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PROPOSTA DE MANUAL DE PERICIA MÉDICA

ÍNDICE GERAL

DECRETO ____________________________________________________________________________1 ÍNDICE GERAL _______________________________________________________________________ 2 APRESENTAÇÃO _____________________________________________________________________ 4 INTRODUÇÃO A SEGUNDA EDIÇÃO____________________________________________________ 5 EXAMES PERICIAIS __________________________________________________________________ 7 EXAME PERICIAL PARA ADMISSÃO ________________________________________________ 8

LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE ______________________________ _______________ 13 LICENÇA DECORRENTE DE ACIDENTE NO TRABALHO OU DOENÇA PROFISSIONAL _______ 25 LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE EM PESSOA DA FAMÍLIA______________________ 27 LICENÇA Á GESTANTE _______________________________________________________________ 30 READAPTAÇÃO FUNCIONAL _________________________________________________________ 33 REMOÇÃO __________________________________________________________________________ 37 APOSENTADORIA POR INVALIDEZ ____________________________________________________ 39 ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA _____________________________________________________ 59 ISENÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA ________________________________________62 REVERSÃO DE APOSENTADORIA ______________________________________________________63 INTEGRALIZAÇÃO DE PROVENTOS____________________________________________________ 64 SALÁRIO TRIPLO _____________________________________________________________________65 BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS_______________________________________________________ 67 INCLUSÃO EM PLANO DE SAÚDE ______________________________________________________70 AVALIAÇÃO PERICIAL EM JUNTA MÉDICA _____________________________________________71 PROCEDIMENTOS TÉCNICOS __________________________________________________________71 ANÁLISE DE PROCESSOS PARA DECLARAÇÃO DE INVALIDEZ EM QUITAÇÃO DE IMÓVEIS_71

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RESPOSTAS A QUESITOS EM PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS ________________ 71 AÇÕES DE MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO ____________________________________ 71 ANEXO I - LEGISLAÇÃO QUE TRATA DO INGRESSO DE CANDIDATOS QUE APRESENTAM NECESSIDADES ESPECIAIS _____________________________________________________________72 ANEXO II – TABELA DE SNELLEN _____________________________________________________ 77 ANEXO III – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PORTADOR DE SIDA/AIDS ___________________ 78 ANEXO IV – INSTRUÇÃO NORMATIVA - POSSE NO CARGO COMICOMISSIONADO/ACT_____ 80 ANEXO V – INSTRUÇÃO NORMATIVA - AUXILIO DOENÇA CARGO COMISSIONADO/ACT___83 ANEXO VI – CONSENÇO NACIONAL SOBRE VOZ PROFISSIONAL __________________________87 ANEXO VII - REMOÇÃO DURANTE ESTÁRIO PROBATÓRIO (PARECER JURPIDICO) _________ 92 ANEXO VIII – APOSENTADORIA DURABTE ESTÁGIO PROBATÓRIO (PARECER JURÍDICO) ___94 ANEXO IX – EXAME ORTOPÉDICO – ORIENTAÇÕES PRÁTICAS ___________________________ 95 ANEXO X - RESSARCIMENTO DE DESPESAS DECORRENTES DE ACIDENTE EM SERVIÇO___ 101 ANEXO XI – RESOLUÇÃO CFM Nº. 1851/2008 ____________________________________________ 102 ANEXO XII - REGULAMENTO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO_________105 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ______________________________________________________ 111 ELABORAÇÃO DO MANUAL __________________________________________________________ 112

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APRESENTAÇÃO

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a saúde era uma condição de equilíbrio do corpo “mens sana in corpore sano”. sendo a saúde percebida. não apenas como ausência de doença. a postura médica em função dos custos crescentes deste modelo. Não obstante esse caráter humanitário e holístico proposto por diversas civilizações no decorrer da história. focado tão somente na capacidade laboral do servidor. A saúde adquire assim. status de direito social. compreendendo procedimentos de diagnóstico. dentro dos conceitos de higiene e segurança do trabalho (Mendes. transporte. a Organização Mundial de Saúde introduziu uma dimensão mais qualitativa de saúde em sua definição: saúde é um estado de completo bem estar físico. discussão e aprimoramento técnico da primeira edição do Manual de Perícia Médica. buscando complementa-lo e manter os serviços de perícia médica estadual continuadamente atualizados. no início do século XX. espiritual e físico. tratamento e readaptação funcional de forma integrada. Essa visão perdurou durante todo o século XX. CAPACIDADE LABORATIVA Capacidade laborativa pode ser considerada o ter saúde suficiente ou mínima para o trabalho. que se insere em uma das áreas da Saúde Pública e tem como objetivos primordiais à promoção e a proteção da saúde do trabalhador. no decorrer da construção do processo sociocultural da humanidade. quem tem “saúde suficiente” para executar o trabalho requerido. Na Grécia antiga. acesso aos serviços de saúde”. mas sim. Para os índios Norte Americanos. A saúde. construíram um modelo de saúde compartimentalizado. norteador deste manual. Somente na década de 1990. mas sim. A produção não necessita de trabalhadores saudáveis. cujo foco primário concentrou-se na doença e na incapacidade. mental. e só vende sua força de trabalho. uma idéia de interdisciplinaridade. emocional. amplia o espírito do direito administrativo vigente. Em 1946.CONCEITUAÇÃO BÁSICA Ao propormos a revisão deste manual que trata de procedimentos para os serviços de saúde dos servidores públicos estaduais. talvez influenciada por uma visão positivista. o que exigirá um preparo amplo e uma visão abrangente dos profissionais de saúde envolvidos. lazer e liberdade. começou a mudar para uma visão mais holística e completa do que é saúde. trabalho. saúde era estar em harmonia com a natureza. o que levou a uma concepção de saúde curativa e não preventiva. salário. SAÚDE . A Constituição de 1988 avançou no campo do trabalho e da saúde. por meio do desenvolvimento de ações de vigilância dos riscos dos agravos e da organização e prestação da assistência aos trabalhadores. tratando a saúde como questão de direito. mental e social e não somente a ausência de doença ou enfermidade. É uma exigência principal do mercado.INTRODUÇÃO A SEGUNDA EDIÇÃO O presente trabalho é resultado do estudo. torna-se necessário buscar a definição de saúde do servidor. 1999). exprimindo. como “resultante das condições de alimentação. a medicina ocidental. de indivíduos que possam garantir a 4 . SAÚDE DO SERVIDOR Para caracterizar o caráter holístico de saúde que irá nortear este manual. as quais são conseqüências das adaptações ao ambiente em que vivem os indivíduos. e a Saúde do Trabalhador ultrapassa os limites com os quais vinha trabalhando. dessa forma. Os chineses antigos acreditavam que saúde era o reflexo de uma força chamada "QI" (Edelman 1986). meio ambiente. O conceito de “Promoção de Saúde”. é essencial analisar o significado de “saúde sob uma perspectiva histórica”. ou numa definição mais contemporânea: saúde é a qualidade de vida envolvendo as aptidões individuais do ponto de vista social. tem sido definida por diversos modos. emprego. educação.

5 . com base em exame pericial. pelos servidores do cargo. em conseqüência de doença ou acidente. com restrições. permanente e omniprofissional. dentro do critério de avaliação da incapacidade. por exemplo. Este também foi o entendimento do Conselho Federal de Medicina ao publicar a Resolução CFM 1851/08 em 18/08/08. que será apresentada ao longo deste Manual. a possibilidade de agravamento da doença. entre outros. se necessário. avaliação psico-social e verificação de causalidade com a ocupação atual e passada (nexo-causal) e outras julgadas assim como observância dos dispositivos legais. b) considera-se incapacidade permanente aquela insuscetível de alteração com os recursos da terapêutica. Esse conceito tem caráter teórico.a incapacidade laborativa pode ser temporária ou permanente: a) considera-se temporária a incapacidade para a qual se pode esperar recuperação dentro de prazo previsível ou não. Quanto ao grau . atendendo aos conceitos e aos critérios legais e padronizados neste Manual. deverão ser as mais rápidas possíveis. Na avaliação da capacidade laborativa e suas conseqüências. que a continuação do trabalho possa acarretar. considerando o aspecto sócio-econômico do servidor . decorrentes das alterações patológicas conseqüentes aos agravos apresentados. o médico perito deve levar em conta a relação entre a patologia apresentada e a incapacidade para o trabalho. por si só.a incapacidade laborativa pode ser parcial ou total: a) considerar-se-á como parcial o grau de incapacidade que ainda permita (capacidade residual) o desempenho de atividade laboral. c) omniprofissional . INVALIDEZ Entende-se por invalidez a incapacidade laborativa total. sob determinadas condições em que ele é executado pelo servidor. O conceito de incapacidade deve ser analisado quanto ao grau. bem como o risco de vida para a pessoa ou para terceiros. As conclusões da avaliação da incapacidade. readaptação e reabilitação disponíveis à época da avaliação pericial. não permitindo atingir a média de rendimento. permitindo-se diagnósticos sindrômicos ou sintomáticos diante de incapacidade. insuscetível de recuperação ou readaptação profissional. alcançada em condições normais. o meio de transporte que utiliza. assim como da sua suspensão. não significa a existência de incapacidade laborativa . pareceres de outros profissionais de saúde. A incapacidade permanente ou invalidez acarreta a aposentaria. mas a saúde necessária à produção” como enfatiza Ribeiro (1999). e a possibilidade de ser acompanhado ou não ao local de trabalho. b) considerar-se-á incapacidade total a que gera a impossibilidade de desempenho de atividade laboral. histórico ocupacional. A avaliação pericial da capacidade laborativa é destinada a responder aos quesitos estabelecidos.é aquela em que o impedimento abrange diversas atividades profissionais. exames laboratoriais e.é aquela que implica a impossibilidade do desempenho de toda e qualquer atividade laborativa. função ou emprego. No critério de avaliação da capacidade laborativa.a incapacidade laborativa pode ser: a) uni . Deverão ser sempre considerados. Quanto à profissão . função ou emprego do examinado. salvo e objetivo exceto em situações transitórias. por tornar o servidor incapaz de prover a sua subsistência e /ou a realização das atividades da vida diária. exame físico. à duração e à profissão ou função desempenhada.bem como a possibilidade.o que importa é a sua repercussão no desempenho das atividades.produtividade esperada.é aquela em que o impedimento alcança apenas uma atividade específica. INCAPACIDADE LABORATIVA Entende-se por incapacidade laborativa a impossibilidade de desempenho do servidor de atividades específicas ao seu cargo. A presença da doença. b) multiprofissional . como no caso da concessão ou não da licença médica para tratamento de saúde. deve-se considerar os seguintes elementos: alterações mórbidas obtidas por meio da anamnese. “O que importa não é saúde do trabalhador. Quanto à duração .profissional . porém sem risco de vida ou agravamento maior.

as conseqüências à saúde do paciente. de 13 de fevereiro de 2002. Código de Ética Médica e Código Penal.2008. tais como: aposentadoria.08. que trata das infrações e penalidades na área sanitária. Tal preenchimento é de competência e responsabilidade exclusivas do médico perito. identificando o emissor. A proposta modifica a Lei 6. Nas avaliações médico-periciais deve-se observar: 1) Os laudos.658. 4) A RESOLUÇÃO CFM nº 1. que considera infração sanitária o preenchimento de receitas e prontuários médicos de forma ilegível ou que possa induzir a erro. Pareceres e Resoluções). a conduta terapêutica. 3º da Resolução CFM nº 1. do deputado Cezar Silvestri (PPS-PR). que norteia a sua concessão. bem como deverão conter a data de emissão. o Projeto de Lei 3310/08.851/2008 – DOU: 18. 2) Os campos dos documentos relativos à situação de Saúde/Doença do servidor deverão ser completamente preenchidos. 6 . relatórios ou quaisquer documentos relativos à situação de Saúde/Doença dos servidores deverão ser emitidos de forma clara e legível. Estas recomendações seguem legislação relativa à matéria do Conselho Federal de Medicina (Leis. alterou o art. readaptação. os resultados dos exames complementares. a quem cabe legalmente a decisão do benefício previdenciário. Os exames periciais deverão ser realizados nas unidades periciais mais próximas ao local onde reside o servidor. mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina. com o maior número de informações relativas à situação do servidor.437/77. invalidez definitiva.EXAMES PERICIAIS A realização dos diversos exames médico-periciais dos servidores do poder executivo do Estado de Santa Catarina é de competência da Diretoria de Saúde do Servidor. bem como registro de dados de maneira legível. que normatiza a emissão de atestados médicos e dá outras providências. Quando o atestado for solicitado pelo paciente ou seu representante legal para fins de perícia médica deverá observar: o diagnóstico. que complementará o parecer fundamentado do médico perito. 3) Prontuários mal preenchidos impossibilitam investigações nos casos de erros e de omissões cometidos por profissionais de saúde. a assinatura com carimbo e CRM do médico perito. o provável tempo de repouso estimado necessário para a sua recuperação. o prognóstico. A análise de qualquer solicitação de benefício terá que seguir obrigatoriamente as legislações vigentes. Os campos não utilizados deverão ser anulados. Isto contribuiu para que a Comissão de Defesa do Consumidor aprovasse em 3/12/08.”“.

aumento de carga horária e reversão). precedido de prova de capacidade física e mental para o exercício do magistério. com licenciamentos freqüentes e aposentadorias precoces. 25. salvo quando se tratar de funcionário público em efetivo exercício. permanecem as regras determinadas pelo correspondente órgão previdenciários (INSS). tendo como base os parâmetros técnicos corroborados pela experiência pericial e clínica. § 1° . III – LEGISLAÇÃO: a posse do servidor deverá obedecer ao que determina: A) Estatuto dos Servidores Públicos do Estado (Lei Nº. II – OBJETIVO: No exame médico-pericial do servidor efetivo. 14. O ingresso de candidato que apresenta necessidades especiais é regulado por lei específica (Anexo I). contados da publicação do ato de nomeação no Diário Oficial do Estado. entretanto. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº.EXAME PERICIAL PARA ADMISSÃO I – CONCEITO: É o exame médico-pericial realizado para todas as formas de admissão (nomeação. 6745/1985): Art. não venham a se agravar nem predispor as outras situações que provoquem permanência precária no trabalho. considerando-se que as doenças eventualmente diagnosticadas. de acordo com a Instrução Normativa 001/2003 e 005/2003 (Anexo IV). Art. com enfoque nas exigências específicas do cargo a que se propõe. devendo para tal apresentar Atestado de Saúde Ocupacional (admissional) emitido por médico legalmente habilitado. se estiver comprovadamente doente. Para os servidores temporários e/ou comissionados.A requerimento do interessado. devendo-se seguir a rotina do exame pericial para admissão. A posse se dá no prazo de 30 (trinta) dias. Tem-se pôr empossado o membro do magistério após a assinatura do termo de compromisso. esse prazo pode ser prorrogado pôr até 30 (trinta) dias. que estabelecerá o enquadramento técnico como efetivo portador. Por ocasião do exame admissional é obrigatório que o candidato à vaga de portador de necessidade especiais apresente o “Laudo da Comissão Interdisciplinar” regularmente constituída por cada secretaría. o prazo para a posse poderá ser prorrogado por mais 30 (trinta) dias ou enquanto durar o impedimento. cabendo finalmente à Gerência de Perícia Médica a definição da capacidade laborativa para a vaga já definida pela referida Comissão. ou. 23. pelo período que perdurar o impedimento. 13. aumento de carga horária e reversão) em se tratando de servidor púbico ocupante de cargo efetivo. O candidato deve ser avaliado no seu aspecto geral. em caso de doença. deverá ser feito um prognóstico de vida laboral. para fins de admissão. readmissão. nos termos deste Estatuto. dirigido à autoridade competente para dar posse. A posse em cargo de provimento em comissão será precedida de exame de saúde. com base na legislação estadual e federal. 7 . § 1º A requerimento do interessado. incipientes ou compensadas. Art. A posse terá lugar no prazo de 30 (trinta) dias da data da publicação do ato de nomeação no Diário Oficial. em todas as suas formas (nomeação. nos aspectos não relacionados às suas limitações. 6844/1986): Art. readmissão. quando também iniciar-se-á o exercício. realizada pôr órgão médico oficial.

VI – RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: De acordo com o resultado da avaliação médico-pericial. pela autoridade competente para dar posse a requerimento do interessado ou. V – EXAMES COMPLEMENTARES: os exames necessários para a posse do servidor efetivo estão relacionados no quadro abaixo. Raios-X de Tórax 4. IV – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICIAL: Constará de exame clínico e análise de exames complementares. enquanto durar o impedimento. Sangue: Hemograma Glicemia Sorologia para Lues 2. o laudo será encaminhado ao setorial de pessoal para conhecimento. § 1º Este prazo pode ser prorrogado. tendo estes validade de 60 dias (para exames laboratoriais. devendo constar no mesmo as assinaturas e carimbos do perito examinador e revisor. Se o candidato for considerado “INAPTO”. Todo candidato deverá ter sua história mórbida pregressa devidamente pesquisada. o candidato poderá ser considerado: apto. 6843/1986): Art. deverão ser atualizados periodicamente. ser submetido a exame físico completo e ter seus exames complementares obrigatórios avaliados criteriosamente. podendo o interessado solicitar recurso.C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. no máximo por mais 30 (trinta) dias. 8 . 20. A relação desses exames. deverá o perito subsidiar seu parecer com outros exames complementares e/ou pareceres especializados que achar necessário. A posse se dá no prazo de 30 (trinta) dias contados da data da publicação do ato de nomeação pelo Diário Oficial do Estado. Audiometria Laringoscopia indireta OBS: A critério do médico perito poderão ser solicitados outros exames. 1. em caso de doença. tendo em vista a constante evolução técnico-científica. Raios-X de coluna lombo – sacra e bacia Para Todos Para Todos Para Todos Para Todos Professores de Ed. Em qualquer dúvida. Quando “APTO”. solicitados de acordo com a atividade a ser exercida e com as normas vigentes por ocasião da admissão. Merendeira Artífice I e II Agente de Atividade de Saúde Agente de serviços gerais Auxiliar de sala Professores efetivos Auxiliares de sala 6. ECG – eletrocardiograma com laudo (acima de 35 anos) 5. inapto ou com incapacidade temporária. a primeira via do laudo será entregue ao interessado. ECG e audiometria/laringoscopia) e 90 dias para exames radiológicos. O prontuário completo do exame admissional deverá ficar arquivado junto à Gerência de Perícia Médica. O laudo contendo o resultado da avaliação será expedido em 2(duas) vias. assim como os formulários utilizados. Física. Parcial de Urina 3. Neste caso a reavaliação do candidato será feita por Junta Médica.

conforme previsto no Estatuto. não será admitido o portador de doenças cardíacas congênitas ou adquiridas com alterações hemodinâmicas. é considerada “cegueira legal”. VII – OPERACIONALIZAÇÃO: após realização dos exames complementares. recomenda-se à solicitação de exames complementares específicos para o tipo de tarefa a ser realizada. Ausência absoluta de percepção da luz é a “cegueira absoluta”. As seguintes arritmias: bradicardia sinusal. permite o ingresso em cargos que não exijam visão binocular. ritmo juncional ou auricular esquerdo. ocasião que deverá comparecer na data e horário previamente agendado. bloqueio da divisão ântero-superior (BDAS) e hemibloqueio de ramo direito (BIRD). levantamento e/ou transporte de pesos.05. sendo necessário avaliar: acuidade visual sem e com correção. Estas mesmas arritmias acompanhadas de algum sinal de cardiopatia e as demais arritmias serão sempre analisadas em função da sua repercussão hemodinâmica e em face da cardiopatia que as origina. Do ponto de vista cardiológico. na ausência de sinais de cardiopatia (comprovada por dados clínicos. Nestes casos será enviado ofício comunicando o setorial e o servidor. cegueira e cegueira legal são impeditivas para o ingresso no serviço público. mesmo que momentaneamente compensadas. que não interferirem na acuidade visual do olho normal. Abaixo de 0. com ou sem correção de lentes. A visão subnormal. radiológicos e eletrocardiográficos). Nos cargos que impliquem exigência de esforços físicos acentuados. VIII – CONSIDERAÇÕES GERAIS: Na avaliação ortopédica será considerado inapto o candidato que apresentar afecção congênita ou adquirida do sistema osteoarticular ou muscular. com a melhor correção possível. esteja entre 0.Ao candidato que eventualmente apresentar “INCAPACIDADE TEMPORÁRIA” por problemas passíveis de resolução. bloqueio de ramo direito do feixe de Hiss. tonometria e senso cromático. que incapacitem total ou parcialmente para as atividades do cargo pleiteado. conforme determinação estatutária. mesmo se a acuidade central não estiver comprometida. do prognóstico clínico e das funções inerentes ao cargo pleiteado. o agendamento junto a Gerência de Perícia Médica para realização do exame médico admissional. da necessidade de reavaliação após o tratamento. não deverá ser inferior a 20/40 no olho de menor visão quando for indispensável à exigência de visão binocular e nunca inferior a 20/70 quando a visão monocular for suficiente. exceto para os candidatos a vagas destinadas a portadores de necessidades especiais. síndrome de Wolff Parkinson White. extrassistolia isolada (até 5pm). O exame oftalmológico é indispensável para o ingresso em determinados cargos públicos. desde que haja compatibilidade com a função. munido do documento de identidade e resultados dos exames complementares realizados. 9 . será concedido um prazo para tratamento a critério do perito. As demais alterações osteo-musculares devem ser avaliadas do ponto de vista da limitação funcional que acarretem. ou campo visual muito reduzido.05 até percepção da luz ou com campo visual só no ponto central da fixação. podendo este prazo ser prorrogado. As oftalmopatias monoculares. o candidato deverá solicitar ao setor de Recursos Humanos do órgão de origem da futura lotação. A acuidade visual mínima pela escala de Snellen (Anexo II). fundo de olho. não serão consideradas incapacitantes para o ingresso na função pública. A OMS classifica como visão subnormal àquela acuidade visual que no melhor olho.3 e 0. congênitas ou adquiridas.

1000.O portador de nubéculas ou leucomas terá seu ingresso permitido. motorista. é considerado apto para ingresso. Linotipistas. há necessidade de acuidade visual mínima de 20/40 pela escala de Snellen no pior dos olhos. assintomático. serão impeditivas para o ingresso. desde que não apresente alterações oftalmológicas. São consideradas impeditivas para o ingresso no serviço público. odontólogos. desde que tais alterações de córnea. papiloscopistas. gráficos e fotógrafos. deverão ter visão binocular e um mínimo 20/30 de acuidade visual pela escala de Snellen com ou sem correção no pior dos olhos. químicos. além de antecedentes de tratamento ou internação psiquiátrica. deverão ser avaliadas considerando os laudos de laringoscopia indireta e audiometria. Na ocorrência destes antecedentes e/ou indícios de internação psiquiátrica. metástase e seqüelas do tratamento. Neoplasias malignas na vigência de tratamento quimioterápico. aviadores. sendo considerados aptos àqueles que não apresentarem seqüelas incapacitantes originadas desta doença. alterações que interferem diretamente no exercício de atividades que exijam a plenitude do uso da audição e voz. deverão ter visão binocular e acuidade visual não inferior a 20/40. considerar-se-á a existência de Incapacidade temporária até que se comprove a recuperação anatômica e funcional das cordas vocais. radioterápico ou imunossupressor. O candidato HIV reagente. a aptidão vai depender da avaliação especializada da situação atual. As doenças alérgicas em geral não são impedimento para admissão a não ser quando houver alguma complicação. mas com graves seqüelas. aferida por audiograma nas freqüências de 500. no pior dos olhos. Para o ingresso no cargo de investigador. porém aquele que já apresentar repercussões clínicas da Síndrome da imunodeficiência adquirida-AIDS. intercorrência ou associação com outra entidade mórbida. radiologistas. eletricista. datiloscopistas. policial e demais atividades que impliquem em porte de arma. A existência de quadro neurológico de caráter evolutivo ou mesmo estabilizado. Sintomas e sinais de doenças mentais deverão ser observados no candidato a ingresso. é impeditivo para o ingresso. farmacêuticos. prognóstico. com ou sem correção. vasculares e neurológicas. estando a aptidão diretamente relacionada com a complexidade e risco do cargo pleiteado. sendo sempre indispensável à existência de visão binocular. Quadros de tuberculose ativa deverão ser tratados e reavaliados após o tratamento. Maculopatias serão permitidas desde que a visão não seja inferior a 20/40 no melhor olho e que o cargo não exija visão binocular. Nas disfonias passíveis de tratamento. das seqüelas existentes e do grau de complexidade da função que irá exercer. recomenda-se necessidade de parecer neurológico. não interfiram na visão e não sejam produzidas por distrofias heredo-familiares. recidiva da doença. deverá ter sua capacidade laborativa avaliada de acordo os critérios internacionalmente aceitos (Anexo III). Laboratoristas. considerando-se ainda o estadiamento clínico. Os transtornos de senso cromático contra-indicam o ingresso para todos os cargos em que haja necessidade de diferenciar cores. Na referência de antecedente de crises convulsivas. 10 . As disfunções tireoideanas compensadas permitem o ingresso. As disfonias e disacusias (ler Anexo VI). as deficiências auditivas onde se constate perda bilateral parcial ou total de 41 decibéis ou mais. médicos oftalmologistas. O candidato diabético será considerado apto quando em tratamento clínico e compensação metabólica. 2000 e 3000 HZ. por exemplo: guarda rodoviário. delegado e escrivão de polícia.

Quadros comprovados de hepatopatias crônicas com insuficiência hepática são impeditivos para o ingresso. forma da doença e tratamento. subsidiado de exames complementares e pareceres especializados. nortearão a concessão ou não da aptidão.O candidato com diagnóstico de hanseníase será avaliado quanto a sua situação clínica atual. deverá o perito examinador solicitar composição de Junta Médica para reavaliação e parecer conclusivo. Outras situações detectadas no exame médico pericial para fins de ingresso. de acordo com o conhecimento clínico pericial do examinador. deverão ser avaliadas. Ainda persistindo dúvidas quanto à situação avaliada. sendo que o prognóstico e as seqüelas decorrentes. 11 .

o segurado considerado inválido para o serviço público em geral será aposentado por invalidez. 412.LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE I – CONCEITO: É a licença solicitada para o servidor que. e III . Não serão objeto de avaliação as licenças de até três dias/mês.. Para concessão da licença é indispensável o exame médico pericial. Em caso de novo benefício. 60 . a juízo do órgão sanitário. 12 . mediante manifestação de perícia médica oficial. como se fosse uma licença inicial. poderá ser compulsoriamente licenciado.a licença para tratamento de saúde será concedida por até 2 (dois) anos. 66 – A licença para tratamento de saúde será concedida por iniciativa da Administração Pública ou a pedido do funcionário ou de seu representante. ser objeto de exame pericial a ser realizado pela Gerência de Perícia Médica. enquanto durar essa condição. II – OBJETIVO: O servidor tem direito à licença médica para tratamento quando um problema de saúde o impedir de exercer suas atividades no trabalho. as quais poderão ser abonadas pela chefia imediata. que determinará o prazo da mesma. mediante a homologação do órgão médico oficial.Incumbe a Chefia imediata promover a apresentação do funcionário à inspeção médica.O funcionário licenciado não poderá recusar a inspeção médica..expirado o período máximo de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado.. 6745/85): Art. sob pena de suspensão da licença. por outros especialistas. B) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº.o período compreendido entre o término da licença para tratamento de saúde e a publicação do ato de aposentadoria por invalidez será considerado como de prorrogação da licença. Art. esteja momentaneamente incapacitado para exercer suas funções. § 1° . II . Art.. devendo este. subsidiariamente. Art. de 26 de junho de 2008 – IPREV. por motivo de doença comprovada. Os servidores com contrato temporário ou comissionado terão apenas seus primeiros quinze dias de afastamento avaliados pela Gerência de Perícia Médica. no prazo de até 60 dias a contar do último dia de afastamento. e na necessidade da prorrogação deste. pela mesma situação clínica. independente do período decorrido desde o término na licença anterior (regulamentado pela Instrução Normativa 010/2004/DIRH/DAPS/SEA – Anexo V). I . 67 – A inspeção médica será feita por intermédio de órgão médico oficial e. § 2° . o servidor deverá solicitar prorrogação do benefício junto ao INSS.Será admitido laudo de médico ou especialista não credenciado. tal benefício deverá ser avaliado pelo órgão previdenciário competente (INSS).O funcionário portador de doença transmissível. Em se tratando de outra patologia. podendo ser prorrogada uma única vez por igual período. III – LEGISLAÇÃO: a licença para tratamento de saúde tem por base legal: A) Lei Complementar Nº. o servidor será avaliado pela Gerência de Perícia Médica. 65 . § 1° .

o membro do magistério se abstém de atividades remuneradas sob pena de interrupção da licença.Não sendo homologado o laudo. concluindo o laudo médico pelo retorno ao trabalho. quando será. 110 . na forma deste artigo.No processamento das licenças para o tratamento de saúde. Art.§ 2° . 108 .A inspeção é feita por médicos funcionários do Estado ou por aqueles aos quais forem transferidos ou delegadas as respectivas atribuições. o policial civil é obrigado a reassumir o exercício do cargo.Os dias correspondentes à perda de vencimento ou remuneração de que trata este artigo. § 2º . 6844/86): Art. 101 . ou laudo só produzirá efeito após homologação pela Junta Médica Oficial.Considerado apto. Art. deve ser observado rigoroso sigilo sobre os laudos e atestados médicos emitidos. aposentadoria ou pela readaptação. mediante homologação do órgão médico oficial. inclusive quanto à responsabilidade do médico atestante. 106 . o membro do magistério reassume o exercício. Parágrafo único . prorrogação do afastamento. sendo considerado como de licença sem vencimentos os dias em que deixou de comparecer ao serviço por haver alegado doença. prorrogação de licença.Quando não for homologado o laudo. pode o membro do magistério requerer inspeção médica. Art. salvo nos casos de prorrogação "ex-officio" ou a pedido.A licença é concedida pelo prazo indicado no laudo ou atestado da Junta Médica Oficial.O membro do magistério não pode permanecer em licença para tratamento de saúde por prazo superior a 24 (vinte e quatro) meses.A licença é concedida pelo prazo indicado no laudo ou atestado médico oficial.O tempo necessário à inspeção é considerado de licença. o período de ausência ao trabalho será considerado como de licença para tratamento de interesses particulares.O tempo necessário à inspeção é considerado como de licença para tratamento de saúde. pode ser admitido laudo médico particular. sob pena de serem considerados os dias de ausência como faltas injustificadas. aposentadoria ou readaptação. 6843/86): Art.A inspeção médica não pode ser recusada. readaptado ou aposentado.Caso o policial civil esteja ausente do Estado. Art. deve concluir pela volta ao serviço. é considerada como prorrogação para fins deste artigo. § 1º . 111 . D) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. 13 . cujo laudo médico. Art. 107 . até que reassuma o cargo. até que se realize a referida inspeção. como perda total do vencimento ou remuneração.No caso de licença para tratamento de saúde. sob pena de suspensão de pagamento do vencimento ou remuneração. 105 . 102 . sob pena de cassação da licença. § 3º . 109 . ou de aposentadoria. ao critério de Junta Médica Oficial. Parágrafo único . Art. 108 . Art. 109 .Na hipótese do parágrafo anterior. o membro do magistério deve reapresentar-se a nova inspeção. 110 . 106 . Art.Findo o prazo. C) Estatuto do Magistério Público de Santa Catarina (Lei Nº. Art. verificar-se-á nova inspeção. 107 . caso se julgue em condições de reassumir o exercício ou com direito a aposentadoria por tempo de serviço. são considerados como de licença sem vencimentos. Art. Art. 68 – Fica impedido o funcionário licenciado para tratamento de saúde de exercer atividades remuneradas.No curso da licença. caso o membro do magistério esteja ausente do Estado.Terminada a licença. o policial civil deve assumir a exercício.Findo o prazo de licença. Art. Art.Poderá ser aceito laudo de médico e especialistas não credenciados. Parágrafo único .É integral o vencimento ou remuneração do membro do magistério licenciado para tratamento de saúde. 103 .A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias contados do término da anterior. Art. sem prejuízo das investigações necessárias.

111 . agendamento para avaliação médica pericial junto a Gerência de Perícia Médica. Art. realizados sempre que possível. em estabelecimento estadual de assistência médica.O pedido de prorrogação é apresentado antes do fim do prazo de licença. o servidor deverá solicitar junto à chefia imediata. conta-se como de licença sem vencimentos o período compreendido entre a data do seu término e a do conhecimento oficial do despacho denegatório. sob pena de serem considerados como faltas os dias de ausência. 116 . o policial civil reassume o exercício. Poderá ser concedida licença para tratamento de saúde em caráter preventivo. Art. documento de identidade. o policial civil se abstém de atividades remuneradas sob pena de interrupção da licença. contagiosa ou não. e que imponha cuidados permanentes. Art.Considerado apto em inspeção médica. A licença poderá ser interrompida em procedimento ex-ofício ou a pedido do servidor.No curso de licença pode o policial civil requerer inspeção médica.Na hipótese de que trata este artigo. Art. é a apresentação de comprovante de tratamento realizado ou em seguimento. em situações especiais onde às condições do trabalho realizado. 114 . Art. determinar a imediata aposentadoria. A licença será negada nos casos injustificados. 115 .No caso de licença para tratamento de saúde. Parágrafo único . a pedido do servidor ou de seu representante legal. que determinará o prazo da mesma.No processamento das licenças para tratamento de saúde. munido do atestado médico.A licença superior a 3 (três) dias depende de inspeção realizada por Junta Médica Oficial. 117 . Parágrafo único . com prazo superior a três dias/mês. 112 . além da remuneração. se indeferido. Parágrafo único . a inspeção é feita por Junta. Art. visto que a incapacidade não decorre apenas da doença diagnosticada. Uma das condições para concessão da licença e/ou sua prorrogação. 119 . de pelo menos 3 (três) médicos. é observado o sigilo sobre os laudos e atestados médicos. sob pena de ter suspenso o pagamento dos vencimentos até que se realize a referida inspeção. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: De posse do(s) atestado(s) médico(s). Poderá ser concedida licença para tratamento de saúde retroativa desde que existam elementos para justificá-la.Nos casos de acidentes de trabalho e de doença profissional.Art.É integral a remuneração do policial civil licenciado para tratamento de saúde. 118 . se considerado apto para retorno ao trabalho após reavaliação pericial. 14 . A licença para tratamento de saúde poderá ser concedida por iniciativa da administração pública (ex-ofício).Os dias correspondentes à perda da remuneração de que trata este artigo são considerados como licença sem vencimentos. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. Art. no prazo de no máximo 48 horas úteis a partir da data de início do afastamento. pode a Junta Médica Oficial considerando irrecuperável o doente. 120 . atuem como agravante da enfermidade ou como fator de risco para o servidor ou para terceiros. Art. com perda total da remuneração até que reassuma o cargo. caso se julgue em condições de reassumir o exercício ou com direito a aposentadoria por tempo de serviço. mas sim da situação clínica no momento do exame e sua relação com a natureza do serviço exercido pelo servidor. correm por conta do Estado as despesas de tratamento médico e hospitalar.O policial civil não pode se recusar à inspeção médica. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICIAL: Para concessão da licença é indispensável o exame médico pericial.Em caso de doença grave.

ficha de afastamento (emitida pelo órgão de origem e assinada pela chefia imediata) e exames complementares (quando houver) que justifiquem sua incapacidade laborativa. no prazo de 48 horas do recebimento do atestado médico. mediante justificativa técnica. o perito determinará a necessidade da apresentação de nova documentação médica. Nas licenças prolongadas ou repetidas. Para os servidores lotados na Secretaria de Estado da Saúde o prazo acima referenciado será de 05 (cinco) dias. contendo o número de dias concedidos.NYHA. ficando sob responsabilidade do servidor. sendo que acima deste período deverá ser avaliado pelo órgão médico oficial. dentro das próximas 48 horas úteis. deverá apresentar além do atestado médico comprobatório do tratamento. Na eventualidade da falta ao exame pericial. tal prazo poderá ser desconsiderado. deverá o servidor encaminhar o referido atestado ao órgão do Sistema de Gestão de Recursos Humanos. quando houver indicação clínica.permite a distribuição das cardiopatias em Classes ou Graus assim descritos: 15 . . etc. segundo New York Heart Association . A chefia imediata deverá. internações. VI – CONSIDERAÇÕES GERAIS: O servidor com lesão osteoarticular e que se encontra com algum tipo de imobilização.se em exercício nas escalas de 6 horas diárias ou 4 horas diárias. a critério do supervisor médico ou gerente de perícia médica.). este somente será reagendado. No caso do servidor não concordar com o resultado deste exame. até quatro dias de faltas no mês. que deverá ser solicitado por escrito ao supervisor médico ou gerente de perícia médica. Este documento deverá ser entregue à chefia imediata. o servidor recebe diretamente do médico perito que realizou o seu exame. A avaliação da capacidade funcional do coração. ou não. Em casos de extrema impossibilidade (cirurgias. com base em documentação médica robusta. V – RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: concluído o exame pericial. com as devidas comprovações técnicas que impossibilitaram o referido comparecimento. sendo que superior a este período o servidor deverá ser avaliado pelo órgão médico oficial. no caso de confirmado o indeferimento da licença. por autorização do Supervisor Médico ou Gerente de Perícia Médica. obedecendo ainda os seguintes critérios: . bem como o indicativo de alta pericial (ao término da referida licença) ou a necessidade de reagendamento. 26. sem o qual. Os pedidos de reconsideração poderão gerar indeferimentos ou agendamento para nova avaliação pericial com outro perito ou Junta Médica. sugere-se parecer com perito psiquiatra. da Lei 323/2006. cabe pedido de reconsideração. a ausência laborativa gerada enquanto aguarda reavaliação pericial. sem que este ato implique na necessidade de novo atestado emitido pelo médico assistente. bem como a autorização da realização do exame pericial por terceiros. efetuado dentro do prazo de 48 horas da data do agendamento inicial. os exames complementares que tenha realizado. o CREM (Comunicado do Resultado do Exame Médico). caso o período do atestado de saúde atingir até dois períodos de escala no mês. A licença motivada por doença psiquiátrica deverá ser avaliada mediante a apresentação de atestado do médico psiquiatra e comprovação do tratamento. de acordo com situação clínica. Nos casos de reagendamente. nos termos do art. providenciar agendamento da avaliação médica pericial e comunicar o servidor para comparecimento. sempre que este esteja acessível ao serviço de perícia médica. deverá ter resolução administrativa. tal período de afastamento. mediante a apresentação de atestado de saúde do Sistema de Gestão de Recursos Humanos da unidade.se em exercício na escala de 12 horas.

palpitação. Os sintomas de fadiga. a licença será concedida somente em fase de reagudização. a possibilidade de complicações e a atividade exercida pelo servidor. 16 . a princípio não existe impedimento para o retorno às suas atividades. VII – PERÍCIA EM TRÂNSITO: na eventualidade do servidor encontrar-se em tratamento médico fora do seu local de lotação. agrava ou complica pode gerar afastamentos. Na doença crônica com períodos de remissão. dispnéia ou angina de peito. As licenças concedidas em ameaça de abortamento. física. devendo sempre ser avaliado com relação à atividade laborativa do servidor. dispnéia nem angina de peito. a técnica empregada. No caso de cirurgia deve-se considerar: a doença que motivou a mesma. porém pequenos esforços provocam fadiga. quando houver risco de contágio ou necessidade de recuperação da capacidade laborativa do servidor. relacionando a limitação apresentada com a atividade exercida pelo servidor. A atividade Classe II – pacientes portadores de doença cardíaca que acarreta leve limitação à atividade física ordinária não provoca fadiga acentuada. No caso de avaliação fora do Estado. palpitação. que providenciará documento oficial solicitando que outra junta médica oficial proceda à avaliação pericial do servidor. • Classe IV – pacientes com doença cardíaca que acarreta incapacidade para exercer qualquer atividade física. dispnéia ou angina de peito. Estes pacientes sentem-se bem em repouso. Nas classes I e II cabe licença para tratamento de saúde e/ou readaptação. poderá ser realizada perícia em trânsito.• • Classe I – pacientes com doença cardíaca. existem mesmo em repouso e se acentuam com qualquer atividade. cabendo a este referido órgão a emissão de documento informando o número de dias concedidos (ou não) após a conclusão do exame pericial. a solicitação do servidor deverá ser primeiramente encaminhada a Gerencia de Perícia Médica. porém sem limitação da atividade física. gestação de risco e outras situações clínicas agravantes da gestação. Para o paciente que evolui bem com o tratamento e se mantém sob controle. devem ser em geral de curta ou média duração podendo ser repetida quantas vezes se fizer necessário. mas a atividade física comum provoca fadiga. A liberação destes procedimentos deverá necessariamente conter a autorização por escrito do supervisor médico ou gerente de perícia médica. • Classe III – pacientes portadores de doença cardíaca que acarreta acentuada limitação da atividade física. a Gerência de Perícia Médica poderá efetuar a realização de exame pericial de servidores públicos lotados em outros estados da União. o perito poderá sugerir composição de uma Junta Médica. Eles se sentem bem em repouso. palpitação. desde que este procedimento seja documentado e oficialmente solicitado pelo respectivo serviço de perícia médica. palpitação. Outras afecções com solicitação de afastamento deverão ser avaliadas pelo perito examinador com base no exame clínico e exames complementares. Na doença infecto-contagiosa a licença será concedida na fase aguda. Em caso de dúvida deverá recorrer à avaliação especializada e nos casos mais complexos. dispnéia ou angina de peito. que ocorrerá na unidade pericial mais próxima (no caso do mesmo encontrar-se em outra cidade do Estado de Santa Catarina) ou em outra junta médica oficial (quando o servidor encontrar-se fora do Estado de Santa Catarina). De igual maneira. Quando uma doença alérgica se agudiza.

Calórica Outras Deficiências Nutricionais Transtornos Mentais / Comportamentais.agudizada HIV – Resultando em Doenças Infecciosas e parasitárias HIV – Resultando em Outras Doenças HIV .Não Especificado Neoplasia Maligna Aparelho Respiratório Neoplasia Maligna Ossos e Cartilagem Articular Melanoma Maligno da Pele Neoplasias Malignas "In-Situ” da Pele Neoplasia Maligna da Mama Neoplasia Maligna do Útero Neoplasia Maligna da Próstata Neoplasia Maligna da Bexiga Neoplasia Maligna da Tireóide Linfoma de Hodgkin Linfoma de Não-Hodgkin Leucemia Mielóide Neoplasias Benignas .1 B-18 B-20 B-23 B-24 C-39 C-41 C-43 C-44 C-50 C-55 C-61 C-67 C-73 C-81 C-83 C-92 D-(10 a 36) D-(00 a 09) D-50 D-(60 a 64) D-69 E-(02 a 03) E-06 E-05 E-07 E-10 E-11 E-14 E-(40 a 46) E-(50 a 64) F-10 F-11 Gastroenterite Tuberculose Hanseníase Coqueluche Erisipela Varicela Herpes Zoster Hepatite Viral Aguda . Devido ao Álcool Transtornos Mentais / Comportamentais.PERÍODOS MÉDIOS DE AFASTAMENTO NAS LICENÇAS INICIAIS (afecções de maior prevalência): O quadro anexo faz referência à sugestão ao período médio de dias a ser concedido nas patologias de maior prevalência no sérvio pericial LICENÇA INICIAL até 05 dias até 60 dias até 60 dias até 15 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 30 dias até 45 dias até 30 dias até 30 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 60 dias até 15 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 30 dias até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias CID .Tipo A Hepatite Viral Aguda .10 A-09 A-16 A-30 A-37 A-46 B-01 B-02 B-15 B-16 B-17.VIII .(Pós Cirurgia) Anemia Ferropriva Anemias Hemolíticas Púrpuras Hipotireoidismo Tireoidite Tireo Toxicose .Tipo B Hepatite Viral Aguda . Devido Opiáceos 17 .(Hipertireoidismo) Outros Transtornos da Tireóide Diabetes Insulino-Dependente Diabetes Não Insulino-Dependente Diabetes Não Especificado Desnutrição Protéica .(Não Especificado) .Tipo C DISCRIMINAÇÃO Hepatite Viral Crônica .(Pós Cirurgia) Neoplasias "In-Situ" .

Devido Sedativos Transtornos Mentais / Comportamentais.4 G-20 G-30 G-32 G-35 G-37 G-40 G-40.Graves Transtorno Depressivo Recorrente Transtornos do Humor (Afetivos) Persistentes Transtornos Fóbico-Ansiosos Outros Transtornos Ansiosos Transtorno de Pânico Transtorno Misto Ansioso-Depressivo Reação Aguda ao Stress Transtorno de Adaptação Outras Reações ao Stress Grave Transtornos Dissociativos (Conversão) Anorexia Nervosa Meningite Bacteriana Meningite Viral Seqüelas de Doenças Inflamatórias do SNC Ataxia Cerebelar Paraplegia Espástica Hereditária Doença de Parkinson Doenças Degenerativas do SNC Doenças Degenerativas do SNC Esclerose Múltipla Outras Doenças Desmielinizantes do SNC Epilepsias Epilepsia Não Especificada (Crise) Enxaqueca Outras Síndromes de Algias Cefálicas Acidentes Vasculares Cerebrais Isquêmicos Transitórios Paralisia Facial (Bell) Transtornos de Outros Nervos Cranianos Polineuropatia inflamatório . Devido Canabinóides Transtornos Mentais / Comportamentais.0 F-41.1 G-11.0 F-43. Devido Cocaína Transtornos Mentais / Comportamentais.2 F-43.0 H-16 H-25 Transtornos Mentais / Comportamentais.0 G-52 G-61.1 F-32.9 G-43.Cirurgia) até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dias até 10 dias até 30 dias até 60 dias até 60 dias até 10 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 20 dias até 15 dias até 15 dias até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 60 dias até 30 dias até 60 dias até 90 dias até 90 dias até 60 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 60 dias até 15 dias até 03 dias até 07 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 90 dias até 60 dias até 60 dias até 90 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dias até 30 dias até 05 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias 18 .0 G-00.2 F-43.8 F-44 F-50.2 G-09 G-11.0 F-32.2 F-33 F-34 F-40 F-41 F-41.F-12 F-13 F-14 F-15 F-19 F-20 F-21 F-22 F-29 F-31 F-32.1 G-00. Múltiplas Drogas e Outras Esquizofrenia Transtorno Esquizotípico Transtornos Delirantes Persistentes Psicose Não-Orgânica Não Especificada Transtorno Afetivo Bipolar Episódios Depressivos .2 G-44 G-45 G-51.Moderados Episódios Depressivos .Leves Episódios Depressivos . Outros Estimulantes Transtornos Mentais / Comportamentais.(Guillain-Barré) Outros Transtornos Do Sistema Nervoso Periférico Hemiplegia Paraplegia e Tetraplegia Outras Síndromes Paralíticas Outros Transtornos do Encéfalo Outros Transtornos do SNC Surdez por Transtorno de Condução e/ ou Neurossensorial Conjuntivites Pterígio (Pós-Cirurgia) Ceratite Catarata Senil (Pós .0 G-64 G-81 G-82 G-83 G-93 G-96 H-9 H-10 H-11.

9 J-20.9 J-18.0 a 01. Nasofaringite e Faringite Crônica Sinusite Crônica até 30 dias até 60 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 07 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 15 dias até 30 dias até 60 dias até 30 dias até 60 dias até 90 dias até 30 dias até 90 dias até 60 dias até 45 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dais até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 60 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 30 dias até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 20 dias até 30 dias até 03 dias até 07 dias até 03 dias até 05 dias até 03 dias até 07 dias até 05 dias até 05 dias até 10 dias até 15 dias até 10 dias até 10 dias até 07 dias até 05 dias até 07 dias 19 .H-33 H-54 H-40 H-65 H-66 H-81.9 J-22 J-31 J-32 Descolamentos e Defeitos da Retina Cegueira e Visão Sub-Normal Glaucoma Otite Média Não-Supurativa Otite Média Supurativa e as não Especificadas Vertigem Paroxística Benigna Doença de Meniere Neurite Vestibular Síndromes Vertiginosas em Doenças Classificadas em Outra Parte Outros Transtornos Ouvido Interno Febre Reumática Sem Comprometimento Cardíaco Febre Reumática com Comprometimento Cardíaco Hipertensão Arterial Essencial Hipertensão Secundária (Doenças Cardíacas.0 H-81.2 H-82 H-83 I-00 I-01.9 I-10 I-11 a 15 I-20 a 25 I-20 I-21 I-25 I-26 I-30 I-33 I-40 I-42 a 43 I-47 I-48 I-49 I-50 I-69 I-61 I-63 I-64 I-69 I-70 I-71 I-80 I-83 I-86 I-87 J-00 J-01 J-02 J-03 J-04 J-06 J-10 J-11 J-12 J-15.1 H-81. Renal ou Mista) Doenças Isquêmicas do Coração (Pós-Cirurgia) Angina Pectoris Infarto Agudo do Miocárdio Doença Isquêmica Crônica do Coração Embolia Pulmonar Pericardite Aguda Endocardite Aguda Miocardite Aguda Cardiomiopatias Dilatadas Taquicardia Paroxística Flutter e Fibrilação Atrial Outras Arritmias Cardíacas Insuficiência Cardíaca Hemorragia Subaracnóidea Hemorragia Intracerebral Infarto Cerebral AVC Não Especificado como Hemorrágico ou Isquêmico Seqüelas de Doenças Cerebrovasculares Aterosclerose Aneurisma e Dessecção da Aorta Flebite e Tromboflebite Varizes dos MMII (Pós-Cirurgia) Varizes de outras Localizações Outros Transtornos das Veias Nasofaringite Aguda Sinusite Aguda Faringite Aguda Amigdalite Aguda Laringite Aguda e Traqueíte Aguda Infecções Agudas das Vias Aéreas Superiores Localizações Múltiplas Influenza Devido a Vírus Influenza (Gripe) Gripe (Influenza) não especificada Pneumonia Viral não Classificações em Outra Parte Pneumonia Bacteriana não Específica Pneumonia não Especificada Bronquite Aguda não Especificada Infecções Agudas das Vias Aéreas Inferiores não Especificadas Rinite.

2 L-02 L-03 L-04 L-05 L-08.J-34.1.3 J-37 J-38 J-42 J-43 J-44 J-45 K-05 K-12 K-21 K-25 K-26 K-27 K-29 K-31 K-35 K-40 a 46 K-50 K-51 K-52 K-57 K-60 K-65 K-70.8 L-60.3 K-74.09 L-93 L-98 L-98. Furúnculo e Carbúnculo Celulite Linfadenite Aguda Cisto Pilonidal (Pós-Cirurgia) Infecção Localizada da Pele e Subcutânea não Especificadas Dermatite Atópica Dermatite Seborréica Dermatite Alérgica de Contato Dermatite de Contato por Irritantes Dermatite de Contato não Especificada Psoríase Urticária Unha Encravada (Pós-Cirurgia) Outras Afecções das Unhas Afecções das Unhas não Especificadas Lupus Eritematoso Sistêmico Outras Afecções Pele e Subcutâneo não Classificadas Úlcera Crônica da Pele não Classificadas Artrite Piogênica Artrite Reumatóide Soro Positiva até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 05 dias até 05 dias até 30 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 05 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 07 dias até 07 dias até 05 dias até 15 dias até 07 dias até 05 dias até 05 dias até 07 dias até 07 dias até 07 dias até 10 dias até 05 dias até 05 dias até 07 dias até 07 dias até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias 20 .0 K-81 K-85 K-92.Pós-Cirurgia Peritonite Cirrose Hepática Alcoólica Outras formas de Cirrose Hepática e as não Especificadas Hepatite Crônica não Classificada em Outra Parte .2 J-34.3 J-34.0.agudizada Colelitíase c/ Colecistite (Pós-Cirurgia) Colecistite Pancreatite Aguda Hemorragia Gastrointestinal Abcesso Cutâneo.0 L-60.9 L-20 L-21 L-23 L-24 L-25 L-40 L-50 L-60.4 M-00 M-05 Desvio Septo Nasal (Pós-Cirurgia) Hipertrofia das Amígdalas (Pós-Cirurgia) Hipertrofia das Adenóides (Pós-Cirurgia) Laringite e Laringotraqueíde Crônicas Doenças das Cordas Vocais e Laringite Não Classificadas Bronquite Crônica Enfizema Pulmonar Outras Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas Asma Gengivite e Doenças Periodontais Estomatite e Lesões Correlatas Doença do Refluxo gastresofagiano (Pós-Cirurgia) Úlcera Gástrica Úlcera Duodenal Úlcera Péptica de Local Não Especificado Gastrite e Duodenite Doenças do Estômago e Duodeno Não Especificada Apendicite Aguda (Pós-Cirurgia) Hérnias (Pós-Cirurgia) Doença de Crohn (Enterite Regional) Colite Ulcerativa (RCUC) Outras Gastroenterites e Colites Não Infecciosas Doença Diverticular do Intestino Fissura e Fístula das Regiões Anal-Retal .6 K-73 K-80.

6 M-71 M-71.2 M-75.3 M-54.8 M-65.1 M-75.0 M-51.5 M-76 M-76.6 M-77.2 M-79.1 M-53.8 M-54.5 M-54.2 M-54.0 M-32 M-40 M-41 M-45 M-50 M-51 M-51.1 M-79.3 M-70.M-06 M-10 M-13 M-15 M-16 M-17 M-19 M-23 M-25 M-25.9 M-65.0 M-79.2 M-54 M54.5 M-70.3 M-79.3 M-75 M-75.1 M-53 M-53.4 M-54.9 M-67 M-70 M-70.0 M-77.1 M-54.6 M-80 M-81 M-86 M-88 Outras Artrites Reumatóides Gota (Artrite Gotosa) Outras Artrites Poliartrose Coxartrose (Artrose do Quadril) Gonartrose (Artrose do Joelho) Outras Artroses Transtornos Internos dos Joelhos Outros Transtornos Articulares Dor Articular Lúpus Eritenatoso Disseminado Cifose e Lordose c/ Dorsolombalgia Escoliose Espondilite Ancilosante Transtornos dos Discos Cervicais Outros Transtornos dos Discos Intervertebrais Transtornos de Discos Lombares e Outros c/ Miopatia Transtornos de Discos Lombares e Outros c/ Radiculopatia Outras Dorsopatias Síndrome Cérvico Braquial Instabilidades da Coluna Vertebral Dorsalgias Radiculopatia Cervicalgia Ciática Lumbago c/ Ciática Dor Lombar Baixa / Lumbago Outra Dorsalgia Dorsalgia não Especificada Sinovite e Tenossinovite Sinovite e Tenossinovite não Especificada Outros Transtornos das Sinóvias e Tendões Transtornos Dos Tecidos Moles Relacionados com Uso Excessivo Outras Bursites do Cotovelo Outras Bursites do Joelho Bursite / Tendinite Trocantérica Outras Bursopatias Outros Cistos da Bolsa Sinovial (Pós-Cirurgia) Capsulite Adessiva do Ombro Síndrome do Manguito Rotador Tendinite Biciptal Bursite do Ombro Entesopatias dos MMII excluindo o Pé Tendinite / Bursite Aquileana Epicondilite Medial e Lateral Esporão do Calcâneo Reumatismo não especificado Mialgia Neuralgia e Neurite não especificada Dor em Membro Osteoporose com Fratura Patológica Osteoporose sem Fratura Patológica Osteomielites Doenças de Paget (Osteíte Deformante) até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 10 dias até 60 dias até 10 dias até 10 dias até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 60 dias até 60 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 10 dias até 30 dias até 10 dias até 10 dias até 10 dias até 10 dias até 07 dias até 10 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 20 dias até 15 dias até 10 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 07 dias até 60 dias até 10 dias até 60 dias até 60 dias 21 .

Trombose Venosa) Infecções do Trato geniturinário na Gravidez Diabetes Mellitus na Gravidez Placenta Prévia Descolamento Prematuro da Placenta Falso Trabalho de Parto não Especificado Gravidez Prolongada Parto Pré-Termo (antes da 37ª semana) Trabalho de parto Precipitado Contrações Uterinas Hipertônicas.8 N-10 N-16 N-17 N-18 N-20 N-21 N-23 N30.2 R-07. Freqüente e Irregular Estado da Menopausa e do Climatério Feminino Abortamento Habitual Aborto Espontâneo Completo ou não Especificado Sem Complicações Hipertensão gestacional Leve Pré-Eclâmpsia Moderada Pré-Eclâmpsia Grave Pré-Eclâmpsia Não Especificada Eclâmpsia Hipertensão Materna não Especificada (Transitória da Gravidez) Ameaça de Aborto Outras Hemorragias do Início da Gravidez Hiperêmese Gravídica Leve Vômitos da Gravidez Não Especificados Complicações Venosas na Gravidez Não Especificada (Flebite.9 O-13 O-14.0 N02. Incoordenadas ou Prolongadas Parto Único Espontâneo -> Licença Gestação Parto Único por Cesariana -> Licença Gestação Anemia Complicando a Gravidez.9 O-22.0 N-39.3 O-62.N-02. o Parto e o Puerpério Outras Doenças e Afecções Especificadas Complicando o Parto e o Puerpério Dor Precordial / Angina Outra dor Torácica Dor Torácica não Especificada até 5 dias até 7dias até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 7 dias até 10 dias até 5 dias até 7 dias até 30 dias até 7 dias até 10 dias até 10 dias até 30 dias até 15 dias até 10 dias até 7 dias até 15 dias até 15 dias até 5 dias até 7 dias até 10 dias até 7 dias até 7 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 45 dias até 7 dias até 15 dias até 15 dias até 5 dias até 7 dias até 10 dias até a 7 dias até 7 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 15 dias até 30 dias até 7 dias até 120 dias até 120 dias até 10 dias até 10 dias até 15 dias até 5 dias até 7 dias 22 .4 N-41.9 O-15 O-16 O-20. Abcesso.0 N-39.0 O-14.9 N-02.1 O-14.0 O-20. Bartolinte) Endometriose (Cirurgia/Laparoscopia) Cisto do Ovário (Cirurgia/Laparoscopia) Menstruação Excessiva.1 N-96 O-03.4 Hematúria Recidivante e Persistente não Especificada Hematúria Recidivante Lesões Mínimas Hematúria Recidivante (Glomérulo-Nefrites) Nefrite Túbulo-Intersticial Aguda (Pielonefrite) Nefrite Túbulo-Intersticial Em Doenças Classificadas em Outra Parte Insuficiência Renal Aguda Insuficiência Renal Crônica Calculose do Rim e Ureter Calculose do Trato Urinário Inferior (Bexiga/Uretra) Cólica Nefrética/Cólica Renal Cistite Aguda Infecções do Trato Urinário de Localização não Especificada Outras Incontinências Urinárias Especificadas (Pós-Cirurgia) Prostatite Aguda Orquite e Epididimite Transtornos Inflamatórios da Mama (Abcesso/Mastide) (Drenagem) Hipertrofia da Mama (Ginecomastia/Gigantomastia) (Cirurgia) Nódulo Mamário não Especificado (Cirurgia) Salpingite e Ooforite Doenças da Glândula de Bartholin (Cisto.1 a N02.9 O-48 O-60 O-62.8 O-21.0 N-45 N-61 N-62 N-63 N-70 N-75 N-80 N-83.3 R-07.0 N-92 N-95.9 O-23 O-24 O-44 O-45 O-47.8 R-07.0 O-99.4 O-80 O-82 O-99.0 O-21.

0 S-60.6 S-63.0 S-62.R-10.0 S-92.1 T-23.6 S-90.1 R-50 R-51 S-20.0 S-82.0 R-10.0 Z-73.5 S-70.5 S-50.9 S-83.4 R-10 R-11 R-12 R-13 R-15 R-17 R-18 R-41.2 R-10.0 S-33.0 Abdome Agudo (cirurgia) Dor Epigástrica Dor Pélvica e Perineal Outras Dores Abdominais e as Não Especificadas Dor Abdominal e Pélvica Náuseas e Vômitos Pirose Disfagia Incontinência Fecal (Encoprese) Icterícia não Especificada Ascite Desorientação não Especificada Amnésia Tontura e Instabilidade / Vertigem Distúrbio da Voz.0 S-91.2 Z-32.0 S-80.0 R-41.3 R-42 R-49 R-49.0 Z-73.4 T-15.0 T-78.4 S-83. Distonia / Rouquidão Distúrbio da Voz .1 Z-54.2 S-22.9 S-93.0 S-72.1 R-10.0 S-61.3 S-30.3 Z-76.0 S-62. Afonia Febre de Origem Desconhecida Cefaléia Contusão do Tórax Fratura de Costela Contusão do Dorso e Pelve Entorse e Distensão da Coluna Lombar Contusão do Cotovelo Contusão de Dedos Ferimento de Dedos Fratura de Escafóide Fratura de Outros Dedos Luxação do Dedo Luxação do Punho Contusão do Quadril Fratura do Colo do Fêmur Contusão do Joelho Fratura da Perna (Parte não Especificada) Entorse e Distensão (envolvendo ligamento colateral do joelho) Entorse e Distensão (de outras partes e das ñ especificadas do joelho) Contusão do Tornozelo Ferimento no Tornozelo Fratura não Especificada do Pé Entorse e Distensão do Tornozelo Corpo Estranho no Saco Conjuntival Queimadura do Punho e da Mão (grau não especificado) Choque Anafilático não Especificado Gravidez Confirmada Convalescença após Cirurgia Esgotamento Stress não Classificado em Outra Parte Pessoa em Boa Saúde Acompanhando Pessoa Doente até 30 dias até 7 dias até 7 dias até 7 dias até 7 dias até 5 dias até 5 dias até 5 dias até 7 dias até 7 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 10 dias até 10 dias até 15 dias até 7 dias até 5 dias até 7 dias até 30 dias até 7 dias até 7 dias até 10 dias até 10 dias até 7 dias até 90 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 10 dias até 180 dias até 10 dias até 120 dias até 30 dias até 30 dias até 10 dias até 10 dias até 30 dias até 30 dias até 3 dias até 15 dias até 5 dias até 07 dias até 30 dias até 10 dias até 10 dias até 30 dias 23 .1 S-63.

24 . qualquer que seja o meio de locomoção. obedecendo aos critérios periciais descritos no capítulo anterior. § 7º Equipara-se a acidente em serviço. de 23 de dezembro de 1996: Dispõem sobre a assistência aos servidores públicos estaduais em decorrência de acidentes em serviço e doença profissional. autarquias e fundações do Poder Executivo. que determinará o prazo da mesma.na prestação espontânea de serviço ao Estado para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito.o acidente sofrido pelo segurado no local e horário de trabalho. B) DECRETO Nº.a doença proveniente de contaminação acidental do segurado no exercício do cargo ou da função. 60: § 6º Considera-se acidente em serviço.na realização de serviço relacionado ao cargo ou função. III . o sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de serviço. e IV . caracterizando a doença profissional ou o acidente de trabalho. II . inclusive veículo de propriedade do segurado.em viagem a serviço. haja contribuído diretamente para a perda da capacidade para o trabalho do segurado. III . independentemente do meio de locomoção utilizado. quando: I . de 26 de junho de 2008: Art. que possibilitará o requerimento do ressarcimento das despesas médicas. embora não tenha sido a causa única.no percurso da residência para o local de trabalho ou dele para aquela.o acidente ligado ao serviço que.LEGISLAÇÃO: A) LEI COMPLEMENTAR Nº. esteja momentaneamente incapacitado para exercer suas funções. bem como a avaliação do nexo causal pela GESAO (Gerência de Saúde Ocupacional). II – OBJETIVO: O servidor acidentado no exercício de suas atribuições ou que tenha adquirido doença profissional tem direito a Licença para Tratamento de Saúde. quando financiada pelo Estado. para os efeitos desta Lei Complementar: I . 412. e III . Para concessão da licença é indispensável o exame médico pericial. A caracterização do acidente de trabalho ou doença profissional justifica a Licença para Tratamento de Saúde decorrente de Acidente de Serviço. 1. inclusive para estudo. nos órgãos da administração direta.456. por motivo de acidente de trabalho ou doença profissional. II . inclusive veículo de propriedade do segurado.LICENÇA E PROCEDIMENTOS DECORRENTES DE ACIDENTE NO TRABALHO OU DOENÇA PROFISSIONAL I – CONCEITO: É a licença solicitada para o servidor que.

a qual deverá ser encaminhada a GESAO (Gerência de Saúde Ocupacional) que procederá ao enquadramento legal da licença depois de verificada a existência de nexo causal.C) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 008/00/SEA/DIRH: Dispõe sobre os procedimentos relativos ao pagamento e ressarcimento de despesas aos servidores públicos estaduais em decorrência de acidentes em serviço e doença profissional (Ver Anexo X). acrescido da apresentação pelo servidor da CEAT (Comunicação Estadual de Acidente no Trabalho) devidamente preenchida pelo Setorial/Seccional de recursos humanos de seu órgão de origem. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: Os procedimentos para concessão da licença são os mesmos previstos para a Licença para Tratamento de Saúde. 25 .

A licença de que trata este artigo é concedida com remuneração integral até 3 (três) meses. Este benefício não é devido a servidores com contrato temporário ou comissionados. declaração hospitalar e o familiar enfermo deverá ser submetido à avaliação médico-pericial. de 31.diabetes insulino. III – MODALIDADES: A licença para tratamento de saúde em pessoa da família por ser: A) PERÍODO INTEGRAL: É a licença solicitada pelo servidor que. A doença de pessoa da família deverá ser comprovada mediante apresentação de atestado médico.01. § 1° . por motivo de doença do cônjuge. na forma da legislação específica. § 3° . distúrbios neurológicos e mentais graves e doenças em fase terminal. 6745/85): Art. B) REDUÇÃO DE UMA QUARTA PARTE DA JORNADA: A pedido do servidor. § 2° . nas seguintes hipóteses: I . reservando-se ao órgão pericial o direito de verificar através de pesquisa social. 69 – Ao funcionário que. usuário de diálise peritonial ou hemodiálise. exames complementares. por motivo de doença comprovada em pessoa da família ou pessoa que vive sob sua dependência. parentes ou afins até o segundo grau. esteja impossibilitado de exercer o seu cargo. nas mesmas condições. IV – LEGISLAÇÃO: a licença para tratamento de saúde familiar tem por base legal: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº. 26 . por motivo de doença em ascendente. para até uma quarta parte da jornada de trabalho. face à indispensabilidade de sua assistência pessoal. (Redação dada pela Lei Complementar n° 47. pelo período máximo de dois anos.A pedido do servidor e ouvida a Junta Médica Oficial. quando necessário. renovando-se a inspeção a cada período de no máximo 90 (noventa) dias. a licença poderá ser concedida.LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE DE PESSOA DA FAMÍLIA I – CONCEITO: É o benefício concedido ao servidor efetivo (por período integral ou com redução de uma quarta parte da jornada) com objetivo de assistência familiar. II – OBJETIVO: É a licença concedida ao servidor efetivo. afim até segundo grau.Provar-se-á a necessidade da licença. será concedida licença até 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias sucessivos. O servidor informará sobre a situação familiar. a veracidade das informações prestadas. nos seguintes casos: diabetes insulino-dependente com idade até 8 (oito) anos. hemofilia. mediante laudo médico apresentado ao órgão médico oficial. se este prazo for estendido até 1 (um) ano e com metade da remuneração até o limite máximo de 2 (dois) anos. prorrogável por mais 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. em virtude de não haver amparo legal na legislação previdenciária vigente. ou de pessoa que viva sob sua dependência.92). o caso de dependentes com idade não superior a 8 (oito) anos. com remuneração integral. a licença familiar poderá ser concedida com remuneração integral com redução de uma quarta parte da jornada de trabalho. descendente. renovando-se a inspeção a cada período de no máximo 90 (noventa) dias. ou cônjuge do qual não esteja legalmente separado ou de pessoa que viva as suas expensas e conste de seu assentamento funcional. com 2/3 (dois terços) da remuneração. necessite de sua assistência.

declaração hospitalar e o familiar enfermo deverá ser submetido à avaliação médico-pericial.A licença de que trata este artigo é concedida com remuneração integral até 3 (três) meses. § 1º . na de outro parente que comprovadamente viva a s suas expensas e conste de seu assentamento funcional. com remuneração integral. § 3º .01. até o segundo grau. V . nas seguintes hipóteses: I – diabetes insulino. 112 . 47/92) § 3º . o caso de dependentes com idade não superior a 8 (oito) anos.hemofilia. II – hemofilia. IV . § 1º . (§4º acrescido pelo parágrafo único do art. ficha de afastamento (emitido pelo órgão de origem e assinado pela chefia imediata) e exames complementares (quando houver) que justifiquem a necessidade de acompanhamento 27 . V – doenças em fase terminal. quando necessário. documento de identidade. (Redação dada pela Lei Complementar n 047. V . 53/92) III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICIAL: Para concessão da licença é indispensável o exame médico pericial.diabetes insulino.92). ao policial civil pode ser concedida licença por motivo de doença na pessoa de ascendente.Desde que prove ser indispensável sua assistência pessoal e que esta não possa ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo.Comprova-se a doença em pessoa da família mediante inspeção médica oficial. ou afim. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: de posse do atestado médico. 121 . descendente. para até uma quarta parte da jornada de trabalho. 6843/86): Art.hemofilia. C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. III . que determinará o prazo da mesma. bem como. com 2/3 (dois terços) da remuneração. colateral. renovando-se a inspeção a cada período de no máximo 90 (noventa) dias.92. no caso de dependentes com idade não superior a 8 (oito) anos. de 31. (nova redação atribuída pela LCP nº. 2º da LCP nº. a licença poderá ser concedida. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº.A pedido do servidor e ouvida a Junta Médica Oficial.A pedido do servidor e ouvida a Junta Médica Oficial. dentro do interstício de 2 (dois) anos. ao membro do magistério é concedida licença por motivo de doença de filhos. renovando-se a inspeção a cada período de no máximo 90 (noventa) dias. no prazo de no máximo 48 horas úteis a partir da data de início do afastamento. exames complementares.05. para até uma quarta parte da jornada de trabalho. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar n 53. a licença poderá ser concedida. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar n° 47.01. será considerada como licença para tratamento de interesses particulares. de 29. IV – distúrbios neurológicos e mentais graves. § 4º . II .A licença de que trata este artigo é concedida com remuneração integral até 3 (três) meses. o servidor deverá solicitar junto à chefia imediata. A doença de pessoa da família deverá ser comprovada mediante apresentação de atestado médico.Prova-se doença em pessoa da família mediante inspeção médica oficial. consangüíneo. pais e cônjuge. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. com prazo superior a três dias/mês.usuário de diálise peritonial ou hemodiálise.A licença concedida após o período de prorrogação.Desde que prove ser indispensável a sua assistência pessoal e que esta não possa ser prestada simultaneamente com exercício do cargo. 6844/86): Art.distúrbios neurológicos e mentais graves.II . § 2º . § 2º . de 31. se este prazo for estendido até 1 (um) ano e com metade da remuneração até o limite máximo de 2 (dois) anos. III .doenças em fase terminal. com 2/3 (dois terços) da remuneração.usuário de diálise peritonial ou hemodiálise.distúrbios neurológicos e mentais graves. agendamento para avaliação médica pericial junto a Gerência de Perícia Médica. IV .92). munido do atestado médico. se este prazo for estendido um ano e com metade da remuneração até o limite máximo de 2 (dois) anos. com remuneração integral.doenças em fase terminal. III – usuário de diálise peritonial ou hemodiálise. nas seguintes hipóteses: I . acompanhado do familiar enfermo. ou cônjuge do qual não esteja legalmente separado ou de pessoa que viva a s suas expensas e conste de seu assentamento individual.

a ausência laborativa gerada enquanto aguarda reavaliação pericial.familiar. internações. a critério do supervisor médico ou gerente de perícia médica. contendo o número de dias concedidos. dentro das próximas 48 horas úteis. solicitar avaliação junto ao Serviço Social ou perícia móvel. Os pedidos de reconsideração poderão gerar indeferidos ou agendamento para nova avaliação pericial com outro perito ou Junta Médica. o servidor recebe diretamente do médico perito que realizou o seu exame. ou não.). providenciar agendamento da avaliação médica pericial e comunicar o servidor para comparecimento. etc. Em casos de extrema impossibilidade (cirurgias. por autorização do Supervisor Médico ou Gerente de Perícia Médica. ficando sob responsabilidade do servidor. cabe pedido de reconsideração. este somente será reagendado. 28 . quando entender que a situação clínica gera dúvidas quanto a real necessidade de acompanhamento familiar. Na eventualidade da falta ao exame pericial. mediante justificativa técnica. tal período de afastamento. deverá ter resolução administrativa. Ressalta-se que cabe à chefia imediata. efetuado dentro do prazo de 48 horas da data do agendamento inicial. o CREM (Comunicado do Resultado do Exame Médico). que deverá ser solicitado por escrito ao supervisor médico ou gerente de perícia médica. no prazo de 48 horas do recebimento do atestado médico. com as devidas comprovações técnicas que impossibilitaram o referido comparecimento. tal prazo poderá ser desconsiderado. Ficará a critério do médico perito. bem como a indicação de alta pericial ou necessidade de reagendamento quando houver indicação clínica. No caso do servidor não concordar com o resultado deste exame. de acordo com documentos que comprovem esta situação clínica. V – RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. sem o qual. no caso de confirmado o indeferimento da licença.

a licença à gestante iniciará nesta data e o benefício será concedido administrativamente mediante a apresentação da certidão de nascimento ou declaração de nascido vivo.a partir da 23ª semana (6º mês de gestação) em caso de parto antecipado incluindo natimorto. Está previsto licença para aleitamento materno. licença de 120 dias (se a criança tiver até um ano de idade). somente poderá ser concedida licença para tratamento de saúde. é concedido via processo administrativo.). . Para a servidora efetiva. contrações uterinas prematuras. sendo que esta poderá ser concedida a partir de 28 (vinte e oito) dias anteriores à data do parto. para recuperação da mãe. A partir do início do oitavo mês de gestação. está assegurado à servidora a concessão de licença à gestante. II – LEGISLAÇÃO: a licença à gestante apresenta o seguinte enquadramento: 29 . etc. Caso esta apresente relação com o estado gestacional (ameaça de parto. após avaliação pericial. será concedida licença para tratamento de saúde. diabetes gestacional. que possua 40 horas de carga horária. Nos casos de adoção de criança de até seis anos de idade. licença remunerada de 180 (cento e oitenta) dias. podendo ocorrer.LICENÇA À GESTANTE I – OBJETIVO: À funcionária gestante é assegurada após inspeção médica. atribuição administrativa da chefia imediata. Caso a servidora trabalhe até o dia do parto. se a patologia motivadora desta licença não tiver relação direta com o estado gestacional. o benefício será concedido administrativamente. a partir da 23ª (vigésima terceira) semana de gestação. mediante avaliação pericial. por 2 (duas) horas diárias até o filho completar 6 (seis) meses. em caso de abortamento ou natimorto. Nos casos de adoção.no caso de ter adotado ou possuir medida liminar em autos de adoção ou termo de guarda judicial de criança com idade inferior a 8 anos. o Regime Geral de Previdência assegura o Salário-maternidade (licença à gestante) pelo período de 120 dias que será concedido mediante avaliação pericial pela Gerência de Perícia Médica. 60 dias (se a criança tiver de um a quatro anos de idade) ou 30 dias (se a criança tiver de quatro a oito anos de idade). concedida através de processo administrativo. nos seguintes casos: . será concedida. sendo a liberação da servidora nutriz. . Nos abortos espontâneos ou previstos em lei (estupro ou risco de vida para a mãe).durante a gestação. mediante avaliação médico-pericial. deverá ser concedida licença gestação. no caso de parto antecipado. sem necessidade de avaliação pericial. licença para tratamento de saúde pelo período de duas semanas. sem a necessidade de avaliação pericial. a partir do 8º mês de gestação (ou 28 dias antes do parto previsto). Para as servidoras com contrato temporário de trabalho e cargo comissionado.

à gestante que na data da publicação desta Lei Complementar estiver em gozo da licença a que se refere o art. § 13. § 6º À gestante que possuir dois vínculos funcionais com o Estado aplica-se ao vínculo regido pela Consolidação das Leis Trabalhistas as regras do Regime Geral de Previdência Social estabelecidas pelo ente federal. e II . no caso de parto antecipado. no prazo máximo de 15 (quinze) dias a contar da expedição. § 1º A licença poderá ser concedida a partir de 28 (vinte e oito) dias anteriores à data do parto. O disposto neste artigo aplica-se.745. podendo ocorrer.180 (cento e oitenta) dias ao servidor adotante que assim requerer. Art. 2º À lactante é assegurado. cônjuge ou companheiro adotante que assim requerer.15 (quinze) dias ao servidor. e o período restante deverá ter o usufruto iniciado no mesmo exercício de término da licença para repouso. § 3º O requerimento de que trata o § 2º deste artigo deverá estar instruído com as provas necessárias à verificação dos requisitos para a concessão da licença. será devida indenização em pecúnia. o direito de ausentar-se do serviço por até 02 (duas) horas diárias ou da escala de trabalho para carga horária de 40 (quarenta) horas semanais. sem qualquer prejuízo. renúncia parcial de 30 (trinta) ou 60 (sessenta) dias. a partir da 23ª (vigésima terceira) semana de gestação. 4º É assegurado ao servidor efetivo licença de 180 (cento e oitenta) dias em caso de adoção de criança de até 06 (seis) anos incompletos. Art. A gestante poderá renunciar ao usufruto dos 60 (sessenta) dias anteriores ao término da licença. conforme o caso. sob pena de perda do direito de usufruto do período restante e restituição da remuneração do período de ocorrência dos fatos aos cofres públicos. § 5º A licença para repouso à gestante será suspensa quando da ocorrência do falecimento da criança nos 60 (sessenta) dias anteriores ao seu término. ou quando obtiver judicialmente a sua adoção ou guarda para fins de adoção. § 2º No caso de natimorto ou aborto. será devida licença para tratar de saúde mediante perícia médica. § 1º Para carga horária inferior ao disposto no caput deste artigo aplicar-se-á a proporcionalidade. É assegurado o usufruto proporcional da licença quando entre a ocorrência de parto e o início de exercício no serviço público mediar tempo inferior a 180 (cento e oitenta) dias. devendo apresentar em até 30 (trinta) dias anteriores de seu início. O servidor efetivo. as mesmas deverão iniciar no dia subsequente ao término da licença. podendo ser desdobrado em frações quando a lactante estiver sujeita a dois turnos ou períodos de trabalho. § 11. a mesma será interrompida. 70 da Lei nº 6. Nos 60 (sessenta) dias anteriores ao término do usufruto da licença. exonerada ou dispensada a qualquer tempo. Parágrafo único. § 4º É assegurado à gestante o direito a readaptação em função compatível com seu estado físico. falecimento do cônjuge ou companheiro e parente de até segundo grau. a licença de que trata o caput deste artigo será concedida da seguinte forma: I . § 3º O horário de lactação ficará a critério da requerente. sem prejuízo da licença de que trata o § 3º deste artigo.Lei Complementar 447 de 07/07/09: Art. § 1º Em caso de adoção por cônjuge ou companheiro. 1º À servidora efetiva gestante é assegurada licença para repouso pelo período de 180 (cento e oitenta) dias consecutivos. a partir do 5º (quinto) mês de gestação. até o filho completar 06 (seis) meses de idade. § 2º A concessão do benefício está condicionada à solicitação pela lactante acompanhada da certidão de nascimento da criança. § 9º Ocorrendo o parto sem que a gestante tenha usufruído as férias do exercício. nascimento do filho. no que couber. a critério do órgão médico oficial. quando do nascimento de seu filho. mediante perícia médica. § 8º Estando a gestante usufruindo férias ou licença-prêmio quando da ocorrência do parto. À gestante ocupante exclusivamente de cargo de provimento em comissão. mediante apresentação da certidão de nascimento. § 4º A não observância do disposto nos §§ 2º e 3º deste artigo implicará em indeferimento do pedido de licença. do termo de adoção ou do termo de guarda para fins de adoção. é assegurado à gestante licença para tratar de saúde antes do parto. de 28 de dezembro de 1985. e adoção ou consecução de guarda para fins de adoção de criança de até 06 (seis) anos incompletos. Art. § 12. 30 . após devidamente comprovado em processo administrativo disciplinar. ambos servidores públicos efetivos. correspondente ao período de desligamento até 05 (cinco) meses posteriores ao parto. § 7º A licença para tratamento de saúde será suspensa quando da concessão de licença para repouso à gestante. não se aplicando o disposto no § 10 deste artigo. poderá faltar ao serviço por até 15 (quinze) dias consecutivos. a gestante não poderá exercer atividade remunerada e a criança não poderá estar matriculada em creche ou organização similar. 3º O servidor poderá faltar ao serviço por até 08 (oito) dias consecutivos por motivo de: casamento. § 10. a partir da data de nascimento da criança. § 2º O servidor deverá requerer a licença de que trata o caput deste artigo à autoridade competente. § 3º A critério da perícia médica. § 14.

Nos casos de gestação de alto risco. no prazo de 48 horas do recebimento do atestado médico. com gestação de alto risco. mediante comprovação de atestado e/ou laudo médico complementar. o servidor recebe diretamente do médico perito que realizou o seu exame. 5º Ao servidor efetivo é assegurada licença-paternidade nos termos do art. ao INSS. é indispensável o exame médico pericial. no prazo de no máximo 48 horas úteis a partir da data de início do afastamento. No caso da servidora ter trabalhado até a data do parto. mediante provas ou declaração firmada por autoridade judicial competente. Ressalta-se que cabe à chefia imediata. ficha de afastamento (emitido pelo órgão de origem e assinado pela chefia imediata) e cartão pré-natal e/ou última ultra-sonografia obstétrica realizada. por todo o período da licençamaternidade ou pela parte restante que dela caberia à mãe em caso de falecimento da mesma ou de abandono do lar. a licença poderá ser implantada no Sistema de Informações diretamente pelo setor de recursos humanos do órgão de origem. como auxílio-doença. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: De posse do atestado médico solicitando licença gestação. a fim de assegurar a integridade física materno-fetal. 31 . onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. V . se aceita que o exame pericial seja realizado por terceiros. No caso de servidoras temporárias e/ou comissionadas. após o décimo quinto dia devem ser encaminhadas. documento de identidade. mediante apresentação de atestado médico. agendamento para avaliação médica pericial junto a Gerência de Perícia Médica. providenciar agendamento da avaliação médica pericial e comunicar o servidor para comparecimento. o CREM (Comunicado do Resultado do Exame Médico). a servidora deverá solicitar junto à chefia imediata.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. seguida de guarda exclusiva da criança pelo pai. sem necessidade de exame pericial pela Gerência de Perícia Médica. contendo o número de dias concedidos. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão da licença à gestante antes do parto. que comprovará. a correspondente idade gestacional e compatibilidade técnica e legal com o início do correspondente período gestacional. que necessitem de afastamento antes de completar o oitavo mês de gestação. após avaliação da Gerência de Perícia Médica. 4º.Art. munidos do atestado médico. ultra-sonografia obstétrica ou cartão pré-natal.

6745/85): Art. a readaptação será prorrogada. III – LEGISLAÇÃO: A readaptação funcional obedece aos seguintes dispositivos estatutários: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº. II – OBJETIVO: Ao servidor efetivo deverá ser assegurado o exercício de atividades compatíveis com sua limitação física ou psíquica.A readaptação não implica em mudança de cargo e terá prazo certo de duração. 35 – Dar-se-á a readaptação funcional quando. podendo ou não. não sendo possível a transferência. ocorrer modificação do estado físico ou das condições de saúde do funcionário.Dar-se-á a readaptação funcional quando. 71). não podendo no futuro ser concedida licença para tratamento de saúde pela mesma patologia que motivou a readaptação funcional. compatíveis com a sua condição funcional. 6844/86): Art. que aconselhe o seu aproveitamento em atribuições diferentes. que aconselhe o seu aproveitamento em atribuições diferentes. salvo nos casos de reagudização clínica. As atividades do servidor readaptado deverão ser desempenhadas sem restrições. quando houver redução da capacidade física ou psíquica do servidor efetivo e quando houver fatores agravantes à sua doença no exercício da sua função.READAPTAÇÃO FUNCIONAL I – CONCEITO: É o benefício concedido. atividades periciais inerentes à Perícia Médica do Regime Geral de Previdência (INSS). de acordo com a legislação vigente. a idade do servidor. não sendo possível a transferência. compatíveis com a sua condição funcional (art. A readaptação funcional não implica em mudança de cargo e será concedida por prazo determinado. conforme recomendação do órgão médico oficial. 32 . § 2° . ser afastado de seu ambiente de trabalho. Na readaptação funcional é importante considerar além da doença e da capacidade laborativa residual existente. b) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. 48 . não se justificando licença para tratamento de saúde ou aposentadoria por invalidez.Expirado o prazo de que trata o parágrafo anterior e se o funcionário não tiver readquirido as condições normais de saúde. ocorrer modificação do estado físico ou das condições de saúde do funcionário. § 1° . seu tempo de serviço e seu grau de instrução. Não compete à Gerência de Perícia Médica a avaliação de solicitação de readaptação e/ou reabilitação profissional de servidores com contrato temporário ou cargo comissionado.

33 .Expirado o prazo de que trata o parágrafo anterior e se o funcionário não tiver readquirido as condições normais de saúde. A readaptação deverá ser concedida sempre com prazo determinado.O policial civil readaptado nos termos deste artigo será lotado onde houver vaga. as dificuldades laborativas apresentadas pelo mesmo e as possíveis perspectivas de readaptação funcional. informando o desempenho do servidor no período já readaptado. que após análise do mesmo emitirá o Termo de Inspeção de Saúde. pelo benefício. a readaptação verificar-se-á em cargo a ser definido pela Superintendência da Polícia Civil. V .OPERACIONALIZAÇÃO: Exceto quando indicado por médico perito do quadro funcional. § 2º . ou não. sendo competência exclusiva do servidor a solicitação do benefício antes do seu término legal. 6843/86): Art. com apresentação de novo “Relatório do local de trabalho”. confeccionado pela Gerência de Perícia Médica. onde constam as atividades atualmente exercidas pelo referido servidor. conforme recomendação do órgão médico oficial. que deverá conter as condições de readaptação com suas restrições. procede-se ao agendamento para avaliação médica pericial do servidor junto a Gerência de Perícia Médica.§ 1º .A readaptação não implica em mudança de cargo e terá prazo certo de duração. VIDE__________________________________________________________________________ DECRETO N° 769.DOSC 23/10/87 PAG 003 Regulamenta o Instituto da transferência (e readaptação). ficando a critério do perito examinador solicitar exames complementares. não se justificando a concessão de licença para tratamento de saúde por atraso neste procedimento. antes de opinar favoravelmente. podendo ser renovado a critério médico. a readaptação será prorrogada. IV . 58 . parecer especializado ou perícia móvel. DE 22/10/1987 . que deve ser formulado por escrito (com justificativa técnica) e encaminhado à gerente ou supervisor médico. o procedimento acima deve ser totalmente refeito. o processo será encaminhado à Comissão Técnica Pericial CTP. preencher documento padrão. que concluirá pelo indeferimento definitivo ou reagendamento com Junta Médica. para avaliação médica e com serviço social e/ou psicologia. prazo e embasamento legal. sendo que tal documento deve ser obrigatoriamente assinado pelo servidor e pela chefia imediata. C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. Munidos destes documentos. subsidiada pelos dados do relatório do local de trabalho e da entrevista com o Serviço Psico-Social e/ou Supervisão de Segurança e Medicina do Trabalho (quando houver indicação). Esta chefia deverá. No caso de indeferimento do benefício. o servidor deve apresentar à chefia imediata atestado médico solicitando readaptação funcional. o servidor tem direito a pedido de reconsideração pericial.CONCLUSÃO PERICIAL/LAUDO: Concluída a avaliação médico-pericial. para pleitear este benefício. Parágrafo único . Em casos de prorrogação de readaptação funcional. denominado “Relatório do local de trabalho”. antes de realizar o agendamento.Quando recomendada por Junta Médica Oficial do Estado. As readaptações sugeridas por Junta Médica serão conclusivas.

Tabela 1: Atividades Laborativas / Classificação de Angina de Esforço 34 . A servidora gestante poderá ser readaptada quando se verificar redução da capacidade física ou presença de doença que impossibilite ou desaconselhe o exercício pleno de suas funções. andar ou subir escadas após as refeições. O servidor com doença cardíaca exercendo atividade que exige grandes esforços físicos deve sempre que possível ser readaptado para atividades mais leves. junto com a Gerência de Saúde Ocupacional quando for o caso. nas seguintes situações: quando houver melhora das condições de saúde do servidor ou adequação do seu local de trabalho. ou no frio ou no vento ou sob tensão emocional ou durante poucas horas após levantar. deverão ser avaliadas para fins de readaptação (ver Anexo VI). Classificação de angina de esforço READAP TACÃO Gra 1 2 Características “Atividade física não causa angina”: inclui andar e subir escadas. 3 LTS 4 “Limitação acentuada na atividade física: usual”: inclui andar 1(um) ou 2(dois) quarteirões em terreno plano e subir um lance de escada em condições normais “Inabilidade em praticar qualquer atividade física sem desconforto – a síndrome de angina pode estar presente no repouso”. granulomas. subir ladeiras. esta poderá ser prorrogada após reavaliação médio-pericial. “Leve limitações na atividade usual”: isto inclui andar ou subir escadas rapidamente. o servidor retornará a sua função anterior. andar mais de 2(dois) quarteirões (200 m) em terreno plano e subir mais de um lance de escadas comuns em passo normal e em condições normais. As afecções psiquiátricas que determinam licenciamentos repetidos ou excessivas prorrogações. desde que não se configure uma invalidez definitiva. deverão ser avaliadas com indicativo de readaptação funcional. conforme tabelas abaixo. nódulos/ lesões nodulares. IX – CONSIDERAÇÕES GERAIS: A readaptação poderá ser concedida quando o servidor apresentar afecção ortopédica ou traumatológica que gera incapacidade para o pleno exercício da função e desde que sua capacidade laborativa residual lhe permita o exercício de outra atividade. disfonias e fendas glóticas. Angina com esforço prolongado ou rápido ou extremo no trabalho ou recreação. VII – TÉRMINO DA READAPTAÇÃO FUNCIONAL: Terminado o prazo de readaptação. estando este cancelamento condicionado a reavaliação pericial. Doenças otorrinolaringológicas que determinam alterações estruturais mínimas. edema de Reinke.VI . mediante a análise de relatório emitido pelo setorial do servidor readaptado. a pedido do servidor ou do superior imediato.ACOMPANHAMENTO DO SERVIDOR READAPTADO: É realizado pelo serviço social da Gerência de Perícia Médica. VIII – CANCELAMENTO DA READAPTAÇÃO FUNCIONAL: A readaptação poderá ser cancelada antes do prazo previsto. Se persistirem as condições que motivaram a readaptação. pólipos.

Sintomas são provocados facilmente. 35 . Nos casos de deficiência visual gerando incapacidade para o cargo exercido. mas sem limitações durante a atividade física usual. Nos casos de epilepsia refratária em servidor que exerça atividade que coloque em risco sua vida ou de terceiros haverá indicação de readaptação. As neoplasias malignas de pele tratadas e passíveis de cura terão indicativo de readaptação em atividades sem exposição ao sol. será proposta readaptação funcional. são passíveis de readaptação. As limitações funcionais decorrentes de tratamento cirúrgico de neoplasia maligna de mama com bom prognóstico deverão ser avaliadas com indicativo de readaptação. As doenças neurológicas degenerativas e sequelares. Limitação acentuada. por exemplo. com capacidade laborativa residual. Falta de ar durante o repouso. Atividades tais como andar causam dispnéia. Tabela 2: Atividades Laborativas / Classificação de Insuficiência Cardíaca A readaptação está indicada em paciente portador de doença alérgica sempre que se comprovar a presença de alergenos ou fatores agravantes da alergia no local de trabalho. Leve limitação causada por doenças cardíacas. mas podendo o servidor exercer outras atividades em função da visão residual existente. andar em terreno plano.Classificação de insuficiência cardíaca Gra READAP TAÇÃO u 1 2 3 LTS 4 Características Pacientes com doenças cardíacas.

É assegurada a remoção. III – LEGISLAÇÃO: a concessão de remoção obedecerá aos seguintes critérios estatutários: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº. III . 6844/86): Art. comprovado mediante relatório detalhado. que impeça o exercício em seu local de trabalho. fique impedido do exercício em seu local de trabalho. REDAÇÃO ANTERIOR____________________________________________________________ II . III . 22 – O deslocamento do funcionário de um para outro órgão do serviço público estadual.para o membro do magistério. por período superior a 1(hum) ano e que não possa ser realizado na localidade onde resida o mesmo. de 5 de fevereiro de 1992). dar-se-á por ato de remoção. por problema de saúde. companheiro.para o membro do magistério que. as razões apresentadas pelo funcionário. quando o cônjuge ou filho que viva a s suas expensas necessitar de tratamento médico especializado por período superior a 1 (um) ano. comprovado por Junta Médica Oficial. por permuta ou no interesse do serviço público. no qual fique evidenciado de que forma a mudança do local de trabalho contribuirá no tratamento médico.REMOÇÃO I . Este benefício não é disponibilizado para servidores com contrato temporário ou comissionado. desde que fiquem comprovadas. 69 . pelo órgão médico oficial. § 1° . pela inexistência de tal recurso. a pedido.para o membro do magistério quando o cônjuge. a critério da autoridade competente.para o membro do magistério que apresentar problema de saúde que impeça o exercício em seu local de lotação. por motivo de saúde do servidor. para outra área de atividade. II – OBJETIVO: De acordo com a legislação vigente. ressalvado o disposto no parágrafo anterior. 6745/85): Art. nos seguintes casos: . expedido pelo órgão médico oficial. está condicionada à comprovação da necessidade pela Gerência de Perícia Médica.CONCEITO: É o ato de deslocamento do funcionário de um para outro órgão do serviço público estadual. (Redação dada pela Lei Complementar n° 48.incapacidade laborativa ou agravamento da doença do servidor provocada pelo ambiente de trabalho e/ou localidade onde exerce suas atividades. 36 . A remoção a pedido. independente da mudança da sede funcional. para outra localidade. filho ou genitor que viva a suas expensas necessitar de tratamento médico especializado por período superior a 1(um) ano. expedido pelo órgão Médico Oficial. (Redação original). o servidor poderá ser removido de uma localidade para outra. por motivo de saúde. comprovado por Junta Médica Oficial. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. processando-se a pedido. independente de mudança da sede funcional. comprovado por relatório motivado. .necessidade de tratamento médico especializado do servidor ou pessoa da família (para servidor do Magistério e Polícia Civil). do cônjuge.A remoção respeitará a lotação de cada órgão.A remoção independerá de concurso: II . § 2° .

foi solicitado esclarecimento desta matéria junto à Consultoria Jurídica da Secretaria de Administração. No caso de indeferimento do benefício. IV . após a conclusão da avaliação médico-pericial. (Anexo VII) pela autonomia de decisão da Gerência de Perícia Médica. o servidor tem direito a pedido de reconsideração pericial. munido de atestado médico e exames complementares que caracterizem sua patologia e/ou de seu dependente legal. que concluirá pelo indeferimento definitivo ou reagendamento com Junta Médica. à qual cabe a avaliação da situação funcional do referido servidor. 6843/86): Art. quando justificada. sempre que exista justificativa pericial por motivo de saúde. emitirá Termo de Inspeção de Saúde concedendo ou não o benefício. bem como a realização de agendamento do mesmo. o processo será encaminhado à Comissão Técnica Pericial.A remoção a pedido e por permuta só pode ser concedida ao policial após 2 (dois) anos de efetivo exercício no local de sua lotação. O servidor deverá comparecer na Gerência de Perícia Médica. para avaliação pericial (médico e serviço social ou psicólogo). § 1º . após avaliação pela Comissão Técnico-Pericial (CTP) que fará emissão de laudo pericial específico. filho ou dependente que conviva consigo as suas expensas e subordinação. via processo administrativo ou pericial. do policial. à Gerência de Perícia Médica. não sendo competência da Gerência de Perícia Médica a especificação nominal da futura lotação. A avaliação pericial concluirá pela remoção. etc. independente de estágio probatório. VI – RESULTADO PERICIAL: o resultado pericial da solicitação de remoção será encaminhado administrativamente. para localidade que possibilite acesso ao tratamento.OPERACIONALIZAÇÃO: o benefício referido deverá ser solicitado.). 71 .C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. de sua mulher. que concluiu. VII – SITUAÇÕES PERICIAIS DEFINIDAS POR PARECER DA CONSULTORIA JURÍDICA: A) REMOÇÃO DURANTE ESTÁGIO PROBATÓRIO: em função das diversas e conflitantes publicações constantes das normais legais. com menção de dados técnicos que contribuam para recuperação da saúde do servidor (por ex: para localidade próxima ao domicílio.O prazo deste artigo pode ser reduzido se comprovada a necessidade de tratamento médico especializado. na data e horário previamente agendado. por Junta Médica Oficial do Estado. que após análise do mesmo. que deve ser formulado por escrito (com justificativa técnica) e encaminhado à gerente ou supervisor de perícia médica. V – LAUDO PERICIAL: Assim como na readaptação. 37 .

de 19/12/2003). I . 412. de doença profissional (com caracterização de causa e efeito entre a moléstia e a atividade exercida) ou de doença grave especificada na legislação específica.por invalidez permanente. e a declaração de incapacidade permanente para o trabalho. § 1º A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde e dependerá de laudo médicopericial circunstanciado emitido por perícia própria do IPREV ou por este designada. calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação dada pela Emenda constitucional nº. 41. na forma da lei. não se vislumbrando a possibilidade de uma readaptação funcional. observado o disposto no art. será concedida aposentadoria definitiva com proventos integrais. 70. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº. de 19/12/2003). moléstia profissional ou doença grave. o segurado considerado inválido para o serviço público em geral será aposentado por invalidez. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo.com proventos correspondentes ao valor apurado na forma do art. III – LEGISLAÇÃO: o enquadramento pericial está baseado: A) CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL: (artigo 40): Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. no qual constará o número da doença. não abrangidas pela legislação acima referida. B) LEI COMPLEMENTAR Nº. a aposentadoria será concedida com proventos proporcionais. depois de verificada a impossibilidade de readaptação.a licença para tratamento de saúde será concedida por até 2 (dois) anos. e III . § 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados. (Redação dada ao artigo pela Emenda Constitucional nº. ou II . quando comprovada sua incapacidade total e definitiva para o trabalho.expirado o período máximo de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. de 19/12/2003). exceto se decorrente de acidente em serviço. caput e §§ 1º a 5º desta Lei Complementar. Nas demais patologias. moléstia profissional ou doença grave.com proventos proporcionais ao tempo de contribuição previdenciária. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição. com proventos integrais ou proporcionais.APOSENTADORIA POR INVALIDEZ I – CONCEITO: É o benefício pericial indicado para o servidor considerado inválido para todas as funções do cargo e para o serviço público em geral de forma definitiva. mediante contribuição do respectivo ente público. 4º desta Lei Complementar. conforme Classificação Internacional de Doenças (CID). contagiosa ou incurável. II . 60: O segurado será aposentado por invalidez permanente: I . ou dos poderes e órgãos definidos no art. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário. dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. Quando a aposentadoria for decorrente de acidente de trabalho. de acordo com a legislação vigente. 70 desta Lei Complementar. 41. podendo ser prorrogada uma única vez por igual período. do Distrito Federal e dos Municípios. 38 . quando a aposentadoria decorrer de acidente em serviço. referidas no § 8º deste artigo.o período compreendido entre o término da licença para tratamento de saúde e a publicação do ato de aposentadoria por invalidez será considerado como de prorrogação da licença. de 26 de junho de 2008: Art. dos Estados. 41. observado o seguinte: I . incluídas suas autarquias e fundações. II .OBJETIVO: O servidor efetivo poderá ser aposentado por invalidez. contagiosa ou incurável. mediante manifestação de perícia médica oficial.

II . XIV . quando. contagiosa ou incurável. mês a mês. as doenças graves. Em havendo recusa do segurado em se submeter à perícia será determinada a imediata suspensão do pagamento dos proventos. § 3º Verificada a insubsistência dos motivos geradores da incapacidade. VIII . 39 . preexistente ao ingresso no serviço público estadual.espondiloartrose anquilosante. VII . sendo o segurado revertido ao serviço público ou posto em disponibilidade. na data de sua expedição.contaminação por radiação. II . No caso previsto no § 11 poderá o IPREV determinar que o segurado inativo seja submetido imediatamente à nova avaliação médico-pericial. ou dos poderes e órgãos definidos no art. IX . quando financiada pelo Estado. § 8º Para os efeitos desta Lei Complementar.o acidente sofrido pelo segurado no local e horário de trabalho. XII . e III . § 11. para os efeitos desta Lei Complementar: I .neoplasia maligna.síndrome da imunodeficiência adquirida.tuberculose. com base em laudo conclusivo da perícia própria do IPREV ou por este designada.osteíte deformante. da qual decorra a incapacidade laboral do segurado. A aposentadoria por invalidez será concedida com base na legislação vigente na data definida em laudo médicopericial como de início da incapacidade total e definitiva para o trabalho ou.na realização de serviço relacionado ao cargo ou função. § 9º O pagamento do benefício de aposentadoria por invalidez decorrente de alienação mental somente será feito ao curador do segurado.cegueira bilateral.paralisia irreversível e incapacitante. aposentado por invalidez permanente. correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência relativa ao mês de julho de 1994 ou desde a do início da contribuição. X . utilizados como base de cálculo para as contribuições do segurado aos regimes de previdência a que esteve vinculado. determinará a instauração de processo administrativo competente para apuração dos fatos. inclusive veículo de propriedade do segurado. III . ensejará aposentadoria por invalidez com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.na prestação espontânea de serviço ao Estado para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito. e IV . inclusive para estudo.doença de Parkinson.o acidente ligado ao serviço que. exerce qualquer atividade laboral. haja contribuído diretamente para a perda da capacidade para o trabalho do segurado. II .estado avançado da doença de Paget .hanseníase. Art. § 10. O IPREV. III . de acordo com a variação integral do índice fixado para a atualização dos salários de contribuição considerada no cálculo dos benefícios do RGPS. § 6º Considera-se acidente em serviço. tiver conhecimento que o segurado inativo. e XV . inclusive veículo de propriedade do segurado. com seqüelas graves e incapacitantes. § 1º As remunerações consideradas no cálculo do valor inicial dos proventos terão os seus valores atualizados. 70: No cálculo dos proventos das aposentadorias referidas nos artigos.em viagem a serviço. contagiosas ou incuráveis. XI . § 5º A doença grave. qualquer que seja o meio de locomoção. com seqüelas graves e incapacitantes. a aposentadoria por invalidez independerá de licença para tratamento de saúde. quando: I . nos termos do Estatuto dos Servidores do Estado de Santa Catarina. relacionadas abaixo: I . § 7º Equipara-se a acidente em serviço.§ 2º O segurado aposentado por invalidez será submetido à avaliação médica periódica para atestar a permanência das condições que lhe causaram a incapacidade laboral. observado o contraditório e a ampla defesa.cardiopatia grave. independentemente do meio de locomoção utilizado. V .alienação mental. IV . XIII .nefropatia grave. o sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de serviço. 60 desta Lei Complementar será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações ou subsídios. 4º desta Lei Complementar. na impossibilidade de tal definição.doença de Alzheimer.hepatopatia grave. § 4º Em caso de doença que impuser afastamento compulsório. embora não tenha sido a causa única. § 13. considera-se doença incapacitante. cessar-se-á o benefício de aposentadoria por invalidez. conforme definido em regulamento.a doença proveniente de contaminação acidental do segurado no exercício do cargo ou da função. condicionado à apresentação do termo de curatela. § 12. se posterior àquela competência. de qualquer forma. VI .no percurso da residência para o local de trabalho ou dele para aquela.

pelo indicativo de aposentadoria por invalidez. que anteriormente tenha atendido aquele servidor em exame pericial para avaliação de capacidade laborativa e constatado impossibilidade de retorno ao trabalho.86% (zero vírgula oitenta e seis centésimos por cento). § 3º Os valores das remunerações a serem utilizadas no cálculo de que trata este artigo serão comprovados mediante documento fornecido pelos órgãos e pelas entidades gestoras dos regimes de previdência a que o servidor esteve vinculado. ou por outro documento público. a base de cálculo dos proventos será a remuneração do servidor no cargo efetivo. não poderão ser: I .inferiores ao valor do salário-mínimo nacional. § 4º Para os fins deste artigo.OPERACIONALIZAÇÃO: considerando-se que a aposentadoria por invalidez sempre será precedida de licença para tratamento de saúde. salvo quando. os seguintes critérios periciais deverão ser observados para enquadramento técnico de aposentadoria com proventos integrais: 40 . Nos casos de aposentadoria compulsória ou por invalidez. § 9º Os proventos. quando proporcionais ao tempo de contribuição. inclusive no período em que houve isenção de contribuição. observando-se. § 7º A fração de que trata o § 6º deste artigo será aplicada sobre o valor dos proventos calculados nos termos do caput. ou não. e 0. no caso de aposentadoria por invalidez concedida a partir da entrada em vigor desta Lei Complementar. a aplicação do limite de remuneração do cargo efetivo de que trata o § 5º deste artigo. para conclusão final e por determinação da supervisão médica ou gerente de perícia médica. atualizadas na forma do § 1º. revisão pelo supervisor. ou II . que também deve ser feito á Gerencia de Perícia Médica. o disposto no § 9º deste artigo. quanto aos meses em que o servidor esteve vinculado ao RGPS. o tempo necessário à respectiva aposentadoria voluntária com proventos integrais. § 8º Os períodos de tempo utilizados no cálculo previsto no § 6º deste artigo serão considerados em número de dias.RESULTADO PERICIAL: a conclusão do exame pericial que decidiu. § 10. IV . acrescidos de 1% (um por cento) por ano de contribuição. por ocasião de sua concessão não poderão exceder à remuneração do respectivo segurado no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria. as remunerações consideradas no cálculo da aposentadoria.superiores ao limite máximo do salário de contribuição. 412. o servidor seja agendado para avaliação por Junta Médica a fim de definir o benefício indicado pelo médico assistente ou pelo médico perito. na forma do regulamento.§ 2º Nas competências a partir de julho de 1994. Tal documentação deverá ser encaminhada à referida gerência que concluirá pelo indeferimento definitivo ou reagendamento com Junta Médica. quanto à aposentadoria por invalidez. parágrafo 14º do Regulamento do Regime Próprio do IPREV (Anexo XII). em que não haja ocorrido contribuição para regime próprio. calculados na forma estabelecida no caput deste artigo e em seus §§ 1º a 5º. previamente. será encaminhada após confecção do laudo de incapacidade laborativa definitiva. serão fixados no mínimo em 70% (setenta por cento) do valor a que o segurado teria direito. se atendidos os requisitos para aposentadoria voluntária cujos cálculos ou critérios de reajustamento dos proventos sejam mais vantajosos será garantido direito de opção ao segurado. No caso de indeferimento do benefício. com assinatura dos peritos médicos. se mulher. calculados de acordo com o caput. V . observandose. gerente de perícia médica e autoridade diretora para o setor de recursos humanos onde o servidor estiver lotado. o servidor tem direito a pedido de reconsideração pericial. § 5º Os proventos. VI – CRITÉRIOS MÉDICO-PERICIAIS PARA CONCESSÃO DE APOSENTADORIA COM INTEGRALIDADE: Com base no enunciado definido na LEI COMPLEMENTAR Nº. de 26 de junho de 2008 regulamentado pelo Artigo 43. se homem. até o limite de 100% (cem por cento). os procedimentos descritos naquele benefício também se aplicam neste caso. juntamente com exames complementares e/ou parecer técnico que justifiquem a mudança do parecer anterior. § 6º Para o cálculo dos proventos proporcionais ao tempo de contribuição será utilizada fração cujo numerador será o seu tempo total e o denominador.

haja alteração completa ou considerável da personalidade. pré-senil. com destruição da autodeterminação e do pragmatismo. quando caracterizadamente cronificadas e resistentes à terapêutica. doença avançada de Alzheimer e outras formas bem definidas).a perda da adaptabilidade redunda em prejuízo para o paciente e para a sociedade. ou quando apresentarem elevada freqüência de surtos psicóticos. luética. d) provoque alteração completa ou considerável da personalidade. salvo quando acompanhados de lesão neurológica.). A alienação mental pode ser identificada no curso de qualquer enfermidade psiquiátrica desde que. arterioesclerótica. DADOS TÉCNICOS: A Perícia Médica deverá identificar nos quadros clínicos de Alienação Mental os seguintes elementos: a) transtorno intelectual . f) psicoses orgânicas transitórias (estados confusionais reversíveis). c) inadaptabilidade . quando configurarem comprometimento grave e irreversível de personalidade-CID-10: F31. c) psicoses pós-traumáticas e outras psicoses orgânicas. esgotados os meios habituais de tratamento. b) psicoses esquizofrênicas nos estados crônicos. Não são casos de Alienação Mental: a) transtornos neuróticos da personalidade e outros transtornos mentais não psicóticos. ou quando exibirem elevada freqüência de repetição fásica. b) psicofarmacoterapia. etc. b) seja grave persistente. e) psicoses do tipo reativo (reação de ajustamento. c) seja refratária aos meios habituais de tratamento.o paciente ignora o caráter patológico de seu transtorno ou tem dele uma noção parcial ou descontínua. c) terapêutica biológica (eletroconvulsoterapia. São excepcionalmente considerados casos de Alienação Mental: a) psicoses afetivas (transtornos afetivos) mono ou bipolar. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o paciente total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. reação ao "stress"). b) desvios e transtornos sexuais.A) ALIENAÇÃO MENTAL: CONCEITUAÇÃO: Considera-se Alienação Mental todo caso de distúrbio mental ou neuromental grave e persistente no qual. comprometendo gravemente os juízos de valor e realidade.o transtorno mental é evidenciado pela desarmonia de conduta do paciente em relação às regras que disciplinam a vida normal em sociedade. ou ainda. ou quando configurarem um quadro irreversível de demência. g) haja um nexo sintomático entre o quadro psíquico e a personalidade do paciente. quando comprovadamente cronificadas e refratárias ao tratamento. b) psicoses epilépticas. em seu estágio evolutivo estejam satisfeitas todas as condições abaixo discriminadas: a) seja enfermidade mental ou neuromental. c) alcoolismo. quando caracterizadamente cronificadas e refratárias ao tratamento. QUADROS CLÍNICOS QUE CURSAM COM ALIENAÇÃO MENTAL: São necessariamente casos de Alienação Mental: a) estados de demência (senil.atinge as funções mentais em conjunto e não apenas algumas delas. coréica. d) oligofrenias leves e moderadas. Não é considerado meio de tratamento a utilização de psicofármacos em fase de experiência laboratorial. c) paranóia e a parafrenia nos estados crônicos. 41 . dependência de drogas e outros tipos de dependência orgânica. b) falta de autoconsciência . f) torne o paciente total e permanentemente inválido para qualquer trabalho. insulinoterapia. São considerados meios habituais de tratamento: a) psicoterapia. d) ausência de utilidade . d) oligofrenias graves. e) comprometa gravemente os juízos de valor e realidade.

A atividade física normal não provoca sintomas de fadiga acentuada. apresentam dispnéia. f) arritmias. c) miocardiopatias. São consideradas Cardiopatias Graves: a) as cardiopatias agudas. a capacidade física. assim descritos: a) GRAU I . como agudas. d) hipoxemia e manifestações de baixo débito cerebral secundárias a uma cardiopatia. deve ser considerada como cardiopatia grave. 42 . pela presença de uma ou mais das seguintes síndromes: a) insuficiência cardíaca. habitualmente são rápidas em sua evolução. DIAGNÓSTICO CLÍNICO: Os meios de diagnóstico empregados na avaliação da capacidade funcional do coração são os seguintes: a) história clínica. vasos e campos pulmonares.Pacientes portadores de doença cardíaca com nítida limitação para a atividade física. g) ecocardiograma associado a esforço ou procedimentos farmacológicos. suficientes para o enquadramento legal de Cardiopatia Grave. e) teste ergométrico. b) exame clínico. nem dispnéias. palpitações ou angina de peito. porém os grandes esforços provocam fadiga.Pacientes portadores de doença cardíaca que os impossibilitam de qualquer atividade física. nem palpitações. progressivamente. embora acusem fadiga.Pacientes portadores de doença cardíaca sem limitação para a atividade física. mesmo em repouso. Tecnécio). ou as que evoluírem para o óbito. Estes pacientes sentem-se bem em repouso. f) ecocardiograma. d) GRAU IV . com dados evolutivos da doença. e g) cor-pulmonale crônico. A limitação da capacidade física. e) cardiopatias congênitas. Estes pacientes. ou quando induzirem à morte prematura. d) eletrocardiografia dinâmica (Holter). b) as cardiopatias crônicas. Estes pacientes sentem-se bem em repouso. tornarem-se crônicas. caracterizando uma cardiopatia grave. situação que. objetivando o coração. b) cardiopatia hipertensiva. l) cinecoronarioventriculografia. i) cintilografia miocárdica. dispnéia.Pacientes portadores de doença cardíaca com leve limitação para a atividade física. funcional do coração (ultrapassando os limites de eficiência dos mecanismos de compensação) e profissional. h) estudo radiológico do tórax. c) eletrocardiograma. c) arritmias complexas. DADOS TÉCNICOS: A avaliação da capacidade funcional do coração permite a distribuição dos pacientes em Classes ou Graus. bem como os recursos complementares. QUADRO CLÍNICO: O quadro clínico. desde logo. c) GRAU III . em repouso. dispnéia. palpitações ou angina de peito. com os sinais e sintomas que permitem estabelecer o diagnóstico de Cardiopatia Grave estão relacionados para as seguintes cardiopatias: a) cardiopatia isquêmica. com todas as injunções legais. quando limitarem. b) insuficiência coronária. funcional e profissional é definida habitualmente. tanto crônicas.B) CARDIOPATIA GRAVE: CONCEITUAÇÃO: Para o entendimento de cardiopatia grave torna-se necessário englobarem-se no conceito todas as doenças relacionadas ao coração. quando efetuam pequenos esforços. que. associada ao teste ergométrico (Tálio. b) GRAU II . j) cintilografia miocárdica associada a Dipiridamol e outros fármacos. palpitações. fadiga ou angina de peito. nem angina de peito. m) angiotomografia coronariana Os achados fortuitos em exames complementares especializados não são por si só. não obstante o tratamento clínico e/ou cirúrgico adequado. MIBI. se não estiverem vinculados aos elementos clínicos e laboratoriais que caracterizem uma doença cardíaca incapacitante. em repouso. usando um mínimo de duas incidências. d) valvopatias.

Eletrocardiografia dinâmica (Holter): alterações isquêmicas (ST-T) associadas à dor anginosa ou sintomas de disfunção ventricular esquerda. isoladamente. apesar de responder à terapêutica. hipercolesterolemia familiar.a gravidade é caracterizada pela presença das seguintes condições: a) hipertensão essencial ou hipertensão secundária. hipocinesia e discinesia). Quando o tratamento adequado-clínico. comunicação interventricular. vasculopatia aterosclerótica importante em outros territórios (central. arritmias ventriculares. múltiplas derivações. infradesnível do segmento ST: precoce. acentuado (->3mm). complicações associadas: disfunção dos músculos papilares. complicações mecânicas: insuficiência mitral. lesões bi ou uniarteriais menores que 70% com grande massa miocárdica em risco. b) hipertrofia ventricular esquerda detectada pelo ECG ou Ecocardiograma. Teste ergométrico: limitação da capacidade funcional (<5 MET). supradesnível de ST. fração de ejeção (FE) em repouso menor ou igual a 0. condições associadas. fração de ejeção < 0. hipertrofia e dilatação ventricular esquerda. Ecocardiograma associado a esforço ou procedimentos farmacológicos: aparecimento de alterações de contratilidade segmentar inexistente no Eco em repouso. Eletrocardiograma (repouso): zona elétrica inativa.35 (valor específico para o método). trombos intracavitários. comportamento anormal da FE ao exercício (variação da FE menor que 5%). angina em carga baixa (<5MET). sinais de disfunção ventricular esquerda associada ao esforço. fração de ejeção menor que 0. configurar Cardiopatia Grave (por exemplo.35). distúrbios da condução atrioventricular e ventricular.melhorar ou abolir as alterações acima descritas. hipertrofia ventricular esquerda. que não regride com o tratamento. na grande maioria dos casos. hipocinesia e discinesia.40.Em algumas condições. hipertensão arterial. porém. sobretudo em área não relacionada a infarto prévio. insuficiência mitral. desde que associadas a outros sinais de resposta isquêmica. um determinado item pode. c) disfunção ventricular esquerda sistólica. acentuação das alterações de contratilidade preexistentes. arritmias ventriculares complexas. idade avançada. insuficiência cronotrópica (elevação inadequada da freqüência cardíaca).arritmias (associar com dados de ECG e Holter). motilidade parietal regional ou global anormal Cintilografia miocárdica associada a dipiridamol e outros fármacos: interpretação semelhante à definida para a cintilografia com teste ergométrico. comportamento anormal da pressão arterial diastólica (variação de PD>30mm Hg).40. arritmias ventriculares complexas. pseudo-aneurismas.no período de recuperação. é necessária uma avaliação conjunta dos diversos dados do exame clínico e dos achados complementares para melhor conceituá-la. aneurisma de ventrículo esquerdo. Pós-infarto do miocárdio: disfunção ventricular esquerda (áreas de acinesia. com fração de ejeção menor ou igual a 0. distúrbios de condução atrioventricular e intraventricular relacionados à isquemia Cinecoronaroventriculografia ou tomografia: lesão de tronco de coronária esquerda maior que 50%. comportamento anormal da FE ao exercício (variação da FE menor que 5%). alterações isquêmicas de ST-T. Fatores de risco e condições associadas: idade maior que 70 anos. isquemia à distância (em outra área que não a do infarto). morfologia horizontal ou descendente. hipercaptação pulmonar. aneurismas.caracterizada por: Quadro Clínico: angina classes III e IV da NYHA e da Canadian Cardiovascular Society. dilatação das câmaras esquerdas. áreas significantes de acinesia. lesões triarteriais moderadas a importantes (maiores que 70% do terço proximal ou médio). fibrilação atrial associada à isquemia. fibrilação atrial crônica. comunicação interventricular. duração prolongada >6 min. dilatação da cavidade ventricular esquerda ao esforço. diabetes. 43 . AFECÇÕES OU DOENÇAS CAPAZES DE CAUSAR CARDIOPATIA GRAVE: 1) CARDIOPATIA ISQUÊMICA . manifestações clínicas de insuficiência cardíaca. 2) CARDIOPATIA HIPERTENSIVA . lesões ateromatosas extensas e difusas. o conceito de gravidade deve ser reavaliado e reconsiderado. especialmente se associada à hipertrofia ventricular esquerda. arritmias ventriculares complexas. Cintilografia miocárdica associada ao teste ergométrico: defeitos de perfusão múltiplos ou áreas extensas (áreas hipocaptantes definitivas ou transitórias). alterações segmentares da contratilidade ventricular. intervencionista ou cirúrgico . periférico).40 (valor específico para o método). Ecocardiograma em repouso: fração de ejeção menor ou igual a 0. a princípio. congestão venocapilar pulmonar. isquemia miocárdica silenciosa. Radiografia do tórax: cardiomegalia. d) arritmias supraventriculares e ventriculares relacionadas à hipertensão arterial.

tipo II. g) bloqueio atrioventricular de grau avançado. insuficiência cardíaca e embolia sistêmica. com insuficiência cardíaca.a gravidade é caracterizada pela presença das seguintes condições: a) história de fenômenos tromboembólicos. permanentes ou alternantes. 5 . d) fibrilação atrial. d) taquiarritmias: 1 . 2 . c) diagnóstico na infância (baixa idade). com cardiomegalia progressiva. angina.disfunção ventricular esquerda sistólica e/ou diastólica. 7 . f) fibrilação atrial. sintomática.com as seguintes características: a) histórias de fenômenos tromboembólicos. c) bloqueio atrioventricular total: sintomático. com comprovada correlação sintomas/arritmia.3) MIOCARDIOPATIA RESTRITIVA (Endomiocardiofibrose. 4 .1) MIOCARDIOPATIAS HIPERTRÓFICAS .síndrome de Wolff . especialmente história de síncope. h) distúrbios da condução intraventricular.regurgitação mitral importante. 6 . com resposta cronotrópica inadequada ao esforço. ou BAV avançado. fibroelastose) .constituem características de maior gravidade: a) disfunção do nó sinusal. 2 . b) cardiomegalia acentuada. 4) ARRITMIAS CARDÍACAS .forma obstrutiva com gradiente de via de saída maior ou igual a 50 mm Hg. 44 . e) fibrose acentuada. 3 . e) fração de ejeção menor ou igual a 0. bloqueios de ramo (direito ou esquerdo).e) cardiopatia isquêmica associada. b) cardiomegalia. g) arritmias ventriculares complexas. 8 . de qualquer etiologia. c) insuficiência cardíaca classe funcional III e IV. d) insuficiência cardíaca classe funcional III e IV.taquicardias ventriculares sintomáticas (claudicação cerebral e/ou comprometimento hemodinâmico). especialmente em presença de síndrome bradi-taquiarritmia. f) bloqueio bi ou trifascicular sintomático. e. de qualquer etiologia e desencadeadas por qualquer mecanismo. c) insuficiência cardíaca classe funcional III e IV.30.Parkinson .fibrilação atrial. d) envolvimento do ventrículo direito ou biventricular. taquicardiomiopatia.doença arterial coronária associada. c) ritmo de galope (B3).2) MIOCARDIOPATIAS DILATADAS . fibrilação atrial com resposta ventricular baixa.arritmias ventriculares complexas. f) regurgitação mitral e/ou tricúspide importante. b) paciente sintomático.taquicardias supraventriculares sintomáticas (claudicação cerebral. fenômenos tromboembólicos). comprometimento hemodinâmico.a gravidade é caracterizada pela presença das seguintes condições: a) história familiar de morte súbita. 3.4) CARDIOPATIA CHAGÁSICA CRÔNICA-gravidade é caracterizada pela presença das seguintes condições: a) história de síncope e/ou fenômenos tromboembólicos. 3. com alterações isquêmicas de ST – T: 1 . d) hipertrofia moderada ou severa. e) arritmias ventriculares complexas. 3. sintomáticos (claudicação cerebral ou insuficiência cardíaca). b) cardiomegalia importante. b) bradiarritmias: bloqueio atrioventricular (BAV) do 2º grau.White.cardiomegalia. 3) MIOCARDIOPATIAS: distribuídas em: 3.

3 . 3 .do ponto de vista anatômico: 1 .hipotrofia ventricular direita. aórtica e mitral.arritmias de difícil controle e potencialmente malignas.hemoptises. PCO2 > 50 mm Hg. 8 .insuficiência cardíaca (classes III e IV).estudo hemodinâmico: 1 .frêmito sistólico palpável na região da ponta. 9 .pressão sistólica em artéria pulmonar. 2 . 10 . de intensidade > 3/6.transposição das grandes artérias com hiper-resistência pulmonar ou ausência de comunicações.hipoplasia ou atresia de valvas pulmonares. 4 . cuja capacidade funcional se mantém limitada pela cardiopatia subjacente. 5) COR PULMONALE CRÔNICO . 2 . com alto risco de morte súbita. 5 . 6) CARDIOPATIAS CONGÊNITAS .hiperfonese canglorosa da segunda bulha no foco pulmonar.primeira bulha inaudível ou acentuadamente hipofonética. 4 . f) portadores de marcapasso cardíaco definitivo (anti-bradi ou antitaquicardia).do ponto de vista clínico: 1 .necrose miocárdica.dilatação do ventrículo direito. com irradiação em faixa ou círculo.e) síndrome de pré-excitação ventricular.pressão no átrio direito maior ou igual a 15 mm Hg.cardiopatias complexas.constituem características de maior gravidade: . 2 . por doença coronária ou origem anômala das artérias coronárias. 3 .agenesias valvares (pulmonar e aórtica). 3 . 7 .insuficiência tricúspide.drenagem anômala total infracardíaca ou com obstruções severas da conexão das veias pulmonares com as sistêmicas.insuficiência tricúspide importante. 3 .insuficiência pulmonar. .sopro holossistólico. 4 .crises sincopais. . pela presença de circulação colateral brônquica.ventrículos únicos com atresias valvares.ecocardiografia: 1 .eletrocardiograma: sinais de sobrecarga importante de câmaras direitas. . 5 . 4 . 5 . no foco pulmonar.hipertrofia ventricular direita com disfunção diastólica e/ou sistólica.segunda bulha hiperfonética. > 60 mm Hg. 45 . no foco mitral. 6 .quadro clínico: 1 .ectopias cardíacas com alterações múltiplas.insuficiência cardíaca classes funcionais III e IV. 5 .consideram-se graves as cardiopatias congênitas que apresentam: . 2 .insuficiência cardíaca direita. 5 .caracterizada por: a) quadro clínico: 1 .drenagem anômala total infracardíaca ou origem das artérias coronárias.hipoplasia ou atresia do coração esquerdo. .estenose mitral. 6 . 6 . 2 .galope ventricular direito (B3) .doença arterial pulmonar. 4 .pressão na artéria pulmonar maior ou igual a 60 mm Hg.dilatação do tronco da artéria pulmonar. 11 . 7) VALVULOPATIAS: distribuídas em: 7.grande dilatação do átrio direito. 7 . (no foco mitral).crises hipoxênicas. 2 .inversão do fluxo venoso na sístole atrial. calculada a partir das pressões do VD e AD. 12 . 13 . determinado por estudos invasivos. 3 .dilatação do átrio direito.manifestações de hipóxia cerebral e periférica (dedos em baqueta de tambor).1) INSUFICIÊNCIA MITRAL .dores anginosas.PO2 < 60 mm Hg. 4 .

3) INSUFICIÊNCIA AÓRTICA . em veia pulmonar.queda progressiva da pressão arterial sistólica.caracterizada por: a) quadro clínico: 1 .área valvar < 1.aumento acentuado da área. 46 . em relação à média do capilar pulmonar. 3 .6 .presença de galope ventricular (B3).gradiente diastólico mitral médio > 15 mm Hg.estalido de abertura da valva mitral precoce.onda "v" com valor maior ou igual a 3 vezes.fração de regurgitação maior ou igual a 60% (FR = volume de regurgitação/volume sistólico total).episódios de edema pulmonar agudo.sinais de hipertensão venocapilar pulmonar.insuficiência cardíaca classes funcionais III e IV. e) hemodinâmica e angiografia: 1 . 7 . 2 . 5 . 2 .manifestações de baixo débito cerebral (tontura.sinais de hipertensão arteriolar pulmonar. 3 .síndrome de Marfan associada. 4 . 10 . 6 . 3 . c) estudo radiológico: 1 .caracterizada por: a) quadro clínico: 1 .história de comissurotomia mitral prévia. b) eletrocardiograma: 1 .2ª bulha hiperfonética no foco pulmonar.pressão sistólica de artéria pulmonar > 50 mm Hg. e) hemodinâmica: 1 . 4 . 4 . 2 . d) ecocardiograma: 1 . 8 . 8 . na ponta. lipotímia.aumento significativo do diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo.fibrilação atrial. de grande magnitude. 2 .sinais de hipertensão pulmonar.fibrilação atrial. 7.sinais de insuficiência tricúspide. 7.sinais de hipertensão pulmonar (pressão sistólica da artéria pulmonar > 50 mm Hg). 3 .sinais progressivos de sobrecarga atrial e ventricular esquerdas.sopro de Austin-Flint.0 (cm).sinais de congestão venocapilar pulmonar. 3 .fibrilação atrial. 2 .fenômenos tromboembólicos. 7 .sinais de sobrecarga de câmaras direitas. 5 . 3 .sinais de hipertensão pulmonar. 2 .pressão diastólica próxima à zero.insuficiência cardíaca classes funcionais III e IV.comprometimento progressivo da função ventricular sistólica.presença de jato regurgitante. com predominância das cavidades esquerdas.ictus hipercinético.presença de trombo no átrio esquerdo. c) estudo radiográfico: 1 . 5 .impulsão sistólica de ventrículo direito 9 .escarros hemoptóicos. 5 . síncope). 2 .área valvar < 1. 4 . b) eletrocardiograma: 1 .pressão média de capilar pulmonar ou de átrio esquerdo > 20 mm Hg.opacificação do átrio esquerdo igual ou superior que a do ventrículo esquerdo: graus III e IV da classificação de Sellers.gradiente transvalvar mitral médio > 15 mm Hg.2) ESTENOSE MITRAL . 3 . 3 .inversão do fluxo sistólico. 2 . d) ecocardiograma: 1 .inversão do padrão vascular pulmonar. 6 . 2 .desdobramento amplo e constante da segunda bulha. no foco pulmonar. deslocado externamente.tempo de 1/2 pressão > 200 ms. 4 . 2 .0 cm².

deverão ser adotados os parâmetros exigidos para o enquadramento da neoplasia maligna.75 cm².angina de peito. 4 . c) estudo radiográfico: 1 . tendendo à equalização das pressões diastólicas aortoventriculares.sinais de hipocinesia ventricular esquerda.Tumores benignos.fibrilição atrial.desdobramento paradoxal da segunda bulha.sobrecarga atrial esquerda. 2 . 2 . 3 . lipotímia.abertura valvar mitral. 4 .presença de terceira bulha. 2 . com alterações funcionais irreversíveis.pressão diastólica final do ventrículo esquerdo (Pd2 VE) elevada (maior ou igual a 20 mm Hg). regurgitação mitral importante. cardiomegalia (aumento de câmaras esquerdas).sinais de sobrecarga atrial esquerda.dilatação do átrio esquerdo. 3 .sinais de sobrecarga ventricular esquerda. ruptura de cordoalhas tendíneas. 3 . da croça e do segmento descendente. 7.área valvar igual ou menor a 0. 47 .75 cm². 4 . 2 . 3 .gradiente máximo maior ou igual a 70 mm Hg. 5 . 3 . com onda T negativa. b) história de síncope. fenômenos trombo-embólicos fibrilação atrial. 7 .Tumores Malignos .caracterizada por: a) história familiar de morte súbita. b) eletrocardiograma: 1 . c) disfunção ventricular esquerda.área valvar menor ou igual a 0.queda da fração de ejeção ao ecocardiograma de esforço. 4 .sintomas de baixo débito cerebral (tontura. d) hemodinâmica: 1 .fibrilação atrial. 2 . 3 .aumento importante da área cardíaca com franco predomínio de ventrículo esquerdo (aspecto em "bota"). 2 . 8 .opacificação igual ou mais densa do ventrículo esquerdo em comparação com a aorta. 2 .fração de regurgitação igual ou maior do que 60%. ocorrendo somente com a sístole atrial.fibrilação atrial.fluxo reverso holodiastólico da aorta descendente. em precordiais esquerdas. d) ecocardiograma: 1 .coronariopatia associada. com infradesnivelamento de ST e onda T negativa. f) hemodinâmica e angiografia: 1 . 5 . c) ecocardiograma: 1 . e) medicina nuclear associada à teste ergométrico: comportamento anormal da fração de ejeção. 6 .4) ESTENOSE AÓRTICA . durante aortografia (Graus III e IV de Sellers).5) PROLAPSO VALVAR MITRAL . arritmias ventriculares complexas. síndrome de Marfan associada. prolapso valvar tricúspide associado. 3 . em precordiais esquerdas. 5 .arritmias ventriculares.bloqueio atrioventricular total.hipocinesia ventricular esquerda.b) eletrocardiograma: 1 .insuficiência cardíaca.piora progressiva dos parâmetros da função sistólica ventricular esquerda.sinais de sobrecarga ventricular esquerda importante.baixa pressão diastólica da aorta.pico tardio de intensidade máxima do sopro.dilatação da aorta ascendente. .jato regurgitante Ao/(VE largo e extenso). síncope). 2 .gradiente médio de pressão transvalvar aórtica maior ou igual a 50 mm Hg.caracterizada por: a) quadro clínico: 1 . 7. 8) TUMORES CARDÍACOS: .pressão arterial diferencial reduzida. 3 . 4 .

respectivamente. for inferior a 20/400 SNELLEN.5 92. sem percepção luminosa. for inferior a 20/20000 SNELLEN ou apresentar. for inferior a 20/200 SNELLEN. bem como. e a escala JAEGUER na avaliação da acuidade visual para perto.A ausência de um ou outro aspecto que caracterizam as patologias acima discriminadas não afasta o diagnóstico de Cardiopatia Grave.condição em que a acuidade visual é igual ou menor que 0. depois de esgotados os recursos de correção óptica. em ambos os olhos. Equivalência das escalas usadas na avaliação da acuidade visual para longe: SNELLEN 20/20 20/22 20/25 20/29 20/30 DECIMAL 1. comprovados por campimetria. desde que seja identificada a doença pelas características que se fizerem evidentes e que sejam mais marcantes. em ambos os olhos. AVALIAÇÃO DA ACUIDADE VISUAL . e com a melhor correção óptica possível.quando a acuidade visual máxima.6 % DE VISÃO (eficiência visual) 100 98.condição em que há comprometimento do funcionamento visual mesmo após tratamento e correção dos erros refracionais comuns com acuidade visual inferior a 0. a avaliação pericial adotará as escalas SNELLEN e DECIMAL na avaliação da acuidade visual para longe. e a mínima for igual ou superior a 20/400 SNELLEN. em ambos os olhos. Cegueira Legal .05 e/ou o campo visual só no ponto central da fixação. em caso de perda total da visão de um dos olhos quando a acuidade no outro olho.0 0. entre 10º e 5º e menor que 5º.3 até 0. nem capazes de serem beneficiados por tratamento médico-cirúrgico.ESCALAS ADOTADAS: Para uniformidade de linguagem e facilidade de julgamento dos graus de perda da acuidade visual. independente do grau de acuidade visual central. exigindo a ajuda de terceiros. GRAU IV . e III os pacientes que tiverem redução do campo visual. com a melhor correção óptica possível. entre 20º e 10º. a capacidade de contar dedos à distância de 01 (um) metro e a mínima limitar-se à percepção luminosa. no melhor olho. GRAUS DE PERDA PARCIAL DA VISÃO EQUIVALENTE À CEGUEIRA: GRAU I . e a mínima igual ou superior a 20/700 SNELLEN. em ambos os olhos e com a melhor correção óptica possível.9 0.8 0. C) CEGUEIRA: CONCEITUAÇÃO: Cegueira ou amaurose é o estado patológico no qual a acuidade visual de ambos os olhos é igual à zero.quando a acuidade visual máxima.4 48 . for inferior a 20/70 na escala de SNELLEN. e com melhor correção óptica possível.quando a acuidade visual máxima. Serão enquadrados nos Graus I. for inferior a 20/50 na escala de SNELLEN. e com melhor correção óptica possível.0 95.5 91. II. GRAU II . São equivalentes à cegueira e como tal considerados: a) os casos de visão subnormal. b) os casos de redução muito acentuada e irreversível do campo visual (visão tubular).quando a acuidade visual máxima. mesmo que a acuidade visual não estiver comprometida. não susceptíveis de correção óptica.7 0. como índice máximo. Visão Subnormal ou Baixa Visão . GRAU III .05 ou campo visual muito reduzido (inferior a dez graus do ponto de fixação). e a mínima igual ou superior a 20/1200 SNELLEN. que motivem dificuldade de locomoção e de orientação espacial do paciente. nos limites previstos neste Manual.

c) diminuição da expansão torácica em relação aos valores normais para sexo e idade. razão pela qual não podem ser assim enquadradas. acarretam maior ou menor limitação dos movimentos da coluna pelo comprometimento das formações extra-articulares.0 10.5 69.9 63. 49 . reservando-se o conceito de anquilose óssea verdadeira à fixação completa de uma articulação em conseqüência da fusão patológica dos ossos que a constituem.1 0. ascendentemente. com formação de tecido ósseo denso e menos vascularizado. é uma doença reumática inflamatória crônica. caracterizada por deformações ósseas.3 0. também conhecidas como artroses.5 48. atinge a coluna vertebral. que pode acompanhar-se de sintomatologia dolorosa e fraturas espontâneas.5 04 0.0 Equivalência das escalas usadas na avaliação da acuidade visual para perto: JAEGUER % DE VISÃO 1 2 3 4 6 7 8 10 11 14 100 100 90 80 50 40 30 20 15 5 D) ESPONDILITE ANQUILOSANTE CONCEITUAÇÃO: Espondilite Anquilosante. A doença pode ser monostótica (quando apenas um osso ou uma parte de um osso é afetado) ou poliostótica (quando dois ou mais ossos estão envolvidos). Há grande tendência para a ossificação dos tecidos inflamados e desta resulta rigidez progressiva da coluna. não associada ao Fator Reumatóide. osteoartrites ou artrites hipertróficas. as vértebras.05 83. que atinge tanto homens como mulheres e cujo diagnóstico quase sempre é feito após os 50 anos. interapofisárias e costovertebrais. d) sacroileíte bilateral grau 2-4 ou unilateral grau 3-4. b) fase de relativa inatividade.28 0. mas não determinam anquilose.25 0. QUADRO CLÍNICO: A evolução da doença.20/40 20/50 20/60 20/70 20/80 20/100 20/200 20/400 0. O processo geralmente se inicia pelas articulações sacroilíacas e. b) limitação da mobilidade da coluna lombar (movimentos laterais.8 58. inadequadamente denominada de Espondiloartrose Anquilosante nos textos legais. onde as fraturas têm retardo de consolidação.2 0. entre estes os ligamentos da coluna. Entende-se por Anquilose ou Ancilose a rigidez ou fixação de uma articulação. E) ESTADOS AVANÇADOS DA DOENÇA DE PAGET (OSTEÍTE DEFORMANTE) CONCEITUAÇÃO: A Doença de Paget é um distúrbio localizado da remodelação óssea.9 20. que afeta principalmente as articulações sacroilíacas. daí a designação rizomélica. onde são comuns fraturas com consolidação rápida. se processam em duas fases: a) fase ativa ou osteoporótica. os discos intervertebrais e o tecido conjuntivo frouxo que circunda os corpos vertebrais. As áreas ósseas acometidas são assimétricas e os locais mais freqüentes incluem a pelve. DIAGNÓSTICO: Critérios para o diagnóstico de Espondilite Anquilosante: a) dor lombar com duração igual ou superior a 3 meses que melhora com exercício e não alivia com repouso. As articulações periféricas também podem ser comprometidas. As artropatias degenerativas da coluna vertebral. o crânio e a tíbia.6 76. principalmente as das raízes dos membros (ombros e coxofemorais). caracterizada pela formação de tecido ósseo ricamente vascularizado. A evolução é lenta e progressiva. para frente e para trás).

ENQUADRAMENTO TÉCNICO: Os Estados Avançados da Doença de Paget apresentam as seguintes características: a) lesões ósseas generalizadas. na inervação vascular e nos troncos nervosos.Dimorfa (D). com madarose e manutenção da cabeleira. ósteo-artrites secundárias. em especial quando atinge nervos sensitivo-motores. Descrevem-se lesões em placas ou anulares com bordas populosas e áreas da pele eritematosas ou hipocrômicas. nódulos e máculas. Os nervos mais comumente atingidos são: cubital. incluindo os pavilhões auriculares. Há rarefação dos pelos nos membros. fibrossarcoma e sarcoma de células redondas). 2 . testículos.Baciloscopia positiva 1 . podendo apresentar surtos reacionais intercorrentes. O comprometimento nervoso ocorre na pele. quando um ou mais dos seguintes achados encontram-se presentes: lesão de pele com alteração de sensibilidade. xerótica. em número reduzido. O Ministério da Saúde define como caso de hanseníase para tratamento. Seu crescimento centrífugo lento leva à atrofia no interior da lesão.Virchowiana (V). manifesta-se naqueles indivíduos que apresentam imunidade celular deprimida para o Mycobacterium leprae. nervos.Indeterminada (I) . perturbações olfativas e neuralgias. reconhecida por corresponder ao pólo de baixa resistência. o fígado e o baço. espessamento de tronco nervoso ou baciloscopia positiva na pele. forma o quadro conhecido como fácies leonina. cílios e supercílios. enquanto que valores inferiores a três vezes o limite superior podem indicar comprometimento monostótico ou a forma esclerótica da doença. QUADRO CLÍNICO: Principais características das formas clínicas de Hanseníase: Hanseníase Tuberculóide (T) – nesta forma clínica se encontram lesões bem delimitadas. Portanto. Estes últimos vão apresentar deficiências funcionais e seqüelas tardias. O teste de Mitsuda é recomendado para agrupar as formas clínicas I em PB ou MB. b) complicações neurológicas e sensoriais: surdez. F) HANSENÍASE: CONCEITUAÇÃO: A Hanseníase é uma doença infecto-contagiosa de notificação compulsória. linfócitos e células gigantes tipo Langhans. A infiltração da face. A infiltração é difusa e mais acentuada na face e nos membros. podendo afetar os linfonodos. A pele torna-se luzidia. mucosas das vias aéreas superiores. 50 . b) Multibacilares (MB) .Tuberculóide (T). Sua evolução crônica caracteriza-se pela infiltração progressiva e difusa da pele. A queda de pelos neste local chama-se madarose. arteriosclerose periférica e hipertensão arterial. juntamente com a Hanseníase Indeterminada constituem as formas paucibacilares da hanseníase. CLASSIFICAÇÃO: A Hanseníase pode ser classificada nas seguintes formas clínicas: a) Paucibacilares (PB) .Baciloscopia negativa: 1 . A Hanseníase Tuberculóide. espessamento da cortical.HV – trata-se de forma multibacilar. b) dosagem da fosfatase alcalina sérica: valores com resultados dez vezes acima do normal geralmente indicam comprometimento do crânio ou doença poliostótica extensa. trabeculado grosseiro e lesões líticas e escleróticas.Mitsuda negativa. Admite-se que a HV possa evoluir a partir da forma indeterminada ou se apresentar como tal desde o início.Indeterminada (I) . dentro do espectro imunológico da doença. ciático poplíteo externo e auricular magno. Na pele descrevem-se pápulas. deformidades ósseas. olhos. de curso crônico. Em sua forma neural pura não se observam lesões cutâneas: há espessamento do tronco nervoso e dano neural precoce e grave. com aspecto apergaminhado e tonalidade semelhante ao cobre. 2 . c) complicações cardiovasculares: insuficiência cardíaca de alto débito. anestésicas e de distribuição assimétrica.Mitsuda positiva. A forma clínica I com Mitsuda negativa é potencialmente MB. DIAGNÓSTICO: Exames subsidiários elucidativos e indispensáveis à conclusão pericial: a) exame radiológico: aumento do volume ósseo. Hanseníase Virchowiana . causada pelo Mycobacterium leprae (bacilo de Hansen). O exame histológico evidencia a presença de granuloma tipo tuberculóide de células epitelióides. fraturas espontâneas e degeneração maligna (sarcoma osteogênico. A baciloscopia resulta negativa. com predileção pela pele e nervos periféricos. 3 .

b) rigidez muscular . Hanseníase Indeterminada (HI) – considerada a primeira manifestação clínica da hanseníase e. A baciloscopia pode ser negativa ou positiva com índice bacilar variável. gravidez. é precoce o aparecimento de rinite posterior e destruição do septo nasal. fibular comum e tibial posterior. que se tornam edemaciadas. localizadas em qualquer região da pele.hipercinesia. A baciloscopia mostra-se negativa. Os nervos mais comprometidos são: facial. As reações seguem-se a fatores desencadeantes. com alteração de sensibilidade. As lesões neurais são precoces. artrite. ulnares. d) apresentarem seqüelas invalidantes. apenas ramúsculos nervosos cutâneos. A lesão típica é o eritema nodoso que se caracterizam por lesões eritematosas. iridociclite. resultante do comprometimento do Sistema Nervoso Extra-Piramidal. A infiltração assimétrica da face. de tamanhos variados incluindo pápulas e nódulos. orquite. rítmica e não intencional. recidiva. Reação tipo 2 (eritema nodoso da hanseníase): observada nas formas virchowiana e dimorfa. b) tiverem a ocorrência de atividade clínica após a alta por cura. assimétricas e. dolorosas. isto é. ora de outra forma. proteinúria e dano hepático. Reação tipo 1 (reação reversa) tende a surgir mais precocemente no tratamento. As lesões são em pequeno número e podem se localizar em qualquer área da pele. é um quadro mórbido de etiologia ainda não estabelecida. medicamentos iodados. ou simplesmente por áreas de hipoestesia na pele. o que faz com que haja grande variação em suas manifestações clínicas. Hanseníase Dimorfa (HD) . Surtos Reacionais: representam episódios inflamatórios que se intercalam no curso crônico da hanseníase. dos pavilhões auriculares e a presença de lesões no pescoço e nuca são elementos sugestivos desta forma clínica. apenas a sensibilidade térmica encontra-se alterada. em média. vacinação.No comprometimento das mucosas. Às vezes o dano funcional do nervo se instala sem quadro clínico de dor e espessamento do nervo. A HV apresenta baciloscopia fortemente positiva e representa. nos nervos ou no comprometimento sistêmico. seja na pele. Edema de membros inferiores. manchas eritematosas ou acastanhadas com limite interno nítido e limites externos imprecisos. que diminui com a execução de movimentos voluntários e pode cessar com o relaxamento total. As neurites são freqüentes. caracteristicamente na hanseníase dimorfa. irite. Não há comprometimento de troncos nervosos nesta forma clínica. nos casos virgens de tratamento. podendo ser a única manifestação clínica. c) manifestarem surtos reacionais freqüentes durante o tratamento ou após a cura. geralmente após seis meses de tratamento. linfadenite. eritematosas. As lesões da pele revelam-se numerosas e a sua morfologia mescla aspectos de HV e HT. com bordas internas nítidas e limites externos difusos. podendo chegar à ulceração. o quadro reacional evolui com neurite. puerpério. pré-tibialgia e febre acompanham esta reação. ocorre evolução para cura ou para outra forma clínica (tuberculóide ou virchowiana). acompanha-se do exagero dos 51 . após período de tempo que varia de poucos meses até anos. há exacerbação das lesões pré-existentes. G) DOENÇA DE PARKINSON CONCEITUAÇÃO: também chamado Paralisia Agitante. Em alguns casos. placas eritemato-ferruginosas ou violáceas. podendo haver predominância ora de uma. Compreendem placas eritematosas. importante foco infeccioso ou reservatório da doença. Caracteriza-se pelo aparecimento de manchas hipocrômicas.sinal característico e eventualmente dominante. tais como: infecções intercorrentes.este grupo é caracterizado por sua instabilidade imunológica. grande auricular. predominantemente postural. baço e testículos. de dois a cinco anos. As lesões da HI surgem após um período de incubação que varia. NORMAS DE INCAPACIDADE DEFINITIVA: a avaliação pericial concluirá pela incapacidade definitiva por Hanseníase dos examinados que: a) permanecerem com sinais de atividade clínica após completarem o tratamento. estresse físico e emocional. QUADRO CLÍNICO: caracterizado pelos seguintes sinais: a) tremor . manchas hipocrômicas com bordas ferruginosas. com freqüência. medianos. levam a incapacidade física. Freqüentemente. mão e pé reacionais. Podem ocorrer também lesões viscerais principalmente no fígado.

pericardite sero-fibrinosa. hemorragias digestivas. vômitos.palidez amarelada. . NORMAS DE INCAPACIDADE DEFINITIVA: a avaliação pericial concluirá pela incapacidade definitiva quando o quadro clínico determinar o impedimento do examinado ao desempenho das atividades normais e não for possível o controle terapêutico da doença. parasitárias.diminuição da atividade motora espontânea e conseqüente lentidão de movimentos.aumento dos níveis sanguíneos de uréia. recomendamos que a creatinina sérica seja ajustada por meio da fórmula de Cockcroft-Gault. língua saburrosa. edema.anemia normocrômica e normocítica. drogas e diferenças em métodos laboratoriais. b) cardiovasculares .distúrbios dos níveis de sódio.diminuição da eliminação de contrastes. b) Alterações nos exames por imagem: . quando usados. sempre que possível. cálcio. cistos. especificar a etiologia da Síndrome de Parkinson responsável pela incapacidade do examinado. insônia. pela supressão destes. é conseqüente a lesões degenerativas infecciosas. glicose e lipídios.distorções da imagem normal conseqüente a cicatrizes. acarretam insuficiência renal. superfície corporal. A avaliação pericial não concluirá pela incapacidade definitiva dos portadores de Parkinsonismo secundário ao uso de medicamentos quando. CLASSIFICAÇÃO: devem ser observados os seguintes critérios técnicos: 1) A estimativa da filtração glomerular (FG) representa a melhor medida da função renal global em indivíduos sadios e doentes. .pulmão urêmico e derrame pleural. . lassidão. convulsão e coma. tremor muscular. hipertensão arterial e insuficiência cardíaca. subaguda ou crônica que. Um nível de FG abaixo de 60 ml/min representa perda de metade do nível da função renal normal. náuseas. sexo e superfície corporal. de modo irreversível.diminuição das áreas renais nas patologias crônicas ou nas isquemias agudas intensas.diminuição da capacidade renal de diluição e concentração (isostenúria). A FG normal em adultos jovens é de aproximadamente 120 a 130 ml/min/1.retinopatia hipertensiva e retinopatia arteriosclerótica. potássio. choque elétrico e tumores intracranianos.acidose metabólica. astenia. houver regressão e desaparecimento do quadro clínico. . . H) NEFROPATIA GRAVE CONCEITUAÇÃO: São consideradas Nefropatias Graves as patologias de evolução aguda.diminuição da filtração glomerular. O Parkinsonismo Secundário.cefaléia. As Nefropatias Graves são caracterizadas por manifestações clínicas e alterações nos exames complementares. dieta.73 e declina com a idade. conforme abaixo: 52 . raça. QUADRO CLÍNICO: apresentam as seguintes características: 1) Manifestações Clínicas: a) ectoscópicas . c) gastrintestinais .distensão do sistema coletor nos processos primariamente obstrutivos. conhecidos como "sinal da roda dentada" (Negro). também chamado Síndrome de Parkinson. tóxicas (inclusive medicamentos).reflexos tônicos de postura e determina o aparecimento de movimentos em sucessão fracionária. sexo. Por isso. creatinina e ácido úrico. diarréia ou obstipação. fósforo. d) neurológicas . hemorragia cutânea e sinais de prurido. 2) O uso da creatinina sérica é limitado na avaliação da FG.soluço. hematomas. . Uma queda na FG precede o aparecimento de sintomas de falência renal em todas as formas de doença renal progressiva. endócrinas ou produzidas por traumatismo. e) oftalmológicas . pois é afetado pela idade. O nível normal de FG varia de acordo com a idade. hálito amoniacal. determinando incapacidade para o trabalho e/ou risco de vida. g) urinárias – nictúria 2) Alterações nos Exames Complementares: a) Alterações Laboratoriais: . . abscessos ou tumores. c) bradicinesia . A Perícia Médica deverá. f) pulmonares . .

não há sinais ou sintomas clínicos importantes de insuficiência renal. amiloidose renal. MANIFESTAÇÃOES PATOLÓGICAS: Principais grupos de patologias que cursam com insuficiência renal e são capazes de produzir Nefropatia Grave: nefropatia diabética. Na maioria das vezes.nesta fase os níveis plasmáticos de uréia e creatinina ainda são normais. pielonefrite crônica. hiporexia. Alport e outras). Suas opções terapêuticas são a diálise ou o transplante renal. As avaliações periciais deverão. lupus eritematoso. 4) As nefropatias das fases 4 e 5 (insuficiência severa e insuficiência renal terminal) são enquadradas como Nefropatia Grave. PROGNÓSTICO . e) resposta à terapêutica específica. c) grau de invasão vascular e linfática. Corresponde a uma FG inferior a 15 ml/min. ao registrar o diagnóstico. O paciente encontra-se intensamente sintomático. d) estadiamento clínico e/ou cirúrgico. f) estatísticas de morbidade e mortalidade de cada tipo de neoplasia. hipertensão arterial. e) fase terminal de insuficiência renal (fase 5) .o paciente já se ressente de disfunção renal. São consideradas Neoplasias Malignas as relacionadas na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). níveis elevados de uréia e de creatinina plasmáticas.é determinado pelo grau de malignidade da neoplasia influenciado pelos seguintes fatores: a) grau de proliferação celular. tornando-o bastante alterado. embora os sinais e sintomas da uremia possam estar presentes de maneira discreta. Apresenta marcantes sinais e sintomas de uremia: anemia. incompatível com a vida.nesta fase os rins perderam o controle do meio interno. Corresponde a uma FG entre 15 e 29 ml/min. vômitos. edema. c) fase de insuficiência renal laboratorial ou moderada (fase 3) . 3) As nefropatias da fase 3 (insuficiência renal moderada) são enquadradas como Nefropatia Grave quando acompanhadas de sinais e sintomas que determinem a incapacidade laborativa do examinado. necrose cortical difusa. nefropatia conseqüente à obstrução do fluxo urinário. para fim de enquadramento legal.corresponde às fases iniciais de lesão renal com filtração glomerular preservada. 53 . I) NEOPLASIA MALIGNA CONCEITUAÇÃO: É um grupo de doenças caracterizadas pelo desenvolvimento incontrolado de células anormais que se disseminam a partir de um sítio anatômico primitivo.85 se mulher 72 X creat. náuseas. obstrução arterial e/ou venosa grave (aguda ou crônica). b) fase de insuficiência renal funcional ou leve (fase 2) . A avaliação laboratorial simples já nos mostra. identificar o tipo de nefropatia seguido da afirmativa ou negativa de Nefropatia Grave. glomerulonefrites crônicas conseqüentes a depósitos de imunocomplexos glomerulonefrite crônica conseqüente a anticorpo antimembrana basal. o paciente mantém-se clinicamente bem. d) fase de insuficiência renal clínica ou severa (fase 4) . diabetes mellitus. infecções urinárias). as nefropatias podem ser divididas em cinco fases (estágios): a) fase de lesão com função renal normal (fase 1) . nefropatias hereditárias (rins policísticos. necrose medular bilateral. Corresponde a uma FG entre 60 e 89 ml/ min. b) grau de diferenciação celular. infiltração leucêmica). nefropatia por irradiação neoplasias (hipernefroma.nesta fase. Corresponde a uma FG entre 30 e 59 ml/min. vasculites.FG (ml/min) = 140-idade x peso x 0. adinamia.sérica 3) Considerados os níveis de alteração da função renal e o grau de insuficiência renal. FG acima de 90 ml/min. quase sempre. nefropatia hipertensiva. linfoma. 2) As nefropatias da fase 2 (insuficiência renal leve ou funcional) não são enquadradas como Nefropatia Grave. ou seja. NORMAS DE INCAPACIDADE DEFINITIVA: deverão ser observados: 1) As nefropatias da fase 1 (lesão renal com função renal normal) não são enquadradas como Nefropatia Grave. apresenta sinais e sintomas ligados à causa básica (hipertensão arterial.

citar o tipo anátomo-patológico da neoplasia.quando são atingidos os membros inferiores ou superiores simultaneamente. suas seqüelas e acrescentar a expressão Neoplasia Maligna. d) paraplegia ou diplegia . c) hemiplegia . e: a) manifestarem recidiva ou metástase de neoplasia maligna. f) tetraplegia . as paralisias classificam-se em: a) paralisia isolada ou periférica . caracteriza a paralisia funcional. 54 . b) monoplegia . sua localização.quando são atingidos os membros superiores e os inferiores. e) exames de tomografia computadorizada. esgotados os recursos terapêuticos da Medicina especializada e os prazos necessários à recuperação. a qual implica na interrupção de uma das vias motoras. b) exames citológicos. resultante de uma lesão orgânica de natureza destrutiva ou degenerativa.quando é atingido um músculo ou um grupo de músculos. A paralisia será considerada irreversível e incapacitante quando.quando resulta da paralisia de três membros. Não se equiparam às paralisias. permanecerem distúrbios graves e extensos que afetem a mobilidade. das quais resultem alterações extensas e definitivas das funções nervosas. esgotados os recursos terapêuticos da Medicina especializada e os prazos necessários à recuperação motora.quando são atingidos os membros superiores e inferiores do mesmo lado. A avaliação pericial deverá. mesmo quando extirpada a lesão neoplásica maligna. desde a córtex cerebral até a própria fibra muscular. ao firmar o diagnóstico. para fim de enquadramento legal. c) exames ultrassonográficos.AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E ESTADIAMENTO: o diagnóstico e a extensão da neoplasia maligna podem ser determinados pelos seguintes meios propedêuticos: a) biópsia da lesão com estudo histopatológico. i) exames radiológicos. São equiparadas às paralisias as paresias das quais resultem alterações extensas das funções nervosas e da motilidade. d) exames endoscópicos. e) triplegia . NORMAS DE INCAPACIDADE DEFINITIVA: as Juntas Médicas farão indicativo de aposentadoria definitiva para os examinados que forem portadores de neoplasias malignas. h) pesquisa de marcadores tumorais específicos. as lesões ósteo-músculo-articulares envolvendo a coluna vertebral.quando são atingidos todos os músculos de um só membro. São equiparadas às paralisias as lesões ósteo-músculo-articulares e vasculares graves e crônicas. A abolição das funções sensoriais. esgotados os recursos terapêuticos da medicina especializada e os prazos necessários à recuperação. bem como os casos de amputação de membros (ou grande parte destes) que necessariamente ocasionem perda da capacidade funcional e laborativa. com ou sem paralisia facial homolateral. pela lesão do neurônio motor central ou periférico. presença de metástases. g) exames cintilográficos. na ausência de lesões orgânicas das vias nervosas. da mobilidade e da troficidade. J) PARALISIA IRREVERSÍVEL E INCAPACITANTE CONCEITUAÇÃO: Entende-se por paralisia a incapacidade de contração voluntária de um músculo ou grupo de músculos. CLASSIFICAÇÃO DAS PARALISIAS: Considerando-se a localização e a extensão das lesões. f) exames de ressonância nuclear magnética. b) tornarem-se inválidos em conseqüência de seqüelas do tratamento. a sensibilidade e a troficidade e que tornem o examinado total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. em qualquer ponto.

astenia>um mês. de evolução aguda ou crônica. Escala de sinais. diarréia>um mês. tendo. dermatite persistente. com as seguintes características: a) Classe 0 . citomegalovirose em qualquer outro lugar que não seja fígado. sarcoma de Kaposi – dez pontos. linfadenopatia>um mês. bacteriológico. nítida predileção pelo pulmão. brônquios ou pulmões. com a respectiva pontuação. independentemente da presença de outras causas de imunodeficiência . herpes simples mucocutâneo por período superior a um mês. sintomas ou doenças.Critério Rio de Janeiro/Caracas. Será considerado como caso de AIDS todo servidor que apresentar evidência laboratorial da infecção pelo HIV (dois testes de triagem de detecção de anticorpos ou um confirmatório reagente) e. L) TUBERCULOSE COM SEQUELAS GRAVES E INCAPACITANTES CONCEITUAÇÃO: A tuberculose é uma doença infecto-contagiosa causada pelo Mycobacterium Tuberculosis.Pacientes com tuberculose doença. pele ou linfonodos cervicais/hilares (exceto tuberculose ou hanseníase). tuberculose pulmonar. qualquer micobacteriose disseminada em órgãos outros que não sejam o pulmão. sintomas ou doenças. disfunção do sistema nervoso central. caquexia. febre>um mês. no entanto. toxoplasmose cerebral. determinada radiologicamente . linfoma não-Hodgkin de células B e linfoma maligno imunoblástico. de notificação compulsória. criptosporidiose intestinal crônica (>um mês). Apresentam quadros clínico. reativação de doença de Chagas (meningoencefalite e/ou miocardite. d) Classe III . c) Classe II .Critério CDC adaptado. O Anexo III faz referências aos critérios técnicos de avaliação do portador de SIDA/AIDS. radiológico e imunológico que evidenciam e definem as lesões tuberculosas. b) candidose oral ou leucoplasia pilosa. pneumonia por Pneumocystis Carinii.dois pontos). 55 . criptococose extrapulmonar. histoplasmose disseminada (localizada em quaisquer órgãos que não exclusivamente em pulmão ou linfonodos cervicais/hilares). AVALIAÇÃO DO POTENCIAL EVOLUTIVO DAS LESÕES TUBERCULOSAS: nesta avaliação devemos considerar: . Os pacientes são distribuídos em classes. herpes zoster em indivíduo com até sessenta anos de idade. sepse recorrente por bactérias do gênero Salmonella (não tifóide). c) de atividade indeterminada (potencial evolutivo incerto). porém sem tuberculose. candidose de esôfago. além disso. pleural ou de linfonodos localizados numa única região cinco pontos. b) Classe I .Pacientes sem exposição à tuberculose e sem infecção tuberculosa. b) inativas. porém sem evidência de infecção tuberculosa (teste cutâneo tuberculínico negativo). baço e linfonodos (Exemplo: retinite por citomegalovirose). leucoencefalopatia multifocal progressiva. Pode acometer qualquer órgão. independentemente da presença de outras causas de imunodeficiência .Pacientes com história de exposição à tuberculose. d) curadas. um somatório de pelo menos dez pontos numa escala de sinais.Pacientes com infecção tuberculosa caracterizada pela positividade da prova cutânea tuberculínica.Avaliação clínica: presença de sinais e/ou sintomas relacionados com a doença. Como evidência de imunodeficiência faz-se necessária uma contagem de linfócitos CD4+ menor do que 350 células/mm³ e/ou o diagnóstico de pelo menos uma das doenças indicativas de AIDS: câncer cervical invasivo. utilizada no critério de definição Rio de Janeiro/Caracas: a) anemia/ou linfopenia e/ou trombocitopenia. c) outras formas de tuberculose. CLASSIFICAÇÃO: As lesões tuberculosas são classificadas em: a) ativas. linfoma primário do cérebro. tosse persistente associada ou não a qualquer pneumonia (exceto tuberculose ou pneumonite. candidose de traquéia. isosporidiose intestinal crônica (>um mês).K) SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (SIDA/AIDS) CONCEITUAÇÃO: Será considerado como caso de AIDS todo servidor que apresentar evidência laboratorial da infecção pelo HIV (dois testes de triagem para detecção de anticorpos anti-HIV ou um confirmatório reagente) no qual seja diagnosticada imunodeficiência (pelo menos uma doença indicativa de AIDS e/ou contagem de linfócitos T CD4 + abaixo de 350 células/mm³).

8 a 3. e) presença ou ausência de encefalopatia. cavitário.5 < 2.8 > 50 30 a 50 < 30 PONTOS 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 Ascite Bilirrubina (mg/dl) Albumina (g/dl) Atividade de Protrombina (%) ENQUADRAMENTO PERICIAL: As hepatopatias do grupo A (5 A 6 PONTOS) não serão enquadradas como Hepatopatia Grave. . subaguda ou crônica que. e da característica de estabilidade ou instabilidade das lesões. ao exame direto. CONDUTA: Os servidores que apresentarem seqüelas incapacitantes e irreversíveis das lesões tuberculosas serão considerados incapazes definitivamente para o serviço ativo como portadores de Tuberculose ativa. cultura e inoculação em animais sensíveis. hepatomegalia e/ou esplenomegalia. são irreversíveis e cursarem com varizes de esôfago. . As hepatopatias do grupo C (10 OU MAIS PONTOS) serão enquadradas como Hepatopatia Grave Serão enquadradas como grave. estudadas por meio de séries de radiografias. Não serão enquadrados como Hepatopatia Grave os portadores assintomáticos dos vírus HVB (vírus da hepatite B) e HVC (vírus da hepatite C). apesar de não atingirem a referida pontuação. visto que nestes casos. com destaque dos aspectos infiltrativo. M) HEPATOPATIA GRAVE CONCEITUAÇÃO: São consideradas Hepatopatias Graves: a) as hepatopatias de evolução aguda. d) presença ou ausência de ascite.Avaliação radiológica: estudo radiológico.1. aquelas hepatopatias que.Avaliação bacteriológica: pesquisa do Mycobacterium tuberculosis nos diferentes materiais. de modo irreversível. b) bilirrubina sérica total. As hepatopatias do grupo B (7 A 9 PONTOS) serão enquadradas como Hepatopatia Grave quando determinarem a incapacidade laborativa do examinado. 56 . podem evoluir sem colestase. b) as hepatopatias agudas que evoluírem para o óbito. obtidas ao longo da evolução da doença.. hipertensão portal. CLASSIFICAÇÃO: a função hepática e o grau de insuficiência hepática serão avaliados pelos seguintes parâmetros: a) albumina sérica. determinando incapacidade para o trabalho e/ou risco de vida. . nodular.Avaliação anátomo-patológica: das peças de ressecção ou biópsia. c) atividade de protrombina. e linear. com pesquisa bacteriológica.5 2. Para o estabelecimento do grau de insuficiência hepática serão utilizados os parâmetros referidos no item 38. entre outros. atribuindo-se a seguinte pontuação: PARÂMETROS Grau de Encefalopatia VARIAÇÃO Ausente I e II III e IV Ausente Discreta Tensa <2 2a3 >3 >3.Avaliação imunológica: prova tuberculínica (PPD). acarretam insuficiência hepática.

medo de banho. etc. . Sintomas: não se reconhece no espelho. incapacidade de compreender e julgar. grita. delirantes e desconfiança. geme. depois de transcorridos 02 (dois) anos da data de início da sua aposentadoria por invalidez. Verificada a insubsistência dos motivos geradores da incapacidade. distonias e mioclonia. Nas unidades periciais que não possuírem CTP. dificuldades para ler. 57 . distúrbios do movimento. incapacidade de assumir sua higiene pessoal sem ajuda externa. sendo o segurado revertido ao serviço público ou posto em disponibilidade. conforme definido em regulamento. Disfunção do lobo frontal com perda de inibições sociais. Nas unidades periciais que possuírem Comissão Técnica Pericial (CTP). alterações de percepção e de ordem motora. Sintomas: esquecimento. dificuldade de reconhecer amigos e familiares. dorme demais. pode-se esperar que praticamente todas as partes do córtex cerebral apresentem várias disfunções tais como: afasia. . SINAIS E SINTOMAS: Dificuldades de funções dos lobos parietal e temporal. devendo orientar a necessidade de curatela definitiva para o examinado. movimentos e falas repetitivos. resmunga. idéias fixas. tempo de atenção reduzido. apresentando.Primeiro Estágio: duração média de 02 a 04 anos. com posterior análise pelo supervisor médico e gerente de perícia médica. incurável. produz sons com a boca. Como a degeneração cortical é difusa. As avaliações periciais indicarão aposentadoria definitiva por invalidez quando comprovarem presença de quadro clínico demencial. ir ao banheiro.). não consegue se comunicar com palavras. a avaliação pericial será efetuada por Junta Médica. Seus principais sintomas são perda de memória. apraxia. confusão. ficando as demais avaliações determinadas a critério da referida Gerência (no período compreendido entre 2 e 5 anos. não reconhece a família. progressiva. ENQUADRAMENTO PERICIAL: A análise pericial irá se basear no quadro demencial apresentado pelo servidor. choro. degenerativa. por solicitação do IPREV à Gerência de Perícia Médica. Sintomas: crescente perda de memória. com perda de memória e desorientação espacial. podendo-se valer dos testes psicológicos para conclusão pericial. cessar-se-á o benefício de aposentadoria por invalidez. vestir-se. dificuldades de locomoção e de comunicação. pouca capacidade tomar conta de si mesmo. que provoca a deterioração das células do cérebro. respeitada a idade máxima de sessenta anos). perda de peso mesmo com boa dieta. dificuldade em lidar com dinheiro. perda de iniciativa. Risco de crises convulsivas pneumonias aspirativas. agitação. escrever e em lidar com números.N) DOENÇA DE ALZHEIMER CONCEITUAÇÃO: A Doença de Alzheimer é uma doença crônica. Precisa de supervisão em tempo integral. ocasionais tremores musculares e cacoetes.Terceiro Estágio . alteração de personalidade. com posterior análise técnica pelo supervisor e gerente de perícia médica. infecções urinárias e distúrbios metabólicos. incluindo acinesia. depressão.estágio final. irritação fácil. a avaliação pericial será realizada por médico perito e a conclusão pericial ficará a cargo da referida Comissão. o servidor aposentado por invalidez será primeiramente avaliado clinicamente. às vezes. dificuldade em organizar o raciocínio e pensar logicamente (não encontra as palavras certas). apresenta dificuldade em segurar objetos e engolir. Conforme definido no Artigo 43 do Regulamento do Regime Próprio do IPREV (Anexo XII).Segundo Estágio: duração média de 02 a 10 anos. mudanças de humor e personalidade. não controla esfíncteres. agitação e confusão mental. VII – REAVALIAÇÕES PERICIAIS DO SERVIDOR APOSENTADO: com base na legislação vigente (parágrafo § 2º do Inciso III Artigo 60 da Lei Complementar 412) o segurado aposentado por invalidez será submetido à avaliação médica periódica para atestar a permanência das condições que lhe causaram a incapacidade laboral. incontinência de esfíncteres e abulia (perda de espontaneidade). esquecimento de fatos e lugares. precisa de ajuda para todas as atividades comuns do ser humano (tais como: comer. CLASSIFICAÇÃO: os portadores da Doença de Alzheimer podem ser classificados em 3 estágios: . tomar banho. com duração média de 01 a 03 anos. nos termos do Estatuto dos Servidores do Estado de Santa Catarina.

dos Estados. do Distrito Federal e Municípios e pelas entidades de previdência privada Alterada pela LEI Nº. auxílio-doença. dê-se ao inciso XIV nova redação e acrescente-se um novo inciso de número XXI. mediante exame clínico e subsidiado por parâmetros técnicos. contaminação por radiação.713.OBJETIVO: O benefício é concedido ao servidor aposentado ou pensionista que apresente doença do rol das especificadas no dispositivo legal em vigor.ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA I . emitir laudo conclusivo. No artigo 6º da Lei nº. XXI . nefropatia grave. mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma. de 22 de dezembro de 1988.DOU DE 27/12/95 Excertos – Alterada. Cabe ao perito. pagos pela previdência oficial da União. a fim de se constatar a existência de patologia especificada em lei. 7. a quem cabe o encaminhamento a Gerencia de Perícia Médica para agendamento da avaliação pericial.DE 23 DE DEZEMBRO DE 1992 . cegueira. tudo nos seguintes termos: "Art.DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 . 6º XIV .DOU DE 24/12/92 – Alterada Art. a Gerência de Perícia Médica fica impedida de avaliar situações de solicitantes não abrangidos pela condição acima descrita (servidor estadual aposentado ou pensionista). neoplasia maligna. ainda que esta tenha sido adquirida após a aposentadoria. 9.250 . favorecendo ou negando os direitos da lei em tela. 8.LEGISLAÇÃO: A) LEI Nº.OPERACIONALIZAÇÃO: O benefício deve ser solicitado ao IPREV ou órgão de lotação.os valores recebidos a título de pensão quando o beneficiário desse rendimento for portador das doenças relacionadas no inciso XIV deste artigo. devendo o laudo conter o CID (com o respectivo enquadramento) e a data do diagnóstico da referida patologia. esclerose-múltipla. 48 . 58 . exceto as decorrentes de moléstia profissional. 47. III . alienação mental. por ocasião do exame pericial. hanseníase. com base em conclusão da medicina especializada. tuberculose ativa. mesmo que a doença tenha sido contraída após a concessão da pensão ““. Art. com base em conclusão da medicina especializada. estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante). auxílio-natalidade. II .os proventos de aposentadoria ou reforma. Em função da dificuldade técnica. desde que motivadas por acidente em serviço. síndrome da imunodeficiência adquirida.541 . paralisia irreversível e incapacitante.Ficam isentos do imposto de renda os rendimentos percebidos pelas pessoas físicas decorrentes de seguro-desemprego. doença de Parkinson. cardiopatia grave. espondiloartrose anquilosante. auxílio-funeral e auxilio-acidente. e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional.

desde que motivadas por acidente em serviço e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional. 25.os proventos de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os recebidos pelos portadores de moléstia profissional. síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) e fibrose cística (mucoviscidose). art. neoplasia maligna. 47. o o o o 59 . cegueira. de 23 de dezembro de 1992. § 2º). contaminação por radiação. tuberculose ativa.713. 47. de 1992. cegueira. Não entrarão no cômputo do rendimento bruto: Proventos de Aposentadoria por Doença Grave XXXIII . Art. DE 29 DE DEZEMBRO DE 2004. 47 da Lei nº.713. com a redação dada pelo art. § 1º O serviço médico oficial fixará o prazo de validade do laudo pericial. 183 da Independência e 116 da República. Altera o inciso XIV da Lei n 7. paralisia irreversível e incapacitante. passa a vigorar com a seguinte redação: o o o o o "Art. com base em conclusão da medicina especializada. nefropatia grave.541. espondiloartrose anquilosante. art. 6º da Lei nº. alienação mental. doença de Parkinson. e Lei nº. estados avançados de doença de Paget (osteíte deformante). com a redação dada pela Lei n 8. E) LEI Nº.os proventos de aposentadoria ou reforma. Lei nº. inciso XIV. dos Estados. Art. de 22 de dezembro de 1988. neoplasia maligna. 8.541. a moléstia deverá ser comprovada mediante laudo pericial emitido por serviço médico oficial. com a redação dada pelo art. hanseníase. esclerose múltipla. 6º. 7.713. 39. XII . cardiopatia grave. art. paralisia irreversível e incapacitante. com base em conclusão da medicina especializada. de 22 de dezembro de 1988. síndrome de imunodeficiência adquirida.052. de 22 de dezembro de 1988. § 2º Na relação das moléstias a que se refere o inciso XIV do art. hanseníase. 30. 7.B) LEI Nº. 2 Esta Lei entra em vigor em 1 de janeiro do ano subseqüente à data de sua publicação. da Lei nº. com a redação dada pela Lei n 8. 6 XIV – os proventos de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional. 8. 8. 9. de 23 de dezembro de 1992. contaminação por radiação. de 22 de dezembro de 1988. 9250 – DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 Art. da União. estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante). de 29 de abril de 1996. no caso de moléstias passíveis de controle.713. e fibrose cística (mucoviscidose). de 1988. de 1995. tuberculose ativa. alienação mental. C) Instrução Normativa SRF nº. Brasília. cardiopatia grave. neoplasia maligna. mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma (Lei nº. 29 de dezembro de 2004. nefropatia grave.000 de 26 de março de 1999 Art.541. cardiopatia grave. D) Decreto nº. alienação mental. mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma.541. hanseníase." (NR). de 23 de dezembro de 1992. de 23 de dezembro de 1992. fica incluída a fibrose cística (mucoviscidos). 7. contaminação por radiação. doença de Parkinson. paralisia irreversível e incapacitante. 1 O inciso XIV do art. 6º da Lei nº. nefropatia grave. espondiloartrose anquilosante. 30º A partir de 1º de janeiro de 1996. 3. hepatopatia grave. para efeito do reconhecimento de novas isenções de que tratam os incisos XIV e XXI do art. esclerose múltipla.250. espondiloartrose anquilosante. 6o da Lei no 7. estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante). esclerose múltipla.541. cegueira. tuberculose ativa. 11. para incluir entre os rendimentos isentos do imposto de renda os proventos percebidos pelos portadores de hepatopatia grave. doença de Parkinson. síndrome da imunodeficiência adquirida.713. do Distrito Federal e dos Municípios.

é livre na apreciação das provas acostadas aos autos pelas partes litigantes" (REsp nº. de acordo com o entendimento do julgador.713/88. feita pelo recorrente. Min.741/PB. Luiz Fux. DJ16. não prospera a pretensão. Cinge-se a controvérsia na prescindibilidade ou não da contemporaneidade dos sintomas de neoplasia maligna.Ainda que o art. § 4º.É considerado isento de imposto de renda o recebimento do benefício de aposentadoria por portador de neoplasia maligna. 749. 30 da Lei nº.2006. no seu mister de apreciar e aplicar as normas de direito. 111 do CTN. Relator Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA DJ de 09/05/2005).2005. 60 . nos termos do art. 7. Precedente: REsp 734.531/RS. DJ de 18/09/2007)-REsp1088379/DF-RECURSOESPECIAL2008/0200060-8. a avaliação pericial é encaminhada para avaliação do Supervisor Médico. Luiz Fux. continue fazendo jus ao benefício isencional do imposto de renda. Rel. (REsp 192. para fins de isenção do imposto de renda. a "norma do art. 9. V .000/99. 30 da Lei n. para que servidor o público aposentado. confirmou a decisão recorrida e entendeu estar presente documento hábil para comprovar a moléstia do impetrante. Rel. porquanto. o entendimento dominante nesta Corte é no sentido de que a isenção do imposto de renda. tem como objetivo diminuir o sacrifício do aposentado. 131 e 436 do Código de Processo Civil. DJ 20.250/95 determine que.2005. 9.IV – DECISÕES JUDICIAIS (STJ) REFERENTES AO BENEFÍCIO: I . Precedente: REsp 734.2006 (REsp nº. Min. Quanto à alegada contrariedade ao disposto no artigo 267. entenderem válidos laudos médicos expedidos por serviço médico particular.250/95 e 39. DJ de 28. histórico e finalístico ou teleológico. Min. os quais integram a moderna metodologia de interpretação das normas jurídicas. como soberano das circunstâncias fáticas e probatórias da causa. III . o entendimento dominante nesta Corte é no sentido de que a isenção do imposto de renda.541/SP. previsto no artigo 6º. o que é defeso a esta Corte em vista do óbice da Súmula 7/STJ. do CPC. em favor dos inativos portadores de moléstia grave. que.2. do benefício pleiteado.541/SP. 9. Min.693/DF. Min.2.2. nos termos dos arts. em favor dos inativos portadores de moléstia grave. não pode levar o aplicador do direito à absurda conclusão de que esteja ele impedido. O mesmo argumento utilizado pela Corte de origem tem a virtude de afastar a alegação de violação dos artigos 30. DJ 20.11. corroborado pelas provas dos autos. 7. IV . aliviando os encargos financeiros relativos ao acompanhamento médico e medicações ministradas.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. 5. 3.2006. a saber: o Decreto n. para o recebimento de tal benefício.2. Pensar de modo diverso demandaria o reexame de todo o contexto fáticoprobatório dos autos. 2. João Otávio de Noronha. é necessária a emissão de laudo pericial por meio de serviço médico oficial.5.100/PE. julgado em 2. por ausência de prova préconstituída. da Lei n. da Lei nº. 673. Rel. II .713/88. tem como objetivo diminuir o sacrifício do aposentado. com emissão de Termo de Inspeção e encaminhamento para o órgão de origem. 4. o Tribunal de origem. que prescreve a interpretação literal da norma. esse pode. ou não. julgado em 2. inciso XIV. 967.2006. submetido à cirurgia para retirada da lesão cancerígena. que complementará a conclusão pericial pelo deferimento.Sendo assim. O art.250/95 não vincula o Juiz. HUMBERTO MARTINS. 3.2.) REsp967693/DFRECURSO ESPECIAL2007/0160218-3. Rel. inciso VI. de valerse de uma equilibrada ponderação dos elementos lógico-sistemático. aliviando os encargos financeiros relativos ao acompanhamento médico e medicações ministradas. inciso XIV. do Regulamento do Imposto de Renda.Ainda que se alegue que a lesão foi retirada e que o paciente não apresenta sinais de persistência ou recidiva a doença. 6º. caput e § 1º da Lei n. FRANCISCO FALCÃO. Ainda que se alegue que a lesão foi retirada e que o paciente não apresenta sinais de persistência ou recidiva a doença. julgado em 17. Rel.2005. Precedente: REsp nº.

V . tenham adquirido doença incapacitante. o processo e prontuário médico são encaminhados para avaliação do Supervisor Médico. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão deste benefício é indispensável o exame médico pericial. agendamento para avaliação médica pericial junto a Gerência de Perícia Médica. o servidor deverá solicitar junto ao IPREV. mediante apresentação de atestado médico e exames complementares.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. 61 . após a sua concessão. portador de doenças graves especificadas no parágrafo oitavo do artigo 60 da Lei 412/08. quando o beneficiário for portador de doença incapacitante. Aplica-se o disposto no caput aos aposentados e aos pensionistas em gozo de benefício previdenciário que. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. bem como aos respectivos pensionistas. que comprovará. ou não.LEGISLAÇÃO: Artigo 61: A contribuição previdenciária prevista no artigo da Lei Complementar incidirá apenas sobre a parcela de proventos que supere o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS. Parágrafo único. a existência de patologia compatível com o benefício pleiteado. que seja. munidos do atestado médico. documento de identidade e demais documentos médicos necessários. que complementará a conclusão pericial pelo deferimento. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: De posse do atestado médico solicitando o benefício. II . do benefício pleiteado.ISENÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA I – OBJETIVO: é o benefício concedido ao servidor inativo aposentado por invalidez ou tempo de serviço.

Reversão é o reingresso do membro do magistério aposentado. bem como a inexistência de seqüelas incapacitantes. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de reversão deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao setor de recursos humanos onde o servidor esteja lotado.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. apurada a conveniência administrativa em processo regular. V . 6745/85): Art. quando insubsistentes os motivos da aposentadoria. § 1º . ou a pedido.Para que a reversão possa se efetivar. no cargo anteriormente ocupado. munidos do documento de identidade e demais documentos médicos necessários. 6844/86): Art. pode reaposentar-se o policial civil que reverter.seja julgado apto em inspeção de saúde por Junta Médica Oficial. quando insubsistentes os motivos da aposentadoria por invalidez. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão da reversão é indispensável o exame médico pericial. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. § 3° . C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº.tenha seu reingresso considerado como de interesse do serviço público. 59 .Somente depois de decorridos 2 (dois) anos. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial. quando insubsistentes os motivos da aposentadoria por invalidez. § 1º . 53 . onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. 6843/86): Art. realizado em Junta Médica. 181 – A reversão é o reingresso no serviço do funcionário aposentado. ou a pedido. ou não. II . mediante realização de avaliação clínica e exames complementares. quando insubsistentes os motivos da aposentadoria por invalidez. § 2º . do benefício pleiteado. II .Para que a reversão possa se efetivar é necessário que o aposentado: I . a cura clínica da patologia pré-existente que motivou o indicativo de aposentadoria por invalidez. a avaliação médica e processo administrativo são encaminhados para avaliação do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. salvo motivo de saúde. 62 . II .não haja completado 60 (sessenta) anos de idade. é necessário que o aposentado: I .Reversão é o reingresso no serviço público do policial civil aposentado. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento.não tenha completado 60 (sessenta) anos de idade.A reversão dependerá sempre de prova de capacidade física e posse. apurada a conveniência administrativa em processo regular.REVERSÃO DE APOSENTADORIA I – OBJETIVO: A reversão é o reingresso no serviço público do funcionário aposentado.LEGISLAÇÃO: a reversão da aposentadoria é normatizada por: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº. que comprovará.

de 5 de dezembro de 1986: Art. de 26 de junho de 2008: Para os efeitos desta Lei Complementar. doença de Alzheimer. 63 . que comprovará. doença de Parkinson. munidos do documento de identidade e demais documentos médicos necessários. hanseníase. síndrome da imunodeficiência adquirida e tuberculose. espondiloartrose anquilosante. desde que comprovada a invalidez permanente mediante laudo emitido pelo órgão médico oficial. cegueira bilateral. contaminação por radiação. de acordo com a legislação em vigor. cardiopatia grave.901. do benefício pleiteado. com seqüelas graves e incapacitantes. consideram-se doença incapacitante.INTEGRALIZAÇÃO DE PROVENTOS I – OBJETIVO: O servidor aposentado por invalidez com os proventos proporcionais tem direito à revisão da sua aposentadoria para efeito de integralização de proventos.Fica assegurado ao servidor de Administração Direta e Autarquia dos Três Poderes e Tribunal de Contas do Estado. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão da integralização de proventos é indispensável o exame médico pericial. hepatopatia grave. sendo que a avaliação médica pericial é realizada por Junta Médica e seu parecer. B) LEI COMPLEMENTAR Nº. V . mediante realização de avaliação clínica e exames complementares. estado avançado da doença de Paget. as doenças graves.LEGISLAÇÃO: a integralização de proventos é normatizada por: A) Lei Nº. com os proventos proporcionais. será favorável nos casos em que houver comprovação de doença incapacitante que assegure proventos integrais prevista em lei. a avaliação médica e processo administrativo são encaminhados para avaliação do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. 2º . a revisão da sua aposentadoria para efeito de integralização dos proventos. o diagnóstico da patologia especificada em lei. II . aposentado por invalidez. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial. neoplasia maligna. 412. com seqüelas graves e incapacitantes. ou não. nefropatia grave. paralisia irreversível e incapacitante. realizado em Junta Médica. 6.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. contagiosas ou incuráveis: alienação mental. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de integralização de proventos deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao setor de recursos humanos onde o servidor esteja lotado.

por filho incapaz para o trabalho. o salário-família será concedido ao pai. ou.pelo ascendente.SALÁRIO TRIPLO I – OBJETIVO: Corresponde a um benefício equivalente a três vezes o salário família e é concedido ao servidor que comprovar ter dependente invalido e com deficiência física ou mental. ou comprovada a dependência econômica. se maior de 21 (vinte e um) anos prorrogável até 24 (vinte e quatro) a nos.Equiparam-se ao pai e à mãe os representantes legais dos incapazes e as pessoas a cuja guarda e manutenção estiverem judicialmente confiados os beneficiários. auxílio especial correspondente a 5% (cinco por cento) do menor vencimento pago pelo Estado. comprovado após avaliação médico-pericial. II . II . sem rendimento próprio. corresponderá ao triplo do estabelecido neste artigo. § 1º Conceder-se-á Salário-Família ao membro do magistério: I . III . quando se tratar de estudante universitário. 6745/85): Art. 6844/1986): Art. § 3° . § 3º Quando pai e mãe forem funcionários do Estado e viverem em comum. o enteado e o menor que. prorrogável até 24 (vinte e quatro) anos. a titulo de salário-família.por filho menor de 18 (dezoito) anos. de acordo com a distribuição dos dependentes. viva sob a guarda e sustento do funcionário. que viva às expensas do funcionário. § 2º Compreende-se neste artigo o filho de qualquer condição ou enteado e o menor que mediante autorização judicial. comprovada a dependência econômica. IV . se menor de 21 (vinte e um) anos. ou em disponibilidade. ao que tiver os dependentes sob sua guarda. de acordo com a distribuição dos dependentes. § 4º Equiparam-se ao pai e à mãe os representantes legais dos incapazes e às pessoas a cuja guarda e manutenção estiverem judicialmente confiados os beneficiários. § 1° .pelo ascendente.pôr filho menor de 18 (dezoito) anos. 122 – É garantido ao funcionário ativo e inativo. § 2° . 146. corresponderá ao triplo do estabelecido neste artigo. auxílio especial correspondente a 5% (cinco pôr cento) do menor vencimento pago pelo Estado. se ambos os tiverem. É garantido ao membro do magistério ativo e inativo. 64 . mediante autorização judicial. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. se ambos os tiverem.LEGISLAÇÃO: o salário triplo é normatizado por: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº. § 4° . § 5° . se não viverem em comum. ou em disponibilidade. e. II .pelo cônjuge ou companheiro(a) que não exercer atividade remunerada.pelo cônjuge que não exerça atividade remunerada. § 5º O valor do salário-família pôr filho incapaz para o trabalho. ao que tiver os dependentes sob sua guarda. viva sob a guarda e sustento do funcionário. se não viverem em comum.Compreende-se neste artigo o filho de qualquer condição. a título de salário-família.pôr filho incapaz para o trabalho IV .Quando o pai e mãe forem funcionários do Estado e viverem em comum. e. o salário-família será concedido ao pai.Conceder-se-á salário-família ao funcionário: I .O valor do salário-família por filho incapaz para o trabalho. III . designado como dependente junto ao órgão previdenciário do Estado. quando se tratar de estudante universitário. sem rendimento próprio que viva as expensas do funcionário.

auxilio especial correspondente a 5% (cinco pôr cento) do menor vencimento pago pelo Estado à Policia Civil. se ambos os tiverem. se maior de 21 (vinte e um) anos. § 1º Conceder-se-á salário família ao funcionário: I . do benefício pleiteado.pôr filho incapaz para o trabalho. § 6º No caso de falecimento do policial civil o salário família continuara sendo pago aos seus beneficiários.pelo ascendente.pôr filho menor de 18 (dezoito) anos ou comprovada a dependência econômica.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de salário triplo deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao setor de recursos humanos onde o servidor esteja lotado. III . o diagnóstico da patologia e a incapacidade total pata o trabalho.C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. se não viverem em comum. 202. II . ou não. que comprovará. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. § 4º Equiparam-se ao pai e a mãe os representantes legais dos incapazes e as pessoas a cuja guarda e manutenção estiverem judicialmente confiados os beneficiários. a avaliação médica e o processo administrativo são encaminhados para avaliação do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial. vive sob a guarda e sustento do policial civil. e. conforme especificada em lei. § 3º Quando o pai e mãe forem funcionarias do Estado e viverem em comum o salário família será concedido ao pai. o enteado e o menor que. e IV . É garantido ao policial civil ativo ou inativo. observados os limites do § 1º deste artigo. mediante realização de avaliação clínica e exames complementares.pelo cônjuge que não exerça atividade remunerada. 6843/1986): Art. munidos dos documentos de identidade e demais documentos médicos necessários. § 2º Compreende-se neste artigo o filho de qualquer condição. 65 . mediante autorização judicial. § 5º O valor do salário família pôr filho incapaz para o trabalho. de acordo com a distribuição dos dependentes. sem rendimento próprio que viva às expensas do policial civil. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão do referido benefício é indispensável o exame médico pericial. ao que tiver os dependentes sob sua guarda. prorrogável ate 24 (vinte e quatro) anos. corresponderá ao triplo do estabelecido neste artigo. quando se tratar de estudante universitário. a titulo de salário família. ou em disponibilidade. V . acompanhado do dependente portador da incapacidade.

onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial. objetivando caracterização de dependência atual e futura para fins de recebimento de pensão previdenciária. 6º. A pensão por morte somente será devida ao dependente inválido. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão do referido benefício é indispensável o exame médico pericial. inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral e que viva sob a dependência econômica do segurado. O pensionista inválido deverá submeter-se. do benefício pleiteado.INSCRIÇÃO JUNTO AO IPREV/PENSÃO PREVIDENCIÁRIA I – OBJETIVO: tem por objetivo a inclusão do filho maior. II . o diagnóstico e situação clínica e funcional da patologia que caracterize a invalidez. munido dos documentos de identidade e demais documento médico necessários. 412. 66 . conforme definido em regulamento.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial.filho solteiro menor de 21 (vinte e um) anos. se a invalidez for atestada antes da perda da qualidade de dependente e confirmada por perícia própria do IPREV ou por este designada. a avaliação médica e o processo administrativo são encaminhados para análise técnica do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. Parágrafo único. II . 6º São considerados dependentes: I . mediante realização de avaliação clínica e exames complementares. II. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento. prevista no inciso II do caput. nos termos do regulamento. previsto no art. solteiro. deverá ser atestada por perícia médica própria da unidade gestora do RPPS/SC ou por esta designada. solteiro. inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral e que viva sob a dependência econômica do segurado.LEGISLAÇÃO: a inscrição é normatizada por: A) LEI COMPLEMENTAR Nº. sob pena de suspensão do benefício. que comprovará. § 5º A condição de invalidez. 76. V . e comprovada periodicamente. de 26 de junho de 2008: Art. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de inclusão no IPREV deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao competente setor do referido instituto. Art. desta Lei Complementar. ou não. caracterizada pela perda total e permanente da capacidade para exercer toda e qualquer atividade laboral.filho maior. periodicamente. à perícia própria do IPREV ou por este designada.

com posterior análise pelo supervisor médico e gerente de perícia médica. 67 . conforme Artigo 57 do Regulamento do Regime Próprio do IPREV (Anexo XII). a avaliação pericial será realizada por médico perito e a conclusão pericial ficará a cargo da referida Comissão. a avaliação pericial será efetuada por médico perito.VI – REAVALIAÇÕES PERICIAIS DO PENSIONISTA MAIOR INVALIDO: com base ma legislação vigente (Artigo 6º e 7º da Lei Complementar 412) o segurado maior invalido será submetido à avaliação médica periódica para atestar a permanência das condições que lhe causaram a concessão do referido benefício. A primeira reavaliação ocorrerá após dois anos do início do benefício. com posterior análise técnica pelo supervisor e gerente de perícia médica. Nas unidades periciais que não possuírem CTP. sendo que a segunda reavaliação será programada com base no resultado desta avaliação pericial (situação clínica e funcional). até que o pensionista complete 60 anos de idade. Nas unidades periciais que possuírem Comissão Técnica Pericial (CTP). A responsabilidade pela solicitação do pedido de revisão pericial cabe ao IPREV. no prazo mínimo de dois anos e máximo de cinco anos.

de 28 novembro de 2005: Art. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de inclusão no plano de saúde deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao competente setor do referido plano. menores de 18 (dezoito) anos. desde que apresente ausência de dependente na condição da alínea “a”. mediante realização de avaliação clínica e exames complementares.INSCRIÇÃO JUNTO AO PLANO DE SAÚDE I – OBJETIVO: tem por objetivo a inclusão do filho maior inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral e que viva sob a dependência econômica do segurado. II . ou não. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. a avaliação médica e processo administrativo são encaminhados para análise técnica do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento. o diagnóstico da patologia que caracterize a invalidez. do benefício pleiteado.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. objetivando garantir a assistência médica do mesmo.o cônjuge: a) o (a) companheiro (a) nos termos definidos neste Regulamento. 68 . V . III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão do referido benefício é indispensável o exame médico pericial.LEGISLAÇÃO: a inscrição é normatizada por: A) DECRETO Nº. munido dos documentos de identidade e demais documentos médicos necessários. 7º Definem-se como segurados de Santa Catarina Saúde: V . que comprovará. 3. c) o (a) filho (a) solteiro (a) maior de 18 (dezoito) anos definitivamente inválido ou incapaz desde que comprovada a dependência econômica.749. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial. b) os filhos solteiros.

A Junta Médica será composta por médicos peritos examinadores designados pela Supervisão Médica ou Gerente de Perícia Médica. reversão de aposentadoria. nos casos que suscitarem dúvidas. que designará uma nova composição de Junta Médica. É assegurado ao servidor o pedido de reconsideração de benefício avaliado em Junta Médica. integralização de proventos. Cabe ao Supervisor Médico a designação de Junta Médica para definição do benefício. É prerrogativa do Gerente de Perícia Médica a responsabilidade técnica perante o Conselho Regional de Medicina e a homologação final de benefícios avaliados em Junta Médica. 69 . desde que devidamente justificado e com fatos clínicos novos e aceitos pela Supervisão Médica. reavaliação pericial de inaptidão em exame de posse. supervisor médico ou gerente de perícia. reavaliação pericial de aposentadoria por invalidez (nas unidades periciais que não possuam CTP).EXAME PERICIAL POR JUNTA MÉDICA O exame pericial será realizado por Junta Médica nas seguintes situações: sugestão ou solicitação de aposentadoria. pedidos de reconsideração de benefícios. licenças prolongadas e em outras situações especiais e a pedido do perito examinador. respostas a quesitos em processos administrativos e judiciais.

Vistorias de locais de trabalho apontando medidas para melhoria das condições ambientais e ergonômicas. 70 . III) AÇÕES DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO: É de competência da Gerência de Saúde Ocupacional a normatização. Caracterização de acidente em serviço. análise e emissão de pareceres e/ou laudos referentes à: • • • • • Insalubridade / Risco de Vida (periculosidade). Autorização para pagamento ou ressarcimento de despesas referentes a acidentes em serviço. o que será realizado em Junta Médica. Viabilização das ações propostas pela Política Estadual de Segurança e Medicina do Trabalho. II) RESPOSTAS A QUESITOS EM PROCESSOS ADMINISTRATIVOS: Em processo administrativo poderá ser solicitada avaliação médico-pericial com emissão de parecer ou na forma de respostas a quesitos.PROCEDIMENTOS TÉCNICOS I) ANÁLISE DE PROCESSOS PARA DECLARAÇÃO DE INVALIDEZ EM QUITAÇÃO DE IMÓVEIS: Consta de revisão analítica de prontuário de servidor aposentado ou pensionista com objetivo de fornecer informações técnicas para o preenchimento dos itens da declaração de invalidez de competência da perícia médica para fins de quitação de imóveis adquiridos através do Sistema Financeiro de Habitação.

e III . tetraplegia. c) de 56 a 70 db – surdez acentuada. adaptações. e) acima de 91 db – surdez profunda. em igualdade com os demais candidatos. e f) anacusia. 4º . apresentando-se sob a forma de paraplegia. amputação ou ausência de membro. 20 de dezembro de 1999: Art.deficiência permanente – aquela que ocorreu ou se estabilizou durante um período de tempo suficiente para não permitir recuperação ou ter probabilidade de que se altere. hemiparesia. e de outros que.Para os efeitos deste Decreto.É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas seguintes categorias: I . tetraparesia. decorrentes da Constituição e das leis.incapacidade – uma redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social. triplegia. ao transporte.PROCEDIMENTO –Os candidatos Portadores de Necessidades Especiais que forem aprovados em Concurso Público para provimento de Cargo Efetivo serão avaliados pela Comissão de Assessoramento à Seleção para Portadores de Deficiência.LEGISLAÇÃO QUE TRATA DO INGRESSO DE CANDIDATOS QUE APRESENTAM NECESSIDADES ESPECIAIS I . considera-se: I . definido em Lei e no edital do Concurso.deficiência física – alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano. propiciem seu bemestar pessoal. 2º . com necessidade de equipamentos.298. A) Decreto nº. ao lazer. monoparesia. ao amparo a infância e a maternidade. fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade. a previdência social. monoplegia. social e econômico. ao desporto. a saúde. antes da nomeação. a assistência social. como definido em Lei. ao trabalho. exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções. a habitação. 71 . variando de graus e níveis na forma seguinte: a) de 25 a 40 decibéis (db) – surdez leve. vinculada à Secretaria correspondente ao referido concurso. II . Art. a fim de se comprovar a deficiência legal e verificar a compatibilidade de sua necessidade especial com as especificações do cargo pretendido. b) de 41 a 55 db – surdez moderada. membros com deformidade congênita ou adquirida. triparesia.A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência compreende o conjunto de orientações normativas que objetivam assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiência. II . a cultura. Art. a edificação pública.ANEXO I . A avaliação se dará conforme o percentual disponibilizado aos PNE(s). meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida. acarretando o comprometimento da função física.deficiência auditiva – perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras. dentro do padrão considerado normal para o ser humano. paraparesia. apesar de novos tratamentos.Cabem aos órgãos e a s entidades do Poder Público assegurar a pessoa portadora de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos. 1º . não excluindo a necessidade de realização do Exame Admissional. paralisia cerebral.deficiência – toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica. ao turismo. hemiplegia. d) de 71 a 90 db – surdez severa. Art. 3º . inclusive dos direitos a educação. 3.

As entidades beneficentes de assistência social. 34 . b) cuidado pessoal. 9. da pessoa portadora de deficiência física. mental ou sensorial: e II . II . nos termos da legislação trabalhista e previdenciária. que tem por objetivo a integração social por meio de atividades de adaptação e capacitação para o trabalho de adolescentes e adultos que devido ao seu grau de deficiência.na comercialização de bens e serviços decorrentes de programas de habilitação profissional de adolescente e adulto portador de deficiência em oficina protegida de produção ou terapêutica.colocação seletiva: processo de contratação regular. não possa desempenhar atividade laboral no mercado competitivo de trabalho ou em oficina protegida de produção. g) lazer. exija condições especiais. com manifestação antes dos 18 (dezoito) anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas.colocação competitiva: processo de contratação regular. ou campo visual inferior a 20º (tabela de Snellen). com vista à emancipação econômica e pessoal relativa. § 4º . Do Acesso ao Trabalho Art.São modalidades de inserção laboral da pessoa portadora de deficiência: I . § 1º . f) habilidades acadêmicas. mediante trabalho autônomo. sensoriais ou mentais da pessoa portadora de deficiência. por entidade pública ou privada.deficiência múltipla – associação de duas ou mais deficiências. o cumprimento do disposto no caput deste artigo poderá ser efetivado mediante a contratação das cooperativas sociais de que trata a Lei nº.Consideram-se apoios especiais à orientação.deficiência visual – acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho. c) habilidades sociais. que tem por objetivo desenvolver programa de habilitação profissional para adolescente e adulto portador de deficiência. não sendo excluída a possibilidade de utilização de apoios especiais.promoção do trabalho por conta própria: processo de fomento da ação de uma ou mais pessoas. Parágrafo único . nos termos da legislação trabalhista e previdenciária. tais como: a) comunicação. V . transitória ou permanente. horário flexível. § 3º . § 2º . 72 . § 5º . entre outros. de 10 de novembro de 1999. na forma da lei. tais como jornada variável. IV . § 7º . entre a entidade beneficente de assistência social e o tomador de serviços.na contratação para prestação de serviços. e) saúde e segurança. no qual constará a relação nominal dos trabalhadores portadores de deficiência colocados à disposição do tomador. a supervisão e as ajudas técnicas entre outros elementos que auxiliem ou permitam compensar uma ou mais limitações funcionais motoras.Nos casos de deficiência grave ou severa.A prestação de serviços será feita mediante celebração de convênio ou contrato formal.867. proporcionalidade de salário.Considera-se oficina protegida terapêutica a unidade que funciona em relação de dependência com entidade pública ou beneficente de assistência social. poderão intermediar a modalidade de inserção laboral de que tratam os incisos II e III.Consideram-se procedimentos especiais os meios utilizados para a contratação de pessoa que. cooperativado ou em regime de economia familiar. com vista à emancipação econômica e pessoal. possibilitando a plena utilização de suas capacidades em condições de normalidade. 35 . d) utilização da comunidade. e III .III . nos seguintes casos: I .É finalidade primordial da política de emprego a inserção da pessoa portadora de deficiência no mercado de trabalho ou sua incorporação ao sistema produtivo mediante regime especial de trabalho protegido.O período de adaptação e capacitação para o trabalho de adolescente e adulto portador de deficiência em oficina protegida terapêutica não caracteriza vínculo empregatício e está condicionado a processo de avaliação individual que considere o desenvolvimento biopsicosocial da pessoa. devido ao seu grau de deficiência. provendo-o com trabalho remunerado. e h) trabalho. que independe da adoção de procedimentos especiais para sua concretização.deficiência mental – funcionamento intelectual significativamente inferior à média. ambiente de trabalho adequado a s suas especificidades. ou ocorrência simultânea de ambas as situações.Considera-se oficina protegida de produção a unidade que funciona em relação de dependência com entidade pública ou beneficente de assistência social. Art. transitória ou permanente. § 6º . de modo a superar as barreiras da mobilidade e da comunicação. que depende da adoção de procedimentos e apoios especiais para sua concretização. após a melhor correção.

.. 2.. 5296 de 2 de dezembro de 2004: Art.... A deficiência física. as seguintes: I ....000Hz e 3..caracterização das anomalias impeditivas ao exercício regular dos cargos. observados os seguintes critérios: a) as informações prestadas pelo candidato no ato de inscrição. Art.... tetraparesia.05 no melhor olho. visual ou mental somente constituirá causa impeditiva para o ingresso no serviço público estadual...deficiência visual ... aos portadores de deficiência... hemiplegia... acarretando o comprometimento da função física.. com a melhor correção óptica. os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o..05 no melhor olho. Parágrafo único.000HZ.. 1. II . de 20 de dezembro de 1999..... aferida por audiograma nas freqüências de 500HZ... triplegia.. triparesia. Art.. C) LEI N° 9. 3° Fica criada a Comissão de Assessoramento à seleção para portadores de deficiência... de 21 de julho de 1995: Disciplina o inciso V.899.deficiência física . com a seguinte competência: I .deficiência auditiva . de quarenta e um decibéis (dB) ou mais. bem assim programas de reabilitação caso ocorram patologias ou se manifestem outras incapacidades.. do artigo 21... monoparesia. 1° Nos concursos públicos para provimento de cargos e empregos da Administração Direta e Indireta do Estado de Santa Catarina. membros com deformidade congênita ou adquirida... auditiva..... 4o do Decreto no 3. III .A entidade que se utilizar do processo de colocação seletiva deverá promover...Lei Estadual nº. tetraplegia.. a baixa visão..298.. ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores. serão reservados 10% (dez por cento) das vagas pré-estabelecidas. OBS: Recomendamos a leitura para conhecimento da legislação pertinente ao tema: .... paralisia cerebral... que significa acuidade visual entre 0. da Constituição do Estado de Santa Catarina e dá outras providências. 73 . passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art.especificação dos cargos disponíveis e respectivas vagas destinadas preferencialmente aos portadores de deficiência. II . 12870 de 12 de janeiro de 2004. exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções.. 2° Constarão do edital de concurso.. 4o .000Hz. na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0.... . hemiparesia.definir a compatibilidade entre as atribuições e tarefas inerentes aos cargos e funções a serem providos e o tipo ou grau de deficiência de que são portadores os candidatos... I .. 70.. com a melhor correção óptica...... quando se tratar de cargo ou função cujas atribuições essenciais forem consideradas incompatíveis com o tipo ou grau de deficiência de que é portador o candidato... monoplegia. paraparesia.. amputação ou ausência de membro...Lei Estadual nº. além das normas de natureza comum. apresentando-se sob a forma de paraplegia....alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano.. B) Decreto nº.... vinculada à Secretaria Estadual de Administração.perda bilateral. O art.§ 8º .... nanismo. ostomia...... 9899 de 21 de julho de 1995.... parcial ou total.. Art... programas de prevenção de doenças profissionais e de redução da capacidade laboral.cegueira.. em parceria com o tomador de serviços....3 e 0.......

Art. contemplando cada área de deficiência. IV . 7° Compete ao órgão público receptor de servidor deficiente. D) LEI Nº. social e econômico. 2º Cabe aos órgãos e às entidades do Poder Público do Estado de Santa Catarina assegurar à pessoa portadora de necessidades especiais o pleno exercício de seus direitos básicos. nem suprem o estágio probatório regulamentado no capitulo IV. caso necessário. à assistência social. técnicas e instrumentos empregados. de 28 de dezembro de 1985.04 (quatro) representantes indicados por entidades portadores de deficiência. propiciem seu bem-estar pessoal. contabilizando-os às suas limitações físicas. Art. ao transporte. bem como nos métodos. reverterão nas condições normais. ao turismo. 12. Art. Art. à habitação. Art.01 (um) servidor da área de recursos humanos. Art. promover o seu treinamento e adaptação à função e ao local de trabalho. III . 3º Para os efeitos desta Lei. d) a introdução de adaptações no ambiente de trabalho e nas tarefas a serem desempenhadas. 9° As vagas não preenchidas. no desempenho das funções inerentes ao cargo ou função.propor à Administração Estadual a utilização de meios ou formas de seleção especialmente adaptadas às condições resultantes da deficiência de que é portador o candidato. ao desporto. Art. à cultura. à saúde. que será feita em formulários próprios para cada tipo de deficiência. em regular funcionamento. reservadas aos deficientes. em razão da qual forem obtidos os benefícios desta Lei. considera-se: 74 . ao lazer. II . e de outros que decorrentes da Constituição e das leis.870. c) a natureza das tarefas e atribuições próprias do cargo e função. III .745. não enseja ao servidor direito a aposentadoria por invalidez permanente. inclusive dos direitos à educação. 1º A Política Estadual para a Promoção e Integração Social da Pessoa Portadora de Necessidades Especiais compreende o conjunto de orientações normativas que objetivam assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de necessidades especiais.01 (um) servidor especializado em educação especial que exerça atividade junto à rede estadual de educação.01 (um) médico especializado em saúde ocupacional. especializado em recrutamento e seleção. à edificação pública. o candidato deve declarar sua condição de portador de deficiência. exames adicionais. com a seguinte composição: I . admitida à recondução. da Lei n° 6. 5° No ato da inscrição. Art. à previdência social. 8° As conclusões constantes de parecer emitido pela Comissão de Assessoramento à seleção para portadores de deficiências não substituem.solicitar. pelos portadores de deficiências. II . nomeado em virtude de concurso público. aos demais candidatos aprovados. de 12 de janeiro de 2004: Dispõe sobre a Política Estadual para Promoção e Integração do Portador de Necessidades Especiais. ao amparo à infância e à maternidade. 4° A Comissão de Assessoramento à seleção para portadores de deficiência será constituída por 7 (sete) membros designados para um período de 2 (dois) anos. Art. a fim de que os casos sejam analisados pela Comissão de Seleção. ao trabalho.b) as condições individuais do candidato atestadas através de perícia médica oficial. 6° A forma de deficiência. conforme a ordem de classificação.

após a melhor correção. e f) anacusia. e h) trabalho. tetraplegia. adaptações. 4º É considerada pessoa portadora de necessidades especiais a que se enquadra nas seguintes categorias: I .acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho. amputação ou ausência de membro.alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano. a Lei n.db .I . E) SÚMULA STJ/2009: A condição de deficiência da capacidade de visão em apenas um dos olhos já é reconhecida pela jurisprudência do STJ. e V . às vagas reservadas aos deficientes”. 75 .associação de duas ou mais deficiências.db .db . A partir de reiteradas decisões. e) acima de 91 . triplegia. As referências legais do novo enunciado foram a Constituição Federal (artigo 37.surdez leve. paraparesia. ou ocorrência simultânea de ambas as situações.deficiência auditiva .toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica. 8. III . a Terceira Seção foi além e transformou o entendimento em súmula. apresentando-se sob a forma de paraplegia. d) de 71 a 90 .surdez moderada. meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal de função ou atividade a ser exercida. apesar de novos tratamentos. d) utilização da comunidade. n.surdez profunda.db . com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas.uma redução efetiva e acentuada da capacidade de equipamentos. ou campo visual inferior a 20° (tabela de Snellen). em concurso público.perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras. hemiplegia.funcionamento intelectual significativamente inferior à média. exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções. dentro do padrão considerado normal para o ser humano. b) de 41 a 55 . fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade.surdez acentuada.necessidade especial permanente . hemiparesia.deficiência visual . acarretando o comprometimento da função física.surdez severa. c) de 56 a 70 .deficiência múltipla . tais como: a) comunicação. variando de graus e níveis na forma seguinte: a) de 25 a 40 decibéis .112/90 (artigo 5º. c) habilidades sociais.aquela que ocorreu ou se estabilizou durante um período de tempo insuficiente para não permitir recuperação ou ter probabilidade de que se altere. g) lazer. membro com deformidade congênita ou adquirida. monoparesia. e) saúde e segurança.deficiência mental . um enunciado que indica a posição do Tribunal para as demais instâncias da Justiça brasileira. parágrafo 2º) e o Decreto n. ficou consignado que “o portador de visão monocular tem direito de concorrer. 4º. monoplegia. b) cuidado pessoal. 3. Art. II .incapacidade . inciso VIII).deficiência física .db . Agora. e III .298/99 (artigos 3º. paralisia cerebral. tetraparesia. e 37).necessidade especial . IV . II . triparesia. inciso III. A Súmula 377 teve como relator o ministro Arnaldo Esteves Lima. f) habilidades acadêmicas.

for inferior a 20/400 Snellen e a mínima igual ou superior a 20/1200 Snellen (Leitura em Braile). quando a acuidade no outro olho. a capacidade de contar dedos a distancia de um metro e mínima limitar-se à percepção luminosa. for inferior a 20/50 na escala de Snellen (Deficiência Visual). entre 10° e 5° e menor que 5° respectivamente. Grau IV: quando a acuidade visual máxima.00% 91.28 0.60% 76. em ambos os olhos e com a melhor correção possível. for inferior a 20/200 Snellen e a mínima for igual ou superior a 20/400 Snellen (Cegueira Legal). 76 .ANEXO II .5 0. com a melhor correção óptica possível.8 0.50% 48.90% 20. como índice Maximo.2 0.3 0.80% 58. bem como. Grau II: quando a acuidade visual máxima.00% 95.1 0. for inferior a 20/20000 Snellen ou apresentar.90% 63.00% 10.40% 83.66 0.4 0.25 0. entre 20° e 10°.TABELA DE SNELLEN Equivalência das escalas usadas na avaliação da acuidade visual para longe VISÃO CENTRAL SNELLEN 20/20 20/25 20/30 20/40 20/50 20/60 20/70 20/80 20/100 20/200 20/400 DECIMAL 1 0. Serão enquadrados nos graus I. em ambos os olhos e com a melhor correção óptica possível.50% 69.00% Graus de perda parcial da visão equivalente à cegueira: Grau I: quando a acuidade visual máxima com a melhor correção possível for igual a 20/70 na escala de Snellen e a mínima igual ou superior a 20/700 Snellen. em ambos os olhos e com a melhor correção possível. Grau III: quando a acuidade visual máxima. em caso de perda total da visão de um dos olhos. II e III os candidatos que tiverem redução de campo visual no melhor olho.05 CONJUGADA COM VISÃO PERIFÉRICA EFICIENCIA VISUAL EM% 100.

que não responde ao tratamento específico. tornando-se positiva geralmente 2 (duas) a 3 (três) semanas após o início do quadro clínico. 11) Pneumonia recorrente com mais de 2(dois) episódios em 1(um) ano. CONCEITUAÇÃO: A SIDA/AIDS é uma síndrome de imunodeficiência secundária. sem apresentar sintomas. 7) Isosporíase crônica. 3) câncer cervical uterino. A sorologia para o HIV é negativa. 15) Criptosporidiose intestinal crônica. CLASSIFICAÇÃO E MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: A Infecção pelo HIV pode ser classificada de acordo com as manifestações clinicas e a contagem de linfócitos CD4. que apresentem infecções oportunistas ou neoplasias: 1) candidíase esofágica. b) Grupo II – Indivíduos com número absoluto de linfócitos T auxiliares (CD4) entre 200 e 499/mm3. 4) sintomas constitucionais (febre maior que 38. traqueal ou brônquica. 16) Sarcoma de Kaposi. Esplenite ou Hepatite por citomegalovírus. sintomáticos. Quanto às manifestações clínicas os pacientes pertencem a s seguintes categorias: a) CATEGORIA “A”: 1) Infecção Assintomática – Indivíduos com sorologia positiva para o HIV. 4) Rinite. 2) criptococose extrapulmonar. que pode acometer qualquer indivíduo que apresente um comportamento considerado de risco. linfadenomegalia e esplenomegalia. 17) Linfoma: de Burkit. c) CATEGORIA “C” – pacientes soropositivos e sintomáticos. 12) Bacteremia opor salmonela. causada pelo vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). envolvendo duas ou mais regiões extra-inguinais. 3) Infecção Aguda – síndrome de mononucleose. resultado em infecções oportunistas. com duração de pelo menos 3 (três) meses. imunoblástico ou primário de cérebro. 8) Micobacteriose atípica. com as seguintes condições clínicas: 1) angiomatose baciliar.ANEXO III .5º C ou diarréia com mais de 1(um) mês de duração). 10) Pneumonia por P. c) Grupo III . 3) candidíase orofaringeana. 5) Herpes simples mucocutâneo com mais de 1(um) mês de evolução. 6) Histoplasmose disseminada. 13) Toxoplasmose cerebral. associada à sorologia positiva para o HIV.Indivíduos com número absoluto de linfócitos T auxiliares (CD4) menor que 200/mm3 77 .AIDS. Carinii. 9) Tuberculose pulmonar ou extrapulmonar. 18) Encefalopatia pelo HIV. b) CATEGORIA “B” – indivíduos com sorologia positiva para o HIV. doenças malignas e lesões neurológicas. 19) Síndrome consumptiva pelo HIV. 2) Linfadenopatia Generalizada Persistente – linfadenomegalia.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÂO DO CANDIDATO OU SERVIDOR QUE APRESENTA A SÍNDROME DE IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA . 2) candidíase vulvovaginal persistente de mais de um mês. Quanto à contagem de linfócitos CD4 os pacientes pertencem aos seguintes grupos: a) Grupo I – Indivíduos com número absoluto de linfócitos T auxiliares (CD4) igual ou acima de 500/mm3. 14) Leucoencefalopatia multifocal progressiva. caracterizada por febre.

QUADRO DE CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA E LABORATORIAL: GRUPO I II III CD4 ≥ 500/mm3 200 – 499/mm3 < 200/mm3 CATEGORIA CLÍNICA A B A1 B1 A2 B2 A3 B3 C C1 C2 C3 NORMAS DE PROCEDIMENTO PERICIAIS: Serão considerados incapazes definitivamente para o Serviço Ativo os inspecionados classificados nas categorias A3. 78 . Serão considerados incapazes temporariamente para o Serviço Ativo os inspecionados classificados nas categorias A2. B3. C. B1 e B2. A2.

4. de conta corrente individual do BESC (fotocópia de comprovante ou declaração do BESC). 1. no uso de suas atribuições e tendo em vista o que determina o Decreto nº. Empregos e/ou Funções (MCP-127) serão preenchidos no Setorial de Recursos Humanos. h . b . a qualquer tempo. 6. c . d .Declaração de Bens. 1.Cartão do Cadastro de Pessoa Física (CPF) (fotocópia). b .Certificado de Reservista (fotocópia). no caso de prover cargo efetivo em outro Poder.Cartão do PIS/PASEP (fotocópia). f . j .Formulário de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173).745. 2. l – Laudo médico.Certificado de Reservista (fotocópia).Certificado de Escolaridade (fotocópia). Para efeito de posse em cargo de provimento efetivo deverão ser apresentados os seguintes documentos: a .Nº. de conta corrente individual do BESC (fotocópia de comprovante ou declaração do BESC).Cartão do Cadastro de Pessoa Física (CPF) (fotocópia). 1. Autarquias e Fundações do Poder Executivo.134.Atestado de saúde. Valores e Rendas (MCP-038). Autárquica e Fundacional sobre a documentação e procedimentos legais exigidos para a posse em cargo de provimento efetivo e em comissão. podendo. Empregos e/ou Funções (MCP-127).INSTRUÇÃO NORMATIVA N. k.Cartão do PIS/PASEP (fotocópia). f .Declaração de Acumulação de Cargos.Certidão de Casamento e de Nascimento dos filhos (fotocópia).Declaração de Acumulação de Cargos. Direitos.º 01/2003/DIRH/SEA Dispõe sobre a documentação necessária para posse em cargo de provimento efetivo e em comissão nos órgãos da Administração Direta.Certificado de Escolaridade e Histórico Escolar (fotocópia). No caso do nomeado possuir cadastro funcional como servidor efetivo. com subordinação jurídica à Lei nº.Declaração de Bens. 1. de 21 de agosto de 1997. h . Valores e Rendas (MCP-038) e Declaração de Acumulação de Cargos. Direitos.Título de Eleitor e comprovante da última votação (fotocópia).Comprovante de efetividade no serviço público estadual. g . Empregos e/ou Funções (MCP-127). i . d .Registro Geral (Carteira de Identidade) (fotocópia).ANEXO IV . Direitos. l . c .Nº. c . 1. Valores e Rendas (MCP-038).Declaração de Acumulação de Cargos. de 28 de dezembro de 1985. Empregos e/ou Funções (MCP-127).Título de Eleitor e comprovante da última votação (fotocópia). deverão ser apresentados os seguintes documentos: a . RESOLVE: Orientar os Setoriais e Seccionais de Recursos Humanos da Administração Direta. e . 2. k.1. b . Direitos. ser solicitado pela GESAS. O atestado de saúde ficará sob guarda do Setorial de Recursos Humanos. Declaração de Bens. d . Os formulários de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173). Para efeito de posse em cargo de provimento em comissão. 79 . e .Declaração de Bens. g . j . O atestado de saúde será emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e entregue no Setorial de Recursos Humanos.3. i .2.Certidão de Casamento e de Nascimento dos filhos (fotocópia).Formulário de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173).Registro Geral (Carteira de Identidade).Formulário de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173). O ÓRGÃO CENTRAL DO SISTEMA DE RECURSOS HUMANOS. Valores e Rendas (MCP-038). deverão ser apresentados os seguintes documentos: a .

Sangue: Hemograma. ECG . Raios-X de Tórax 4. Raios-X de Tórax 4. parágrafo 1º do artigo 301 e artigo 302. Parcial de Urina 3. A critério do médico perito da GESAS. avaliação com fonoaudióloga e exame otorrinolaringológico. O Setorial de Recursos Humanos deverá agendar data e horário para o servidor nomeado apresentar-se na GESAS munido dos exames definidos no Anexo Único. 4.eletrocardiograma com laudo (acima de 35 anos) 5. do Código Penal Brasileiro (CPB). 2. Marcos Vieira Secretário de Estado da Administração ANEXO ÚNICO Relação de Exames 1. Parcial de Urina 3. Glicemia e Sorologia para Lues.eletrocardiograma com laudo (acima de 35 anos) 5.3. 2. Sangue: Hemograma. ECG . Valores e Rendas (MCP-038) e Declaração de Acumulação de Cargos. Os formulários de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173). Glicemia e Sorologia para Lues. Declaração de Bens. sem prejuízo da aplicação das penalidades previstas na Legislação Estatutária. 2. Empregos e/ou Funções (MCP-127) serão preenchidos no Setorial de Recursos Humanos.eletrocardiograma com laudo (acima de 35 anos) 1. poderão ser solicitados outros exames. 2. ECG . que apresentar documentação falsa ou omitir circunstâncias ou dados exigidos por ocasião do ingresso no Serviço Público Estadual. Esta Instrução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação. responderá judicialmente por ter infringido o disposto no artigo 299.2. Todos os cargos Professor de Educação Física Merendeira Artífice I e II Agente de Atividade de Saúde I e II Agente de Serviços Gerais Auxiliar de Sala Professor 80 . Sangue: Hemograma. Florianópolis. Parcial de Urina 3. parte integrante desta Instrução Normativa. 5. 2. Publique-se e divulgue-se no âmbito do Sistema de Recursos Humanos. Glicemia e Sorologia para Lues. Raios-X de coluna lombo-sacra e bacia 1. Flávio Furtado Diretor de Apoio a Pensões Especiais e Saúde do Servidor Eduardo Pokrywiecki Diretor de Recursos Humanos De acordo. 12 de março de 2003. 3. Raios-X de Tórax 4. Direitos.1. O laudo médico será emitido pela Gerência de Saúde do Servidor (GESAS/DAPS/SEA). Revogam-se as disposições em contrário. Audiometria (Laringoscopia indireta) Exames ideais para avaliação e prevenção de patologia vocal: Videolaringoestroboscopia. O servidor nomeado.2.

e entregue no Setorial de Recursos Humanos.2. da Instrução Normativa n° 001/2003/DIRH/SEA. Publique-se e divulgue-se no âmbito do Sistema de Recursos Humanos. O ÓRGÃO CENTRAL DO SISTEMA DE RECURSOS HUMANOS.03. de 21 de agosto de 1997. O atestado de saúde será emitido por médico credenciado ou não ao Sistema Único de Saúde (SUS). publicada no DOE de 19. 20 de maio de 2003.2.” Florianópolis. no uso de suas atribuições e tendo em vista o que determina o Decreto n° 2. Eduardo Pokrywiecki Diretor de Recursos Humanos De acordo. RESOLVE: Alterar o item 1.2003.INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 005/2003/DIRH/SEA Altera o item 1. que passa a vigorar com a seguinte redação: “1.134.2 da Instrução Normativa n° 001/2003/DIRH/SEA. Marcos Vieira Secretário de Estado da Administração 81 .

IV . no mínimo. sobre os procedimentos administrativos e informatizados que envolvem o afastamento de agente político ou servidor público vinculado ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS).1 O atestado expedido pelo médico assistente será aceito.data de início do afastamento.ANEXO V .Segurados pelo RGPS (M-RGPS1). dentro do prazo de 48 (quarenta e oito) horas da data de expedição do atestado.710. O SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO.1 O agente público ou. haverá prorrogação da data de término do contrato até o limite do afastamento.4 Nos afastamentos em que a avaliação pericial concluir por período inferior a 16 (dezesseis) dias.1. no módulo 17 (Afastamentos) do FRH. no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no artigo 46 da Lei Complementar nº. arquivando permanentemente o atestado médico. RESOLVE: Orientar os Setoriais e Seccionais do Sistema de Recursos Humanos. II . 1. dirigir-se-á ao respectivo Setorial ou Seccional de Recursos Humanos com atestado expedido por médico assistente. pessoa por ele designada. Considerando que a antinomia de normas jurídicas são solucionadas pelos critérios hierárquico e cronológico. 1. preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Auxílio-Doença . de 30 de janeiro de 2003.data.o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos deve: a) efetuar o agendamento no órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor mais próximo do local de trabalho.motivo do afastamento. de 15 de dezembro de 1998 e Lei Federal nº. 010/2004/DIRH/DAPS/SEA Dispõe sobre os procedimentos para o afastamento de agente político ou servidor por auxílio-doença e saláriomaternidade. desde que contenha. for inferior ou igual a 3 (três) dias. prescrevendo a necessidade de afastamento por motivo de saúde. filiado compulsoriamente ao Regime Geral de Previdência Social. no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas da data de expedição do atestado.INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 1. com o Código Internacional de Doença (CID). 10.DO AUXÍLIO-DOENÇA 1. 1.3 No caso de servidor admitido em caráter temporário e o término do afastamento for superior ao termo final do contrato. 1. Considerando que os agentes políticos e os servidores ocupantes exclusivamente de cargo de provimento em comissão ou admitidos em emprego de natureza temporário. de 5 de agosto de 2003. 243. III . o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos incluirá no Sistema Informatizado de Recursos Humanos (SIRH). estão filiados compulsoriamente ao Regime Geral de Previdência Social.2 Quando a quantidade de dias de afastamento atestada pelo médico assistente. na impossibilidade.à Gerência de Saúde do Servidor compete: 82 . o afastamento de código 1722. 20. nome. adotarse-ão os seguintes procedimentos: I . II . as seguintes informações: I . e Considerando as alterações do ordenamento jurídico introduzidas pela Emenda Constitucional nº. assinatura e número da inscrição do médico assistente no Conselho Regional de Medicina (CRM). b) prestar todas as informações sobre os procedimentos que envolvem o afastamento do agente público e encaminhá-lo ao órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor para avaliação médico-pericial na data agendada.quantidade de dias prescritos.

5 Quando a avaliação pericial concluir por período superior a 15 (quinze) dias. b) efetuar a inclusão do afastamento de código 1722 no módulo 14 (Saúde do Servidor) do FRH. que: a) emitirá os documentos relacionados no manual Auxílio-Doença . expedido pela Agência de Previdência Social. 83 .6 Caberá ao agente público apresentar ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. identificando o enquadramento nas disposições deste item.se a soma ultrapassar a 15 (quinze) dias adotar-se-ão os procedimentos estabelecidos no item 1. proceder-se-á da seguinte forma: I . sendo que a data-fim do mesmo coincidirá com o 15º (décimo quinto) dia.Após avaliação pericial. III .7 Na ocorrência de indeferimento do auxílio-doença.a) proceder à avaliação médico pericial do agente público.4. II . expedido pela Agência de Previdência Social. III . sendo que a data-início coincidirá com o 16º (décimo sexto) dia e a data-fim igual a zeros. c) comunicar o resultado da avaliação ao agente público e ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. adotando-se os seguintes procedimentos: I . ocorrendo apresentação de novo atestado médico prescrevendo ausência ao serviço pela mesma patologia incapacitante. c) comunicar o resultado da avaliação ao agente público. ambos desta Instrução Normativa.compete aos peritos dos órgãos da Gerência de Saúde do Servidor observar as informações armazenadas no prontuário médico do agente público. adotando-se os seguintes procedimentos: I . b) incluir o afastamento de código 1747 no módulo 14 (Saúde do Servidor) do FRH. 1. 1. o agente público apresentará ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos o despacho denegatório. a qual corresponderá à data em que o agente público estará apto ao retorno do trabalho. II . II . a qual corresponde a data contida no documento aqui mencionado.Segurados pelo RGPS (M-RGPS1). b) quando se tratar de servidor admitido em caráter temporário a data de término do afastamento será limitada ao termo final do contrato. b) prestar todas as informações sobre os procedimentos que envolvem o afastamento do agente público e encaminhá-lo ao órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor para avaliação médico-pericial na data agendada. contida da avaliação pericial.os dias da nova avaliação pericial serão adicionados aos do afastamento anterior.2 desta Instrução Normativa. os previstos no item 1.O agente público retornará ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos.Segurados pelo RGPS (M-RGPS1). preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Auxílio-Doença . 1. c) comunicar o resultado da avaliação ao agente público e ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. b) prestará todas as informações sobre os procedimentos que envolvem o afastamento do agente público.o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos executará as rotinas descritas no inciso I do item anterior. Caso contrário.Após avaliação pericial. 1.2 desta Instrução Normativa. na forma descrita no item 1.8 No prazo de 60 (sessenta) dias.o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos deve: a) efetuar o agendamento no órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor mais próximo do local de trabalho. a Gerência de Saúde do Servidor deve: a) alterar a data-fim do afastamento de código 1747 no módulo 14 (Saúde do Servidor) do FRH. dentro do prazo de 48 (quarenta e oito) horas da data de recebimento do documento do INSS.5. haverá prorrogação do prazo. o laudo pericial concessório do auxílio-doença. a contar do último dia de afastamento. encaminhando-o à Agência de Previdência Social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). a Gerência de Saúde do Servidor deve: a) efetuar a inclusão do afastamento de código 1722 na forma descrita na letra “a” do item 1. momento em que será registrada no SIRH a data fim do afastamento de código 1747.

1 desta Instrução Normativa.1 desta Instrução Normativa.Segurados pelo RGPS (M-RGPS2). II . na impossibilidade. e o previsto no inciso IV do mesmo item. II .o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos efetuará a inclusão do afastamento de código 1703. em razão de parto antecipado ou de natimorto.Segurados pelo RGPS (M-RGPS2). adotar-se-ão os seguintes procedimentos: I . b) efetuar a inclusão no Sistema Informatizado de Recursos Humanos (SIRH) do afastamento de código 1703. IV . III e IV do item anterior.durante a gestação. correspondem a 120 (cento e vinte) dias.1 O afastamento previsto no inciso do item 2.1 desta Instrução Normativa. preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Salário-Maternidade . V . munida da certidão de nascimento do adotado ou termo de guarda ou de adoção expedidos por órgão jurisdicional. dirigir-se-á ao respectivo Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. no módulo 17 do FRH.O Setorial ou Seccional de Recursos Humanos deve: a) emitir os documentos contidos do manual Salário-Maternidade .2. na impossibilidade.DO SALÁRIO-MATERNIDADE 2. 2. 2.Segurados pelo RGPS (M-RGPS2). a partir do 28º (vigésimo oitavo) dia antes da data prevista para o parto.4 Na hipótese do inciso V do item 2. III .a agente pública ou.1 À agente pública gestante ou adotante é devido salário-maternidade nas seguintes situações: I . a 2 (duas) semanas. pessoa por ela designada. munida da certidão de nascimento.a agente pública ou.a agente pública ou. 2.3. pessoa por ela designada. c) incluir o afastamento de código 1852.1 Os afastamentos previstos nos incisos I e III do item 2.Segurados pelo RGPS (M-RGPS2). mediante apresentação de atestado expedido por médico assistente e. de exames complementares. preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Salário-Maternidade .à Gerência de Saúde do Servidor compete: a) proceder à avaliação médico pericial da agente pública.por ter adotado ou possuir medida liminar em autos de adoção ou termo de guarda judicial de criança com idade inferior a 8 (oito) anos. na impossibilidade. c) comunicar o resultado da avaliação a agente pública e ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos.em razão de aborto não criminoso. II . b) prestar todas as informações sobre os procedimentos que envolvem o afastamento da agente pública e encaminhá-la à Agência de Previdência Social.a partir da 23ª (vigésima terceira) semana (6° mês) de gestação.a partir da data de ocorrência do nascimento. 2. se necessário. comunicando à servidora ou ao seu representante o dia da avaliação médico-pericial. pessoa por ela designada. II .1 desta Instrução Normativa corresponde a 120 (cento e vinte) dias. dirigir-se-á ao respectivo Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. no módulo 14 (Saúde do Servidor) do FRH.o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos efetuará o agendamento no órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor mais próximo do local de trabalho.3 Na hipótese do inciso II do item 2. no módulo 17 (afastamentos) do FRH do Sistema Informatizado de Recursos Humanos (SIRH). dirigir-se-á ao respectivo Setorial ou Seccional de Recursos Humanos.2 Nas hipóteses dos incisos I. preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Salário-Maternidade . 84 . 2. proceder-se-á da seguinte maneira: I . será observado o seguinte: I .2 . III .

3. ficando convencionado que as informações armazenadas no SIRH servem como prova para justificar o afastamento do agente público. 6. previstas nos Estatutos dos Servidores Públicos (Leis nºs. 6.844/86) e norma local específica. momento em que será registrada no SIRH a data fim do afastamento de código 1852.745/85. EDUARDO POKRYWIECKI 85 .4 É estabelecido o prazo de 60 (sessenta) dias para as Diretorias de Recursos Humanos e de Apoio a Pensões Especiais e Saúde do Servidor apresentarem proposta de normatização de fluxo e procedimento relacionados com os demais benefícios previstos no RGPS. 3 .5 Eventuais dúvidas e demais orientações serão prestadas pelas Gerências de Orientação e Controle e de Saúde do Servidor.3 A concessão da licença de gestação à servidora pública.2 Fica vedada a concessão de licenças remuneradas.III . haverá prorrogação da data de término do contrato até o limite do afastamento. 3.7 Revogam-se as disposições em contrário. 3.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 3. requerida após o nascimento do filho.5 No caso de servidora admitida em caráter temporário e o término do afastamento for superior ao termo final do contrato. a qual corresponderá ao último dia informado no documento aqui mencionado. aos agentes públicos vinculados ao RGPS.Caberá à agente pública apresentar ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos a carta concessória de salário-maternidade expedida pela Agência de Previdência Social. 3. 3. mediante apresentação da certidão de nascimento. será efetuada diretamente no Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. titular de cargo de provimento efetivo. 13 de outubro de 2004. 3. cujo afastamento não esteja disciplinado nesta Instrução Normativa.843/86 e 6.1 A Gerência de Saúde do Servidor deverá estabelecer rotinas para que a comunicação do resultado pericial aos Setoriais e Seccionais de Recursos Humanos seja efetuada por meio eletrônico.6 Esta Instrução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação. Florianópolis. 2.

ANAMT • Câmaras Técnicas de Otorrinolaringologia. Entidades promotoras • Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia . Que o emprego de pequena parte dessa quantia em medidas educativas.Carta do Rio As Entidades supracitadas. em nosso País. • Sociedade Médica do Estado do Rio de Janeiro – SOMERJ • Sociedade de Otorrinolaringologia do Estado do RJ . profissional e pessoal. médicos peritos e médicos do trabalho.ANEXO VI – CONSENSO NACIONAL SOBRE VOZ PROFISSIONAL. Conclusões e Recomendações . 2.médicos otorrinolaringologistas. médicos foniatras. 1. decorrentes ou prejudiciais ao trabalho têm importante impacto social. por seus representantes oficiais no 3º Consenso Nacional sobre Voz Profissional.ABLV • Associação Nacional de Medicina do Trabalho . Que as enfermidades relacionadas ao aparelho fonador. 86 . Medicina do Trabalho e Perícias Médicas do CREMERJ. considerando. 13 e 14 de agosto de 2004 . representando prejuízo estimado superior a duzentos milhões de reais ao ano*.Centro de Convenções do Hotel Glória. econômico. preventivas e curativas reduziria esse custo de forma significativa.IBRAMEP Profissionais participantes . sob o lema Voz e Trabalho: uma questão de saúde e direito do trabalhador.ABMT • Instituto Brasileiro dos Médicos Peritos Judiciais .SBORL • Academia Brasileira de Laringologia e Voz . 3º Consenso Nacional Sobre Voz Profissional Voz e Trabalho: uma questão de saúde e direito do trabalhador Rio de Janeiro. RJ.SORL-RJ • Associação Brasileira de Medicina do Trabalho . realizado nos dias 13 e 14 de agosto de 2004 na cidade do Rio de Janeiro.

de acústica.00). médicos otorrinolaringologistas.600. na condição de peritos e assistentetécnicos. A necessidade de sensibilizar governantes de todos os níveis. cada um com sua atribuição e competência profissional. A necessidade de intervenção multidisciplinar e multiprofissional na preservação da saúde vocal da população. engenheiros de segurança do trabalho. certamente os prejuízos ultrapassam R$ 200. Médio e Profissionalizante no País. multiplicando-se por 40. e supondo-se um salário médio mensal de R$ 300.000. no ano 2000. também. capacitação e aperfeiçoamento vocal e tratamento precoce de eventuais problemas. tratamento. médicos peritos. A necessidade dos profissionais legalmente aptos e qualificados assumirem seu papel nas questões trabalhistas e de justiça.000. de setor público e privado.00 (cento e cinqüenta milhões de reais) de perdas anuais no Brasil por laringopatias ocupacionais. e no que tange. 7. à importância de exames preventivos. fonoaudiólogos. 8. 6. A necessidade de ampliar a equipe multiprofissional que avalia e atende o indivíduo que depende da voz para sua atividade ocupacional e verifica seu ambiente e condições de trabalho. 4.00 (anual de R$ 3. administradores públicos e privados. * "Valor (sub) estimado a partir de levantamento que assinala afastamentos. educação. obtendo-se as devidas confirmações e/ou aferições junto às normas técnicas de cada área e respectivas sugestões de condutas a serem adotadas. professores de canto e de técnica vocal. arquitetônicas e de todos os demais fatores de risco que forem observados.00 (duzentos milhões de reais) ao ano. para que se possa proceder a análises correspondentes. A necessidade de normatização das condutas médicas técnico-científicas no diagnóstico e na terapêutica das disfonias. Se forem incluídos outros profissionais da voz. entre outros profissionais. licenças e readaptações por disfonia na ordem de 2% dos professores ativos. 87 .000 (os 2% dos cargos ativos) chega-se a um valor em torno de R$ 150. ambientais. diagnóstico. empresários e os próprios trabalhadores. apenas de professores. 5. Considerando-se os dados do MEC de que existem perto de 2 milhões de postos públicos de atuação (funções docentes) em Ensino Fundamental. legisladores. quanto às conseqüências do não investimento em condições adequadas de trabalho para os profissionais que utilizam a voz profissional. e que estes professores devem ser substituídos (ou não haveria aula). ergonomistas.000. químicos. técnicos destas áreas. de modo a ser composta idealmente por médicos do trabalho. arquitetos. principalmente nos grupos onde o uso da voz tem direta relação com seu desempenho e/ou aptidão ao trabalho.000. A importância de estimular a formação técnica e definir as respectivas competências dos profissionais diretamente atuantes na prevenção.3. capacitação e aperfeiçoamento dos trabalhadores que usam e dependem da voz.

DECIDEM, CONCLUEM E RECOMENDAM: 1. Estabelecer definição de Voz Profissional como sendo a forma de comunicação oral utilizada por indivíduos que dela dependem para sua atividade ocupacional; 2. Estabelecer definição de disfonia como sendo toda e qualquer dificuldade ou alteração na emissão natural da voz, caracterizando um distúrbio que limita a comunicação oral e pode repercutir de forma significativa no uso profissional da voz. 3. Estabelecer definição de Deficiente Vocal como sendo a pessoa que apresenta incapacidade de desenvolver a função fonatória na comunicação verbal, em caráter permanente e irreversível. 4. Estabelecer definição de Laringopatia como representando o quadro de sinais e sintomas (ou síndrome) resultado do conjunto de quaisquer alterações, disfunções e/ou enfermidades laríngeas, do aparelho fonador ou de quaisquer outros sistemas orgânicos que possam repercutir na voz e na fala ou sejam causadas pelo mau uso ou abuso da voz; 5. Estabelecer definição de Laringopatia Relacionada ao Trabalho como sendo o conjunto de sinais, sintomas, disfunções e enfermidades do aparelho fonador, que possam ter origem no uso inadequado da voz ou outra sobrecarga ao aparelho fonador, em decorrência da atividade laborativa e/ou ambiente de trabalho, ou refletir em sua função e nas condições de uso da voz no trabalho, em termos de qualidade, estabilidade e resistência; 6. Estabelecer definição de portador de Laringopatia Relacionada ao Trabalho como sendo um trabalhador que, tendo seu diagnóstico médico-ocupacional firmado, necessita ter acesso à assistência médica e cuidados especiais, recebendo tratamento específico visando o retorno ao pleno uso profissional da voz; 7. Não utilizar a expressão “disfonia ocupacional” e propor sua exclusão como “doença ocupacional” ou “decorrente do trabalho”, por representar apenas um dos muitos sintomas que podem compor uma síndrome de Laringopatia Relacionada ao Trabalho, devendo como tal ser considerada pelo médico em sua elaboração diagnóstica e definição da conduta terapêutica, médico-ocupacional ou médico-pericial; 8. Assinalar que multicausalidade e concausalidade podem ocorrer nas laringopatias em geral, reforçando que o ambiente de trabalho e o nexo causal devem ser investigados e que a relação entre doença clínica e doença relacionada ao trabalho depende de avaliação médica multidisciplinar e multiprofissional; 9. Propor mudanças conceituais nas relações de trabalho com os indivíduos que utilizam a voz profissional, no sentido de serem submetidos a exames médicos ocupacionais específicos, (admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissional) que atendam às necessidades de suas atividades, na adaptação dos postos de trabalho e atividades de trabalho para evitar sobrecarga do aparelho fonador e nas ações educativas e de prevenção; 10. Considerar que a legislação vigente sobre aptidão e inaptidão vocal para o trabalho é ainda insuficiente e imprecisa, em especial quanto ao setor público, confundindo conceitos tais como voz, fala, aparelho fonador e palavra, devendo ser adequada ao nível de conhecimento sobre o tema;

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11. Reforçar que uma pessoa pode apresentar “voz adaptada” ao uso habitual, independentemente de qualidades, conceitos ou julgamentos anatômicos ou estéticos, e pode estar apta ao uso profissional da voz, podendo, conforme o caso, estar indicada a análise de riscos, correção do ambiente e condições de trabalho; 12. Alertar que o acesso ao atendimento médico, para a imprescindível investigação e conclusão diagnóstica, e, conforme o caso, às demais avaliações auxiliares e complementares, deve ser garantido a todos os indivíduos que usam a voz profissionalmente; 13. Recomendar que seja considerada a periodicidade da realização dos exames médicoocupacionais para os trabalhadores que utilizam a voz profissional, explicitados em anexo, em especial para aqueles que atuam em condições mais adversas; 14. Apontar a incoerência do rigor da atual exigência de “normalidade laríngea” em exames admissionais e o contraste com a conceituação de aptidão e exigências nos demais exames médicos ocupacionais ao longo da atividade laborativa; 15. Recomendar que, a critério médico, trabalhadores portadores de laringopatias e/ou alterações vocais leves não sejam considerados, a priori, inaptos ao desempenho de cargos que demandem uso da voz, merecendo ser avaliados em ambiente de trabalho e/ou fora dele quanto a seu desempenho vocal e profissional; 16. Propor a ampliação dos serviços e programas de educação, tratamento, capacitação e aperfeiçoamento vocal, facilitando o acesso e estimulando a adesão dos indivíduos que utilizam voz profissional a estas iniciativas; 17. Intensificar a busca, o aperfeiçoamento e a aplicação de recursos em pesquisa que favoreçam a melhor compreensão das laringopatias relacionadas ao trabalho; 18. Enviar a presente Carta e os Anexos pertinentes, às entidades públicas e às representativas de empregadores e de trabalhadores que utilizam voz profissional, para que estejam informados e participem ativamente do levantamento e da solução dos problemas decorrentes da incapacidade ou afastamento por laringopatias relacionadas ao trabalho; 19. Solicitar ao Ministério da Saúde a abertura da Lista das Doenças Relacionadas ao Trabalho para, com o apoio das Entidades promotoras do Consenso, incluir item específico referente às Laringopatias Relacionadas ao Trabalho; 20. Estreitar contatos e colaboração com os diversos órgãos do Poder Executivo, em especial do Ministério da Saúde, do Trabalho e Emprego e da Previdência e Assistência Social, responsáveis pela saúde do trabalhador, no sentido de que as deliberações deste fórum sejam consideradas na elaboração e reformulação de políticas, portarias e normas que favoreçam uma efetiva redução da incidência das laringopatias relacionadas ao trabalho; 21. Propor em anexo, na forma de Legislação Federal, a criação do Programa Nacional de Saúde Vocal, de caráter preventivo, curativo e reabilitador; 22. Considerar como sugestões de condutas médico-administrativas, diretrizes e recomendações gerais o conteúdo dos diversos relatórios anexos, considerados permanentemente sujeitos a serem reformulados ou atualizados pelo conjunto das entidades promotoras.

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Rio de Janeiro, em 14 de agosto de 2004.

Assinam os representantes de:

Entidades promotoras

Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia - SBORL Comitês de ORL Ocupacional e de Laringe e Voz Profissional Academia Brasileira de Laringologia e Voz - ABLV Associação Nacional de Medicina do Trabalho - ANAMT Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro - CREMERJ Câmaras Técnicas de Otorrinolaringologia, Medicina do Trabalho e Perícias Médicas Sociedade Médica do Estado do Rio de Janeiro - SOMERJ Sociedade de Otorrinolaringologia do Estado do Rio de Janeiro - SORL-RJ Associação Brasileira de Medicina do Trabalho - ABMT Instituto Brasileiro dos Médicos Peritos Judiciais - IBRAMEP

90

ANEXO VII – REMOÇÃO DURANTE ESTÁGIO PROBATÓRIO 91 .

92 .

93 .ANEXO VIII – APOSENTADORIA POR INVALIDEZ DURANTE ESTÁGIO PROBATÓRIO.

94 .

95 .

ANEXO IX – EXAME ORTOPÉDICO – ORIENTAÇÕES PRÁTICAS 96 .

97 .

98 .

99 .

exceto em caso de emergência que poderá ser requerida após o atendimento. 5 – Não serão passíveis de ressarcimento: a) as despesas não vinculadas diretamente à lesão sofrida pelo servidor como: danos materiais em veículos. mais próximo da residência do servidor acidentado. pela Gerência de Saúde Ocupacional . 7 – Todos os procedimentos constantes desta Instrução Normativa somente terão validade após a caracterização de acidente em serviço ou doença profissional. c) as despesas cobertas por outro tipo de plano de saúde ou plano de seguro. b) os atendimentos efetuados pelo Sistema Único de Saúde . previstos nos artigos 9º. serviços de guincho entre outras.Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres – DPVAT. se possível. no mínimo. 133. 008/00/SEA/DIRH: Dispõe sobre os procedimentos relativos ao pagamento e ressarcimento de despesas aos servidores públicos estaduais em decorrência de acidentes em serviço e doença profissional. 10º e 11º. O transporte e a estadia terão por base as diárias relativas ao cargo do servidor acidentado. de 27 de abril de 1999 e suas alterações posteriores.ANEXO X – RESSARCIMENTO DE DESPESAS DECORRENTES DE ACIDENTE EM SERVIÇO. do Decreto nº. 3 – Nos casos de acidentes de trânsito deverão ser descontados do total das despesas os valores recebidos através do seguro obrigatório de automóveis . por exemplo. 6 – Os procedimentos para tratamento do acidentado deverão ser realizados. necessários ao tratamento do servidor acidentado serão pagos ou ressarcidos mediante a apresentação de. 2 . INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 100 . de 12 de abril de 1999 e na Instrução Normativa nº. no mínimo.456. 001/GABS/SEA. acompanhadas de receita ou de relatório médico.GESAO. conforme os critérios previstos no Decreto nº.SUS. Os medicamentos terão por base a Tabela de Medicamentos Genéricos ou.As despesas deverão ser comprovadas conforme instruções do setor financeiro do órgão de origem e em consonância com as normas do Tribunal de Contas do Estado e da Secretaria de Estado da Fazenda.PAS. antes de efetuar as despesas. 4 – O servidor deverá buscar autorização prévia no órgão ou entidade de origem. três orçamentos. 1. onde conste o nome e o CRM do profissional. Outros complementos como: óculos. exames complementares. será efetuado de acordo com as normas a seguir descritas: Os serviços médicos e hospitalares. três orçamentos. de 23 de dezembro de 1996. bem como. próteses e órteses terão por base a tabela do Plano de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Santa Catarina . em estabelecimentos localizados no território do Estado de Santa Catarina. 1 – O pagamento ou ressarcimento de despesas decorrentes de acidente em serviço e doença profissional.

CONSIDERANDO o Parecer CFM nº 5/08.especificar o tempo concedido de dispensa à atividade.000. a quem cabe legalmente a decisão do benefício previdenciário. que normatiza a emissão de atestados médicos e dá outras providências. III . para fins de enquadramento na situação legal pertinente. tais como: aposentadoria. Parágrafo único. RESOLVE: Art. 3º Na elaboração do atestado médico. V . O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3. de 15 de dezembro de 2004.045. de 18 de abril de 2008.U. Seção I. 3º da Resolução CFM nº 1. e a Lei nº 11. emite o devido atestado ou relatório médico e.658. de 13 de fevereiro de 2002. previdenciários. o médico assistente observará os seguintes procedimentos”: I .a conduta terapêutica. (Publicada no D.RESOLUÇÃO CFM 1851/08 – EMISSÃO DE ATESTADOS MÉDICOS.registrar os dados de maneira legível. por lei. em especial. 1º O artigo 3º da Resolução CFM nº 1.estabelecer o diagnóstico. II .os resultados dos exames complementares. readaptação. regulamentada pelo Decreto nº 44.268. de 30 de setembro de 1957. de 18 de agosto de 2008. a princípio. pg. existem condicionantes a limitar a sua conduta quando o paciente necessita buscar benefícios. Altera o art. que complementará o parecer fundamentado do médico perito. 101 . invalidez definitiva. de 13 de dezembro de 2002. de avaliar a condição laborativa do examinado. de 19 de julho de 1958. III . Quando o atestado for solicitado pelo paciente ou seu representante legal para fins de perícia médica deverá observar: I .o provável tempo de repouso estimado necessário para a sua recuperação. IV .o diagnóstico.O. o decidido na Sessão Plenária realizada em 14 de agosto de 2008.658. VI . CONSIDERANDO que o médico perito é o profissional incumbido.o prognóstico. II . IV . quando expressamente autorizado pelo paciente.registrar os dados de maneira legível. sendo que o motivo mais freqüente é a habilitação a um benefício por incapacidade.ANEXO XI . finalmente. necessário para a recuperação do paciente.identificar-se como emissor. que altera a Lei nº 3. VII .268/57 e CONSIDERANDO que o médico assistente é o profissional que acompanha o paciente em sua doença e evolução e.as conseqüências à saúde do paciente. 256). quando necessário. mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. CONSIDERANDO.

em especial.”“.VIII . impõe ao órgão máximo da categoria. que embora detenham autonomia funcional. na área da Medicina. A vista disso. disciplinar controvérsias reinantes no seio da classe. Art. 2º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. frente à dinâmica dos fatos que se vivenciam. assim. que normatiza a emissão de atestados médicos. devem obediência normativa àquele. vendo-se que no ápice da pirâmide encontra-se o Conselho Federal de Medicina. manifestação casuística do Conselho Federal acerca do referido artigo. eventual ingerência e fatores de conflito na relação médico-paciente e INSS. em especial. b) Estabelecer o diagnóstico. O aludido artigo 3º. EDSON DE OLIVIERA ANDRADE Presidente LIVIA BARROS GARÇÃO Secretária-Geral EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS DA RESOLUÇÃO CFM Nº 1. mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina. se tem que não pode existir ordenamentos conflitantes no seio dos Conselhos Federal e Regionais. antes de adentrar ao âmago da discussão. c) registrar os dados de maneira legível. tendo na base todos os Conselhos Regionais. quando expressamente autorizado pelo paciente. d) identificar-se como emissor mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina ““. 14 de agosto de 2008.851/2008 A fim de não dar margem a interpretações conflitantes ao artigo 3º da RESOLUÇÃO CFM n. Adequando a discussão à constante evolução que sofre nossa sociedade. deve-se observar a hierarquia das normas e seus planos hierárquicos. Nesse sentido. estabelece que: “Na elaboração do atestado médico.identificar-se como emissor. para não dizer exigível. afastando. em última instância. Brasília-DF. visto que disposições emanadas de instâncias inferiores têm trazido grande discussão no meio médico acerca da atuação. o médico assistente observará os seguintes procedimentos: a) Especificar o tempo concedido de dispensa à atividade. se faz necessário.º 1.658/2002. impõe-se a sua revisão. Dentro dessa ordem de idéias. necessário para a completa recuperação do paciente. disciplinando de forma diversa um mesmo tema. do médico perito frente ao médico assistente do paciente. 102 .

Expectativa gerada por sugestão. quando necessário. é imperativo afastar. quando necessários ao desempenho de suas atividades. ou indenizatórios. em face de situações previstas em lei.876. ou mesmo retirar. contudo. inclusive fatais. normatize a atuação do médico assistente e do médico-perito frente ao paciente. emite o devido atestado ou relatório médico e. cria situações. se constitui hoje em uma área de atuação de todas as especialidades e é regulamentada pela Lei nº 10. Portanto. de 2 de junho de 2004. GERSON ZAFALON MARTINS Conselheiro Relator 103 . supletivamente. III . para se poder concluir o presente trabalho. mas pode gerar agressões físicas. convém verificar as figuras desses profissionais. normatizando especificamente o atestado para fins de perícia médica. Acentua-se forçosamente.inspeção de ambientes de trabalho para fins previdenciários. de avaliar a condição laborativa do examinado. por lei. existem condicionantes a limitar a sua conduta quando o paciente necessita buscar benefícios. a princípio. que não se pode conferir ao médico assistente a prerrogativa de indicar o benefício previdenciário. aos ocupantes do cargo de Supervisor Médico-Pericial da carreira. o exercício das atividades médico-periciais inerentes ao Regime Geral da Previdência Social. A atividade pericial. para fins de enquadramento na situação legal pertinente. Esta Lei estabelece que compete privativamente aos ocupantes do cargo de Perito Médico da Previdência Social e.execução das demais atividades definidas em regulamento.É necessário que o Conselho Federal. Os Peritos Médicos da Previdência Social poderão requisitar exames complementares e pareceres especializados a serem realizados por terceiros contratados ou conveniados pelo INSS. Propõe-se. em especial. como já ocorridas. Assim. II . bem como a análise de requerimentos de diversos benefícios. tem por finalidade precípua a emissão de parecer técnico conclusivo na avaliação de incapacidades laborativas. a atividade médico-pericial. previdenciários. então. especialmente: I . sendo que o motivo mais freqüente é a habilitação a um benefício por incapacidade. Parágrafo único. não contemplada pelo entendimento do perito. de forma isolada. a atribuição do médico assistente de “sugerir” ao paciente condutas inerentes e específicas da atuação do médico perito. Em função disso. De outro lado.emissão de parecer conclusivo quanto à capacidade laboral para fins previdenciários. de uma vez por todas. conduta inerente à função do médico perito. posto serem distintas as atuações desses profissionais. em especial do INSS.caracterização da invalidez para benefícios previdenciários e assistenciais. o médico perito é o profissional incumbido. e IV . não só de indisposição aos médicos peritos. temos que o médico assistente é o profissional que acompanha o paciente em sua doença e evolução e. sejam assistenciais. retirar a palavra “completa” do item a) do artigo 3º e acrescentar um parágrafo único neste mesmo artigo. no âmbito Conselhal e associativo.

do Tribunal de Contas do Estado e seus membros. exclusivamente. conforme art. e III . deverá ser atestada por perícia médica própria da unidade gestora do RPPS/SC ou por esta designada. nas condições dos incisos I e II.filho maior.companheiro. e IX . § 4º Os dependentes arrolados no caput. solteiro. § 3º A condição de invalidez.filhos solteiros menores de 21 (vinte e um) anos. para tal considerada. é uma autarquia de previdência social.enteado. e os arrolados nos incisos VIII e IX somente poderão perceber benefício previdenciário na falta daqueles.São considerados dependentes: I .ANEXO XII . VIII . que não perceba pensão alimentícia ou benefício de outro órgão previdenciário e que não possua bens e direitos aptos a lhe garantir o sustento e a educação. nos termos da Lei Civil. a que mantém relação homoafetiva. VI . § 2º Considera-se companheiro a pessoa que mantém união estável com o segurado. 1° O Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina – IPREV SANTA CATARINA. VII . Autárquica e Fundacional. da Assembléia Legislativa. incisos I a VII são beneficiários preferenciais.tutelado. em relação ao segurado é condição para caracterização da dependência previdenciária. III . que não perceba pensão alimentícia. financeira. inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral e que viva sob a dependência econômica do segurado. § 1º A dependência econômica. do Poder Judiciário e seus membros.º 412.irmão solteiro.companheiro.filho solteiro menor de 21(vinte e um) anos. também. menor de 18 (dezoito) anos. considerada presumida em relação aos: I . Art. II . e comprovada periodicamente. IV . patrimonial. com as atribuições que lhe foram conferidas pela Lei Complementar n. 57 deste regulamento. nas condições dos incisos I e II. concorrendo entre si. dotada de autonomia administrativa. dos Servidores Públicos titulares de cargos efetivos da Administração direta.cônjuge.ex-cônjuge ou ex-companheiro que perceba pensão alimentícia. vinculada à Secretaria de Estado da Administração. caracterizada pela perda total e permanente da capacidade para exercer toda e qualquer atividade laboral. II . rendas ou benefícios de outro órgão previdenciário. V . e que viva sob a dependência econômica do segurado. prevista no inciso II do caput.cônjuge.REGULAMENTO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA ARTIGOS RELATIVOS AOS BENEFÍCIOS AVALIADOS PELOS SERVIÇOS DE PERÍCIA: Art. de 26 de junho de 2008. entidade gestora única do Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. do Ministério Público e seus membros. 104 . 17º .pais que vivam sob a dependência econômica do segurado.

IV . IV .para os dependentes em geral: a) pela cessação da invalidez ou da dependência econômica. 26. II .atestado ou laudo médico. 25 Para a comprovação da condição de invalidez de filhos maiores de idade.869. 27 e 28 deste regulamento. ao completarem 21 (vinte e um) anos de idade.para o companheiro. para elaboração do cálculo atuarial. b) pela nulidade ou anulação do casamento. Art. exames complementares. ou de fato por mais de 2 (dois) anos. a cargo do IPREV SANTA CATARINA ou por este designada. observado o disposto no art. Art. com data atual. desde que não perceba pensão alimentícia. salvo se inválidos ou pela emancipação.º 5. desde que não perceba pensão alimentícia. ou d) pela contração de novo casamento ou união estável. ou 105 . bem como pela apresentação dos documentos necessários à sua comprovação. § 8º O segurado é responsável pela comunicação de fato que importe na inclusão ou exclusão de dependente.para o tutelado ao completar 18 (dezoito) anos ou pela emancipação. emitido pelo médico responsável. além da exigência de apresentação dos seguintes documentos: I . comprovante de tratamento atual ou anterior.para os filhos e enteados.histórico clínico da evolução da doença. § 7º Anualmente o IPREV SANTA CATARINA solicitará junto aos setoriais de recursos humanos. 18 A perda da condição de dependente ocorrerá nas seguintes hipóteses: I . de acordo com os arts.para o cônjuge: a) pelo divórcio ou pela separação judicial. V .§ 5º As informações referentes aos dependentes deverão ser comprovadas documentalmente e. será realizada perícia médica. irmão solteiro e enteado. III . etc. § 6º A inscrição de dependentes deverá ser formalizada pelo segurado junto ao setorial de recursos humanos do Poder ou Órgão a que estiver vinculado. nos casos dos incisos II e IV a IX do caput. c) pelo divórcio ou separação realizados na forma do art. III . 42 O segurado será aposentado por invalidez permanente: I .certidão de nascimento do inválido.termo de curatela judicial. renovável periodicamente conforme art. 24.124-A da Lei Federal n. Art. 41 A aposentadoria por invalidez será devida ao segurado que for considerado incapaz para o trabalho e insuscetível de reabilitação para o exercício de suas atividades ou readaptação para outras.com proventos proporcionais ao tempo de contribuição previdenciária. pela cessação da união de fato. declaração de internação hospitalar. de 11 de janeiro de 1973. VI . Art. 57 deste regulamento. modelo fornecido pelo IPREV SANTA CATARINA. desde que não perceba pensão alimentícia. b) pela morte. se for o caso. II . ou c) pela perda da qualidade de segurado por aquele de quem dependem.carteira de identidade e CPF do responsável ou curador. 25. e V . 1. 62 deste regulamento. as informações de que trata o parágrafo anterior. a inscrição dependerá de prova inequívoca da condição invocada.relatório de Inspeção Médica para fins previdenciários. ainda que inválido.

mediante manifestação de perícia médica oficial. concedendo-lhe o prazo de 30 (trinta) dias para vistas ao processo. moléstia profissional ou doença grave. Parágrafo único. com base em laudo conclusivo da perícia própria do IPREV SANTA CATARINA ou por este designada. 43 O segurado aposentado por invalidez será submetido à reavaliação médica inicial após 2 (dois) anos da concessão do benefício. cessar-se-á o benefício de aposentadoria por invalidez. o segurado considerado incapaz total e definitivamente para o trabalho será aposentado por invalidez. § 2º Até noventa dias anteriores à data limite para reavaliação médica. caberá às Coordenadorias e Agências de Previdência do IPREV SANTA CATARINA convocar o segurado ou o beneficiário para realização de exame médico pericial.II . § 5º O recebimento da convocação ou notificação dar-se-á com antecedência mínima de 15 (quinze) dias do agendamento da avaliação médico-pericial. 62. 14 deste regulamento. receber a convocação por meio de aviso de recebimento AR ou notificado por Edital. § 1º No laudo médico pericial conclusivo de cada reavaliação constará a data limite para a reavaliação subseqüente. quando a aposentadoria decorrer de acidente em serviço. § 3º Após agendamento. § 4º O beneficiário que. 14 deste regulamento.expirado o período máximo de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. no qual constará o número da doença. a aposentadoria por invalidez independerá de licença para tratamento de saúde. A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde e dependerá de laudo médico-pericial circunstanciado emitido por perícia própria do IPREV SANTA CATARINA ou por este designada. terá o seu benefício suspenso de imediato. conforme Classificação Internacional de Doenças (CID). § 8º Em caso de doença que impuser afastamento compulsório. 106 . § 7º Verificada a insubsistência dos motivos geradores da incapacidade. ou dos Poderes e Órgãos definidos no art. Art.AR. não comparecer para avaliação médico-pericial no prazo determinado. ou dos Poderes e Órgãos definidos no art.com proventos correspondentes ao valor apurado na forma do art. caput e §§ 1º a 5º deste regulamento. e a declaração de incapacidade permanente para o trabalho. observado o seguinte: I . podendo ser prorrogada uma única vez por igual período. e III .o período compreendido entre o término da licença para tratamento de saúde e a publicação do ato de aposentadoria por invalidez será considerado como de prorrogação da licença. nos termos do Estatuto dos Servidores do Estado de Santa Catarina. por meio de carta com aviso de recebimento . II .a licença para tratamento de saúde será concedida por até 2 (dois) anos. ou reagendamento da avaliação médico-pericial. as Coordenadorias e Agências de Previdência do IPREV SANTA CATARINA encaminharão processo com solicitação de agendamento à Junta Médica Pericial das Unidades Regionais de Saúde do Servidor de sua área de abrangência. sendo o segurado revertido ao serviço público ou posto em disponibilidade. visando atestar a permanência das condições que lhe causaram a invalidez permanente. contagiosa ou incurável. referidas no art. respeitada a idade máxima de 60 (sessenta) anos. observado o limite temporal mínimo de 02 (dois) anos e máximo de 05 (cinco) anos. comprovadamente. 43 § 13º deste regulamento. apresentação de recurso. § 6º Na situação mencionada no § 3º o IPREV SANTA CATARINA notificará o beneficiário da suspensão do benefício por meio de ofício.

II . § 12 Equipara-se a acidente em serviço. VII . § 10 A doença grave.a doença proveniente de contaminação acidental do segurado no exercício do cargo ou da função.estado avançado da doença de Paget . qualquer que seja o meio de locomoção. X . com seqüelas graves e incapacitantes. quando: I . XIII . condicionado à apresentação do termo de curatela. na data de sua expedição. II . II . e IV . III .nefropatia grave.em viagem a serviço.hanseníase.o acidente sofrido pelo segurado no local e horário de trabalho. com seqüelas graves e incapacitantes. constatados indícios de irregularidade ou ilegalidade poderá submeter o segurado à perícia médica própria ou por este designada. o sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de serviço. inclusive para estudo.paralisia irreversível e incapacitante.o acidente ligado ao serviço que.neoplasia maligna.contaminação por radiação. inclusive veículo de propriedade do segurado. XII . e III . na impossibilidade de tal definição. haja contribuído diretamente para a perda da capacidade para o trabalho do segurado. contagiosas ou incuráveis relacionadas acima.doença de Parkinson. contagiosas ou incuráveis.cegueira bilateral.são os estabelecidos no Manual de Normas Técnicas Médico Periciais da Diretoria de Saúde do Servidor da Secretaria de Estado da Administração. VIII .RPPS/SC . § 11 Considera-se acidente em serviço: I . preexistente ao ingresso no serviço público estadual. IV . da qual decorra a incapacidade laboral do segurado.osteíte deformante. § 13 Considera-se doença incapacitante as doenças graves. inclusive veículo de propriedade do segurado.na prestação espontânea de serviço ao Estado para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito.no percurso da residência para o local de trabalho ou dele para aquela. embora não tenha sido a causa única.síndrome da imunodeficiência adquirida. XIV . para fins de concessão de aposentadoria por invalidez aos segurados do Regime Próprio de Previdência do Estado de Santa Catarina . § 14 Os critérios e definições das doenças graves. relacionadas abaixo: I .na realização de serviço relacionado ao cargo ou função. § 15 O pagamento do benefício de aposentadoria por invalidez decorrente de alienação mental somente será feito ao curador do segurado. V . contagiosa ou incurável. e XV . XI .§ 9º Realizada perícia médica pelos Poderes e Órgãos referidos no parágrafo anterior o IPREV SANTA CATARINA.alienação mental. independentemente do meio de locomoção utilizado. ensejará aposentadoria por invalidez com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.tuberculose.espondiloartrose anquilosante. § 16 A aposentadoria por invalidez será concedida com base na legislação vigente na data definida em laudo médico-pericial como de início da incapacidade total e definitiva para o trabalho ou.cardiopatia grave. VI . quando financiada pelo Estado.doença de Alzheimer. III .hepatopatia grave. IX . 107 .

limitada ao valor da sua cota-parte de rateio com os demais dependentes. II . atestada a invalidez.da data do ajuizamento da ação declaratória. 108 . fará jus à pensão por morte. § 4º A alteração da condição do dependente. § 3º A concessão da pensão por morte não será protelada pela falta de habilitação de possível dependente.§ 17 Considera-se início da incapacidade total e definitiva. II deste regulamento.º 5. por evento de invalidez. Art. no mesmo percentual daquela. previsto no art. previsto no art. ou o companheiro que. receba pensão de alimentos.869. em que tenha sido estipulada pensão alimentícia.da data do requerimento. 56 A pensão por morte somente será devida ao dependente inválido. visando atestar a permanência das condições que lhe causaram a incapacidade. Parágrafo único. reconhecida por sentença judicial transitada em julgado. 17. 17. quando o percentual restante será rateado entre os demais dependentes habilitados. 54 A pensão por morte será devida aos dependentes a contar: I . de 11 de janeiro de 1973. a data atestada no laudo médico pericial conclusivo da invalidez permanente. 44 Caberá direito a opção pelo critério de cálculo mais vantajoso ao segurado que. dará direito à continuidade do benefício para além da idade estabelecida naquele dispositivo. Aplica-se o disposto no caput ao divórcio e à separação realizados na forma do art. § 1º O valor da pensão por morte será pago aos dependentes habilitados e rateado em cotas-partes iguais. e qualquer posterior inclusão ou exclusão de dependente somente produzirá efeitos a partir da data de habilitação.124-A. 57 O pensionista será submetido à reavaliação médica inicial após 2 (dois) anos da concessão do benefício. 1. Art.da data do óbito do segurado. ou III . de 26 de junho de 2008. àqueles que ainda detinham a qualidade de beneficiário após publicação da referida Lei Complementar. § 5º O disposto no parágrafo anterior alcança os benefícios concedidos em data anterior à vigência da Lei Complementar n.º 412. da Lei Federal n. § 2º Sempre que se extinguir uma cota-parte proceder-se-á a novo rateio do respectivo benefício dentre os dependentes remanescentes. ressalvado o disposto no art. desde que a invalidez tenha sido caracterizada anteriormente aos 21 (vinte e um) anos. tenha implementado os requisitos para aposentadoria voluntária. deste regulamento. que poderá concluir pelo cancelamento do benefício e readaptação no serviço público. 55 deste regulamento. Art. 55 O cônjuge divorciado ou separado judicialmente ou de fato. Art. em gozo de benefício de pensão por morte. se a invalidez for atestada antes da perda da qualidade de dependente e confirmada por perícia própria do IPREV SANTA CATARINA ou por este designada. quando houver concorrência pelo benefício. por decisão judicial. será instaurado processo administrativo para apuração dos fatos. I. § 18 Constatado que o segurado aposentado por invalidez exerça qualquer atividade laboral. Art. da morte presumida ou ausência do segurado.

receber a convocação por meio de aviso de recebimento . salvo se inválido. pela união estável ou concubinato do pensionista. ou reagendamento da avaliação médico-pericial. III . § 2º Até noventa dias anteriores à data limite para reavaliação médica.pelo casamento. 60 O IPREV SANTA CATARINA. concedendo-lhe o prazo de 30 (trinta) dias para vista ao processo e apresentação de recurso. § 5º O recebimento da convocação ou notificação dar-se-á com antecedência mínima de 15 (quinze) dias do agendamento da avaliação médico-pericial. não comparecer para avaliação médico-pericial no prazo determinado. 58 A parte individual da pensão extingue-se: I . § 7º Verificada a insubsistência dos motivos geradores da incapacidade. caberá às Coordenadorias e Agências de Previdência do IPREV SANTA CATARINA convocar o pensionista para realização de exame médico pericial. § 2º Extinta a quota pela morte do pensionista. Art.AR ou notificado por Edital. as Coordenadorias e Agências de Previdência do IPREV SANTA CATARINA encaminharão processo com solicitação de agendamento à Junta Médica Pericial das Unidades Regionais de Saúde do Servidor de sua área de abrangência. cessar-se-á o benefício de pensão por morte. terá o seu benefício suspenso de imediato. Art. 59 Não faz jus à pensão por morte o dependente que houver sido autor.para o pensionista inválido. pela emancipação ou ao completar 21 (vinte e um) anos de idade. quando citado em ação declaratória de reconhecimento de direito ao benefício de que trata esta seção. desde o trânsito em julgado da sentença condenatória. por meio de carta com aviso de recebimento . o IPREV SANTA CATARINA notificará o pensionista da suspensão do benefício por meio de expediente. II . respeitada a idade máxima de 60 (sessenta) anos. § 4º O pensionista que. ou IV . resguardará a quota correspondente ao autor. comprovadamente. § 3º Após agendamento. observado o limite temporal mínimo de 02 (dois) anos e máximo de 05 (cinco) anos. será devido o décimo terceiro proporcional aos meses em que obteve o benefício. § 1º Extingue-se a pensão por morte quando extinta a cota-parte devida ao último pensionista. pela cessação da invalidez.pela morte do pensionista.para o pensionista menor.§ 1º No laudo médico pericial conclusivo de cada reavaliação constará a data limite para a reavaliação subseqüente. ainda que na forma tentada.AR. 109 . § 6º Na situação mencionada no § 4º deste artigo. Art. co-autor ou partícipe de homicídio doloso contra a pessoa do segurado. nos casos em que houver concorrência de beneficiários.

de 29/07/1986. Lei nº 6. Memorando 2050121/004/2002 – Serviço de Benefícios da Previdência Social. Normas e Orientações da Perícia Médica do Estado de São Paulo – 2ª edição. 2005. Regulamento do Regime Próprio de Previdência do Estado de Santa Catarina – 2009. 1993.843. de 28/07/1986. Manual de Normas Técnicas Médico-Periciais – 1ª edição. 1995.745. Estatuto do Magistério. 1990. Informativo – Anamt nº 11 – Trabalho de Pessoa Portadora de Deficiência – Normas Legais. Portaria nº 437 da Secretaria Gerald a Presidência da República. Estatuto da Polícia Civil. Regime Próprio de Previdência dos Servidores do Estado de Santa Catarina – 2008. Lei nº 6. Abelardo Ulivres – Avaliação Médico Pericial – III Congresso Brasileiro de Perícias Médicas. 110 . de 28/12/1985. Classificação das cardiopatias: New York Heart Association. Maria de Farias.844. Lei nº 6. 2002. 2006. Atlanta – USA. Manual de Procedimentos Técnicos da Junta Médica Oficial de Santa Catarina. 2000.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Centers For Disease Control (CDC). Estatuto do Servidor Público do Estado de Santa Catarina. Consenso Nacional Sobre Voz Profissional – 2004 Resoluções e Pareceres do Conselho Federal de Medicina – 2008. Manual de Avaliação das doenças e afecções que excluem a exigência de carência para concessão de auxíliodoença ou de aposentadoria por invalidez. 1991. Manual de Pericia Médica do Ministério da Saúde – 2ª edição.

Nadia Maria Hallack Porto Dr. Manuela Mendonça Lisboa Beirão FINALIZAÇÃO: Dr. Júlio Coutinho Filho Dr. Nicolau Heuko Filho Dra. Júlio Coutinho Filho Dr. Maria Cristina Remor Moritz Dra. Maria Cristina Remor Moritz SEGUNDA EDIÇÃO: ATUALIZAÇÃO DA PRIMEIRA EDIÇÃO: Dra. Jorge Luiz Tramujas Dr. Olandim Queiroz da Fonseca Filho APOIO ADMINISTRATIVO: Gilberto Dacoréggio Jeremias Lauricéia Maciel Leal Maria Emília Luz REVISÃO TÉCNICA: Dr. Nicolau Heuko Filho Dr. Roque Luiz Santana Dra.ELABORAÇÃO DO MANUAL PRIMEIRA EDIÇÃO: GRUPO DE TRABALHO: Dra. Raquel Dutra Costa Dr. Andressa Tribeck Ferreira Tomaz Dra. Nicolau Heuko Filho 111 . Andréia Figueiró da Silva Barcellos Dra. Nadia Maria Hallack Porto – Coordenadora do Trabalho Dr. Jorge Luiz Tramujas Dr. Luiz Ricardo Rau Dra.