARIA. (sequentia) = seguinte.: 14 15 TOMASELLI. p. (circa) = aproximadamente. Ex. cit. GARLAND. SILVA.l.n.n. 38.ca. aqui expande-se o conteúdo para incluir outras expressões latinas aplicáveis às listas de Referências.s. 1999].]: Makron Books.et seq. compare.cf.: 9 ADORNO. 51) . 33-46. cit.op.. p. 2000. – sine nomine – editora não identificada. . em diversas passagens da obra citada Ex. . – sine loco – isto é. . (loco citato) = no local (trecho) citado anteriormente Ex. Ex. PORTER. p. op. loc. 10 11 . que se segue Ex. p.

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1 MARGENS Programe as margens e o tamanho de papel (A4) na caixa de diálogo Configurar Página do Word. 1) Caso a instituição adote a impressão em frente e verso. Quanto à apresentação gráfica. programe a medida de 8 cm. 6. paginação. pela sua formalidade. deve-se utilizar preferencialmente a cor preta na digitação – o uso de cores ficará restrito às ilustrações. . as medidas das margens deverão ser iguais. caracterizam-se por uma apresentação também formal. Confira abaixo! MARGENS Localização Superior Esquerda Inferior Direita Parágrafo Alíneas Subalíneas Citações longas Medidas em cm 3 3 2 2 1 de recuo e 6pt de espaçamento As letras indicativas de alíneas acompanham a letra inicial dotexto ao qual se subordinam Começam por hífen. a partir da borda superior do papel. fonte e corpo. digitado no anverso de cada folha. os trabalhos acadêmicos. espaçamento (entrelinhas). Dentro deste critério. os softwares de edição de texto permitem praticamente toda a programação. Os elementos a serem programados são os seguintes: margens. 2) Se preferir dar maior destaque às seções de abertura dos capítulos. é recomendável que o papel seja branco. os recuos e espaçamentos também devem ser configurados na página pré-definida Formatar Parágrafo. em formato A4. com exceção da folha de rosto cujo verso deverá conter a ficha catalográfica.63 6 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS ACADÊMICOS Em sua maioria.: Obs. sob a primeira letra do texto da alínea Começam a 4 cm da margem esquerda da régua do Word Quadro 1 – Margens Obs.

área de concentração e orientador.5 Sumário Texto Títulos de seções que começam uma página são separados do texto por 2 espaços de 1. As seções cujos títulos não tenham indicativo numérico – resumo. em maiúsculas e em negrito (NBR 14724).3 FONTE E CORPO Para textos de monografias. dissertações e teses.2) .5 – – – Citações longas (4.4 PAGINAÇÃO Convencionalmente.2. no campo do local e data Ficha catalográfica 1.”.2 e 7. As referências devem ser alinhadas somente à esquerda ( 3.5. na nota sobre a natureza do trabalho. referências. razão pela qual a paginação é indicada por “f. os trabalhos acadêmicos ocupam somente o anverso da página.”. legendas das ilustrações e tabelas. Títulos das seções e subseções são separados do texto que os precede e os sucede por dois espaços de 1. listas. sumário. anexos e outros – devem figurar de forma centralizada. de folha (e não por “p.1.2. apêndices.3) Referências1 Quadro 2 – Espacejamento – 6. de boa legibilidade. de página). alínea b). 6.2 ESPACEJAMENTO (ENTRELINHAS) Programe as entrelinhas na página pré-definida Formatar Parágrafo. conforme o Quadro 2 a seguir: ESPAÇAMENTO (ENTRELINHAS) Simples Folha de rosto (Figura 3): no título e subtítulo. do Word. para citações longas (4.64 6. empregue corpo menor (11 ou 10).3. alínea b) Notas de rodapé (5) Legendas de ilustrações e tabelas (7. são recomendáveis as fontes (tipo de letra) em corpo (tamanho) 12. 1 O espacejamento entre um referência e outra deverá ser de dois espaços simples.

Ex. 6. devem aparecer no canto superior direito da folha. sobrenome do autor (pessoal) e nome de autor-entidade. palavras e expressões às quais se queira dar mais destaque do que aquele dado pelo itálico. com números maiores e menores que dez.5 OUTROS ELEMENTOS A seguir.65 Todas as folhas devem ser contadas seqüencialmente. você encontrará orientação para diversas situações que ocorrem na redação de um texto: a) Destaque de palavras e expressões .: 2cm. abaixo do título (ou do subtítulo. 7 comunicados e 13 resenhas.em início de frase. a partir da folha de rosto. Em trabalhos com mais de um volume.é especificado em horas. . a indicação do número de volumes deve aparecer na capa e na folha de rosto. 15m. . Ex. Os apêndices e anexos devem dar seguimento à paginação do texto.: 12h 15min 30s c) Medidas .uma série que contenha elementos comuns. . . a numeração das folhas obedecerá a uma única seqüência do primeiro ao último volume.: Foram elaborados 2 artigos. 250km d) Números e Numerais .fora de contexto matemático os números de um a dez devem ser escritos por extenso. b) Horário . se houver).itálico: títulos (livros.seus símbolos são invariáveis e aparecem sem ponto. Ex. palavras com sentido especial (que costumam figurar com aspas duplas). projetos. deve ser representada somente por algarismos. em algarismos arábicos.versal (letra maiúscula): seções primárias (capítulos) e secundárias. artigos. nas referências bibliográficas. devem ser grafados por extenso. planos etc).: O folheto tem cinco páginas. . Os números.negrito: seções primárias e terciárias. palavras e expressões estrangeiras (exceto as expressões latinas nas listas de referências e nas citações grafadas em redondo). Ex. O livro tem 50 páginas. mas a numeração só começa a aparecer a partir da primeira folha da parte textual. minutos e segundos. periódicos.

. apesar de contestados por várias vezes. João de controlar o processo de emancipação política e econômica durante sua estada no Brasil [..: “[. este é registrado após as aspas. Ex.números acima de 999 devem ser divididos por espaço e não por ponto. alinhados à direita. p.66 . Ele ficou em 33º lugar.os números terminados com vários zeros devem ser substituídos por palavras. o nome do mês deve ser grafado por extenso.quando o texto original não apresentar ponto final.ao transcrevê-las.: O nono andar do prédio. g) Pontuação . permaneceram quase que imutáveis até 1889. se preciso. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes.” (BASTOS. Ex.: 28 de novembro de 2001 f) Equações e Fórmulas .]” BASTOS. 35) .figuram no texto de forma destacada e. Ex. quando se utiliza apenas uma parte do parágrafo como citação: Ex.525.. Ex.320 e) Datas .os números ordinais recebem o mesmo tratamento dado àqueles indicados na alínea b. . índices e outros). por exemplo. visando a facilitar sua leitura. 2005. Ex. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. é registrado antes das aspas.] apesar da tentativa de D.: “Os traços autocráticos da monarquia brasileira.: A base Dissertation Abstracts traz mais de 1 milhão de referências e resumos de teses. p.: 1 525 320 e não 1. 37) . 2005. ..o ponto final quando aparece no texto original da citação.

As alíneas se apresentam ordenadas por letras minúsculas. podem ser subdivididas. terciária.1 Identificação dos Itens 2. Além do modelo e do exemplo a seguir. Estas subordinações são designadas. segundo sua hierarquia. adote subdivisão em alíneas e subalíneas.1.1 NUMERAÇÃO DAS SEÇÕES (PARTES OU CAPÍTULOS) Segundo a Norma 6024.1 2 1. a numeração progressiva.2 FASES 2.1 Caso seja necessário “enumerar os diversos assuntos de uma seção que não possua título”. Assim. 7. Modelo: PRIMÁRIA SECUNDÁRIA 1 1. as subalíneas devem começar com hífen.2.2 Localização dos Documentos 2.2 3 1. quaternária.2. a prática tem demonstrado que uma quarta e uma quinta subdivisões dificultam a organização e a leitura do texto.: Obs. numerar as seções de um documento tem como objetivo expor numa seqüência lógica a relação entre elas e permitir sua localização.2.67 7 ORIENTAÇÕES COMPLEMENTARES Esta seção inclui aspectos a serem observados para a boa organização do seu trabalho. indica as divisões de um texto em seções primárias (capítulos) as quais.2. sempre em algarismos arábicos.3.1 1. seguidas de parênteses sob a letra inicial do texto ao qual se subordinam. veja também a Figura 17. Embora a norma admita a subdivisão de partes do texto até a seção quinária.1 CONCEITO 2. quinária.: 1 INTRODUÇÃO 2 PESQUISA BIBLIOGRÁFICA 2. por sua vez.3 Referenciação Terciária 1. sob a primeira letra do texto da alínea. Obs. seções secundária. .1 1.3 Ex.

quadros. em corpo 10. espaço simples. Lembre-se de que a numeração progressiva do seu trabalho deverá ser reproduzida ipsis litteris no Sumário (3.1. podem figurar a indicação da fonte de onde foram extraídos e/ou as notas sobre as informações apresentadas. 7.: O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). 7. A denominação Tabela deve aparecer na parte superior. organogramas. passando para a folha seguinte encimada pelo título e pelo cabeçalho.1. fluxogramas. 7. plantas. designada abertura de capítulo ou capitular. a tabela não será delimitada por traço horizontal em sua base.3 TABELAS Ao tratar da apresentação das tabelas. espaço simples.2 ILUSTRAÇÕES Elementos enriquecedores do texto. compreendem figuras. . a sigla deve figurar entre parênteses. 1993).]. se for o caso. negrito. entre outros (3. após o seu nome por extenso. Se não couber na mesma folha. devem constar a fonte e as notas. Ex.11). abaixo. em corpo 10. redondo. se for o caso. gráficos. Deve também constar da Lista de Abreviaturas e Siglas (ou acrônimos) (3.68 Observe que o exemplo anterior destaca os títulos das seções e subseções por meio do recurso de caixa-alta. A indicação do tipo de ilustração deve aparecer na parte inferior. devem figurar a indicação da fonte de onde foram extraídos os dados e notas a respeito destes dados. seguida do respectivo número seqüencial em algarismos arábicos e do seu título. abaixo. se for o caso. lâminas. b) as siglas devem ser grafadas sem ponto e não devem sofrer divisão silábica ao final da linha. fotografias. seguida do respectivo número seqüencial em algarismos arábicos e do seu título. desenhos e mapas. caixa-baixa. Após o “fio de fechamento”1. c) as siglas cujas letras sejam pronunciadas uma a uma devem ser grafadas em 1 Linha horizontal que encerra a tabela. que poderá ou não ser precedida de folha separatriz. a ABNT apenas recomenda a consulta ao documento Normas para apresentação tabular do IBGE (IBGE..4 USO DE SIGLAS A adoção de siglas deve considerar as seguintes situações: a) na primeira vez em que aparece no texto.12). A cada seção primária (veja o modelo na página anterior) deve corresponder nova folha.1. como órgão governamental [.11)..

de modo a assegurar tanto sua ampla disseminação. de modo a incrementar a comunicação científica2 e o aperfeiçoamento do fazer humano. b) Biblioteca da Unidade de Ensino do Programa – 3 exemplares. sendo dois impressos e encadernados com capa dura.: CNBB. Além disto. de 15 de fevereiro de 2006 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) instituiu a divulgação digital das teses e dissertações produzidas pelos programas de doutorado e mestrado reconhecidos. sendo 3 encadernados e 2 em CD-ROM.: ONU. 1o dessa Portaria estabelece a obrigatoriedade de disponibilizar em arquivos digitais as teses e dissertações defendidas a partir de 2006 (Figura 19). na medida em que ela facilita a indexação dos trabalhos em diferentes fontes de informação referenciais e/ou documentais.69 maiúsculas. Art. e) siglas com mais de três letras formando palavras pronunciáveis devem ser grafadas somente com a primeira maiúscula. A tiragem da versão final da dissertação ou tese. da UFBA. Ex. Ex. Exceção: IBICT. a base de dados bibliográficos Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD). Unesco. a distribuição de exemplares deve ser bem planejada. – 1 exemplar impresso (oriundo da Secretaria Geral de Cursos – SGC) e 1 exemplar em CD-ROM (extensão pdf). Exceção: CNPq.: Obs No caso de monografias de cursos de aperfeiçoamento e especialização. como por exemplo. 7. 013. FGTS. devidamente homologada pelo colegiado de cada Programa de Pós-graduação. Obs. Cobal. a distribuição dos exemplares deverá seguir as normas do respectivo colegiado. no âmbito da UFBA.5 EXEMPLARES: TIRAGEM E DISTRIBUIÇÃO É do interesse do autor e da instituição acadêmica que os produtos de estudos e pesquisas sejam eficiente e amplamente divulgados nos meios científicos e até mesmo profissionais. Ex. 2 A Portaria n. A normalização bem feita constitui-se num dos fatores que propiciam essa divulgação. BN. d) siglas com três ou menos letras são grafadas em maiúsculas. será de 5 exemplares. quanto a economia de recursos para o seu autor. O parágrafo 2o. .: Capes. e outro em CD-ROM (extensão pdf). assim distribuídos: a) Biblioteca Central/Seção Memória da UFBA. Petrobras. Exceção: UnB.

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normalmente paginada. no caso de haver obras diferentes de dois ou mais autores listados. . verbetes de enciclopédias e dicionários. se emprega um traço de seis toques para cada autor? Não.imprimir o documento e paginá-lo. as autoras vêm recebendo consultas sobre aspectos que frequentemente suscitam dúvidas. b) Em que casos posso usar a partícula “In” nas referências? Deve ser adotado apenas nos seguintes casos: referências de trabalhos publicados em anais de congressos e similares. este Manual apresenta as seguintes alternativas: . c) Como devo indicar a página de artigo eletrônico não paginado? A norma da ABNT é omissa. Caso você queira fazê-lo.71 8 DÚVIDAS FREQÜENTES Desde a primeira edição deste Manual. com vários artigos assinados por diferentes autores. portanto. um único traço substitui a autoria. e) Quando a citação direta que figura no texto inicia por letra maiúscula. corpo e fonte) e também devem indicar o período a que se refere seu conteúdo. esta deve ser mantida ou deve passar para minúscula? Deve ser mantida como aparece no original. seja de um único autor ou de vários. d) Numa lista de Referências. Para conhecer com mais detalhes o assunto. reunidos por um coordenador ou organizador. Dentre eles. f) As referências de obras em línguas estrangeiras devem ser grafadas em itálico? Não. As tabelas estão divididas em três partes (título. consulte as Normas de apresentação tabular do IBGE. destacam-se: a) Qual a diferença entre Tabelas e Quadros? As tabelas se diferenciam dos quadros pela existência de segmentos estatísticos.buscar a forma em pdf. Então. você poderá não indicá-la. Não deve ser usado para referenciar artigos de revistas e jornais. referências de capítulo de livro ou de parte de coletânea1. ou . em maiúscula. g) Como estabeleço a autoria de uma obra cuja identificação não é evidente? Consulte o catálogo on-line da biblioteca da sua instituição buscando a obra 1 Publicação em forma de livro.

o) A respeito das siglas. Outra alternativa é buscar no catálogo da Biblioteca Nacional (http://www. a sigla Unb (Universidade de Brasília) também deve sê-lo?.72 pelo título.4. registre uma data aproximada. na página 97 deste Manual. item 5.. Os números só devem aparecer a partir da primeira folha do texto. A edição de 2006 da NBR 14724 diz que a folha de aprovação não deve ser encabeçada por nenhum título. isto é.1. Anexos etc. A norma também é omissa a esse respeito. havendo Apêndices. e também a alínea b. i) Na numeração das folhas de dissertação. j) Citações diretas com 3 linhas ou mais são com aspas duplas? Veja a p. 56. em maiúsculas e em negrito. já que contém a ficha catalográfica no verso). Cita apenas que os títulos dessas partes devem ser centralizados. preferimos que essas palavras estejam. l) A folha de agradecimentos e a folha de aprovação devem ser encabeçadas por essas palavras? Para a folha de Agradecimentos. então a folha de rosto leva grafado o número 1? E não se conta a capa? A capa não entra na contagem.7. 30. sobre o título do trabalho na folha de aprovação. h ) Quando não aparece o ano de publicação em um documento. m) Qual o espaço utilizado para o Título na folha de aprovação? É simples como na capa e folha de rosto? A norma também é omissa quanto a esse detalhe. devem vir em negrito e maiúscula? A norma é omissa quanto ao uso de maiúsculas e de negrito. então use UnB. . sim. Lista de Abreviaturas e siglas. mas. este Manual nas páginas 68 e 69 pode ajudar nesse aspecto. Lista de Tabelas. mas acho que o bom senso deve prevalecer: se a sigla adotada pela própria Universidade de Brasília é UnB. sim. veja a p. n) Os títulos Sumário.br). entre colchetes. se com 3 letras elas são grafadas em maiúscula. item 3. além de centralizálas. posso referenciálo sem incluir a data? Não se pode citar documento sem data porque esta localiza a obra no tempo. conforme o ítem “Data”.Lista de Ilustrações. a ABNT orienta que se numere a partir da folha de rosto. mas use o espaço simples. portanto. “suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.” / NBR 14724. além de figurarem de forma centralizada.bn. alínea a. mas também não são numeradas (lembre-se de que a folha de rosto vale por duas. as folhas preliminares são contadas. Se não houver data em nenhum local da publicação.

NBR 10520 informação e documentação: apresentação de citações em do10520: cumentos. ______. CAMPELLO. 2. 9 p. UFMG. Rio de Janei6028: ro. 4 p. CAMPOS. ed. Fontes de informação especializada. ed. ______. 23 p. ______. 2005. 6029 ed. 2000. NBR 6029: informação e documentação: livros e folhetos: apresentação. 10 p. 1990. 160 p. ______. 12225: Rio de Janeiro. 2003. UFMG. Jeannette Marguerite (Org. 3 p. Rio de Janeiro.). Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2 f. Rio de Janeiro. Bernadete Santos. Rio de Janeiro. Conheça a ABNT normalização ABNT: um fator para o desenvolvimento. 2. 8 f. 2002. Rio de Janeiro. 2 p. ______. ______. 319 p. 2003. ______. 24p. Rio de Ja6027: neiro. Rio de Janeiro. NBR 6034 informação e documentação: índice: procedimento. ______. 2. KREMER. NBR 6027 informação e documentação: sumário: apresentação. 2. NBR 12225 informação e documentação: lombada: apresentação. 1993. ed. 2006. 2004. NBR 6024 informação e documentação: numeração progressiva das seções 6024: de um documento escrito. NBR 6033 ordem alfabética. 7 p. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração Rio de Janei6023 ro. 3p. pecializada Belo Horizonte: Ed. 2003. 14724: ______. 1989. Rio de 6034: Janeiro. . NBR 5892 norma para datar: Rio de Janeiro. ______ CENDÓN. 2 p. 2002. ______. Carlita Maria. Beatriz Valadares. 1989. NBR 10719 apresentação de relatórios técnico-científicos. de informação para pesquisadores e profissionais Belo Horizonte: Ed. NBR 6028 informação e documentação: resumo: apresentação. 6033: ______. 5892: ______. NBR 14724 informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. ______. Fontes profissionais. 2004. 17 p. 10719: 1989.73 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

Colorado: Libraries Unlimited. 41p. Anamaria da Costa. 1). 3 th. Reference and information services: an introduction. Brasília. 1993. GOMES. 2002.. 1-18. MARQUES. Niterói: Intertexto. 539p.74 CARMO-NETO. SMITH. Salvador: Ed.br/cad-(?)>. americano 2. 22. 1993. Disponível em: <www. Imprensa Oficial.ed. Ijuí: preciso: Unijuí. PESSOA. Caderno Pesquisas Administração. Manual de normas de editoração do IBICT. c2001. DACANAL. 2007. 1983. NAHUZ. rev. Universitária Americana. GARCIA. Simone. Carol Bates.ead. 1993. Brasília. (Biblioteca Central da UFBA. Escrever é preciso o princípio da pesquisa. São Luís: Ed. [1996].ed. DF: Inep. de monografias 2. FERREIRA. 139 p. 2001. MENDES. ed. il. Procedimentos para busca e uso da informação: ção capacitação do aluno de graduação. ed. 68 p. Júnia Lessa et al.usp. aprenmoderna: dendo a pensar. IBICT. 3. ed. 2005. AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION. [Brasília]: Thesaurus. José Hildebrando. de Pesquisas em Administração São Paulo. Rio de Janeiro: Rocco. F. Maria Luiza Rigo. 2. et al. Englewood. científicas 4. Código de catalogação anglo angloamericano. 157 p. Porto pontuação: Alegre: Sales. Bibliographic source. p. Rio de Janeiro: FGV. 2002. 573p. ed. Redação de documentos acadêmicos: conteúdo e forma. papão: teses e escritos acadêmicos. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. CURTY. onde e como usar (NBR 10520/2002). IBICT. Othon M. 5. Niterói: APB. Hagar Espanha. São Paulo: FEBAB. JOINT STEERING COMMITEE FOR REVISION OF AACR. ed. 480-508. 4. 86 p. FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS. Richard E. 2006. 63 p. ed. 1998. Manual de pontuação teoria e prática. Diretrizes para normalização de dissertações acadêmicas. 61p. Rio de Janeiro. 1993. IBGE. PASQUARELLI. 2. Normas de apresentação tabular.ed.fea. Série Bibliografia e Documentação. Dissertação não é bicho papão desmitificando monografias. Marlene Gonçalves. Belo Horizonte: Editora UFMG. 56 p. Linda C. Cecília dos Santos. Manual para normalização monografias. cas Salvador: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFBA.3. rev.ed.N. GUSMÃO. FERREIRA. MATTAR. 1993. Comunicação em prosa moderna aprenda a escrever. 160 p. In: BOPP. Maria Tereza Reis. Acesso em: 23 jan. Dionísio. . PENKA. CRUZ. 1996. 2005. tabular. p. CIENTISTAS DA INFORMAÇÃO E INSTITUIÇÕES. 213 p. Lusimar Silva. Metodologia científica para principiantes. Mario Osorio. n. FRANÇA. Gilda Pires. Heloísa Rios. Citações: Citações quando. Universidade do Maranhão. Guia prático para a elaboração de índices.

2.V. Salvador. 73 p. Maria das Graças.n. gramática: 1999. 2001.75 ROESCH.ed. SÁ. Teresina: Universidade Federal do Piauí. Não paginado. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. São Paulo: Atual. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. Lúcia Regina R. Fontes e acesso à informação. 2.: s. Não publicado. 21 f. Curitiba. Salvador. SACCONI. 2000. . 75 p. Proposta para a dissertação de mestrado profissional.]. Manual de normalização de trabalhos técnicos. 10 v.). 2002. ICI/UFBA. Apostila do Curso de Especialização em Inteligência Competitiva. Nossa gramática teoria e prática. 2000.n. 2001. ed. Salvador.ed. Petrópolis: Vozes. de M. Núcleo de Pós-Graduação em Administração. Londres: [s. 13 f. 1995. Biblioteca Central. Citações bibliográficas e notas de rodapé: um guia para elaboração: nova versão. Salvador. Apresentação de trabalhos científicos. 1994. Regimento interno dos cursos de pós-graduação em administração/UFBA. informação Rio de Janeiro: INT. 2000. ______. Luiz Antonio. SILVA. Apresentado em forma de quadro. Normas para apresentação de documentos científicos.n. 25. [S.l. 1997. Parecer sobre disser tações do Mestrado Profisdissertações Profissional da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia. ______. Biblioteca Central. 1994.ed.ed. Escola de Administração. ______.].]. ______. FERNANDES. 5. Tipos de trabalhos acadêmicos. TARGINO. 42 p. Londres: [s. Sylvia Maria Azevedo. Regimento geral geral. 4 f. Elisabeth Schneider de (Coord. 3. Assessoria de Planejamento. científicos e culturais. 191 p. 2 f. Cícera Henrique da.

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APÊNDICES .

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Antonio. para que você encontre.br http://catalog. 1995.2). 1995. Uma referência deve ser formatada a partir dos elementos extraídos da folha de rosto (3. Exemplos das ocorrências mais comuns: Um autor pessoal ALVES. o Catálogo de Autoridades – Nomes.gov . Dois autores pessoais DAMIÃO. as ocorrências mais freqüentes quanto ao tipo de fontes que consultou. da Biblioteca Nacional1 ou mesmo o catálogo da Library of Congress2. Co-editor Ismael Cardim. Curso de direito jurídico.79 APÊNDICE A – Referências: regras gerais de apresentação Este item. Rio de Janeiro: Forense. b) Referenciação por Tipo de Obra. devem ser consultados o código de catalogação adotado no Brasil (AACR2). com base na NBR 6023. Além disto. Para a entrada correta de nomes compostos e estrangeiros. A. a) Modalidades de Entrada (válido para todos os tipos de obra) Entrada é a expressão ou palavra que encabeça a informação bibliográfica e determina sua localização em listas de referências.bn. bibliografias. Roque de Brito. Regina Toledo. AUTOR PESSOAL É o responsável pela criação intelectual ou artística de um documento ou obra de arte. portu: guês/inglês. Novo dicionário Folha Webster’s: inglês/português. observando as diferentes modalidades de entrada e obedecendo à seqüência estabelecida pela Norma. HENRIQUES. 1996. (Ed. c) Padrões de Transcrição dos Elementos. Edição exclusiva para o assinante da Folha de S. inclui a transcrição de exemplos. catálogos de bibliotecas. HOUAISS.1. de modo simplificado. 1 2 http://www. compreende : a) Modalidades de Entrada.loc. Paulo. São Paulo: Atlas. São Paulo: Folha da Manhã. Ciência criminal.). índices e catálogos.

São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. M. 467 p. compilador.M. 64 p. organização(ões). AUTOR ENTIDADE Refere-se a instituição(ões). ed. São Paulo: Scipione.M. 1993.80 Três autores pessoais PASSOS. I. CHAVES. Dietas em pediatria clínica. MARCONDES. Mais de três autores pessoais URANI. et al. editor. Obs. de (Coord. L.: quando a menção dos nomes for indispensável para certificar a autoria – por exemplo. empresa(s). Catálogo de teses da Universidade de São Paulo. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.N. comitê(s). entre outro(s) responsável(is) por publicações em que não se distingue a autoria pessoal. 1992. 1995. Brasília. DF: Ipea. Mesmo havendo mais de um responsável.. expressão ou frase que designa o assunto de um documento. comissão(ões). Alegria de saber: matemática. Responsável(is) por obra de vários autores (organizador. São Paulo.. empregada quando o autor é desconhecido. FONSECA. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o Brasil. 1993. Autor entidade (entrada pelo nome por extenso) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.. A. evento(s). A. coordenador). Rio de Janeiro. a abreviatura correspondente aparece no singular. 2002. 1993. LIMA.). São Paulo: Sarvier. primeiro grau: livro do professor. 2. TÍTULO É a palavra. . indicação de produção científica em relatórios para órgãos de financiamento. E. 1994. Autor desconhecido A entrada é feita pelo título. segunda série. projetos de pesquisa científica etc – é facultado indicar todos os autores. 136 p. 4.

Enciclopédia KOOGAN. Folhetos.1999. Tipo de : trabalho (Grau e Área) – Instituição. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Título: subtítulo. Título: subtítulo. Local. Agroindústria. ano de defesa. data. Lisboa: Priberam Informática. competitividade e desenvolvimento regional.) Monografia no todo: Monografias. 1998. Acesso em: 8 mar. Acesso em: xx mês abreviado. Disponível em:<http://www. Verbete de Dicionário POLÍTICA. Prenome. Dicionários etc Seqüência dos elementos: SOBRENOME. Estadão. xxxx. Elizabeth Regina Loiola da Cruz. 5 CD-ROM. Prenome. Administração.. 1998. A. as obras são agrupadas conforme segue: Monografia no todo: Livros. Nº de páginas ou volumes. Universidade Federal da Bahia. São Paulo: Delta. nº ou v. SOUZA. Catálogos. Edição. 1998.pt/dlDLPO>. Direção geral de André Koogan Breikmam. Tese (Doutorado em Administração) – Escola de . A. Local: Editora. 380 f. Enciclopédias. Descrição física do meio ou suporte [e/ou] Disponível em: <endereço eletrônico>. Local: Editora.priberam. data. Manuais. Ano de entrega. Monografia em Meio Eletrônico: no todo e em parte Seqüência dos Elementos: SOBRENOME. b) Referenciação por Tipo de Obra Para efeito de referenciação. Dissertações e Teses Seqüência dos Elementos: SOBRENOME. HOUAISS. . Título: subtítulo.: Destacar somente a primeira palavra em maiúscula e o(s) artigos(s) que a antecederem. (Ed. Guias.). Prenome. Nº de folhas. (Série. 1998.81 Obs. Enciclopédia e dicionário digital 98. Produzida por Videolar Multimídia. Salvador.

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v.83 Publicação Periódica em parte: Caderno. Título do artigo: subtítulo. número do fascículo. . 9. set. 1983. Rio de Janeiro. com indicação em nota. mês. Volume. nº do fascículo. Conjuntura Econômica. Três. ano. Título do periódico. ano. Fascículo. Reforma do Estado e segurança pública. Número Especial e Suplemento Seqüência dos Elementos: TÍTULO. v.: Quando o número especial e o suplemento não tiverem título. Prenome. 24. 3. ou TÍTULO da parte. La controversia entre universalismo y particularismo en la filosofia de la cultura. a entrada será feita pelo nome do periódico. número do volume e/ou ano. nº do fascículo. Fascículo DINHEIRO: revista semanal de negócios. F. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio. informações do período e data de publicação. set. 148. 2000. MANSILLA. Edição especial Suplemento MÃO-DE-OBRA e previdência. n. C. página inicial-página final. mês. primavera 1998. Revista Latinoamericana de Filosofia. 2. v. p. Título da publicação. v. Rio de Janeiro. Título da parte. 2. 1984. 38. Nota. n. Política e Administração. Local: Editora. 1997. 15-21. Publicação Periódica em parte: Artigo e/ou Matéria Seqüência dos elementos: SOBRENOME. 28 jun. Buenos Aires. C. 7. Local. Obs. GURGEL. H. 98 p. volume. n. n. Rio de Janeiro. Número Especial AS 500 maiores empresas do Brasil. Particularidades. São Paulo: Ed. volume. Suplemento. Local: Editora.

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número. Documento de Evento Evento no todo. 1996. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. R. Anais eletrônicos. Recife: UFPE. 1979. SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. ano de publicação. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE.br>. Prenome..ufpe.br/ anais/anais. 1 CD-ROM.. Evento no todo.diariodonordeste. xxxx. Acesso em: xx mês abreviado. número. Disponível em: <http://www.org/apsnews/1196/ 11965. ano. Fortaleza.aps.. Acesso em: 28 nov. Local de publicação: Editora. Fortaleza: Tec Treina. impresso em papel Seqüência dos Elementos: SOBRENOME. Los Angeles. Matéria não assinada ARRANJO tributário. Acesso em: 25 nov. 1998. 1997.... Editora. Local.htm>. Descrição física do meio ou suporte. Curitiba: Associação Bibliotecária do Paraná. Disponível em: <http://www.propesq. Nov. APS News Online.. Curitiba. Local... Local de publicação: . Título do documento. em meio eletrônico Seqüência dos Elementos: NOME DO EVENTO. 1998. 1979. 10. Local.85 Artigo de jornal científico KELLY. 1996. 1998. 27 nov. Recife..com. 1996. Fortaleza. . ano.. 4.. 1998. Título do documento. In: NOME DO EVENTO. impresso em papel Seqüência dos Elementos: NOME DO EVENTO. Local de publicação: Editora. Total de páginas ou de volumes. Título do trabalho apresentado: subtítulo. ano de publicação. [ou] Disponível em: <endereço eletrônico>. Trabalho apresentado em evento. Título do documento. Disponível em: <http://www. Acesso em: 21 jan. ano. Anais. 10. página inicial-página final. Diário do Nordeste Online. Electronic publishing at APS: its not just online journalism. 1998.html>. ano de publicação. 3 v. número. Anais.

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BRASIL. 29514. número. 3. v. 1997. n. Decretos e Medidas Provisórias Seqüência dos Elementos: PAÍS. ESTADO ou MUNICÍPIO. 14 dez. Documento Jurídico: Jurisprudência: Acórdãos. através de revogação do parágrafo 2º. segundo o caso. 2. Lex: : coletânea de legislação e jurisprudência. 12. 1998. 217-220. p./abr. dia mês ano. Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas de órgão da administração direta e das autarquias do Estado e dá providências correlatas. Nome do ato. Lex: coletânea de legislação e : jurisprudência. São Paulo.87 Leis. maio/jun.569-9. Autor Entidade. Dados da publicação que editou o ato. e dá outras providências. São Paulo. Poder Executivo. Nome do ato. Relator. Sentenças. Coleção de Leis da República Federativa do Brasil. Brasília. 1996. Título (natureza da decisão ou ementa). de 21 de março de 1996. trim. Seção 1. Desliga a Empresa de Correios e Telegráfos – ECT do sistema de arrecadação. Dados da publicação que editou o ato. DF. Portarias. 183. Decreto nº 42. BRASIL. p. Partes envolvidas (se houver). ESTADO ou MUNICÍPIO. Resolução nº 17. . Título do documento. Congresso. Súmulas etc Seqüência dos Elementos: PAÍS. SÃO PAULO (Estado). v. 1991. do artigo 1º da Resolução nº 72. dia mês e ano. p. Habeas-corpus. Autor Entidade. de 1991. de 1990. de 11 de novembro de 1997. Local. dia mês e ano. Medida provisória nº 1. ESTADO ou MUNICÍPIO.. Secretaria da Receita Federal.822. Senado. Apelações. Estabelece multa em operações de importação. 62. Ementa. Dados da publicação que editou o ato. p. Ementa [quando houver]. Portaria n. 742-743. Brasília. DF. BRASIL. Autorizo o desbloqueio de Letras Financeiras do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul. Resoluções e Deliberações Seqüência dos Elementos: PAÍS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. n º. número. de 20 de janeiro de 1998. 1156-1157. mar.

Súmula BRASIL. da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Tribunal de São Paulo. p.16 Documento Jurídico: Doutrina Refere-se à discussão técnica de questões legais e pode aparecer em forma convencional. Relator: Juiz Nereu Santos. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. n. Súmulas. 1998. Habeas-corpus BRASIL.558-562. Lex : jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. v. São Paulo. Pagamento de diferenças referente a enquadramento de servidor decorrente da implantação de Plano Único de Classificação e Distribuição de Cargos e Empregos.88 Apelação Cível BRASIL.6361. Brasília. Supremo Tribunal Federal. Disponível em: <http://www. Jurisprudência e Doutrina Sequência dos Elementos: Transcrição dos elementos identificadores.441-PE(94. Acesso em: 22 dez. In: ______. inscrição em concurso para cargo público. n. Documento Jurídico em meio eletrônico: Legislação.05. 1998. Região). Tribunal Regional Federal (5.gov. 9. Brasília. 4 de março de 1997.01629-6). p. São Paulo. Acesso em: xx mês abreviado. Não é admissível por ato administrativo restringir. 1999. Súmula nº 14. p. DF. instituído pela Lei nº 8. 103. 1994. trabalhos de eventos etc) ou em meio eletrônico. Disponível em: <endereço eletrônico>. 10. Lei n. segundo o caso. Recife. 8 dez. 10. Altera a legislação tributária federal.asp?Id=LEI%209887>. Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. livros.br/mp_leis/leis_texto. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Legislação BRASIL. Administrativo. Superior Tribunal de Justiça. 236-240. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. impressa (artigos de periódicos. mar. DF. em razão de idade. de 7 de dezembro de 1999. v. xxxx. Apelação civil nº42. Escola Técnica Federal. 103.1999. mar. Predominância da lei sobre a portaria.987. .270/91. Habeas-corpus nº 181.in. isto é. Processual Penal. papers. 6 de dezembro de 1994.

MACT Productions. Música: Vangelis.l. SUDIN vol.89 Súmula.0000-01 PG00037. Acesso em: 29 nov. em razão de idade. Supremo Tribunal Federal. Los Angeles: Warner Brothers. em Homepage BRASIL. VHS. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. Súmula nº 14. Othon Bastos. sistema de reprodução. color. se houver.. Edward James Olmos e outros. Direção: Walter Salles Júnior. ciberjur/stf.. São Paulo: CERAVI. Produzido por Warner Video Home. Não é admissível por ato administrativo restringir. Dick. color. Baseado na novela “Do androids dream of electric sheep?” de Philip K. Supremo Tribunal Federal. Intérpretes: Fernanda Montenegro.com. Revista Experimental de Direito e Telemática. son. 1983. [S. c1991.]: Le Studio Canal. Marília Pêra. color. Suporte em unidade física e duração. Matheus Nachtergaele e outros.1998. Disponível em: <http://www. Vinicius de Oliveira. Local: Produtora.br/jurisnet/sumusSTF. . Direção: Ridley Scott. DVD etc Seqüência dos Elementos: TÍTULO: subtítulo. Súmula. Súmula nº 14. João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. 1998. em Revista Eletrônica BRASIL. Rutger Hauer.html>. inscrição em concurso para cargo público. 1 DVD (117 min). widescreen. Disponível em: <http://www.com. Imagem em Movimento: Filmes. 35 mm. Julgamento: 1963/12/16. son. data. Créditos: (Diretor. Fita de vídeo OS PERIGOS do uso de tóxicos. Fitas de vídeo. indicação de som e cor etc. Filme Longa Metragem CENTRAL do Brasil. Não é admissível por ato administrativo restringir. Roteiro: Hampton Fancher e David People. Acesso em: 29 nov. em razão de idade.br/ . Roteirista e outros). Intérpretes: Harrison Ford. Riofilme. 1 videocassete (30 min).truenetm. Elenco relevante. Produção: Michel Deeley. 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min. Filme Longa Metragem em DVD BLADE Runner.prodau-sc.). inscrição em concurso para cargo público. Produção de Jorge Ramos de Andrade.html>. Sônia Lira.. Produtor. Sean Young. Roteiro: Marcos Bernstein.

18:35 h. color. Desenho Técnico. p. 1998. R. 1985. K. 22 transparências. Desenho Técnico LEVI. Gravura. . Slide O DESCOBRIMENTO do Brasil. 31 diapositivos. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni à Rua da Paz.. óleo sobre tela. 16 cm x 56 . cm. Título (quando não houver. Paisagem Quatro Barras. Pintura a Óleo MATTOS. cor. 1 gravura. mono. 46 cm x 63 cm. : Plantas diversas. color. 1 fotografia. R.. quando necessárias para identificar o documento.. 1930-33. Cartaz etc Seqüência dos Elementos: AUTOR. serigraf. Fotografia publicada em Jornal FRAIPONT. 108 f. 30 nov. Visuais. Transparência. Amílcar II. 40 cm X 50 cm. Foto apresentada no Projeto ABRA/ Coca-cola. Vitória. 1997. Característica físicas (especificação do suporte.90 Documento Iconográfico: Pintura. color. 1977. p&b. M. 1 fotografia. Gravura SAMU. Transparência O QUE acreditar em relação à maconha. atribui-se uma denominação ou a indicação [Sem título]. D2. D. Notas. + 1 cassete sonoro (15 min). Slide. Fotografia. 1 original de arte. dimensões). esquina da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio: n. Fotografia KOBAYASHI. entre colchetes). 25 cm x 20 cm. 1980. Originais em papel vegetal. Caderno 2. 1985. Fotografia de Carmem Souza. Paulo. Coleção particular. Coleção particular. E. Doença dos xavantes. São Paulo: CERAVI. Data. color. São Paulo: CERAVI. O Estado de S. Gravação de Marcos Lourenço. 1987. São Paulo.

TIFF>. Fotografia Aérea INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. São Paulo: Michalany.000. formato e outros dados necessários à identificação. 1 fotografia aérea. 1994. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 4 e 5. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.000. escolar. SP). São Paulo. Formato TIFF bitmap. color. 32 BIT CMYK. longitude etc). Fx 28. 1996. 15. National Oceanic and Atmospheric Administration. rodoviário. 79 cm x 95 cm. Globo. 1 fotografia aérea. Escala 1:35. Imagem Digital de Satélite ESTADOS UNIDOS. São Paulo. 1 mapa.5 Mb. acrescida das informações específicas sobre escalas. turístico e regional.. Acesso: 28 out. da obra: 1744/96/Folha 10. 1987-1988. Largura: 827 pixels. Atlas ATLAS Mirador Internacional. 4 e composição colorida 3. Regiões de governo do Estado de São Paulo. Fotografia Aérea etc A referenciação de documento cartográfico segue os mesmos padrões adotados para monografias. 3. Imagem de Satélite LANDSAT TM 5 : imagem de satélite. 1986. 1981. Altura: 1083 pixels. Disponível em: <C:\Carol\VASO. Documento iconográfico em meio eletrônico VASO. 300 dpi. n. Compactado. Projeto Lins Tupã: foto aérea. Documento Cartográfico: Atlas.000. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. Desenhista: Pedro. Escalas variam. Escala 1:2. 15 jul. . Mapa. 1 atlas. central de água gelada. Escala 1: 600. 1999.000. .91 DATUM CONSULTORIA E PROJETOS. Projeto final. TIFF. 1999. 1981. SP). Hotel Porto do Sol São Paulo: ar condicio: nado e ventilação mecânica: fluxograma hidráulico. Escala 1:100. Canais 3. Mapa BRASIL e parte da América do Sul: mapa político. outras representações (latitude. N.

13 jul.1999. c1995. Entrevistadores: V. GOES-08: SE.GIF Itajaí: UNIVALI. 1 CD (50 min). 33 1/3 rpm. 3 1/2 pol. . Produtor etc). IR04. p1988. Luiz Inácio Lula da. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay. 1999 17:45Z IR04 Título do arquivo Local Instituição geradora Tamanho do arquivo Denominação do Satélite Número do satélite na série Localização geográfica Data da captação Horário zulu Banda Documento Sonoro no todo: Disco. 1 CD (ca. CD (Vários compositores e um intérperte) SIMONE. Notas. se houver.GIF Itajaí UNIVALI 557 Kb GOES 08 SE 13 jul. 1 disquete. (Globo collection. NOTA – Informações do arquivo digital: 1999071318. 1 disco sonoro (45 min. Direção artística: Miguel Propschi.l. Fita Magnética de Rolo etc Seqüência dos Elementos: COMPOSITOR(ES) ou INTÉRPRETE(S). 40 min). São Paulo: SENAI-SP 1991. Tremel e M. 1 imagem de satélite. Garcia. Fita Cassete.). Especificação do suporte físico (duração). 12 pol. Título: subtítulo.92 1999071318. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. quando necessário. Face a face. estéreo. . Outras indi: cações de responsabilidade (Entrevistador. 1991].]: Emi-Odeon Brasil. São Paulo: RCA Victor. 2 cassetes . 557 Kb. [S. Ouro e cobre. CD (vários compositores e vários intérpretes) MPB especial. Diretor artístico. p 1977. Long-play (vários compositores e 1 intérprete) ALCIONE. 2). Remasterizado em digital. CD. 1999. Fita Cassete : SILVA. Local: Gravadora ou equivalente. 17:45Z.

artística: Miguel Propschi.]: Emi-Odeon Brasil. 1 disco sonoro (45 min. Faixa 7. Revelação. Título. Jura secreta.l.. 3 ¾ pps. [S. monumentos etc) Seqüência dos Elementos: AUTOR(ES). Documento Sonoro em parte: Faixa de Long-play e Faixa de CD Seqüência dos Elementos: COMPOSITOR(ES) ou INTÉRPRETE(S). Toque macio. peças de museu.1977. se houver. Lado A. 12 pol. Documento Tridimensional: Escultura. . São Paulo: RCA Victor. Direção . S.93 sonoros (120 min). Ouro e cobre. estéreo. A. *Arranjador etc. Intérprete: Simone. : 1916. SILVA. In: ALCIONE. 1 cassete sonoro (60 min). Documento Musical: Partitura Seqüência dos Elementos: AUTOR(ES). 3 ¾ pps. Maquete. . data. Faixa de Long-play GINO. In: SIMONE. faixa 1 (4 min 3 s) Faixa de CD COSTA. p. esqueletos. Coleções de quartetos modernos: cordas. 1988. p1988. Violoncelo.). Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP. Face a face. Indicação do lado e/ou do número da faixa. FAGNER. VILLA-LOBOS. animais empalhados. Rio de Janeiro: CBS. Objetos e suas representações (fósseis. Título: subtítulo (quando não houver. R. H. In: referência do documento no todo. 1 CD (ca. que se destina (ou Orquestra). A.]. Remasterizado em digital. 1 partitura (23 p. Local: Editora. Título: subtítulo. 40 min). Intérprete : Alcione. atribui-se uma denominação : . Designação específica. 33 1/3 rpm. Outras indi: cações de responsabilidade*: Nome.n.). Instrumento a . estéreo. estéreo. Rio de Janeiro: [s.

Marcel.org. Características físicas (tipo de objeto. [China: Companhia das Índias. Apresenta textos sobre urbanismo e desenvolvimento de cidades. 1995-1998. BDT in Brazil.br/oamis/civitas>. Original destruído. borracha colorida e cordel. técnicas.gosnet. Notas necessárias à identificação. entre outros. Acesso em: 25 nov. Data. 1 escultura variável. decorado com buquês e guirlandas de flores sobre fundo branco. 1998.Desenvolvido pela Pontifícia Universi. mensagens eletrônicas. Indicações de responsabilidade.com. materiais. Acesso em: xx mês abreviado. dimensões etc.bdt. Escultura DUCHAMP.94 ou a indicação [Sem título]. Disponível em: <http://www. Seqüência dos elementos: AUTOR. Disponível em: <lisserv@bdt. Tradução de: Sculpture for travelling. Escultura para viajar. 1998. Coleção de Arturo Schwarz.org/bdt/ avifauna/aves>. Homepage Institucional CIVITAS. List maintained by the Base de Dados Tropical. Coordenação de Simão Pedro P Marinho. Lista de Discussão BIONLINE Discussion List. Documento de Acesso Exclusivo em Meio Eletrônico Inclui bases de dados. disquetes. Cópia por Richard Hamilton. Descrição física ou Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso em: 27 nov. se houver. Acesso em: 25 nov. 18--].br>. . pegador de tampa em formado de fruto. Disponível em: <http://www. programas e conjuntos de programas. Objetos BULE de porcelana: família rosa. dade Católica de Minas Gerais. entre colchetes). 1 bule. Versão. 1998. xxxx.). 1918. arquivos em disco rígido. Banco de Dados AVES do Amapá: banco de dados. feita por ocasião da restropectiva de Duchamp na Tate Gallery (Londres) em 1966. listas de discussão. Título do serviço ou produto.

br/acaro/sp>. 1998. Biblioteca Central. separados por dois pontos. 5 disquetes.l.: ALVES. se você decidir pela indicação de elementos complementares (por exemplo.1 [S. Programa de Computador (Software) MICROSOFT Project for Windows 95: project planning software. . neste Apêndice. alínea a (Modalidade de Entrada). Curitiba.fat. Ciência criminal. E-mail4 ACCIOLY. número total de páginas) estes deverão aparecer em todas as referências visando a uma padronização do seu trabalho. 1 CD-ROM. Mensagem recebida por <mtmendes@uol.bdt. 1995. .com. a primeira palavra deve ser destacada pelo uso de letras maiúsculas. ÁCAROS no Estado de São Paulo. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ANDRÉ TOSELLO”. 2000. elas só devem ser citações quando não se dispuser de nenhuma outra fonte sobre o assunto. destacando-se o título em negrito ou itálico. 4 Devido ao seu caráter efêmero. Base de Dados UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca de Ciência e Tecnologia. Normas. Disponível em: <http://www. Curitiba. . Base de dados em MicroIsis. Publicação eletrônica [mensagem pessoal].95 Arquivo em Disquete UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.br> em 26 jan. 3 ½ pol. versão 3. Roque de Brito. 1985.7.: nor: mas para apresentação de trabalhos. Mapas. tanto quanto possível. bem como o(s) artigo(s) (definidos e indefinidos) e as palavras monossilábicas que a(s) anteceder(em). a ABNT não recomenda o uso dessas mensagens como fonte de informação.]: Microsoft Corporation. F. Assim.doc. Rio de Janeiro: Forense. Bases de Dados Tropical. Acesso em: 30 maio 2002.0.org. c) Padrões de Transcrição dos Elementos As referências de uma mesma lista devem conter. Ex. os mesmos elementos.Autor – confira os exemplos. O título completo (título e subtítulo) deve ser seguido de ponto final.Título e Subtítulo – devem ser reproduzidos como aparecem no documento. 1997. 1995. Caso o título seja adotado como autoria. Word for Windows 7. Version 4.

seguido de dois pontos.: CARTA. Ex.]. havendo três ou mais. 2) Se o nome da cidade não for identificado.Local e Editora não identificados . abreviando-se os prenomes e suprimindo-se as palavras que designam sua natureza jurídica ou comercial.n. . Ex. 64 p. indique o primeiro ou o mais destacado. Ex. Ninguém é perfeito. 2003.. Quando houver cidade homônima. 1995. .usam-se as seguintes expressões.: Uma editora – Salvador: EDUFBA. .Quando a editora for a própria instituição ou pessoa responsável pela autoria da obra e já tiver sido mencionada. indique esta omissão mediante o emprego de [S. . 50 p. São Paulo: UNESP 2003. seguido(s) da vírgula. mas assim mesmo for(em) localizado(s). 2003. ambas no idioma em que está escrito o documento e seguidas de ponto.: Se o(s) nome(s) da(s) editora(s) não constar(em) da folha de rosto. Obs. deverá figurar entre colchetes. seguido de dois pontos. 5th ed. abreviadas e entre colchetes: [S. Caso haja duas editoras ambas devem ser indicadas. indique a primeira ou a de maior destaque. Duas editoras. mas assim mesmo for localizado. ed. não deve ser indicada. . 1)Se o nome da cidade não constar da folha-de-rosto.Local – corresponde ao nome da cidade da publicação e deve figurar como aparece no documento. éd.: EMPRESA DE TURISMO DE SALVADOR O carnaval da Bahia.”). cidades diferentes – Salvador: EDUFBA.: s.96 UM DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. quando houver mais de um local para a mesma editora. 3ème.Editora – deve ser indicada como aparece no documento e seguida de vírgula.]: . Ex. desde que estes não sejam necessários para sua identificação. . Salvador.l. Alice. São Paulo: [Siciliano].l. 2001. acrescente a sigla da unidade federada ou país. Duas editoras. Obs. deverá(ão) figurar entre colchetes. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro.: 2. mas pode melhorar.Edição – sua indicação deve ser transcrita mediante a abreviatura dos numerais ordinais e da palavra edição (“ed. mesma cidade – Salvador: EDUFBA: Casa da Qualidade. 1993.. após vírgula.

[1969?] – data provável. p. J. . são indicadas pela abreviatura “il. [18—] – século certo. 37.Notas – informações complementares inseridas ao final da referência. Ruth Rocha. v. entre parênteses e seguido de ponto. [18—?] – século provável. Tradução de Aurélio Buarque de Holanda. O jardim das rosas.1960] – data aproximada. seguida de ponto final.. 1993. 21 p.Documento Traduzido CARRUTH.F. . Caso haja mais de um volume. as mais freqüentes são aquelas relativas a elementos complementares necessários à descrição da obra.97 . Desenhos de Tony Hutchings. 1944. Tradução . [197-?] – década provável. 2. se houver). Olympio. [197-] – década certa.Ilustrações – de qualquer natureza. 124 p.Série ou Coleção – seu título deve ser indicado após todos os elementos. J.usar intervalos menores de 20 anos. separado por vírgula do respectivo número (em algarismos arábicos. Separata de: Arquivos Brasileiros de Cardiologia. il. Versão francesa de Franz Toussaint do original árabe. A nova casa do Bebeto. .. São Paulo. Tradução de: Moving house. em vez de paginação será indicado o total de volumes.Data (ou ano de publicação) – deve ser indicada em algarismos arábicos. . conforme os exemplos: [1971 ou 1972] – um ano ou outro. 125-127.Tradução de Tradução SAADI. (Coleção Rubaiyat). Drogas cardiovasculares e gravidez. [entre 1906 e 1912] . Reimpressão LION. se não houver nenhuma data na publicação.Paginação – a representação do total de páginas e/ou folhas deve se basear no último numeral grafado. seguidas de ponto. registre uma data aproximada entre colchetes. M. [ca. Seguem alguns exemplos das Notas mais comuns: .. .Mês – deve ser indicado no idioma em que aparece no documento e de forma abreviada. São Paulo: Círculo do Livro. . Veja as abreviaturas e as variações por idioma no Anexo A. na forma como aparece no documento.” . Rio de Janeiro: J. . ANDRADE. n. [1973] – data certa extraída de outra fonte que não o documento. 1981.Separata..

São Paulo.Não paginado. 1986.: ISBN 85-326-1087-0 .Monografia. . . U. A. C. . 30.Bibliografia. Obs. Dissertação.: Outras Notas importantes para a identificação da obra poderão ser incluídas. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Cometas: do mito à ciência.Resenha (ou rescensão) MATSUDA. M. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje.ISBN. Tese e outros trabalhos acadêmicos ARAÚJO.Mimeografado. 102 f.Não publicado. . como as seguintes : . 115-120.Bula de remédio. . 5.Inclui bibliografias. P. 1986. 1987. São Paulo. . Ex. p. . São Paulo: Ícone.98 . Máscaras inteiriças Tukúna: possibilidades de estudo de artefatos : de museu para o conhecimento do universo indígena.No prelo. 20.Paginação irregular.M. Ex: Bibliografia: p. v. . T. . n. Resenha de: SANTOS. 1985. abr.

1 Gênero literário inaugurado por Michel de Montaigne (1553-1592). para comunicação em congressos e reuniões científicas. não periódica. uma vez que chega a ter. . Segundo a NBR 6029. 49 páginas. Genericamente falando. segue plano definido (NBR 6021). O artigo científico trata de assunto resultante de pesquisa. Crítica Documento no qual é apreciado o mérito de uma obra literária. editada de forma impressa ou digital. artística. é destinado à divulgação através de uma publicação científica e sujeito a aprovação por julgamento (referee). Periódico Publicação editada em intervalos prefixados.99 APÊNDICE B – Outros trabalhos acadêmicos: caracterização Artigo Texto com autoria declarada. científica etc. cuja aceitação é sujeita a julgamento (referee). menos aprofundado e/ou menor que um tratado formal e acabado. métodos. por tempo indeterminado. constitui texto elaborado sobre determinado tema ou resultado de um projeto de pesquisa. Em quaisquer dos casos. Ensaio 1 Documento sobre determinado assunto. sem rigor quanto ao método. desenvolvido por meio de tentativas. modalidade de artigo científico de menor extensão. O paper. no entanto. pode ser classificado em periódicos gerais e periódicos especializados. com a colaboração de diversos autores. processos e resultados de estudos e pesquisas nas diversas áreas do conhecimento. no primeiro caso. Uma publicação de menor extensão seria mais elegantemente designada opúsculo. técnicas. que apresenta e discute idéias. originalmente em três volumes. no máximo. que não se trata de uma definição consensual. monográfica. expondo idéias e opiniões. portanto. o folheto se distingue do livro pela sua extensão. Livro e Folheto Publicação avulsa. uma vez que a extensão por si só parece não constituir um elemento definidor. é revestida por capas. Convém esclarecer. sob a responsabilidade de um editor e/ou comissão editorial. É destinado à divulgação por meio de periódicos (NBR 6022). com a obra Ensaios.

100 Projeto de Pesquisa
Documento que descreve os planos, fases e procedimentos de um processo de investigação científica a ser realizado (2.3).

Relatório Técnico-científico
Documento que relata formalmente os resultados ou progressos obtidos em pesquisa ou que descreve a situação de uma questão técnica ou científica (NBR 10719).

Resenha ou Rescensão
Comunicação de pequeno porte, contendo a análise crítica ou informativa de uma nova publicação (livro ou revista).

Sinopse
Apresentação sucinta de um artigo, livro e outros documentos.

Trabalho didático
Pequenos textos exigidos nos cursos de graduação sobre estudos realizados pelos alunos, com o objetivo de induzir e fixar o aprendizado.

101

APÊNDICE C - Fontes: caracterização

Abstracts Veja Indexes/Abstracts Artigos Veja Apêndice B Bancos de bibliografias Fontes que reúnem bases de dados bibliográficos por área de conhecimento e por assunto. Bases de dados bibliográficos Fontes apropriadas para identificar a literatura especializada sobre determinado assunto. Inicialmente, apresentavam-se em sistema batch1; hoje estão disponíveis em CD-ROM e on-line. Bibliografias Publicações que registram a literatura produzida sobre determinado assunto. Bibliotecas virtuais Coleções ou estoques de informação disponibilizados on-line, normalmente por área temática2. Catálogos e Catálogos Coletivos Fontes que, além de listarem as obras existentes numa biblioteca ou num conjunto delas, indicam sua localização; podem reunir registros de livros, periódicos, teses e outros materiais existentes numa biblioteca ou num conjunto delas, respectivamente. Compêndios Veja Manuais
1 2

Sistema de processamento off- line (fora de linha)

Também designada biblioteca eletrônica e/ou digital, ainda não há um consenso sobre sua denominação. Pode referir-se àquela que efetua on-line os processos de indexação/recuperação/gerenciamento/disseminação de informações, àquela que contém links para informações existentes na internet, à que contém textos integrais (digitalizados) e até mesmo àquela que utiliza as tecnologias da realidade virtual.

102
Dicionários Obras que trazem definições ou pequenas explicações sobre termos ou conceitos usados em determinados campos ou disciplinas; no caso dos dicionários de língua, incluem tradução. Diretórios (Indicadores) Dados sistematizados para localização de organizações, incluindo endereço completo, dirigentes, contatos, publicações, entre outros. Dissertações/Teses Veja 2.2 Enciclopédias Obras que trazem informação introdutória sobre todos os assuntos (enciclopédias gerais) ou sobre assuntos específicos (enciclopédias especializadas), organizadas de modo sistematizado, incluindo definição, descrição, histórico, dentre outros, e bibliografia ao final de cada tópico; normalmente, apresentam-se em vários volumes. Guias de Literatura Listas de fontes (obras) sobre determinado(s) assunto(s), organizadas por tipo de material ou por temas específicos de uma grande área; incluem orientação para o processo de busca das fontes. Indexes/Abstracts Bibliografias correntes que contêm referências (autor, título, data da publicação etc.) de obras onde se encontra a informação especializada; quando, além da referência, as fontes também apresentam um resumo do conteúdo de cada obra, elas são denominadas abstracts. Livros/Folhetos Veja Apêndice B Manuais (Handbooks), Compêndios Livros contendo grande volume de informação para áreas especializadas, particularmente as ciências; além de texto, contêm informações estatísticas e factuais, incluindo tabelas, quadros, gráficos; alguns são usados como manual profissional. Monografias Veja 2.2

103
Patentes Títulos de propriedade temporária conferidos pelo Estado aos inventores; essa fonte fornece informações sobre o título do invento, o nome do inventor, um resumo com a indicação de uso e das vantagens da invenção etc. Periódicos Veja Apêndice B Relatórios Técnico-científicos Veja Apêndice B Resumos Veja Indexes/Abstracts Revisões (Reviews) Breves apresentações de trabalhos referentes a uma área e a um determinado período, acompanhadas da avaliação de novas contribuições, métodos, resultados e de uma bibliografia significativa.

capes. As fontes para subsidiar sua pesquisa foram selecionadas principalmente no Portal de Periódicos1 da Capes.gov. alguns catálogos de bibliotecas brasileiras.105 APÊNDICE D . Não se trata de uma lista exaustiva. entre outros. na relação apresentada a seguir. segundo a classificação da Capes. como a Base de Dados Bibliográficos da UFBA.br) . Você encontrará também alguns catálogos de bibliotecas baianas. que reúne os periódicos especializados estrangeiros. mas observe que nelas estão incluídos catálogos de algumas das grandes universidades e de outras instituições brasileiras. UNIFACS. está indicada a modalidade de acesso às fontes (pública ou regulamentada). UNEB. e a Web of Science.periodicos. que traz periódicos nacionais selecionados. o catálogo da Biblioteca Nacional. existentes no Brasil e no exterior. Observe também que. 1 Resultado da parceria Capes / CnPq / Fapesp (http://www. como o Dedalus da USP. que reúne as principais bases de dados em todas as áreas do conhecimento e mais de 11 mil títulos de periódicos especializados com texto completo. constituindo-se na principal base para estudo de impacto. reunidas por área do conhecimento.Bases de dados bibliográficos Aqui você encontrará nomes e endereços de algumas das fontes de informação mais úteis para a pesquisa científica. Merecem destaque a base SciELO.

em catálogos independentes. e o de nomes fornece o nome certo do autor.inep. Boedecker e Mário Henrique Simonsen (BMHS). Contém o acervo da biblioteca da FCC.uneb.br/biblioteca.loc. filmes.bn.org.fcc.br X X Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) Catálogo on-line da Biblioteca http://www.gov Catálogo on-line da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. jornais. BR. obras coeditadas e a série Textos FCC. inclui periódicos. Além de livros. incluindo relatórios de pesquisa.fgv. Legenda: P= Público R=Regulamentado .106 Catálogos on-line de Bibliotecas Acesso P R Instituição / Endereço eletrônico X Reúne os acervos representativos da produção bibliográfica nacional.dbfcc. Library of Congress (LC) Online Catalog http://catalog. Universidade de Brasília (UnB) Catálogo http://www. integrantes da Biblioteca do Inep.br X Reúne referências bibliográficas nas diferentes temáticas educacionais. obras raras etc. DF. Oferece também os seguintes recursos: Catálogo de autoridades de assuntos e de nomes.br/ X Catálogo on-line das bibliotecas da UNEB.ubn. Contém os catálogos on-line das bibliotecas Karl A. Universidade do Estado da Ba do Bahia (UNEB) B) Base de Dados Bibliográficos http://www.br X Catálogo on-line da Biblioteca Central da UnB.biblioteca.html X Fundação Getúlio Vargas http://www. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) Catálogo da Biblioteca http://www. Indexa artigos de alguns títulos de periódicos nacionais sobre Educação.ibict.br Fundação Carlos Chagas (FCC) Catálogo da Biblioteca Ana Maria Poppovic www. BA. O de assunto fornece os termos autorizados na linguagem documentária. Caracterização Biblioteca Nacional Catálogos http://www.gov.br X Contém referências e resumos de literatura em política científica e tecnológica.

br Catálogo integrado das bibliotecas da UFRJ.br X Catálogo integrado das bibliotecas da UFRGS. BA.br/ X Catálogo integrado das bibliotecas da UFBA. RJ.unesp.Universid de Estadual de Campinas ( iversidade Estadu Ca (Unicamp) Acervus* http://www.uesc. Universidade Estadu de Santa Cruz (UESC) de Estadual Sa Cru Base de Dados Bibliográficos http://www. BA.br/ X Catálogo integrado das bibliotecas da UFPR.br X Universidade Estadu Paulista Júlio de M squita Filho de Estadual Mesqu Fil (Unesp) (Un Base de Dados Bibliográficos http://www. 107 Legenda: P= Público R=Regulamentado .bibliotecacentral. Universidade Federal do Rio de Ja de Fede Janeiro (UFRJ) Base Minerva* http://www. SP.ufmg.ufba. Universidade Federal do Rio Grande do Su (UFRGS) de Fede Gra de Sul Bases de Dados Bibliográficos http://www. Universidade Federal do Paraná (UFPR) Base de Dados Bibliográficos http://www. Ilhéus. Universid de Estadual de Feira de Santana (UEFS) iversidade Estadu Fei Sa EFS) Base de Dados Bibliográficos http://www. X Catálogo integrado das bibliotecas da Unicamp.ufrj.ufpr.br/biblioteca/ X Catálogo das bibliotecas universitárias da UESC. SP. Universidade Federal da Bahi (UFBA de Fede Bahia FBA) Base de Dados Bibliográficos http://www.ufrgs.uefs. BA.unicamp. RS.br X Catálogo das bibliotecas da UEFS. Universidade Fede de M s Gerais (UFMG) de Federal Minas Gera Base de Dados Bibliográficos http://www.br X Catálogo integrado das bibliotecas da Unesp.br X Catálogo integrado das bibliotecas da UFMG. PR.portal. MG.

php/bibliotecas Catálogo global das bibliotecas da USP.bu.usp. Universidade Salvador (Unifacs or facs) Base de Dados Bibliográficos http://www. SC.br/index. Universidade de São Pa o (US ão Paulo (USP) Dedalus* http://www4.htm X Catálogo integrado das bibliotecas da Unifacs.108 Universid de Fede de Sa iversidade Federal Santa Catarina (UFSC) FSC) Bases de Dados Bibliográficos http://www. BA. SP.br/biblioetca/index.ufsc. Legenda: P= Público R=Regulamentado * Corresponde ao nome fantasia do Catálogo .br/ X X Catálogo integrado das bibliotecas da UFSC.unifacs.

Acesso P R Caracterização Banco de Teses (Capes) http://www. USA ) http://www. inclui ainda mais de 40 mil dissertações. As informações constantes desta base são fornecidas diretamente à Capes pelos programas de pós-graduação mantidos por universidades e instituições de pesquisa brasileiras. assunto e instituição.proquest. e são de sua inteira responsabilidade. X* Referências e resumos de mais de um milhão de teses produzidas. UK) http://www. tais como alterações.ingentaconnect.shtml X* Ingenta (Ingenta Institute. ao manter sua BDTD. Cada Universidade. ementa e outros dados relacionados a norma jurídica. automaticamente figura tanto na base nacional. por sua vez.br/sf Base de dados que reúne a Legislação Republicana Brasileira. 109 Legenda: P= Público R=Regulamentado . CNPq) http://www. republicações retificações.gov.periodicoscapes. em mais de mil universidades de todo o mundo.gov. Trata-se de um consórcio de bibliotecas mantido pelo IBICT e compartilha dados com a Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLT). partes vedadas etc) e Resumos padronizados. desde 1861.br X Digital Dissertations (Dissertation Abstracts) (ProQuest Information and Learning.htm Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) (IBICT.ibict.com/ X Cobre mais de 30 mil títulos de periódicos.gov.bdtd.br/servicos/bancoteses.capes. número da publicação. O acesso é gratuito para os sumários e as referências e pago para obtenção de textos completos.Multidisciplinares Nome / Endereço X Contém resumos e outras informações de teses e dissertações apresentadas aos programas de pós-graduação do País. consulte esta base através da URL: http://www. como na internacional.br Obs. banco de dados internacional de bibliotecas digitais de teses e dissertações. a partir de 1987.: Se sua instituição não for assinante do Portal de Periódicos Capes. Legislação Federal Brasileira (Senado Federal) http://www. organizada por referências (tipo.senado. Permite pesquisa por autor. a maior parte acompanhada de texto integral.com/products_umi/dissertations/disex press.Bases de Dados Bibliográficos .

br X* X Web o Science of (Institute for Scientific Information.jsp x A Red de Revistas Cientificas de América Latina. Social Sciences Citation Index e Arts & Humanities Citation Index. É resultante da reunião de três importantes fontes de informação especializada: Science Citation Index. publicados em revistas brasileiras.periodicos.scielo. iniciativa da Universidad Autônoma de Estado de México (UAEM). reúne 510 revistas e 80mil artigos. como resultado da parceria CAPES/FAPESP. SciELO – Scientific Electronic Library Online (FAPESP/BIREME) http://www. el Caribe.br Banco de dados contendo referências de artigos publicados a partir de 1945.110 Redalyc Red (UAEM) http://redalyc. Espana y Portugal. a maioria apresenta resumos.gov.ISI. Base de dados incluindo textos completos de artigos científicos.capes. USA ) http://www. Legenda: P = Público R= Regulamentado *Disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES para instituições brasileiras de ensino superior e de pesquisa.mx/redalyc/index.700 periódicos de alto impacto especializados.uaemex. em mais de 8. com o objetivo de divulgar a atividade científica que se produz em e sobre os países ibero-americanos. .

agricultura. Recursos Pesqueiros e Engenharia da Pesca.técnicocientífica e de extensão rural -. Economia Agrícola. Medicina Veterinária.gov/ AGRIS (Food and Agriculture Organization of the United Nations FAO) http://www. além de teses e outros documentos da literatura nacional e internacional sobre Agropecuária existentes nos acervos das bibliotecas da Ag Empresa. Piscicultura. Botânica. Recursos Florestais e Engenharia Florestal.gov. Criada em 1974. As buscas podem ser efetuadas em inglês. USA ) http://agricola.nal. Aqüicultura. registra literatura sobre Ciências Agrárias.ht ml X AGRICOLA (National Agricultural Library. Inclui também referências de literatura não convencional (grey literature).br Legenda: P= Público R=Regulamentado 1 Agronomia.Bases de Dados Bibliográficos – Ciências Agrárias1 Acesso P R X Caracterização Contém referências da produção técnico-científica dos pesquisadores da Embrapa. Nome / Endereço Acervo Documental (Embrapa) http://www. Extensão e Educação rural. produzida desde 1870. Pecuária e Abastecimento) http://www. Entomologia.br/servicos/bdpa/frame_bdpa. Contém mais de 190 mil referências da literatura agrícola brasileira . Geociências e Ciências Ambientais.fao. Ciências Florestais. Secretaria Executiva.BINAGRI. francês e espanhol. 111 .embrapa. Ciência e Tecnologia de Alimentos.cnptia. Engenharia Agrícola. Contém referências sobre literatura especializada em Ciências Agrárias: Agronomia.org/agris/ X X AGROBASE – Literatura Agrícola (Biblioteca Nacional de Agricultura . Ministério da Agricultura. Zootecnia.lusda. Ciência dos Alimentos e Nutrição humana. Medicina Veterinária. inclusive a produzida nos países em desenvolvimento.

como Botânica. Produção Científica Embrapa.usp. Contém referências de artigos de periódicos da área agrícola.br Uma das mais importantes fontes de informação na área das Ciências Ciênc Biológicas contém referências e resumos de artigos publicados em periódicos de todo o mundo.gov.periodicos. USA) http://www.capes.112 Base de Dados de Literatura Periódica em Ciências Agrárias (PERI) (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.capes.periodicos. Abrange os diversos campos da área.Ag Agricultura e Medicina Veterinária. Inc. USP) http://dibd. Bases Temáticas Embrapa além do Catálogo Coletivo de Periódicos Embrapa e da base Cadastral de Instituições.gov. Bo Zoologia. patentes etc. trabalhos de eventos.br X* Legenda: P= Público R=Regulamentado * Disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES para instituições brasileiras de ensino superior e de pesquisa. X* Oferece acesso a texto integral da literatura principal (core literature) de Biologia e Agricultura. Wilson) http://www.W. como resultado da parceria CAPES/ FAPESP.capes.periodicos. .esalq. Biotecnologia e Ecologia.embrapa. UK) http://www. relatórios. Ag X Produzida pela Divisão de Biblioteca e Documentação da ESALQ. Bioquímica.. publicados em português e ag espanhol. dentre outros.br X* BIOSIS (Biological Abstracts. publicadas em periódicos.htm X A BDPA reúne as seguintes bases de dados: Acervo Documental Embrapa. livros. CAB Abstracts (Commonwealth Agricultural Bureau.gov. Base de Dados de Pesquisa Agropecuária (BDPA) (Embrapa) http://www.cnptia. Neurologia.br/peri.br Biological and Agricultural Index Plus (H. Contém referências e resumos da literatura mundial sobre .bdpa. Microbiologia.

Botânic nica.esalq.htm Produzida pela Divisão de Biblioteca e Documentação da ESALQ.Inclui também referências de literatura não convencional (grey literature). Fisiologia. Fonoaudiologia. Odontologia. além de teses e outros documentos da literatura nacional e internacional sobre Agropecuária existentes nos acervos das bibliotecas da Empresa.html X X Contém referências da produção técnico-científica dos pesquisadores da Embrapa. países em desenvolvimento. Ciência dos Al s Alimentos e Nutrição humana Ge na. Neuropsicofarmarcologia. Aqüicultur Aqüic ura. Zoologia. francês e espanhol.Bases de Dados Bibliográficos – Ciências Biológicas e Ciências da Saúde2 Acesso sso P R Nome / Endereço Caracterização Acervo Documental Ac (Embrapa) http://www. Contém referências de artigos de periódicos da área agrícol publicados em português e espanhol. Criada em 1974.bireme.cnptia. Parasitologia. Nutrição.embrapa. Piscicult ultura. Botânica. As buscas podem ser efetuadas em inglês. 113 .FAO) http://www.usp. Educação Física e Esportes. Extensão e Educação rural. Pecuária e Abastecimento) http://www.BINAGRI. Farmácia.br AGRICOLA AG (National Agricultural Library. Geociênc ncias e Ciências Am Ambientais. Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Medicina. Citologia e Biologia Celular. Microbiologia. Farmacologia e Toxicologia. Contém mais de 190 mil referências da literatura agrícola brasileira .agricultura. Enfermagem. Entomologia. Adol Ad olec http://www.br/peri.gov/ X AGRIS AG (Food and Agriculture Organization of the United Nations . produzida desde 1870. Econom Agrícola. Neurofisiologia.gov.lusda. Contém referências sobre literatura especializada em Ciências Agrárias: Agron cias rárias ronomia. Histologia. ag cola. Ministério da Agricultura. Legenda: P= Público R=Regulamentado 2 Anatomia e Embriologia. USA ) http://agricola.fao. Ciências Florestais. Imunologia. USP) http://dibd. Genética. is. Ecologia. Saúde Coletiva.org/agris/ X X AGROBASE – Literatura Agrícola AG Ag (Biblioteca Nacional de Agricultura . Medici omia ão ação ru cina Veterinária. registra literatura sobre Ciências Agrárias inclusive a produzida nos as as.nal.br X Base de Dados de Literatura Periódica e Ciências Agrárias P a em as as (PERI) (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Ag Base de dados bibliográficos contendo referências da literatura internacional da área de saúde de adolescentes e jovens.br/servicos/bdpa/frame_bdpa. extraídas das bases de dados MEDLINE e LILACS. Bioquímica e Biofísica.técnico-científica e de extensão rural -. Secretaria Executiva.

relatórios. Neurologia.bdpa.gov. Inc. italiano e francês. tendo em vista o seu objetivo de construir. inclui trabalhos publicados nos principais periódicos mundiais da área. ogia.capes. não é seletiva.bireme.gov. trabalhos Al de eventos. Compreende artigos de periódicos. Bibliografia Bra Brasileira de Od Odontologia (BBO) (Serviço de Documentação Odontológica da Faculdade de Odontologia da USP) http://www. Contém referências e resumos da literatura mundial sobre -Agricul Agricultura e Medicina Medi nária. Inclui livros.embrapa. X A BDPA reúne as seguintes bases de dados: Acervo Documental Embrapa. com artigos em português. assim como artigos de autores brasileiros publicados no exterior.Food Science a Technology Ab TA and Technology Abstracts (International Food Information Service – IFIS. Bioq Abrange os diversos campos da área..br X Contém referências e resumos de artigos de periódicos.periodicos. teses. USA) http://www.br X Contém referências da literatura brasileira na área de Saú Oral.br/bvs BIOSI BIOSIS (Biological Abstracts. produzidos no Brasil e de autores brasileiros publicados no exterior. produzida pela Base de dados contendo referências bibliográficas sobre homeo Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho. relatórios. homeopatia. manuais. Biotecnologia e Ecologi dentre outros. Abrange todos os aspectos da terapia por medicamentos e da classificação das drogas.periodicos. Produção Científica Embrapa. publicados em todo o mundo desde 1970. Saúde folhetos. Contém referências e resumos da literatura mundial em Ciência e Tecnologia de Ci Alimentos publicada desde 1969.periodicos.capes. padrões. livros. como Botânica. livros. publicadas em periódicos.br CAB Abstracts Ab (Commonwealth Agricultural Bureau.br International Pharmaceutical Abstracts (American Society of Health/ System Pharmacists-ASHP) Legenda: P= Público R=Regulamentado . da Associação Paulista de Homeopatia. UK) http://www.br X HomeoI ex meoIndex (Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho. teses.114 Base de Dados de Pesquisa Agrope ária (BDPA) dos pecuár (Embrapa) http://www. http://www. a partir de 1986.cnptia.capes. patentes Veteriná etc. livros. desde finais do século XIX até hoje. da Associação Paulista de Homeopatia) http://www. Microbiologia. publicada pelo Serviço de Documentação Odontológica da Faculdade de Odontologia da USP. teses. Desenvolvida desde 1990. separatas e publicações periódicas.bireme. Esta Bibliografia. trabalhos de eventos sobre Enfermage En agem.br X* X* FSTA . Centro Cooperante da Rede Brasileira de Informação em Ciências da Saúde.bireme. a Memória Nacional em Odontologia. espanhol. UK) http://www. inglês. Base de Dados em Enfermagem (BDENF) Escola de Enfermagem da UFMG e Centros Cooperantes Rede BVS Enfermagem. trabalhos de eventos. contém referências e resumos de artigos publicados em periódicos de todo o mundo. X* Referências de artigos de periódicos sobre Farmacologia e áreas afins. legislação e patentes. X* as Biológi Uma das mais importantes fontes de informação na área das Ciências Biológicas. Bioquímica. Bases Temáticas Embrapa além do Catálogo Coletivo de Periódicos Embrapa e da base Cadastral de Instituições. Zoologi Ecologia.gov.

UNAM) http://dgb.br X SIBRADID – Sistema Brasileiro de Documentação e Informação Desportiva (Escola de Educação Física. inclui registros de capítulos de livros. e também referências de teses. Odontol Ve Indice de Revistas Latinoamericanas en Ciências. A partir de 1994 incorporou os registros da base de dados ECO referente à Ambiente Ecologia Huma e Saúde. desde 1966. da UNAM.ufmg. USA).bireme. Contém referências bibliográficas da le legislação básica em saúde vigente em mais de 30 países da América Latina e do Caribe. Abrange a literatura publicada na América Latina e Caribe. Enfermagem.mx/ X X REPIDISCA REP A (Centro Pan-Americano de Engenharia Sanitaria e Ciencias do Ambiente – CEPIS. compreendendo artigos de cerca de 1300 revistas da área da saúde. anais de congressos ou conferências.LEYS .eef.br.unam. biomé Ciências Contém referências bibliográficas da literatura sobre Engenharia Sanitária e Ciênc do Engenhari Ambiente.portal capes. Legenda: P= Público R=Regulamentado * Disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES. 115 . Recreação e assuntos afins. desde 1982. Medicina Veterinária e assuntos correlatos. Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG) www. Fisioterapia. Abrange Me Medicina. ultrapassa 11 milhões de referências bibliográficas de artigos publicados. Odontologia.br Contém referências e resumos da literatura especializada em Ciências do Esporte. Maior base de dados na área biomédica. em mais de 3.Legislação Básica de Saúde da América Latina e Caribe. Peru) http://www. publicada desde 1985.br X Contém referências e resumos da literatura em Ciências da Saúde publicada nos países Ci da Região.sibradid. como resultado da parceria CAPES/ FAPESP. capítulos de teses. Lazer. livros. relatórios técnico-científicos e publicações governamentais.br MEDLINE ME (U. Além de documentos produzidos no Brasil.bireme. Unidade de Desenvolvimento de Políticas e Sistemas de Saúde (HSS/HP/OPAS) e pela Bireme http://www.800 periódicos especializados. 76% das referências apresentam resumos em inglês.bireme.gov. naturais. capítulos de livros.National Library of Medicine) http://www. Ciên Educação Física. para datas mais recentes. engenharias e tecnologia. LILACS – Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (BIREME) http://www. inclui traduções e documentos oriundos dos países de língua portuguesa. X PERIODICA (Universidad Nacional Autónoma de México . Terapia Ocupacional. para instituições brasileiras de ensino superior e de pesquisa.S. mana Sa X Base de dados coordenada pelo Sistema de Documentação sobre Legislação Básica do Setor de Saúde na América Latina e Caribe – Desarrollo de Políticas de Salud (HSP/OPAS – Washington. Oferece referências bibliográficas de documentos publicados em revistas especializadas em ciências ci omédicas.

periodicos.br Electrical & Eletronics Abstracts ver INSPEC IN X Contém referências e resumos de artigos de periódicos. prioridade. Probabilidade e Estatística e Química. e de tecnologia relativa a todos os tipos de fontes energéticas. dentre outros Derwent Innovations Index (Institute for Scientific Information – ISI.capes. além de Física Aplicada. Física. coordenada pelo CIN/CNEN.br 3 Astrofísica. relatórios. inclui referências e resumos de artigos de periódicos. n COMPENDEX (Engineering Information Inc. técnicos. A consulta pode ser feita pela classificação. Óptica. famílias de patentes.gov.gov.br Chemical Abstracts ver Sci Finder Scholar S X* Versão eletrônica do Engineering Index.gov..br/Energy/ Consulta gratuita mediante senha de acesso a ser solicitada ao CIN/CNEN: http:///www. .br Computer & Control Abstracts ver INSPEC X* A mais abrangente base de dados internacional de patentes. data de publicação.capes. nome do inventor ou depositante. relatórios técnicos. Caracterização Base Patentes (Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI) http://pesquisa. Meteorologia. nas área de produtos químicos. inclui também a literatura sobre En Energia produzida no Brasil.cnen. engenharia e produtos elétricos e eletrônicos. referentes aos aspectos científicos. levantamentos e análises estatísticas.inpi.gov. dentre outras. cobre todos os campos da Engenharia.gov. monografias. Matemática. London) http://www.capes. Graças à Rede Brasileira de Informação em Energia (REBIE).periodicos. Inclui títulos descritivos.periodicos.116 Bases de Dados Bibliográficos – Ciências Exatas e da Terra e Engenharias3 Acesso P R Nome / Endereço X Contém registros de patentes publicadas no Brasil a partir de 1992. com dados pat bibliográficos e resumos. livros.cnen. anais e trabalhos de conferências publicados desde 1970. Geociências. assunto. econômicos ambientais e à política de combustíveis. Energy Database (International Energy Agency / Energy Technology Data Exchange. patentes e literatura não convencional (grey literature). cobrindo as invenções pat patenteadas a partir de 1963. Fuel and Energy Abstracts (Institute Energy. número.br/produtos/cin/energy/energy01. USA) http://www. En Eletrônica e In strumentação. livros. trabalhos de eventos. trabalhos de eventos. Ciência da Computação. França ) cin. produzidos em todo o mundo nas áreas de pesquisa em En Energia. USA) http://www. Astronomia.dsp Engineering Index ver CO COMPENDEX X* Publicação quinzenal que registra resumos de relatórios. resumos.gov.

org/mathscind x X PERIODICA (Dirección General de Bibliotecas. legislação etc.mx/ Physics Abstracts ver INSPEC IN X Contém referências bibliográficas da literatura sobre Engenharia Sanitária e Ci En Ciências do Ambiente. Sa REPIDISCA (Centro Pan-Americano de Engenharia Sanitaria e Ciencias do Ambiente – CEPIS. relatórios técnicos e teses. relatórios e teses. compreendendo artigos de periódicos. Austria) http://www. b iomédicas. Cobre a literatura mundial em Ma Matemática publicada a partir de 1940. relatórios de P&D. USA) http://www. USA) http://www. anais de eventos. El Engenharia Elétrica. USA) http://www. teses.unam.br X Sci Finder Scholar (CAS Chemical Abstracts Service. X* É a maior base de dados internacional em G eociências.iaea. como resultado da parceria CAPES/ FAPESP. livros. * Disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES para instituições brasileiras de ensino superior e de pesquisa. 117 Legenda: P= Público R=Regulamentado . Abrange as fontes Mathematical Reviews e Current Mathematical Publications. contém referências de artigos de periódicos. trabalhos de eventos. Ciência da Computação. Além disso.periodicoscapes.org.br X* A maior fonte de informação sobre aplicações pacíficas da ci ciência e da Te Tecnologia Nuclear.br X* MathSciNet (American Mathematical Society .periodicoscapes.gov.. dissertações e livros.periodicos. desde 1970. da Universidad Nacional Autónoma de México. Abrange artigos publicados nos periódicos mais importantes da área. Oferece referências bibliográficas de documentos publicados em revistas especializadas em ci ciências naturais./inis/database/inis_database. contém referências de artigos. referências de livros.ams.htm INSPEC (Institution of Electrical Engineers – IEE .International Nuclear Information System (International Atomic Energy Agency. Comunicações e Tec ecnologia da Informação. em artigos de periódicos. patentes. patentes. Eletrônica. INIS . trabalhos de eventos.GeoRef (American Geological Institute.gov.bireme. relatórios técnicos. inclui também trabalhos de eventos. Peru) http://www. UK) http://www. Contém mais de 2 milhões de referências e resumos da literatura publicada. livros. anais de eventos e livros. produzida desde 1967.gov. Electrical & Electronics Abstracts e Computer and Control Abstracts.capes. A partir de 1994 incorporou os registros da base de dados ECO referente à Ecologia Humana e Saúde. Contém referências e resumos da literatura mundial sobre Fí Física. Reúne as seguintes fontes: Physics Abstracts.br Trata-se da fonte de informação mais importante para os campos da Qu Química e Engenharia Química. engenharias e tecnologia. revisões. Indice de Revistas Latinoamericanas en Ciências. abrange uma coleção de mais de 500 mil documentos que não são facilmente encontrados nas fontes comerciais. mapas. Universidad Nacional Autônoma do México) http://dgb.

Arqueologia.org. em todo o mundo. Abrange Ar Arquitetura.html Legenda: P= Público R=Regulamentado 4 Administração. em português e outros idiomas.Paul Getty Trust – USA/French Institut the l’Information Scientifique et Technique. teses etc.fgv. Sociologia. Demografia.br X Contém referências de monografias e artigos de periódicos. Instituto de Psicologia. Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos de Ciência da Informação (BRAPCI) Departamento de Ciência e Gestão da Informação da Universidade Federal do Paraná.ufpr. . Economia. Incorpora o International Repertory of the Literature of Art ( RILA) e o Repertoire d’Art et d’Árcheologie (RAA). Bireme. Geografia. Ensino de Ciências e Matemática.rlg.USA) http://openaccess. Pintura. Educação. Além dos periódicos. catálogos de exposições. Desenho e Ar Pin De Artes Decorativas e Aplicadas. Nome / Endereço No Caracterização ABI INFORM (ProQuest Information and Learning. Serviço Social. CNRS. inclui livros.Psicologia (Conselho Federal de Psicologia. fotos. Religião. Comunicação. Antropologia . a partir 1992. França).gov.com/business Disponível em CD-ROM (1993-1998) na Biblioteca da Escola de Administração da UFBA. filmes e fitas. reúne a literatura publicada há mais de 20 anos em periódicos nacionais da área Psicologia. História. discos. Economia Doméstica. inclui um portal de livros científicos na área. Textos na íntegra de mais de 500 desses títulos. Desenho Industrial.php X Biblioteca Virtual em Saúde . Arquitetura e Urbanismo. Planejamento Urbano e Regional. e de artigos de jornais publicados no Caderno Direito e Justiça do Correio Braziliense. Filosofia. Bibliografia Brasileira de Direito (Biblioteca Acadêmico Luiz Viana Filho. OPS/OMS) http://www. impressos. Ciência da Informação.118 Bases de Dados Bibliográficos – Ciências Sociais Aplicadas e Ciências Humanas4 Acesso P R X Referências e resumos de artigos publicados em periódicos de Administração e áreas Ad correlatas.br/index. Psicologia. http://www. Além de cobrir 1400 periódicos. Bibliography of the History of Art (J.org/citadel.br/comum/htm/ X Contém as informações existentes no acervo documental do CPDOC. X Accessus Centro de Pesquisa e Documentação Histórica Contemporânea (CPDOC) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) http://www. Contém referências e resumos da literatura produzida desde 1963 sobre a Hi História da Arte na Europa e nas Américas. Ciência Política. editados no Brasil desde 1980. ensaios. dos quais mais de um milhão encontram-se referenciados na base Accessus. Museologia.dialog. http://www. Composto de manuscritos.br/ X Base de dados datada de 1997. Disponibiliza referências e resumos de 4690 textos publicados em 27 periódicos nacionais impressos e eletrônicos da área de Ciência da Informação.USP.bvs-psi. esse acervo está estimado em um milhão e oitocentos mil documentos.senado.cpdoc. Direito. trabalhos de eventos.brapci. Es Escultura. Teologia e Turismo. Senado Federal) http:// www.

gov/ EconLit (American Economic Association. So Contém referências e resumos sobre população no Brasil.IUPERJ) http://dataindice. teses. X* Contém referências e resumos selecionados da literatura internacional em Economia. Antropologia. Ci Sociologia. ação. livros. capítulos de livros e trabalhos de eventos.br E-LIS . ar DataÍndice Da (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro . reúne mais de 7 mil documentos. Abrange teoria e método.Citas Latinoame americanas en Ciencias Sociales y Humanidades.CLASE .gov. livros e anais de eventos. trabalhos de eventos. livros.mx/ X Contém aproximadamente 12 mil referências e resumos de artigos de Ciênci Sociais C cias publicados em periódicos brasileiros.edu/dois/ X A base de dados DoIS é um produto do esforço voluntário de pessoas físicas e jurídicas. estudos nacionais e regionais. na área de Ciência da Informação. material didático. Vinculada à National Library of Education. po X Contém referências bibliográficas de documentos publicados em revistas especializadas em ciências sociai humanidades e artes.ed. Universidad Nacional Autónoma de México . Produto de trabalho voluntário. as ais. relações internacionais. relatórios técnicos e de pesquisas. USA) http://www.org X Handbook of Latin Am Ha American Studies (Hispanic Division. ERIC Database (U.E-prints in Library and Information Science http://eprints.loc. Bi Ciência e Tecnologia da Informação. USA ) http://memory. Canada) http://iab. É uma base de acesso aberto a documentos científicos ou técnicos em Biblioteconomia. Inclui artigos sobre países para os quais as informações disponíveis costumam ser escassas. e também textos completos de resenhas de livros publicadas no Journal of Economic Literature.iuperj. pensadores e idéias. teses. instituições políticas e administrativas. compreendendo artigos de periódicos.gov/hlas/ X X IndexPSI ver Biblioteca Virtual em Saúde – Psicologia B Virt Ps International Political Science Abstracts (International Political Science Association. dispõe de 15 mil artigos e 4 mil anais de congressos.S.rclis. Inclui o Cambridge University Press Abstracts of Working Papers in Economics.capes.br/ X DOCPOP – Sistema de Docume mentação sobre a População no Brasil Br (Fundação SEADE) http://www.ksh X DoIS: Documents in Information Science http://wotan. Library of Congress.gov. projetos etc. publicados a partir de 1966.com/ X Contém referências e resumos de artigos sobre Ciência Política publicados em todo o mundo desde 1989. 119 Legenda: P= Público R=Regulamentado . processos políticos. cobrindo cerca de 70 títulos editados a partir dos anos 30.seade. a partir de 1963.br/cgi-bin/docpopv98/docpop.UNAM) http://dgb.sagepub.unam. especialmente referentes às áreas de Ciência Política.liu. Inclui artigos de periódicos.periodicos. dade (Dirección General de Bibliotecas. é a maior base de dados internacional em Educação Contém referências de artigos de periódicos. Contém referências e resumos da produção bibliográfica latino-americana nos diversos campos das Ciências Sociais e Humanas. o Index of Economic Articles in Journals & Collective Volumes. Department of Education ) http://eric.

br X* Philosopher’s Index (Philosopher’s Information Center. X O Indice de Revistas de Educación Superior e Investigación Educativa surgiu em 1997 no Centro de Estudios sobre la Universidad (CESU). compreendendo artigos de periódicos publicados em mais de 65 países. Cobre mais de 480 periódicos de 38 países. Archives and Documentation Centers. inglês. Fi Li Filosofia e Física. críticas. atual Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación. UK) http://www. teses.periodicos.mx/redalyc/index.gov. anais de eventos e relatórios de pesquisa sobre o Brasil urbano. Sociologia. Dança e Mu Musicoterapia. teses.br X REDALYC (UAEM) http://redalyc. e de pesquisadores do Brasil urbano residentes no País.capes. A Red de Revistas Científícas de América Latina. Abrange artigos de periódicos.br X X* Contém referências e resumos de artigos publicados em cerca de 2600 periódicos internacionais.br * Disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES para instituições brasileiras de ensino superior e de pesquisa.gov. A ntropologia.gov.inep. teses.gov. RJ http://urbandata. publicados em 202 línguas desde 1969.periodicos. URBANDATA (IUPERJ. relatórios técnicos e outros documentos publicados a partir de 1887. As normas selecionadas pelo Inep são de interesse geral dos profissionais de educação e instituições de ensino. USA) http://www.capes. Inclui o Current Research in Library and Information Science (CRLIS). Versão eletrônica do Psychological Abstracts. trabalhos de eventos. iniciativa da Universidad Autônoma de Estado de México (UAEM). USA) http://www. A principal fonte utilizada para a seleção das normas é o Diário Oficial da União (DOU). artigos de periódicos. As outras duas – URBI e PESQ – são diretórios de instituições nacionais de ensino e pesquisa em p lanejamento urbano. X* O RILM (Répertoire International de Littérature Musicale) cobre todas as áreas da música: Musicologia Histórica. el Caribe. com indicações sobre o título original e tradução do título.br Sociological Abstracts (Sociological Abstracts. USA) http://www.iuperj.241/~iisue/www/ X* Contém referências e resumos da literatura sobre Bi Biblioteconomia e C Ciência da Informação produzida desde 1969.Library and Information Science Abstracts (Cambridge Scientifc Abstracts. publicados em português. Universidade Cândido Mendes) Consulta no IUPERJ.br/ X* Reúne normas referentes à le legislação federal em educação. Rio de Janeiro. In Et Instrumentos e Voz. além de trabalhos de conferências.gov.capes. Etnomusicologia.192. livros. Contém referências e resumos da literatura relativa aos diversos campos da Fi Filosofia.jsp RILM Abstracts of Music Literature (International Musicological Society.gov. Contém Fí referências de artigos de periódicos. Na base URB. como resultado da parceria CAPES/ FAPESP.periodicos. trabalhos de eventos etc. Legenda: P= Público R=Regulamentado . inclui resumos em inglês e índice de assuntos. relatórios de pesquisas e resenhas de livros.248. PsycINFO (American Psychological Association. capítulos de livros. gravações etnográficas. LISA . teses. España y Portugal. abrange outros campos afins. com o objetivo de divulgar a atividade científica que se produz em e sobre os países ibero-americanos.periodicos.120 IRESIE – Banco de Dados sobre Educación (Instituto de Investigaciones sobre la Universidad y la Educación . filmes e vídeos. Banco de dados com informações sobre a pesquisa urbana no Brasil. como Literatura. reúne 510 revistas e cerca de 80 mil artigos. revisões e livros relacionados à Sociologia teórica e aplicada. francês e espanhol. livros.IISUE) http://132. publicada em periódicos e livros desde 1940.capes. contém referências e resumos da literatura de Psicologia e assuntos correlatos produzida em mais de 45 países. respectivamente.periodicos. encontram-se referências de livros.uaemex. Contém a produção acadêmica em Educação disponível em bibliotecas das principais instituições educacionais da cidade do México.prolei.capes. dissertações. International Association of Music Libraries. USA) http:// www.br X ProLEI (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira -Inep) http://www. constituído por três bases distintas.

teórica e geográfica. desde sua invenção – publicados em todo o mundo desde 1974. gravações etnográficas.br Legenda: P= Público R=Regulamentado * Disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES para instituições brasileiras de ensino superior e de pesquisa. CNRS.gov. Contém referências de artigos de periódicos. Letras e Artes5 Acesso P X Nome / Endereço R Caracterização ARTbibliographies Modern (Cambridge Scientific Abstracts.Paul Getty Trust – USA/French Institut the l’Information Scientifique et Technique. Fi Filosofia e Física. cobre também Se Lingüística descritiva. International Association of Music Libraries. sobre todas as formas de Arte Moderna e C Ar Contemporânea – inclusive sobre a Fo Fotografia. Além de cobrir 1400 periódicos. filmes e vídeos. histórica. Contém referências e resumos de artigos publicados em mais de 3100 periódicos especializados em Lingüística e L Literatura. USA) http://www.php Contém referências e resumos de artigos de periódicos. USA) http://www.csa.csa.loc. Et Etnomusicologia. abrange outros campos afins.com/factsheets/llba-set-c. inclui resumos em inglês e índice de assuntos. 121 5 Artes.capes. com indicações sobre o título original e tradução do título. teses etc.capes.com/factsheets/artbm-set-c. catálogos de exposições. Sociologia. Abrange Ar Arquitetura. Antropologia. como Fo Fonética. Morfologia. Incorpora o International Repertory of the Literature of Art ( RILA) e o Repertoire d’Art et d’Árcheologie (RAA). Fonologia. comparada.Bases de Dados Bibliográficos – Lingüística.periodicos. publicados em 202 línguas desde 1969. como Literatura. Es Escultura. Línguas e Literatura. catálogos de exposições. trabalhos de eventos. Archives and Documentation Centers. Des Desenho e Artes Decorativas e Aplicadas. teses etc. Da Dança e Mu Musicoterapia. trabalhos de eventos etc. MLA (Modern Language Association. Library of Congress. In Instrumentos e Voz.gov. O Répertoire International de Littérature Musicale cobre todas as áreas da música: Musicologia Histórica. capítulos de livros e trabalhos de eventos sobre Musicologia. USA ) http://memory. livros.php X* Contém referências e resumos da literatura sobre os diversos ramos dos estudos lingüísticos. USA) http://www. livros. como resultado da parceria CAPES/ FAPESP.com/factsheets/bha-set-c. Contém referências e resumos da literatura produzida desde 1963 sobre a Hi História da Arte na Europa e nas Américas. USA) http://www. assim como de livros. teses e trabalhos de eventos. Si Fo Sintaxe e Semântica.php X Handbook of Latin American Studies (Hispanic Division. . críticas.br X* RILM Abstracts of Music Literature (International Musicological Society. teses. Contém artigos de periódicos. Lingüística. bem como sobre Ar Artes Plásticas na América Latina.periodicos. ensaios. ensaios. inclui livros. http://www. livros.gov/hlas/ X X Linguistics & Language Behavior Abstracts (Sociological Abstracts. Bibliography of the History of Art (J. Pintura.csa. França).

.

No entanto. Os exemplos apresentados são alguns dos constantes na referida Norma. monografias consideradas em parte (capítulos). Devidamente preenchidos. . correspondem aos tipos de obras consultadas com maior freqüência: monografias consideradas no todo (livros. um índice por assunto que poderá lhe remeter para o item desejado. artigos de periódicos. 2002) para a apresentação dos elementos identificadores de cada obra ou parte de obra que você consultou. embora a Norma 6023 preveja vários casos.. folhetos).. monografias em meio eletrônico. p. formulários a serem xerocopiados para anotação dos documentos que você consultou. na seguinte forma: (SOBRENOME DO AUTOR. lembre-se: à medida que for fazendo citações no seu texto . Ela contém. Observe que. esses formulários corresponderão ao fichamento das suas leituras e constituirão as referências do seu trabalho. ao final. trabalhos de eventos. Caso não sejam suficientes para esclarecer suas dúvidas. a seguir. Os campos a serem preenchidos estão organizados na mesma seqüência estabelecida pela NBR 6023 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. a seguir. consulte a Norma na íntegra. são apresentados. ano.123 APÊNDICE E – Formulários para elaboração de referências Com base na edição de agosto de 2002 da norma da ABNT para Referências (NBR 6023). . Use o verso para fazer o resumo e assim estará agilizando seu trabalho futuro.e mesmo antes de coletar todos os dados da fonte que estiver consultando – anote logo os “dados de citação”.). legislação. os referidos formulários.

São Paulo: FUNDAP .F. 1 e 2. 137 p. (Coleção Antropologia e Ciência Política. Novela e sociedade no Brasil. 1994. . Inclui índice. compilador. Ex.ed. Manuais etc Autor(es) Título Subtítulo Edição Local Editora Ano de Publicação Outros tipos de responsabilidade1 Total de páginas2 Ilustrações Série Notas ISBN Exemplos para fichamento: GOMES. 317 p. 5 v. 15). v. PERFIL da administração pública paulista: 1994. L.: 340 p. Ou total de volumes. . tradutor. ISBN 85-7285-026-0. revisor.124 MONOGRAFIA NO TODO: Livros. ou ainda os volumes consultados de uma obra. 6. Folhetos.G. 1998. 1 2 Ilustrador. Niterói: EDUFF. . adaptador.

Elisabeth Regina Loiola da Cruz. Dissertações e Teses Autor Título Subtítulo Ano de Entrega Nº de folhas Tipo de trabalho (Grau) Instituição Local Ano de Defesa Exemplos para fichamento: SOUZA. 380 f. . Universidade Federal da Bahia. Salvador. Tese (Doutorado em Administração) – . 1998. competitividade e desenvolvimento regional. Agroindústria. 1998. Escola de Administração.125 MONOGRAFIA NO TODO: Monografias.

Capítulo. Exemplos para fichamento: ROMANO. História dos jovens 2: a época contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras.126 PARTE DE MONOGRAFIA: Parte de Coletânea. p. In: LEVI. F. História do Amapá. In: ______. 1996. Verbete.R. .15-24. Volume Autor(es) Titulo Subtítulo Após o subtítulo. Macapá: Valcan. 3. (Org.ed. G. 1994. SANTOS. continuar a referenciação mediante o emprego da preposição In: seguida dos dados referentes à Monografia Considerada no Todo. 1o grau. . G. dos. cap..). SCHMIDT. J. 2. Imagem da juventude na era moderna. p.7-16. A colonização da terra dos tucujus.

In: ______. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. A. POLÍTICA. v.priberam. A. 1999. SÃO PAULO (Estado). 1.127 MONOGRAFIA EM MEIO ELETRÔNICO: no todo e em parte Autor(es) Título Subtítulo Edição Local Editora Ano Descrição física do meio ou suporte Disponível em: Acesso em: Acrescentar aos dados acima as seguintes informações sobre a descrição física do suporte. São Paulo.org. Entendendo o meio ambiente. conforme exemplos a seguir: Exemplos para fichamento: KOOGAN. Lisboa: Priberam Informática. Acesso em: 8 mar. Enciclopédia e dicionário digital 98.bdt. . Direção geral de André Koogan Breikmam. 5 CD-ROM. 1998. (Ed. São Paulo: Delta: Estadão.br/sma/ entendendo/atual. HOUAISS.).htm>. 1998. Secretaria do Meio Ambiente. Acesso em: 8 mar. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. Produzida por Videolar Multimídia. Disponível em: <http://www. Disponível em <http://www.pt/lDLP>. 1999. 1999.

p. M. Disponível em: <http://www. Rio de Janeiro. Reforma do Estado e segurança pública. C. 1997. 1998. 3. nov. Crimes da era digital.com. Seção Ponto de Vista.brasilnet. 15-21.Net. p. . 13. Caderno 8. P. L. 2. Folha de S. M. São Paulo. . 1998.br/contexts/ brasilrevistas. Paulo. 1999. SILVA. Política e Administração. Lagos andinos dão banho de beleza. 28 jun. Rio de Janeiro. NAVES. Folha Turismo.128 PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CONSIDERADA EM PARTE: Artigo e/ou Matéria Autor(es) Título do artigo Título da publicação Local Volume e/ou ano Fascículo ou nº Página inicial e final Período (mês) Ano Disponível em: Acesso em: Exemplos para fichamento: GURGEL. set.htm>. v. Acesso em: 28 nov. n.

In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. M. . Fortaleza: Tec Treina. São Paulo. 1998. A.R. p. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. 1998.. Anais. 1994. continuar a referenciação mediante o emprego da preposição In: seguida dos dados referentes a Evento como um todo. GUNCHO. B. 16-29. A educação a distância e a biblioteca universitária..129 TRABALHO APRESENTADO EM EVENTO Autor(es) Titulo Subtítulo Disponível em: Acesso em: Após o subtítulo.. 10. C. A. 9. Exemplos para fichamento: BRAYNER. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS... Fortaleza.. MEDEIROS. São Paulo: USP. 1 CD-ROM. 1994. R. Anais..

v. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.1. alterando e inserindo parágrafos. de 9 de novembro de 1995. 126. . 6009. 59. Constituição (1988). 8 abr. Seção 1. número e data Ementa. p.130 LEGISLAÇÃO: Constituição. Leis. Portarias etc PAÍS. out. v. São Paulo. Estabelece critérios para pagamentos de gratificações e vantagens pecuniárias aos titulares de cargos e empregos da Administração Federal direta e autárquica e dá outras providências. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência: legislação federal : e marginália. Brasília. p./dez. se houver Dados da publicação Exemplos para fichamento: BRASIL. Decreto-lei nº 2423. pt. Decretos. se for o caso Nome do ato. de 7 de abril de 1988. ESTADO ou MUNICÍPIO Nome da entidade. 1988. Emenda constitucional nº 9. 1966. Dá nova redação ao artigo 177 da Constituição Federal. n.1995. 66.

Espanhol enero – enero febrero – feb. outubro – out. März – März April – Apr. May – May June – June July – July August – Aug. novembre – nov. marzo – marzo abril – abr. février – févr. diciembre – dic. Dezember – Dez. Francês janvier – janv. February – Feb. novembro – nov. março – mar. September – Sept. Alemão Januar – Jan. mayo . Oktober – Okt. agosto – ago. Februar – Feb. dicembre – dic. febbraio – febbr. November – Nov. December – Dec. . août – août septembre – sept. October – Oct. dezembro – dez. novembre – nov. setembro – set. mars – mars avril – avril mai – mai juin – juin juillet – juil. abril – abr. Português janeiro – jan. ottobre – ott. giugno – giugno luglio – luglio agosto – ag. Inglês January – Jan. julho – jul. March – Mar. agosto – agosto septiembre – sept. maio – maio junho – jun. décembre – déc.mayo junio – jun.131 ANEXO A – Abreviatura dos meses Os meses são abreviados segundo padrão estabelecido pela NBR 6023. aprile – apr. noviembre – nov. julio – jul. settembro – sett. octubre – oct. maggio – magg. September – Sept. fevereiro – fev. November – Nov. Italiano gennaio – genn. marzo – mar. octobre – oct. Mai – Mai Juni – Juni Juli – Juli August – Aug. April – Apr.

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133 ÍNDICE ABNT ver Associação Brasileira de Normas Técnicas Abreviatura dos Meses 131 Abreviaturas e Siglas 37. 80 . 34 Anais 85 CD 85 Fichamento 129 On-line 85. 42. 80 Dois ou três autores 54. 51. 39 ver também Resumo em Língua Estrangeira Abstracts ver Indexes Acórdãos 87 Acréscimos 57 Acrônimos ver Siglas Adaptador 124 Agradecimentos 30. 86 Análise e Discussão ver Resultados da Pesquisa Anexos 48. 68 Abstract. 50. 65 Animais Empalhados 93 Ano de publicação ver Datas Apelações 87. 88 Apêndices 48. 65 Apresentação Gráfica 63 Artigos 83. 84. 99 Caracterização 99 Fichamento 128 ver também Paper e Referee Arquivos em Disquete 95 Aspas 65 Associação Brasileira de Normas Técnicas 13 Atlas 91 Autor Desconhecido 55.

105 Bases de Dados 95.134 Entidade 80 Mais de três 80 Mesmo autor. outra edição 46 Mesmo autor. 64 Coleções ver Séries e Coleções . 105 Bibliografias 101 ver também Bancos de bibliografias Biblioteca Digital de Teses e Dissertações 36. outro título 46 Pessoal 79 Três autores 80 Banca examinadora 32 Bancos de Bibliografias 101 Bancos de Dados 94. 101. 68. 105 Bibliográficos 101. 23 Capítulos 67. 69 Bibliotecas Virtuais 101 Brasão da Universidade 22 Capa 22. 101. mesmo ano 54 Mesmo autor. 63. 82 Fichamento 126 Cartaz 90 Catálogos 81 Coletivos 101 De bibliotecas 105 CD (musical) 92 Faixa 93 Cidade ver Local Citação de Citação 53 Citação Direta 53 Citação em Documentos 53 Apresentação 56 Margem 63 Espacejamento 64 Sistema Autor-data 53 Sistema Numérico 55 Tradução 57 Citação Indireta 53 Citação Textual ver Citação Direta Citações com até três linhas 56 Citações longas 56.

124 Comunicação ver Trabalhos de Evento Comutação Bibliográfica 48 Conclusão 45 Congressos ver Eventos Considerações Finais ver Conclusão Constituição 86 Fichamento 130 Coordenador 80 Crítica 99 Currículo do Autor 48 Datas 66 Abreviatura dos Meses 131 Documento sem data 97 Mês 97 Decretos 87 Fichamento 130 Dedicatória 30. 102 Diretórios 102 Disco ver Long Play Dissertações Definição 14 Fichamento 125 Notas 98 Referência 81 Distribuição de Exemplares 69 Documento Cartográfico 91 ver também Atlas. Globo. 33 Deliberações 87 Desenho Técnico 90 Desenhos ver Ilustrações Desenvolvimento [do conteúdo] 44 Destaques 65 Diapositivos ver Slides Dicionários 81. Mapas.135 Coletânea Fichamento 126 Parte de 82 Comentários 57 Compêndios ver Manuais Compilador 80. Fotografia Aérea. Imagem de Satélite .

Doutrina Documento Sonoro e Musical 92. 88 ver também Legislação. Maquete. Objetos de Museu Documentos em Meio Eletrônico 94 Anais 86 Arquivos em Disquete 95 Artigos 83. Transparência. Long Play. Fita Magnética de Rolo. 86 Fichamento 129 ver Trabalhos de Evento Documento Eletrônico ver Documento em Meio Eletrônico Documento Iconográfico 90 ver também Obra de Arte. Cartaz Documento Jurídico 86.136 Documento de Evento Anais 85. Slide. 93 ver também CD. Desenho Técnico. Fotografia. 102 . 87. Jurisprudência. 84 Bancos de Dados 94 Bases de Dados 95 E-mails 95 Fichamento 127 Homepages 94 Jurídico 88 Livros (enciclopédias etc) 81 Listas de Discussão 94 Programas de Computador (softwares) 95 Documento de Evento 85 Documentos Traduzidos ver Notas Dorso ver Lombada Doutrina 88 DVD 89 Edição 96 Editor 80 Editoras 96 Elementos Pós-textuais 45 Elementos Pré-textuais 21 Elementos Textuais 44 E-mails 95 Enciclopédias 81. Partitura Documento Tridimensional 93 ver também Escultura. Fita Cassete.

35 Equações e fórmulas 66 Errata 30.137 Ênfase ver Destaques Ensaios 99 Entradas Autor 79 Título 80 Entrelinhas ver Espacejamento Entrevistas 55 Entrevistas Gravadas 92. 86 Fichamentos 129 Trabalhos apresentados 85 Exemplares Distribuição 69 Tiragem 69 Expressões Latinas 59 No texto 60 Em notas de referência 60 Fascículos 83 Ficha Catalográfica 25. 29 Fichamento de Leitura 123 Figuras 36 Filmes 89 . 93 Epígrafe 30. 31 Escultura 94 Espacejamento 64 Citações longas Ficha catalográfica Folha de rosto Legendas de ilustrações e tabelas Notas de rodapé Referências Resumos Seções Sumário Texto Esqueletos 93 Estado-da-arte ver Revisão de Literatura Estratégia de Pesquisa 16 Eventos 85 Anais 85.

88 Handbooks ver Manuais Homepages 94 Horário 65 IEC ver International Electrotechnical Commission Ilustrações 36.138 Fitas cassete 92 Fitas de vídeo 89 Fitas magnéticas de rolo 92 Fluxogramas ver Ilustrações Folha de Aprovação 30. 32 Folha Capitular 68 Folha de Rosto 25. 17 Pesquisa 15 Primárias 17 Secundárias 17 Terciárias 17 Fórmulas ver Equações e Fórmulas Fósseis 93 Fotografias 90 Aérea 91 ver também Ilustrações Fundamentação Teórica ver Revisão de Literatura Globo 91 Glossário 48 Gráficos ver Ilustrações Gravura (obra de arte) 90 Grifo 57 Guias 81 Guias de Literatura 102 Habeas-Corpus 87. 28 Folha Separatriz 68 Folhetos 81. 27. 124 ver também Tabelas Ilustradores 124 Imagem de Satélite 91 . 26. 97. 99 Fichamento 124 Fonte 64 Corpo Tipo Fontes de Informação 15. 68.

Sentenças. DVD Indexes/Abstracts 102 Indicadores ver Diretórios International Electrotechnical Commission 13 International Organization for Standardization 13 Interpolação 57 Introdução 44 ISO ver International Organization for Standardization Jornais Artigos 84 Fichamento 128 Matérias 84 Jurisprudência 87 ver também Acórdãos. 88 Fichamento 130 Letra ver Fonte Listas 36. Tabelas Listas de Discussão 94 Livros 81. 40.139 Digital de Satélite 91 Imagem em Movimento 89 ver também Filmes. Símbolos. 99. Fitas de vídeo. Habeas-Corpus. 41. Apelações. 24 Long Play Faixa 93 Manuais 81. 102 Capítulos 82 Definição 99 Fichamento 124 Local 96 Homônimos Mais de um local Não identificado Lombada 22. Súmulas Lâminas ver Ilustrações Leis 87 Fichamento 130 Ver também Constituição Legislação 86. 102 Fichamento 124 Mapas 91 . 42 ver também Abreviaturas e Siglas.

Pintura a Óleo Omissão ver Supressão Ordenação das Referências 46 Organizador 80 Organogramas ver Ilustrações . Gravura. 98 Dissertações 98 Documentos Traduzidos 97 Explicativas 59 Monografias 98 de Referências 59 Reimpressões 97 Rodapé 59 Separata 97 Séries e Coleções 97 Teses 98 Tipos de Notas 59 Tradução de Tradução 97 Numeração Progressiva 67 Número Especial 83 Números e Numerais 65 Objetos de Museu 93 Obra de Arte ver Escultura.140 ver também Ilustrações Maquetes 93 Margens 63 Materiais e Métodos ver Metodologia Medidas 65 Medida Provisória 85 Mês 97 Meses ver Abreviatura dos Meses Metodologia 45 Monografias Definição 14 em Meio Eletônico 81 Fichamento 125 Notas 98 Referências 81 Monumentos 93 Normalização 13 Normas brasileiras 13 Notas 97.

141 Orientadores 15. 97 Palavras em Língua Estrangeira 65 Papers 99 Paráfrase ver Citação Indireta Parte de Coletânea 82 Fichamento 126 Parte de Monografias 82 Fichamento 126 Parte de Periódicos 83. 103 Peças de Museu ver Objetos de Museu Periódicos 83. 84 Fichamento 128 Partituras 93 Patentes 86. 25 Página de Rosto ver Folha de Rosto Paginação 64. 123 Alinhamento 46 Apresentação 79 Definição 46 Espacejamento 64 . 99 Artigos 83. 84 Definição 99 Fascículos 83 Fichamento 128 Número Especial 83 Suplemento 83 Pesquisa Bibliográfica ver Pesquisa em Fontes de Informação Pesquisa em Fontes de Informação 15 Pintura 90 Plantas ver Ilustrações Pontuação 66 Portarias 87 Fichamento 130 Programas de Computador (softwares) 95 Projetos de Pesquisa 100 Publicação Periódica ver Jornais. Periódicos Quadros 36 Recensão ver Resenha Recomendações ver Conclusão Referee 99 Referências 45. 79.

42. 100 Resoluções 87 Resultados da Pesquisa 45 Résumé 36 Resumen 36 Resumo em Língua Estrangeira 36. 68 ver também Abreviaturas e Siglas Símbolos 37 Simpósios ver Eventos Sinopse 100 Sistema Autor-data 53 ver também Citação em Documentos Sistema Numérico 55 ver também Citação em Documentos Sistemas de Chamada 53 ver também Citação em Documentos Slides 90 Softwares ver Programas de Computador Subtítulo 95 Sumário 37. 39 ver também Abstract Resumo na Língua Vernácula 36.142 Ordenação 46 Tipos de obras 47 Reimpressões ver Notas Relatórios Técnico-científicos 100 Resenhas 98. 38 Resumos ver Indexes e Abstracts Reviews ver Revisões Revisão de Literatura 16. 43 Súmulas 87. 88 . 44 Revisões 103 Revisor 124 Revistas ver Periódicos Seções de um Documento 67 Seminários ver Eventos Sentenças 87 Separatas ver Notas Separatriz ver Folha Separatriz Séries e Coleções 97 Siglas 37.

41. 68 TCC ver Trabalho de Conclusão de Curso Termo de Aprovação ver Folha de Aprovação Teses Definição 14 Fichamento 125 Notas 98 Referências 81 Tipos de Letra ver Fonte Tipos de Informação 16 Tiragem 69 Título 80. 97 Fichamento 126 . 95 Trabalhos Acadêmicos 14.143 Suplemento 83 Supressão 57 Tabelas 37. 98 Apresentação gráfica 63 Trabalhos de Conclusão de Curso 14 Trabalhos Didáticos 100 Trabalhos de Evento 86 Fichamento 129 Tradução 57 Tradução de Tradução 97 Tradutor 124 Transcrição literal 53 Transparências 90 Verbete 82 Fichamento 126 Videocassete ver Fitas de vídeo Volumes 82.

em 2003. concluiu o mestrado em Ciência de Informação da UFBA. conta em seu percurso acadêmico com duas especializações – Modernização de Sistemas Administrativos e Redes de Informação e Acesso a Bases de Dados –. especificamente pesquisa em fontes de informação especializada. Concluiu o doutorado em 2007 na Universidad Carlos III de Madrid. prestado consultoria a entidades dos setores público e privado. passou a integrar grupo de pesquisa cadastrado no CNPq. editada pela EDUFBA e financiada pelo CADCT. RS). Tem prestado consultoria e elaborado projetos para bibliotecas universitárias e escolares. Em 2006. bibliotecária-chefe da Faculdade de Educação da UFBA desde 1997. Integra o grupo de pesquisa do Instituto de Ciência da Informação/UFBA Informação e Contextos. Nídia Maria Lienert Lubisco integrando o corpo docente do Instituto de Ciência da Informação da UFBA desde 1991. Sua experiência profissional tem sido centrada em serviços de referência. Tem coordenado e elaborado projetos. destacam-se: entre 2001 e 2002.br . a coletânea Informação & informática. os trabalhos oficiais dos eventos Ciclo de Conferências e Mesa Redonda sobre Bibliotecas Públicas Brasil e Espanha (Secretaria de Estado da Cultura. a co-organização e co-autoria na coletânea Informação: contextos e desafios. com foco em planejamento da gestão e de serviços. Contato: Contato nidialubisco@yahoo. foi selecionada e beneficiada com o prêmio FAP/FAPEX. SP). Contato: Contato svieira@ufba.br Sônia Chagas Vieira. ocupou diversos cargos. bem como ministrado cursos e participado de eventos em sua área de atuação. Ao longo de sua carreira profissional. Em 2001. cadastrado no CNPq. Simposio Electrónico Evaluación y Calidad en Biblioteca (Sociedad Argentina de Información) e Seminário sobre Políticas Públicas para Bibliotecas (Secretaria Municipal da Cultura. com a dissertação intitulada Revistas científicas: estudo de visibilidade das revistas publicadas pela Universidade Federal da Bahia.144 Lubisco. Em 2000 lançou. pela pesquisa A biblioteca universitária no processo de “avaliação das condições de oferta” dos cursos de graduação pelo MEC: o caso da UFBA. tendo como principal beneficiário a EDUFBA. destancando-se o de Diretora da Biblioteca Pública do Estado. como co-organizadora.com. com mestrado em Ciência da Informação e doutorado em Documentação. além de normalização de trabalhos técnico-científicos. com a tese La evaluación en la biblioteca universitária brasileña: evolución y propuesta de mejora. atividade esta iniciada na Biblioteca Central da UFBA. de Coordenadora do Sistema de Bibliotecas Públicas do Estado. contabiliza em seu currículo dois cursos de pós-graduação latu senso: Redes de Informação e Acesso a Bases de Dados e Inteligência Competitiva. Dentre a produção publicada. com a pesquisa interdepartamental O docente e o estudante como usuários da biblioteca universitária: habilidades e competências para acesso e uso da informação. Em 1999. de Gerente do Serviço de Informação e Biblioteca da SEI/Seplantec e de Diretora da Biblioteca Central da UFBA.

Serviço de Referência. Isnaia Veiga Santana graduada em Biblioteconomia e Documentação. exerceu interinamente a direção em diversas ocasiões. Bibliotecária de Referência durante quase toda a sua vida profissional. a Divisão de Informação da Biblioteca Central. Atualmente. bem como o documento básico do 1º Seminário das Bibliotecas Universitárias do Nordeste (1993) e o do Seminário do Sistema de Bibliotecas da UFBA (1997). prestou assessoria técnica a todas as dirigentes do Órgão. por mais de uma década. Durante quatro anos chefiou a Biblioteca da Escola de Nutrição e. os livros publicados pela Editora da UFBA. participou de treinamentos na área e ministrou outros tantos para bibliotecários e comunidade acadêmica em geral. exerceu a maior parte da sua atividade profissional na Universidade Federal da Bahia. No período de 1971 a 1975 esteve afastada da UFBA para coordenar a Rede de Documentação da Secretaria do Planejamento. posteriormente. na Biblioteca Central. com especialização em bibliotecas universitárias. na Biblioteca Central. no Instituto de Ciência da Informação da UFBA. normaliza documentos e ministra cursos de normalização. os serviços do Programa de Comutação Bibliográfica (COMUT). alguns deles publicados. Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia (SEPLANTEC).145 Santana. presta consultoria na área. além da chefia de Divisão. Na Biblioteca Central. participou de vários grupos de trabalho. Em 1994. Normalizou inúmeras dissertações e outros documentos produzidos pela comunidade acadêmica e. elaborou grande número de documentos técnicos. No início dos anos 80 implantou e coordenou. no período de 1997 a 2000. foi professora substituta da disciplina Disseminação da Informação I . . Implantou e coordenou o Posto de Serviços da Rede Antares.

Este livro foi publicado no formato 170 x 240 mm miolo em papel 75 g/m2 tiragem 1000 exemplares Impressão de capa e acabamento: Cartograf Gráfica e Editora .