LEI Nº 8.

112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.
c Publicada no DOU de 12-12-1990. c Lei nº 9.962, de 22-2-2000, disciplina o regime de emprego público do pessoal da Administração federal direta, autárquica e fundacional. c Dec. nº 5.707, de 23-2-2006, institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional e regulamenta dispositivos desta Lei. c Dec. nº 5.961, de 13-11-2006, institui o Sistema Integrado de Saúde Ocupacional do Servidor Público Federal – SISOSP.

TÍtUlo I – CAPÍTULO ÚNIcO DAS DiSPoSiÇÕeS PreliminAreS Art. 1º Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas federais.
c Lei nº 11.440, de 29-12-2006, institui o regime jurídico dos servidores do serviço exterior brasileiro.

Art. 2º Para os efeitos desta Lei, servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público.
c Lei nº 9.962, de 22-2-2000, disciplina o regime de emprego público do pessoal da Administração federal direta, autárquica e fundacional.

Art. 3º Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. Parágrafo único. Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, são criados por lei, com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos, para provimento em caráter efetivo ou em comissão. Art. 4º É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei. TÍtUlo II – DO PROVIMENTO, VAcÂNcIA, REMOÇÃO, REdISTRIBUIÇÃO E SUBSTITUIÇÃO CAPÍTULO I Do ProVimento SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 5º São requisitos básicos para investidura em cargo público: I – a nacionalidade brasileira; II – o gozo dos direitos políticos; III – a quitação com as obrigações militares e eleitorais; IV – o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo; V – a idade mínima de dezoito anos; VI – aptidão física e mental. § 1º As atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei. § 2º Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscreverem em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras; para tais pessoas serão reservadas até 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas no concurso. § 3º As universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológica federais poderão prover seus cargos com professores, técnicos e cientistas estrangeiros, de acordo com as normas e os procedimentos desta Lei.
c § 3º acrescido pela Lei nº 9.515, de 20-11-1997.

Art. 6º O provimento dos cargos públicos far-se-á mediante ato da autoridade competente de cada Poder. Art. 7º A investidura em cargo público ocorrerá com a posse. Art. 8º São formas de provimento de cargo público: I – nomeação; II – promoção; III e IV – Revogados. Lei nº 9.527, de 10-12-1997; V – readaptação;

VI – reversão; VII – aproveitamento; VIII – reintegração; IX – recondução. SEÇÃO II DA NOMEAÇÃO Art. 9º A nomeação far-se-á: I – em caráter efetivo, quando se tratar de cargo isolado de provimento efetivo ou de carreira; II – em comissão, inclusive na condição de interino, para cargos de confiança vagos.
c Inciso II com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

Parágrafo único. O servidor ocupante de cargo em comissão ou de natureza especial poderá ser nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade.
c Parágrafo único com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

Art. 10. A nomeação para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos, obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade. Parágrafo único. Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do servidor na carreira, mediante promoção, serão estabelecidos pela lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira na Administração Pública Federal e seus regulamentos.
c Parágrafo único com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

SEÇÃO III DO COncURSO PÚBLIcO Art. 11. O concurso será de provas ou de provas e títulos, podendo ser realizado em duas etapas, conforme dispuserem a lei e o regulamento do respectivo plano de carreira, condicionada a inscrição do candidato ao pagamento do valor fixado no edital, quando indispensável ao seu custeio, e ressalvadas as hipóteses de isenção nele expressamente previstas.
c Artigo com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997. c Dec. nº 6.593, de 2-10-2008, regulamenta este artigo, quanto à isenção de pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos realizados no âmbito do Poder Executivo Federal.

Art. 12. O concurso público terá validade de até 2 (dois) anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. § 1º O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital, que será publicado no Diário Oficial da União e em jornal diário de grande circulação. § 2º Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado. SEÇÃO IV DA POSSE E dO EXERcÍcIO Art. 13. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei. § 1º A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento.
c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

§ 2º Em se tratando de servidor, que esteja na data de publicação do ato de provimento, em licença prevista nos incisos I, III e V do art. 81, ou afastado nas hipóteses dos incisos I, IV, VI, VIII, alíneas a, b, d, e e f, IX e X do art. 102, o prazo será contado do término do impedimento.
c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

§ 3º A posse poderá dar-se mediante procuração específica. § 4º Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação.

c § 4º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

§ 5º No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.
c Art. 13 da Lei nº 8.429, de 2-6-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). c Lei nº 8.730, de 10-11-1993, estabelece a obrigatoriedade da declaração de bens e rendas para o exercício de cargos, empregos e funções nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

§ 6º Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo previsto no § 1º deste artigo. Art. 14. A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial. Parágrafo único. Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo. Art. 15. Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. § 1º É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse. § 2º O servidor será exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança, se não entrar em exercício nos prazos previstos neste artigo, observado o disposto no art. 18. § 3º À autoridade competente do órgão ou entidade para onde for nomeado ou designado o servidor compete dar-lhe exercício. § 4º O início do exercício de função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação, salvo quando o servidor estiver em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal, hipótese em que recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento, que não poderá exceder a trinta dias da publicação.
c Art. 15 com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

Art. 16. O início, a suspensão, a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do servidor. Parágrafo único. Ao entrar em exercício, o servidor apresentará ao órgão competente os elementos necessários ao seu assentamento individual. Art. 17. A promoção não interrompe o tempo de exercício, que é contado no novo posicionamento na carreira a partir da data de publicação do ato que promover o servidor.
c Artigo com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

Art. 18. O servidor que deva ter exercício em outro município em razão de ter sido removido, redistribuído, requisitado, cedido ou posto em exercício provisório terá, no mínimo, dez e, no máximo, trinta dias de prazo, contados da publicação do ato, para a retomada do efetivo desempenho das atribuições do cargo, incluído nesse prazo o tempo necessário para o deslocamento para a nova sede. § 1º Na hipótese de o servidor encontrar-se em licença ou afastado legalmente, o prazo a que se refere este artigo será contado a partir do término do impedimento. § 2º É facultado ao servidor declinar dos prazos estabelecidos no caput.
c Art. 18 com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

Art. 19. Os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos, respeitada a duração máxima do trabalho semanal de quarenta horas e observados os limites mínimo e máximo de seis horas e oito horas diárias, respectivamente.
c Caput com a redação dada pela Lei nº 8.270, de 17-12-1991. c Dec. nº 1.590, de 10-8-1995, dispõe sobre a jornada de trabalho dos servidores da Administração Pública Federal direta, das autarquias e das fundações públicas federais.

§ 1º O ocupante de cargo em comissão ou função de confiança submete-se a regime de integral dedicação ao serviço, observado o disposto no art. 120, podendo ser convocado sempre que houver interesse da Administração.
c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

§ 2º O disposto neste artigo não se aplica à duração de trabalho estabelecida em leis especiais.
c § 2º acrescido pela Lei nº 8.270, de 17-12-1991.

Art. 20. Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por perío­do de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:
c O período de 24 meses foi alterado para 36 meses pela redação dada ao art. 41 da CF, pela EC nº 19, de 4-6-1998.

I – assiduidade; II – disciplina; III – capacidade de iniciativa; IV – produtividade; V– responsabilidade. § 1º 4 (quatro) meses antes de findo o período do estágio probatório, será submetida à homologação da autoridade competente a avaliação do desempenho do servidor, rea­lizada por comissão constituída para essa finalidade, de acordo com o que dispuser a lei ou o regulamento da respectiva carreira ou cargo, sem prejuízo da continuidade de apuração dos fatores enumerados nos incisos I a V do caput deste artigo.
c § 1º com a redação dada pela Lei nº 11.784, de 23-9-2008.

§ 2º O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou, se estável, reconduzido ao cargo anteriormente ocupado, observado o disposto no parágrafo único do art. 29. § 3º O servidor em estágio probatório poderá exercer quaisquer cargos de provimento em comissão ou funções de direção, chefia ou assessoramento no órgão ou entidade de lotação, e somente poderá ser cedido a outro órgão ou entidade para ocupar cargos de Natureza Especial, cargos de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS, de níveis 6, 5 e 4, ou equivalentes. § 4º Ao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 81, incisos I a IV, 94, 95 e 96, bem assim afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal. § 5º O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1º, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.
c §§ 3º a 5º acrescidos pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

SEÇÃO V DA ESTABILIdAdE Art. 21. O servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquirirá estabilidade no serviço público ao completar 2 (dois) anos de efetivo exercício.
c O período de 2 anos foi alterado para 3 anos pela redação dada ao art. 41 da CF, pela EC nº 19, de 4-6-1998. c Arts. 19 a 21 do ADCT.

Art. 22. O servidor estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar no qual lhe seja assegurada ampla defesa. SEÇÃO VI DA TRAnSFERÊncIA Art. 23. Revogado. Lei nº 9.527, de 10-12-1997. SEÇÃO VII DA REAdAPTAÇÃO Art. 24. Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica. § 1º Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado. § 2º A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins, respeitada a habilitação exigida, nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e, na hipótese de inexistência de cargo vago, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga.
c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

c Art.225-45. § 2º O tempo em que o servidor estiver em exercício será considerado para concessão da aposentadoria. observado o disposto no art. c Art. da CF. ou no cargo resultante de sua transformação. SEÇÃO IX DA REInTEgRAÇÃO Art. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial. posto em disponibilidade.644. de 4-9-2001. encontrando-se provido o cargo. desde que: a) tenha solicitado a reversão. Parágrafo único. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. 41. 30 e 31. o servidor ficará em disponibilidade. da CF. até a ocorrência de vaga. 25 com a redação dada pela MP nº 2. 25. d) a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação. até a ocorrência de vaga. nº 173 do STJ.225-45. o servidor será aproveitado em outro. 26. ou II – no interesse da administração. c) estável quando na atividade.SEÇÃO VIII DA REVERSÃO c Seção regulamentada pelo Dec. o servidor exercerá suas atribuições como excedente. inclusive com as vantagens de natureza pessoal que percebia anteriormente à aposentadoria. II – reintegração do anterior ocupante. observado o disposto nos arts. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado: I – por invalidez. ou. de 30-11-2000. Tinha a seguinte redação: “A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação. Encontrando-se provido o cargo de origem. § 1º Na hipótese de o cargo ter sido extinto. b) a aposentadoria tenha sido voluntária. Art. MP nº 2.” Art. Revogado. c Art. 29. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de: I – inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo. Não poderá reverter o aposentado que já tiver completado 70 (setenta) anos de idade. Encontrando-se provido o cargo. de 4-9-2001. o servidor exercerá suas atribuições como excedente. 28. § 6º O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. § 5º O servidor de que trata o inciso II somente terá os proventos calculados com base nas regras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no cargo. § 3º No caso do inciso I. . 41. sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo. em substituição aos proventos da aposentadoria. § 1º A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação. o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem. ainda. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. e) haja cargo vago. quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado. § 4º O servidor que retornar à atividade por interesse da administração perceberá. 30. Art. SEÇÃO X DA REcOndUÇÃO Art. nº 3. § 3º. c Súm. § 3º. a remuneração do cargo que voltar a exercer. com ressarcimento de todas as vantagens. § 2º Encontrando-se provido o cargo. Parágrafo único. 27.

disciplina a prática dos atos de extinção e de declaração de desnecessidade de cargos públicos. Art. Art. com ou sem mudança de sede. O órgão central do Sistema de Pessoal Civil determinará o imediato aproveitamento de servidor em disponibilidade em vaga que vier a ocorrer nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal. que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Poder Judiciário da União. III – a pedido. IV e V – Revogados. I – a juízo da autoridade competente. O retorno à atividade de servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento obrigatório em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado. III – promoção.151. no âmbito do mesmo quadro. c Dec. II – a pedido do próprio servidor. a critério da Administração. 35. salvo doença comprovada por junta médica oficial. CAPÍTULO II DA VACÂnCiA Art. de 10-12-1997. 34. 36. II – demissão. Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o servidor não entrar em exercício no prazo legal. IX – falecimento. Parágrafo único. VI – readaptação. A exoneração de cargo em comissão e a dispensa de função de confiança dar-se-á: c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. de 23-8-1999. A exoneração de cargo efetivo dar-se-á a pedido do servidor. Para fins do disposto neste artigo. no interesse da Administração. II – a pedido. autárquica e fundacional. independentemente do interesse da Administração: . II – quando. Lei nº 9. Na hipótese prevista no § 3º do art.527.527. 37. Art.416. de 10-12-1997. para outra localidade. Parágrafo único. Lei nº 9.SEÇÃO XI DA DISPOnIBILIdAdE E dO APROVEITAMEnTO Art. nº 3. tendo tomado posse. A vacância do cargo público decorrerá de: I – exoneração. ou de ofício. 31. bem assim a dos atos de colocação em disponibilidade remunerada e de aproveitamento de servidores públicos em decorrência da extinção ou da reorganização de órgãos ou entidades da Administração Pública Federal direta.527. c Art. 20 da Lei nº 11. de 10-12-1997. Remoção é o deslocamento do servidor. a pedido ou de ofício. Revogado. 30. Parágrafo único. c Parágrafo único acrescido pela Lei nº 9. 32. Parágrafo único. Art. até o seu adequado aproveitamento em outro órgão ou entidade. o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido. CAPÍTULO III DA RemoÇÃo e dA RediStribUiÇÃo SEÇÃO I DA REMOÇÃO Art. VII – aposentadoria. o servidor posto em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal – SIPEC. de 15-12-2006.527. entende-se por modalidades de remoção: I – de ofício. VIII – posse em outro cargo inacumulável. 33. de 10-12-1997. A exoneração de ofício dar-se-á: I – quando não satisfeitas as condições do estágio probatório.

hipóteses em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o respectivo período. 142. para outro órgão ou entidade do mesmo Poder. de 10-12-1997. especialidade ou habilitação profissional. 37. O disposto no artigo anterior aplica-se aos titulares de unidades administrativas organizadas em nível de assessoria. condicionada à comprovação por junta médica oficial. Art. o exercício do cargo ou função de direção ou chefia e os de Natureza Especial. nº 3. III – manutenção da essência das atribuições do cargo. § 2º O substituto fará jus à retribuição pelo exercício do cargo ou função de direção ou chefia ou de cargo de Natureza Especial. dos Estados. extinção ou criação de órgão ou entidade. VI – compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou entidade. § 3º. com prévia apreciação do órgão central do SIPEC. Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo. de 10-12-1997. até seu aproveitamento na forma dos arts. que foi deslocado no interesse da Administração. paga na proporção dos dias de efetiva substituição. superiores a trinta dias consecutivos. em outro órgão ou entidade. companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional. da CF.527. no caso de omissão. II – equivalência de vencimentos. § 4º O servidor que não for redistribuído ou colocado em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do SIPEC. bem assim a dos atos de colocação em disponibilidade remunerada e de aproveitamento de servidores públicos em decorrência da extinção ou da reorganização de órgãos ou entidades da Administração Pública Federal direta. de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados. o servidor estável que não for redistribuído será colocado em disponibilidade. § 1º A redistribuição ocorrerá ex officio para ajustamento de lotação e da força de trabalho às necessidades dos serviços. até seu adequado aproveitamento. que excederem o referido período. c Art. cônjuge.527.527. de qualquer dos Poderes da União. IV – vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades. previamente designados pelo dirigente máximo do órgão ou entidade. c Parágrafo único com a redação dada pela Lei nº 9. 38 com a redação dada pela Lei nº 9. e ter exercício provisório. do Distrito Federal e dos Municípios. disciplina a prática dos atos de extinção e de declaração de desnecessidade de cargos públicos. também servidor público civil ou militar. nos afastamentos. § 3º Nos casos de reorganização ou extinção de órgão ou entidade. autárquica e fundacional. de 23-8-1999. Os servidores investidos em cargo ou função de direção ou chefia e os ocupantes de cargo de Natureza Especial terão substitutos indicados no regimento interno ou. ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pes­soal. 37 com a redação dada pela Lei nº 9. observados os seguintes preceitos: I – interesse da administração. c Dec.a) para acompanhar cônjuge ou companheiro. . sem prejuízo do cargo que ocupa. SEÇÃO II DA REdISTRIBUIÇÃO Art. extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade no órgão ou entidade. b) por motivo de saúde do servidor. § 2º A redistribuição de cargos efetivos vagos se dará mediante ato conjunto entre o órgão central do SIPEC e os órgãos e entidades da Administração Pública Federal envolvidos. inclusive nos casos de reorganização. na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas. V – mesmo nível de escolaridade. c Art.151. impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vacância do cargo. 39. de 10-12-1997. 38. c Art. 30 e 31. CAPÍTULO IV DA SUbStitUiÇÃo Art. § 1º O substituto assumirá automática e cumulativamente. c) em virtude de processo seletivo promovido. nos casos dos afastamentos ou impedimentos legais do titular.

mensalmente. provento ou pensão. sendo assim consideradas como efetivo exercício.386. 42. nº 6. no âmbito dos respectivos Poderes. até o mês subseqüente ao da ocorrência. Nenhum servidor poderá perceber. XI. § 1º A remuneração do servidor investido em função ou cargo em comissão será paga na forma prevista no art. § 2º O servidor investido em cargo em comissão de órgão ou entidade diversa da de sua lotação receberá a remuneração de acordo com o estabelecido no § 1º do art. por membros do Congresso Nacional e Ministros do Supremo Tribunal Federal. Lei nº 9. Parágrafo único.527. atualizadas até 30 de junho de 1994. é irredutível. a critério da administração e com reposição de custos. importância superior à soma dos valores percebidos como remuneração. c Art. acrescido das vantagens de caráter permanente. sem motivo justificado. Mediante autorização do servidor. a pedido do interessado. regulamenta este artigo. c Art.784. Art. Revogado. Art. ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou ao local de trabalho. Salvo por imposição legal. a ser estabelecida pela chefia imediata. acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. As faltas justificadas decorrentes de caso fortuito ou de força maior poderão ser compensadas a critério da chefia imediata. pelos Ministros de Estado. ou entre servidores dos três Poderes. para pagamento. 45. c Parágrafo único acrescido pela Lei nº 9. Parágrafo único. ressalvadas as concessões de que trata o art. com valor fixado em lei. Parágrafo único. a qualquer título. a título de remuneração. Art. § 5º Nenhum servidor receberá remuneração inferior ao salário mínimo. Parágrafo único. na forma definida em regulamento. de 29-2-2008. de 10-12-1997. 46. § 4º É assegurada a isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhadas do mesmo Poder. salvo na hipótese de compensação de horário. no prazo máximo de trinta dias. 43. Excluem-se do teto de remuneração as vantagens previstas nos incisos II a VII do art. de 2-4-1998. serão previamente comunicadas ao servidor ativo. 37. de 23-9-2008. c Dec. As reposições e indenizações ao erário.527. c § 5º com a redação dada pela Lei nº 11.TÍtUlo III – DOS DIREITOS E VANTAGENS CAPÍTULO I Do VenCimento e dA RemUnerAÇÃo Art. 93. 37.784. O servidor perderá: I – a remuneração do dia em que faltar ao serviço. poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros. nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento.624. da CF. 44. 41. § 3º O vencimento do cargo efetivo. § 1º O valor de cada parcela não poderá ser inferior ao correspondente a dez por cento da remuneração. da CF. Art. 62. aposentado ou ao pensionista. 40. de 10-12-1997. 97. Vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público. em espécie. . a reposição se-rá feita imediatamente. Lei nº 11. II – a parcela de remuneração diária. e saídas antecipadas. proporcional aos atrasos. de 23-9-2008. serão eles atualizados até a data da reposição. podendo ser parceladas. Remuneração é o vencimento do cargo efetivo. § 2º Quando o pagamento indevido houver ocorrido no mês anterior ao do processamento da folha. ausências justificadas. Art. c Incisos I e II com a redação dada pela Lei nº 9. ou mandado judicial. Art. 61. XIII. Revogado. a tutela antecipada ou a sentença que venha a ser revogada ou rescindida. § 3º Na hipótese de valores recebidos em decorrência de cumprimento a decisão liminar. em uma única parcela.

Art. de 19-10-2006. de 8-11-2001. 51 desta Lei.004. 37.355. c Dec. terá o prazo de sessenta dias para quitar o débito. de 4-9-2001. a remuneração e o provento não serão objeto de arresto. Art.355. dispõe sobre a concessão de ajuda de custo e de transporte aos servidores públicos civis da União. § 1º As indenizações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito. seqüestro ou penhora. de 19-10-2006.355. nos casos e condições indicados em lei. A não quitação do débito no prazo previsto implicará sua inscrição em dívida ativa. no interesse do serviço.184. exceto nos casos de prestação de alimentos resultantes de decisão judicial. CAPÍTULO II DAS VAntAGenS c Súm. passar a ter exercício em nova sede. Art. vier a ter exercício na mesma sede. da CF. das autarquias e das fundações públicas federais. contado do óbito. § 2º As gratificações e os adicionais incorporam-se ao vencimento ou provento. XIV. serão estabelecidos em regulamento.527. Art. no caso de o cônjuge ou companheiro que detenha também a condição de servidor. IV – auxílio-moradia. 47. § 1º Correm por conta de administração as despesas de transporte do servidor e de sua família. a qualquer tempo. § 2º À família do servidor que falecer na nova sede são assegurados ajuda de custo e transporte para a localidade de origem.225-45. c Art. c Inciso IV acrescido pela Lei nº 11. 50. 49. 53. III – adicionais. de 4-9-2001. vedado o duplo pagamento de indenização. Constituem indenizações ao servidor: I – ajuda de custo. O servidor em débito com o erário. Além do vencimento. nem acumuladas. poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens: I – indenizações. 51. exonerado ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada. 52. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. . 48. para efeito de concessão de quaisquer outros acréscimos pecuniários ulteriores. assim como as condições para a sua concessão. nº 3. dentro do prazo de 1 (um) ano. Art. SUBsEÇÃO I DA AJUdA dE CUSTO c Dec. regulamenta este artigo. III – transporte. Art. c Art. SEÇÃO I DAS IndEnIZAÇÕES Art. Os valores das indenizações estabelecidas nos incisos I a III do art. II – gratificações. II – diárias. com mudança de domicílio em caráter permanente. O vencimento. Parágrafo único. c Inciso III com a redação dada pela Lei nº 11. que for demitido. As vantagens pecuniárias não serão computadas. de 19-10-2006. sob o mesmo título ou idêntico fundamento. nº 97 do STJ. c Artigo com a redação dada pela Lei nº 11. 46 com a redação dada pela MP nº 2. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei.c Art. 47 com a redação dada pela MP nº 2. nº 4.225-45. de 10-12-1997. bagagem e bens pessoais. de 27-9-1999. compreendendo passagem. A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei.

não sendo servidor da União. 56. 54. Conceder-se-á indenização de transporte ao servidor que realizar despesas com a utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos. alimentação e locomoção urbana. for nomeado para cargo em comissão. injustificadamente. II – o cônjuge ou companheiro do servidor não ocupe imóvel funcional. a ajuda de custo será paga pelo órgão cessionário.527. 58. de 10-12-1997. não podendo exceder a importância correspondente a 3 (três) meses. de 10-12-1997. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. 60. em virtude de mandato eletivo.527. c Dec. c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9. no prazo previsto no caput. de 19-10-2006. Parágrafo único. a serviço. 55. constituídas por municípios limítrofes e regularmente instituídas.184.355. não se apresentar na nova sede no prazo de 30 (trinta) dias. Art. § 3º Também não fará jus a diárias o servidor que se deslocar dentro da mesma região metropolitana.Art. Não será concedida ajuda de custo ao servidor que se afastar do cargo. conforme se dispuser em regulamento. SUBsEÇÃO IV DO AUXÍLIO-MORADIA c Subseção acrescida pela Lei nº 11. restituirá as diárias recebidas em excesso. as despesas extraordinárias cobertas por diárias. nº 3. regulamenta este artigo. A ajuda de custo é calculada sobre a remuneração do servidor. cuja jurisdição e competência dos órgãos. c Artigo acrescido pela Lei nº 11. Art. Na hipótese de o servidor retornar à sede em prazo menor do que o previsto para o seu afastamento. ou reassumi-lo. salvo se houver pernoite fora da sede. § 1º A diária será concedida por dia de afastamento. 60-B. Art. conforme se dispuser em regulamento. no prazo de 1 (um) mês após a comprovação da despesa pelo servidor.355. de 10-12-1997. de 19-10-2006. entidades e servidores brasileiros considera-se estendida. Art. o servidor não fará jus a diárias. de 19-10-2006. 60-A. quando cabível. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9.355. 57. No afastamento previsto no inciso I do art. Parágrafo único. no prazo de 5 (cinco) dias. por qualquer motivo. aglomeração urbana ou microrregião. fica obrigado a restituí-las integralmente. ou em áreas de controle integrado mantidas com países limítrofes. SUBsEÇÃO III DA IndEnIZAÇÃO dE TRAnSPORTE Art. sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede. afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. por força das atribuições próprias do cargo. fará jus a passagens e diárias destinadas a indenizar as parcelas de despesas extraordinárias com pousada. . § 2º Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência permanente do cargo. Art. 93. O servidor que. conforme dispuser em regulamento. 59. por meio diverso. ou quando a União custear. Será concedida ajuda de custo àquele que.527. Conceder-se-á auxílio-moradia ao servidor se atendidos os seguintes requisitos: c Caput acrescido pela Lei nº 11. SUBsEÇÃO II DAS DIÁRIAS Art. Art. com mudança de domicílio. O auxílio-moradia consiste no ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospedagem administrado por empresa hoteleira. I – não exista imóvel funcional disponível para uso pelo servidor. O servidor ficará obrigado a restituir a ajuda de custo quando. de 27-9-1999. O servidor que receber diárias e não se afastar da sede. hipóteses em que as diárias pagas serão sempre as fixadas para os afastamentos dentro do território nacional.

c Inciso I com a redação dada pela Lei nº 9. I – retribuição pelo exercício de função de direção. relativos ao local ou à natureza do trabalho.225-45. Transcorrido o prazo de 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. 58 desta Lei. gratificações e adicionais: c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. em relação ao local de residência ou domicílio do servidor. No caso de falecimento. o auxílio-moradia continuará sendo pago por um mês. de Natureza Especial. IV – adicional pelo exercício de atividades insalubres. II – gratificação natalina. da CF. Além do vencimento e das vantagens previstas nesta Lei. . níveis 4. de 4-9-2001. § 1º O valor do auxílio-moradia não poderá superar 25% (vinte e cinco por cento) da remuneração de Ministro de Estado. fica garantido a todos os que preencherem os requisitos o ressarcimento até o valor de R$ 1. c Inciso IX acrescido pela Lei nº 11. VII – adicional de férias.00 (mil e oitocentos reais). 60-C. Art. desconsiderando-se prazo inferior a 60 (sessenta) dias dentro desse período. nos últimos 12 (doze) meses. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. de 19-10-2006. 60-D. Tinha a seguinte redação: “adicional por tempo de serviço”. VI – adicional noturno.490. § 7º. no caso. 60-B. IV – nenhuma outra pessoa que resida com o servidor receba auxílio-moradia. V – adicional pela prestação de serviço extraordinário. Art.355.355. incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção. O valor mensal do auxílio-moradia é limitado a 25% (vinte e cinco por cento) do valor do cargo em comissão. VI – o Município no qual assuma o cargo em comissão ou função de confiança não se enquadre nas hipóteses previstas no § 3º do art. c Art. de 20-6-2007. 60-B desta Lei.784. aonde for exercer o cargo em comissão ou função de confiança. perigosas ou penosas. Art. cessionário ou promitente cessionário de imóvel no Município aonde for exercer o cargo. promitente comprador.527. III – Revogado. Para fins do disposto no inciso VII do caput deste artigo. de Ministro de Estado ou equivalentes. Parágrafo único. c Arts. de 23-9-2008. 5 e 6. chefia e assessoramento. de 19-10-2006. VII – o servidor não tenha sido domiciliado ou tenha residido no Município. nos 12 (doze) meses que antecederem a sua nomeação. V – o servidor tenha se mudado do local de residência para ocupar cargo em comissão ou função de confiança do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS. os requisitos do Lei nº do art. de 19-10-2006.800. O auxílio-moradia não será concedido por prazo superior a 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. não será considerado o prazo no qual o servidor estava ocupando outro cargo em comissão relacionado no inciso V do caput deste artigo. 39. serão deferidos aos servidores as seguintes retribuições. VIII – o deslocamento não tenha sido por força de alteração de lotação ou nomeação para cargo efetivo. VIII – outros. SEÇÃO II DAS GRATIFIcAÇÕES E AdIcIOnAIS c Art. § 2º Independentemente do valor do cargo em comissão ou função comissionada. 60-C e 60-D com a redação dada pela Lei nº 11. 60-E acrescido pela Lei nº 11. IX – o deslocamento tenha ocorrido após 30 de junho de 2006. de 10-12-1997. não se aplicando.III – o servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprietário. Parágrafo único. 60-E. de 10-12-1997. colocação de imóvel funcional à disposição do servidor ou aquisição de imóvel.527. e c Incisos I a VIII acrescidos pela Lei nº 11.355. além do disposto no caput deste artigo. função comissionada ou cargo de Ministro de Estado ocupado. Art. o parágrafo único do citado art. c Parágrafo único acrescido pela Lei nº 11. o pagamento somente será retomado se observados. MP nº 2. 61. exoneração.

O servidor fará jus ao adicional a partir do mês em que completar o anuênio. A gratificação será paga até o dia 20 (vinte) do mês de dezembro de cada ano. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. de 2 de abril de 1998. Art. SUBsEÇÃO III DO AdIcIOnAL POR TEMPO dE SERVIÇO Art. Art. Parágrafo único. CHEFIA E ASSESSORAMEnTO c Denominação da Subseção dada pela Lei nº 9. 67. Lei específica estabelecerá a remuneração dos cargos em comissão de que trata o inciso II do art. A fração igual ou superior a 15 (quinze) dias será considerada como mês integral. por mês de exercício no respectivo ano. 62-A acrescido pela MP nº 2. das operações e locais previstos neste artigo. de 10-12-1997. VETADO. Art. 63. 68. Parágrafo único. 62-A. Fica transformada em Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada – VPNI a incorporação da retribuição pelo exercício de função de direção.IX – gratificação por encargo de curso ou concurso.911. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial é devida retribuição pelo seu exercício. c Inciso IX acrescido pela Lei nº 11. 66. de 10-12-1997. c Art. insalubres ou perigosos. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária.527. chefia ou assessoramento. incidente sobre o vencimento de que trata o art. Tinha a seguinte redação: “O adicional por tempo de serviço é devido à razão de 1% (um por cento) por ano de serviço público efetivo.527. Art. Parágrafo único. radioativas ou com risco de vida. A servidora gestante ou lactante será afastada. SEÇÃO II DA GRATIFIcAÇÃO NATALInA Art. A VPNI de que trata o caput deste artigo somente estará sujeita às revisões gerais de remuneração dos servidores públicos federais.624. 9º. de 3-7-2006. O servidor exonerado perceberá sua gratificação natalina. de 11 de julho de 1994. Parágrafo único. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. de 4-9-2001. 40. SUBsEÇÃO I DA RETRIBUIÇÃO PELO EXERcÍcIO dE FUnÇÃO dE DIREÇÃO. Art. exercendo suas atividades em local salubre e em serviço não penoso e não perigoso. e o art. 3º e 10 da Lei nº 8. 62 com a redação dada pela Lei nº 9.314. PERIcULOSIdAdE OU ATIVIdAdES PEnOSAS Art. Parágrafo único. A gratificação natalina corresponde a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro. Parágrafo único. 62. § 2º O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições ou dos riscos que deram causa à sua concessão. Haverá permanente controle da atividade de servidores em operações ou locais considerados penosos.” SUBsEÇÃO IV DOS AdIcIOnAIS dE InSALUBRIdAdE. Revogado.225-45. c Art. 65. calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. fazem jus a um adicional sobre o vencimento do cargo efetivo. . Ao servidor ocupante de cargo efetivo investido em função de direção. 69. proporcionalmente aos meses de exercício.225-45. § 1º O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar por um deles. Os servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas. Art. 64. enquanto durar a gestação e a lactação. 3º da Lei nº 9. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial a que se referem os arts. MP nº 2. chefia ou assessoramento. de 4-9-2001.

computando-se cada hora como cinqüenta e dois minutos e trinta segundos. de 3-7-2006.314. de insalubridade e de periculosidade. condições e limites fixados em regulamento. . 71. SUBsEÇÃO VI DO AdIcIOnAL NOTURnO Art. Parágrafo único. a respectiva vantagem será considerada no cálculo do adicional de que trata este artigo. 76-A. para análise curricular. SUBsEÇÃO V DO AdIcIOnAL POR SERVIÇO EXTRAORdInÁRIO Art. c Dec. 98. desta Lei. O serviço extraordinário será re-munerado com acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) em relação à hora normal de trabalho. Independentemente de solicitação. No caso de o servidor exercer função de direção. serão observadas as situações estabelecidas em legislação específica. respeitado o limite máximo de 2 (duas) horas por jornada. 73. II – participar de banca examinadora ou de comissão para exames orais. de 5-10-1993.Art. SUBsEÇÃO VIII DA GRATIFICAÇÃO POR ENCARGO DE CURSO OU CONCURSO c Subseção acrescida pela Lei nº 11. o acréscimo de que trata este artigo incidirá sobre a remuneração prevista no art. 70. por ocasião das férias. c Art. prestado em horário compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte. 74. 98. regulamenta este artigo. Os servidores a que se refere este artigo serão submetidos a exames médicos a cada 6 (seis) meses. Art. para elaboração de questões de provas ou para julgamento de recursos intentados por candidatos. Somente será permitido serviço extraordinário para atender a situações excepcionais e temporárias. I – atuar como instrutor em curso de formação. nº 948. nº 948. regulamenta este artigo. Parágrafo único. terá o valor-hora acrescido de 25% (vinte e cinco por cento). Os locais de trabalho e os servidores que operam com Raios X ou substâncias radioativas serão mantidos sob controle permanente.114. para correção de provas discursivas. de modo que as doses de radiação ionizante não ultrapassem o nível máximo previsto na legislação própria. § 4º. desta Lei. Art. de desenvolvimento ou de treinamento regularmente instituído no âmbito da administração pública federal. chefia ou assessoramento. execução e avaliação de resultado. O serviço noturno. Parágrafo único. Art. em caráter eventual: c Dec. Na concessão dos adicionais de atividades penosas. A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso é devida ao servidor que. Art. coordenação. um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração do período das férias. de 5-10-1993. IV – participar da aplicação. fiscalizar ou avaliar provas de exame vestibular ou de concurso público ou supervisionar essas atividades. será pago ao servidor. 73. quando tais atividades não estiverem incluídas entre as suas atribuições permanentes. § 4º. 76. SUBsEÇÃO VII DO AdIcIOnAL dE FÉRIAS Art. Em se tratando de serviço extraordinário. de 15-5-2007. 75. c Art. 72. III – participar da logística de preparação e de realização de concurso público envolvendo atividades de planejamento. c Dec. nº 6. ou ocupar cargo em comissão. nos termos. supervisão. regulamenta este artigo. O adicional de atividade penosa será devido aos servidores em exercício em zonas de fronteira ou em localidades cujas condições de vida o justifiquem.

observando-se o disposto no § 1º deste artigo. CAPÍTULO III DAS FÉriAS Art.314. 79. de 10-12-1997. .216. de 10-12-1997. Revogado. ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica. ou fração superior a quatorze dias.§ 1º Os critérios de concessão e os limites da gratificação de que trata este artigo serão fixados em regulamento. em se tratando de atividades previstas nos incisos I e II do caput deste artigo. II – a retribuição não poderá ser superior ao equivalente a 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais.2% (dois inteiros e dois décimos por cento). devidamente justificada e previamente aprovada pela autoridade máxima do órgão ou entidade. Lei nº 9. de 11-7-2007. observadas a natureza e a complexidade da atividade exercida. devendo ser objeto de compensação de carga horária quando desempenhadas durante a jornada de trabalho. e no interesse da administração pública. § 3º A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso não se incorpora ao vencimento ou salário do servidor para qualquer efeito e não poderá ser utilizada como base de cálculo para quaisquer outras vantagens. inclusive para fins de cálculo dos proventos da aposentadoria e das pensões.527. na proporção de um doze avos por mês de efetivo exercício. §§ 1º e 2º Revogados. § 3º As férias poderão ser parceladas em até três etapas. c §§ 3º e 4º acrescidos pela Lei nº 8. 98 desta Lei.527. desde que assim requeridas pelo servidor. de 3-12-1997.525.525. § 5º Em caso de parcelamento. que podem ser acumuladas. perceberá indenização relativa ao período das férias a que tiver direito e ao incompleto. Art. Art. na forma do § 4º do art. 78. Parágrafo único. 7º da Constituição Federal quando da utilização do primeiro período. de 3-12-1997. incidentes sobre o maior vencimento básico da administração pública federal: a) 2. b) 1.2% (um inteiro e dois décimos por cento). O servidor fará jus a trinta dias de férias. em se tratando de atividade prevista nos incisos III e IV do caput deste artigo. o servidor receberá o valor adicional previsto no inciso XVII do art. III – o valor máximo da hora trabalhada corresponderá aos seguintes percentuais. c Art. § 4º A indenização será calculada com base na remuneração do mês em que for publicado o ato exoneratório. ressalvada situação de excepcionalidade. § 3º O servidor exonerado do cargo efetivo. O servidor que opera direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias. até o máximo de dois períodos. que poderá autorizar o acréscimo de até 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais. 77. de 13-8-1991. O pagamento da remuneração das férias será efetuado até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período. no caso de necessidade do serviço. proibida em qualquer hipótese a acumulação. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. § 2º A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso somente será paga se as atividades referidas nos incisos do caput deste artigo forem exercidas sem prejuízo das atribuições do cargo de que o servidor for titular. observados os seguintes parâmetros: I – o valor da gratificação será calculado em horas. ou em comissão. 76-A acrescido pela Lei nº 11. de 3-7-2006. § 2º É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. c Alíneas a e b com a redação dada pela Lei nº 11. por semestre de atividade profissional.501. de 3-12-1997. Lei nº 9. c § 5º acrescido pela Lei nº 9. § 1º Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) meses de exercício.525.

c A MP nº 441.527. observado o disposto no art. de 10-12-1997. dos pais. Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro. observado o disposto no art. § 3º É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período de licença prevista no inciso I deste artigo. 77. Art. mediante comprovação por perícia médica oficial. SEÇÃO II DA LIcEnÇA POR MOTIVO dE DOEnÇA EM PESSOA dA FAMÍLIA Art. serão precedidas de exame por perícia médica oficial. de 29-8-2008. IV – para atividade política. Conceder-se-á ao servidor licença: I – por motivo de doença em pessoa da família. na forma do disposto no inciso II do art. O restante do período interrompido será gozado de uma só vez. de 29-8-2008. ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade. havia alterado esse dispositivo. V – para capacitação. VI – para tratar de interesses particulares. . § 2º A licença será concedida. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. Parágrafo único. As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública. § 2º Revogado. razão pela qual mantivemos a redação anterior. c Caput com a redação dada pela MP nº 441. 44. de 29-8-2008. podendo ser prorrogada por até trinta dias e. VII – para desempenho de mandato classista. 80 com a redação dada pela Lei nº 9. de 10-12-1997. § 3º Não será concedida nova licença em período inferior a doze meses do término da última licença concedida. excedendo estes prazos. 80. ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. § 1º A licença prevista no inciso I. sem remuneração. § 1º A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. de 29-8-2008 (DOU de 29-8-2008). que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9.527. 82. c Art. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. serviço militar ou eleitoral. Todavia com a sua retificação (DOU de 5-9-2008). de 10-12-1997. 81. essa alteração foi excluída. II – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro. dos filhos. Lei nº 9. convocação para júri.527.Art. de 10-12-1997. do padrasto ou madrasta e enteado.527. comoção interna. sem prejuízo da remuneração do cargo efetivo. por até noventa dias. CAPÍTULO IV DAS LiCenÇAS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 204. bem como cada uma de suas prorrogações. c § 2º com a redação dada pela MP nº 441. 83. A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias do término de outra da mesma espécie será considerada como prorrogação. c § 1º com a redação dada pela MP nº 441. por até trinta dias. c Inciso V com a redação dada pela Lei nº 9. III – para o serviço militar.

somente pelo período de três meses. c §§ 1º e 2º com a redação dada pela Lei nº 9. chefia. no interesse da Administração. Parágrafo único. § 2º A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição. SEÇÃO III DA LIcEnÇA POR MOTIVO dE AFASTAMEnTO dO CÔnJUgE Art. Art. 91. afastarse do exercício do cargo efetivo. O servidor terá direito a licença. SEÇÃO VII DA LIcEnÇA PARA TRATAR dE InTERESSES PARTIcULARES Art. o servidor fará jus à licença. 87. c Art. de 10-12-1997. . sem remuneração. c Dec. autárquica ou fundacional. de 10-12-1997.527. § 2º No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja servidor público. poderá haver exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta. e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. até o décimo dia seguinte ao do pleito. nº 5. A critério da Administração.707. assegurados os vencimentos do cargo efetivo. licenças para o trato de assuntos particulares pelo prazo de até três anos consecutivos. de qualquer dos Poderes da União. § 1º A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração. Parágrafo único. poderão ser concedidas ao servidor ocupante de cargo efetivo. de 10-12-1997. regulamenta esta Seção. sem remuneração. dos Estados. de 23-2-2006. Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional. arrecadação ou fiscalização. com a respectiva remuneração. desde que não esteja em estágio probatório. SEÇÃO VI DA LIcEnÇA PARA CAPAcITAÇÃO c Denominação da Seção dada pela Lei nº 9. 84. Lei nº 9. para participar de curso de capacitação profissional. como candidato a cargo eletivo. dele será afastado. a partir do dia imediato ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. § 3º. Revogados. SEÇÃO V DA LIcEnÇA PARA ATIVIdAdE POLÍTIcA Art. Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis. 90. de 10-12-1997. de 23-2-2006. nº 5. 10 do Dec. na forma e condições previstas na legislação específica.707. Arts. Concluído o serviço militar. o servidor terá até 30 (trinta) dias sem remuneração para reassumir o exercício do cargo. 86. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo. o servidor poderá. desde que para o exercício de atividade compatível com o seu cargo. civil ou militar. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício. Ao servidor convocado para o serviço militar será concedida licença.527. § 1º O servidor candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de direção.527. 85. VETADO. SEÇÃO IV DA LIcEnÇA PARA O SERVIÇO MILITAR Art.c § 3º acrescido na retificação da MP nº 441. de 29-8-2008 (DOU de 8-9-2008). durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária. Art. c Art. c Art. 88 e 89. 142.527. c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. de 10-12-1997. por até três meses. regulamenta este artigo. da CF. 87 com a redação dada pela Lei nº 9.527. assessoramento. do Distrito Federal e dos Municípios.

razão pela qual mantivemos a sua redação.501. a pedido do servidor ou no interesse do serviço. conforme disposto em regulamento e observados os seguintes limites: c Caput com a redação dada pela Lei nº 11. § 2º A licença terá duração igual à do mandato. regulamenta este artigo. do Distrito Federal ou dos Municípios. A licença poderá ser interrompida.000 associados. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei.270. O servidor poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão ou entidade dos Poderes da União. para participar de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores públicos para prestar serviços a seus membros.066. de 10-12-1997. nº 2. para fim determinado e a prazo certo. de 17-12-1991. dos Estados. no caso de reeleição. de 12-12-2001. federação. a qualquer tempo. optar pela remuneração do cargo efetivo ou pela remuneração do cargo efetivo acrescida de percentual da retribuição do cargo em comissão. dois servidores. de 4-9-2001. 92. I – para exercício de cargo em comissão ou função de confiança. sindicato representativo da categoria ou entidade fiscalizadora da profissão ou. I – para entidades com até 5. de 17-12-1991.270.000 associados. de 12-11-1996. de 17-12-1991. § 2º Na hipótese de o servidor cedido a empresa pública ou sociedade de economia mista. ainda. de 11-7-2007. nos termos das respectivas normas. SEÇÃO VIII DA LIcEnÇA PARA O DESEMPEnHO dE MAndATO CLASSISTA Art.270. É assegurado ao servidor o direito à licença sem remuneração para o desempenho de mandato em confederação. . associação de classe de âmbito nacional. de 17-12-1991. um servidor. 102 desta Lei. regulamenta este artigo.050. c A alteração que seria inserida neste § 2º pela Lei nº 11. § 1º Na hipótese do inciso I. de 19-10-2006. c Art. c § 3º com a redação dada pela Lei nº 8. de 13-1-2005. nas seguintes hipóteses: c Caput com a redação dada pela Lei nº 8. e por uma única vez. c § 2º com a redação dada pela Lei nº 11.001 a 30. o servidor do Poder Executivo poderá ter exercício em outro órgão da Administração Federal direta que não tenha quadro próprio de pessoal. a entidade cessionária efetuará o reembolso das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem. c Incisos I e II com a redação dada pela Lei nº 8. § 3º A cessão far-se-á mediante Portaria publicada no Diário Oficial da União.000 associados. sendo a cessão para órgãos ou entidades dos Estados. 91 com a redação dada pela MP nº 2. nº 4.Parágrafo único. c Dec. desde que cadastradas no Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado. II – em casos previstos em leis específicas. observado o disposto na alínea c do inciso VIII do art. o ônus da remuneração será do órgão ou entidade cessionária. podendo ser prorrogada. foi vetada. c Dec. § 4º Mediante autorização expressa do Presidente da República.270.225-45. mantido o ônus para o cedente nos demais casos. III – para entidades com mais de 30. de 10-12-1997. c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9. c § 1º com a redação dada pela Lei nº 8. c § 4º acrescido pela Lei nº 8. § 1º Somente poderão ser licenciados servidores eleitos para cargos de direção ou representação nas referidas entidades. ou do Distrito Federal e dos Municípios.094. c Incisos I a III acrescidos pela Lei nº 9. três servidores. CAPÍTULO V DoS AfAStAmentoS SEÇÃO I DO AFASTAMEnTO PARA SERVIR A OUTRO ÓRgÃO OU EnTIdAdE Art.270. de 17-12-1991.527.527.355. II – para entidades com 5. 93.

estadual ou distrital. delega competência ao Ministro de Estado do Planejamento. 95. nº 201. . sem autorização do Presidente da República. de 10-12-1997. Orçamento e Gestão. que receba recursos de Tesouro Nacional para o custeio total ou parcial da sua folha de pagamento de pessoal. III – investido no mandato de vereador: a) havendo compatibilidade de horário. nº 3. II – investido no mandato de Prefeito. § 6º As cessões de empregados de empresa pública ou de sociedade de economia mista. Presidente dos Órgãos do Poder Legislativo e Presidente do Supremo Tribunal Federal.375. § 1º No caso de afastamento do cargo. ficando o exercício do empregado cedido condicionado a autorização específica do Ministério do Planejamento. somente decorrido igual período. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. § 2º Ao servidor beneficiado pelo disposto neste artigo não será concedida exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período igual ao do afastamento. § 4º As hipóteses. as disposições dos §§ 1º e 2º deste artigo. 94. 96. poderá determinar a lotação ou o exercício de empregado ou servidor. com a finalidade de promover a composição da força de trabalho dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. § 7º O Ministério do Planejamento. perceberá as vantagens de seu cargo.456. de 17-2-2005. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. em se tratando de empregado ou servidor por ela requisitado.470. § 2º O servidor investido em mandato eletivo ou classista não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato. Ao servidor investido em mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições: I – tratando-se de mandato federal. Orçamento e Gestão. de 25-6-2002. dispõe sobre a aplicação deste parágrafo. independem das disposições contidas nos incisos I e II e §§ 1º e 2º deste artigo. SEÇÃO II DO AFASTAMEnTO PARA EXERcÍcIO dE MAndATO ELETIVO Art. será afastado do cargo. inclusive no que se refere à remuneração do servidor.470. de 26-8-1991. c §§ 6º e 7º acrescidos pela Lei nº 10. § 3º O disposto neste artigo não se aplica aos servidores da carreira diplomática. c § 4º acrescido pela Lei nº 9. c Dec. será afastado do cargo. § 1º A ausência não excederá a 4 (quatro) anos. b) não havendo compatibilidade de horário. de 10-5-2000. c Dec. e finda a missão ou estudo. exceto nos casos de ocupação de cargo em comissão ou função gratificada. ressalvada a hipótese de ressarcimento da despesa havida com seu afastamento. Art. SEÇÃO III DO AFASTAMEnTO PARA ESTUdO OU MISSÃO nO EXTERIOR Art. ficará afastado do cargo.§ 5º Aplica-se à União. será permitida nova ausência. c § 5º com a redação dada pela Lei nº 10. O servidor não poderá ausentar-se do País para estudo ou missão oficial. Orçamento e Gestão para a prática do ato que menciona. independentemente da observância do constante no inciso I e nos §§ 1º e 2º deste artigo. de 25-6-2002. O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. serão disciplinadas em regulamento. que dispõe sobre o afastamento de servidores federais para servir em organismos internacionais. o servidor contribuirá para a seguridade social como se em exercício estivesse. condições e formas para a autorização de que trata este artigo. para compor força de trabalho no âmbito dos projetos que especifica. nº 5. c Dec.527.

96-A acrescido pela MP nº 441. companheiro. c § 1º renumerado e alterado pela Lei nº 9. c Art. 95. por um período igual ao do afastamento concedido. O servidor poderá. § 6º Caso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto. que serão avaliados por um comitê constituído para este fim. § 7º Aplica-se à participação em programa de pós-graduação no Exterior. pais. Art. a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade. de 29-8-2008. deverá ressarcir o órgão ou entidade. § 2º Os afastamentos para realização de programas de mestrado e doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivos no respectivo órgão ou entidade há pelo menos três anos para mestrado e quatro anos para doutorado.SEÇÃO IV DO AFASTAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO EM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU NO PAÍS c Seção IV acrescida pela MP nº 441. b) falecimento do cônjuge. para participar em programa de pós-graduação stricto sensu em instituição de ensino superior no país. 98. o disposto nos §§ 1º a 6º deste artigo. 2º e 3º deste artigo terão que permanecer no exercício de suas funções. II – por 2 (dois) dias. 47 da Lei nº 8. de 10-12-1997. os programas de capacitação e os critérios para participação em programas de pós-graduação no País. dos gastos com seu aperfeiçoamento. com ou sem afastamento do servidor. será exigida a compensação de horário no órgão ou entidade que tiver exercício. CAPÍTULO VI DAS ConCeSSÕeS Art. na forma do art.527. que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares para gozo de licença capacitação ou com fundamento neste artigo. respeitada a duração semanal do trabalho. afastar-se do exercício do cargo efetivo. para doação de sangue. Sem qualquer prejuízo. e que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares para gozo de licença capacitação ou com fundamento neste artigo. autorizado nos termos do art. sem prejuízo do exercício do cargo. Art.112. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. § 1º Ato do dirigente máximo do órgão ou entidade definirá. 96-A. antes de cumprido o período de permanência previsto no § 4º deste artigo. . enteados. com a respectiva remuneração. § 4º Os servidores beneficiados pelos afastamentos previstos nos §§ 1º. nos dois anos anteriores à data da solicitação de afastamento. edição extra. incluído o período de estágio probatório. Será concedido horário especial ao servidor estudante. menor sob guarda ou tutela e irmãos. após o seu retorno. incluído o período de estágio probatório. no interesse da Administração. § 1º Para efeito do disposto neste artigo. aplica-se o disposto no § 5º deste artigo. de 29-8-2008. III – por 8 (oito) dias consecutivos em razão de: a) casamento. poderá o servidor ausentar-se do serviço: I – por 1 (um) dia. em conformidade com a legislação vigente. madrasta ou padrasto. § 3º Os afastamentos para realização de programas de pós-doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivo no respectivo órgão ou entidade há pelo menos quatro anos. § 5º Caso o servidor venha a solicitar exoneração do cargo ou aposentadoria. com o § 7º retificado no DOU de 5-9-2008. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito. e desde que a participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. de 11 de dezembro de 1990. filhos. nos quatro anos anteriores à data da solicitação de afastamento. para se alistar como eleitor. quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição. 97.

501. aos filhos. 101. 76-A desta Lei. Art. Revogado. de 10-12-1997. c Inciso IV com a redação dada pela MP nº 441. conforme dispuser o regulamento. A apuração do tempo de serviço será feita em dias. nº 5. conforme dispuser o regulamento. quando autorizado o afastamento.707. V – desempenho de mandato eletivo federal. Além das ausências ao serviço previstas no art. 44. de 10-12-1997. exceto para promoção por merecimento. exigindo-se. 9º do Dec. em órgão ou entidade dos Poderes da União. de 10-12-1997. É contado para todos os efeitos o tempo de serviço público federal.527. municipal ou do Distrito Federal. ao servidor que desempenhe atividade prevista nos incisos I e II do caput do art. de 10-12-1997. que serão convertidos em anos. 97. II – exercício de cargo em comissão ou equivalente. quando comprovada a necessidade por junta médica oficial. até o limite de vinte e quatro meses. 102. § 4º Será igualmente concedido horário especial. d) por motivo de acidente em serviço ou doença profissional. vinculado à compensação de horário a ser efetivada no prazo de até 1 (um) ano. independentemente de vaga. IV – participação em programa de treinamento regularmente instituído.094. em cargo de provimento efetivo.527. Art. matrícula em instituição de ensino congênere. ou enteados do servidor que vivam na sua companhia. . neste caso. Parágrafo único. Parágrafo único. 40. exceto para efeito de promoção por merecimento. inclusive o prestado às Forças Armadas. independentemente de compensação de horário. 100. §§ 9º e 10. Lei nº 9. em qualquer parte do território nacional. Art. c) para o desempenho de mandato classista ou participação de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores para prestar serviços a seus membros. com autorização judicial. da CF. c Inciso VII com a redação dada pela Lei nº 9. que regulamenta este inciso. em qualquer época. c §§ 2º e 3º acrescidos pela Lei nº 9. VI – júri e outros serviços obrigatórios por lei. estadual.§ 2º Também será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência. b) para tratamento da própria saúde.527. ou em programa de pós-graduação stricto sensu no país. VIII – licença: a) à gestante. bem como aos menores sob sua guarda. O disposto neste artigo estende-se ao cônjuge ou companheiro. de 23-2-2006. Art. dos Estados. Ao servidor estudante que mudar de sede no interesse da administração é assegurada. CAPÍTULO VII Do TemPo de SerViÇo c Art. c Art. III – exercício de cargo ou função de governo ou administração.527. de 11-7-2007. à adotante e à paternidade. cumulativo ao longo do tempo de serviço público prestado à União. considerado o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias. são considerados como de efetivo exercício os afastamentos em virtude de: I – férias. c Alínea b com a redação dada pela Lei nº 9. de 13-1-2005. c Alínea c com a redação dada pela Lei nº 11. compensação de horário na forma do inciso II do art. de 29-8-2008. filho ou dependente portador de deficiência física. na localidade da nova residência ou na mais próxima. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. VII – missão ou estudo no exterior. Municípios e Distrito Federal. porém. § 3º As disposições do parágrafo anterior são extensivas ao servidor que tenha cônjuge. por nomeação do Presidente da República. c § 4º com a redação dada pela Lei nº 11. 99.

Em caso de provimento do pedido de reconsideração ou do recurso. autarquia. IV – o tempo correspondente ao desempenho de mandato eletivo federal. c Inciso VII acrescido pela Lei nº 9. municipal ou distrital. conforme dispuser o regulamento. não podendo ser renovado. X – participação em competição desportiva nacional ou convocação para integrar representação desportiva nacional. IX – deslocamento para a nova sede de que trata o art. Parágrafo único. Art. de 10-12-1997. c Inciso XI com a redação dada pela Lei nº 9. com remuneração. 105. 103. XI – afastamento para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere. Municípios e Distrito Federal. Art. no caso do art. § 1º O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão. Art. 86. sucessivamente. estadual. a juízo da autoridade competente. f) por convocação para o serviço militar. 109. V – o tempo de serviço em atividade privada. em defesa de direito ou interesse legítimo. § 2º Será contado em dobro o tempo de serviço prestado às Forças Armadas em operações de guerra. É assegurado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos. conforme disposto em lei específica. § 3º É vedada a contagem cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um cargo ou função de órgão ou entidades dos Poderes da União. § 2º O recurso será encaminhado por intermédio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente. III – a licença para atividade política. pelo interessado. Art. Parágrafo único. § 1º O tempo em que o servidor esteve aposentado será contado apenas para nova aposentadoria. VII – o tempo de licença para tratamento da própria saúde que exceder o prazo a que se refere a alínea b do inciso VIII do art. 107. O recurso poderá ser recebido com efeito suspensivo.e) para capacitação. Art. CAPÍTULO VIII Do Direito de PetiÇÃo Art. Art. 106. O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente. VI – o tempo de serviço relativo a tiro de guerra. 18. fundação pública. às demais autoridades. Distrito Federal e Município. os efeitos da decisão retroagirão à data do ato impugnado. O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de 30 (trinta) dias. O requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os artigos anteriores deverão ser despachados no prazo de 5 (cinco) dias e decididos dentro de 30 (trinta) dias. anterior ao ingresso no serviço público federal. no País ou no exterior. de 10-12-1997.527. 104. 102. 108. vinculada à Previdência Social. em escala ascendente.527. de 10-12-1997. Contar-se-á apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade: I – o tempo de serviço público prestado aos Estados. Estado. sociedade de economia mista e empresa pública. a contar da publicação ou da ciência. c Alínea e com a redação dada pela Lei nº 9. II – a licença para tratamento de saúde de pessoa da família do servidor. O direito de requerer prescreve: .527. da decisão recorrida. II – das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. Art. Caberá recurso: I – do indeferimento do pedido de reconsideração. § 2º. Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão. e. 110.

prestando as informações requeridas. quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade. Parágrafo único. c Arts. Art. II – em 120 (cento e vinte) dias. 113. Art. 112. I – exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. de 3-5-1995. A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada.171. Art. dispõe sobre as normas de conduta dos servidores públicos civis da União. São deveres do servidor: c Art. 117. de 29-1-1999 (Lei do Processo Administrativo Federal).480. dispõe sobre os procedimentos a serem adotados em casos de paralisações dos serviços públicos federais. II – retirar.I – em 5 (cinco) anos. de 22-6-1994. XII – representar contra ilegalidade.171. na repartição. 37. nº 1. IV – opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço. que dispõe sobre Crimes contra a Administração Pública. salvo motivo de força maior. de 22-6-1994. . das Autarquias e das Fundações Públicas. V – atender com presteza: a) ao público em geral. IX – manter conduta compatível com a moralidade administrativa. Art. ressalvadas as protegidas por sigilo. de 2-7-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). A administração deverá rever seus atos. c Lei nº 8. assegurando-se ao representando ampla defesa. c Lei nº 8. quando o ato não for publicado. X – ser assíduo e pontual ao serviço. Art. a qualquer tempo. VI – levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciên­cia em razão do cargo. qualquer documento ou objeto da repartição. nº 1. VII. VII – zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público. é assegurada vista do processo ou documento.784. 53 e 54 da Lei nº 9. 312 e seguintes do CP. de 12-4-1990. Art. aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. TÍtUlo IV – DO REGIME DIScIPLINAR CAPÍTULO I DoS DeVereS c Dec. Art. O pedido de reconsideração e o recurso. XI – tratar com urbanidade as pessoas. Ao servidor é proibido: I – ausentar-se do serviço durante o expediente. ao servidor ou a procurador por ele constituído. da CF.429. nos demais casos. IV – cumprir as ordens superiores. II – ser leal às instituições a que servir. não podendo ser relevada pela administração. exceto quando manifestamente ilegais. interrompem a prescrição. CAPÍTULO II DAS ProibiÇÕeS c Dec. sem prévia autorização do chefe imediato. nº 1. aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. omissão ou abuso de poder. 111. A prescrição é de ordem pública. quando eivados de ilegalidade. b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. enquanto não regulado o disposto no art. salvo quando outro prazo for fixado em lei. sem prévia anuência da autoridade competente. III – recusar fé a documentos públicos. III – observar as normas legais e regulamentares. 114. 115. São fatais e improrrogáveis os prazos estabelecidos neste Capítulo. Parágrafo único. Para o exercício do direito de petição. quando cabíveis. c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública. ou que afetem interesse patrimonial e créditos resultantes das relações de trabalho. VIII – guardar sigilo sobre assunto da repartição. 116. O prazo de prescrição será contado da data da publicação do ato impugnado ou da data da ciência pelo interessado.027. c Dec.

o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado. e II – gozo de licença para o trato de interesses particulares. observada a legislação sobre conflito de interesses. 119. XI – atuar. da CF. § 1º A proibição de acumular estende-se a cargos. fora dos casos previstos em lei. XVII – cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa. participação no capital social ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros. c Art. exceto na qualidade de acionista.527. 9º. exceto no caso previsto no parágrafo único do art. de 23-9-2008. salvo quando os cargos de que decorram essas remunerações forem acumuláveis na atividade. 91 desta Lei. dos Estados. presente ou vantagem de qualquer espécie. na forma do art. CAPÍTULO III DA ACUmUlAÇÃo Art. A vedação de que trata o inciso X do caput deste artigo não se aplica nos seguintes casos: I – participação nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a União detenha. do Distrito Federal. empresas públicas. XIX – recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. 118. Parágrafo único. 37. cotista ou comanditário. c Inciso XIX acrescido pela Lei nº 9. junto a repartições públicas. ainda que lícita. comissão. de 23-9-2008. X – participar de gerência ou administração de sociedade privada.527.784. XVII.V – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. VI – cometer a pessoa estranha à repartição. XVI – utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares.527. Art. personificada ou não personificada. VIII – manter sob sua chefia imediata. em razão de suas atribuições. em detrimento da dignidade da função pública. como procurador ou intermediário. direta ou indiretamente. empregos e funções em autarquias. c Parágrafo único com a redação dada pela Lei nº 11. de 10-12-1997. ou a partido político. sociedades de economia mista da União. O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão. Ressalvados os casos previstos na Constituição. XII – receber propina. salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. cônjuge.784. emprego ou pensão de estado estrangeiro. fundações públicas. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. dos Territórios e dos Municípios. XIII – aceitar comissão. VII – coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se à associação profissional ou sindical. c Inciso X com a redação dada pela Lei nº 11. § 3º Considera-se acumulação proibida a percepção de vencimento de cargo ou emprego público efetivo com proventos da inatividade. IX – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem. em cargo ou função de confiança. companheiro ou parente até o segundo grau civil. . exercer o comércio. fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários. XIV – praticar usura sob qualquer de suas formas. e de cônjuge ou companheiro. XV – proceder de forma desidiosa. nem ser remunerado pela participação em órgão de deliberação coletiva. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. § 2º A acumulação de cargos. exceto em situações de emergência e transitórias. XVIII – exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho. de 10-12-1997. de 10-12-1997.

IV – cassação de aposentadoria ou disponibilidade. § 2º Tratando-se de dano causado a terceiros. II – suspensão. de 10-12-1997. c Artigo com a redação dada pela Lei nº 9. O ato de imposição da penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar. A responsabilidade civil administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função. 127. ficará afastado de ambos os cargos efetivos. Art. A advertência será aplicada por escrito.527. declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidos. dispuser legislação específica. de 10-12-1997. e de inobservância de dever funcional previsto em lei.225-45. nessa qualidade. § 3º A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada. c Artigo com a redação dada pela Lei nº 9. da CF.Parágrafo único. 124. A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor. Art. incisos I a VIII e XIX.527. CAPÍTULO V DAS PenAlidAdeS Art. O servidor vinculado ao regime desta Lei. bem como quaisquer empresas ou entidades em que a União. § 6º. c Parágrafo único com a redação dada pela MP nº 2. O disposto neste artigo não se aplica à remuneração devida pela participação em conselhos de administração e fiscal das empresas públicas e sociedades de economia mista. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. 122. Art. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo. III – demissão. Parágrafo único. § 1º A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no art. . penais e administrativas poderão cumular-se. 121. os danos que dela provierem para o serviço público. 117. sendo independentes entre si. 123. as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. até o limite do valor da herança recebida. salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles. suas subsidiárias e controladas. CAPÍTULO IV DAS ReSPonSAbilidAdeS Art. responderá o servidor perante a Fazenda Pública. 37. penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. A responsabilidade administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria. O servidor responde civil. V – destituição de cargo em comissão. As sanções civis. que acumular licitamente dois cargos efetivos.527. São penalidades disciplinares: I – advertência. Art. Art. 125. nos casos de violação de proibição constante do art. direta ou indiretamente. de 4-9-2001. c Parágrafo único acrescido pela Lei nº 9. 120. que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. 126. 46. regulamentação ou norma interna. 129. Art. Art. a respeito. VI – destituição de função comissionada. observado o que. detenha participação no capital social. doloso ou culposo. Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida. 128. c Art. quando investido em cargo de provimento em comissão. de 10-12-1997. Art. que não justifique imposição de penalidade mais grave. em ação regressiva. na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial.

defesa e relatório. 133. que dispõem sobre Crimes contra a Administração Pública. 117. das datas de ingresso. nesse período. 131. se o servidor não houver. A demissão será aplicada nos seguintes casos: I – crime contra a administração pública. a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. 167. Art. para. indicará o respectivo dispositivo legal e remeterá o processo à autoridade instauradora. III – inassiduidade habitual. VI – insubordinação grave em serviço. para julgamento. empregos ou funções públicas em situação de acumulação ilegal. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases: I – instauração. a autoridade a que se refere o art. § 4º No prazo de cinco dias. IV – improbidade administrativa. opinará sobre a licitude da acumulação em exame. XI – corrupção. e a materialidade pela descrição dos cargos. para apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias. O cancelamento da penalidade não surtirá efeitos retroativos. II – abandono de cargo. no prazo de cinco dias. c Arts. IX – revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo. 312 e seguintes do CP. injustificadamente. contados do recebimento do processo.Art. hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo. após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício. o disposto no § 3º do art. VIII – aplicação irregular de dinheiros públicos. X – lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional. empregos ou funções públicas. respectivamente. na repartição. 163 e 164. cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação. § 2º Quando houver conveniência para o serviço. V – incontinência pública e conduta escandalosa. praticado nova infração disciplinar. ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço. II – instrução sumária. bem como promoverá a citação pessoal do servidor indiciado. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita à penalidade de demissão. com a publicação do ato que constituir a comissão. § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que. empregos ou funções públicas. apresentar defesa escrita. observado o disposto nos arts. por intermédio de sua chefia imediata. em que resumirá as peças principais dos autos. termo de indiciação em que serão transcritas as informações de que trata o parágrafo anterior. § 3º Apresentada a defesa. . a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. salvo em legítima defesa própria ou de outrem. na hipótese de omissão. 143 notificará o servidor. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. a servidor ou a particular. VII – ofensa física. XII – acumulação ilegal de cargos. que compreende indiciação. 132. a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa. até três dias após a publicação do ato que a constituiu. As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados. XIII – transgressão dos incisos IX a XVI do art. ou por intermédio de sua chefia imediata. adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata. § 5º A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé. recusar-se a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente. Art. quando for o caso. em serviço. e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da transgressão objeto da apuração. § 1º A indicação da autoria de que trata o inciso I dar-se-á pelo nome e matrícula do servidor. contados da data da ciência e. a ser composta por dois servidores estáveis. aplicando-se. dos órgãos ou entidades de vinculação. do horário de trabalho e do correspondente regime jurídico. Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos. não podendo exceder de 90 (noventa) dias. III – julgamento. Art. Parágrafo único. 130. § 2º A comissão lavrará.

pela indicação dos dias de falta ao serviço sem causa justificada. Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos. Na apuração de abandono de cargo ou inassiduidade habitual. por sessenta dias. A ação disciplinar prescreverá: I – em 5 (cinco) anos. Não poderá retornar ao serviço público federal o servidor que for demitido ou destituído do cargo em comissão por infringência do art. X e XI do art. c Art. II – após a apresentação da defesa a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. observando-se especialmente que: I – a indicação da materialidade dar-se-á: a) na hipótese de abandono de cargo. § 8º O procedimento sumário rege-se pelas disposições deste artigo. sobre a intencionalidade da ausência ao serviço superior a trinta dias e remeterá o processo à autoridade instauradora para julgamento. Art. incisos I. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão. aplicar-se-á a pena de demissão. II – em 2 (dois) anos. nos casos dos incisos IV. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. 132. opinará. 134. Constatada a hipótese de que trata este artigo. na atividade. incisos IX e XI. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão. 137. falta punível com a demissão. quanto à suspensão. pela indicação precisa do período de ausência intencional do servidor ao serviço superior a trinta dias. por período igual ou superior a sessenta dias interpoladamente.527. quando se tratar de destituição de cargo em comissão. 142. pelo prazo de 5 (cinco) anos. por infringência do art. na hipótese de abandono de cargo. II – pelas autoridades administrativas de hierarquia imediatamente inferior àquelas mencionadas no inciso anterior quando se tratar de suspensão superior a 30 (trinta) dias. 117. as disposições dos Títulos IV e V desta Lei. VIII. 133 com a redação dada pela Lei nº 9. Art. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão. quando as circunstâncias o exigirem. também será adotado o procedimento sumário a que se refere o art. durante o período de doze meses. . durante o período de doze meses. a exoneração efetuada nos termos do art. sem causa justificada. 135. subsidiariamente. IV. 133. § 7º O prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar submetido ao rito sumário não excederá trinta dias. Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao serviço. c Art. 136. Parágrafo único. As penalidades disciplinares serão aplicadas: I – pelo Presidente da República. 132. destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos cargos. 35 será convertida em destituição de cargo em comissão. Parágrafo único. 141. 138.527. Art. X e XI. ou entidade.§ 6º Caracterizada a acumulação ilegal e provada a má-fé. 140. nos casos de advertência ou de suspensão de até 30 (trinta) dias. implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. hipótese em que os órgãos ou entidades de vinculação serão comunicados. de 10-12-1997. em que resumirá as peças principais dos autos. quanto às infrações puníveis com demissão. Art. VIII. Art. órgão. interpoladamente. Art. Art. pelos Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. observando-se. incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público federal. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. b) no caso de inassiduidade habitual. III – pelo chefe da repartição e outras autoridades na forma dos respectivos regimentos ou regulamentos. Art. admitida a sua prorrogação por até quinze dias. Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado. quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor vinculado ao respectivo Poder. Art. 139. empregos ou funções públicas em regime de acumulação ilegal. no que lhe for aplicável. de 10-12-1997. indicará o respectivo dispositivo legal. 140 com a redação dada pela Lei nº 9. IV – pela autoridade que houver feito a nomeação. sem prejuízo da ação penal cabível.

148. pelo prazo de até 60 (sessenta) dias. 145. o prazo começará a correr a partir do dia em que cessar a interrupção. mediante competência específica para tal finalidade. Parágrafo único. mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar. a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo. Art. Art. Art. CAPÍTULO II Do AfAStAmento PreVentiVo Art. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata. As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração. até a decisão final proferida por autoridade competente. delegada em caráter permanente ou temporário pelo Presidente da República. ainda que não concluído o processo.527. por solicitação da autoridade a que se refere. § 1º O prazo de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido. ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. ou destituição de cargo em comissão. desde que contenham a identificação e o endereço do denunciante e sejam formuladas por escrito. Lei nº 11. c Lei nº 9. pelos presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade. § 3º A apuração de que trata o caput. a denúncia será arquivada. Quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou ilícito penal. confirmada a autenticidade. findo o qual cessarão os seus efeitos. § 3º A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição. preservadas as competências para o julgamento que se seguir à apuração. 147. assegurada ao acusado ampla defesa. Parágrafo único. de 10-12-1997. podendo ser prorrogado por igual período. §§ 1º e 2º Revogados. no âmbito do respectivo Poder. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo. de 29-1-1999 (Lei do Processo Administrativo Federal). Da sindicância poderá resultar: I – arquivamento do processo. quanto à advertência.204. O prazo para conclusão da sindicância não excederá 30 (trinta) dias. por falta de objeto. Parágrafo único. TÍtUlo V – DO PROcESSO AdMINISTRATIVO DIScIPLINAR CAPÍTULO I DiSPoSiÇÕeS GerAiS Art. § 4º Interrompido o curso da prescrição. será obrigatória a instauração de processo disciplinar. O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições. 143. de demissão. órgão ou entidade. Sempre que o ilícito praticado pelo servidor ensejar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 30 (trinta) dias. sem prejuízo da remuneração. CAPÍTULO III Do ProCeSSo DiSCiPlinAr Art.784. III – instauração de processo disciplinar. II – aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 30 (trinta) dias. 144. a critério da autoridade superior. de 5-12-2005.III – em 180 (cento e oitenta) dias. 146. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. poderá ser promovida por autoridade de órgão ou entidade diverso daquele em que tenha ocorrido a irregularidade. . cassação de aposentadoria ou disponibilidade. § 2º Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime.

devendo a segunda via. quando as circunstâncias o exigirem. a expedição do mandado será imediatamente comunicada ao chefe da repartição onde serve. SEÇÃO I DO InQUÉRITO Art. objetivando a coleta de prova. Art. com o ciente do interessado. 154. a comissão dedicará tempo integral aos seus trabalhos. quando se tratar de prova pericial. § 2º Não poderá participar de comissão de sindicância ou de inquérito. Art. Art. investigações e diligências cabíveis. dentre eles. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. 151. 143. § 2º Será indeferido o pedido de prova pericial. . 158.429. 155. 153. ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. O inquérito administrativo obedecerá ao princípio do contraditório. O prazo para a conclusão do processo disciplinar não excederá 60 (sessenta) dias. consangüíneo ou afim. de modo a permitir a completa elucidação dos fatos. com a publicação do ato que constituir a comissão. É assegurado ao servidor o direito de acompanhar o processo pessoalmente ou por intermédio de procurador. quando a comprovação do fato independer de conhecimento especial de perito. a técnicos e peritos. Parágrafo único. quando necessário. o seu presidente. ser anexado aos autos. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível. Art. meramente protelatórios. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. defesa e relatório. Parágrafo único. O processo disciplinar se desenvolve nas seguintes fases: I – instauração. § 1º O presidente da comissão poderá denegar pedidos considerados impertinentes.c Lei nº 8. até a entrega do relatório final. § 2º As reuniões da comissão serão registradas em atas que deverão detalhar as deliberações adotadas. § 1º As testemunhas serão inquiridas separadamente. que indicará. Parágrafo único. independentemente da imediata instauração do processo disciplinar. Art. ficando seus membros dispensados do ponto. O processo disciplinar será conduzido por comissão composta de três servidores estáveis designados pela autoridade competente. a autoridade competente encaminhará cópia dos autos ao Ministério Público. de 2-6-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). Art. arrolar e reinquirir testemunhas. 157. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão. Art. companheiro ou parente do acusado. Na fase do inquérito. § 1º A Comissão terá como secretário servidor designado pelo seu presidente. 150. Art. que compreende instrução. em linha reta ou colateral. II – inquérito administrativo. III – julgamento. assegurado o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da administração.527. recorrendo. 156. As reuniões e as audiências das comissões terão caráter reservado. 149. admitida a sua prorrogação por igual prazo. acareações. Na hipótese de o relatório da sindicância concluir que a infração está capitulada como ilícito penal. cônjuge. Se a testemunha for servidor público. a comissão promoverá a tomada de depoimentos. 152. com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. de 10-12-1997. observado o disposto no § 3º do art. como peça informativa da instrução. produzir provas e contraprovas e formular quesitos. com a indicação do dia e hora marcados para inquirição. § 1º Sempre que necessário. até o terceiro grau. A Comissão exercerá suas atividades com independência e imparcialidade. Art. não sendo lícito à testemunha trazê-lo por escrito. assegurada ao acusado ampla defesa. O depoimento será prestado oralmente e reduzido a termo. As testemunhas serão intimadas a depor mediante mandado expedido pelo presidente da comissão. Os autos da sindicância integrarão o processo disciplinar. podendo a indicação recair em um de seus membros.

Art. proceder-se-á à acareação entre os depoentes. a comissão promoverá o interrogatório do acusado. no prazo de 10 (dez) dias. após a expedição do laudo pericial. porém. para diligências reputadas indispensáveis. Art. Art. 161. Art. a comissão elaborará relatório minucioso. onde resumirá as peças principais dos autos e mencionará as provas em que se baseou para formar a sua convicção. 166. 162. Art. pelo membro da comissão que fez a citação. com o relatório da comissão. por termo. cada um deles será ouvido separadamente. 159. da qual participe pelo menos um médico psiquiatra. 167. Art. § 1º O indiciado será citado por mandado expedido pelo presidente da comissão para apresentar defesa escrita. será promovida a acareação entre eles. nos autos do processo e devolverá o prazo para a defesa. c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível. a autoridade instauradora do processo designará um servidor como defensor dativo. Parágrafo único. será remetido à autoridade que determinou a sua instauração. para apresentar defesa. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. contados do recebimento do processo. Art. § 3º O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro. não apresentar defesa no prazo legal. § 2º Para defender o indiciado revel. o prazo será comum e de 20 (vinte) dias. para julgamento. 163. o prazo para defesa será de 15 (quinze) dias a partir da última publicação do edital. Na hipótese deste artigo. SEÇÃO II DO JULgAMEnTO Art. bem como as circunstâncias agravantes ou atenuantes. e sempre que divergirem em suas declarações sobre fatos ou circunstâncias. regularmente citado. a comissão indicará o dispositivo legal ou regulamentar transgredido. será formulada a indiciação do servidor. . em termo próprio. § 2º Havendo dois ou mais indiciados. O indiciado que mudar de residência fica obrigado a comunicar à comissão o lugar onde poderá ser encontrado. 160. Art. de 10-12-1997. § 2º Reconhecida a responsabilidade do servidor. § 1º A revelia será declarada.§ 2º Na hipótese de depoimentos contraditórios ou que se infirmem. será citado por edital. observados os procedimentos previstos nos arts. o prazo para defesa contar-se-á da data declarada. § 2º O procurador do acusado poderá assistir ao interrogatório. Concluída a inquirição das testemunhas. Achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido. por intermédio do presidente da comissão.527. O processo disciplinar. Tipificada a infração disciplinar. Considerar-se-á revel o indiciado que. a comissão proporá à autoridade competente que ele seja submetido a exame por junta médica oficial. facultando-se-lhe. Apreciada a defesa. § 4º No caso de recusa do indiciado em apor o ciente na cópia da citação. Parágrafo único. bem como à inquirição das testemunhas. com a assinatura de 2 (duas) testemunhas. 165. § 1º No caso de mais de um acusado. sendo-lhe vedado interferir nas perguntas e respostas. O incidente de sanidade mental será processado em auto apartado e apenso ao processo principal. 157 e 158. Quando houver dúvida sobre a sanidade mental do acusado. § 1º O relatório será sempre conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. No prazo de 20 (vinte) dias. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. reinquiri-las. publicado no Diário Oficial da União e em jornal de grande circulação na localidade do último domicílio conhecido. com a especificação dos fatos a ele imputados e das respectivas provas. 164.

ou aposentado voluntariamente. § 2º. o processo disciplinar será remetido ao Ministério Público para instauração da ação penal.§ 1º Se a penalidade a ser aplicada exceder a alçada da autoridade instauradora do processo. 168. quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a inadequação da penalidade aplicada. se for o caso. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. Deferida a petição. Art. . O processo disciplinar poderá ser revisto. 172. a pedido ou de ofício. Art. O julgamento acatará o relatório da comissão. Art. este será encaminhado à autoridade competente. c § 4º acrescido pela Lei nº 9. a qualquer tempo. a autoridade instauradora do processo determinará o seu arquivamento. total ou parcial. 176.527. Art. O requerimento de revisão do processo será dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade equivalente. ficando trasladado na repartição. 34. denunciado ou indiciado. 171. que requer elementos novos. § 1º O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo.527. Parágrafo único. abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade. a revisão será requerida pelo respectivo curador. inciso I do art. Art. § 3º Se a penalidade prevista for a demissão ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade. Art. ainda não apreciados no processo originário. § 2º No caso de incapacidade mental do servidor. a autoridade competente providenciará a constituição de comissão. de 10-12-1997. Quando a infração estiver capitulada como crime. Serão assegurados transporte e diárias: I – ao servidor convocado para prestar depoimento fora da sede de sua repartição. a autoridade julgadora poderá. § 2º Havendo mais de um indiciado e diversidade de sanções. Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos. será responsabilizada na forma do Capítulo IV do Título IV. na condição de testemunha. qualquer pessoa da família poderá requerer a revisão do processo. salvo se flagrantemente contrária à prova dos autos. o ônus da prova cabe ao requerente. se autorizar a revisão. a constituição de outra comissão para instauração de novo processo. § 2º A autoridade julgadora que der causa à prescrição de que trata o art. 175. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. Parágrafo único. A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para a revisão. agravar a penalidade proposta. que. na forma do art. 170. SEÇÃO III DA REVISÃO dO PROcESSO Art. a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade. acaso aplicada. 174. 177. 142. 173. a autoridade julgadora determinará o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor. Art. 141. o ato será convertido em demissão. Parágrafo único. de 10-12-1997. Art. 149. encaminhará o pedido ao dirigente do órgão ou entidade onde se originou o processo disciplinar. no mesmo ato. No processo revisional. Art. § 1º Em caso de falecimento. e ordenará. Verificada a ocorrência de vício insanável. o julgamento caberá às autoridades de que trata o inciso I do art. ausência ou desaparecimento do servidor. o julgamento caberá à autoridade competente para a imposição da pena mais grave. que decidirá em igual prazo. salvo quando contrário às provas dos autos. Ocorrida a exoneração de que trata o parágrafo único. Extinta a punibilidade pela prescrição. O servidor que responder a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido. motivadamente. II – aos membros da comissão e ao secretário. § 4º Reconhecida pela comissão a inocência do servidor. quando obrigados a se deslocarem da sede dos trabalhos para a realização de missão essencial ao esclarecimento dos fatos. 169.

c §§ 2º a 4º acrescidos pela Lei nº 10. Parágrafo único.Art. simultaneamente. Na petição inicial. A União manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e sua família. Art. Aplicam-se aos trabalhos da comissão revisora. Art. 178. as normas e procedimentos próprios da comissão do processo disciplinar. o requerente pedirá dia e hora para a produção de provas e inquirição das testemunhas que arrolar. O julgamento caberá à autoridade que aplicou a penalidade. no curso do qual a autoridade julgadora poderá determinar diligências. com excessão da assistência à saúde. Art. § 2º O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo.667. Os benefícios do Plano de Seguridade Social do servidor compreendem: I – quanto ao servidor: a) aposentadoria. Art. não lhe assistindo. à adoção e à paternidade. será declarada sem efeito a penalidade aplicada. sem direito à remuneração. 180. inclusive. Art. c Parágrafo único. no mesmo percentual devido pelos servidores em atividade. Parágrafo único. autárquica e fundacional não terá direito aos benefícios do Plano de Seguridade Social. 184. inatividade. 179. transformado em § 1º pela Lei nº 10. b) auxílio-natalidade. § 3º Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público. 141. O Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a que estão sujeitos o servidor e sua família. restabelecendo-se todos os direitos do servidor. § 1º O servidor ocupante de cargo em comissão que não seja. de 14-5-2003. falecimento e reclusão. e compreen­de um conjunto de benefícios e ações que atendam às seguintes finalidades: I – garantir meios de subsistência nos eventos de doença. aplicando-se os procedimentos de cobrança e execução dos tributos federais quando não recolhidas na data do vencimento. Da revisão do processo não poderá resultar agravamento de penalidade. Art. Parágrafo único. 181. II – proteção à maternidade. para esse efeito. acidente em serviço. ainda que contribua para regime de previdência social no exterior. Os benefícios serão concedidos nos termos e condições definidos em regulamento. inclusive para servir em organismo oficial internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual coopere. observadas as disposições desta Lei.667. neste período. contados do recebimento do processo. TÍtUlo VI – DA SEGURIdAdE SOcIAL dO SERVIdOR CAPÍTULO I DiSPoSiÇÕeS GerAiS Art. 183. exceto em relação à destituição de cargo em comissão. as vantagens pessoais. A comissão revisora terá 60 (sessenta) dias para a conclusão dos trabalhos. os benefícios do mencionado regime de providência. nos termos do art. III – assistência à saúde. ocupante de cargo ou emprego efetivo na administração pública direta. A revisão correrá em apenso ao processo originário. no que couber. Julgada procedente a revisão. computando-se. 182. incidente sobre a remuneração total do cargo a que faz jus no exercício de suas atribuições. que será convertida em exoneração. c) salário-família. mediante o recolhimento mensal da respectiva contribuição. . Parágrafo único. velhice. de 17-5-2003. O prazo para julgamento será de 20 (vinte) dias. terá suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença. § 4º O recolhimento de que trata o § 3º deve ser efetuado até o segundo dia útil após a data do pagamento das remunerações dos servidores públicos. invalidez. 185.

c § 3º acrescido pela Lei nº 9. que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art. com base na medicina especializada. II – compulsoriamente. com proventos integrais. § 1º Consideram-se doenças graves. b) aos 30 (trinta) anos de efetivo exercício em funções de magistério se professor. hanseníase. 186. de 14-8-2007. neoplasia maligna. se homem. § 2º Nos casos de exercício de atividades consideradas insalubres ou perigosas. espondiloartrose anquilosante. cardiopatia grave. Art. se homem. a que se refere o inciso I deste artigo. Art. A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato. nefropatia grave. cegueira posterior ao ingresso no serviço público. f) licença por acidente em serviço. d) aos 65 (sessenta e cinco) anos de idade. implicará devolução ao erário do total auferido. e aos 60 (sessenta) se mulher. observará o disposto em lei específica. estabelece regras para o reconhecimento de dependente econômico de servidor. e declarada por ato.d) licença para tratamento de saúde. § 2º O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude. sem prejuízo da ação penal cabível. O servidor será aposentado: I – por invalidez permanente. tuberculose ativa. a e c. e proporcionais nos demais casos. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. . § 1º As aposentadorias e pensões serão concedidas e mantidas pelos órgãos ou entidades aos quais se encontram vinculados os servidores. § 1º A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde. por período não excedente a 24 (vinte e quatro) meses. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida – AIDS. com vigência a partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade-limite de permanência no serviço ativo. alienação mental. § 3º Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial. bem como nas hipóteses previstas no art. h) garantia de condições individuais e ambientais de trabalho satisfatórias. com proventos proporcionais a esse tempo. e outras que a lei indicar. II – quanto ao dependente: a) pensão vitalícia e temporária. III – voluntariamente: a) aos 35 (trinta e cinco) anos de serviço. b) auxílio-funeral. aos setenta anos de idade. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. c) aos 30 (trinta) anos de serviço. dolo ou má-fé. c Res. c) auxílio-reclusão. e) licença à gestante. à adotante e licença-paternidade. do CNJ nº 39. 187. especificada em lei. A aposentadoria compulsória será automática. e 25 (vinte e cinco) se professora. com proventos integrais. 189 e 224. moléstia profissional ou doença grave. a aposentadoria de que trata o inciso III. CAPÍTULO II DoS BenefÍCioS SEÇÃO I DA APOSEnTAdORIA Art. de 10-12-1997. g) assistência à saúde. para fins de concessão de benefícios. esclerose múltipla. e aos 25 (vinte e cinco) se mulher. e aos 30 (trinta) se mulher. se homem. 188. contagiosa ou incurável. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). 24. paralisia irreversível e incapacitante. contagiosas ou incuráveis. observado o disposto nos arts. d) assistência à saúde. doença de Parkinson.527. 71. sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço.

o valor será acrescido de 50% (cinqüenta por cento). 185. 53.§ 2º Expirado o período de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. 191. Arts. Art. III – a mãe e o pai sem economia própria. de qualquer idade. Ao servidor aposentado será paga a gratificação natalina. § 1º e 224 desta Lei. mediante autorização judicial. São estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidas aos servidores em atividade. 196. Revogados. e por este motivo for considerado inválido por junta médica oficial. até o dia vinte do mês de dezembro. serão consideradas apenas as licenças motivadas pela enfermidade ensejadora da invalidez ou doenças correlacionadas. por dependente econômico. 192 e 193. Art. Art. deduzido o adiantamento recebido. nos termos da Lei nº 5. 186. § 2º O auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público. inclusive os enteados até 21 (vinte e um) anos de idade ou. 197.527. c Art. aos 25 (vinte e cinco) anos de serviço efetivo. 189. até 24 (vinte e quatro) anos ou. em valor equivalente ao respectivo provento. SEÇÃO II DO AUXÍLIO-NATALIdAdE Art. o provento não será inferior a 1/3 (um terço) da remuneração da atividade. II – o menor de 21 (vinte e um) anos que. O provento da aposentadoria será calculado com observância do disposto no § 3º do art. . Parágrafo único. c Artigo com a redação dada pela MP nº 441. do ADCT. Quando proporcional ao tempo de serviço. 195. SEÇÃO III DO SALÁRIO-FAMÍLIA Art. § 1º Na hipótese de parto múltiplo. c Arts. Parágrafo único. Art. V. Lei nº 9. se estudante. Ao ex-combatente que tenha efetivamente participado de operações bélicas. 190. de 29-8-2008. 194. por nascituro. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. o servidor em licença para tratamento de saúde ou aposentado por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento. quando a parturiente não for servidora. passará a perceber provento integral. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. inclusive quando decorrentes de transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. ou do inativo. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. inclusive no caso de natimorto. de 10-12-1997. c §§ 4º e 5º acrescidos pela MP nº 441. será concedida aposentadoria com provento integral. O salário-família é devido ao servidor ativo ou ao inativo. § 3º O lapso de tempo compreendido entre o término da licença e a publicação do ato da aposentadoria será considerado como de prorrogação da licença. durante a Segunda Guerra Mundial.315. viver na companhia e às expensas do servidor. calculado com base no fundamento legal de concessão da aposentadoria. e revisto na mesma data e proporção. de 29-8-2008. Art. Consideram-se dependentes econômicos para efeito de percepção do salário-família: I – o cônjuge ou companheiro e os filhos. O servidor aposentado com provento proporcional ao tempo de serviço. para avaliação das condições que ensejaram o afastamento ou a aposentadoria. § 4º Para os fins do disposto no § 1º. se acometido de qualquer das moléstias especificadas no § 1º do art. de 12 de setembro de 1967. § 5º A critério da Administração. 41. se inválido. O auxílio-natalidade é devido à servidora por motivo de nascimento de filho. em quantia equivalente ao menor vencimento do serviço público. o servidor será aposentado.

Art. 199. sem remuneração. 200. nem servirá de base para qualquer contribuição. nas hipóteses em que abranger o campo de atuação da odontologia. Art.Art. § 1º Sempre que necessário. c § 5º acrescido pela MP nº 441. quando separados. 202. 201. a inspeção médica será realizada na residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado. 206-A. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. na falta destes. Art. O servidor que apresentar indícios de lesões orgânicas ou funcionais será submetido a inspeção médica. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. Parágrafo único. § 4º A licença que exceder o prazo de cento e vinte dias no período de doze meses a contar do primeiro dia de afastamento será concedida mediante avaliação por junta médica oficial. Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto. em valor igual ou superior ao salário mínimo. O afastamento do cargo efetivo. SEÇÃO IV DA LIcEnÇA PARA TRATAMEnTO dE SAÚdE Art. será aceito atestado passado por médico particular. na forma definida em regulamento. de 29-8-2008. c Artigo acrescido pela MP nº 441. o atestado somente produzirá efeitos depois de recepcionado pela unidade de recursos humanos do órgão ou entidade. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde. a pedido ou de ofício. c §§ 3º e 4º com a redação dada pela MP nº 441. 203. de 29-8-2008. o salário-família será pago a um deles. será pago a um e outro. Art. A licença para tratamento de saúde inferior a quinze dias. e não se configurando as hipóteses previstas nos parágrafos do art. Art. c Caput com a redação dada pela MP nº 441. de acordo com a distribuição dos dependentes. dentro de um ano. Quando o pai e mãe forem servidores públicos e viverem em comum. Art. poderá ser dispensada de perícia oficial. § 1º. com base em perícia médica. 204. . doença profissional ou qualquer das doenças especificadas no art. os representantes legais dos incapazes. Não se configura a dependência econômica quando o beneficiário do salário-família perceber rendimento do trabalho ou de qualquer outra fonte. não acarreta a suspensão do pagamento do saláriofamília. Art. de 29-8-2008. A licença de que trata o art. § 2º Inexistindo médico no órgão ou entidade no local onde se encontra ou tenha exercício em caráter permanente o servidor. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. O servidor será submetido a exames médicos periódicos. de 29-8-2008. O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou natureza da doença. 205. 186. de 29-8-2008. c Artigo com a redação dada pela MP nº 441. salvo quando se tratar de lesões produzidas por acidentes em serviço. c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9. 230. 202 será concedida com base em perícia oficial. Art. inclusive para a Previdência Social. nos termos e condições definidos em regulamento. será efetuada por cirurgiões-dentistas. bem como nos demais casos de perícia oficial previstos nesta lei. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. de 10-12-1997.527. § 3º No caso do § 2º. a madrasta e. § 5º A perícia oficial para concessão da licença de que trata o caput deste artigo. O salário-família não está sujeito a qualquer tributo. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. inclusive pensão ou provento da aposentadoria. 206. 198.

e se julgada apta. durante a jornada de trabalho. § 2º. c Lei nº 11. observado o limite estabelecido no art. à conta de recursos públicos. 214. 209. II. quanto à natureza. § 1º A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação. No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano de idade. Pelo nascimento ou adoção de filhos. reassumirá o exercício. a servidora lactante terá direito. Art. do Dec. de 11-12-2008. Configura acidente em serviço o dano físico ou mental sofrido pelo servidor. O tratamento recomendado por junta médica oficial constitui medida de exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos adequados em instituição pública. que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora. de 9-9-2008. o servidor terá direito à licença-paternidade de 5 (cinco) dias consecutivos. com remuneração integral. salvo antecipação por prescrição médica. mediata ou imediatamente. com as atribuições do cargo exercido. SEÇÃO VII DA PEnSÃO Art. 215. . As pensões distinguem-se. até a idade de seis meses. O servidor acidentado em serviço que necessite de tratamento especializado poderá ser tratado em instituição privada. Será licenciado. À servidora que adotar ou obtiver guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade. Art. § 3º No caso de natimorto. § 3º. que institui o Programa de Prorrogação da Licença à Gestante e à Adotante no âmbito da Administração Pública Federal. em vitalícias e temporárias. Art. 207. Parágrafo único. os dependentes fazem jus a uma pensão mensal de valor correspondente ao da respectiva remuneração ou provento. de 11-12-2008. sem prejuí­zo da remuneração. nº 6. 2º. a servidora será submetida a exame médico. Art. prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. 2º. decorridos 30 (trinta) dias do evento. 211. que somente se extinguem ou revertem com a morte de seus beneficiários. 210.690. a partir da data do óbito. Parágrafo único. Será concedida licença à servidora gestante por 120 (cento e vinte) dias consecutivos. o servidor acidentado em serviço. SEÇÃO VI DA LIcEnÇA POR AcIdEnTE EM SERVIÇO Art. serão concedidos 90 (noventa) dias de licença remunerada. a uma hora de descanso. II – sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. § 2º No caso de nascimento prematuro. Equipara-se ao acidente em serviço o dano: I – decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo. cria o Programa Empresa Cidadã. À AdOTAnTE E dA LIcEnÇA-PATERnIdAdE Art. a licença terá início a partir do parto. Por morte do servidor. Art.770. Parágrafo único. c Art. 42. destinado à prorrogação da licença-maternidade mediante concessão de incentivo fiscal. c Art. que institui o Programa de Prorrogação da Licença à Gestante e à Adotante no âmbito da Administração Pública Federal. a servidora terá direito a 30 (trinta) dias de repouso remunerado. o prazo de que trata este artigo será de 30 (trinta) dias. § 4º No caso de aborto atestado por médico oficial. § 1º A pensão vitalícia é composta de cota ou cotas permanentes. 212. do Dec. Art. 213. A prova do acidente será feita no prazo de 10 (dez) dias. 208.SEÇÃO V DA LIcEnÇA À GESTAnTE. Para amamentar o próprio filho.690. que se relacione. 216. nº 6. Art.

São beneficiários das pensões: I – vitalícia: a) o cônjuge. o seu valor será distribuído em partes iguais entre os beneficiários habilitados. até 21 (vinte e um) anos de idade. irmão órfão ou pessoa designada. Art.§ 2º A pensão temporária é composta de cota ou cotas que podem se extinguir ou reverter por motivo de morte. em se tratando de beneficiário inválido. conforme o caso. que comprovem dependência econômica do servidor. VI – a renúncia expressa. II – a anulação do casamento. Parágrafo único. Parágrafo único. metade do valor caberá ao titular ou titulares da pensão vitalícia. quando a decisão ocorrer após a concessão da pensão ao cônjuge. Concedida a pensão. § 2º Ocorrendo habilitação às pensões vitalícia e temporária. se inválidos. III – a cessação de invalidez. A pensão provisória será transformada em vitalícia ou temporária. d) a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do servidor. entre os titulares da pensão temporária. qualquer prova posterior ou habilitação tardia que implique exclusão de beneficiário ou redução de pensão só produzirá efeitos a partir da data em que for oferecida. o valor integral da pensão será rateado. d) a pessoa designada que viva na dependência econômica do servidor. ou enteados. enquanto durar a invalidez. aos 21 (vinte e um) anos de idade. c) o irmão órfão. III – desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo ou em missão de segurança. A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo. . 217. 221. que vivam sob a dependência econômica do servidor. § 3º Ocorrendo habilitação somente à pensão temporária. 219. se inválida. V – a acumulação de pensão na forma do art. ressalvado o eventual reaparecimento do servidor. ou. em partes iguais. § 2º A concessão da pensão temporária aos beneficiários de que tratam as alíneas a e b do inciso II deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas c e d. Não faz jus à pensão o beneficiário condenado pela prática de crime doloso de que tenha resultado a morte do servidor. Art. entre os que se habilitarem. II – desaparecimento em desabamento. enquanto durar a invalidez. maior de 60 (sessenta) anos e a pessoa portadora de deficiência. ou. inundação. II – temporária: a) os filhos. incêndio ou acidente não caracterizado como em serviço. 218. c) o companheiro ou companheira designado que comprove união estável como entidade familiar. exceto se existirem beneficiários da pensão temporária. 222. IV – a maioridade de filho. 225. e) a pessoa designada. A pensão será concedida integralmente ao titular da pensão vitalícia. nos seguintes casos: I – declaração de ausência. separada judicialmente ou divorciada. Acarreta perda da qualidade de beneficiá­rio: I – o seu falecimento. e o inválido. com percepção de pensão alimentícia. Art. b) o menor sob guarda ou tutela até 21 (vinte e um) anos de idade. pela autoridade judiciária competente. hipótese em que o benefício será automaticamente cancelado. decorridos 5 (cinco) anos de sua vigência. Art. b) a pessoa desquitada. Art. 220. prescrevendo tão-somente as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco) anos. cessação de invalidez ou maioridade do beneficiário. até 21 (vinte e um) anos. § 1º A concessão de pensão vitalícia aos beneficiários de que tratam as alíneas a e c do inciso I deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas d e e. sendo a outra metade rateada em partes iguais. enquanto durar a invalidez. § 1º Ocorrendo habilitação de vários titulares à pensão vitalícia. Será concedida pensão provisória por morte presumida do servidor. Art. até 21 (vinte e um) anos.

229. determinada pela autoridade competente. 226. 227. avaliação ou inspeção médica. para avaliação das condições que ensejaram a concessão do benefício. convênio . A critério da Administração. II – metade da remuneração. § 1º Nas hipóteses previstas nesta Lei em que seja exigida perícia. as despesas de transporte do corpo correrão à conta de recursos da União. c Parágrafo único acrescido pela MP nº 441. § 3º O auxílio será pago no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Art. ou mediante convênio ou contrato. Art. § 2º VETADO. ou ainda na forma de auxílio. para o beneficiá­rio da pensão vitalícia. Ressalvado o direito de opção. quando afastado por motivo de prisão. Em caso de falecimento de servidor em serviço fora do local de trabalho. 189. em valor equivalente a um mês da remuneração ou provento. c Caput com a redação dada pela Lei nº 11. SEÇÃO VIII DO AUXÍLIO-FUnERAL Art. 230. a respectiva cota reverterá: I – da pensão vitalícia para os remanescentes desta pensão ou para os titulares da pensão temporária. Art. o servidor terá direito à integralização da remuneração. desde que absolvido. observado o disposto no artigo anterior. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. ativo ou inativo. regulamenta este artigo. aplicando-se o disposto no parágrafo único do art. a pena que não determine a perda de cargo. Por morte ou perda da qualidade de beneficiário. inclusive no exterior. 224. A assistência à saúde do servidor. hospitalar. Se o funeral for custeado por terceiro. psicológica e farmacêutica. o auxílio será pago somente em razão do cargo de maior remuneração. Art. e de sua família compreende assistência médica. nos seguintes valores: I – dois terços da remuneração. odontológica. 223. atualmente procedimento sumário. à pessoa da família que houver custeado o funeral. para a sua realização o órgão ou entidade celebrará. se não houver pensionista remanescente da pensão vitalícia. de 10-5-2006. CAPÍTULO III DA ASSiStÊnCiA À SAÚde Art. Art.Parágrafo único. 275 a 281 do CPC. terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a promoção da saúde e será prestada pelo Sistema Único de Saúde – SUS. À família do servidor ativo é devido o auxílio-reclusão.302. II – da pensão temporária para os co-beneficiários ou.978. em flagrante ou preventiva. na ausência de médico ou junta médica oficial. diretamente pelo órgão ou entidade ao qual estiver vinculado o servidor. preferencialmente. enquanto perdurar a prisão. durante o afastamento. é vedada a percepção cumulativa de mais de duas pensões. 228. c Dec. por sentença definitiva. SEÇÃO IX DO AUXÍLIO-REcLUSÃO Art. de 29-8-2008. o beneficiário de pensão temporária motivada por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento. na falta destes. e seus dependentes ou  pensionistas com planos ou seguros privados de assistência à saúde. nº 4. este será indenizado. § 2º O pagamento do auxílio-reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o servidor for posto em liberdade. c Arts. O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido na atividade ou aposentado. ainda que condicional. por meio de procedimento sumaríssimo. As pensões serão automaticamente atualizadas na mesma data e na mesma proporção dos reajustes dos vencimentos dos servidores. na forma estabelecida em regulamento. autarquia ou fundação pública. § 1º Nos casos previstos no inciso I deste artigo. § 1º No caso de acumulação legal de cargos. em virtude de condenação. de 3-2-2004. mediante ressarcimento parcial do valor despendido pelo servidor. 225. ativo ou inativo.

aposentados. de 10-5-2006.783.302. c § 5º acrescido pela Lei nº 11. devidamente justificada. III – VETADO. 39. que constituirá junta médica especificamente para esses fins. indicando os nomes e especialidades dos seus integrantes. diplomas de honra ao mérito.com unidades de atendimento do sistema público de saúde. Art. § 4º VETADO. mediante licitação. § 3º Para os fins do disposto no caput deste artigo. 238. de 10-5-2006. . normas essas também aplicáveis aos convênios existentes até 12 de fevereiro de 2006. da CF. condecoração e elogio. § 7º. I – prêmios pela apresentação de idéias. operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde que possuam autorização de funcionamento do órgão regulador. 236. c § 3º acrescido pela Lei nº 11. TÍtUlo VIII CAPÍTULO ÚNicO DAS DiSPoSiÇÕeS GerAiS Art. sendo certo que os convênios celebrados depois dessa data somente poderão sê-lo na forma da regulamentação específica sobre patrocínio de autogestões. para o primeiro dia útil seguinte. de 10-5-2006. CAPÍTULO IV Do CUSteio Art.302. 237. Lei nº 11. II – contratar. na forma da Lei nº 8. TÍtUlo VII CAPÍTULO ÚNicO DA ContrAtAÇÃo TemPorÁriA de EXCePCionAl IntereSSe PÚbliCo Arts. com a comprovação de suas habilitações e de que não estejam respondendo a processo disciplinar junto à entidade fiscalizadora da profissão.745. Lei nº 11. § 5º O valor do ressarcimento fica limitado ao total despendido pelo servidor ou pensionista civil com plano ou seguro privado de assistência à saúde. § 2º Na impossibilidade.302. de 10-12-1997. de 10-5-2006. o prazo vencido em dia em que não haja expediente. de 28-1-1999. além daqueles já previstos nos respectivos planos de carreira: c Art. 232 a 235. Poderão ser instituídos. da aplicação do disposto no parágrafo anterior. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da vigência desta Lei.527. os seguintes incentivos funcionais. Revogado. pensionistas. O Dia do Servidor Público será comemorado a vinte e oito de outubro. ficando prorrogado. o órgão ou entidade promoverá a contratação da prestação de serviços por pessoa jurídica. c §§ 1º e 2º com a redação dada pela Lei nº 9. entidades sem fins lucrativos declaradas de utilidade pública. Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos.666. Lei nº 9. bem como para seus respectivos grupos familiares definidos. Legislativo e Judiciário. de 21 de junho de 1993. com entidades de autogestão por elas patrocinadas por meio de instrumentos jurídicos efetivamente celebrados e publicados até 12 de fevereiro de 2006 e que possuam autorização de funcionamento do órgão regulador. II – concessão de medalhas. ou com o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS. 231. Art. Lei nº 8. inventos ou trabalhos que favoreçam o aumento de produtividade e a redução dos custos operacionais. de 9-12-1993. a ser publicada pelo mesmo órgão regulador. ficam a União e suas entidades autárquicas e fundacionais autorizadas a: I – celebrar convênios exclusivamente para a  prestação de serviços de assistência à saúde para os seus servidores ou empregados ativos. Revogados. no âmbito dos Poderes Executivo.302. excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento.

o valor das mensalidades e contribuições definidas em assembléia geral da categoria. 240.962. os servidores dos Poderes da União. das autarquias. 239. . do CNJ nº 40. Ficam submetidos ao regime jurídico instituído por esta Lei. que comprove união estável como entidade familiar. sofrer discriminação em sua vida funcional. c) de descontar em folha. em caráter permanente. nos termos da Constituição Federal. Equipara-se ao cônjuge a companheira ou companheiro. de 14-8-2007. § 5º O regime jurídico desta Lei é extensivo aos serventuários da Justiça. inclusive como substituto processual. inclusive as em regime especial. Art. ou pela Consolidação das Leis do Trabalho. sem prejuízo dos direitos inerentes aos planos de carreira aos quais se encontrem vinculados os empregos. § 3º As Funções de Assessoramento Superior – FAS. e das fundações públicas. de 1º de maio de 1943. ser exonerados mediante indenização de um mês de remuneração por ano de efetivo exercício no serviço público federal. de 28 de outubro de 1952 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. o direito à livre associação sindical e os seguintes direitos. exceto os contratados por prazo determinado. 243. § 7º Os servidores públicos de que trata o caput deste artigo. Art. de 10-12-1997. passarão a integrar tabela em extinção. considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício.527. Lei nº 9. autárquica e fundacional. no que couber. Por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política. além do cônjuge e filhos. na qualidade de servidores públicos. regidos pela Lei nº 1. Parágrafo único. entre outros. quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem do seu assentamento individual. poderão. o servidor não poderá ser privado de quaisquer dos seus direitos.Art. exceto se a pedido. até um ano após o final do mandato.452. c Lei nº 9. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. § 6º Os empregos dos servidores estrangeiros com estabilidade no serviço público. remunerados com recursos da União. dispõe sobre os procedimentos de reconhecimento de união estável. cujos contratos não poderão ser prorrogados após o vencimento do prazo de prorrogação. serão considerados como indenizações isentas os pagamentos efetuados a título de indenização prevista no parágrafo anterior. § 8º Para fins de incidência do imposto de renda na fonte e na declaração de rendimentos. ficam extintas na data da vigência desta Lei. não amparados pelo art. d e e) Revogadas. b) de inamovibilidade do dirigente sindical. disciplina o regime de emprego público do pessoal da Administração federal direta. Art. Ao servidor público civil é assegurado. TÍtUlo IX CAPÍTULO ÚNicO DAS DiSPoSiÇÕeS TrAnSitÓriAS e FinAiS Art. 241.711. § 1º Os empregos ocupados pelos servidores incluídos no regime instituído por esta Lei ficam transformados em cargos. Consideram-se da família do servidor. aprovada pelo Decreto-Lei nº 5. dos ex-Territórios. c Res. no interesse da Administração e conforme critérios estabelecidos em regulamento. nem eximir-se do cumprimento de seus deveres. dela decorrentes: a) de ser representado pelo sindicato. § 4º VETADO. do respectivo órgão ou entidade. 242. de 2-2-2000. exercidas por servidor integrante de quadro ou tabela de pessoal. e mantidas enquanto não for implantado o plano de cargos dos órgãos ou entidades na forma da lei. enquanto não adquirirem a nacionalidade brasileira. § 2º As funções de confiança exercidas por pessoas não integrantes de tabela permanente do órgão ou entidade onde têm exercício ficam transformadas em cargos em comissão. na data de sua publicação. Para os fins desta Lei. sem ônus para a entidade sindical a que for filiado.

Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. ou por outro diploma legal. na forma prevista nos arts. os servidores abrangidos por esta Lei contribuirão na forma e nos percentuais atualmente estabelecidos para o servidor civil da União conforme regulamento próprio. 231. Art. As pensões estatutárias. aposentar-se-á com a vantagem prevista naquele dispositivo.162. de 28 de outubro de 1952. Art. c §§ 7º a 9º acrescidos pela Lei nº 9.711. A licença especial disciplinada pelo art.§ 9º Os cargos vagos em decorrência da aplicação do disposto no § 7º poderão ser extintos pelo Poder Executivo quando considerados desnecessários. com efeitos financeiros a partir do primeiro dia do mês subseqüente. Revogado.711. Ficam revogadas a Lei nº 1. 243. Art.527. 252. 169º da Independência e 102º da República. de 28 de outubro de 1952. O servidor que já tiver satisfeito ou vier a satisfazer. haverá ajuste de contas com a Previdência Social. 249. já concedidos aos servidores abrangidos por esta Lei. 116 da Lei nº 1. de 1952. 245. concedidas até a vigência desta Lei. correspondente ao perío­do de contribuição por parte dos servidores celetistas abrangidos pelo art. de 8-1-1991. c Veto mantido pelo Congresso Nacional e promulgado no DOU de 19-4-1991. Os adicionais por tempo de serviço. Fernando Collor . 11 de dezembro de 1990. Art.711. dentro de 1 (um) ano. passam a ser mantidas pelo órgão ou entidade de origem do servidor.527. 250. de 10-12-1997. 248. 244. Art. bem como as demais disposições em contrário. 247. 184 do antigo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. Lei nº 1. 251. fica transformada em licença-prêmio por assiduidade. Para efeito do disposto no Título VI desta Lei. VETADO. c Artigo com a redação dada pela Lei nº 8. 87 a 90. de 10-12-1997. Art. e respectiva legislação complementar. Art. Art. 246. 253. Art. ficam transformados em anuênio. Brasília. Lei nº 9. Até a edição da lei prevista no § 1º do art. as condições necessárias para a aposentadoria nos termos do inciso II do art. Art.

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