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Aparelho de raios X

Todos são compostos por três partes principais:
Cabeçote Principais componentes do cabeçote são:

Ampola de raios X. Transformador de alta tensão. Transformador de baixa tensão. Revestimento de chumbo. Óleo circundante. Filtro de alumínio. Colimador. Cilindro localizador.
Painel de controle e circuitos Os principais componentes são:

Interruptor liga/desliga e luz de aviso. Um marcador de tempo, que pode ser de três tipos: Eletrônico. Eletrônico-digital. Mecânico (impreciso e não mais utilizado).
Um seletor de tempo de exposição , que pode ser:

Numérico, o tempo é selecionado em segundos. Anatômico, a área do corpo a ser radiografada é selecionada e o tempo de exposição é ajustado automaticamante. Luzes de aviso e sinais sonoros para indicar quando os raios X estão sendo produzidos. O painel de controle pode ainda conter: Seletor do tipo do filme (quanto à sensibilidade). Seletor do tamanho do paciente. Seletor de Kilovoltagem. Interruptor de miliamperagem. Ajuste de exposição para uma distância foco -pele longa ou curta.
Receptores de imagem

Geralmente filme radiográfico - necessário para detectar os raios X.
Tendo por tipos de equipamentos:

Mamógrafo, Tomógrafo, Aparelho convencional( rx comum), Portáteis, Arcocirurgico, aparelho de densitometria óssea, aparelho de ressonancia, entre outros, os mais utilizados.

PRODUÇÃO E EQUIPAMENTOS DE RAIOS X Embora nao seja usual referir-se aos raios X em termos de comprimento de onda. presente apenas em Centros especializados em radiologia Odontológica devido ao seu grande tamanho e alto custo.Aparelho de raios X odontológicos Existem diversos aparelhos produtores de Radiação X para o uso na Odontologia. Simples de operar. tais como radiografias periapicais. realiza o exame de radiografia panorâmica. Pequeno. podendo realizar diversos exames. interproximais e oclusais. São similares aos médicos mas com propriedades diferentes. Exames extra orais devem ser realizados utilizando o equipamento de Radiografia Panorâmica. Facilmente desmontado e armazanado. Capaz de gerar raios X com uma escala desejada de energia e com adequados mecanismos para dissipação de calor. (nao tem carga. na faixa do Radiodiagnostico. Enegrecem filme fotográfico Sao radiacoes eletromagnéticas (nao são defletidos por campos elétricos ou magnéticos. mas restrito a exames intra-orais. como a impossibilidade de mudança da quilovoltagem. Robusto. cabendo ao fabricante fixar um valor para cada modelo. o aparelho mais comum presente na maioria das clínicas odontológicas é o de radiografia periapical fixos ou móveis. que se estende de aproximadamente 20 ate 150 kV os valores correspondentes de vao de 1 a 0. são chamadas de radiação indiretamente ionizante) . Este. pode realizar também radiografias de perfil. antero -posterior. Propriedades Causam fluorescência em certos sais metalicos (com tempo de emissao menor que 10-6 segundos). e póstero-anterior. equilibrado e firme quando posicionado o cabeçote. Tornam-se ³duros´ (mais penetrantes) apos passarem por absorvedores Produzem radiação secundaria ao atravessar um corpo Propagam-se em linha reta e em todas as direções Produzem ionização (transformam gases em condutores elétricos) Atravessam um corpo tanto melhor quanto maior for a tensão do tubo (kV) . Fácil de manusear e posicionar. Sao diferentes dos raios catódicos (que são produzidos quando elétrons passam através (de um gás a baixa pressão). O equipamento deve ser: Seguro e exato. Estável. O mesmo aparelho quando equipado. Em geral.1 Angstrons.

0mm e o foco grosso tem comprimento entre 1. um pequeno chamado de foco fino e um grande chamado de foco grosso.5 200 kV 99 1. O espaço e preenchido com óleo que atua como isolante elétrico e térmico. O cabeçote contem a ampola e demais acessórios. Possui uma janela radio transparente por onde passa o feixe. Em geral. Focalizador: e utilizado para evitar a dispersão dos elétrons produzidos no filamento. São polienergeticos. Possui uma janela com espessura menor do que o resto da ampola e pela qual passa o feixe útil com o mínimo de absorção possível. Muitos tubos de raios X possuem dois focos. chamado de cabeçote a fim de reduzir a radiação espalhada. Existem dois tipos de anodos: anodo fixo que e utilizado em tubos de baixas correntes (equipamentos odontológicos e equipamentos (transportáveis) e anodo rotatório que e utilizado em tubos de raios X de alta intensidade.5 cm. Cabeçote do tubo de raios X Catodo: é o lado negativo do tubo de raios X.No vácuo. o foco fino tem comprimento entre 0. o gerador de alta voltagem e o painel de controle. Obedecem a lei do inverso do quadrado da distancia (1/r2) Podem provocar mutações genéticas EQUIPAMENTOS DE RAIOS X Os aparelhos de raios X são constituídos de três componentes fundamentais: o tubo de raios X.3 e 1.3 e 1. que emite elétrons devido ao seu aquecimento.5 0. Divide -se em duas partes: filamento e focalizador. propagam-se com a velocidade da luz. Su a função também e de promover isolamento térmico e elétrico entre as partes. Anodo: e o lado positivo do tubo de raios X. TUBO DE RAIOS X Esquema de um tubo de raios X É um tubo de vidro denominado ampola no qual se faz vácuo e que contem no seu interior o catodo e o anodo. O filamento e um fio de tungstênio (Z = 74) com a forma de espiral. O tubo e colocado dentro de uma calota protetora revestida de chumbo.0 4 Mv 60 40 . Para o alvo de tungstênio tem-se: da % calor % raios X 60 kV 99. E geralmente de alumínio ou cobre cuja função e de blindar radiação de fuga.

mais facilmente dissipara o calor. o que implica em grande eficiência de produção de raios X e maior energia. Isto resulta numa intensidade que e maior no lado do catodo que do anodo. E uma área geralmente retangular e pode ser vista na figura abaixo. os elétrons que o atingem terão que Atravessar diferentes espessuras do alvo. numa radiografia de tórax. O material utilizado para o alvo e o tungstênio devido as seguintes características: Alto numero atômico. No entanto esta aparente desvantagem poderá ser utilizada como um beneficia. melhor será a resolução. O anodo tem capacidade limitada de armazenar calor embora este seja continuamente dissipado para o óleo contido no seu invólucro. Os raios X são produzidos em varias Profundidades no alvo e conseqüentemente sofrem atenuações diferentes. posicionando-se o paciente com a parte mais espessa do lado do catodo. O alvo e a área do anodo onde ocorre o impacto direto dos elétrons. O W tem ponto de fusão de 33800 C enquanto que a temperatura dos elétrons ao Atingir o alvo e de 20000 C. por exemplo. A maioria dos aparelhos modernos Possui anodo rotatório cuja velocidade pode atingir ate 10. o que resulta em rápida Dissipação do calor produzido.p. Produção O dispositivo que gera raios X é chamado de tubo de Coolidge. este componente é um tubo oco e evacuado. Alto ponto de fusão (3. Quanto menor o ponto focal.3700C) Baixa taxa de evaporação (para evitar metalização do vidro da ampola) Alta resistência física quando aquecido Existem também anodos fabricados de outros materiais tais como Molibdênio (Z= 42) e Ródio (Z= 44) que são usados em mamografia.Produção de raios X e calor num tubo convencional Portanto. Condutividade térmica quase igual a do cobre.000 r.m. quanto maior for sua área. aproximadamente 95% da energia dos elétrons incidentes no alvo e convertida em calor o qual precisa ser dissipado rapidamente para nao causar derretimento do anodo. Quanto mais espesso. Ponto focal: Não e toda a área do anodo que esta envolvida na produção de raios X. mas sim uma pequena região denominada ponto focal. Em radiodiagnostico o diâmetro do anodo varia entre 5 e 12 cm com angulações de 70 a 120. mais absorção. Em radioterapia a angulação oscila entre 26 e 350. O tamanho do ponto focal esta relacionado com a resolução e com a dissipação de calor. ainda possui um catodo incandescente que gera um fluxo de . Deste modo será compensada a diferença de espessura do paciente pela Maior intensidade do feixe. Por outro lado. Da mesma forma que uma válvula termiônica. Tamanho do ponto focal Efeito Heel (Efeito Anódico) Devido à inclinação da superfície do alvo.

o dispositivo necessita de resfriamento através da inserção do tungstênio em um bloco de cobre que se estende até o exterior do tubo de raios X que está imerso em óleo. As formas de colisão do feixe eletrônico no alvo dão-se em diferentes níveis energéticos devido às variações das colisões ocorridas. O resultado das colisões e da frenagem é a energia transferida dos elétrons para os átomos do elemento alvo. e é por isso que existe a necessidade de milhares de volts de potencial de aceleração para a produção dos raios X. ao atingi-lo. Ao serem acelerados. Elas praticamente não conseguem escapar o próprio volume da amostra e como estão ainda acondicionadas em um frasco de vidro ou plástico não conseguirão escapar do invólucro. pois em torno de 99% da energia do feixe eletrônico é dissipada nele. Para não fundir. Como existem várias formas possíveis de colisão devido à angulação de trajetória. o elétron não chega a perder a totalidade da energia adquirida num único choque. para aumentar a sensibilidade A gelatina é transparente. A razão deste tipo de construção é a geração de calor pelo processo de criação dos raios X. Estes são acelerados por uma grande diferença de potencial e atingem ao ânodo ou placa. .elétrons de alta energia. A brusca desaceleração de uma carga eletrônica gera a emissão de um pulso de radiação eletromagnética. A este efeito dá-se o nome de Bremsstrahlung. que significa radiação de freio. perdendo uma parte da energia adquirida durante a aceleração. ou com diversos comprimentos de onda. por isto transmite luz. O tungstênio suporta temperaturas que vão até 3340 °C. possui um razoável valor de número atômico (74) o que é útil para o fornecimento de áto mos para colisão com os elétrons vindos do catodo (filamento). Cristais de brometo de prata (AgBr) misturados à gelatina que os mantém em posição Aos microcristais de brometo de prata é adicionada uma pequena quantidade de iodeto de prata (AgI) (até 10%). e suficientemente porosa para permitir que penetrem os compostos químicos durante a revelação até alcançar os cristais de prata Radiação de Bremsstrahlung ou Radiação de Freiamento Como se infere desses exercícios é muito pequeno o alcance das part ículas beta nas soluções aquosas. Esta descrição refere-se ao tubo de anodo fixo. os elétrons ganham energia e são direcionados contra um alvo. Este se aquece bruscamente. Estes dependem da energia inicial do feixe eletrônico incidente. O ânodo é confeccionado em tungstênio. Além disso. Mas existe um fenômeno adverso das radiações beta em termos de radioproteção: a radiação de bremsstrahlung ou radiação de freiamento. ocorrendo então a geração de um amplo espectro de radiação cuja gama de frequências é bastante larga. EMULSÃO Componente de ativação no qual a imagem é formada. são bruscamente freados.

este elétron ao retornar ao estado fundamental é acompanhado pela libertação de energia em excesso através da emissão de radiação. Um exemplo de uma substância fosforescente é o sulfeto de zinco. com um comprimento de onda maior que o da radiação incidente. só que com um processo rapido A diferença relativamente à fosforescência. quando uma partícula beta (elétrons). .00001 segundos. onde uma substância branca que recobre o seu interior de cristal emite luz quando se cria uma corrente elétrica no interior do tubo. O processo também é usado em tubos de televisão. Acredita -se que este retorno dos elétrons ao estado fundamental é lento porque. É o que acontece nas tintas fosforescentes usadas em placas de sinalização de rodovias. é freiada no meio material. fenômeno denominado fosforescência. É o mesmo que fosforecência. É assim que as antenas de rádio. e em detetores de partículas elementares. interruptores elétricos e mostradores de relógios. é que.6021x10 -19 coulomb. os elétrons retornam lentamente aos níveis mais internos emitindo luz. passando do estado fundamental (S0) para o estado excitado (S1). A aplicação mais habitual deste fenômeno são as lâmpadas fluorescentes. Na fluorescência t odo o processo ocorre em tempo inferior a 0. atingem camadas eletrônicas denominadas níveis metaestáveis que retêm os elétrons numa espécie de ³armadilha´. ou seja. com carga 1 ou 1. A intensidade da radiação X de freiamento é estimada pela expressão: onde Z é o número atômico do meio absorvedor e E a energia em MeV da partícula e FX a fração de E que é convertida em raios X. já que só os verdadeiros levam impressos uma tinta fluorescente que são visíveis apenas com auxílio de uma "luz negra". Retirado a exposição à radiação. raios catódicos ou raios X. televisão e as máquinas de raios X funcionam. Fosforescência é a capacidade que uma espécie química tem de emitir luz.É sabido da teoria do eletromagnetismo que cargas elétricas quando são aceleradas (ou desaceleradas) emitem radiação eletromagnética (fótons). Outro uso prático da fluorescência é de detectar bilhetes falsos. É um fenômeno particular de um fenômeno geral denominado luminescência. os elétrons dos átomos se excitam migrando para níveis de energia mais afastados do núcleo. Um exemplo. mesmo no escuro. Ora. Em seguida observe como esse fenômeno é aumentado na escala macroscópica. Quando o sulfeto de zinco é exposto a luz. é o fenomeno que faz com que certos materiais brilhem à exposição de UV emitida por uma lâmpada "luz negra". Veja no clip abaixo uma interpretação desse fenômeno em escala atômica. está ocorrendo uma desaceleração de sua velocidade e conseqüentemente está emitindo radiação X. As radiações absorvidas (invisíveis ao olho humano) transformam-se em luz visivel. a fluorescência dura apenas enquanto houver estímulo. Fluorescência é a capacidade de uma substância de emitir luz quando exposta a radiações do tipo ultravioleta (UV). O fenômeno da fluorescência consiste na absorção de energia por um elétron. geralmente. quando excitados.

a miliamperagem e o tempo de disparo são fixos em um único controle chamado miliamper-segundo (mAs). varia-se a energia do feixe de radiação emitido. sendo normalmente bloqueados em toda a volta da ampola. Radiação secundaria Os raios X são gerados em uma ampola de vidro selada a vácuo. exceto por um orifício chamado de diafragma. Em alguns aparelho. Radiação primária: O feixe de raios X que sai do gerador e incide sobre o paciente e o filme é chamado de feixe primário. e normalmente tem sua largura definida por meio de diafragmas. piso. sendo portanto o chumbo o material mais utilizado. por onde passa o feixe. etc. Embora a intensidade e a energia das radiações sej am muito menores que as do feixe primário. Ele se projeta em linha reta a partir do foco. Nunca fique na direção de um feixe primário Radiação secundária: Quando o feixe de radiação primária interage com um material qualquer (corpo do paciente. Os raios X gerados são emitidos em todas as direções a partir do foco (ponto do ânodo onde incidem os elétrons). e o operador deve dispor de um biombo para sua proteção durante a irradiação. Quando maior a kilovoltagem maior será a energia dos raios X. Quanto maior a miliamperagem maior a quantidade de radiação emitida. sua influência na dose é importante e ela deve ser evitada. A vantagem da adição de um material radioativo é a fosforescência ocorrer sem cessar. melhor o seu desempenho para raios X e raios gama. mesmo que o ambiente fique escuro durante muitos anos. podemos utilizar as barreiras para diminuir a intensidade de radiação (atenuar a radiação). Um filamento aquecido por uma corrente (miliamperagem) liberam elétrons que são acelerado por uma diferença de potencial (kVp) aplicada entre o ânodo e o cátodo da ampola. Os elétrons acelerados pelo campo elétrico chocam -se com o ânodo e como resultado da interação são produzidos raios X. Por esse motivo. ponteiros de relógios. . Quanto mais pesado o material a ser utilizado para a blindagem. Variando-se a miliamperagem (mA) varia-se a quantidade de raios X emitidos pelo gerador. que será utilizado pelo operador. Miliamperagem. Um gerador de raios X permite normalmente três tipos de controle: Kilovoltagem. A melhor proteção contra a radiação é a distância Quando não podemos nos afastar o suficiente. Assim. que fornece a radiação para a criação do fenômeno. a intensidade dos raios X decresce numa taxa proporcional ao quadrado da distância ela reduz a 1/6 da intensidade original. que terá também maior poder de penetração. não deve ser permitida a presença de pessoas na sala. Atenuação de raios X: A partir do ponto de emissão (foco). O tempo de disparo representa o intervalo de tempo que o permanecerá emitindo a radiação após acionar o disparador. Tempo de disparo Variando-se a kilovoltagem.Alguns materiais tornam-se fosforescentes (tintas. além do paciente.) a radiação é espalhada em todas as direções se constituindo no que chamamos radiação secundária. mesa. por exemplo) devido à adição de algum material radioativo.

forma e o modo de operar o equipamento. construída segundo as normas. É importante também. baseia-se na avaliação de parâmetros que incluem desde a escolha da mesa de exames. ao controle de gerador de raios X. fornece ao operador uma leitura que indica a taxa de dose ou de exposição à radiação na posição do aparelho. Medidas de radiação. Os detetores de radiação operam através do registro de sinais eletrônicos gerados pela interação da radiação com o material do detetor. Esses aparelhos são capazes de indicar a presença de radiação. um sistema eletrônico complementar registra os sinais elétricos e. . Medidas de radiação: A maior dificuldade existem ao se lidar com qualquer tipo de radiação. é o fato que ela não é percebida pelos nossos sentidos. na utilização de uma instalação radiológica. pode ser dividida em duas categorias: a. só podemos saber se existe ou não radiação através da correta utilização dos equipamentos de medidas. é chamada de Camada Semi -redutora. sendo o elemento sensível composto de câmaras de gás. cristais c intiladores. Em qualquer dos casos. Instrumentação: A garantia de uma proteção ideal. conhecidos como detetores de radiação. b. ou seja. Controle do equipamento. sua inte nsidade. elementos semicondutores. A instrumentação necessária para a avaliação dos parâmetros que envolvem a proteção radiológica. devidamente calibrado.A espessura do material que reduz a metade da intensidade de um feixe de radiação. energia e outras propriedades características. etc.

Cerca de 99% da energia cinética dos elétrons incidentes é transformada em calor e cerca de 1% produz radiação. Os elétrons interagem com qualquer elétron orbital ou núcleo dos átomos do anodo. Efeitos da interação elétron -alvo A maior parte da energia cinética dos elétrons. é convertida em calor através de múltiplas colisões com os elétrons dos átomo do alvo. correspondendo a uma velocidade de aproximadamente metade da velocidade da luz no vácuo. Estes elétrons não possuem energia suficiente para prosseguir ionizando os átomos do alvo mas conseguem excitar os elétrons das camadas mais externas. Após várias interações (ionizações). são radiações do tipo eletromagnética. quase todos os elétrons atingem o alvo com uma energia ciné tica de 70 keV. produzem radiações secundárias em todos os corpos que atravessam. Para 60 kV. transformam gases em condutores elétricos(ionização). aumentando com a energia (kV) do elétron projétil. pois não sofrem desvio em campos elétricos ou magnéticos. atravessam o corpo tanto melhor quanto maior for a tensão no tubo (kV). Os elétrons que atingem o alvo (anodo) interagem com o mesmo transferindo suas energias cinéticas para os átomos do alvo.5% da energia cinética do elétron é convertida em raios -X. Um aparelho operando a digamos 70 kV. As interações resultam na conversão de energia cinética em energia térmica (calor) e em energia eletromagnética (raios -X). tornam-se "duros" (mais penetrantes) após passarem por absorvedores. gerada uma cascata de elétrons de baixa energia. mas a eficiência na produção de raios -X independe da corrente no tub o. são diferentes dos raios catódicos. 70% dessa energia produz raios -X.Concluímos que: Roentgen fez uma série de observações acerca dos raios -X : causam fluorescência em certos sais metálicos. somente 0. propagam-se em linha reta (do ponto focal) para todas as dir eções. (Em radiologia diagnóstica > de 99% g eram calor e menos de 1% Raios -X de freamento e característicos). A produção de calor do anodo no tubo de raios -X aumenta com o aumento da corrente (mAs) no tubo. Estas interações ocorrem a pe quenas profundidades de penetração dentro do alvo. enegrecem placas fotográficas. os quais retornam ao seu estado normal de energia emitindo radiação infravermelha. enquanto para 20 MeV ( de aceleradores lineares). As maquinas de Raios -X foram planejadas de modo que um grande número de elétrons são produzidos e acelerados para atingirem um anteparo sólido (alvo) com alta energia cinética. . No tubo de raios -X os elétrons obtém alta velocidade pela alta tensão aplicada entre o anodo e o catodo.

Veja os modelos: Aparelho e comando de Densitometria Mamógrafo e mesa de comando Tomógrafo e mesa de comando .

Aparelho de ressonância e Mesa de comando Aparelho convencional e mesa se comando Arco Cirúrgico Portátil .

Bibliografia y y y Nuclear radiologia (site) Radioinmama (Site) Portal da radiologia (site) .