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AZEVEDO, Aluísio de - Resumo sobre O Cortiço

AZEVEDO, Aluísio de - Resumo sobre O Cortiço

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Alessandra Cristina Ferreira Porto Aluna do ITA Turma 10

..2 DESENVOLVIMENTO -Espaço.....................p....INTRODUÇÃO..p............p......................p...........................7 -Tempo...................3 -Personagens...........................................8 BIBLIOGRAFIA.............7 CONCLUSÃO.............................p...........................................3 -Enredo......p......................................................................8 1 ..............p....4 -Foco narrativo e narração......................p.........

Zig-Zag e A Semana. O Pensador. Matriculou-se na Imperial Academia de Belas-Artes e sustentava-se como caricaturista para jornais da época. pioneiro do Naturalismo na França. por sua vez. propósito esse que é algumas vezes distorcido e levado ao nível do pessimismo pela intenção de se opor claramente ao Romantismo e ao idealismo. tomando conta de suas atitudes e seu destino. Trabalhou como caixeiro e guarda-livros na infância e na adolescência e desde cedo nutriu grande interesse pelo desenho e pela pintura. passível de observação e comprovação. pois o destino desses não é regido pela própria vontade. Tem por objetivo a fidelidade máxima ao real. O Naturalismo. tendo por isso Aluísio Azevedo buscado inspiração em Emile Zola. A recente abolição da escravatura criava uma dinâmica de êxodo de escravos recémlibertos para as cidades em crescimento. Participa de um jornal anticlerical. tornando o Rio de Janeiro uma cidade polarizada e propícia à inspiração para a literatura naturalista. a seleção natural de Darwin e o socialismo de Marx e Engels. de enredo claramente romântico e que difere em quase todos os aspectos dos livros que seguiriam. desprovido de livre-arbítrio. Contexto histórico O Brasil sofria fortes influências francesas na época em que O Cortiço foi escrito (1890primeiros tempos do Brasil republicano e livre de escravos). pode ser tomado como o Realismo levado ao quase absurdo não há aprofundamento psicológico dos personagens. o determinismo de Taine. Em 1878 retorna a São Luís devido à morte do pai. notadamente o positivismo de Comte. iniciando a carreira de escritor um ano depois. filho de um vice-cônsul português e uma brasileira separada do primeiro marido. Ainda há destaque para a psicologia dos indivíduos. Cabe ao escritor naturalista armar uma situação experimental no romance e a partir dela analisar cientificamente o desfecho da história. Se o Realismo procura retratar o homem agindo no meio social. onde a única forma de moradia que lhes sobrava eram os fervilhantes cortiços. O Mequetrefe.Introdução Naturalismo x Realismo O Realismo como movimento artístico ocupa-se do real que é acessível aos sentidos. Sentindo-se sufocado pela falta de horizontes profissionais em São Luís. sem nenhum freio moral ou pessoal. o Naturalismo mostra o meio social agindo pelo homem. Lançou Lágrima de mulher(1879). entre eles O Fígaro. atividade de que veio o costume de desenhar os personagens de seus romances para conviver mais com eles. Foi marginalizado e discriminado por ser filho de pais descasados. O homem é visto como animal. mas sim pelo grupo social de que são parte. mudou-se para o Rio de Janeiro em 1876. Biografia do autor Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo nasceu a 14 de abril de 1857 em São Luís do Maranhão. sofrendo ainda mais discriminação por parte da sociedade tradicional 2 . O mundo literário se baseava nas tendências científicas da época. o que reflete o espírito científico do século XIX.

escreveu em 1882 Memórias de um condenado e Mistério da Tijuca. Esse aspecto se faz notar em Zulmira. não se trata apenas do poder do meio sobre as pessoas.somente à custa de seu talento literário. aspecto que será discutido adiante. Ao morrer. transcende suas funções características. A empolgação com a cidade em expansão leva o autor a escolher como cenário para o nascimento de uma geração que parecia brotar espontânea as partes novas do Rio de Janeiro. Isso vem para corroborar a idéia determinista que o homem não pode fugir às influências do que o cerca. com o que João Romão inicia sua vida nos negócios. a constância estagnada do que tenta negar a natureza e bloquear as influências inevitáveis. obra abolicionista e claramente contra a Igreja. Adota. interferindo na ação com sua presença forte e dominadora . capital da nação que se firmava. na Inglaterra e na Itália. compra algumas braças de terra e alarga sua propriedade. lança Casa de Pensão (1884) e O Cortiço (1890). uma argentina. Pastor e Zulema. dois filhos. escrava viúva de um português. Torna-se amante de Bertoleza. não sendo tomado apenas como pano de fundo estático. sobrevivendo não muito confortavelmente . Agrediu essa elite ainda mais com o lançamento de O Mulato. na Argentina. como país periférico começando a dar os primeiros passos por si próprio no cenário mundial. O centro da cidade representa a burguesia. nessa obra de Azevedo. É transferido para o Paraguai em 1910. exercendo a profissão na Espanha. Enredo João Romão. Com o decorrer do tempo e a ajuda de Bertoleza na venda. Tentou a sorte na carreira diplomática. que passa a residir com ele. Vê-se que o espaço n O Cortiço é. sua obra mais aclamada pelo público e pela crítica. O Brasil. seguindo logo depois para o Uruguai e na seqüência Buenos Aires. Foi eleito para a ABL em 1897. no Japão. Foi sepultado definitivamente em São Luís em 1919. dois romances menores. Romão toma para si o pouco dinheiro que a escrava possuía a pretexto de lhe arranjar uma carta de alforria. que antes de se mudar para o sobrado era pálida e fraca e desabrocha em meio os estímulos do novo lar. o que se faz notar n O Cortiço na valorização da descrição minuciosa do espaço e do cotidiano carioca como forma de situar claramente a história e não deixar espaço para abstrações. arrecada dinheiro através de anos de trabalho como empregado numa taverna em Botafogo. onde faleceu em 20 de janeiro de 1913. João forja o documento e. com o dinheiro de Bertoleza. João Romão compra mais 3 . De acordo com Massaud Moisés. português ambicioso que viera para o Brasil a procura de riqueza. O Cortiço torna-se o personagem-título. sentia necessidade de valorizar seu espaço urbano.maranhense. Desenvolvimento Espaço Há no Naturalismo uma preocupação com a verossimilhança. em especial o carioca. o dono do estabelecimento lhe deixa a loja e algum dinheiro. então. claramente interativo. Inspirado pela atmosfera urbana da capital. O espaço. é considerar esse meio como outra entidade além da que as personagens compõem. Voltando ao Rio de Janeiro. com a companhia de Pastora.

outro cortiço se forma. leva vida irregular. Durante o período de convalescença. Jerônimo. o parasita Botelho e criados. de grande influência junto a este. ganancioso. Albino. acaba brigando com Jerônimo. dando-lhe nova feição e aproveitando para realizar um objetivo que há tempos vinha alimentando: iniciar um novo estilo de vida e casar-se com uma mulher "de fina educação". o Senhor Miranda. negros. os moradores do "Cabeça-de-gato". põe fim à briga coletiva. Lança os olhos em Zulmira. mediante o pagamento de vinte contos de réis. imigrantes. em vários barracos do cortiço de João Romão. liderados por Porfiro. que vai aos poucos deixando Piedade e o resto de sua antiga vida de lado. legitimamente. onde se torna chefe de malta dos capoeiras. Pouco tempo depois. Piedade de Jesus. fugindo em seguida com Rita Baiana e abandonando de vez a mulher e a filha. Enciumado. a Bruxa. Um incêndio. etc. recebem o apelido de "Carapicus".se dela: manda um aviso aos antigos proprietários da escrava. iniciam séria briga com os "carapicus".Estela. Traz consigo a mulher. O negócio dá certo e novos cubículos se vão amontoando na propriedade do português. um cavouqueiro português.Isabel. o capoeira Firmo. filha do Miranda. o que faz Jerônimo perder a cabeça e seus antigos hábitos.terras e nelas constrói três casinhas que imediatamente aluga. Logo vêm morar no cortiço Jerônimo. Só há uma dificuldade: Bertoleza. Ao lado vem morar outro português. arma uma emboscada traiçoeira para o malandro e o mata a pauladas. Miranda não se dá com João Romão. Alexandre. No cortiço há festas com certa freqüência. Pombinha. assassinos. abre a barriga do rival com a navalha e foge. como revide. Romão começa a traçar planos para alcançar o nível de vida do vizinho. respeitado no seu ofício e que trará enormes lucros à pedreira de João Romão. e João Romão. tão perto da nobreza e tão afastada da sujeira a que Romão estava acostumado. surge a polícia na casa de João Romão para levar Bertoleza aos seus antigos senhores. Bruno. reconstrói o cortiço. e a filha. amante de Rita. nem vê com bons olhos o cortiço perto de sua casa. além dele e da esposa. Ao mesmo tempo João Romão começa a nutrir um sentimento de inveja pela vida de Miranda. que havia sido internado em um hospital após a briga com Firmo. mas logo começa a invejar a capacidade do vizinho para enriquecer. agora endinheirado. comerciante e típico representante da baixa burguesia portuguesa no Brasil. Residem no sobrado de Miranda. de classe mais elevada. No cortiço moram os mais variados tipos: brancos. João Romão arranja um piano para livrar. Os de maior destaque são: a Machona. acaba construindo vasto e movimentado cortiço. D. lavadeiras. denunciando-lhe o paradeiro. destacando-se nelas Rita Baiana como dançarina provocante e sensual. cortando o ventre com a mesma faca com que estava limpando o peixe para a refeição de João Romão. Querendo vingar a morte de Firmo. Florinda. se tornam amigos e o casamento é coisa certa. Rita Baiana. sua filha Zulmira. das Dores. causado pela enlouquecida Bruxa. A escrava compreende o destino que lhe estava reservado e suicida-se. o estudante Henrique. Marciana. O português. por interesse. Os moradores do cortiço de João Romão chamam-no de "Cabeça-de-gato". aplaina o caminho para João Romão. A procura de habitação é enorme. adquirindo também a pedreira que o limitava. mulatos. Botelho. Firmo passara a morar no "Cabeça-de-Gato". Rita se aproxima de Jerônimo. portuguesa submissa e fiel ao marido. Naquela mesma rua. cuja mulher. E em breve os dois patrícios. porém. 4 . Leocádia e D.

apenas uma forma de acentuação do abismo de inveja que une João e Miranda. de toda a história. Afirma. pois é ele o núcleo gerador. a nobreza e a capacidade de esbanjamento do um.Estela são. no desejo sexual.Personagens As personagens n O Cortiço não podem ser tratadas como entidades independentes. portanto. são essencialmente influenciados pelos mesmos elementos. a prosperidade e a fidelidade conjugal do outro. no ciúme. Ao contrário. complementos um do outro. esquema no qual serão apresentados a seguir. tendo João Romão apenas feito o que estava em seu instinto de homem desprovido de livre-arbítrio fazer. Zulmira e Botelho têm aqui papéis de meros instrumentos do autor para dar andamento à história. Miranda e João Romão. Botelho e D. O cortiço e o sobrado: o personagem principal do romance é o cortiço. e a mulher branca. estava fadado à perdição. no caso de Firmo.. Romão e Miranda são complementares.] é um estado de permanente tensão e mútua agressão . Alguns podem ser separados em grupos de forma mais clara em grupos de relacionamento. Bertoleza e secundariamente.. Jerônimo. apesar de aparentarem der diferentes frente a sociedade. o que existe [. o mesmo destino. o oposto uma da outra: a negra escrava. Apesar de seu crescimento. Bertoleza e D.) o arrebatamento que tudo desbarata no sobressalto do primeiro instante . ambos corajosos . Jerônimo e Firmo. Vê-se na evolução do cortiço um processo que não se pode evitar ou reverter. diferentes. João Romão. como Romão e Miranda. são. Não há relação de complementação nesse caso.o pulso de chumbo . no caso de Piedade. O sobrado representa para o cortiço o mesmo que Miranda representa para Romão. que dessas lutas ninguém sairá vencedor ou vencido . tendo que ter. porém distantes. porém iguais sob olhar mais minucioso.. podendo ser vistas preferencialmente como partes de uma rede intrincada de influências e interações. Rita. criando-se entre eles a mesma tensão que existe entre os dois homens. o outro almeja os contatos. Mas . Um era a força tranqüila. Miranda. determinado desde o início da história. Jerônimo. arrastando Firmo e Piedade para o caminho do ciúme e da destruição a morte.Estela: de acordo com o crítico literário Rui Mourão. os elementos conflitantes n O Cortiço não se isolam em planos eqüidistantes. Suas interações são baseadas puramente no instinto. A metamorfose de 5 . Enquanto um deseja a independência. pobre e fiel. desenvolvimento e transformação acompanharem os mesmos estágios na pessoas de João Romão. Firmo e Piedade: nas relações entre essas personagens é demonstrado mais claramente o princípio naturalista que rege a obra de Azevedo. O autor deixa claro que nenhum deles pode fugir ao que lhes está destinado. desde o dia em que viu Rita dançar pela primeira vez. é. o estabelecimento que muda o dono. nas palavras de Azevedo.. na verdade. em constante tensão com a força nervosa (. na ira. em outra ocasião. e a miséria e a quase-loucura. Seus rumos se tornam entrelaçados similarmente aos laços existentes entre sobrado e cortiço: vizinhos. não apenas situador. Zulmira. não o contrário. nobre e adúltera. sob todas as óticas.

Ana das Dores: filha desquitada de Machona. irá se separar do marido após pouco tempo para seguir num relacionamento homossexual com Leónie. Alguns personagens secundários.Isabel. madrinha de uma das filhas de Augusta. era uma garota de 18 anos que ainda não havia se tornado mulher. habitante do cortiço. apesar da educação que teve. os encantos da terra. que havia lhe iniciado no prazer sexual. não conseguiu se adaptar à falta de liberdade e foi viver com Leónie. Jerônimo assimila o papel de seu rival. .Estela. mas se faz presente em todos a conformação. Pombinha possuía um desenvolvimento intelectual maior que a maioria dos personagens do cortiço. a inércia. . . usados por Azevedo principalmente como objetos de estudo da temática determinista: .Jerônimo se dá como tentativa de se tornar Firmo antes de tirar o que lhe pertence não só Rita. Senhorinha.Valentim: filho alforriado de uma escrava por quem D. Com a morte de Firmo.Neném: filha virgem de Machona. Leónie põe em funcionamento uma dinâmica de acontecimentos que passam a independer da vontade dos personagens. representa a independência financeira que aqueles que têm vida honesta não conseguem alcançar.Leonor: negrinha virgem. que não tem as cínicas restrições sexuais da burguesia brasileira. moradora do cortiço. . Após anos esperando o momento de se casar. Cultivará um caso com D. Nesse quadro. Cada um reage mais ou menos de acordo como suas características pessoais. Pombinha. substituindo Pombinha para seus moradores. termina tendo o mesmo destino de Pombinha. mas o que faz não é crime aos olhos dos moradores do cortiço. Ironicamente.Estela nutria afeição ilimitada. a prostituta Leónie. com os pais separados e vendo homens tirar proveito da mãe de forma constante.Henrique: filho de um fazendeiro importante que se encontra aos cuidados de Miranda até o fim de seus estudos. notoriamente a raça (a submissão da portuguesa e a belicosidade do mulato capoeira). Os elementos naturais e as circunstâncias estão sempre a sufocar qualquer manifestação psicológica independente. filha de D. mas tudo o que ela implicava: a beleza. a comercialização do sexo protagonizada por Leónie e Pombinha se contrapõe à vulgarização do sexo pelos moradores do Cortiço enquanto esses são escravos de seus impulsos. Leónie e Senhorinha: desde o momento em que é apresentada. Pombinha. Vende seu corpo. 6 . . carregando os personagens numa correnteza inevitável e irreversível. aprendendo seu ofício. Ao atiçar a sexualidade de Pombinha. Leónie e Pombinha se tornam mais senhoras de si através do desejo alheio.Leandra (Machona): portuguesa feroz. a vida feliz do malandro sem preocupações. que a bebida e a Rita contribuem para esmaecer. mantendo um fantasma do que era no passado. muito cobiçada. fazendo com que ela atinja a puberdade. talvez por não se ter visto envolvida tão cedo nas tramas de sexo e ciúme que os consumiam. a filha de Jerônimo se insere para provar que ninguém foge ao meio: tendo sido criada num cortiço. Ao ter que começar uma vida como mulher casada.

ou seja.]só lhe ficou no espírito o entorpecimento de uma desconhecida embriaguez[. Alexandre: mulato. Florinda: filha virgem de Marciana.. morador do cortiço. últimos anos do século XIX. 7 . o foco narrativo é externo.dos personagens. Isto era o que Jerônimo sentia. da qual Romão irá se apoderar depois da morte de Libório no segundo incêndio provocado por Bruxa. honesta. não possui tal prerrogativa. mas esse. mesmo porque não há aprofundamento da psicologia dos personagens. Albino: lavadeiro homossexual. Francesco e Andrea: imigrantes italianos que residiam no cortiço. Pompeo. militar. dava muito valor ao seu emprego. comete adultério com Henrique. Juju: afilhada de Leónie. Azevedo foi um dos primeiros a caracterizar literariamente a figura do imigrante italiano no Brasil. Paula (a Bruxa): cabocla velha que exercia função de curandeira.- - - - Agostinho: filho caçula de Machona que morre num acidente da pedreira. na 3a pessoa do singular. Marciana: mulata velha. mas o que o tonto não podia conceber. o que permite ao narrador onisciente total acesso ao pensamento consciente ou não . que perde o juízo quando a filha foge de casa.[. casada com Alexandre e com muitos filhos. Leocádia: portuguesa. torna-se um dos aproveitadores de Piedade depois que Jerônimo vai morar com Rita.] O narrador. Augusta : brasileira branca. mas que possuía uma fortuna escondida. como cientista. não havendo flashbacks ou retornos psicológicos. Foco narrativo e Narração N O Cortiço. Põe fogo no cortiço duas vezes após enlouquecer. mesmo que de forma preconceituosa. Tempo O tempo n O Cortiço segue o ritmo real dos acontecimentos.. Bruno: ferreiro casado com Leocádia. esposa de Bruno. Delporto. como na descrição dos primeiros sentimentos que Jerônimo nutriu por Rita Baiana ao vê-la dançar. Dona Isabel: mãe de Pombinha.. com mania de limpeza. Muitas vezes o narrador se demonstra conhecedor de um aspecto do personagem que foge ao próprio personagem. mãe de Florinda. A história se passa na época em que foi escrita por Azevedo. como cobaia.. Porfiro: mulato capoeira amigo de Firmo. Libório: velho pão-duro que esmolava entre os outros moradores do Cortiço. retratando-os como carcamanos imundos . Pataca: cúmplice de Jerônimo no assassinato de Firmo. pode saber o que influencia o personagem. Seu maior sonho é ver a filha casada. Há predomínio do discurso indireto livre. que engravida de um dos vendeiros de Romão e foge de casa. morrendo na segunda tentativa.

htm http://www.com.yawl.hpg.fortunecity. Aluisio. AZEVEDO.ocrocodilo.html AZEVEDO.txt http://home.htm www.br/livros/cortico. Editora Ática.ed. Editora Martin Claret. Aluisio.ig.elnt.com/statue/44/Ocorticoeacidadedorio.Bibliografia http://victorian. São Paulo. 2004. 36. O Cortiço. 8 . O Cortiço.com.com.br/hp/sedycias/azevedo. 2002. São Paulo.br/realismo.

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