FACULDADES INTEGRADAS UNICESP CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

RUBENS JOSÉ DE SOUZA

IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIDOR WEB SEGURO COM WINDOWS SERVER 2003 PARA A EMPRESA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

BRASÍLIA 2007

RUBENS JOSÉ DE SOUZA

IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIDOR WEB SEGURO COM WINDOWS SERVER 2003 PARA A EMPRESA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Tecnologia em Segurança da Informação do Instituto Científico de Ensino Superior e Pesquisa, como requisito parcial à obtenção do título de Tecnólogo em Segurança da Informação. Área de concentração: Tecnologia em Segurança da Informação. Orientador: Prof. MSc. Cid Bendahan Coelho Cintra

BRASÍLIA 2007

SOUZA, Rubens José. Implementação de servidor web seguro com windows server 2003 para a Caixa Econômia Federal / Rubens José de Souza ; Professor orientador Cid Bendahan Coelho Cintra. – Guará : [s. n.], 2007. 134f; il. Monografia (Graduação em Tecnologia em Segurança da Informação) – Instituto Científico de Ensino Superior e Pesquisa, 2007

I. Cintra, Cid Bendahan Coelho. II. Segurança da informação. III. Intranet.

Orientador _____________________________________________________________ Prof. avaliado pela banca examinadora constituída pelos seguintes professores: _____________________________________________________________ Prof. Charles Fernando Alves _____________________________________________________________ Prof. Paulo Hansen Coordenador do Curso de Tecnologia Em Segurança Da Informação FACCIG/UnICESP RESULTADO ( X ) APROVADO ( ) REPROVADO Brasília. Cid Bendahan Coelho Cintra . MSc. junho de 2007.FACULDADES INTEGRADAS UNICESP CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO RUBENS JOSÉ DE SOUZA Trabalho de Conclusão de Curso intitulado “Implementação de Servidor Web Seguro Com Windows Server 2003 para a Empresa Caixa Econômica Federal”. MSc. . Flávio Pelegrinelli _____________________________________________________________ Prof.

estão autorizadas a fazer uso do Trabalho por nós desenvolvido para a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso II – TCC II para: • • Objetivos estritamente acadêmicos. MSc. da Coordenação de Trabalhos de Conclusão de Curso e da Coordenação Geral de Trabalhos de Conclusão de Curso.PROPRIEDADE INTELECTUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – CESSÃO DE DIREITOS Curso de Tecnologia em Segurança da Informação UnICESP Título do Trabalho: “Implementação de Servidor Web Seguro Com Windows Server 2003 para a Empresa Caixa Econômica Federal Autor: Rubens José de Souza Orientador: Prof. do UnICESP. Cid Bendahan Coelho Cintra Data de apresentação do Trabalho: 26 de junho de 2007 Declaramos que o aluno Rubens José de Souza por meio da Coordenação do Curso de Tecnologia em Segurança da Informação. MSc. Cid Bendahan Coelho Rubens José de Souza Cintra . como exposição/apresentação em Seminários ou Simpósios e outros eventos internos ou externos. Divulgação interna ou externa. ________________________________ ________________________________ Prof. para fins acadêmicos.

principalmente. A minha querida esposa Leila Maria e às minhas queridas filhas Leilliany e Rubbiany. que de certa forma me ajudam a superar os desafios que me são impostos. A todos os professores e colegas que com sua presença e companheirismo me incentivaram e proporcionaram-me vários momentos de aprendizagem e.AGRADECIMENTOS A Deus pela vida que me concedeste e por mais esta conquista. . Obrigado a todos. ao professor e mestre Cid Bendahan Coelho Cintra cuja paciência e conselho sempre vieram na hora certa e que não poupou esforços e preciosas horas de seu tempo em minha orientação.

extranet. Primeiramente. infra-estrutura de chave pública. internet. controle de acesso. sistema operacional e serviços de informações voltados para intranet. Intranet. são apresentados os conceitos de vários tópicos abordados no trabalho. intranet. como redes de computadores. Conclui-se que não existe situação efetiva de segurança nos servidores de informações e se propõe recomendações com base nas normas de segurança NBR ISO/IEC 17799:2005 e nas orientações emitidas pela Microsoft Corporation. Palavras chaves: Segurança da Informação. A ênfase do trabalho foi a aplicação de questionário e análise de riscos e vulnerabilidades por meio de comparação dos resultados obtidos versus matriz de risco. protocolos. .RESUMO Este trabalho apresenta e analisa a segurança da informação em servidores que disponibilizam informações voltadas para intranet da Caixa Econômica Federal. política de segurança da informação.

. protocols. I concluded that effective situation of safety doesn't exist in the servers of information and I propose recommendations with base in safety's NBR ISO/IEC 17799:2005 norms and in the orientations emitted by Microsoft Corporation. the concepts of several topics approached in the healthy work presented. politics of safety of the information. intranet.ABSTRACT This work presents and it analyzes the safety of the information in servers that possess information of the intranet of Caixa Econômica Federal. access control. internet. Intranet. and infrastructure of public key. Word Keys: Safety of the Information. as nets of computers. extranet. The emphasis of the work is the questionnaire application and analysis of risks and flaws through comparison of the results obtained with the risk head office. Firstly. operating system and services of information for intranet.

........104 Tabela 13 – Utilitários de linha de comando...........................................................................................115 Tabela 15 – Extensões mapeadas e que deverão ser removidas....................................................................................................95 Tabela 7 – Matriz de Risco – Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet .....95 Tabela 6 – Matriz de Risco – Controle de acesso à rede...........................109 Tabela 14 – Classificação de arquivos do site....................................80 Tabela 3 – Matriz de Risco – Política de Controle de Acesso ...................102 Tabela 12 – Opções de segurança ...................94 Tabela 4 – Matriz de Risco – Gerenciamento de acesso de usuário .......................116 ......................................96 Tabela 8 – Legenda .......................... ................................94 Tabela 5 – Matriz de Risco – Responsabilidades dos usuários ...........................................................................8 Lista de tabelas Tabela 1 – Recursos mínimos de hardwares para as diferentes edições do Windows Server 2003................................................................ ....................................71 Tabela 2 – Portas TCP padrão para serviços web ...............................101 Tabela 10 – Configurações de auditoria.....................................................96 Tabela 9 – Configurações de senha para conta.................................................102 Tabela 11 – Atribuições de direito do usuário .................................................................................................................

............ ...... .....116 Figura 23 – Implementando criptografia de 128 bits no IIS.........................101 Figura 16 – Serviço de Terminal – Encryption level High ...............................................................................................................................100 Figura 15 – Exclusão dos diretórios da partição sistema no serviço de indexação.....119 .....................33 Figura 7 – Rede de pesquisadores depois da ARPAnet................31 Figura 5 – Modelo de desenvolvimento em três camadas.................. ............28 Figura 3 – Modelo baseado em cliente/servidor e no acesso via cliente. ................112 Figura 18 – Serviço de Terminal – Configuração da guia remote control.................37 Figura 9 – Ligação entre rede baseada no protocolo TCP/IP................... ........................................55 Figura 12 – Controle de acesso do IIS ....................26 Figura 2 – Modelo baseado no mainframe e no acesso via “terminais burros”...............9 Lista de Figuras Figura 1 – Organograma da Empresa........................... .................. ..38 Figura 10 – Criptografia com chave simétrica.....32 Figura 6 – Modelo de desenvolvimento em quatro camadas....................29 Figura 4 – Modelo de desenvolvimento em duas camadas.............................54 Figura 11 – Criptografia com chave assimétrica. .....................111 Figura 17 – Serviço de Terminal – Configurações da guia sessions.................................... ...... ...........................79 Figura 14 – Configuração do arquivo de log Security..........................................................................75 Figura 13 – Diagrama Gerenciador de Autorização .................................................113 Figura 21 – Serviço de Terminal – Configuração da guia “Client Settings” ......................114 Figura 22 – Configuração do arquivo de log do IIS............ .....112 Figura 19 – Serviço de Terminal – Configuração da guia Client Settings ..................................................113 Figura 20 – Serviço de Terminal – Configuração da guia “Client Settings” .........................................36 Figura 8 – Rede local baseada no protocolo TCP/IP.......

10 Lista de Abreviaturas e Siglas AD ADSL ANSI ARPA ARPANET ASCII ASP CEN CENELEC COM CPF CSP CTL DC DHCP DLL DNS DSA EAP ECDH ECDSA ETSI EUA FAT FTP GUID HD HDS HTML HTTP HTTPS Active Directory Asymmetric Digital Subscriber Line American National Standards Institute Advanced Research Project Agency Advanced Research Projects Agency Network American Standard Code for Information Interchange Active Server Pages Comité Européen de Normalisation Comité Européen de Normalisation Eléctrotechnique Component Object Model Cadastro de Pessoas Físicas Cryptographic Service Provider Certificate Trust List Domain Controler Dynamic Host Configuration Protocol Dynamically Linked Library Domain Name System Digital Signature Algorithm Extensible Authentication Protocol Elliptic Curve Diffie-Hellman Elliptic Curve Digital Signature Algorithm European Telecommunications Standards Institute Estados Unidos da América File Allocation Table File Transfer Protocol Globally Unique Identifier Hard Disk Hitachi Data Systems Hyper Text Markup Language Hypertext Transfer Protocol Hypertext Transfer Protocol Secure .

11 IAS IBM ICF ICP IEC IEEE IIS IP IPSec IPX ISAPI ISO ITU MDAC MIPS MSU MUX NCP NCSA NETBEUI NIST NNTP NTFS ODBC PC PDF PGP PIN PKCS POP RAM RDS RPC RRAS Internet Authentication Service International Business Machines Internet Connection Firewall Infra-estrutura de Chave Pública International Electro technical Commission Institute of Electrical and Electronics Engineers Internet Information Services Internet Protocol Internet Protocol Security Internetwork Packet Exchange Application Programming Interface International Organization for Standardization International Telecommunications Union Microsoft Data Access Components Milhões de instruções por segundo Milhões de unidades de serviço Multiplexador Network Control Protocol National Center for Supercomputing Applications NetBIOS Extended User Interface National Institute for Standards and Technology Network News Transfer Protocol New Technology File System Open Data Base Connectivity Personal Computer Portable Document Format Pretty Good Privacy Personal Identification Number Public Key Cryptography Standard Post Office Protocol Random Access Memory Remote Data Services Remote Procedure Call Routing and Remote Access Service .

12 RSA SDSI SET SGC SMTP SPKI SPX SQL SSH SSL TCP TLS UDP UNC URL W3C WINS WSRM WWW XML Ron Rivest e Adi Shamir Simple Distributed Security Infrastructure Secure Electronic Transaction Server-gated Cryptography Simple Mail Transfer Protocol Simple Public Key Infrastructure Sequenced Packet Exchange Structured Query Language Secure Shell Secure Sockets Layer Transmission Control Protocol Transport Layer Security User Datagram Protocol Universal Naming Convention Universal Resource Locator World Wide Web Consortium Windows Internet Naming Service Windows System Resource Manager World Wide Web extensible Markup Language .

.................................42 4................................1.....................................................................36 4..........................................................22 3.......................................................1.........................32 4...................2 MISSÃO ...............................................................1 Internet ..22 3..................2.....................1 FUNDAMENTOS DE REDES ......27 4.............4................2....2 Modelo descentralizado baseado em cliente/servidor ...1 Fundamentos .............3 INTERNET/INTRANET/EXTRANET ............1 A EMPRESA ...........................................................................................27 4.......................................................2.........................2 Protocolo TCP/IP..1 Configurações do protocolo TCP/IP .................41 4...................33 4..........................................41 4..........................................................................................41 4................................................................................2........................27 4..............................................1...................3..............21 3 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ......31 4............1..................................5 Modelo de aplicações em quatro camadas ....2............................27 4............................................................................................2 Intranet ........................................2 PROTOCOLOS .......1 Introdução ...............................1.......22 4 REFERENCIAL TEÓRICO...27 4..............29 4......................................................................29 4..2 Redes de computadores .........38 4..........................2...................1 Modelo centralizado baseado no mainframe ....20 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS..........2........28 4............................................34 4........2......3 ORGANOGRAMA .................35 4..........1..............34 4......2...............................3...................................................4...........................2 Objetivos de segurança................................................................................40 4.......................................................4...............................................4 Modelo de aplicações em três camadas............................................................................................1 Introdução ............................................1..........1...........3 Modelo de aplicações em duas camadas......2...........43 ..3 Extranet..........22 3.................................................4 POLÍTICA DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO .38 4..2....................................................................1.....2............1 Diretrizes para implementação .........................................................13 Sumário 1 INTRODUÇÃO ...................1 Servidores de rede.....................................3.3 Papel do Windows Server 2003 na rede ......

....................................6....8 Ataques ..........................6......58 4.......1 Diretrizes para implementação ...2.......................57 4.3.........2..........................3 Ambiental ...............................50 4........6..............1 Legislação Brasileira..............5 Ativos ........7 Ameaças ....................1 Introdução à ICP ........................................4..............52 4.....................................................................................................3................................................6 Riscos ...................44 4..........................................6......................................................6.......................1 Criptografia ......4...............1.......................52 4.....55 4.................4........................6 INFRA-ESTRUTURA DE CHAVE PÚBLICA – ICP ........6...................................5..........43 4.......9 Manutenção da Política............2....2 Autenticação ...........4 Identificando os Recursos ................58 4.................................2 Chaves assimétricas .......3.....................48 4..........3 Autenticação forte.3 Serviços oferecidos pela ICP .....4..........50 4............................1 Classificação das informações .58 ...............2 Instituições Padronizadoras Nacionais e Internacionais..1 Privacidade ...........................2..................................2.........................................................6....4.6......3............53 4...........6..........................58 4...................................3 Legislação Brasileira e Instituições Padronizadas ........51 4....................................................1 Sign-on................2.......57 4...........................2 Single sing-on (SSO) ...................................................................4.....53 4..................48 4.1...............2...................56 4......6..........52 4.............................5......................6....1 Tokens .....3 Biometria ......................6...3...................................................................5............2 Smartcards........45 4.......2.......2.........2......51 4..............3 Autenticidade ......................................6...............52 4...4.............................................................1 Chaves simétricas.......................46 4...4..................................................2 Físico..................................................................................................2 Integridade..........9..............................6............................4.........................................................................49 4.........4.....................3.........57 4.56 4.......46 4..........................................................................2.....................................................................................2 Conceitos Necessários....45 4..............................................4...55 4...............1...............45 4......1 Lógico.2...................3...5 CONTROLES DE ACESSO ..........57 4...................6.......................................................................................................................................................2.............4....47 4......................14 4....................................3 Algoritmos .....................................4......4......................................................................6............2 Classificação dos sistemas.6.............................................54 4.............3.................................

....................................4............................................6............................................................................................................6.................64 4...........................7......4............60 4.............................64 4...........62 4........6......5...................6....................2 Tipos de certificado..6 Anatomia de um ataque de hacker .............15 4...................62 4.....................5 Ameaças e vulnerabilidades ....6....1 Introdução ...65 4..............................65 4...........6.........................................................7 SISTEMA OPERACIONAL.........2 Funções Básicas .............................................................6............5 Recuperação de chaves ...6................3 Backup incompleto ou inexistente ...........................................68 4..6...66 4........................5..........6.....6............6...................................................6.....4 Grande número de serviços/portas abertas.......6.....2.............................2 Carimbo de tempo seguro .........................5.....67 4..7....................6...............6.67 4..4 Funcionários insatisfeitos e ex-funcionários ...............................62 4........................8 Brecha nos serviços de dados remotos (RDS) do IIS.4............................1 Introdução........1 Remote Procedure Call (RPC) .1 X.....6.....62 4......69 ......7...1 Perfil de um hacker.60 4........................7...........66 5.....6........7.........................6..6.....................................................2 Contas de usuários e senhas ....4 Serviços disponíveis com a utilização da ICP ...60 4.............................................7 Buffer overflow............63 4...............6.................2......6..................61 4.......................6.59 4...6....................5.....................................6...........5......7 Certificação e certificados .....61 4....5 Engenharia Social...4.6.........................................3 Public Key Cryptography Standards (PKCS) ................1 Segurança na Comunicação.......................................1 Instalações padrão de sistemas operacionais e softwares........63 4..............6............59 4............61 4...........6........................................59 4..........7.........7.............................................5....6.................509...6..6 As vulnerabilidades mais críticas de segurança na Internet......................6.....................6.3 Não-repúdio ....6.....................64 4.........6..............2.......6......6 Sistema de logs e auditorias incompletas ou inexistentes...............61 4..............6......................................................7......67 4....................6................61 4...3 Script kiddies ..........63 4.......5 Ausência de filtro da rede local da empresa.................2 Hackers x crackers .............................3 Secure Electronic Transaction (SET) .65 4........................................6.......................7.4 Gerência de privilégios ..................................................................................................6.2 Simple Public Key Infrastructure/Simple Distributed Security Infrastructure (SPKI/SDSI) ........4.....................59 4.68 4....................

..........2...3 Contas do IIS e contas internas .......81 4.............8...........4.......2.................8.....5....................78 4............................8.....................2.....................8....................0 (IIS)......................................3 Server-gated Cryptography (SGC)...................3 Controle de Acesso.......................................8..............77 4................70 4.....8.2 Tipo de Autenticação ..................2........2 Segurança..................................................1 Introdução ......2............................8.............82 4.................72 4.......1 Windows Server 2003 Standard Edition ........2.....................2..................2..7...2.......8.....2....................2................1 Autenticação de Sites ....................3...4..3..............................75 4....3..................3........71 4..........................................4 Acesso anônimo...........5 Criptografia ..8...........83 4........3.........3..........73 4..6 Protegendo sites com restrições de endereço IP.............77 4.......2................81 4............................70 4.6.....1 Ativando a criptografia ...............1 Recomendações para Servidor Web com IIS .79 4..69 4..............................8.................8..................................................................82 4..........................................81 4.....3....5 Certificados de cliente ...4 Filtragem de porta TCP/IP .....................8.....................75 4...........................................77 4.............................8 Autorização da URL .........4 Windows Server 2003 Web Edition ............2......................2...........................5 Configurando identidade do processo de trabalho........2.....1 Permissões NTFS .........7 Protegendo diretórios virtuais..8..1 Autoridades de certificação .............2.........78 4...........2 Autenticação de Sites FTP.........6 Certificado Digital..8............16 4.3..........................8...........................8.......71 4...............................8..........................2...............................................7....8.......................6.80 4................3.........80 4.........70 4.....2...........6.......................8 INTERNET INFORMATION SERVICES 6...................8.................................................................2 Permissões de sites ...............2.71 4.83 ..........8.7.......2......2.....................3 Windows Server 2003 ..8...3 Windows Server 2003 Data Center Edition ..............8.3......3.82 4.1 Atribuições de portas para serviços web........................................73 4...79 4...74 4..2....74 4.....2......2...........8.....5.......7.....................2 Certificados de servidor........76 4.....8.................................7..4 Comparação entre as diferentes edições....................6................................8...................................2 Definindo o nível de criptografia............................................8.............2.....2............72 4.........7...2......4 Provedor de serviços de criptografia selecionável ........................6..3....2 Windows Server 2003 Enterprise Edition .........71 4..2 Ferramentas de filtragem de portas ...............................8........

........................................1...............................91 4..................8...4 Convertendo arquivos de log em formato NCSA ...........................85 4.........1...........90 4.....88 4...............3..............6..............9.2 Ambiente SUN .............2 Personalizando o log estendido do W3C.........90 4.............8..................................................3 Salvando arquivos de log ............................................................89 4....8.10.2........9......2...17 4...................................3 Ambiente x86............................84 4...9............................3.................1.......................................................................87 4..........................................3.....9....84 4....................3............1...............................7 Log remoto .........10 ANÁLISE DE RISCOS E VULNERABILIDADES ....................................................................................85 4..................2.............1 Política de controle de acesso .....9...........6 Lista de certificados confiáveis.....88 4.....................3.................5 Ajuste de desempenho...87 4................87 4.............9......2................................1 Ambiente centralizado (grande porte) ......8.........................4 Importação e Exportação.........93 4...............................................92 4......1 Ambiente mainframe IBM .......91 4.8......................1 Habilitando o log ...8..................83 4............9......86 4...3......1 Desempenho e Segurança ...........5 Log binário centralizado......5 Storage em fita .....................8.......8................4.....8..............6 Módulos de log personalizados ...3.....8......................................................7 Detecção de certificados de cliente revogados ..............1 Servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet.......5.......................................4 Metabase do IIS ...84 4........................8........................89 4..................8..............................9.....2 Segurança .............8 Códigos de erro em arquivos de log .10.......................1 Estrutura ..............................1 Avaliação de Risco.88 4.....8..83 4.........................8..3 LOGs de atividades do site ..........................................................................................97 ................................................................................5 Recursos humanos ....................8......................................86 4.......88 4........4...8................................1..................................................................90 4...97 4.................................................................4 Ambiente de telefonia...............................................4.....90 4..............................9 POLÍTICA DE CONTROLE DE ACESSO ........................93 4.........93 4..................................3 Backup.....................2 Ambiente descentralizado (baixa plataforma) ..85 4...................................................................89 4.......................10............................3 Ambiente de telecomunicações ..9.............4..............9................3.6................9...........................................87 4....2 Resultado da avaliação de risco ..........8............93 4............8...................4 Storage em disco..........................

.........................12............99 4...............................................................1........116 .....10..................................................................12.............................................................................2...............................4 Proteção de tela.2..............6 Política de segurança local .....................................12...........................107 4..12..............................109 4.....98 4......18 4.............102 4.....99 4......104 4.............98 4...................2 Auditoria ....10.....7 Configurações de registro.....2.....................97 4.11.8 Permissões de Registro.2 Arquivos de log ..1.....................................12......99 4..........12 POLÍTICA DE SEGURANÇA PARA SERVIDORES QUE DISPONIBILIZAM SERVIÇOS VOLTADOS PARA INTRANET .................4 Controle de acesso à rede....................................97 4.............................12....2....................................12..................................................................12....1 Configurações de registro específico do IIS ..............11 Serviços .......Access Control List (ACL) ............111 4....................2........................2........1...........99 4.......11............12...........1....................1 Requisitos de Hardware ............................12...................100 4..................................1 Política de controle de acesso .....3 Arquivo de log do IIS .................................4 Extensões mapeadas e removidas..12.......1.2......102 4..1 Senha..................9 Sistemas de arquivos .........................4 Opções de segurança ...........................100 4.....6.......2 Gerenciamento de acesso de usuário ......0...............6........1...............................................6.........12.......................................1...........................................12 Configurações do serviço de terminal..............1 Configurações do Servidor .....................12..................1................2 Gerenciamento de acesso de usuário..............12................................12......10........................1.............110 4........................................12..101 4......109 4...12...................2 Localização e permissão para arquivos.....11.......12.............3 Atribuições de direitos do usuário .......3 Controle de acesso à rede ...............5 Usuários administrator e guest ....12..............116 4...11 SOLUÇÕES E RECOMENDAÇÕES...........................................1....................1............1......99 4.............1...................1.......97 4...................................12.............5 Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet ..6..........................114 4...................1.12..................5 Extensão WebDAV ................2..........115 4...........................12.10 Utilitários de linha de comando....................................98 4........108 4............12........2........................................101 4...1......3 Responsabilidades dos usuários ...101 4...................101 4...10.......114 4............115 4...................2 Configurações do serviço de informações da intranet (IIS) 6.............3 Serviço de Indexação .........

...119 4.........................2 Permissões NTFS ...........................................9............9 Metabase do IIS..........................1 Autenticação do site.............19 4............................7 Criptografia .........................12......6......................................119 4...2....................119 4..12.........................9......................................................................2..................................117 4..................................122 GLOSSÁRIO.......2 Segurança da metabase em nível de arquivo ...................................................2....12........................................................................117 4...119 5 CONCLUSÃO ...2.........................................................................................................2...........12..121 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................1 Backup da metabase .....................12...117 4.............................................12.................................................................2................2........6.124 ANEXO A ......6 Método de autenticação ....126 .........12..............8 Certificado digital de servidor..............12.........2.........................118 4.....

instituição financeira oficial que se toma como base para as propostas objeto deste trabalho. altera-se. . afigurando-se necessário que se lhes garantir integridade e confidencialidade. particularmente daquelas sob a guarda de seus servidores web regionais. Nesse contexto. Os servidores web regionais disponibilizam sites de conteúdos das várias filiais espalhadas pelo Brasil. o paradigma da concepção e da forma de guardar informações. e. O papel é gradualmente substituído por documentos digitais. por conseguinte. pondo em risco de violação os dados mais secretos e sigilosos das empresas. Os acessos às informações tornam-se cada vez mais rápidos. a informação passa a ser o bem maior de cada empresa como trunfo de negócios e. novas formas de negócios e de relações entre empresas e clientes. não mais possui suporte nem patch de atualização contra vulnerabilidades. Muitas dessas filiais possuem informações restritas. Vários desses servidores ainda utilizam versões do Windows NT Server 4. Propostas que têm em vista. como não poderia deixar de ser. a concorrência comercial entre as empresas assume caráter globalizado e faz com que os ganhos de competitividade sejam objeto de busca permanente. de acesso limitado e pertinentes apenas à sua área de atuação. sistema operacional que já foi descontinuado pelo fabricante e. de forma que seja assegurada a indispensável confidencialidade e integridade às informações digitais da empresa. deve ser resguardada adequadamente segundo sua classificação e grau de importância. a implantação de padrões capazes de respaldar os normativos da empresa e as normas técnicas de segurança. criam-se novos métodos de trabalhos.20 1 INTRODUÇÃO Com o avanço da tecnologia nos últimos anos. essencialmente. afeta igualmente a economia interna da Caixa Econômica Federal. Com este cenário convive presentemente toda sociedade empresária. como tal. por isso. a necessidade de substituir-se a versão do sistema operacional em uso por versão mais recente (Windows Server 2003). O vaivém em formas digitais através de conexões de rede de computadores cresce em ritmo exponencial. Daí. Como imperativo desta realidade tão mutante.

Efetuou-se tal operação por meio de inventário de hardware e software e os dados tabulados em planilhas. por meio do inventário de hardware e software da empresa estudada. . Para fins de levantamento de risco e vulnerabilidades. foi aplicado questionário a qual se encontra no anexo A. 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS O desenvolvimento deste trabalho respalda-se em livros de Segurança da Informação e Sistemas Operacionais.avaliação de risco utilizando matriz de risco.levantamento de risco e vulnerabilidades com aplicação de questionário. um mapeamento dos servidores Web a fim de verificar a necessidade de atualização de hardware de forma a atender os pré-requisitos para instalação do Windows Server 2003. e. como objetivo geral. . a fim de que se imprima confidencialidade e integridade aos respectivos conteúdos. cuidados de levar a cabo as seguintes e específicas tarefas: .Análise do problema apresentado. Política de Segurança da Informação e Classificação da Informação.análise dos resultados da avaliação de risco. propõe-se neste trabalho nova política de segurança para os servidores que disponibilizam serviços voltados para Intranet da CEF.21 Nesta ordem de idéias. Os dados levantados foram confrontados com estes normativos e com as normas ISO/IEC 17799 e . . Realizou-se. Também se fez levantamento da versão do sistema operacional e versão do IIS utilizado bem como formas das configurações implementadas. e . Para esse efeito. . A CEF possui normativos de Política de Segurança para Intranet.apresentação das soluções propostas e recomendações para o problema apresentado. na norma técnica NBR ISO/IEC 17799:2005 e NBR ISO/IEC 27001 e nas disciplinas estudadas no decorrer do curso.levantamento da estrutura da empresa. Desse levantamento foi elaborada uma planilha da radiografia de tais servidores.

22 ISO/IEC 27001 a fim de indicar o que está em desacordo e recomendar um padrão de controle de acesso a ser implementado.1 A Empresa A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF) é uma instituição financeira criada sob a forma de empresa pública pelo Decreto Lei n°. 2006).2 Missão Essencialmente.busca permanente de excelência na qualidade dos serviços oferecidos. atuando no fomento ao desenvolvimento urbano e nos segmentos de habitação. a CEF tem sede e foro na capital da República e atuação em todo o território nacional. 3. intermediando recursos e negócios financeiros. 759. programas e serviços de caráter social. A instituição integra o Sistema Financeiro Nacional e auxilia na execução da política de crédito do Governo Federal. de 12 de agosto de 1969. está sujeita às decisões e à disciplina normativa do órgão competente e à fiscalização do Banco Central do Brasil (CAIXA. . compatíveis com as normas vigentes. a missão da CEF é promover a melhoria contínua da qualidade de vida da população brasileira.Direcionamento de ações para o atendimento das expectativas da sociedade e dos clientes. 3.3 Organograma São órgãos de administração da CEF: .equilíbrio financeiro em todos os negócios. Assim como as demais instituições financeiras. . saneamento e infra-estrutura. tendo como valores fundamentais: . 3 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 3. e na administração de fundos. . 2006).respeito e valorização do ser humano (CAIXA.conduta ética pautada nos valores da sociedade e . Vinculada ao Ministério da Fazenda.

.A vice-presidência de tecnologia (VITEC) é a responsável pela tecnologia da empresa e possui duas superintendências sendo a superintendência de tecnologia (SUATE).23 . podendo ser reconduzidos por igual período. . que é composto de cinco membros efetivos (e suplentes). atuando junto aos analistas intranets das GISUT.Prestar suporte especializado de segundo nível nas demandas de usuários dos serviços intranet através de telefone. Ao Conselho Fiscal compete exercer as atribuições referentes ao seu poder de fiscalização. e examinar as demonstrações financeiras semestrais e anuais da CEF. . os programas de atuação de longo prazo e decidir sobre a estrutura organizacional da CEF. escolhidos pelo Ministro de Estado da Fazenda. o plano geral de negócios. . colegiado composto pelo presidente da CEF e por nove vice-presidentes.Conselho de Administração. responsável pela orientação geral dos negócios da CEF. aprovar e apresentar ao Conselho de Administração as políticas. verificando o cumprimento de seus deveres legais e estatutários. sendo composto de sete conselheiros nomeados pelo Ministro de Estado da Fazenda para mandatos de três anos. com as principais atividades: . . representações e unidades regionais vinculadas. responsável pela sustentação de tecnologia e a superintendência de desenvolvimento (SUDES). Centralizadora de suporte tecnológico (CESUT). nomeado pelo Presidente da República por indicação do Ministro de Estado da Fazenda.Presidente e onze vice-presidentes. Ao Conselho Diretor cabe. responsável pelo desenvolvimento de software.Conselho Diretor. ouvido o Conselho de Administração. responsável pelo processo instalar/manter infra-estrutura tecnológica descentralizada.Gerência nacional (GEADE). .coordenar e controlar a instalação/manutenção dos equipamentos e serviços intranet instalados nas gerências. as estratégias corporativas. entre outras atividades. entre elas: fiscalizar os atos dos administradores. Caixa M@il e sistema de atendimento (SIATE).Conselho Fiscal. com a incumbência de executar e fazer executar as deliberações do Conselho de Administração e as decisões do Conselho Diretor. Ligado a SUATE temos a hierarquia que se segue: .

.Representação regional de suporte tecnológico de segundo nível (RESUT).controlar e apoiar a implementação de novos normativos e padrões por parte das gerências e representações regionais. .gerenciamento de grupos e usuários dos controles de domínios da rede da CEF.suporte a todos os sistemas operacionais Windows. . . . .auditoria de segurança nos demais servidores e estações. como DHCP. .publicar na intranet relatórios de avaliação e performance dos sites de conteúdo das unidades regionais.Gerência regional de suporte tecnológico de segundo nível (GISUT).verificação da execução do backup diária e semanal dos servidores Exchange. . DNS e WINS. . além dos serviços básicos de rede. .pesquisar bases de conhecimento objetivando a melhoria da performance dos serviços intranet e do suporte aos usuários. . . englobando os números da rede. .coordenar e apoiar a instalação de novas versões dos sistemas e serviços intranet. as infecções e os novos vírus surgidos no período.auditar os servidores web regionais no tocante aos padrões e normas estabelecidos para sua instalação/manutenção. . As gerências e representações regionais de suporte tecnológico de segundo nível são responsáveis por manter os sites das unidades regionais da CEF bem .propor e manter padronização de conteúdo para os sites regionais de responsabilidade da GISUT e RESUT. .controlar e propor atualização para os equipamentos instalados no ambiente intranet.acompanhar o desempenho dos servidores intranet instalados nas GISUT e RESUT.24 .elaboração de boletins gerenciais de segurança.monitoração de filas de mensagens e serviços ativos nos servidores Exchange.auditoria da utilização de senhas padronizadas nos banco de dados dos servidores bancários localizados em cada agência. .

2006). encontra-se destacada. . podemos observar a estrutura organizacional da CEF. Nela. a repartição foco deste projeto (CAIXA.25 como prestar todo o suporte aos usuários finais com relação às ocorrências ligadas a hardware e software da baixa plataforma. A seguir.

26 Figura 1 – Organograma da Empresa. .

Vamos supor que a empresa X é a dona do Mainframe. o chamado Mainframe”. o primeiro com seus dados distribuídos e o segundo com seus dados centralizados.27 4 REFERENCIAL TEÓRICO 4. Tal arquitetura ainda é bastante utilizada atualmente. Esse modelo possui inúmeras vantagens como. ambiente mais seguro e facilidade para atualização dos sistemas. mas apenas para disponibilizar aplicações de cunho corporativo. “Há algumas décadas. quando a informática começou a ser utilizada para automatizar tarefas administrativas nas empresas. gerenciamento e administração centralizada. os programas foram. usando uma . Os programas e os dados eram disponibilizados em um computador de grande porte.1. entretanto. Surge o modelo ciente/servidor. conforme figura 2.2 Redes de computadores 4.1 Fundamentos de Redes 4. Para ter acesso a estes dados. 27). o qual era conectado com um equipamento chamado MUX. Na sede da empresa. O papel do MUX é permitir que mais de um terminal burro possa se comunicar com o Mainframe. a empresa Y contrata uma linha de dados (que até o início da década de 90.1 Introdução Durante a década de 70 e meados de 80 utilizava-se um modelo centralizado baseado em mainframe. passando a serem alocados em várias partes da rede corporativa. e o acesso aos programas e dados era feitos por meio de terminais sem poder de processamento. p. conhecidos como “terminais burros”. tínhamos um modelo baseado nos computadores de grande porte.1 Modelo centralizado baseado no mainframe De acordo com Battisti (2003. principalmente em questões de contingenciamento. Os aplicativos e dados ficam armazenados no Mainframe. a linha de dados é conectada a um Modem. aqui no Brasil. possui um custo alto. no qual estão hospedados aplicativos e dados da empresa Y.1.2. por exemplo. 4. Com a evolução da tecnologia de forma acelerada. com características diferentes das do mainframe. apresentava velocidades da ordem de 1 ou 2 kbps).1. dependência da linha de comunicação e quase sempre os dados das empresas eram administrados por terceiros. e estão sendo transformados.

de forma natural. os terminais burros foram praticamente extintos. inclusive acessando diferentes sistemas. Este modelo ainda é muito utilizado. embora novos elementos tenham sido introduzidos. já eram uma realidade e as empresas passaram a utilizá-lo em grande escala. A idéia básica do modelo cliente/servidor era uma descentralização dos dados e dos aplicativos. trazendo os dados para servidores localizados na rede local onde os dados fossem necessários e os aplicativos instalados nos computadores da rede. o qual permite que vários terminais estejam conectados simultaneamente. p. Por este motivo. os preços começaram a baixar e as empresas a usarem cada vez mais. conforme podemos observar no diagrama da figura 3.Mainframe -. diretamente através de cabos padrão para este tipo de ligação. os terminais são na prática uma extensão da console do Mainframe. que fica instalado em um computador ligado em rede. Com isso. 2003. cinco deles ainda têm grande parte dos dados no Mainframe (BATTISTI. em direção a servidores de menor porte . a ligação dos computadores em rede de forma que pudesse facilitar a troca de informações de computador para computador. O passo seguinte neste processo foi.servidores de .28 única linha de dados. p.2 Modelo descentralizado baseado em cliente/servidor Na década de 80 e inicio dos anos 90.28). FONTE: Battisti (2003.1. os computadores padrão Personal Computer (PC). Os terminais burros eram ligados ao equipamento MUX. Pegue a lista dos dois maiores bancos brasileiros (públicos ou privados) e. no mínimo. Figura 2 – Modelo baseado no mainframe e no acesso via “terminais burros”. Este movimento de um computador de grande porte .2. começava a nascer o modelo cliente/servidor.27) 4. Por exemplo. Mas muitos dos sistemas e dados empresariais utilizados hoje em dia ainda estão hospedados no Mainframe. Agora o terminal é simplesmente um software emulador de terminal.

Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP). nada mais é do que uma rede de dispositivos.29).1.2. 2003. disponibilização de páginas web.2. acessando os recursos e serviços disponibilizados pelos Servidores (BATTISTI. Post Office Protocol (POP). arquivos. banco de dados.2. dentre outros. Delphi. p. 5). por exemplo. de uma maneira simples. Windows Internet Naming Service (WINS).foi conhecido como Downsizing. que eu me atrevo a traduzir como "Redução de Tamanho" (BATTISTI. 4.3 Modelo de aplicações em duas camadas Com o advento da descentralização e o uso do modelo cliente/servidor. A Arquitetura cliente/servidor. onde um número reduzido atua como Servidor . com objetivo de executar e disponibilizar serviços de rede e aplicações de usuário como. p. Com base nestas informações podemos apresentar o conceito da arquitetura cliente/servidor.e a maioria dos dispositivos atua como cliente.29 rede local .disponibilizando recursos e serviços para os demais .1 Servidores de rede São computadores localizados em pontos estratégicos da rede que possui um alto poder de processamento de informações e armazenamento de dados. serviços de Domain Name System (DNS). normalmente computadores.1. . FONTE: Battisti (2003. 2003. p. aplicações foram sendo desenvolvidas em linguagens como Visual Basic. Figura 3 – Modelo baseado em cliente/servidor e no acesso via cliente. 30) 4. Simple Mail Transfer Protocol (SMTP).

Com isso. em centenas ou milhares de computadores. as regras para o sistema de Recursos humanos são diferentes. Todos os formulários. sem modificações. como descontos escalonados para os maiores clientes.. todas as estações de trabalho que possuem a versão anterior devem receber a nova versão. Então começam a surgir os problemas no modelo em duas camadas: uma simples alteração de Interface é suficiente para gerar a necessidade de atualizar a aplicação em centenas ou milhares de estações de trabalho. p.Apresentação: O Código que gera a Interface visível do programa faz parte da aplicação Cliente. Alterações nas regras do negócio são bastante freqüentes. Agora temos mais um sério problema no modelo de duas camadas: qualquer alteração nas regras do negócio (o que ocorre com freqüência) é suficiente para gerar a necessidade de atualizar a aplicação. para que o usuário possa ter acesso às alterações da Interface. não pode ser utilizado. ou seja. Por exemplo. cada vez que uma determinada regra muda ou quando regras forem acrescentadas ou retiradas. as aplicações são instaladas em cada computador cliente e a partir deste cliente efetuado a conexão com o servidor de banco de dados (figura 4). até funções mais complexas. por uma empresa brasileira. ainda mais com as repetidas mudanças na legislação do nosso país. O que já era complicado piorou um pouco mais (BATTISTI.31).] No modelo de duas camadas. Desta forma. faz-se necessária a geração de uma nova versão do programa. Caso sejam necessárias alterações na Interface do programa. [. de acordo com o volume da compra. . faz-se necessária a geração de uma nova versão do programa. Isso acontece porque a legislação dos EUA é diferente da legislação brasileira. Questões relativas à legislação fiscal e escrita contábil também fazem parte da Lógica do Negócio. como o cálculo do dígito verificador de um CPF. um programa para gerência de Recursos Humanos.Lógica do Negócio: As regras que definem a maneira como os dados serão acessados e processados são conhecidas como "Lógica do Negócio". dependendo do porte da empresa. Fazem parte da Lógica do Negócio.. desenvolvido para a legislação dos EUA. Estas aplicações utilizavam um modelo de desenvolvimento em duas camadas. desde funções simples de validação da entrada de dados. para que o usuário possa ter acesso às alterações. 2003. . a aplicação Cliente é responsável pelas seguintes funções: . Em síntese. O gerenciamento desta tarefa é algo extremamente complexo e oneroso.30 Power Builder. menus e demais elementos visuais estão contidos no código da aplicação Cliente. e todas as estações de trabalho que possuam a versão anterior devem receber a nova versão.

A idéia básica deste modelo é retirar as regras de negócios do cliente e centralizar em algum ponto da rede chamado de servidor de aplicações.Nesta camada temos o servidor de banco de dados.Continua no programa instalado no Cliente. estamos facilitando a tarefa de manter a aplicação atualizada.Apresentação .Lógica . Alterações na interface do programa ainda irão gerar a necessidade de atualizar a aplicação em todas as estações de trabalho. as três camadas são as seguintes: .. Todos os clientes passam a acessar os dados através das regras contidas no servidor e desta forma a manutenção destas regras ficam muito mais fácil (figura 5). ao centralizar as regras do negócio em um Servidor de Aplicações. que determinam de que maneira os dados serão utilizados e manipulados pelas aplicações. . porém. Desta maneira. quando uma regra do negócio for alterada.Dados . todos os usuários passarão a ter acesso à nova versão. 31) 4. As coisas estão começando a melhorar. Após a atualização. .. Esta camada foi deslocada para o Servidor de Aplicações. FONTE: Battisti (2003. 2003.1. onde a aplicação estiver sendo utilizada. p.São as regras do negócio. [.2. basta atualizá-la no Servidor de Aplicações. Vejam que.4 Modelo de aplicações em três camadas O modelo de aplicação em três camadas é uma evolução do modelo de aplicações de duas camadas.33). Cabe ressaltar.31 Figura 4 – Modelo de desenvolvimento em duas camadas.] Com isso. Cabe reforçar que os dados somente são acessados através do Servidor de Aplicação e não diretamente pela aplicação Cliente (BATTISTI. . no qual reside toda a informação necessária para o funcionamento da aplicação. que alterações na interface são menos freqüentes do que alterações nas regras do negócio. sem que seja necessário reinstalar o programa Cliente em cada um dos computadores da rede. p.

temos as seguintes camadas: . sem que seja necessário reinstalar o programa em cada estação de trabalho da rede. o Cliente é o Navegador utilizado pelo usuário. 2003.Cliente . temos o servidor de banco de dados.Dados . Flash ou qualquer outra tecnologia capaz de gerar conteúdo para o navegador. quer seja o Netscape Navigator. estamos facilitando a tarefa de manter a aplicação atualizada. [. automaticamente. Após a atualização. PHP. . por exemplo.Apresentação .Passa para o Servidor Web. sendo que estas alterações estarão. a apresentação da aplicação e centralizá-la em um servidor assim como foi feito com as regras de negócios. . A idéia consiste em retirar do cliente.34-35). Desta maneira. . as quais determinam de que maneira os dados serão utilizados. Vejam que. Com isso. p.5 Modelo de aplicações em quatro camadas Este modelo é uma evolução do modelo de três camadas. no qual reside toda a informação necessária para o funcionamento da aplicação (BATTISTI. alterações na interface da aplicação são feitas diretamente no servidor Web.32 Figura 5 – Modelo de desenvolvimento em três camadas. todos os usuários passarão a ter acesso à nova versão. quer seja o Internet Explorer.São as regras do negócio. A interface pode ser composta de páginas HTML. .1.Neste caso.. ao centralizar as regras do negócio em um Servidor de Aplicações.. ASP.2.Nesta camada. disponíveis para todos os Clientes. Esta camada está no Servidor de Aplicações. o Internet Explorer e o Netscape (figura 6). quando uma regra do negócio for alterada. ou outro navegador qualquer. Este é um modelo parecido com o modelo mainframe com a diferença que as aplicações são acessadas por computadores com poder de processamento e através de navegador como. 33) Cliente 4.] Com isso. Servidor de aplicações Servidor de banco de dados Cliente FONTE: Battisti (2003. p. basta atualizá-la no Servidor de Aplicações.Lógica .

Os servidores de impressão fornecem e gerenciam o acesso às impressoras. servidor de aplicações. servidor de acesso remoto. acesso à rede. Servidor Web Servidor de Servidor de aplicações banco de dados Cliente FONTE: Battisti (2003. Os administradores podem gerenciar contas de usuário. O que define o papel a ser desempenhado por um sistema operacional Windows Server 2003. topologia de sites e outros objetos de diretório a partir de qualquer controlador de domínio na floresta. servidor web. 34) Cliente 4. servidores que pudesse executar diferentes tipos de funções como servidor de banco de dados. um servidor que contém uma cópia gravável do banco de dados do Active Directory participa da duplicação do Active Directory e controla o acesso a recursos de rede. recursos compartilhados. etc. Servidor de arquivos .Em uma floresta do Active Directory. basicamente são as configurações e os serviços instalados e configurados no servidor. p.33 Figura 6 – Modelo de desenvolvimento em quatro camadas. configure-o como um servidor de arquivos.Os servidores de arquivos fornecem e gerenciam o acesso a arquivos.1. Se você planeja usar o espaço em disco do computador para armazenar. como arquivos e aplicativos acessíveis pela rede. Dentre os vários papéis que poderá ser desempenhado pelo Windows Server 2003. O Windows Server 2003 foi projetado pela Microsoft para ser o sistema operacional dos servidores da rede para atender estas necessidades.. destacamos os principais: Controlador de domínio . gerenciar e compartilhar informações. Servidor de Impressão . ou se . Configure o computador como servidor de impressão se você planeja gerenciar impressoras remotamente ou usando a instrumentação de gerenciamento do Windows (WMI). houve a necessidade de inserir em vários pontos da rede da empresa.3 Papel do Windows Server 2003 na rede Com o crescimento das migrações de dados e aplicações dos grandes portes para a baixa plataforma.

]. Os administradores podem usar o serviço POP3 para armazenar e gerenciar contas de email no servidor de email.0 para criar uma plataforma forte de comunicação de aplicativos de rede dinâmicos. respectivamente. seguros e gerenciáveis em uma intranet.Os Serviços de email incluem os serviços POP3 e SMTP.Os servidores DHCP gerenciam centralmente endereços IP e informações afins. confiáveis.Um serviço de software que mapeia endereços IP dinamicamente para nomes de computadores (nomes NetBIOS). por exemplo.0 inclui novos recursos projetados para ajudar organizações. profissionais da área de informática e administradores da Web a atingir seus objetivos de desempenho.1 Fundamentos Protocolo é um conjunto de regras adotado por todos os computadores de uma rede de forma que estes computadores tenham capacidade de se comunicar entre si. endereços IP..2 Protocolos 4. como. Permite que os usuários acessem os recursos pelo nome em vez de solicitar que usem endereços IP difíceis de serem reconhecidos e lembrados. na Internet ou em uma extranet.Você pode usar o Windows Media Services para disponibilizar o fluxo do conteúdo de áudio e vídeo pela Internet ou por uma intranet. Isso permite que você defina configurações de rede cliente em um servidor. confiabilidade. Os clientes podem ser computadores ou dispositivos que reproduzem conteúdo usando um player. . os computadores da rede privada podem compartilhar uma única conexão com a Internet.2. Servidor WINS ... O IIS 6. desta forma podemos afirmar que dois computadores utilizando protocolos de comunicação diferentes não serão capazes de se comunicar. a recuperação e a transferência de emails. além de possibilitar a descoberta de outras informações armazenadas no banco de dados.Você pode configurar um servidor que permita aos usuários remotos acessar recursos de sua rede privada através de conexões dial-up ou de redes virtuais privadas (VPN). fornecendo-as aos clientes. escalonáveis.] Os Serviços de Informações da Internet (IIS) fornecem recursos de servidor Web integrados.34 deseja imprimir de um computador servidor ou cliente para um servidor de impressão usando um URL. como o Windows Media Player. O DNS permite a localização de computadores e serviços por nomes amigáveis. em vez de configurálas em cada computador clientes. Esse tipo de servidor é chamado de servidor de acesso remoto/VPN. Servidor Web – [. Servidor de e-mail . Servidor de fluxo de mídia .. Os servidores de acesso remoto/VPN também podem oferecer a conversão de endereços de rede (NAT). 4. Com a NAT. Servidor DNS . Servidor DHCP . que oferecem. São no protocolo de comunicação que estão definidos todas as regras para que cada computador entenda uns aos outros.Banco de dados distribuído de modo hierárquico que contém mapeamentos de nomes de domínios DNS para vários tipos de dados. ou computadores que executam o Windows Media Services (chamados de servidores Windows Media) que armazenam em proxy ou em cache ou redistribuem o conteúdo (MICROSOFT. em um único servidor IIS [. desempenho e segurança em milhares de sites possíveis. 2003). Servidor de acesso remoto . Você pode usar o IIS 6.

. Conforme podemos observar no diagrama da figura 7. do departamento de defesa. portanto. 4. . sendo este o protocolo padrão utilizado pelo Windows Server 2003.2 Protocolo TCP/IP O TCP/IP é uma coleção de software criada em grande parte com ajuda de recursos governamentais do departamento de defesa do Estados Unidos das Américas (EUA). 41). Segundo Battisti (2003. os dispositivos de comutação de pacotes da ARPANET pararam de aceitar pacotes NCP. 2003. o protocolo TCP/IP tornou-se padrão na rede mundial e diante das necessidades das empresas se conectarem nesta rede.. O primeiro protocolo utilizado nesta rede foi o Network Control Protocol (NCP) sendo posteriormente dividido em dois componentes: o IP e o TCP. é a utilização do protocolo TCP/IP na esmagadora maioria das redes [. vários tipos de protocolos. lideres de projetos civis e militares por todo o EUA.. etc. interligando professores. Internetwork Packet Exchange/ Sequenced Packet Exchange (IPX/SPX). considerada rede de redes. na prática. “O que temos hoje. dentre eles: Transport Layer Security/Internet Protocol (TCP/IP). Esta rede. foi projetada e implementada por uma empreiteira privada chamada Bolt Beranek and Newman.151). Apple Talk. NetBIOS Extended User Interface(NETBEUI). A mudança do NCP para o TCP/IP é a diferença técnica entre a ARPANET e a Internet.2. o departamento de defesa do EUA criou uma rede chamada Advanced Research Projects Agency Network (ARPANET) onde eram feitas grandes partes das pesquisas. para transmitir apenas pacotes TCP/IP. o protocolo TCP/IP. 1º de janeiro de 1983 é considerado o dia do nascimento “oficial” da Internet (MINASI. Em 1º de janeiro de 1983.]”. p. p. Com o crescimento da Internet.35 Antes do advento da Internet existiam e eram utilizados pelas empresas. chamada Advanced Research Project Agency (ARPA). também tiveram que adotar como protocolo padrão em suas rede interna. de certo modo. universitários.

p. hubs. etc. z ou w. 255 (figura 8). FONTE: Minasi (2003.1 Configurações do protocolo TCP/IP Não basta que os computadores estejam utilizando o mesmo protocolo para comunicação entre si. O número IP é um número do tipo x. E uma rede local.z. sendo o valor máximo para cada um dos números x. 4. . switches. cada ativo de rede deverá ter pelo menos dois parâmetros de rede configurados: número IP e máscara de sub-rede. y.36 Figura 7 – Rede de pesquisadores depois da ARPAnet. separados por ponto e não poderá existir dois ou mais números idênticos de endereço IP no mesmo segmento de rede. Vários são os parâmetros que deverão ser configurados em todos os ativos de rede como computadores.2.2.w. 152). impressoras de rede.y.

168).168. 2003. ou seja.192.168.2: Número IP: 10. 42) Uma parte do Número IP (1.0 As três primeiras partes da máscara de sub-rede (subnet) iguais a 255 indicam que os três primeiros números representam à identificação da rede e o último número é a identificação do equipamento dentro da rede.255. IP: 10.168. Para o nosso exemplo. O que definem quantos dos quatros números faz parte da identificação da rede e quantos fazem parte da identificação da máquina é a máscara de sub-rede (subnet mask).5 Subnet: 255. todos os equipamentos do nosso exemplo fazem parte da rede 10.168. teríamos a rede: 10. conhecido como default .168).42).255.2 e Sub-rede: 255.255.192.2 Subnet: 255.168.0 Subnet: 255. entretanto.6 Subnet: 255.192.168.4 IP: 10.3 IP: 10.255. 2 ou 3 dos 4 números) é a identificação da rede.0 IP: 10. No diagrama da figura 9 podemos observar que o segmento de endereçamento IP da rede A (10.37 Figura 8 – Rede local baseada no protocolo TCP/IP. para que estas duas sub-redes se comuniquem é necessário ter um roteador para enviar e receber as informações entre as duas redes.255. O número IP do roteador deverá ser informado em todas os computadores no parâmetro gateway.192.192. Todas as informações enviadas ou recebidas entre estas redes.192. caso haja necessidade de conectar esta rede com outras subredes.255. assim.168.255.255.10. Os computadores de uma rede isolada que não esteja conectada a outras sub-redes se comunicarão apenas com os dois parâmetros IP e máscara de subrede. p.192. é necessário acrescentar e configurar um roteador com seu respectivo endereço IP e máscara de sub-rede para que a comunicação entre estas redes seja estabelecida.0 IP: 10. a outra parte é a identificação da máquina dentro da rede.0 FONTE: Battisti (2003.255. Vamos considerar o exemplo de um dos computadores da rede da Figura 7. passarão necessariamente pelo roteador.192.168 (BATTISTI.192.255. é diferente do segmento de endereçamento IP da rede B (10.255.0 Subnet: 255.255. p.

br/.255.0 Gateway: 10.6 Subnet: 255.10.192.2 Subnet: 255.com.255.1 REDE A IP: 10.10.192.168.168.4 IP: 10.0 Subnet: 255.192. O serviço que localiza o Número IP associado a um nome é o DNS.1 Gateway: 10.10.192.255.192. tem que haver uma maneira de encontrar o Número IP do Servidor onde fica hospedado o site.192. Por exemplo.255.255.255.255.168.255.4 Subnet: 255. O DNS é o serviço de rede responsável pela resolução de nomes na rede.3 IP: 10.168.10.168.0 Gateway: 10.1 IP: 10.255.255.192. sem este serviço de resolução de nomes.192.1 IP: 10.255.168.255.10.juliobattidti.10.5 Subnet: 255.6 Subnet: 255.255.168. muitos recursos da rede estarão indisponíveis (BATTISTI. 2003.255.3.1 Subnet: 255.168. 4.255.10.255.255.168. em redes baseadas no protocolo TCP/IP é feita através do Número IP.1 Outro parâmetro importante que deverá está presente nas redes empresarial e que é comum seu uso na Internet é o DNS.168.192.168. p.255.0 IP: 10.0 Gateway: 10.1 Gateway: 10.168.168.0 Gateway: 10.168.255.168. Por isso a necessidade de informarmos o Número IP de pelo menos um Servidor DNS.0 Subnet: 255. o surgimento da Internet .255. quando vamos acessar um site: http://www.10.2 IP: 10.3 IP: 10. Apesar de especialistas acreditarem que essas máquinas distanciariam o homem do convívio social.255.168. Toda a comunicação. pois.0 Gateway: 10.44).255.3 Internet/Intranet/Extranet 4.168.0 IP: 10.5 Subnet: 255.1 Subnet: 255.10.1 REDE B IP: 10.168.255.168.38 Figura 9 – Ligação entre rede baseada no protocolo TCP/IP.0 Subnet: 255. o computador já era considerado uma fonte de entretenimento e de informação.255.10.168.1 Gateway: 10.1 Gateway: 10.168.1 ROTEADOR IP: 10.192.0 Gateway: 10. IP: 10.168.10.192.1 Internet Em meados da década de 80.0 Subnet: 255.

Atualmente. . . Há ainda dois tipos de conexão: as diretas.39 extinguiu esse pensamento. e as conexões dial-up. em que pode se conectar através de: . A Internet surgiu por projetos desenvolvidos pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos que visavam à comunicação entre os centros militares e a criação de uma rede de computadores capaz de resistir a um ataque nuclear. É um mundo virtual onde não há diferenças de cor. Seu serviço mais utilizado é o Asymmetric Digital Subscriber Line (ADSL). ratificar padrões e resolver questões operacionais. raça e idade. A Internet tem se tornado cada vez mais comum e necessária.rádio e satélite . Ninguém a controla. seu uso é fácil. visando promover os objetivos da Internet. que são indicadas aos fornecedores de serviços que vendem conexões de todos os tipos para pessoas e organizações.provedores de acesso . A comunicação por satélite é a forma mais rápida de conexão e também a mais cara. é uma enorme rede mundial de computadores. o contrário de quando foi criada.linha telefônica . tornando o computador uma eficiente fonte comunicação mundial. Hoje.o tipo de conexão a cabo no Brasil é fornecido pelos operadores de TV por assinatura aproveitando a mesma rede física. .são empresas que conectam usuários à Internet cobrando uma taxa mensal. imagens. Para sua organização. existem associações e grupos que se dedicam para suportar. . A World Wide Web (WWW) possibilita a manipulação multimídia da informação através de hipertextos (sistemas em que texto.cabo . Qualquer pessoa pode ter sua página na Internet e falar do assunto que desejar e as .com o uso de um MODEM você se comunica a um provedor de acesso via conexão discada.as comunicações de rádio e satélite necessitam de uma antena para envio e recebimento. hora/uso ou uma taxa fixa para acesso por tempo indeterminado.fibra ótica – o uso destas conexões são as que mais crescem atualmente devidos principalmente à velocidade de conexão e a vantagem de não utilização da linha de telefone convencional. som e vídeo são acessados juntos de maneira arbitrária). pois esta possibilitava uma maior interação entre seus usuários. que exibia apenas textos em uma interface não tão acessiva. que são exibidos em “páginas Web” interligadas entre si através de links.

40 empresas vêem na Web um excelente veículo para venda e divulgação de produtos e serviços. As páginas da Web ficam armazenadas em computadores permanentemente conectados à Internet chamados servidores. Pode ser usado através de cadastro com conta (login) e senha (password) ou com conta anônima (anonymous). Os mais utilizados hoje são Microsoft Internet Explorer. mesclando com . é um protocolo utilizado para transferência de arquivos de uma máquina remota para um computador local. como as salas de bate papo.. na qual o usuário pode enviar uma mensagem sem a necessidade do destinatário esta utilizando a rede no momento como. por exemplo. Ópera. restrita à empresa ou parceiros de negócios. Para acessar os sites disponibilizados na Internet é necessário utilizar um programa chamado browser. Mozilla e Netscape Navigator.2 Intranet As empresas descobriram que podem criar redes como a Internet. permitindo que o arquivo fique em tamanho menor para o armazenamento ou transferência. departamentos. um formato de distribuição de documentos compactados e que podem ser protegidos contra alteração e até mesmo contra cópias. é o programa mais utilizado por ser um compactador. com certeza. existem também programas auxiliares. o Winzip que. 4. É através desta linguagem que são definidos a aparência do documento. clientes. Na Internet existem dois tipos de comunicação entre usuários: o modo assíncrono.3. O File Transfer Protocol (FTP). conhecido no Brasil como navegador. o e-mail. ambos conectados à Internet. a comunicação em tempo real. porém privadas. fornecedores. como o Adobe Acrobat Reader com arquivos em Portable Document Format (PDF). etc. A linguagem usada para a criação de páginas Web é chamada Hyper Text Markup Language (HTML). Um conjunto de páginas Web armazenadas em um servidor é chamado de Web site e cada site possui um endereço único em toda a Internet conhecido como Universal Resource Locator (URL) e é por meio deste endereço que se acessa o site via browser. A Intranet cumprem o papel de conectar entre filiais. Para Internet.

redução de custos e facilidades de relacionamento nos negócios são pontos chaves. tornando fácil o acesso a aplicações e a informações estáticas e dinâmicas.3. verificou-se que seria vantajoso interligar empresa e fornecedores que compartilham objetivos comuns e assim facilitar a troca de informações entre estas empresas.41 segurança as redes particulares de informação com a estrutura de comunicações da Internet. Auxilia no processo de descentralização das informações. em muitos casos. além de permitir maior participação do usuário final na criação de aplicações. 4. . da distribuição de dados e do desenvolvimento de aplicações.1 Introdução Atualmente as informações constituem o objeto de maior valor para as empresas. Hoje em dia. com informação muito mais atual. chegando a ter um valor maior. A Intranet simplifica a interação do usuário. 4. porém pode ser vantajosa a ligação da intranet com a internet. Com o advento da Internet e o crescimento das redes internas nas empresas. O progresso da informática e das redes de comunicação nos apresenta um novo cenário. sem deixar de ter o mesmo valor que os objetos reais e. neste mundo competitivo de negócios. A rigor uma intranet pode operar apenas como uma rede corporativa dentro dos limites da empresa. que ocupam lugar em outra dimensão e possuem formas diferentes das originais. favorecendo o desempenho dos funcionários da empresa. no qual os objetos do mundo real estão representados por bits e bytes.4. um mínimo de diferenciação em produtos e serviços.3 Extranet Extranet (ou extended Internet) é a ligação das redes Intranet entre duas empresas parceiras de negócios.4 Política de Segurança de Informação 4. Viabiliza uma publicação em tempo real.

. o sistema atuará conforme o esperado (DIAS. 8). .. . 4. é preciso se certificar de que nada importante do sistema foi adulterado ou apagado. mesmo em condições adversas. Araújo (2006. 9). devendo ser formalizada a todos os usuários que fazem uso dos ativos de informação”.certificar-se de que o sistema atua de acordo com as expectativas dos usuários autorizados. militar. 2000. O acesso não autorizado é sempre um problema.2 Objetivos de segurança Segundo Ferreira. Segundo Dias (2000. etc. por quem e quando. Os objetivos de segurança as quais os usuários e profissionais de informáticas devem se preocupar são: .. O homem buscava representar seus hábitos..regular o acesso ao sistema.Integridade de dados . pode ser tão ruim quanto um sistema inexistente ou destruído.Confidencialidade ou privacidade . .Consistência .42 De acordo com Associação.] Os objetivos de segurança variam de acordo com o tipo de ambiente computacional e a natureza do sistema (administrativo. Para um usuário autorizado. pois além de ser necessário identificar quem acessou e como.proteger os sistemas contra erros e atos maliciosos cometidos por usuários autorizados. “[. p.proteger os serviços de informática de tal forma que não sejam degradados ou tornados indisponíveis sem a devida autorização. As informações importantes eram registradas em objetos preciosos e sofisticados e pinturas magníficas. que registram tudo que foi executado no sistema.Confiabilidade .)”. 42). quando se necessita dele.garantir que. p. são utilizadas trilhas de auditoria e logs.. métodos e procedimentos utilizados para a manutenção da segurança da informação. . Para identificar os autores e suas ações. entre outros.Isolamento ou uso legítimo . p. um sistema não disponível. isto é. MICROSOFT. que eram armazenados com muito cuidado em locais de difícil acesso (MÓDULO. p. as informações e processos são liberados apenas a pessoas autorizadas. “A Política de Segurança define o conjunto de normas. . sem a permissão do proprietário da informação. (2005.Disponibilidade .4. 42-44). costumes e intenções com diversos meios que pudessem ser utilizados por ele e por outras pessoas e que pudessem ser levados de um lugar para outro.Auditoria . 2005). financeiro.proteger as informações contra acesso de qualquer pessoa não explicitamente autorizada pelo dono da informação.evitar que dados sejam apagados ou de alguma forma alterados. a informação esteve presente através de diferentes formas e técnicas. . “Prover uma orientação e apoio da direção para a segurança da informação de acordo com os requisitos do negócio e com as leis e regulamentações relevantes”. Desde o surgimento da raça humana na terra.

Convém que esta política de segurança da informação seja comunicada através de toda a organização para os usuários de forma que seja relevante acessível e compreensível para o leitor em foco (ABNT BNR ISO/IEC 17799.8). por exemplo. incluindo o registro dos incidentes de segurança da informação. em função de sua grande importância para a sociedade moderna. entretanto em um sistema bancário os objetivos mais relevantes são a integridade e auditoria seguidos de privacidade e disponibilidade.2. políticas e procedimentos de segurança mais detalhados de sistemas de informação específicos ou regras de segurança que os usuários devem seguir. um sistema que necessita de 24 horas de disponibilidade e não possuem dados confidenciais deverá prioriza a alta disponibilidade e não a privacidade dos dados. b) uma declaração do comprometimento da direção. “A segurança de informações. 3) gestão da continuidade do negócio.4. deu origem a diversos grupos . d) breve explanação das políticas. P. f) referências à documentação que possam apoiar a política. por exemplo. normas e requisitos de conformidade de segurança da informação específicos para a organização. 2005. treinamento e educação em segurança da informação. 4. princípios.43 Os objetivos citados têm seu grau de importância dependendo o tipo de negócio da empresa. A integridade e a disponibilidade são na maioria os dois objetivos mais enfatizados nos sistemas de uma empresa.1 Diretrizes para implementação Convém que o documento da política de segurança da informação declare o comprometimento da direção e estabeleça o enfoque da organização para gerenciar a segurança da informação. 2) requisitos de conscientização.4. requisitos regulamentares e contratuais. c) uma estrutura para estabelecer os objetivos de controle e os controles. apoiando as metas e princípios da segurança da informação. incluindo a estrutura de análise/avaliação e gerenciamento de risco. 4. 4) conseqüências das violações na política de segurança da informação. p. escopo e importância da segurança da informação como um mecanismo que habilita o compartilhamento da informação (ver introdução). e) definição das responsabilidades gerais e específicas na gestão da segurança da informação. Alguns são mais importantes outros nem tanto. suas metas globais. 45). Convém que o documento da política contenha declarações relativas a: a) uma definição de segurança da informação. alinhada com os objetivos e estratégias do negócio.3 Legislação Brasileira e Instituições Padronizadas De acordo com Dias (2000. incluindo: 1) conformidade com a legislação e com.

decreto n° 79.aprova o regulamento para salvaguarda de assuntos sigilosos.296.projeto de Lei da Câmara dos Deputados n° 1.099. parte final. 5°. cujos trabalhos muitas vezes são traduzidos em padrões de segurança [.regulamenta o inciso XII. .decreto n° 96.dispõe sobre o acesso. do art.lei n° 9. 46).. de 19 de fevereiro de 1998 . .define e tipifica os delitos informáticos.1 Legislação Brasileira Segundo Dias (2000.3. conforme segue: .dispõe sobre crime contra a inviolabilidade de comunicação de dados de computador.]”. O disposto nessa lei aplica-se a interceptação do fluxo de comunicações em sistemas de informática e telemática.610.4.lei n° 9.609. “A nossa legislação. atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais.projeto de Lei n° 84. . de 2000 . de 1999 . de 1996 . porém já existem alguns dispositivos legais sobre assuntos relativos à informática”. Os padrões de segurança são utilizados de certa forma em âmbito internacional enquanto que as leis e normas são estabelecidas em caráter nacional podendo. de 12 de maio de 1988 . .036. Também temos tramitando na câmara e no senado.projeto de Lei do Senado n° 234. .projeto de Lei do Senador Renan Calheiros.44 de pesquisa.713. de 1996 . de 19 de fevereiro de 1998 . . não está tão consolidada como a legislação americana. os seguintes projetos de lei relativo à Segurança da Informação: . .646. 4. de 06 de janeiro de 1977 .altera. às vezes.609.. de 19 de fevereiro de 1998. haver similares entre legislação de países diferentes.regulamenta a Lei n° 7. de 18 de dezembro de 1987.dispõe sobre os crimes cometidos na área de informática e suas penalidades.dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador e sua comercialização no país. com relação à segurança de informações. p.Lei n° 9. revogada pela Lei n° 9. a responsabilidade e os crimes cometidos nas redes integradas de computadores. . da Constituição Federal. de 24 de julho de 1996 .

No âmbito internacional temos algumas instituições cuja função básica é estabelecer padrões. Há necessidade de saber quais os recursos mais importantes para assim estabelecer uma política adequada. além das normas de segurança física e ambiental que se aplica a qualquer tipo de prédio.Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE). .4.4. . que estabelece padrões a serem seguidos por produtos e serviços de várias áreas. pessoas.1 Classificação das informações . Abrange algoritmos de criptografia. .Comité Européen de Normalisation Eléctrotechnique (CENELEC).American National Standards Institute (ANSI). controle de acesso para segurança física de instalações de processamento de dados. software. técnicas criptográficas. p. tais como: .4. a microcomputadores e terminais. 46-47). o Brasil conta com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). critérios de segurança física relativos ao armazenamento de dados. documentação e suprimentos. 2000. 4. .Comité Européen de Normalisation (CEN).International Telecommunications Union (ITU).3.4. gerência de senhas. .2 Instituições Padronizadoras Nacionais e Internacionais No que diz respeito a normas técnicas. Em um ambiente de informática os tipos de recursos mais comuns são: hardware. Apesar de não serem instituições internacionais.National Institute for Standards and Technology (NIST). dados.European Telecommunications Standards Institute (ETSI).4 Identificando os Recursos O que precisa ser protegido? Sob que formas as informações estão armazenadas? Estas são perguntas que deverão ser respondidas na identificação dos recursos. existem vários organismos padronizadores norte-americanos cujos padrões são utilizados mundialmente.45 4.International Electrotechnical Comission (IEC). . . dentre elas: . tais como as normas de combate e prevenção a incêndios (DIAS.International Organization for Standardization (ISO). 4. inclusive segurança de informações.

. Exemplos: dados pessoais de clientes e funcionários. É imprescindível que o número de pessoas autorizadas seja muito restrito e o controle sobre o uso dessas informações seja total. sistema operacional e hardware. “Com relação a sistemas. a melhor estratégia de implementação de segurança é utilizar controle em vários níveis diferentes”. p. os usuários só podem acessá-los se estes forem fundamentais para o desempenho satisfatório de suas funções na instituição. por exemplo. contratos. p.5 Ativos .4. Segundo Dias (2000. balanços. Cada uma das camadas deverá ser analisada individualmente.as informações e os sistemas assim classificados não devem sair do âmbito da instituição. . serviços. aplicativos.as informações e os sistemas assim classificados podem ser divulgados a qualquer pessoa sem que haja implicações para a instituição. 53).52-53). as conseqüências não serão críticas. senhas. isto é. 4. O acesso não autorizado a esses dados e sistemas pode comprometer o funcionamento da instituição. Exemplos: serviços de informação ao público em geral.46 A classificação das informações é o primeiro passo para o estabelecimento de uma política de segurança de informações.Internas ou de uso interno . Segundo Dias (2000. . Porém.4. 52-53).2 Classificação dos sistemas As divisões poderiam ser.Confidenciais . Exemplos: serviços de informação interna ou documentos de trabalho corriqueiros que só interessam aos funcionários. “A classificação mais comum de informações é aquela que as divides em quatro níveis”: . configuradas e monitoradas de forma a atender os requisitos de segurança estabelecida. 2000.4. 4. se isso ocorrer.Públicas ou de uso irrestrito . p.Secretas . pois diferentes tipos de informações devem ser protegidos de diferentes maneiras. Exemplos: dados militares e de segurança nacional (DIAS.o acesso interno ou externo de pessoas não autorizadas a esse tipo de informações é extremamente crítico para a instituição. O acesso a esses sistemas e informações é feito de acordo com sua estrita necessidade. causar danos financeiros ou perda de fatias de mercado para o concorrente. etc. informações sobre as vulnerabilidades de segurança dos sistemas institucionais. informações divulgadas à imprensa ou pela Internet.informações e sistemas tratados como confidenciais dentro da instituição e protegidos contra acesso externo.

4. p. .. De acordo com Associação. manuais. correspondências. relatórios. “Combinação da probabilidade de um evento e de suas conseqüências”. As informações. 3). utilizado para a automatização de processos. os equipamentos que oferecem suporte a elas e as pessoas que as utilizam são os elementos que compõem o que chamamos de ativo. código de programação. Informações – elementos que contem informações registradas em meio eletrônico ou físico como. até chegar a seu receptor. linhas de comando. usuários – O grupo de usuários refere-se aos indivíduos que utilizam a estrutura tecnológica e de comunicação da empresa e que lidam com a informação. livros.. como conseqüências. informações de mercado. seu emissor. 4. De acordo com Associação. arquivos de configuração. planilhas de remuneração de funcionários. “Qualquer coisa que tenha valor para a organização”. plano de negócios da empresa. Os ativos são elementos que a segurança da informação busca proteger. Os ativos possuem valor para as empresas e. por exemplo: documentos... organização – neste grupo estão incluídos os aspectos que compõem a estrutura física e organizacional das empresas. De acordo com Albuquerque. Ribeiro (2002.47 Um ativo é todo elemento que compõe o processo da comunicação. p. precisam receber uma proteção adequada para que seus negócios não sejam prejudicados. o meio pelo qual ela é transmitida. 4). partindo da informação. etc. (2005. (2005. “Algo de valor resguardado pelo sistema”. hardware – esses ativos representam toda a infra-estrutura tecnológica que oferece suporte à informação durante seu uso. Equipamentos que oferecem suporte às informações: software – grupo de ativos composto por todos os programas de computador. trânsito e armazenamento. 2).6 Riscos O risco é a probabilidade de que as ameaças explorem os pontos fracos. causando perdas ou danos aos ativos e impactos no negócio afetando a confidencialidade. p.. a integridade e a disponibilidade da informação.

entre outros). De acordo com Albuquerque. p. confidencialidade). Ameaça pode ser uma pessoa. que denominamos pontos fracos e como conseqüência.8 Ataques .48 Segundo Dias (2000 p. Ribeiro (2002. tais como ameaças. . provocar perdas ou danos aos ativos de uma empresa. invasão de hackers. desastres naturais. De acordo com Associação. 4. as quais podem ser: . p. etc. uma mensagem secreta enviada a um endereço incorreto. sabotagem. em termos de confidencialidade.. fraude. Tomando medidas de segurança mais rígidas. Ameaça é tudo aquilo que pode comprometer a segurança de um sistema. 54). CD-ROM). MICROSOFT. 4. Os ativos estão constantemente sob ameaças que podem colocar em risco a integridade.. podendo ser acidental (falha de hardware. mas nunca serão totalmente anulados”. Essas ameaças sempre existirão e estão relacionadas a causas que representam riscos. uma coisa. vulnerabilidades e impactos”. ou seja.. A segurança é uma prática orientada para a eliminação das vulnerabilidades a fim de evitar ou reduzir a possibilidade de que as ameaças potenciais se concretizem no ambiente que se deseja proteger. (2000.4. Segundo Dias. 2005. erros do usuário.7 Ameaças As ameaças são agentes capazes de explorar as falhas de segurança. um evento ou uma idéia capaz de causar dano a um recurso. que permitem um ataque”. etc. entendemos que um dos objetivos da segurança da informação é impedir que as ameaças explorem os pontos fracos e afetem um dos princípios básicos da segurança da informação (integridade. (2005. 54). bugs de software. afetando os seus negócios. a confidencialidade e a disponibilidade das informações. “Um ataque potencial.. “Causa potencial de um incidente indesejado. um conjunto der três elementos: o agente (ou atacante)... disponibilidade. espionagem.causas naturais ou não-naturais.causas internas ou externas Dessa forma..] Risco é uma combinação de componentes. integridade. disponibilidade.] Os riscos podem ser apenas reduzidos. que pode resultar em dano para um sistema ou organização”. 3). provocando danos ao negócio das empresas (MÓDULO. “[. 4). p.4. já que é impossível eliminar todos os riscos. a vulnerabilidade e o ativo com o valor. “[.) ou deliberada (roubo. erros de programação. os riscos podem ser cada vez menores.

tecnologias e acontecimentos”. .alterações na estrutura organizacional e . .. por exemplo.. porém deve ser realizada uma revisão sempre que forem identificados fatos novos. que tenham uma grande probabilidade de comprometer as operações do negócio e ameaçar a segurança da informação”.mercado. ataques ativos – são os ataques que prejudicam diretamente o conteúdo do recurso atacado.vulnerabilidades encontradas. p. 125). “Um incidente de segurança da informação é indicado por um simples ou por uma série de eventos de segurança da informação indesejados ou inesperados. .alterações na legislação do negócio. a interceptação de uma mensagem trafegando na rede. 4). atingindo um ativo de valor”. Araújo (2006. “É necessário especificar procedimentos ou uma metodologia formal para uma manutenção periódica e aprovação das políticas de forma a mantê-los atualizados frente a novas tendências. O processo de revisão deve abranger: . 3). (2005. . . Ribeiro (2002. Os ataques podem ser subentendidos de duas formas: ataques passivos – são os ataques que não interferem no conteúdo do recurso do conteúdo que foi atacado como. De acordo com Albuquerque. p. O intervalo médio utilizado para a revisão da política é de seis meses ou um ano. p.incidentes de segurança. não previstos na versão atual que possam ter impacto na segurança das informações da organização.Eventuais riscos identificados. por exemplo.49 De acordo com Associação.9 Manutenção da Política Segundo Ferreira. “É um tipo de problema de segurança caracterizado pela existência de um agente que busca obter algum tipo de retorno. modificando e eliminando informações ou gerando informações falsas como. 4. análise de tráfego de rede.4.

e) a obtenção de aprovação formal para propostas detalhadas antes da implementação. quando praticável. d) a identificação de todo software. 2005.4. análise do impacto das mudanças e a especificação dos controles de segurança requeridos. controle da qualidade e gestão da implementação. teste. p. 61). Convém que a introdução de novos sistemas e mudanças maiores em sistemas existentes siga um processo formal de documentação. j) a garantia de que toda a documentação operacional e procedimentos dos usuários sejam alterados conforme necessário e que se mantenham apropriados. k) a garantia de que as mudanças sejam implementadas sem horários apropriados. Convém que o processo inclua uma análise/avaliação de riscos. c) a análise crítica dos procedimentos de controle e integridade para assegurar que as mudanças não os comprometam. informação. Convém que o processo garanta que a segurança e os procedimentos de controle atuais não sejam comprometidos. ser a perturbação dos processos de negócios cabíveis (ASSOCIAÇÃO. Convém que. antes da implementação. que os programadores de suporte tenham acesso somente às partes do sistema necessárias para o cumprimento das tarefas e que sejam obtidas concordância e aprovação formal para qualquer mudança obtida.50 4.9. h) a manutenção de um controle de versão de todas as atualizações de softwares... g) a garantia da atualização da documentação do sistema após conclusão de cada mudança e de que a documentação antiga seja arquivada ou descartada. Ribeiro (2002. lógico e controle ambiental de acordo com a classificação das informações estabelecidas. f) a garantia da aceitação das mudanças por usuários autorizados. os procedimentos de controle de mudanças sejam integrados. 93-94).5 Controles de acesso O controle de acesso são as regras estabelecidas e implementadas para regulamentar o acesso físico. b) a garantia de que as mudanças sejam submetidas por usuários autorizados. “A função básica da proteção dos dados e do controle de acesso em um sistema é garantir a confidencialidade e a disponibilidade das informações armazenadas”. .1 Diretrizes para implementação Convém que os procedimentos de controle de mudanças sejam documentados e reforçados com a finalidade de minimizar a corrupção dos sistemas da informação. 4. Convém que os procedimentos de mudanças incluam: a) a manutenção de um registro dos níveis acordados de autorização. De acordo com Albuquerque.. especificação. i) a manutenção de uma trilha para auditoria de todas as mudanças solicitadas. entidades em bancos de dados e hardware que precisam de emendas. p.

firewall. etc..5.. quando se trata de controles de acesso. roteadores. p. tokens e sistemas biométricos.5. “A primeira coisa a fazer.. 2005. Segundo Dias (2000.).2 Físico São os ativos de rede de uma empresa composto por hardwares (computadores. seu ponto fraco será sempre o usuário”. 4. Dias (2000.]”.51 De acordo com Associação.. Segundo Dias (2000.. p. 100).. p. De acordo com Dias (2000. 65). 84). (2005. cabos de redes. tomando-se como base os requisitos de acesso dos negócios e segurança da informação”. p. p. é determinar o que se pretende proteger”. mesmo que os controles de acesso sejam ultra-sofisticados. . identificação de usuário. 65)..] ressalta que. Na elaboração da política de controle de acesso. “Os controles de acesso físico têm como objetivo proteger equipamentos e informações contra usuários não autorizados. 84). p. 4. “[. “O acesso lógico nada mais é do que um processo em que um sujeito ativo deseja acessar um objeto passivo [..1 Lógico São todas as informações que foram transformadas para código binário e que estão armazenados em algum meio físico e são passíveis de trafegar em uma rede de computadores. Convém fornecer aos usuários e provedores de serviços uma declaração nítida dos requisitos do negócio a serem atendidos pelos controles de acessos (ASSOCIAÇÃO. os seguintes elementos deverão ser levados em consideração: processo de logon. senhas. prevenindo o acesso a esses recursos”. Convém que as regras de controle de acesso e direitos para cada usuário ou grupos de usuários sejam expressas claramente na política de controle de acesso. switch’s. autenticação de usuário.. 84). hubs. “Convêm que a política de controle de acesso seja estabelecida documentada e analisada criticamente. Convém considerar os controles de acesso lógico e físico de forma conjunta.

34). os documentos reais. 104). (2005. enchentes. “Os controles ambientais visam proteger os recursos e a integridade contra danos provocados por desastres naturais (incêndios. ou no sistema de ar condicionado [. 4. garantindo que as mensagens sejam lidas apenas pelos devidos destinatários”... 33).52 De acordo com Associação.. não devem ser armazenados dentro de uma área segura. para que não sejam danificados por um desastre que afete o local principal. enchentes). Convém que sejam levadas em consideração as seguintes diretrizes para evitar danos causados por incêndios. 4.3 Ambiental Segundo Dias (2000. “A infra-estrutura de chaves públicas permite que as empresas utilizem redes abertas [. p.. Suprimentos em grande volume. Convém que sejam projetadas e aplicadas proteção física contra incêndios.2 Conceitos Necessários . onde “envelopes e firmas de envio são substituídos por sofisticados métodos de criptografia de dados. “Convém que as áreas seguras sejam protegidas por controles apropriados de entrada para assegurar que somente pessoas autorizadas tenham acesso”.. enchentes. p. p. terremotos.6.. explosões. Mas a facilidade e rapidez de se realizar transações comerciais também ocorrem para a prática de atos ilegais pela rede. p. perturbações da ordem pública e outras formas de desastres naturais ou causados pelo homem.]”.1 Introdução à ICP Com a evolução da tecnologia das comunicações.6.. 22). terremotos.]”. por falhas na rede de fornecimento de energia. 4. 2005. a presença física e a burocracia em geral estão sendo substituídos pelo universo digital. De acordo com Silva (2004. como materiais de papelaria. perturbações da ordem pública e outras formas de desastres naturais ou causados pelo homem: a) os materiais perigosos ou combustíveis sejam armazenados a uma distância segura da área de segurança.6 Infra-estrutura de chave pública – ICP 4. c) os equipamentos apropriados de detecção e combate a incêndios sejam providenciados e posicionados corretamente (ASSOCIAÇÃO..5. explosões. b) os equipamentos para contingência e mídia de backup fiquem a uma distância segura..

que significa escrever. Ribeiro (2002. A maioria delas é sistemática.. Segundo Silva (2004.1 Chaves simétricas Chave simétrica. “Mais conhecida como chave secreta. 2004. P. pois emissor e receptor devem conhecer antecipadamente a chave. necessários para o entendimento da infra-estrutura de chave pública. que significa oculto. garantir o não-repúdio de origem e de recebimento. que significa dar números. Criptografia é o estudo de códigos e cifras. implementar assinaturas digitais. autenticação e autenticação forte.53 Neste tópico serão apresentados alguns conceitos importantes sobre criptografia. 43). conforme podemos observar na figura 10. baseada em técnicas de sistemas numéricos (SILVA. e é bastante difícil de se conseguir um meio seguro de se passar a chave secreta. descreve “CRIPTOGRAFIA É O PROCESSO pelo qual uma informação ou um texto é embaralhado de forma que só seja possível a obtenção do texto original aplicando-se uma operação baseada em uma chave de acesso”. ou seja. Albuquerque.2. o destinatário sabe qual é a chave que utilizará para voltar a informação a sua forma original [. 44).1 Criptografia A criptografia pode ser usada para garantir a confidencialidade das informações. 4. 155). garantir a privacidade com responsabilidade do usuário e garantir a integridade das informações.1.6. cujo nome vem do grego kryptos. p. e graphen.2.]”. Já a palavra cifra vem do hebraico saphar. A chave é compartilhada pelos dois pontos. .6.. utiliza à mesma chave tanto para a cifragem como para a decifragem. também conhecida por chave única. Este método é bastante limitado. 4.

4. ou seja. Na criptografia assimétrica dividi-se uma chave ou segredo em duas partes relacionadas matematicamente (no fundo dois números primos gigantescos fatorados entre si). Enquanto não existir uma fórmula mágica para resolver o problema matemático.509.2.54 Figura 10 – Criptografia com chave simétrica. levaria centena de anos para derivar o número e descobrir os dois primos que foram escolhidos. relativamente simples. Secure Electronic Transaction (SET) e X. Secure Sockets Layer/Transport Layer Security (SSL/TLS). também chamada de algoritmos de chave pública e privada.2 Chaves assimétricas Chave assimétrica. Internet Protocol Security (IPSec). mesmo conectando milhares de computadores ao redor do mundo.6. p. estaremos protegidos pelo tempo tecnológico dos computadores e calculadoras (SILVA. Em um sistema de chave assimétrica cada pessoa tem duas chaves: uma chave pública que pode ser divulgada e outra privada que deve ser mantida em segredo. com os recursos computacionais que dispomos hoje em dia. utiliza chaves diferentes para cifrar e decifrar os dados. Uma chave é distribuída livremente para qualquer pessoa e a outra chave. A segurança dessa equação está no fator tempo. 2004. são alguns exemplos de protocolos que empregam sistemas de criptografia. Pretty Good Privacy (PGP).1. 49). conforme podemos observar na figura 11. . conhecida como privada fica guardada a sete chaves por quem fatorou os dois números primos que só ele sabe quais escolheu.

“Autenticação é a capacidade de garantir que alguém.Hellman (ECDH).1. 4.55 Figura 11 – Criptografia com chave assimétrica. 66). o Elliptic Curve Digital Signature Algorithm (ECDSA) e Elliptic Curve Diffie. é de fato quem diz ser. p. 57): “Isso ocorre no momento de pegar a chave pública do outro usuário. Sua fragilidade é explicada por Silva (2004. e ao tamanho de sua chave que deve ser grande o suficiente para que seja impossível ser descoberta. tendo sido corrigidas as suas falhas. De acordo com Silva (2004. físico que temos ou algum lugar que estamos. Os mais utilizados são o Diffie-Hellman e o RSA (ambos com os nomes dos criadores). ou alguma coisa. o Digital Signature Algorihm (DSA). sendo elas: algo que sabemos. p. O sistema de Criptografia será seguro somente se obedecer a alguns critérios. algo que somos.2.2 Autenticação A informação de autenticação pode ser dividida em categorias.6. outro usuário qualquer pode responder ao pedido se fazendo passar pelo destinatário para quem queremos enviar dados seguros”. como ao tanto que ele é conhecido e foi testado. dentro de um contexto . pois sendo essa ação realizada de forma insegura.2. 4.3 Algoritmos Os algoritmos servem para atender um ou mais serviços da criptografia por chave pública.6.

1 Sign-on Também conhecido como login. “[. ou servidores. De acordo com Dias (2000. .2. o esquema é chamado de Two-Party Authentication.2.2 Single sing-on (SSO) Se houver necessidade de acesso a várias aplicações. O servidor precisa de um lugar seguro para armazenar a senha e compará-la com a fornecida pelo usuário. Porém.. Se a informação estiver sob controle do autenticado e do autenticador. Pode-se utilizar a função hash. É necessário que a informação usada na autenticação seja segura e não possa ser obtida por pessoas não autorizadas”. p. Ao combinarmos métodos de autenticação. 4. “Outro fator importante a ser destacado é manter a integridade e confidencialidade da informação de autenticação.2.56 definido”. De acordo com Silva (2004. 2004. 67). é o processo pelo qual o usuário fornece uma identificação e uma informação de autenticação (normalmente nome de usuário e senha). Pode ser usado seguramente. que embaralhará a forma original.2. eliminando a necessidade de múltiplas autenticações (SILVA. serão apresentados os tipos de autenticação mais relevantes para a ICP..6. 4. 71). A infra-estrutura de segurança pode prover a comunicação entre entidades e garantir que a informação seja entregue de uma forma confiável para os integrantes.6. por ser uma função conhecida produz um resultado que pode ser descoberto após a utilização de um ataque de força bruta por um invasor. A seguir. Essa segurança pode ser estendida para que um evento de autenticação bem-sucedido seja sinalizado para vários dispositivos remotos.] O sistema confirma se o usuário é ele mesmo”. o usuário terá que bloquear todas as aplicações. será melhor o uso de diferentes senhas. se todas forem iguais. p. p. 87). pois se conseguirem descobrir uma senha. obtemos a chamada autenticação forte. mas a escolha de senhas difíceis que induzem os usuários a deixarem escritas em algum lugar ou fáceis que podem ser facilmente deduzidas pode dificultar o processo da segurança.

57 A esse processo chamamos Single Singn-One (SSO). 4. Esse sistema de autenticação é classificado no conjunto autenticação forte. baseado numa semente (seed)”. ou seja. pode ser leitura da íris.2. 4. A seguir veremos os principais métodos de autenticação que combinam mais de uma característica. Ele guarda em seu chip a chave de criptografia e ao utilizá-lo.2 Smartcards O smartcard é utilizado da mesma forma como utilizamos um cartão de crédito quando vamos sacar dinheiro no banco. 72) como “[. que pode ser usado por todos os dispositivos dentro da ICP. no formato de um cartão de crédito. . a cada fração de tempo.6.3 Biometria A Biometria é um tipo de autenticação baseado em algo que somos.6. com um chip de computador. vasos sanguíneos da mão..2.3. Segundo Silva (2004. portanto torna mais difíceis de ser descobertas por usuários não autorizados.1 Tokens É definido por Silva (2005.3.3.2. porque agrega vários conceitos de segurança extremamente eficientes.2. 4. dentre outros. 4. p.. p. impressão digital. que tem funções de armazenamento e processamento interno”. quando e onde for necessário.6.6.3 Autenticação forte São os tipos de autenticação que combinam mais de uma característica e. “É um dispositivo. 73).] Um dispositivo do tamanho de um chaveiro que gera uma seqüência de números. é solicitado ao usuário o seu Personal Identification Number (PIN) como é solicitado senha no cartão de credito. que fornece uma senha eficaz para o usuário e que possa acompanhá-lo a qualquer lugar.

tokens ou crachás”.. que. p. que funciona da seguinte forma: [. Quando o . “A vantagem sobre os outros esquemas de autenticação é que o usuário é identificado por características únicas. deve-se “[.3. 4. 75). 25).3 Serviços oferecidos pela ICP De acordo com Silva (2004. 4. apenas verifica se houve alterações nas informações. e não o algoritmo.2 Integridade O objetivo da integridade é fazer com que a informação enviada chegue ao seu destino sem modificações. em vez de impedir que essas modificações sejam feitas. “A infra-estrutura de chaves públicas oferece vários serviços de segurança. 4. embaralhando a informação de tal forma que leve centenas ou milhares de anos para que o dado criptografado volte à sua forma original” (SILVA. p.58 Segundo Silva (2004.3. dispensando o uso de senhas.3 Autenticidade A certeza de quem é o emissor de uma informação é garantida por meio de assinaturas digitais.] calcula-se o hash da mensagem original e criptografa-se o resultado com a chave privada do autor. e esta é adicionada ao final da mensagem.3. dependendo da política de segurança adotada na empresa e do comprometimento dos usuários dos certificados digitais”. p. sendo a maior força da criptografia.] usar técnicas modernas de criptografia e mecanismos matemáticos. 26)... cartões. Ao resultado dessa operação chamamos assinatura digital. 4.6.1 Privacidade Para garantir que usuários da Internet tentem capturar dados que não lhes pertencem. o seu tamanho.6. que podem ou não ser utilizados. Ela é verificada por meio da função hash.6. Dentre os principais serviços oferecidos pela ICP.. pessoais e intransferíveis. 2004. a integridade e a autenticidade descrita a seguir. destacamos a privacidade.6.

de modo a garantir que aquele documento foi protocolado em um determinado momento no tempo (SILVA.2 Carimbo de tempo seguro Mais conhecido como Time Stamping consiste na geração de uma marcação de tempo. O agente do ataque executa uma função no sistema e posteriormente nega tê-la efetuada [. é obtida com o chamado carimbo de tempo produzido pela entidade denominada Protocolizadora Digital de Documentos Eletrônicos (PDDE). Isso não significa que os participantes tendem a não repudiar. 39). que é fácil provar que o repúdio é falso”.6.3 Não-repúdio Conforme Albuquerque. pelo qual são anexadas a data e a hora de protocolação a um documento. a sua autenticidade. 4. 2004. O carimbo de tempo emitido pela PDDE é obtido mediante um processo. “O não-repúdio evita que um dos participantes da comunicação negue que esta tenha ocorrido. usa a chave pública do emissor para decifrar a assinatura digital. emitido por uma autoridade de tempo confiável. 4. p. que são serviços que fazem parte do conjunto oferecido pela ICP. mas.59 destinatário recebe a mensagem. 28). para uma determinada informação com as propriedades de autenticidade dessa autoridade e integridade desse tempo gerado. p. Essa operação só é possível se a assinatura digital tiver sido criptografada com a chave privada do emissor. p. como autenticidade. o emissor passa a não conseguir negar que a enviou (SILVA. De acordo com Silva (2004. privacidade e integridade.4. descobrindo o hash.6. 2004.]”. Ribeiro (2002. p. que permite saber se a mensagem foi alterada de alguma maneira. fazendo com que sejam qualificados como serviços disponíveis.4 Serviços disponíveis com a utilização da ICP 4. Essas data e hora devem condizer com a data e a hora correntes.4. . Porém a utilização deles com algum protocolo de comunicação ou de rede podem criar extensões ou aprimoramentos de outros serviços.. por meio da qual certifica quem escreveu a mensagem. “O REPÚDIO É UMA FORMA DE ATAQUE. que é única e de propriedade dele.6. sim.6. Dessa forma. Essa marca de tempo. ou seja.1 Segurança na Comunicação Segurança na comunicação é a transmissão de dados de um ponto a outro com propriedades de segurança.4. 167).. 37-38). ou temporalidade. 4.

incêndio.5 Ameaças e vulnerabilidades Segundo Dias (2000. p. 4. O.4. 90). 4. Os privilégios podem incluir autorização para o acesso a informações sigilosas ou para modificar arquivos em um servidor Web. RIBEIRO.5 Recuperação de chaves Conforme Silva (2004.6. antigos funcionários ou funcionários insatisfeitos.Responsabilização – Os usuários devem ser responsabilizados por seus atos no sistema e em outros sistemas acoplados (ALBUQUERQUE. danifica ou destrói um recurso”. 41). parceiros extranet e usuários curiosos que querem ter posse de determinada informação para uso pessoal ou para benefício próprio”. 55). “Os certificados podem ser usados para garantir a identidade de um usuário e também estabelecer privilégios que foram concedidos a ele.6. 2002. Segundo Silva (2004. Pode ser associada à probabilidade da ameaça ocorrer”. “As ameaças que podemos citar são hackers.6. A vulnerabilidade que a empresa tem se dá pela falta de uma política de segurança (regras e métodos de proteção a serem usados dentro da empresa). “Se um usuário perder a sua chave de assinatura.4 Gerência de privilégios Segundo Silva (2004. “Ameaça – evento ou atitude indesejável (roubo. 4.4. Segundo Dias (2000. “Vulnerabilidade – fraqueza ou deficiência que pode ser explorada por uma ameaça. uma nova chave com seu certificado associado poderá ser gerada facilmente. p.GarantiaOrigem – As mensagens recebidas pelo sistema devem ter a identidade do emissor assegurada. p. vírus. p. gestão inadequada .60 Exemplos de objetivos de segurança que indicam necessidade de mecanismos de não repúdios: O. sistemas desatualizados (principalmente versões antigas com furos de proteção conhecidos e ainda não corrigidos). que potencialmente remove.). além de outros”. p. 40). mas não copiá-la”. etc. 169). p. desabilita. A ICP deve poder rastrear a posse da chave por parte do usuário. 55).

6. 91). “[.1 Perfil de um hacker De acordo com Silva (2004. 2004. baseado em uma .. A maioria das tentativas de invasão é feita por Script kiddies”.6. 4. A disponibilidade de informações sensíveis na rede para diversos funcionários [. O seu oposto em termos de comportamento (mas com capacitação técnica similar).6. “Grande parte das invasões bem-sucedidas vem de dentro da própria empresa. 4.4 Funcionários insatisfeitos e ex-funcionários Segundo Silva (2004. 91). contribuindo para o desenvolvimento de correções (patches) para esses sistemas.5. p.5 Engenharia Social Segundo Silva (2004.. “A maioria dos hackers é jovem. roubo de informações.6.3 Script kiddies Segundo Silva (2004. 4. 4.61 dos softwares e dispositivos existentes praticados por pessoas sem o conhecimento necessário para tal (SILVA. “São crackers que não fazem nada original. etc. são chamados de hackers. p. p. 90-91). São pessoas que trabalham em projetos de computadores e técnicos altamente especializados”. o que invade sistemas com finalidades ilícitas. 91). apenas usam informações.2 Hackers x crackers Convencionou-se chamar qualquer pessoa especializada em sistemas de computação de hacker..5.] pode comprometer bastante a política de segurança implementada.5.6.. ferramentas e programas desenvolvidos por terceiros para realizar suas invasões. 2004. ou seja. é chamado de cracker (SILVA.. p. Mas existem diferenças de caráter.5. 4. p. 90). 90). visando ao lucro.] Informações preciosas ou obtenção de privilégios de acesso por um indivíduo fora da organização.”. p.5. Os que usam suas habilidades para solucionar problemas de segurança em sistemas.

2 Contas de usuários e senhas Normalmente são fáceis de obter contas de usuários e estas contas na maioria dos casos possuem senhas padrão ou senha em branco. incluindo sistemas operacionais.6.6... com implementação de controle de acesso forte.]”. p.1 Instalações padrão de sistemas operacionais e softwares A maioria dos softwares. 4. Para atingir o objetivo da simplicidade. 112-113). abre um grande conjunto de vulnerabilidades críticas [.6.5. Mas essa premissa é sempre prejudicial para os administradores de segurança. em outras palavras é a arte de se contar uma mentira convincente. os computadores que armazenam informações importantes da empresa devem está bem protegido. porque normalmente expõe o servidor que está hospedando esse software. A seguir serão apresentadas as vulnerabilidades mais críticas. por isso. 111). De acordo com .. p. 2004.6 Anatomia de um ataque de hacker De acordo com Silva (2004..]. os programas normalmente instalam mais componentes do que a maioria dos usuários necessita [.]. 4. vem com scripts ou programas que têm por objetivo instalar os sistemas o mais rapidamente possível. Muitas destas vulnerabilidades são próprias do sistema operacional ou softwares e a grande maioria dos administradores de rede não prioriza as correções de tais vulnerabilidades deixando as informações da empresa exposta a usuários mal-intencionados..6. banco de dados etc.. “Antes de qualquer atividade ilícita. 93)..6 As vulnerabilidades mais críticas de segurança na Internet Segundo Silva (2004. 4.. 4. p.6. embora seja conveniente para o usuário e para o marketing do produto. com um indivíduo de dentro da organização”. inadequadamente. aplicativos. com a máxima funcionalidade e com o mínimo de esforço por parte do administrador [. Essa visão. “A grande parte dos ataques bem-sucedidos é alcançada por meio das vulnerabilidades encontradas nos software e sistemas operacionais [. o hacker gasta de 80% a 90% do seu tempo em busca de informações sobre sistemas internos da empresa”..62 relação de confiança estabelecida.6.] (SILVA.

p. todas essas contas com senha fracas.0/4 (SILVA. 4. 224. pode-se ajudar a elevar o nível de proteção. Normalmente estes problemas são detectados após ocorrer um incidente que necessite a restauração destes backups. p.0/8.3 Backup incompleto ou inexistente De acordo com dias (2004. Um segundo problema que envolve backups é a falta de proteção física das mídias [..0. Quanto maior o número de portas abertas. senhaspadrão ou sem senhas devem ser removidas do seu sistema”.6. .0. 117). As regras básicas de filtragem são: . 192. Ao se filtrar o tráfego que entra na rede (ingress filtering) e o que sai (egress filtering). . mas nunca verificam se estão realmente funcionando [. “Tanto os usuários legítimos como os atacantes conectam-se aos sistemas por meio de portas abertas.6. p.0.Todo pacote que entra em sua rede deve ter como endereço de destino algum endereço pertencente à sua rede interna. .. “Na prática.Endereços reservados de autoconfiguração DHCP e Multicast também devem ser bloqueados.Bloqueie qualquer pacote que tenha a opção "source routing" ativada ou o campo "IP Options" ativado.0.0/4.Qualquer pacote que sai da sua rede deve ter como endereço de origem algum IP que pertença à sua rede interna. 116). 4.6.4 Grande número de serviços/portas abertas De acordo com Silva (2004.6.2. “Algumas empresas fazem backups diários. Desta forma são importantes que esteja aberta apenas as portas necessárias pertinentes aos serviços disponibilizados pelo servidor. 2004.0. 169.63 Silva (2004.6..0/24.6. maiores serão as possibilidades de alguém se conectar ao sistema”.Nenhum pacote que entra na rede pode ter como endereço de origem qualquer IP da sua rede interna.254. 119). p.0. 240. . tais como: 0. 4. 114).0. porque não é possível que um usuário da rede interna esteja conectado simultaneamente à rede externa..]”.].Nenhum pacote que sai da sua rede deve ter como endereço de destino algum IP de sua rede interna. .5 Ausência de filtro da rede local da empresa É importante que se faça análise de pacotes de rede para que seja implementado filtro de entrada e saída das informações.0.0/16. .

Em particular. .1 Remote Procedure Call (RPC) RPC é um dos recursos mais utilizado em uma rede e sua função é permitir que programas de um computador executem outro programa. “O registro de eventos deve ser feito de maneira regular em todos os sistemas críticos. “Recomenda-se utilizar a ferramenta IIS Lockdown para proteger servidores IIS e a ferramenta URLScan para filtrar requisições HTTP”. É necessário verificar quais tipos de informação se deseja armazenar e por quanto tempo e ainda. Os logs são os registros armazenados em trilhas que da a condição de analisar todos os procedimentos efetuados no servidor. se estas tentativas foram feitas por usuários internos ou externos. É através dos logs que se verifica desempenho de hardware ou software. pois nunca se sabe quando eles serão necessários”. “Várias DLLs.dll.6. pois caso esteja no mesmo servidor atacado por um hacker. há necessidade de se fazer a ativação de captura destes logs e de forma correta. 4. 120).64 4. 4. Segundo Silva.6. 123). em outro computador. p.7. dentre várias outras informações. Esta vulnerabilidade poderá ser explorada por um atacante de forma que este poderá assumir o controle total do servidor. este poderá apagar os registros.7 Buffer overflow Internet Server Application Programming Interface (ISAPI). Segundo Silva (2004. e os logs devidamente armazenados e arquivados. onde armazenar. não bloqueiam strings de entrada longos (long input strings)”. (2004. contêm erros de programação que resultam na realização imprópria da checagem de erros.6. De acordo com Silva (2004. p. 123).6. mas a detecção é imprescindível””.6. p.6. p. “Uma das premissas de segurança é: “A prevenção é ideal. 120). são extensões que são normalmente instados com o Internet Information Services (IIS) para estender a potencialidade do servidor utilizando Dynamically Linked Library (DLL). Entretanto. como idq.6 Sistema de logs e auditorias incompletas ou inexistentes Segundo Silva (2004. se houve tentativa de ataque ou não.

que estão disponíveis no site da Microsoft (SILVA. impede que o remetente negue que foi o autor de uma determinada mensagem. .Onde for.65 Devido a esta característica e a várias vulnerabilidades causadas pelo RPC. . .7.6.rpc.1 Introdução A certificação digital garante a autenticidade. Para se proteger contra essa vulnerabilidade. 124).7 Certificação e certificados 4. buscando novas versões e instalando-as imediatamente.ttdbserverd . a saber: . deve-se seguir os passos encontrados nos boletins de segurança do site Microsoft.6.Bloqueie a porta de RPC (porta 111) no roteador de borda ou no firewall. (SILVA. os atacantes de todo mundo exploram com freqüência esta falha através de ataques de buffer overflow..rpc. 4. p. desta forma permite aumentar o nível de segurança em transações pela Internet.Onde for possível. necessário utilizar RPC. Não é possível corrigir essa falha com um patch. a integridade a confidencialidade e o não-repúdio de uma mensagem. As seguintes verificação e implementação deverão ser consideradas: Verifique se você está usando um dos três serviços de RPC mais freqüentemente explorado.Bloqueie as portas de "Ioopback" do RPC: 32770-32789 (TCP e UDP). 2004.6.] Siga os passos a seguir para proteger seus sistemas de ataques de RPC: . ou seja. desligue e/ou elimine esses serviços das máquinas diretamente acessíveis via Internet. . instale os patches mais recentes.cmsd .8 Brecha nos serviços de dados remotos (RDS) do IIS Atacantes exploram falhas de programação nos serviços RDS (Remote Data Services) para executar comandos remotos com privilégios de administrador. . Estes certificados são emitidos e mantidos por uma autoridade certificadora que funciona como uma espécie de cartório digital. Os certificados digitais são a base de uma ICP e cada usuário recebe seu certificado digital.Consulte regularmente a base de dados de patches do fabricante.. 124). de fato. Recomenda-se também a atualização para uma das versões de MDAC mais recentes.rpc. 4. p.6.statd [. 2004.

7. (2004.509 são o certificado.509 é o mais difundido em todo mundo e por esta razão este é o padrão adotado pela ICP Brasil. o algoritmo ID.1 X. o algoritmo da assinatura do certificado e a assinatura digital.7. LDAPv3. IPSec. validez. Segundo Silva (2004. como uma camada de autenticação recomendada para o padrão de diretório X.2. 5. posteriormente ITU-T.66 De acordo com Silva. são protocolos que suportam os certificados X. . p. 144). 139).509 surgiu em 1988. HyperText Transfer Protocol Secure (HTTPS). cujo objetivo era reunir o que há de melhor em cada proposta”. de acordo com suas necessidades. Extensible Authentication Protocol (EAP). indicando que esse certificado pode ser usado para construir caminhos de validação. Secure Sockets Layer (SSH). as organizações que definem os padrões foram se mobilizando para propor especificações. “À medida que o mercado foi utilizando as soluções e a popularidade dos certificados digitais atingiu níveis elevados na Internet. o número de série. O certificado é descrito por atributos tais como a versão. A extensão de restrições básicas aparece em um certificado de uma AC. “O padrão X.509 Segundo Silva (2004.2 Tipos de certificado Apesar da variedade de tipos de certificados digitais. p. A chave pública e a entidade ou atributo e algumas informações únicas são colocados dentro de um documento digital. infra-estrutura de chaves pública do Governo Federal. chamado certificado”. Podemos definir diretório como uma base de dados on-line contendo várias informações”. O SSL/TLS.500. Qualquer organização pode definir suas extensões próprias.509 As extensões dos certificados possibilitam que uma AC inclua informação que normalmente não seria fornecida pelo conteúdo básico de um certificado.6. o padrão X. 4. As principais variáveis do padrão X. dentre outros. S/MIME. p. assunto. O sujeito de um certificado pode ser um usuário final ou outra AC. “Certificação é a junção entre uma entidade ou atributo com uma chave pública. Os campos básicos de um certificado não diferenciam esses dois tipos de usuários. a chave pública.6. 144). pelo CCITT.

International Business Machines (IBM) e Verisign. 156). criptografia dos dados etc. p. 2004.7. a outro nome.509 sendo cada chave pública uma entidade certificadora.7.3 Secure Electronic Transaction (SET) Padrão público para transações de pagamentos desenvolvido pela empresa de cartão de crédito VISA e MasterCard com a participação da Microsoft. “Os PKCS visam a preencher o vazio que existe nas normas internacionais relativas a formatos para transferência de dados . ainda. p.2. “O SDSI é uma infra-estrutura cujo objetivo principal é facilitar a construção de sistemas distribuídos seguros e escaláveis. Segundo Silva (2004.6. assim. A combinação dessa chave pública mais um nome local formam um identificador global único (SILVA.6. p.6. evitando-se.7. “O SET está baseado na distribuição de certificados digitais para as partes envolvidas na transação. p. Já o SPKI foi projetado para ser um modelo de autorização simples.2 Simple Public Key Infrastructure/Simple Distributed Security Infrastructure (SPKI/SDSI) De acordo com Silva (2004. com objetivo de prover aos usuários a confidencialidade da informação. (SILVA. 4. a autenticação do usuário e a interoperabilidade. p. 154).67 O campo serviço contido nas extensões do certificado é utilizado para indicar os serviços de segurança que a chave pública poderá implementar. flexível e bem definido”. tais como: validação de assinatura digital em certificados LCR. Um certificado de nomes define um nome local no espaço de nomes do emissor e liga esse nome a uma chave pública ou. 4.147).3 Public Key Cryptography Standards (PKCS) De acordo com Silva (2004.2. Netscape. 151). 2004. O emissor do certificado é sempre identificado por sua chave pública. Dois tipos de certificados são definidos no SPKI/SDSI: certificados de nomes e de autorização. 152). 4. Nestes padrões (SPKI/SDSI) não há uma infra-estrutura de chaves públicas como o padrão X. que seja divulgado o número do cartão de crédito”. a integridade dos dados.

1 Introdução Sistema Operacional é um conjunto de aplicativos com objetivo de controlar softwares. a chave de sessão é criptografada com a chave pública RSA.. .Normaliza a utilização do protocolo de acordo com as chaves Diffie-Hellman no estabelecimento de chaves secretas.Define uma sintaxe para pedidos de certificação [. Ao se ligar qualquer computador.].]. Posteriormente. utilizando um algoritmo de message digest.A informação a proteger é criptografada com a chave de sessão. 4. PKCS#13 e PKCS#15 ...Define uma sintaxe para mensagens criptografadas.[. PKCS#3: Diffie-Hellman Key Agreement Standard ... PKCS#9: Selected Attribute Types . PKCS#7: Cryptographic Message Syntax Standard . incluindo chaves privadas. tais como: o valor da chave. PKCS#11.. são doze padrões conforme segue: PKCS#1: RSA Encryption Standards . o algoritmo correspondente e um conjunto de atributos associados [. utilizando um algoritmo simétrico.]. como assinaturas digitais e envelopes digitais [.7 Sistema Operacional 4. certificados..Assinaturas digitais .509.Lista alguns dos atributos que podem ser associados a uma chave privada [. como o MD5. permitindo a associação de outros atributos à entidade titular do certificado [.Envelopes digitais ..].Estende a definição de certificados X..]. PKCS#6: Extended-Certificate Syntax Standard ..]. criptografado com a chave privada RSA.Descreve um método para criptografar um array de bytes utilizando uma chave secreta calculada com base em uma password (Password-Based Encryption ou PBE) [. 157-159).. PKCS#8: Private-Key Information Syntax Standard . PKCS#5: Password-Based Encryption Standard . como o DES. é o sistema operacional que “da vida” à máquina.] (SILVA. 2004 p..Define uma sintaxe para informações relativas a chaves privadas.. PKCS#12: Personal Information Exchange Syntax . ou de sessão [.].. chaves secretas e extensões [.A informação a assinar é inicialmente reduzida a um valor de hash.Descreve uma sintaxe para a transferência de informação de identificação pessoal. hardwares e fluxos de informação e serve como alicerce para execução de qualquer outro software.]. ...7.Tem por objetivo servir de normalização para a utilização do algoritmo RSA nas seguintes aplicações: . PKCS#10: Certification Request Syntax Standard .. É o sistema operacional o responsável por controlar o computador de uma forma geral.] referem-se à utilização de dispositivos portáteis em criptografia [. O resultado é. Ao todo. então..68 que permitam a compatibilidade e a interoperabilidade entre aplicações que utilizem criptografia de chave pública”...

(2004.2 Funções Básicas Dentre as várias funcionalidades básicas de um sistema operacional podemos citar: . impressoras arquivos. também. teclado. impressoras. e o usuário não tem que se preocupar com estes procedimentos. linhas de comunicações. memória. 4. . 1). por exemplo. p.. DNS. Na realidade. . Maia.). “[.]”. “Para a maioria dos usuários. Hard Disk (HD). DHCP. controladas pelo sistema operacional [. pendrive. 4. Maia. dentre outros. é o sistema operacional que controla estes recursos. de forma semelhante aos programas dos usuários. de e-mail. controlador de domínio e em conjunto com outras aplicações poderá fornecer aos usuários acesso a banco de dados. impressora. uma operação como a leitura de um arquivo em disco pode parecer simples. a diminuição de custos. scanner. etc. de aplicativos. 3) declara que “O compartilhamento de recursos permite.]”.69 Segundo Machado. Sua principal função é controlar o funcionamento de um computador [.. (2004. como discos. Machado.. existe um conjunto de rotinas específicas.O sistema operacional é o responsável por integrar todos os periféricos (CDROM.7. Conforme Machado. A evolução dos sistemas operacionais está totalmente ligada à evolução dos hardwares. WINS. Maia (2004. mouse.] É apenas um conjunto de rotinas executado pelo processador. p. de acesso remoto. de impressão.7. 2).Em uma rede onde existem recursos compartilhados como. p.. monitor. etc.3 Windows Server 2003 Sistema operacional desenvolvido pela Microsoft para atender a plataforma cliente/servidor e poderá desempenhar a função de servidor de arquivos.”.. de terminal.. disquetes. na medida em que mais de um usuário pode utilizar as mesmas facilidades concorrentes.

O que diferencia uma edição da outra são as funcionalidade disponíveis em cada edição.7.32 GB de memória RAM na versão de 32 bits. número máximo de servidores em cluster e assim por diante (BATTISTI. .). . .Troca de memória sem desligar o servidor (somente disponível nas edições Enterprise e Data Center e depende de suporte do fabricante do hardware do servidor). . 2003.2 Windows Server 2003 Enterprise Edition É recomendado para servidores que forneçam serviços como: roteamento. 4.Suporte a serviços de Metadiretório.). as necessidade mínimas de hardware e os limites máximos suportados. 2003.].Oito processadores na versão de 32 bits. ORACLE etc. 2003. 9-10).3 Windows Server 2003 Data Center Edition . Existem quatro edições do Windows Server 2003. correio eletrônico e aplicativos de colaboração (Microsoft Exchange. gerenciamento centralizado das estações de trabalho. p. servidor de Intranet e servidor de conectividade com a Internet [.3.Windows System Resource Manager (WSRM): este recurso permite a alocação de recursos de hardware para processos específicos.70 As configurações das funcionalidades disponíveis em cada servidor Windows Server 2003 vão depender do usuário que deverá configurá-lo de acordo com suas necessidades.. . Normalmente utilizado para serviços tais como o compartilhamento de arquivos e impressoras. p.Suporte a mais do que quatro processadores...].Cluster com até oito Servidores (BATTISTI. 8).3. 4. dando prioridade para estes processos em relação aos demais (BATTISTI. p. números de processadores.1 Windows Server 2003 Standard Edition Esta edição é indicada para ser utilizada em servidores de pequenas e médias organizações ou servidores departamentais com um número médio de usuários.Suporte a serviço de Cluster. . sites de comércio eletrônico e outros aplicativos utilizados em redes de grande porte [. 4. Lotus Notes etc.7. quanto ao hardware: .3. servidor de Banco de dados (SQL Server 2000. O Windows Server 2003 Enterprise Edition apresenta as seguintes limitações. tais como quantidade máxima de memória RAM.. em um servidor Web você pode alocar mais recursos de hardware para os processos do IIS (Internet Information Services). Serviços e/ou Recursos Não Disponíveis no Windows Server 2003 Standard Edition: . 8). Por exemplo. .Versão de 64 bits para processadores Intel Itanium.Suporte a mais do que 4 GB de memória RAM. .7.

NET. p. p.5 GB 2.Cluster com até oito servidores (BATTISTI. “[. XML e Web Services”.7. no máximo. para servidores baseados no processador Intel Itanium.0 GB 2. 2 GB de memória RAM ” 4. dois processadores. 4..7. utilizando tecnologias como ASPNET. Tabela 1 – Recursos mínimos de hardwares para as diferentes edições do Windows Server 2003 Recurso Web Standard Enterprise Data Center CPU Mínima 133 MHZ 133 MHZ 133 MHZ P/ X86 400 MHZ p/ X86 733 MHZ P/ Intel Itanium 733 MHZ p/ Intel Itanium CPU Recomendada 550 MHZ 550 MHZ 733 MHZ 733 MHZ Recomendada RAM Mínima 128 MB 128 MB 128 MB 512 MB RAM Recomendada 256 MB 256 MB 256 MB 1024 MB Espaço em 1. . “[.5 GB 1.32 processadores na versão de 32 bits e até 64 processadores na versão de 64 bits. p.] Especificamente projetada para Servidores que prestarão serviço de hospedagem de sites..1 Introdução O IIS Pode gerenciar páginas da Web na Internet ou em suas intranets. O Windows Server 2003 Data Center Edition apresenta as seguintes limitações.0 GB Disco p/ instalar FONTE: Battisti (2003.8 Internet Information Services 6...4 Comparação entre as diferentes edições Na tabela 1 podemos verificar os recursos mínimos de hardware exigido por cada edição do Windows Server 2003. 10). “[. p.3. 11).71 Conforme Battisti (2003.8. hospedar e gerenciar sites FTP. e aplicações baseadas na plataforma .. quanto ao hardware: . De acordo com Battisti (2003. rotear notícias ou e-mails usando o protocolo .] Apresenta o maior número de recursos e a maior capacidade para atender a aplicações com um grande número de usuários e com elevadas exigências de desempenho”. para servidores baseados no processador Intel Itanium. no máximo. 10).0 (IIS) 4. 12) 4. 2003.] Apresenta os seguintes limites de hardwares: Suporte.. . Suporta.4 Windows Server 2003 Web Edition Conforme Battisti (2003. p.64 GB de memória RAM na versão de 32 bits e até 512 GB de RAM na versão de 64 bits. de aplicações Web. 11).

saiba que.1 Recomendações para Servidor Web com IIS Faça logon com as credenciais mínimas .8.faça logon no computador usando uma conta que não esteja no grupo Administradores e use o comando Executar como para executar o Gerenciador do IIS como um administrador. 2003).0.se você usar um controlador de domínio como um servidor de aplicativo. se a segurança for comprometida no controlador de domínio. Mantenha todos os patches dos softwares atualizados . 4. A base dessa criptografia no IIS é o protocolo SSL 3. que fornece um meio seguro de estabelecer um vínculo de comunicação criptografada com os usuários. não há necessidade de protegê-lo. assim como o acesso por engano e alteração de dados sem má intenção por usuários. opcionalmente. e até mesmo eliminam. o servidor Web também tem a opção de autenticar usuários verificando o conteúdo dos certificados de cliente. profissionais de informática e administradores da Web a atingirem suas metas de desempenho. Com o SSL.72 Network News Transfer Protocol (NNTP) e o protocolo SMTP. 4. Não faça download ou execute programas de fontes não confiáveis.os antivírus normalmente identificam arquivos infectados procurando uma assinatura que é um componente conhecido de um vírus anteriormente identificado. Contêm novos recursos projetados para auxiliar organizações.8. implementando um método altamente seguro de verificação da identidade dos usuários. confiabilidade. Mantenha os antivírus atualizados . Reduza a superfície de ataque . a identidade dos usuários que acessam sites restritos (MICROSOFT. NNTP ou SMTP. Tenha cuidado com os controladores de domínio .2. incluindo os serviços IIS. Você pode permitir que os usuários troquem informações particulares com seu servidor. como FTP. . de forma segura através da criptografia.patches dos softwares fornecem soluções a problemas de segurança conhecidos. Se um recurso ou serviço não estiver habilitado. Verifique periodicamente os sites dos fornecedores dos softwares para ver se existem novos patches disponíveis para os softwares usados na sua organização. Atribua permissões NTFS de alta segurança para os recursos.2 Segurança Proteções de segurança apropriadas no servidor Web reduzem.desative todos os serviços de que você não precisa. diversas ameaças. como números de cartão de crédito ou números de telefone. ela será comprometido em todo o domínio. O SSL confirma a autenticidade do site e. Use o NTFS . escalabilidade e segurança.o sistema de arquivos NTFS é mais seguro que o sistema de arquivos FAT ou FAT32.

atribua as permissões somente leitura.use essa combinação com extremo cuidado. Autenticação básica: descreve o método de autenticação que necessita de um nome de usuário e de uma senha. 4. A segurança é considerada baixa. Esse processo é conhecido como Autenticação. Negue permissões de execução para usuários anônimos a todos os executáveis dos diretórios e subdiretórios do Windows. os usuários forneçam um nome e uma senha de conta de usuário.73 Restrinja as permissões de acesso de gravação para a conta IUSR_nome_do_computador . Se um diretório ou site contiver aplicativos.2. (MICROSOFT.1 Autenticação de Sites Autenticação anônima: descreve o método de autenticação que não necessita de credenciais de usuário autenticado e é recomendável para conceder acesso público a informações que não requerem segurança. Armazene os arquivos executáveis em um diretório separado .2 Tipo de Autenticação Você pode exigir que. com uma exceção: as credenciais do usuário ficam mais bem protegidas contra descobertas quando são armazenadas no controlador de domínio (DC) como um hash MD5.por exemplo. Ela pode permitir que um usuário carregue arquivos executáveis potencialmente perigosos para o seu servidor e os execute.2. Use a restrição de endereço IP se o IIS estiver sendo administrado remotamente. tornando-as vulneráveis à interceptação. Autenticação integrada do Windows: descreve o método de autenticação que envia informações de autenticação de usuário pela rede como uma permissão Kerberos. antes que acessem qualquer informação no seu servidor.8. A segurança aumenta em relação à autenticação básica. Autenticação Digest: descreve o método de autenticação que necessita de um nome de usuário e de uma senha. Crie um grupo para todas as contas de usuários anônimos . com o envio de credenciais de usuário em uma síntese de mensagem com hash aplicado. Atribua às permissões mais restritas possíveis . atribua as permissões Somente scripts em vez das permissões Scripts e executáveis. fornece um alto nível de segurança e é recomendável .Você pode negar permissões de acesso a recursos com base na participação nesse grupo.2. Autenticação Digest avançada: descreve o método de autenticação que fornece um nível médio de segurança e é idêntico à autenticação Digest.8.procedimento ajuda a limitar o acesso de usuários anônimos ao seu computador. 2003). pois as senhas são enviadas pela rede em texto sem formatação (texto descriptografado). 4.esse procedimento facilita para os administradores a atribuição de permissões de acesso e a auditoria. se seu site for usado somente para exibir informações. fornece um nível baixo de segurança e é recomendável para conceder acesso a informações com pouca o nenhuma necessidade de privacidade. fornece um nível médio de segurança e pode ser usado para conceder acesso a informações de segurança de redes públicas. Não atribua permissões de gravação e de acesso ao código-fonte do script ou permissões de scripts e executáveis .

permitindo o acesso dos usuários a diversos serviços na Internet.74 para a intranet da organização.3 Controle de Acesso Segundo a Microsoft (2003).8.2 Autenticação de Sites FTP Autenticação anônima do FTP: descreve o método de autenticação que não necessita de credenciais de usuário autenticado e é recomendável para conceder acesso público a informações que não requerem segurança. Autenticação básica do FTP: descreve o método de autenticação que necessita de um nome de usuário e de uma senha.2. A autenticação de certificados fornece um alto nível de segurança apropriado para negócios pela Internet. “O controle de acesso adequado ao conteúdo da Web e FTP é essencial para a execução de um servidor Web seguro”. Definindo o domínio de logon padrão: descreve como é possível configurar um domínio de logon padrão para os usuários que fazem logon usando a autenticação básica e que não especificam um domínio (MICROSOFT.2. Não é fácil enviar credenciais de usuário por um proxy HTTP. 4. A seguir podemos observar na figura 12.8. um resumo do processo de controle de acesso efetuado pelo IIS quando recebe uma requisição do usuário: . pois as senhas são enviadas pela rede em texto sem formatação (texto descriptografado). A segurança é considerada baixa.2. Autenticação do Passport . 4. 2003). Autenticação UNC: descreve o método de autenticação usado para verificar as credenciais do usuário para seu acesso aos compartilhamentos em um computador remoto. tornando-as vulneráveis à interceptação (MICROSOFT. 2003).NET: descreve o método de autenticação que fornece uma segurança de início de sessão universal. Certificados: descreve o método de autenticação usado para estabelecer uma conexão de comunicação de segurança entre um cliente e um servidor que utiliza a SSL (camada de soquetes de segurança). fornece um nível baixo de segurança e é recomendável para conceder acesso a informações com pouca o nenhuma necessidade de privacidade.

8.8.2. O NTFS é um sistema de arquivos mais poderoso e seguro que o FAT e o FAT32”.75 Figura 12 – Controle de acesso do IIS Fonte: (MICROSOFT.3. “É altamente recomendável o uso do sistema de arquivos NTFS para o seu servidor de aplicativos. 2003).2. .3. 4.oferece suporte a criptografia. Os seguintes benefícios são oferecidos pelo New Technology File System (NTFS): . 4. .2 Permissões de sites .1 Permissões NTFS De acordo com Microsoft (2003).oferece suporte ao Active Directory (AD) e à segurança baseada em domínio.Permitir que os administradores controle acesso de usuários em nível de arquivos e diretórios.

A conta do serviço local será usada se o processo do operador não exigir acesso externo ao servidor no qual está sendo executada. Por padrão.3 Contas do IIS e contas internas A seguir é apresentada uma lista das contas internas usadas pelo IIS.76 Segundo a Microsoft (2003). Para o IIS 6. “Você pode configurar as permissões de acesso do seu servidor Web para sites. O usuário tem os mesmos direitos no computador que essa conta. Direitos de usuário padrão: Substituir um token no nível de processo (SeAssignPrimaryTokenPrivilege) Ajustar quotas de memória para um processo (SeIncreaseQuotaPrivilege) Gerar auditoria de segurança (SeAuditPrivilege) Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) Fazer logon como um serviço (SeInteractiveLogonRight) Permitir logon local (SeInteractiveLogonRight) Serviço Local: Uma conta interna com menos direitos de acesso no computador do que a conta do serviço de rede e cujos direitos de usuário se limitam ao computador local. . Direitos de usuário padrão: Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) IUSR_nome_do_computador: Uma conta do IIS para acesso anônimo ao IIS. Se uma identidade de processo do operador for executada como a conta do sistema local. Essas permissões aplicam-se a todos os usuários. Serviço de Rede: Uma conta interna com menos direitos de acesso no sistema do que a conta do sistema local. Por padrão. ele é mapeado para a conta IUSR_nome_do_computador. é recomendável que a identidade de processo do operador definida para pools de aplicativos seja executada como a conta Serviço de rede.8. esse processo terá acesso total a todo o sistema. mas que ainda pode interagir em toda a rede com as credenciais da conta do computador. assim como das contas específicas do IIS e seus direitos de usuário associados: Sistema Local: Uma conta interna com um alto nível de direitos de acesso. quando um usuário acessa um site definido como Autenticação anônima. independentemente de seus direitos de acesso específicos”. diretórios e arquivos específicos. 4.0.3. Direitos de usuário padrão: Substituir um token no nível de processo (SeAssignPrimaryTokenPrivilege) Ajustar quotas de memória para um processo (SeIncreaseQuotaPrivilege) Gerar auditoria de segurança (SeAuditPrivilege) Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) IIS_WPG: Uma conta de grupo do IIS que recebeu as permissões e os direitos de usuários mínimos necessários para inicializar e executar um processo do operador em um servidor Web. a identidade do processo do operador é executada como Serviço de rede.2.

6 Protegendo sites com restrições de endereço IP .8.3. o método de controle de acesso a site mais comum.2.3. Direitos de usuário padrão: Substituir um token no nível de processo (SeAssignPrimaryTokenPrivilege) Ajustar quotas de memória para um processo (SeIncreaseQuotaPrivilege) Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) ASPNET: Uma conta interna para executar o processo do operador do Microsoft ASP.8. Direitos de usuário padrão: Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) Fazer logon como um serviço (SeInteractiveLogonRight) Negar logon local (SeDenyInteractiveLogonRight) Negar logon pelos serviços de terminal (SeDenyRemoteInteractiveLogonRight). oferecendo maior segurança que suas versões anteriores. Nelas. 2003).2.4 Acesso anônimo De acordo com a Microsoft (2003).3.0.0. a mesma conta tinha acesso a quase todos os recursos operacionais.2. O processo do operador será iniciado somente se a mesma estiver no grupo IIS_WPG e tiver as permissões adequadas. 4. pode ser usada uma das três contas predefinidas ou criar uma conta própria.77 Direitos de usuário padrão: Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) Permitir logon local (SeInteractiveLogonRight) IWAM_nome_do_computador: Uma conta do IIS para iniciar aplicativos fora do processo no modo de isolamento do IIS 5. cujos membros possuem um conjunto mínimo de permissões e direitos para executar um aplicativo. No IIS 6.0. O grupo IIS_WPG é um grupo de usuários fornecido pelo IIS 6.5 Configurando identidade do processo de trabalho O IIS 6. 4.NET no modo de isolamento do IIS 5. 4.0.0 utiliza uma nova conta interna do serviço de rede. Essa participação oferece uma maneira conveniente de usar uma conta de usuário específica sem ter que atribuir manualmente a ela permissões e direitos de usuário. (MICROSOFT.8. permite que qualquer pessoa visite as áreas públicas de seus sites”. “O acesso anônimo.

NET Authz Framework) para autorizar o acesso à URL solicitada.3. 2003). A utilização da autorização de URLs do IIS 6. em vez de controlar o acesso por Access Control List (ACL).8. em cada recurso.] No IIS 6. 4. o recurso Executar URL do ISAPI de autorização de URLs (no diagrama..7 Protegendo diretórios virtuais Os administradores do IIS podem proteger os diretórios virtuais usando a autenticação de usuário local. De acordo com a Microsoft (2003) “As restrições de endereço IP aplicam-se somente aos endereços IPv4”.8 Autorização da URL A autorização de URL no IIS permite que os administradores do Windows simplifiquem o gerenciamento de acesso. ExecURL) passará a solicitação para o manipulador apropriado da URL. URL Authz ISAPI). 4. para outro ISAPI ou para o manipulador de arquivo estático (MICROSOFT.0 permite que um administrador controle o acesso baseado em informações disponíveis somente em tempo de execução Na figura 13 temos a ilustração do gerenciador de ilustração.0. você pode utilizar a delegação de autenticação para passar as credenciais autenticadas do usuário solicitante para um servidor de arquivos remoto no qual está localizado um compartilhamento UNC. permitindo que os administradores controlem todo o acesso do usuário às URLs.dll. .78 Você pode configurar seu site para conceder ou negar acesso de computadores.8. grupos de computadores ou domínios específicos a sites. cada solicitação de uma URL é roteada para o interceptador ISAPI de autorização de URLs. A URL deve estar associada a um armazenamento de diretivas do Gerenciador de autorização que contenha a diretiva de autorização para a URL. A autorização de URLs de IIS é implementada como um interceptador de interface de programação de aplicativos de servidores da Internet (ISAPI) (no diagrama abaixo. 2003).2. Assim que o cliente tiver autorização para acessar a URL. como o ASP. Ela valida o acesso solicitado por um usuário baseado nas funções dele. Quando um aplicativo. um diretório virtual ou uma URL é configurada para usar a autorização de URLs de IIS.3. É preferível utilizar esse procedimento a utilizar um nome de usuário estático e uma senha porque você pode limitar o acesso a partes específicas do compartilhamento UNC para cada usuário ou grupo (MICROSOFT. . Esse interceptador usará o Gerenciador de autorização (no diagrama. autorizando o acesso do usuário às URLs que compreendem um aplicativo da Web. diretórios ou arquivos com base na sua identificação de rede (IP) e em uma máscara de subrede..2. [.

79
Figura 13 - Diagrama Gerenciador de Autorização

Fonte: (MICROSOFT, 2003).

4.8.2.4 Filtragem de porta TCP/IP Permite que você controle os tipos de tráfego que atingem os servidores e dispositivos de rede. Apesar do software de firewall ser usado para impedir invasões externas, podem não proteger os servidores de ataques internos de usuários malintencionados da própria rede privada. Habilita ou desabilita as portas do protocolo TCP e do User Datagram Protocol (UDP) nos computadores ou dispositivos de rede, conforme o administrador quiser. Usada em conjunto com outras práticas de segurança em servidores de Internet e intranet, isola-os de vários ataques externos e internos à segurança do TCP/IP. Podem-se configurar filtros de portas nos servidores individuais, para fornecer uma camada adicional de proteção contra diversos ataques à segurança do TCP/IP.

4.8.2.4.1 Atribuições de portas para serviços web De acordo com a Microsoft (2003), “Há 65.535 números de porta disponíveis para processos de aplicativos que usam o protocolo de controle de transmissão (TCP). O mesmo número de portas está disponível para processos de aplicativos que usam o protocolo de datagrama de usuário (UDP)”. Na tabela 2 podemos observar as portas padrão atribuídas aos serviços web.

80
Tabela 2 – Portas TCP padrão para serviços web Número de porta TCP Serviço de Internet padrão 20 Canal de dados do protocolo FTP 21 Canal de controle do protocolo FTP 23 Telnet (habilitado em alguns servidores de intranet ou Internet) 25 Protocolo SMTP 80 Protocolo HTTP usado para World Wide Web 119 Protocolo de transferência de notícias de rede (NNTP) 443 Protocolo de transferência de hipertexto em TLS/SSL (HTTPS) para World Wide Web segura. 563 Protocolo de transferência de notícias de rede em TLS/SSL (NNTPS) FONTE: Microsoft (2003).

4.8.2.4.2 Ferramentas de filtragem de portas Para maior eficiência, configure a ferramenta de filtragem de modo que aceite solicitações por meio de cada porta exigida pelos aplicativos do servidor e recuse as solicitações provenientes de todas as outras portas TCP ou UDP. A filtragem de todo o tráfego destinado a essas portas eliminará a exposição desnecessária a ataques. A seguir, uma lista de ferramentas que podem ser usadas para filtrar o tráfego nos servidores ou na rede:
Diretivas de filtragem de segurança do protocolo Internet (IPSec): Dá suporte a regras de filtragem de pacotes monitoradores baseadas em diretivas que podem ser usadas com criptografia e autenticação IPSec para fornecer proteção total. Recomendadas se a organização possuir o IPSec implantado. Firewall de conexão com a Internet (ICF): Habilita filtros monitoradores baseados em definições de serviços configuráveis. Dá suporte a serviços de notificação e logs. Recomendado se a organização não tiver implantado o IPSec. Serviço de autenticação da Internet (IAS): Fornece serviços de controle de acesso à rede, inclusive filtros de tráfego para redes sem fio, acesso remoto, redes privadas virtuais, recursos de Internet e extranets. Filtragem de TCP/IP: Limitada à filtragem de protocolos e pacotes monitoradores. Não é recomendada. O IPSec e o ICF fornecem filtros monitoradores mais úteis e robustos. Microsoft Internet Security e Acceleration Server: Disponível como produto separado (não incluído na família Windows Server 2003). Contém o avançado software firewall de rede que permite configurar regras sofisticadas de filtragem de aplicativos e tráfego para computadores e dispositivos de rede (MICROSOFT, 2003).

4.8.2.5 Criptografia

81 Seus recursos podem ser usados para codificar as informações transmitidas ao servidor Web e recebidas por ele, impedindo que pessoas não autorizadas decodifiquem o conteúdo original de suas transmissões.

4.8.2.5.1 Ativando a criptografia Você pode exigir que os usuários estabeleçam um canal criptografado com seu servidor antes de acessarem um site, um diretório ou um arquivo restrito. Entretanto, o navegador da Web do usuário e seu servidor Web devem oferecer suporte ao esquema de criptografia usado para proteger o canal.
Ao definir propriedades de segurança para um site específico, você define automaticamente as mesmas propriedades de segurança para os diretórios e os arquivos pertencentes a esse site, a menos que as propriedades de segurança dos diretórios e dos arquivos individuais tenham sido definidas anteriormente (MICROSOFT, 2003).

Se as propriedades de diretórios e arquivos individuais forem redefinidas, suas configurações de segurança anteriores serão atualizadas. A mesma condição é aplicada para um diretório com subdiretórios ou arquivos com propriedades de segurança anteriormente definidas. Recomenda-se o uso da criptografia SSL/TLS somente para informações sigilosas uma vez que este reduz a taxa de transmissão e degrada o desempenho do servidor.

4.8.2.5.2 Definindo o nível de criptografia Você pode configurar o servidor Web para solicitar um nível de chave de sessão mínimo de 128 bits para todas as sessões de comunicação segura sendo que a chave e o SSL são diferentes. Entretanto, os usuários que tentarem estabelecer um canal de comunicação seguro com seu servidor deverão usar um navegador capaz de se comunicar com uma chave de sessão de 128 bits.

4.8.2.6 Certificado Digital De acordo com a Microsoft (2003), “Os certificados são uma forma de identificação digital do servidor e dos clientes que solicitam informações desse

8. Para o uso da SGC. portanto. Como alternativa. é necessário considerar a possibilidade de obter um certificado de servidor de uma autoridade de certificação. é necessário um certificado SGC especial. O sucesso de um certificado de servidor como meio de identificação depende da confiança do usuário na validade das informações contidas no certificado. Antes de emitir um certificado.6. não é necessário ter várias versões do IIS. cuja principal responsabilidade é confirmar a identidade e a validade das informações que irão conter no certificado. Um certificado de servidor permite que os usuários autentiquem um servidor.8. deve-se obter e instalar um certificado de servidor válido.2.6.6. Nesse caso.2.82 servidor. A função dos certificados é semelhante à de um passaporte ou de outra carteira de identidade oficial. . 4. que identifica o portador”. Ele contém uma chave pública.1 Autoridades de certificação Pode-se obter um certificado de uma outra organização mutuamente confiável.2. 4. chamada autoridade de certificação (CA).3 Server-gated Cryptography (SGC) Oferece às instituições financeiras uma solução para a realização de transações financeiras seguras no mundo inteiro com o uso da criptografia de 128 bits de alta segurança. dependendo do relacionamento da sua organização com os usuários do seu site. usada na criação de uma conexão segura entre o cliente e o servidor. você poderá emitir seus próprios certificados de servidor. a autoridade de certificação exige que você forneça informações com extensão que pode variar com os requisitos de garantia de identificação do certificado. Um servidor configurado para SGC pode facilitar as sessões de criptografia.8. A coleta dessas informações pode exigir uma entrevista pessoal com a autoridade de certificação e o endosso de um tabelião. 4.2 Certificados de servidor Para ativar os recursos de segurança SSL. verifiquem a validade do conteúdo da Web e estabeleçam uma conexão segura.

] O IIS aceitaria somente os certificados de cliente fornecidos por autoridades de certificação contidas na lista de certificados confiáveis desse departamento (MICROSOFT. 2003).8. a identidade da autoridade de certificação. os administradores de sites podem comparar automaticamente os certificados de cliente com uma lista predefinida de autoridades de certificação confiáveis..6.2. [. chaves públicas de criptografia que fazem parte do recurso de segurança SSL do IIS. que facilitam a criptografia e a descriptografia dos dados transmitidos por uma rede aberta.8.5 Certificados de cliente Os certificados de cliente são documentos eletrônicos que contêm informações sobre clientes.2.. Um certificado de cliente comum contém várias informações: a identidade do usuário.2.2. que contêm quantidades diferentes de informações.6.83 4. uma chave pública usada para estabelecer comunicações seguras e informações de validação. 4.4 Provedor de serviços de criptografia selecionável Todo provedor de criptografia pode criar uma chave pública e uma chave particular para criptografar os dados que o servidor Web envia e recebe.8.6.8. 2003).7 Detecção de certificados de cliente revogados A maioria das autoridades de certificação mantém uma lista de revogação de certificados que na verdade é uma lista dos certificados de cliente atuais que foram revogados por terem fornecido informações falsas ou porque a data do certificado está vencida ou por solicitação de cancelamento pelo usuário. 4.6. As autoridades de certificação oferecem tipos diferentes de certificados de cliente. Conforme a Microsoft (2003).6 Lista de certificados confiáveis Mantendo uma lista de certificados confiáveis (CTL). dependendo do nível de autenticação necessário (MICROSOFT. 4. “Um provedor de serviços de criptografia (CSP) selecionável permite que você selecione um provedor de criptografia para lidar com a criptografia e com o gerenciamento de certificados”. como uma data de vencimento e um número de série. Como o certificado .

84 não é material. . Nome de usuário: O nome do usuário que acessou o servidor. que são armazenadas em arquivos American Standard Code for Information Interchange (ASCII) ou em um banco de dados compatível com Open Data Base Connectivity (ODBC).8. 4. Endereço IP do cliente: O endereço IP do cliente que acessou o servidor. Após habilitá-lo. Porta do servidor: O número da porta à qual o cliente está conectado. De acordo com a Microsoft (2003).2 Personalizando o log estendido do W3C Quando usado.0. 4. quem visitou o site.8. URI Stem: O recurso acessado. pode-se coletar informações sobre atividades do usuário. Também pode limitar dados irrelevantes e reduzir o tamanho do arquivo de log omitindo propriedades dispensáveis.3 LOGs de atividades do site Habilitando o log dos sites da Web. e não pode ser literalmente retirado do usuário mal-intencionado.1 Habilitando o log Escolhe-se um formato e habilita-se o log para sites da Web e FTP individuais. todo o tráfego para o site é registrado no arquivo correspondente para cada site. IP de servidor: O endereço IP do servidor em que a entrada de log foi gerada. Nome de servidor: Nome do servidor em que a entrada de log foi gerada. o que o visitante viu e quando as informações foram exibidas pela última vez”. por exemplo. por exemplo.3. as propriedades estendidas disponíveis na versão do IIS 6. Nome de serviço: O serviço de Internet que estava sendo executado no computador do cliente. A seguir. poderá ser personalizado selecionando as propriedades que se deseja registrar.8. “Os logs podem incluir informações como. adiciona-se as informações sobre o certificado do cliente revogado nessa lista. um programa CGI ou um script. uma página HTML. Método: A ação que o cliente estava tentando executar (por exemplo.3. um comando GET). 4.

3.Converte os arquivos de log do servidor Web em formato de arquivo de log comum do NCSA. Cookie: O conteúdo do cookie enviado ou recebido se houver.5 Log binário centralizado . Referencial: O site que direcionou o usuário para o site atual.8. Bytes enviados: O número de bytes enviados pelo servidor. O utilitário convlog: .pode ser usado para converter diferenças de fuso horário.4 Convertendo arquivos de log em formato NCSA O formato comum do National Center for Supercomputing Applications (NCSA) é padronizado e de uso comum.8. Status do protocolo: O status da ação.3. nos termos empregados pelo HTTP. nos termos empregados pelo Windows. Versão do protocolo: A versão do protocolo (HTTP. 4.3. FTP) utilizada pelo cliente. que o cliente estava tentando executar. Status do Win32®: O status da ação.85 URI Query: A consulta.0 ou HTTP 1. Bytes recebidos: O número de bytes recebidos pelo servidor.8. Tempo decorrido: O intervalo de tempo decorrido para a ação. .1. Uma ou mais seqüências de caracteres de pesquisa das quais o cliente buscava correspondências são registradas no log. É mais seguro permitir o acesso ao diretório de arquivos de log somente para o administrador e para o grupo IIS_WPG. nos termos empregados pelo HTTP (MICROSOFT. será HTTP 1. Deve-se definir o controle de acesso adequado no diretório de arquivos de log para proteger os dados registrados. No caso do HTTP. 2003). . 4. Agente de usuário: O navegador utilizado no cliente. .pode ser usado para substituir endereços IP por nomes DNS dentro de um arquivo de log comum do NCSA e. se houver.pode substituir endereços IP por nomes do sistema de nomes de domínios durante a conversão dos arquivos de log com formato do IIS e estendido do World Wide Web Consortium (W3C) para o formato comum do NCSA. Substatus de protocolo: Status adicional da ação. Host: O nome do computador.3 Salvando arquivos de log O diretório em que serão salvos os arquivos de log pode ser especificado e pode-se determinar quando novos arquivos de log serão iniciados. 4.

4.3.7 Log remoto O Log remoto permite que você estabeleça armazenamento e backup de arquivos de log centralizados.86 É o processo por meio do quais vários sites da Web inserem dados de log binários sem formatação em um único arquivo de log.3. o que pode provocar queda de desempenho. a maior parte dos métodos de log cria um arquivo de log por site..8. todos os sites no servidor Web que executam o IIS inserem dados de log em um único arquivo de log. entre o servidor web que executa o IIS e o servidor remoto. Para evitar esse erro. “O log binário centralizado é uma propriedade do servidor. [. É altamente recomendável a ativação da segurança do protocolo Internet (IPSec). Normalmente.8. Depois que esse tipo de log é habilitado no servidor que executa o IIS. Suspende a gravação no log para o site até que o proprietário seja desse grupo. basta permitir que o HTTP. e não do site. que implementam a interface ILogPlugin ou ILogPluginEx. Quando habilitado. Quando a identificação global exclusiva (GUID) deste objeto COM é especificada na propriedade LogPluginClsid da metabase. pois grava o arquivo de log pela rede. o IIS instancia o módulo de log personalizado e usa seus métodos para registrar as entradas de log (MICROSOFT. caso o proprietário do diretório ou do arquivo não esteja no grupo de administradores local. Segundo Microsoft (2003). ou objetos de modelo de objeto componente (COM). o que pode consumir rapidamente valiosos recursos de CPU e memória nos servidores que executam o IIS. você não pode configurar a criação de log em outro formato para sites específicos”. ou até que o diretório ou arquivo de log existente seja excluído.. gerando problemas de desempenho. O IPSec é uma estrutura de padrões abertos destinada a assegurar comunicações privadas seguras em redes com o protocolo Internet (IP) por meio da utilização de serviços de segurança . O HTTP. Os desenvolvedores e administradores de sistema implementam módulos de log personalizados quando criam seus próprios formatos de arquivos de log ou quando manipulam dados de log. mas são mais lento que os métodos de log padrão.6 Módulos de log personalizados O IIS oferece suporte para módulos de log personalizados. o que preserva os recursos de memória. antes de configurar o log remoto.]. 2003).sys crie diretórios de arquivos de log e arquivos de log.sys publica um erro no log de eventos do Windows NT. 4.

é possível evitar declarações explícitas de valores duplicados.1 Estrutura De acordo com a Microsoft (2003). 4.2 retorna para o computador do cliente como 404. Por isso.8. usando um modelo de herança.4. Ela também pode ser estendida de modo altamente eficiente. 4. 4.8.XML de texto sem formatação que pode ser editado manualmente ou programaticamente. Se você mantiver esse nível de . 4.8.3.4. Uma instalação padrão do IIS garante a segurança da metabase definindo entradas de controle de acesso (ACEs) estrito nos arquivos da metabase e criptografando dados confidenciais dentro dos arquivos (uma lista de controle de acesso [ACL] contém ACEs). o que reduz a sobrecarga quando é necessário ler valores de configuração a partir da metabase (MICROFOT. do motivo pelo qual uma solicitação falhou. o mesmo acontece com a metabase. para o cliente remoto.8. Se o IPSec não estiver habilitado entre o servidor web que executa o IIS e o servidor remoto. Quando a mensagem contém muitas informações sobre o servidor Web principal e uma explicação do motivo pelo qual uma determinada solicitação não foi executada. 2003).2 Segurança Os arquivos da metabase devem ser protegidos a qualquer custo.4 Metabase do IIS A metabase é um depósito para a maioria dos valores de configuração do IIS (Serviços de Informações da Internet). ao contrário das versões anteriores do IIS que usavam um único arquivo binário”. 2003). porém. “O IIS (Serviços de Informações da Internet) armazena a configuração e o esquema da metabase em arquivos de formato XML com texto sem formatação. um código de erro como 404.87 criptográficos. que pode estar mal intencionado. não dando pistas. indivíduos mal-intencionados podem usar essas informações para atacar o servidor Web. os pacotes de dados que contiverem dados de log correrão risco potencial de interceptação por indivíduos e aplicativos de captura de informações invasivos enquanto trafegam pela rede (MICROSOFT. À medida que a implantação do IIS cresce. A metabase é um arquivo de configuração .8 Códigos de erro em arquivos de log Para diminuir os ataques do IIS. as mensagens de erro personalizadas não retornam o conteúdo específico da mensagem de erro para computadores de clientes remotos.

5 Ajuste de desempenho Ajustar o servidor da Web e melhorar o desempenho permite que você maximize a taxa de transferência e para minimizar o tempo de resposta do aplicativo da Web.4. pois agora é possível restaurar o backup em outros computadores se o backup de segurança tiver sido escolhido..4 Importação e Exportação O recurso de importação e exportação da metabase permite que os administradores criem um arquivo de exportação.5. que contém elementos especificamente selecionados de um arquivo de configuração da metabase. usando o Gerenciador do IIS. Não existe suporte para a restauração de backups de versões anteriores do IIS.0. 4. depois. pois as propriedades criptografadas não são incluídas.0 ou atualizar para o IIS 6. 2003)..8. 4. O ajuste ajuda a evitar afunilamentos e pode ajudar a ampliar o tempo entre as atualizações de hardware (MICROSOFT.. fizer backups periódicos. Os backups da metabase são criados automaticamente pelo IIS. O backup da metabase é usado para criar arquivos de backup da configuração e do esquema integrais da metabase. [.8.3 Backup Criar backups da metabase é uma parte vital da manutenção da confiabilidade da metabase.]. 4. 2003). que só podem ser restaurados em sua totalidade. estará tomando as precauções adequadas para proteger os arquivos da metabase (MICROSOFT.4. ser importado para o arquivo de configuração da metabase do mesmo computador ou para outro computador que esteja executando um membro da família Microsoft Windows Server 2003.xml por padrão.1 Desempenho e Segurança Uma questão importantíssima em um servidor web é o equilíbrio entre o desempenho do servidor e a implementação de segurança. inclusive com as propriedades criptografadas. Esse arquivo de exportação pode. a fim de preservar os dados de configuração (MICROSOFT. independentemente de como foram criados. que cria uma melhor experiência para clientes que tentam acessar o servidor Web [. 2003).8.0.8. 4. nomeado MetaBase. A capacidade de criar arquivos de backup da metabase e de restaurá-la usando esses arquivos foi aperfeiçoada no IIS 6. é recomendável fazer o backup da metabase assim que for possível. Todos os backups. Depois de instalar o IIS 6. e eles podem ser criados por demanda por um administrador do IIS. são armazenados juntos e exibidos juntos no Gerenciador do IIS.] A exportação da metabase não substitui a funcionalidade do backup da metabase.88 segurança. . usar uma senha de administrador de alta segurança e limitar o número de usuários que possuem credenciais administrativas. A exportação da metabase não pode ser usada para exportar o esquema da metabase (MICROSOFT.. 2003).

.89 De acordo com a Microsoft (2003). Depois que esses dados são excluídos ou "liberados" do cache.9. “As comunicações da Web seguras exigem mais recursos [.273 milhões de instruções por segundos (MIPS). Um site web seguro com SSL implementado. portanto o uso destes recursos deverá ser equilibrado com o desempenho desejado..677 milhões de instruções por segundos (MIPS).1.232 milhões de unidades de serviços por segundos (MSU) e 30. 4.609 milhões de unidades de serviços por segundo (MSU) e 11.9 Política de Controle de acesso Os ativos identificados estão condicionados ao escopo do projeto.816 milhões de instruções por segundos (MIPS). abragendo servidores de páginas intranet das filiais regionais da CEF. De acordo com a Microsoft “o tempo limite padrão para o cache da sessão SSL foi alterado para cinco minutos no Microsoft Windows 2000 e em versões posteriores. o SSL e a criptografia são recursos de segurança que exige processamento significativo e. 4. localizado na cidade de São Paulo/SP. por exemplo.1 Ambiente mainframe IBM 2 equipamentos modelo 2094 737 e 1 modelo 2094 708 com poder de processamento de 4. É necessário definir com clareza quais páginas do site web deverá ter segurança implementada e qual tipo de segurança será utilizada. o cliente e o servidor precisam estabelecer uma conexão completamente nova”. 1 equipamento modelo 2064 733 com poder de processamento de 1. os certificados. leva cinco vezes mais tempo para conexão inicial do que um site web não seguro.]. A autenticação.. e 1 equipamento modelo 2094 731 com poder de processamento de 1. localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ.691 milhões de unidades de serviços por segundos (MSU) e 12.9. localizados na cidade de Brasília/DF.1 Ambiente centralizado (grande porte) 4. portanto é importante saber quando usar diversas técnicas de segurança”.

localizado na cidade de Brasília/DF. 1 equipamento modelo E6500 com 8 processadores e 54 servidores SUN de menor porte. e 13. localizado na cidade de São Paulo/SP. 4. localizado na cidade de Brasília/DF. localizados na cidade de Brasília/DF.237 GB de disco fornecido pela Hitachi Data Systems (HDS). 1 equipamento modelo F15000 com 32 processadores e 20 servidores SUN de menor porte.9. e .3 Ambiente x86 369 Servidores localizado na cidade de Brasília/DF.340 GB de mídias 9840 e 129.370 GB de mídias 3490. localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ. 4.1. 4. localizados na cidade do Rio de Janeiro/RJ.198 GB fornecido pela EMC Corporation e 16.1. 1 equipamento modelo E10000 com 64 processadores.780 GB de disco fornecido pela Hitachi Data Systems (HDS). 3 equipamentos modelos F15000 com 72 processadores cada.90 4.1.765 GB fornecido pela EMC Corporation e 6. e 3 equipamentos modelo E10000 com 64 processadores e 43 servidores SUN de menor porte.9. localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ. localizados na cidade de São Paulo/SP.684 GB de mídias 3490. e 218 Servidores localizado na cidade de São Paulo/SP. 110 Servidores localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ.1. 21. 31. 20.4 Storage em disco 46.5 Storage em fita 5 silos robóticos. 35. 12.000 GB de disco fornecido pela International Business Machines (IBM) e 20. 4 silos robóticos.180 GB de mídias 9840 e 75.248 GB de disco fornecido pela IBM.736 GB de disco fornecido pela IBM.9.9.704 GB de disco fornecido pela Hitachi Data Systems (HDS).2 Ambiente SUN 1 equipamento modelo E10000 com 64 processadores.

092 estações de trabalho (computadores desktop) e 3. etc.175 equipamentos lotéricos. aplicativos legados.430 equipamentos de auto-atendimento. 6.2 Ambiente descentralizado (baixa plataforma) 14 servidores controladores de domínio que gerencia 259. e 2.2.. 51 servidores em Belo Horizonte/MG. 18.389 objetos.678 salas 24 horas. 1.208 cofres eletrônicos. WINS. 11 servidores em Campo Grande/MS. 23. 4.556 servidores member server que disponibilizam serviços de rede como DNS. . localizado na cidade de São Paulo/SP. assim distribuídos por todo o território nacional: 9 servidores em Belém/PA. 14 servidores em Goiânia/GO. 4 servidores em Campinas/SP. 10 servidores em Florianópolis/SC.1 Servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet 573 servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet. 14 servidores em Curitiba/PR.9. 16.731 GB de mídias 3490. 15 servidores em Bauru/SP.535 servidores com SGBD SQL. 11.179 impressoras. 1. 16. distribuído na rede da CEF que utilizam os sistemas e os recursos disponibilizados por cada área sendo a gerência regional de tecnologia responsável por estes computadores em seu âmbito de atuação.766 GB de mídias 9840 e 130.676 estações financeiras (computadores desktop para automação 4.9.91 5 silos robóticos. 13 servidores em Fortaleza/CE. bancária). 218 servidores em Brasília/DF.315 notebooks. 129. correio.

5 links de comunicação de 9.853 switch. 30 servidores em Porto Alegre/RS. 1. e que sustentam a rede de comunicação da empresa. 7 links de comunicação de 34.92 5 servidores Manaus/AM.544 roteadores.048 kilobits por segundo (Kbps).6 kilobits por segundo (Kbps). 79 servidores em Recife/PE.8 kilobits por segundo (Kbps). 21 servidores em Salvador/BA. 103 links de comunicação de 2. 8 links de comunicação de 33. 9 links de comunicação de 19. não havendo necessidade de atualização (upgrade) para instalação do Windows Server 2003 Web Edition.9. 4. tabela 1.3 Ambiente de telecomunicações Conjunto de ativos tecnológicos instalados nos diversos ambientes da CEF.4 kilobits por segundo (Kbps).426 links de comunicação de 256 kilobits por segundo (Kbps). Todos os servidores atendem os requisitos mínimos de hardware descrito no item 4.4 kilobits por segundo (Kbps). e . 7 links de comunicação de 10. 59 links de comunicação de 64 kilobits por segundo (Kbps).816 kilobits por segundo (Kbps). 1. 38 servidores em São Paulo/SP. 5 links de comunicação de 1. 346 links de comunicação de 512 kilobits por segundo (Kbps). 11 links de comunicação de 2. 31 servidores em Rio de Janeiro/RJ.4. e 10 servidores em Vitória/ES.024 kilobits por segundo (Kbps). 78 links de comunicação de 1.6 kilobits por segundo (Kbps).508 hub.7. 4.161 links de comunicação de 128 kilobits por segundo (Kbps). 2. 1 link de comunicação de 4.8 kilobits por segundo (Kbps). 2 links de comunicação de 14.2 kilobits por segundo (Kbps). 4. 7 links de comunicação de 28.240 kilobits por segundo (Kbps).2 kilobits por segundo (Kbps).

23. .1 Avaliação de Risco Os riscos da empresa CEF quanto à segurança da informação foram avaliados por meio de aplicação de matriz de risco para identificar as vulnerabilidades e fazer um mapeamento dos pontos mais críticos. . demonstra-se a seguir as matrizes de risco referentes à cada item avaliado (Tabelas de 3 a 8).735 estagiários.885 empregados.4 Ambiente de telefonia 2.720 kilobits por segundo (Kbps).Controle de acesso a rede.295 PABX com capacidade de 46.10.9. Esta etapa tem como objetivo comparar os itens relevantes relacionados na ABNT 17799:2005 e normativos interno da empresa que estão abaixo relacionados: .9. Para tanto.416 ramais.93 3 links de comunicação de 158.930 prestadores de serviços.10 Análise de Riscos e Vulnerabilidades O propósito da análise de risco foi identificar e mensurar os critérios de risco de controle de acesso e determinar o grau de importância de cada item avaliado para os negócios da empresa.5 Recursos humanos 70. . 4. 4. visando adequar as falhas levantadas às práticas sugeridas pela ABNT 17799:2005 e também às normas internas da empresa.Responsabilidades dos usuários e . e 5.Política de controle de acesso. 4.816 troncos e 110. 4.Gerenciamento de acesso de usuário.

00% Baixo 2.94 Tabela 3 – Matriz de Risco – Política de Controle de Acesso 1.00% Baixo 70.00% Baixo 100.00% Baixo Tabela 4 – Matriz de Risco – Gerenciamento de acesso de usuário 2.7 3 5 30 15 50.5 2. Gerenciamento de acesso de usuário Pontuação Importância do item (peso) Adequação do item na empresa % de atendimento à ideal obtida norma Risco Item Aspectos Existe identificador de usuário (ID de usuário) único para assegurar a responsabilidade de casa usuário? Existe identificador de usuário (ID de usuário) compartilhado por dois ou mais usuários? Ao se conceder um nível de acesso é analisado se este nível de acesso é apropriado às atribuições diárias do usuário? Os usuários recebem uma declaração por escrito dos seus direitos de acesso? É requerida dos usuários a assinatura de uma declaração indicando que eles entendem as condições de acesso? É mantido um registro formal de todas as pessoas registradas para usar o serviço? Existe bloqueio imediato de direitos de acesso de usuários que mudaram de cargos ou funções.00% Médio 100.7 2 3 3 1 2 7 9 7 10 9 85.5 1.00% Baixo 100.00% Médio 2.6 2 1 8 10 20 10 16 10 80.00% Baixo . Política de Controle de Acesso Pontuação Importância do item (peso) 3 Adequação do item na empresa 10 % de atendimento à ideal obtida norma Risco 30 30 100.3 1.4 1.00% Baixo 100.00% Baixo Item 1.00% Médio 90.3 2.00% Baixo 80. ou deixaram a organização? Existe análise periódica para remover ou bloquear identificadores (ID) e contas de usuários redundantes? Existe o fornecimento de um identificador (ID) para mais de um usuário? Situação parcial 2.6 1.4 2 1 10 8 20 10 20 8 100.2 3 1 10 10 30 10 30 10 100.00% Baixo 1.2 2 8 20 16 80.00% Baixo 90.11% 20 30 16 30 80.9 2 3 8 10 86.1 Aspectos Existe uma política de controle de ambiente de computação? Há identificação de todas as informações relacionadas às aplicações de negócio e os riscos a que as informações estão expostas? Há consistência entre controle de acesso e políticas de classificação da informação em diferentes sistemas e redes? Existe administração de direitos de acesso? Existe segregação de regras de controle de acesso? Foram definidos requisitos para autorização formal de pedidos de acesso? É realizada análise crítica períodica de controles de acesso? Situação parcial 1.1 2.00% Baixo 2.00% 20 30 30 10 20 14 27 21 10 18 70.00% Baixo 2.8 2.

95 Tabela 5 – Matriz de Risco – Responsabilidades dos usuários 3.00% Baixo Tabela 6 – Matriz de Risco – Controle de acesso à rede 4.52% 30 30 30 30 100. para manter a confidencialidade de sua senha pessoal e das senhas de grupos de trabalhos? Qual é o procedimento adotado para alteração de senha e qual é a periodicidade? (ciclo de vida de senha.00% Baixo 100.2 Aspectos Existe uma política de uso dos serviços de redes? A própria empresa gerencia o ambiente de rede ou terceiriza este serviço? São usadas contas de logon separadas para atividade normal versus atividades administrativas de gerenciamento? A empresa concede acesso administrativo a usuários para suas estações de trabalho? Usuários externos acessam a rede? Qual é a forma de autenticação? Existe firewalls ou outros controles de acesso de nível de rede nas fronteiras da rede para proteger os recursos corporativos? Existem serviços abertos à internet na rede interna da empresa? Como é controlado o acesso destes serviços? Existe hardware ou software de detecção de intrusões para identificar ataques? Situação parcial 4.1 4.00% Baixo 90.8 3 3 10 10 89.00% Baixo 4.00% Baixo 100.6 3 10 30 30 100. Responsabilidades dos usuários Pontuação Importância do item (peso) 3 3 Adequação do item na empresa 10 10 % de atendimento à ideal obtida norma Risco 30 30 30 30 100.00% Baixo 4.00% Baixo Item 3.6 3.3 3 8 30 24 80.4 4.00% Baixo 100.4 3.7 3 3 3 3 10 9 10 10 95.00% Baixo .00% Baixo 100.71% 30 30 30 30 30 27 30 30 100.5 2 2 3 10 4 10 20 20 30 20 8 30 100.00% Alto 100. Controle de acesso a rede Pontuação Importância do item (peso) 3 2 Adequação do item na empresa 10 5 % de atendimento à ideal obtida norma Risco 30 20 30 10 100.3 4.2 Aspectos Existe uma política de senha na empresa? Os usuários são informados sobre a política de senha da empresa? Os usuários assinam uma declaração.5 3.00% Baixo 50.00% Baixo 40. reutilização e tamanho)? De que forma são armazenadas as senhas dos usuários? Senhas padrão são alteradas no primeiro logon do usuário? Existem controles para impor o cumprimento das políticas de senha nos diversos tipos de contas? Situação parcial 3.1 3.7 4.00% Médio Item 4.00% Baixo 3.

2 5.00% Alto 0.9 5.00% Alto 0.4 2 2 2 10 0 0 20 20 20 20 0 0 100.5 5.00% Alto 5.00% Alto 5.12 5.76% 20 20 20 20 20 0 0 0 8 8 0.6 5.10 5.13 2 2 2 2 2 0 0 0 4 4 22. Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet Pontuação Importância Adequação % de do item do item na atendimento à (peso) empresa ideal obtida norma Risco Aspectos Existe política de segurança física nas gerências regional de suporte tecnológico? Existe um aviso no sistema operacional.00% Alto Tabela 8 – Legenda 6.00% Baixo Item 5.11 5.1 5.00% Alto 0.00% Alto 40.3 5.96 Tabela 7 – Matriz de Risco – Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet 5.8 3 2 3 2 0 0 0 0 30 20 30 20 0 0 0 0 0.00% Alto 40. informando que o servidor é acessado apenas por pessoas autorizadas? Existe política para configuração dos parâmetros de diretivas de conta? Existe política para configuração dos parâmetros de diretiva de auditoria? Existe política para configuração dos parâmetros de atribuições de direitos de usuário? Existe política para configuração dos parâmetros de opções de segurança? Existe implementação de criptografia para armazenar informações sigilosas? Existe implementação de uso de certificado de aplicação? Existe controle de instalação das atualizações de segurança disponibilizado pelo fornecedor do sistema operacional? Existe controle dos serviços essenciais que deverão está em execução nos servidores? Existe controle dos serviços que não deverão está em execução nos servidores? Existe um padrão de configuração do serviço Internet Information Services (IIS)? Como é efetuada a publicação dos sites nos servidores intranet? Situação parcial 3 10 30 30 100.7 5. Legenda % de atendimento a norma Importância do item (peso) Adequação na empresa 17799:2005 e normas interna 0 1 2 3 Pouco importante Importante Muito importante 1a4 5a7 8 a 10 Ausência de adequação Presença de adequação Adequação parcial Adequação total 0 a 39% 40% a 70% 71% a 100% Ruim Regular Bom Alto Médio Baixo Rísco .00% Alto 0.00% Baixo 0.00% Alto 0.00% Alto 0.

97 4.10.2 Resultado da avaliação de risco

Obteve-se, com a aplicação da matriz de risco, a identificação dos aspectos de controle de acesso de acordo com a ABNT 17799:2005 e seus respectivos riscos (alto ou médio ou baixo). Comentou-se os resultados dessa avaliação, com a numeração apresentada na matriz de risco, nos subitens que seguem.

4.10.2.1 Política de controle de acesso

Observou-se acerca da Política de controle de acesso, conforme demonstra a tabela 3, que os itens “consistência entre controle de acesso e políticas de classificação” e “segregação de regras de controle de acesso” apresentam parcial adequação à norma. Isto em virtude da inadequada aplicação da política normarizada pela empresa sob estudo (CEF). No que tange aos demais itens da referida política, notou-se a total adequação à norma.

4.10.2.2 Gerenciamento de acesso de usuário

A avaliação representada na tabela 4, referente ao Gerenciamento de acesso de usuário, resultou nas seguintes considerações: O item “bloqueio imediato de direitos de acesso de usuários que mudaram de cargos ou função, ou deixaram a organização” apresentou presença parcial de adequação à norma, pois, apesar de já existir uma política normatizada não é aplicada adequadamente. Os demais itens apresentaram adequação à norma.

4.10.2.3 Responsabilidades dos usuários No que tange à Responsabilidade dos usuários (tabela 5), o resultado obtido foi de que todos os itens analisados apresentaram adequação à norma. 4.10.2.4 Controle de acesso à rede No estudo do Controle de acesso à rede (tabela 6), notou-se que o item “a empresa concede acesso administrativos a usuários para suas estações de

98 trabalho” não apresentou adequação à norma, porque existem várias estações de trabalho que contém um ou mais usuários de rede como administradores locais da estação. Por outro lado, o item “a própria empresa gerencia o ambiente de rede ou terceiriza este serviço” apresentou presença parcial de adequação à norma, pois, apesar de ser a própria empresa que gerencia o ambiente de rede, existem terceirizados que também exercem esta atividade. Enfim, Os demais itens analisados no controle de acesso à rede apresentaram adequação total à norma.

4.10.2.5 Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet Do estudo desta última matriz (tabela 7) inferiu-se que os itens “existe política de segurança física nas gerências regional de suporte tecnológico” e “aviso no sistema operacional informando que o servidor é acessado apenas por pessoas autorizadas” apresentaram total adequação à norma. Ao passo que os demais itens não apresentaram adequação à norma.

4.11 Soluções e recomendações
Nesta etapa do trabalho destinou-se a propor soluções para os itens que apresentaram riscos classificados como alto e médio, ou seja, não indicaram adequação à norma ABNT 17799:2005 ou indicaram de modo parcial. São os itens referentes às tabelas 3, 4 e 6. Nos casos das tabelas 1, 2 e 5, que apresentaram riscos classificados como baixo, não serão apresentadas propostas de melhoria, em virtude do grau de adequação à norma ser satisfatório ou sua importância muito baixa.

4.11.1 Política de controle de acesso

Tendo em vista que já existe normativo interno para consistência entre controle de acesso e políticas de classificação da informação em diferentes sistemas

99 e redes, sugere-se a divulgação deste em toda empresa e o cumprimento do que foi definido. Há necessidade também de identificar as informações relacionadas às aplicações de negócios e os riscos a que estão expostas, classificando-os e disponibilizando-os corretamente em todos os segmentos da empresa.

4.11.2 Gerenciamento de acesso de usuário Há necessidade de implementar uma rotina de remoção ou bloqueio imediato de acesso de usuários que mudaram de cargo, função ou deixaram a organização.

4.11.3 Controle de acesso à rede Recomenda-se que o ambiente de rede seja gerenciado apenas por empregado da CEF e que seja implementada uma rotina para garantir o cumprimento da norma que regulamenta o acesso administrativo a usuários, em suas estações de trabalho.

4.12 Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet
Importa tratar de modo distinto, as propostas para a tabela 7. Elas são apresentadas em tópicos específicos de acordo com o conhecimento adquirido no decorrer do curso e referencial teórico exposto ao logo do projeto. Todos os subitens a seguir relacionados foram obtidos a partir das orientações emitidas pela Microsoft Corporation.

4.12.1 Configurações do Servidor

4.12.1.1 Requisitos de Hardware

Os hardwares que serão utilizados para instalação do sistema operacional Windows Server 2003 Web Edition deverão possuir os recursos mínimos descrito no item 4.7.4.

Security: 131072.System: 131072. FONTE: Windows Server 2003 Web Edition 4.12.1. overwrite as needed . overwrite as needed Figura 14 – Configuração do arquivo de log Security.12.3 Serviço de Indexação Todos os diretórios contidos na partição de sistema no serviço de indexação (Indexing service) deverão ser apagados (figura 15). . overwrite as needed .1.Application: 131072.2 Arquivos de log Os arquivos de logs deverão ser configurados com os seguintes parâmetros (figura 14): .100 4.

4.5 Usuários administrator e guest Os usuários locais administrator e guest e suas descrições deverão ser renomeados.12.1 Senha Os parâmetros de conta local deverão ser configurados conforme tabela 9: Tabela 9 – Configurações de senha para conta Policy Enforce password history Maximum password age Minimum password age Minimum password length Passwords must meet complexity requirements Store password using reversible encryption for all users in the domain Account lockout duration Account lockout threshold Reset account lockout counter after Local Setting 24 passwords remembered 45 days 5 days 8 characters Enabled Disabled 60 minutes 5 invalid logon attempts 60 minutes .12.101 Figura 15 – Exclusão dos diretórios da partição sistema no serviço de indexação FONTE: Windows Server 2003 Web Edition 4.1.6 Política de segurança local 4.1. 4.1.12.1.6. Deve-se criar um novo usuário com o mesmo nome e descrição usando uma senha forte.4 Proteção de tela A proteção de tela deverá se configurado para no máximo 10 minutos e o desbloqueio deverá ser por meio de senha.12.

12. Ambos os tipos são atribuídos pelos administradores a usuários individuais ou a grupos como parte das configurações de segurança do computador.102 4. Failure Failure Success.1.1. Failure 4. Failure Success.12.2 Auditoria Os parâmetros de auditoria deverão ser configurados conforme tabela 10: Tabela 10 – Configurações de auditoria Policy Audit account logon events Audit account management Audit directory service access Audit logon events Audit object access Audit policy change Audit privilege use Audit process tracking Audit system events Local Setting Success.3 Atribuições de direitos do usuário As atribuições de direitos do usuário (User Rights Assignment) concedem direitos ou privilégios de logon aos usuários ou grupos nos computadores de sua organização.6. Failure Failure Success. Um exemplo de privilégio é o direito de desligar o computador. Failure Failure No auditing Success.6. Um exemplo de direito de logon é o direito de fazer logon em um computador interativamente. As atribuições de direitos do usuário deverão ser configuradas conforme tabela 11: Tabela 11 – Atribuições de direito do usuário Policy Access this computer from the network Local Setting Administrators Authenticated Users Backup Operators ASPNET IWAM_”Computername” IUSR_”Computername” Act as part of the operating system Add workstations to domain Adjust memory quotas for a process Allow log on locally Allow log on through Terminal Services Administrators LOCAL SERVICE NETWORK SERVICE IWAM_”Computername” Administrators Backup Operators IUSR_”Computername” Administrators .

103 REMOVE Remote Desktop Users Administrators Backup Operators Server Operators Administrators Authenticated Users Backup Operators Users Administrators Administrators Back up files and directories Bypass traverse checking Change the system time Create a pagefile Create a token object Create permanent shared objects Debug programs Deny access to this computer from the network Deny log on as a batch job Deny log on as a service Deny log on locally Deny log on through Terminal Services Enable computer and user accounts to be trusted for delegation Force shutdown from a remote system Generate security audits Increase scheduling priority Load and unload device drivers Lock pages in memory Log on as a batch job Administrators SUPPORT_388945a0 SUPPORT_388945a0 Not Defined Administrators Administrators Server Operators LOCAL SERVICE NETWORK SERVICE Administrators Administrators Print Operators LOCAL SERVICE SUPPORT_388945a0 ASPNET IWAM_”Computername” IUSR_”Computername” IIS_WPG NETWORK SERVICE ASPNET Administrators Administrators Not Defined Administrators Administrators Administrators LOCAL SERVICE NETWORK SERVICE Administrators Backup Operators Server Operators Administrators Backup Operators Administrators Log on as a service Manage auditing and security log Modify firmware environment values Perform volume maintenance tasks Profile single process Profile system performance Remove computer from docking station Replace a process level token Restore files and directories Shut down the system Synchronize directory service data Take ownership of files or other objects .

12.1.104 4.6. Tabela 12 – Opções de segurança Policy Accounts: Administrator account status Accounts: Guest account status Accounts: Limit local account use of blank passwords to console logon only Accounts: Rename administrator account Accounts: Rename guest account Audit: Audit the access of global system objects Audit: Audit the use of Backup and Restore privilege Audit: Shut down the system immediately if unable to log security audits Devices: Allow undock without having to log on Devices: Allowed to format and eject removable media Devices: Prevent users from installing printer drivers Devices: Restrict CD-ROM access to locally logged-on user only Devices: Restrict floppy access to locally logged-on user only Devices: Unsigned driver installation behavior Domain controller: Allow server operators to schedule tasks Domain controller: LDAP server signing requirements Domain controller: Refuse machine account password changes Domain member: Digitally encrypt or sign secure channel data (always) Domain member: Digitally encrypt secure channel data (when possible) Domain member: Digitally sign secure channel data (when possible) Domain member: Disable machine account password changes Domain member: Maximum machine account password age Local Setting Enabled Disabled Enabled Alterar para o novo usuário (subitem 4.12.5).1. Nem todos os itens relacionados nesta tabela existem em todos os servidores uma vez que estão relacionados aos recursos instalados.5).4 Opções de segurança As opções de segurança deverão ser configuradas conforme demonstra a tabela 12.1. Alterar para o novo usuário (subitem 4. Disabled Disabled Disabled Disabled Administrators Enabled Enabled Enabled Warn but allow installation Not defined Not defined Not defined Enabled Enabled Enabled Disabled 30 days .12.

SQL\QUERY.NET passports for network authentication Network access: Let Everyone permissions apply to anonymous users Network access: Named pipes that can be accessed anonymously Network access: Remotely accessible registry paths 14 Days Disabled Disabled Lock Workstation Disabled Enabled Disabled 15 minutes Enabled Enabled Disabled Enabled Enabled Not Defined Disabled COMNAP. SPOOLSS.105 Domain member: Require strong (Windows 2000 or later) session key Interactive logon: Do not display last user name Interactive logon: Do not require CTRL+ALT+DEL Interactive logon: Message text for users attempting to log on Disabled Enabled Disabled ATENÇÃO! Tendo acesso e usando este sistema você está sendo monitorado. TrkSvr System\CurrentControlSet\Control\ProductOptions . TrkWks. Alerta de uso do servidor! 0 Interactive logon: Message title for users attempting to log on Interactive logon: Number of previous logons to cache (in case domain controller is not available) Interactive logon: Prompt user to change password before expiration Interactive logon: Require Domain Controller authentication to unlock workstation Interactive logon: Require smart card Interactive logon: Smart card removal behavior Microsoft network client: Digitally sign communications (always) Microsoft network client: Digitally sign communications (is server agrees) Microsoft network client: Send unencrypted password to their-party SMB servers Microsoft network server: Amount of idle time required before suspending session Microsoft network server: Digitally sign communications (always) Microsoft network server: Digitally sign communications (if client agrees) Microsoft network server: Disconnect clients when logon hours expire Network access: Allow anonymous SID/Name translation Network access: Do not allow anonymous enumeration of SAM accounts Network access: Do not allow anonymous enumeration of SAM accounts and shares Network access: Do not allow storage of credentials or . LOCATOR. EPMAPPER. O uso sem autorização ou mau uso deste sistema computacional estará sujeito às penalidades previstas em normativos internos. COMNODE.

DFS$ Classic – local users authenticate as themselves Disabled Enabled Send LM & NTLM – useNTLMv2 session security if negotiated Not Defined No minimum No minimum Disabled Disabled Disabled Disabled Not defined System cryptography: Use FIPS compliant Disabled algorithms for encryption. and signing . hashing.106 System\CurrentControlSet\Control\Print\Printers System\CurrentControlSet\Control\Server Applications System\CurrentControlSet\Services\Eventlog Software\Microsoft\OLAP Server Software\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion System\CurrentControlSet\Control\ContentIndex System\CurrentControlSet\Control\Terminal Server System\CurrentControlSet\Control\Terminal Server\UserConfig System\CurrentControlSet\Control\Terminal Server\DefaultUserConfiguration Software\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\Perflib System\CurrentControlSet\Services\SysmonLog Network access: Restrict anonymous to named pipes and shares Network access: Shares that can be accessed anonymously Network access: Sharing and security model for local accounts Network security: Do not store LAN Manager hash value on next password change Network security: Force logoff when logon hours expire Network security: LAN Manager authentication level Network security: LDAP client signing requirements Network security: Minimum session security for NTLM SSP based (including secure RCP) clients Network security: Minimum session security for NTLM SSP based (including secure RCP) servers Recovery console: Allow automatic administrative logon Recovery console: Allow floppy copy and access to all drives and folders Shutdown: Allow system to be shut down without having to log on Shutdown: Clear virtual memory pagefile System cryptography: Force strong key protection for user keys stored on the computer Enabled COMCFG.

.Desabilitar roteamento para IP de origem. Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: DisableIPSourceRouting Tipo: REG_DWORD Valor: 2 .7 Configurações de registro As seguintes chaves de registro deverão ser modificadas ou inseridas no servidor de informações. Chave: HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Interfaces\[InterfaceName] Nome: PerformRouterDiscovery Tipo: REG_DWORD Valor: 0 . Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\CDRom Tipo: REG_DWORD Nome: Autorun Valor: 0 .12.Configuração de proteção de gateway.Configuração de proteção contra ataques SYN maliciosos (boletim Microsoft nº. Symbolic Links) System settings: Optional subsystems System settings: Use Certificate Rules on Windows Executables for Software Restriction Policies Administrators group Enabled Enabled Clear out POSIX Not Defined 4.Desabilitar a auto-execução para CD-ROM. Chave: HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Nome: EnableDeadGWDetect Tipo: REG_DWORD Valor: 0 . Chave: HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Nome: EnableICMPRedirect Tipo: REG_DWORD Valor: 0 . Chave: HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Nome: SynAttackProtect Tipo: REG_DWORD Valor: 2 . Q142641).107 System objects: Default owner for objects created by members of the administrators group System objects: Require case insensitivity for non-Windows subsystems System objects: Strengthen default permissions of internal system objects (e.Desabilitar redirecionamento do protocolo ICMP (boletim Microsoft Q225344).Desabilitar a função de roteador em todas as placas de rede.g.1.

e Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: NoNameReleaseOnDemand Tipo: REG_DWORD Valor: 1 .1.8 Permissões de Registro As seguintes chaves de registro deverão ter suas permissões ajustadas conforme descrito a seguir e não deverão utilizar o recurso de herança de permissão.12. herdar permissões das chaves superiores. system (full control). Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: EnablePMTUDiscovery Tipo: REG_DWORD Valor: 0 Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: TcpMaxConnectResponseRetransmissions Tipo: REG_DWORD Valor: 2 Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: TcpMaxDataRetransmissions Tipo: REG_DWORD Valor: 3 Chave: HKLM\system\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: TCPMaxPortsExhausted Tipo: REG_DWORD Valor: 5 Chave: HKLM\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\ Policies\Explorer Nome: NoDriveTypeAutoRun Tipo: REG_DWORD Valor: 0xFF 4.Configurações para unidade de transmissão máxima de caminho (Path Maximum Transmission Unit . Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: KeepAliveTime Tipo: REG_DWORD Valor: 300000 .Permissão para os grupos administrators (full control). ou seja. . creator owner (full control) e authenticated users (read) para as seguintes chaves: HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\RunOnce HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\RunOnceEx HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Uninstall HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\AeDebug HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\Winlogon .PMTU).Desabilitar resolução de nome para solicitação externa.108 .Configurações de tempo de conexão para o protocolo TCP/IP.

exe dfscmd.exe cluster.exe dsmove.109 .ajustar permissões NTFS para administrators e system (full control).exe dsmod.Access Control List (ACL) As seguintes pastas e arquivos deverão ter suas permissões ajustadas conforme descrito a seguir: .exe clip.%systemroot%\repair e %systemroot%\system32\config . Tabela 13 – Utilitários de linha de comando.exe convert.ajustar permissões NTFS para administrators e system (full control).9 Sistemas de arquivos .ini.exe choice.com doskey.exe chglogon.exe attrib.exe driverquery.exe cacls.ajustar permissões NTFS para administrators e system (full control) e authenticated users (read e execute). %systemroot%\system32\dllcache e %systemroot%\system32\logfiles .exe diskcomp.exe change.exe chgport. deverão ter suas permissões NTFS ajustadas para administrators (full control) e "no access" para os usuários IUSR e IWAM ou qualquer outro usuário de serviço local. append.1. Ajustar também permissão NTFS "no access" para os usuários IUSR e IWAM.exe arp. .com dcpromo. ainda. system (full control) e authenticated users (read) para a seguinte chave: HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Rpc 4. 4.exe cipher. normalmente disponibilizados em %systemroot%\system32.exe command. .exe cmd.exe chgusr. Para ambiente que necessita de altíssima segurança esses utilitários de linha de comando deverão ser movidos de sua pasta padrão ou renomeados ou. C:\ntdetect.%systemroot%\security.com e C:\ntddr .exe chcp.exe bootcfg.exe dsget.C:\boot.exe chkntfs.C:\ e C:\program files .10 Utilitários de linha de comando Os utilitários de linha de comando (tabela 13).exe compact.exe dsquery.1.ajustar permissões NTFS para administrators e system (full control) e power users (read e execute).com dsadd.exe at. apagados do servidor.exe diskcopy.12.exe dsrm.exe cscript.Permissão para os grupos administrators (full control).12.com chkdsk.exe .exe diskpart. .exe debug.

Secondary Logon.110 edlin.exe gpupdate.exe netstat.exe 4.exe mode.exe msg.exe iisapp.exe tsshutdn. .Background Intelligent Transfer Service.vbs IisFtpdr.exe systeminfo.exe logoff.exe usrmgr. .12.vbs iisweb.exe print.exe setpwd.com net. .exe makecab.exe typeperf.exe fc.Automatic Updates.exe route.exe regini.exe tasklist. .exe IIsCnfg.exe taskkill.exe pathping.exe secedit.exe tlntsess.vbs prnqctl.exe forfiles.exe prncnfg.exe reset.exe relog.exe ntdsutil.exe label.exe tftp.com getmac.exe hostname.exe timeout.exe ntbackup.exe snmp. .exe takeown.exe ping.exe finger.exe telnet.exe enevttriggers.vbs logman.exe tsdiscon.exe winmsd.exe tskill.Remote Desktop Help Session Manager.exe rexec.exe os2.vbs pubprn.vbs rasdial.exe freedisk. .vbs rdpclip.exe mem.exe exe2bin.exe share.exe posix.exe runas.exe syskey.exe prnmngr. .exe wscript.exe gpresult.exe register.Computer Browser.vbs iisreset.exe tree.exe iInuse.Special Administration Console Helper.exe runonce.exe forcedos.exe prnjobs.exe ntsd.exe more.vbs rcp.exe iisback.exe routemon.exe mountvol.exe shadow. .exe prndrvr.exe setx.exe sc.vbs query.1.vbs ipconfig.exe whoami.exe ftp.exe tracerpt.exe fsutil.exe findstr.exe replace.exe tracert.exe xcopy.Net Meeting Remote Desktop Sharing.exe tlntadmn.exe rsh.exe eventquery.vbs IIsFtp.exe taskmgr.exe tlntsrv.exe tsprof.exe recover.exe regsvr32.exe format.exe pagefileconfig.vbs ipxroute.exe reg.exe iisext.vbs prnport.exe schtasks.exe where.exe snmptrap.exe eventcreate.exe subst.exe nslookup. .exe tsadmin.vbs powercfg.exe router.exe net1.exe regedt32.exe waitfor.DNS Server.11 Serviços Os seguintes serviços deverão ser desativados: .exe gettype.exe netsh.Indexing Service.exe termsrv.exe tscon.vbs find.exe expand.com nbtstat.exe shutdown.exe mmc.com tsecimp.

msc.111 .o nível de encriptação deverá ser alterado para alto (figura 16). .deverão ser efetuadas as alterações conforme demonstra a figura 17. em execução apenas os que forem pertinentes.12. .1. 4.Guia “sessions” .Themes. Figura 16 – Serviço de Terminal – Encryption level High FONTE: Windows Server 2003 Web Edition . levando em consideração os serviços desempenhados pelo servidor.Guia “general” . e . porém. Os demais serviços deverão ser analisados e permanecer ativados.12 Configurações do serviço de terminal Os seguintes itens de configuração do serviço de terminal (Terminal Service) deverão ser alterados com a execução do utilitário tscc.Wireless Configuration.

Figura 18 – Serviço de Terminal – Configuração da guia remote control FONTE: Windows Server 2003 Web Edition .112 Figura 17 – Serviço de Terminal – Configurações da guia sessions FONTE: Windows Server 2003 Web Edition .deverá ser marcado o item “do not allow remote control”. conforme demonstra a figura 18.Guia “remote control” .

Guia “client settings” – todas as caixas de verificação do subitem “disable the following” deverão ser desmarcadas conforme demonstra a figura 19. Figura 20 – Serviço de Terminal – Configuração da guia “Client Settings” FONTE: Windows Server 2003 Web Edition .Guia “Permissions” – O grupo “remote desktop users” deverá ser excluído da lista de permissão (figura 20).113 . Figura 19 – Serviço de Terminal – Configuração da guia Client Settings FONTE: Windows Server 2003 Web Edition .

2.114 Ainda na guia permissions.2 Configurações do serviço de informações da intranet (IIS) 6. por meio do botão “add”.Ativar log de eventos para o protocolo SSL e Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Control\SecurityProviders \SChannel Nome: EventLogging Tipo: REG_DWORD Valor: 3 .12. . deve-se clicar no botão “advanced” e em seguida na guia “auditing”. Adicionar.0 4.Desabilitar o uso de comando shell Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\W3SVC\Parameters Nome: SSIEnableCMDDirective Tipo: REG_DWORD Valor: 0 . o grupo “administrators” local e ativar as caixas de verificação. conforme demonstra a figura 21.12.1 Configurações de registro específico do IIS As seguintes chaves de registro deverão ser modificadas ou inseridas e são específicas para servidores que disponibilizam serviço de informação (IIS). Figura 21 – Serviço de Terminal – Configuração da guia “Client Settings” FONTE: Windows Server 2003 Web Edition 4.

SHTM ) Everyone (X) Administrators (Full Control) System (Full Control) Static ( . conforme tabela 14.2.12.SHTML.HTML ) Everyone (R) Administrators (Full Control) System (Full Control) Images ( .JPEG ) Everyone (R) Administrators (Full Control) System (Full Control) 4. além das opções padrão.INC.2.EXE. ( .CMD. . “cookie” e “referer”. . deverão ser ativados os itens: “service name”. conforme demonstra a figura 22.2 Localização e permissão para arquivos Os arquivos dos sites deverão ser armazenados em partição diferente da partição do sistema operacional.PL) Everyone (X) Administrators (Full Control) System (Full Control) Script (.115 4.GIF. “server name”. . Tabela 14 – Classificação de arquivos do site. de preferência em HD exclusivo e em pastas separadas segundo sua classificação. .JSP.PHP. etc. . .DLL. .ASP.12.3 Arquivo de log do IIS Os log dos sites deverão ser armazenados em partição exclusiva.) Everyone (X) Administrators (Full Control) System (Full Control) Include ( . etc. configurados para captura diária no formato W3C Extended e. . . Tipos de Arquivos Permissão NTFS CGI.

12.2. Estas extensões deverão ser removidas para evitar possíveis execuções de exploited.shtm.htw.5 Extensão WebDAV .htr Web-based password reset .4 Extensões mapeadas e removidas As extensões de arquivos relacionadas na tabela 15 são. mapeadas no IIS.116 Figura 22 – Configuração do arquivo de log do IIS. Descrição Extensão . . . .printer Internet Printing . FONTE: Windows Server 2003 Web Edition 4.12.ida.idc Internet Database Connector .stm. acesse as propriedades do site e clique na guia “home directory” e na seqüência no botão “configuration” Tabela 15 – Extensões mapeadas e que deverão ser removidas. por padrão. Para tanto.idq Index Server 4.2. .shtml Server-side Includes .

. World Wide Web Distributed Authoring Versioning (WebDAV). 4.2 Permissões NTFS Recomenda-se o uso do sistema de arquivos NTFS para o seu servidor de informações para intranet.117 A extensão para o protocolo HTTP. Para desativar o WebDAV deve-se configurar a seguinte chave de registro: Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\W3SVC\Parameters Nome: DisableWebDAV Tipo: REG_DWORD Valor: 1 4.6. pois existe uma falha na forma como ela processa um tipo específico de pedido mal formado.12.1 Autenticação do site O método de autenticação do serviço de informações da intranet deverá levar em conta os requisitos de segurança e classificação da informação estabelecida pela CEF. Uma vez que a organização usa domínios (active directory. Método Autenticação anônima Autenticação básica Autenticação Digest Autenticação Digest avançada Autenticação integrada do Windows Autenticação de certificado Autenticação do Passport . que o acesso à rede só pode ser feito por meio de usuário e senha e que esta rede utiliza os protocolos NTLM e kerberos. Kerberos quando Kerberos é usado. deverá ser desabilitada. Tabela 16 – Método de autenticação de sites.2.12. sugere-se a autenticação integrada do Windows como método de acesso para as informações disponíveis ao público interno.2.6 Método de autenticação 4.6. poderão ser utilizados outros métodos de acesso conforme demonstra a tabela 16.2. da Microsoft).NET Nível de segurança Nenhum Baixo Médio Médio Alto Alto Alto Como as senhas são enviadas? Texto não criptografado codificado na Base 64 Em hash Em hash Hash aplicado quando NTLM é usado.12. Criptografado FONTE: Windows Server 2003 Web Edition. Dependendo do grau de sigilo da informação.

118 As permissões implementadas nas pastas e arquivos do servidor de informações para intranet deverão levar em conta os requisitos de segurança e classificação da informação estabelecida pela CEF. O IIS depende das permissões de NTFS para proteger arquivos e diretórios individuais contra o acesso não autorizado. Ao contrário das permissões de site, aplicáveis a todos os usuários. As permissões de NTFS permitem a definição precisa de quais usuários da rede poderão acessar seu conteúdo e de como será permitido a eles manipular esse conteúdo. Os níveis de permissão de NTFS são os seguintes: - Controle total: os usuários podem executar qualquer ação no arquivo, inclusive apropriar-se dele. É recomendável que se conceda esse nível de acesso somente a usuários administradores; - Modificar: os usuários podem exibir e modificar arquivos e as respectivas propriedades, inclusive excluir e adicionar arquivos a um diretório ou propriedades de arquivo a um arquivo. Os usuários não podem se apropriar ou alterar as permissões no arquivo; - Ler e executar: Os usuários podem executar arquivos executáveis, inclusive scripts; - Listar conteúdo de pastas: os usuários podem exibir uma lista dos conteúdos de uma pasta; - Ler: os usuários podem exibir arquivos e propriedades de arquivo; e - Gravar: os usuários podem gravar em uma pasta ou arquivo.

4.12.2.7 Criptografia Sugere-se o uso da criptografia em razão do seu alto poder de segurança às informações classificadas como sigilosas e que deverão ser disponibilizadas apenas a um grupo restrito ou um único usuário. Assim, deve-se criar uma pasta, atribuir permissões NTFS apenas ao(s) grupo(s) ou usuário(s) que deverão ter acesso e implementar as configurações adequadas nas propriedades desta pasta conforme demonstra a figura 23.

119
Figura 23 – Implementando criptografia de 128 bits no IIS.

FONTE: Windows Server 2003 Web Edition

4.12.2.8 Certificado digital de servidor Recomenda-se, ainda, a implementação do uso de certificado digital para acesso às informações sigilosas. Isso, em virtude de a CEF ser uma unidade certificadora e, como tal, pode emitir certificado de aplicação para instalação no servidor de informação para intranet.

4.12.2.9 Metabase do IIS 4.12.2.9.1 Backup da metabase - O backup dos arquivos de metabase deverá ser feito todas as vezes que houver modificações nas propriedades do IIS. 4.12.2.9.2 Segurança da metabase em nível de arquivo O IIS instala os arquivos da metabase com entradas de controle de acesso (ACEs) restritas, definidas para impedir que qualquer pessoa, exceto os administradores, veja os dados de configuração (tabela 17).

Tabela 17 - Arquivos da metabase, sua finalidade e as permissões definidas.

120
Arquivo Finalidade Lista de controle de acesso (ACL) NT AUTHORITY\SYSTEM : Controle total. BUILTIN\Administradores: Controle total. NT AUTHORITY\SYSTEM : Controle total. BUILTIN\Administradores: Controle total. NT AUTHORITY\SYSTEM : Controle total. BUILTIN\Administradores: Controle total. NT AUTHORITY\SYSTEM : Controle total. BUILTIN\Administradores: Controle total.

raiz_do_sistema\System32\In Armazena dados de configuração para serviços etsrv\MetaBase.xml do IIS.

raiz_do_sistema\System32\In Armazena o esquema para o arquivo de etsrv\MBSchema.xml configuração. O esquema determina quais propriedades do IIS podem ser definidas em certos nós da metabase. raiz_do_sistema\System32\In Armazena os arquivos de histórico da metabase etsrv\Histórico\Arquivo de criados automaticamente pelo IIS. histórico raiz_do_sistema\System32\In Armazena os arquivos de backup da metabase etsrv\MetaBack\Arquivo de criados por demanda utilizando o recurso de backup e restauração da configuração. backup

FONTE: Windows Server 2003 Web Edition

objetivando contribuir em sua busca constate em governança de TI e que tenha grande importância de utilização para a empresa. espera-se dar continuidade aos estudos e pesquisas em segurança da informação aplicadas em servidores web. além de não possuírem tal política. com atenção especial em Windows Server 2003. Os resultados apresentados por meio dos questionários foram comparados com uma matriz de risco. na medida em que esses estudos forem aplicados em proposta de trabalho. Por meio de visitas à empresa e aplicação de questionário. Verificouse a oportunidade de desenvolver este trabalho com base nas melhores práticas da ABNT NBR ISO/IEC 17799:2005. com efeito lida com dificuldade em manter uma gestão eficiente do controle de acesso lógico. possibilitando a apresentação das soluções e recomendações pertinentes. Como pretensão em trabalhos futuros. . prérequisito de obtenção do título de Pós-graduação no curso de especialização em crimes e perícias eletrônica.121 5 CONCLUSÃO A organização abordada no projeto é uma empresa de grande porte. O desenvolvimento desta monografia permitiu colocar em prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. até então não existiam definições de ações a serem implementadas no segmento estudado. verificando-se o grau de adequação com a norma ABNT NBR ISO/IEC 17799:2005. Tal anseio será levado a diante. verificou-se a necessidade de desenvolver uma política de segurança para os servidores web que disponibilizam informações voltadas pra intranet uma vez que. ampliando significativamente os conhecimentos relacionados à segurança da informação. Isso acontece devido à falta de uma política de segurança da informação para os servidores que disponibilizam informações voltadas para intranet.

Vivendo a Segurança da Informação: Orientações práticas para pessoas e organizações. 2001. FONTES. Ricardo. São Paulo: Campus. 310 p. . RESPOSTA E TRATAMENTO DE INCIDENTES DE SEGURANÇA NO BRASIL. BATTISTI. 2000. Bruno. 177 p.cert. DIAS. Júlio. Andrey Rodrigues de. Cláudia. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2000. Disponível em <http://cartilha. Windows Server 2003: Curso Completo. Segurança da Informação: O usuário faz a diferença. São Paulo: Sicurezza. 1523 p. NBR ISO/IEC 17799:2005 – Tecnologia da informação – Técnicas de Segurança – Código de prática para a gestão da segurança da informação. Rio de Janeiro: Book Express. Fernando Nicolau Freitas. 34 p. Cartilha de Segurança para Internet. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil. São Paulo: Saraiva. Rio de Janeiro: Brasport. 17:22:20. Segurança no Desenvolvimento de Software. NBR ISO/IEC 27001 – Tecnologia da informação – Técnicas de Segurança – Sistema de Gestão de Segurança da Informação – Requisitos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 216 p. Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br. CENTRO DE ESTUDOS. 2006.br>. Márcio Tadeu de. 2006. 172 p. 109 p. Perícia Forense: Aplicada à Informática. ARAÚJO. Segurança de Dados com Criptografia: Métodos e Algoritmos. RIBEIRO. 2002. 2006. Política de Segurança da Informação. Rio de Janeiro. 208 p. 2005. Acesso em: 11 outubro 2006. CARVALHO. Segurança e Auditoria da Tecnologia da Informação. ______. FREITAS. 2003. Daniel Balparda de.122 6 Referências Bibliográficas ALBUQUERQUE. FERREIRA. 213 p. 2006. 218 p. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. Edison.

ed. Mark. 2005. Luiz Paulo. 1375 p. MICROSOFT CORPORATION. 2004. MÓDULO. MINASI. 2003. SILVA. S. São Paulo: Makron Books. Ajuda do Windows Server 2003. Lino Sarlo da. Francis Berenger. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 3. 347 p. Rio de Janeiro: LTC. São Paulo: Novatec. Windows Server 2003: A Bíblia. .: Microsoft TechNet. SHEMA. Academia Latino Americana de Segurança da Informação: Programa educacional que tem por objetivo a formação de líderes em Segurança da Informação. 2004. São Paulo: Futura.l. 311 p. 2003. Mike. Public Key Infrastructure: PKI. 392 p. 2003. Segurança Contra Hackers: Aplicações Web. MAIA. Joel.123 MACHADO. 1 CD-ROM. SCAMBRAY. MICROSOFT.

Quem quebra um sistema de segurança.124 Glossário ACL .Indivíduo que elabora e modifica software e hardware de computadores. Cracker . seja adaptando as antigas.Parte física do computador Hash . . IBM .Dispositivo de uma rede de computadores que tem por função regular o tráfego de rede entre redes distintas e impedir a transmissão e/ou recepção de dados nocivos ou não autorizados de uma rede a outra.Referência num documento em hipertexto a outro documento ou a outro recurso. FTP .Protocolo de transporte de rede que permite comunicações individuais seguras e identificadas.Acesso à Internet no qual uma pessoa usa um modem e uma linha telefônica para se ligar a um nó de uma rede de computadores do ISP.Conjunto de códigos para o computador representar números.Lista que define quem tem permissão de acesso a certos serviços.Protocolo bastante rápido e versátil para transferência de arquivos. NCSA . pontuação e outros caracteres.Empresa americana de informática. letras. Dial-Up .Seqüência de letras ou números gerados por um algoritmo de dispersão.Organismo dos Estados Unidos da América relacionado com a investigação no campo da informática e telecomunicações. Hacker . LAN. Firewall . MAN e WAN. IIS – Serviço web criado pela Microsoft para seus sistemas operacionais para servidores de informações. em uma rede insegura. Hard Disk . Hub .(Milhões de instruções por segundo). Link . Medida de desempenho em informática. ou seja. ASCII .Aparelho que interliga diversas máquinas (computadores) que pode ligar externamente redes TAN.Parte do computador onde são armazenadas as informações. MIPS . de forma ilegal ou sem ética. seja desenvolvendo funcionalidades novas. Hardware . é a "memória permanente" propriamente dita. Kerberos .

125 Netscape .Consórcio de empresas de tecnologia. URL .Dispositivo de armazenamento constituído por uma memória flash que tem uma ligação USB tipo A permitindo a sua conexão a uma porta USB de um computador. navegador web muito conhecido no mundo da informática. Atua na certificação digital web. Storage .A Netscape Network é a empresa que produz o Netscape Navigator.Endereço de um recurso disponível em uma rede. Verisign . tal como a de sistema operacional multi-utilizador. Um Programa de computador SSL . na manipulação. o NTFS possui características importantes. Switch . navegação por páginas (HTTP) e outros tipos de transferência de dados.1. que permitem ao Windows implementar uma série de noções originadas no UNIX. São diferenciadas de outras formas de armazenamento em rede pelo método de acesso em baixo nível que eles apresentam. Desenvolvido inicialmente para servidores. . W3C . Pendrive . redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento. com redes sem fio e autenticação.Rede projetada para agrupar dispositivos de armazenamentos de computador. internet e telecomunicações.Dispositivo utilizado em redes de computadores para reencaminhar quadros entre os diversos nós.Empresa que atua na área de segurança de redes.Protocolo criptográfico que provem comunicação segura na Internet para serviços como e-mail (SMTP). atualmente com cerca de 500 membros.Seqüência de instruções a serem seguidas e/ou executadas. Software .O NTFS (New Technology File System) é o sistema de arquivos utilizado em todas as versões do Windows NT desde o 3. NTFS .

Existe identificador de usuário (ID de usuário) compartilhado por dois ou mais usuários? 2.8. É mantido um registro formal de todas as pessoas registradas para usar o serviço? 2.9.5.4.1. Ao se conceder um nível de acesso é analisado se este nível de acesso é apropriado às atribuições diárias do usuário? 2.126 Anexo A Questionário respondido por um Consultor da CEF.4.2. 1. É requerida dos usuários a assinatura de uma declaração indicando que eles entendem as condições de acesso? 2. Os usuários recebem uma declaração por escrito dos seus direitos de acesso? 2. 1. Há identificação de todas as informações relacionadas às aplicações de negócio e os riscos a que as informações estão expostas? 1. Foram definidos requisitos para autorização formal de pedidos de acesso? 1.3. Gerenciamento de acesso de usuário. Existe administração de direitos de acesso? 1. ou deixaram a organização? entretanto não é imediato. Política de Controle de acesso. Existe bloqueio imediato de direitos de acesso de usuários que mudaram de cargos ou funções.7.3. Há consistência entre controle de acesso e políticas de classificação da informação em diferentes sistemas e redes? 1.6.5. 2.6.1.2. Existe identificador de usuário (ID de usuário) único para assegurar a responsabilidade de casa usuário? 2. 2. Existe uma política de controle de ambiente de computação? 1.7. Existe o fornecimento de um identificador (ID) para mais de um usuário? . É realizada análise crítica períodica de controles de acesso? 2. Existe segregação de regras de controle de acesso? 1. Existe análise periódica para remover ou bloquear identificadores (ID) e contas de usuários redundantes? 2.

3. Existe uma política de senha na empresa? 3. De que forma são armazenadas as senhas dos usuários? 3.6.6. Existe hardware ou software de detecção de intrusões para identificar ataques? 5.1.3.1.8.2.7. 5.1. Existe uma política para configuração dos parâmetros de diretiva de auditoria? . A própria empresa gerencia o ambiente de rede ou terceiriza este serviço? 4. Os usuários são informados sobre a política de senha da empresa? 3.7.5. Usuários externos acessam a rede? Qual é a forma de autenticação? 4. informando que o servidor é acessado apenas por pessoas autorizadas? 5. São usadas contas de logon separadas para atividade normal versus atividades administrativas de gerenciamento? 4.5. reutilização e tamanho)? 3. Existe uma política de uso dos serviços de redes? 4. Controle de acesso à rede 4.4.4. para manter a confidencialidade de sua senha pessoal e das senhas de grupos de trabalhos? 3. Existe firewalls ou outros controles de acesso de nível de rede nas fronteiras da rede para proteger os recursos corporativos? 4. Existem controles para impor o cumprimento das políticas de senha nos diversos tipos de contas? 4.2. Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet. Existem serviços abertos à internet na rede interna da empresa? Como é controlado o acesso destes serviços? 4. Os usuários assinam uma declaração.2.3.127 3. Responsabilidades dos usuários 3. As senhas padrão são alteradas no primeiro logon do usuário? 3. Existe um aviso no sistema operacional.4. Existe uma política para configuração dos parâmetros de diretivas de conta? 5. Existe uma política de segurança física nas gerências regional de suporte tecnológico? 5. A empresa concede acesso administrativo a usuários para suas estações de trabalho? 4. Qual é o procedimento adotado para alteração de senha e qual é a periodicidade? (ciclo de vida de senha.

7.128 5. Existe controle dos serviços essenciais que deverão está em execução nos servidores? 5.3. Foram definidos requisitos para autorização formal de pedidos de acesso? 1. Existe segregação de regras de controle de acesso? 1. Existe controle de instalação das atualizações de segurança disponibilizado pelo fornecedor do sistema operacional? 5. 2.7. Existe controle dos serviços que não deverão está em execução nos servidores? .1.2. Como é efetuada a publicação dos sites nos servidores intranet? Questionário respondido por um Analista da CEF. Existe administração de direitos de acesso? 1.4.13. Há consistência entre controle de acesso e políticas de classificação da informação em diferentes sistemas e redes? 1. Existe implementação de criptografia para armazenar informações sigilosas? 5. Existe uma política para configuração dos parâmetros de opções de segurança? 5.3. Existe identificador de usuário (ID de usuário) compartilhado por dois ou mais usuários? 2.10. Há identificação de todas as informações relacionadas às aplicações de negócio e os riscos a que as informações estão expostas? 1. Ao se conceder um nível de acesso é analisado se este nível de acesso é apropriado às atribuições diárias do usuário? .2. Existe identificador de usuário (ID de usuário) único para assegurar a responsabilidade de casa usuário? 2.5. 1. Gerenciamento de acesso de usuário.8.1. Política de Controle de acesso. Existe um padrão de configuração do serviço Internet Information Services (IIS)? 5.5. Existe implementação de uso de certificado de aplicação? 5.11. Existe uma política de controle de ambiente de computação? 1. Existe uma política para configuração dos parâmetros de atribuições de direitos de usuário? 5.12. É realizada análise crítica períodica de controles de acesso? 2.6.6.9. 1.

4. Existe uma política de uso dos serviços de redes? 4.129 2.5. ou deixaram a organização? 2. É mantido um registro formal de todas as pessoas registradas para usar o serviço? 2.9.3. para manter a confidencialidade de sua senha pessoal e das senhas de grupos de trabalhos? 3. Existe uma política de senha na empresa? 3.4. Existe firewalls ou outros controles de acesso de nível de rede nas fronteiras da rede para proteger os recursos corporativos? .8.6. Existe o fornecimento de um identificador (ID) para mais de um usuário? 3.5. A própria empresa gerencia o ambiente de rede ou terceiriza este serviço? 4. Os usuários recebem uma declaração por escrito dos seus direitos de acesso? 2. Os usuários são informados sobre a política de senha da empresa? 3. Os usuários assinam uma declaração. Existe análise periódica para remover ou bloquear identificadores (ID) e contas de usuários redundantes? 2.1. São usadas contas de logon separadas para atividade normal versus atividades administrativas de gerenciamento? 4.1.4. Controle de acesso à rede 4. Usuários externos acessam a rede? Qual é a forma de autenticação? 4. As senhas padrão são alteradas no primeiro logon do usuário? 3.6. De que forma são armazenadas as senhas dos usuários? 3.3.5. É requerida dos usuários a assinatura de uma declaração indicando que eles entendem as condições de acesso? 2. reutilização e tamanho)? 3.7. Existe bloqueio imediato de direitos de acesso de usuários que mudaram de cargos ou funções. Existem controles para impor o cumprimento das políticas de senha nos diversos tipos de contas? 4. Responsabilidades dos usuários 3.2.7. Qual é o procedimento adotado para alteração de senha e qual é a periodicidade? (ciclo de vida de senha. A empresa concede acesso administrativo a usuários para suas estações de trabalho? 4.6.2.

Existe uma política para configuração dos parâmetros de diretivas de conta? 5.130 4. Existem serviços abertos à internet na rede interna da empresa? Como é controlado o acesso destes serviços? 4.4. 5. Existe uma política para configuração dos parâmetros de diretiva de auditoria? 5.2. Existe controle dos serviços que não deverão estar em execução nos servidores? 5.8. Existe implementação de uso de certificado de aplicação? 5. Existe uma política para configuração dos parâmetros de atribuições de direitos de usuário? 5.13. Existe um aviso no sistema operacional.7.11.3. Existe uma política de segurança física nas gerências regional de suporte tecnológico? 5.7. Existe uma política para configuração dos parâmetros de opções de segurança? 5. Existe implementação de criptografia para armazenar informações sigilosas? 5.9.8. informando que o servidor é acessado apenas por pessoas autorizadas? 5.6.10. Como é efetuada a publicação dos sites nos servidores intranet? . Existe controle de instalação das atualizações de segurança disponibilizado pelo fornecedor do sistema operacional? 5. Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet. Existe um padrão de configuração do serviço Internet Information Services (IIS)? 5.12. Existe hardware ou software de detecção de intrusões para identificar ataques? 5. Existe controle dos serviços essenciais que deverão estar em execução nos servidores? 5.5.1.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful