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Avaliação de Língua Portuguesa - simulado (tipo A)

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Avaliação de Língua Portuguesa elaborada pelo professor Marcelo Maciel de Almeida e aplicada no terceiro ano do Ensino Médio. As questões contemplam interpretação de texto, funções da linguagem, pronome, acentuação gráfica, O Romantismo no Brasil.
Avaliação de Língua Portuguesa elaborada pelo professor Marcelo Maciel de Almeida e aplicada no terceiro ano do Ensino Médio. As questões contemplam interpretação de texto, funções da linguagem, pronome, acentuação gráfica, O Romantismo no Brasil.

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ESCOLA ESTADUAL PAULO JOSÉ DERENUSSON – “Vencendo desafios, conquistando vitórias” AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA – 3º 301/302/303 PROF. MARCELO MACIEL DE ALMEIDA Nome: __________________________________________________________ nº: _____ Data: ______________ Valor: 7,0 pontos Nota obtida: ________ PROVA TIPO A

Leia, com atenção, o texto abaixo, para responder às questões 1 e 2: O Chat e sua linguagem virtual O significado da palavra chat vem do inglês e quer dizer “conversa”. Essa conversa acontece em tempo real, e, para isso, é necessário que duas ou mais pessoas estejam conectadas ao mesmo tempo, o que chamamos de comunicação síncrona. São muitos os sites que oferecem a opção de bate-papo na internet, basta escolher a sala que deseja “entrar”, identificar-se e iniciar a conversa. Geralmente, as salas são divididas por assuntos, como educação, cinema, esporte, música, sexo, entre outros. Para entrar, é necessário escolher um nick, uma espécie de apelido que identificará o participante durante a conversa. Algumas salas restringem a idade, mas não existe nenhum controle para verificar se a idade informada é realmente a idade de quem está acessando, facilitando que crianças e adolescentes acessem salas com conteúdos inadequados para sua faixa etária. AMARAL, S. F. Internet: novos valores e comportamentos. In: Silva, E. T., (Coord.). A leitura nos oceanos da internet. São Paulo: Cortez, 2003. (adaptado). 1- (ENEM – 2010) Segundo o texto, o chat proporciona a ocorrência de diálogos instantâneos com linguagem específica, uma vez que nesses ambientes interativos faz-se uso de protocolos diferenciados de interação. O chat, nessa perspectiva, cria uma nova forma de comunicação porque a) possibilita que ocorra diálogo sem a exposição da identidade real dos indivíduos, que podem recorrer a apelidos fictícios sem comprometer o fluxo da comunicação em tempo real. b) disponibiliza salas de bate-papo sobre diferentes assuntos com pessoas préselecionadas por meio de um sistema de busca monitorado e atualizado por autoridades no assunto. c) seleciona previamente conteúdos adequados à faixa etária dos usuários que serão distribuídos nas faixas de idade organizadas pelo site que disponibiliza a ferramenta. d) garante a gravação das conversas, o que possibilita que um diálogo permaneça aberto, independente da disposição de cada participante. e) limita a quantidade de participantes conectados nas salas de bate-papo, a fim de garantir a qualidade e eficiência dos diálogos, evitando malentendidos.

2- (MARCELO) Em “Essa conversa acontece em tempo real, e, para isso, é necessário que duas ou mais pessoas estejam conectadas ao mesmo tempo, o que chamamos de comunicação síncrona”, o vocábulo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo, por: a) alocrônica b) diacrônica c) contemporânea d) acrônica e) simultânea Leia, com atenção, o texto abaixo para responder à questão 3: JOSÉ DE ALENCAR Advogado, jornalista, político, orador, romancista e teatrólogo, José de Alencar nasceu em Mecejana, no estado do Ceará em 10 de maio de 1829. Vivendo entre 1829 e 1877, conseguiu com seus romances uma voltagem poética e uma penetração psicológica desconhecidas até então. É autor, entre muitos outros, de O Guarani e Iracema, livros centrais do Romantismo brasileiro. Em 1866, publicou o fragmento autobiográfico Porque Sou Romancista, uma resposta à crítica elogiosa à Iracema escrita por Machado de Assis. Dois anos mais tarde, no Correio Mercantil, publicou uma carta, também direcionada a Machado de Assis, em que apresenta o jovem poeta Castro Alves ao romancista. De 1868 à 1870, foi ministro da Justiça. Não conseguindo realizar a ambição de ser senador e desgostoso com a política, passou a dedicar-se exclusivamente à literatura. Sendo a primeira figura das nossas letras, foi chamado O Patriarca da Literatura Brasileira. Faleceu no Rio de Janeiro, em 12 de Dezembro de 1877 de tuberculose. José de Alencar é considerado o maior romancista do Romantismo brasileiro, bem como um dos maiores de nossa literatura. Abrangeu em sua obra todo um perfil da cultura brasileira, na busca de uma identidade nacional que transcorresse o seus aspectos sociais, geográficos e temáticos, numa linguagem mais brasileira, tropical, sem o estilo português, que até então rodeava os livros de outros romancistas. Conseguiu escrever de forma primorosa sobre os mais importantes temas que estavam em voga na literatura da época, descrevendo desde a sociedade burguesa do Rio até o índio ou o sertanejo das regiões mais afastadas. Toda a sua extensa gama de romances pode ser dividida em quatro temas distintos: romance urbano, romance indianista, romance regionalista e romance histórico.

Disponível em http://www.passeiweb.com/saiba_mais/biografias/j /jose_de_alencar. Acesso em 22 de março de 2011. 3- (ENEM – 2010 – modificado) Considerando os seus conhecimentos sobre os gêneros textuais, o texto citado constitui-se de: a) fatos ficcionais , relacionados a outros de caráter realista, relativos à vida de um renomado escritor. b) representações generalizadas acerca da vida de membros da sociedade por seus trabalhos e vida cotidiana. c) explicações da vida de um renomado escritor, com estrutura argumentativa, destacando como tema seus principais feitos. d) questões controversas e fatos diversos da vida de personalidade histórica, ressaltando sua intimidade familiar em detrimento de seus feitos públicos. e) apresentação da vida de uma personalidade, organizada sobretudo pela ordem tipológica da narração, com um estilo marcado por linguagem objetiva. 4- (MARCELO) Conforme você leu no texto, os romances de José de Alencar podem ser divididos em quatro temas distintos: romance urbano, romance indianista, romance regionalista e romance histórico. Faça a correspondência da coluna da esquerda com a coluna da direita, relacionando as temáticas e as obras do referido autor: a) Romance urbano b) Romance indianista c) Romance regionalista d) Romance histórico ( ) As Minas de Prata e A Guerra dos Mascates ( ) O Gaúcho, O Tronco do Ipê, Til e O Sertanejo. ( ) Cinco Minutos, A Viuvinha, Lucíola, Diva, A Pata da Gazela, Sonhos d'Oro, Senhora e Encarnação. ( ) O Guarani, Iracema e Ubirajara. 5- (MARCELO) – Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao Romantismo Brasileiro: a) Teve como início o ano de 1836 com a publicação da obra “Suspiros poéticos e saudades”, de Gonçalves de Magalhães e, como fim, as publicações das obras “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis e “O Mulato”, de Aluísio de Azevedo. Esta inaugura o Naturalismo brasileiro e aquela o Realismo brasileiro. b) No que se refere à poesia, o Romantismo Brasileiro compõe-se de três gerações: nacionalista ou indianista; byroniana ou ultrarromântica ou “mal do século” e condoreira. c) Castro Alves, o poeta dos escravos, pertenceu à segunda geração romântica, produzindo poesia social e libertária. Dentre suas obras, destaca-se “Navio Negreiro”.

d) São características do Romantismo: individualismo, emoção, escapismo ou evasão, liberdade de criação, nacionalismo, religiosidade, idealização do amor e da mulher. e) José de Alencar é o grande representante da prosa romântica brasileira. Escreveu romances urbanos, regionalistas, históricos e indianistas. Em sua obra “O Guarani”, é narrada a história do amor idealizado entre o índio Peri e Ceci, filha de portugueses. Leia o texto abaixo para responder a questão 6: Soneto Já da morte o palor me cobre o rosto, Nos lábios meus o alento desfalece, Surda agonia o coração fenece, E devora meu ser mortal desgosto! Do leito embalde no macio encosto Tento o sono reter!... já esmorece O corpo exausto que o repouso esquece... Eis o estado em que a mágoa me tem posto! O adeus, o teu adeus, minha saudade, Fazem que insano do viver me prive E tenha os olhos meus na escuridade. Dá-me a esperança com que o ser mantive! Volve ao amante os olhos por piedade, Olhos por quem viveu quem já não vive! AZEVEDO, A. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2000. 6- (ENEM – 2010) O núcleo temático do soneto citado é típico da segunda geração romântica, porém configura um lirismo que o projeta para além desse momento específico. O fundamento desse lirismo é: a) a angústia alimentada pela constatação da irreversibilidade da morte. b) a melancolia que frustra a possibilidade de reação diante da perda. c) o descontrole das emoções provocado pela autopiedade. d) o desejo de morrer como alívio para a desilusão amorosa. e) o gosto pela escuridão como solução para o sofrimento. (UFTM – 2011) Para responder às questões de números 7 e 8, leia o poema de Tobias Barreto. A Escravidão Se é Deus quem deixa o mundo Sob o peso que o oprime, Se ele consente esse crime, Que se chama escravidão, Para fazer homens livres, Para arrancá-los do abismo, Existe um patriotismo Maior que a religião. Se não lhe importa o escravo Que a seus pés queixas deponha, Cobrindo assim de vergonha

A face dos anjos seus, Em delírio inefável, Praticando a caridade, Nesta hora a mocidade Corrige o erro de Deus! 7- O eu lírico deixa claro que (A) condena a escravidão, assim como Deus também a condena. (B) nem a vontade de Deus justificaria a existência da escravidão. (C) Deus corrige o erro dos jovens, que defendem a escravidão. (D) os jovens devem entender a necessidade social da escravidão. (E) a escravidão é crime, se não for entendida como vontade de Deus. 8- Considerando a temática abordada no poema, é correto afirmar que ele se enquadra no movimento romântico (A) condoreiro, a exemplo de Castro Alves que, com o poema Navio Negreiro, aborda a questão da escravidão no Brasil. (B) indianista, a exemplo de Gonçalves Dias que, com o poema I – Juca Pirama, analisa a condição dos excluídos socialmente. (C) ultrarromântico, a exemplo de Fagundes Varela que, com o poema Cântico do Calvário, mostra o sofrimento do negro no Brasil. (D) condoreiro, a exemplo de Castro Alves que, com o poema Vozes d’África, exalta a força e a simpatia dos negros africanos. (E) ultrarromântico, a exemplo de Casimiro de Abreu que, com o poema Meus oito anos, recorda a escravidão que conhecera na infância. 9- (UFTM – 2011) - Leia os poemas. I. Manuel Bandeira (...) A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros Vinha da boca do povo na língua errada do povo Língua certa do povo Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil Ao passo que nós O que fazemos É macaquear A sintaxe lusíada (...) II. Oswald de Andrade Quando o português chegou Debaixo duma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio tinha despido O português A ideia comum aos dois textos consiste na (A) contradição entre a língua concebida e a que se realiza nos poemas. (B) crítica ao linguajar popular e debochado do povo brasileiro. (C) aceitação dos valores da cultura europeia, particularmente a portuguesa.

(D) proposta de uma língua nacional que esteja próxima da expressão lusíada. (E) busca de uma identidade nacional, negandose a cultura europeia. 10- (ENEM – 2010) - A biosfera, que reúne todos os ambientes onde se desenvolvem os seres vivos, se divide em unidades menores chamadas ecossistemas, que podem ser uma floresta, um deserto e até um lago. Um ecossistema tem múltiplos mecanismos que regulam o número de organismos dentro dele, controlando sua reprodução, crescimento e migrações. DUARTE, M. O guia dos curiosos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Predomina no texto a função da linguagem: a) emotiva, porque o autor expressa seu sentimento em relação à ecologia. b) fática, porque o texto testa o funcionamento do canal de comunicação. c) poética, porque o texto chama a atenção para os recursos de linguagem. d) conativa, porque o texto procura orientar comportamentos do leitor. e) referencial, porque o texto trata de noções e informações conceituais. 11- (ENEM – 2010) Texto I Logo depois transferiram para o trapiche o depósito dos objetos que o trabalho do dia lhes proporcionava. Estranhas coisas entraram então para o trapiche. Não mais estranhas, porém, que aqueles meninos, moleques de todas as cores e de idades as mais variadas, desde os nove aos dezesseis anos, que à noite se estendiam pelo assoalho e por debaixo da ponte e dormiam, indiferentes ao vento que circundava o casarão uivando, indiferentes à chuva que muitas vezes os lavava, mas com os olhos puxados para as luzes dos navios, com os ouvidos presos às canções que vinham das embarcações... AMADO, J. Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2008 (fragmento). Texto II À margem esquerda do rio Belém, nos fundos do mercado de peixe, ergue-se o velho ingazeiro – ali os bêbados são felizes. Curitiba os considera animais sagrados, provê as suas necessidades de cachaça e pirão. No trivial contentavam-se com as sobras do mercado. TREVISAN, D. 35 noites de paixão: contos escolhidos. Rio de Janeiro: BestBolso, 2009 (fragmento). Sob diferentes perspectivas, os fragmentos citados são exemplos de uma abordagem literária recorrente na literatura brasileira do século XX. Em ambos os textos, a) a linguagem afetiva aproxima os narradores dos personagens marginalizados. b) a ironia marca o distanciamento dos narradores em relação aos personagens. c) o detalhamento do cotidiano dos personagens revela a sua origem social.

d) o espaço onde vivem os personagens é uma das marcas de sua exclusão. e) a crítica à indiferença da sociedade pelos marginalizados é direta. O texto abaixo refere-se às questões 12 à 14: Bruna Surfistinha diz ter saudades da liberdade da prostituição Roberto Kaz - 24/02/2011 - 08h26 Em uma cena do filme "Bruna Surfistinha", a protagonista Deborah Secco encara inerte a câmera, enquanto um homem se vale de seus dotes sexuais. "Foi assim mesmo na primeira vez", disse Raquel Pacheco, 26, olhando para a tela do cinema. "Eu estava nervosa, não sabia me portar como garota de programa. Pensava: 'O que eu estou fazendo aqui? Será que meus pais viram a carta que deixei?'" Nove anos após o abandono de lar, família e nome de batismo, Raquel - ex-Bruna Surfistinha, a garota de programa mais famosa do país - vê sua história chegar ao cinema. O filme, baseado na biografia "O Doce Veneno do Escorpião" (Panda Books), estreia hoje em 350 salas. A pedido da Folha, Raquel acompanhou uma exibição. Comentou as principais cenas, como o momento em que liga para a mãe, no meio da noite, e permanece calada: "Eu não tinha coragem de falar. A última vez que conversamos foi em 2004". Ex-aluna do Bandeirantes, tradicional colégio paulistano, Raquel fugiu de casa aos 17 anos, após repetidas brigas com a família. Rumou para um bordel nos Jardins, que visitara um dia antes. "Eu tinha ligado para vários privês anunciados nos classificados. Visitei três, escolhi o menos pior." Diante da cena em que Deborah Secco acerta os termos de serviço com a dona do estabelecimento, Raquel comentou: "Eu estava assustadíssima. Até então, só tinha transado com meu primeiro namorado. Mas saí de casa decidida a me prostituir". No lupanar, foi apelidada de Bruna. "Nem sabia que existia nome de guerra. Uma menina falou que combinava comigo. Topei." Em uma cena do filme, Deborah Secco, fascinada com o farto cardápio de clientes, diz, em off, que "estava adorando ser a menina mais popular do colégio". "Era verdade", disse Raquel. "Eu não tinha sensualidade, não era uma adolescente bonita, mas me destacava por ser menos prostituta que as outras." Raquel tardou a se acostumar com o ofício. "Foram três meses até que eu me entregasse à Bruna." Para evitar o encontro com antigos conhecidos, inventou, também, uma nova organização geográfica. "Quando eu era Raquel, ia ao cinema no shopping Paulista. Quando virei Bruna, passei a ir no Morumbi Shopping." Ao ver uma cena de Deborah Secco bêbada e drogada na boate Love Story, quartel-general das garotas de programa em São Paulo, Raquel se diz nostálgica: "Não sinto falta da prostituição em si,

mas dessa sensação de liberdade. Eu não tinha ninguém, mas não tinha cobrança". Hoje, ela está casada com um ex-cliente. Seu livro vendeu 250 mil cópias. Perdeu contato com os amigos que fez quando era Bruna. Tampouco fala com os conhecidos do período Raquel pré-Bruna. Tem esperança de que os pais assistam ao filme, "para ver como são retratados". Na pré-estreia, em São Paulo, Raquel lamentou não estar junto deles. "Tudo bem, eu errei, me prostituí, os decepcionei, mas já faz seis anos que parei." http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/880756bruna-surfistinha-diz-ter-saudades-da-liberdadeda-prostituicao.shtml, acesso no dia 22/03/2011 12- (MARCELO – 2011) – No texto acima a norma culta mistura-se com a linguagem coloquial. Dos fragmentos abaixo, NÃO PODE ser considerado linguagem coloquial: a) “Eu tinha ligado para vários privês anunciados nos classificados”. b) “Até então, só tinha transado com meu primeiro namorado”. c) "Quando eu era Raquel, ia ao cinema no shopping Paulista”. d) “Quando virei Bruna, passei a ir no Morumbi Shopping”. e) "Tudo bem, eu errei, me prostituí, os decepcionei, mas já faz seis anos que parei." 13- (MARCELO - 2011) – Redija as quatro alternativas da questão anterior que apresentam linguagem coloquial, transcrevendo-as para a norma culta: ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ ________________________________________ ___ 14- (MARCELO - 2011) – Assinale a alternativa em que se encontra o vocábulo com a justificativa INCORRETA para a acentuação gráfica ou não: a) saí – acentuam-se as oxítonas terminadas em “i”.

b) estreia – não mais se acentua o ditongo aberto “ei” nas paroxítonas. c) colégio – acentuam-se as paroxítonas terminadas em ditongos.

d) câmera – todas as proparoxítonas são acentuadas. e) também – acentuam-se as oxítonas terminadas em “em”.

Lute pelos seus ideais! Você é capaz de alçar grandes voos... Aproxima-se o momento de uma escolha: Acredite em si mesmo! Pare, reflita, estude, leia bons livros... Acredite em seu potencial, não se preocupe com o que os outros digam! Não menospreze sua inteligência! Acredite em seu sucesso, faça sua parte e Deus fará a dele! Boa Sorte!!! Prof. Marcelo Maciel de Almeida GABARITO 1- A 2- E 3- E 4- D C A B 5- C 6- B 7- B 8- A 9- E 10- E 11- C 12- C 13- a) Eu havia ligado para vários privês anunciados nos classificados; b) Até então, só havia mantido relações sexuais com meu primeiro namorado; d) Quando me tornei Bruna, passei a ir ao Morumbi Shopping; e) Tudo bem, eu errei, prostitui-me, decepcionei-os, mas já faz seis anos que parei. 14- a)

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