FACULDADES INTEGRADAS UNICESP CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

RUBENS JOSÉ DE SOUZA

IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIDOR WEB SEGURO COM WINDOWS SERVER 2003 PARA A EMPRESA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

BRASÍLIA 2007

RUBENS JOSÉ DE SOUZA

IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIDOR WEB SEGURO COM WINDOWS SERVER 2003 PARA A EMPRESA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Tecnologia em Segurança da Informação do Instituto Científico de Ensino Superior e Pesquisa, como requisito parcial à obtenção do título de Tecnólogo em Segurança da Informação. Área de concentração: Tecnologia em Segurança da Informação. Orientador: Prof. MSc. Cid Bendahan Coelho Cintra

BRASÍLIA 2007

SOUZA, Rubens José. Implementação de servidor web seguro com windows server 2003 para a Caixa Econômia Federal / Rubens José de Souza ; Professor orientador Cid Bendahan Coelho Cintra. – Guará : [s. n.], 2007. 134f; il. Monografia (Graduação em Tecnologia em Segurança da Informação) – Instituto Científico de Ensino Superior e Pesquisa, 2007

I. Cintra, Cid Bendahan Coelho. II. Segurança da informação. III. Intranet.

Cid Bendahan Coelho Cintra . Charles Fernando Alves _____________________________________________________________ Prof. Paulo Hansen Coordenador do Curso de Tecnologia Em Segurança Da Informação FACCIG/UnICESP RESULTADO ( X ) APROVADO ( ) REPROVADO Brasília. MSc.FACULDADES INTEGRADAS UNICESP CURSO DE TECNOLOGIA EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO RUBENS JOSÉ DE SOUZA Trabalho de Conclusão de Curso intitulado “Implementação de Servidor Web Seguro Com Windows Server 2003 para a Empresa Caixa Econômica Federal”. Flávio Pelegrinelli _____________________________________________________________ Prof.Orientador _____________________________________________________________ Prof. MSc. junho de 2007. avaliado pela banca examinadora constituída pelos seguintes professores: _____________________________________________________________ Prof. .

Cid Bendahan Coelho Rubens José de Souza Cintra . da Coordenação de Trabalhos de Conclusão de Curso e da Coordenação Geral de Trabalhos de Conclusão de Curso. Divulgação interna ou externa. como exposição/apresentação em Seminários ou Simpósios e outros eventos internos ou externos. MSc.PROPRIEDADE INTELECTUAL DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – CESSÃO DE DIREITOS Curso de Tecnologia em Segurança da Informação UnICESP Título do Trabalho: “Implementação de Servidor Web Seguro Com Windows Server 2003 para a Empresa Caixa Econômica Federal Autor: Rubens José de Souza Orientador: Prof. estão autorizadas a fazer uso do Trabalho por nós desenvolvido para a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso II – TCC II para: • • Objetivos estritamente acadêmicos. para fins acadêmicos. ________________________________ ________________________________ Prof. MSc. Cid Bendahan Coelho Cintra Data de apresentação do Trabalho: 26 de junho de 2007 Declaramos que o aluno Rubens José de Souza por meio da Coordenação do Curso de Tecnologia em Segurança da Informação. do UnICESP.

ao professor e mestre Cid Bendahan Coelho Cintra cuja paciência e conselho sempre vieram na hora certa e que não poupou esforços e preciosas horas de seu tempo em minha orientação. A todos os professores e colegas que com sua presença e companheirismo me incentivaram e proporcionaram-me vários momentos de aprendizagem e. que de certa forma me ajudam a superar os desafios que me são impostos. Obrigado a todos.AGRADECIMENTOS A Deus pela vida que me concedeste e por mais esta conquista. . A minha querida esposa Leila Maria e às minhas queridas filhas Leilliany e Rubbiany. principalmente.

A ênfase do trabalho foi a aplicação de questionário e análise de riscos e vulnerabilidades por meio de comparação dos resultados obtidos versus matriz de risco. extranet. Primeiramente. Intranet. . controle de acesso. sistema operacional e serviços de informações voltados para intranet. Conclui-se que não existe situação efetiva de segurança nos servidores de informações e se propõe recomendações com base nas normas de segurança NBR ISO/IEC 17799:2005 e nas orientações emitidas pela Microsoft Corporation. política de segurança da informação. protocolos. internet. como redes de computadores. são apresentados os conceitos de vários tópicos abordados no trabalho. infra-estrutura de chave pública. Palavras chaves: Segurança da Informação.RESUMO Este trabalho apresenta e analisa a segurança da informação em servidores que disponibilizam informações voltadas para intranet da Caixa Econômica Federal. intranet.

and infrastructure of public key. I concluded that effective situation of safety doesn't exist in the servers of information and I propose recommendations with base in safety's NBR ISO/IEC 17799:2005 norms and in the orientations emitted by Microsoft Corporation. as nets of computers. the concepts of several topics approached in the healthy work presented. .ABSTRACT This work presents and it analyzes the safety of the information in servers that possess information of the intranet of Caixa Econômica Federal. Word Keys: Safety of the Information. The emphasis of the work is the questionnaire application and analysis of risks and flaws through comparison of the results obtained with the risk head office. Firstly. politics of safety of the information. access control. intranet. protocols. extranet. internet. Intranet. operating system and services of information for intranet.

........................................................................................................116 .71 Tabela 2 – Portas TCP padrão para serviços web ..................................................102 Tabela 12 – Opções de segurança ............102 Tabela 11 – Atribuições de direito do usuário ...............................................................................95 Tabela 6 – Matriz de Risco – Controle de acesso à rede....................96 Tabela 8 – Legenda ..............................................................................115 Tabela 15 – Extensões mapeadas e que deverão ser removidas.............94 Tabela 5 – Matriz de Risco – Responsabilidades dos usuários ................................................................ ...80 Tabela 3 – Matriz de Risco – Política de Controle de Acesso ..............................................................................................................94 Tabela 4 – Matriz de Risco – Gerenciamento de acesso de usuário .......................................................95 Tabela 7 – Matriz de Risco – Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet .....................................8 Lista de tabelas Tabela 1 – Recursos mínimos de hardwares para as diferentes edições do Windows Server 2003.........................................................................................................109 Tabela 14 – Classificação de arquivos do site........................................ ...............................104 Tabela 13 – Utilitários de linha de comando..................101 Tabela 10 – Configurações de auditoria......................96 Tabela 9 – Configurações de senha para conta...

........................ ..........................................114 Figura 22 – Configuração do arquivo de log do IIS.... ...................113 Figura 20 – Serviço de Terminal – Configuração da guia “Client Settings” ..113 Figura 21 – Serviço de Terminal – Configuração da guia “Client Settings” .....112 Figura 18 – Serviço de Terminal – Configuração da guia remote control............................. ..........9 Lista de Figuras Figura 1 – Organograma da Empresa.......36 Figura 8 – Rede local baseada no protocolo TCP/IP............................112 Figura 19 – Serviço de Terminal – Configuração da guia Client Settings ......................119 .........................................26 Figura 2 – Modelo baseado no mainframe e no acesso via “terminais burros”.....101 Figura 16 – Serviço de Terminal – Encryption level High ................................ .....79 Figura 14 – Configuração do arquivo de log Security................................................................33 Figura 7 – Rede de pesquisadores depois da ARPAnet........................38 Figura 10 – Criptografia com chave simétrica.........................111 Figura 17 – Serviço de Terminal – Configurações da guia sessions.............................................................................. ..............................................75 Figura 13 – Diagrama Gerenciador de Autorização ..........................116 Figura 23 – Implementando criptografia de 128 bits no IIS.......100 Figura 15 – Exclusão dos diretórios da partição sistema no serviço de indexação.....54 Figura 11 – Criptografia com chave assimétrica..............................................28 Figura 3 – Modelo baseado em cliente/servidor e no acesso via cliente..........................31 Figura 5 – Modelo de desenvolvimento em três camadas................................................55 Figura 12 – Controle de acesso do IIS ..................................... ............ ........29 Figura 4 – Modelo de desenvolvimento em duas camadas.......... ...........................37 Figura 9 – Ligação entre rede baseada no protocolo TCP/IP.... ....................... ........32 Figura 6 – Modelo de desenvolvimento em quatro camadas........................ ....

10 Lista de Abreviaturas e Siglas AD ADSL ANSI ARPA ARPANET ASCII ASP CEN CENELEC COM CPF CSP CTL DC DHCP DLL DNS DSA EAP ECDH ECDSA ETSI EUA FAT FTP GUID HD HDS HTML HTTP HTTPS Active Directory Asymmetric Digital Subscriber Line American National Standards Institute Advanced Research Project Agency Advanced Research Projects Agency Network American Standard Code for Information Interchange Active Server Pages Comité Européen de Normalisation Comité Européen de Normalisation Eléctrotechnique Component Object Model Cadastro de Pessoas Físicas Cryptographic Service Provider Certificate Trust List Domain Controler Dynamic Host Configuration Protocol Dynamically Linked Library Domain Name System Digital Signature Algorithm Extensible Authentication Protocol Elliptic Curve Diffie-Hellman Elliptic Curve Digital Signature Algorithm European Telecommunications Standards Institute Estados Unidos da América File Allocation Table File Transfer Protocol Globally Unique Identifier Hard Disk Hitachi Data Systems Hyper Text Markup Language Hypertext Transfer Protocol Hypertext Transfer Protocol Secure .

11 IAS IBM ICF ICP IEC IEEE IIS IP IPSec IPX ISAPI ISO ITU MDAC MIPS MSU MUX NCP NCSA NETBEUI NIST NNTP NTFS ODBC PC PDF PGP PIN PKCS POP RAM RDS RPC RRAS Internet Authentication Service International Business Machines Internet Connection Firewall Infra-estrutura de Chave Pública International Electro technical Commission Institute of Electrical and Electronics Engineers Internet Information Services Internet Protocol Internet Protocol Security Internetwork Packet Exchange Application Programming Interface International Organization for Standardization International Telecommunications Union Microsoft Data Access Components Milhões de instruções por segundo Milhões de unidades de serviço Multiplexador Network Control Protocol National Center for Supercomputing Applications NetBIOS Extended User Interface National Institute for Standards and Technology Network News Transfer Protocol New Technology File System Open Data Base Connectivity Personal Computer Portable Document Format Pretty Good Privacy Personal Identification Number Public Key Cryptography Standard Post Office Protocol Random Access Memory Remote Data Services Remote Procedure Call Routing and Remote Access Service .

12 RSA SDSI SET SGC SMTP SPKI SPX SQL SSH SSL TCP TLS UDP UNC URL W3C WINS WSRM WWW XML Ron Rivest e Adi Shamir Simple Distributed Security Infrastructure Secure Electronic Transaction Server-gated Cryptography Simple Mail Transfer Protocol Simple Public Key Infrastructure Sequenced Packet Exchange Structured Query Language Secure Shell Secure Sockets Layer Transmission Control Protocol Transport Layer Security User Datagram Protocol Universal Naming Convention Universal Resource Locator World Wide Web Consortium Windows Internet Naming Service Windows System Resource Manager World Wide Web extensible Markup Language .

...............................................................43 ..............................42 4.........2..........4 POLÍTICA DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO .................36 4.........28 4..............2.........................................................................................2 Redes de computadores ...1.........1......................................................................................31 4...........................................1 A EMPRESA ............2...................................3.............27 4...............................40 4..............2 MISSÃO .....................35 4.......................2 Modelo descentralizado baseado em cliente/servidor ..............................2.........27 4.................................................1.................1.2.......27 4.41 4.......................................................2.................................................................2.......................................................1............4..3.....1 FUNDAMENTOS DE REDES ......................................................................................3 INTERNET/INTRANET/EXTRANET ...........................21 3 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ....................................................1 Internet ...............................................................................................................................................................1 Introdução ........................................................5 Modelo de aplicações em quatro camadas ...............1 Servidores de rede..........................................................................2 Protocolo TCP/IP.............27 4..1 Configurações do protocolo TCP/IP .........29 4...................2........................2 Intranet ............27 4.............................1 Introdução ....22 3.4.........2...38 4....34 4........................2......................22 3.....2 PROTOCOLOS ..................4 Modelo de aplicações em três camadas................................29 4..........................................................................................1...............3 Papel do Windows Server 2003 na rede ..3 Modelo de aplicações em duas camadas...................34 4.........4................2.............1.............3.......................41 4.....................33 4.....................................................38 4.................1....................22 3.................32 4.............22 4 REFERENCIAL TEÓRICO...2 Objetivos de segurança........1...............................................................................3 Extranet.........41 4......................................3 ORGANOGRAMA ...............1 Fundamentos ...............13 Sumário 1 INTRODUÇÃO .................20 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS.............................................................................................................................2................................1 Modelo centralizado baseado no mainframe ....1 Diretrizes para implementação ...........................

........5...............................8 Ataques .................52 4........................58 4................................................2 Instituições Padronizadoras Nacionais e Internacionais........52 4................................3 Serviços oferecidos pela ICP ...57 4.........................3 Autenticação forte...........2.....6...........6..........................14 4...................4.............3................................................................57 4.......................................................6....2.......5 CONTROLES DE ACESSO .2.....................5 Ativos .....52 4.......................................................6..........................................................................................................2 Integridade................................1 Legislação Brasileira..4.....................................3 Autenticidade ......46 4...........................9.....................6....56 4.........3..............6..............1 Criptografia ..............................................1 Chaves simétricas.................................58 4................................58 4..................4..........46 4....................6.............57 4......................2..................56 4......53 4..................................1.2..............1 Introdução à ICP ..........4..................4 Identificando os Recursos .....2................................4..................................................51 4.........................55 4...........................................2..............4..............3.....................4...........52 4...............................................2.........48 4.......1 Privacidade ...........................4..................................................................................................................................................50 4......6.....1 Sign-on..2..............2........6...................4...................6................................................7 Ameaças .................................................................................2 Chaves assimétricas .....3........49 4..............................1 Classificação das informações ..................................44 4.......................55 4..............................................1......6 INFRA-ESTRUTURA DE CHAVE PÚBLICA – ICP .......6................................................4........................................................3 Ambiental ..3...........4........................................4.2 Single sing-on (SSO) ........................................57 4.......48 4..........1 Lógico.....6 Riscos ..................6.6................5...........................................................................................................6.............................45 4......4.....2 Físico...5.............3 Algoritmos ....................................6.............2 Conceitos Necessários..........45 4...2 Classificação dos sistemas................................3 Biometria .45 4......9 Manutenção da Política...........................58 ....2 Autenticação .................................................43 4..............54 4.................2 Smartcards.................6..........51 4..........................3....4..2.3..50 4.....1 Tokens .......2................6......................................1 Diretrizes para implementação ...........53 4...................47 4........3........................3 Legislação Brasileira e Instituições Padronizadas .............2.....................................1..............................................................

............64 4.60 4............6.6.......................63 4..2 Hackers x crackers ....3 Script kiddies ....................62 4...................................7.........5...............................................1 Introdução ..6...........6...61 4..7...................61 4.....................................................................6 As vulnerabilidades mais críticas de segurança na Internet......................................509..........................15 4.............63 4...................................2..7 Buffer overflow.......65 4............6.............6...............................2 Carimbo de tempo seguro ....59 4.....................6..................6.....6..................2 Contas de usuários e senhas ...................6.........................6.........59 4..3 Backup incompleto ou inexistente ..................5.1 Instalações padrão de sistemas operacionais e softwares..2 Funções Básicas ........6..........6.................64 4....................................6...63 4.............60 4..3 Public Key Cryptography Standards (PKCS) .........6......5...62 4...............65 4....7....7............4........................................6....................1 Perfil de um hacker................6.....6...........6........................2.........6...................5......................................61 4..7.......................6......5 Ameaças e vulnerabilidades ................................64 4..................3 Secure Electronic Transaction (SET) .......................59 4..................4...6......................6............................1 X......................7..............................................................5.................................4 Gerência de privilégios ......62 4................61 4.........7 Certificação e certificados ......................4 Serviços disponíveis com a utilização da ICP ..........6.........................................7 SISTEMA OPERACIONAL.............2 Tipos de certificado......65 4................................7............6..............69 .....................................2..........3 Não-repúdio ...67 4................................67 4.....................................................................6........................5 Recuperação de chaves ....................................6 Sistema de logs e auditorias incompletas ou inexistentes..........6................5...6.................8 Brecha nos serviços de dados remotos (RDS) do IIS..........................66 4.....................6...................6....6 Anatomia de um ataque de hacker ......6.......7...........59 4........4................6...............................6.........61 4..................1 Introdução......................68 4..................6..........4 Grande número de serviços/portas abertas......1 Remote Procedure Call (RPC) ...............60 4.68 4.................................................5 Engenharia Social.......................67 4...6........6..2 Simple Public Key Infrastructure/Simple Distributed Security Infrastructure (SPKI/SDSI) .5 Ausência de filtro da rede local da empresa...7..................6..................6.................66 5........6...4 Funcionários insatisfeitos e ex-funcionários ..........................................................1 Segurança na Comunicação...........4...................62 4...........4...

1 Autoridades de certificação ...3 Server-gated Cryptography (SGC).8.......74 4.................80 4.......1 Permissões NTFS ......4 Comparação entre as diferentes edições.....1 Windows Server 2003 Standard Edition ................8.....................2 Autenticação de Sites FTP.................71 4.................................8 INTERNET INFORMATION SERVICES 6..................................82 4..........8....6.73 4...............1 Ativando a criptografia ....3 Controle de Acesso...........8....................8....8......69 4...............8......................6...83 4.......3.5 Criptografia ..........78 4...........2.............................................2............2..........................3...........2 Tipo de Autenticação ......................2..............8....6 Protegendo sites com restrições de endereço IP...........1 Introdução .....3.....2..........81 4....2.........................82 4....72 4................2 Ferramentas de filtragem de portas ..................1 Autenticação de Sites .........71 4........8......4.2 Windows Server 2003 Enterprise Edition ..........74 4...3..............................3 Windows Server 2003 Data Center Edition ......72 4......2.............................................3..............................................3................8........................6......................................0 (IIS).............................2.....7.2.....................8...5 Certificados de cliente .....5......6...........73 4.4..............70 4......2........................70 4.....................7..................8......2 Segurança.......8................2....2...................8.....2.8...4 Windows Server 2003 Web Edition ..............................................1 Recomendações para Servidor Web com IIS ..........................83 .....................................................3......71 4......................................8.8...75 4............................................81 4.........................2..7........81 4..6 Certificado Digital.........8........3.................4 Filtragem de porta TCP/IP ...........77 4.........2............8..................2.....3.....2 Definindo o nível de criptografia..............4 Provedor de serviços de criptografia selecionável ...........................................79 4........2............2..........3.........8...2......................................4 Acesso anônimo............79 4.............2...............16 4.................2...........................................8 Autorização da URL ..8......82 4.2................................7 Protegendo diretórios virtuais...........................7...2.......8.......70 4.7......................................80 4...............3............................5........2.................77 4............2 Certificados de servidor..............................................2...........8...3........................8....3 Contas do IIS e contas internas ....................3 Windows Server 2003 ..........78 4....2 Permissões de sites .....................5 Configurando identidade do processo de trabalho......................2.....76 4.......6........................71 4.............................8.....75 4......2.....................1 Atribuições de portas para serviços web...........77 4................8...........7...8........

...........1.......................................2...........5 Ajuste de desempenho.3 Salvando arquivos de log .....................8.....9........................................................4 Storage em disco..............93 4............................................................3 Ambiente de telecomunicações ....................4 Importação e Exportação........................88 4..................85 4.90 4........6......1 Política de controle de acesso ...........1..........93 4.....................8...........91 4.............88 4.........5 Storage em fita .......3.......................................................8......................5..................................88 4.........3........9..1..........5 Recursos humanos ......1 Servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet.90 4.............8......8....8..........4.......10....4.................................................4 Convertendo arquivos de log em formato NCSA .................................................................................6 Lista de certificados confiáveis..10 ANÁLISE DE RISCOS E VULNERABILIDADES ..8.......1 Ambiente centralizado (grande porte) .87 4.......................................3.3 Ambiente x86......3.............8.3 LOGs de atividades do site ..............9......2 Resultado da avaliação de risco ..............1 Ambiente mainframe IBM ........................9.....9....90 4..........8 Códigos de erro em arquivos de log ..........................90 4.......7 Detecção de certificados de cliente revogados ............................................................................................................1.........85 4........................2............................................................93 4......6........................................83 4...........................................................................9.......................2 Personalizando o log estendido do W3C.88 4.....84 4...................8.........10.................92 4.............................................................8.............84 4...........7 Log remoto ...........................6 Módulos de log personalizados ................................................................................9............................8......................................................................3.4..............................................9..............8.........8..........89 4......85 4.....2 Ambiente descentralizado (baixa plataforma) ...............................................................................................................8............1 Desempenho e Segurança .........9..........8.......................86 4....9......2..........................1........8....2.......84 4........1 Habilitando o log ...............................9.................................91 4......................................4 Metabase do IIS .......97 ...................................1 Estrutura ...................87 4.....................3...........93 4.87 4................9 POLÍTICA DE CONTROLE DE ACESSO ..................................89 4...........87 4..17 4....................................................2 Segurança .............4.......10...........8....86 4..................5 Log binário centralizado.............89 4................97 4....3 Backup....................8.1 Avaliação de Risco.....3...3................................4 Ambiente de telefonia.................83 4......2 Ambiente SUN ........

............................1..........................................101 4..........114 4....102 4....................12.........2 Localização e permissão para arquivos.....2.....................1 Configurações do Servidor ...............................99 4.4 Controle de acesso à rede...........................................10.......................6...........12.....................1......................................10...............................115 4..............0................3 Responsabilidades dos usuários .....................4 Opções de segurança ...12...............12........2.............3 Arquivo de log do IIS .....5 Extensão WebDAV ......12..................98 4..........10...12..1......1.......97 4.....3 Serviço de Indexação .................2.....1.....................12..........................98 4...99 4.............4 Extensões mapeadas e removidas.................................................................100 4.....109 4..............................111 4......3 Controle de acesso à rede ...................12.....................................................11.......................97 4..............109 4.110 4.........................................6 Política de segurança local ............1..................1...12 POLÍTICA DE SEGURANÇA PARA SERVIDORES QUE DISPONIBILIZAM SERVIÇOS VOLTADOS PARA INTRANET ......1.............12..............2 Auditoria ..18 4.......1..1 Requisitos de Hardware .............2.........12...................................................2.......................................101 4.............................9 Sistemas de arquivos .........................................................................12...........................................1...................................................6.........................................................................12..............104 4.........................................12............12...............6..99 4..........99 4.......2 Configurações do serviço de informações da intranet (IIS) 6......12...........99 4.......1.......4 Proteção de tela.....11 SOLUÇÕES E RECOMENDAÇÕES.........Access Control List (ACL) ..................12 Configurações do serviço de terminal...101 4.........2....................12........2 Gerenciamento de acesso de usuário .................................10...................................................5 Usuários administrator e guest ......1.....2 Gerenciamento de acesso de usuário.....1 Senha....2....12..............11..........................107 4.115 4............................12............1..............12....7 Configurações de registro........6.....3 Atribuições de direitos do usuário ....100 4.......8 Permissões de Registro................108 4........12......................2 Arquivos de log ....1...1 Configurações de registro específico do IIS .............102 4...............................10 Utilitários de linha de comando........................97 4..................116 ..........................98 4...........1 Política de controle de acesso ................11 Serviços ................11......101 4......1..........12...................12......12.....116 4............114 4........................2.........1................2.........5 Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet .........

............117 4............8 Certificado digital de servidor..............................126 ....2....................9..........119 5 CONCLUSÃO ..............................1 Autenticação do site...........................................6 Método de autenticação ...............................2............................12........2....................................2...........9...........................2...........12.....119 4........................................6....................................................................2................1 Backup da metabase ........................................12.......19 4..2...121 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .....................6.....2....117 4.....9 Metabase do IIS....................2 Permissões NTFS .122 GLOSSÁRIO...................................................................................................................12..118 4..12...........................124 ANEXO A .............7 Criptografia ..2 Segurança da metabase em nível de arquivo ................................................12.....119 4....................................12..............................117 4..12......................................................119 4........................................

a implantação de padrões capazes de respaldar os normativos da empresa e as normas técnicas de segurança. Vários desses servidores ainda utilizam versões do Windows NT Server 4. . de acesso limitado e pertinentes apenas à sua área de atuação.20 1 INTRODUÇÃO Com o avanço da tecnologia nos últimos anos. afeta igualmente a economia interna da Caixa Econômica Federal. Nesse contexto. sistema operacional que já foi descontinuado pelo fabricante e. Com este cenário convive presentemente toda sociedade empresária. essencialmente. novas formas de negócios e de relações entre empresas e clientes. Os acessos às informações tornam-se cada vez mais rápidos. deve ser resguardada adequadamente segundo sua classificação e grau de importância. Os servidores web regionais disponibilizam sites de conteúdos das várias filiais espalhadas pelo Brasil. Daí. Muitas dessas filiais possuem informações restritas. por isso. a informação passa a ser o bem maior de cada empresa como trunfo de negócios e. O papel é gradualmente substituído por documentos digitais. O vaivém em formas digitais através de conexões de rede de computadores cresce em ritmo exponencial. Como imperativo desta realidade tão mutante. criam-se novos métodos de trabalhos. como não poderia deixar de ser. instituição financeira oficial que se toma como base para as propostas objeto deste trabalho. não mais possui suporte nem patch de atualização contra vulnerabilidades. a concorrência comercial entre as empresas assume caráter globalizado e faz com que os ganhos de competitividade sejam objeto de busca permanente. como tal. o paradigma da concepção e da forma de guardar informações. pondo em risco de violação os dados mais secretos e sigilosos das empresas. por conseguinte. e. a necessidade de substituir-se a versão do sistema operacional em uso por versão mais recente (Windows Server 2003). Propostas que têm em vista. particularmente daquelas sob a guarda de seus servidores web regionais. afigurando-se necessário que se lhes garantir integridade e confidencialidade. de forma que seja assegurada a indispensável confidencialidade e integridade às informações digitais da empresa. altera-se.

Para esse efeito. Os dados levantados foram confrontados com estes normativos e com as normas ISO/IEC 17799 e . . Efetuou-se tal operação por meio de inventário de hardware e software e os dados tabulados em planilhas. e .Análise do problema apresentado. .apresentação das soluções propostas e recomendações para o problema apresentado. cuidados de levar a cabo as seguintes e específicas tarefas: .21 Nesta ordem de idéias.levantamento da estrutura da empresa.avaliação de risco utilizando matriz de risco. Política de Segurança da Informação e Classificação da Informação. na norma técnica NBR ISO/IEC 17799:2005 e NBR ISO/IEC 27001 e nas disciplinas estudadas no decorrer do curso. . a fim de que se imprima confidencialidade e integridade aos respectivos conteúdos.levantamento de risco e vulnerabilidades com aplicação de questionário. foi aplicado questionário a qual se encontra no anexo A. A CEF possui normativos de Política de Segurança para Intranet. Realizou-se. como objetivo geral. e. por meio do inventário de hardware e software da empresa estudada. propõe-se neste trabalho nova política de segurança para os servidores que disponibilizam serviços voltados para Intranet da CEF. Desse levantamento foi elaborada uma planilha da radiografia de tais servidores. um mapeamento dos servidores Web a fim de verificar a necessidade de atualização de hardware de forma a atender os pré-requisitos para instalação do Windows Server 2003. . Para fins de levantamento de risco e vulnerabilidades. Também se fez levantamento da versão do sistema operacional e versão do IIS utilizado bem como formas das configurações implementadas.análise dos resultados da avaliação de risco. 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS O desenvolvimento deste trabalho respalda-se em livros de Segurança da Informação e Sistemas Operacionais.

está sujeita às decisões e à disciplina normativa do órgão competente e à fiscalização do Banco Central do Brasil (CAIXA.respeito e valorização do ser humano (CAIXA. 3. 3 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 3. intermediando recursos e negócios financeiros. 2006). Vinculada ao Ministério da Fazenda. A instituição integra o Sistema Financeiro Nacional e auxilia na execução da política de crédito do Governo Federal. . e na administração de fundos. Assim como as demais instituições financeiras. tendo como valores fundamentais: .2 Missão Essencialmente.3 Organograma São órgãos de administração da CEF: . 759. a CEF tem sede e foro na capital da República e atuação em todo o território nacional. 2006). atuando no fomento ao desenvolvimento urbano e nos segmentos de habitação.busca permanente de excelência na qualidade dos serviços oferecidos. .1 A Empresa A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF) é uma instituição financeira criada sob a forma de empresa pública pelo Decreto Lei n°. a missão da CEF é promover a melhoria contínua da qualidade de vida da população brasileira. programas e serviços de caráter social.conduta ética pautada nos valores da sociedade e . compatíveis com as normas vigentes. de 12 de agosto de 1969.22 ISO/IEC 27001 a fim de indicar o que está em desacordo e recomendar um padrão de controle de acesso a ser implementado. . 3.Direcionamento de ações para o atendimento das expectativas da sociedade e dos clientes. saneamento e infra-estrutura.equilíbrio financeiro em todos os negócios.

. colegiado composto pelo presidente da CEF e por nove vice-presidentes. aprovar e apresentar ao Conselho de Administração as políticas. o plano geral de negócios.Gerência nacional (GEADE).Prestar suporte especializado de segundo nível nas demandas de usuários dos serviços intranet através de telefone. Caixa M@il e sistema de atendimento (SIATE). com a incumbência de executar e fazer executar as deliberações do Conselho de Administração e as decisões do Conselho Diretor.Conselho de Administração. Ao Conselho Fiscal compete exercer as atribuições referentes ao seu poder de fiscalização. .Presidente e onze vice-presidentes.A vice-presidência de tecnologia (VITEC) é a responsável pela tecnologia da empresa e possui duas superintendências sendo a superintendência de tecnologia (SUATE).Conselho Diretor. atuando junto aos analistas intranets das GISUT. podendo ser reconduzidos por igual período. . responsável pela sustentação de tecnologia e a superintendência de desenvolvimento (SUDES). Ligado a SUATE temos a hierarquia que se segue: . as estratégias corporativas.Conselho Fiscal. entre elas: fiscalizar os atos dos administradores. e examinar as demonstrações financeiras semestrais e anuais da CEF.23 . ouvido o Conselho de Administração. . . escolhidos pelo Ministro de Estado da Fazenda. sendo composto de sete conselheiros nomeados pelo Ministro de Estado da Fazenda para mandatos de três anos. entre outras atividades.coordenar e controlar a instalação/manutenção dos equipamentos e serviços intranet instalados nas gerências. que é composto de cinco membros efetivos (e suplentes). com as principais atividades: . representações e unidades regionais vinculadas. responsável pela orientação geral dos negócios da CEF. responsável pelo desenvolvimento de software. os programas de atuação de longo prazo e decidir sobre a estrutura organizacional da CEF. Centralizadora de suporte tecnológico (CESUT). nomeado pelo Presidente da República por indicação do Ministro de Estado da Fazenda. Ao Conselho Diretor cabe. verificando o cumprimento de seus deveres legais e estatutários. responsável pelo processo instalar/manter infra-estrutura tecnológica descentralizada. .

elaboração de boletins gerenciais de segurança. .propor e manter padronização de conteúdo para os sites regionais de responsabilidade da GISUT e RESUT.acompanhar o desempenho dos servidores intranet instalados nas GISUT e RESUT. . as infecções e os novos vírus surgidos no período.Gerência regional de suporte tecnológico de segundo nível (GISUT).verificação da execução do backup diária e semanal dos servidores Exchange. . além dos serviços básicos de rede. . .controlar e apoiar a implementação de novos normativos e padrões por parte das gerências e representações regionais.auditoria de segurança nos demais servidores e estações. .controlar e propor atualização para os equipamentos instalados no ambiente intranet.24 .publicar na intranet relatórios de avaliação e performance dos sites de conteúdo das unidades regionais. . .pesquisar bases de conhecimento objetivando a melhoria da performance dos serviços intranet e do suporte aos usuários.auditoria da utilização de senhas padronizadas nos banco de dados dos servidores bancários localizados em cada agência. . .coordenar e apoiar a instalação de novas versões dos sistemas e serviços intranet.gerenciamento de grupos e usuários dos controles de domínios da rede da CEF. . As gerências e representações regionais de suporte tecnológico de segundo nível são responsáveis por manter os sites das unidades regionais da CEF bem . .monitoração de filas de mensagens e serviços ativos nos servidores Exchange.suporte a todos os sistemas operacionais Windows. . englobando os números da rede. . como DHCP. . .auditar os servidores web regionais no tocante aos padrões e normas estabelecidos para sua instalação/manutenção. DNS e WINS.Representação regional de suporte tecnológico de segundo nível (RESUT).

2006). podemos observar a estrutura organizacional da CEF. encontra-se destacada. .25 como prestar todo o suporte aos usuários finais com relação às ocorrências ligadas a hardware e software da baixa plataforma. Nela. A seguir. a repartição foco deste projeto (CAIXA.

.26 Figura 1 – Organograma da Empresa.

dependência da linha de comunicação e quase sempre os dados das empresas eram administrados por terceiros.2. Os aplicativos e dados ficam armazenados no Mainframe. por exemplo. mas apenas para disponibilizar aplicações de cunho corporativo. o primeiro com seus dados distribuídos e o segundo com seus dados centralizados. o qual era conectado com um equipamento chamado MUX. ambiente mais seguro e facilidade para atualização dos sistemas. e estão sendo transformados. 27). possui um custo alto. o chamado Mainframe”. a empresa Y contrata uma linha de dados (que até o início da década de 90. Na sede da empresa.1. entretanto. Os programas e os dados eram disponibilizados em um computador de grande porte. aqui no Brasil. passando a serem alocados em várias partes da rede corporativa.1 Modelo centralizado baseado no mainframe De acordo com Battisti (2003. a linha de dados é conectada a um Modem. Surge o modelo ciente/servidor. Esse modelo possui inúmeras vantagens como. apresentava velocidades da ordem de 1 ou 2 kbps). quando a informática começou a ser utilizada para automatizar tarefas administrativas nas empresas. Vamos supor que a empresa X é a dona do Mainframe.27 4 REFERENCIAL TEÓRICO 4. conhecidos como “terminais burros”. os programas foram. Com a evolução da tecnologia de forma acelerada. conforme figura 2. usando uma .1 Introdução Durante a década de 70 e meados de 80 utilizava-se um modelo centralizado baseado em mainframe. O papel do MUX é permitir que mais de um terminal burro possa se comunicar com o Mainframe.2 Redes de computadores 4. gerenciamento e administração centralizada. principalmente em questões de contingenciamento.1. no qual estão hospedados aplicativos e dados da empresa Y. com características diferentes das do mainframe.1. p. 4. “Há algumas décadas. Para ter acesso a estes dados. Tal arquitetura ainda é bastante utilizada atualmente. e o acesso aos programas e dados era feitos por meio de terminais sem poder de processamento. tínhamos um modelo baseado nos computadores de grande porte.1 Fundamentos de Redes 4.

Este modelo ainda é muito utilizado. que fica instalado em um computador ligado em rede. trazendo os dados para servidores localizados na rede local onde os dados fossem necessários e os aplicativos instalados nos computadores da rede. no mínimo. p. Com isso. os preços começaram a baixar e as empresas a usarem cada vez mais. diretamente através de cabos padrão para este tipo de ligação. Figura 2 – Modelo baseado no mainframe e no acesso via “terminais burros”. de forma natural. Este movimento de um computador de grande porte . os terminais burros foram praticamente extintos. embora novos elementos tenham sido introduzidos. Por este motivo. Pegue a lista dos dois maiores bancos brasileiros (públicos ou privados) e. FONTE: Battisti (2003.2 Modelo descentralizado baseado em cliente/servidor Na década de 80 e inicio dos anos 90. 2003. Mas muitos dos sistemas e dados empresariais utilizados hoje em dia ainda estão hospedados no Mainframe. os terminais são na prática uma extensão da console do Mainframe.27) 4. Os terminais burros eram ligados ao equipamento MUX. os computadores padrão Personal Computer (PC). Agora o terminal é simplesmente um software emulador de terminal.28 única linha de dados. em direção a servidores de menor porte .1. já eram uma realidade e as empresas passaram a utilizá-lo em grande escala. O passo seguinte neste processo foi.2. A idéia básica do modelo cliente/servidor era uma descentralização dos dados e dos aplicativos.Mainframe -. p.servidores de . Por exemplo. inclusive acessando diferentes sistemas.28). conforme podemos observar no diagrama da figura 3. a ligação dos computadores em rede de forma que pudesse facilitar a troca de informações de computador para computador. cinco deles ainda têm grande parte dos dados no Mainframe (BATTISTI. começava a nascer o modelo cliente/servidor. o qual permite que vários terminais estejam conectados simultaneamente.

e a maioria dos dispositivos atua como cliente. Com base nestas informações podemos apresentar o conceito da arquitetura cliente/servidor.2.2. acessando os recursos e serviços disponibilizados pelos Servidores (BATTISTI. 4. p. Delphi. banco de dados. Figura 3 – Modelo baseado em cliente/servidor e no acesso via cliente. que eu me atrevo a traduzir como "Redução de Tamanho" (BATTISTI. Simple Mail Transfer Protocol (SMTP). com objetivo de executar e disponibilizar serviços de rede e aplicações de usuário como. .29). Post Office Protocol (POP).1.3 Modelo de aplicações em duas camadas Com o advento da descentralização e o uso do modelo cliente/servidor.1. por exemplo.disponibilizando recursos e serviços para os demais . onde um número reduzido atua como Servidor . 5). Windows Internet Naming Service (WINS). arquivos. disponibilização de páginas web. 2003. de uma maneira simples. p. serviços de Domain Name System (DNS).2.1 Servidores de rede São computadores localizados em pontos estratégicos da rede que possui um alto poder de processamento de informações e armazenamento de dados. A Arquitetura cliente/servidor. aplicações foram sendo desenvolvidas em linguagens como Visual Basic. 30) 4. 2003. normalmente computadores.foi conhecido como Downsizing.29 rede local . Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP). dentre outros. FONTE: Battisti (2003. nada mais é do que uma rede de dispositivos. p.

um programa para gerência de Recursos Humanos. e todas as estações de trabalho que possuam a versão anterior devem receber a nova versão. Estas aplicações utilizavam um modelo de desenvolvimento em duas camadas. cada vez que uma determinada regra muda ou quando regras forem acrescentadas ou retiradas. p. de acordo com o volume da compra. 2003. Em síntese. . ainda mais com as repetidas mudanças na legislação do nosso país. para que o usuário possa ter acesso às alterações. a aplicação Cliente é responsável pelas seguintes funções: . Fazem parte da Lógica do Negócio.] No modelo de duas camadas.Apresentação: O Código que gera a Interface visível do programa faz parte da aplicação Cliente. .31). em centenas ou milhares de computadores. faz-se necessária a geração de uma nova versão do programa. [. desenvolvido para a legislação dos EUA. faz-se necessária a geração de uma nova versão do programa. Questões relativas à legislação fiscal e escrita contábil também fazem parte da Lógica do Negócio. Desta forma. as aplicações são instaladas em cada computador cliente e a partir deste cliente efetuado a conexão com o servidor de banco de dados (figura 4). as regras para o sistema de Recursos humanos são diferentes. Alterações nas regras do negócio são bastante freqüentes. até funções mais complexas. ou seja. todas as estações de trabalho que possuem a versão anterior devem receber a nova versão.. Por exemplo. O que já era complicado piorou um pouco mais (BATTISTI. Agora temos mais um sério problema no modelo de duas camadas: qualquer alteração nas regras do negócio (o que ocorre com freqüência) é suficiente para gerar a necessidade de atualizar a aplicação. Caso sejam necessárias alterações na Interface do programa.30 Power Builder. para que o usuário possa ter acesso às alterações da Interface.. como o cálculo do dígito verificador de um CPF. O gerenciamento desta tarefa é algo extremamente complexo e oneroso.Lógica do Negócio: As regras que definem a maneira como os dados serão acessados e processados são conhecidas como "Lógica do Negócio". menus e demais elementos visuais estão contidos no código da aplicação Cliente. sem modificações. por uma empresa brasileira. como descontos escalonados para os maiores clientes. Isso acontece porque a legislação dos EUA é diferente da legislação brasileira. não pode ser utilizado. Com isso. Todos os formulários. dependendo do porte da empresa. desde funções simples de validação da entrada de dados. Então começam a surgir os problemas no modelo em duas camadas: uma simples alteração de Interface é suficiente para gerar a necessidade de atualizar a aplicação em centenas ou milhares de estações de trabalho.

33).Nesta camada temos o servidor de banco de dados. ao centralizar as regras do negócio em um Servidor de Aplicações.4 Modelo de aplicações em três camadas O modelo de aplicação em três camadas é uma evolução do modelo de aplicações de duas camadas.1. Esta camada foi deslocada para o Servidor de Aplicações. [.Dados . basta atualizá-la no Servidor de Aplicações. . Após a atualização.Lógica . quando uma regra do negócio for alterada. 31) 4.2. . . no qual reside toda a informação necessária para o funcionamento da aplicação. onde a aplicação estiver sendo utilizada. p. 2003. Cabe reforçar que os dados somente são acessados através do Servidor de Aplicação e não diretamente pela aplicação Cliente (BATTISTI. as três camadas são as seguintes: . Todos os clientes passam a acessar os dados através das regras contidas no servidor e desta forma a manutenção destas regras ficam muito mais fácil (figura 5). Cabe ressaltar. Vejam que.] Com isso. sem que seja necessário reinstalar o programa Cliente em cada um dos computadores da rede. porém. todos os usuários passarão a ter acesso à nova versão... que determinam de que maneira os dados serão utilizados e manipulados pelas aplicações. que alterações na interface são menos freqüentes do que alterações nas regras do negócio. A idéia básica deste modelo é retirar as regras de negócios do cliente e centralizar em algum ponto da rede chamado de servidor de aplicações.Continua no programa instalado no Cliente. estamos facilitando a tarefa de manter a aplicação atualizada.São as regras do negócio. p. FONTE: Battisti (2003.Apresentação . Alterações na interface do programa ainda irão gerar a necessidade de atualizar a aplicação em todas as estações de trabalho. As coisas estão começando a melhorar.31 Figura 4 – Modelo de desenvolvimento em duas camadas. Desta maneira.

Esta camada está no Servidor de Aplicações. ou outro navegador qualquer. o Internet Explorer e o Netscape (figura 6).Lógica . A idéia consiste em retirar do cliente. Com isso.1. disponíveis para todos os Clientes. por exemplo. ao centralizar as regras do negócio em um Servidor de Aplicações. estamos facilitando a tarefa de manter a aplicação atualizada. [. 2003. Servidor de aplicações Servidor de banco de dados Cliente FONTE: Battisti (2003.2.São as regras do negócio. Desta maneira. Flash ou qualquer outra tecnologia capaz de gerar conteúdo para o navegador.. temos o servidor de banco de dados. quer seja o Netscape Navigator.32 Figura 5 – Modelo de desenvolvimento em três camadas. todos os usuários passarão a ter acesso à nova versão. Este é um modelo parecido com o modelo mainframe com a diferença que as aplicações são acessadas por computadores com poder de processamento e através de navegador como. automaticamente.] Com isso. o Cliente é o Navegador utilizado pelo usuário. Vejam que. alterações na interface da aplicação são feitas diretamente no servidor Web.Neste caso. sem que seja necessário reinstalar o programa em cada estação de trabalho da rede. as quais determinam de que maneira os dados serão utilizados. .Apresentação . . basta atualizá-la no Servidor de Aplicações. . no qual reside toda a informação necessária para o funcionamento da aplicação (BATTISTI. PHP. p. A interface pode ser composta de páginas HTML.Cliente .34-35).Passa para o Servidor Web.5 Modelo de aplicações em quatro camadas Este modelo é uma evolução do modelo de três camadas. 33) Cliente 4. p.. quando uma regra do negócio for alterada. sendo que estas alterações estarão.Nesta camada. ASP. quer seja o Internet Explorer.Dados . a apresentação da aplicação e centralizá-la em um servidor assim como foi feito com as regras de negócios. Após a atualização. . temos as seguintes camadas: .

basicamente são as configurações e os serviços instalados e configurados no servidor. recursos compartilhados. destacamos os principais: Controlador de domínio . como arquivos e aplicativos acessíveis pela rede.1. p. Dentre os vários papéis que poderá ser desempenhado pelo Windows Server 2003. O Windows Server 2003 foi projetado pela Microsoft para ser o sistema operacional dos servidores da rede para atender estas necessidades. Os administradores podem gerenciar contas de usuário. ou se . Servidor de arquivos . gerenciar e compartilhar informações. acesso à rede.33 Figura 6 – Modelo de desenvolvimento em quatro camadas. servidor de aplicações. houve a necessidade de inserir em vários pontos da rede da empresa. O que define o papel a ser desempenhado por um sistema operacional Windows Server 2003. um servidor que contém uma cópia gravável do banco de dados do Active Directory participa da duplicação do Active Directory e controla o acesso a recursos de rede.. servidor web. Configure o computador como servidor de impressão se você planeja gerenciar impressoras remotamente ou usando a instrumentação de gerenciamento do Windows (WMI). topologia de sites e outros objetos de diretório a partir de qualquer controlador de domínio na floresta. 34) Cliente 4.Em uma floresta do Active Directory. Se você planeja usar o espaço em disco do computador para armazenar. servidor de acesso remoto.Os servidores de impressão fornecem e gerenciam o acesso às impressoras.3 Papel do Windows Server 2003 na rede Com o crescimento das migrações de dados e aplicações dos grandes portes para a baixa plataforma. Servidor de Impressão .Os servidores de arquivos fornecem e gerenciam o acesso a arquivos. configure-o como um servidor de arquivos. Servidor Web Servidor de Servidor de aplicações banco de dados Cliente FONTE: Battisti (2003. servidores que pudesse executar diferentes tipos de funções como servidor de banco de dados. etc.

1 Fundamentos Protocolo é um conjunto de regras adotado por todos os computadores de uma rede de forma que estes computadores tenham capacidade de se comunicar entre si.Os Serviços de email incluem os serviços POP3 e SMTP. Servidor de fluxo de mídia . em vez de configurálas em cada computador clientes. endereços IP. Você pode usar o IIS 6. Os servidores de acesso remoto/VPN também podem oferecer a conversão de endereços de rede (NAT). confiabilidade. que oferecem. Servidor WINS .2. desempenho e segurança em milhares de sites possíveis. como o Windows Media Player.Você pode usar o Windows Media Services para disponibilizar o fluxo do conteúdo de áudio e vídeo pela Internet ou por uma intranet.Os servidores DHCP gerenciam centralmente endereços IP e informações afins. Servidor DHCP .Você pode configurar um servidor que permita aos usuários remotos acessar recursos de sua rede privada através de conexões dial-up ou de redes virtuais privadas (VPN). Com a NAT..Um serviço de software que mapeia endereços IP dinamicamente para nomes de computadores (nomes NetBIOS).0 inclui novos recursos projetados para ajudar organizações.. Servidor Web – [. confiáveis.. 4.34 deseja imprimir de um computador servidor ou cliente para um servidor de impressão usando um URL. profissionais da área de informática e administradores da Web a atingir seus objetivos de desempenho. na Internet ou em uma extranet.2 Protocolos 4. Esse tipo de servidor é chamado de servidor de acesso remoto/VPN. em um único servidor IIS [. seguros e gerenciáveis em uma intranet. por exemplo. 2003). além de possibilitar a descoberta de outras informações armazenadas no banco de dados. a recuperação e a transferência de emails.0 para criar uma plataforma forte de comunicação de aplicativos de rede dinâmicos. .. Servidor de acesso remoto . ou computadores que executam o Windows Media Services (chamados de servidores Windows Media) que armazenam em proxy ou em cache ou redistribuem o conteúdo (MICROSOFT. Servidor DNS . Servidor de e-mail . escalonáveis.Banco de dados distribuído de modo hierárquico que contém mapeamentos de nomes de domínios DNS para vários tipos de dados.]. Isso permite que você defina configurações de rede cliente em um servidor. São no protocolo de comunicação que estão definidos todas as regras para que cada computador entenda uns aos outros. desta forma podemos afirmar que dois computadores utilizando protocolos de comunicação diferentes não serão capazes de se comunicar. fornecendo-as aos clientes. O IIS 6. respectivamente. O DNS permite a localização de computadores e serviços por nomes amigáveis. Permite que os usuários acessem os recursos pelo nome em vez de solicitar que usem endereços IP difíceis de serem reconhecidos e lembrados. Os administradores podem usar o serviço POP3 para armazenar e gerenciar contas de email no servidor de email. como.] Os Serviços de Informações da Internet (IIS) fornecem recursos de servidor Web integrados. Os clientes podem ser computadores ou dispositivos que reproduzem conteúdo usando um player. os computadores da rede privada podem compartilhar uma única conexão com a Internet.

portanto.35 Antes do advento da Internet existiam e eram utilizados pelas empresas. é a utilização do protocolo TCP/IP na esmagadora maioria das redes [. Com o crescimento da Internet. para transmitir apenas pacotes TCP/IP. o departamento de defesa do EUA criou uma rede chamada Advanced Research Projects Agency Network (ARPANET) onde eram feitas grandes partes das pesquisas. dentre eles: Transport Layer Security/Internet Protocol (TCP/IP). O primeiro protocolo utilizado nesta rede foi o Network Control Protocol (NCP) sendo posteriormente dividido em dois componentes: o IP e o TCP. Segundo Battisti (2003. 1º de janeiro de 1983 é considerado o dia do nascimento “oficial” da Internet (MINASI.. Em 1º de janeiro de 1983. p.]”. vários tipos de protocolos.. universitários. Internetwork Packet Exchange/ Sequenced Packet Exchange (IPX/SPX). os dispositivos de comutação de pacotes da ARPANET pararam de aceitar pacotes NCP. 4. NetBIOS Extended User Interface(NETBEUI). Apple Talk. do departamento de defesa. Esta rede. o protocolo TCP/IP.. sendo este o protocolo padrão utilizado pelo Windows Server 2003. A mudança do NCP para o TCP/IP é a diferença técnica entre a ARPANET e a Internet. 2003. Conforme podemos observar no diagrama da figura 7. p. de certo modo. “O que temos hoje. 41).2 Protocolo TCP/IP O TCP/IP é uma coleção de software criada em grande parte com ajuda de recursos governamentais do departamento de defesa do Estados Unidos das Américas (EUA). também tiveram que adotar como protocolo padrão em suas rede interna. na prática. . chamada Advanced Research Project Agency (ARPA). considerada rede de redes. interligando professores. lideres de projetos civis e militares por todo o EUA. foi projetada e implementada por uma empreiteira privada chamada Bolt Beranek and Newman.151). etc.2. o protocolo TCP/IP tornou-se padrão na rede mundial e diante das necessidades das empresas se conectarem nesta rede.

152). switches. 4. sendo o valor máximo para cada um dos números x. hubs. E uma rede local. cada ativo de rede deverá ter pelo menos dois parâmetros de rede configurados: número IP e máscara de sub-rede. 255 (figura 8). .2. z ou w.36 Figura 7 – Rede de pesquisadores depois da ARPAnet. O número IP é um número do tipo x.1 Configurações do protocolo TCP/IP Não basta que os computadores estejam utilizando o mesmo protocolo para comunicação entre si. separados por ponto e não poderá existir dois ou mais números idênticos de endereço IP no mesmo segmento de rede.w. p. Vários são os parâmetros que deverão ser configurados em todos os ativos de rede como computadores.2. FONTE: Minasi (2003.y.z. etc. y. impressoras de rede.

192. passarão necessariamente pelo roteador.168.168. p.192. 42) Uma parte do Número IP (1. entretanto.255.192.0 Subnet: 255.37 Figura 8 – Rede local baseada no protocolo TCP/IP. p.0 Subnet: 255. Todas as informações enviadas ou recebidas entre estas redes.3 IP: 10.255.0 IP: 10. ou seja.192. No diagrama da figura 9 podemos observar que o segmento de endereçamento IP da rede A (10.4 IP: 10.0 FONTE: Battisti (2003.255.192. a outra parte é a identificação da máquina dentro da rede.192. O número IP do roteador deverá ser informado em todas os computadores no parâmetro gateway. é diferente do segmento de endereçamento IP da rede B (10.42).255.168 (BATTISTI. todos os equipamentos do nosso exemplo fazem parte da rede 10.255.255. Para o nosso exemplo.168).2 Subnet: 255. 2 ou 3 dos 4 números) é a identificação da rede.192.192.168). Vamos considerar o exemplo de um dos computadores da rede da Figura 7.255.255.0 As três primeiras partes da máscara de sub-rede (subnet) iguais a 255 indicam que os três primeiros números representam à identificação da rede e o último número é a identificação do equipamento dentro da rede.0 IP: 10. para que estas duas sub-redes se comuniquem é necessário ter um roteador para enviar e receber as informações entre as duas redes. assim.255.10. 2003.255. é necessário acrescentar e configurar um roteador com seu respectivo endereço IP e máscara de sub-rede para que a comunicação entre estas redes seja estabelecida.6 Subnet: 255. Os computadores de uma rede isolada que não esteja conectada a outras sub-redes se comunicarão apenas com os dois parâmetros IP e máscara de subrede.2 e Sub-rede: 255. conhecido como default . O que definem quantos dos quatros números faz parte da identificação da rede e quantos fazem parte da identificação da máquina é a máscara de sub-rede (subnet mask).5 Subnet: 255.192.2: Número IP: 10.255.168.168.168. IP: 10.255. caso haja necessidade de conectar esta rede com outras subredes.168.168. teríamos a rede: 10.

168.3 Internet/Intranet/Extranet 4.0 IP: 10.168. IP: 10.255.255.255.192. o computador já era considerado uma fonte de entretenimento e de informação.44).3 IP: 10.0 IP: 10.0 Gateway: 10.192.255.255. Apesar de especialistas acreditarem que essas máquinas distanciariam o homem do convívio social.10.255. pois. p.192.5 Subnet: 255.1 REDE B IP: 10.6 Subnet: 255.1 Subnet: 255.255.0 Gateway: 10.255. Por exemplo.192.168.168.0 Gateway: 10. 4.0 Gateway: 10.38 Figura 9 – Ligação entre rede baseada no protocolo TCP/IP.255.168.168.4 Subnet: 255.255.1 REDE A IP: 10.255.168.255.168.10.168.1 Gateway: 10.1 Outro parâmetro importante que deverá está presente nas redes empresarial e que é comum seu uso na Internet é o DNS.10.168.1 Subnet: 255. 2003.168.0 Gateway: 10. o surgimento da Internet .1 IP: 10.2 Subnet: 255.192.255.255.10.255.255.1 Gateway: 10. quando vamos acessar um site: http://www.juliobattidti.0 Subnet: 255.255.192.br/.168.10.1 Gateway: 10.168.168. O serviço que localiza o Número IP associado a um nome é o DNS.168.10.3.10.10.0 Subnet: 255. Por isso a necessidade de informarmos o Número IP de pelo menos um Servidor DNS.255.0 Subnet: 255. em redes baseadas no protocolo TCP/IP é feita através do Número IP. tem que haver uma maneira de encontrar o Número IP do Servidor onde fica hospedado o site.com.255.3 IP: 10.192.168.192.1 IP: 10.168.1 ROTEADOR IP: 10.255.255.168.168.255.5 Subnet: 255.192.2 IP: 10.192. O DNS é o serviço de rede responsável pela resolução de nomes na rede.255. sem este serviço de resolução de nomes.6 Subnet: 255.168.10.4 IP: 10.1 Internet Em meados da década de 80.0 Gateway: 10.168.192. muitos recursos da rede estarão indisponíveis (BATTISTI.168. Toda a comunicação.1 Gateway: 10.10.0 Subnet: 255.255.10.

39 extinguiu esse pensamento. . A comunicação por satélite é a forma mais rápida de conexão e também a mais cara. hora/uso ou uma taxa fixa para acesso por tempo indeterminado.as comunicações de rádio e satélite necessitam de uma antena para envio e recebimento.linha telefônica .fibra ótica – o uso destas conexões são as que mais crescem atualmente devidos principalmente à velocidade de conexão e a vantagem de não utilização da linha de telefone convencional. e as conexões dial-up. Atualmente.cabo . A Internet tem se tornado cada vez mais comum e necessária. que são exibidos em “páginas Web” interligadas entre si através de links. . A World Wide Web (WWW) possibilita a manipulação multimídia da informação através de hipertextos (sistemas em que texto. . é uma enorme rede mundial de computadores. pois esta possibilitava uma maior interação entre seus usuários. .o tipo de conexão a cabo no Brasil é fornecido pelos operadores de TV por assinatura aproveitando a mesma rede física.com o uso de um MODEM você se comunica a um provedor de acesso via conexão discada. que exibia apenas textos em uma interface não tão acessiva. visando promover os objetivos da Internet. som e vídeo são acessados juntos de maneira arbitrária). Ninguém a controla. que são indicadas aos fornecedores de serviços que vendem conexões de todos os tipos para pessoas e organizações. o contrário de quando foi criada. em que pode se conectar através de: . Seu serviço mais utilizado é o Asymmetric Digital Subscriber Line (ADSL). ratificar padrões e resolver questões operacionais.rádio e satélite . Qualquer pessoa pode ter sua página na Internet e falar do assunto que desejar e as .são empresas que conectam usuários à Internet cobrando uma taxa mensal. raça e idade. tornando o computador uma eficiente fonte comunicação mundial. Há ainda dois tipos de conexão: as diretas.provedores de acesso . É um mundo virtual onde não há diferenças de cor. Hoje. existem associações e grupos que se dedicam para suportar. seu uso é fácil. imagens. Para sua organização. A Internet surgiu por projetos desenvolvidos pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos que visavam à comunicação entre os centros militares e a criação de uma rede de computadores capaz de resistir a um ataque nuclear.

Pode ser usado através de cadastro com conta (login) e senha (password) ou com conta anônima (anonymous). como o Adobe Acrobat Reader com arquivos em Portable Document Format (PDF). Na Internet existem dois tipos de comunicação entre usuários: o modo assíncrono. O File Transfer Protocol (FTP). Um conjunto de páginas Web armazenadas em um servidor é chamado de Web site e cada site possui um endereço único em toda a Internet conhecido como Universal Resource Locator (URL) e é por meio deste endereço que se acessa o site via browser. porém privadas. ambos conectados à Internet. Mozilla e Netscape Navigator. Ópera. A Intranet cumprem o papel de conectar entre filiais. Para Internet. na qual o usuário pode enviar uma mensagem sem a necessidade do destinatário esta utilizando a rede no momento como. existem também programas auxiliares. Os mais utilizados hoje são Microsoft Internet Explorer.3.40 empresas vêem na Web um excelente veículo para venda e divulgação de produtos e serviços. fornecedores. o e-mail. um formato de distribuição de documentos compactados e que podem ser protegidos contra alteração e até mesmo contra cópias. por exemplo. A linguagem usada para a criação de páginas Web é chamada Hyper Text Markup Language (HTML).2 Intranet As empresas descobriram que podem criar redes como a Internet. clientes. permitindo que o arquivo fique em tamanho menor para o armazenamento ou transferência. etc. 4. como as salas de bate papo. a comunicação em tempo real. Para acessar os sites disponibilizados na Internet é necessário utilizar um programa chamado browser. é o programa mais utilizado por ser um compactador. o Winzip que. É através desta linguagem que são definidos a aparência do documento. conhecido no Brasil como navegador. departamentos. As páginas da Web ficam armazenadas em computadores permanentemente conectados à Internet chamados servidores. é um protocolo utilizado para transferência de arquivos de uma máquina remota para um computador local. mesclando com . restrita à empresa ou parceiros de negócios. com certeza..

4. em muitos casos. Hoje em dia. Viabiliza uma publicação em tempo real. chegando a ter um valor maior. sem deixar de ter o mesmo valor que os objetos reais e.1 Introdução Atualmente as informações constituem o objeto de maior valor para as empresas.41 segurança as redes particulares de informação com a estrutura de comunicações da Internet. que ocupam lugar em outra dimensão e possuem formas diferentes das originais. porém pode ser vantajosa a ligação da intranet com a internet.4. redução de custos e facilidades de relacionamento nos negócios são pontos chaves. neste mundo competitivo de negócios. Auxilia no processo de descentralização das informações. no qual os objetos do mundo real estão representados por bits e bytes.3. verificou-se que seria vantajoso interligar empresa e fornecedores que compartilham objetivos comuns e assim facilitar a troca de informações entre estas empresas. A Intranet simplifica a interação do usuário. favorecendo o desempenho dos funcionários da empresa.3 Extranet Extranet (ou extended Internet) é a ligação das redes Intranet entre duas empresas parceiras de negócios. um mínimo de diferenciação em produtos e serviços. A rigor uma intranet pode operar apenas como uma rede corporativa dentro dos limites da empresa. 4. além de permitir maior participação do usuário final na criação de aplicações. com informação muito mais atual. O progresso da informática e das redes de comunicação nos apresenta um novo cenário.4 Política de Segurança de Informação 4. da distribuição de dados e do desenvolvimento de aplicações. . tornando fácil o acesso a aplicações e a informações estáticas e dinâmicas. Com o advento da Internet e o crescimento das redes internas nas empresas.

.regular o acesso ao sistema. devendo ser formalizada a todos os usuários que fazem uso dos ativos de informação”.proteger as informações contra acesso de qualquer pessoa não explicitamente autorizada pelo dono da informação.. financeiro. 42-44).. .. O acesso não autorizado é sempre um problema.Isolamento ou uso legítimo . O homem buscava representar seus hábitos. . “A Política de Segurança define o conjunto de normas. p.Confidencialidade ou privacidade . “[. mesmo em condições adversas. um sistema não disponível. . o sistema atuará conforme o esperado (DIAS.] Os objetivos de segurança variam de acordo com o tipo de ambiente computacional e a natureza do sistema (administrativo. costumes e intenções com diversos meios que pudessem ser utilizados por ele e por outras pessoas e que pudessem ser levados de um lugar para outro.proteger os sistemas contra erros e atos maliciosos cometidos por usuários autorizados. quando se necessita dele.2 Objetivos de segurança Segundo Ferreira. etc. Desde o surgimento da raça humana na terra. Os objetivos de segurança as quais os usuários e profissionais de informáticas devem se preocupar são: .Consistência . métodos e procedimentos utilizados para a manutenção da segurança da informação. p.Integridade de dados . isto é. Araújo (2006.. 2005). 8). 2000. “Prover uma orientação e apoio da direção para a segurança da informação de acordo com os requisitos do negócio e com as leis e regulamentações relevantes”.42 De acordo com Associação. Para um usuário autorizado.proteger os serviços de informática de tal forma que não sejam degradados ou tornados indisponíveis sem a devida autorização. as informações e processos são liberados apenas a pessoas autorizadas.Auditoria . são utilizadas trilhas de auditoria e logs. 9). a informação esteve presente através de diferentes formas e técnicas.4.Confiabilidade . Segundo Dias (2000. por quem e quando. . As informações importantes eram registradas em objetos preciosos e sofisticados e pinturas magníficas.)”. p. 42). sem a permissão do proprietário da informação.certificar-se de que o sistema atua de acordo com as expectativas dos usuários autorizados.evitar que dados sejam apagados ou de alguma forma alterados. que registram tudo que foi executado no sistema. . pode ser tão ruim quanto um sistema inexistente ou destruído. MICROSOFT.Disponibilidade . é preciso se certificar de que nada importante do sistema foi adulterado ou apagado.garantir que. militar. Para identificar os autores e suas ações. (2005. pois além de ser necessário identificar quem acessou e como. p. que eram armazenados com muito cuidado em locais de difícil acesso (MÓDULO. . 4. entre outros.

2005. 4. 2) requisitos de conscientização. c) uma estrutura para estabelecer os objetivos de controle e os controles. por exemplo. 4) conseqüências das violações na política de segurança da informação. incluindo: 1) conformidade com a legislação e com. f) referências à documentação que possam apoiar a política. treinamento e educação em segurança da informação. A integridade e a disponibilidade são na maioria os dois objetivos mais enfatizados nos sistemas de uma empresa.4. um sistema que necessita de 24 horas de disponibilidade e não possuem dados confidenciais deverá prioriza a alta disponibilidade e não a privacidade dos dados. entretanto em um sistema bancário os objetivos mais relevantes são a integridade e auditoria seguidos de privacidade e disponibilidade. apoiando as metas e princípios da segurança da informação. suas metas globais. incluindo o registro dos incidentes de segurança da informação. alinhada com os objetivos e estratégias do negócio. em função de sua grande importância para a sociedade moderna. b) uma declaração do comprometimento da direção. incluindo a estrutura de análise/avaliação e gerenciamento de risco. Alguns são mais importantes outros nem tanto.1 Diretrizes para implementação Convém que o documento da política de segurança da informação declare o comprometimento da direção e estabeleça o enfoque da organização para gerenciar a segurança da informação. escopo e importância da segurança da informação como um mecanismo que habilita o compartilhamento da informação (ver introdução).2. por exemplo. normas e requisitos de conformidade de segurança da informação específicos para a organização. “A segurança de informações. 45). P. políticas e procedimentos de segurança mais detalhados de sistemas de informação específicos ou regras de segurança que os usuários devem seguir. requisitos regulamentares e contratuais.4. Convém que o documento da política contenha declarações relativas a: a) uma definição de segurança da informação. princípios. deu origem a diversos grupos . d) breve explanação das políticas.43 Os objetivos citados têm seu grau de importância dependendo o tipo de negócio da empresa.8).3 Legislação Brasileira e Instituições Padronizadas De acordo com Dias (2000. 3) gestão da continuidade do negócio. p. 4. e) definição das responsabilidades gerais e específicas na gestão da segurança da informação. Convém que esta política de segurança da informação seja comunicada através de toda a organização para os usuários de forma que seja relevante acessível e compreensível para o leitor em foco (ABNT BNR ISO/IEC 17799.

dispõe sobre os crimes cometidos na área de informática e suas penalidades. Também temos tramitando na câmara e no senado. de 19 de fevereiro de 1998. .projeto de Lei do Senado n° 234. . cujos trabalhos muitas vezes são traduzidos em padrões de segurança [. O disposto nessa lei aplica-se a interceptação do fluxo de comunicações em sistemas de informática e telemática. 5°. a responsabilidade e os crimes cometidos nas redes integradas de computadores.036.3.dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador e sua comercialização no país.regulamenta a Lei n° 7. não está tão consolidada como a legislação americana.713.610. 46).609.]”. de 2000 . .aprova o regulamento para salvaguarda de assuntos sigilosos..define e tipifica os delitos informáticos. de 24 de julho de 1996 .decreto n° 79. .regulamenta o inciso XII. 4. com relação à segurança de informações. p. de 1999 . .projeto de Lei da Câmara dos Deputados n° 1. de 06 de janeiro de 1977 . conforme segue: . de 12 de maio de 1988 . de 18 de dezembro de 1987.lei n° 9. . os seguintes projetos de lei relativo à Segurança da Informação: .Lei n° 9. de 1996 .44 de pesquisa.296. do art.646. parte final. Os padrões de segurança são utilizados de certa forma em âmbito internacional enquanto que as leis e normas são estabelecidas em caráter nacional podendo.4.1 Legislação Brasileira Segundo Dias (2000. . porém já existem alguns dispositivos legais sobre assuntos relativos à informática”.dispõe sobre o acesso.decreto n° 96. da Constituição Federal.projeto de Lei do Senador Renan Calheiros. às vezes. de 19 de fevereiro de 1998 . “A nossa legislação.lei n° 9. revogada pela Lei n° 9.altera.projeto de Lei n° 84. de 19 de fevereiro de 1998 .dispõe sobre crime contra a inviolabilidade de comunicação de dados de computador. de 1996 . haver similares entre legislação de países diferentes. ..099. atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais.609.

International Electrotechnical Comission (IEC). documentação e suprimentos.1 Classificação das informações .Comité Européen de Normalisation (CEN).3. tais como as normas de combate e prevenção a incêndios (DIAS. 4. . Em um ambiente de informática os tipos de recursos mais comuns são: hardware. além das normas de segurança física e ambiental que se aplica a qualquer tipo de prédio.European Telecommunications Standards Institute (ETSI). No âmbito internacional temos algumas instituições cuja função básica é estabelecer padrões. . 2000.4. Há necessidade de saber quais os recursos mais importantes para assim estabelecer uma política adequada. 46-47).2 Instituições Padronizadoras Nacionais e Internacionais No que diz respeito a normas técnicas.American National Standards Institute (ANSI). o Brasil conta com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).National Institute for Standards and Technology (NIST).Comité Européen de Normalisation Eléctrotechnique (CENELEC).International Telecommunications Union (ITU). Abrange algoritmos de criptografia. . .Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE). Apesar de não serem instituições internacionais. 4. software. gerência de senhas. p. . critérios de segurança física relativos ao armazenamento de dados.4. técnicas criptográficas. existem vários organismos padronizadores norte-americanos cujos padrões são utilizados mundialmente.4 Identificando os Recursos O que precisa ser protegido? Sob que formas as informações estão armazenadas? Estas são perguntas que deverão ser respondidas na identificação dos recursos.45 4.4.International Organization for Standardization (ISO). dentre elas: . que estabelece padrões a serem seguidos por produtos e serviços de várias áreas. inclusive segurança de informações. . dados. a microcomputadores e terminais. tais como: . pessoas.4. controle de acesso para segurança física de instalações de processamento de dados. .

Exemplos: dados pessoais de clientes e funcionários. por exemplo. balanços.46 A classificação das informações é o primeiro passo para o estabelecimento de uma política de segurança de informações.Secretas . . Segundo Dias (2000. se isso ocorrer. . informações divulgadas à imprensa ou pela Internet. isto é. 4. . as conseqüências não serão críticas. sistema operacional e hardware. informações sobre as vulnerabilidades de segurança dos sistemas institucionais. contratos.52-53). 4.as informações e os sistemas assim classificados não devem sair do âmbito da instituição. causar danos financeiros ou perda de fatias de mercado para o concorrente. os usuários só podem acessá-los se estes forem fundamentais para o desempenho satisfatório de suas funções na instituição. senhas. “Com relação a sistemas.as informações e os sistemas assim classificados podem ser divulgados a qualquer pessoa sem que haja implicações para a instituição. serviços.Públicas ou de uso irrestrito . O acesso não autorizado a esses dados e sistemas pode comprometer o funcionamento da instituição. É imprescindível que o número de pessoas autorizadas seja muito restrito e o controle sobre o uso dessas informações seja total. p. 53). pois diferentes tipos de informações devem ser protegidos de diferentes maneiras. 2000.Confidenciais .Internas ou de uso interno .o acesso interno ou externo de pessoas não autorizadas a esse tipo de informações é extremamente crítico para a instituição. 52-53). aplicativos. p. configuradas e monitoradas de forma a atender os requisitos de segurança estabelecida. Exemplos: serviços de informação ao público em geral. Porém.2 Classificação dos sistemas As divisões poderiam ser.informações e sistemas tratados como confidenciais dentro da instituição e protegidos contra acesso externo. a melhor estratégia de implementação de segurança é utilizar controle em vários níveis diferentes”. Segundo Dias (2000. Cada uma das camadas deverá ser analisada individualmente.4. “A classificação mais comum de informações é aquela que as divides em quatro níveis”: .4. Exemplos: dados militares e de segurança nacional (DIAS.5 Ativos . O acesso a esses sistemas e informações é feito de acordo com sua estrita necessidade.4. p. etc. Exemplos: serviços de informação interna ou documentos de trabalho corriqueiros que só interessam aos funcionários.

usuários – O grupo de usuários refere-se aos indivíduos que utilizam a estrutura tecnológica e de comunicação da empresa e que lidam com a informação. De acordo com Associação. até chegar a seu receptor. p. manuais. código de programação. linhas de comando. etc.. seu emissor.. o meio pelo qual ela é transmitida. “Combinação da probabilidade de um evento e de suas conseqüências”. 4).47 Um ativo é todo elemento que compõe o processo da comunicação. (2005. Ribeiro (2002. De acordo com Associação. a integridade e a disponibilidade da informação. Os ativos possuem valor para as empresas e. As informações. partindo da informação. correspondências. p. como conseqüências.. Equipamentos que oferecem suporte às informações: software – grupo de ativos composto por todos os programas de computador. 3). De acordo com Albuquerque. hardware – esses ativos representam toda a infra-estrutura tecnológica que oferece suporte à informação durante seu uso.6 Riscos O risco é a probabilidade de que as ameaças explorem os pontos fracos.4.. Informações – elementos que contem informações registradas em meio eletrônico ou físico como.. causando perdas ou danos aos ativos e impactos no negócio afetando a confidencialidade. plano de negócios da empresa. “Qualquer coisa que tenha valor para a organização”. 2). trânsito e armazenamento. livros. organização – neste grupo estão incluídos os aspectos que compõem a estrutura física e organizacional das empresas. Os ativos são elementos que a segurança da informação busca proteger. 4. (2005. . os equipamentos que oferecem suporte a elas e as pessoas que as utilizam são os elementos que compõem o que chamamos de ativo. “Algo de valor resguardado pelo sistema”. arquivos de configuração. relatórios. planilhas de remuneração de funcionários. p. precisam receber uma proteção adequada para que seus negócios não sejam prejudicados. informações de mercado. por exemplo: documentos. utilizado para a automatização de processos.

p. que denominamos pontos fracos e como conseqüência. A segurança é uma prática orientada para a eliminação das vulnerabilidades a fim de evitar ou reduzir a possibilidade de que as ameaças potenciais se concretizem no ambiente que se deseja proteger. que permitem um ataque”. vulnerabilidades e impactos”. 4. entre outros).7 Ameaças As ameaças são agentes capazes de explorar as falhas de segurança. Ribeiro (2002. afetando os seus negócios. integridade. confidencialidade). erros do usuário. p. um evento ou uma idéia capaz de causar dano a um recurso. .] Os riscos podem ser apenas reduzidos.. “[. Essas ameaças sempre existirão e estão relacionadas a causas que representam riscos.causas naturais ou não-naturais. em termos de confidencialidade. mas nunca serão totalmente anulados”. Ameaça pode ser uma pessoa. que pode resultar em dano para um sistema ou organização”. 4). um conjunto der três elementos: o agente (ou atacante).. Os ativos estão constantemente sob ameaças que podem colocar em risco a integridade. a confidencialidade e a disponibilidade das informações. os riscos podem ser cada vez menores. p. 3).8 Ataques . uma coisa.. etc. etc. já que é impossível eliminar todos os riscos.4. podendo ser acidental (falha de hardware.. disponibilidade. erros de programação. uma mensagem secreta enviada a um endereço incorreto. “[. as quais podem ser: . fraude. 2005. 54).] Risco é uma combinação de componentes... Segundo Dias. a vulnerabilidade e o ativo com o valor.48 Segundo Dias (2000 p. disponibilidade. 54). (2005. 4. (2000.4.. ou seja. “Um ataque potencial. Ameaça é tudo aquilo que pode comprometer a segurança de um sistema. provocar perdas ou danos aos ativos de uma empresa. tais como ameaças.) ou deliberada (roubo. De acordo com Albuquerque. Tomando medidas de segurança mais rígidas. provocando danos ao negócio das empresas (MÓDULO. MICROSOFT. desastres naturais. invasão de hackers. entendemos que um dos objetivos da segurança da informação é impedir que as ameaças explorem os pontos fracos e afetem um dos princípios básicos da segurança da informação (integridade. De acordo com Associação. CD-ROM). bugs de software.causas internas ou externas Dessa forma. sabotagem. espionagem. “Causa potencial de um incidente indesejado.

p. “É um tipo de problema de segurança caracterizado pela existência de um agente que busca obter algum tipo de retorno. 4).Eventuais riscos identificados. .mercado. p. análise de tráfego de rede.vulnerabilidades encontradas. De acordo com Albuquerque. 3). atingindo um ativo de valor”. “Um incidente de segurança da informação é indicado por um simples ou por uma série de eventos de segurança da informação indesejados ou inesperados. . O intervalo médio utilizado para a revisão da política é de seis meses ou um ano.49 De acordo com Associação. Os ataques podem ser subentendidos de duas formas: ataques passivos – são os ataques que não interferem no conteúdo do recurso do conteúdo que foi atacado como.4. “É necessário especificar procedimentos ou uma metodologia formal para uma manutenção periódica e aprovação das políticas de forma a mantê-los atualizados frente a novas tendências. que tenham uma grande probabilidade de comprometer as operações do negócio e ameaçar a segurança da informação”. ataques ativos – são os ataques que prejudicam diretamente o conteúdo do recurso atacado. por exemplo. . Araújo (2006. .incidentes de segurança. 4. Ribeiro (2002.alterações na estrutura organizacional e . O processo de revisão deve abranger: .alterações na legislação do negócio. p. .9 Manutenção da Política Segundo Ferreira.. tecnologias e acontecimentos”. a interceptação de uma mensagem trafegando na rede. porém deve ser realizada uma revisão sempre que forem identificados fatos novos. 125).. por exemplo. modificando e eliminando informações ou gerando informações falsas como. não previstos na versão atual que possam ter impacto na segurança das informações da organização. (2005.

Ribeiro (2002. 2005. p. c) a análise crítica dos procedimentos de controle e integridade para assegurar que as mudanças não os comprometam. “A função básica da proteção dos dados e do controle de acesso em um sistema é garantir a confidencialidade e a disponibilidade das informações armazenadas”. 4. b) a garantia de que as mudanças sejam submetidas por usuários autorizados. i) a manutenção de uma trilha para auditoria de todas as mudanças solicitadas.50 4. entidades em bancos de dados e hardware que precisam de emendas. .9. quando praticável. teste.5 Controles de acesso O controle de acesso são as regras estabelecidas e implementadas para regulamentar o acesso físico. f) a garantia da aceitação das mudanças por usuários autorizados. lógico e controle ambiental de acordo com a classificação das informações estabelecidas. ser a perturbação dos processos de negócios cabíveis (ASSOCIAÇÃO. Convém que a introdução de novos sistemas e mudanças maiores em sistemas existentes siga um processo formal de documentação. Convém que. 93-94). Convém que os procedimentos de mudanças incluam: a) a manutenção de um registro dos níveis acordados de autorização..4. antes da implementação. e) a obtenção de aprovação formal para propostas detalhadas antes da implementação. controle da qualidade e gestão da implementação.. g) a garantia da atualização da documentação do sistema após conclusão de cada mudança e de que a documentação antiga seja arquivada ou descartada. especificação. que os programadores de suporte tenham acesso somente às partes do sistema necessárias para o cumprimento das tarefas e que sejam obtidas concordância e aprovação formal para qualquer mudança obtida.. Convém que o processo garanta que a segurança e os procedimentos de controle atuais não sejam comprometidos. De acordo com Albuquerque. informação. k) a garantia de que as mudanças sejam implementadas sem horários apropriados.1 Diretrizes para implementação Convém que os procedimentos de controle de mudanças sejam documentados e reforçados com a finalidade de minimizar a corrupção dos sistemas da informação. análise do impacto das mudanças e a especificação dos controles de segurança requeridos. h) a manutenção de um controle de versão de todas as atualizações de softwares. d) a identificação de todo software. Convém que o processo inclua uma análise/avaliação de riscos. 61). j) a garantia de que toda a documentação operacional e procedimentos dos usuários sejam alterados conforme necessário e que se mantenham apropriados. os procedimentos de controle de mudanças sejam integrados. p.

(2005. os seguintes elementos deverão ser levados em consideração: processo de logon. é determinar o que se pretende proteger”. “Os controles de acesso físico têm como objetivo proteger equipamentos e informações contra usuários não autorizados. hubs. 84). cabos de redes. senhas. p. firewall.. 4. tomando-se como base os requisitos de acesso dos negócios e segurança da informação”.. 4. p. p. Convém que as regras de controle de acesso e direitos para cada usuário ou grupos de usuários sejam expressas claramente na política de controle de acesso. quando se trata de controles de acesso..]”. seu ponto fraco será sempre o usuário”. “A primeira coisa a fazer. 84). 2005. switch’s.5.51 De acordo com Associação.. Dias (2000.. De acordo com Dias (2000. etc. “Convêm que a política de controle de acesso seja estabelecida documentada e analisada criticamente. prevenindo o acesso a esses recursos”. 65).). . 65). 100). autenticação de usuário. p. p..5. mesmo que os controles de acesso sejam ultra-sofisticados. “O acesso lógico nada mais é do que um processo em que um sujeito ativo deseja acessar um objeto passivo [. “[. tokens e sistemas biométricos.1 Lógico São todas as informações que foram transformadas para código binário e que estão armazenados em algum meio físico e são passíveis de trafegar em uma rede de computadores..2 Físico São os ativos de rede de uma empresa composto por hardwares (computadores. Convém considerar os controles de acesso lógico e físico de forma conjunta. Segundo Dias (2000. Segundo Dias (2000. 84). Convém fornecer aos usuários e provedores de serviços uma declaração nítida dos requisitos do negócio a serem atendidos pelos controles de acessos (ASSOCIAÇÃO. roteadores. identificação de usuário. Na elaboração da política de controle de acesso. p..] ressalta que..

para que não sejam danificados por um desastre que afete o local principal.]”.1 Introdução à ICP Com a evolução da tecnologia das comunicações. como materiais de papelaria.3 Ambiental Segundo Dias (2000. Suprimentos em grande volume. terremotos. Convém que sejam projetadas e aplicadas proteção física contra incêndios. p.. 2005.. c) os equipamentos apropriados de detecção e combate a incêndios sejam providenciados e posicionados corretamente (ASSOCIAÇÃO. 4.. perturbações da ordem pública e outras formas de desastres naturais ou causados pelo homem: a) os materiais perigosos ou combustíveis sejam armazenados a uma distância segura da área de segurança. “A infra-estrutura de chaves públicas permite que as empresas utilizem redes abertas [. 4. explosões. perturbações da ordem pública e outras formas de desastres naturais ou causados pelo homem. p.6. Mas a facilidade e rapidez de se realizar transações comerciais também ocorrem para a prática de atos ilegais pela rede... b) os equipamentos para contingência e mídia de backup fiquem a uma distância segura. garantindo que as mensagens sejam lidas apenas pelos devidos destinatários”.5. “Os controles ambientais visam proteger os recursos e a integridade contra danos provocados por desastres naturais (incêndios. (2005. 104). a presença física e a burocracia em geral estão sendo substituídos pelo universo digital.6. os documentos reais.]”. Convém que sejam levadas em consideração as seguintes diretrizes para evitar danos causados por incêndios. explosões.. 22). por falhas na rede de fornecimento de energia.. ou no sistema de ar condicionado [. não devem ser armazenados dentro de uma área segura. 34). enchentes. onde “envelopes e firmas de envio são substituídos por sofisticados métodos de criptografia de dados.. p. 4. De acordo com Silva (2004.6 Infra-estrutura de chave pública – ICP 4. enchentes). 33).52 De acordo com Associação.. p. terremotos.2 Conceitos Necessários . enchentes. “Convém que as áreas seguras sejam protegidas por controles apropriados de entrada para assegurar que somente pessoas autorizadas tenham acesso”.

6. P. cujo nome vem do grego kryptos. garantir o não-repúdio de origem e de recebimento. 4. e graphen. 43). p. que significa oculto.]”.2. pois emissor e receptor devem conhecer antecipadamente a chave. necessários para o entendimento da infra-estrutura de chave pública. 4. “Mais conhecida como chave secreta. 44). autenticação e autenticação forte. Criptografia é o estudo de códigos e cifras. o destinatário sabe qual é a chave que utilizará para voltar a informação a sua forma original [.6. . conforme podemos observar na figura 10. Ribeiro (2002. implementar assinaturas digitais.53 Neste tópico serão apresentados alguns conceitos importantes sobre criptografia. garantir a privacidade com responsabilidade do usuário e garantir a integridade das informações.1 Chaves simétricas Chave simétrica. A maioria delas é sistemática. A chave é compartilhada pelos dois pontos. ou seja. baseada em técnicas de sistemas numéricos (SILVA. descreve “CRIPTOGRAFIA É O PROCESSO pelo qual uma informação ou um texto é embaralhado de forma que só seja possível a obtenção do texto original aplicando-se uma operação baseada em uma chave de acesso”. Este método é bastante limitado. 155).1 Criptografia A criptografia pode ser usada para garantir a confidencialidade das informações. utiliza à mesma chave tanto para a cifragem como para a decifragem. que significa escrever.2. e é bastante difícil de se conseguir um meio seguro de se passar a chave secreta. que significa dar números. Albuquerque. também conhecida por chave única. Já a palavra cifra vem do hebraico saphar. 2004... Segundo Silva (2004.1.

54 Figura 10 – Criptografia com chave simétrica. A segurança dessa equação está no fator tempo.2. mesmo conectando milhares de computadores ao redor do mundo. Pretty Good Privacy (PGP). p. estaremos protegidos pelo tempo tecnológico dos computadores e calculadoras (SILVA. Secure Electronic Transaction (SET) e X. conhecida como privada fica guardada a sete chaves por quem fatorou os dois números primos que só ele sabe quais escolheu. . Em um sistema de chave assimétrica cada pessoa tem duas chaves: uma chave pública que pode ser divulgada e outra privada que deve ser mantida em segredo. levaria centena de anos para derivar o número e descobrir os dois primos que foram escolhidos. utiliza chaves diferentes para cifrar e decifrar os dados.2 Chaves assimétricas Chave assimétrica. são alguns exemplos de protocolos que empregam sistemas de criptografia. Enquanto não existir uma fórmula mágica para resolver o problema matemático.509. ou seja. Na criptografia assimétrica dividi-se uma chave ou segredo em duas partes relacionadas matematicamente (no fundo dois números primos gigantescos fatorados entre si). 49). também chamada de algoritmos de chave pública e privada. Secure Sockets Layer/Transport Layer Security (SSL/TLS).6. 2004. Uma chave é distribuída livremente para qualquer pessoa e a outra chave. com os recursos computacionais que dispomos hoje em dia. conforme podemos observar na figura 11. relativamente simples. 4.1. Internet Protocol Security (IPSec).

Hellman (ECDH).6. outro usuário qualquer pode responder ao pedido se fazendo passar pelo destinatário para quem queremos enviar dados seguros”. p. p.6. dentro de um contexto . 66). pois sendo essa ação realizada de forma insegura.55 Figura 11 – Criptografia com chave assimétrica. o Digital Signature Algorihm (DSA). 4. Os mais utilizados são o Diffie-Hellman e o RSA (ambos com os nomes dos criadores). 57): “Isso ocorre no momento de pegar a chave pública do outro usuário. O sistema de Criptografia será seguro somente se obedecer a alguns critérios. tendo sido corrigidas as suas falhas. e ao tamanho de sua chave que deve ser grande o suficiente para que seja impossível ser descoberta. Sua fragilidade é explicada por Silva (2004.3 Algoritmos Os algoritmos servem para atender um ou mais serviços da criptografia por chave pública.1.2 Autenticação A informação de autenticação pode ser dividida em categorias. o Elliptic Curve Digital Signature Algorithm (ECDSA) e Elliptic Curve Diffie. sendo elas: algo que sabemos. De acordo com Silva (2004. ou alguma coisa. “Autenticação é a capacidade de garantir que alguém.2. é de fato quem diz ser. como ao tanto que ele é conhecido e foi testado.2. 4. físico que temos ou algum lugar que estamos. algo que somos.

Pode-se utilizar a função hash. o usuário terá que bloquear todas as aplicações. “[. É necessário que a informação usada na autenticação seja segura e não possa ser obtida por pessoas não autorizadas”..2 Single sing-on (SSO) Se houver necessidade de acesso a várias aplicações. Essa segurança pode ser estendida para que um evento de autenticação bem-sucedido seja sinalizado para vários dispositivos remotos.56 definido”. Porém. 87). eliminando a necessidade de múltiplas autenticações (SILVA.6.1 Sign-on Também conhecido como login. “Outro fator importante a ser destacado é manter a integridade e confidencialidade da informação de autenticação. ou servidores. pois se conseguirem descobrir uma senha. A infra-estrutura de segurança pode prover a comunicação entre entidades e garantir que a informação seja entregue de uma forma confiável para os integrantes. . Ao combinarmos métodos de autenticação. serão apresentados os tipos de autenticação mais relevantes para a ICP. p.2. 67). mas a escolha de senhas difíceis que induzem os usuários a deixarem escritas em algum lugar ou fáceis que podem ser facilmente deduzidas pode dificultar o processo da segurança. Se a informação estiver sob controle do autenticado e do autenticador. que embaralhará a forma original. O servidor precisa de um lugar seguro para armazenar a senha e compará-la com a fornecida pelo usuário. se todas forem iguais.2.6..2. A seguir. De acordo com Dias (2000. p. De acordo com Silva (2004. 4. é o processo pelo qual o usuário fornece uma identificação e uma informação de autenticação (normalmente nome de usuário e senha).2. obtemos a chamada autenticação forte. 4. será melhor o uso de diferentes senhas.] O sistema confirma se o usuário é ele mesmo”. p. 71). 2004. Pode ser usado seguramente. o esquema é chamado de Two-Party Authentication. por ser uma função conhecida produz um resultado que pode ser descoberto após a utilização de um ataque de força bruta por um invasor.

73). que tem funções de armazenamento e processamento interno”. impressão digital. com um chip de computador.57 A esse processo chamamos Single Singn-One (SSO).6.3. Segundo Silva (2004.3. A seguir veremos os principais métodos de autenticação que combinam mais de uma característica.2.2 Smartcards O smartcard é utilizado da mesma forma como utilizamos um cartão de crédito quando vamos sacar dinheiro no banco. portanto torna mais difíceis de ser descobertas por usuários não autorizados.6. ou seja.6. que fornece uma senha eficaz para o usuário e que possa acompanhá-lo a qualquer lugar. 72) como “[.] Um dispositivo do tamanho de um chaveiro que gera uma seqüência de números. dentre outros. 4.2.3 Biometria A Biometria é um tipo de autenticação baseado em algo que somos.. baseado numa semente (seed)”.1 Tokens É definido por Silva (2005.6. 4.2. “É um dispositivo. porque agrega vários conceitos de segurança extremamente eficientes. 4. quando e onde for necessário. que pode ser usado por todos os dispositivos dentro da ICP. é solicitado ao usuário o seu Personal Identification Number (PIN) como é solicitado senha no cartão de credito.3. .3 Autenticação forte São os tipos de autenticação que combinam mais de uma característica e. vasos sanguíneos da mão. p. 4. Esse sistema de autenticação é classificado no conjunto autenticação forte.. p. a cada fração de tempo. no formato de um cartão de crédito. pode ser leitura da íris. Ele guarda em seu chip a chave de criptografia e ao utilizá-lo.2.

o seu tamanho. 4.. 26). 75).3. 2004. Quando o .. “A infra-estrutura de chaves públicas oferece vários serviços de segurança. tokens ou crachás”. 4. “A vantagem sobre os outros esquemas de autenticação é que o usuário é identificado por características únicas.. p.6.3 Serviços oferecidos pela ICP De acordo com Silva (2004.6. a integridade e a autenticidade descrita a seguir. Ela é verificada por meio da função hash.6. deve-se “[.58 Segundo Silva (2004. sendo a maior força da criptografia. que funciona da seguinte forma: [. Ao resultado dessa operação chamamos assinatura digital..] calcula-se o hash da mensagem original e criptografa-se o resultado com a chave privada do autor. e não o algoritmo. apenas verifica se houve alterações nas informações. p. 25). e esta é adicionada ao final da mensagem. que podem ou não ser utilizados. dispensando o uso de senhas. Dentre os principais serviços oferecidos pela ICP.3 Autenticidade A certeza de quem é o emissor de uma informação é garantida por meio de assinaturas digitais. p. pessoais e intransferíveis. em vez de impedir que essas modificações sejam feitas.1 Privacidade Para garantir que usuários da Internet tentem capturar dados que não lhes pertencem.] usar técnicas modernas de criptografia e mecanismos matemáticos. 4.6. que.3. embaralhando a informação de tal forma que leve centenas ou milhares de anos para que o dado criptografado volte à sua forma original” (SILVA.3. 4.2 Integridade O objetivo da integridade é fazer com que a informação enviada chegue ao seu destino sem modificações. dependendo da política de segurança adotada na empresa e do comprometimento dos usuários dos certificados digitais”. cartões. destacamos a privacidade.

para uma determinada informação com as propriedades de autenticidade dessa autoridade e integridade desse tempo gerado. 28).4. que é fácil provar que o repúdio é falso”. 4. p.6.]”.4. Essa marca de tempo. p. 2004. 4. p..4. o emissor passa a não conseguir negar que a enviou (SILVA. . como autenticidade.1 Segurança na Comunicação Segurança na comunicação é a transmissão de dados de um ponto a outro com propriedades de segurança. 4. é obtida com o chamado carimbo de tempo produzido pela entidade denominada Protocolizadora Digital de Documentos Eletrônicos (PDDE). O carimbo de tempo emitido pela PDDE é obtido mediante um processo. ou temporalidade. fazendo com que sejam qualificados como serviços disponíveis. que são serviços que fazem parte do conjunto oferecido pela ICP.4 Serviços disponíveis com a utilização da ICP 4. 37-38). privacidade e integridade.6. O agente do ataque executa uma função no sistema e posteriormente nega tê-la efetuada [. pelo qual são anexadas a data e a hora de protocolação a um documento. Ribeiro (2002. Essa operação só é possível se a assinatura digital tiver sido criptografada com a chave privada do emissor. De acordo com Silva (2004. Dessa forma. que é única e de propriedade dele. ou seja. que permite saber se a mensagem foi alterada de alguma maneira.59 destinatário recebe a mensagem. 2004. de modo a garantir que aquele documento foi protocolado em um determinado momento no tempo (SILVA. p. sim.3 Não-repúdio Conforme Albuquerque..2 Carimbo de tempo seguro Mais conhecido como Time Stamping consiste na geração de uma marcação de tempo. “O REPÚDIO É UMA FORMA DE ATAQUE. usa a chave pública do emissor para decifrar a assinatura digital. mas. 167). “O não-repúdio evita que um dos participantes da comunicação negue que esta tenha ocorrido.6. emitido por uma autoridade de tempo confiável. descobrindo o hash. por meio da qual certifica quem escreveu a mensagem. 39). Porém a utilização deles com algum protocolo de comunicação ou de rede podem criar extensões ou aprimoramentos de outros serviços. a sua autenticidade. Essas data e hora devem condizer com a data e a hora correntes. Isso não significa que os participantes tendem a não repudiar.6.

4. 169). Segundo Silva (2004. 4. A ICP deve poder rastrear a posse da chave por parte do usuário. 55). danifica ou destrói um recurso”. p.GarantiaOrigem – As mensagens recebidas pelo sistema devem ter a identidade do emissor assegurada. O. vírus.60 Exemplos de objetivos de segurança que indicam necessidade de mecanismos de não repúdios: O. p. que potencialmente remove. etc. 40). 41). mas não copiá-la”. RIBEIRO. Os privilégios podem incluir autorização para o acesso a informações sigilosas ou para modificar arquivos em um servidor Web. parceiros extranet e usuários curiosos que querem ter posse de determinada informação para uso pessoal ou para benefício próprio”. além de outros”.4. “Se um usuário perder a sua chave de assinatura. 55).6. 90). antigos funcionários ou funcionários insatisfeitos. A vulnerabilidade que a empresa tem se dá pela falta de uma política de segurança (regras e métodos de proteção a serem usados dentro da empresa). “Ameaça – evento ou atitude indesejável (roubo. desabilita. p.5 Recuperação de chaves Conforme Silva (2004.4 Gerência de privilégios Segundo Silva (2004. p.6. incêndio. “Vulnerabilidade – fraqueza ou deficiência que pode ser explorada por uma ameaça. sistemas desatualizados (principalmente versões antigas com furos de proteção conhecidos e ainda não corrigidos).Responsabilização – Os usuários devem ser responsabilizados por seus atos no sistema e em outros sistemas acoplados (ALBUQUERQUE. “As ameaças que podemos citar são hackers. 2002. Segundo Dias (2000. “Os certificados podem ser usados para garantir a identidade de um usuário e também estabelecer privilégios que foram concedidos a ele. p.5 Ameaças e vulnerabilidades Segundo Dias (2000. uma nova chave com seu certificado associado poderá ser gerada facilmente. 4. gestão inadequada .4.). Pode ser associada à probabilidade da ameaça ocorrer”. p.6.

São pessoas que trabalham em projetos de computadores e técnicos altamente especializados”. visando ao lucro. ferramentas e programas desenvolvidos por terceiros para realizar suas invasões. é chamado de cracker (SILVA. roubo de informações. p. p. p. baseado em uma .1 Perfil de um hacker De acordo com Silva (2004. “Grande parte das invasões bem-sucedidas vem de dentro da própria empresa. 91). 90).5..5. 90-91).. 2004. 4.5 Engenharia Social Segundo Silva (2004.3 Script kiddies Segundo Silva (2004. 90).5. ou seja. Mas existem diferenças de caráter.6.] Informações preciosas ou obtenção de privilégios de acesso por um indivíduo fora da organização. A maioria das tentativas de invasão é feita por Script kiddies”. 2004.5. são chamados de hackers. contribuindo para o desenvolvimento de correções (patches) para esses sistemas. apenas usam informações. “A maioria dos hackers é jovem. Os que usam suas habilidades para solucionar problemas de segurança em sistemas. A disponibilidade de informações sensíveis na rede para diversos funcionários [.2 Hackers x crackers Convencionou-se chamar qualquer pessoa especializada em sistemas de computação de hacker. 4.61 dos softwares e dispositivos existentes praticados por pessoas sem o conhecimento necessário para tal (SILVA. 91).4 Funcionários insatisfeitos e ex-funcionários Segundo Silva (2004. p.] pode comprometer bastante a política de segurança implementada. etc.5. 91). “[. “São crackers que não fazem nada original. O seu oposto em termos de comportamento (mas com capacitação técnica similar).6. 4...6. p. o que invade sistemas com finalidades ilícitas.6.”. 4.6.. 4. p.

com a máxima funcionalidade e com o mínimo de esforço por parte do administrador [. vem com scripts ou programas que têm por objetivo instalar os sistemas o mais rapidamente possível.]. aplicativos... p. A seguir serão apresentadas as vulnerabilidades mais críticas. 4.2 Contas de usuários e senhas Normalmente são fáceis de obter contas de usuários e estas contas na maioria dos casos possuem senhas padrão ou senha em branco. Essa visão. De acordo com . 111). “A grande parte dos ataques bem-sucedidos é alcançada por meio das vulnerabilidades encontradas nos software e sistemas operacionais [. inadequadamente. Mas essa premissa é sempre prejudicial para os administradores de segurança.5. Para atingir o objetivo da simplicidade.62 relação de confiança estabelecida. 4.6. incluindo sistemas operacionais.6 As vulnerabilidades mais críticas de segurança na Internet Segundo Silva (2004. porque normalmente expõe o servidor que está hospedando esse software.6.1 Instalações padrão de sistemas operacionais e softwares A maioria dos softwares. 93).. por isso.6. os computadores que armazenam informações importantes da empresa devem está bem protegido..6 Anatomia de um ataque de hacker De acordo com Silva (2004.6.].]”. 2004.6. os programas normalmente instalam mais componentes do que a maioria dos usuários necessita [...] (SILVA. p. banco de dados etc..6. “Antes de qualquer atividade ilícita. com um indivíduo de dentro da organização”. 112-113). abre um grande conjunto de vulnerabilidades críticas [. 4. com implementação de controle de acesso forte.. p. Muitas destas vulnerabilidades são próprias do sistema operacional ou softwares e a grande maioria dos administradores de rede não prioriza as correções de tais vulnerabilidades deixando as informações da empresa exposta a usuários mal-intencionados. em outras palavras é a arte de se contar uma mentira convincente. o hacker gasta de 80% a 90% do seu tempo em busca de informações sobre sistemas internos da empresa”. 4. embora seja conveniente para o usuário e para o marketing do produto..

4.0/4 (SILVA. “Tanto os usuários legítimos como os atacantes conectam-se aos sistemas por meio de portas abertas.4 Grande número de serviços/portas abertas De acordo com Silva (2004. Ao se filtrar o tráfego que entra na rede (ingress filtering) e o que sai (egress filtering). 119).Qualquer pacote que sai da sua rede deve ter como endereço de origem algum IP que pertença à sua rede interna.Endereços reservados de autoconfiguração DHCP e Multicast também devem ser bloqueados. . pode-se ajudar a elevar o nível de proteção. 4. .. mas nunca verificam se estão realmente funcionando [.6. 169.254.Todo pacote que entra em sua rede deve ter como endereço de destino algum endereço pertencente à sua rede interna. 2004. “Na prática. Um segundo problema que envolve backups é a falta de proteção física das mídias [. 116). . 240. 192..0/4. todas essas contas com senha fracas. 114).0.0. Normalmente estes problemas são detectados após ocorrer um incidente que necessite a restauração destes backups.0/16.0/8.0.Nenhum pacote que sai da sua rede deve ter como endereço de destino algum IP de sua rede interna.6. p.0.3 Backup incompleto ou inexistente De acordo com dias (2004. . p.0.0.6.63 Silva (2004.0. p. 4..]. Desta forma são importantes que esteja aberta apenas as portas necessárias pertinentes aos serviços disponibilizados pelo servidor.5 Ausência de filtro da rede local da empresa É importante que se faça análise de pacotes de rede para que seja implementado filtro de entrada e saída das informações. As regras básicas de filtragem são: . 117). .]”. maiores serão as possibilidades de alguém se conectar ao sistema”.6. senhaspadrão ou sem senhas devem ser removidas do seu sistema”. “Algumas empresas fazem backups diários.6. 224. tais como: 0.0/24.Nenhum pacote que entra na rede pode ter como endereço de origem qualquer IP da sua rede interna. p.Bloqueie qualquer pacote que tenha a opção "source routing" ativada ou o campo "IP Options" ativado.. . Quanto maior o número de portas abertas. porque não é possível que um usuário da rede interna esteja conectado simultaneamente à rede externa.0.6.2.

“Uma das premissas de segurança é: “A prevenção é ideal.6.6. Esta vulnerabilidade poderá ser explorada por um atacante de forma que este poderá assumir o controle total do servidor.7 Buffer overflow Internet Server Application Programming Interface (ISAPI). De acordo com Silva (2004. Entretanto.6. são extensões que são normalmente instados com o Internet Information Services (IIS) para estender a potencialidade do servidor utilizando Dynamically Linked Library (DLL). mas a detecção é imprescindível””. Segundo Silva (2004. 123). “Recomenda-se utilizar a ferramenta IIS Lockdown para proteger servidores IIS e a ferramenta URLScan para filtrar requisições HTTP”.7.6. p. 120). 4. É através dos logs que se verifica desempenho de hardware ou software. . contêm erros de programação que resultam na realização imprópria da checagem de erros.6. Em particular. “Várias DLLs. há necessidade de se fazer a ativação de captura destes logs e de forma correta. Segundo Silva. se houve tentativa de ataque ou não. 120). (2004. É necessário verificar quais tipos de informação se deseja armazenar e por quanto tempo e ainda. se estas tentativas foram feitas por usuários internos ou externos. em outro computador.64 4. dentre várias outras informações. pois nunca se sabe quando eles serão necessários”.dll. p. e os logs devidamente armazenados e arquivados. não bloqueiam strings de entrada longos (long input strings)”.6 Sistema de logs e auditorias incompletas ou inexistentes Segundo Silva (2004. “O registro de eventos deve ser feito de maneira regular em todos os sistemas críticos.6. este poderá apagar os registros. pois caso esteja no mesmo servidor atacado por um hacker. 4. 123). p. onde armazenar. Os logs são os registros armazenados em trilhas que da a condição de analisar todos os procedimentos efetuados no servidor.1 Remote Procedure Call (RPC) RPC é um dos recursos mais utilizado em uma rede e sua função é permitir que programas de um computador executem outro programa. p. como idq.

(SILVA.6. . 4.Consulte regularmente a base de dados de patches do fabricante. 124). 2004.rpc.Onde for.. instale os patches mais recentes. .ttdbserverd .Bloqueie as portas de "Ioopback" do RPC: 32770-32789 (TCP e UDP).] Siga os passos a seguir para proteger seus sistemas de ataques de RPC: . .7. 124).6. buscando novas versões e instalando-as imediatamente.Onde for possível.Bloqueie a porta de RPC (porta 111) no roteador de borda ou no firewall. Os certificados digitais são a base de uma ICP e cada usuário recebe seu certificado digital. a integridade a confidencialidade e o não-repúdio de uma mensagem. Recomenda-se também a atualização para uma das versões de MDAC mais recentes.cmsd .rpc. p. 4. a saber: .1 Introdução A certificação digital garante a autenticidade. 2004. deve-se seguir os passos encontrados nos boletins de segurança do site Microsoft. Estes certificados são emitidos e mantidos por uma autoridade certificadora que funciona como uma espécie de cartório digital. desligue e/ou elimine esses serviços das máquinas diretamente acessíveis via Internet. impede que o remetente negue que foi o autor de uma determinada mensagem. . p.rpc.7 Certificação e certificados 4. de fato.8 Brecha nos serviços de dados remotos (RDS) do IIS Atacantes exploram falhas de programação nos serviços RDS (Remote Data Services) para executar comandos remotos com privilégios de administrador. os atacantes de todo mundo exploram com freqüência esta falha através de ataques de buffer overflow. que estão disponíveis no site da Microsoft (SILVA. Para se proteger contra essa vulnerabilidade.6.statd [. Não é possível corrigir essa falha com um patch.. ou seja.6. desta forma permite aumentar o nível de segurança em transações pela Internet. . necessário utilizar RPC. As seguintes verificação e implementação deverão ser consideradas: Verifique se você está usando um dos três serviços de RPC mais freqüentemente explorado.65 Devido a esta característica e a várias vulnerabilidades causadas pelo RPC.

Qualquer organização pode definir suas extensões próprias. pelo CCITT. .7. o número de série.1 X. (2004. a chave pública. LDAPv3. de acordo com suas necessidades.66 De acordo com Silva. as organizações que definem os padrões foram se mobilizando para propor especificações.6. indicando que esse certificado pode ser usado para construir caminhos de validação. “Certificação é a junção entre uma entidade ou atributo com uma chave pública. Podemos definir diretório como uma base de dados on-line contendo várias informações”. cujo objetivo era reunir o que há de melhor em cada proposta”. O sujeito de um certificado pode ser um usuário final ou outra AC. como uma camada de autenticação recomendada para o padrão de diretório X. “O padrão X. chamado certificado”. p. 144). Os campos básicos de um certificado não diferenciam esses dois tipos de usuários.2.500.509 Segundo Silva (2004. infra-estrutura de chaves pública do Governo Federal. o padrão X. 139). assunto. Extensible Authentication Protocol (EAP). 4. “À medida que o mercado foi utilizando as soluções e a popularidade dos certificados digitais atingiu níveis elevados na Internet.509 são o certificado. Segundo Silva (2004. S/MIME. Secure Sockets Layer (SSH). p.7.509 é o mais difundido em todo mundo e por esta razão este é o padrão adotado pela ICP Brasil. O certificado é descrito por atributos tais como a versão. A extensão de restrições básicas aparece em um certificado de uma AC. validez.6. IPSec. posteriormente ITU-T. As principais variáveis do padrão X. 144). HyperText Transfer Protocol Secure (HTTPS). p.509 surgiu em 1988. o algoritmo ID. 5.509 As extensões dos certificados possibilitam que uma AC inclua informação que normalmente não seria fornecida pelo conteúdo básico de um certificado.2 Tipos de certificado Apesar da variedade de tipos de certificados digitais. dentre outros. A chave pública e a entidade ou atributo e algumas informações únicas são colocados dentro de um documento digital. o algoritmo da assinatura do certificado e a assinatura digital. O SSL/TLS. são protocolos que suportam os certificados X.

3 Public Key Cryptography Standards (PKCS) De acordo com Silva (2004. 152). Nestes padrões (SPKI/SDSI) não há uma infra-estrutura de chaves públicas como o padrão X. Dois tipos de certificados são definidos no SPKI/SDSI: certificados de nomes e de autorização. A combinação dessa chave pública mais um nome local formam um identificador global único (SILVA. O emissor do certificado é sempre identificado por sua chave pública.2. criptografia dos dados etc. International Business Machines (IBM) e Verisign. evitando-se. 151).147). que seja divulgado o número do cartão de crédito”.6. a autenticação do usuário e a interoperabilidade. tais como: validação de assinatura digital em certificados LCR.67 O campo serviço contido nas extensões do certificado é utilizado para indicar os serviços de segurança que a chave pública poderá implementar. 4.7. p. “Os PKCS visam a preencher o vazio que existe nas normas internacionais relativas a formatos para transferência de dados . 156). “O SET está baseado na distribuição de certificados digitais para as partes envolvidas na transação.509 sendo cada chave pública uma entidade certificadora. p.2. (SILVA.3 Secure Electronic Transaction (SET) Padrão público para transações de pagamentos desenvolvido pela empresa de cartão de crédito VISA e MasterCard com a participação da Microsoft. Segundo Silva (2004. ainda. a integridade dos dados.7. p.2 Simple Public Key Infrastructure/Simple Distributed Security Infrastructure (SPKI/SDSI) De acordo com Silva (2004.7. com objetivo de prover aos usuários a confidencialidade da informação. 4. a outro nome. Netscape.6. flexível e bem definido”. Já o SPKI foi projetado para ser um modelo de autorização simples.6. assim. p. 2004. 2004. “O SDSI é uma infra-estrutura cujo objetivo principal é facilitar a construção de sistemas distribuídos seguros e escaláveis. Um certificado de nomes define um nome local no espaço de nomes do emissor e liga esse nome a uma chave pública ou. p. 154). 4.

7. então.]..Estende a definição de certificados X.. a chave de sessão é criptografada com a chave pública RSA. criptografado com a chave privada RSA.Define uma sintaxe para informações relativas a chaves privadas. 4..A informação a proteger é criptografada com a chave de sessão.] (SILVA. PKCS#13 e PKCS#15 . como assinaturas digitais e envelopes digitais [. como o MD5.]. PKCS#12: Personal Information Exchange Syntax . utilizando um algoritmo de message digest..1 Introdução Sistema Operacional é um conjunto de aplicativos com objetivo de controlar softwares. Ao todo. é o sistema operacional que “da vida” à máquina. 157-159). chaves secretas e extensões [.]. Ao se ligar qualquer computador. hardwares e fluxos de informação e serve como alicerce para execução de qualquer outro software.Define uma sintaxe para mensagens criptografadas. o algoritmo correspondente e um conjunto de atributos associados [..A informação a assinar é inicialmente reduzida a um valor de hash. PKCS#8: Private-Key Information Syntax Standard .Descreve um método para criptografar um array de bytes utilizando uma chave secreta calculada com base em uma password (Password-Based Encryption ou PBE) [. ..Assinaturas digitais ..68 que permitam a compatibilidade e a interoperabilidade entre aplicações que utilizem criptografia de chave pública”.]. PKCS#10: Certification Request Syntax Standard .. são doze padrões conforme segue: PKCS#1: RSA Encryption Standards .] referem-se à utilização de dispositivos portáteis em criptografia [. PKCS#5: Password-Based Encryption Standard ...Lista alguns dos atributos que podem ser associados a uma chave privada [.].. PKCS#11.Define uma sintaxe para pedidos de certificação [..Normaliza a utilização do protocolo de acordo com as chaves Diffie-Hellman no estabelecimento de chaves secretas. 2004 p.]. PKCS#3: Diffie-Hellman Key Agreement Standard .Tem por objetivo servir de normalização para a utilização do algoritmo RSA nas seguintes aplicações: .7 Sistema Operacional 4.. PKCS#9: Selected Attribute Types . O resultado é..]. .Descreve uma sintaxe para a transferência de informação de identificação pessoal.. tais como: o valor da chave.. incluindo chaves privadas. PKCS#6: Extended-Certificate Syntax Standard . É o sistema operacional o responsável por controlar o computador de uma forma geral.Envelopes digitais .509... certificados. PKCS#7: Cryptographic Message Syntax Standard .. como o DES. permitindo a associação de outros atributos à entidade titular do certificado [.[. utilizando um algoritmo simétrico. Posteriormente. ou de sessão [.]..

Na realidade. 4. memória. disquetes. teclado.3 Windows Server 2003 Sistema operacional desenvolvido pela Microsoft para atender a plataforma cliente/servidor e poderá desempenhar a função de servidor de arquivos. é o sistema operacional que controla estes recursos.. como discos.]”. impressora. de impressão. Conforme Machado..O sistema operacional é o responsável por integrar todos os periféricos (CDROM. e o usuário não tem que se preocupar com estes procedimentos. p. DNS. pendrive.7. uma operação como a leitura de um arquivo em disco pode parecer simples. WINS. a diminuição de custos. (2004.).] É apenas um conjunto de rotinas executado pelo processador. 4. controlador de domínio e em conjunto com outras aplicações poderá fornecer aos usuários acesso a banco de dados. de forma semelhante aos programas dos usuários.Em uma rede onde existem recursos compartilhados como. . controladas pelo sistema operacional [. existe um conjunto de rotinas específicas.2 Funções Básicas Dentre as várias funcionalidades básicas de um sistema operacional podemos citar: . 1). dentre outros. por exemplo. A evolução dos sistemas operacionais está totalmente ligada à evolução dos hardwares. (2004.. Maia. de e-mail. Hard Disk (HD).]”.69 Segundo Machado. “Para a maioria dos usuários. de terminal. de aplicativos. mouse. de acesso remoto.7. Machado.. p. linhas de comunicações. DHCP. Sua principal função é controlar o funcionamento de um computador [. p. impressoras arquivos. monitor.”. na medida em que mais de um usuário pode utilizar as mesmas facilidades concorrentes. “[. 2). scanner. etc. também. Maia.. impressoras. .. Maia (2004. 3) declara que “O compartilhamento de recursos permite. etc.

9-10).3. Normalmente utilizado para serviços tais como o compartilhamento de arquivos e impressoras.1 Windows Server 2003 Standard Edition Esta edição é indicada para ser utilizada em servidores de pequenas e médias organizações ou servidores departamentais com um número médio de usuários.Suporte a serviço de Cluster.32 GB de memória RAM na versão de 32 bits. 8). . . em um servidor Web você pode alocar mais recursos de hardware para os processos do IIS (Internet Information Services). p. .3 Windows Server 2003 Data Center Edition ..).Oito processadores na versão de 32 bits.3.Suporte a mais do que 4 GB de memória RAM.Suporte a serviços de Metadiretório. Serviços e/ou Recursos Não Disponíveis no Windows Server 2003 Standard Edition: .7.. correio eletrônico e aplicativos de colaboração (Microsoft Exchange. p.Troca de memória sem desligar o servidor (somente disponível nas edições Enterprise e Data Center e depende de suporte do fabricante do hardware do servidor). 4. servidor de Banco de dados (SQL Server 2000. 8).). .].. quanto ao hardware: . 2003.. as necessidade mínimas de hardware e os limites máximos suportados. 2003. p. tais como quantidade máxima de memória RAM. Por exemplo. O que diferencia uma edição da outra são as funcionalidade disponíveis em cada edição. Existem quatro edições do Windows Server 2003. . número máximo de servidores em cluster e assim por diante (BATTISTI. 2003.].70 As configurações das funcionalidades disponíveis em cada servidor Windows Server 2003 vão depender do usuário que deverá configurá-lo de acordo com suas necessidades. .Versão de 64 bits para processadores Intel Itanium. 4.Windows System Resource Manager (WSRM): este recurso permite a alocação de recursos de hardware para processos específicos. ORACLE etc.2 Windows Server 2003 Enterprise Edition É recomendado para servidores que forneçam serviços como: roteamento.7. . servidor de Intranet e servidor de conectividade com a Internet [. 4.Suporte a mais do que quatro processadores. números de processadores.Cluster com até oito Servidores (BATTISTI. sites de comércio eletrônico e outros aplicativos utilizados em redes de grande porte [. Lotus Notes etc. .7. dando prioridade para estes processos em relação aos demais (BATTISTI.3. O Windows Server 2003 Enterprise Edition apresenta as seguintes limitações. gerenciamento centralizado das estações de trabalho.

2 GB de memória RAM ” 4. para servidores baseados no processador Intel Itanium. “[. 10). dois processadores..Cluster com até oito servidores (BATTISTI. O Windows Server 2003 Data Center Edition apresenta as seguintes limitações.0 GB Disco p/ instalar FONTE: Battisti (2003.1 Introdução O IIS Pode gerenciar páginas da Web na Internet ou em suas intranets.. utilizando tecnologias como ASPNET. 12) 4. p. 11). . 11). “[. de aplicações Web. para servidores baseados no processador Intel Itanium.0 GB 2.8.. rotear notícias ou e-mails usando o protocolo . Suporta.32 processadores na versão de 32 bits e até 64 processadores na versão de 64 bits. quanto ao hardware: .] Apresenta os seguintes limites de hardwares: Suporte... p. no máximo. hospedar e gerenciar sites FTP.7. “[. 4. e aplicações baseadas na plataforma .7.5 GB 1. 10).0 (IIS) 4.3.4 Windows Server 2003 Web Edition Conforme Battisti (2003.4 Comparação entre as diferentes edições Na tabela 1 podemos verificar os recursos mínimos de hardware exigido por cada edição do Windows Server 2003. p. Tabela 1 – Recursos mínimos de hardwares para as diferentes edições do Windows Server 2003 Recurso Web Standard Enterprise Data Center CPU Mínima 133 MHZ 133 MHZ 133 MHZ P/ X86 400 MHZ p/ X86 733 MHZ P/ Intel Itanium 733 MHZ p/ Intel Itanium CPU Recomendada 550 MHZ 550 MHZ 733 MHZ 733 MHZ Recomendada RAM Mínima 128 MB 128 MB 128 MB 512 MB RAM Recomendada 256 MB 256 MB 256 MB 1024 MB Espaço em 1.5 GB 2.71 Conforme Battisti (2003.64 GB de memória RAM na versão de 32 bits e até 512 GB de RAM na versão de 64 bits.. De acordo com Battisti (2003.] Especificamente projetada para Servidores que prestarão serviço de hospedagem de sites.NET. p. 2003. no máximo.8 Internet Information Services 6.] Apresenta o maior número de recursos e a maior capacidade para atender a aplicações com um grande número de usuários e com elevadas exigências de desempenho”. . XML e Web Services”. p.

profissionais de informática e administradores da Web a atingirem suas metas de desempenho. Verifique periodicamente os sites dos fornecedores dos softwares para ver se existem novos patches disponíveis para os softwares usados na sua organização. assim como o acesso por engano e alteração de dados sem má intenção por usuários. e até mesmo eliminam.desative todos os serviços de que você não precisa. que fornece um meio seguro de estabelecer um vínculo de comunicação criptografada com os usuários. Com o SSL. diversas ameaças.patches dos softwares fornecem soluções a problemas de segurança conhecidos. opcionalmente. ela será comprometido em todo o domínio. o servidor Web também tem a opção de autenticar usuários verificando o conteúdo dos certificados de cliente. Reduza a superfície de ataque . como FTP.1 Recomendações para Servidor Web com IIS Faça logon com as credenciais mínimas . Mantenha os antivírus atualizados . Se um recurso ou serviço não estiver habilitado. Você pode permitir que os usuários troquem informações particulares com seu servidor.0. 4.os antivírus normalmente identificam arquivos infectados procurando uma assinatura que é um componente conhecido de um vírus anteriormente identificado. de forma segura através da criptografia. NNTP ou SMTP. Mantenha todos os patches dos softwares atualizados . como números de cartão de crédito ou números de telefone. Use o NTFS . Contêm novos recursos projetados para auxiliar organizações. saiba que. 4. implementando um método altamente seguro de verificação da identidade dos usuários.8.72 Network News Transfer Protocol (NNTP) e o protocolo SMTP. Tenha cuidado com os controladores de domínio . não há necessidade de protegê-lo.se você usar um controlador de domínio como um servidor de aplicativo. a identidade dos usuários que acessam sites restritos (MICROSOFT. O SSL confirma a autenticidade do site e.8.o sistema de arquivos NTFS é mais seguro que o sistema de arquivos FAT ou FAT32. 2003).2 Segurança Proteções de segurança apropriadas no servidor Web reduzem. . Atribua permissões NTFS de alta segurança para os recursos. incluindo os serviços IIS.2. A base dessa criptografia no IIS é o protocolo SSL 3.faça logon no computador usando uma conta que não esteja no grupo Administradores e use o comando Executar como para executar o Gerenciador do IIS como um administrador. escalabilidade e segurança. Não faça download ou execute programas de fontes não confiáveis. se a segurança for comprometida no controlador de domínio. confiabilidade.

8. Atribua às permissões mais restritas possíveis . com o envio de credenciais de usuário em uma síntese de mensagem com hash aplicado. Ela pode permitir que um usuário carregue arquivos executáveis potencialmente perigosos para o seu servidor e os execute.1 Autenticação de Sites Autenticação anônima: descreve o método de autenticação que não necessita de credenciais de usuário autenticado e é recomendável para conceder acesso público a informações que não requerem segurança. Autenticação básica: descreve o método de autenticação que necessita de um nome de usuário e de uma senha.2 Tipo de Autenticação Você pode exigir que. Autenticação integrada do Windows: descreve o método de autenticação que envia informações de autenticação de usuário pela rede como uma permissão Kerberos.73 Restrinja as permissões de acesso de gravação para a conta IUSR_nome_do_computador .use essa combinação com extremo cuidado. os usuários forneçam um nome e uma senha de conta de usuário. antes que acessem qualquer informação no seu servidor.2. Crie um grupo para todas as contas de usuários anônimos . Negue permissões de execução para usuários anônimos a todos os executáveis dos diretórios e subdiretórios do Windows. 2003). A segurança é considerada baixa. fornece um alto nível de segurança e é recomendável . tornando-as vulneráveis à interceptação.2. Esse processo é conhecido como Autenticação.por exemplo.8. Autenticação Digest: descreve o método de autenticação que necessita de um nome de usuário e de uma senha.esse procedimento facilita para os administradores a atribuição de permissões de acesso e a auditoria. com uma exceção: as credenciais do usuário ficam mais bem protegidas contra descobertas quando são armazenadas no controlador de domínio (DC) como um hash MD5. Se um diretório ou site contiver aplicativos.Você pode negar permissões de acesso a recursos com base na participação nesse grupo. (MICROSOFT.2. A segurança aumenta em relação à autenticação básica.procedimento ajuda a limitar o acesso de usuários anônimos ao seu computador. fornece um nível médio de segurança e pode ser usado para conceder acesso a informações de segurança de redes públicas. 4. Use a restrição de endereço IP se o IIS estiver sendo administrado remotamente. atribua as permissões somente leitura. se seu site for usado somente para exibir informações. Não atribua permissões de gravação e de acesso ao código-fonte do script ou permissões de scripts e executáveis . fornece um nível baixo de segurança e é recomendável para conceder acesso a informações com pouca o nenhuma necessidade de privacidade. Armazene os arquivos executáveis em um diretório separado . atribua as permissões Somente scripts em vez das permissões Scripts e executáveis. Autenticação Digest avançada: descreve o método de autenticação que fornece um nível médio de segurança e é idêntico à autenticação Digest. 4. pois as senhas são enviadas pela rede em texto sem formatação (texto descriptografado).

A segurança é considerada baixa. Autenticação UNC: descreve o método de autenticação usado para verificar as credenciais do usuário para seu acesso aos compartilhamentos em um computador remoto. 4.74 para a intranet da organização.8. fornece um nível baixo de segurança e é recomendável para conceder acesso a informações com pouca o nenhuma necessidade de privacidade. “O controle de acesso adequado ao conteúdo da Web e FTP é essencial para a execução de um servidor Web seguro”. um resumo do processo de controle de acesso efetuado pelo IIS quando recebe uma requisição do usuário: . A autenticação de certificados fornece um alto nível de segurança apropriado para negócios pela Internet. Certificados: descreve o método de autenticação usado para estabelecer uma conexão de comunicação de segurança entre um cliente e um servidor que utiliza a SSL (camada de soquetes de segurança). Autenticação do Passport . Autenticação básica do FTP: descreve o método de autenticação que necessita de um nome de usuário e de uma senha. A seguir podemos observar na figura 12.3 Controle de Acesso Segundo a Microsoft (2003).8.NET: descreve o método de autenticação que fornece uma segurança de início de sessão universal. 2003).2. Não é fácil enviar credenciais de usuário por um proxy HTTP. tornando-as vulneráveis à interceptação (MICROSOFT. permitindo o acesso dos usuários a diversos serviços na Internet. 4.2. 2003).2.2 Autenticação de Sites FTP Autenticação anônima do FTP: descreve o método de autenticação que não necessita de credenciais de usuário autenticado e é recomendável para conceder acesso público a informações que não requerem segurança. Definindo o domínio de logon padrão: descreve como é possível configurar um domínio de logon padrão para os usuários que fazem logon usando a autenticação básica e que não especificam um domínio (MICROSOFT. pois as senhas são enviadas pela rede em texto sem formatação (texto descriptografado).

2.3. O NTFS é um sistema de arquivos mais poderoso e seguro que o FAT e o FAT32”.75 Figura 12 – Controle de acesso do IIS Fonte: (MICROSOFT. 2003). 4.Permitir que os administradores controle acesso de usuários em nível de arquivos e diretórios.8.oferece suporte ao Active Directory (AD) e à segurança baseada em domínio.oferece suporte a criptografia. Os seguintes benefícios são oferecidos pelo New Technology File System (NTFS): . . “É altamente recomendável o uso do sistema de arquivos NTFS para o seu servidor de aplicativos. . 4.2 Permissões de sites .2.3.1 Permissões NTFS De acordo com Microsoft (2003).8.

Por padrão. Essas permissões aplicam-se a todos os usuários. assim como das contas específicas do IIS e seus direitos de usuário associados: Sistema Local: Uma conta interna com um alto nível de direitos de acesso.3 Contas do IIS e contas internas A seguir é apresentada uma lista das contas internas usadas pelo IIS.3. é recomendável que a identidade de processo do operador definida para pools de aplicativos seja executada como a conta Serviço de rede. Para o IIS 6. 4.76 Segundo a Microsoft (2003). Direitos de usuário padrão: Substituir um token no nível de processo (SeAssignPrimaryTokenPrivilege) Ajustar quotas de memória para um processo (SeIncreaseQuotaPrivilege) Gerar auditoria de segurança (SeAuditPrivilege) Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) Fazer logon como um serviço (SeInteractiveLogonRight) Permitir logon local (SeInteractiveLogonRight) Serviço Local: Uma conta interna com menos direitos de acesso no computador do que a conta do serviço de rede e cujos direitos de usuário se limitam ao computador local.2. Serviço de Rede: Uma conta interna com menos direitos de acesso no sistema do que a conta do sistema local.8. ele é mapeado para a conta IUSR_nome_do_computador. . a identidade do processo do operador é executada como Serviço de rede. “Você pode configurar as permissões de acesso do seu servidor Web para sites.0. Direitos de usuário padrão: Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) IUSR_nome_do_computador: Uma conta do IIS para acesso anônimo ao IIS. A conta do serviço local será usada se o processo do operador não exigir acesso externo ao servidor no qual está sendo executada. O usuário tem os mesmos direitos no computador que essa conta. diretórios e arquivos específicos. Por padrão. Direitos de usuário padrão: Substituir um token no nível de processo (SeAssignPrimaryTokenPrivilege) Ajustar quotas de memória para um processo (SeIncreaseQuotaPrivilege) Gerar auditoria de segurança (SeAuditPrivilege) Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) IIS_WPG: Uma conta de grupo do IIS que recebeu as permissões e os direitos de usuários mínimos necessários para inicializar e executar um processo do operador em um servidor Web. Se uma identidade de processo do operador for executada como a conta do sistema local. independentemente de seus direitos de acesso específicos”. esse processo terá acesso total a todo o sistema. mas que ainda pode interagir em toda a rede com as credenciais da conta do computador. quando um usuário acessa um site definido como Autenticação anônima.

8.0.2.8. Essa participação oferece uma maneira conveniente de usar uma conta de usuário específica sem ter que atribuir manualmente a ela permissões e direitos de usuário. Direitos de usuário padrão: Substituir um token no nível de processo (SeAssignPrimaryTokenPrivilege) Ajustar quotas de memória para um processo (SeIncreaseQuotaPrivilege) Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) ASPNET: Uma conta interna para executar o processo do operador do Microsoft ASP. Nelas. 2003). No IIS 6.4 Acesso anônimo De acordo com a Microsoft (2003). 4.3.0 utiliza uma nova conta interna do serviço de rede. O processo do operador será iniciado somente se a mesma estiver no grupo IIS_WPG e tiver as permissões adequadas.8.5 Configurando identidade do processo de trabalho O IIS 6. pode ser usada uma das três contas predefinidas ou criar uma conta própria. permite que qualquer pessoa visite as áreas públicas de seus sites”.2. 4.0. Direitos de usuário padrão: Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) Fazer logon como um serviço (SeInteractiveLogonRight) Negar logon local (SeDenyInteractiveLogonRight) Negar logon pelos serviços de terminal (SeDenyRemoteInteractiveLogonRight). “O acesso anônimo.2. o método de controle de acesso a site mais comum. cujos membros possuem um conjunto mínimo de permissões e direitos para executar um aplicativo. (MICROSOFT.3.0.77 Direitos de usuário padrão: Acesso a este computador pela rede (SeNetworkLogonRight) Ignorar a verificação completa (SeChangeNotifyPrivilege) Fazer logon como um trabalho em lotes (SeBatchLogonRight) Permitir logon local (SeInteractiveLogonRight) IWAM_nome_do_computador: Uma conta do IIS para iniciar aplicativos fora do processo no modo de isolamento do IIS 5.NET no modo de isolamento do IIS 5. oferecendo maior segurança que suas versões anteriores.6 Protegendo sites com restrições de endereço IP . a mesma conta tinha acesso a quase todos os recursos operacionais. O grupo IIS_WPG é um grupo de usuários fornecido pelo IIS 6.3. 4.0.

2003). A URL deve estar associada a um armazenamento de diretivas do Gerenciador de autorização que contenha a diretiva de autorização para a URL.0 permite que um administrador controle o acesso baseado em informações disponíveis somente em tempo de execução Na figura 13 temos a ilustração do gerenciador de ilustração.7 Protegendo diretórios virtuais Os administradores do IIS podem proteger os diretórios virtuais usando a autenticação de usuário local. É preferível utilizar esse procedimento a utilizar um nome de usuário estático e uma senha porque você pode limitar o acesso a partes específicas do compartilhamento UNC para cada usuário ou grupo (MICROSOFT. autorizando o acesso do usuário às URLs que compreendem um aplicativo da Web.8. Quando um aplicativo. URL Authz ISAPI). para outro ISAPI ou para o manipulador de arquivo estático (MICROSOFT. . 4. 2003). permitindo que os administradores controlem todo o acesso do usuário às URLs.8 Autorização da URL A autorização de URL no IIS permite que os administradores do Windows simplifiquem o gerenciamento de acesso.0. você pode utilizar a delegação de autenticação para passar as credenciais autenticadas do usuário solicitante para um servidor de arquivos remoto no qual está localizado um compartilhamento UNC. um diretório virtual ou uma URL é configurada para usar a autorização de URLs de IIS. . o recurso Executar URL do ISAPI de autorização de URLs (no diagrama. A autorização de URLs de IIS é implementada como um interceptador de interface de programação de aplicativos de servidores da Internet (ISAPI) (no diagrama abaixo.3. diretórios ou arquivos com base na sua identificação de rede (IP) e em uma máscara de subrede.2.dll. A utilização da autorização de URLs do IIS 6. cada solicitação de uma URL é roteada para o interceptador ISAPI de autorização de URLs. grupos de computadores ou domínios específicos a sites. De acordo com a Microsoft (2003) “As restrições de endereço IP aplicam-se somente aos endereços IPv4”.78 Você pode configurar seu site para conceder ou negar acesso de computadores.. 4. [. Esse interceptador usará o Gerenciador de autorização (no diagrama. como o ASP. em vez de controlar o acesso por Access Control List (ACL).] No IIS 6. em cada recurso. ExecURL) passará a solicitação para o manipulador apropriado da URL..8.NET Authz Framework) para autorizar o acesso à URL solicitada. Ela valida o acesso solicitado por um usuário baseado nas funções dele. Assim que o cliente tiver autorização para acessar a URL.2.3.

79
Figura 13 - Diagrama Gerenciador de Autorização

Fonte: (MICROSOFT, 2003).

4.8.2.4 Filtragem de porta TCP/IP Permite que você controle os tipos de tráfego que atingem os servidores e dispositivos de rede. Apesar do software de firewall ser usado para impedir invasões externas, podem não proteger os servidores de ataques internos de usuários malintencionados da própria rede privada. Habilita ou desabilita as portas do protocolo TCP e do User Datagram Protocol (UDP) nos computadores ou dispositivos de rede, conforme o administrador quiser. Usada em conjunto com outras práticas de segurança em servidores de Internet e intranet, isola-os de vários ataques externos e internos à segurança do TCP/IP. Podem-se configurar filtros de portas nos servidores individuais, para fornecer uma camada adicional de proteção contra diversos ataques à segurança do TCP/IP.

4.8.2.4.1 Atribuições de portas para serviços web De acordo com a Microsoft (2003), “Há 65.535 números de porta disponíveis para processos de aplicativos que usam o protocolo de controle de transmissão (TCP). O mesmo número de portas está disponível para processos de aplicativos que usam o protocolo de datagrama de usuário (UDP)”. Na tabela 2 podemos observar as portas padrão atribuídas aos serviços web.

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Tabela 2 – Portas TCP padrão para serviços web Número de porta TCP Serviço de Internet padrão 20 Canal de dados do protocolo FTP 21 Canal de controle do protocolo FTP 23 Telnet (habilitado em alguns servidores de intranet ou Internet) 25 Protocolo SMTP 80 Protocolo HTTP usado para World Wide Web 119 Protocolo de transferência de notícias de rede (NNTP) 443 Protocolo de transferência de hipertexto em TLS/SSL (HTTPS) para World Wide Web segura. 563 Protocolo de transferência de notícias de rede em TLS/SSL (NNTPS) FONTE: Microsoft (2003).

4.8.2.4.2 Ferramentas de filtragem de portas Para maior eficiência, configure a ferramenta de filtragem de modo que aceite solicitações por meio de cada porta exigida pelos aplicativos do servidor e recuse as solicitações provenientes de todas as outras portas TCP ou UDP. A filtragem de todo o tráfego destinado a essas portas eliminará a exposição desnecessária a ataques. A seguir, uma lista de ferramentas que podem ser usadas para filtrar o tráfego nos servidores ou na rede:
Diretivas de filtragem de segurança do protocolo Internet (IPSec): Dá suporte a regras de filtragem de pacotes monitoradores baseadas em diretivas que podem ser usadas com criptografia e autenticação IPSec para fornecer proteção total. Recomendadas se a organização possuir o IPSec implantado. Firewall de conexão com a Internet (ICF): Habilita filtros monitoradores baseados em definições de serviços configuráveis. Dá suporte a serviços de notificação e logs. Recomendado se a organização não tiver implantado o IPSec. Serviço de autenticação da Internet (IAS): Fornece serviços de controle de acesso à rede, inclusive filtros de tráfego para redes sem fio, acesso remoto, redes privadas virtuais, recursos de Internet e extranets. Filtragem de TCP/IP: Limitada à filtragem de protocolos e pacotes monitoradores. Não é recomendada. O IPSec e o ICF fornecem filtros monitoradores mais úteis e robustos. Microsoft Internet Security e Acceleration Server: Disponível como produto separado (não incluído na família Windows Server 2003). Contém o avançado software firewall de rede que permite configurar regras sofisticadas de filtragem de aplicativos e tráfego para computadores e dispositivos de rede (MICROSOFT, 2003).

4.8.2.5 Criptografia

81 Seus recursos podem ser usados para codificar as informações transmitidas ao servidor Web e recebidas por ele, impedindo que pessoas não autorizadas decodifiquem o conteúdo original de suas transmissões.

4.8.2.5.1 Ativando a criptografia Você pode exigir que os usuários estabeleçam um canal criptografado com seu servidor antes de acessarem um site, um diretório ou um arquivo restrito. Entretanto, o navegador da Web do usuário e seu servidor Web devem oferecer suporte ao esquema de criptografia usado para proteger o canal.
Ao definir propriedades de segurança para um site específico, você define automaticamente as mesmas propriedades de segurança para os diretórios e os arquivos pertencentes a esse site, a menos que as propriedades de segurança dos diretórios e dos arquivos individuais tenham sido definidas anteriormente (MICROSOFT, 2003).

Se as propriedades de diretórios e arquivos individuais forem redefinidas, suas configurações de segurança anteriores serão atualizadas. A mesma condição é aplicada para um diretório com subdiretórios ou arquivos com propriedades de segurança anteriormente definidas. Recomenda-se o uso da criptografia SSL/TLS somente para informações sigilosas uma vez que este reduz a taxa de transmissão e degrada o desempenho do servidor.

4.8.2.5.2 Definindo o nível de criptografia Você pode configurar o servidor Web para solicitar um nível de chave de sessão mínimo de 128 bits para todas as sessões de comunicação segura sendo que a chave e o SSL são diferentes. Entretanto, os usuários que tentarem estabelecer um canal de comunicação seguro com seu servidor deverão usar um navegador capaz de se comunicar com uma chave de sessão de 128 bits.

4.8.2.6 Certificado Digital De acordo com a Microsoft (2003), “Os certificados são uma forma de identificação digital do servidor e dos clientes que solicitam informações desse

é necessário considerar a possibilidade de obter um certificado de servidor de uma autoridade de certificação. A função dos certificados é semelhante à de um passaporte ou de outra carteira de identidade oficial. Para o uso da SGC.6. 4. portanto. a autoridade de certificação exige que você forneça informações com extensão que pode variar com os requisitos de garantia de identificação do certificado. Um certificado de servidor permite que os usuários autentiquem um servidor.8.6. dependendo do relacionamento da sua organização com os usuários do seu site. não é necessário ter várias versões do IIS. O sucesso de um certificado de servidor como meio de identificação depende da confiança do usuário na validade das informações contidas no certificado.1 Autoridades de certificação Pode-se obter um certificado de uma outra organização mutuamente confiável. Um servidor configurado para SGC pode facilitar as sessões de criptografia.3 Server-gated Cryptography (SGC) Oferece às instituições financeiras uma solução para a realização de transações financeiras seguras no mundo inteiro com o uso da criptografia de 128 bits de alta segurança. Como alternativa. chamada autoridade de certificação (CA). 4. cuja principal responsabilidade é confirmar a identidade e a validade das informações que irão conter no certificado.8. Antes de emitir um certificado. é necessário um certificado SGC especial. que identifica o portador”.82 servidor. você poderá emitir seus próprios certificados de servidor. .2.2. verifiquem a validade do conteúdo da Web e estabeleçam uma conexão segura.2. Nesse caso. 4. usada na criação de uma conexão segura entre o cliente e o servidor.6. deve-se obter e instalar um certificado de servidor válido.2 Certificados de servidor Para ativar os recursos de segurança SSL. A coleta dessas informações pode exigir uma entrevista pessoal com a autoridade de certificação e o endosso de um tabelião.8. Ele contém uma chave pública.

8.83 4.4 Provedor de serviços de criptografia selecionável Todo provedor de criptografia pode criar uma chave pública e uma chave particular para criptografar os dados que o servidor Web envia e recebe. “Um provedor de serviços de criptografia (CSP) selecionável permite que você selecione um provedor de criptografia para lidar com a criptografia e com o gerenciamento de certificados”.6 Lista de certificados confiáveis Mantendo uma lista de certificados confiáveis (CTL).6. [.] O IIS aceitaria somente os certificados de cliente fornecidos por autoridades de certificação contidas na lista de certificados confiáveis desse departamento (MICROSOFT.2. os administradores de sites podem comparar automaticamente os certificados de cliente com uma lista predefinida de autoridades de certificação confiáveis.. chaves públicas de criptografia que fazem parte do recurso de segurança SSL do IIS. uma chave pública usada para estabelecer comunicações seguras e informações de validação. que facilitam a criptografia e a descriptografia dos dados transmitidos por uma rede aberta. 4..6.2.7 Detecção de certificados de cliente revogados A maioria das autoridades de certificação mantém uma lista de revogação de certificados que na verdade é uma lista dos certificados de cliente atuais que foram revogados por terem fornecido informações falsas ou porque a data do certificado está vencida ou por solicitação de cancelamento pelo usuário. As autoridades de certificação oferecem tipos diferentes de certificados de cliente. Conforme a Microsoft (2003). a identidade da autoridade de certificação. 4.8. Como o certificado .2.6.2.8.6.5 Certificados de cliente Os certificados de cliente são documentos eletrônicos que contêm informações sobre clientes. Um certificado de cliente comum contém várias informações: a identidade do usuário. 2003).8. dependendo do nível de autenticação necessário (MICROSOFT. como uma data de vencimento e um número de série. 2003). 4. que contêm quantidades diferentes de informações.

um programa CGI ou um script. De acordo com a Microsoft (2003). e não pode ser literalmente retirado do usuário mal-intencionado. um comando GET). poderá ser personalizado selecionando as propriedades que se deseja registrar. por exemplo. todo o tráfego para o site é registrado no arquivo correspondente para cada site. pode-se coletar informações sobre atividades do usuário. A seguir. Nome de usuário: O nome do usuário que acessou o servidor. que são armazenadas em arquivos American Standard Code for Information Interchange (ASCII) ou em um banco de dados compatível com Open Data Base Connectivity (ODBC). Método: A ação que o cliente estava tentando executar (por exemplo. “Os logs podem incluir informações como. adiciona-se as informações sobre o certificado do cliente revogado nessa lista. .8. URI Stem: O recurso acessado.8.0. Porta do servidor: O número da porta à qual o cliente está conectado. uma página HTML. por exemplo. quem visitou o site. IP de servidor: O endereço IP do servidor em que a entrada de log foi gerada. Endereço IP do cliente: O endereço IP do cliente que acessou o servidor.1 Habilitando o log Escolhe-se um formato e habilita-se o log para sites da Web e FTP individuais.2 Personalizando o log estendido do W3C Quando usado. as propriedades estendidas disponíveis na versão do IIS 6. Após habilitá-lo.3. o que o visitante viu e quando as informações foram exibidas pela última vez”. 4.84 não é material. Nome de servidor: Nome do servidor em que a entrada de log foi gerada.3. Também pode limitar dados irrelevantes e reduzir o tamanho do arquivo de log omitindo propriedades dispensáveis. 4.3 LOGs de atividades do site Habilitando o log dos sites da Web. Nome de serviço: O serviço de Internet que estava sendo executado no computador do cliente.8. 4.

Uma ou mais seqüências de caracteres de pesquisa das quais o cliente buscava correspondências são registradas no log. .8. Tempo decorrido: O intervalo de tempo decorrido para a ação. 4.1.3. Status do Win32®: O status da ação.8. será HTTP 1.pode substituir endereços IP por nomes do sistema de nomes de domínios durante a conversão dos arquivos de log com formato do IIS e estendido do World Wide Web Consortium (W3C) para o formato comum do NCSA.pode ser usado para converter diferenças de fuso horário. nos termos empregados pelo HTTP.0 ou HTTP 1.3 Salvando arquivos de log O diretório em que serão salvos os arquivos de log pode ser especificado e pode-se determinar quando novos arquivos de log serão iniciados.pode ser usado para substituir endereços IP por nomes DNS dentro de um arquivo de log comum do NCSA e. Host: O nome do computador. Bytes recebidos: O número de bytes recebidos pelo servidor. 4.8.Converte os arquivos de log do servidor Web em formato de arquivo de log comum do NCSA.5 Log binário centralizado . Agente de usuário: O navegador utilizado no cliente. Bytes enviados: O número de bytes enviados pelo servidor. que o cliente estava tentando executar.4 Convertendo arquivos de log em formato NCSA O formato comum do National Center for Supercomputing Applications (NCSA) é padronizado e de uso comum. No caso do HTTP. . O utilitário convlog: . 4. Versão do protocolo: A versão do protocolo (HTTP. 2003). Status do protocolo: O status da ação. Referencial: O site que direcionou o usuário para o site atual. Deve-se definir o controle de acesso adequado no diretório de arquivos de log para proteger os dados registrados.3. É mais seguro permitir o acesso ao diretório de arquivos de log somente para o administrador e para o grupo IIS_WPG. Cookie: O conteúdo do cookie enviado ou recebido se houver. Substatus de protocolo: Status adicional da ação.85 URI Query: A consulta. nos termos empregados pelo HTTP (MICROSOFT. . nos termos empregados pelo Windows. FTP) utilizada pelo cliente. se houver.3.

. Quando habilitado. o que preserva os recursos de memória. 4. Suspende a gravação no log para o site até que o proprietário seja desse grupo. [.7 Log remoto O Log remoto permite que você estabeleça armazenamento e backup de arquivos de log centralizados.sys crie diretórios de arquivos de log e arquivos de log. mas são mais lento que os métodos de log padrão. pois grava o arquivo de log pela rede.8. Segundo Microsoft (2003). e não do site. Os desenvolvedores e administradores de sistema implementam módulos de log personalizados quando criam seus próprios formatos de arquivos de log ou quando manipulam dados de log.sys publica um erro no log de eventos do Windows NT. ou objetos de modelo de objeto componente (COM). 4.86 É o processo por meio do quais vários sites da Web inserem dados de log binários sem formatação em um único arquivo de log. caso o proprietário do diretório ou do arquivo não esteja no grupo de administradores local. É altamente recomendável a ativação da segurança do protocolo Internet (IPSec). Para evitar esse erro. Depois que esse tipo de log é habilitado no servidor que executa o IIS. O HTTP. que implementam a interface ILogPlugin ou ILogPluginEx.8. o que pode provocar queda de desempenho. entre o servidor web que executa o IIS e o servidor remoto. todos os sites no servidor Web que executam o IIS inserem dados de log em um único arquivo de log.3. “O log binário centralizado é uma propriedade do servidor. Quando a identificação global exclusiva (GUID) deste objeto COM é especificada na propriedade LogPluginClsid da metabase.6 Módulos de log personalizados O IIS oferece suporte para módulos de log personalizados.. ou até que o diretório ou arquivo de log existente seja excluído. basta permitir que o HTTP. a maior parte dos métodos de log cria um arquivo de log por site. você não pode configurar a criação de log em outro formato para sites específicos”. antes de configurar o log remoto.3. 2003). o IIS instancia o módulo de log personalizado e usa seus métodos para registrar as entradas de log (MICROSOFT.]. O IPSec é uma estrutura de padrões abertos destinada a assegurar comunicações privadas seguras em redes com o protocolo Internet (IP) por meio da utilização de serviços de segurança . gerando problemas de desempenho. Normalmente. o que pode consumir rapidamente valiosos recursos de CPU e memória nos servidores que executam o IIS.

2 retorna para o computador do cliente como 404. Quando a mensagem contém muitas informações sobre o servidor Web principal e uma explicação do motivo pelo qual uma determinada solicitação não foi executada. os pacotes de dados que contiverem dados de log correrão risco potencial de interceptação por indivíduos e aplicativos de captura de informações invasivos enquanto trafegam pela rede (MICROSOFT.2 Segurança Os arquivos da metabase devem ser protegidos a qualquer custo. “O IIS (Serviços de Informações da Internet) armazena a configuração e o esquema da metabase em arquivos de formato XML com texto sem formatação.3. usando um modelo de herança.4 Metabase do IIS A metabase é um depósito para a maioria dos valores de configuração do IIS (Serviços de Informações da Internet). o mesmo acontece com a metabase. Se o IPSec não estiver habilitado entre o servidor web que executa o IIS e o servidor remoto. 4. À medida que a implantação do IIS cresce. é possível evitar declarações explícitas de valores duplicados. 4.4. 4. Se você mantiver esse nível de . as mensagens de erro personalizadas não retornam o conteúdo específico da mensagem de erro para computadores de clientes remotos.4. 2003).87 criptográficos. do motivo pelo qual uma solicitação falhou. Uma instalação padrão do IIS garante a segurança da metabase definindo entradas de controle de acesso (ACEs) estrito nos arquivos da metabase e criptografando dados confidenciais dentro dos arquivos (uma lista de controle de acesso [ACL] contém ACEs).XML de texto sem formatação que pode ser editado manualmente ou programaticamente.8.8 Códigos de erro em arquivos de log Para diminuir os ataques do IIS. ao contrário das versões anteriores do IIS que usavam um único arquivo binário”. não dando pistas. Ela também pode ser estendida de modo altamente eficiente.1 Estrutura De acordo com a Microsoft (2003). indivíduos mal-intencionados podem usar essas informações para atacar o servidor Web. o que reduz a sobrecarga quando é necessário ler valores de configuração a partir da metabase (MICROFOT. A metabase é um arquivo de configuração .8.8. porém. para o cliente remoto.8. 4. um código de erro como 404. Por isso. 2003). que pode estar mal intencionado.

que só podem ser restaurados em sua totalidade. que cria uma melhor experiência para clientes que tentam acessar o servidor Web [. 4. independentemente de como foram criados. nomeado MetaBase. pois agora é possível restaurar o backup em outros computadores se o backup de segurança tiver sido escolhido.4. ser importado para o arquivo de configuração da metabase do mesmo computador ou para outro computador que esteja executando um membro da família Microsoft Windows Server 2003. é recomendável fazer o backup da metabase assim que for possível.8. são armazenados juntos e exibidos juntos no Gerenciador do IIS. O ajuste ajuda a evitar afunilamentos e pode ajudar a ampliar o tempo entre as atualizações de hardware (MICROSOFT.88 segurança. usar uma senha de administrador de alta segurança e limitar o número de usuários que possuem credenciais administrativas. 4. Esse arquivo de exportação pode.0 ou atualizar para o IIS 6. fizer backups periódicos.8. 2003).8.4.] A exportação da metabase não substitui a funcionalidade do backup da metabase. O backup da metabase é usado para criar arquivos de backup da configuração e do esquema integrais da metabase.. Todos os backups. depois.0. Os backups da metabase são criados automaticamente pelo IIS. que contém elementos especificamente selecionados de um arquivo de configuração da metabase.. . A exportação da metabase não pode ser usada para exportar o esquema da metabase (MICROSOFT. 2003). 4. usando o Gerenciador do IIS.3 Backup Criar backups da metabase é uma parte vital da manutenção da confiabilidade da metabase.5. inclusive com as propriedades criptografadas.5 Ajuste de desempenho Ajustar o servidor da Web e melhorar o desempenho permite que você maximize a taxa de transferência e para minimizar o tempo de resposta do aplicativo da Web. 4.4 Importação e Exportação O recurso de importação e exportação da metabase permite que os administradores criem um arquivo de exportação. e eles podem ser criados por demanda por um administrador do IIS.xml por padrão. estará tomando as precauções adequadas para proteger os arquivos da metabase (MICROSOFT. 2003). Depois de instalar o IIS 6.. [.. a fim de preservar os dados de configuração (MICROSOFT.0.]. Não existe suporte para a restauração de backups de versões anteriores do IIS. A capacidade de criar arquivos de backup da metabase e de restaurá-la usando esses arquivos foi aperfeiçoada no IIS 6. pois as propriedades criptografadas não são incluídas.8.1 Desempenho e Segurança Uma questão importantíssima em um servidor web é o equilíbrio entre o desempenho do servidor e a implementação de segurança. 2003).

o cliente e o servidor precisam estabelecer uma conexão completamente nova”.677 milhões de instruções por segundos (MIPS). portanto o uso destes recursos deverá ser equilibrado com o desempenho desejado.9 Política de Controle de acesso Os ativos identificados estão condicionados ao escopo do projeto. “As comunicações da Web seguras exigem mais recursos [. leva cinco vezes mais tempo para conexão inicial do que um site web não seguro. De acordo com a Microsoft “o tempo limite padrão para o cache da sessão SSL foi alterado para cinco minutos no Microsoft Windows 2000 e em versões posteriores. localizado na cidade de São Paulo/SP.691 milhões de unidades de serviços por segundos (MSU) e 12. Um site web seguro com SSL implementado.9.9. A autenticação. abragendo servidores de páginas intranet das filiais regionais da CEF.1 Ambiente mainframe IBM 2 equipamentos modelo 2094 737 e 1 modelo 2094 708 com poder de processamento de 4.89 De acordo com a Microsoft (2003). 1 equipamento modelo 2064 733 com poder de processamento de 1. Depois que esses dados são excluídos ou "liberados" do cache.. 4. 4.232 milhões de unidades de serviços por segundos (MSU) e 30. localizados na cidade de Brasília/DF. É necessário definir com clareza quais páginas do site web deverá ter segurança implementada e qual tipo de segurança será utilizada.. o SSL e a criptografia são recursos de segurança que exige processamento significativo e.816 milhões de instruções por segundos (MIPS). . portanto é importante saber quando usar diversas técnicas de segurança”.273 milhões de instruções por segundos (MIPS).].1. os certificados.609 milhões de unidades de serviços por segundo (MSU) e 11. localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ. e 1 equipamento modelo 2094 731 com poder de processamento de 1.1 Ambiente centralizado (grande porte) 4. por exemplo.

9. e 13.4 Storage em disco 46.370 GB de mídias 3490. 1 equipamento modelo F15000 com 32 processadores e 20 servidores SUN de menor porte.1. localizados na cidade de São Paulo/SP. e 3 equipamentos modelo E10000 com 64 processadores e 43 servidores SUN de menor porte.90 4. localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ.9.704 GB de disco fornecido pela Hitachi Data Systems (HDS).9. 1 equipamento modelo E6500 com 8 processadores e 54 servidores SUN de menor porte. localizado na cidade de Brasília/DF.684 GB de mídias 3490. 3 equipamentos modelos F15000 com 72 processadores cada.780 GB de disco fornecido pela Hitachi Data Systems (HDS). 110 Servidores localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ.198 GB fornecido pela EMC Corporation e 16.1.3 Ambiente x86 369 Servidores localizado na cidade de Brasília/DF. e 218 Servidores localizado na cidade de São Paulo/SP. localizado na cidade de São Paulo/SP.1. localizado na cidade do Rio de Janeiro/RJ. 12.248 GB de disco fornecido pela IBM. 4. 4.9. 35. localizados na cidade de Brasília/DF. 1 equipamento modelo E10000 com 64 processadores.000 GB de disco fornecido pela International Business Machines (IBM) e 20.2 Ambiente SUN 1 equipamento modelo E10000 com 64 processadores.765 GB fornecido pela EMC Corporation e 6.736 GB de disco fornecido pela IBM. localizados na cidade do Rio de Janeiro/RJ. 4.1. e .340 GB de mídias 9840 e 129.5 Storage em fita 5 silos robóticos. 4 silos robóticos. 31.237 GB de disco fornecido pela Hitachi Data Systems (HDS).180 GB de mídias 9840 e 75. 20. localizado na cidade de Brasília/DF. 21.

129. assim distribuídos por todo o território nacional: 9 servidores em Belém/PA. 4.430 equipamentos de auto-atendimento. bancária).766 GB de mídias 9840 e 130. 10 servidores em Florianópolis/SC. 13 servidores em Fortaleza/CE. distribuído na rede da CEF que utilizam os sistemas e os recursos disponibilizados por cada área sendo a gerência regional de tecnologia responsável por estes computadores em seu âmbito de atuação. 16. WINS.9. .9. localizado na cidade de São Paulo/SP.1 Servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet 573 servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet.092 estações de trabalho (computadores desktop) e 3. 11. 1.315 notebooks. e 2. 14 servidores em Goiânia/GO. 23.179 impressoras.2.676 estações financeiras (computadores desktop para automação 4.731 GB de mídias 3490.91 5 silos robóticos.. 18. aplicativos legados.389 objetos.2 Ambiente descentralizado (baixa plataforma) 14 servidores controladores de domínio que gerencia 259. 16. 6. 11 servidores em Campo Grande/MS.678 salas 24 horas.556 servidores member server que disponibilizam serviços de rede como DNS. 4 servidores em Campinas/SP. 15 servidores em Bauru/SP.175 equipamentos lotéricos. correio. 51 servidores em Belo Horizonte/MG. 1. 14 servidores em Curitiba/PR.535 servidores com SGBD SQL.208 cofres eletrônicos. etc. 218 servidores em Brasília/DF.

8 links de comunicação de 33.048 kilobits por segundo (Kbps). e que sustentam a rede de comunicação da empresa. 103 links de comunicação de 2.8 kilobits por segundo (Kbps).2 kilobits por segundo (Kbps). 11 links de comunicação de 2.508 hub. Todos os servidores atendem os requisitos mínimos de hardware descrito no item 4.544 roteadores. 5 links de comunicação de 1. 1.9. 30 servidores em Porto Alegre/RS.4. 1 link de comunicação de 4.3 Ambiente de telecomunicações Conjunto de ativos tecnológicos instalados nos diversos ambientes da CEF. 2 links de comunicação de 14. 1. 79 servidores em Recife/PE. 4. 7 links de comunicação de 28. e 10 servidores em Vitória/ES.92 5 servidores Manaus/AM. 4.426 links de comunicação de 256 kilobits por segundo (Kbps). 31 servidores em Rio de Janeiro/RJ.6 kilobits por segundo (Kbps). 7 links de comunicação de 34. não havendo necessidade de atualização (upgrade) para instalação do Windows Server 2003 Web Edition.240 kilobits por segundo (Kbps). 78 links de comunicação de 1. 7 links de comunicação de 10.816 kilobits por segundo (Kbps).853 switch. 9 links de comunicação de 19.161 links de comunicação de 128 kilobits por segundo (Kbps). tabela 1.024 kilobits por segundo (Kbps). 2.4 kilobits por segundo (Kbps).7. 346 links de comunicação de 512 kilobits por segundo (Kbps).4 kilobits por segundo (Kbps).8 kilobits por segundo (Kbps). e . 38 servidores em São Paulo/SP. 4. 59 links de comunicação de 64 kilobits por segundo (Kbps). 5 links de comunicação de 9.6 kilobits por segundo (Kbps). 21 servidores em Salvador/BA.2 kilobits por segundo (Kbps).

demonstra-se a seguir as matrizes de risco referentes à cada item avaliado (Tabelas de 3 a 8).93 3 links de comunicação de 158.Responsabilidades dos usuários e . .5 Recursos humanos 70. Esta etapa tem como objetivo comparar os itens relevantes relacionados na ABNT 17799:2005 e normativos interno da empresa que estão abaixo relacionados: . 23.416 ramais. visando adequar as falhas levantadas às práticas sugeridas pela ABNT 17799:2005 e também às normas internas da empresa. .10.1 Avaliação de Risco Os riscos da empresa CEF quanto à segurança da informação foram avaliados por meio de aplicação de matriz de risco para identificar as vulnerabilidades e fazer um mapeamento dos pontos mais críticos.9.295 PABX com capacidade de 46.Política de controle de acesso. 4.930 prestadores de serviços. 4.Gerenciamento de acesso de usuário. .10 Análise de Riscos e Vulnerabilidades O propósito da análise de risco foi identificar e mensurar os critérios de risco de controle de acesso e determinar o grau de importância de cada item avaliado para os negócios da empresa.4 Ambiente de telefonia 2.9. 4.885 empregados.735 estagiários.816 troncos e 110.Controle de acesso a rede.720 kilobits por segundo (Kbps). Para tanto. 4. e 5.

00% Médio 100.3 2.00% Baixo .7 3 5 30 15 50.00% Baixo Item 1.9 2 3 8 10 86.00% Baixo 1.4 1.00% Baixo 100.00% Baixo 90. Política de Controle de Acesso Pontuação Importância do item (peso) 3 Adequação do item na empresa 10 % de atendimento à ideal obtida norma Risco 30 30 100.00% Baixo 80.00% 20 30 30 10 20 14 27 21 10 18 70.00% Baixo 100.00% Baixo 2.00% Médio 90.00% Médio 2.4 2 1 10 8 20 10 20 8 100.00% Baixo 100.5 2.00% Baixo 2. Gerenciamento de acesso de usuário Pontuação Importância do item (peso) Adequação do item na empresa % de atendimento à ideal obtida norma Risco Item Aspectos Existe identificador de usuário (ID de usuário) único para assegurar a responsabilidade de casa usuário? Existe identificador de usuário (ID de usuário) compartilhado por dois ou mais usuários? Ao se conceder um nível de acesso é analisado se este nível de acesso é apropriado às atribuições diárias do usuário? Os usuários recebem uma declaração por escrito dos seus direitos de acesso? É requerida dos usuários a assinatura de uma declaração indicando que eles entendem as condições de acesso? É mantido um registro formal de todas as pessoas registradas para usar o serviço? Existe bloqueio imediato de direitos de acesso de usuários que mudaram de cargos ou funções.1 2.6 1.1 Aspectos Existe uma política de controle de ambiente de computação? Há identificação de todas as informações relacionadas às aplicações de negócio e os riscos a que as informações estão expostas? Há consistência entre controle de acesso e políticas de classificação da informação em diferentes sistemas e redes? Existe administração de direitos de acesso? Existe segregação de regras de controle de acesso? Foram definidos requisitos para autorização formal de pedidos de acesso? É realizada análise crítica períodica de controles de acesso? Situação parcial 1.5 1.00% Baixo 2.2 3 1 10 10 30 10 30 10 100.11% 20 30 16 30 80. ou deixaram a organização? Existe análise periódica para remover ou bloquear identificadores (ID) e contas de usuários redundantes? Existe o fornecimento de um identificador (ID) para mais de um usuário? Situação parcial 2.7 2 3 3 1 2 7 9 7 10 9 85.94 Tabela 3 – Matriz de Risco – Política de Controle de Acesso 1.00% Baixo 70.3 1.6 2 1 8 10 20 10 16 10 80.00% Baixo Tabela 4 – Matriz de Risco – Gerenciamento de acesso de usuário 2.2 2 8 20 16 80.8 2.

71% 30 30 30 30 30 27 30 30 100.3 4.00% Baixo 3.5 2 2 3 10 4 10 20 20 30 20 8 30 100.6 3 10 30 30 100.7 4.00% Baixo Item 3. Controle de acesso a rede Pontuação Importância do item (peso) 3 2 Adequação do item na empresa 10 5 % de atendimento à ideal obtida norma Risco 30 20 30 10 100. Responsabilidades dos usuários Pontuação Importância do item (peso) 3 3 Adequação do item na empresa 10 10 % de atendimento à ideal obtida norma Risco 30 30 30 30 100.7 3 3 3 3 10 9 10 10 95.00% Baixo 100.00% Baixo 90.3 3 8 30 24 80.00% Baixo .4 3.95 Tabela 5 – Matriz de Risco – Responsabilidades dos usuários 3.2 Aspectos Existe uma política de uso dos serviços de redes? A própria empresa gerencia o ambiente de rede ou terceiriza este serviço? São usadas contas de logon separadas para atividade normal versus atividades administrativas de gerenciamento? A empresa concede acesso administrativo a usuários para suas estações de trabalho? Usuários externos acessam a rede? Qual é a forma de autenticação? Existe firewalls ou outros controles de acesso de nível de rede nas fronteiras da rede para proteger os recursos corporativos? Existem serviços abertos à internet na rede interna da empresa? Como é controlado o acesso destes serviços? Existe hardware ou software de detecção de intrusões para identificar ataques? Situação parcial 4.1 4.00% Baixo 100. reutilização e tamanho)? De que forma são armazenadas as senhas dos usuários? Senhas padrão são alteradas no primeiro logon do usuário? Existem controles para impor o cumprimento das políticas de senha nos diversos tipos de contas? Situação parcial 3.8 3 3 10 10 89.4 4.5 3.52% 30 30 30 30 100.1 3.00% Baixo 4. para manter a confidencialidade de sua senha pessoal e das senhas de grupos de trabalhos? Qual é o procedimento adotado para alteração de senha e qual é a periodicidade? (ciclo de vida de senha.00% Baixo 4.00% Médio Item 4.00% Baixo 50.00% Baixo 100.6 3.2 Aspectos Existe uma política de senha na empresa? Os usuários são informados sobre a política de senha da empresa? Os usuários assinam uma declaração.00% Alto 100.00% Baixo 100.00% Baixo Tabela 6 – Matriz de Risco – Controle de acesso à rede 4.00% Baixo 40.

00% Baixo Item 5.00% Alto 0.6 5.2 5.00% Alto 5.00% Alto 5.76% 20 20 20 20 20 0 0 0 8 8 0. Legenda % de atendimento a norma Importância do item (peso) Adequação na empresa 17799:2005 e normas interna 0 1 2 3 Pouco importante Importante Muito importante 1a4 5a7 8 a 10 Ausência de adequação Presença de adequação Adequação parcial Adequação total 0 a 39% 40% a 70% 71% a 100% Ruim Regular Bom Alto Médio Baixo Rísco .13 2 2 2 2 2 0 0 0 4 4 22.12 5.11 5. informando que o servidor é acessado apenas por pessoas autorizadas? Existe política para configuração dos parâmetros de diretivas de conta? Existe política para configuração dos parâmetros de diretiva de auditoria? Existe política para configuração dos parâmetros de atribuições de direitos de usuário? Existe política para configuração dos parâmetros de opções de segurança? Existe implementação de criptografia para armazenar informações sigilosas? Existe implementação de uso de certificado de aplicação? Existe controle de instalação das atualizações de segurança disponibilizado pelo fornecedor do sistema operacional? Existe controle dos serviços essenciais que deverão está em execução nos servidores? Existe controle dos serviços que não deverão está em execução nos servidores? Existe um padrão de configuração do serviço Internet Information Services (IIS)? Como é efetuada a publicação dos sites nos servidores intranet? Situação parcial 3 10 30 30 100.8 3 2 3 2 0 0 0 0 30 20 30 20 0 0 0 0 0. Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet Pontuação Importância Adequação % de do item do item na atendimento à (peso) empresa ideal obtida norma Risco Aspectos Existe política de segurança física nas gerências regional de suporte tecnológico? Existe um aviso no sistema operacional.00% Alto 0.9 5.00% Alto 0.00% Alto 0.96 Tabela 7 – Matriz de Risco – Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet 5.5 5.3 5.7 5.00% Alto Tabela 8 – Legenda 6.00% Alto 0.10 5.00% Alto 0.4 2 2 2 10 0 0 20 20 20 20 0 0 100.00% Alto 40.00% Alto 40.00% Baixo 0.1 5.

97 4.10.2 Resultado da avaliação de risco

Obteve-se, com a aplicação da matriz de risco, a identificação dos aspectos de controle de acesso de acordo com a ABNT 17799:2005 e seus respectivos riscos (alto ou médio ou baixo). Comentou-se os resultados dessa avaliação, com a numeração apresentada na matriz de risco, nos subitens que seguem.

4.10.2.1 Política de controle de acesso

Observou-se acerca da Política de controle de acesso, conforme demonstra a tabela 3, que os itens “consistência entre controle de acesso e políticas de classificação” e “segregação de regras de controle de acesso” apresentam parcial adequação à norma. Isto em virtude da inadequada aplicação da política normarizada pela empresa sob estudo (CEF). No que tange aos demais itens da referida política, notou-se a total adequação à norma.

4.10.2.2 Gerenciamento de acesso de usuário

A avaliação representada na tabela 4, referente ao Gerenciamento de acesso de usuário, resultou nas seguintes considerações: O item “bloqueio imediato de direitos de acesso de usuários que mudaram de cargos ou função, ou deixaram a organização” apresentou presença parcial de adequação à norma, pois, apesar de já existir uma política normatizada não é aplicada adequadamente. Os demais itens apresentaram adequação à norma.

4.10.2.3 Responsabilidades dos usuários No que tange à Responsabilidade dos usuários (tabela 5), o resultado obtido foi de que todos os itens analisados apresentaram adequação à norma. 4.10.2.4 Controle de acesso à rede No estudo do Controle de acesso à rede (tabela 6), notou-se que o item “a empresa concede acesso administrativos a usuários para suas estações de

98 trabalho” não apresentou adequação à norma, porque existem várias estações de trabalho que contém um ou mais usuários de rede como administradores locais da estação. Por outro lado, o item “a própria empresa gerencia o ambiente de rede ou terceiriza este serviço” apresentou presença parcial de adequação à norma, pois, apesar de ser a própria empresa que gerencia o ambiente de rede, existem terceirizados que também exercem esta atividade. Enfim, Os demais itens analisados no controle de acesso à rede apresentaram adequação total à norma.

4.10.2.5 Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet Do estudo desta última matriz (tabela 7) inferiu-se que os itens “existe política de segurança física nas gerências regional de suporte tecnológico” e “aviso no sistema operacional informando que o servidor é acessado apenas por pessoas autorizadas” apresentaram total adequação à norma. Ao passo que os demais itens não apresentaram adequação à norma.

4.11 Soluções e recomendações
Nesta etapa do trabalho destinou-se a propor soluções para os itens que apresentaram riscos classificados como alto e médio, ou seja, não indicaram adequação à norma ABNT 17799:2005 ou indicaram de modo parcial. São os itens referentes às tabelas 3, 4 e 6. Nos casos das tabelas 1, 2 e 5, que apresentaram riscos classificados como baixo, não serão apresentadas propostas de melhoria, em virtude do grau de adequação à norma ser satisfatório ou sua importância muito baixa.

4.11.1 Política de controle de acesso

Tendo em vista que já existe normativo interno para consistência entre controle de acesso e políticas de classificação da informação em diferentes sistemas

99 e redes, sugere-se a divulgação deste em toda empresa e o cumprimento do que foi definido. Há necessidade também de identificar as informações relacionadas às aplicações de negócios e os riscos a que estão expostas, classificando-os e disponibilizando-os corretamente em todos os segmentos da empresa.

4.11.2 Gerenciamento de acesso de usuário Há necessidade de implementar uma rotina de remoção ou bloqueio imediato de acesso de usuários que mudaram de cargo, função ou deixaram a organização.

4.11.3 Controle de acesso à rede Recomenda-se que o ambiente de rede seja gerenciado apenas por empregado da CEF e que seja implementada uma rotina para garantir o cumprimento da norma que regulamenta o acesso administrativo a usuários, em suas estações de trabalho.

4.12 Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet
Importa tratar de modo distinto, as propostas para a tabela 7. Elas são apresentadas em tópicos específicos de acordo com o conhecimento adquirido no decorrer do curso e referencial teórico exposto ao logo do projeto. Todos os subitens a seguir relacionados foram obtidos a partir das orientações emitidas pela Microsoft Corporation.

4.12.1 Configurações do Servidor

4.12.1.1 Requisitos de Hardware

Os hardwares que serão utilizados para instalação do sistema operacional Windows Server 2003 Web Edition deverão possuir os recursos mínimos descrito no item 4.7.4.

Security: 131072. overwrite as needed Figura 14 – Configuração do arquivo de log Security.1.Application: 131072.12.3 Serviço de Indexação Todos os diretórios contidos na partição de sistema no serviço de indexação (Indexing service) deverão ser apagados (figura 15). overwrite as needed . .1.System: 131072.12.2 Arquivos de log Os arquivos de logs deverão ser configurados com os seguintes parâmetros (figura 14): .100 4. overwrite as needed . FONTE: Windows Server 2003 Web Edition 4.

4.12.1.6 Política de segurança local 4. 4.12.12.1.4 Proteção de tela A proteção de tela deverá se configurado para no máximo 10 minutos e o desbloqueio deverá ser por meio de senha.5 Usuários administrator e guest Os usuários locais administrator e guest e suas descrições deverão ser renomeados.1.101 Figura 15 – Exclusão dos diretórios da partição sistema no serviço de indexação FONTE: Windows Server 2003 Web Edition 4.12.1 Senha Os parâmetros de conta local deverão ser configurados conforme tabela 9: Tabela 9 – Configurações de senha para conta Policy Enforce password history Maximum password age Minimum password age Minimum password length Passwords must meet complexity requirements Store password using reversible encryption for all users in the domain Account lockout duration Account lockout threshold Reset account lockout counter after Local Setting 24 passwords remembered 45 days 5 days 8 characters Enabled Disabled 60 minutes 5 invalid logon attempts 60 minutes .1.6. Deve-se criar um novo usuário com o mesmo nome e descrição usando uma senha forte.

As atribuições de direitos do usuário deverão ser configuradas conforme tabela 11: Tabela 11 – Atribuições de direito do usuário Policy Access this computer from the network Local Setting Administrators Authenticated Users Backup Operators ASPNET IWAM_”Computername” IUSR_”Computername” Act as part of the operating system Add workstations to domain Adjust memory quotas for a process Allow log on locally Allow log on through Terminal Services Administrators LOCAL SERVICE NETWORK SERVICE IWAM_”Computername” Administrators Backup Operators IUSR_”Computername” Administrators .6. Ambos os tipos são atribuídos pelos administradores a usuários individuais ou a grupos como parte das configurações de segurança do computador.1. Failure Failure Success.12. Failure Success. Failure Failure Success.6.102 4. Failure Failure No auditing Success. Um exemplo de direito de logon é o direito de fazer logon em um computador interativamente.3 Atribuições de direitos do usuário As atribuições de direitos do usuário (User Rights Assignment) concedem direitos ou privilégios de logon aos usuários ou grupos nos computadores de sua organização. Um exemplo de privilégio é o direito de desligar o computador.12.1.2 Auditoria Os parâmetros de auditoria deverão ser configurados conforme tabela 10: Tabela 10 – Configurações de auditoria Policy Audit account logon events Audit account management Audit directory service access Audit logon events Audit object access Audit policy change Audit privilege use Audit process tracking Audit system events Local Setting Success. Failure 4.

103 REMOVE Remote Desktop Users Administrators Backup Operators Server Operators Administrators Authenticated Users Backup Operators Users Administrators Administrators Back up files and directories Bypass traverse checking Change the system time Create a pagefile Create a token object Create permanent shared objects Debug programs Deny access to this computer from the network Deny log on as a batch job Deny log on as a service Deny log on locally Deny log on through Terminal Services Enable computer and user accounts to be trusted for delegation Force shutdown from a remote system Generate security audits Increase scheduling priority Load and unload device drivers Lock pages in memory Log on as a batch job Administrators SUPPORT_388945a0 SUPPORT_388945a0 Not Defined Administrators Administrators Server Operators LOCAL SERVICE NETWORK SERVICE Administrators Administrators Print Operators LOCAL SERVICE SUPPORT_388945a0 ASPNET IWAM_”Computername” IUSR_”Computername” IIS_WPG NETWORK SERVICE ASPNET Administrators Administrators Not Defined Administrators Administrators Administrators LOCAL SERVICE NETWORK SERVICE Administrators Backup Operators Server Operators Administrators Backup Operators Administrators Log on as a service Manage auditing and security log Modify firmware environment values Perform volume maintenance tasks Profile single process Profile system performance Remove computer from docking station Replace a process level token Restore files and directories Shut down the system Synchronize directory service data Take ownership of files or other objects .

6.5).12.12. Tabela 12 – Opções de segurança Policy Accounts: Administrator account status Accounts: Guest account status Accounts: Limit local account use of blank passwords to console logon only Accounts: Rename administrator account Accounts: Rename guest account Audit: Audit the access of global system objects Audit: Audit the use of Backup and Restore privilege Audit: Shut down the system immediately if unable to log security audits Devices: Allow undock without having to log on Devices: Allowed to format and eject removable media Devices: Prevent users from installing printer drivers Devices: Restrict CD-ROM access to locally logged-on user only Devices: Restrict floppy access to locally logged-on user only Devices: Unsigned driver installation behavior Domain controller: Allow server operators to schedule tasks Domain controller: LDAP server signing requirements Domain controller: Refuse machine account password changes Domain member: Digitally encrypt or sign secure channel data (always) Domain member: Digitally encrypt secure channel data (when possible) Domain member: Digitally sign secure channel data (when possible) Domain member: Disable machine account password changes Domain member: Maximum machine account password age Local Setting Enabled Disabled Enabled Alterar para o novo usuário (subitem 4.1. Alterar para o novo usuário (subitem 4.4 Opções de segurança As opções de segurança deverão ser configuradas conforme demonstra a tabela 12.104 4. Disabled Disabled Disabled Disabled Administrators Enabled Enabled Enabled Warn but allow installation Not defined Not defined Not defined Enabled Enabled Enabled Disabled 30 days .1. Nem todos os itens relacionados nesta tabela existem em todos os servidores uma vez que estão relacionados aos recursos instalados.5).12.1.

EPMAPPER. TrkSvr System\CurrentControlSet\Control\ProductOptions . TrkWks. SQL\QUERY. COMNODE. Alerta de uso do servidor! 0 Interactive logon: Message title for users attempting to log on Interactive logon: Number of previous logons to cache (in case domain controller is not available) Interactive logon: Prompt user to change password before expiration Interactive logon: Require Domain Controller authentication to unlock workstation Interactive logon: Require smart card Interactive logon: Smart card removal behavior Microsoft network client: Digitally sign communications (always) Microsoft network client: Digitally sign communications (is server agrees) Microsoft network client: Send unencrypted password to their-party SMB servers Microsoft network server: Amount of idle time required before suspending session Microsoft network server: Digitally sign communications (always) Microsoft network server: Digitally sign communications (if client agrees) Microsoft network server: Disconnect clients when logon hours expire Network access: Allow anonymous SID/Name translation Network access: Do not allow anonymous enumeration of SAM accounts Network access: Do not allow anonymous enumeration of SAM accounts and shares Network access: Do not allow storage of credentials or . LOCATOR.NET passports for network authentication Network access: Let Everyone permissions apply to anonymous users Network access: Named pipes that can be accessed anonymously Network access: Remotely accessible registry paths 14 Days Disabled Disabled Lock Workstation Disabled Enabled Disabled 15 minutes Enabled Enabled Disabled Enabled Enabled Not Defined Disabled COMNAP. O uso sem autorização ou mau uso deste sistema computacional estará sujeito às penalidades previstas em normativos internos.105 Domain member: Require strong (Windows 2000 or later) session key Interactive logon: Do not display last user name Interactive logon: Do not require CTRL+ALT+DEL Interactive logon: Message text for users attempting to log on Disabled Enabled Disabled ATENÇÃO! Tendo acesso e usando este sistema você está sendo monitorado. SPOOLSS.

hashing.106 System\CurrentControlSet\Control\Print\Printers System\CurrentControlSet\Control\Server Applications System\CurrentControlSet\Services\Eventlog Software\Microsoft\OLAP Server Software\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion System\CurrentControlSet\Control\ContentIndex System\CurrentControlSet\Control\Terminal Server System\CurrentControlSet\Control\Terminal Server\UserConfig System\CurrentControlSet\Control\Terminal Server\DefaultUserConfiguration Software\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\Perflib System\CurrentControlSet\Services\SysmonLog Network access: Restrict anonymous to named pipes and shares Network access: Shares that can be accessed anonymously Network access: Sharing and security model for local accounts Network security: Do not store LAN Manager hash value on next password change Network security: Force logoff when logon hours expire Network security: LAN Manager authentication level Network security: LDAP client signing requirements Network security: Minimum session security for NTLM SSP based (including secure RCP) clients Network security: Minimum session security for NTLM SSP based (including secure RCP) servers Recovery console: Allow automatic administrative logon Recovery console: Allow floppy copy and access to all drives and folders Shutdown: Allow system to be shut down without having to log on Shutdown: Clear virtual memory pagefile System cryptography: Force strong key protection for user keys stored on the computer Enabled COMCFG. and signing . DFS$ Classic – local users authenticate as themselves Disabled Enabled Send LM & NTLM – useNTLMv2 session security if negotiated Not Defined No minimum No minimum Disabled Disabled Disabled Disabled Not defined System cryptography: Use FIPS compliant Disabled algorithms for encryption.

. Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\CDRom Tipo: REG_DWORD Nome: Autorun Valor: 0 .g.Desabilitar roteamento para IP de origem. Chave: HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Interfaces\[InterfaceName] Nome: PerformRouterDiscovery Tipo: REG_DWORD Valor: 0 . Symbolic Links) System settings: Optional subsystems System settings: Use Certificate Rules on Windows Executables for Software Restriction Policies Administrators group Enabled Enabled Clear out POSIX Not Defined 4.Desabilitar a função de roteador em todas as placas de rede.Desabilitar redirecionamento do protocolo ICMP (boletim Microsoft Q225344).12.Desabilitar a auto-execução para CD-ROM.Configuração de proteção contra ataques SYN maliciosos (boletim Microsoft nº. Q142641). Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: DisableIPSourceRouting Tipo: REG_DWORD Valor: 2 .7 Configurações de registro As seguintes chaves de registro deverão ser modificadas ou inseridas no servidor de informações. Chave: HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Nome: EnableICMPRedirect Tipo: REG_DWORD Valor: 0 . Chave: HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Nome: EnableDeadGWDetect Tipo: REG_DWORD Valor: 0 . Chave: HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters\ Nome: SynAttackProtect Tipo: REG_DWORD Valor: 2 .1.Configuração de proteção de gateway.107 System objects: Default owner for objects created by members of the administrators group System objects: Require case insensitivity for non-Windows subsystems System objects: Strengthen default permissions of internal system objects (e.

e Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: NoNameReleaseOnDemand Tipo: REG_DWORD Valor: 1 .8 Permissões de Registro As seguintes chaves de registro deverão ter suas permissões ajustadas conforme descrito a seguir e não deverão utilizar o recurso de herança de permissão.Permissão para os grupos administrators (full control).108 .Desabilitar resolução de nome para solicitação externa. ou seja. herdar permissões das chaves superiores. Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: EnablePMTUDiscovery Tipo: REG_DWORD Valor: 0 Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: TcpMaxConnectResponseRetransmissions Tipo: REG_DWORD Valor: 2 Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: TcpMaxDataRetransmissions Tipo: REG_DWORD Valor: 3 Chave: HKLM\system\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: TCPMaxPortsExhausted Tipo: REG_DWORD Valor: 5 Chave: HKLM\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\ Policies\Explorer Nome: NoDriveTypeAutoRun Tipo: REG_DWORD Valor: 0xFF 4. system (full control). Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\Tcpip\Parameters Nome: KeepAliveTime Tipo: REG_DWORD Valor: 300000 . . creator owner (full control) e authenticated users (read) para as seguintes chaves: HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\RunOnce HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\RunOnceEx HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Uninstall HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\AeDebug HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\Winlogon .Configurações de tempo de conexão para o protocolo TCP/IP.PMTU).12.1.Configurações para unidade de transmissão máxima de caminho (Path Maximum Transmission Unit .

10 Utilitários de linha de comando Os utilitários de linha de comando (tabela 13).12.exe choice.com chkdsk.exe diskpart.exe driverquery.exe change.C:\ e C:\program files . deverão ter suas permissões NTFS ajustadas para administrators (full control) e "no access" para os usuários IUSR e IWAM ou qualquer outro usuário de serviço local. .exe debug.ajustar permissões NTFS para administrators e system (full control) e power users (read e execute). apagados do servidor.exe dfscmd.ini.C:\boot.exe chkntfs. Ajustar também permissão NTFS "no access" para os usuários IUSR e IWAM.exe diskcopy.exe diskcomp.exe dsmod. Tabela 13 – Utilitários de linha de comando.9 Sistemas de arquivos .Access Control List (ACL) As seguintes pastas e arquivos deverão ter suas permissões ajustadas conforme descrito a seguir: .exe at.exe dsrm.ajustar permissões NTFS para administrators e system (full control). %systemroot%\system32\dllcache e %systemroot%\system32\logfiles .exe dsquery.Permissão para os grupos administrators (full control).exe bootcfg.exe command.109 . ainda.ajustar permissões NTFS para administrators e system (full control) e authenticated users (read e execute).exe dsmove. system (full control) e authenticated users (read) para a seguinte chave: HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Rpc 4.exe cipher.exe dsget.com e C:\ntddr .exe .exe cacls. normalmente disponibilizados em %systemroot%\system32.%systemroot%\repair e %systemroot%\system32\config .exe chcp.exe chgusr.1. append.exe chglogon.com doskey.com dsadd.exe convert.exe cluster.1. .ajustar permissões NTFS para administrators e system (full control). C:\ntdetect. 4. Para ambiente que necessita de altíssima segurança esses utilitários de linha de comando deverão ser movidos de sua pasta padrão ou renomeados ou.exe cmd.exe cscript.exe clip.exe compact.exe chgport. .com dcpromo.%systemroot%\security.exe attrib.exe arp.12.

exe tskill.exe nslookup.exe 4. .exe iisback.com tsecimp.exe gpupdate. .exe tftp.exe whoami. .exe secedit.exe timeout.exe more.exe msg.com nbtstat.exe regini.exe relog.exe snmp.exe tlntadmn.vbs IisFtpdr.exe schtasks.exe posix.exe termsrv.1.vbs pubprn.exe xcopy.vbs iisreset.exe iInuse.exe reg.exe os2.exe syskey.Net Meeting Remote Desktop Sharing.exe fc.vbs prnqctl.exe mmc.exe setpwd.exe tlntsess. .com net.exe prndrvr.exe mode.vbs ipxroute.exe typeperf.exe tlntsrv. .Indexing Service.exe shadow.exe gettype.exe winmsd.vbs ipconfig.exe finger.exe prncnfg.exe makecab.exe ping. .exe runas.exe tasklist.exe taskkill.exe enevttriggers.exe tracert.exe regsvr32.Special Administration Console Helper.exe wscript.exe tscon.Automatic Updates.Computer Browser.vbs query.exe print.exe register.exe gpresult.exe hostname.exe subst.exe label.vbs powercfg.exe recover.exe fsutil.vbs find.exe netstat.exe netsh.exe usrmgr.exe takeown.exe IIsCnfg.exe routemon.exe replace.vbs rcp.11 Serviços Os seguintes serviços deverão ser desativados: .exe ntsd.exe share.exe iisapp.110 edlin. .exe systeminfo.exe rsh.vbs prnport.exe snmptrap.exe telnet.Remote Desktop Help Session Manager.exe tracerpt.DNS Server.exe router.exe prnmngr.exe taskmgr.exe logoff.exe pagefileconfig.exe pathping.exe tsprof.exe eventcreate.exe forcedos.exe forfiles.exe freedisk.exe where.exe tsshutdn.com getmac.exe runonce.exe eventquery. .exe exe2bin.exe reset.exe mem.exe ftp.exe net1.vbs rasdial.vbs IIsFtp.exe expand.vbs logman.exe mountvol.exe waitfor.exe setx.exe findstr.Background Intelligent Transfer Service. .exe ntdsutil.exe shutdown.exe rexec.exe tsadmin.exe prnjobs.Secondary Logon.vbs rdpclip.exe route.exe tsdiscon.vbs iisweb.12.exe sc.exe format.exe ntbackup.exe tree.exe iisext.exe regedt32.

e .Guia “general” . .msc. .12.111 .o nível de encriptação deverá ser alterado para alto (figura 16).Wireless Configuration. 4.Themes. em execução apenas os que forem pertinentes. levando em consideração os serviços desempenhados pelo servidor. porém.deverão ser efetuadas as alterações conforme demonstra a figura 17.1. Os demais serviços deverão ser analisados e permanecer ativados. Figura 16 – Serviço de Terminal – Encryption level High FONTE: Windows Server 2003 Web Edition .Guia “sessions” .12 Configurações do serviço de terminal Os seguintes itens de configuração do serviço de terminal (Terminal Service) deverão ser alterados com a execução do utilitário tscc.

Guia “remote control” . conforme demonstra a figura 18.112 Figura 17 – Serviço de Terminal – Configurações da guia sessions FONTE: Windows Server 2003 Web Edition .deverá ser marcado o item “do not allow remote control”. Figura 18 – Serviço de Terminal – Configuração da guia remote control FONTE: Windows Server 2003 Web Edition .

Guia “client settings” – todas as caixas de verificação do subitem “disable the following” deverão ser desmarcadas conforme demonstra a figura 19.113 . Figura 19 – Serviço de Terminal – Configuração da guia Client Settings FONTE: Windows Server 2003 Web Edition . Figura 20 – Serviço de Terminal – Configuração da guia “Client Settings” FONTE: Windows Server 2003 Web Edition .Guia “Permissions” – O grupo “remote desktop users” deverá ser excluído da lista de permissão (figura 20).

12. por meio do botão “add”.2 Configurações do serviço de informações da intranet (IIS) 6.Ativar log de eventos para o protocolo SSL e Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Control\SecurityProviders \SChannel Nome: EventLogging Tipo: REG_DWORD Valor: 3 . Adicionar. .1 Configurações de registro específico do IIS As seguintes chaves de registro deverão ser modificadas ou inseridas e são específicas para servidores que disponibilizam serviço de informação (IIS).114 Ainda na guia permissions.0 4. Figura 21 – Serviço de Terminal – Configuração da guia “Client Settings” FONTE: Windows Server 2003 Web Edition 4. deve-se clicar no botão “advanced” e em seguida na guia “auditing”. o grupo “administrators” local e ativar as caixas de verificação.2.Desabilitar o uso de comando shell Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\W3SVC\Parameters Nome: SSIEnableCMDDirective Tipo: REG_DWORD Valor: 0 . conforme demonstra a figura 21.12.

EXE. . . Tipos de Arquivos Permissão NTFS CGI. ( .HTML ) Everyone (R) Administrators (Full Control) System (Full Control) Images ( .INC. . . deverão ser ativados os itens: “service name”. de preferência em HD exclusivo e em pastas separadas segundo sua classificação.CMD. Tabela 14 – Classificação de arquivos do site.) Everyone (X) Administrators (Full Control) System (Full Control) Include ( .ASP.3 Arquivo de log do IIS Os log dos sites deverão ser armazenados em partição exclusiva.GIF.PHP.JPEG ) Everyone (R) Administrators (Full Control) System (Full Control) 4.2 Localização e permissão para arquivos Os arquivos dos sites deverão ser armazenados em partição diferente da partição do sistema operacional. .2. “server name”. “cookie” e “referer”. etc.12.SHTML. configurados para captura diária no formato W3C Extended e. além das opções padrão.SHTM ) Everyone (X) Administrators (Full Control) System (Full Control) Static ( . etc.115 4. conforme demonstra a figura 22. . . .DLL. conforme tabela 14.PL) Everyone (X) Administrators (Full Control) System (Full Control) Script (.2. .12.JSP.

shtml Server-side Includes .idc Internet Database Connector .ida.printer Internet Printing .2.116 Figura 22 – Configuração do arquivo de log do IIS.4 Extensões mapeadas e removidas As extensões de arquivos relacionadas na tabela 15 são.htw. acesse as propriedades do site e clique na guia “home directory” e na seqüência no botão “configuration” Tabela 15 – Extensões mapeadas e que deverão ser removidas. por padrão. Descrição Extensão . Estas extensões deverão ser removidas para evitar possíveis execuções de exploited. .stm.htr Web-based password reset . FONTE: Windows Server 2003 Web Edition 4.idq Index Server 4.12. . .12.5 Extensão WebDAV . Para tanto.shtm.2. mapeadas no IIS. .

Tabela 16 – Método de autenticação de sites.12.6. Kerberos quando Kerberos é usado.12.6. . Para desativar o WebDAV deve-se configurar a seguinte chave de registro: Chave: HKLM\System\CurrentControlSet\Services\W3SVC\Parameters Nome: DisableWebDAV Tipo: REG_DWORD Valor: 1 4. sugere-se a autenticação integrada do Windows como método de acesso para as informações disponíveis ao público interno. poderão ser utilizados outros métodos de acesso conforme demonstra a tabela 16. World Wide Web Distributed Authoring Versioning (WebDAV).1 Autenticação do site O método de autenticação do serviço de informações da intranet deverá levar em conta os requisitos de segurança e classificação da informação estabelecida pela CEF. Método Autenticação anônima Autenticação básica Autenticação Digest Autenticação Digest avançada Autenticação integrada do Windows Autenticação de certificado Autenticação do Passport . da Microsoft).NET Nível de segurança Nenhum Baixo Médio Médio Alto Alto Alto Como as senhas são enviadas? Texto não criptografado codificado na Base 64 Em hash Em hash Hash aplicado quando NTLM é usado. pois existe uma falha na forma como ela processa um tipo específico de pedido mal formado.2.6 Método de autenticação 4.2. Uma vez que a organização usa domínios (active directory. que o acesso à rede só pode ser feito por meio de usuário e senha e que esta rede utiliza os protocolos NTLM e kerberos.12. 4. deverá ser desabilitada.2 Permissões NTFS Recomenda-se o uso do sistema de arquivos NTFS para o seu servidor de informações para intranet.117 A extensão para o protocolo HTTP. Dependendo do grau de sigilo da informação.2. Criptografado FONTE: Windows Server 2003 Web Edition.

118 As permissões implementadas nas pastas e arquivos do servidor de informações para intranet deverão levar em conta os requisitos de segurança e classificação da informação estabelecida pela CEF. O IIS depende das permissões de NTFS para proteger arquivos e diretórios individuais contra o acesso não autorizado. Ao contrário das permissões de site, aplicáveis a todos os usuários. As permissões de NTFS permitem a definição precisa de quais usuários da rede poderão acessar seu conteúdo e de como será permitido a eles manipular esse conteúdo. Os níveis de permissão de NTFS são os seguintes: - Controle total: os usuários podem executar qualquer ação no arquivo, inclusive apropriar-se dele. É recomendável que se conceda esse nível de acesso somente a usuários administradores; - Modificar: os usuários podem exibir e modificar arquivos e as respectivas propriedades, inclusive excluir e adicionar arquivos a um diretório ou propriedades de arquivo a um arquivo. Os usuários não podem se apropriar ou alterar as permissões no arquivo; - Ler e executar: Os usuários podem executar arquivos executáveis, inclusive scripts; - Listar conteúdo de pastas: os usuários podem exibir uma lista dos conteúdos de uma pasta; - Ler: os usuários podem exibir arquivos e propriedades de arquivo; e - Gravar: os usuários podem gravar em uma pasta ou arquivo.

4.12.2.7 Criptografia Sugere-se o uso da criptografia em razão do seu alto poder de segurança às informações classificadas como sigilosas e que deverão ser disponibilizadas apenas a um grupo restrito ou um único usuário. Assim, deve-se criar uma pasta, atribuir permissões NTFS apenas ao(s) grupo(s) ou usuário(s) que deverão ter acesso e implementar as configurações adequadas nas propriedades desta pasta conforme demonstra a figura 23.

119
Figura 23 – Implementando criptografia de 128 bits no IIS.

FONTE: Windows Server 2003 Web Edition

4.12.2.8 Certificado digital de servidor Recomenda-se, ainda, a implementação do uso de certificado digital para acesso às informações sigilosas. Isso, em virtude de a CEF ser uma unidade certificadora e, como tal, pode emitir certificado de aplicação para instalação no servidor de informação para intranet.

4.12.2.9 Metabase do IIS 4.12.2.9.1 Backup da metabase - O backup dos arquivos de metabase deverá ser feito todas as vezes que houver modificações nas propriedades do IIS. 4.12.2.9.2 Segurança da metabase em nível de arquivo O IIS instala os arquivos da metabase com entradas de controle de acesso (ACEs) restritas, definidas para impedir que qualquer pessoa, exceto os administradores, veja os dados de configuração (tabela 17).

Tabela 17 - Arquivos da metabase, sua finalidade e as permissões definidas.

120
Arquivo Finalidade Lista de controle de acesso (ACL) NT AUTHORITY\SYSTEM : Controle total. BUILTIN\Administradores: Controle total. NT AUTHORITY\SYSTEM : Controle total. BUILTIN\Administradores: Controle total. NT AUTHORITY\SYSTEM : Controle total. BUILTIN\Administradores: Controle total. NT AUTHORITY\SYSTEM : Controle total. BUILTIN\Administradores: Controle total.

raiz_do_sistema\System32\In Armazena dados de configuração para serviços etsrv\MetaBase.xml do IIS.

raiz_do_sistema\System32\In Armazena o esquema para o arquivo de etsrv\MBSchema.xml configuração. O esquema determina quais propriedades do IIS podem ser definidas em certos nós da metabase. raiz_do_sistema\System32\In Armazena os arquivos de histórico da metabase etsrv\Histórico\Arquivo de criados automaticamente pelo IIS. histórico raiz_do_sistema\System32\In Armazena os arquivos de backup da metabase etsrv\MetaBack\Arquivo de criados por demanda utilizando o recurso de backup e restauração da configuração. backup

FONTE: Windows Server 2003 Web Edition

O desenvolvimento desta monografia permitiu colocar em prática os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. além de não possuírem tal política. prérequisito de obtenção do título de Pós-graduação no curso de especialização em crimes e perícias eletrônica. possibilitando a apresentação das soluções e recomendações pertinentes. Verificouse a oportunidade de desenvolver este trabalho com base nas melhores práticas da ABNT NBR ISO/IEC 17799:2005. até então não existiam definições de ações a serem implementadas no segmento estudado. com atenção especial em Windows Server 2003. objetivando contribuir em sua busca constate em governança de TI e que tenha grande importância de utilização para a empresa. Os resultados apresentados por meio dos questionários foram comparados com uma matriz de risco. verificou-se a necessidade de desenvolver uma política de segurança para os servidores web que disponibilizam informações voltadas pra intranet uma vez que. . verificando-se o grau de adequação com a norma ABNT NBR ISO/IEC 17799:2005. Por meio de visitas à empresa e aplicação de questionário.121 5 CONCLUSÃO A organização abordada no projeto é uma empresa de grande porte. Tal anseio será levado a diante. Isso acontece devido à falta de uma política de segurança da informação para os servidores que disponibilizam informações voltadas para intranet. na medida em que esses estudos forem aplicados em proposta de trabalho. ampliando significativamente os conhecimentos relacionados à segurança da informação. Como pretensão em trabalhos futuros. com efeito lida com dificuldade em manter uma gestão eficiente do controle de acesso lógico. espera-se dar continuidade aos estudos e pesquisas em segurança da informação aplicadas em servidores web.

2006. CENTRO DE ESTUDOS. Daniel Balparda de. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil. Windows Server 2003: Curso Completo. 310 p. 2000. 2003. CARVALHO. 2006.122 6 Referências Bibliográficas ALBUQUERQUE. Rio de Janeiro. São Paulo: Saraiva. RIBEIRO. 34 p. Márcio Tadeu de. FREITAS. Andrey Rodrigues de. 213 p. NBR ISO/IEC 17799:2005 – Tecnologia da informação – Técnicas de Segurança – Código de prática para a gestão da segurança da informação. Bruno. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.br>. Política de Segurança da Informação. Segurança e Auditoria da Tecnologia da Informação. 2006. NBR ISO/IEC 27001 – Tecnologia da informação – Técnicas de Segurança – Sistema de Gestão de Segurança da Informação – Requisitos. Rio de Janeiro. Cláudia. Segurança da Informação: O usuário faz a diferença. Júlio. FERREIRA. 2005. 172 p. ______. DIAS. BATTISTI. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil. 177 p. Segurança de Dados com Criptografia: Métodos e Algoritmos. 1523 p. Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br. Disponível em <http://cartilha. São Paulo: Sicurezza. Rio de Janeiro: Brasport. ARAÚJO. RESPOSTA E TRATAMENTO DE INCIDENTES DE SEGURANÇA NO BRASIL. FONTES. . Segurança no Desenvolvimento de Software. 218 p. 2001. 17:22:20. 2000. 109 p. 208 p. Ricardo. Acesso em: 11 outubro 2006. Vivendo a Segurança da Informação: Orientações práticas para pessoas e organizações.cert. 2002. 2006. Cartilha de Segurança para Internet. 216 p. São Paulo: Campus. Fernando Nicolau Freitas. Rio de Janeiro: Ciência Moderna. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Edison. Rio de Janeiro: Book Express. Perícia Forense: Aplicada à Informática.

Mike. Rio de Janeiro: LTC. 2003. Ajuda do Windows Server 2003. Joel. 2004. 2005. Francis Berenger.ed. São Paulo: Novatec. São Paulo: Makron Books. Public Key Infrastructure: PKI. Windows Server 2003: A Bíblia. 1 CD-ROM. MÓDULO. 311 p. SHEMA. 392 p. 2003. Luiz Paulo. 2003. 1375 p. Academia Latino Americana de Segurança da Informação: Programa educacional que tem por objetivo a formação de líderes em Segurança da Informação. Lino Sarlo da. Mark. S. . MINASI. SCAMBRAY. 3. MAIA. 2004. MICROSOFT CORPORATION. 347 p.123 MACHADO. São Paulo: Futura. SILVA. Segurança Contra Hackers: Aplicações Web.l.: Microsoft TechNet. Arquitetura de Sistemas Operacionais. MICROSOFT.

de forma ilegal ou sem ética. Medida de desempenho em informática.Dispositivo de uma rede de computadores que tem por função regular o tráfego de rede entre redes distintas e impedir a transmissão e/ou recepção de dados nocivos ou não autorizados de uma rede a outra. Hard Disk .Organismo dos Estados Unidos da América relacionado com a investigação no campo da informática e telecomunicações. FTP . Hardware . em uma rede insegura.Protocolo bastante rápido e versátil para transferência de arquivos.Quem quebra um sistema de segurança. é a "memória permanente" propriamente dita.Parte do computador onde são armazenadas as informações. seja desenvolvendo funcionalidades novas.Empresa americana de informática. letras. ASCII .Aparelho que interliga diversas máquinas (computadores) que pode ligar externamente redes TAN.(Milhões de instruções por segundo).Lista que define quem tem permissão de acesso a certos serviços. .Indivíduo que elabora e modifica software e hardware de computadores.Referência num documento em hipertexto a outro documento ou a outro recurso. Cracker . MAN e WAN. IBM .Acesso à Internet no qual uma pessoa usa um modem e uma linha telefônica para se ligar a um nó de uma rede de computadores do ISP. seja adaptando as antigas. NCSA .124 Glossário ACL .Protocolo de transporte de rede que permite comunicações individuais seguras e identificadas. LAN. pontuação e outros caracteres. Link .Parte física do computador Hash . Hacker .Conjunto de códigos para o computador representar números. Kerberos . ou seja. MIPS . Dial-Up . Firewall . Hub .Seqüência de letras ou números gerados por um algoritmo de dispersão. IIS – Serviço web criado pela Microsoft para seus sistemas operacionais para servidores de informações.

Software .Consórcio de empresas de tecnologia. Switch .Seqüência de instruções a serem seguidas e/ou executadas. o NTFS possui características importantes.Dispositivo utilizado em redes de computadores para reencaminhar quadros entre os diversos nós. internet e telecomunicações. redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento. que permitem ao Windows implementar uma série de noções originadas no UNIX.Empresa que atua na área de segurança de redes. Um Programa de computador SSL .125 Netscape . NTFS .Protocolo criptográfico que provem comunicação segura na Internet para serviços como e-mail (SMTP).O NTFS (New Technology File System) é o sistema de arquivos utilizado em todas as versões do Windows NT desde o 3. . navegação por páginas (HTTP) e outros tipos de transferência de dados. atualmente com cerca de 500 membros. URL . Desenvolvido inicialmente para servidores.1. Verisign . Pendrive . W3C .A Netscape Network é a empresa que produz o Netscape Navigator. com redes sem fio e autenticação.Endereço de um recurso disponível em uma rede. Atua na certificação digital web. navegador web muito conhecido no mundo da informática. Storage .Rede projetada para agrupar dispositivos de armazenamentos de computador. tal como a de sistema operacional multi-utilizador. na manipulação. São diferenciadas de outras formas de armazenamento em rede pelo método de acesso em baixo nível que eles apresentam.Dispositivo de armazenamento constituído por uma memória flash que tem uma ligação USB tipo A permitindo a sua conexão a uma porta USB de um computador.

1. Gerenciamento de acesso de usuário. Há identificação de todas as informações relacionadas às aplicações de negócio e os riscos a que as informações estão expostas? 1. 1. 1.3.126 Anexo A Questionário respondido por um Consultor da CEF. Há consistência entre controle de acesso e políticas de classificação da informação em diferentes sistemas e redes? 1. Os usuários recebem uma declaração por escrito dos seus direitos de acesso? 2. Política de Controle de acesso. Existe bloqueio imediato de direitos de acesso de usuários que mudaram de cargos ou funções. Existe segregação de regras de controle de acesso? 1.6.3.2. Existe análise periódica para remover ou bloquear identificadores (ID) e contas de usuários redundantes? 2.5. Existe identificador de usuário (ID de usuário) único para assegurar a responsabilidade de casa usuário? 2. Existe o fornecimento de um identificador (ID) para mais de um usuário? . Existe identificador de usuário (ID de usuário) compartilhado por dois ou mais usuários? 2. É requerida dos usuários a assinatura de uma declaração indicando que eles entendem as condições de acesso? 2.7. Existe uma política de controle de ambiente de computação? 1.1.6. É realizada análise crítica períodica de controles de acesso? 2.4. ou deixaram a organização? entretanto não é imediato. É mantido um registro formal de todas as pessoas registradas para usar o serviço? 2. Existe administração de direitos de acesso? 1.9.8. 2.5. Foram definidos requisitos para autorização formal de pedidos de acesso? 1.7. 2. Ao se conceder um nível de acesso é analisado se este nível de acesso é apropriado às atribuições diárias do usuário? 2.2.4.

8. Existe uma política de segurança física nas gerências regional de suporte tecnológico? 5.4.1. Existe uma política para configuração dos parâmetros de diretivas de conta? 5. Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet. Controle de acesso à rede 4.2.3.3. Existe firewalls ou outros controles de acesso de nível de rede nas fronteiras da rede para proteger os recursos corporativos? 4. De que forma são armazenadas as senhas dos usuários? 3. Usuários externos acessam a rede? Qual é a forma de autenticação? 4. Responsabilidades dos usuários 3. Existe um aviso no sistema operacional.2.127 3.1. São usadas contas de logon separadas para atividade normal versus atividades administrativas de gerenciamento? 4. Existe hardware ou software de detecção de intrusões para identificar ataques? 5. para manter a confidencialidade de sua senha pessoal e das senhas de grupos de trabalhos? 3.2. Existe uma política de uso dos serviços de redes? 4.6. informando que o servidor é acessado apenas por pessoas autorizadas? 5. 5.6.5. Existem controles para impor o cumprimento das políticas de senha nos diversos tipos de contas? 4. Qual é o procedimento adotado para alteração de senha e qual é a periodicidade? (ciclo de vida de senha.5. A própria empresa gerencia o ambiente de rede ou terceiriza este serviço? 4. Os usuários assinam uma declaração. Existe uma política de senha na empresa? 3.7. A empresa concede acesso administrativo a usuários para suas estações de trabalho? 4. Existem serviços abertos à internet na rede interna da empresa? Como é controlado o acesso destes serviços? 4.7.3.4. Existe uma política para configuração dos parâmetros de diretiva de auditoria? . reutilização e tamanho)? 3.1. Os usuários são informados sobre a política de senha da empresa? 3. As senhas padrão são alteradas no primeiro logon do usuário? 3.4.

1. Existe controle dos serviços que não deverão está em execução nos servidores? . Existe uma política de controle de ambiente de computação? 1. Existe uma política para configuração dos parâmetros de atribuições de direitos de usuário? 5. 2.7. Existe implementação de uso de certificado de aplicação? 5.6. Existe identificador de usuário (ID de usuário) compartilhado por dois ou mais usuários? 2.5.3. Existe uma política para configuração dos parâmetros de opções de segurança? 5.8.7. Há identificação de todas as informações relacionadas às aplicações de negócio e os riscos a que as informações estão expostas? 1.1. Política de Controle de acesso. Existe implementação de criptografia para armazenar informações sigilosas? 5.3. Foram definidos requisitos para autorização formal de pedidos de acesso? 1. 1. Existe um padrão de configuração do serviço Internet Information Services (IIS)? 5.11. Há consistência entre controle de acesso e políticas de classificação da informação em diferentes sistemas e redes? 1.9. Gerenciamento de acesso de usuário.128 5. Ao se conceder um nível de acesso é analisado se este nível de acesso é apropriado às atribuições diárias do usuário? . Existe segregação de regras de controle de acesso? 1.10.12. Existe controle dos serviços essenciais que deverão está em execução nos servidores? 5. É realizada análise crítica períodica de controles de acesso? 2. Como é efetuada a publicação dos sites nos servidores intranet? Questionário respondido por um Analista da CEF. Existe identificador de usuário (ID de usuário) único para assegurar a responsabilidade de casa usuário? 2.2.2. Existe administração de direitos de acesso? 1. Existe controle de instalação das atualizações de segurança disponibilizado pelo fornecedor do sistema operacional? 5.6.5.4.13. 1.

Existe análise periódica para remover ou bloquear identificadores (ID) e contas de usuários redundantes? 2.8.5.3.6. Existe firewalls ou outros controles de acesso de nível de rede nas fronteiras da rede para proteger os recursos corporativos? . São usadas contas de logon separadas para atividade normal versus atividades administrativas de gerenciamento? 4.129 2.5.7. A empresa concede acesso administrativo a usuários para suas estações de trabalho? 4. A própria empresa gerencia o ambiente de rede ou terceiriza este serviço? 4.4.5. ou deixaram a organização? 2. Responsabilidades dos usuários 3.4.2.9.3. reutilização e tamanho)? 3. Usuários externos acessam a rede? Qual é a forma de autenticação? 4. para manter a confidencialidade de sua senha pessoal e das senhas de grupos de trabalhos? 3.1. É mantido um registro formal de todas as pessoas registradas para usar o serviço? 2. De que forma são armazenadas as senhas dos usuários? 3. Os usuários recebem uma declaração por escrito dos seus direitos de acesso? 2.6. Existe o fornecimento de um identificador (ID) para mais de um usuário? 3. Os usuários assinam uma declaração. É requerida dos usuários a assinatura de uma declaração indicando que eles entendem as condições de acesso? 2. Os usuários são informados sobre a política de senha da empresa? 3. Existe bloqueio imediato de direitos de acesso de usuários que mudaram de cargos ou funções. Existe uma política de uso dos serviços de redes? 4. As senhas padrão são alteradas no primeiro logon do usuário? 3. Qual é o procedimento adotado para alteração de senha e qual é a periodicidade? (ciclo de vida de senha.7.2. Existe uma política de senha na empresa? 3.6.4. Controle de acesso à rede 4.1. Existem controles para impor o cumprimento das políticas de senha nos diversos tipos de contas? 4.

Existe controle dos serviços essenciais que deverão estar em execução nos servidores? 5. Existem serviços abertos à internet na rede interna da empresa? Como é controlado o acesso destes serviços? 4.130 4.13. Existe um padrão de configuração do serviço Internet Information Services (IIS)? 5. Existe uma política para configuração dos parâmetros de diretivas de conta? 5. Existe um aviso no sistema operacional.2. 5. Existe uma política para configuração dos parâmetros de atribuições de direitos de usuário? 5. Existe controle de instalação das atualizações de segurança disponibilizado pelo fornecedor do sistema operacional? 5.12. Política de segurança para servidores que disponibilizam serviços voltados para intranet.4. Existe implementação de criptografia para armazenar informações sigilosas? 5. Como é efetuada a publicação dos sites nos servidores intranet? . Existe uma política para configuração dos parâmetros de diretiva de auditoria? 5.8.5. Existe uma política de segurança física nas gerências regional de suporte tecnológico? 5. Existe hardware ou software de detecção de intrusões para identificar ataques? 5.7. Existe implementação de uso de certificado de aplicação? 5.7.3. informando que o servidor é acessado apenas por pessoas autorizadas? 5.11.1.9.10.8. Existe controle dos serviços que não deverão estar em execução nos servidores? 5.6. Existe uma política para configuração dos parâmetros de opções de segurança? 5.

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