N-442

REV. M

MAR / 2006

CONTEC SC-14
Pintura e Revestimentos Anticorrosivos

PINTURA EXTERNA DE TUBULAÇÕES EM INSTALAÇÕES TERRESTRES
1a Emenda

Esta é a 1a Emenda da Norma PETROBRAS N-442 REV. M e se destina a modificar o seu texto na parte indicada a seguir. - Item 4.6 Alteração no texto. Nota: A nova página da alteração efetuada está localizada na página originai correspondente.

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PROPRIEDADE DA PETROBRAS

1 página

revisada ou cancelada. nos termos do direito intelectual e propriedade industrial. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. o item a ser revisado. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. sem a prévia e expressa autorização da titular. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS. ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N-1.N-442 REV. Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada. através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma.SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade. de uso interno na Companhia. que possam contribuir para o seu aprimoramento. representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Cabe à CONTEC . devem ser enviadas para a CONTEC . M NOV / 2005 PINTURA EXTERNA DE TUBULAÇÃO EM INSTALAÇÕES TERRESTRES Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.A. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. Índice de Revisões e GT .” CONTEC Comissão de Normalização Técnica SC . mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica.GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias). É caracterizada pelos verbos: “dever”. a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias.Subcomissão Autora. . Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 6 páginas. Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. são aprovadas pelas Subcomissões Autoras .Subcomissão Autora. e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa. indicando a sua identificação alfanumérica e revisão. “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC Subcomissão Autora. importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente.PETROBRAS. “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.14 Pintura e Revestimentos Anticorrosivos Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho . As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. “poder”. “exigir”. “ser”.

Tinta de Alumínio Fenólica. 1.Tinta Epóxi Poliamida de Alta Espessura.Inspeção Visual de Superfícies de Aço para Pintura. ISO 8501-1 . PETROBRAS N-6 . tês.Aplicação de Tinta.N-442 1 OBJETIVO REV. PETROBRAS N-1021 .Tinta Epóxi Fosfato de Zinco de Alta Espessura. PETROBRAS N-1277 . PETROBRAS N-1841 .Tinta Epóxi-Óxido de Ferro.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.Alumínio. PETROBRAS N-2628 .1 Esta Norma tem por objetivo fixar o procedimento para a seleção do esquema de pintura externa de tubulações. PETROBRAS N-2198 .Uso da Cor em Instalação Terrestre. 2 .1 Os esquemas de pintura descritos nesta Norma são estabelecidos levando-se em consideração as condições específicas a que estão sujeitos.Cores. NACE No. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma. PETROBRAS N-2288 . a existência ou não de isolamento térmico e a temperatura de operação.Surface Preparation and Cleaning of Steel and Other Hard Materials by High and Ultrahigh-Pressure Water Jetting Prior to Recoating. PETROBRAS N-1661 . . PETROBRAS N-1204 .Tinta de Fundo Epóxi-Pó de Zinco Amida Curada.Tratamento de Superfícies de Aço com Ferramentas Manuais e Mecânicas. PETROBRAS N-4 PETROBRAS N-5 3 CONDIÇÕES GERAIS 3. PETROBRAS N-2677 . inclusive flanges.“Shop Primer” de Zinco Etil-Silicato. PETROBRAS N-9 . válvulas.Tinta de Fundo Epóxi Pigmentada com Alumínio. PETROBRAS N-1202 . PETROBRAS N-2231 .Tinta de Poliuretano Acrílico. reduções e demais acessórios.Tinta de Aderência Epóxi-Isocianato-Óxido de Ferro.2 Esta Norma se aplica a pinturas iniciadas a partir da data de sua edição.Tinta de Zinco Etil-Silicato. PETROBRAS N-1219 . em instalações terrestres. M NOV / 2005 1.Tratamento de Superfícies de Aço com Jato Abrasivo e Hidrojateamento. PETROBRAS N-13 .Silicato de Zinco . PETROBRAS N-1259 . 1. .Preparation of Steel Substrates Before Application of Paints and Related Products. 5/SSPC-SP 12 .Tinta de Etil .Pintura de Superfície Galvanizada.Limpeza de Superfícies de Aço por Ação Físico-Química. PETROBRAS N-2630 .

de acordo com a norma ISO 8501-1.N-442 REV. [Prática Recomendada] 3. a demão anterior deve receber um lixamento leve (quebra de brilho) seguida de limpeza com solventes não oleosos para permitir a ancoragem da demão subseqüente. apenas nas regiões em que. deve ser feito tratamento e condicionamento da superfície conforme a norma PETROBRAS N-1021. deve ser feita uma limpeza com pano umedecido em solvente recomendado pelo fabricante. 5. 6 e 7 Procedimento para Tratamento da Superfície Tratar com jato abrasivo ou hidrojateamento conforme norma PETROBRAS N-9 3 Grau de Grau de Acabamento para o Acabamento para o Hidrojateamento Jato Abrasivo (norma ISO 8501-1) (norma NACE No. 5) Grau SA 2 1/2 Grau WJ-2 .4 No caso de tintas epóxi.2 Aconselha-se não pintar os tubos na fábrica. 3. conforme norma PETROBRAS N-2288. a pintura deve ter o seu procedimento de execução previamente aprovado pela PETROBRAS. durante a inspeção. O procedimento de tratamento de superfície deve ser conforme a TABELA 1. o grau de corrosão em que se encontra a superfície (A. No caso de tinta de base óleo resinosa (ver norma PETROBRAS N-1259). segundo a norma PETROBRAS N-5. Nota: Atentar para os aspectos de compatibilidade entre as tintas usadas no retoque com as tintas anteriormente utilizadas. Para a condição 7 o retoque deve ser feito com a tinta de fundo epóxi pó de zinco amida curada.3 No caso de retoque de pintura existente. assim como os pontos em que a pintura. estiver danificada. quando os intervalos para repintura forem ultrapassados.MÉTODO DE TRATAMENTO DA SUPERFÍCIE Condições Específicas (Capítulo 4 desta Norma) 1. recomenda-se fazer uma limpeza superficial com aguarrás mineral isenta de contaminantes.5 No caso de pintura de tubulações galvanizadas. TABELA 1 . [Prática Recomendada] 3. conforme norma PETROBRAS N-1277. B. constatou-se vestígio de óleo. segundo a norma PETROBRAS N-1204. Para tintas cujo mecanismo de formação de película seja por evaporação de solvente. deve ser repetido o esquema original. Para o caso de retoques em serviços de pintura de manutenção. 2. Caso haja impossibilidade de efetuar-se jateamento abrasivo. Identificar os pontos que apresentem vestígios de óleo. C ou D). As superfícies pintadas com tintas ricas em zinco devem ser lavadas com água doce. utilizar a tinta de fundo epóxi pigmentada com alumínio.7 Em quaisquer dos esquemas de pintura previstos nesta Norma. fazer inspeção visual em toda a superfície.6 Antes do preparo da superfície a ser pintada. Nos casos em que for necessário o fornecimento com algum tipo de pintura executada na fábrica. preparar a superfície segundo a norma PETROBRAS N-6. 3. graxa ou gordura e outros contaminantes. graxa ou gordura. M NOV / 2005 3. 3. se existente. 3. até os graus St 2 e St 3. submeter à superfície a ser pintada a processo de limpeza por ação físico-química.

norma PETROBRAS N-2630. trincha ou pistola.2. 3. norma PETROBRAS N-1661 e tinta de etil silicato de zinco-alumínio.10 Nos cordões de solda e nos trechos em que a tubulação se apóia nos suportes. sem isolamento térmico. Temperatura de operação: de -45 °C a 15 °C.1 Condição 1 Ambiente: seco ou úmido. 4 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 4. com ou sem salinidade. contendo ou não gases derivados de enxofre. por meio de rolo. No caso de tubulação não isolada. 4.11 As cores das tubulações devem atender à norma PETROBRAS N-4. de processo e de transferência. com ou sem salinidade.1 Tinta de Fundo Aplicar 1 demão de tinta epóxi-fosfato de zinco de alta espessura.1 Tinta de Fundo Aplicar 1 demão de tinta epóxi-fosfato de zinco de alta espessura. aplicar a Condição 6. quando a tubulação for isolada.8 Na aplicação dos esquemas de pintura devem ser seguidas as recomendações da norma PETROBRAS N-13. no mínimo. norma PETROBRAS N-2630. conforme norma PETROBRAS N-2628. O intervalo entre demãos deve ser de. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 µm. trincha ou pistola. 4. 16 horas e. no máximo. exceto para as tinta de zinco etil-silicato. norma PETROBRAS N-2231. contendo ou não gases derivados de enxofre. por meio de rolo. 4. 16 horas e. 48 horas.N-442 REV. no máximo. 3. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 µm. 4 . por meio de rolo/trincha ou pistola sem ar. a aplicação deve ser obrigatoriamente à trincha. 3. Temperatura de operação: da temperatura ambiente até 120 °C. O intervalo entre as demãos deve ser de.2 Tinta de Acabamento Aplicar 1 demão de tinta epóxi poliamida alta espessura.2 Condição 2 Ambiente: seco ou úmido. 48 horas. 4.1. com espessura mínima de película seca de 100 µm. Tubulação de utilidades. no mínimo. mas para as quais se prevê a realização de “steam-out”. Tubulação com ou sem isolamento térmico.1. M NOV / 2005 3.9 Nas tubulações cuja temperatura de operação é inferior à 120 °C. deve ser usado o esquema de pintura previsto na Condição 5.

em serviço contínuo. por meio de rolo. 4. aplicadas por meio de rolo ou pistola. deve ser aplicada 1 demão de tinta de poliuretano acrílico. com ou sem salinidade. causadas por ventos fortes em presença de alta salinidade do ar (névoa salina). Neste caso a tubulação não recebe esquema de pintura. Temperatura de operação: da temperatura ambiente até 60 °C. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 µm. 4. 4.6 Condição 6 Ambiente: seco ou úmido.3 Condição 3 Ambiente: seco ou úmido. com espessura mínima de película seca de 75 µm.5 Condição 5 Ambiente: seco ou úmido. segundo a norma PETROBRAS N-1219. conforme norma PETROBRAS N-1259. por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou pistola sem ar (com agitação mecânica). Temperatura de operação acima de 120 °C até 500 °C. conforme norma PETROBRAS N-2677. Tubulação sem isolamento térmico. contendo ou não gases derivados de enxofre. contendo ou não gases derivados de enxofre. 5 . conforme norma PETROBRAS N-1661. contendo ou não gases derivados de enxofre. com ou sem salinidade. com ou sem salinidade. O intervalo entre demãos deve ser de. no mínimo. Tubulação com isolamento térmico. em serviço não contínuo (intermitente).4 Condição 4 Ambiente: seco ou úmido. contendo ou não gases derivados de enxofre. com espessura mínima de película seca de 75 µm. Temperatura de operação acima de 120 °C até 500 °C.7 Condição 7 Tubulações situadas na orla marítima ou sobre píer. Neste caso utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta de etil silicato de zinco e alumínio. Temperatura de operação de 15 °C até 80 °C em serviço contínuo ou de 60 °C até 120 °C em serviço intermitente. M NOV / 2005 Aplicar 2 demãos de tinta de alumínio fenólica. Deve-se proceder a uma limpeza entre demãos com água doce. Neste caso.N-442 4. por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou pistola sem ar (com agitação mecânica). norma PETROBRAS N-2630. Temperatura de operação acima de 80 °C até 500 °C.2 Tinta de Acabamento REV. 24 horas e. 4. Tubulação com isolamento térmico. Neste caso utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta de zinco etil silicato. 72 horas. rolo ou pistola convencional. No caso de outras cores serem es tabelecidas pela norma PETROBRAS N-4. utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta epóxi-fosfato de zinco de alta espessura. por meio de trincha. no máximo. na cor alumínio (0170). com ou sem salinidade.2. com espessura mínima de película seca de 70 µm por demão. conforme norma PETROBRAS N-2231. Nota: Aplicável a condições especialmente agressivas. 4. Tubulação com isolamento térmico. com espessura mínima de película seca de 25 µm por demão. trincha ou pistola.

no mínimo. 72 horas. O intervalo para aplicação da tinta intermediária deve ser de. com espessura mínima de película seca 30 µm. Caso seja ultrapassado o prazo máximo para a aplicação de tinta intermediária deve ser efetuada limpeza com jato de água doce ou com pano umedecido em água doce em toda a superfície a pintar. no máximo.1 Tinta de Fundo REV. a demão da tinta intermediária e a demão da tinta de acabamento. por meio de rolo ou pistola sem ar.N-442 4. com espessura mínima de película seca de 200 µm por demão. no máximo.7.7. conforme norma PETROBRAS N-1202. com espessura mínima de película seca de 75 µm.3 Tinta de Acabamento Aplicar 1 demão de tinta epóxi poliamida de alta espessura. 4. M NOV / 2005 Aplicar 1 demão de tinta de zinco etil silicato. O intervalo entre demão. _____________ 6 . no mínimo. aplicadas por meio de rolo ou de pistola. 48 horas. por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou pistola sem ar (com agitação mecânica).2 Tinta Intermediária Aplicar 1 demão de tinta de fundo epóxi óxido de ferro. conforme norma PETROBRAS N-1661. deve ser de. 4.7. 30 horas e. conforme norma PETROBRAS N-2628. 8 horas e.

H. C. REV. J e K Não existe índice de revisões. G. A. D. E. L Partes Atingidas Todas Revisadas Descrição da Alteração REV. F. B. M NOV / 2005 ÍNDICE DE REVISÕES REV. M Partes Atingidas Todas Revisadas Descrição da Alteração _____________ IR 1/1 .N-442 REV.

Marques Francisco Otávio P. da Silva Carlos Augusto dos R. Correia Fernando Gonçalves Enes Francisco Carlos R. da Silva José Antônio Lima Viana Rosângela Colonese Silvia Regina Correa Pedro Paulo Barbosa Leite Luiz Carlos Baptista do Lago Lotação CENPES/PDP/TMEC UN-BC/ST/EIS AB-LP TRANSPETRO/DT/SUPORTE/SE/CONF E&P-ENGP/IPMI/MI ENGENHARIA/SL/SEQUI/CI UN-RNCE/UTPF/MIPF REDUC/MI/EE MATERIAIS/EMAT/DMT ENGENHARIA/SL/NORTEC Telefone 812-8502 861-7594 811-7627 813-6754 814-0851 855-6715 836-6300 813-2906 814-1607 819-3071 819-3081 Chave BW20 KMQ7 FPB6 TGI4 W0C5 ED4F QNF3 EDZ0 SMR6 ED9M ELZQ Secretário Técnico ENGENHARIA/SL/NORTEC _____________ .N-442 REV. M. M NOV / 2005 GRUPO DE TRABALHO .GT-14-20 Membros Nome Joaquim Pereira Quintela Álvaro Antônio T.

segundo a norma PETROBRAS N-1219. Tubulação com isolamento térmico. Temperatura de operação acima de 120 °C até 500 °C.5 Condição 5 Ambiente: seco ou úmido. 4. Neste caso utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta de etil silicato de zinco e alumínio. Temperatura de operação de 15 °C até 80 °C em serviço contínuo ou de 60 °C até 120 °C em serviço intermitente. com ou sem salinidade. Tubulação com isolamento térmico. com espessura mínima de película seca de 70 µm por demão. causadas por ventos fortes em presença de alta salinidade do ar (névoa salina). norma PETROBRAS N-2630. M NOV / 2005 Aplicar 2 demãos de tinta de alumínio fenólica. rolo ou pistola convencional.4 Condição 4 Ambiente: seco ou úmido. 4.7 Condição 7 Tubulações situadas na orla marítima ou sobre píer. contendo ou não gases derivados de enxofre. Deve-se proceder a uma limpeza entre demãos com água doce. Neste caso utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta de zinco etil silicato. Neste caso a tubulação não recebe esquema de pintura. contendo ou não gases derivados de enxofre. 5 . 4. com ou sem salinidade. por meio de trincha. com ou sem salinidade. A espessura mínima de película seca deve ser de 100 µm. Nota: Aplicável a condições especialmente agressivas. aplicadas por meio de rolo ou pistola. utilizar revestimento único aplicando 1 demão de tinta epóxi-fosfato de zinco de alta espessura. em serviço não contínuo (intermitente). com espessura mínima de película seca de 25 µm por demão. por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou pistola sem ar (com agitação mecânica). No caso de outras cores serem estabelecidas pela norma PETROBRAS N-4. Neste caso. deve ser aplicada 1 demão de tinta de poliuretano acrílico. Temperatura de operação acima de 120 °C até 500 °C. 4. conforme norma PETROBRAS N-2677. contendo ou não gases derivados de enxofre. 72 horas. Tubulação com isolamento térmico. no máximo. conforme norma PETROBRAS N-1661. Temperatura de operação: da temperatura ambiente até 60 °C. conforme norma PETROBRAS N-1259. com ou sem salinidade. Temperatura de operação acima de 80 °C até 500 °C. contendo ou não gases derivados de enxofre.3 Condição 3 Ambiente: seco ou úmido.N-442 4. com espessura mínima de película seca de 75 µm. Tubulação sem isolamento térmico.6 Condição 6 Ambiente: seco ou úmido. por meio de pistola convencional (com agitação mecânica) ou pistola sem ar (com agitação mecânica).2. conforme norma PETROBRAS N-2231. no mínimo. com espessura mínima de película seca de 100 µm. 24 horas e.2 Tinta de Acabamento REV. por meio de rolo. 4. em serviço contínuo. na cor alumínio (0170). O intervalo entre demãos deve ser de. trincha ou pistola.

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