Rendas em regime de juro composto

INTRODUÇAO

Neste trabalho vamos abordar um conceito que surgiu no âmbito da disciplina de Calculo Financeiro leccionada no 1º ano de licenciatura de Informática de Gestão, com este trabalho pretendemos ficar a perceber melhor o que são Rendas em Regime de Juro Composto. Neste trabalho vamos explicar o que são rendas e todos os conceitos relacionados com as mesmas em Valor Actual e em Valor Acumulado, tentar perceber todas as fórmulas para que melhor consigamos resolver os exercícios e saber calcular todo o tipo de rendas.

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Rendas em regime de juro composto

Definição de rendas
As rendas são um conjunto de capitais, constantes ou não, com vencimentos equidistantes, no tempo . Cada um desses capitais designa -se habitualmente, de ³termo de Renda´. Rendas são um conjunto de capitais que ocorrem em momentos com o mesmo intervalo de tempo. Cada um dos capitais designa -se por termo de renda. Cada intervalo de tempo que decorre entre os vencimentos de dois termos consecutivos dá se o nome de período de renda. As rendas podem ser classificadas de acordo com muitos critérios. Podem ser classificados quanto ao período da renda, quanto ao valor dos seus termos, quanto ao momento de referência e quanto ao vencimento dos termos.

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Rendas em regime de juro composto

Quanto aos termos, podem ser:

- Certas ± são aquelas em que a duração do seu serviço não depende de qualquer eventualidade, isto é, a disponibilidade dos seus termos é absoluta segundo critérios previamente estabelecidos. - Temporárias ± se os seus termos se encontram num intervalo de tempo fi nito. (ex. prestação de um electrodoméstico) - Perpétuas ou Perpetuidades ± se a sua duração é ilimitada. (ex. determinada prestação que recebo até à morte. - Aleatórias ou incertas ± neste tipo de rendas, a disponibilidade dos seus termos depende de circunstâncias não previstas, isto é, aquelas em que o começo ou o fim do serviço é impreciso e dependente de algum acontecimento externo, imprevisível (ex: um seguro de vida ± a sua duração não é certa, ou seja, não sabemos o seu inicio e fim).

- Constantes ou termos constantes ± são aquelas em que todos os pagamentos são iguais. - Termos Variáveis ± são aquelas em que os pagamentos não são todos iguais.

Quanto aos períodos, podem ser:

- Inteiras ± são aquelas em que cada termo está disponível no momento da capitalização.

- Fraccionadas ± são aquelas em que cada termo está dividido em sub -termos, encontrando-se disponíveis em sub-períodos de cada período inteiro da taxa.

Quanto ao momento de referência, podem ser:
- Renda Imediata ± são aquelas que são recebidas desde a origem, isto é, aquelas em que o primeiro serviço reporta -se ao período, cujo o início se situa o valor actual da renda.
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Rendas em regime de juro composto

- Renda Diferida ± são aquelas em que o prim eiro serviço respeita a um período que é posterior àquele em que se situa o valor actual da renda.

Tanto as rendas imediatas, como as rendas diferidas podem ser classificadas por: - Postecipadas ou de Termos Normais ± são aquelas em que os seus termos estão disponíveis no fim de cada período. - Antecipados ou de Termos Antecipados ± são aquelas em que os seus termos estão disponíveis no início de cada período. Este tipo de rendas também é classificado quanto ao vencimento dos termos.

CÁLCULO DOS VALORES DE UMA RENDA

O valor de uma renda depende do momento que se toma por referência , vamos passar a explicar: -O valor actual é o valor duma renda referida ao início do primeiro ao início do primeiro período. É, assim, o capital único de todos os termos. -O valor acumulado é o valor da renda referido ao fim do último período e é constituído pela soma dos valores acumulados de cada um dos seus termos, também referid os ao fim do último período. -O valor duma renda num ponto intermédio da sua vigência ± e havendo que considerar todos os seus termos ± obrigará, por via dos conceitos anteriores, ao cálculo dos valores acumulados dos termos vencidos e ao cálculo dos valo res actuais dos termos vincendos, sendo todos os valores referidos ao ponto intermédio. -O valor de uma renda num ponto intermédio da sua vigência ± e havendo que considerar apenas os termos futuros ± é constituído pela soma dos valores actuais, referidos a esse momento (ponto intermédio), de cada um dos termos vincendos. É, assim, o capital único dos termos vincendos.
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período e é

constituído pela soma dos valores actuais de cada um dos termos, ta mbém referidos

podem ser transformadas em rendas imediatas.Capitalizações em sub-períodos de cada período inteiro Rendas imediatas com n termos normais e unitários Estas rendas são as mais importantes pois são as mais simples e todas as outras rendas podem -se converter nestas. Este tipo de renda é composta por n termos iguais que se vencem no respectivo período. ou seja. n -1 n períodos Nesta recta temporal temos representado termos unitários (1 capital) e temos também os períodos referentes a cada termo.Capitalizações no fim de cada período . Neste tipo de renda como é uma renda imediata o pagamento é feito no inicio do primeiro período. 7 . de termos inteiros e normais.. inteiras. Com capitalizações no fim de c ada período T T T T T termos 0 i 1 2 «.Rendas em regime de juro composto Rendas certas. de termos constantes: Vão ser apenas considerados rendas de termos unitários e iremos analisar dois aspectos essenciais tais como: . A cada período corresponde uma taxa (i).

temporária. n-1 n (1 + i) 1 (1 + i) 2 (1+i)  ( n 1) (1+i)  n Então: an i ! . Neste caso o número de termos 0 1 2 «. imediata e inteira com n termos normais e unitários representa -se por coincide com o número de período 1 1 1 1 1 an i ..Rendas em regime de juro composto Cálculo do valor actual: O valor actual de uma renda certa.

1  i  .

..  .1  i  .

1  i 1 2 n Sendo. an i ! .

1  i * 1 1  .

1  i n 1  (1  i ) 1 Temos então: 1 n an i ! «1  .

1  i » ½ i­ 8 .

iremos utilizar o valor referido ao início do 1º período e somamos todos os termos actualizando -os para o período que estamos a utilizar.Rendas em regime de juro composto Nesta fórmula está a ser considerado o T como sendo igual a 1. Para calcularmos o valor actual de uma renda imediata. Termos não unitários mas iguais a T temos a seguinte formula: Ou seja: T an i = T« n 1  1  i » ­ .

i ± a taxa aplicada n ± o numero de termos T ± o valor da renda. ½ i a ± representa o valor actual. t { 1 No caso de ser uma renda perpétua imediata de termos normais e unitários temosa seguinte formula: 1 1 n ag i ! lim an i ! lim «1  .

podemos ter um número infinito de termos .1  i » ! ½ i npg npg i ­ Nesta fórmula podemos verificar que o n pode ser infinito ou seja. 9 .

Rendas em regime de juro composto Valor acumulado O valor acumulado é a soma dos valores acumulados ou capitalizados de todos os termos 0 1 2 n -1 n (1+i) n 1 (1+i) n 2 (1+i) Neste esquema podemos verificar o valor acumulado de cada termo da renda. Formula: sn i ! 1  .

1  i  .

.  ..1  i  .

1 n S n i = «.1  i 2 n 1 Logo.

10 .número de termos S.1  i  1» ­ ½ i i . Podemos concluir que o valor acumulado é o valor actual capitalizado no fim do prazo da mesma forma que o valor actual é igual ao valor acumulado actualizado para o início da renda.taxa n.valor acumulado.

Tendo como formula final o valor actual calculada com a taxa efectiva. 11 . sabemos também que a formula a utilizar para calcular a taxa efectiva é a anteriormente referida. n -1 n i = (1+ i( m ) m ) m -1 Está-se a calcular a taxa efectiva para um período sendo esta a formula a utilizar. Valor actual Para calcular o valor actual são necessários alguns passos: Sabemos o valor actual da renda. 1 1 1 1 0 1 2 .. utilizada para calcular o valor actual.Rendas em regime de juro composto Rendas imediatas com n termos normais e unitá rios e capitalizações em sub.períodos de cada período inteiro: A resolução do problema é igual apenas com alguns pormenores que devem ser tidos em atenção: .Neste caso não há coincidência da taxa com o período da renda sendo a taxa inferior ao período da capitalização pois há períodos intermédios. Então vamos substituir an i na formula... . o (i) da taxa de juro pela formula que utilizamos para calcular a taxa efectiva.Neste caso temos também que calcular a taxa efectiva relativa ao período da renda para nos podermos situar nas rendas inteiras visto serem mais fáceis.

Rendas em regime de juro composto Formula: De 1 n an i ! «1  .

1  i » ½ i­ ¨ i ¸ 1  i ! ©1  m ¹ ª mº m Com: Vem: an i.

m « ¨ i( m ) ¸  nm » ! * ¬1  ©1  ¹ ¼ m m º ¼ i.

m ¸ ¨ ¬ ª ­ ½ ©1  ¹ 1 m º ª 1 i.

m E: an i.

m « ¨ i ¸  nm » 1 m ¬1  ©1  .

m ¹ ¼ * ! m m ¹ ¼ i.

m ¬ © ¨ i.

m ¸ º ½ ­ ª ©1  ¹ 1 m m º ª ! 1 m » i.

m Ǭ i.

m i.m ¸ ¬© 1  ¹  1¼ m ¬ª m º ¼ ­ ½ * an.

m m an*mam*m i.

m i .

n Temos como fórmula an i.

m ! a n i.

m ! S m m i .

m m m i.

i.Número de periodos inteiros.m m m S a ± valor actual. n . i ±taxa efectiva referida a um período.

m .taxa nominal referida a um período com m capitalizações no período m: número de capitalizações por período ou frequência de capitalizações 12 .

isto é.Rendas em regime de juro composto 1 1 1 0 1 m 2 m 1 « m m 1 1+ 1 m 1 1+ m m 2 «n m ± representa o número de capitalizaç ões por período. vão existir varias capitalizações dentro de um so período. m= periododataxa periododarenda Cálculo do valor actual com m capitalizações: an i. Neste caso é possível verificar que existem capitalizações em sub -períodos.

m ¨ i.

m ¸ ! ©1  ¹ © m ¹ ª º m ¨ i.

m ¸  ©1  ¹ © m ¹ ª º 2 m ¨ i.

an i. m E.  © 1  ¹ © m ¹ ª º  n..m ¸  ..

m ¨ i.

m ¸ 1  ©1  m ¹ ¨ i.

m ¸ m º ª ! ©1  ¹ * m © ¹ m º ¨ i.

m ¸ ª 1  ©1  ¹ m º ª  n. m  n .m an i.

m ¨ i.

m ¸ 1  ©1  ¹ m º 1 ª ! * m m ¨ i.

m ¸ ¨ i.

m ¸ ©1  ¹ ©1  ¹ 1 m º m º ª ª m ¨ i.

m ¸ ©1  ¹ m º ª 13 .

Rendas em regime de juro composto  n. m ¨ i.

m ¸ 1  ©1  ¹ m º ª ! i.

m m i.

m * m ¨ i.

m ¸ ©1  ¹ 1 m º ª m an i.

m ! an*m i.

m * m 1 sm i.

m m Através desta fórmula vamos calcular o valor actual tendo em conta a taxa nominal i( m ) . m Valor acumulado Formula: 1 n S n i ! «. O cálculo será feito através do produto entre o valor actual (utilizando o mesmo número de termos igual ao total das actualizações e utilizando também a taxa proporcional im ) e o inverso do valor acumulado .

1  i  1» ­ ½ i ¨ i.

m ¸ 1  i ! ©1  ¹ © m ¹ ª º m Sn i.

m ! 1 ¨ i.

m ¸ ©1  ¹ 1 m º ª i.

m m «¨ i ¸ n*m » .

m » 1 .m * ¬©1  ¹  1¼ m ¹ ¬© ¼ º ­ª ½ «¨ i ¸ n .

m m * ¬© 1  ! ¹  1¼ * i m © ¹ m º ¬ ¼ ¨ i.

m ¸ ­ª ½ .

m ©1  ¹ 1 m m º ª 14 .

Rendas em regime de juro composto S n i.

m ! 1 S m i.

m m * S n*m i.

na fórmula substituímos a nossa taxa (i) pela taxa o nominal de onde surge a formula. isto é.m m Esta fórmula vem da junção da taxa efectiva com o valor acumulado. Contudo ao escrevermos os termos por uma ordem inversa e utilizando o mesmo esquema que utilizamos para demonstrar o valor actual iremos obter o mesmo resultado ou seja: m «¨ i ¸ » ! ¬© 1  ¹ ¼ ¬ª m º ¼ ­ ½ n 1 m «¨ i ¸ »  ¬© 1  ¹ ¼ ¬ª m º ¼ ­ ½ n 2 Sn i.

 1 Ao escrever os títulos por ordem inversa fica: S n i.m m  ...

.  © 1  ¹ ª mº .m m i ¸ ¨ i ¸ ¨ ! ©1  ¹  ©1  ¹ ª mº ª mº m 2m i ¸ ¨  ..

m S n i.n 1 .

m ¨ i.

m ¸ ¨ i.

m ¸ 1  ©1  ©1  ¹ ¹ m º m º ª ª ! ! m i.

m ¨ i.

m n. m 1 * i.m ¸ 1  ©1  ¹ m m º ª n .

m m ¨ i.

m ¸ ©1  ¹ 1 m º ª m 15 .

Rendas em regime de juro composto Fórmula final: S n i .

m ! S n * m i .

m * m 1 S m i .

m m Com esta formula vamos calcular o valor acumulado tendo em conta o numero de termos (n) e a taxa efectiva i(m). E sse calculo é feito através do produto entre o valor acumulado utilizando a taxa proporcional i.

n -1). tal como podemos verificar na recta temporal a seguir: 1 1 1 1 0 i 1 2 n ±1 n Nesta recta vemos que o pagamento é efectuado no início de cada período.1) e o ultimo termo vence se no momento n -1 correspondendo ao período de tempo (n. Rendas imediatas com n termos antecipados e unitários Rendas com capitalizações no fim de cada período Neste caso o pagamento das rendas começa a ser efectuado no início do primeiro período (0) e termina no momento (n -1) sendo que o ultimo período da renda termina em n.m m e o valor acumulado que tem o numero de capitalizações iguais ao numero de termos. havendo capitalizações no fim de cada período da renda. ou seja o primeiro termo vence-se no momento zero e corresponde ao período (0. 16 .

ä n i . O n e o i tem o mesmo Formula: a n i ! 1  .Rendas em regime de juro composto Valor actual O valor actual deste tipo de rendas representa -se significado que nas rendas anteriores.

1  i  .

..1  i  .  .

.  .1  i 1 2 .

n 1 ! 1  .

1  i n 1 1  .

1  i 1 n a n i ! .

1  i * «1  .

O valor actual destes termos no momento zero fórmula. i­ ½ E ainda: ä i ! 1  an1 i n Nesta fórmula verifica-se a ligação entre o valor actual da renda de termos antecipados e o valor actual da renda de term os normais.. Há também outra ligação importante nesta fórmula que é a divisão da renda antecipada em dua s: uma parte que é constituída pelo 1º termo que vence no momento zero. a n 1 i tal como podemos verificar na Valor acumulado O valor acumulado representa se por ¨S n i e tal como nas rendas de termos normais. o seu valor advêm da capitalização do valor actual para o fim do ultimo período. outra constituída pelos restantes termos em que o primeiro se vence no momento um e o ultimo em (n -1). 17 .1  i » .

Rendas em regime de juro composto Formula: s n i ! .

n i ! ..1  i * ä n n .

1  i .

1  i .an i s n i ! .

Formula final: ¨ ni 1 n ! (1  i ) * «.1  i S n i ..

1  i  1» ½ i­ Por aqui concluímos que para calcularmos o valor acumulado de uma renda com n termos antecipados e unitários é apenas necessário multiplicar o valor actual de uma renda igualmente de n termos antecipados e unitários ao valor actual de n termos . 18 . Rendas com capitalizações em sub -períodos Se existirem capitalizações em sub -períodos de cada período inteiro para calcular o valor actual e o valor acumulado iremos utilizar as mesmas formulas que utilizamos nas rendas imediatas de termos normais. Rendas diferidas com n termos normais e unitários Antes de falarmos das rendas diferidas convêm distingui -las das rendas imediatas.

. logo podemos concluir que o prazo de diferi mento desta renda é de 4 períodos. n+4 i Nas rendas diferidas postecipadas o pagamento é feito num determinado número de períodos após aquele em que se situa o valor actual aqui como podemos analisar através do esquema.. o período seguinte em que se situa o valor actual. Vamos calcular o valor actual e o valor acumulado de uma renda diferida de período inteiro.5). ou seja. o primeiro pagamento será feito no período (1. n -1 n i Por este esquema pode -se observar que nas rendas diferidas o primeiro pagamento será efectuado no m omento um. e o ultimo será efectuado em (n -1) sendo uma renda de termos antecipados mas diferida de um período.Rendas em regime de juro composto 1 1 1 0 1 2 «. 1 1 1 0 4 5 6 «. k períodos com n termos normais e unitários e capitalizações apenas no fim de cada Cálculo do valor actual . o pagamento é feito no momento 5 que é referente ao período (4.2).

|a k ni Existem duas formas de calcular o valor actual: Primeiro vamos analisar as rendas imediatas de termos normais. A seguir 19 . Primeiro temos aqui um renda imediata com n termos normais de valor actual igual a a n i .

Rendas em regime de juro composto actualizamos o valor de k perdoados para se obter o valor actual na origem: k| an i ! .

1  i * an i k Por esta fórmula vamos obter o valor da renda actual levando em conta que o momento k representa uma renda imediata com n termos normais e unitários de seguida actualizamos o valor de K pelo número de períodos diferidos. Em segundo temos o valor actual calculado a partir do princípio geral de actualização termo a termo. Sendo a formula utilizada a seguinte: 1 k | an i ! .

 i .

k 1  .

1  i  .

.  ..k  2  .

1  i  .

k  n k 1 2 n ! .

«.1  i .

1  i  .

 .1  i  ...

1  i » ­ ½ k 1 n ! .

1  i . «1  .

1  i » ­ ½ i k| an i ! .

Cálculo do valor acumulado A fórmula utilizada é .1  i * an i k O calculo do valor actual termo a termo será calculado pela mesma formula acima referida.

k| Sn i Em primeiro capitalizamos o valor actual para o fim do ultimo período K| Sn i ! .

1  i * an i * .

1  i ! an i .

1  i n k k n 20 .

Rendas em regime de juro composto .

Depois vamos calcular os valores de cada um dos termos: k| Sn i ! 1  . logo coincide com o ultimo período da renda. k| S n i = k| S i n Aqui temos uma renda diferida de k períodos cujo valor é calculado para o momento em que se efectua o ultimo pagamento.

1  i  .

..  .1  i  .

1  i 2 n 1 1 n ! «.

ou seja coincidente com o ultimo período da renda não existindo momentos diferidos. k a n i ! . RENDAS DIFERIDAS COM N TERMOS ANTECIPADOS E UNITÁRIOS Cálculo do Valor Actual A forma mais simples para deduzir a expressão do seu valor é transformar a renda numa renda de termos normais.1  i  1» ½ i­ ! Sn i Aqui estamos a capitalizar para o último período. mas agora diferida de k -1 períodos. Isto é neste caso visto que os valores que pretendemos calcular são calculados no último momento da renda. o valor actual será calculado da mesma forma que se calcula na renda normal e unitária com n termos normais e constantes.

1  i . a n i k ... Também se podia fazer termo a termo: k a n i ! . .

1  i  .

k  ..1  i .

k 1  ..  ..

1  i  .

k  n 1 21 .

Rendas em regime de juro composto k 1 2  .

n 1 » ! .

1  i «1  .

1  i  .

..  .1  i  .

1  i ­ ½ 1 k n ! .

1  i . .

«1  .1  i .

1  i » ­ ½ i ! .

1  i  .

an i Cálculo do Valor acumulado k s n i ! s n i ! .k 1 .

1  i  .

.  ..1  i  .

.. n 2 n 1 ! . .1  i 2 .

1  i «1  .

1  i  .

 .1  i  ...

1  i » ­ ½ 1 n ! .

« .1  i .

1  i  1» ­ ½i ! .

1  i s n i 22 .

12 ± o número de serviços da renda em cada ano.Rendas em regime de juro composto RENDAS TEMPORÁRIAS DE TERMOS CERTOS E CONS TANTES Renda temporária está dividida em vários sub -termos. A renda de n termos anuais e iguais a 12 T dá origem a uma nova renda com n v 12 termos e períodos iguais a 1/ 12 do ano. n ± o número de anos da renda. que está dividido em 12 partes iguais. Cada período da taxa corresponde um termo igual a 12 T. T ± o valor de cada prestação mensal e postecipadas. vencendo -se cada uma delas num sub-período (mês) do ano. encontrando-se disponíveis em sub-períodos de cada período inteiro da taxa. Esquematicamente. considera-se: T T « T T T « T T « T 0 1 12 2 12 « 11 1 12 1+ 1 11 «1+ 12 12 2 n anos Período da renda Período da taxa I ± a taxa de juro referente a um ano. 23 .

vencíveis em sub-períodos De cada período inteiro. Uma renda temporária constituída por m. n termos iguais a e cujo período é 1 . divisão de cada termo em m sub -termos iguais.a n i . m 1 .Rendas em regime de juro composto Rendas temporárias imediatas de termos normais e constantes 1 m 1 m « 1 m 1 m 1 m «. Se o valor de cada termo do período inteiro da taxa não for unitário mas (m) sim igual a T. taxa i referida ao período inteiro. 1 m 1 m « 1 m 0 1 m 2 m 1 « 1 m m 1 1 m 1 « 1 2 m m « n anos i Em geral para rendas de n termos unitários de renda inteira. m Valor Actual (m ) O valor actual desta ren da representam-se por a n i . 1º Processo: actualização termo a termo 24 . o símbolo do valor actual será . m 1 .

Rendas em regime de juro composto (m) a n i !  mn m 1 2 1«    » 1  i m  .

.1  i m  .  ..

 .1  i m  ...

1  i m ¼ .

¬ m­ ½ 1 1 1 i m .

1 1 1  .

! .1  i  m . .

1 1  m m 1 i m 1 1  .1  i ! .

1  i m .

n  mn Se for T o valor de cada termo da renda inteira: (m) T .i.a n i ! 1 T 1« n . 1  .

1  i » . 1 ­ ½ m i .

1  i m  1 ! Ti 1 « » m ¬.

1  i m  1¼ ­ ½ . i i.a n i ! T.

m .a n i Neste caso estudamos o T como sendo diferente de 1 2º Processo: Alteração da renda temporária em renda de termos inteiros Este método é de utilização prática na medida em que se trabalha com o tipo de rendas mais simples. 25 . Para isso é fundamental fazer combinar o período da renda com o período da taxa e é suficiente convencionar a taxa im referida ao sub -período 1/ m .

Rendas em regime de juro composto O valor da taxa efectiva i é a seguinte: im não necessita ser calculado e a sua conexão com a taxa 1  i ! .

1  im m Valor Acumulado ( m) Representa-se pelo símbolo s n i e a sua expressão resulta a partir dos mesmos métodos que utilizámos para o cálculo do valor actual 1º Processo: Capitalização termo a termo para o fim do último (m ) s n i ! mn 1 mn  2 1« » 1  i m  .

.1  i m  .  1¼ ¬..

m­ ½ ! 1 . m .

1  i m 1 mn 1 .

«.1  i m  1 ! i 1 1 n . .

1  i  1» 1 ½ m 1 i m 1 i ­ .

(m) s n i ! i i.

«.s n i 2º Processo: Transformação da renda temporária em renda de termos inteiros 1 1 1 mn s mn i ! .m .

. .1  im  1» ­ ½ m m m im ! 1 1 1« n .i.

1  i  1» ­ ½ m im i 26 .

Rendas em regime de juro composto ! i .s m.im n i RENDAS TEMPORÁRIA IME DIATAS DE TERMOS NOR MAIS E CONSTANTES CO M P CAPITALIZAÇÕES EM CA DA PERÍODO INTEIRO A existência de p capitalizações em cada período pode coincidir ou não conforme p ! m ou p { m . Esta situação determina -se na relação de equivalência de taxas: 1  i ! . como os vencimentos dos termos 1/m.

1  im m ¨ i.

p ¸ 1  i ! ©1  ¹ © p ¹ ª º i.

Consequência das relações: . p p a taxa nominal relativa ao período inteiro com p capitalizações no período.

1  im m ¨ i.

p ¸ ! ©1  ¹ © p ¹ ª º p p e 1  im m ¨ i.

p ¸ m ! ©1  ¹ © p ¹ ª º 27 .

Rendas em egime de j V l mposto a V l s 1 m 1 m 1 m 1 m 1 m 1 m 1 m 1 m 2 m i m 1 m 1 1 m .

os termos estão disponí eis no começo de cada período. Alterando para uma renda inteira: i 1 m 1 m 1 m 1 m m n -1 m n m este esquema est mais uma ez representada uma renda com sub -períodos. ou seja.n  1  m 1 n m este esquema possuímos uma enda omposta por sub -períodos.tal que os termos são antecipados.              RE ¥ ¤ ¨ § ¦¥ ¤ ©   £ ¢¡   .

m n i.

p A tu l ! 1 a m mn im A u ul .

m n i.

p ! 1 s m mn im AS E P R ÁRIAS I E I A A S E ERMOS A ECIPA O S E CONS ANTES 28 .

. .Rendas em regime de juro composto Valor Actual .

. a mn im m 1 . 1 a m..m Fórmula final: a n i ! 1 .n im ! .

1  im am.n im m m ! 1 1  n. m .

1  im «1  .

1  im » ½ m m­ 1 1 .

1  im m m ! 1 .

1  im 1 m 1 «1  .

1  im  n » ­ ½ ! .

1  i 1 m i « m ¬.

1  im ­ ! .

«1  .1  i m 1 1 m 1 n .

1  i » ­ ½ » i  1¼ ½ i .an i i.

m Valor Acumulado . ..

..m Fórmula final: s n i ! 1 .n im ! . s mn im m 1 . 1 S m.

n im m m ! 1 1 m. n .1  im S m.

«.1  im .

1  im  1» ½ m m­ 29 .

Rendas em regime de juro composto 1 1 1 «.

! .1  i n  1» m.

1  i 1 ­ ½ m .

1  i m  1 ! .

1  i m . 1 1 i.

n im 1 a i m m.m Sn i Rendas temporárias diferidas de termos normais e constantes 1 m 1 m 1 m 1 m 0 1 k k 1 m 1 k k+1 m m k+n i Neste esquema está representada uma renda temporária composta por sub -períodos. m m+1 m.n m 1 S i m m.n im . n m 1 k am. e diferida em que k representa o número de períodos diferidos. Alterando a renda temporária em renda de termos inteiros: 1 m 1 m 1 m 1 m 1 m 0 i 1 « k (0) 1 2 «..

1  i m 30 .

Rendas em regime de juro composto Valor Actual .

a i m m. n m k| a n i ! .m Formula Final: ka n i ! km am n i v m 1 m 1 .

m 1 k am.n im .

1  i m i i.

m an i .

1  i k k| a n i ! .

m Valor Acumulado .

m Fórmula final: k s n i ! km sm n i v m 1 m À conformidade de casos prévios o valor acumulado não provém do prazo de diferimento: .

m k s n i !s .

s m m i. s mn i ! .m n i ! 1 i .

m n i 31 .

Rendas em regime de juro composto Rendas temporárias diferidas de termos antecipados e constantes . 1 m 1 m 1 m 1 m 1 m 0 i 1 k 1 m k k 1 m 1 m 1 k k  1 ...

1 m 0 1 «k - 1 m k (0) 1 m.n -1 m.n im . 1 m 1 m «.k  n  1  k n m m m Neste esquema esta apresentada uma renda termos são pagos previamente e são consumadas varias capitalizações dentro do mesmo período de tempo.n i im 1 k am.

n m 1 . S m . n im m Nesta recta esta apresentada a modificação de uma renda temporária em uma renda de termos inteiros 32 .1  i m 1 a i m m..

.Rendas em regime de juro composto Valor Actual . .

m Fórmula final: k a n i ! km a m n im v . a m . 1 m 1 .. . n im m Este é o valor da renda no momento k k| a ni ! . ...

k a m.n im ..m 1 .

1  i m Actualização de k períodos inteiros para a obtenção do valor actual na origem k| a n i ! .

. ..1  i m .

m 1 i i.

m . a n i .

1  i . k ª ! ..

1  i © ¨ 1¸  k ¹ mº i i.

Valor Acumulado .m an i Esta expressão corresponde á actualização da renda de termos normais durante k - 1 m períodos.. .

.m Fórmula final: k s n i ! km s mn im v . 1 m 33 .

.Rendas em regime de juro composto . .

.m k s n i !s . .

imediatas. RENDAS P ERPÉTUAS DE TERMOS CONSTANTES Rendas perpétuas. constantes e no valor de t unidades monetárias Este modelo de renda é representado pelo símbolo: ag ou ag. apenas que n assuma valores elevados e o último termo não tenha um aumento expressivo no seu valor.n RENDAS P ERPÉTUAS OU PERPETUIDADES Rendas perpétuas são aquelas que a duração é ilimitada. Assim.i 0 1 2 «« n g períodos i 34 . o que indica que a função vai aumentar até determinado ponto até estabilizar (isto acontece à medida que se afasta da origem). de n termos normais. inteiras. as rendas temporárias. Este tipo de rendas assume todos os tipos de ren das estudadas previamente. ou seja. Consequentemente a taxa de juro exercida também influi.m n i 1 .n im m Valor acumulado no momento m. ! S m. as expressões de Valor Acumulado e de Valor Actual. obtém -se a partir das expressões dos valores das rendas temporárias. calculando o seu limite com n a tender para infinito. isto não significa obrigatoriamente que sejam infinitos..

Rendas em regime de juro composto Neste esquema temos representada uma renda perpetua que tende para infinito pois não se sabe determinar quando termina. ag i ! lim an i n pg 1 1 n ! lim «1  .

1  i » ! ½ i npg i ­ Sendo os termos iguais a T e não unitários. 35 .. I MEDIATAS. CONSTANTES E UNITÁRIOS . Esta renda é representada pelos seguintes símbolos: ag ou ag i 1 1 1 1 0 1 2 n -1 n i neste esquema pode se observar que a renda é perpétua imediata pois o seu primeiro termo é efectuado no princípio da renda. teríamos: T * ag i ! lim T * an i ! n pg T i RENDAS P ERPÉTUAS. .. INTEIRAS DE T ERMOS A NTECIPADOS.

.. a g i ! lim a n i npg ! lim .Rendas em regime de juro composto . .

. 36 .1  i * an i npg Alcançamos. DIFERIDAS . podemos também verificar que esta renda é temporária. k  1 « k+n m i nesta recta temporal apuramos o número de deferimentos apresentado por k. é a seguinte: k | ag ou k | ag .i k ± o prazo do diferimento representado em número de períodos inteiros m ± o número de sub-termos em cada termo inteiro e unitário Vem. CERTAS E FRACCIONADAS DE TERMOS NORMAIS E CONSTANTES A expressão representativa deste tipo de renda.. 1 m « 1 m « 1 m 0 1 «. por fim: an i ! . K k 1 «. 1 i i RENDAS P ERPÉTUAS.

am.Rendas em regime de juro composto Alterando a renda temporária para uma renda inteira: «.n im . 1 m 1 m « 1 m 0 i 1 « k( 0) 1 2 « mn im 1 k . .

n m Então.1  i m 1 a i m m . (m) k| a g i ! lim k 1« 1  m .n 1  .

1  im » «.

1  i » ­ ½ ½ im n pg m ­ ! 1 k .

im ! 1 « » m ¬.1  i m.

1  i  1¼ ­ ½ 1 m .

1  i k ! 1 i( m ) .

1  i k 37 .

IMEDIATAS COM N TERM OS NORMAIS VARIANDO EM PROGRESSÃO ARITMÉTICA Para determinar n termos de uma renda em Progressão Aritmética. RENDAS TEMPORÁRIAS IN TEIRAS. RENDAS TEMPORÁRIAS DE TERMOS VARIÁVEIS Estas rendas aplicam se quando os termos de uma renda são variáveis. Logo quando os termos variam de acordo com determinado padrão. . cujo primeiro deles no valor de t euros são: t . é possível calcular os seus valores acumulado e actual de forma mais simplificada. para o momento desejado. Este tipo de rendas aplicam -se quando os pagamentos são diferentes.Rendas em regime de juro composto RENDAS V ARIÁVEIS As rendas variáveis ou com termos variáveis. quanto aos termos. tendo por isso que assumir uma forma de crescimento em progressão aritmética e progressão geométrica. como rendas incertas ou aleatórias. progressão aritmética ou progressão geométrica. logo a única forma de calcular o seu valore acumulado e actualizado consiste em capitalizar e actualizar todos e cada um dos seus termos. são classificadas. com razão r. um a um.

t  r . .

.t  2r .... t  .

n  2 r .t  .

O valor actual neste tipo de renda apresenta se pela expressão: .n  1 r Valor actual: Para calcular o valor deste tipo de renda em certo momento antes da origem. necessitamos de actualizar para que o valor a adquirir venha reportado à origem e coincida com o momento 0.

pa .

i Sabendo que S n i ! an i .a n.

1  i n 38 .

Rendas em regime de juro composto an i ! S n i .

1  i an i ! S n i .

1  i n n Como: « .

1  i n  1 ¨ r ¸ nr » n an ! ¬ t  ¹  ¼ .

1  i © i iº i ¼ ª ¬ ­ ½ 1  .

1  i ¨ an ! ©t  i ª n r ¸ nr n ¹  .

1  i iº i Desta forma. soma-se e subtrai-se o segundo membro nr i 1  .

1  i ¨ an ! ©t  i ª n r ¸ nr nr nr n  .

1  i  ¹ iº i i i Resumindo. « «1  .

1  i » .

 n » ½ ¨ t  r  nr ¸  nr ¼ ¬­ an ! © ¹ i i ¬ ª º i ¼ ­ ½ Por fim adquirimos . a fórmula final: .

pa an ¨ r ¸ nr ! an i © t   nr ¹  i ª º i 39 .

precisamos então de capitalizar o valor acumulado. O capital acumulado neste tipo de renda vai ser denominada pela expressão: .Rendas em regime de juro composto Valor Acumulado : Para calcular o valor deste tipo de renda em determinado momento após a ocorrência do último termo que coincide com o momento n.

a Sn i Sn ! Sn  T Sendo. T ! r . p.

1  i n 2  2r .

 ..1  i n 3  ..

n  3 r .

1  i  .

n  2 r .

1  i  .

n  1 r 2 E multiplicando os membros por (1+i) .

1  i ! r .

1  i n 1  2r .

1  i n 2  3r .

1  i n3  .  ...

n  2 r .

1  i  .

n  1 r .

1  i 2 Se subtrair os membros . T .

1  i  T ! r .

1  i 2 2  «.

n  2 r .

1  i  .

n  3 r .

1  i »  «.

n  1 r .

1  i  .

n  2 r .

1  i »  .

n  1 r ½ ­ ½ ­ t =1º termo. . r = razão Onde.

1  i i!r i      n 1  « 2r .

1  i ­ n 2  r .

1  i n 2 »  « 3r .

1  i n 3  2r .

1  i n 3 »  ... ½ ­ ½  i ! r (1  i )n 1  r (1  i )n  2  ..  r (1  i )2  r .

1  i  r  nr n 1  nr 40 .

Rendas em regime de juro composto r .

i i i n ( p.1  i  1 nr  T! .a) Sn i .

1  i !t i n 1 r .

a) Sn .1  i  1 nr  .  i i i n Sn r ( p.

. de razão r.. este é de ordem n. o último termo da renda com valor positivo é o que corresponde ao inteiro imediatamente superior.tr n1 41 . t r . em que t é o primeiro No caso de t r não ser um valor inteiro...tr n 2 .. DE N TERMOS NORMAIS VARIANDO EM PROGRESSÃO GEOMÉTRICA Os n termos de uma renda variando em progressão geométrica. INTEIRA. são: t .1  i ! 1¨ ©t  i ª n r ¸ nr ¹ iº i Adquirindo por fim: ¨ r ¸ nr ( p. Com esta situação só faz sentido calcular a renda até ao momento em que ocorre o último termo de valor positivo. tal que: n ! termo da renda. logo não é conveniente que existam termos de valor negativo ou mesmo nulo. tr .. RENDA TEMPORÁRIA . sendo o primeiro deles no valor de t euros.a) Sn ! Sn i © t  ¹  iº i ª Quando r <0. tr 2 .. subsiste um limite de aplicabilidade prática neste tipo de rendas. IMEDIATA.

de razão r e t representa o 1ºtermo. Este tipo de renda representa -se pela expressao: ( p.g) ni an i ! Sn i (1  i ) n an i ! t r n  .Rendas em regime de juro composto Valor Actual Para calcular este tipo de renda. temos que (p.a) a Desta forma. o valor actual da renda será no momento 0.

1  i r  .

g) (1  i) n Obtemos como fórmula final : t rn * an i ! (1  i ) n r  (1  i ) Valor Acumulado O símbolo que representa o valor actual desta renda.1  i n (p. é o seguinte: Sn A fórmula usada para calcular este tipo de renda é a seguinte: Sn ! t r n  .

1  i r  .

1  i n Se calcularmos d períodos após o último termo. utilizamos a fórmula: Sn d ! Sn «.

1  i » ­ ½ d 42 .

Rendas em regime de juro composto De onde podemos tirar a fórmula final: « r n .

1  i n » d Sn ! t ¬ ¼ .

1  i ¬ r .

( p.1  i ¼ ­ ½ RENDAS P ERPÉTUAS DE TERMOS VARIÁVEIS E M PROGRESSÃO ARITMÉTICA Valor Actual O valor actual de uma renda perpétua. inteira. Este tipo de renda é representado pela expressão: Assim. imediata. em progressão aritmética será reportada à origem. de termos normais.a )ag i ag i ! t .

1  i  .

t  r .

1  i  .

t  2 r .

.1  i  .. adquirimos ag i ! t t r t  2r   1  i . 1 2 Invertendo.

1  i 2 .

. adquirimos ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸ 1 1 2 ag i ! t ©    ...1  i 3 Colocando em evidência os termos.¹ 2 3 2 3 © ¹ © ¹ ª 1  i .. ¹  r ©   .

1  i .

1  i º ª .

1  i .

1  i º Assim. podemos por fim obter a seguinte fórmula: 1 1 ag i ! t  r 2 i i 43 .

este tipo de renda. reportado primeiro termo t e razão . com termos. em progressão aritmética decrescente ai existir um limite origem. imediata. em progressão aritmética. tendo como perpétua para passar a temporária.Rendas em regime de juro composto t r ag i !  2 i i Assim. quando  é n . de termos normais. inteira. a renda deixa de ser 44 . podemos achar o alor actual de uma renda perpétua.  na sua aplicabilidade prática. isto que.

O Redolfo deposita anualmente. Os depósitos vencem juros compostos à taxa de 9% ano. Supondo qu e os depósitos mensais são aplicados a uma taxa mensal de 0. e durante 20 anos.Rendas em regime de juro composto Exercícios: 1. no valor de 1000 euros. deposita uma certa quantia constante. a quantia de 500 euros. de Novembro de 2002 a Junho de 2003.09 n= 20 2. Determine o valor acumulado que adquire no final do prazo e imediatamente após ter efectuado o último depósito. t = 500 i = 0. no início de cada mês.8% (capitalização de juros mensal) e que o valor total desses depósitos é utilizado na compra do referido computador. Para tal. no início do mês de Junho de 2003. S n i = 1000¼ n = 8 meses i = 0. determine o valor de cada mensalidade.008/mês t=? 45 .O Fábio e o Hugo pretendem comprar um computador a pronto pagamento.

009)  24  5000 ! vt v 1. 009 2 A24 ! 1 1  (1  0.9% = 0. 008) 8  1  1000 ! t v 0. 22762007  t ! 121.009 2 A2 4 ! 5 0 0 0 1 v A24 ! 5000 2 (1  0. para liquidação de uma dívida no valor de 5000 euros. 54  t! 3. Sonia rec ebeu os 5000 euros em 2 de Agosto de 2001. 018081 0. Sabendo que a Sr.Rendas em regime de juro composto S n i ! t v sn i  (1  i ) n  1  Sn i ! t v i (1  0. 009 5000 t! 1 1  (1  0. 018081 0. 22762007 v t 1000 8.009 1. e que foi acordada uma taxa de juro de 0. n = 24 i = 0. 009) 24 v 1. Sonia acordou com o banco ³BCP´. 009) 2 1  5000 ! v t v a 24 0 . 008  1000 ! 8.A Sr. 009  t ! 236.9% ao mês. o pagamento de 24 prestações mensais de 2 de Novembro 2001 a 2 de Outubro 2003. determine o valor de cada prestação mensal. 78 46 .

Rendas em regime de juro composto Conclusão Este trabalho foi muito importante para a nossa formação como futuros trabalhadores na área de gestão. 47 . Por estas e por outras podemos dizer de peito cheio que foi um trabalho muito importante para nos e que nos deu grande agrado em fazer. Aprendemos a calcular os vários tipos de rendas bem como as su as definições. pois com este trabalho enriquecemos e muito o nosso campo lexical e intelectual referente á disciplina de cálculo.

Port ugal: Escolar Editora 48 . Mateus. Lisboa. Mateus.Rendas em regime de juro composto Bibliografia: Sebenta nº3 de Cálculo Financeiro. Cálculo Financeiro (3ª Edição). Calculo Financeiro (2ª Edição). Portugal: Edições Sílabo. José Maria Alves. Cálculo Financeiro (5ª Edição). Lisboa. Lisboa. José Maria Alves. Professor Rogério Matias. Portugal: Edições Sílabo.

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