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Projetode Redugáo

de Perdas
no SetordeAbastecimento
Cangaíba

MAR9O/2010
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F 2 - CARACTER
F znqfuooRÁnr¡ DEEsruDo.... .............02

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2'3.2-5istemaProdutor/Adutor...'...''...........................'.'.,'......M
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F)
2.3.4- Redede Distribuigáode Água..........,..
ftt ......,.......................06

n
- 2.3.6- VálvulasRedutorasde Pressáo........... ....,...........,..............08

- 2.3.7- Distritosde Mediqáoe Controle......... ..............................09

á
á
á
á
n 3.3 - Metodologia e Programade Trabalho.... .............15
- 3,3.1- Planejamentoe ControledasPerdas,........,.., ...........,..,...,'15
É) 3.3.2- Dimensionamentoe Características
da Intervengáopara Controle de PerdasReais..........,,..........,....,16
- 3.3.3- Dimensionamentoe Características
da lntervengáopara Controlede PerdasAparentes....................16
-
-,
-
-
-
í
4.1.1- AgóesparaGarantira Estanqueidade
dasÁreas........ ...............................28
E
E 4.1.3- Ag6esnasVálvulasRedutorasde Pressáo...........
a 4.1.4- lmplantagáode NovasVRPs....
..............35

rt ...................39

a 4.1.5- Controle de Pressáona Zona Alta com Conversorde Frequénciano Sistemade Bombeamento..........40

a 4.1.6- Renovagáo
de Infraestruturade Redese Ramais.......,..., ...............,.......,..43

t
t
a 5.1 - ResultadoFinaldos Indicadores
de Perdas............. .....................49

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+
i 7 - ANEXOS

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F
tr A diminuigáodos indicadoresde perdastem sido umadasprincipaismetasda Unidade

F
?
de Negócio Leste.

n
Para tratar adequadamenteessaquestáofoi utilizada a metodologia do MASPP,

voltado para as perdascom a criaqáode Gruposde Projetos(GP).

F A concepgáodessanova metodologiade trabalho,que inclui agóesconjuntasdos diversosdepartamentos,


F
F cuja sinergiaproporcionoumaior envolvimentoe agilidadenas solugóesaplicadas,se materializou numa

F verdadeiratransformagáode conceitose quebrade paradigmas.


F
F Visualizou-sea idéia de que as agóesdevemserfocadasnascausasdos problemas,com controlesatravésde
F
F indicadoresgráficos quenorteiamo acompanhamentoe desenvolvimentodasagóesparaobtengáode melhores

F resultados,de forma continuadae ininterrupta.

F
7 Os Gruposde ProjetosPassagemFundae Itaim revelaramque,sob a responsabilidade
de seusparticipantes,

7 foi possívela execugáode um trabalho de diagnóstico,prognóstico,gestáoe execugáo,com qualidadee


7
? eficiénciade mercado.

7
7 Os excelentesresultadosobtidos serviramde incentivo á continuidadeda propostade atuagáoatravésde

? Grupos de Projetos.
?
? O Setor de AbastecimentoCangaíba,representa6Yode volume de perdastotais na Unidade de Negócio
? Leste.Emboranáo sejaum setorcom maior representatividade,
ft em setratandode volumesperdidosdentro

F
a
da UN Leste,foi escolhidoparao Projetopor apresentar,maioresdificuldadesde redugáode perdas,tendo

em vista as diversasagóesjá realizadas,dentre elas, e principalmente,as pesquisasde vazamentosnáo


F
F visíveis.

F
F Assim, como propostado GP,os trabalhosforam desenvolvidosatravésde análise,planejamentoe execugáo
R nestesetor"visandonovasDossibilidades.
e sua otimizacáo.
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n#P&#?'M#íqv.H#* c
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fD TNFORMACÓsS
CeR,rrS
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F
F O setor de abastecimentoCangaíbalocaliza-sena regiáo leste do Município de Sáo Paulo e apresentaos

lD seguinteslimites:

.t
F ' Ao Norte e Oeste:rio Tieté, limite do município de Guarulhos;

fá ' Ao Sul: setoresPenha,Jardim Populare uma pequena parfedo Setor de AbastecimentoArthur Alvim;
-

F
F
' A Leste:Setor Ermelino Matarazzo.

Ft Na Figura 2.1, podemosobservaralocalizagáoda áreado projeto.


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3
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F.
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E 'J;: : il; hzasáo
da ireadeesrudo
-
A topografia do setor apresentauma variagáode altitudesde 85 metros,desdea coia725 metros,junto á
E
várzea do rio Tieté, até a cota 810 metros, no limite com o setor Ermelino Matarazzo.
E
a O setor é divido em duas grandesbacias hidrográficas,sendo o divisor de águaso espigáoda Avenida
E
rt Cangaíba.

rt Uma das bacias forma o Córrego do Agude, contribuinte direto do Rio Tieté, e a outra o Córrego Ponte
E
a Rasa, contribuinte do Córrego Tiquatira.

E A Figura 2.2 llustra as principais informagóesda topografiae hidrografia da áreade projeto.


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a
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qI
a
Figura2.2- Topografi
a e Hidrografia

2.2 CARACTERÍSTICASDA OCUPAQÁO

por ocupagáo
Aáreacaracteriza-se predominantemente do tipo unifamiliar,excetona regiáoda
residencial

conjuntosde prédios
Vila Sílvia,ds margensdo ParqueEcológicodo Tieté,ondeforam implantados

residenciais.
A áreacomercialde maior expressáo principalmente
desenvolve-se ao longo da Avenida

Cangaíba.

A populagáo compredomináncia
em200mil habitantes,
é estimada dasclasses baixae média.
económicas

2.3 CARACTERISTICASDO SETORDE ABASTECIMENTOCANGAIBA

2.3.1DadosGerais

- Númerodeligagóes:
53.530

- Ligagóesatívas:49.441

- Ligagóesinativas:4.089(9% do total),sendo2.287comdébitoe 1.802semdébitos

- Númerode economias
totais:71.432

- Volumemedido:857.252m'/més

- Volumemédiopor ligagáo:77,34m3lmés

- Volumemédiopor economia:l2 m3/més

- Tarifamédia:R$ 1,80im3

- Índicede inadimpléncia:44Yo

- Extensáo
deredes:296,98krrr
l'.
?
>, lndice de atendimentopor redesde água:l00Yo

T'
- Cobertura (VRP):102,56km (35%do total)
rt depressáo
por válvulasredutoras

F' - DistritosPitométricos:
3 (alémdasVRP)
:r
- - Reservatórios:Apoiado
(10.000m') e Elevado(500m3).
-
-
D
a 2.3.2 SistemaProdutor/Adutor

2'
O setor Cangaíbaé alimentadointegralmentepelo SistemaProdutor Cantareirapor meio do subsistema
a
adutor SAM, a partir da Estagáode Tratamentode Água do Guaraú.A vazáomédiana entradado reservatório,
-
- conformea macromedigáoda SABESP,segundo"SCOAWEB", no período de abrl2007a marl2008 foi de

- 568 l/s.
-
,)
,a 2.3.3Centro de Reservagáo
-
- O setordispóede um reservatóriode concretoarmadosemi-enterrado,constituídopor duascélulasiguaise
-
com volumenominaltotal de 10.000m3,e um reservatórioelevado(torretipo cálice)de 500 m3,queabastecem
-
as ZonasBaixa e Alta. Os dois reservatóriosestáolocalizadosno mesmoterreno,na quadra
respectivamente
-
- delimitadapela Av. Cangaibae pelasruas EngenheiroCostaOurique e Elisa Espínola,conformepode ser

- visualizadona Fisura 2.3.


-
-
-
-
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1'
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D
D
a
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? Figura2.3 - Areado CentrodeReservagáo
D
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a
é
a
As principaiscaracterísticas
dosreservatórios
sáo: C
a
Reservatório semi-enlerrado: C
a
- VolumeTotal:10.000m3
a
I
- EscalaPlena:6,76m(cámaral) e 6,80m@Atmara2)
é

- Zeroda escala:zero €

- LimitedeAlarmeAlto:5,30m €
O
- LimitedeAlarmeBaixo:0.15m I
a
- Limitede Extravasáo:
5,85m
a
é
- Limitede Faltade Água:0,95m
é

ReservaÍórioelevado(torre): €
é
- Volumetotal:500ml é,
á
- EscalaPlena:3 1,70m
d
- Zerodaescala:1,30m

- LimiteAlarmeAlto: 30,41m 1
GI
- LimiteAlarmeBaixo:25.05m

- Limitede Extravasáo:
30,70m
A
á
o reservatório
Originalmente elevadoeraalimentado inferior,pormeiodaestagáo
peloreservatório elevatória

a ZonaAlta passoua ser alimentada


da ZonaAlta. Após a conclusáodos trabalhosdo GP Cangaiba,

pelaestagáo
diretamente elevadocomo"sobra".
ficandoo reservatório
elevatória,

A estagáo
elevatória portrésconjuntos
é constituída deeixohorizontale umalinhaderecalque
motobombas

de600mm de diámetro.

As características bemcomoasinformagóes
dosconjuntoselevatórios, sáosobreo recalquesáoasconstantes

daTabela2.l.
F,
F
F
I'a
F Marca
Modelo
KSB KSB KSB
RDL2oo-34o-BRDL2oo-34o-BRDLzoo-34o-B

F Bomba
Vazáomt/h
AlturaManométrica(m)
5i8
36
558
4o,5
558
t6
- Marca Weg Arno Weg
7 Modelo 28oSM E 28o5oF 3280SM

l- Poténeia(cv)
Rota$áa(RPM)
125
't.785
-
1765
125
t78o
7 Tensáo(V) zzol38ol44o 44o1760 z>ol38ol44o

7 Corrente(A) 3zolt85lt6o 148 t36lt36ll,3g

.t T a b e l a2 . 1 - C a r a c t e r í s t i c adsa e s t a g á oe i e v a t ó r i a

P
It 2.3.4 Rede de Distribuigáo de Água
n
h A rede de abastecimentodo setor é compostapor 297 km de tubulagóesde diámetrosvariandode 32mm a
,a 900mm, predominantemente
compostapor tubos de ferro fundido, conformemostra aTabela2.2.
n
l-t
14)
a
ts 32
50 50
89 9.403 88
j.622
9.579
3.671

n
I
75
80
zt4.o84
177
7.106
t
221.19c
179

? 1OO 5.021 1.185 6.206

n i5o
2oo
42 4.248 351 464 5.1oj

n zjo
19.407
62j
zo.i78
625

n 3oo 8 10.395
12.866
1o.404

n 4oo
5oo 117 3.843
12.866
4.420

f, 600 r89 1.382 t.>/ |

n 7oo
750 72
1.312 2
72
1.314

á 9oo tz6 ro tt/

Total 1.928 27z.zoo 1.121 9.4a3 D.466 297.112


á . 111.:!:.iili::¡tttllrtt!*ru:ilil:1!lail:¡:::¡.!&r¡iilir!it::rllt::l
-
a Tabelaz.¿ Característícas
da redede distribuicáo

a A idade das tubulagóesfoi levantadaa partir do cadastrono Signos,sendoque a maior parte da rede foi
4
a
qf
implantadaantes de 1978 e sua expansáoainda ocorre, sendo que em algumasáreasdo setor, é pouco

significativa,nos dias de hoje.

a
-t
qt
a
-
rt
-
-
qt
-t
osperíodosde implantagáo
A Tabela2.3 apresenta da redeno setor

Antesde 1978 213.O25 71,66?{


Entre1978e r98j 14.125 4,72%
Entre1983e 1988 4.250 1,42i¿
Entre1988e 1993 2.513 o,83%
Entre1993e i998 6.966 2,33%
Entre1998e 2ool 12.494 4,34i(
Após2oo3 ¿ -t > + o,72%
Náodefinido 41.613 13,98%

T a b e l a2 . 3 - D a t ad e i m p l a n t a g ñ od a s r e d e s

2.3.5 Zoneamento Piezométrico

O setor Cangaíbapossui duas zonasde pressáo:uma Zona Baixa que representa45oAdo setor (cerca de

22.l00ligagdes) e uma Zona Alta que representa55oAdo setor(27.400ligagóes),sendoque aZona AIIa é

subdividida em duas algas com medigáo de vazáo denominadasZA-l e ZA-2, conforme Figura 2.4. As

medigóesdestasalgassáo feitas da seguinteforma:

- Zona Baixa: medidor eletromagnéticoinseridoem TAP ou valor obtido do SCOA;

- ZonaAlta: medidor eletromasnéticofixo:

- ZA-1: medidor eletromagnéticoinserido em TAP;

- ZA-2: medigáoobtida por diferengaentre os valoresda Zona Alfa e da ZA-l

Fisura2.4-ZonasdePressáo
F-
F

F 2.3.6VálvulasRedutorasde Pressáo
la
? possuía,
O SetorCangaíba do GR umparquede l6 VRPs quesomadas
antesdaconclusáo cobriam35Voda
7 total. A maiorpartedestasválvulastinhapossibilidade
suaextensáo de medigáopor hidrómenosou por
l- meiode medidoresinseridosem TAP.Em relagáoao controlede pressóes,
? duasVRPstinhammodulagáo

7 por tempo,sendoqueo restante flrxa,por náopossuírem


modulagáo
apresentava controladores.

7 Duasdasagóesmaisimportantes
do Projetoforam:a adequagáo
doshidrómetros
comsubstituigóes
e novas
7'
F instalagóes
e a implantagáo paraajustedaspressóes
decontroladores, dejusantedasválvulas,aumentando

F assimsuaeficiéncia.A Tabela2.4 apresenfa


informagóes
sobreasVRPsdo setorCangaíba,
no iníciodos

f- habalhosdo GP.
-
l-
lñ AlfredoRibeirode Castro 10,41 ian/o1 150 Hidro e TAP Fixa

a
- AntoniaTerezaP. Matias 3,24 dez/oo 75 TAP Fixa
Antoniode Arzáo 4 jul/ot 75 Hidro e TAP Fixa
BuenosAires 2,46 mai/or 150 TAP Fixa
- Cajapió 2r27 dezloo 150 Hidro Fixa

n Cangaíba
EIóide Souza
5¡l

7,52
jan/o3
feviot
150
300
Hidro
Hidro
Fixa
Fixa
? FábioJoséBezerra 14,36 mai/o5 200 Hidro Tempo

n FernáoMendesPinto
JoséPinheiro
),2

5,54
| dezloz
jun/oo
100
ot
Hidro
-
Fixa
Tempo

n Luizlmparato
MiguelGarcia
9'78
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out/o2
150
100
Hidro
Hidro
Fixa
Fixa
- SalomáoDana 3,25 iunl99 5o _ Fixa

n SalomáoVasconcelos
SalomáoVasconcelos
15,9 set/99 150 TAP Fixa

n Wenceslau 6uimaráes
I 1,85
7,36
mai/o5
dezlo>
75
200
Hidro
Hidro
Fixa
Fixa

? T a b e i a2 . 4 - D a d o sd a s V R P se x i s t e n t e s

f,
F A situagáoapresentavaduasáreasatendidaspor duasVRPs em paralelo.Posteriormente,duranteo projeto
F estasVRPs foram individualizadas, ou seja, as áreascobertas foram atendidas por uma única VRP. Estas
n
I duas áreaseram atendidaspelas seguintesVRPs:
f-
F' - Área l: VRP WenceslauGuimaráese VRP FernáoMendesPinto
b
-t - Área 2: VRP Elói de Souzae VRP Cajapió.
h
f, A Figura 2.5 , mostra as áreasde VRPs, sendoas vermelhascorrespondentes
á Zona Baixa e as azuis
D á Zona Alta. Note-seque na parte superiorda figura existe uma faixa com diversas
correspondentes
f
FD VRPs da Zona Baixa, todas alinhadas.Esta parte correspondeá faixa da Avenida Doutor Assis Ribeiro,

¡r que é a regiáo de menor elevagáodo setor.


rr
-r
rt
I
{
Fisura2.5 - AreasdasVRPs

2.3.7Distritosde Medicáoe Controle

Pode-se emparcelas,
subdividira áreado SetorCangaíba de formaa seter asmenoresáreasde controle
possíveis.
Estasparcelasincluemaszonasde pressáo,
asalgasda zonaaltae asVRPs,conformea Tabela
) s

Wenceslau
Guimaráes
/ FernáoM. Pinto 2.882 j.jzz 4.065 43.82o 54.845 i2) B.)87
t!
FábioJoséBezerra 2.101 2.279 2.69j 28.780 44.779 246 14.055
6 Luizlmparato 1.432 1.530 1.799 1.164 26.7o6 o 9.801
o ÁreaRemancescenteZA-1 6.52> 7.1i3 8.482 119.367 214.552 471 40.986
N
$@4trd¡ffie{ lf'en ú+¿*f {7dfl |9}r3r }4eÁS¿- ,'ss zs¿rg
Cangaíba 637 678 78o 7.6j4 18.587 555 3.100
Antonode Arzáo 878 941 1.)39 13.763 o o 4.ro7
SalomáoVasconcelos
I 276 311 j72 3.554 5.598 89 1.971
MiguelCarcia 494 jJg 650 7.3% 12.947 36j 2.561
ÁreaRemancescenteZA-2 6.891 7.i'zz 9.j84 11.6-:919.,.,..,9 o 35.707

JoséPinheiro 940 993 1,191 11.065 o o 4.895


5alomáoVasconcelos 3.079 ).261 3.970 50.331 149.61o 440 16.642
o AlfredoR,de Castro/ LuizA, Oliveira 1.223 1.322 1.917 28.j46 50.358 471 1o.416
x
ñ
!o AntoniaTerezaP. Matias 459 492 1.553 10.517 o o 3.243
ñ Elóide Souza/ Cajapió 826 898 4.293 4.280 o o io.983
o
N SalomáoDana 5)1 565 6fi 7.9i1 o 3.561
BuenosAires 490 5)9 65+ 7.274 o o 3.434
ÁreaRemanescente ZB 19.780 21.225 27.638 359.j8¿ U o 1't7.735

T a b e l a2 . 5 - A r e a sd e C o n t r o l e

2.4 Previséesdo Plano Diretor de Agua

O Plano Diretor de Abastecimentode Água da RMSP * PDAA (Marl2006) - apresenta,após um estudo

demográficoe de demandaspara a RMSP, as necessidades


de expansáodos sistemasexistentese de novos

sistemasa seremexploradospara atendera regiáo e sintetizaas agóesnecessárias


de curto, médio e longo

prazo (2025).
O setorCangaíba de ll'A napopulagáo
umaprevisáodeaumento
apresenta atéo ano2025,coma demanda

de 444para486L/s,conforme Tabela2.6.
passando

20O5 2o9.8o1 444


20'to 219.914 458
2015 226.97o 472
2020 23o.892 486
2025 233.212 497
. r.::rr'::'-.:lii.i
r":tl|l:'tll¡lli::¡:r¡i¡l:iil::r.,:iliiir.:...:i i::::"ii.il:li,ljl.illiil:,ii'flllli¡a
Tabela2.6 - Populacáoe demanda prev¡sta

Nesseestudo,haviaumaprevisáode ampliagáo de2.500m3já no anode2005,poréma obra


dareservagáo

aindanáo foirealizada.Parao sistemade adugáoforamprevistas naTabela2.1.


asobrasconstantes

da sub-adutora
Duplicaqáo Cangaíba 6oo 85o 2011
Duplicaqáo da AdutoraCangaíba-
9oo 6400 2oo7
ErmelinoMatarazzo
lrii:ii::!l:i:111i:rtlttt:¡:i1?9ilj"*i*gargrljgillir¡E!¡tlnieñi:1
ri,rir¡fi:l::iirlliltlllillal:i,l*¡ll*ii]::.li::¡t:,i.lil;l¡]lli:::r:::llill
Tabela 2.7- Obrasprevistas
vt-
l.
Fr
F
F
F #"?H dHfu Fr F áq* # fl-- h E-?'"^
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t
a
iniciou-secom umareuniáocom a participagáo
O Planejamento de todos

os envolvidosondeforamtrocadasexperiéncia
de Gruposde Projetos

anteriorese discutidasascaracterísticas
do setorCaneaíba.

Posteriormente
foramestabelecidas
a metodoloeiadetrabalho.osrecursos

necessários
e asferramentas paraacompanhamento
a seremempregadas e controle.

Atravésdo estudodo BalangoHídrico,foramanalisados


osvolumesdeperdasreaise aparentes
e discutidas

aspossibilidades volumes.Comissofoi possívelestabelecer


de redugáodesses a metaa seralcangada
ao

final do períodode trabaho.

3.1 - BALANqO HTDRTCO

O Balango Hídrico é a demonstragáodo parcelamentodos volumes de águaque entram e saemdo sistemade

abastecimento.Nele sáo mostradosos volumes de entrada,o consumido, o exportado e principalmemte as

perdasreais e as aparentes.

As basespara a confecgáodo balangoforam os volumes medidos na entrada,os volumes micromedidos nos

consumidorese as vazóesmínimas noturnas.As parcelasconstituintesdo Balango Hídrico e a forma como

foram obtidas, sáo descritasa seguir:

- Perda Total: obtido da diferengaentreos volumesde macromedigáoe da micromedigáo(consumo).

- Perda Oficial: aquelaque é consideradana cálculodo indicadorde perdas(IWA), sendoo volumeperdido

total menoso volume social (consumidopor populagáoresidenteem áreasocupadasirregularmente).

O volume social é estimadocom baseem medigóesrealizadasem algumasdessasáreas.

- Perda Real: é estimadacom basenas vazóesminimasnoturnas.É o volume veiculadona hora de menor

vazáo menos o consumonoturno estimadoe corrigido segundoa diferenga das pressóesmédias do setor ao

longo do dia (fator noite/dia).

- Perda Aparente: diferengaentrea PerdaTotal e a PerdaReal.

- Perda Real Reduzível: é a PerdaReal descontando-se


a PerdaInevitável(que é estimada).

- Perda Aparente Reduzível: é a diferengaentrea PerdaAparentee o volume estimadoquenáo é contabilizado,


j


quandoas vazóesque passampelos hidrómetrossáo muito pequenase náo sáo devidamenteregistradas, €

fenómenoque é conhecidocomo "efeito caixa d'água""
aa

A definigáodas variáveisestimadas(Perda Inevitável,ConsumoNoturno e Efeito Caixa D'Água), foram

feitassegundoa metodologiapreconizadana Bibliografia consultada. €

O BalangoHídrico resultanteparao més de dezembro/O7,
datade referénciaparao projeto,é apresentado
na €

Figura3. I, e sinalizaparauma situagáoem que a PerdaRealrepresenta,nessesetor,64%o


do total e as Perdas af
aJ
Anarentes367o.
a)
Ma€romed¡láo:L465.2ú mr PERDAOFICIAT PERDA REAL Perda Inevltóvel: 39.370 ml
a,
Micromedigáo: B5.7.z1zmt 2573'Bi.ULig.dia P€rd¡ Real Reduzlvel
t
LigaÍ6es: 4A,447
PERDATOTAL 186.621ml J47'251ñ'
t
qo1,1LlLig. dia
64it da PERDAOFtCtAL 58xda perdaoficlal €

417,9uu$.dta
PERDAAPARENTE P€rda Ap¿r€nte Reduzlvel
a]
602.702 m)
r43,8ULig.dia
70.t48n,
af
627.964ñt
412da MACRO m¡
216.0Bl lrx da perdaoficial
a)
42Uda MACRQ j6%da PERDAOFICIAL Efeitocaixade Aguar145,7rtñ1
a)
volumeSociali25.262m3

Figura3.1- Balango
Hidrico €

af
a
3.2 _ PROPOSTA DE META
a,
a-
Com baseno BalangoHídrico de dezembro107, foram definidasasredugóesnos volumesperdidos,de modo
af
a estabelecer
uma meta,a ser atingidaem abriliO9. €

Para as Perdas Reais foram definidas trés macro agóes:controle ativo de vazamentos(geofonamento), €

otimizagáode VRPs existentese ampliaqáodaáreacobertae a implantagáode conversorde flequénciapara
aa
o sistemade bombeamentoda zonaalta (agáomelhor detalhadano Capítulo4 - AgóesRealizadas).Com base a,
em dadoshistóricosde geofonamentoe com a baseteórica da relagáopressáox vazáode vazamentos,foi
a,

entáoestimadauma redugáode 98.883m' sob o volume de perdasreaisreduzíveis(BalangoHídrico).


Paraas PerdasAparentes,com as agóesprevistasde troca de hidrómetros,combateás fiaudes,crescimento

vegetativo,regularizagáode áreas,reativagáode ligagóes,com basenas expectativasde ganhoe em dados €

históricos,foi estimadoum acréscimode 37.508m3no volume micromedido.


paraasperdasreaise aparentes,
A Figura3.2 mostraa composigáodasredugóesesperadas o queresultouem

um indicadorfinal de 3 l0 Lilis. dia. €
¿
?

ú
t
r' A propostada Meta, no entanto,consideroudois cenários,um ideal, onde o indicadorde 3 10 L/ligi dia seria

I atingido, e um mais conservador,onde se atingiria um indicadorde 333 Lllig. dia.Assim sendo,definiu-se


t
t como atendidosindicadoresque se encontrassem
ü,5r1 d¿ Perdao{¡cial
dentrodessataixa,entre3 10 e 333 L/lig. dia.

a cEoFot{AllE¡¡m
I- r,r3ldarerdanesultante
) R{d¡ss69,ito oT|"*^";-=l perdaReilrrante
0,86},da
a n{düdotf444 ,*t**;"*ra* vDrr.186.lll

rt ncdusa
ruE¡r
BEDUqÁo
D€VD: 6,6\

a $ituafáo Desei¿d¡

ID REDU(Áo
DorP rr,6lX,
3!o ULí9,dia
t
I VUr894.760
AUMENTO
DEVU:

I AUIIEI{TODEW

F i g r ra 3.2 - Composiqáodas redugóese meta proposta


aa >a

t
a parao ProjetoCangaíbasegundoos dois cenáriosconsiderados.
A Figura 3.3 resumeasmetasestabelecidas
,)
a
a
a
la
a
a
a
a
a
a
a
a
I'
Figura3.3 - Cenários
e metaspropostas
I
I
I As agóesforam separadaspor meio de ciclos de atividades,sendoque cada ciclo compreenderiaetapasde
t
t e controladaspelasvariagóesdo indicadorde perdas.
trabalhosdistintas,acompanhadas

I
I Desta forma, as agóesque foram executadas,visando a diminuigáo do volume disponibilizado(VD) e o

I aumentodo volumeutilizado(VU) foram assimdistribuídas:


I
- Estanqueidadedo setore das zonasde pressáo;
I
I
|r - Plotagemdasplantasparavarreduraem campo;

¡D
- Instalagáode hidrómetrona entradadasVRPs;
r'
a
|t
I
tI
I
- Estanqueidade; I
a
- Mediqáode vazáo(antes); a
a
- Geofonamento; é
O
- Consertodos vazamentos; é
lF
- Medigáo devazáo(após); ls
a
- Estudosde otimizagáodo sistema; a
a
- Estudode otimizagáoe/ou implantagáode VRPs; J
la
- Especificagáotécnicados painéiselétricoscom conversor; I
I
- Substituigáodos painéiselétricospor painéiscom conversoresde frequéncia; G
a
- Renovagáode infraestrutura;
q
I
á
-Avaliagáodo uso da UNICRAM;
d
- Ligagóesnovas;
d
d
- Vistoria de ligagóesinativas; d
ú

- Vistoria das ligagóescom suspeitade fraude; á


á

- Regularizagáodas ligagóescom fraude detectada; á


á

- Trocas preventivasde hidrómetros; á


á

- Trocascorretivasde hidrómetros;
á
á

- Religagóes;
á
á

- Visita de negociagáode débito.


á
á
Ficou estabelecidoportanto, que o projeto seria aprovadocasose alcangasse
uma redugáocorrespondente

ao teto da metaprevistana condigáomínima, ou seja 333 L/lig. dia. á

7 --

úl
J- , 1
tV I
t _
I
I
F
t -
It 3.3 - METODOLOGIA E PROGRAMA DE TRABALHO
f
rt Pataaaplicagáo do programade trabalho,foram utilizadasexperiénciasadquiridaspelas"Agóes Integradas',,
f,
MASPP e Gruposde Projeto ltaim, CidadeTiradentese SantaEtelvina,ondeas agóesde pesquisade vazamento
A
e reparo,acompanhadas
pelasagóescomerciaise financeiras,simultaneamente,
proporcionariamum melhor
)
) resultadopela dinámicaadotada.Em paralelo,agóesde otvnizagáodo sistemapoderiampermitir a manutenqáo
a dos resultadospor um períodomais longo.
4
a 3.3.1- Planejamentoe Controle das Perdas
E
a
a Essa fase iniciou-se na primeira reuniáo do grupo, com relatos de pessoasque participaramdos grupos

r! anterioresna preocupagáode buscaraprendizado.A partir desseaprendizado,decidiu-setrabalharpor áreas


{
de controle.
E
a
a Assim, todo o diagnósticoe agóesforam desencadeadas
para essasáreas.Ao passoque eram realizadosos

- levantamentosnecessáriospara o planejamentodas agóesa seremempregadas,seguidasde um relatório de

-
diagnósticopreliminar,o grupo definiu os responsáveis
pela execugáodasatividadesa seremdesenvolvidas,
É
É avaliou os riscosdo projeto, identificou aspartesinteressadas
em seuéxito e elaborouum plano de comunicagáo

É com asmesmas.
a
a Nessafaseforam priorizadasas¿íreas
de controlede acordocom o maior volume recuperável.Foramrealizados
a
a os estudosde viabilidadeeconómica,custose dimensionamento
de equipese materiaisnecessários.

)
O sistemade acompanhamento
dasagóesdefuridofoi o MS-Project,que projeta os custossegundoasatividades
!
a e elaboraum cronograma.
E
rr 3.3.2 - Dimensionamentoe Caracterizagáo das Interveng6espara o Controle de perdas Reais
a
a A priorizagáo das áreas se deu definindo-se as mais importantes dentro de cada subsetor.Desta forma, o
! planejamentopreviu que as áreasde controle fossempesquisadasno mínimo duas vezes,buscando
! uma

a maior eficiénciana detec9áode vazamentos,diminuindo a recorrénciae aplicandoregistro de falha para

! orientagáodas agóescorretivas.
!
t A cada trimestre, nas análises críticas foram avaliadas as agóes previstas x realizadas,possibilitando o
t
!} redirecionamentodasagóes.

i)
a Foram previstasanálisese agóesde otimizagáodasVRPs, estudosparaa implantagáode novasáreas.além
de
!
!
!
I
I
paraa implantagáo
agóese recursosnecessários de infraestrutura
do conversordeÍiequénciae renovagáo de I

redese ramais.
t
I
J
3.3.3- Dimensionamento
e Caracterizaqáo para o Controlede PerdasAparentes
dasIntervengóes
t
previua realizagáo preventivas
e corretivasem
I
O planejamento
damelhoriadamicromedigáo demanutenqóes
t
depequena
hidrómetros e grandecapacidades,
utilizandoo Sistema deHidrómetros
deGerenciamento SGH a
do parquedehidrómetros,
e oshistóricos pelasequipesemcampo.
levantados
alémdosapontamentos t
t
A trocapreventiva
doshidrómetros paraa redugáo
é fundamental No Gráfico3.l, podemos
deperdasaparentes. t
t
observara perdadaprecisáodamediqáoa cadaanoapósa suainstalagáo. I
!
a
-
C
a
I
t
C
f
a
T
t
a
Gráfico3.1 - Tempodeinstalaqáo - julho/08
x volumemédio/ economia
J
C
Observamos doshidrómetrosproporcionamelhormedigáo,fazendocomqueocorra
aindaquea substituigáo á

mudangaentreasfaixasde consumo(histograma),
q
resultandoaumentodo faturamento
e consequentemente,
q
podendoserobservado
melhorviabilidadefinanceira, no Gráfico3.2.
I
Comrelagáoasáreasocupadas seriamfeitoslevantamentos
irregularmente daspropriedades,
dastitularidades

com a flrnalidade a suaregularizagáo


debuscarjuntoaosórgñoscompetentes Nasáreas
eloureurbanizagáo.

ondenáofossepossívelaregularizagáo, osvolumesutilizadoscomovolumesocial,para
seriamcomputados

o índicedeperdasdo setor.
do BalangoHídricoe posteriormente
a composigáo
Histogramade Consumo(m3consumido)
35.000

30.000

25.000

-@
.9
I zo.ooo
11¿20
I
!¿ -21a50
-.cim de 50
6

10,0m

5.000

o
de¿/o7 j¿n/08 fev/08

Gráfico3.2- Histosrama
deconsumo

Na Figura 3 .4 foram identificadasas¡íreasocupadasirregularmentedentrodo SetordeAbastecimentoCangaha.

1,:]
j 6o.vrdw¡ ,-_.......'....'.\
F.[FNióbill
1 188[a{{.t I I
| ¡s rrs4é¿
' I
tffi:lY:lJrTr.l t-Ii*:_J
Figura 3.4 - Núcleos de áreasocupadasirregularmente

3.4 - PREVISÁO DE RECURSOS

O projeto teve como premissaa redugáodo índice de perdas do Setor de AbastecimentoCangaíbacom

viabilidadefinanceira.O custototal do projetofoi estimadoem R$ 2.264mil. O benefícioacumuladoprevisto

ao longo do períododo projeto foi estimadoem R$ 356 mil. O benefíciomensalprevistopós projeto seriade

R$ 60 mil. Assimo paybacftresultanteseriade 32 meses.

A composigáodo custo do projeto foi estimadada seguinteforma:


E
-

- R$ 10mil comdiagnóstico; E
,
- R$ 1.384mil comagóesde PerdasReais; I
t
- R$ 833mil comagóesde Perdas €
Aparentes
e

- R$ 37 mil coma gestáodo projeto. €



a,
a,
,
3.5 - FERRAMENTAS DE GESTÁO DO PROJETO
t
Paraa gestáodos trabalhos foram utilizadas ferramentasde controle e indicadoresde desempenho,seguindo
t
J
a esffutura que compreendeum projelo, tais como: e

- Matriz de Responsabilidades.

a,
- Análise de Interessados(Stakeholder).

,
- Plano de Comunicagáo.

- Análise de Riscosdo Projeto (Matriz SWOT).

- CronogramaFísico/Financeiro ( MS- Pr oj ect).

- Sistemade Custosdo Proieto.

- Análises Críticas Trimestrais.

Nas páginasseguintesestáocontidasas tabelasque evidenciamessaspráticas.


Análise da Macromediqáo Edison MLEA
Areasde intermíténcia,baixapressáoe áreasde águaamarela Joáo Ferreira MLI
DragnosUco
"
Diasnósticode infraestrutura
Coñpilaqáodos dadoslevantadose estudosrealizados Luc¡omar MLI
Estanqueidade do setore daszonasde pressáo Edison MLEA
Plotagemdasplantasparavarreduraem campo Joáo Lino MLLP
Instalaqáode hidrómetros em VRP Anilson MLLA
Estanqueidade Joáo Lino MLLP
Mediqáode vazáo Edison MLEA
6eofonamento Joáo Lino MLLP
Consertode vazamentos Joáo Lino MLLP
Agóes
' em VD
Otimizagáode Infra€strutura
Estudosde otimizaqáodo sistema Luciomar MLI
Estudosde otimizaqáoe/ouimplantaqáo de VRP Edison MLEA
Especificaqáotécnicados painéiselétricoscom inversor Arnaldo MLLN
dos painéiselétricoscom inversorde frequéncia
Substituiqáo Arnado MLLN
Renovagáo de infraestrutura Joáo Ferreira MLI
Avaliaqáodo usoda UNICRAN Eliane MLLP
LigaqóesNovas Fusuma MLMM.3

:l::ltl;.:t.lt:::.:.'tl¡:! "
q@t,iitfi::.,..:,i:t:.,ttt....'.lti:l:ll1l:.litttill:,iiflttl:.l:..tr,:r,.:.,.,.1':,.l.:';
Vistoriade Iiga96es
inatívas Fusuma MLMM.3
Fusuma MLMM.3
At¡vas
Vistoriadasligaqóescom suspeitade fraudes Fusuma MLMM.3
Agóesem VU Regularizagáo daslígaqóescom fraudedetectada Fusuma MLMM,3
Trocaspreventivas de hidrómetros Adriana MLMM.3
Trocascorretivasde hid16metros Fusuma MLMM,3
Regularizagáode ligaqóesem áreas invadidas Adriana MLMM.3

Religagdes Ciovana MLF.12


Supressdes Giovana MLF.12
Visita de negociaqáode débitos Giovana MLF.r2
A n á l i s e sc r í t i c a sm e n s a i s Adriana MLMM.3
R e a l i z a g á od e b a l a n q oh í d r i c o( B H ) - m e n s a l Joáo Dojcsar MLET
Gestáo Acompanhamento dos custos do projeto Alexandre MLI
Acompanhamento dos prazos do proieto Michele MLED.1
A c o m p a n h a m e n t od o p l a n o d e c o m u n i c a q á o Wilian MLA.13

T a b e l a3 . 1 - M a t r i zd e r e s o o n s a b i l i d a d e s
I
a
a
a
a
a
a,
Comgás 1 f Secund
ário a,
Telef0nlca 1 1 1 Secund
ário a,
Frefeltura
Grandes (on¡smldoresd€
2 4 I Secundário
tr
Ag* a Secundário tl
Comunldade
Afetada q 25 Primario af
CorpodeBornhelros 3 3 9 Secundário €
LfderComunltárlo 5 20 Prinurio
4
J
Fornecedore¡ 4 nimario
lmpremE !
I I Secund
árlo
a
Polfcla 1 1 1 Secundário a
Governador I Secundário e,
Secretárlo
de Reqrrco$
Hldrlcoc f Secundário C,
cr
ML 5 25 Primario e,
Grupodo Profeto 25 Primario a,
MTA 4 4 r6 Prlmario
MtE ¿> Prlmari0
MLF ( ¿ ?0 Primario
MLI 4 I 16 Primario
MLt 5 q z5 himario
MtM 5 5 25 Primario
ML/Comunlcaqáo I 4 .A ninErio
M 5 :5 Primario
Outra$Uns 4 f
I Secundário
MA t 1 1t Primario
Agéncla*Comerdals 4 t^ Primari0
Equlfcdo Profcto(Forgadc
Trabalho) 5 ¿) Frimario

EmregadorML { 4 t6 Primario
;,'-i::rL:'.:,i,:::li1l::::r::.,::lf+:i.::+:-::.i+¡::i{!;fit:i!:ii::riüi,Zt=::;::
- stukeholder
Tabela3,2- Análisedosinteressados
a,
;l
rt
t
Il
rl
,, Treinamentoe
Treinamento Presencia¡ Eventual
a Diversos sensibilizagáo
trabalho
da forqa de

Atualiza!áodas
Reuni6escom o Superintendente Presencial Mensal
) S a l aS u p
informaqóes
t Repasseda reuniáocom o
Superintendente-6erente de projeto
e-maile/ou Alinhamentodas
lr para o grupo
presencfal
Mensal Virtual
¡nformag6ese da reuniáo

i Reuni6esde análisecrítica Presencial Mensal Adriana A Definir


Realizaqáo
crítica
de análise

t Lesteem
¡t Divulgagáodos resultadosdas
reunióesde análisecrlticapara a ML
Notícias/
Mural / Liga5áo
Mensal Adriana/lVilian ML-Comun¡cagáoDivulgaqáodos resultados

rt Divulgar o proieto para a

t subprefeiturae solicitaqáode canal


de comunicaqáo
Presencial Eventual Eliane Subprefeituras Apresentasáo do proieto

rt Divulgaro projeto para o corpo de ApresentaSáodo proieto


Postode
rl bombeirose solicitaqáode canalde
comunicaqáo
Presencial Eventual Adriana ^^^,--<^
vPg c\du
para apropriaro uso
operacíona¡
t Divulgaro projeto para a políciae
lr solicitaqáode canalde comunicagáo
Presencial Eventual Adriana DP Apresentagáodo proieto

t Reunióesdos responsáveiscom as
equipese do projeto (Forgade Presencial Adriana/Eliane D¡versos
Alinhamentodas

t Trabalho) informaq6es

t Divulgaro proieto para a sociedade


do setor
Folheto único Alex Comunidade
Apresentaqáodo proieto
para a sociedade
rl
D¡vulgaro proieto para os Alinharo fornecedoras
I fornecedoresatuantesno proieto
Presencial Eventual Adriana/Eliane Diversos
necessidades do projeto

t Divulgaro projeto para a Ouvidoria,


único Adriana Virtual Divulgagáodo projeto
CallCentere Poupatempo
Il
I Dívulgagáodos indicadores
operacionaispara o grupo de proieto
planilhano Semanal/
Michele Virtual
Atualizaqáodas
servidor Mensal
t informagóes

Tramite das informaqóescomerciais/


l' Re¡atório Diária
Resoonsáveis
. Díversos
Fluxode informagáodo
operacionais/ financeiras LJeSlgnaoos proieto
l|
Sistemade
t Divulgaros recursosaplicados Controlede Mensa¡ Alexandre Sisitema
Paraapuraqáodo custo
real por tarefa
t '].,.:ll!::]]]::]l:ii]:]..:]:;:|]:::i]i:1..i,l]:1i;.|l'i]:l]¡]:1]].]]:.;::l;'lll::.¡lllllll.'.!$ rjrii :iilfllllt.:titill:::at.ilalti:u:lirit:lai::,i:tlll:rj::::::tiaaut:l
:l:ali::llr::'::¡::i:::;r.r:lr:;tl!:i.iii.lt:'r¡ti.iii,:arr::i

|r T a b e l a3 . 3- P l a n od e c o m u n i c a c á o

I
I
t
I
t
I
I
t
D
I
I
a
a
I
D
¡
J
01 Missáoe Metasbem Defin¡das Neutro o'38 a
0 2 Comprometimento
o3 Comprometimento
do Cerentedo Proieto
da Equipedo Projeto
Forqas
Forgas
10
'to
o,75
o,75
a
o4 Comprometimento da Forqade Trabalho Forqas 10 o,75 f
o5 EstruturaOrganizacional
o6 Apoioda Alta Administragáo
Fraquezas
Forqas
215
10
or19
o,75
f
07 Conhecimento Técnico 5,Oo% Forgas 10 o,5O f
o8 Disponibilizaqáo
o9 Estruturagáo
de Recursos
do Planejamento
5,OO%
'to,oo%
Neutro
Forgas
5
10
Qr25
1,OO d
1 0 Divulgagáodos Resultadosdo Proieto 5,oa% Neutro w,z)

1 1 Gestáode Conflitos 7,50% Forgas 10 4,75


1 2 Cestáodo Escopo / t>u/o Neutro 5 o'38
't3 Cestáodo Tempo Neutro o'38
Gestáodo Custo Forgas 10 4,75
,.:t)a.ta..,t

01 Desenvolvimento da Equipe 15,oo% Oportunidades 10 1,5Q


02 Desenvolvimento de Novas Metodologias de Trabalho 1o,oo% Oportunidades 1o IrOO
03 Melhoriasno SetorDecorrentes
do Proieto 1O,OO% Neutro 5 o,5o
o4 NáoCumprimentodasMetas 20rOO% Ameaqas 2,5 o,5o
05 Integragáode Diversas
Areasda Companhia 15,OO% Neutro j o,7j
o6 Dificuldades
náo Planejadas 15,oo% Ameaqas 2,5 o,38
07 Descontinuidadedo Proieto 15,,oo% Ameaqas 2,5 o,38
;ffi |,,.s$it 1i¡1.rx|*}**fi$t:lW
Tabela3.4 - Análisede riscose gráfico - Matr¡z SWOT

Análls€swoT (fQFA). 6rupodePerd¡s

Oportunidade.
O

Fraqueza-W 5 Forfe. S

5
.T
Am€aqe

aMapa dePosicionamÉnto

Cráfico3.1- AnáliseSWOT
F
7
F MS-Project - Utilizado com a finalidadede planejarasagóesdo GP e estratificagáo
F dosmateriaisenvolvidos,

F máo-de-obraempregadae custoscom o projeto.

F ;El@ gd ESbr @ turSó rS Aer

7
ild, E@ W S'

. : l j . J , ¡ Jq i l ? . ¡ . 9.I ?.: l . t l.#,ñ :_:.i'¿ú l1y1y . . . i ¿ : 1! ! l : f + ' i 1.t tq"t


e!
1a r

? ¡: Pro¡ao onsa¿l iiiÉ. m m-n

7 rl Aeen,rdh&

7 1: bd.do&**effib,br*.t

a
13 l@*hfddu.
.s,lsq i.4 Cffi&do.ád*6!:trBh6
tis
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Fr
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ii l& L1,l gw$hhv-.do.
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2 3 53
2354
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Cm3dotuútu¡5,dtr]
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ü ¡m a. *¡.. i I ¿*n:*q,soLl e**¿ a*re
l l
lffiTffi?ffiñ
l
Il?lDú!;l$€t 5ili-Bl;

? Figura3.5 - MS-Project- Cronograma

-
F Sistema de Custos - Utilizado com a finalidadede elaboragáode cálculosde custo x beneficiodo projeto,
fl
baseadoem langamentosem basede dadosespecíficade máo-de-obrae tempo decorridodo projeto.
-
-
- ;jbi
el
{"
) .i¡ i

-
F.

- rl-
S' ü' ,¡j ill ri: "-' .- I l-i' * .e ' tr g
-
a
a
a
a
á
á
At
-
-
-
to
rt iaÉl i ,aeae?¡.r!.i ¡.mu-*c* IL¡'x-*u-r*.. lñ;..oññ;i:

- Fieura3.6- Sistema
decustos
-
-
-
I
I
I
3.6 - DIVULGACÁO E ENVOLVIMENTO
a

a,
Na sequénciado planejamentoouma vez definidas as metas e as agóesa serem adotadas, foi realizada a
a,
apresentagáo
d AltaAdministragáoe ás áreasenvolvidas. a1
J,
a,
a

Figura3.7- Reuniáodeapresentagáo
do projetoparaaAltaAdministragáo

Paraa obtengáo asequipesdo pólo de Manutengáo


de éxitonosresultados, de Água,EscritórioRegional

de Águae Controlede perdas,participaram


Penha,Divisáode Operagáo de um eventode envolvimento
e

sensibilizacáo.

Figura3.8 - Envolvimentodasequipesdo EscritórioRegionale pólo deManutenqáo


ts
fo
¡r
:r
n Após a aprovagáopelaAltaAdministragáoda metaestabelecida,
foi realizadoum eventoparaa assinafurado
¡
Termo de Compromisso entre as partes.
?
?
?
f.
fr
b
b
t
¡l
rt
¡
t
tl
lr
Figura3.9- Assinatura
doTermodeCompromisso
f
ll
t
lt
Além da realizagáotrimestral das reunióesde análisecrítica com o grupo, foirealizad,atambémuma reuniáo
I
t com a Alta Administragáocom a finalidadede posicionaro andamentodo projeto.
t
a
a
t
t
It
6
g abrrp

t
I
I
D
D
D &s

D
D r i t s f E a E E HA$Í tEgEEEEE I F E R E
-m ....!p

D Figura 3. I 0 - Reuniáode Análise Crítica


D
¡
D
D
2
2
D
D
q
.{
q
A divulgagáo para o público externo foi feita atravésdo panfleto "Agóes Integradas",que foi entreguepelo d
'l
TACE,conformeFigura3.1l. I
d
AqóES I¡{TEGRADAS. f
É a s¡g¡,sp EM AqrÁoPARAPRLSERVARA
QUESUAFAMÍLTABEBE.
ÁcuA
I

wffiffi
;
I
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Figura3.1I - Panfleto"AgóesIntegradas"
ü

Na comunicagáopara os empregadosforam utilizados o "Mural ML" e o "Leste em Notícias", para o

posicionamentoa respeitodo andamentodasdiversasfasesdo projeto, conformeFigura 3.12.

Lesieem Noiícios

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Tscnolotis utilized{ püm dstsccáo d6 yaam€ntss ¡o
GP Cañg¿iba 1*'

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@.[ó cd&D e M ü r FFM St@ 6¡ry0. itut Ev*do
F*6m, 'M& tuM $ñd. F@@ Rdfüus OMfd. &á

Figura 3. 12 - Notíciasvinculadasnos canaisde comunicaqáoML

J
Fr
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a
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a
F
tr
l-
4.1.PERDASREAIS

F
Ag6espara garantir a estanqueidadedas áreas

Uma agáofundamentalpara o controlede um sistemade


-
? abastecimento
é garantirqueseuslimitesestejamestanques,
ou

F
Ia
seja,que náo existampontos ondepossamocorrer entradasou saídasde águapara setoresvizinhos, perdendo-

se assimo controle do seu abastecimento.

l-
F A falta de estanqueidade
náo possibilitaum acompanhamento
efetivo do volume de águadisponibilizado

F para o setore, por conseqüéncia,


influi diretamenteno cálculo dos indicadoresde perdas,alem de dificultar,
h
t; quando necessário,o fechamento da águapara execugáode servigos. Outro fator importante é que pode

F! ocolrer um rearranjo dos níveis piezométricos,de uma forma náo previsível, o que traria dificuldades

F
F para análisese agóesde melhoria.

F
F As agóesde estanqueidadedos limites nos Setor Cangaibaforam as primeiras medidas tomadas pelo

F Grupo de Projeto. Foram verificadostodos os limites existentes:de setor de abastecimento.de zonas de

F pressáoe de VRPs.
F
F No trabalho de estanqueidadeforam verificadas todas as válvulas de fechamentolimítrofes, gerando alguns
F
fE ajustes.Umavezgarantido que estasváhulas estavamvedandoe se encontravamdevidamentefechadas,elas

¡! foram identificadas com uma pintura plástica, que foi chamadade "lacragáo" .
-
F
5 A metodologiautllizadaparaalacragáo das válvulas foi a seguinte:

f- ' verificagáo dos boletins de manobrae conferénciacom os limites


do sIGNoSnet:
F
n ' Veriñcagáoem campodas condigóesoperacionaisdas válvulas;
+
- ' Garantiade que as válvulasestavamfechadase com estanqueidade
total;
-
- ' Lacragáo dastampasde válvulascom tinta especialna cor amarela.
-
-
Esta lacragáopossibilita um futuro acompanhamentovisual dos limites, pois caso uma das válvulas por
-
- algum motivo tenha sido aberta,o lacre de tinta plásticaestaráviolado. Com isso as agóesde verificagáo

- de estanqueidadeseráomais simplese rápidas,pois náo mais exigirá que a válvula sejamanipuladaparaa


?
verificagáose estáfechadaou aberta,conformedemonstradona Figura 4. l.
-
-
-
ñ
G
I
I
I
I





(

I


Figura4. I - Empregadorealizandoa pinturadelacragáodeum registro
a
I
I
4.1.2 Pesquisade vazamentos €

A pesquisaativa de vazamentosé uma dasprincipaisagóespara o combateás PerdasReais.Os vazamentos €

náo visíveis tendem a aflorar á superfície, quando entáo sáo facilmente identificados, entretanto sabe-se

que muitos deles podem permanecerdias, mesesou anos escoandoágua no subsolo, antes de aflorar, €

resultandoem perdassignificativas.Assim se faz necessáriauma pesquisapara que sejamidentificadose

sanados,antes que possam aforar. €

Nas agóesde detecgáodestesvazamentos,sáoutilizados métodosacústicos,com equipamentosque permitem €

identificar ruídos provenientesdas tubulagóes,que sinalizemque estáooconendo fugas de água. €




Equipamentos utilizados €

Nos trabalhos de pesquisa e detecgáode vazamentosdo GP Cangaíba,foram utilizados os seguintes €



equipamentos:


- Haste de escuta: barra metálica que possibilita detectarvibragóesna tubulagáo,quandose encostauma

ponta em alguma parte desta, como registros ou cavaletes,e o ouvido na outra ponta. Pode ter um €

amplificadormecánicona ponta,para facilitar a escuta.É utilizadapara se obter um primeiro mapeamento

das possibilidadesde vazamentos,conforme Figura4.2; €






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F
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F
Fr | |t E_€N
F lll '-" -TFAmp'fi€dor
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lll
7
7
F
il +'z- Haste
rieura deescuta
fjJ
Fr
Itr
F
It - Geofones:Estesinstrumentos
sáodetectores
acústicos
de vazamentos,
constituídos
de amplificadores,
á
sensores
deruídose fonesdeouvido.Tema fungáode captarasvibraqóes
provenientes
do movimentoda
-
n águaparufora do tubo,de seuimpactocontrao soloe do ruídocaracterístico
do atrito do fluxo de águana

¡f passagem
pelospontosderupturadastubulagóes. podemsereletrónicos
Estesaparelhos ou mecánicos,
e
It
1A utilizamo princípioda estetoscopia
na detecgáo
de vazamentos.
I

-
n Osgeofones
mecánicos
sáocompostos (sensores
de duassapatas guiasde ondae auriculares,
mecánicos),
a conformeFigura4.3.
-
n
-
-
-
-
-)
a
a
a
tr
E
tr 4.3- Geofone
Figura eletrónico

a
a - loggers de ruído: sáo sensoresque, quando instaladosem pontos de acessoao tubo, como válwlas,

t cavaletes ou mesmo diretamente na tubulagáo, realizam amostragem do som naquele ponto durante a
-
a madrugada e os arrnazena.Ao se realízar o patrulhamento, quando os locais sáo percorridos de carro, os

t sinais dos sensoressáo captadose armazenados,nopatroller, que é um equipamentoreceptor,indicando os


{
rf locais com vazamentospróximos, que deveráoposteriormenteser melhor locados com a utilizaqáo das

- hastese geofones,conforme Figura 4.4;


f
{)
f,
e
It
rt
rt
It
rtl
t
t
!
I
!

Figura 4.4 - Patrollere loggersde ruído


t
t
t
- Correlacionadoresde ruído: Os correlacionadoressáo utilizados após o uso da hastede escultaeiou o I
;
geofone,permlindo alocalizagáoe/ou confirmagáode vazamentosonde a aplicagáodos demaisequipamentos
f
náo tenhasido conclusivano apontamento.Sáocolocadossensoresno trecho investigadoe captadossinais I
I
que indicam a correlagáoentre os ruídos e as distáncias,permitindo assim a localizagáoprecisa dos
ü
vazamentos;

- Equipamentosauxiliares:Estesequipamentos aspesquisas
tem a finalidadede complementarem de detecgáo

de vazamentos,auxiliando nalocalizagáodasredese ramaispesquisados,


sondagense tomadasde pressáo

respectivamente.Sáo eles: locadoresde massametálica, locadoresde tubulagáonáo metálica, haste de

perfuragáoe manómetro aferido.

Selegáodas áreas para as pesquisasde vazamentoss

Com a finalidadede controlarmelhor um Setorde Abastecimentopode-sesubdividi-loem Áreasde Controle

ou DMCs (Distritos de Mediqáo e Controle), que incluem, no casodo Setor Cangaíba,as áreasde VRPs e

(sem coberturapor VRPs) das zonasde pressáo.


as áreasremanescentes

Primeiramenteo Setor Cangaíbafoi geofonado,respeitandoa ordem sequencialdas Áreas de Controle,

definida naelapa de planejamento,quando se considerouos possíveisganhosde cada uma delas.

No decorrer dos trabalhos,estasáreas foram ainda divididas em partes menores ou em quadrículasde

manobra,que constituemo mosaico de plantasutilizadasna operagáodo sistema.

Para cadauma destasquadrículasou plantas,considerou-seuma sériede informagóescomo: vazamentos

visíveise náo visíveisencontradospor extensAode redes,pressóes,idadede materialde rede,que serviram

de parámetrosparaprorizar as agóes.
7
F
F
F
asmaioresincidéncias
deManobraondeocorreram
O Gráfico4.1mostraasQuadrículas por
devazamentos

quilómetroduranteo períododo projeto.


E
-D VAZAMENTOS-NAS qUAORICUIAS DE MANOERA

? L2O,@% m

7 100,m%
70

?
60

AO,OUA

l-
50

? 60,oo% 40

It 40,oo%
30

!t 20,oo%
20

2t 10

0
2 o,oo%
359 366 4r3 370 451 409 324

-, Hss NeVAAMEMOS -% a¿umulada

Gráfico 4. I - Paretode vazlkmiquadrículade manobra


-,
4D Todosos vazamentoslocalizadosforam inseridosno Sistemade Varredura,disponívelna páginada intranet
1a da Unidade de Negócio Leste,conformeexemplificadona Figura 4.5.
-
a
a
-
-
2
-
2
)
a
u
a
a
a i *'*Ñ.**

a 4.5- Controle
Figura dogeofonamento
viaINTRANET
ML

a
a Ag6es realizadas e resultados

f,
Observando-seo histórico de vazamentoslocalizadosno setor,nota-seque os de rede soÍleram um grande
a
a acréscimoduranteos trabalhosdo GP,e os de ramal uma significativaredugáo,principalmentena fasefinal
n do GP,em2009, conformemostramos Gráficos4.2 e 4.3.
a
-)
Estesdadoslevam a conclusAode que o Setor Cangaiba,anteriormenteao início do GP,possuíaum padráo
-
n que vinha sendo mantido com as pesquisasde geofonamento,sem, no entanto, resultar em redugóes

f,) sisnificativasnos indicadoresde perdas.


-
3
n
F
200
180
160
140
720
VAZAMENTOREDÉ(unl

a
2
100
A
80

a
40
A
20
0 A
2005 2006

Cráfico4.2 - Vazamentos/rede
d
a
Á

VAZAMENÍORAMAL(unl 4
3.000 t
2.500 á
c4
2.000

1.500
a
a
1.000

500
a
a
0
2005 2006
a
á
Gráfico4.3 - Vazamentos/ramal
4
A partir de 2008, com os trabalhosdo GP, apesardos vazamentosde ramaisterem diminuído, houve uma

granderedugáonasperdasreais,o que se supóe,devido a umamaior eficiénciana identificagáode vazamentos a


á

a
maiores. Outro fato que permite esta conclusáo é o aumento dos vazamentoslocalizados em redes,
e4
A
principalmenteno ano de 2008.
a
a
Durante o projeto foramrealizados trés ciclos de geofonamento,conforme segue:

- Primeiro ciclo: foram geofonados274km de rede entre abrile maio de 2008;


a
FI
- Segundociclo: geogonados281 km entre setembro/08e fevereiro/09;
a
?1
€l
- Terceirociclo: geofonados178 lm entre margoe maio de 2009.
?l
Os totais de vazamentoslocalizadosem cadamés estáoaoresentados
na Tabela4.1.
a
?l
€l

3
Foram encontrados842 vazamentos,sendo456 visíveise 386 náo visíveis.Os índicesfinais foram de 0,53

vazamentosnáo visíveispor km e 1,15 vazamentostotais por km (incluindo os visíveis).

a
4
Va¿ náo v¡rír'eis

2
:
z

Va¿ v¡lveis I
TotaldeVaz.Vi5íveis
:
I
fotal deVaz, LoGdos
E

d6 Vaamentos

DICE DE PERDAS
., :.,-.::,i :i:i :i:;itii:
:-r:.. r: :..
Tabela4.1' ¡com pa¡hamentodo geofonarento

O Gráfico 4.4 mostraos indicadoresde vazamentosparacadaum dostrés ciclos.Nota-seque,a medidaque

os ciclos foram avangando,a quantidadede vazamentosnáo visíveis foi reduzindo,o quejá era esperado,

pois com a repetigáodos geofonamentos


a tendénciaé de encontrarmenosvazamentos,emboraestespossam

representarvolumesperdidosaindamaiores.

3e Ciclo

0,00 0,10 0,20 0,30 0,40 0,s0 0,60 o,70


f vaz/kmV¡síveis I Ez/km NáoVisiwis
Gráfico4.4 - Vazamentos/km

Os resultadospermitem estabelecerque o Setor Cangaíbapossui um padráo de cerca de 0,50 vazamentos

visíveis por km de rede, que sáo informados pelos clientes,principalmentevia Call Center,ou mesmo

identificadospelas equipesda Sabesp,duranteos servigosde campo.

A utilizagáode dadospor quadrículasde manobras,priorizando as áreasmais problemáticase de maior

incid6nciade vazamentos,aliado ás ferramentasde análise,como os sistemasSignos,Scorpions,astécnicas

do MASPP, e as reunióespara definigáodas agóes,foram importantespara o sucessoda redugáode perdas

reaisno SetorCangaíba.
n
D
qr Dentre os equipamentosde pesquisa,destaca-seautilizagáo de loggersde ruído, fundamentaisna localizagáo

-] de muitos vazamentos,inclusiveem redes,além da realizagáoem maior escalade geofonamentosnoturnos

rr em áreasespecíficase de maior dificuldadepara os geofonamentosdiurnos.


rr
-D
-t
-
a
I
I
{.1.3Aq6esnasVálvulasRedutorasde Pressáo J
I
As pressóes
ocorrentes de águatém influénciadiretano nívelde vazamentos
num sistemade distribuigáo I
é
inerentes,
destesistema,sejanosditosvazamentos por ruptura.As pressóes
sejano montantedevazamentos

quandomuitoelevadas,
e principalmente
quandomuitovariáveisao longodo dia, acabamcausando
um C

maiordesequilíbrio dasredes.
emtodaa estrutura


Umadasprincipaisagóesparao sucesso foi a melhoriaoperacional
dostrabalhos no
dasl6 VRPexistentes
é
SetorCangaíba, umamaiorredugáode pressóes
buscando bemcomoasagóes
emsuasáreasde cobertura, €
é
paraa ampliagáo por estetipo de equipamento.
dasáreascobertas
I
ao longodo períododetrabalhoforamasseguintes:
As principaisagóesdesenvolvidas
I
I
Individualizagáo
de VRP em Paralelo:
O

é
individualizarduasáreasquefuncionavam
A equipede Pitometriatomouagóesquepossibilitaram com
I
emparalelo.Umadasáreaseraatendida
válvulasredutoras pelasVRPsCajapióe Eloi de Souzaconforme €

Figura4.6, e a outrapelasVRPs Wenceslau e FernáoMendesPinto.Nestescasoshaviam,


Guimaráes €
I
portanto,duasenfradasdistintas,o quegeravaproblemasde controlee redugáode performance.
I

t
I
é

C
é
?
é
C


F



Figura 4.6 - VRPs individualizadas



(




é
Problemasde Estanqueidadeentre VRP

A mesmaequipede Pitometria,juntamentecom a Equipe de Manobra,resolveuum problemade estanqueidade

entre as VRPs Elói de Souzae Antonia TeresaMatias (Figura 4.6), onde havia inclusive muitas dúvidas

e criatividade,dividiram estasáreasem pequenosblocos e


cadastrais.Num trabalhode muita perseveranga

por partes,até a completasolugáodo problema.


foram trabalhandoa estanqueidade

Implantagñode Macromedigáo

Outraagáotambémmuito importantedo Grupode Projetofoi a instalagáode hidrómetrosnasVRP que

aindanáopossuíammedigáo.

Ao longo dos trabalhosa parcelade VRPs com medigáopassoude 37,5Yopara 86,7Yo,sendoque após o

término destestrabalhos,as agóesainda continuaram.As duas únicas áreasque ficaram sem medigáoao

final do GP foram as VRP JoséPinheiro e Elói de Souza.

No caso da VRP José Pinheiro náo havia espagosuficientena caixa para a instalagáode hidrómetro. O

Grupo de Projeto,juntamentecom a equipede VRP do Departamentode Operagáode Água, verificou entáo

a possibilidadede instalaruma válvularedutoracom medigáoacoplada,equipamentorecentemente


colocado

no mercado, em parceria com o fabricante.

Este equipamentofoi instaladoapós o término dos trabalhosdo GP e está funcionandocomo piloto na

Unidade de Negócio Leste.As agóesde estudosdas VRP pode ser observada,conforme Figura 4.7, que

apresentaa equipede pitometriaanalisandoos dadosdasVRP.A VRP Elói de Souzaficou inseridaem uma

áreamaior, da VRP Jequeri, que foi implantada ao final do projeto. Atualmente estáo sendo feitos estudos

de modelagempara definir se a VRP Elói de Souzaserámantidaou desativadae, portanto,náo sebuscoua

instalaqáode hidrómetro nesta VRP.

Figura4.7 - Equipe da pitometria analisandodadosdas VRP


passará
ounáodaVRPElói deSouza,o SetorCangaíba
Assimsendo,apósa definigáodapermanéncia a ter
a
-1
do percentual
a evolugáo de
€l
por VRP.O Gráfico4.5 demosntra
edigáonatotalidadede suasáreascobertas
€l
medigáodasVRPsn o SetorCangaíba. tl
al
dasVRPs
índicede macromedigáo
€l
16%
4
95%

90%
al
85%
4
8oo/o

7504 Gl
7U/o
rl
650/0

600Á él
550/o
rl
5ú/o

45%

4%
a
tl
cs
35%

30%

abrlo8 roi/08 jun/08 juí08 agolo8 sevo8 ouvoS nov/08 dez/08 jan/09 fev/09 mar/og a*109

4
Gráfico 4.5- Indice de macromedicflo
nasVRP
C1
rl
Otimizaqáo de VRP 4
4
Foram feitos ajustesgerais nas válvulas, buscandoo aumentode sua eficiéncia. Em termos médios foi 4
4
obtidauma redugáode 6,3 mca naspressóesdasáreas,com basena variagáode pressóesnos pontoscríticos.
a
4
Estes ajustes,somadosás demais ag6esrealizadas,como os geofonamentose consertosde vazamentos,
4
trouxeram como resultadouma redugáosignificativa dos indicadoresde perdas.Os indicadoresmédios 4
4
passamde 529 para244 Lllig.ldia, conformeGráfico 4.6.
a
Á
600

550
a
4
500
4
450
a
4m

350
4
á
300
á
250
á
200
á
Iil

atrlo8 mai/08 jun/6 juyo8 agdog setp8 oú/08 mv/G dg/B janlljg fev/09 marlog rbr/09 ¿t
Gráfico4.6- IndicadordeperdasmédiodasVRPs(L/Lig.dia) ¿'
/'

/
I
¿
J
Ao final do GP foi ampliadatambém a quantidadede controladoresnas VRPs, que passarama cobrir o

equivalentea 66%odo total das áreas.Estes controladorespermitiram ajuste nas pressóesde saída das

válvulas,reduzindo-asmais no horário noturno.No períododa t h ás 5h passoua ser mantidauma pressáo

de 5 mca nos pontos críticos das VRPs equipadascom controladores.

Os estudosde otimizagáodas áreasenvolveram autilizagáo de modelagemmatemática,que permitiu um

bom diagnósticoe uma visáo da dinámicada distribuigáo.Como resultadofoi possívelimplantaralgumas

melhorias,ou mesmopropor algumasobras.

Dentre as propostasadvindasdos estudosutilizandomodelagemmatemáIica,estáa implantagáode rede de

reforgo e nova VRP, na áreana VRP SalomáoVasconcelos,que deverátrazer melhoriassignificativasno

abastecimentoe reduqáode perdas.Este estudo está apresentado,com maiores detalhes,no Anexo III -

ModelagemMatemática- VRP SalomáoVasconcelos.

4.1.4 Implantagáo
de NovasVRPs

O Grupode Projetoestudoue propósa implantagáo


detrésnovasVRPse a eliminagáo
de uma,cujaárea

passaria
a pertencer
a umadestasVRPspropostas.

f, Assim,ao final dostrabalhos,a partirdo mésde abrili09,foraminstaladas


as VRPsJequeri,Anísiode
-
Abreue ToméBraga.Podeserobservado
naFigura4.8 asobrasde implantagño
denovasVRPs.
-
-
a
rt
a
a
a
a
t
a
I)
a
t Figura4.8- Obrasdeimplantagáo
deVRPs
!
t)
a
-
-
J'
t
VRP Wenceslau Guimaráes

EstaVRP foi desativada,em fungáodos estudosde concepgáoda nova configuragáode válvulas,que engloba ?
I
as VRPs Anísio de Abreu e Tomé Brasa.
?
f
VRP Jequeri
I
?
LocalizadanaZonaBaixa, incorporouas áreasdasVRPs Cajapióe Elói de Souza,mantendoestasválvulas
?
para redugóescomplementares.Para a sua viabilizagáo se fez necessáriauma alteragáonos limite de aa
zoneamento,transferindoas suasregióesmais elevadaspara a Zona Alta.Estasregióespassaramentáo a

fazer arte da VRPAnísio de Abreu.

VRP Tomé Braga

LocalizadanaZonaAlta,estáinseridana áreada VRPAnísio de Abreu, servindocomo elementode redugáo

complementar,para as regióesmais baixas.

VRP Anísio de Abreu

Esta VRP incorpora áreasda ZonaAlta que náo estavamcobertasna concepgáoanterior do setor, além das

áreasque foram transferidasda Zona Baixa, após a implantagáoda VRP Jequeri. Possuidentro de seus

limites a VRP Tomé Braga, que foi implantada simultaneamente.


A válvula e parte do barrilete foram

aproveitadosda VRP WenceslauGuimaráes,que foi desativada.

Resultadosobtidos

ATabela4.T e o Gráfico 4.6, citado anteriormente, demonstramos resultadosalcangadoscom as agóesnas

VRPs no setor Cansaíba

Wenceslau GuÍmaráes 224 199 (*)


FernáoMendesPinto - 98 i35 115 31) )36 297 299 262 349 z7o
FábioJoséBezerra j19 r88 197 263 213 z2o 2't9 2or 275 264 2of 292 168
Luizlmparato 236 86 176 4o1 169 602 585 581 667 7o5 19o 164 81
Cangaíba io8 J];6 ].1g - 15) jf26 17o 196 238
Antonio de Arzáo - 't62 149 177 174 169 22o 22) 242 229 277 265 lo5
SalomáoVasconcelosI j94 567 622 - 319 - 491 5r3 7o7 7o4 157
MiguelCarcia 468 445 552 - 5o7 u!1 o:o 422 56e
JoséPinheiro
SalomáoVasconcelos 945 983 r.o29 971 638 662 5o2 5oz 5o2 5o2 237 293 251
Alfredo R.Castro 425 416 358 372 ]74 385 127 120
Anton¡aTerezaP,Matias - 216 71 1O4 133 74 15o 11r 74 182 48
Cajapió - 41o 583 245 839 247 2o4 512 373 9oo 379
Elóide Souza
SalomáoDana z'o 2or 1S9 r8o 171 181 234 265 257 166 15o
BuenosAires 3o2 418 227 272 275 223 359 334 2't9 - 235
MédiadasVRPs 529 494 446 425 319 )42 j76 3r5 182 +o4 244 275 244
Indice de macromediqáo )8% 44't, 69'1 69X 63'( 69i¿ 69% 56i6 75% 81z 8c't, 877"
.:].:]i1iga¡!.l!¡xsl'!i$ül.::]..i¡{l'¡'¡'g!..3.|i{$$*¡ux{]3l.!'*11.'.i1:i|ii:l:il|.:i::1]:i:,.,i.iji:,::i::::.11|,i]1i :tl,::r:'

Tabela4.7 - Ind¡cadorde perdasnas VRP5ao longo do projeto


4.1.5' Controle de PressáonaZona Alta com Conversorde Frequénciano Sistemade Bombeemento

Estudos Iniciais

A implantaqáo de conversor de frequénciaparaaZonaAlta do Setor Cangaíbafoi uma das agóesprevistas

pelo Grupo de Projeto, para o combateás PerdasReais.Estimou-seentáo, com basenas pressóesocorrentes

no ponto crítico da área,aquelelocalizadona cota mais elevada,uma redugáode 3,5oAa 4,0Yonas perdas

reais.

Foram identificadosos quatropontosmais desfavoráveisao abastecimento,aquelesque,uma vez abastecidos,

garantemque todo o restantedaárea também esteja.Estespontos sáo os de cota mais elevadaou ainda

aquelesmais distantesdo Centro de Reservagáo.A definigáofoi feita com basena cartografiae na distribuigáo

das redes primárias e secundárias.Para estespontos foram instaladosmedidoresde pressáo,e foi entáo

possívelidentificar aquelemais desfavorável.

O Gráftco 4.7 apresentaaspressóesmedidasno ponto consideradocrítico, onde sepercebeque seriapossível

reduzir as pressóesprincipalmente no período noturno e da madrugada,quando variam de l5mcaa2l mca,

podendo-semanter as pressóesatuaisno período de maior consumo,entre th e 18h,para náo prejudicar o

abastecimento.

20

18

L4

L2

10

Cráfico4.7- Variaqáo
depressáo
no ponrocritico

Após verificaEáona área dos reservatóriosfoi constatadoque náo existiam registrosnas tubulagóesde

entradae da torre, sendoque esteestavafechadocom uma pegacegade ago. Portantohaveria necessidadede

remover a peqacegae instalaros registrospara que fossepossívelo isolamentoda torre antesda operagáo

do conversor.
Obrasrealizadas do conversore ajustedosparámetrosoperacionais
e implantagáo

osnovospainéiscomconversor
No finale novembrode2008foraminstalados porémnáofoi
defiequéncia,

poisa torreaindaprecisaria
possíveliniciara operagáo, serisolada.

ao iniciarasobrasparaisolamento
Emjaneiro/O9, quea interligagáo
da torre,verificou-se dastubulagóes

de substituila.Paraissoa Divisáode
e haviaa necessidade
de entradae by-passestavamuitodeteriorada

um "Y" de agode600mm.Ao mesmotempoa válvulaborboletade


AdugáoLeste- MLLA confeccionaria

600mmparao by-pass, junto a outraUnidadedeNegócio,apresentava


quehaviasidorequisitada diversos

e náofoi possívelutilizá-la.A MLLA buscouumanovaválwla, junto a Unidadede Negócio


problemas

A situagáo
Oeste. foi contornada quandoa MLLA instalouasválvulasde500mme 600mm,na
emmargo/09,

datorree,respectivamente,
entrada parao isolamento
asobrasnecessárias
executou damesma.
A Figura4.9

mostraumafoto da obra.ondesevé a conexáoem"Y" e asválvulasinstaladas.

Figura4.9 - Obrasjunto aoreservatório


elevado

O início da operagáodo conversorde freqüénciase deu no dia 31 de margo de 2009.

Ajuste dos parámetros operacionais

A operagáodo conversorcomegouno início de abril/O9,com pressóesde recalquesegundodois patamares,

com quebranoturnade 5 mca (passandode 30 para25mca).A partir de maio/09,apósnova análise,foi feita

mais um patamar,com redugáode 10 mca na madrugada.O Gráfico 4.8


umanova regulagem,acrescentando

mostra o controle de pressóesde recalque,na semanaem que houve a alteragáocitada.Anteriormenteá



H
h
do conversoraspressóes
implantagáo pelaaturadatorree ficavamfixasem
daZonaAltaeramcomandadas

tornode 30mca,ao longodetodoo dia.


fE
t mca Pressóes de Recalque -Setor CangaibaZona Alta

F 35

30
-
F
-f
25

fE m
h
r- 15
rt
i
t |
{ ,
f r
t t
i t
t
l
t
t
t
i
l
l- *PressáodeRecalque -Parám€Érode regulagem
h Gráfico4.8 - Gráficodeaiusteooeracional
da EEAT
IE
IE
IE Resultados

IE
IE Infelizmente,devido aosproblemasencontradospara o isolamentoda torre, o início da operagáodo conversor

!E só sedeu no final dos trabalhosdo GP Cangaíba,e coincidiu com o períodoondehouve a ampliagáoda átrea
F=
F daZona Altapara a implantagáodas VRPs Jequeri,Tomé Braga e Anísio de Abreu.

F
-! os efeitosdo conversorde freqüénciana redugáodavazáo
Assim, náo foi possívelanalisarseparadamente

IE mínima noturna. Sabe-se,no entanto,que apósa segundaregrr.lagem,


no més de maio/O9,houve uma redugáo

F=
tG média de pressáode 3 mca em toda a áreadaZona Alfa. Com estaredugáode pressáo,tém-seuma redugáo

f- equivalentede llVo nas PerdasReais, segundoa expressáode Lambert. Se considerarnos que a área

F remanescentedaZona Alta, aquelasemcoberturapor VRPs, representa33Yode todo o setorde abastecimento,


F
F podemosestimarque a redugáode PerdasReaispara o setorfoi da ordem de 3%oa 4Yo.

F
F Considerandoaindaque a parcelade PerdasReaisdo setoré de 64YodasPerdasTotais,conformeo Balango

F Hídrico realizadonaefapa de planejamento,pode-seconcluir que a contribuiqáo do conversorde freqüéncia


FE
F na redugáo do indicador de perdas do Setor Cangaíba,girou em tomo de 2Yo.

F A írea atualmentecobertapelo conversorde freqüénciapossuium total de 77 k'rnde rede e 16.800ligagóes


FE
ItE ativas, o equivalentea algumasdasmaioresáreasde VRPs da Unidade de Negócio Leste,com a vantagemde

ItE
t proporcionareconomiade energiaelétrica no sistemade bombeamento.Como melhoria do processofoi

h prevista a troca das válvulas de retengáolocalizadasjunto aos conjuntoselevatórios,o que deverátrazer

F uma melhor condigáode operagáodo sistema.Estasváhulas deveráoser substituídasno primeiro trimestre

F d e2 0 1 0 .

E
-
q
4.1.6- Renovaqáode infraestrutura de redese ramais ra
q
A maioria das redesdo Setor Cangaíba;72%odelas;foi implantadaentre o início da décadade 60 e o final ü,
Gl
da décadade 70, sendoconstituídasbasicamentepor tubulagóesde ferro fundido.As tubulagóesanteriores
q
a 1972, náo possuíamrevestimentonas paredesinternas,como ocorre atualmente,e com isso estavam a1 I

suscetíveisa problemasde corrosáo,com perda de material em algunspontos e acúmulo em outros. Com


Fl
JS
issoocorremproblemascomo: incrustagóes,
gerandodeficiénciano abastecimento;
problemasna qualidade ,1
da água(água amarela); aumento das perdas inerentese vazamentose demandapor manutengáo.Outro tipo e1
ú
de redeproblemáticaé a constituídapor tubos de PEAD de diámetrode 32mm, geralmenteimplantadasem
t1
áreasocupadaspor populagóesde baixo poder aquisitivo, com histórico de fraudese inegularidadesnas r4
ú
ligagóes.Essastubulagóessemostraramao longo do tempo,muito frágeise inadequadas,
causandograndes
q I

perdasreaise problemasde abastecimento. q


q
Da mesma forma que para as redes, existem muitos ramais de PEAD "preto" ou de ferro fundido, que q
deveriamtambémser substituídos
q
q
O Grupo de Projeto propós,já na fase de Planejamento,um estudodas redescríticase suarenovagáo(por
q
q
substituigáo ou recuperagáo).
q
q
Com basenos levantamentosno SistemaSignos,considerandoos vazamentospor quadra,foram identificadas q
as áreascom maior incidénciade vazamentospara troca de rede, constituidasem suamaioria por redesde .fi
q
PEAD. Posteriormenteestasáreasforam visitadaspor uma equipedo Grupo de Projeto,onde foram observadas
G
dificuldadespara execugáo,pois sáoocupadaspor favelascom aruamento intemo muito estreito(corredores), 4
ondejá estavaminstaladasredesde esgotoe, portanto,sem espagopara as obras.Sendoassimestasáreas 4
ü
foram descartadase o Grupo decidiu analisaroutras¿íreas
com PEAD e com redesde ferro fundido, assentadas
t
há mais de trinta anos.Foram entáoanalisadasinformaqóescomo: pressóespontuais,tomadaspela equipe t
á
de manutengáo,vazóesmínimasnoturnase índice de perdas,gerandouma nova relagáode áreas.
4
á
Os dadosdestasnovas áreasforam entáo cruzadosno Gráfico 4.9, relacionandovazamentospor km com
á
materiale idadede rede. á
t
O Grupo analisouos resultadose decidiu agir na áreada VRP Miguel Garcia, que apresentavaum alto 4
á
inJicador de perdas,que náo cedia mesmo após as campanhasde geofonamentorealizadas.No entanto,
á
,.ioÍeu uma restrigáode recursos,por motivos estratégicosna Unidade de Negócio, que inviabilizou a á

:eior acáodasredesda VRP Miguel Garcia. á


41
á
4
p
p
T lvaterial x ldade de Rede

e
I
p
p g

? O t
a
? o

F
t
o

)
b OR.ú€trc Teofrbkgalh*s
qR. FbÉÉnl. LoFGarc6
oAv. &ng.ibáxR FEnc&&En!
OR.F€h5o knd.sPinto
) qR.SsbstÉodoedé lF¿wbLiban.¿

¡ Gráfico4.9 - Materiaisx idadeda rede

D
¡ Na ocasiáoos maioresindicadoresde perdaseramos dasVRPs SalomáoVasconceloseLuizlmparato, onde

D o Grupo decidiu, em reuniáoposterior,implantarrenovagáode rede e ramais,com basenos recursosentáo


¡
D disponíveis.

¡
Na VRP Luiz lmparuto foram substituídos70Yo dos ramais de forma preventiva, e na VRP Salomáo
D
I foi substituídaumaextensáode292 metrosde redede PEAD. ondeocorriammuitosvazamentos
Vasconcelos
D
e grande incidéncia de ligagóesirregulares,e seusrespectivosramais, conforme Tabela 4.3. Estes dois
I
I trabalhosestáomelhor descritosnos Anexos 1 e 2.

¡
I
I VRPLuizI mparato(tocas preventivas)

t VRPSalomáoVasconcelos
Em todo o SetorCangaíba(trocascorretiras) 609
t .' : ¡-
Tabela4.3- Elementos
I ;.1r:l::l:lf::i,:r:r:,lr:.l::ll;l!:.:i::r:::..-liari-:J:,r.l:+!:!:::r:li,r:,'i::¡-,:i:.,!i:r:ir:::it:::,.'l:¡:
noSetor Cangaíba
renovados
I
D
Além destasagóes,havia sido definido no Planejamentoque todos os ramaiscom vazamentos,localizados
I
t no geofonamento,deveriamser substituídos,e náo consertados.Estastrocasocolreramao longo de todo o
I trabalhoe somaramum total de 609 ramais.
t
t Portantoentretrocascorretivase preventivastivemos 1.602ramais,o que representa3o/o
de todos os ramais
I
I do setor.

¡
t
)
)

Ip
I
t
¡
lraterialx ldadede Rede

E
o

o
ñ k I
a
e
r
;

Gráfico4.9 - Materiaisx idadeda rede

Na ocasiáoosmaioresindicadores
deperdaseramosdasVRPsSalomáoVasconcelos
e Luiz Imparato,onde

o Grupodecidiu,emreuniáoposterior,implantarrenovagáo
deredee ramais,combasenosrecursos
entáo

disponíveis.

Na VRP Luiz lmparatoforam substituídos70Yodos ramaisde forma preventiva,e na VRP Salomáo

Vasconcelos
foi substituída
umaextensáo
de292metrosderededePEAD,ondeocorriammuitosvazamenros

e grandeincidénciade ligagóesirregulares,
e seusrespectivos
ramais,conformeTabela4.3. Estesdois

habalhosestáomelhordescritos
nosAnexosI e 2.

VRPLuizlmparab (trocaspreventivas)
VRPSalomáoVasconcelos
Em todo o Setor correti\as
Tabela4.3-Elementos
renovados
noSetorCangaíba

Além destasagóes,
haviasidodefinidono Planejamento
quetodososramaiscomvazamentos,
localizados

no geofonamento,
deveriamsersubstituídos,
e náoconsertados.
Estastrocasocotreramao longodetodoo

trabalhoe somaramum total de 609 ramais.

Portantoentretrocascorretivas
e preventivas
tivemos1.602ramais,o querepresenta3zo
detodososramais

do setor.
4.2 PERDASAPARENTES

m3 e foi realizado10.095.391
parao períodode maio/08a abrill}9foi de 9.651.998
A metaestabelecida

m3,ficandoportanto4,590 acimadestameta,ou seja,443.393m3.

do volumemicromedidodecorreude formadireta,dasagóesplanejadas
O incremento e, indiretamente,

do consumodosclientes.
atravésdo aumentoespontáneo

médiodeabril/O9foi de 0,525Lllig. diacontra0,505Lllig. diade abril/


observarqueo consumo
Podemos

de 3,8loá.É importante
08,um incremento ressaltar foi potencializado
queesteaumento atravésdasagóes,

na ligagáode água,fidelizagáode núcleo


detecaáode inegularidades
como:varredurade cadastro/fraude,

positivado volumemedido no
debaixarendae trocade hidrómetros.O Gráfico4.10mostraa evolugáo

períododo projeto.

VU - L¡trosLig. dia

0,550

0,540

0,530

0,520

0,510

0,500

0,490

0,480

o,47O

0,460
jan/o8 feulo8 nailo8 a*lo8 mái/08 juñ/08

Gráfico4.10-VU - L/lig.dia

As reativagóes ficaramabaixodo previstoem28oA,


dasligagóes sendoreativadas No mésde
182ligagóes.

outubrode 2008,iniciou-seo trabalhode inativasatravésda empresa Em fungáodo Projeto,


contratada.

forampotencializadas
asagóesnestesetor.

estruturou
No terceirotrimestre,o EscritórioRegional,emparceriacoma ÁreadeReceita,Créditoe Cobranga,

umanovametodologiade trabalho- varredurade cadastro/fraudeo


com o intuito de alavancaro volume

micromedidoe a arrecadaQáo.
Na Tabela4.4 podemosobservaras áreastrabalhadase as aqóesrealizadas.

AlteraSo de categoriade uso 1 7 3 8o rrÍ \zg'¿


Altera$o de nrirnerode economias 1 2'l 17 239 278 j,zr'i{
Alteraqáode ramode atiüdade a 10 6 22 50 o,5&
Alteraqáode S|TA/ slTE 8 1r9 86 1.256 t.5o9 17,55%
Alterafágde TL 4 0 1 o 5 orúZ
Fraudesdehctadas o 4 2 17 2, Or4%
Indu sáo/ Alternqáo
de nomedo diente 46 1 09 133 68o 968 11,262
InclusSo
I Alterado de telefsneparacontato 229 360 1'977 2.640 ,or7o%
Indu sEo/ Alteraqáo
de tpo de cavalete 52 J15 4a5 z.a6 2.898 '.3,1fl
Lacraqño
de hidrémetros 1 3 7 o o 38 o,44%
Ligaqóos
fora de cadastro 7 0 0 o 7 o,o81[
Negocia$ode débitos lo 1 4 7 4o v o,gy"
TGf¿IgERñL 226 Lozo
. i : I lr:, : : : : : ' r : a l : - : r . i : : = - : i ¡ i : t : : i¡:f: t . : l
s5
l
.lriaj s.59s rorog,
Tabela
4.4- Aq6es
comerciais
nasVRPs

A agáo de varredurade cadastro/fraudefoi representativaparaa redugáodo índice de perdasdas áreas

trabalhadas,e também,contribuírampara o aumentodo faturamentodo setor,que por suavez, alavancouo

retorno do projeto. Porém,observamosque na áreada VRP BuenosAireso índicede perdasaumentouapós

a varredura,sinalizandoque o aumentode perdasreaisnesteperíodosuperoua redugáopropiciadapor esta

varredura.

Estesresultadospodem ser observadosna Tabela4.5.

n .:

n
ñ fndicede Perdas(antes) 27'
581 502
- fndicede Perdas(depois) 379 235 251
á Tabela4 .5- Comparaüvodosíndices
de perdasnasVRpsantese d epoisdasrarredurascomercia¡s
rl
a
a A Tabela4.6 demonstrao resultadofinanceirocalculadoatravésdos apontamentosrealizadospela agáode

a varredura.
a
a
a Cabgoriade uso 3.866,33

a TL(alter45ode o p/1)
NegociaSode débitos(total)
90,26
135.412A5
a Númerode econombs
tigaqfusdorade cadastro
2,g34,17

rr Vabraqáo de fnudes
rBa,B4
S,Bg1,g2
rt Máede-obra/ equipamentos
lrregularijadesna infn estrutura(*)
-21.404,17
685,32
a ::::.:.. r,...::,:
:..,,,,.,,
RefullalotÍ1uido 127:6,5:9,t12

t (*) Ramalabandonado - VRPCajapió


t Nota:Nocálcubdo beneficb,foi consiCerado
somente
retom o de 1 mésparao sp roblemascadastrais.
o

t Tabela4.6- Comparaüvocustox benefício


I
rt
I

O resultadomostra que a agáoagregouvalor ao projeto contribuindo para o melhor desempenhode payback.


I
é
I
Analisandoa Tabela4.7, concluímosque as trocaspreventivas,mesmotendo a menor média mensal,foi a
I
agáomais representativaem fungáoda elevadaquantidaderealizada,seguidapelo aumentode ligagóesno €

setor.Podemosobservarainda os ganhosoriundos das demaisagóesrealizadaspara a redugáode perdas
G
aparentes. €

é
é
TrocaPreventiva
TrocaCorretiva
6.652
1.146
ro,323
677
1r5,19u
55,58U
3'o1
7'48
372.866
54.11
9
I
Fraudes 379 147 91,56% 6,77 28.19o é
Reativarpes z5z 182 72¡2% 18'4 40.r58
Ligaf6esNovas $1 784 18i,06% 8,5 79.968 é
ParctoSAMA-Abrila Abri[og é
Pareb- SAMA-de abdU08
Tabela4.7- a abrü/09 I

é

é



-
a

é

e,


4:
I'
I
2

I
RH$#LJ&..&nG
7
á
F 5.1 - Resultadosfinais dos Indicadoresde Perdas
H
II O projeto foi realizadono período de abril de 2008 e abril de 2009. No primeiro més ocorreu a etapade
Ir
F planejamentoe a definigáoda meta,a partir de maio foram iniciadasas agóesprevistas.A metado Grupo de

7 Projeto era reduzir o indicadorde perdasde 401,06 LigÁig.dia (valor de dezembrode 2007) para um valor

7 entre 310 e 333 Lllig.dia, em abril de2009.


n
h Após todasas agóesrealizadas,
em abril de2009,atingiu-seo indicadorde276Lllig.dia, ou seja,um valor
Ii
I.r melhor que o limite inferior da faixa da meta.
70,97o/o

n
h Outro objetivo do Grupo de Projeto eraa manutengáodos indicadoresnestenovo patamar,o que foi observado

- nos mesesposterioresao final dos trabahosdo GP.Entre maio e setembrode 2009 os indicadoresvariaram
n de 278,29 a 309,05 Lllig.dia, portanto sempreabaixo da faixa da meta.
á
-
O Gráfico 5.1 mostra a evolugáodo indicadorde perdasantes,durantee apósas agóesdo GP.
-
n
n
-
:
:
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['{O

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+,itl¡,,J
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t ?s s t3! g ? s g
ütr*i,te!¡ * -lf¿s*,r!!nA -[{f4n m*E:#

n Giáfico5.t - Evolugáo deperdas


dosindicadores

h
h os volumesdiários,de forma a eliminar a diferengana quantidadede dias dos meses,e os
Considerando-se

tr valores dos mesesde abril/08 e abrl}9, para eliminar o efeito da sazonalidade,obteve-seos resultados
TT
!-t apresentados
na Tabela5.1.

F
rr
F - VD
Reduqáodo VolumeDisponibílizado
1.449.129 1.345.207 103.922 7,17%
F (m3/dia)
Aumentodo VolumeUtilizado- VU
F (m3/dia)
819.130 898.036 78.906 9,63%

F Reduqáodo Volume Perdido (m3/dia) 6o4.7j7 4x.9a9 182.828 3o¿3%

F Reduqáodo Indícador de Perdas


413'71 276 137'71 3f '29%

Fr (L/lig.dia)
:::ili:?iiii:llllg:a€tt ii!¡:i::t¡,.:,:rr,: ...::.,;,;r¡5:¡liiñ;rf itir;iititi]:liitai]i,i::tii rii:li:r1:l:;::i&¡€iilti¡!.li.:xl

F T a b e l a5 . 1 - V a r i a g á od o s v o l u m e se i n d i c a d o rd e p e r d a s

ts
?
?
n
---rl
-
q
O Gráfico5.2mostraa evolugáo
destesvolumesao longodo períododeprojeto. .f
.l
r4
q
r-
-l
d
G
* r r ! | f t t l ! 1 ! | t r I t t t r t r Ir I I , *
ü
Gránco5.2- Evorusáo;;;;";;s di¿i,rios
ü
r{
Deve-sesalientarque os valoresdo VolumeDisponibilizadonáo levaramem contao crescimentovegetativo ¡¡

do setorno períodode projeto e que o volume social,importantevariávelno cálculo do indicadorde perdas,


rq
ri
manteve-seconstante. -
G
Quandoconsidera-seo indicadorpercentualde perdas,que náo leva em contao volume social,nota-seuma G
redugáode 41,'12oA
em abrlO8para3l,36Yoem abrl09, sendoque apóso período de projeto, esteindicador G
q
tem se mantido entre 33% e 36%. conforme o Gráfrco 5.3.

ti
& q
6
e
q
K

ft

f I
ffi
r-
ffi
-
ft

I r s !l $ 1 i t r r 1 ? t ir rr Ít *i l t t q
Grafico5.3- Evolugáo
percentual
dasperdas.
q
q
O Gráfico 5.4, apresentaa evolugáo do indicador de perdas anualizadoque teve uma redugáode 25%,
q
4
passandode 434,6 Lllig.diapara326,l Lllig.dia, entre abrlO8e abr/09. 4
a
á
I it*
i ¿c{r
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E ij üe? ; € E :E,ÉE Éi E $$ T' { B t 3 ] E
Gráfico 5.4 - Indice de perdas anualizado a
á

4
4
4
5.2- ANÁLTSEFINANCEIRA

5.2.1- CustosPrevistos

As previsóesde gastosforamfeitas coma utilizagáodo softwarede planejamento


e controleMS Project,

como cadastramento
dastarefas,dosrecursos
materiaise de máo-de-obra seusquantitativos
aplicados, e

pregosunitáriosapurados.
O valortotalde gastoprevistono projetofoi de R$ 2.264.mi1.

Pode-se no Gráfico5.5queasprevisóes
observar noprimeirosemestre
concentravam-se do projeto.No més

de2008,temosumpiconaprevisáoemfungáodatrocado painelelétricodaestagáo
desetembro elevatória,

cujovalorprevistofoi de R$ 561mil.

700

600

500

400

300

200

100

0
abrlo8 mai/08 jun/08 jul/08 agolo8 st/08 out/08 nov/08 dezlog jan/09 fevl0s mat/og abr/09

r Previsto Realizado
Gráfico5.5-Acompanhamento doprojeto
mensaldarealizaqáo

No planejamentonáo foram previstasrealizagóesde gastospara os mesesde janeiro, fevereiro,margo e

abrill2009,porém algumasaqóesconsideradasestratégicascontinuaramsendoexecutadas,como por exemplo,

as trocas de ramais preventivas; as agóesde combate a fraudes; renovagáo da inflaestrutura da Canaá;a

implantagáoda VRP Jequerie as agóespara recuperagáode receita.

5.2.2- Custos Realizados

O controle e acompanhamentoreal dos custos do Projeto foram feitos com a utilizagáo do Sistemade

Apuragáo de Custos, implantado para acompanhamentodos grupos de projeto. Os langamentosforam

efetuadospelos responsáveispelasrespectivastarefas,conforme amafriz de responsabilidades.

A Tabela5.2 apresentao previsto e realizadototal, por bloco de tarefas.


-
f
E
Agóesred. VD 1982.569,17 1.123.466,36 J
Aq6esaum.VU 831.498,38 789.341,62 €
Rec.Receita 1.733,21 45.o59,8o
6estáo )7.4)4,89 >7.584,41 €
Diagnéstico 9.498,08
Totalde gastos 2,262.734,33 2.389.22o,1i
3.767,92 a-
,slliüiri,,üXr¡!,,!*1ir:iriir!¡1¿$l**:ei]r.::*9.ii:i:.::titrii.l¡]ulti t!
Tabela5.2- Custosprev¡sto x realizado

O Gráfico 5.6 apresenta o fluxo de caixa acumulado do projeto. tr
3000
c-
C
2500

2000 a,
1500
C
1;
1000
rt',
500 1F
0
er
abrlo8 mai/08 jun/08 jul/08 agolo8 set/08 out/08 nov/08 dezlo8 i;

Gr¿ífico5.6- Fluxodecaixaacumulado
+Previsto -ffi-.Real¡zado rl
G
Arealizagáodos custosdo projeto foi de R$ 2.389 mil, ficando 5,59 yo acima do planejado.As agóespara
q
G
a reduqáode PerdasAparentesrepresentaram33,04o/odestetotal, ou seja, consumiramR$ 789 mil; já o ri
bloco de agóespara redugáode PerdasReaisconsumiu 63,760Ado total, somandoR$ 1.523 mil. as
C-
Analisandoa previsáodos custosobserva-seque duasagóesapresentarammenor custoem relagáoao previsto, .4
d
sendoelas:
d
q1
a) Substituigáodos painéis elétricos da estagáoelevatória foi de R$ 56l.mil (em setembro)e o valor
á
efetivamentegasto foi de R$ 390 mil (em novembro/2O08),ou seja,R$ l7l .mil abaixo do previsto; á
ü
b) A tarefade avaliagáoe utilizagáoda Unicram tambémnáo foi executadacomo previsto, portanto deixamos á
ü
de gastarnestatarefa o montantede R$ 7.054,08.

a
á

As agóesque consumirammais recursosdo projeto encontram-senos itens,a seguir:


á
Á
v t
a) Paraas agóesde PerdasAparentes,o montantede gastofoi compostoprincipalmentepelastarefas: -
- t
1
-,
Z
v t
- Trocaspreventivasde hidrómetros:R$ 588 mil;
á
á
- Combateas fraudese vistoria das ligagóescom suspeitade fraudes:R$ 110 mil;

á --

t
! l

á
]'t
ts
t'r - Trocascorretivas
dehidrómetros:
R$44 mil:
I.
fE - Ligagóes
novas:R$ 36 mil
ltta
? b) Paraasagóesde PerdasReais,osgastosforamcompostos
principalmente
por:

?
? - Renovagáo R$ 793mil (TrocadeRamal:R$730mil e Substituigáo
deinftaestrutura: deRede:R$ 63 mil);
á
hE - Substituigáo
do painelelétrico:R$ 390mil;

F
a - Otimizaqáoe implantaqáo
de VRPs:R$ 222 mil;
I'
f, - Geofonamento
e consertodevazamentos
comMOT: R$ 154mil:
á
F No Gráfico5.7observamos
que64%do custodo projetofoi despendido
paraasagóesdeperdasreaise 33Yo
t paraasagóesdeperdasaparentes.
ñ
E
It
a
n
-
F
-
-
)
rVD eVU s R e c u p e r a g á o d e R e c e i traG e s t á o rD¡agnóstico
-
Gráfico5.7- Custodasagóes
doprojeto
-
-
a No Gráfico 5.8 pode-seobservarque o custopor m3para a reduqáodo PerdasReiasfoi 47% maior comparado

E ao custo para as agóesde redugáode PerdasAparentes.


a
a
a
a
rl
rt
rD
rD
rt
a I P e r d a sR e a i s

Gráfico5.8 - Custopor m3
6 P e r d aA
s parentes

f
E
-
-
-
- l
Él
ri
5.2.3 - Payback
q
rf,
Á
Apesar dos fatos citados, o desempenhodo projeto foi favorável,já que a relagáode custo x benefício
ü
saldopositivode R$ 16lmil (gastode R$ 2.389mil e beneficiode R$ 2.551mil).
apresentou rq
rFi
Observa-seno Gráhco 5.9, que o retorno acumulado superou o custo acumuladojá no segundo més, TE
prevalecendoaté o final do projeto.
r-
-
a
q
q
q
q
q
q
529
-
G
abrlo8 ma¡/08 jun/08 ju¡/08 aeolo8 set/08 out/08 nov/08 dezloa janlog fev/09 mat/09 abr/09
-
::il Iii:l"f :Hffiilü","
o,uf# -
-
Os fatos que motivaramesseótimo resultadoforam:
G
*
a - Análise crítica trimestral, que permitiu mudangarápida de estratégiae a otimizagáodos recursosem
I I

agóesque trariam maior retorno. -


-
b - A antecipagáoe bom desempenhode agóesde alto impactocomo troca de hidrómetros,geofonamentoe G I

-
reparodos vazamentos.
-

c - Retorno financeiro, acima do esperado,na agáode infraestrutura.Essefato ocorreuporque oportunamente,


a
á
na agáo de renovagáode infraestrutura, também foram trabalhadasas agóescomercial e financeira que -
ú
permitiram náo só a regularizagáode ligagóesmas também a fidelizagáo dos clientes que se encontravam
á
no entorno do núcleo trabalhado. a1
a1
a1
a4


á
J1

á
á
á
4
¡I
ü

5.2.4- Recuperagáo
de Receita

As agóescomerciais
e decobranga juntasparaqueo resultado
caminharam fosseeftcazepermanente.

Pode-se
observar
o bomresultado do setor,queemabril/08erade 4l,1606,e em
do índicedeinadimpléncia

abri1l09,
fechouem 34,16%o, umaredugáode 7 pontospercentuais,
apresentando conformeGráfico5.10.

% Inadimpléncia
50,OO%

45,OO%

40,oo%

35,00%

30,00%

25,OO%

20,oo%

Arl08 Mai/08 Jun/08 Jul/08 Ago/08 set/08 out/08 Nov/08 oezlo8 Ja lo9 Feylog Matl1g

Gráfico5.I 0 - Evolugáodospercentuais
deinadimpléncia

No Gráfico 5.11, observa-seque as religagóessuperaramas supressóes,comprovandoa efici6ncia

negociagáodos débitosjunto aos clientesinadimplentes.

t.200

1.000

800

600

400

200

0
lún/08 Jul/08 Agol08 Set/08 Out/08 Nov/08 Dezlo8 lan/Og Fev/09 Mar/09

r Supress6esrealizadas Rel¡gae6esRealaadas

Gráfico5.1I - Comparativosupressóes
x religagóes

As agóespararecuperagáo
dereceitaforamfundamentais
paraalavancarosresultadosderedugáodeperdas

aparentes,umavez que permitirama ftdehzagáodos clientesque encontravam-se


consumindoo nosso

produtode formairregular.
#lmru*$_..t,"$
I
I
)
)
t O ProjetoCangaíbatrouxesignificativosganhosmensuráveis
diretaou indiretamente,
)
a considerarprimeirarnente,o resultadodo trabalhoem si.
)
)
As agOesplanejadastiveram a implementaqáo,no curso dos trabalhos.de novas

ferramentasque pennitiram a adogáode novastecnologiase inovagáona utilizagáo


I já conhecidos,possibilitandoconstata96es
dos equipamentos maisnipidase mais eficazes,quenum conJunto
)
l de agÓestrouxeganhossignificativosna redugáodo índicetle perdas,possibilitandoinclusive
a antecipagáo
I
do retorno financeiro do projeto.
)
)
Ficou evidentetambém que o monitoramentodo setor,com controlesestruturados,avaliagóes
, atravésde

, análisescríticas periódicase criteriosasfbram fatores decisivosdo sucessopara alcance


das metas
I
preestabelecidas
porquepossibilitarama revisáoe redirecionamentodasag6espreviamenteplanejadas.
I

Por outro lado' a estruturagáode um planejamentopadronizado,semelhanteao desenvolvidonesteprojeto

do Setor de AbastecimentoCangaíba,aplicado aos demaissetoresde abastecimentopoderia garantir


um

melhor desempenhona redugáodo índice de perdasclatIN Leste,priorizandoas agóesno


setormais viável

financeiramente.

É possívelainda,com o produtodo trabalho,reforgara oportunidadede adogñodos controles


ou a sistemática

estabelecida,para uma alteragñoda dinámicade atuagáodas áreasenvolvidas,o que permite


uma gestáo

mais eficaz.

Outro ganho verificável foi a constatagáode que a lntegragáoentre as áreasfoi fundamental


para que as

agóesfluíssemdentro do períodoprevistono projeto.

E importanteressaltaro envolvimentosignificativo dos membrosdo grupo, que contribuíram


com grande

empenhoe qualidade,sejana operacionalizagáo


dasagóesplanejadas,sejano fornecimentode informagóes

e análisesnecessárias
parao desenvolvimento
adequadodostrabalhos.

A experiénciatrouxe a identificagáode oportunidadesde melhoriapara novosprojetossemelhantes,


a citar

uma reavaliagáoda composigáodos membros de novos grupos de projetos, que deve


considerar

cuidadosamente
o núrnerode participantes,
a complexidadeda propostae o perfil daspessoasescolhidas,

paraevitar que a condugñodo grupo sejaprejudicadae percao foco.


F
e,
Outro aspectorelevantee que merece ser objeto de reflexáo para outros trabalhos,é a necessidadede J}
a,
disponibilidadee engajamentoem tempo integralpara desenvolvimentoe execuqáo.
J,
a]
Finalizando,o produtodo trabalhocertamentecontribuiuparaampliaro conhecimentodaspessoasenvolvidas
tr
e tem a qualidade e a profundidade para direcionar novas agóes,ficando como percepgáodo grupo o F
tr
entendimentode que a melhoria do índice de perdas aparentese reais direciona para a necessidadede
tF
investimentoscada vez mais vultosos, seja para melhoria da infraestruturainstalada; seja para o G
desenvoivimentode novastecnolosiase materiais.
C
C
A implementagáode novasagóese projetospara mitigagáodasperdasdeve serpensadana atuagáoefetiva
]F
1;
das equipesna prevengáoe náo mais na reparaqáo. F
-
Parareflexáo final temos que o segredodo sucessoé atuarna causae náo mais nos seusef"eitos.
G
G
ir
tF
q
q
G
-
d
-
.d
d
G
;1
Cf
c4
ü
rD
¡r
¡r Refer€nciasBibliográficas
t
t ALEGRE, I-L et. al. PerformanceIndicatorsfor lilater Supply Service. IWA Publishing,2000.
rt
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a EscolaPolitécnicada tJniversidade
de Sáo Paulo.2004.

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¡t Night Flow Data,1994.
¡it CONSÓRCIO JNS/COBRAPE/CNEC.Flanas lrttegratlosRegionais.Sabesp- Vice presidéncia
b
¡iD Metropolitanade Distribuigáo,2002.

rD
rD
t
rl
I
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rr
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rl
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-c
a
I-OBJETTVO
-
a
)
a O objetivodessaagáofoi a regularizagáo
e fidelizagáo
dasligagóesirregulares,
existentes
na rua Canaáe

a vielasadiacentes.
ñ
rt
rt O objetivo, portanto, considerandoa agáode regularizagáo,se expande,passandoa englobar também a

rt melhoria da qualidadede vida daspessoasque lá residem,uma vez que a situagáoencontradafoi de precariedade


7,
n de condigóessanitáriase hidráulicas,atendendo,dessaforma, a missáoda SABESP que é a universalizagáo

- dos servigosde saneamentobásico.


a
7t
7,
rt rr-TNTRODUCAO
,,
-
- Em outubro/2008,foi iniciadaa agáocomercialde varredurana VRP SalomáoVasconcelos,
com a finalidadede
-
detecgáode fraudes, irregularidadescadastrais,identificagáode ligagóes com abastecimentoirregular e
-
) diminuigáodo índicede perdas,em concordánciacom os propósitosestabelecidos
no GP Cangaíba.Ressalta-

- se que em margo/O8no início do GP,o índice de perdasnaquelaVRP era de 945 Lllig. dia e em abril/08 esse
-
índice caiu para293 Lllig. dia,proporcionandoparaa VRP uma diminuigáode 652 Lllig. dia,representando
-
- 68Yode redugáo.
-
-
rt de adogáode medidasespecíficaspara o trechocompreendido
Duranteessaagáo,foi detectadaa necessidade
Il
na rua RinaldoCarlos RafaelAngelicola,ondeas ligagóesexistentesabasteciam-se
de forma irregular,devido
;l
;' a náo existénciade rede de distribuigáode água.

r'
I
Além dessaagáo,detectou-setambéma necessidade
de remanejamentode um trecho da redeexistentena rua
I'
n Canaáeadjacéncias,com a finalidadede remogáodasirregularidadesna forma de abastecimento
dasligagóes
n compreendidasna regiáo, cuja rede foi em diversos casos, implantada pelos prórpios moradores, sem
7t
:t conhecimentotécnico, equipamentose cuidadosnecessáriospara a náo contaminagáoda rede, tornando-a

I. vulnerávele contribuindosignificativamentepara o índice de perdana VRP.


>t
F
2
T
Itr_PERFILDAÁREA I
I
Apóslevantamento (conforme
da áreaatuada o quesegue:
Figural), apurou-se I
I
I
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I
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I
rt
rt
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techo comalta incidénciade inegularidades, atendidopor rede
'llrecho
com ligaqóesirregulares,náoatendidopor rede tl
It
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I
i-
-
J
f
a
J
J
C
é
é

Figura 2 - Fotografia aéreada áreaatuada(área hachurada).


Figura3 - Fotografiaaéreadasquadras pelaagáo(5:060,Q:02,307e 308).
influenciadas

- Número de ligagóes atuadas:94 (todas em TL 0 - área desprovida de rede de esgotos)

- Número de economias:l0l (sendo99 residenciaise 2 comerciais)

- Volumemedido:1.416m3lmés

- Volumemédiopor ligagáo:15,06m3/més

- Volumemédio por economia:14,01m3/més

- Ligagóesativas:94

- Extensáodarede:292m

- Ligagóescom débito:40

- Montantedos débitos:R$ 92.287,61

- Populagáoestimada:660

IV-RESULTADOS

Após a atuagáonaárea em foco, apurou-seo que segue:

- Criagáo de 85 novos RGIs, oriundos da regularizagáodo trecho. Podemosobservara situagáoantese depois

da agáo, conforme gráfico abaixo. Ressalta-seque nem todos os RGIs foram geradosna mesma emissáo

devido ao cronogramacomercial,por isso a diferengaentreas emissóesde margoe abril.


- 74 caíxasUMA utilizadasemregularizagóes
(cedidaspelaCia.),sendoque42 foramaplicadasemligagóes

novase 32 emregularizagóes,
conformeFiguras4,5 e 6.

- 10Religagóes.

- 14Regularizagóes
decavalete.

- 13Trocasdemodelodecavalete.

- 74 Remanejamento
de ligaqóesparanovotrechoderede,conformeFiguras7 e 8.

Evolugáodo
Númerode RGls
200

IOU

!20

80

4o

0
jan/O9 fev/09 mar/09
Gráfico I - Evoluqáo da quantidade de RGIs
l'!
F
á
b
F
ts
9
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7
F
TT Figura4 - Antesda aqáo Figura5-Duranteaaqáo Figura6 - Depoisda aqáo
ftf
F
E
n
-
á
a
E
E
a
-
a
á - Foram detectadasl4 ligagóescom irregularidades,conforme casoregistrado na Figura 9.

-
-
-
-
n
-
f,
E
rt
E
;l
''
;l
f, Figura 9 - Situagáode irregularidade apontada.
E - 83 Trocas de hidr6metros
a
a - 3 1 Ligagóesem cavalete

- - Durante a execugáo das agóes,foi detectado um vazamento da rede, que tinha como destino uma GAP
-
- (Galeria de Águas Pluviais), ressalta-seque após a agáo,essaGAP secou, confirmando o levantamento.

-t conformeFiguras10 e 11.
J
-
-
Figural0 - GAP(ANTES)comágua. Figurall - GAP (depois)seca

- Foram efetuados27 acordos de renegociagáode débitos.

-Dos27 acordosrealizadosforam renegociadosR$ 92.287,61,sendoque o maior delesfoi de R$ 27.288,09

representandotrezecontasem atraso(essedébito correspondeao abastecimentode uma ligagñocom cinco

economiasresidenciais).

IV-BENEFICIOS

O maiorbenefíciofoi aregularizagáo
dasligagóese a disponibilizagáo
dasredesde distribuigáode águapara

a populagáo
da regiáo,issopodeserconstatado
nasFiguras12e 13,ondepodemosidentificarna Figural2

regularquejá erambeneficiadas
as ligagóescom abastecimento os pontos
com a redede abastecimento,

verdesda figura representam


as ligagóescom abastecimento
irregulare as ligagóesnovas,oriundasdas

regularizagóes.

índicede Inadimpléncia

jan/09 fev/09 mar/09


Gráfico 2 - Evolugáodo indice de Inadimpléncia
F
F
fD Na Figura 13 podemosobservaro posicionamentoda rede e os imóveis com e sembenef,rciamento
de rede de
¡
ll distribuigáo.

ft
¡.
p Já na Figura 14, podemosconstatara nova configuragáoda regiáo, onde o trilho da rede disponibllizada
f aparece em azul claro, contemplando todas as ligagóes, já para a emissáo de abril/09, todas elas foram
D
¡D contempladasnas tarefas de leitura e entrega de contas.

!D
¡
D
¡
¡
rr
¡
D
¡
D
¡
rr
t
rr
rr Figura12 Figura13
t
t
rt
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I
t
¡
Il
t
I
|l
I
I
I
I Figura 14 - Posicionamentoda rede apósa agáo.
¡l
fo
p
fr
?
l.
ft
¡t
F
-
E
Além dessesfatores,pode-seobservarnos gráficosa seguira evolugáodos volumesmedidosentreas
u
dejaneiroe abriV}9e conclui-se
emissóes quea diferenga
entreosvolumesiniciaise finalfoi de L402m3lmés,
j

ou seja,100%ode
crescimentonaáreaatuada.
I
J-
VU (m3)

3000
a!
a!
2500
a,
2000 -
é
1500
é
1000
é
500 t
0
-
jan/O9 fev/09 mar/09 -
Gráfico3 - Evolugáodo VolumeMicromedido e
J}
a;
que o reflexodessamedigáopodeserobservado
Ressalta-se a seguiqondedemonstra-se
a evolugáodos
e
valoresfaturados,
queparaa emissáo
deabril/O9,
foi deR$ 6.697,31,ou seja,R$ 4.3960,92a maisdo queem a;
-
janeirolO9,
queapresentou
comoresultado
R$2.336,39.
-
Valor(RS) t
8.000,m -
f
e
6.000,m
e
a
4.000,m
4
-
2.000,m e
é

0,00
J):
jan/09 fev/09
J
It
Gráfico4 - EvolugáodosValoresFaturados
?:
á

a
á

á
á
á
á
Á
ú
á
!t
To
:t
t V-ANALISEFINANCEIRA

E De acordo com as obrasexecutadas,seguetabelacontendoa relagáocusto X benefício do projeto.


É
Ressalta-se
que o valor desembolsado
com as despesas foi R$ 38.404,49,porémfoi aplicadoo
operacionais
)
- fator de reajustecontratualde 5,40Ya.
,a
- AÉes comRetornoFinanceiro Unidade/Quant. Crsto Benefício

E (MOP)
Fiscalizagáo 760 h 2.099,60

ID Veículos 9sd 7.283,65


(*)
CustoOperacional 40.478,33
t (**)
Negocia$ode Débitos 160h 407,6 92.287,6t
a Fraude L4lis.. 0 0
- Fornec¡mento
de UMAs 74unid. 9.279,60
É f rocade Hidrómetro 83li. 3.47r,89
Saldo 61m0,67 92,A7,61
á
Relacáo
CustoX Berefício 29.26694,
f,
a (x ) lmdementagáo da rede, Remanejamento,Regularizagáo

lx x) Orsto das horasdo fiscaL


das ligag6ese LigagóesNo/as

ri
a
a Podeser observado,de acordocom a tabelaacima,que todo o investimentoefetuadonaregularizagáo,houve
a
a o retorno imediato,fato decorrenteda renegociagáodos débitosexistentesno local.

-
-
-
-
-
-
a
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F
I.
F
F.
L
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f'o
I'o
Ito Pesquisade vazamento

b
ft
t indicadoresde perdas
A VRP Luizlmparato, localizadanaZona Alta do SetorCangaíba,estavaapresentando

ln muito altos, mesmoapósos ciclos de geofonamentorealizados.Em dezembro/08,por exemplo,o indicador

F
:f
mensalerade 667 Lllig.dia, com previsáode alta emjaneiroi09.

frr
Fr O Grupo de Projeto decidiu entáo utilizar o método de detecgáocom loggers de ruído, equipamentosque
F detectamruídos constantes,indicativosde vazamentos,captadosdurantea madrugada.A utilizagáodestes
¡i
FT já previstadurantea etapade planejamento,foi um aprimoramentodo processode pesquisa.
equipamentos,
F
h
ñ No dia 23 dejaneiro, foram instalados117 loggersde ruído,cobrindotoda a extensáocobertapelaVRP,ou seja

ñ (verificagáodos sinaisde ruído) e executados


I Okmde rede.Após a instalagáoforam feitosos patrulhamentos
h
vazamentos.O processose repetiu até dia l0 de fevereiro,quandocessaramos sinaisde
os correspondentes
ñ
n vazamentos.No total foram executadosl5 vazamentosnáo visíveis, sendoum deles em rede de l50mm,
n
n resultandonum indicador de 1,5 vazamentospor km, que náo haviam sido detectadosanteriormentepelo

h geofonamentotradicional.
-
n
n pois houveumaredugáosensívelnos indicadoresde perdas,que semantiveram
O resultadofoi surpreendente,

n estáveisdesdeentáo,conforme Gráfico l. AYazáo Mínima Noturna caiu de 42 para 12 m3il1 o Fator de


n Pesquisapassoude 0,64para0,31, e o indicadorde perdasde fevereirofoi de 190 Lllig.dia, contra705 L/lig.dia
f,
It de janeiro ou seja,umaredugáode cercade 7304.
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(náodetÉctados) Ut¡l¡zatáodoslogges de ruído
(debcAáode va!3m¿ntcna rede)
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J Gráfico I lndicadores de P e r d a s( L / l i g . d i a ) n a V R P L u i z lmparato

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Em margoentrouem operagáoo conversorde Í?eqüénciadaZonaAlt4 o que trouxe tambémuma redugáona

vazáo mínima noturna desta área, incluindo na VRP Luiz fmparato,pois as pressóesde montante foram

reduzidas,o que trouxe como conseqüénciaa redugáoproporcionaltambémajusanteda válvula redutora.Em

maio foi feito um ajusteno controladorde tempo da VRP, gerandonova redugáonavazáo mlnima noturna.

Ao final de todo esteperíodo avazáomínima noturnapassoude 42 m3lh(medigáofeita em novembro/O8)para

6 msArem maio/O9,conforme Gráfico 2.


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* * sáci s r i* üi t ñü;;
Gráfico2 - Redugáo
da YazáoMínimaNoturna(mr/h)na VRPLuiz lmparato

Estesresultadosmostrama importánciada utilizagáode melhor tecnologia,complementarao geofonamento

tradicional,e no empenhodas equipesde planejamentoe de campo.

Nas Figuras I e 2 (acima) pode ser observado tnn vazamento náo visivel descoberto na rede de | 50mm e uma fissura na rede de I S0rnut

Renovagáode infraestrutura de ramais

Outra agáoimportantenesteVRP foi a troca preventivade 993 ramais,que represenfavaml0%odo total de

ramaisdaárea, entreos mesesde fevereiroe maio de 2009. Estaagáode renovagáode inÍiaestruturapoderá

trazer vma maior estabilidadedo sistema,reduzindo os vazamentose mantendopor um período maior a

necessidadede novas campanhasde detecgáo.


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Modelagem
Matemática
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F TNTRODUQAO
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ltta O presenterelatório trata do estudohidráulico da VRP Salomáode Vasconcelos,visandoatenderá demanda
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geradano ámbito do Grupo de Projeto Cangaiba,jáque essaválvula possuíaum dos maioresindicadoresde

perdasdo setor(440 L/lig.dia).

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|a CONTETJDO

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f,
t l.Caracterizagáo da área de estudo

F 2.Parámetrosparaelaboragáoda simulagáohidráulica
f,
2.1 Gráficosde calibragáodo modelohidráulico(períodoextendido)
f,
f, 3.Esquemada simulagáohidráulica

- 4.Análisedos resultados
-
4.1 CenárioBase
-
- 4.2 Cenário Reforgo
-
4.3 CenárioReforgo+VRP
-
- 4.4 CenárioReforqo+VRP+novaVRP

-
5.Conclusóes
L
6.Anexos
J.
- - Estudosimplificadode viabilidadeeconómicaparaa VRP OlgaArtacho
ll
- Sumáriode DadosBásicosdaáreada futura VRP OleaArtacho
I
rr¡ - ProjetoMLED. 1 30033-09ML

-
- Baláoda áreade influénciada VRP Salomáode Vasconcelos
a
a - CD com o arquivo da simulagáohidráulica(formato WaterCAD)

a
a
a 1.CARACTERIZAqAO DA AREA DE ESTUDO

a A VRP Salomáode Vasconcelosfoi instaladaem 1999pararegularaspressóesde parteda zonabaixado Setor


a
a Cangaíba,inicialmenteteve comoponto críticoa cota765m,porémem fungáodo crescimentodesordenado
de

I núcleosde baixa rendadentro de suaáreade abrangéncia,houve a necessidadede adequagáodos limites da

a váhula, que hoje atendea cotamáximade 756m.


-
-
-
á
Figura I - Núcleos de Baixa Rendq cadastrados no Sistema Signos (em vermelho)

Em contrapartidatambémexistemgrandesconsumidoresna área:os Centrosde Treinamentodo Corinthians

e da Portuguesae tambémo ParqueEcológico do Tieté, os dois últimos inclusivesáoelencadoscomo clientes

especiaispela Divisáo de GrandesConsumidores- MLGC. O irónico é que em virtude de sua localizagáo

geográfrca,essestrés clientesencontram-seabastecidospela mesmarede A7 5mm FF, instaladaem 1990.

Outra peculiaridadeé que essaáreaé cortadapelaAvenidaAssisRibeiro e pela linha de trem da CPTM, tendo

apenasdois pontosde transferénciade abastecimento,um em O 100mmFF e o outro emZ200mm FF, assentados

em 1978e 1976,respectivamente.

As redessáo predominantemente
em FF, com diámetrosvariando de 32mm a 300mm e uma grandeparcela

(47%o)com idade superiora 30 anosde uso (vide tabelasa seguir).

ExtensáoX Dlámetro Exten¡áoX Materlal Elrtensáo


X dade
Dlámetro Exten¡áo Mnterial Extensáo Materlal Exterráo
2 F"F" 1 a . q 71 . 6 c lo anoS ¡. sr6,sf
2,679.6" PVC 11- 30 anos 4.6\4,4E
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8o q0.68 )esconhecido i . o 3g , 6 i Desconhec
lJo 1 ,0 3 9 , 6
100 346,08 TOTAL r&oq,tq TOTAL 18.o97,2t
150 8q.o4
200 540,5
300 1.124,O¿
Desconhecido 1.oqq.6:
TOTAL t8.oc7.z.

Tabela | - ExtensdoX diámetro Tabela2 ExtensdoXmaterial Tabela3 - ExtensdoX idade


l.
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I-
I
I
a -

I Como pode ser observadonas tabelas acima, foi verificada a presengade uma rede sem cadastro com
l--
rlt aproximadamente
I km de extensáo.Paraefeito de simulagáohidráulicaassumiu-seque a mesmapossui
l-
I

f- diámetrode 32mm (situagáomais desfavorável)e coeficientede Hazen-Williamsigual a 100.


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I
2. PARÁM ETROS PARA ELABoRAqÁo DA SIMULAQÁO HIDRÁU LICA
l -

F Paraa construgáodo modelomatemático,utilizou-sea ferramentade integragáodo Signoscom o WaterCAD,

por meio da qual é possívela importagáoparcial dos dadosdastubulagóes,assimcomo a demandade cadanó

F
FI
(baseadana média do volume micromedidopara o período escolhido).Dados como cotase coeficientesde

rugosidadeforam cadastradosmanualmente.
b Posteriormenteessesvaloresimportados"automaticamente"sáo calibradosa partir de informagóesreais de
b
b campo fornecidaspelos loggersde pressáoespalhadospela áreae tambémpelascampanhasde mediqóesde

ftD vazáo,ocorridasnos períodosde l5 a 2510812008


e l0 a 1610212009.
b
¡D Na tabela 4 constamos pontos de medigáode pressáoutilizados na calibraqáodo modelo, assimcomo os

rr respectivosnós que os representam.


TD
;D
¡ Local Períodode mediqáo Nó
rr Rr"nManuelde F. Doria lzlollzoogo6ioo J-1

rr 1m JaciraArtacho tzlo'tlzoog o6:oo J-3

r¡ :ntrada do Parqrc Ecológico r 8 / o z l z o or9o : o o


tzlotlzoogo6:oo
J-8o
1ta OlgaArtacho J-92
f Rra Dr. AssisRibeio r 8/ozlzoo9ro:oo )-1o4
rD VRPtusb Rbeíro r5a zrlo8/zoo8 J-r58
lr Rr,aAdelinaLinhares l2lo1l2c.o9o6ioo )-16o
r 8/ozlzoo9ro:oo
D RLn OlgaArtacho (portariado parcue) J-166

r} Travessa
CasteloBranco
Rta RinaldoC.Aneelicola
12lo1lzo09o6:oo
izlollzoogo6too
J-176
J¡88
D
t Tabela4 Loggers de pressdo
¡D
D
rl) A seguirsáoapresentados
os gráficoscomparativosentreos valoresobservadosno campoe aquelesfornecidos

D pelasimulagáo
h idráulica.
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2.1 Gráficosde calibragáodo modelo hidráulico (períodoestendido) ú
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3.ESQUEMADA rUnnÁULTCA
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4.ANALISE DOSRESULTADOS

Foram simuladoscinco cenáriospara a áreaem questáo:

- CenárioBase:situagáoatual,calibradade acordocom gráficosdo item 2.1;

- Cen¿írioReforqo: situagáofutura com a implantagáode redesde reforgo a fim de minimizar a insuficiéncia

"Base";
de abastecimentoidentificadano cenário

- Cenário Reforgo+VRP: situagáofutura do cenário "Reforgo" com a implantagáode controlador na VRP

Salomáode Vasconcelos.

- Cenário Reforgo+VRP+novaVRP: situagáofutura do cenário"Reforgo*VRP" com a implantagáode mais

umaVRP em série.

4.1CenárioBase

A partir da simulagáopara a situagáoatual pode-seobservarque:

- No horário de maior consumo existem trechos de rede que podem chegar a ter uma perda de carga

unitária da ordem de 800 m/km, e em ouftos a perdatotal pode superar15 mca. No barrilete da VRP (P-

320 e P-321) a perda de carga superaos 460 m/km.


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Tabela5 - Tubulaqdescom perda unitária acima dos 30 nikm (t I:00ht

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Figura 2 - Pressdesno horário de maior consumo(l I:00h) VRP com DP:12 mca
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- Emcontrapartida
durantea mínimanoturna(3:00h)as
pressóes
podemexceder
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h 4.2Cenário Reforgo

h
h No cenário"Reforgo"foi simulada
br deumtrechoderedeaolongodaRuaOlgaArtachointerligando
a implantagáo

t¡ A200mmá RuaPalmeira,
a travessia de220,0memO l50FFe outros415,0memO l00PVC,
coma extensáo

h comarede@75naalturada RuaRomanos.
comunicando

h
h Essaobra náo resolvetotalmentea questáodasgrandeqperdasde cargana área,porém praticamenteelimina
h
h os pontos de baixa pressáono setor duranteo pico de consumo,como pode ser observadona figura 4 a

h seguir.Por outro lado, o impacto na mínima noturna é imperceptível, com uma variagáomáxima em torno de 2
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F mca.

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O <= 40.000
<= 47.454

Situagáo
apósa rededereforgo( I I :00h)

Um efeitonegativodaimplantagáo
darededereforgoé umalevequedanapressáo
do pontocríticomonitorado

(I-238),quehojejá ficaabaixodosl0 mcaduranteo picodeconsumo


(videfigura5).

PressureJuctim: J-238
PressureversusTirr e
18,0 + J-238Bae
17,O .r- J-238Rdqp

15,0
E A 14,0
ó N
o Í 13,0
r v
12,0
11,O
10,0

q0 4,o 8,0 12,O 100 2O,O 24,O


Time
(rr)
Figura 5 - Impacto da implantaqdo da rede de reforEo no ponto crítico

Emdecorréncia
dissofoi estudada
umanovamodulagáo
paraa vRp, descritaa seguir.

4.3 Cenário Reforgo + VRP

Além do efeito negativono ponto crítico da válvula,tambémfoi constatadoque mesmosema rede de reforgo

há a incidénciade altaspressóesduranteo período noturno (conformeobservadona figura 3). Destaforma,


Mesmo com a troca da VRP, ainda há a ocorrénciade pressóesacima de 40 mca na área,conformepode ser

observado
nafigura7.

C o l o rC o d i n gL e g e n d
N o d e :P r e s s u r e{ m H 2 O )

t <= I 0.000
t <= 20.000
| <= 30.000
| <= 40.000
<= 47.454

.ñ{ffi-É
TH

Figura 7 - Pressóesdurante q mínima noturna (3:00h) VRP moduladq de acordo com a Tabela 6

Diante disso,estudou-semais uma alternativa,destayez aoma implantagáode uma nova VRP em série.O

detalhamentodessenovo cenárioencontra-seno próximo tópico.

4.4CenárioRefor9o+ VRP + novaVRP

A fim deminimizarasaltaspressóes
ilustradas
nafigura7 acima,foi criadooutrocenárioprevendoa implantagáo

deumanovaVRPemsérie,comOl50 narededereforgodaRuaOlgaArtacho.
EssanovaVRPnáonecessitará

de outrocontrolador,
podendoserdo tipo fixa.

Apesardeabranger
umaárearelativamente
pequena
(apenas
1.346ligagóes
ativas),o ganhodepressáo
dessa

novaVRPestáestimado
em2l mcaduranteas24 horasdo dia,refletindonumpay-backdeaproximadamente

26 meses(videestudodeviabilidadeemanexo).
-
t t
lt'D
F'
t-r
F
t{
C o l o rC o d i n gL e g e n d
N o d e :P r e s s u r e{ m H 2 O )

á a < = 10 . 0 ú 0
o <= 20.000
I (= 30.üüü
,. o <= 40.000
)]l <= 47.454

lttr
F
F Situagáoapósa redede reforgo,
trocada VRPantigae

F
a
implantaqáoda novaVRP
$:ooh)

Fr Area de influéncia da nova VRP

lrtt
Frr
lta
-r Figura 8 Impacto da implantaqdo da VRP Olga Artacho

fa
Fr Situagáoapósa redede reforgo,hoca da VRP antigae implantagáoda nova VRP (3:00h)
Ia
ta Área de influénciada nova VRP

tt
h
h Na figura 9 estáo perfil de pressóesde todos os cenáriospara o ponto crítico da nova VRP OlgaArtacho. Em

h vermelhoa situagáoatual (falta d'águano pico de consumoe pressáoexcessivana mínima noturna),em azul

á
n escuroa situagáoapósa implantagáodasobrasde reforgo,em verdea situagáoapósa instalagáodo conholador

?r com a modulagáoapresentadanaTabela6 e, por fim, em azul claro a situagáoideal, propostapelo presente

brt cenário.
bt Pressue Juncfion:J-174
a 50,0
Pressue versusTime
+
-r
"1174\Ehe
J1Z\Fbfogo
!T 4
+
+-
Jl7zt\FHcfgoA/RP
J lTAFHrogor\RPrrrcva
VFF
-T 35,0
EA a r
lrt oT.
30,0
ó N

Ft 9 - 25

a L V

"\. t
¡tt
¡a qo
la 4,0 8,0 12,o 16,0 20,0 24,O
ll me
t (hr)
Figura 9 - Gráfico de pressdo do ponto crítico da VRP Olga Artacho (todos os cenários)

ts
?
?
Fa
t
t
ú
ú
5.CONCLUSÓES
ú
Diante do exposto,propóe-se: ú
- Implantagáode redereforgo, conformeprojeto 30033-09ML em anexo,a flm de eliminar os pontosde ü
-i
baixa pressáoexistentesduranteo pico de consumo.
-
- Instalagáode umanova VRP O 150na redede reforgo,do tipo fixa com DP-2 I mca,abrangendoa áreada |f,
¿
figura 10.
11
- Trocada VRP Salomáode Vasconcelos
pelado tipo 2 em I (VRP+hidro),parametrizadade acordocom o 4
expostona Tabela6 desterelatório. á
t
ú
t
ú
t
ú
Á
4
ú
ü
ü
Á

ét
Á

t: á
1A
ü
Figura l0 Area de abrangéncia dafutura VRP Olga Artacho Á
t
Á
t
á
á
t
á
Á
á
?l
?l
á
á
á
A
á
á
I
Participantes
do Grupode Projeto

Coordenagáo
Adriana
Ap.Moreira - MLMM.3
Hallack

Integrantes
Alexsandro Fernandes - MLGC
Alexandre FlorMesquita- MLI-C
ArnaldoBoaSortede Oliveira - MLLN
AnilsonLinoCalhordo - MLLA
Claudio Fusuma - MLMM.3
EdisonGarciaSilvaJúnior- MLEA
ElianeCristinaRodrigues - MLMP
GiovanaC. F.Oliveira-MLF.12
JoáoBatistaLino- MLLM
JoáoDojcsar- MLET
JoáoFerreiraSilva- MLI
Luciomar dosSantosWerneck- MLI
MarcosdosSantosJorge- MLLM
Michele - MLED.1
R. P.S. Monteiro
WiliamFerreiraReis- MLA

Elaboragáo
AdrianaAp. MoreiraHallack
EdisonGarciaSilvaJúnior
MarcosdosSantosJorge

RevisáoOrtográfica
f Pólode Comunicagáo
ML
- Diagramagáo
q MarceloMaximiano
deAlmeida
-
-
-
-