PROPOSTA DE MANUAL DE PERICIA MÉDICA

ÍNDICE GERAL

DECRETO ____________________________________________________________________________1 ÍNDICE GERAL _______________________________________________________________________ 2 APRESENTAÇÃO _____________________________________________________________________ 4 INTRODUÇÃO A SEGUNDA EDIÇÃO____________________________________________________ 5 EXAMES PERICIAIS __________________________________________________________________ 7 EXAME PERICIAL PARA ADMISSÃO ________________________________________________ 8

LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE ______________________________ _______________ 13 LICENÇA DECORRENTE DE ACIDENTE NO TRABALHO OU DOENÇA PROFISSIONAL _______ 25 LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE EM PESSOA DA FAMÍLIA______________________ 27 LICENÇA Á GESTANTE _______________________________________________________________ 30 READAPTAÇÃO FUNCIONAL _________________________________________________________ 33 REMOÇÃO __________________________________________________________________________ 37 APOSENTADORIA POR INVALIDEZ ____________________________________________________ 39 ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA _____________________________________________________ 59 ISENÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA ________________________________________62 REVERSÃO DE APOSENTADORIA ______________________________________________________63 INTEGRALIZAÇÃO DE PROVENTOS____________________________________________________ 64 SALÁRIO TRIPLO _____________________________________________________________________65 BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS_______________________________________________________ 67 INCLUSÃO EM PLANO DE SAÚDE ______________________________________________________70 AVALIAÇÃO PERICIAL EM JUNTA MÉDICA _____________________________________________71 PROCEDIMENTOS TÉCNICOS __________________________________________________________71 ANÁLISE DE PROCESSOS PARA DECLARAÇÃO DE INVALIDEZ EM QUITAÇÃO DE IMÓVEIS_71

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RESPOSTAS A QUESITOS EM PROCESSOS JUDICIAIS E ADMINISTRATIVOS ________________ 71 AÇÕES DE MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO ____________________________________ 71 ANEXO I - LEGISLAÇÃO QUE TRATA DO INGRESSO DE CANDIDATOS QUE APRESENTAM NECESSIDADES ESPECIAIS _____________________________________________________________72 ANEXO II – TABELA DE SNELLEN _____________________________________________________ 77 ANEXO III – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PORTADOR DE SIDA/AIDS ___________________ 78 ANEXO IV – INSTRUÇÃO NORMATIVA - POSSE NO CARGO COMICOMISSIONADO/ACT_____ 80 ANEXO V – INSTRUÇÃO NORMATIVA - AUXILIO DOENÇA CARGO COMISSIONADO/ACT___83 ANEXO VI – CONSENÇO NACIONAL SOBRE VOZ PROFISSIONAL __________________________87 ANEXO VII - REMOÇÃO DURANTE ESTÁRIO PROBATÓRIO (PARECER JURPIDICO) _________ 92 ANEXO VIII – APOSENTADORIA DURABTE ESTÁGIO PROBATÓRIO (PARECER JURÍDICO) ___94 ANEXO IX – EXAME ORTOPÉDICO – ORIENTAÇÕES PRÁTICAS ___________________________ 95 ANEXO X - RESSARCIMENTO DE DESPESAS DECORRENTES DE ACIDENTE EM SERVIÇO___ 101 ANEXO XI – RESOLUÇÃO CFM Nº. 1851/2008 ____________________________________________ 102 ANEXO XII - REGULAMENTO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO_________105 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ______________________________________________________ 111 ELABORAÇÃO DO MANUAL __________________________________________________________ 112

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APRESENTAÇÃO

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A saúde adquire assim. mental. mas sim. saúde era estar em harmonia com a natureza. Não obstante esse caráter humanitário e holístico proposto por diversas civilizações no decorrer da história. exprimindo. as quais são conseqüências das adaptações ao ambiente em que vivem os indivíduos. 1999). a saúde era uma condição de equilíbrio do corpo “mens sana in corpore sano”. SAÚDE DO SERVIDOR Para caracterizar o caráter holístico de saúde que irá nortear este manual. o que levou a uma concepção de saúde curativa e não preventiva. não apenas como ausência de doença. sendo a saúde percebida. torna-se necessário buscar a definição de saúde do servidor. A saúde. É uma exigência principal do mercado. Para os índios Norte Americanos. Os chineses antigos acreditavam que saúde era o reflexo de uma força chamada "QI" (Edelman 1986). quem tem “saúde suficiente” para executar o trabalho requerido. dentro dos conceitos de higiene e segurança do trabalho (Mendes. que se insere em uma das áreas da Saúde Pública e tem como objetivos primordiais à promoção e a proteção da saúde do trabalhador. trabalho. A Constituição de 1988 avançou no campo do trabalho e da saúde. por meio do desenvolvimento de ações de vigilância dos riscos dos agravos e da organização e prestação da assistência aos trabalhadores. acesso aos serviços de saúde”. cujo foco primário concentrou-se na doença e na incapacidade. focado tão somente na capacidade laboral do servidor. norteador deste manual. tem sido definida por diversos modos. Na Grécia antiga. mental e social e não somente a ausência de doença ou enfermidade. buscando complementa-lo e manter os serviços de perícia médica estadual continuadamente atualizados. tratando a saúde como questão de direito. CAPACIDADE LABORATIVA Capacidade laborativa pode ser considerada o ter saúde suficiente ou mínima para o trabalho. A produção não necessita de trabalhadores saudáveis. a postura médica em função dos custos crescentes deste modelo. no início do século XX. a Organização Mundial de Saúde introduziu uma dimensão mais qualitativa de saúde em sua definição: saúde é um estado de completo bem estar físico. lazer e liberdade. mas sim. Essa visão perdurou durante todo o século XX. talvez influenciada por uma visão positivista. O conceito de “Promoção de Saúde”. emocional. no decorrer da construção do processo sociocultural da humanidade. SAÚDE . como “resultante das condições de alimentação. espiritual e físico. salário. transporte. discussão e aprimoramento técnico da primeira edição do Manual de Perícia Médica. a medicina ocidental. dessa forma. educação. começou a mudar para uma visão mais holística e completa do que é saúde. compreendendo procedimentos de diagnóstico.CONCEITUAÇÃO BÁSICA Ao propormos a revisão deste manual que trata de procedimentos para os serviços de saúde dos servidores públicos estaduais. construíram um modelo de saúde compartimentalizado. Somente na década de 1990. Em 1946. e a Saúde do Trabalhador ultrapassa os limites com os quais vinha trabalhando. uma idéia de interdisciplinaridade.INTRODUÇÃO A SEGUNDA EDIÇÃO O presente trabalho é resultado do estudo. o que exigirá um preparo amplo e uma visão abrangente dos profissionais de saúde envolvidos. amplia o espírito do direito administrativo vigente. meio ambiente. tratamento e readaptação funcional de forma integrada. ou numa definição mais contemporânea: saúde é a qualidade de vida envolvendo as aptidões individuais do ponto de vista social. é essencial analisar o significado de “saúde sob uma perspectiva histórica”. status de direito social. e só vende sua força de trabalho. de indivíduos que possam garantir a 4 . emprego.

se necessário. função ou emprego. No critério de avaliação da capacidade laborativa.produtividade esperada.a incapacidade laborativa pode ser temporária ou permanente: a) considera-se temporária a incapacidade para a qual se pode esperar recuperação dentro de prazo previsível ou não. b) considera-se incapacidade permanente aquela insuscetível de alteração com os recursos da terapêutica. função ou emprego do examinado. INVALIDEZ Entende-se por invalidez a incapacidade laborativa total.o que importa é a sua repercussão no desempenho das atividades. considerando o aspecto sócio-econômico do servidor . não significa a existência de incapacidade laborativa . sob determinadas condições em que ele é executado pelo servidor. entre outros.a incapacidade laborativa pode ser parcial ou total: a) considerar-se-á como parcial o grau de incapacidade que ainda permita (capacidade residual) o desempenho de atividade laboral. Este também foi o entendimento do Conselho Federal de Medicina ao publicar a Resolução CFM 1851/08 em 18/08/08. mas a saúde necessária à produção” como enfatiza Ribeiro (1999). exame físico. c) omniprofissional . exames laboratoriais e. histórico ocupacional. salvo e objetivo exceto em situações transitórias. o médico perito deve levar em conta a relação entre a patologia apresentada e a incapacidade para o trabalho. a possibilidade de agravamento da doença. pelos servidores do cargo. o meio de transporte que utiliza. por si só. A avaliação pericial da capacidade laborativa é destinada a responder aos quesitos estabelecidos. não permitindo atingir a média de rendimento. deverão ser as mais rápidas possíveis.profissional .é aquela em que o impedimento alcança apenas uma atividade específica. insuscetível de recuperação ou readaptação profissional. b) multiprofissional . que a continuação do trabalho possa acarretar. que será apresentada ao longo deste Manual. dentro do critério de avaliação da incapacidade. Quanto à profissão .é aquela que implica a impossibilidade do desempenho de toda e qualquer atividade laborativa. em conseqüência de doença ou acidente. avaliação psico-social e verificação de causalidade com a ocupação atual e passada (nexo-causal) e outras julgadas assim como observância dos dispositivos legais. pareceres de outros profissionais de saúde. Esse conceito tem caráter teórico. b) considerar-se-á incapacidade total a que gera a impossibilidade de desempenho de atividade laboral.a incapacidade laborativa pode ser: a) uni . readaptação e reabilitação disponíveis à época da avaliação pericial. porém sem risco de vida ou agravamento maior. por exemplo. e a possibilidade de ser acompanhado ou não ao local de trabalho. por tornar o servidor incapaz de prover a sua subsistência e /ou a realização das atividades da vida diária. 5 . Quanto à duração . O conceito de incapacidade deve ser analisado quanto ao grau. Quanto ao grau . atendendo aos conceitos e aos critérios legais e padronizados neste Manual. com restrições. “O que importa não é saúde do trabalhador. Deverão ser sempre considerados. permitindo-se diagnósticos sindrômicos ou sintomáticos diante de incapacidade. As conclusões da avaliação da incapacidade. deve-se considerar os seguintes elementos: alterações mórbidas obtidas por meio da anamnese.bem como a possibilidade. bem como o risco de vida para a pessoa ou para terceiros.é aquela em que o impedimento abrange diversas atividades profissionais. alcançada em condições normais. A presença da doença. INCAPACIDADE LABORATIVA Entende-se por incapacidade laborativa a impossibilidade de desempenho do servidor de atividades específicas ao seu cargo. permanente e omniprofissional. Na avaliação da capacidade laborativa e suas conseqüências. assim como da sua suspensão. decorrentes das alterações patológicas conseqüentes aos agravos apresentados. A incapacidade permanente ou invalidez acarreta a aposentaria. com base em exame pericial. à duração e à profissão ou função desempenhada. como no caso da concessão ou não da licença médica para tratamento de saúde.

o prognóstico. 3º da Resolução CFM nº 1. Nas avaliações médico-periciais deve-se observar: 1) Os laudos. 4) A RESOLUÇÃO CFM nº 1. Os campos não utilizados deverão ser anulados. invalidez definitiva.851/2008 – DOU: 18. que normatiza a emissão de atestados médicos e dá outras providências. bem como deverão conter a data de emissão. a quem cabe legalmente a decisão do benefício previdenciário. que complementará o parecer fundamentado do médico perito.08. bem como registro de dados de maneira legível. o provável tempo de repouso estimado necessário para a sua recuperação. que norteia a sua concessão. Código de Ética Médica e Código Penal. A análise de qualquer solicitação de benefício terá que seguir obrigatoriamente as legislações vigentes.437/77. que trata das infrações e penalidades na área sanitária. Os exames periciais deverão ser realizados nas unidades periciais mais próximas ao local onde reside o servidor. os resultados dos exames complementares. relatórios ou quaisquer documentos relativos à situação de Saúde/Doença dos servidores deverão ser emitidos de forma clara e legível. as conseqüências à saúde do paciente.EXAMES PERICIAIS A realização dos diversos exames médico-periciais dos servidores do poder executivo do Estado de Santa Catarina é de competência da Diretoria de Saúde do Servidor. a assinatura com carimbo e CRM do médico perito. readaptação. tais como: aposentadoria. Isto contribuiu para que a Comissão de Defesa do Consumidor aprovasse em 3/12/08. que considera infração sanitária o preenchimento de receitas e prontuários médicos de forma ilegível ou que possa induzir a erro. Quando o atestado for solicitado pelo paciente ou seu representante legal para fins de perícia médica deverá observar: o diagnóstico. de 13 de fevereiro de 2002. identificando o emissor. 3) Prontuários mal preenchidos impossibilitam investigações nos casos de erros e de omissões cometidos por profissionais de saúde. 2) Os campos dos documentos relativos à situação de Saúde/Doença do servidor deverão ser completamente preenchidos. do deputado Cezar Silvestri (PPS-PR).658. com o maior número de informações relativas à situação do servidor. a conduta terapêutica. Tal preenchimento é de competência e responsabilidade exclusivas do médico perito. A proposta modifica a Lei 6. 6 . Pareceres e Resoluções).2008.”“. o Projeto de Lei 3310/08. mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina. Estas recomendações seguem legislação relativa à matéria do Conselho Federal de Medicina (Leis. alterou o art.

readmissão. pelo período que perdurar o impedimento. que estabelecerá o enquadramento técnico como efetivo portador. cabendo finalmente à Gerência de Perícia Médica a definição da capacidade laborativa para a vaga já definida pela referida Comissão. III – LEGISLAÇÃO: a posse do servidor deverá obedecer ao que determina: A) Estatuto dos Servidores Públicos do Estado (Lei Nº.A requerimento do interessado. 13. para fins de admissão. de acordo com a Instrução Normativa 001/2003 e 005/2003 (Anexo IV). entretanto. com enfoque nas exigências específicas do cargo a que se propõe. 14. tendo como base os parâmetros técnicos corroborados pela experiência pericial e clínica. com licenciamentos freqüentes e aposentadorias precoces. precedido de prova de capacidade física e mental para o exercício do magistério. dirigido à autoridade competente para dar posse. 6844/1986): Art. incipientes ou compensadas. O ingresso de candidato que apresenta necessidades especiais é regulado por lei específica (Anexo I). em caso de doença. em todas as suas formas (nomeação. aumento de carga horária e reversão). considerando-se que as doenças eventualmente diagnosticadas. nos aspectos não relacionados às suas limitações. aumento de carga horária e reversão) em se tratando de servidor púbico ocupante de cargo efetivo. contados da publicação do ato de nomeação no Diário Oficial do Estado. Para os servidores temporários e/ou comissionados. 6745/1985): Art. salvo quando se tratar de funcionário público em efetivo exercício. ou. não venham a se agravar nem predispor as outras situações que provoquem permanência precária no trabalho. A posse se dá no prazo de 30 (trinta) dias. quando também iniciar-se-á o exercício. A posse em cargo de provimento em comissão será precedida de exame de saúde. Art. readmissão. permanecem as regras determinadas pelo correspondente órgão previdenciários (INSS). deverá ser feito um prognóstico de vida laboral. II – OBJETIVO: No exame médico-pericial do servidor efetivo. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. 23. Por ocasião do exame admissional é obrigatório que o candidato à vaga de portador de necessidade especiais apresente o “Laudo da Comissão Interdisciplinar” regularmente constituída por cada secretaría. A posse terá lugar no prazo de 30 (trinta) dias da data da publicação do ato de nomeação no Diário Oficial.EXAME PERICIAL PARA ADMISSÃO I – CONCEITO: É o exame médico-pericial realizado para todas as formas de admissão (nomeação. o prazo para a posse poderá ser prorrogado por mais 30 (trinta) dias ou enquanto durar o impedimento. nos termos deste Estatuto. Tem-se pôr empossado o membro do magistério após a assinatura do termo de compromisso. esse prazo pode ser prorrogado pôr até 30 (trinta) dias. com base na legislação estadual e federal. Art. § 1° . 25. O candidato deve ser avaliado no seu aspecto geral. devendo-se seguir a rotina do exame pericial para admissão. 7 . se estiver comprovadamente doente. § 1º A requerimento do interessado. devendo para tal apresentar Atestado de Saúde Ocupacional (admissional) emitido por médico legalmente habilitado. realizada pôr órgão médico oficial.

C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. Física. inapto ou com incapacidade temporária. Neste caso a reavaliação do candidato será feita por Junta Médica. 20. Raios-X de coluna lombo – sacra e bacia Para Todos Para Todos Para Todos Para Todos Professores de Ed. devendo constar no mesmo as assinaturas e carimbos do perito examinador e revisor. Em qualquer dúvida. podendo o interessado solicitar recurso. 1. A relação desses exames. o candidato poderá ser considerado: apto. VI – RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: De acordo com o resultado da avaliação médico-pericial. § 1º Este prazo pode ser prorrogado. A posse se dá no prazo de 30 (trinta) dias contados da data da publicação do ato de nomeação pelo Diário Oficial do Estado. Sangue: Hemograma Glicemia Sorologia para Lues 2. tendo em vista a constante evolução técnico-científica. deverá o perito subsidiar seu parecer com outros exames complementares e/ou pareceres especializados que achar necessário. 6843/1986): Art. Quando “APTO”. o laudo será encaminhado ao setorial de pessoal para conhecimento. solicitados de acordo com a atividade a ser exercida e com as normas vigentes por ocasião da admissão. ser submetido a exame físico completo e ter seus exames complementares obrigatórios avaliados criteriosamente. IV – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICIAL: Constará de exame clínico e análise de exames complementares. enquanto durar o impedimento. Raios-X de Tórax 4. O laudo contendo o resultado da avaliação será expedido em 2(duas) vias. Audiometria Laringoscopia indireta OBS: A critério do médico perito poderão ser solicitados outros exames. Todo candidato deverá ter sua história mórbida pregressa devidamente pesquisada. em caso de doença. no máximo por mais 30 (trinta) dias. assim como os formulários utilizados. ECG e audiometria/laringoscopia) e 90 dias para exames radiológicos. a primeira via do laudo será entregue ao interessado. Se o candidato for considerado “INAPTO”. 8 . pela autoridade competente para dar posse a requerimento do interessado ou. Merendeira Artífice I e II Agente de Atividade de Saúde Agente de serviços gerais Auxiliar de sala Professores efetivos Auxiliares de sala 6. O prontuário completo do exame admissional deverá ficar arquivado junto à Gerência de Perícia Médica. ECG – eletrocardiograma com laudo (acima de 35 anos) 5. Parcial de Urina 3. deverão ser atualizados periodicamente. V – EXAMES COMPLEMENTARES: os exames necessários para a posse do servidor efetivo estão relacionados no quadro abaixo. tendo estes validade de 60 dias (para exames laboratoriais.

ritmo juncional ou auricular esquerdo. que incapacitem total ou parcialmente para as atividades do cargo pleiteado. conforme determinação estatutária. será concedido um prazo para tratamento a critério do perito. não serão consideradas incapacitantes para o ingresso na função pública.3 e 0. conforme previsto no Estatuto. As oftalmopatias monoculares. permite o ingresso em cargos que não exijam visão binocular. recomenda-se à solicitação de exames complementares específicos para o tipo de tarefa a ser realizada.05 até percepção da luz ou com campo visual só no ponto central da fixação. é considerada “cegueira legal”. Abaixo de 0. Nestes casos será enviado ofício comunicando o setorial e o servidor. Ausência absoluta de percepção da luz é a “cegueira absoluta”. munido do documento de identidade e resultados dos exames complementares realizados. ou campo visual muito reduzido. radiológicos e eletrocardiográficos). Nos cargos que impliquem exigência de esforços físicos acentuados. A acuidade visual mínima pela escala de Snellen (Anexo II). sendo necessário avaliar: acuidade visual sem e com correção. congênitas ou adquiridas. não será admitido o portador de doenças cardíacas congênitas ou adquiridas com alterações hemodinâmicas. VII – OPERACIONALIZAÇÃO: após realização dos exames complementares. mesmo que momentaneamente compensadas. na ausência de sinais de cardiopatia (comprovada por dados clínicos. 9 . podendo este prazo ser prorrogado. levantamento e/ou transporte de pesos. o candidato deverá solicitar ao setor de Recursos Humanos do órgão de origem da futura lotação. não deverá ser inferior a 20/40 no olho de menor visão quando for indispensável à exigência de visão binocular e nunca inferior a 20/70 quando a visão monocular for suficiente. extrassistolia isolada (até 5pm). o agendamento junto a Gerência de Perícia Médica para realização do exame médico admissional. tonometria e senso cromático. síndrome de Wolff Parkinson White. Estas mesmas arritmias acompanhadas de algum sinal de cardiopatia e as demais arritmias serão sempre analisadas em função da sua repercussão hemodinâmica e em face da cardiopatia que as origina. que não interferirem na acuidade visual do olho normal.Ao candidato que eventualmente apresentar “INCAPACIDADE TEMPORÁRIA” por problemas passíveis de resolução. As seguintes arritmias: bradicardia sinusal. com a melhor correção possível. cegueira e cegueira legal são impeditivas para o ingresso no serviço público. bloqueio de ramo direito do feixe de Hiss. do prognóstico clínico e das funções inerentes ao cargo pleiteado. esteja entre 0. fundo de olho. Do ponto de vista cardiológico. exceto para os candidatos a vagas destinadas a portadores de necessidades especiais. da necessidade de reavaliação após o tratamento. O exame oftalmológico é indispensável para o ingresso em determinados cargos públicos. ocasião que deverá comparecer na data e horário previamente agendado. A visão subnormal. VIII – CONSIDERAÇÕES GERAIS: Na avaliação ortopédica será considerado inapto o candidato que apresentar afecção congênita ou adquirida do sistema osteoarticular ou muscular.05. A OMS classifica como visão subnormal àquela acuidade visual que no melhor olho. com ou sem correção de lentes. mesmo se a acuidade central não estiver comprometida. bloqueio da divisão ântero-superior (BDAS) e hemibloqueio de ramo direito (BIRD). As demais alterações osteo-musculares devem ser avaliadas do ponto de vista da limitação funcional que acarretem. desde que haja compatibilidade com a função.

considerando-se ainda o estadiamento clínico. metástase e seqüelas do tratamento. a aptidão vai depender da avaliação especializada da situação atual. há necessidade de acuidade visual mínima de 20/40 pela escala de Snellen no pior dos olhos. policial e demais atividades que impliquem em porte de arma. serão impeditivas para o ingresso. deverá ter sua capacidade laborativa avaliada de acordo os critérios internacionalmente aceitos (Anexo III). O candidato diabético será considerado apto quando em tratamento clínico e compensação metabólica. vasculares e neurológicas. porém aquele que já apresentar repercussões clínicas da Síndrome da imunodeficiência adquirida-AIDS. São consideradas impeditivas para o ingresso no serviço público. Laboratoristas. desde que não apresente alterações oftalmológicas. Para o ingresso no cargo de investigador. farmacêuticos. 2000 e 3000 HZ. 1000. O candidato HIV reagente. não interfiram na visão e não sejam produzidas por distrofias heredo-familiares. estando a aptidão diretamente relacionada com a complexidade e risco do cargo pleiteado. é considerado apto para ingresso. no pior dos olhos. odontólogos. considerar-se-á a existência de Incapacidade temporária até que se comprove a recuperação anatômica e funcional das cordas vocais. radioterápico ou imunossupressor. papiloscopistas. recidiva da doença. intercorrência ou associação com outra entidade mórbida. desde que tais alterações de córnea. radiologistas. sendo sempre indispensável à existência de visão binocular. delegado e escrivão de polícia. prognóstico. As disfonias e disacusias (ler Anexo VI). aferida por audiograma nas freqüências de 500. A existência de quadro neurológico de caráter evolutivo ou mesmo estabilizado. deverão ter visão binocular e um mínimo 20/30 de acuidade visual pela escala de Snellen com ou sem correção no pior dos olhos. é impeditivo para o ingresso. 10 . por exemplo: guarda rodoviário. além de antecedentes de tratamento ou internação psiquiátrica. recomenda-se necessidade de parecer neurológico. Na ocorrência destes antecedentes e/ou indícios de internação psiquiátrica. deverão ter visão binocular e acuidade visual não inferior a 20/40. alterações que interferem diretamente no exercício de atividades que exijam a plenitude do uso da audição e voz. eletricista. com ou sem correção. Na referência de antecedente de crises convulsivas. aviadores. sendo considerados aptos àqueles que não apresentarem seqüelas incapacitantes originadas desta doença. deverão ser avaliadas considerando os laudos de laringoscopia indireta e audiometria.O portador de nubéculas ou leucomas terá seu ingresso permitido. datiloscopistas. químicos. das seqüelas existentes e do grau de complexidade da função que irá exercer. as deficiências auditivas onde se constate perda bilateral parcial ou total de 41 decibéis ou mais. Neoplasias malignas na vigência de tratamento quimioterápico. Quadros de tuberculose ativa deverão ser tratados e reavaliados após o tratamento. gráficos e fotógrafos. As doenças alérgicas em geral não são impedimento para admissão a não ser quando houver alguma complicação. As disfunções tireoideanas compensadas permitem o ingresso. motorista. assintomático. Maculopatias serão permitidas desde que a visão não seja inferior a 20/40 no melhor olho e que o cargo não exija visão binocular. Linotipistas. Os transtornos de senso cromático contra-indicam o ingresso para todos os cargos em que haja necessidade de diferenciar cores. Nas disfonias passíveis de tratamento. mas com graves seqüelas. Sintomas e sinais de doenças mentais deverão ser observados no candidato a ingresso. médicos oftalmologistas.

forma da doença e tratamento. de acordo com o conhecimento clínico pericial do examinador. Quadros comprovados de hepatopatias crônicas com insuficiência hepática são impeditivos para o ingresso.O candidato com diagnóstico de hanseníase será avaliado quanto a sua situação clínica atual. nortearão a concessão ou não da aptidão. sendo que o prognóstico e as seqüelas decorrentes. 11 . Outras situações detectadas no exame médico pericial para fins de ingresso. Ainda persistindo dúvidas quanto à situação avaliada. deverão ser avaliadas. deverá o perito examinador solicitar composição de Junta Médica para reavaliação e parecer conclusivo. subsidiado de exames complementares e pareceres especializados.

o servidor deverá solicitar prorrogação do benefício junto ao INSS. § 2° . tal benefício deverá ser avaliado pelo órgão previdenciário competente (INSS). § 1° . II .Será admitido laudo de médico ou especialista não credenciado. o segurado considerado inválido para o serviço público em geral será aposentado por invalidez. 12 . no prazo de até 60 dias a contar do último dia de afastamento. as quais poderão ser abonadas pela chefia imediata... independente do período decorrido desde o término na licença anterior (regulamentado pela Instrução Normativa 010/2004/DIRH/DAPS/SEA – Anexo V). II – OBJETIVO: O servidor tem direito à licença médica para tratamento quando um problema de saúde o impedir de exercer suas atividades no trabalho. mediante manifestação de perícia médica oficial. Art. como se fosse uma licença inicial. poderá ser compulsoriamente licenciado. B) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº. Art. podendo ser prorrogada uma única vez por igual período. I . Art.a licença para tratamento de saúde será concedida por até 2 (dois) anos.. mediante a homologação do órgão médico oficial. subsidiariamente. § 1° . por outros especialistas. a juízo do órgão sanitário.O funcionário portador de doença transmissível. pela mesma situação clínica. enquanto durar essa condição. Para concessão da licença é indispensável o exame médico pericial. esteja momentaneamente incapacitado para exercer suas funções. Não serão objeto de avaliação as licenças de até três dias/mês. Os servidores com contrato temporário ou comissionado terão apenas seus primeiros quinze dias de afastamento avaliados pela Gerência de Perícia Médica. 412. 60 .LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE I – CONCEITO: É a licença solicitada para o servidor que. o servidor será avaliado pela Gerência de Perícia Médica. ser objeto de exame pericial a ser realizado pela Gerência de Perícia Médica. de 26 de junho de 2008 – IPREV. 66 – A licença para tratamento de saúde será concedida por iniciativa da Administração Pública ou a pedido do funcionário ou de seu representante. 6745/85): Art.Incumbe a Chefia imediata promover a apresentação do funcionário à inspeção médica. por motivo de doença comprovada. e na necessidade da prorrogação deste. Em caso de novo benefício. Em se tratando de outra patologia. III – LEGISLAÇÃO: a licença para tratamento de saúde tem por base legal: A) Lei Complementar Nº.O funcionário licenciado não poderá recusar a inspeção médica. que determinará o prazo da mesma. e III . 65 . sob pena de suspensão da licença.o período compreendido entre o término da licença para tratamento de saúde e a publicação do ato de aposentadoria por invalidez será considerado como de prorrogação da licença.expirado o período máximo de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. 67 – A inspeção médica será feita por intermédio de órgão médico oficial e.. devendo este.

6844/86): Art. 68 – Fica impedido o funcionário licenciado para tratamento de saúde de exercer atividades remuneradas.O tempo necessário à inspeção é considerado como de licença para tratamento de saúde. o membro do magistério se abstém de atividades remuneradas sob pena de interrupção da licença. sob pena de serem considerados os dias de ausência como faltas injustificadas.§ 2° .O membro do magistério não pode permanecer em licença para tratamento de saúde por prazo superior a 24 (vinte e quatro) meses.Na hipótese do parágrafo anterior. 111 . Art. Art. Art. pode ser admitido laudo médico particular. caso se julgue em condições de reassumir o exercício ou com direito a aposentadoria por tempo de serviço. são considerados como de licença sem vencimentos. Art. o policial civil deve assumir a exercício. sendo considerado como de licença sem vencimentos os dias em que deixou de comparecer ao serviço por haver alegado doença. como perda total do vencimento ou remuneração. 107 . Art. Art.Terminada a licença. deve concluir pela volta ao serviço. Art. 107 . o policial civil é obrigado a reassumir o exercício do cargo. 106 . salvo nos casos de prorrogação "ex-officio" ou a pedido. Art. 13 . é considerada como prorrogação para fins deste artigo. mediante homologação do órgão médico oficial.A licença é concedida pelo prazo indicado no laudo ou atestado médico oficial. sob pena de cassação da licença. Art. readaptado ou aposentado. deve ser observado rigoroso sigilo sobre os laudos e atestados médicos emitidos. verificar-se-á nova inspeção.Caso o policial civil esteja ausente do Estado. § 1º . aposentadoria ou pela readaptação. 108 . 110 . 102 . na forma deste artigo.A inspeção médica não pode ser recusada.No caso de licença para tratamento de saúde.A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias contados do término da anterior. sem prejuízo das investigações necessárias.Considerado apto. 110 . D) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº.A inspeção é feita por médicos funcionários do Estado ou por aqueles aos quais forem transferidos ou delegadas as respectivas atribuições.Quando não for homologado o laudo. cujo laudo médico. 105 . Art. 103 .No processamento das licenças para o tratamento de saúde.Findo o prazo. aposentadoria ou readaptação. Art.É integral o vencimento ou remuneração do membro do magistério licenciado para tratamento de saúde. até que se realize a referida inspeção. § 2º . até que reassuma o cargo. concluindo o laudo médico pelo retorno ao trabalho. pode o membro do magistério requerer inspeção médica. Art. 106 . caso o membro do magistério esteja ausente do Estado. o membro do magistério deve reapresentar-se a nova inspeção. C) Estatuto do Magistério Público de Santa Catarina (Lei Nº. Parágrafo único . Art. § 3º .Findo o prazo de licença. ao critério de Junta Médica Oficial. 109 . Art.Os dias correspondentes à perda de vencimento ou remuneração de que trata este artigo. sob pena de suspensão de pagamento do vencimento ou remuneração. o período de ausência ao trabalho será considerado como de licença para tratamento de interesses particulares. 101 . o membro do magistério reassume o exercício. ou de aposentadoria.Poderá ser aceito laudo de médico e especialistas não credenciados. Parágrafo único . prorrogação do afastamento. ou laudo só produzirá efeito após homologação pela Junta Médica Oficial.A licença é concedida pelo prazo indicado no laudo ou atestado da Junta Médica Oficial. inclusive quanto à responsabilidade do médico atestante. quando será. 109 . 108 . prorrogação de licença. 6843/86): Art.O tempo necessário à inspeção é considerado de licença.Não sendo homologado o laudo.No curso da licença. Parágrafo único .

o policial civil reassume o exercício. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: De posse do(s) atestado(s) médico(s). Art. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICIAL: Para concessão da licença é indispensável o exame médico pericial. documento de identidade. mas sim da situação clínica no momento do exame e sua relação com a natureza do serviço exercido pelo servidor. 111 . Poderá ser concedida licença para tratamento de saúde retroativa desde que existam elementos para justificá-la.No processamento das licenças para tratamento de saúde. correm por conta do Estado as despesas de tratamento médico e hospitalar. a inspeção é feita por Junta. pode a Junta Médica Oficial considerando irrecuperável o doente. A licença será negada nos casos injustificados. 114 .É integral a remuneração do policial civil licenciado para tratamento de saúde. que determinará o prazo da mesma. realizados sempre que possível.O policial civil não pode se recusar à inspeção médica. 118 . Art. 112 . onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. com perda total da remuneração até que reassuma o cargo. agendamento para avaliação médica pericial junto a Gerência de Perícia Médica. munido do atestado médico. no prazo de no máximo 48 horas úteis a partir da data de início do afastamento. sob pena de serem considerados como faltas os dias de ausência. o policial civil se abstém de atividades remuneradas sob pena de interrupção da licença. 119 . Art. sob pena de ter suspenso o pagamento dos vencimentos até que se realize a referida inspeção. 120 . 115 . Poderá ser concedida licença para tratamento de saúde em caráter preventivo. além da remuneração. 14 . Art. Parágrafo único . conta-se como de licença sem vencimentos o período compreendido entre a data do seu término e a do conhecimento oficial do despacho denegatório. em estabelecimento estadual de assistência médica. A licença para tratamento de saúde poderá ser concedida por iniciativa da administração pública (ex-ofício). Art. é observado o sigilo sobre os laudos e atestados médicos. caso se julgue em condições de reassumir o exercício ou com direito a aposentadoria por tempo de serviço. Parágrafo único . determinar a imediata aposentadoria.No caso de licença para tratamento de saúde.Art. contagiosa ou não. é a apresentação de comprovante de tratamento realizado ou em seguimento. Art. de pelo menos 3 (três) médicos. visto que a incapacidade não decorre apenas da doença diagnosticada.Considerado apto em inspeção médica. atuem como agravante da enfermidade ou como fator de risco para o servidor ou para terceiros. a pedido do servidor ou de seu representante legal.Na hipótese de que trata este artigo. Parágrafo único . 116 .No curso de licença pode o policial civil requerer inspeção médica. em situações especiais onde às condições do trabalho realizado.Nos casos de acidentes de trabalho e de doença profissional.A licença superior a 3 (três) dias depende de inspeção realizada por Junta Médica Oficial. A licença poderá ser interrompida em procedimento ex-ofício ou a pedido do servidor.O pedido de prorrogação é apresentado antes do fim do prazo de licença. e que imponha cuidados permanentes. com prazo superior a três dias/mês.Os dias correspondentes à perda da remuneração de que trata este artigo são considerados como licença sem vencimentos. Uma das condições para concessão da licença e/ou sua prorrogação. se indeferido. o servidor deverá solicitar junto à chefia imediata.Em caso de doença grave. Art. 117 . se considerado apto para retorno ao trabalho após reavaliação pericial. Art.

com as devidas comprovações técnicas que impossibilitaram o referido comparecimento. sem que este ato implique na necessidade de novo atestado emitido pelo médico assistente. que deverá ser solicitado por escrito ao supervisor médico ou gerente de perícia médica. mediante justificativa técnica. No caso do servidor não concordar com o resultado deste exame.ficha de afastamento (emitida pelo órgão de origem e assinada pela chefia imediata) e exames complementares (quando houver) que justifiquem sua incapacidade laborativa. sempre que este esteja acessível ao serviço de perícia médica. nos termos do art. caso o período do atestado de saúde atingir até dois períodos de escala no mês. sem o qual. Os pedidos de reconsideração poderão gerar indeferimentos ou agendamento para nova avaliação pericial com outro perito ou Junta Médica. o CREM (Comunicado do Resultado do Exame Médico).se em exercício nas escalas de 6 horas diárias ou 4 horas diárias. obedecendo ainda os seguintes critérios: . de acordo com situação clínica. etc.se em exercício na escala de 12 horas. bem como o indicativo de alta pericial (ao término da referida licença) ou a necessidade de reagendamento. V – RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: concluído o exame pericial. providenciar agendamento da avaliação médica pericial e comunicar o servidor para comparecimento. Nos casos de reagendamente. ou não. deverá o servidor encaminhar o referido atestado ao órgão do Sistema de Gestão de Recursos Humanos. o servidor recebe diretamente do médico perito que realizou o seu exame. dentro das próximas 48 horas úteis. deverá apresentar além do atestado médico comprobatório do tratamento. os exames complementares que tenha realizado. ficando sob responsabilidade do servidor. . a critério do supervisor médico ou gerente de perícia médica. A licença motivada por doença psiquiátrica deverá ser avaliada mediante a apresentação de atestado do médico psiquiatra e comprovação do tratamento. segundo New York Heart Association . Nas licenças prolongadas ou repetidas. Na eventualidade da falta ao exame pericial. tal prazo poderá ser desconsiderado. Para os servidores lotados na Secretaria de Estado da Saúde o prazo acima referenciado será de 05 (cinco) dias. com base em documentação médica robusta. mediante a apresentação de atestado de saúde do Sistema de Gestão de Recursos Humanos da unidade. Este documento deverá ser entregue à chefia imediata. sendo que acima deste período deverá ser avaliado pelo órgão médico oficial. quando houver indicação clínica.permite a distribuição das cardiopatias em Classes ou Graus assim descritos: 15 . A avaliação da capacidade funcional do coração.). a ausência laborativa gerada enquanto aguarda reavaliação pericial. no prazo de 48 horas do recebimento do atestado médico. o perito determinará a necessidade da apresentação de nova documentação médica. efetuado dentro do prazo de 48 horas da data do agendamento inicial. deverá ter resolução administrativa. bem como a autorização da realização do exame pericial por terceiros. contendo o número de dias concedidos. 26.NYHA. Em casos de extrema impossibilidade (cirurgias. da Lei 323/2006. no caso de confirmado o indeferimento da licença. cabe pedido de reconsideração. VI – CONSIDERAÇÕES GERAIS: O servidor com lesão osteoarticular e que se encontra com algum tipo de imobilização. por autorização do Supervisor Médico ou Gerente de Perícia Médica. sendo que superior a este período o servidor deverá ser avaliado pelo órgão médico oficial. até quatro dias de faltas no mês. internações. A chefia imediata deverá. tal período de afastamento. este somente será reagendado. sugere-se parecer com perito psiquiatra.

Quando uma doença alérgica se agudiza. palpitação. gestação de risco e outras situações clínicas agravantes da gestação. a princípio não existe impedimento para o retorno às suas atividades. Para o paciente que evolui bem com o tratamento e se mantém sob controle. devendo sempre ser avaliado com relação à atividade laborativa do servidor. existem mesmo em repouso e se acentuam com qualquer atividade. agrava ou complica pode gerar afastamentos. De igual maneira. A atividade Classe II – pacientes portadores de doença cardíaca que acarreta leve limitação à atividade física ordinária não provoca fadiga acentuada. a técnica empregada. que ocorrerá na unidade pericial mais próxima (no caso do mesmo encontrar-se em outra cidade do Estado de Santa Catarina) ou em outra junta médica oficial (quando o servidor encontrar-se fora do Estado de Santa Catarina). desde que este procedimento seja documentado e oficialmente solicitado pelo respectivo serviço de perícia médica. a solicitação do servidor deverá ser primeiramente encaminhada a Gerencia de Perícia Médica. a Gerência de Perícia Médica poderá efetuar a realização de exame pericial de servidores públicos lotados em outros estados da União. Nas classes I e II cabe licença para tratamento de saúde e/ou readaptação. porém pequenos esforços provocam fadiga. devem ser em geral de curta ou média duração podendo ser repetida quantas vezes se fizer necessário. • Classe IV – pacientes com doença cardíaca que acarreta incapacidade para exercer qualquer atividade física. Em caso de dúvida deverá recorrer à avaliação especializada e nos casos mais complexos. 16 . Na doença crônica com períodos de remissão. a possibilidade de complicações e a atividade exercida pelo servidor. No caso de cirurgia deve-se considerar: a doença que motivou a mesma. porém sem limitação da atividade física. Estes pacientes sentem-se bem em repouso. física. o perito poderá sugerir composição de uma Junta Médica. quando houver risco de contágio ou necessidade de recuperação da capacidade laborativa do servidor. palpitação. A liberação destes procedimentos deverá necessariamente conter a autorização por escrito do supervisor médico ou gerente de perícia médica. que providenciará documento oficial solicitando que outra junta médica oficial proceda à avaliação pericial do servidor. dispnéia nem angina de peito. • Classe III – pacientes portadores de doença cardíaca que acarreta acentuada limitação da atividade física. Na doença infecto-contagiosa a licença será concedida na fase aguda. VII – PERÍCIA EM TRÂNSITO: na eventualidade do servidor encontrar-se em tratamento médico fora do seu local de lotação. Outras afecções com solicitação de afastamento deverão ser avaliadas pelo perito examinador com base no exame clínico e exames complementares. cabendo a este referido órgão a emissão de documento informando o número de dias concedidos (ou não) após a conclusão do exame pericial. Eles se sentem bem em repouso. palpitação. poderá ser realizada perícia em trânsito. a licença será concedida somente em fase de reagudização. Os sintomas de fadiga. palpitação. dispnéia ou angina de peito. mas a atividade física comum provoca fadiga. As licenças concedidas em ameaça de abortamento. relacionando a limitação apresentada com a atividade exercida pelo servidor. dispnéia ou angina de peito.• • Classe I – pacientes com doença cardíaca. dispnéia ou angina de peito. No caso de avaliação fora do Estado.

(Pós Cirurgia) Neoplasias "In-Situ" . Devido Opiáceos 17 .VIII .Tipo A Hepatite Viral Aguda .1 B-18 B-20 B-23 B-24 C-39 C-41 C-43 C-44 C-50 C-55 C-61 C-67 C-73 C-81 C-83 C-92 D-(10 a 36) D-(00 a 09) D-50 D-(60 a 64) D-69 E-(02 a 03) E-06 E-05 E-07 E-10 E-11 E-14 E-(40 a 46) E-(50 a 64) F-10 F-11 Gastroenterite Tuberculose Hanseníase Coqueluche Erisipela Varicela Herpes Zoster Hepatite Viral Aguda .Calórica Outras Deficiências Nutricionais Transtornos Mentais / Comportamentais.(Hipertireoidismo) Outros Transtornos da Tireóide Diabetes Insulino-Dependente Diabetes Não Insulino-Dependente Diabetes Não Especificado Desnutrição Protéica .Não Especificado Neoplasia Maligna Aparelho Respiratório Neoplasia Maligna Ossos e Cartilagem Articular Melanoma Maligno da Pele Neoplasias Malignas "In-Situ” da Pele Neoplasia Maligna da Mama Neoplasia Maligna do Útero Neoplasia Maligna da Próstata Neoplasia Maligna da Bexiga Neoplasia Maligna da Tireóide Linfoma de Hodgkin Linfoma de Não-Hodgkin Leucemia Mielóide Neoplasias Benignas . Devido ao Álcool Transtornos Mentais / Comportamentais.(Não Especificado) .(Pós Cirurgia) Anemia Ferropriva Anemias Hemolíticas Púrpuras Hipotireoidismo Tireoidite Tireo Toxicose .10 A-09 A-16 A-30 A-37 A-46 B-01 B-02 B-15 B-16 B-17.PERÍODOS MÉDIOS DE AFASTAMENTO NAS LICENÇAS INICIAIS (afecções de maior prevalência): O quadro anexo faz referência à sugestão ao período médio de dias a ser concedido nas patologias de maior prevalência no sérvio pericial LICENÇA INICIAL até 05 dias até 60 dias até 60 dias até 15 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 30 dias até 45 dias até 30 dias até 30 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 60 dias até 15 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 30 dias até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias CID .Tipo C DISCRIMINAÇÃO Hepatite Viral Crônica .Tipo B Hepatite Viral Aguda .agudizada HIV – Resultando em Doenças Infecciosas e parasitárias HIV – Resultando em Outras Doenças HIV .

2 G-44 G-45 G-51.0 F-32.1 G-00. Múltiplas Drogas e Outras Esquizofrenia Transtorno Esquizotípico Transtornos Delirantes Persistentes Psicose Não-Orgânica Não Especificada Transtorno Afetivo Bipolar Episódios Depressivos .0 G-00.2 G-09 G-11.8 F-44 F-50.Moderados Episódios Depressivos . Outros Estimulantes Transtornos Mentais / Comportamentais.Leves Episódios Depressivos .0 G-52 G-61.2 F-43.2 F-43.0 G-64 G-81 G-82 G-83 G-93 G-96 H-9 H-10 H-11. Devido Cocaína Transtornos Mentais / Comportamentais.0 F-43. Devido Sedativos Transtornos Mentais / Comportamentais.Graves Transtorno Depressivo Recorrente Transtornos do Humor (Afetivos) Persistentes Transtornos Fóbico-Ansiosos Outros Transtornos Ansiosos Transtorno de Pânico Transtorno Misto Ansioso-Depressivo Reação Aguda ao Stress Transtorno de Adaptação Outras Reações ao Stress Grave Transtornos Dissociativos (Conversão) Anorexia Nervosa Meningite Bacteriana Meningite Viral Seqüelas de Doenças Inflamatórias do SNC Ataxia Cerebelar Paraplegia Espástica Hereditária Doença de Parkinson Doenças Degenerativas do SNC Doenças Degenerativas do SNC Esclerose Múltipla Outras Doenças Desmielinizantes do SNC Epilepsias Epilepsia Não Especificada (Crise) Enxaqueca Outras Síndromes de Algias Cefálicas Acidentes Vasculares Cerebrais Isquêmicos Transitórios Paralisia Facial (Bell) Transtornos de Outros Nervos Cranianos Polineuropatia inflamatório .9 G-43.Cirurgia) até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dias até 10 dias até 30 dias até 60 dias até 60 dias até 10 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 20 dias até 15 dias até 15 dias até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 60 dias até 30 dias até 60 dias até 90 dias até 90 dias até 60 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 60 dias até 15 dias até 03 dias até 07 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 90 dias até 60 dias até 60 dias até 90 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dias até 30 dias até 05 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias 18 .2 F-33 F-34 F-40 F-41 F-41.0 F-41.4 G-20 G-30 G-32 G-35 G-37 G-40 G-40. Devido Canabinóides Transtornos Mentais / Comportamentais.F-12 F-13 F-14 F-15 F-19 F-20 F-21 F-22 F-29 F-31 F-32.1 G-11.(Guillain-Barré) Outros Transtornos Do Sistema Nervoso Periférico Hemiplegia Paraplegia e Tetraplegia Outras Síndromes Paralíticas Outros Transtornos do Encéfalo Outros Transtornos do SNC Surdez por Transtorno de Condução e/ ou Neurossensorial Conjuntivites Pterígio (Pós-Cirurgia) Ceratite Catarata Senil (Pós .1 F-32.0 H-16 H-25 Transtornos Mentais / Comportamentais.

9 I-10 I-11 a 15 I-20 a 25 I-20 I-21 I-25 I-26 I-30 I-33 I-40 I-42 a 43 I-47 I-48 I-49 I-50 I-69 I-61 I-63 I-64 I-69 I-70 I-71 I-80 I-83 I-86 I-87 J-00 J-01 J-02 J-03 J-04 J-06 J-10 J-11 J-12 J-15. Nasofaringite e Faringite Crônica Sinusite Crônica até 30 dias até 60 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 07 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 15 dias até 30 dias até 60 dias até 30 dias até 60 dias até 90 dias até 30 dias até 90 dias até 60 dias até 45 dias até 60 dias até 60 dias até 60 dais até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 60 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 90 dias até 30 dias até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 20 dias até 30 dias até 03 dias até 07 dias até 03 dias até 05 dias até 03 dias até 07 dias até 05 dias até 05 dias até 10 dias até 15 dias até 10 dias até 10 dias até 07 dias até 05 dias até 07 dias 19 .0 H-81.9 J-20.0 a 01.9 J-22 J-31 J-32 Descolamentos e Defeitos da Retina Cegueira e Visão Sub-Normal Glaucoma Otite Média Não-Supurativa Otite Média Supurativa e as não Especificadas Vertigem Paroxística Benigna Doença de Meniere Neurite Vestibular Síndromes Vertiginosas em Doenças Classificadas em Outra Parte Outros Transtornos Ouvido Interno Febre Reumática Sem Comprometimento Cardíaco Febre Reumática com Comprometimento Cardíaco Hipertensão Arterial Essencial Hipertensão Secundária (Doenças Cardíacas.1 H-81. Renal ou Mista) Doenças Isquêmicas do Coração (Pós-Cirurgia) Angina Pectoris Infarto Agudo do Miocárdio Doença Isquêmica Crônica do Coração Embolia Pulmonar Pericardite Aguda Endocardite Aguda Miocardite Aguda Cardiomiopatias Dilatadas Taquicardia Paroxística Flutter e Fibrilação Atrial Outras Arritmias Cardíacas Insuficiência Cardíaca Hemorragia Subaracnóidea Hemorragia Intracerebral Infarto Cerebral AVC Não Especificado como Hemorrágico ou Isquêmico Seqüelas de Doenças Cerebrovasculares Aterosclerose Aneurisma e Dessecção da Aorta Flebite e Tromboflebite Varizes dos MMII (Pós-Cirurgia) Varizes de outras Localizações Outros Transtornos das Veias Nasofaringite Aguda Sinusite Aguda Faringite Aguda Amigdalite Aguda Laringite Aguda e Traqueíte Aguda Infecções Agudas das Vias Aéreas Superiores Localizações Múltiplas Influenza Devido a Vírus Influenza (Gripe) Gripe (Influenza) não especificada Pneumonia Viral não Classificações em Outra Parte Pneumonia Bacteriana não Específica Pneumonia não Especificada Bronquite Aguda não Especificada Infecções Agudas das Vias Aéreas Inferiores não Especificadas Rinite.9 J-18.H-33 H-54 H-40 H-65 H-66 H-81.2 H-82 H-83 I-00 I-01.

3 K-74.0.09 L-93 L-98 L-98.3 J-34.1.Pós-Cirurgia Peritonite Cirrose Hepática Alcoólica Outras formas de Cirrose Hepática e as não Especificadas Hepatite Crônica não Classificada em Outra Parte .9 L-20 L-21 L-23 L-24 L-25 L-40 L-50 L-60.0 L-60.agudizada Colelitíase c/ Colecistite (Pós-Cirurgia) Colecistite Pancreatite Aguda Hemorragia Gastrointestinal Abcesso Cutâneo.6 K-73 K-80. Furúnculo e Carbúnculo Celulite Linfadenite Aguda Cisto Pilonidal (Pós-Cirurgia) Infecção Localizada da Pele e Subcutânea não Especificadas Dermatite Atópica Dermatite Seborréica Dermatite Alérgica de Contato Dermatite de Contato por Irritantes Dermatite de Contato não Especificada Psoríase Urticária Unha Encravada (Pós-Cirurgia) Outras Afecções das Unhas Afecções das Unhas não Especificadas Lupus Eritematoso Sistêmico Outras Afecções Pele e Subcutâneo não Classificadas Úlcera Crônica da Pele não Classificadas Artrite Piogênica Artrite Reumatóide Soro Positiva até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 05 dias até 05 dias até 30 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 05 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 07 dias até 07 dias até 05 dias até 15 dias até 07 dias até 05 dias até 05 dias até 07 dias até 07 dias até 07 dias até 10 dias até 05 dias até 05 dias até 07 dias até 07 dias até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias 20 .3 J-37 J-38 J-42 J-43 J-44 J-45 K-05 K-12 K-21 K-25 K-26 K-27 K-29 K-31 K-35 K-40 a 46 K-50 K-51 K-52 K-57 K-60 K-65 K-70.0 K-81 K-85 K-92.8 L-60.4 M-00 M-05 Desvio Septo Nasal (Pós-Cirurgia) Hipertrofia das Amígdalas (Pós-Cirurgia) Hipertrofia das Adenóides (Pós-Cirurgia) Laringite e Laringotraqueíde Crônicas Doenças das Cordas Vocais e Laringite Não Classificadas Bronquite Crônica Enfizema Pulmonar Outras Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas Asma Gengivite e Doenças Periodontais Estomatite e Lesões Correlatas Doença do Refluxo gastresofagiano (Pós-Cirurgia) Úlcera Gástrica Úlcera Duodenal Úlcera Péptica de Local Não Especificado Gastrite e Duodenite Doenças do Estômago e Duodeno Não Especificada Apendicite Aguda (Pós-Cirurgia) Hérnias (Pós-Cirurgia) Doença de Crohn (Enterite Regional) Colite Ulcerativa (RCUC) Outras Gastroenterites e Colites Não Infecciosas Doença Diverticular do Intestino Fissura e Fístula das Regiões Anal-Retal .2 L-02 L-03 L-04 L-05 L-08.2 J-34.J-34.

1 M-53.0 M-77.9 M-65.0 M-32 M-40 M-41 M-45 M-50 M-51 M-51.8 M-54.M-06 M-10 M-13 M-15 M-16 M-17 M-19 M-23 M-25 M-25.3 M-54.3 M-70.6 M-77.1 M-75.8 M-65.4 M-54.0 M-51.9 M-67 M-70 M-70.2 M-54 M54.1 M-79.2 M-54.2 M-79.5 M-70.1 M-53 M-53.3 M-79.0 M-79.3 M-75 M-75.5 M-54.5 M-76 M-76.6 M-71 M-71.1 M-54.6 M-80 M-81 M-86 M-88 Outras Artrites Reumatóides Gota (Artrite Gotosa) Outras Artrites Poliartrose Coxartrose (Artrose do Quadril) Gonartrose (Artrose do Joelho) Outras Artroses Transtornos Internos dos Joelhos Outros Transtornos Articulares Dor Articular Lúpus Eritenatoso Disseminado Cifose e Lordose c/ Dorsolombalgia Escoliose Espondilite Ancilosante Transtornos dos Discos Cervicais Outros Transtornos dos Discos Intervertebrais Transtornos de Discos Lombares e Outros c/ Miopatia Transtornos de Discos Lombares e Outros c/ Radiculopatia Outras Dorsopatias Síndrome Cérvico Braquial Instabilidades da Coluna Vertebral Dorsalgias Radiculopatia Cervicalgia Ciática Lumbago c/ Ciática Dor Lombar Baixa / Lumbago Outra Dorsalgia Dorsalgia não Especificada Sinovite e Tenossinovite Sinovite e Tenossinovite não Especificada Outros Transtornos das Sinóvias e Tendões Transtornos Dos Tecidos Moles Relacionados com Uso Excessivo Outras Bursites do Cotovelo Outras Bursites do Joelho Bursite / Tendinite Trocantérica Outras Bursopatias Outros Cistos da Bolsa Sinovial (Pós-Cirurgia) Capsulite Adessiva do Ombro Síndrome do Manguito Rotador Tendinite Biciptal Bursite do Ombro Entesopatias dos MMII excluindo o Pé Tendinite / Bursite Aquileana Epicondilite Medial e Lateral Esporão do Calcâneo Reumatismo não especificado Mialgia Neuralgia e Neurite não especificada Dor em Membro Osteoporose com Fratura Patológica Osteoporose sem Fratura Patológica Osteomielites Doenças de Paget (Osteíte Deformante) até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 10 dias até 60 dias até 10 dias até 10 dias até 60 dias até 30 dias até 30 dias até 60 dias até 60 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 10 dias até 30 dias até 10 dias até 10 dias até 10 dias até 10 dias até 07 dias até 10 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 15 dias até 20 dias até 15 dias até 10 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 07 dias até 60 dias até 10 dias até 60 dias até 60 dias 21 .2 M-75.

Incoordenadas ou Prolongadas Parto Único Espontâneo -> Licença Gestação Parto Único por Cesariana -> Licença Gestação Anemia Complicando a Gravidez.N-02. Freqüente e Irregular Estado da Menopausa e do Climatério Feminino Abortamento Habitual Aborto Espontâneo Completo ou não Especificado Sem Complicações Hipertensão gestacional Leve Pré-Eclâmpsia Moderada Pré-Eclâmpsia Grave Pré-Eclâmpsia Não Especificada Eclâmpsia Hipertensão Materna não Especificada (Transitória da Gravidez) Ameaça de Aborto Outras Hemorragias do Início da Gravidez Hiperêmese Gravídica Leve Vômitos da Gravidez Não Especificados Complicações Venosas na Gravidez Não Especificada (Flebite.0 O-14. Bartolinte) Endometriose (Cirurgia/Laparoscopia) Cisto do Ovário (Cirurgia/Laparoscopia) Menstruação Excessiva.1 O-14.8 N-10 N-16 N-17 N-18 N-20 N-21 N-23 N30.0 N-39.3 O-62.3 R-07.0 O-99.0 O-21.9 O-48 O-60 O-62.2 R-07.4 N-41.4 O-80 O-82 O-99. Trombose Venosa) Infecções do Trato geniturinário na Gravidez Diabetes Mellitus na Gravidez Placenta Prévia Descolamento Prematuro da Placenta Falso Trabalho de Parto não Especificado Gravidez Prolongada Parto Pré-Termo (antes da 37ª semana) Trabalho de parto Precipitado Contrações Uterinas Hipertônicas. Abcesso.9 O-13 O-14.0 N-92 N-95.8 O-21.8 R-07.9 N-02.1 a N02.0 N02. o Parto e o Puerpério Outras Doenças e Afecções Especificadas Complicando o Parto e o Puerpério Dor Precordial / Angina Outra dor Torácica Dor Torácica não Especificada até 5 dias até 7dias até 30 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 7 dias até 10 dias até 5 dias até 7 dias até 30 dias até 7 dias até 10 dias até 10 dias até 30 dias até 15 dias até 10 dias até 7 dias até 15 dias até 15 dias até 5 dias até 7 dias até 10 dias até 7 dias até 7 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 45 dias até 7 dias até 15 dias até 15 dias até 5 dias até 7 dias até 10 dias até a 7 dias até 7 dias até 30 dias até 30 dias até 30 dias até 15 dias até 15 dias até 30 dias até 7 dias até 120 dias até 120 dias até 10 dias até 10 dias até 15 dias até 5 dias até 7 dias 22 .9 O-15 O-16 O-20.0 O-20.1 N-96 O-03.0 N-45 N-61 N-62 N-63 N-70 N-75 N-80 N-83.4 Hematúria Recidivante e Persistente não Especificada Hematúria Recidivante Lesões Mínimas Hematúria Recidivante (Glomérulo-Nefrites) Nefrite Túbulo-Intersticial Aguda (Pielonefrite) Nefrite Túbulo-Intersticial Em Doenças Classificadas em Outra Parte Insuficiência Renal Aguda Insuficiência Renal Crônica Calculose do Rim e Ureter Calculose do Trato Urinário Inferior (Bexiga/Uretra) Cólica Nefrética/Cólica Renal Cistite Aguda Infecções do Trato Urinário de Localização não Especificada Outras Incontinências Urinárias Especificadas (Pós-Cirurgia) Prostatite Aguda Orquite e Epididimite Transtornos Inflamatórios da Mama (Abcesso/Mastide) (Drenagem) Hipertrofia da Mama (Ginecomastia/Gigantomastia) (Cirurgia) Nódulo Mamário não Especificado (Cirurgia) Salpingite e Ooforite Doenças da Glândula de Bartholin (Cisto.9 O-22.9 O-23 O-24 O-44 O-45 O-47.0 N-39.

R-10.4 T-15.5 S-50.0 R-41.2 R-10.0 S-33.6 S-90.2 S-22.1 S-63.9 S-83.5 S-70.9 S-93.4 S-83.4 R-10 R-11 R-12 R-13 R-15 R-17 R-18 R-41.0 S-62.0 S-61.0 T-78.0 Abdome Agudo (cirurgia) Dor Epigástrica Dor Pélvica e Perineal Outras Dores Abdominais e as Não Especificadas Dor Abdominal e Pélvica Náuseas e Vômitos Pirose Disfagia Incontinência Fecal (Encoprese) Icterícia não Especificada Ascite Desorientação não Especificada Amnésia Tontura e Instabilidade / Vertigem Distúrbio da Voz.1 T-23.0 S-91.3 Z-76.0 Z-73.0 S-60.0 S-62.1 R-50 R-51 S-20.2 Z-32.3 R-42 R-49 R-49.0 S-72.0 S-80. Afonia Febre de Origem Desconhecida Cefaléia Contusão do Tórax Fratura de Costela Contusão do Dorso e Pelve Entorse e Distensão da Coluna Lombar Contusão do Cotovelo Contusão de Dedos Ferimento de Dedos Fratura de Escafóide Fratura de Outros Dedos Luxação do Dedo Luxação do Punho Contusão do Quadril Fratura do Colo do Fêmur Contusão do Joelho Fratura da Perna (Parte não Especificada) Entorse e Distensão (envolvendo ligamento colateral do joelho) Entorse e Distensão (de outras partes e das ñ especificadas do joelho) Contusão do Tornozelo Ferimento no Tornozelo Fratura não Especificada do Pé Entorse e Distensão do Tornozelo Corpo Estranho no Saco Conjuntival Queimadura do Punho e da Mão (grau não especificado) Choque Anafilático não Especificado Gravidez Confirmada Convalescença após Cirurgia Esgotamento Stress não Classificado em Outra Parte Pessoa em Boa Saúde Acompanhando Pessoa Doente até 30 dias até 7 dias até 7 dias até 7 dias até 7 dias até 5 dias até 5 dias até 5 dias até 7 dias até 7 dias até 15 dias até 10 dias até 15 dias até 10 dias até 10 dias até 15 dias até 7 dias até 5 dias até 7 dias até 30 dias até 7 dias até 7 dias até 10 dias até 10 dias até 7 dias até 90 dias até 15 dias até 30 dias até 30 dias até 10 dias até 180 dias até 10 dias até 120 dias até 30 dias até 30 dias até 10 dias até 10 dias até 30 dias até 30 dias até 3 dias até 15 dias até 5 dias até 07 dias até 30 dias até 10 dias até 10 dias até 30 dias 23 .3 S-30.6 S-63.0 S-92.1 R-10.1 Z-54. Distonia / Rouquidão Distúrbio da Voz .0 Z-73.0 S-82.0 R-10.

A caracterização do acidente de trabalho ou doença profissional justifica a Licença para Tratamento de Saúde decorrente de Acidente de Serviço. embora não tenha sido a causa única. § 7º Equipara-se a acidente em serviço. III .o acidente sofrido pelo segurado no local e horário de trabalho. Para concessão da licença é indispensável o exame médico pericial. nos órgãos da administração direta.LICENÇA E PROCEDIMENTOS DECORRENTES DE ACIDENTE NO TRABALHO OU DOENÇA PROFISSIONAL I – CONCEITO: É a licença solicitada para o servidor que. de 23 de dezembro de 1996: Dispõem sobre a assistência aos servidores públicos estaduais em decorrência de acidentes em serviço e doença profissional. para os efeitos desta Lei Complementar: I . qualquer que seja o meio de locomoção. B) DECRETO Nº. 24 . bem como a avaliação do nexo causal pela GESAO (Gerência de Saúde Ocupacional). e III . de 26 de junho de 2008: Art. autarquias e fundações do Poder Executivo. III . quando: I . independentemente do meio de locomoção utilizado. obedecendo aos critérios periciais descritos no capítulo anterior. e IV . por motivo de acidente de trabalho ou doença profissional.em viagem a serviço. II .456. esteja momentaneamente incapacitado para exercer suas funções. haja contribuído diretamente para a perda da capacidade para o trabalho do segurado. caracterizando a doença profissional ou o acidente de trabalho. 60: § 6º Considera-se acidente em serviço. II . o sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de serviço. 1. que determinará o prazo da mesma.a doença proveniente de contaminação acidental do segurado no exercício do cargo ou da função. que possibilitará o requerimento do ressarcimento das despesas médicas.na prestação espontânea de serviço ao Estado para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito.LEGISLAÇÃO: A) LEI COMPLEMENTAR Nº. 412. inclusive veículo de propriedade do segurado.o acidente ligado ao serviço que.no percurso da residência para o local de trabalho ou dele para aquela. inclusive veículo de propriedade do segurado. quando financiada pelo Estado. inclusive para estudo. II – OBJETIVO: O servidor acidentado no exercício de suas atribuições ou que tenha adquirido doença profissional tem direito a Licença para Tratamento de Saúde.na realização de serviço relacionado ao cargo ou função.

a qual deverá ser encaminhada a GESAO (Gerência de Saúde Ocupacional) que procederá ao enquadramento legal da licença depois de verificada a existência de nexo causal. 008/00/SEA/DIRH: Dispõe sobre os procedimentos relativos ao pagamento e ressarcimento de despesas aos servidores públicos estaduais em decorrência de acidentes em serviço e doença profissional (Ver Anexo X). acrescido da apresentação pelo servidor da CEAT (Comunicação Estadual de Acidente no Trabalho) devidamente preenchida pelo Setorial/Seccional de recursos humanos de seu órgão de origem.C) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: Os procedimentos para concessão da licença são os mesmos previstos para a Licença para Tratamento de Saúde. 25 .

na forma da legislação específica. afim até segundo grau.A pedido do servidor e ouvida a Junta Médica Oficial. B) REDUÇÃO DE UMA QUARTA PARTE DA JORNADA: A pedido do servidor. em virtude de não haver amparo legal na legislação previdenciária vigente.A licença de que trata este artigo é concedida com remuneração integral até 3 (três) meses. parentes ou afins até o segundo grau. distúrbios neurológicos e mentais graves e doenças em fase terminal. mediante laudo médico apresentado ao órgão médico oficial. ou cônjuge do qual não esteja legalmente separado ou de pessoa que viva as suas expensas e conste de seu assentamento funcional.92). (Redação dada pela Lei Complementar n° 47. reservando-se ao órgão pericial o direito de verificar através de pesquisa social. III – MODALIDADES: A licença para tratamento de saúde em pessoa da família por ser: A) PERÍODO INTEGRAL: É a licença solicitada pelo servidor que. renovando-se a inspeção a cada período de no máximo 90 (noventa) dias. a veracidade das informações prestadas. declaração hospitalar e o familiar enfermo deverá ser submetido à avaliação médico-pericial. se este prazo for estendido até 1 (um) ano e com metade da remuneração até o limite máximo de 2 (dois) anos. de 31. por motivo de doença comprovada em pessoa da família ou pessoa que vive sob sua dependência. 6745/85): Art. § 2° . o caso de dependentes com idade não superior a 8 (oito) anos. II – OBJETIVO: É a licença concedida ao servidor efetivo. a licença poderá ser concedida. nas mesmas condições. prorrogável por mais 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. esteja impossibilitado de exercer o seu cargo.diabetes insulino.Provar-se-á a necessidade da licença. nas seguintes hipóteses: I . exames complementares. IV – LEGISLAÇÃO: a licença para tratamento de saúde familiar tem por base legal: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº.01. por motivo de doença em ascendente. nos seguintes casos: diabetes insulino-dependente com idade até 8 (oito) anos. Este benefício não é devido a servidores com contrato temporário ou comissionados. hemofilia. para até uma quarta parte da jornada de trabalho. com remuneração integral. descendente. a licença familiar poderá ser concedida com remuneração integral com redução de uma quarta parte da jornada de trabalho.LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE DE PESSOA DA FAMÍLIA I – CONCEITO: É o benefício concedido ao servidor efetivo (por período integral ou com redução de uma quarta parte da jornada) com objetivo de assistência familiar. quando necessário. § 3° . § 1° . 69 – Ao funcionário que. 26 . por motivo de doença do cônjuge. face à indispensabilidade de sua assistência pessoal. ou de pessoa que viva sob sua dependência. será concedida licença até 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias sucessivos. necessite de sua assistência. renovando-se a inspeção a cada período de no máximo 90 (noventa) dias. usuário de diálise peritonial ou hemodiálise. pelo período máximo de dois anos. O servidor informará sobre a situação familiar. A doença de pessoa da família deverá ser comprovada mediante apresentação de atestado médico. com 2/3 (dois terços) da remuneração.

01. para até uma quarta parte da jornada de trabalho. acompanhado do familiar enfermo. ao membro do magistério é concedida licença por motivo de doença de filhos. 121 . nas seguintes hipóteses: I . se este prazo for estendido um ano e com metade da remuneração até o limite máximo de 2 (dois) anos. IV – distúrbios neurológicos e mentais graves. no prazo de no máximo 48 horas úteis a partir da data de início do afastamento.Comprova-se a doença em pessoa da família mediante inspeção médica oficial. exames complementares. até o segundo grau. ficha de afastamento (emitido pelo órgão de origem e assinado pela chefia imediata) e exames complementares (quando houver) que justifiquem a necessidade de acompanhamento 27 .distúrbios neurológicos e mentais graves. V . II .usuário de diálise peritonial ou hemodiálise. bem como. § 2º . ou afim. 47/92) § 3º . III . III – usuário de diálise peritonial ou hemodiálise. § 3º .92).hemofilia.A licença de que trata este artigo é concedida com remuneração integral até 3 (três) meses.Desde que prove ser indispensável sua assistência pessoal e que esta não possa ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo.A licença de que trata este artigo é concedida com remuneração integral até 3 (três) meses. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. no caso de dependentes com idade não superior a 8 (oito) anos. § 2º . dentro do interstício de 2 (dois) anos. com remuneração integral.01. ou cônjuge do qual não esteja legalmente separado ou de pessoa que viva a s suas expensas e conste de seu assentamento individual. para até uma quarta parte da jornada de trabalho. consangüíneo. o caso de dependentes com idade não superior a 8 (oito) anos.92. agendamento para avaliação médica pericial junto a Gerência de Perícia Médica. de 31. II – hemofilia.Prova-se doença em pessoa da família mediante inspeção médica oficial. C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº.A pedido do servidor e ouvida a Junta Médica Oficial.distúrbios neurológicos e mentais graves. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar n° 47.92). 6843/86): Art. A doença de pessoa da família deverá ser comprovada mediante apresentação de atestado médico. quando necessário.Desde que prove ser indispensável a sua assistência pessoal e que esta não possa ser prestada simultaneamente com exercício do cargo. com 2/3 (dois terços) da remuneração. colateral. declaração hospitalar e o familiar enfermo deverá ser submetido à avaliação médico-pericial. a licença poderá ser concedida. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. III . a licença poderá ser concedida. com remuneração integral. renovando-se a inspeção a cada período de no máximo 90 (noventa) dias. (nova redação atribuída pela LCP nº. 2º da LCP nº. IV . V . munido do atestado médico. (Redação dada pela Lei Complementar n 047. § 1º . renovando-se a inspeção a cada período de no máximo 90 (noventa) dias.diabetes insulino.hemofilia. se este prazo for estendido até 1 (um) ano e com metade da remuneração até o limite máximo de 2 (dois) anos. de 29. 53/92) III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICIAL: Para concessão da licença é indispensável o exame médico pericial. documento de identidade.A licença concedida após o período de prorrogação. pais e cônjuge. o servidor deverá solicitar junto à chefia imediata. (§4º acrescido pelo parágrafo único do art. nas seguintes hipóteses: I – diabetes insulino. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: de posse do atestado médico. com prazo superior a três dias/mês.II .05. com 2/3 (dois terços) da remuneração. descendente.usuário de diálise peritonial ou hemodiálise.A pedido do servidor e ouvida a Junta Médica Oficial. § 4º . de 31. V – doenças em fase terminal. (Parágrafo acrescentado pela Lei Complementar n 53. 6844/86): Art. ao policial civil pode ser concedida licença por motivo de doença na pessoa de ascendente. § 1º . IV . na de outro parente que comprovadamente viva a s suas expensas e conste de seu assentamento funcional. que determinará o prazo da mesma.doenças em fase terminal.doenças em fase terminal. 112 . será considerada como licença para tratamento de interesses particulares.

Os pedidos de reconsideração poderão gerar indeferidos ou agendamento para nova avaliação pericial com outro perito ou Junta Médica.familiar. solicitar avaliação junto ao Serviço Social ou perícia móvel. Ficará a critério do médico perito. que deverá ser solicitado por escrito ao supervisor médico ou gerente de perícia médica. bem como a indicação de alta pericial ou necessidade de reagendamento quando houver indicação clínica. a critério do supervisor médico ou gerente de perícia médica. Ressalta-se que cabe à chefia imediata. tal prazo poderá ser desconsiderado. no prazo de 48 horas do recebimento do atestado médico. Em casos de extrema impossibilidade (cirurgias. ficando sob responsabilidade do servidor. providenciar agendamento da avaliação médica pericial e comunicar o servidor para comparecimento. efetuado dentro do prazo de 48 horas da data do agendamento inicial. a ausência laborativa gerada enquanto aguarda reavaliação pericial. Na eventualidade da falta ao exame pericial. No caso do servidor não concordar com o resultado deste exame. deverá ter resolução administrativa. internações. tal período de afastamento. no caso de confirmado o indeferimento da licença. o servidor recebe diretamente do médico perito que realizou o seu exame. quando entender que a situação clínica gera dúvidas quanto a real necessidade de acompanhamento familiar. cabe pedido de reconsideração. ou não. por autorização do Supervisor Médico ou Gerente de Perícia Médica.). de acordo com documentos que comprovem esta situação clínica. dentro das próximas 48 horas úteis. este somente será reagendado. 28 . etc. V – RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. com as devidas comprovações técnicas que impossibilitaram o referido comparecimento. mediante justificativa técnica. contendo o número de dias concedidos. sem o qual. o CREM (Comunicado do Resultado do Exame Médico).

A partir do início do oitavo mês de gestação. II – LEGISLAÇÃO: a licença à gestante apresenta o seguinte enquadramento: 29 .a partir da 23ª semana (6º mês de gestação) em caso de parto antecipado incluindo natimorto. licença de 120 dias (se a criança tiver até um ano de idade). para recuperação da mãe. mediante avaliação pericial. nos seguintes casos: . Nos abortos espontâneos ou previstos em lei (estupro ou risco de vida para a mãe). Caso a servidora trabalhe até o dia do parto. a licença à gestante iniciará nesta data e o benefício será concedido administrativamente mediante a apresentação da certidão de nascimento ou declaração de nascido vivo.LICENÇA À GESTANTE I – OBJETIVO: À funcionária gestante é assegurada após inspeção médica.no caso de ter adotado ou possuir medida liminar em autos de adoção ou termo de guarda judicial de criança com idade inferior a 8 anos. deverá ser concedida licença gestação. Nos casos de adoção de criança de até seis anos de idade. o Regime Geral de Previdência assegura o Salário-maternidade (licença à gestante) pelo período de 120 dias que será concedido mediante avaliação pericial pela Gerência de Perícia Médica. licença remunerada de 180 (cento e oitenta) dias. 60 dias (se a criança tiver de um a quatro anos de idade) ou 30 dias (se a criança tiver de quatro a oito anos de idade). atribuição administrativa da chefia imediata.). sem a necessidade de avaliação pericial. após avaliação pericial.durante a gestação. etc. o benefício será concedido administrativamente. podendo ocorrer. se a patologia motivadora desta licença não tiver relação direta com o estado gestacional. a partir do 8º mês de gestação (ou 28 dias antes do parto previsto). que possua 40 horas de carga horária. Para a servidora efetiva. somente poderá ser concedida licença para tratamento de saúde. diabetes gestacional. mediante avaliação médico-pericial. em caso de abortamento ou natimorto. Para as servidoras com contrato temporário de trabalho e cargo comissionado. está assegurado à servidora a concessão de licença à gestante. . Nos casos de adoção. Está previsto licença para aleitamento materno. sem necessidade de avaliação pericial. contrações uterinas prematuras. a partir da 23ª (vigésima terceira) semana de gestação. será concedida licença para tratamento de saúde. Caso esta apresente relação com o estado gestacional (ameaça de parto. é concedido via processo administrativo. sendo a liberação da servidora nutriz. sendo que esta poderá ser concedida a partir de 28 (vinte e oito) dias anteriores à data do parto. no caso de parto antecipado. concedida através de processo administrativo. licença para tratamento de saúde pelo período de duas semanas. será concedida. por 2 (duas) horas diárias até o filho completar 6 (seis) meses. .

Lei Complementar 447 de 07/07/09: Art. Art. § 14. A gestante poderá renunciar ao usufruto dos 60 (sessenta) dias anteriores ao término da licença. O servidor efetivo. 2º À lactante é assegurado. mediante apresentação da certidão de nascimento. não se aplicando o disposto no § 10 deste artigo. ou quando obtiver judicialmente a sua adoção ou guarda para fins de adoção. do termo de adoção ou do termo de guarda para fins de adoção. até o filho completar 06 (seis) meses de idade.15 (quinze) dias ao servidor. e o período restante deverá ter o usufruto iniciado no mesmo exercício de término da licença para repouso. § 10. exonerada ou dispensada a qualquer tempo.180 (cento e oitenta) dias ao servidor adotante que assim requerer. falecimento do cônjuge ou companheiro e parente de até segundo grau. Parágrafo único. § 2º A concessão do benefício está condicionada à solicitação pela lactante acompanhada da certidão de nascimento da criança. § 11. 70 da Lei nº 6. é assegurado à gestante licença para tratar de saúde antes do parto. Nos 60 (sessenta) dias anteriores ao término do usufruto da licença. a licença de que trata o caput deste artigo será concedida da seguinte forma: I . § 5º A licença para repouso à gestante será suspensa quando da ocorrência do falecimento da criança nos 60 (sessenta) dias anteriores ao seu término. podendo ser desdobrado em frações quando a lactante estiver sujeita a dois turnos ou períodos de trabalho. § 2º No caso de natimorto ou aborto. a partir da data de nascimento da criança. O disposto neste artigo aplica-se. correspondente ao período de desligamento até 05 (cinco) meses posteriores ao parto. À gestante ocupante exclusivamente de cargo de provimento em comissão. ambos servidores públicos efetivos. cônjuge ou companheiro adotante que assim requerer. sob pena de perda do direito de usufruto do período restante e restituição da remuneração do período de ocorrência dos fatos aos cofres públicos. § 2º O servidor deverá requerer a licença de que trata o caput deste artigo à autoridade competente. sem qualquer prejuízo. § 6º À gestante que possuir dois vínculos funcionais com o Estado aplica-se ao vínculo regido pela Consolidação das Leis Trabalhistas as regras do Regime Geral de Previdência Social estabelecidas pelo ente federal. § 8º Estando a gestante usufruindo férias ou licença-prêmio quando da ocorrência do parto. sem prejuízo da licença de que trata o § 3º deste artigo. o direito de ausentar-se do serviço por até 02 (duas) horas diárias ou da escala de trabalho para carga horária de 40 (quarenta) horas semanais. nascimento do filho. de 28 de dezembro de 1985. devendo apresentar em até 30 (trinta) dias anteriores de seu início. § 7º A licença para tratamento de saúde será suspensa quando da concessão de licença para repouso à gestante.745. É assegurado o usufruto proporcional da licença quando entre a ocorrência de parto e o início de exercício no serviço público mediar tempo inferior a 180 (cento e oitenta) dias. a partir da 23ª (vigésima terceira) semana de gestação. 3º O servidor poderá faltar ao serviço por até 08 (oito) dias consecutivos por motivo de: casamento. Art. § 12. § 1º Para carga horária inferior ao disposto no caput deste artigo aplicar-se-á a proporcionalidade. 4º É assegurado ao servidor efetivo licença de 180 (cento e oitenta) dias em caso de adoção de criança de até 06 (seis) anos incompletos. quando do nascimento de seu filho. no prazo máximo de 15 (quinze) dias a contar da expedição. as mesmas deverão iniciar no dia subsequente ao término da licença. § 3º O horário de lactação ficará a critério da requerente. podendo ocorrer. mediante perícia médica. será devida indenização em pecúnia. após devidamente comprovado em processo administrativo disciplinar. no que couber. conforme o caso. a critério do órgão médico oficial. § 1º A licença poderá ser concedida a partir de 28 (vinte e oito) dias anteriores à data do parto. poderá faltar ao serviço por até 15 (quinze) dias consecutivos. 30 . será devida licença para tratar de saúde mediante perícia médica. no caso de parto antecipado. renúncia parcial de 30 (trinta) ou 60 (sessenta) dias. e adoção ou consecução de guarda para fins de adoção de criança de até 06 (seis) anos incompletos. § 1º Em caso de adoção por cônjuge ou companheiro. e II . § 3º O requerimento de que trata o § 2º deste artigo deverá estar instruído com as provas necessárias à verificação dos requisitos para a concessão da licença. a gestante não poderá exercer atividade remunerada e a criança não poderá estar matriculada em creche ou organização similar. à gestante que na data da publicação desta Lei Complementar estiver em gozo da licença a que se refere o art. § 4º É assegurado à gestante o direito a readaptação em função compatível com seu estado físico. § 3º A critério da perícia médica. Art. a mesma será interrompida. 1º À servidora efetiva gestante é assegurada licença para repouso pelo período de 180 (cento e oitenta) dias consecutivos. § 4º A não observância do disposto nos §§ 2º e 3º deste artigo implicará em indeferimento do pedido de licença. § 9º Ocorrendo o parto sem que a gestante tenha usufruído as férias do exercício. a partir do 5º (quinto) mês de gestação. § 13.

documento de identidade. contendo o número de dias concedidos. o servidor recebe diretamente do médico perito que realizou o seu exame. por todo o período da licençamaternidade ou pela parte restante que dela caberia à mãe em caso de falecimento da mesma ou de abandono do lar. No caso da servidora ter trabalhado até a data do parto. ultra-sonografia obstétrica ou cartão pré-natal. com gestação de alto risco. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão da licença à gestante antes do parto. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: De posse do atestado médico solicitando licença gestação. após o décimo quinto dia devem ser encaminhadas. ao INSS. seguida de guarda exclusiva da criança pelo pai. que necessitem de afastamento antes de completar o oitavo mês de gestação. no prazo de 48 horas do recebimento do atestado médico. que comprovará. munidos do atestado médico. No caso de servidoras temporárias e/ou comissionadas. mediante apresentação de atestado médico. após avaliação da Gerência de Perícia Médica. a servidora deverá solicitar junto à chefia imediata. mediante provas ou declaração firmada por autoridade judicial competente. Ressalta-se que cabe à chefia imediata. mediante comprovação de atestado e/ou laudo médico complementar. ficha de afastamento (emitido pelo órgão de origem e assinado pela chefia imediata) e cartão pré-natal e/ou última ultra-sonografia obstétrica realizada. como auxílio-doença. 4º. no prazo de no máximo 48 horas úteis a partir da data de início do afastamento. se aceita que o exame pericial seja realizado por terceiros. a correspondente idade gestacional e compatibilidade técnica e legal com o início do correspondente período gestacional. agendamento para avaliação médica pericial junto a Gerência de Perícia Médica. sem necessidade de exame pericial pela Gerência de Perícia Médica. Nos casos de gestação de alto risco. 31 .RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. a licença poderá ser implantada no Sistema de Informações diretamente pelo setor de recursos humanos do órgão de origem. V . providenciar agendamento da avaliação médica pericial e comunicar o servidor para comparecimento. é indispensável o exame médico pericial. a fim de assegurar a integridade física materno-fetal.Art. 5º Ao servidor efetivo é assegurada licença-paternidade nos termos do art. o CREM (Comunicado do Resultado do Exame Médico).

48 . 35 – Dar-se-á a readaptação funcional quando. podendo ou não. 32 . não se justificando licença para tratamento de saúde ou aposentadoria por invalidez. de acordo com a legislação vigente. ser afastado de seu ambiente de trabalho. que aconselhe o seu aproveitamento em atribuições diferentes. II – OBJETIVO: Ao servidor efetivo deverá ser assegurado o exercício de atividades compatíveis com sua limitação física ou psíquica. compatíveis com a sua condição funcional. ocorrer modificação do estado físico ou das condições de saúde do funcionário. III – LEGISLAÇÃO: A readaptação funcional obedece aos seguintes dispositivos estatutários: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº. não sendo possível a transferência. A readaptação funcional não implica em mudança de cargo e será concedida por prazo determinado. compatíveis com a sua condição funcional (art. Na readaptação funcional é importante considerar além da doença e da capacidade laborativa residual existente. Não compete à Gerência de Perícia Médica a avaliação de solicitação de readaptação e/ou reabilitação profissional de servidores com contrato temporário ou cargo comissionado. não sendo possível a transferência.READAPTAÇÃO FUNCIONAL I – CONCEITO: É o benefício concedido. § 1° . 6745/85): Art. a idade do servidor. As atividades do servidor readaptado deverão ser desempenhadas sem restrições. não podendo no futuro ser concedida licença para tratamento de saúde pela mesma patologia que motivou a readaptação funcional. 71). atividades periciais inerentes à Perícia Médica do Regime Geral de Previdência (INSS).Dar-se-á a readaptação funcional quando. que aconselhe o seu aproveitamento em atribuições diferentes.A readaptação não implica em mudança de cargo e terá prazo certo de duração. § 2° . conforme recomendação do órgão médico oficial. b) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. salvo nos casos de reagudização clínica. ocorrer modificação do estado físico ou das condições de saúde do funcionário.Expirado o prazo de que trata o parágrafo anterior e se o funcionário não tiver readquirido as condições normais de saúde. 6844/86): Art. seu tempo de serviço e seu grau de instrução. quando houver redução da capacidade física ou psíquica do servidor efetivo e quando houver fatores agravantes à sua doença no exercício da sua função. a readaptação será prorrogada.

confeccionado pela Gerência de Perícia Médica. o processo será encaminhado à Comissão Técnica Pericial CTP.OPERACIONALIZAÇÃO: Exceto quando indicado por médico perito do quadro funcional. subsidiada pelos dados do relatório do local de trabalho e da entrevista com o Serviço Psico-Social e/ou Supervisão de Segurança e Medicina do Trabalho (quando houver indicação). procede-se ao agendamento para avaliação médica pericial do servidor junto a Gerência de Perícia Médica. VIDE__________________________________________________________________________ DECRETO N° 769. Munidos destes documentos. A readaptação deverá ser concedida sempre com prazo determinado. parecer especializado ou perícia móvel. para avaliação médica e com serviço social e/ou psicologia. DE 22/10/1987 . § 2º . denominado “Relatório do local de trabalho”. informando o desempenho do servidor no período já readaptado. Em casos de prorrogação de readaptação funcional. antes de realizar o agendamento.Expirado o prazo de que trata o parágrafo anterior e se o funcionário não tiver readquirido as condições normais de saúde. antes de opinar favoravelmente. preencher documento padrão. sendo que tal documento deve ser obrigatoriamente assinado pelo servidor e pela chefia imediata. que após análise do mesmo emitirá o Termo de Inspeção de Saúde. a readaptação será prorrogada. V . o servidor tem direito a pedido de reconsideração pericial. 33 . onde constam as atividades atualmente exercidas pelo referido servidor.CONCLUSÃO PERICIAL/LAUDO: Concluída a avaliação médico-pericial. IV . que concluirá pelo indeferimento definitivo ou reagendamento com Junta Médica.A readaptação não implica em mudança de cargo e terá prazo certo de duração. C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. As readaptações sugeridas por Junta Médica serão conclusivas.DOSC 23/10/87 PAG 003 Regulamenta o Instituto da transferência (e readaptação). ou não.O policial civil readaptado nos termos deste artigo será lotado onde houver vaga. prazo e embasamento legal. pelo benefício. 58 . as dificuldades laborativas apresentadas pelo mesmo e as possíveis perspectivas de readaptação funcional. ficando a critério do perito examinador solicitar exames complementares. Esta chefia deverá. 6843/86): Art.§ 1º . sendo competência exclusiva do servidor a solicitação do benefício antes do seu término legal. podendo ser renovado a critério médico. conforme recomendação do órgão médico oficial.Quando recomendada por Junta Médica Oficial do Estado. não se justificando a concessão de licença para tratamento de saúde por atraso neste procedimento. que deverá conter as condições de readaptação com suas restrições. Parágrafo único . para pleitear este benefício. No caso de indeferimento do benefício. o procedimento acima deve ser totalmente refeito. o servidor deve apresentar à chefia imediata atestado médico solicitando readaptação funcional. a readaptação verificar-se-á em cargo a ser definido pela Superintendência da Polícia Civil. que deve ser formulado por escrito (com justificativa técnica) e encaminhado à gerente ou supervisor médico. com apresentação de novo “Relatório do local de trabalho”.

pólipos. estando este cancelamento condicionado a reavaliação pericial. edema de Reinke. andar ou subir escadas após as refeições. “Leve limitações na atividade usual”: isto inclui andar ou subir escadas rapidamente. junto com a Gerência de Saúde Ocupacional quando for o caso. Tabela 1: Atividades Laborativas / Classificação de Angina de Esforço 34 . VIII – CANCELAMENTO DA READAPTAÇÃO FUNCIONAL: A readaptação poderá ser cancelada antes do prazo previsto. IX – CONSIDERAÇÕES GERAIS: A readaptação poderá ser concedida quando o servidor apresentar afecção ortopédica ou traumatológica que gera incapacidade para o pleno exercício da função e desde que sua capacidade laborativa residual lhe permita o exercício de outra atividade. desde que não se configure uma invalidez definitiva. conforme tabelas abaixo. VII – TÉRMINO DA READAPTAÇÃO FUNCIONAL: Terminado o prazo de readaptação. o servidor retornará a sua função anterior. Classificação de angina de esforço READAP TACÃO Gra 1 2 Características “Atividade física não causa angina”: inclui andar e subir escadas. ou no frio ou no vento ou sob tensão emocional ou durante poucas horas após levantar. nódulos/ lesões nodulares. deverão ser avaliadas com indicativo de readaptação funcional. a pedido do servidor ou do superior imediato. A servidora gestante poderá ser readaptada quando se verificar redução da capacidade física ou presença de doença que impossibilite ou desaconselhe o exercício pleno de suas funções.VI . nas seguintes situações: quando houver melhora das condições de saúde do servidor ou adequação do seu local de trabalho. subir ladeiras. Angina com esforço prolongado ou rápido ou extremo no trabalho ou recreação. granulomas. Se persistirem as condições que motivaram a readaptação. mediante a análise de relatório emitido pelo setorial do servidor readaptado. 3 LTS 4 “Limitação acentuada na atividade física: usual”: inclui andar 1(um) ou 2(dois) quarteirões em terreno plano e subir um lance de escada em condições normais “Inabilidade em praticar qualquer atividade física sem desconforto – a síndrome de angina pode estar presente no repouso”.ACOMPANHAMENTO DO SERVIDOR READAPTADO: É realizado pelo serviço social da Gerência de Perícia Médica. Doenças otorrinolaringológicas que determinam alterações estruturais mínimas. disfonias e fendas glóticas. As afecções psiquiátricas que determinam licenciamentos repetidos ou excessivas prorrogações. andar mais de 2(dois) quarteirões (200 m) em terreno plano e subir mais de um lance de escadas comuns em passo normal e em condições normais. O servidor com doença cardíaca exercendo atividade que exige grandes esforços físicos deve sempre que possível ser readaptado para atividades mais leves. esta poderá ser prorrogada após reavaliação médio-pericial. deverão ser avaliadas para fins de readaptação (ver Anexo VI).

Classificação de insuficiência cardíaca Gra READAP TAÇÃO u 1 2 3 LTS 4 Características Pacientes com doenças cardíacas. com capacidade laborativa residual. Tabela 2: Atividades Laborativas / Classificação de Insuficiência Cardíaca A readaptação está indicada em paciente portador de doença alérgica sempre que se comprovar a presença de alergenos ou fatores agravantes da alergia no local de trabalho. Sintomas são provocados facilmente. Limitação acentuada. são passíveis de readaptação. Nos casos de deficiência visual gerando incapacidade para o cargo exercido. mas sem limitações durante a atividade física usual. Falta de ar durante o repouso. As neoplasias malignas de pele tratadas e passíveis de cura terão indicativo de readaptação em atividades sem exposição ao sol. As doenças neurológicas degenerativas e sequelares. por exemplo. As limitações funcionais decorrentes de tratamento cirúrgico de neoplasia maligna de mama com bom prognóstico deverão ser avaliadas com indicativo de readaptação. andar em terreno plano. Atividades tais como andar causam dispnéia. será proposta readaptação funcional. 35 . Nos casos de epilepsia refratária em servidor que exerça atividade que coloque em risco sua vida ou de terceiros haverá indicação de readaptação. Leve limitação causada por doenças cardíacas. mas podendo o servidor exercer outras atividades em função da visão residual existente.

fique impedido do exercício em seu local de trabalho.para o membro do magistério quando o cônjuge. companheiro. pelo órgão médico oficial. do cônjuge. . as razões apresentadas pelo funcionário. Este benefício não é disponibilizado para servidores com contrato temporário ou comissionado. III . a pedido. comprovado por Junta Médica Oficial.CONCEITO: É o ato de deslocamento do funcionário de um para outro órgão do serviço público estadual.A remoção respeitará a lotação de cada órgão. 6745/85): Art. comprovado mediante relatório detalhado. por problema de saúde.para o membro do magistério que. expedido pelo órgão médico oficial. 22 – O deslocamento do funcionário de um para outro órgão do serviço público estadual. desde que fiquem comprovadas. ressalvado o disposto no parágrafo anterior.REMOÇÃO I .para o membro do magistério. quando o cônjuge ou filho que viva a s suas expensas necessitar de tratamento médico especializado por período superior a 1 (um) ano. para outra localidade. a critério da autoridade competente. III – LEGISLAÇÃO: a concessão de remoção obedecerá aos seguintes critérios estatutários: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº.É assegurada a remoção. § 1° . (Redação dada pela Lei Complementar n° 48. expedido pelo órgão Médico Oficial. dar-se-á por ato de remoção. pela inexistência de tal recurso. no qual fique evidenciado de que forma a mudança do local de trabalho contribuirá no tratamento médico. REDAÇÃO ANTERIOR____________________________________________________________ II . filho ou genitor que viva a suas expensas necessitar de tratamento médico especializado por período superior a 1(um) ano. comprovado por Junta Médica Oficial. independente da mudança da sede funcional. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. II – OBJETIVO: De acordo com a legislação vigente. § 2° . processando-se a pedido. para outra área de atividade. por permuta ou no interesse do serviço público. por período superior a 1(hum) ano e que não possa ser realizado na localidade onde resida o mesmo.necessidade de tratamento médico especializado do servidor ou pessoa da família (para servidor do Magistério e Polícia Civil). 69 .A remoção independerá de concurso: II .incapacidade laborativa ou agravamento da doença do servidor provocada pelo ambiente de trabalho e/ou localidade onde exerce suas atividades. 36 . está condicionada à comprovação da necessidade pela Gerência de Perícia Médica. III . A remoção a pedido. o servidor poderá ser removido de uma localidade para outra. por motivo de saúde. comprovado por relatório motivado. 6844/86): Art. independente de mudança da sede funcional. nos seguintes casos: .para o membro do magistério que apresentar problema de saúde que impeça o exercício em seu local de lotação. (Redação original). por motivo de saúde do servidor. de 5 de fevereiro de 1992). que impeça o exercício em seu local de trabalho.

à Gerência de Perícia Médica. na data e horário previamente agendado. à qual cabe a avaliação da situação funcional do referido servidor. que após análise do mesmo. para avaliação pericial (médico e serviço social ou psicólogo). do policial. por Junta Médica Oficial do Estado. após avaliação pela Comissão Técnico-Pericial (CTP) que fará emissão de laudo pericial específico. não sendo competência da Gerência de Perícia Médica a especificação nominal da futura lotação. V – LAUDO PERICIAL: Assim como na readaptação. foi solicitado esclarecimento desta matéria junto à Consultoria Jurídica da Secretaria de Administração. que deve ser formulado por escrito (com justificativa técnica) e encaminhado à gerente ou supervisor de perícia médica. 37 .). o processo será encaminhado à Comissão Técnica Pericial.A remoção a pedido e por permuta só pode ser concedida ao policial após 2 (dois) anos de efetivo exercício no local de sua lotação. A avaliação pericial concluirá pela remoção. o servidor tem direito a pedido de reconsideração pericial.O prazo deste artigo pode ser reduzido se comprovada a necessidade de tratamento médico especializado. § 1º .OPERACIONALIZAÇÃO: o benefício referido deverá ser solicitado. emitirá Termo de Inspeção de Saúde concedendo ou não o benefício. sempre que exista justificativa pericial por motivo de saúde. (Anexo VII) pela autonomia de decisão da Gerência de Perícia Médica. de sua mulher. que concluiu. quando justificada. independente de estágio probatório. munido de atestado médico e exames complementares que caracterizem sua patologia e/ou de seu dependente legal. para localidade que possibilite acesso ao tratamento. bem como a realização de agendamento do mesmo. com menção de dados técnicos que contribuam para recuperação da saúde do servidor (por ex: para localidade próxima ao domicílio. VII – SITUAÇÕES PERICIAIS DEFINIDAS POR PARECER DA CONSULTORIA JURÍDICA: A) REMOÇÃO DURANTE ESTÁGIO PROBATÓRIO: em função das diversas e conflitantes publicações constantes das normais legais. VI – RESULTADO PERICIAL: o resultado pericial da solicitação de remoção será encaminhado administrativamente. 71 . 6843/86): Art. após a conclusão da avaliação médico-pericial. filho ou dependente que conviva consigo as suas expensas e subordinação. No caso de indeferimento do benefício.C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. que concluirá pelo indeferimento definitivo ou reagendamento com Junta Médica. etc. O servidor deverá comparecer na Gerência de Perícia Médica. via processo administrativo ou pericial. IV .

contagiosa ou incurável.OBJETIVO: O servidor efetivo poderá ser aposentado por invalidez. de 26 de junho de 2008: Art. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário. observado o disposto no art. 41. incluídas suas autarquias e fundações. 41. com proventos integrais ou proporcionais. e a declaração de incapacidade permanente para o trabalho. ou dos poderes e órgãos definidos no art. 4º desta Lei Complementar. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo.APOSENTADORIA POR INVALIDEZ I – CONCEITO: É o benefício pericial indicado para o servidor considerado inválido para todas as funções do cargo e para o serviço público em geral de forma definitiva. de doença profissional (com caracterização de causa e efeito entre a moléstia e a atividade exercida) ou de doença grave especificada na legislação específica. Quando a aposentadoria for decorrente de acidente de trabalho. não se vislumbrando a possibilidade de uma readaptação funcional. de 19/12/2003). II .com proventos correspondentes ao valor apurado na forma do art. dos Estados. calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação dada pela Emenda constitucional nº. observado o seguinte: I . e III . contagiosa ou incurável. II . I .por invalidez permanente. § 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados. 70 desta Lei Complementar. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição. quando a aposentadoria decorrer de acidente em serviço. conforme Classificação Internacional de Doenças (CID). o segurado considerado inválido para o serviço público em geral será aposentado por invalidez. de 19/12/2003). moléstia profissional ou doença grave. do Distrito Federal e dos Municípios. 70. mediante manifestação de perícia médica oficial.o período compreendido entre o término da licença para tratamento de saúde e a publicação do ato de aposentadoria por invalidez será considerado como de prorrogação da licença. § 1º A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde e dependerá de laudo médicopericial circunstanciado emitido por perícia própria do IPREV ou por este designada. na forma da lei. será concedida aposentadoria definitiva com proventos integrais. mediante contribuição do respectivo ente público. referidas no § 8º deste artigo. não abrangidas pela legislação acima referida. 41. 38 . 60: O segurado será aposentado por invalidez permanente: I .a licença para tratamento de saúde será concedida por até 2 (dois) anos. moléstia profissional ou doença grave. III – LEGISLAÇÃO: o enquadramento pericial está baseado: A) CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL: (artigo 40): Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. quando comprovada sua incapacidade total e definitiva para o trabalho. B) LEI COMPLEMENTAR Nº. caput e §§ 1º a 5º desta Lei Complementar. (Redação dada ao artigo pela Emenda Constitucional nº.expirado o período máximo de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. a aposentadoria será concedida com proventos proporcionais. podendo ser prorrogada uma única vez por igual período. de acordo com a legislação vigente. ou II . 412. depois de verificada a impossibilidade de readaptação. Nas demais patologias. no qual constará o número da doença. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº.com proventos proporcionais ao tempo de contribuição previdenciária. dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. de 19/12/2003). exceto se decorrente de acidente em serviço.

espondiloartrose anquilosante. quando. inclusive veículo de propriedade do segurado. § 6º Considera-se acidente em serviço. condicionado à apresentação do termo de curatela. XII . inclusive veículo de propriedade do segurado. X . independentemente do meio de locomoção utilizado.no percurso da residência para o local de trabalho ou dele para aquela. XIV .em viagem a serviço. XI . sendo o segurado revertido ao serviço público ou posto em disponibilidade.estado avançado da doença de Paget . correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência relativa ao mês de julho de 1994 ou desde a do início da contribuição. preexistente ao ingresso no serviço público estadual. VIII . as doenças graves. utilizados como base de cálculo para as contribuições do segurado aos regimes de previdência a que esteve vinculado.cegueira bilateral. da qual decorra a incapacidade laboral do segurado. inclusive para estudo.nefropatia grave. § 5º A doença grave. exerce qualquer atividade laboral. Art. Em havendo recusa do segurado em se submeter à perícia será determinada a imediata suspensão do pagamento dos proventos.paralisia irreversível e incapacitante. § 3º Verificada a insubsistência dos motivos geradores da incapacidade. § 9º O pagamento do benefício de aposentadoria por invalidez decorrente de alienação mental somente será feito ao curador do segurado. 60 desta Lei Complementar será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações ou subsídios. II . VI . com seqüelas graves e incapacitantes. XIII .síndrome da imunodeficiência adquirida. V .alienação mental.neoplasia maligna. III . embora não tenha sido a causa única. II .hepatopatia grave. cessar-se-á o benefício de aposentadoria por invalidez. relacionadas abaixo: I . § 8º Para os efeitos desta Lei Complementar. IX . observado o contraditório e a ampla defesa. § 1º As remunerações consideradas no cálculo do valor inicial dos proventos terão os seus valores atualizados. § 10. A aposentadoria por invalidez será concedida com base na legislação vigente na data definida em laudo médicopericial como de início da incapacidade total e definitiva para o trabalho ou. com seqüelas graves e incapacitantes. § 7º Equipara-se a acidente em serviço. o sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de serviço. No caso previsto no § 11 poderá o IPREV determinar que o segurado inativo seja submetido imediatamente à nova avaliação médico-pericial. tiver conhecimento que o segurado inativo.hanseníase. determinará a instauração de processo administrativo competente para apuração dos fatos. conforme definido em regulamento. contagiosas ou incuráveis.osteíte deformante. § 4º Em caso de doença que impuser afastamento compulsório.na prestação espontânea de serviço ao Estado para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito. a aposentadoria por invalidez independerá de licença para tratamento de saúde.o acidente ligado ao serviço que.§ 2º O segurado aposentado por invalidez será submetido à avaliação médica periódica para atestar a permanência das condições que lhe causaram a incapacidade laboral. contagiosa ou incurável. ensejará aposentadoria por invalidez com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. 4º desta Lei Complementar. 70: No cálculo dos proventos das aposentadorias referidas nos artigos. e III . IV . mês a mês.a doença proveniente de contaminação acidental do segurado no exercício do cargo ou da função. § 13. de acordo com a variação integral do índice fixado para a atualização dos salários de contribuição considerada no cálculo dos benefícios do RGPS. para os efeitos desta Lei Complementar: I . § 12. ou dos poderes e órgãos definidos no art. e IV . III . quando: I . II .doença de Parkinson.doença de Alzheimer. de qualquer forma. § 11. com base em laudo conclusivo da perícia própria do IPREV ou por este designada. aposentado por invalidez permanente. quando financiada pelo Estado. considera-se doença incapacitante. VII . se posterior àquela competência.o acidente sofrido pelo segurado no local e horário de trabalho. 39 . O IPREV. na impossibilidade de tal definição.cardiopatia grave. haja contribuído diretamente para a perda da capacidade para o trabalho do segurado.contaminação por radiação. nos termos do Estatuto dos Servidores do Estado de Santa Catarina. e XV . qualquer que seja o meio de locomoção.na realização de serviço relacionado ao cargo ou função. na data de sua expedição.tuberculose.

a aplicação do limite de remuneração do cargo efetivo de que trata o § 5º deste artigo.inferiores ao valor do salário-mínimo nacional. observandose. no caso de aposentadoria por invalidez concedida a partir da entrada em vigor desta Lei Complementar. § 3º Os valores das remunerações a serem utilizadas no cálculo de que trata este artigo serão comprovados mediante documento fornecido pelos órgãos e pelas entidades gestoras dos regimes de previdência a que o servidor esteve vinculado. calculados na forma estabelecida no caput deste artigo e em seus §§ 1º a 5º. § 8º Os períodos de tempo utilizados no cálculo previsto no § 6º deste artigo serão considerados em número de dias. salvo quando. as remunerações consideradas no cálculo da aposentadoria. pelo indicativo de aposentadoria por invalidez. se atendidos os requisitos para aposentadoria voluntária cujos cálculos ou critérios de reajustamento dos proventos sejam mais vantajosos será garantido direito de opção ao segurado. observando-se. na forma do regulamento. § 9º Os proventos. quanto aos meses em que o servidor esteve vinculado ao RGPS. para conclusão final e por determinação da supervisão médica ou gerente de perícia médica. previamente. atualizadas na forma do § 1º. com assinatura dos peritos médicos. § 5º Os proventos. V .superiores ao limite máximo do salário de contribuição. Tal documentação deverá ser encaminhada à referida gerência que concluirá pelo indeferimento definitivo ou reagendamento com Junta Médica. quando proporcionais ao tempo de contribuição. § 6º Para o cálculo dos proventos proporcionais ao tempo de contribuição será utilizada fração cujo numerador será o seu tempo total e o denominador. 412. de 26 de junho de 2008 regulamentado pelo Artigo 43. juntamente com exames complementares e/ou parecer técnico que justifiquem a mudança do parecer anterior. os procedimentos descritos naquele benefício também se aplicam neste caso. calculados de acordo com o caput. que anteriormente tenha atendido aquele servidor em exame pericial para avaliação de capacidade laborativa e constatado impossibilidade de retorno ao trabalho. o servidor seja agendado para avaliação por Junta Médica a fim de definir o benefício indicado pelo médico assistente ou pelo médico perito. § 10. o tempo necessário à respectiva aposentadoria voluntária com proventos integrais.86% (zero vírgula oitenta e seis centésimos por cento). se homem.§ 2º Nas competências a partir de julho de 1994. IV . por ocasião de sua concessão não poderão exceder à remuneração do respectivo segurado no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria.OPERACIONALIZAÇÃO: considerando-se que a aposentadoria por invalidez sempre será precedida de licença para tratamento de saúde. No caso de indeferimento do benefício. em que não haja ocorrido contribuição para regime próprio. inclusive no período em que houve isenção de contribuição. revisão pelo supervisor. § 7º A fração de que trata o § 6º deste artigo será aplicada sobre o valor dos proventos calculados nos termos do caput. ou por outro documento público. acrescidos de 1% (um por cento) por ano de contribuição. e 0. que também deve ser feito á Gerencia de Perícia Médica. a base de cálculo dos proventos será a remuneração do servidor no cargo efetivo. serão fixados no mínimo em 70% (setenta por cento) do valor a que o segurado teria direito. os seguintes critérios periciais deverão ser observados para enquadramento técnico de aposentadoria com proventos integrais: 40 . o disposto no § 9º deste artigo. não poderão ser: I . parágrafo 14º do Regulamento do Regime Próprio do IPREV (Anexo XII). VI – CRITÉRIOS MÉDICO-PERICIAIS PARA CONCESSÃO DE APOSENTADORIA COM INTEGRALIDADE: Com base no enunciado definido na LEI COMPLEMENTAR Nº. gerente de perícia médica e autoridade diretora para o setor de recursos humanos onde o servidor estiver lotado. será encaminhada após confecção do laudo de incapacidade laborativa definitiva. Nos casos de aposentadoria compulsória ou por invalidez. ou não.RESULTADO PERICIAL: a conclusão do exame pericial que decidiu. o servidor tem direito a pedido de reconsideração pericial. ou II . quanto à aposentadoria por invalidez. se mulher. até o limite de 100% (cem por cento). § 4º Para os fins deste artigo.

etc. e) comprometa gravemente os juízos de valor e realidade.).o paciente ignora o caráter patológico de seu transtorno ou tem dele uma noção parcial ou descontínua. São considerados meios habituais de tratamento: a) psicoterapia. insulinoterapia. b) psicoses epilépticas. c) terapêutica biológica (eletroconvulsoterapia. f) torne o paciente total e permanentemente inválido para qualquer trabalho. c) paranóia e a parafrenia nos estados crônicos. e) psicoses do tipo reativo (reação de ajustamento. quando configurarem comprometimento grave e irreversível de personalidade-CID-10: F31. quando caracterizadamente cronificadas e refratárias ao tratamento. d) ausência de utilidade . DADOS TÉCNICOS: A Perícia Médica deverá identificar nos quadros clínicos de Alienação Mental os seguintes elementos: a) transtorno intelectual . b) seja grave persistente.a perda da adaptabilidade redunda em prejuízo para o paciente e para a sociedade. c) inadaptabilidade . dependência de drogas e outros tipos de dependência orgânica. ou quando apresentarem elevada freqüência de surtos psicóticos. quando caracterizadamente cronificadas e resistentes à terapêutica. ou ainda. c) alcoolismo. b) psicoses esquizofrênicas nos estados crônicos. Não são casos de Alienação Mental: a) transtornos neuróticos da personalidade e outros transtornos mentais não psicóticos. reação ao "stress"). pré-senil. QUADROS CLÍNICOS QUE CURSAM COM ALIENAÇÃO MENTAL: São necessariamente casos de Alienação Mental: a) estados de demência (senil. quando comprovadamente cronificadas e refratárias ao tratamento. em seu estágio evolutivo estejam satisfeitas todas as condições abaixo discriminadas: a) seja enfermidade mental ou neuromental. São excepcionalmente considerados casos de Alienação Mental: a) psicoses afetivas (transtornos afetivos) mono ou bipolar. g) haja um nexo sintomático entre o quadro psíquico e a personalidade do paciente. doença avançada de Alzheimer e outras formas bem definidas).o transtorno mental é evidenciado pela desarmonia de conduta do paciente em relação às regras que disciplinam a vida normal em sociedade. c) seja refratária aos meios habituais de tratamento. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o paciente total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. A alienação mental pode ser identificada no curso de qualquer enfermidade psiquiátrica desde que. luética. b) psicofarmacoterapia. Não é considerado meio de tratamento a utilização de psicofármacos em fase de experiência laboratorial. d) oligofrenias leves e moderadas. ou quando configurarem um quadro irreversível de demência. com destruição da autodeterminação e do pragmatismo. esgotados os meios habituais de tratamento. d) provoque alteração completa ou considerável da personalidade. ou quando exibirem elevada freqüência de repetição fásica. f) psicoses orgânicas transitórias (estados confusionais reversíveis).atinge as funções mentais em conjunto e não apenas algumas delas. coréica. salvo quando acompanhados de lesão neurológica. haja alteração completa ou considerável da personalidade. comprometendo gravemente os juízos de valor e realidade. d) oligofrenias graves. c) psicoses pós-traumáticas e outras psicoses orgânicas. 41 . b) falta de autoconsciência . arterioesclerótica. b) desvios e transtornos sexuais.A) ALIENAÇÃO MENTAL: CONCEITUAÇÃO: Considera-se Alienação Mental todo caso de distúrbio mental ou neuromental grave e persistente no qual.

c) GRAU III . em repouso. São consideradas Cardiopatias Graves: a) as cardiopatias agudas. DIAGNÓSTICO CLÍNICO: Os meios de diagnóstico empregados na avaliação da capacidade funcional do coração são os seguintes: a) história clínica. h) estudo radiológico do tórax. c) eletrocardiograma. funcional do coração (ultrapassando os limites de eficiência dos mecanismos de compensação) e profissional. f) ecocardiograma. nem angina de peito. que. ou quando induzirem à morte prematura. funcional e profissional é definida habitualmente. habitualmente são rápidas em sua evolução. assim descritos: a) GRAU I . m) angiotomografia coronariana Os achados fortuitos em exames complementares especializados não são por si só. em repouso. c) arritmias complexas. como agudas. d) GRAU IV . palpitações. b) GRAU II .B) CARDIOPATIA GRAVE: CONCEITUAÇÃO: Para o entendimento de cardiopatia grave torna-se necessário englobarem-se no conceito todas as doenças relacionadas ao coração. não obstante o tratamento clínico e/ou cirúrgico adequado. tornarem-se crônicas. desde logo. Estes pacientes sentem-se bem em repouso. palpitações ou angina de peito. vasos e campos pulmonares. d) eletrocardiografia dinâmica (Holter). tanto crônicas. associada ao teste ergométrico (Tálio. porém os grandes esforços provocam fadiga. suficientes para o enquadramento legal de Cardiopatia Grave. dispnéia. situação que. fadiga ou angina de peito. i) cintilografia miocárdica. e g) cor-pulmonale crônico. objetivando o coração. com dados evolutivos da doença. com todas as injunções legais.Pacientes portadores de doença cardíaca que os impossibilitam de qualquer atividade física. e) teste ergométrico. MIBI. QUADRO CLÍNICO: O quadro clínico. se não estiverem vinculados aos elementos clínicos e laboratoriais que caracterizem uma doença cardíaca incapacitante. nem palpitações. e) cardiopatias congênitas. quando limitarem. caracterizando uma cardiopatia grave. c) miocardiopatias. b) as cardiopatias crônicas. 42 . bem como os recursos complementares. g) ecocardiograma associado a esforço ou procedimentos farmacológicos. Estes pacientes. dispnéia. mesmo em repouso.Pacientes portadores de doença cardíaca com nítida limitação para a atividade física. d) hipoxemia e manifestações de baixo débito cerebral secundárias a uma cardiopatia. f) arritmias. deve ser considerada como cardiopatia grave. quando efetuam pequenos esforços. b) insuficiência coronária.Pacientes portadores de doença cardíaca com leve limitação para a atividade física. d) valvopatias. com os sinais e sintomas que permitem estabelecer o diagnóstico de Cardiopatia Grave estão relacionados para as seguintes cardiopatias: a) cardiopatia isquêmica. A atividade física normal não provoca sintomas de fadiga acentuada. l) cinecoronarioventriculografia. nem dispnéias. embora acusem fadiga. Estes pacientes sentem-se bem em repouso.Pacientes portadores de doença cardíaca sem limitação para a atividade física. usando um mínimo de duas incidências. Tecnécio). apresentam dispnéia. progressivamente. b) cardiopatia hipertensiva. pela presença de uma ou mais das seguintes síndromes: a) insuficiência cardíaca. DADOS TÉCNICOS: A avaliação da capacidade funcional do coração permite a distribuição dos pacientes em Classes ou Graus. a capacidade física. j) cintilografia miocárdica associada a Dipiridamol e outros fármacos. b) exame clínico. palpitações ou angina de peito. ou as que evoluírem para o óbito. A limitação da capacidade física.

alterações segmentares da contratilidade ventricular. Eletrocardiograma (repouso): zona elétrica inativa. idade avançada. c) disfunção ventricular esquerda sistólica. fibrilação atrial crônica.no período de recuperação. aneurismas. distúrbios de condução atrioventricular e intraventricular relacionados à isquemia Cinecoronaroventriculografia ou tomografia: lesão de tronco de coronária esquerda maior que 50%. hipocinesia e discinesia). diabetes. arritmias ventriculares complexas. 43 . na grande maioria dos casos. especialmente se associada à hipertrofia ventricular esquerda. comunicação interventricular. lesões triarteriais moderadas a importantes (maiores que 70% do terço proximal ou médio). aneurisma de ventrículo esquerdo. Radiografia do tórax: cardiomegalia. 2) CARDIOPATIA HIPERTENSIVA . áreas significantes de acinesia. Eletrocardiografia dinâmica (Holter): alterações isquêmicas (ST-T) associadas à dor anginosa ou sintomas de disfunção ventricular esquerda. lesões bi ou uniarteriais menores que 70% com grande massa miocárdica em risco. alterações isquêmicas de ST-T.a gravidade é caracterizada pela presença das seguintes condições: a) hipertensão essencial ou hipertensão secundária. d) arritmias supraventriculares e ventriculares relacionadas à hipertensão arterial. arritmias ventriculares. fração de ejeção < 0.arritmias (associar com dados de ECG e Holter). acentuação das alterações de contratilidade preexistentes. angina em carga baixa (<5MET). fração de ejeção menor que 0. sinais de disfunção ventricular esquerda associada ao esforço. periférico). b) hipertrofia ventricular esquerda detectada pelo ECG ou Ecocardiograma. manifestações clínicas de insuficiência cardíaca. Ecocardiograma associado a esforço ou procedimentos farmacológicos: aparecimento de alterações de contratilidade segmentar inexistente no Eco em repouso. comunicação interventricular. um determinado item pode. trombos intracavitários. dilatação das câmaras esquerdas. fração de ejeção (FE) em repouso menor ou igual a 0. dilatação da cavidade ventricular esquerda ao esforço. arritmias ventriculares complexas. Teste ergométrico: limitação da capacidade funcional (<5 MET). fibrilação atrial associada à isquemia. arritmias ventriculares complexas.40. Pós-infarto do miocárdio: disfunção ventricular esquerda (áreas de acinesia. Ecocardiograma em repouso: fração de ejeção menor ou igual a 0. morfologia horizontal ou descendente. distúrbios da condução atrioventricular e ventricular. motilidade parietal regional ou global anormal Cintilografia miocárdica associada a dipiridamol e outros fármacos: interpretação semelhante à definida para a cintilografia com teste ergométrico. isquemia miocárdica silenciosa.35 (valor específico para o método). comportamento anormal da FE ao exercício (variação da FE menor que 5%). múltiplas derivações. insuficiência cronotrópica (elevação inadequada da freqüência cardíaca).35). hipertensão arterial. complicações mecânicas: insuficiência mitral. Cintilografia miocárdica associada ao teste ergométrico: defeitos de perfusão múltiplos ou áreas extensas (áreas hipocaptantes definitivas ou transitórias). hipertrofia ventricular esquerda. porém. o conceito de gravidade deve ser reavaliado e reconsiderado. Quando o tratamento adequado-clínico.40 (valor específico para o método). condições associadas. configurar Cardiopatia Grave (por exemplo. apesar de responder à terapêutica. intervencionista ou cirúrgico . acentuado (->3mm). comportamento anormal da pressão arterial diastólica (variação de PD>30mm Hg). complicações associadas: disfunção dos músculos papilares.Em algumas condições. é necessária uma avaliação conjunta dos diversos dados do exame clínico e dos achados complementares para melhor conceituá-la. vasculopatia aterosclerótica importante em outros territórios (central. supradesnível de ST. isquemia à distância (em outra área que não a do infarto). hipercaptação pulmonar. comportamento anormal da FE ao exercício (variação da FE menor que 5%). infradesnível do segmento ST: precoce.melhorar ou abolir as alterações acima descritas. duração prolongada >6 min. que não regride com o tratamento. Fatores de risco e condições associadas: idade maior que 70 anos. desde que associadas a outros sinais de resposta isquêmica. sobretudo em área não relacionada a infarto prévio. hipocinesia e discinesia. a princípio. AFECÇÕES OU DOENÇAS CAPAZES DE CAUSAR CARDIOPATIA GRAVE: 1) CARDIOPATIA ISQUÊMICA .40. pseudo-aneurismas. isoladamente. lesões ateromatosas extensas e difusas.caracterizada por: Quadro Clínico: angina classes III e IV da NYHA e da Canadian Cardiovascular Society. com fração de ejeção menor ou igual a 0. hipercolesterolemia familiar. insuficiência mitral. congestão venocapilar pulmonar. hipertrofia e dilatação ventricular esquerda.

44 .Parkinson .e) cardiopatia isquêmica associada. b) cardiomegalia acentuada. d) hipertrofia moderada ou severa. especialmente em presença de síndrome bradi-taquiarritmia. com insuficiência cardíaca. 4) ARRITMIAS CARDÍACAS . 3) MIOCARDIOPATIAS: distribuídas em: 3. angina. e) arritmias ventriculares complexas. sintomáticos (claudicação cerebral ou insuficiência cardíaca). especialmente história de síncope. c) diagnóstico na infância (baixa idade). sintomática. 4 . de qualquer etiologia. com resposta cronotrópica inadequada ao esforço.3) MIOCARDIOPATIA RESTRITIVA (Endomiocardiofibrose.disfunção ventricular esquerda sistólica e/ou diastólica. 5 .arritmias ventriculares complexas.doença arterial coronária associada. b) paciente sintomático. ou BAV avançado.forma obstrutiva com gradiente de via de saída maior ou igual a 50 mm Hg. f) fibrilação atrial.a gravidade é caracterizada pela presença das seguintes condições: a) história de fenômenos tromboembólicos. comprometimento hemodinâmico. 2 . 6 . c) bloqueio atrioventricular total: sintomático. fibroelastose) . 3 .com as seguintes características: a) histórias de fenômenos tromboembólicos.4) CARDIOPATIA CHAGÁSICA CRÔNICA-gravidade é caracterizada pela presença das seguintes condições: a) história de síncope e/ou fenômenos tromboembólicos.1) MIOCARDIOPATIAS HIPERTRÓFICAS . fibrilação atrial com resposta ventricular baixa. d) envolvimento do ventrículo direito ou biventricular. 7 . permanentes ou alternantes. b) cardiomegalia. insuficiência cardíaca e embolia sistêmica.regurgitação mitral importante. d) fibrilação atrial. bloqueios de ramo (direito ou esquerdo). b) bradiarritmias: bloqueio atrioventricular (BAV) do 2º grau.fibrilação atrial.White. 3. taquicardiomiopatia. e) fibrose acentuada. 8 . com alterações isquêmicas de ST – T: 1 . f) regurgitação mitral e/ou tricúspide importante. d) taquiarritmias: 1 . 3. com comprovada correlação sintomas/arritmia.taquicardias ventriculares sintomáticas (claudicação cerebral e/ou comprometimento hemodinâmico). e. tipo II.a gravidade é caracterizada pela presença das seguintes condições: a) história familiar de morte súbita. 3. d) insuficiência cardíaca classe funcional III e IV. h) distúrbios da condução intraventricular. de qualquer etiologia e desencadeadas por qualquer mecanismo. c) ritmo de galope (B3). b) cardiomegalia importante. f) bloqueio bi ou trifascicular sintomático.cardiomegalia.constituem características de maior gravidade: a) disfunção do nó sinusal. c) insuficiência cardíaca classe funcional III e IV. 2 . e) fração de ejeção menor ou igual a 0.síndrome de Wolff .2) MIOCARDIOPATIAS DILATADAS . g) bloqueio atrioventricular de grau avançado. fenômenos tromboembólicos).30. com cardiomegalia progressiva. c) insuficiência cardíaca classe funcional III e IV.taquicardias supraventriculares sintomáticas (claudicação cerebral. g) arritmias ventriculares complexas.

12 .primeira bulha inaudível ou acentuadamente hipofonética.sopro holossistólico. . 3 . .ectopias cardíacas com alterações múltiplas.agenesias valvares (pulmonar e aórtica).drenagem anômala total infracardíaca ou origem das artérias coronárias.drenagem anômala total infracardíaca ou com obstruções severas da conexão das veias pulmonares com as sistêmicas. 4 .doença arterial pulmonar. 4 . 4 . 3 .do ponto de vista anatômico: 1 .do ponto de vista clínico: 1 . 7) VALVULOPATIAS: distribuídas em: 7.ventrículos únicos com atresias valvares.estudo hemodinâmico: 1 . > 60 mm Hg.estenose mitral.dilatação do átrio direito. 6 . . 2 . 5) COR PULMONALE CRÔNICO . 3 . de intensidade > 3/6.pressão sistólica em artéria pulmonar. 6) CARDIOPATIAS CONGÊNITAS .e) síndrome de pré-excitação ventricular.arritmias de difícil controle e potencialmente malignas.insuficiência cardíaca classes funcionais III e IV. no foco mitral.insuficiência tricúspide importante. 5 .hipertrofia ventricular direita com disfunção diastólica e/ou sistólica. 2 . 9 . com irradiação em faixa ou círculo. com alto risco de morte súbita.necrose miocárdica. 7 .manifestações de hipóxia cerebral e periférica (dedos em baqueta de tambor).hipoplasia ou atresia de valvas pulmonares.dores anginosas. 4 . aórtica e mitral.hipoplasia ou atresia do coração esquerdo. 2 .grande dilatação do átrio direito.frêmito sistólico palpável na região da ponta. 5 . f) portadores de marcapasso cardíaco definitivo (anti-bradi ou antitaquicardia). 3 .consideram-se graves as cardiopatias congênitas que apresentam: . 4 .quadro clínico: 1 .eletrocardiograma: sinais de sobrecarga importante de câmaras direitas. 3 . cuja capacidade funcional se mantém limitada pela cardiopatia subjacente. PCO2 > 50 mm Hg.crises hipoxênicas. (no foco mitral).galope ventricular direito (B3) .pressão na artéria pulmonar maior ou igual a 60 mm Hg. pela presença de circulação colateral brônquica.hiperfonese canglorosa da segunda bulha no foco pulmonar.pressão no átrio direito maior ou igual a 15 mm Hg. 13 .caracterizada por: a) quadro clínico: 1 .hemoptises.inversão do fluxo venoso na sístole atrial. 2 . no foco pulmonar. .hipotrofia ventricular direita. determinado por estudos invasivos.PO2 < 60 mm Hg.cardiopatias complexas.dilatação do tronco da artéria pulmonar.dilatação do ventrículo direito. 10 . 7 .insuficiência cardíaca (classes III e IV). 45 . 8 . 6 .transposição das grandes artérias com hiper-resistência pulmonar ou ausência de comunicações.insuficiência tricúspide.insuficiência pulmonar.segunda bulha hiperfonética. 5 . 5 . 6 . 11 . 4 . 2 .constituem características de maior gravidade: . calculada a partir das pressões do VD e AD. 5 . 3 . por doença coronária ou origem anômala das artérias coronárias.crises sincopais.insuficiência cardíaca direita.1) INSUFICIÊNCIA MITRAL .ecocardiografia: 1 . 2 .

história de comissurotomia mitral prévia.impulsão sistólica de ventrículo direito 9 .aumento acentuado da área.fração de regurgitação maior ou igual a 60% (FR = volume de regurgitação/volume sistólico total). 3 .sinais de hipertensão pulmonar.área valvar < 1.sinais de hipertensão pulmonar (pressão sistólica da artéria pulmonar > 50 mm Hg). 3 .fibrilação atrial.área valvar < 1.sinais de congestão venocapilar pulmonar.2) ESTENOSE MITRAL . 3 .sinais de hipertensão venocapilar pulmonar.presença de jato regurgitante. deslocado externamente. d) ecocardiograma: 1 . 2 . 2 .aumento significativo do diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo.insuficiência cardíaca classes funcionais III e IV. 10 .3) INSUFICIÊNCIA AÓRTICA .pressão diastólica próxima à zero. 2 . síncope). 7 .0 (cm). 2 .pressão sistólica de artéria pulmonar > 50 mm Hg. 3 .tempo de 1/2 pressão > 200 ms.sinais de insuficiência tricúspide.gradiente transvalvar mitral médio > 15 mm Hg.queda progressiva da pressão arterial sistólica.sopro de Austin-Flint.ictus hipercinético. 4 .opacificação do átrio esquerdo igual ou superior que a do ventrículo esquerdo: graus III e IV da classificação de Sellers. 2 . 3 . c) estudo radiológico: 1 . no foco pulmonar. b) eletrocardiograma: 1 . em relação à média do capilar pulmonar.fenômenos tromboembólicos. 5 . 7 .escarros hemoptóicos.fibrilação atrial. c) estudo radiográfico: 1 . 46 . 3 .onda "v" com valor maior ou igual a 3 vezes. na ponta. e) hemodinâmica: 1 .síndrome de Marfan associada.presença de trombo no átrio esquerdo. 7.estalido de abertura da valva mitral precoce. 4 . b) eletrocardiograma: 1 . 5 . 3 .sinais de hipertensão pulmonar.inversão do fluxo sistólico. 2 . 2 .comprometimento progressivo da função ventricular sistólica. 5 . 8 .sinais progressivos de sobrecarga atrial e ventricular esquerdas. com predominância das cavidades esquerdas.caracterizada por: a) quadro clínico: 1 . lipotímia.presença de galope ventricular (B3). 4 .6 .sinais de sobrecarga de câmaras direitas. d) ecocardiograma: 1 . 7.desdobramento amplo e constante da segunda bulha.episódios de edema pulmonar agudo.caracterizada por: a) quadro clínico: 1 .fibrilação atrial. 2 . 8 . 6 . 5 .0 cm². 2 .sinais de hipertensão arteriolar pulmonar. 3 . 6 .pressão média de capilar pulmonar ou de átrio esquerdo > 20 mm Hg.manifestações de baixo débito cerebral (tontura. e) hemodinâmica e angiografia: 1 . 2 . em veia pulmonar. 4 . de grande magnitude.inversão do padrão vascular pulmonar.2ª bulha hiperfonética no foco pulmonar.insuficiência cardíaca classes funcionais III e IV. 4 .gradiente diastólico mitral médio > 15 mm Hg.

c) ecocardiograma: 1 . com infradesnivelamento de ST e onda T negativa. cardiomegalia (aumento de câmaras esquerdas). com alterações funcionais irreversíveis. regurgitação mitral importante.pressão diastólica final do ventrículo esquerdo (Pd2 VE) elevada (maior ou igual a 20 mm Hg). c) estudo radiográfico: 1 .sinais de sobrecarga atrial esquerda.gradiente médio de pressão transvalvar aórtica maior ou igual a 50 mm Hg. 7. em precordiais esquerdas.sobrecarga atrial esquerda. 3 . 2 .aumento importante da área cardíaca com franco predomínio de ventrículo esquerdo (aspecto em "bota").angina de peito. 5 .4) ESTENOSE AÓRTICA . durante aortografia (Graus III e IV de Sellers).insuficiência cardíaca.Tumores Malignos .queda da fração de ejeção ao ecocardiograma de esforço.sinais de hipocinesia ventricular esquerda.fluxo reverso holodiastólico da aorta descendente.5) PROLAPSO VALVAR MITRAL . d) hemodinâmica: 1 . 2 .área valvar menor ou igual a 0.fibrilação atrial.caracterizada por: a) história familiar de morte súbita. 4 . e) medicina nuclear associada à teste ergométrico: comportamento anormal da fração de ejeção. 2 . ocorrendo somente com a sístole atrial. fenômenos trombo-embólicos fibrilação atrial.pressão arterial diferencial reduzida.sintomas de baixo débito cerebral (tontura. 4 . 4 . da croça e do segmento descendente. 47 . 2 . d) ecocardiograma: 1 .sinais de sobrecarga ventricular esquerda importante.caracterizada por: a) quadro clínico: 1 .baixa pressão diastólica da aorta.dilatação do átrio esquerdo.piora progressiva dos parâmetros da função sistólica ventricular esquerda.75 cm².sinais de sobrecarga ventricular esquerda.desdobramento paradoxal da segunda bulha. lipotímia.fibrilação atrial.área valvar igual ou menor a 0. 8) TUMORES CARDÍACOS: .Tumores benignos.b) eletrocardiograma: 1 . arritmias ventriculares complexas. 7 .fibrilição atrial. síncope).abertura valvar mitral.presença de terceira bulha. 5 . 7. tendendo à equalização das pressões diastólicas aortoventriculares. 3 . 4 . 3 . b) eletrocardiograma: 1 . 3 . 3 . 2 . 5 .dilatação da aorta ascendente. b) história de síncope. 3 . prolapso valvar tricúspide associado.bloqueio atrioventricular total. 2 . 8 . 6 .fração de regurgitação igual ou maior do que 60%. síndrome de Marfan associada. 4 .deverão ser adotados os parâmetros exigidos para o enquadramento da neoplasia maligna.gradiente máximo maior ou igual a 70 mm Hg. . ruptura de cordoalhas tendíneas. 3 . 3 .arritmias ventriculares. 2 . com onda T negativa.hipocinesia ventricular esquerda.coronariopatia associada. 2 .opacificação igual ou mais densa do ventrículo esquerdo em comparação com a aorta.jato regurgitante Ao/(VE largo e extenso). f) hemodinâmica e angiografia: 1 .75 cm².pico tardio de intensidade máxima do sopro. c) disfunção ventricular esquerda. em precordiais esquerdas.

mesmo que a acuidade visual não estiver comprometida. GRAU IV . GRAU II .ESCALAS ADOTADAS: Para uniformidade de linguagem e facilidade de julgamento dos graus de perda da acuidade visual. com a melhor correção óptica possível.quando a acuidade visual máxima. C) CEGUEIRA: CONCEITUAÇÃO: Cegueira ou amaurose é o estado patológico no qual a acuidade visual de ambos os olhos é igual à zero. for inferior a 20/50 na escala de SNELLEN.A ausência de um ou outro aspecto que caracterizam as patologias acima discriminadas não afasta o diagnóstico de Cardiopatia Grave. São equivalentes à cegueira e como tal considerados: a) os casos de visão subnormal.4 48 . em ambos os olhos e com a melhor correção óptica possível.5 92.quando a acuidade visual máxima. como índice máximo.05 ou campo visual muito reduzido (inferior a dez graus do ponto de fixação). for inferior a 20/400 SNELLEN. for inferior a 20/200 SNELLEN. b) os casos de redução muito acentuada e irreversível do campo visual (visão tubular). GRAUS DE PERDA PARCIAL DA VISÃO EQUIVALENTE À CEGUEIRA: GRAU I . entre 10º e 5º e menor que 5º. bem como.0 0. GRAU III . depois de esgotados os recursos de correção óptica. a avaliação pericial adotará as escalas SNELLEN e DECIMAL na avaliação da acuidade visual para longe. AVALIAÇÃO DA ACUIDADE VISUAL . exigindo a ajuda de terceiros. comprovados por campimetria.6 % DE VISÃO (eficiência visual) 100 98. respectivamente. e a mínima for igual ou superior a 20/400 SNELLEN. desde que seja identificada a doença pelas características que se fizerem evidentes e que sejam mais marcantes. nem capazes de serem beneficiados por tratamento médico-cirúrgico. em ambos os olhos.3 até 0.quando a acuidade visual máxima.05 e/ou o campo visual só no ponto central da fixação. que motivem dificuldade de locomoção e de orientação espacial do paciente. em caso de perda total da visão de um dos olhos quando a acuidade no outro olho. e a mínima igual ou superior a 20/1200 SNELLEN. no melhor olho. em ambos os olhos. Visão Subnormal ou Baixa Visão . Serão enquadrados nos Graus I. não susceptíveis de correção óptica. independente do grau de acuidade visual central. sem percepção luminosa. e com a melhor correção óptica possível. Cegueira Legal . e a escala JAEGUER na avaliação da acuidade visual para perto.9 0.5 91.condição em que a acuidade visual é igual ou menor que 0.quando a acuidade visual máxima. for inferior a 20/70 na escala de SNELLEN. em ambos os olhos.condição em que há comprometimento do funcionamento visual mesmo após tratamento e correção dos erros refracionais comuns com acuidade visual inferior a 0.7 0. for inferior a 20/20000 SNELLEN ou apresentar. entre 20º e 10º. nos limites previstos neste Manual.8 0.0 95. e com melhor correção óptica possível. e com melhor correção óptica possível. e III os pacientes que tiverem redução do campo visual. e a mínima igual ou superior a 20/700 SNELLEN. Equivalência das escalas usadas na avaliação da acuidade visual para longe: SNELLEN 20/20 20/22 20/25 20/29 20/30 DECIMAL 1. a capacidade de contar dedos à distância de 01 (um) metro e a mínima limitar-se à percepção luminosa. II.

que afeta principalmente as articulações sacroilíacas.0 Equivalência das escalas usadas na avaliação da acuidade visual para perto: JAEGUER % DE VISÃO 1 2 3 4 6 7 8 10 11 14 100 100 90 80 50 40 30 20 15 5 D) ESPONDILITE ANQUILOSANTE CONCEITUAÇÃO: Espondilite Anquilosante.05 83. ascendentemente. A evolução é lenta e progressiva.9 20. as vértebras. As articulações periféricas também podem ser comprometidas. 49 . entre estes os ligamentos da coluna. que pode acompanhar-se de sintomatologia dolorosa e fraturas espontâneas. onde as fraturas têm retardo de consolidação. As áreas ósseas acometidas são assimétricas e os locais mais freqüentes incluem a pelve. inadequadamente denominada de Espondiloartrose Anquilosante nos textos legais. b) fase de relativa inatividade. QUADRO CLÍNICO: A evolução da doença. DIAGNÓSTICO: Critérios para o diagnóstico de Espondilite Anquilosante: a) dor lombar com duração igual ou superior a 3 meses que melhora com exercício e não alivia com repouso. para frente e para trás). mas não determinam anquilose. d) sacroileíte bilateral grau 2-4 ou unilateral grau 3-4.25 0.5 04 0. interapofisárias e costovertebrais. A doença pode ser monostótica (quando apenas um osso ou uma parte de um osso é afetado) ou poliostótica (quando dois ou mais ossos estão envolvidos). c) diminuição da expansão torácica em relação aos valores normais para sexo e idade. Há grande tendência para a ossificação dos tecidos inflamados e desta resulta rigidez progressiva da coluna. atinge a coluna vertebral. caracterizada por deformações ósseas.28 0.9 63.0 10. caracterizada pela formação de tecido ósseo ricamente vascularizado. reservando-se o conceito de anquilose óssea verdadeira à fixação completa de uma articulação em conseqüência da fusão patológica dos ossos que a constituem.1 0.5 48.20/40 20/50 20/60 20/70 20/80 20/100 20/200 20/400 0.6 76.8 58. é uma doença reumática inflamatória crônica. Entende-se por Anquilose ou Ancilose a rigidez ou fixação de uma articulação. não associada ao Fator Reumatóide.2 0. onde são comuns fraturas com consolidação rápida. acarretam maior ou menor limitação dos movimentos da coluna pelo comprometimento das formações extra-articulares. os discos intervertebrais e o tecido conjuntivo frouxo que circunda os corpos vertebrais. se processam em duas fases: a) fase ativa ou osteoporótica. razão pela qual não podem ser assim enquadradas. osteoartrites ou artrites hipertróficas. daí a designação rizomélica. o crânio e a tíbia. também conhecidas como artroses. b) limitação da mobilidade da coluna lombar (movimentos laterais.3 0.5 69. principalmente as das raízes dos membros (ombros e coxofemorais). O processo geralmente se inicia pelas articulações sacroilíacas e. E) ESTADOS AVANÇADOS DA DOENÇA DE PAGET (OSTEÍTE DEFORMANTE) CONCEITUAÇÃO: A Doença de Paget é um distúrbio localizado da remodelação óssea. As artropatias degenerativas da coluna vertebral. que atinge tanto homens como mulheres e cujo diagnóstico quase sempre é feito após os 50 anos. com formação de tecido ósseo denso e menos vascularizado.

com predileção pela pele e nervos periféricos. manifesta-se naqueles indivíduos que apresentam imunidade celular deprimida para o Mycobacterium leprae. fraturas espontâneas e degeneração maligna (sarcoma osteogênico.Indeterminada (I) . juntamente com a Hanseníase Indeterminada constituem as formas paucibacilares da hanseníase. 2 . xerótica.ENQUADRAMENTO TÉCNICO: Os Estados Avançados da Doença de Paget apresentam as seguintes características: a) lesões ósseas generalizadas. Os nervos mais comumente atingidos são: cubital. cílios e supercílios. perturbações olfativas e neuralgias. A pele torna-se luzidia. O Ministério da Saúde define como caso de hanseníase para tratamento. arteriosclerose periférica e hipertensão arterial. nervos. Portanto. enquanto que valores inferiores a três vezes o limite superior podem indicar comprometimento monostótico ou a forma esclerótica da doença. A queda de pelos neste local chama-se madarose. forma o quadro conhecido como fácies leonina. mucosas das vias aéreas superiores. A Hanseníase Tuberculóide.HV – trata-se de forma multibacilar. A baciloscopia resulta negativa. c) complicações cardiovasculares: insuficiência cardíaca de alto débito. testículos. b) Multibacilares (MB) . Na pele descrevem-se pápulas. podendo afetar os linfonodos. dentro do espectro imunológico da doença. ósteo-artrites secundárias. Em sua forma neural pura não se observam lesões cutâneas: há espessamento do tronco nervoso e dano neural precoce e grave. b) complicações neurológicas e sensoriais: surdez. A forma clínica I com Mitsuda negativa é potencialmente MB.Indeterminada (I) .Baciloscopia negativa: 1 . quando um ou mais dos seguintes achados encontram-se presentes: lesão de pele com alteração de sensibilidade.Tuberculóide (T). A infiltração da face. com aspecto apergaminhado e tonalidade semelhante ao cobre. Sua evolução crônica caracteriza-se pela infiltração progressiva e difusa da pele. QUADRO CLÍNICO: Principais características das formas clínicas de Hanseníase: Hanseníase Tuberculóide (T) – nesta forma clínica se encontram lesões bem delimitadas. incluindo os pavilhões auriculares.Dimorfa (D).Virchowiana (V). Hanseníase Virchowiana . A infiltração é difusa e mais acentuada na face e nos membros. O teste de Mitsuda é recomendado para agrupar as formas clínicas I em PB ou MB. ciático poplíteo externo e auricular magno. trabeculado grosseiro e lesões líticas e escleróticas. com madarose e manutenção da cabeleira. em especial quando atinge nervos sensitivo-motores. na inervação vascular e nos troncos nervosos. causada pelo Mycobacterium leprae (bacilo de Hansen). olhos. espessamento da cortical. DIAGNÓSTICO: Exames subsidiários elucidativos e indispensáveis à conclusão pericial: a) exame radiológico: aumento do volume ósseo. Seu crescimento centrífugo lento leva à atrofia no interior da lesão.Baciloscopia positiva 1 . fibrossarcoma e sarcoma de células redondas). em número reduzido. b) dosagem da fosfatase alcalina sérica: valores com resultados dez vezes acima do normal geralmente indicam comprometimento do crânio ou doença poliostótica extensa.Mitsuda negativa. reconhecida por corresponder ao pólo de baixa resistência. o fígado e o baço. anestésicas e de distribuição assimétrica.Mitsuda positiva. Admite-se que a HV possa evoluir a partir da forma indeterminada ou se apresentar como tal desde o início. Estes últimos vão apresentar deficiências funcionais e seqüelas tardias. linfócitos e células gigantes tipo Langhans. O comprometimento nervoso ocorre na pele. de curso crônico. O exame histológico evidencia a presença de granuloma tipo tuberculóide de células epitelióides. nódulos e máculas. 2 . Descrevem-se lesões em placas ou anulares com bordas populosas e áreas da pele eritematosas ou hipocrômicas. espessamento de tronco nervoso ou baciloscopia positiva na pele. 3 . deformidades ósseas. Há rarefação dos pelos nos membros. CLASSIFICAÇÃO: A Hanseníase pode ser classificada nas seguintes formas clínicas: a) Paucibacilares (PB) . podendo apresentar surtos reacionais intercorrentes. F) HANSENÍASE: CONCEITUAÇÃO: A Hanseníase é uma doença infecto-contagiosa de notificação compulsória. 50 .

com freqüência. iridociclite. dolorosas. linfadenite. Edema de membros inferiores. artrite. localizadas em qualquer região da pele. tais como: infecções intercorrentes. A baciloscopia mostra-se negativa. após período de tempo que varia de poucos meses até anos. G) DOENÇA DE PARKINSON CONCEITUAÇÃO: também chamado Paralisia Agitante. Podem ocorrer também lesões viscerais principalmente no fígado. há exacerbação das lesões pré-existentes.este grupo é caracterizado por sua instabilidade imunológica. A lesão típica é o eritema nodoso que se caracterizam por lesões eritematosas. manchas hipocrômicas com bordas ferruginosas. o que faz com que haja grande variação em suas manifestações clínicas. Às vezes o dano funcional do nervo se instala sem quadro clínico de dor e espessamento do nervo. Os nervos mais comprometidos são: facial. que diminui com a execução de movimentos voluntários e pode cessar com o relaxamento total. d) apresentarem seqüelas invalidantes. As reações seguem-se a fatores desencadeantes. apenas a sensibilidade térmica encontra-se alterada. Em alguns casos. A infiltração assimétrica da face. podendo haver predominância ora de uma. grande auricular. é precoce o aparecimento de rinite posterior e destruição do septo nasal. medianos. dos pavilhões auriculares e a presença de lesões no pescoço e nuca são elementos sugestivos desta forma clínica. Caracteriza-se pelo aparecimento de manchas hipocrômicas. predominantemente postural. A baciloscopia pode ser negativa ou positiva com índice bacilar variável. Hanseníase Dimorfa (HD) . ulnares.No comprometimento das mucosas. de dois a cinco anos. é um quadro mórbido de etiologia ainda não estabelecida. placas eritemato-ferruginosas ou violáceas. rítmica e não intencional. pré-tibialgia e febre acompanham esta reação. vacinação. A HV apresenta baciloscopia fortemente positiva e representa. fibular comum e tibial posterior. seja na pele. baço e testículos. que se tornam edemaciadas. resultante do comprometimento do Sistema Nervoso Extra-Piramidal. levam a incapacidade física. As neurites são freqüentes. mão e pé reacionais.hipercinesia. de tamanhos variados incluindo pápulas e nódulos. Hanseníase Indeterminada (HI) – considerada a primeira manifestação clínica da hanseníase e. o quadro reacional evolui com neurite. QUADRO CLÍNICO: caracterizado pelos seguintes sinais: a) tremor . assimétricas e. em média. gravidez. ocorre evolução para cura ou para outra forma clínica (tuberculóide ou virchowiana). isto é. proteinúria e dano hepático. acompanha-se do exagero dos 51 . ou simplesmente por áreas de hipoestesia na pele. As lesões da pele revelam-se numerosas e a sua morfologia mescla aspectos de HV e HT. caracteristicamente na hanseníase dimorfa. As lesões neurais são precoces. com alteração de sensibilidade. nos casos virgens de tratamento. importante foco infeccioso ou reservatório da doença. Surtos Reacionais: representam episódios inflamatórios que se intercalam no curso crônico da hanseníase. Reação tipo 1 (reação reversa) tende a surgir mais precocemente no tratamento. manchas eritematosas ou acastanhadas com limite interno nítido e limites externos imprecisos. b) tiverem a ocorrência de atividade clínica após a alta por cura. geralmente após seis meses de tratamento. ora de outra forma. nos nervos ou no comprometimento sistêmico. estresse físico e emocional. NORMAS DE INCAPACIDADE DEFINITIVA: a avaliação pericial concluirá pela incapacidade definitiva por Hanseníase dos examinados que: a) permanecerem com sinais de atividade clínica após completarem o tratamento. b) rigidez muscular . medicamentos iodados. Freqüentemente. Compreendem placas eritematosas. podendo ser a única manifestação clínica. podendo chegar à ulceração. irite. As lesões são em pequeno número e podem se localizar em qualquer área da pele. apenas ramúsculos nervosos cutâneos. eritematosas. c) manifestarem surtos reacionais freqüentes durante o tratamento ou após a cura. As lesões da HI surgem após um período de incubação que varia.sinal característico e eventualmente dominante. Reação tipo 2 (eritema nodoso da hanseníase): observada nas formas virchowiana e dimorfa. puerpério. Não há comprometimento de troncos nervosos nesta forma clínica. orquite. recidiva. com bordas internas nítidas e limites externos difusos.

g) urinárias – nictúria 2) Alterações nos Exames Complementares: a) Alterações Laboratoriais: . A avaliação pericial não concluirá pela incapacidade definitiva dos portadores de Parkinsonismo secundário ao uso de medicamentos quando.aumento dos níveis sanguíneos de uréia.diminuição da capacidade renal de diluição e concentração (isostenúria). . hematomas. d) neurológicas . acarretam insuficiência renal. conforme abaixo: 52 .distorções da imagem normal conseqüente a cicatrizes. insônia. NORMAS DE INCAPACIDADE DEFINITIVA: a avaliação pericial concluirá pela incapacidade definitiva quando o quadro clínico determinar o impedimento do examinado ao desempenho das atividades normais e não for possível o controle terapêutico da doença. hipertensão arterial e insuficiência cardíaca. tóxicas (inclusive medicamentos). H) NEFROPATIA GRAVE CONCEITUAÇÃO: São consideradas Nefropatias Graves as patologias de evolução aguda. potássio.diminuição da filtração glomerular. edema. b) cardiovasculares . choque elétrico e tumores intracranianos.cefaléia. determinando incapacidade para o trabalho e/ou risco de vida. CLASSIFICAÇÃO: devem ser observados os seguintes critérios técnicos: 1) A estimativa da filtração glomerular (FG) representa a melhor medida da função renal global em indivíduos sadios e doentes. raça. sexo. pela supressão destes. hálito amoniacal. também chamado Síndrome de Parkinson. creatinina e ácido úrico. . cálcio. tremor muscular. Uma queda na FG precede o aparecimento de sintomas de falência renal em todas as formas de doença renal progressiva. náuseas. convulsão e coma. Um nível de FG abaixo de 60 ml/min representa perda de metade do nível da função renal normal. 2) O uso da creatinina sérica é limitado na avaliação da FG.anemia normocrômica e normocítica. parasitárias. c) gastrintestinais . . c) bradicinesia .retinopatia hipertensiva e retinopatia arteriosclerótica. é conseqüente a lesões degenerativas infecciosas. Por isso.diminuição da atividade motora espontânea e conseqüente lentidão de movimentos. A Perícia Médica deverá. subaguda ou crônica que.palidez amarelada. . houver regressão e desaparecimento do quadro clínico.diminuição da eliminação de contrastes. hemorragias digestivas. de modo irreversível. conhecidos como "sinal da roda dentada" (Negro). recomendamos que a creatinina sérica seja ajustada por meio da fórmula de Cockcroft-Gault.acidose metabólica. f) pulmonares .soluço. O Parkinsonismo Secundário. astenia. As Nefropatias Graves são caracterizadas por manifestações clínicas e alterações nos exames complementares. fósforo.distensão do sistema coletor nos processos primariamente obstrutivos. glicose e lipídios. abscessos ou tumores. b) Alterações nos exames por imagem: . diarréia ou obstipação.pulmão urêmico e derrame pleural. sempre que possível. A FG normal em adultos jovens é de aproximadamente 120 a 130 ml/min/1. hemorragia cutânea e sinais de prurido. endócrinas ou produzidas por traumatismo. . lassidão. quando usados. especificar a etiologia da Síndrome de Parkinson responsável pela incapacidade do examinado. sexo e superfície corporal. superfície corporal. . QUADRO CLÍNICO: apresentam as seguintes características: 1) Manifestações Clínicas: a) ectoscópicas .73 e declina com a idade. O nível normal de FG varia de acordo com a idade. vômitos.pericardite sero-fibrinosa. pois é afetado pela idade. língua saburrosa. .reflexos tônicos de postura e determina o aparecimento de movimentos em sucessão fracionária. dieta. .diminuição das áreas renais nas patologias crônicas ou nas isquemias agudas intensas. drogas e diferenças em métodos laboratoriais. cistos. e) oftalmológicas .distúrbios dos níveis de sódio.

FG acima de 90 ml/min. Corresponde a uma FG entre 15 e 29 ml/min. necrose cortical difusa. não há sinais ou sintomas clínicos importantes de insuficiência renal. náuseas. PROGNÓSTICO .nesta fase. hipertensão arterial. edema. adinamia. Suas opções terapêuticas são a diálise ou o transplante renal. ou seja.nesta fase os rins perderam o controle do meio interno.é determinado pelo grau de malignidade da neoplasia influenciado pelos seguintes fatores: a) grau de proliferação celular. para fim de enquadramento legal. e) fase terminal de insuficiência renal (fase 5) . I) NEOPLASIA MALIGNA CONCEITUAÇÃO: É um grupo de doenças caracterizadas pelo desenvolvimento incontrolado de células anormais que se disseminam a partir de um sítio anatômico primitivo. c) grau de invasão vascular e linfática. as nefropatias podem ser divididas em cinco fases (estágios): a) fase de lesão com função renal normal (fase 1) . vômitos. b) grau de diferenciação celular. 2) As nefropatias da fase 2 (insuficiência renal leve ou funcional) não são enquadradas como Nefropatia Grave. amiloidose renal. ao registrar o diagnóstico. 4) As nefropatias das fases 4 e 5 (insuficiência severa e insuficiência renal terminal) são enquadradas como Nefropatia Grave.FG (ml/min) = 140-idade x peso x 0. São consideradas Neoplasias Malignas as relacionadas na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). embora os sinais e sintomas da uremia possam estar presentes de maneira discreta. e) resposta à terapêutica específica. incompatível com a vida. nefropatia conseqüente à obstrução do fluxo urinário. NORMAS DE INCAPACIDADE DEFINITIVA: deverão ser observados: 1) As nefropatias da fase 1 (lesão renal com função renal normal) não são enquadradas como Nefropatia Grave. necrose medular bilateral.corresponde às fases iniciais de lesão renal com filtração glomerular preservada. d) fase de insuficiência renal clínica ou severa (fase 4) . diabetes mellitus. apresenta sinais e sintomas ligados à causa básica (hipertensão arterial. A avaliação laboratorial simples já nos mostra. 53 . infecções urinárias). hiporexia. linfoma. nefropatia hipertensiva. níveis elevados de uréia e de creatinina plasmáticas.nesta fase os níveis plasmáticos de uréia e creatinina ainda são normais. Alport e outras). vasculites. As avaliações periciais deverão. tornando-o bastante alterado. o paciente mantém-se clinicamente bem. Corresponde a uma FG entre 30 e 59 ml/min. lupus eritematoso. Corresponde a uma FG entre 60 e 89 ml/ min. nefropatias hereditárias (rins policísticos. glomerulonefrites crônicas conseqüentes a depósitos de imunocomplexos glomerulonefrite crônica conseqüente a anticorpo antimembrana basal. b) fase de insuficiência renal funcional ou leve (fase 2) . infiltração leucêmica). nefropatia por irradiação neoplasias (hipernefroma. f) estatísticas de morbidade e mortalidade de cada tipo de neoplasia. quase sempre. O paciente encontra-se intensamente sintomático.o paciente já se ressente de disfunção renal. Apresenta marcantes sinais e sintomas de uremia: anemia. identificar o tipo de nefropatia seguido da afirmativa ou negativa de Nefropatia Grave. obstrução arterial e/ou venosa grave (aguda ou crônica). 3) As nefropatias da fase 3 (insuficiência renal moderada) são enquadradas como Nefropatia Grave quando acompanhadas de sinais e sintomas que determinem a incapacidade laborativa do examinado. d) estadiamento clínico e/ou cirúrgico.sérica 3) Considerados os níveis de alteração da função renal e o grau de insuficiência renal. Na maioria das vezes.85 se mulher 72 X creat. c) fase de insuficiência renal laboratorial ou moderada (fase 3) . Corresponde a uma FG inferior a 15 ml/min. MANIFESTAÇÃOES PATOLÓGICAS: Principais grupos de patologias que cursam com insuficiência renal e são capazes de produzir Nefropatia Grave: nefropatia diabética. pielonefrite crônica.

as lesões ósteo-músculo-articulares envolvendo a coluna vertebral. J) PARALISIA IRREVERSÍVEL E INCAPACITANTE CONCEITUAÇÃO: Entende-se por paralisia a incapacidade de contração voluntária de um músculo ou grupo de músculos. São equiparadas às paralisias as paresias das quais resultem alterações extensas das funções nervosas e da motilidade. i) exames radiológicos. e) exames de tomografia computadorizada. f) tetraplegia . f) exames de ressonância nuclear magnética. d) exames endoscópicos. esgotados os recursos terapêuticos da Medicina especializada e os prazos necessários à recuperação motora. CLASSIFICAÇÃO DAS PARALISIAS: Considerando-se a localização e a extensão das lesões. c) exames ultrassonográficos. bem como os casos de amputação de membros (ou grande parte destes) que necessariamente ocasionem perda da capacidade funcional e laborativa. mesmo quando extirpada a lesão neoplásica maligna. b) tornarem-se inválidos em conseqüência de seqüelas do tratamento. com ou sem paralisia facial homolateral. Não se equiparam às paralisias. desde a córtex cerebral até a própria fibra muscular.quando é atingido um músculo ou um grupo de músculos. A paralisia será considerada irreversível e incapacitante quando. citar o tipo anátomo-patológico da neoplasia. a sensibilidade e a troficidade e que tornem o examinado total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. ao firmar o diagnóstico. São equiparadas às paralisias as lesões ósteo-músculo-articulares e vasculares graves e crônicas. a qual implica na interrupção de uma das vias motoras. em qualquer ponto. h) pesquisa de marcadores tumorais específicos. A avaliação pericial deverá. c) hemiplegia . NORMAS DE INCAPACIDADE DEFINITIVA: as Juntas Médicas farão indicativo de aposentadoria definitiva para os examinados que forem portadores de neoplasias malignas. resultante de uma lesão orgânica de natureza destrutiva ou degenerativa. e: a) manifestarem recidiva ou metástase de neoplasia maligna. pela lesão do neurônio motor central ou periférico.quando resulta da paralisia de três membros. sua localização. g) exames cintilográficos. b) monoplegia . esgotados os recursos terapêuticos da medicina especializada e os prazos necessários à recuperação.quando são atingidos os membros superiores e os inferiores.quando são atingidos todos os músculos de um só membro.quando são atingidos os membros superiores e inferiores do mesmo lado. presença de metástases. A abolição das funções sensoriais. permanecerem distúrbios graves e extensos que afetem a mobilidade. b) exames citológicos. das quais resultem alterações extensas e definitivas das funções nervosas.quando são atingidos os membros inferiores ou superiores simultaneamente. na ausência de lesões orgânicas das vias nervosas. d) paraplegia ou diplegia . caracteriza a paralisia funcional. suas seqüelas e acrescentar a expressão Neoplasia Maligna. para fim de enquadramento legal. 54 . da mobilidade e da troficidade.AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E ESTADIAMENTO: o diagnóstico e a extensão da neoplasia maligna podem ser determinados pelos seguintes meios propedêuticos: a) biópsia da lesão com estudo histopatológico. esgotados os recursos terapêuticos da Medicina especializada e os prazos necessários à recuperação. e) triplegia . as paralisias classificam-se em: a) paralisia isolada ou periférica .

brônquios ou pulmões. porém sem evidência de infecção tuberculosa (teste cutâneo tuberculínico negativo). herpes simples mucocutâneo por período superior a um mês. Escala de sinais. Os pacientes são distribuídos em classes. determinada radiologicamente .Pacientes sem exposição à tuberculose e sem infecção tuberculosa. AVALIAÇÃO DO POTENCIAL EVOLUTIVO DAS LESÕES TUBERCULOSAS: nesta avaliação devemos considerar: . dermatite persistente. d) curadas. bacteriológico. criptosporidiose intestinal crônica (>um mês). radiológico e imunológico que evidenciam e definem as lesões tuberculosas. baço e linfonodos (Exemplo: retinite por citomegalovirose). tosse persistente associada ou não a qualquer pneumonia (exceto tuberculose ou pneumonite.Pacientes com infecção tuberculosa caracterizada pela positividade da prova cutânea tuberculínica. com a respectiva pontuação. qualquer micobacteriose disseminada em órgãos outros que não sejam o pulmão. candidose de traquéia. linfoma não-Hodgkin de células B e linfoma maligno imunoblástico. pleural ou de linfonodos localizados numa única região cinco pontos. O Anexo III faz referências aos critérios técnicos de avaliação do portador de SIDA/AIDS. isosporidiose intestinal crônica (>um mês). febre>um mês. L) TUBERCULOSE COM SEQUELAS GRAVES E INCAPACITANTES CONCEITUAÇÃO: A tuberculose é uma doença infecto-contagiosa causada pelo Mycobacterium Tuberculosis. herpes zoster em indivíduo com até sessenta anos de idade. c) de atividade indeterminada (potencial evolutivo incerto). toxoplasmose cerebral.Avaliação clínica: presença de sinais e/ou sintomas relacionados com a doença. sintomas ou doenças.K) SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (SIDA/AIDS) CONCEITUAÇÃO: Será considerado como caso de AIDS todo servidor que apresentar evidência laboratorial da infecção pelo HIV (dois testes de triagem para detecção de anticorpos anti-HIV ou um confirmatório reagente) no qual seja diagnosticada imunodeficiência (pelo menos uma doença indicativa de AIDS e/ou contagem de linfócitos T CD4 + abaixo de 350 células/mm³). Pode acometer qualquer órgão.Pacientes com história de exposição à tuberculose. um somatório de pelo menos dez pontos numa escala de sinais. pele ou linfonodos cervicais/hilares (exceto tuberculose ou hanseníase). histoplasmose disseminada (localizada em quaisquer órgãos que não exclusivamente em pulmão ou linfonodos cervicais/hilares). 55 .Critério CDC adaptado. de evolução aguda ou crônica. além disso. sarcoma de Kaposi – dez pontos. tuberculose pulmonar. candidose de esôfago. porém sem tuberculose. utilizada no critério de definição Rio de Janeiro/Caracas: a) anemia/ou linfopenia e/ou trombocitopenia. com as seguintes características: a) Classe 0 .Pacientes com tuberculose doença. Como evidência de imunodeficiência faz-se necessária uma contagem de linfócitos CD4+ menor do que 350 células/mm³ e/ou o diagnóstico de pelo menos uma das doenças indicativas de AIDS: câncer cervical invasivo. tendo. d) Classe III . b) Classe I . nítida predileção pelo pulmão. reativação de doença de Chagas (meningoencefalite e/ou miocardite.dois pontos). de notificação compulsória. caquexia. disfunção do sistema nervoso central. leucoencefalopatia multifocal progressiva. Apresentam quadros clínico. independentemente da presença de outras causas de imunodeficiência . citomegalovirose em qualquer outro lugar que não seja fígado. CLASSIFICAÇÃO: As lesões tuberculosas são classificadas em: a) ativas. b) candidose oral ou leucoplasia pilosa. b) inativas. linfadenopatia>um mês. c) Classe II . criptococose extrapulmonar. c) outras formas de tuberculose. diarréia>um mês. pneumonia por Pneumocystis Carinii. independentemente da presença de outras causas de imunodeficiência . astenia>um mês. no entanto. linfoma primário do cérebro. sintomas ou doenças. Será considerado como caso de AIDS todo servidor que apresentar evidência laboratorial da infecção pelo HIV (dois testes de triagem de detecção de anticorpos ou um confirmatório reagente) e.Critério Rio de Janeiro/Caracas. sepse recorrente por bactérias do gênero Salmonella (não tifóide).

1. nodular.. CLASSIFICAÇÃO: a função hepática e o grau de insuficiência hepática serão avaliados pelos seguintes parâmetros: a) albumina sérica. b) as hepatopatias agudas que evoluírem para o óbito.8 > 50 30 a 50 < 30 PONTOS 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 Ascite Bilirrubina (mg/dl) Albumina (g/dl) Atividade de Protrombina (%) ENQUADRAMENTO PERICIAL: As hepatopatias do grupo A (5 A 6 PONTOS) não serão enquadradas como Hepatopatia Grave.5 < 2. e) presença ou ausência de encefalopatia.Avaliação anátomo-patológica: das peças de ressecção ou biópsia. visto que nestes casos.8 a 3. 56 . subaguda ou crônica que. entre outros.5 2. . são irreversíveis e cursarem com varizes de esôfago. hipertensão portal. As hepatopatias do grupo C (10 OU MAIS PONTOS) serão enquadradas como Hepatopatia Grave Serão enquadradas como grave. apesar de não atingirem a referida pontuação. d) presença ou ausência de ascite.Avaliação imunológica: prova tuberculínica (PPD). c) atividade de protrombina. As hepatopatias do grupo B (7 A 9 PONTOS) serão enquadradas como Hepatopatia Grave quando determinarem a incapacidade laborativa do examinado. cultura e inoculação em animais sensíveis. b) bilirrubina sérica total. com pesquisa bacteriológica. estudadas por meio de séries de radiografias. e linear. hepatomegalia e/ou esplenomegalia. Para o estabelecimento do grau de insuficiência hepática serão utilizados os parâmetros referidos no item 38. obtidas ao longo da evolução da doença. M) HEPATOPATIA GRAVE CONCEITUAÇÃO: São consideradas Hepatopatias Graves: a) as hepatopatias de evolução aguda. com destaque dos aspectos infiltrativo. . podem evoluir sem colestase. acarretam insuficiência hepática. Não serão enquadrados como Hepatopatia Grave os portadores assintomáticos dos vírus HVB (vírus da hepatite B) e HVC (vírus da hepatite C). de modo irreversível.Avaliação radiológica: estudo radiológico. cavitário. determinando incapacidade para o trabalho e/ou risco de vida. CONDUTA: Os servidores que apresentarem seqüelas incapacitantes e irreversíveis das lesões tuberculosas serão considerados incapazes definitivamente para o serviço ativo como portadores de Tuberculose ativa. . atribuindo-se a seguinte pontuação: PARÂMETROS Grau de Encefalopatia VARIAÇÃO Ausente I e II III e IV Ausente Discreta Tensa <2 2a3 >3 >3. ao exame direto.Avaliação bacteriológica: pesquisa do Mycobacterium tuberculosis nos diferentes materiais. e da característica de estabilidade ou instabilidade das lesões. aquelas hepatopatias que.

Precisa de supervisão em tempo integral. Disfunção do lobo frontal com perda de inibições sociais. etc. incluindo acinesia. 57 . incurável. com posterior análise pelo supervisor médico e gerente de perícia médica. cessar-se-á o benefício de aposentadoria por invalidez. apraxia. . o servidor aposentado por invalidez será primeiramente avaliado clinicamente. agitação. alteração de personalidade. Risco de crises convulsivas pneumonias aspirativas. sendo o segurado revertido ao serviço público ou posto em disponibilidade. progressiva. com posterior análise técnica pelo supervisor e gerente de perícia médica. depois de transcorridos 02 (dois) anos da data de início da sua aposentadoria por invalidez. choro.Terceiro Estágio . escrever e em lidar com números.Segundo Estágio: duração média de 02 a 10 anos. dificuldades de locomoção e de comunicação. As avaliações periciais indicarão aposentadoria definitiva por invalidez quando comprovarem presença de quadro clínico demencial.). idéias fixas. tomar banho. devendo orientar a necessidade de curatela definitiva para o examinado. resmunga. Como a degeneração cortical é difusa.N) DOENÇA DE ALZHEIMER CONCEITUAÇÃO: A Doença de Alzheimer é uma doença crônica. às vezes. distúrbios do movimento. não reconhece a família. ENQUADRAMENTO PERICIAL: A análise pericial irá se basear no quadro demencial apresentado pelo servidor. . confusão. dificuldade em lidar com dinheiro. Sintomas: não se reconhece no espelho. precisa de ajuda para todas as atividades comuns do ser humano (tais como: comer. pouca capacidade tomar conta de si mesmo. respeitada a idade máxima de sessenta anos).estágio final. por solicitação do IPREV à Gerência de Perícia Médica. irritação fácil. agitação e confusão mental. delirantes e desconfiança. infecções urinárias e distúrbios metabólicos. conforme definido em regulamento. medo de banho. VII – REAVALIAÇÕES PERICIAIS DO SERVIDOR APOSENTADO: com base na legislação vigente (parágrafo § 2º do Inciso III Artigo 60 da Lei Complementar 412) o segurado aposentado por invalidez será submetido à avaliação médica periódica para atestar a permanência das condições que lhe causaram a incapacidade laboral. dificuldade de reconhecer amigos e familiares. ficando as demais avaliações determinadas a critério da referida Gerência (no período compreendido entre 2 e 5 anos. Seus principais sintomas são perda de memória. SINAIS E SINTOMAS: Dificuldades de funções dos lobos parietal e temporal. depressão. Nas unidades periciais que possuírem Comissão Técnica Pericial (CTP). dificuldade em organizar o raciocínio e pensar logicamente (não encontra as palavras certas). Sintomas: esquecimento. alterações de percepção e de ordem motora. mudanças de humor e personalidade. degenerativa. incapacidade de compreender e julgar. vestir-se. perda de peso mesmo com boa dieta. que provoca a deterioração das células do cérebro. ir ao banheiro. apresenta dificuldade em segurar objetos e engolir. Conforme definido no Artigo 43 do Regulamento do Regime Próprio do IPREV (Anexo XII). a avaliação pericial será realizada por médico perito e a conclusão pericial ficará a cargo da referida Comissão. grita. podendo-se valer dos testes psicológicos para conclusão pericial. ocasionais tremores musculares e cacoetes. perda de iniciativa. Verificada a insubsistência dos motivos geradores da incapacidade. incontinência de esfíncteres e abulia (perda de espontaneidade). nos termos do Estatuto dos Servidores do Estado de Santa Catarina. a avaliação pericial será efetuada por Junta Médica. não consegue se comunicar com palavras. apresentando. não controla esfíncteres. Sintomas: crescente perda de memória. distonias e mioclonia. tempo de atenção reduzido. esquecimento de fatos e lugares. dificuldades para ler. produz sons com a boca. CLASSIFICAÇÃO: os portadores da Doença de Alzheimer podem ser classificados em 3 estágios: . com perda de memória e desorientação espacial. pode-se esperar que praticamente todas as partes do córtex cerebral apresentem várias disfunções tais como: afasia.Primeiro Estágio: duração média de 02 a 04 anos. movimentos e falas repetitivos. incapacidade de assumir sua higiene pessoal sem ajuda externa. dorme demais. com duração média de 01 a 03 anos. Nas unidades periciais que não possuírem CTP. geme.

emitir laudo conclusivo. 58 . tudo nos seguintes termos: "Art. desde que motivadas por acidente em serviço. neoplasia maligna. exceto as decorrentes de moléstia profissional.ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA I .os valores recebidos a título de pensão quando o beneficiário desse rendimento for portador das doenças relacionadas no inciso XIV deste artigo. a Gerência de Perícia Médica fica impedida de avaliar situações de solicitantes não abrangidos pela condição acima descrita (servidor estadual aposentado ou pensionista). espondiloartrose anquilosante. ainda que esta tenha sido adquirida após a aposentadoria. paralisia irreversível e incapacitante. com base em conclusão da medicina especializada. auxílio-doença.DOU DE 24/12/92 – Alterada Art. Em função da dificuldade técnica. por ocasião do exame pericial. mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma. hanseníase. devendo o laudo conter o CID (com o respectivo enquadramento) e a data do diagnóstico da referida patologia. 7. dos Estados. II . 47. do Distrito Federal e Municípios e pelas entidades de previdência privada Alterada pela LEI Nº.DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 . nefropatia grave. doença de Parkinson. mediante exame clínico e subsidiado por parâmetros técnicos. pagos pela previdência oficial da União. esclerose-múltipla.OPERACIONALIZAÇÃO: O benefício deve ser solicitado ao IPREV ou órgão de lotação. estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante).OBJETIVO: O benefício é concedido ao servidor aposentado ou pensionista que apresente doença do rol das especificadas no dispositivo legal em vigor. com base em conclusão da medicina especializada. tuberculose ativa. Art.os proventos de aposentadoria ou reforma. 8. cardiopatia grave. síndrome da imunodeficiência adquirida. III .DE 23 DE DEZEMBRO DE 1992 . auxílio-funeral e auxilio-acidente. 9. e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional.LEGISLAÇÃO: A) LEI Nº. No artigo 6º da Lei nº. 6º XIV . Cabe ao perito. a fim de se constatar a existência de patologia especificada em lei. XXI . contaminação por radiação. de 22 de dezembro de 1988. dê-se ao inciso XIV nova redação e acrescente-se um novo inciso de número XXI.541 . auxílio-natalidade.250 .713. a quem cabe o encaminhamento a Gerencia de Perícia Médica para agendamento da avaliação pericial. cegueira. alienação mental.Ficam isentos do imposto de renda os rendimentos percebidos pelas pessoas físicas decorrentes de seguro-desemprego.DOU DE 27/12/95 Excertos – Alterada. favorecendo ou negando os direitos da lei em tela. 48 . mesmo que a doença tenha sido contraída após a concessão da pensão ““.

contaminação por radiação. da União. síndrome da imunodeficiência adquirida. 9. 6º. de 23 de dezembro de 1992. cegueira. dos Estados. síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) e fibrose cística (mucoviscidose). neoplasia maligna. D) Decreto nº. mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma. estados avançados de doença de Paget (osteíte deformante). de 1992. XII . hanseníase. 30º A partir de 1º de janeiro de 1996. 11. 47. de 22 de dezembro de 1988. 47. doença de Parkinson. E) LEI Nº. passa a vigorar com a seguinte redação: o o o o o "Art. de 22 de dezembro de 1988. com a redação dada pela Lei n 8. 47 da Lei nº. de 22 de dezembro de 1988.541.713.713.541. com a redação dada pela Lei n 8. a moléstia deverá ser comprovada mediante laudo pericial emitido por serviço médico oficial. fica incluída a fibrose cística (mucoviscidos). doença de Parkinson. Lei nº. com a redação dada pelo art. espondiloartrose anquilosante. de 23 de dezembro de 1992. cardiopatia grave. e Lei nº. art. e fibrose cística (mucoviscidose). 9250 – DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 Art. com base em conclusão da medicina especializada. DE 29 DE DEZEMBRO DE 2004. hanseníase. do Distrito Federal e dos Municípios. Altera o inciso XIV da Lei n 7. art. nefropatia grave. desde que motivadas por acidente em serviço e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional. esclerose múltipla. alienação mental. para incluir entre os rendimentos isentos do imposto de renda os proventos percebidos pelos portadores de hepatopatia grave. 7. Art. 6 XIV – os proventos de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional. de 29 de abril de 1996. 6º da Lei nº. 7. contaminação por radiação.713. 183 da Independência e 116 da República. espondiloartrose anquilosante. de 23 de dezembro de 1992. Brasília. com a redação dada pelo art. cardiopatia grave. espondiloartrose anquilosante. 30. contaminação por radiação. art. 39. Não entrarão no cômputo do rendimento bruto: Proventos de Aposentadoria por Doença Grave XXXIII . alienação mental.B) LEI Nº. neoplasia maligna. 8." (NR). esclerose múltipla. de 1995. § 2º). cegueira. 6º da Lei nº. alienação mental. 8. 29 de dezembro de 2004. hanseníase.os proventos de aposentadoria ou reforma. tuberculose ativa. no caso de moléstias passíveis de controle. § 1º O serviço médico oficial fixará o prazo de validade do laudo pericial. doença de Parkinson. § 2º Na relação das moléstias a que se refere o inciso XIV do art. o o o o 59 .052. neoplasia maligna. 2 Esta Lei entra em vigor em 1 de janeiro do ano subseqüente à data de sua publicação.541.713. hepatopatia grave. de 23 de dezembro de 1992. de 22 de dezembro de 1988. de 1988. 25. estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante). paralisia irreversível e incapacitante. 1 O inciso XIV do art. cegueira. 6o da Lei no 7. paralisia irreversível e incapacitante.os proventos de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os recebidos pelos portadores de moléstia profissional. síndrome de imunodeficiência adquirida. nefropatia grave. para efeito do reconhecimento de novas isenções de que tratam os incisos XIV e XXI do art. nefropatia grave. Art.000 de 26 de março de 1999 Art.541. 7. com base em conclusão da medicina especializada. esclerose múltipla.250. C) Instrução Normativa SRF nº. 8. paralisia irreversível e incapacitante. tuberculose ativa.541.713. da Lei nº. cardiopatia grave. 3. tuberculose ativa. inciso XIV. estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante). mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma (Lei nº.

de valerse de uma equilibrada ponderação dos elementos lógico-sistemático. por ausência de prova préconstituída. em favor dos inativos portadores de moléstia grave.2. Pensar de modo diverso demandaria o reexame de todo o contexto fáticoprobatório dos autos.250/95 e 39. de acordo com o entendimento do julgador. 2.2. Precedente: REsp 734. que prescreve a interpretação literal da norma. DJ de 18/09/2007)-REsp1088379/DF-RECURSOESPECIAL2008/0200060-8. nos termos dos arts. 9. da Lei nº. (REsp 192.000/99.Sendo assim. caput e § 1º da Lei n. 673. Min. 7.2006 (REsp nº. IV .713/88. 4. ou não. para o recebimento de tal benefício. 5. a saber: o Decreto n.250/95 não vincula o Juiz. Rel. 60 . DJ16. III .11. o entendimento dominante nesta Corte é no sentido de que a isenção do imposto de renda. 3. II . 111 do CTN. V . a "norma do art.2006. Rel. DJ 20. Min.541/SP.5. O art. Relator Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA DJ de 09/05/2005). julgado em 2. feita pelo recorrente. do Regulamento do Imposto de Renda. 131 e 436 do Código de Processo Civil. Rel. FRANCISCO FALCÃO. Luiz Fux. continue fazendo jus ao benefício isencional do imposto de renda. Quanto à alegada contrariedade ao disposto no artigo 267. é necessária a emissão de laudo pericial por meio de serviço médico oficial. 9. é livre na apreciação das provas acostadas aos autos pelas partes litigantes" (REsp nº. julgado em 2.250/95 determine que. DJ 20. Min.2005.741/PB. previsto no artigo 6º. como soberano das circunstâncias fáticas e probatórias da causa. O mesmo argumento utilizado pela Corte de origem tem a virtude de afastar a alegação de violação dos artigos 30.IV – DECISÕES JUDICIAIS (STJ) REFERENTES AO BENEFÍCIO: I . 6º. corroborado pelas provas dos autos.É considerado isento de imposto de renda o recebimento do benefício de aposentadoria por portador de neoplasia maligna. para que servidor o público aposentado. entenderem válidos laudos médicos expedidos por serviço médico particular. em favor dos inativos portadores de moléstia grave. submetido à cirurgia para retirada da lesão cancerígena.531/RS. que. Rel. tem como objetivo diminuir o sacrifício do aposentado. Precedente: REsp 734.713/88. DJ de 28. 30 da Lei nº. porquanto. nos termos do art.2005. o que é defeso a esta Corte em vista do óbice da Súmula 7/STJ. Rel. 967.693/DF.2. HUMBERTO MARTINS. para fins de isenção do imposto de renda. que complementará a conclusão pericial pelo deferimento. 749.Ainda que se alegue que a lesão foi retirada e que o paciente não apresenta sinais de persistência ou recidiva a doença.Ainda que o art. os quais integram a moderna metodologia de interpretação das normas jurídicas. com emissão de Termo de Inspeção e encaminhamento para o órgão de origem. o entendimento dominante nesta Corte é no sentido de que a isenção do imposto de renda. do benefício pleiteado. inciso XIV.2. 30 da Lei n. § 4º.2006. 9. da Lei n. do CPC.100/PE. Luiz Fux. Min. não prospera a pretensão. histórico e finalístico ou teleológico. aliviando os encargos financeiros relativos ao acompanhamento médico e medicações ministradas. tem como objetivo diminuir o sacrifício do aposentado. inciso XIV. 7. não pode levar o aplicador do direito à absurda conclusão de que esteja ele impedido. Precedente: REsp nº. 3. confirmou a decisão recorrida e entendeu estar presente documento hábil para comprovar a moléstia do impetrante.2006. o Tribunal de origem.2005.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. inciso VI.) REsp967693/DFRECURSO ESPECIAL2007/0160218-3. João Otávio de Noronha. esse pode.2. Ainda que se alegue que a lesão foi retirada e que o paciente não apresenta sinais de persistência ou recidiva a doença. no seu mister de apreciar e aplicar as normas de direito. julgado em 17.541/SP. a avaliação pericial é encaminhada para avaliação do Supervisor Médico. aliviando os encargos financeiros relativos ao acompanhamento médico e medicações ministradas. Min. Cinge-se a controvérsia na prescindibilidade ou não da contemporaneidade dos sintomas de neoplasia maligna.

V . o servidor deverá solicitar junto ao IPREV. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. mediante apresentação de atestado médico e exames complementares. II . documento de identidade e demais documentos médicos necessários. o processo e prontuário médico são encaminhados para avaliação do Supervisor Médico.LEGISLAÇÃO: Artigo 61: A contribuição previdenciária prevista no artigo da Lei Complementar incidirá apenas sobre a parcela de proventos que supere o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. tenham adquirido doença incapacitante. Aplica-se o disposto no caput aos aposentados e aos pensionistas em gozo de benefício previdenciário que. que seja. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: De posse do atestado médico solicitando o benefício. após a sua concessão. do benefício pleiteado. munidos do atestado médico. que comprovará. agendamento para avaliação médica pericial junto a Gerência de Perícia Médica. que complementará a conclusão pericial pelo deferimento. portador de doenças graves especificadas no parágrafo oitavo do artigo 60 da Lei 412/08. bem como aos respectivos pensionistas. ou não. a existência de patologia compatível com o benefício pleiteado.ISENÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA I – OBJETIVO: é o benefício concedido ao servidor inativo aposentado por invalidez ou tempo de serviço. 61 . Parágrafo único. quando o beneficiário for portador de doença incapacitante. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão deste benefício é indispensável o exame médico pericial.

6844/86): Art. mediante realização de avaliação clínica e exames complementares. § 3° . § 1º . ou não.LEGISLAÇÃO: a reversão da aposentadoria é normatizada por: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº. que comprovará. 6843/86): Art. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº.não haja completado 60 (sessenta) anos de idade. no cargo anteriormente ocupado. II .RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. 53 .Reversão é o reingresso do membro do magistério aposentado. a cura clínica da patologia pré-existente que motivou o indicativo de aposentadoria por invalidez. apurada a conveniência administrativa em processo regular. ou a pedido. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento. § 2º .A reversão dependerá sempre de prova de capacidade física e posse. II . § 1º .seja julgado apto em inspeção de saúde por Junta Médica Oficial.tenha seu reingresso considerado como de interesse do serviço público. 62 .Para que a reversão possa se efetivar.Para que a reversão possa se efetivar é necessário que o aposentado: I . onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. II . C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. munidos do documento de identidade e demais documentos médicos necessários. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial.Somente depois de decorridos 2 (dois) anos. 6745/85): Art. ou a pedido. V . quando insubsistentes os motivos da aposentadoria por invalidez. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão da reversão é indispensável o exame médico pericial.REVERSÃO DE APOSENTADORIA I – OBJETIVO: A reversão é o reingresso no serviço público do funcionário aposentado. 59 . 181 – A reversão é o reingresso no serviço do funcionário aposentado. apurada a conveniência administrativa em processo regular. quando insubsistentes os motivos da aposentadoria por invalidez. pode reaposentar-se o policial civil que reverter.Reversão é o reingresso no serviço público do policial civil aposentado. salvo motivo de saúde. quando insubsistentes os motivos da aposentadoria por invalidez. quando insubsistentes os motivos da aposentadoria. bem como a inexistência de seqüelas incapacitantes.não tenha completado 60 (sessenta) anos de idade. é necessário que o aposentado: I . a avaliação médica e processo administrativo são encaminhados para avaliação do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de reversão deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao setor de recursos humanos onde o servidor esteja lotado. do benefício pleiteado. realizado em Junta Médica.

com os proventos proporcionais. estado avançado da doença de Paget. 6.Fica assegurado ao servidor de Administração Direta e Autarquia dos Três Poderes e Tribunal de Contas do Estado. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial. realizado em Junta Médica. consideram-se doença incapacitante. II . de 26 de junho de 2008: Para os efeitos desta Lei Complementar. doença de Parkinson. espondiloartrose anquilosante.LEGISLAÇÃO: a integralização de proventos é normatizada por: A) Lei Nº. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de integralização de proventos deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao setor de recursos humanos onde o servidor esteja lotado. nefropatia grave. contagiosas ou incuráveis: alienação mental. ou não. com seqüelas graves e incapacitantes. 412. hanseníase. 2º . hepatopatia grave. contaminação por radiação. aposentado por invalidez.901. 63 . III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão da integralização de proventos é indispensável o exame médico pericial. o diagnóstico da patologia especificada em lei. a revisão da sua aposentadoria para efeito de integralização dos proventos. de acordo com a legislação em vigor. de 5 de dezembro de 1986: Art. doença de Alzheimer.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. desde que comprovada a invalidez permanente mediante laudo emitido pelo órgão médico oficial. com seqüelas graves e incapacitantes. munidos do documento de identidade e demais documentos médicos necessários. do benefício pleiteado. cardiopatia grave. as doenças graves. sendo que a avaliação médica pericial é realizada por Junta Médica e seu parecer. cegueira bilateral.INTEGRALIZAÇÃO DE PROVENTOS I – OBJETIVO: O servidor aposentado por invalidez com os proventos proporcionais tem direito à revisão da sua aposentadoria para efeito de integralização de proventos. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. V . será favorável nos casos em que houver comprovação de doença incapacitante que assegure proventos integrais prevista em lei. paralisia irreversível e incapacitante. B) LEI COMPLEMENTAR Nº. a avaliação médica e processo administrativo são encaminhados para avaliação do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. síndrome da imunodeficiência adquirida e tuberculose. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento. que comprovará. mediante realização de avaliação clínica e exames complementares. neoplasia maligna.

pelo ascendente. auxílio especial correspondente a 5% (cinco pôr cento) do menor vencimento pago pelo Estado. 146.pelo cônjuge que não exerça atividade remunerada. de acordo com a distribuição dos dependentes. § 1º Conceder-se-á Salário-Família ao membro do magistério: I . 6844/1986): Art. ou em disponibilidade. § 4° .O valor do salário-família por filho incapaz para o trabalho. § 4º Equiparam-se ao pai e à mãe os representantes legais dos incapazes e às pessoas a cuja guarda e manutenção estiverem judicialmente confiados os beneficiários.LEGISLAÇÃO: o salário triplo é normatizado por: A) Estatuto dos Servidores Públicos (Lei Nº.por filho incapaz para o trabalho. auxílio especial correspondente a 5% (cinco por cento) do menor vencimento pago pelo Estado.pôr filho menor de 18 (dezoito) anos.Equiparam-se ao pai e à mãe os representantes legais dos incapazes e as pessoas a cuja guarda e manutenção estiverem judicialmente confiados os beneficiários. comprovada a dependência econômica. mediante autorização judicial.pôr filho incapaz para o trabalho IV . corresponderá ao triplo do estabelecido neste artigo. 122 – É garantido ao funcionário ativo e inativo. IV . quando se tratar de estudante universitário. § 5° .Conceder-se-á salário-família ao funcionário: I . o salário-família será concedido ao pai. se ambos os tiverem. ao que tiver os dependentes sob sua guarda. e. de acordo com a distribuição dos dependentes. 64 . § 1° . sem rendimento próprio. III . II .Quando o pai e mãe forem funcionários do Estado e viverem em comum. 6745/85): Art. § 3º Quando pai e mãe forem funcionários do Estado e viverem em comum. viva sob a guarda e sustento do funcionário. ou em disponibilidade. § 3° . II . É garantido ao membro do magistério ativo e inativo. ou.SALÁRIO TRIPLO I – OBJETIVO: Corresponde a um benefício equivalente a três vezes o salário família e é concedido ao servidor que comprovar ter dependente invalido e com deficiência física ou mental. se ambos os tiverem. que viva às expensas do funcionário.por filho menor de 18 (dezoito) anos. quando se tratar de estudante universitário. e. B) Estatuto do Magistério Público do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. ao que tiver os dependentes sob sua guarda. se não viverem em comum. se menor de 21 (vinte e um) anos. § 2° .pelo cônjuge ou companheiro(a) que não exercer atividade remunerada. comprovado após avaliação médico-pericial. se maior de 21 (vinte e um) anos prorrogável até 24 (vinte e quatro) a nos. viva sob a guarda e sustento do funcionário.Compreende-se neste artigo o filho de qualquer condição.pelo ascendente. § 2º Compreende-se neste artigo o filho de qualquer condição ou enteado e o menor que mediante autorização judicial. a titulo de salário-família. III . II . § 5º O valor do salário-família pôr filho incapaz para o trabalho. sem rendimento próprio que viva as expensas do funcionário. prorrogável até 24 (vinte e quatro) anos. corresponderá ao triplo do estabelecido neste artigo. a título de salário-família. designado como dependente junto ao órgão previdenciário do Estado. se não viverem em comum. o salário-família será concedido ao pai. ou comprovada a dependência econômica. o enteado e o menor que.

mediante realização de avaliação clínica e exames complementares. a titulo de salário família. É garantido ao policial civil ativo ou inativo. conforme especificada em lei. vive sob a guarda e sustento do policial civil. a avaliação médica e o processo administrativo são encaminhados para avaliação do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. sem rendimento próprio que viva às expensas do policial civil. § 3º Quando o pai e mãe forem funcionarias do Estado e viverem em comum o salário família será concedido ao pai. corresponderá ao triplo do estabelecido neste artigo. III . § 6º No caso de falecimento do policial civil o salário família continuara sendo pago aos seus beneficiários. se ambos os tiverem. 65 . § 2º Compreende-se neste artigo o filho de qualquer condição. observados os limites do § 1º deste artigo. se não viverem em comum.pelo ascendente. § 4º Equiparam-se ao pai e a mãe os representantes legais dos incapazes e as pessoas a cuja guarda e manutenção estiverem judicialmente confiados os beneficiários. ou em disponibilidade. prorrogável ate 24 (vinte e quatro) anos. § 1º Conceder-se-á salário família ao funcionário: I .pôr filho incapaz para o trabalho.pôr filho menor de 18 (dezoito) anos ou comprovada a dependência econômica. munidos dos documentos de identidade e demais documentos médicos necessários. 202. II . o diagnóstico da patologia e a incapacidade total pata o trabalho. 6843/1986): Art. e IV . quando se tratar de estudante universitário. e. § 5º O valor do salário família pôr filho incapaz para o trabalho. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão do referido benefício é indispensável o exame médico pericial. do benefício pleiteado.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial.pelo cônjuge que não exerça atividade remunerada. que comprovará. se maior de 21 (vinte e um) anos. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de salário triplo deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao setor de recursos humanos onde o servidor esteja lotado. mediante autorização judicial. V . ao que tiver os dependentes sob sua guarda. de acordo com a distribuição dos dependentes. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial.C) Estatuto da Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Lei Nº. o enteado e o menor que. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. ou não. acompanhado do dependente portador da incapacidade. auxilio especial correspondente a 5% (cinco pôr cento) do menor vencimento pago pelo Estado à Policia Civil. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento.

que comprovará. Parágrafo único. A pensão por morte somente será devida ao dependente inválido. solteiro. 6º São considerados dependentes: I . que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento. II . ou não. 76. 412. Art. periodicamente. 66 . II . inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral e que viva sob a dependência econômica do segurado. objetivando caracterização de dependência atual e futura para fins de recebimento de pensão previdenciária. deverá ser atestada por perícia médica própria da unidade gestora do RPPS/SC ou por esta designada. do benefício pleiteado.filho solteiro menor de 21 (vinte e um) anos. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial. prevista no inciso II do caput. inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral e que viva sob a dependência econômica do segurado. mediante realização de avaliação clínica e exames complementares.INSCRIÇÃO JUNTO AO IPREV/PENSÃO PREVIDENCIÁRIA I – OBJETIVO: tem por objetivo a inclusão do filho maior.LEGISLAÇÃO: a inscrição é normatizada por: A) LEI COMPLEMENTAR Nº. e comprovada periodicamente. nos termos do regulamento. IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de inclusão no IPREV deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao competente setor do referido instituto. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. munido dos documentos de identidade e demais documento médico necessários. de 26 de junho de 2008: Art. solteiro. 6º. caracterizada pela perda total e permanente da capacidade para exercer toda e qualquer atividade laboral. conforme definido em regulamento. à perícia própria do IPREV ou por este designada. previsto no art. § 5º A condição de invalidez. desta Lei Complementar. a avaliação médica e o processo administrativo são encaminhados para análise técnica do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica. sob pena de suspensão do benefício.filho maior. se a invalidez for atestada antes da perda da qualidade de dependente e confirmada por perícia própria do IPREV ou por este designada.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão do referido benefício é indispensável o exame médico pericial. V . o diagnóstico e situação clínica e funcional da patologia que caracterize a invalidez. II. O pensionista inválido deverá submeter-se.

A primeira reavaliação ocorrerá após dois anos do início do benefício. sendo que a segunda reavaliação será programada com base no resultado desta avaliação pericial (situação clínica e funcional). no prazo mínimo de dois anos e máximo de cinco anos. Nas unidades periciais que possuírem Comissão Técnica Pericial (CTP). a avaliação pericial será efetuada por médico perito. 67 . com posterior análise técnica pelo supervisor e gerente de perícia médica. até que o pensionista complete 60 anos de idade. a avaliação pericial será realizada por médico perito e a conclusão pericial ficará a cargo da referida Comissão.VI – REAVALIAÇÕES PERICIAIS DO PENSIONISTA MAIOR INVALIDO: com base ma legislação vigente (Artigo 6º e 7º da Lei Complementar 412) o segurado maior invalido será submetido à avaliação médica periódica para atestar a permanência das condições que lhe causaram a concessão do referido benefício. Nas unidades periciais que não possuírem CTP. com posterior análise pelo supervisor médico e gerente de perícia médica. A responsabilidade pela solicitação do pedido de revisão pericial cabe ao IPREV. conforme Artigo 57 do Regulamento do Regime Próprio do IPREV (Anexo XII).

III – AVALIAÇÃO MÉDICO-PERICAL: Para concessão do referido benefício é indispensável o exame médico pericial. objetivando garantir a assistência médica do mesmo.749.o cônjuge: a) o (a) companheiro (a) nos termos definidos neste Regulamento.INSCRIÇÃO JUNTO AO PLANO DE SAÚDE I – OBJETIVO: tem por objetivo a inclusão do filho maior inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral e que viva sob a dependência econômica do segurado. 3. 7º Definem-se como segurados de Santa Catarina Saúde: V . c) o (a) filho (a) solteiro (a) maior de 18 (dezoito) anos definitivamente inválido ou incapaz desde que comprovada a dependência econômica. menores de 18 (dezoito) anos. que encaminhara o referido processo à Gerência de Perícia Médica a fim de se proceder ao agendamento para avaliação médica pericial. do benefício pleiteado. a avaliação médica e processo administrativo são encaminhados para análise técnica do Supervisor Médico e Gerente de Perícia Médica.LEGISLAÇÃO: a inscrição é normatizada por: A) DECRETO Nº. de 28 novembro de 2005: Art. desde que apresente ausência de dependente na condição da alínea “a”. que complementarão a conclusão pericial pelo deferimento. que comprovará. onde deverá comparecer na data e horário previamente agendados. V . IV – OPERACIONALIZAÇÃO: A solicitação de inclusão no plano de saúde deverá ser efetuada mediante processo administrativo junto ao competente setor do referido plano. o diagnóstico da patologia que caracterize a invalidez.RESULTADO DA AVALIAÇÃO PERICIAL: Concluído o exame pericial. ou não. II . munido dos documentos de identidade e demais documentos médicos necessários. 68 . mediante realização de avaliação clínica e exames complementares. b) os filhos solteiros.

respostas a quesitos em processos administrativos e judiciais. reavaliação pericial de aposentadoria por invalidez (nas unidades periciais que não possuam CTP). integralização de proventos. licenças prolongadas e em outras situações especiais e a pedido do perito examinador. É prerrogativa do Gerente de Perícia Médica a responsabilidade técnica perante o Conselho Regional de Medicina e a homologação final de benefícios avaliados em Junta Médica. reavaliação pericial de inaptidão em exame de posse.EXAME PERICIAL POR JUNTA MÉDICA O exame pericial será realizado por Junta Médica nas seguintes situações: sugestão ou solicitação de aposentadoria. pedidos de reconsideração de benefícios. A Junta Médica será composta por médicos peritos examinadores designados pela Supervisão Médica ou Gerente de Perícia Médica. reversão de aposentadoria. 69 . Cabe ao Supervisor Médico a designação de Junta Médica para definição do benefício. É assegurado ao servidor o pedido de reconsideração de benefício avaliado em Junta Médica. desde que devidamente justificado e com fatos clínicos novos e aceitos pela Supervisão Médica. que designará uma nova composição de Junta Médica. nos casos que suscitarem dúvidas. supervisor médico ou gerente de perícia.

Vistorias de locais de trabalho apontando medidas para melhoria das condições ambientais e ergonômicas. 70 . Autorização para pagamento ou ressarcimento de despesas referentes a acidentes em serviço. Viabilização das ações propostas pela Política Estadual de Segurança e Medicina do Trabalho. II) RESPOSTAS A QUESITOS EM PROCESSOS ADMINISTRATIVOS: Em processo administrativo poderá ser solicitada avaliação médico-pericial com emissão de parecer ou na forma de respostas a quesitos. Caracterização de acidente em serviço. análise e emissão de pareceres e/ou laudos referentes à: • • • • • Insalubridade / Risco de Vida (periculosidade).PROCEDIMENTOS TÉCNICOS I) ANÁLISE DE PROCESSOS PARA DECLARAÇÃO DE INVALIDEZ EM QUITAÇÃO DE IMÓVEIS: Consta de revisão analítica de prontuário de servidor aposentado ou pensionista com objetivo de fornecer informações técnicas para o preenchimento dos itens da declaração de invalidez de competência da perícia médica para fins de quitação de imóveis adquiridos através do Sistema Financeiro de Habitação. o que será realizado em Junta Médica. III) AÇÕES DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO: É de competência da Gerência de Saúde Ocupacional a normatização.

3º . 20 de dezembro de 1999: Art. a cultura. adaptações. 2º . Art. e de outros que.incapacidade – uma redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social. propiciem seu bemestar pessoal. a previdência social. Art. paralisia cerebral. em igualdade com os demais candidatos. acarretando o comprometimento da função física. 1º . tetraparesia. 4º .deficiência física – alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano.ANEXO I . monoparesia. meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida.deficiência – toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica. fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade.É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas seguintes categorias: I . vinculada à Secretaria correspondente ao referido concurso. e f) anacusia. ao transporte. considera-se: I . ao amparo a infância e a maternidade.A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência compreende o conjunto de orientações normativas que objetivam assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiência. triplegia. apresentando-se sob a forma de paraplegia. e III . paraparesia. c) de 56 a 70 db – surdez acentuada. II . a fim de se comprovar a deficiência legal e verificar a compatibilidade de sua necessidade especial com as especificações do cargo pretendido.298. ao lazer. a assistência social. a habitação. a edificação pública. dentro do padrão considerado normal para o ser humano. b) de 41 a 55 db – surdez moderada. tetraplegia.LEGISLAÇÃO QUE TRATA DO INGRESSO DE CANDIDATOS QUE APRESENTAM NECESSIDADES ESPECIAIS I . exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções. com necessidade de equipamentos. e) acima de 91 db – surdez profunda. Art. definido em Lei e no edital do Concurso. não excluindo a necessidade de realização do Exame Admissional.deficiência permanente – aquela que ocorreu ou se estabilizou durante um período de tempo suficiente para não permitir recuperação ou ter probabilidade de que se altere. ao turismo. ao desporto. A avaliação se dará conforme o percentual disponibilizado aos PNE(s). d) de 71 a 90 db – surdez severa. hemiplegia. social e econômico. como definido em Lei. variando de graus e níveis na forma seguinte: a) de 25 a 40 decibéis (db) – surdez leve. ao trabalho. antes da nomeação. 3.deficiência auditiva – perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras. a saúde. decorrentes da Constituição e das leis.Para os efeitos deste Decreto. 71 . triparesia. amputação ou ausência de membro.PROCEDIMENTO –Os candidatos Portadores de Necessidades Especiais que forem aprovados em Concurso Público para provimento de Cargo Efetivo serão avaliados pela Comissão de Assessoramento à Seleção para Portadores de Deficiência. inclusive dos direitos a educação. II . membros com deformidade congênita ou adquirida. hemiparesia. A) Decreto nº. monoplegia. apesar de novos tratamentos.Cabem aos órgãos e a s entidades do Poder Público assegurar a pessoa portadora de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos.

mediante trabalho autônomo. não possa desempenhar atividade laboral no mercado competitivo de trabalho ou em oficina protegida de produção. não sendo excluída a possibilidade de utilização de apoios especiais. ambiente de trabalho adequado a s suas especificidades. a supervisão e as ajudas técnicas entre outros elementos que auxiliem ou permitam compensar uma ou mais limitações funcionais motoras. § 3º .867. com vista à emancipação econômica e pessoal.colocação competitiva: processo de contratação regular. provendo-o com trabalho remunerado. Do Acesso ao Trabalho Art. g) lazer. possibilitando a plena utilização de suas capacidades em condições de normalidade.Consideram-se procedimentos especiais os meios utilizados para a contratação de pessoa que. horário flexível.na contratação para prestação de serviços.promoção do trabalho por conta própria: processo de fomento da ação de uma ou mais pessoas. Parágrafo único . nos termos da legislação trabalhista e previdenciária.Nos casos de deficiência grave ou severa.Consideram-se apoios especiais à orientação.deficiência visual – acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho. que depende da adoção de procedimentos e apoios especiais para sua concretização. 34 . nos termos da legislação trabalhista e previdenciária.III .deficiência mental – funcionamento intelectual significativamente inferior à média. devido ao seu grau de deficiência. e) saúde e segurança.deficiência múltipla – associação de duas ou mais deficiências.Considera-se oficina protegida terapêutica a unidade que funciona em relação de dependência com entidade pública ou beneficente de assistência social. e h) trabalho. § 1º .colocação seletiva: processo de contratação regular. c) habilidades sociais. transitória ou permanente. 9. § 5º . na forma da lei. § 4º . de modo a superar as barreiras da mobilidade e da comunicação. sensoriais ou mentais da pessoa portadora de deficiência.na comercialização de bens e serviços decorrentes de programas de habilitação profissional de adolescente e adulto portador de deficiência em oficina protegida de produção ou terapêutica. 35 .O período de adaptação e capacitação para o trabalho de adolescente e adulto portador de deficiência em oficina protegida terapêutica não caracteriza vínculo empregatício e está condicionado a processo de avaliação individual que considere o desenvolvimento biopsicosocial da pessoa. nos seguintes casos: I . V . no qual constará a relação nominal dos trabalhadores portadores de deficiência colocados à disposição do tomador. 72 . após a melhor correção. poderão intermediar a modalidade de inserção laboral de que tratam os incisos II e III. ou campo visual inferior a 20º (tabela de Snellen). entre outros. tais como jornada variável. proporcionalidade de salário.São modalidades de inserção laboral da pessoa portadora de deficiência: I . que tem por objetivo desenvolver programa de habilitação profissional para adolescente e adulto portador de deficiência. com vista à emancipação econômica e pessoal relativa. § 2º .As entidades beneficentes de assistência social.É finalidade primordial da política de emprego a inserção da pessoa portadora de deficiência no mercado de trabalho ou sua incorporação ao sistema produtivo mediante regime especial de trabalho protegido. IV . por entidade pública ou privada. entre a entidade beneficente de assistência social e o tomador de serviços. transitória ou permanente.A prestação de serviços será feita mediante celebração de convênio ou contrato formal. com manifestação antes dos 18 (dezoito) anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas. f) habilidades acadêmicas. o cumprimento do disposto no caput deste artigo poderá ser efetivado mediante a contratação das cooperativas sociais de que trata a Lei nº. exija condições especiais. cooperativado ou em regime de economia familiar. b) cuidado pessoal. ou ocorrência simultânea de ambas as situações. tais como: a) comunicação. § 7º . da pessoa portadora de deficiência física. § 6º . de 10 de novembro de 1999. Art. que tem por objetivo a integração social por meio de atividades de adaptação e capacitação para o trabalho de adolescentes e adultos que devido ao seu grau de deficiência. que independe da adoção de procedimentos especiais para sua concretização. mental ou sensorial: e II . d) utilização da comunidade.Considera-se oficina protegida de produção a unidade que funciona em relação de dependência com entidade pública ou beneficente de assistência social. e III . II .

9899 de 21 de julho de 1995.. triparesia.. acarretando o comprometimento da função física... além das normas de natureza comum... 1..... serão reservados 10% (dez por cento) das vagas pré-estabelecidas. monoplegia.. 2.perda bilateral... ostomia. I ..Lei Estadual nº...298.... com a melhor correção óptica.. passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. da Constituição do Estado de Santa Catarina e dá outras providências..000Hz e 3. membros com deformidade congênita ou adquirida. hemiplegia. programas de prevenção de doenças profissionais e de redução da capacidade laboral..899. de quarenta e um decibéis (dB) ou mais.. amputação ou ausência de membro.Lei Estadual nº... 12870 de 12 de janeiro de 2004.caracterização das anomalias impeditivas ao exercício regular dos cargos. monoparesia...3 e 0... 1° Nos concursos públicos para provimento de cargos e empregos da Administração Direta e Indireta do Estado de Santa Catarina.. Art.. vinculada à Secretaria Estadual de Administração. triplegia. a baixa visão. aos portadores de deficiência.especificação dos cargos disponíveis e respectivas vagas destinadas preferencialmente aos portadores de deficiência.... bem assim programas de reabilitação caso ocorram patologias ou se manifestem outras incapacidades.000Hz. as seguintes: I .deficiência visual ... parcial ou total.. 4o do Decreto no 3... C) LEI N° 9. hemiparesia.000HZ. ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores. de 20 de dezembro de 1999. II . do artigo 21...05 no melhor olho. A deficiência física. visual ou mental somente constituirá causa impeditiva para o ingresso no serviço público estadual. quando se tratar de cargo ou função cujas atribuições essenciais forem consideradas incompatíveis com o tipo ou grau de deficiência de que é portador o candidato.. na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0. nanismo..... ..... 73 ... paraparesia. Parágrafo único.. 5296 de 2 de dezembro de 2004: Art.. 4o .. tetraplegia.. II . III .. 70.. com a seguinte competência: I . tetraparesia.alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano.deficiência auditiva .. aferida por audiograma nas freqüências de 500HZ.... B) Decreto nº.. com a melhor correção óptica. exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções... apresentando-se sob a forma de paraplegia. os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o.....deficiência física .. em parceria com o tomador de serviços... de 21 de julho de 1995: Disciplina o inciso V..... 2° Constarão do edital de concurso. Art... que significa acuidade visual entre 0.cegueira........... auditiva..definir a compatibilidade entre as atribuições e tarefas inerentes aos cargos e funções a serem providos e o tipo ou grau de deficiência de que são portadores os candidatos. OBS: Recomendamos a leitura para conhecimento da legislação pertinente ao tema: .. O art.§ 8º .. Art.... paralisia cerebral.....A entidade que se utilizar do processo de colocação seletiva deverá promover.. 3° Fica criada a Comissão de Assessoramento à seleção para portadores de deficiência.05 no melhor olho..... observados os seguintes critérios: a) as informações prestadas pelo candidato no ato de inscrição.

nem suprem o estágio probatório regulamentado no capitulo IV. II . contemplando cada área de deficiência. Art. Art. nomeado em virtude de concurso público. c) a natureza das tarefas e atribuições próprias do cargo e função. promover o seu treinamento e adaptação à função e ao local de trabalho. o candidato deve declarar sua condição de portador de deficiência. e de outros que decorrentes da Constituição e das leis. Art. aos demais candidatos aprovados. à habitação. da Lei n° 6.745. de 12 de janeiro de 2004: Dispõe sobre a Política Estadual para Promoção e Integração do Portador de Necessidades Especiais. exames adicionais. conforme a ordem de classificação. Art.propor à Administração Estadual a utilização de meios ou formas de seleção especialmente adaptadas às condições resultantes da deficiência de que é portador o candidato. que será feita em formulários próprios para cada tipo de deficiência. ao desporto. no desempenho das funções inerentes ao cargo ou função. bem como nos métodos. d) a introdução de adaptações no ambiente de trabalho e nas tarefas a serem desempenhadas. reverterão nas condições normais. 3º Para os efeitos desta Lei. propiciem seu bem-estar pessoal. IV . 6° A forma de deficiência. 8° As conclusões constantes de parecer emitido pela Comissão de Assessoramento à seleção para portadores de deficiências não substituem.04 (quatro) representantes indicados por entidades portadores de deficiência. Art. ao amparo à infância e à maternidade. à cultura. ao trabalho.01 (um) médico especializado em saúde ocupacional.b) as condições individuais do candidato atestadas através de perícia médica oficial. III . admitida à recondução. II . D) LEI Nº. em razão da qual forem obtidos os benefícios desta Lei. inclusive dos direitos à educação. de 28 de dezembro de 1985. pelos portadores de deficiências. 4° A Comissão de Assessoramento à seleção para portadores de deficiência será constituída por 7 (sete) membros designados para um período de 2 (dois) anos. 2º Cabe aos órgãos e às entidades do Poder Público do Estado de Santa Catarina assegurar à pessoa portadora de necessidades especiais o pleno exercício de seus direitos básicos. à assistência social.870. 7° Compete ao órgão público receptor de servidor deficiente. em regular funcionamento. ao turismo. Art. 12. caso necessário. à previdência social. contabilizando-os às suas limitações físicas. 9° As vagas não preenchidas. Art. não enseja ao servidor direito a aposentadoria por invalidez permanente. ao transporte. com a seguinte composição: I . considera-se: 74 . à saúde. técnicas e instrumentos empregados. reservadas aos deficientes.01 (um) servidor especializado em educação especial que exerça atividade junto à rede estadual de educação. 5° No ato da inscrição. a fim de que os casos sejam analisados pela Comissão de Seleção. especializado em recrutamento e seleção. Art.solicitar. à edificação pública. III . social e econômico.01 (um) servidor da área de recursos humanos. ao lazer. Art. 1º A Política Estadual para a Promoção e Integração Social da Pessoa Portadora de Necessidades Especiais compreende o conjunto de orientações normativas que objetivam assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de necessidades especiais.

em concurso público.uma redução efetiva e acentuada da capacidade de equipamentos. apresentando-se sob a forma de paraplegia. após a melhor correção. 75 .surdez moderada. ou ocorrência simultânea de ambas as situações. 4º. e V . com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas.db . IV . 3. inciso VIII). monoparesia. f) habilidades acadêmicas.surdez acentuada.298/99 (artigos 3º.db .surdez leve. e) saúde e segurança. hemiparesia. ficou consignado que “o portador de visão monocular tem direito de concorrer.deficiência mental . g) lazer. 8. exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções. paralisia cerebral.aquela que ocorreu ou se estabilizou durante um período de tempo insuficiente para não permitir recuperação ou ter probabilidade de que se altere. II .associação de duas ou mais deficiências. c) de 56 a 70 .deficiência múltipla .deficiência auditiva . às vagas reservadas aos deficientes”. paraparesia.112/90 (artigo 5º.deficiência visual . e III . variando de graus e níveis na forma seguinte: a) de 25 a 40 decibéis . e 37).necessidade especial permanente .necessidade especial .incapacidade .I .perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras.toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica. meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal de função ou atividade a ser exercida. d) utilização da comunidade. d) de 71 a 90 . inciso III. um enunciado que indica a posição do Tribunal para as demais instâncias da Justiça brasileira. fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade. a Terceira Seção foi além e transformou o entendimento em súmula.db .db . tais como: a) comunicação. III . dentro do padrão considerado normal para o ser humano. b) cuidado pessoal. Agora. parágrafo 2º) e o Decreto n. A partir de reiteradas decisões. triplegia.db .acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho. e) acima de 91 . E) SÚMULA STJ/2009: A condição de deficiência da capacidade de visão em apenas um dos olhos já é reconhecida pela jurisprudência do STJ. n. membro com deformidade congênita ou adquirida. As referências legais do novo enunciado foram a Constituição Federal (artigo 37. monoplegia.deficiência física . e f) anacusia.surdez profunda. c) habilidades sociais. triparesia. apesar de novos tratamentos. e h) trabalho. II . tetraparesia. b) de 41 a 55 . hemiplegia. A Súmula 377 teve como relator o ministro Arnaldo Esteves Lima.funcionamento intelectual significativamente inferior à média. acarretando o comprometimento da função física.alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano. ou campo visual inferior a 20° (tabela de Snellen). adaptações. amputação ou ausência de membro. tetraplegia.surdez severa. a Lei n. 4º É considerada pessoa portadora de necessidades especiais a que se enquadra nas seguintes categorias: I . Art.

25 0. como índice Maximo.05 CONJUGADA COM VISÃO PERIFÉRICA EFICIENCIA VISUAL EM% 100.3 0. entre 10° e 5° e menor que 5° respectivamente. 76 . Grau III: quando a acuidade visual máxima. for inferior a 20/400 Snellen e a mínima igual ou superior a 20/1200 Snellen (Leitura em Braile). for inferior a 20/200 Snellen e a mínima for igual ou superior a 20/400 Snellen (Cegueira Legal).80% 58.90% 20.40% 83.2 0.28 0. em ambos os olhos e com a melhor correção possível.1 0.66 0. em caso de perda total da visão de um dos olhos.00% 91.90% 63. Grau II: quando a acuidade visual máxima. a capacidade de contar dedos a distancia de um metro e mínima limitar-se à percepção luminosa. em ambos os olhos e com a melhor correção possível. for inferior a 20/50 na escala de Snellen (Deficiência Visual).8 0.4 0. for inferior a 20/20000 Snellen ou apresentar.50% 69.TABELA DE SNELLEN Equivalência das escalas usadas na avaliação da acuidade visual para longe VISÃO CENTRAL SNELLEN 20/20 20/25 20/30 20/40 20/50 20/60 20/70 20/80 20/100 20/200 20/400 DECIMAL 1 0.00% 10. com a melhor correção óptica possível. Grau IV: quando a acuidade visual máxima. em ambos os olhos e com a melhor correção óptica possível. II e III os candidatos que tiverem redução de campo visual no melhor olho.00% Graus de perda parcial da visão equivalente à cegueira: Grau I: quando a acuidade visual máxima com a melhor correção possível for igual a 20/70 na escala de Snellen e a mínima igual ou superior a 20/700 Snellen. entre 20° e 10°. Serão enquadrados nos graus I.ANEXO II .50% 48. bem como.60% 76.00% 95.5 0. quando a acuidade no outro olho.

CONCEITUAÇÃO: A SIDA/AIDS é uma síndrome de imunodeficiência secundária. doenças malignas e lesões neurológicas. 13) Toxoplasmose cerebral. sintomáticos.ANEXO III . 16) Sarcoma de Kaposi. Carinii. 4) sintomas constitucionais (febre maior que 38. que pode acometer qualquer indivíduo que apresente um comportamento considerado de risco. 11) Pneumonia recorrente com mais de 2(dois) episódios em 1(um) ano. imunoblástico ou primário de cérebro. 3) câncer cervical uterino. CLASSIFICAÇÃO E MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: A Infecção pelo HIV pode ser classificada de acordo com as manifestações clinicas e a contagem de linfócitos CD4. causada pelo vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Quanto às manifestações clínicas os pacientes pertencem a s seguintes categorias: a) CATEGORIA “A”: 1) Infecção Assintomática – Indivíduos com sorologia positiva para o HIV. com duração de pelo menos 3 (três) meses. que não responde ao tratamento específico. resultado em infecções oportunistas. Esplenite ou Hepatite por citomegalovírus. 9) Tuberculose pulmonar ou extrapulmonar. 15) Criptosporidiose intestinal crônica. b) Grupo II – Indivíduos com número absoluto de linfócitos T auxiliares (CD4) entre 200 e 499/mm3. b) CATEGORIA “B” – indivíduos com sorologia positiva para o HIV. 5) Herpes simples mucocutâneo com mais de 1(um) mês de evolução. caracterizada por febre. envolvendo duas ou mais regiões extra-inguinais. 2) Linfadenopatia Generalizada Persistente – linfadenomegalia. 7) Isosporíase crônica. 3) Infecção Aguda – síndrome de mononucleose. sem apresentar sintomas.AIDS. Quanto à contagem de linfócitos CD4 os pacientes pertencem aos seguintes grupos: a) Grupo I – Indivíduos com número absoluto de linfócitos T auxiliares (CD4) igual ou acima de 500/mm3. 4) Rinite. linfadenomegalia e esplenomegalia. tornando-se positiva geralmente 2 (duas) a 3 (três) semanas após o início do quadro clínico. A sorologia para o HIV é negativa. 8) Micobacteriose atípica.Indivíduos com número absoluto de linfócitos T auxiliares (CD4) menor que 200/mm3 77 . c) CATEGORIA “C” – pacientes soropositivos e sintomáticos. traqueal ou brônquica. 17) Linfoma: de Burkit. 3) candidíase orofaringeana. associada à sorologia positiva para o HIV. 6) Histoplasmose disseminada. c) Grupo III . 18) Encefalopatia pelo HIV. 19) Síndrome consumptiva pelo HIV. 2) candidíase vulvovaginal persistente de mais de um mês. que apresentem infecções oportunistas ou neoplasias: 1) candidíase esofágica. 14) Leucoencefalopatia multifocal progressiva. 10) Pneumonia por P. 12) Bacteremia opor salmonela.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÂO DO CANDIDATO OU SERVIDOR QUE APRESENTA A SÍNDROME DE IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA . com as seguintes condições clínicas: 1) angiomatose baciliar. 2) criptococose extrapulmonar.5º C ou diarréia com mais de 1(um) mês de duração).

B3. Serão considerados incapazes temporariamente para o Serviço Ativo os inspecionados classificados nas categorias A2.QUADRO DE CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA E LABORATORIAL: GRUPO I II III CD4 ≥ 500/mm3 200 – 499/mm3 < 200/mm3 CATEGORIA CLÍNICA A B A1 B1 A2 B2 A3 B3 C C1 C2 C3 NORMAS DE PROCEDIMENTO PERICIAIS: Serão considerados incapazes definitivamente para o Serviço Ativo os inspecionados classificados nas categorias A3. C. 78 . A2. B1 e B2.

1. c . l – Laudo médico. O atestado de saúde será emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e entregue no Setorial de Recursos Humanos. e . Direitos.Cartão do PIS/PASEP (fotocópia). j . b .1. 1.Certidão de Casamento e de Nascimento dos filhos (fotocópia). j . d .Certificado de Escolaridade (fotocópia). i . 79 . O ÓRGÃO CENTRAL DO SISTEMA DE RECURSOS HUMANOS.Comprovante de efetividade no serviço público estadual. Empregos e/ou Funções (MCP-127). a qualquer tempo.Declaração de Acumulação de Cargos.Registro Geral (Carteira de Identidade) (fotocópia).134.Atestado de saúde. de conta corrente individual do BESC (fotocópia de comprovante ou declaração do BESC). Valores e Rendas (MCP-038).Formulário de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173). Autárquica e Fundacional sobre a documentação e procedimentos legais exigidos para a posse em cargo de provimento efetivo e em comissão. no caso de prover cargo efetivo em outro Poder. 1. h . Valores e Rendas (MCP-038).3. Direitos.Declaração de Acumulação de Cargos.Cartão do PIS/PASEP (fotocópia).Título de Eleitor e comprovante da última votação (fotocópia).Certificado de Escolaridade e Histórico Escolar (fotocópia).Formulário de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173). c .Título de Eleitor e comprovante da última votação (fotocópia). g .Formulário de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173). e . 2. d . de conta corrente individual do BESC (fotocópia de comprovante ou declaração do BESC). Para efeito de posse em cargo de provimento em comissão. Direitos. ser solicitado pela GESAS.745. Declaração de Bens. c . Para efeito de posse em cargo de provimento efetivo deverão ser apresentados os seguintes documentos: a . b .4. Valores e Rendas (MCP-038) e Declaração de Acumulação de Cargos.Certificado de Reservista (fotocópia). 1.Cartão do Cadastro de Pessoa Física (CPF) (fotocópia).º 01/2003/DIRH/SEA Dispõe sobre a documentação necessária para posse em cargo de provimento efetivo e em comissão nos órgãos da Administração Direta.Certificado de Reservista (fotocópia). deverão ser apresentados os seguintes documentos: a .Cartão do Cadastro de Pessoa Física (CPF) (fotocópia).Declaração de Bens. de 28 de dezembro de 1985. com subordinação jurídica à Lei nº.Declaração de Bens. l . no uso de suas atribuições e tendo em vista o que determina o Decreto nº. Empregos e/ou Funções (MCP-127) serão preenchidos no Setorial de Recursos Humanos.INSTRUÇÃO NORMATIVA N. i . Os formulários de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173). No caso do nomeado possuir cadastro funcional como servidor efetivo. Valores e Rendas (MCP-038). 1. k. Empregos e/ou Funções (MCP-127). RESOLVE: Orientar os Setoriais e Seccionais de Recursos Humanos da Administração Direta. Autarquias e Fundações do Poder Executivo.Nº. 2.Declaração de Acumulação de Cargos.Registro Geral (Carteira de Identidade). deverão ser apresentados os seguintes documentos: a .Nº. Direitos.Declaração de Bens. b .2.Certidão de Casamento e de Nascimento dos filhos (fotocópia). k. h . f .ANEXO IV . d . de 21 de agosto de 1997. Empregos e/ou Funções (MCP-127). f . O atestado de saúde ficará sob guarda do Setorial de Recursos Humanos. 6. podendo. g .

Glicemia e Sorologia para Lues. 3. Glicemia e Sorologia para Lues.eletrocardiograma com laudo (acima de 35 anos) 5. Raios-X de Tórax 4. Raios-X de Tórax 4. O servidor nomeado. 2. responderá judicialmente por ter infringido o disposto no artigo 299. Florianópolis. ECG . Revogam-se as disposições em contrário. 12 de março de 2003.3. parágrafo 1º do artigo 301 e artigo 302. Sangue: Hemograma. Audiometria (Laringoscopia indireta) Exames ideais para avaliação e prevenção de patologia vocal: Videolaringoestroboscopia. Os formulários de Inclusão de Dados Cadastrais/Funcionais (MCP-173). 5. Marcos Vieira Secretário de Estado da Administração ANEXO ÚNICO Relação de Exames 1. poderão ser solicitados outros exames. avaliação com fonoaudióloga e exame otorrinolaringológico. do Código Penal Brasileiro (CPB).1. que apresentar documentação falsa ou omitir circunstâncias ou dados exigidos por ocasião do ingresso no Serviço Público Estadual. Publique-se e divulgue-se no âmbito do Sistema de Recursos Humanos. Esta Instrução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação. ECG . Parcial de Urina 3. Glicemia e Sorologia para Lues. O Setorial de Recursos Humanos deverá agendar data e horário para o servidor nomeado apresentar-se na GESAS munido dos exames definidos no Anexo Único. 2. Direitos. Valores e Rendas (MCP-038) e Declaração de Acumulação de Cargos. Raios-X de Tórax 4. parte integrante desta Instrução Normativa. 4. Raios-X de coluna lombo-sacra e bacia 1. Flávio Furtado Diretor de Apoio a Pensões Especiais e Saúde do Servidor Eduardo Pokrywiecki Diretor de Recursos Humanos De acordo. Todos os cargos Professor de Educação Física Merendeira Artífice I e II Agente de Atividade de Saúde I e II Agente de Serviços Gerais Auxiliar de Sala Professor 80 . ECG . Empregos e/ou Funções (MCP-127) serão preenchidos no Setorial de Recursos Humanos. 2. Declaração de Bens. 2. Parcial de Urina 3.eletrocardiograma com laudo (acima de 35 anos) 1. sem prejuízo da aplicação das penalidades previstas na Legislação Estatutária.eletrocardiograma com laudo (acima de 35 anos) 5. O laudo médico será emitido pela Gerência de Saúde do Servidor (GESAS/DAPS/SEA). Sangue: Hemograma. 2. Sangue: Hemograma. A critério do médico perito da GESAS.2. Parcial de Urina 3.2.

Marcos Vieira Secretário de Estado da Administração 81 .2003. 20 de maio de 2003. que passa a vigorar com a seguinte redação: “1.2 da Instrução Normativa n° 001/2003/DIRH/SEA. RESOLVE: Alterar o item 1.134. e entregue no Setorial de Recursos Humanos. no uso de suas atribuições e tendo em vista o que determina o Decreto n° 2. da Instrução Normativa n° 001/2003/DIRH/SEA. O ÓRGÃO CENTRAL DO SISTEMA DE RECURSOS HUMANOS.” Florianópolis. de 21 de agosto de 1997. Publique-se e divulgue-se no âmbito do Sistema de Recursos Humanos.2.INSTRUÇÃO NORMATIVA N° 005/2003/DIRH/SEA Altera o item 1.03. Eduardo Pokrywiecki Diretor de Recursos Humanos De acordo.2. O atestado de saúde será emitido por médico credenciado ou não ao Sistema Único de Saúde (SUS). publicada no DOE de 19.

Considerando que os agentes políticos e os servidores ocupantes exclusivamente de cargo de provimento em comissão ou admitidos em emprego de natureza temporário. no mínimo. pessoa por ele designada.à Gerência de Saúde do Servidor compete: 82 . RESOLVE: Orientar os Setoriais e Seccionais do Sistema de Recursos Humanos. 1.3 No caso de servidor admitido em caráter temporário e o término do afastamento for superior ao termo final do contrato. as seguintes informações: I .4 Nos afastamentos em que a avaliação pericial concluir por período inferior a 16 (dezesseis) dias. 1. o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos incluirá no Sistema Informatizado de Recursos Humanos (SIRH). II . 1.ANEXO V .motivo do afastamento.1 O agente público ou. arquivando permanentemente o atestado médico.data. preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Auxílio-Doença . IV . 1.1. 010/2004/DIRH/DAPS/SEA Dispõe sobre os procedimentos para o afastamento de agente político ou servidor por auxílio-doença e saláriomaternidade. dirigir-se-á ao respectivo Setorial ou Seccional de Recursos Humanos com atestado expedido por médico assistente. de 30 de janeiro de 2003. no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no artigo 46 da Lei Complementar nº. 1. dentro do prazo de 48 (quarenta e oito) horas da data de expedição do atestado. II .2 Quando a quantidade de dias de afastamento atestada pelo médico assistente. de 5 de agosto de 2003.INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº.Segurados pelo RGPS (M-RGPS1). no módulo 17 (Afastamentos) do FRH. o afastamento de código 1722.o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos deve: a) efetuar o agendamento no órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor mais próximo do local de trabalho.data de início do afastamento. na impossibilidade. III . O SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO. assinatura e número da inscrição do médico assistente no Conselho Regional de Medicina (CRM). haverá prorrogação da data de término do contrato até o limite do afastamento. desde que contenha. de 15 de dezembro de 1998 e Lei Federal nº. filiado compulsoriamente ao Regime Geral de Previdência Social. 10. e Considerando as alterações do ordenamento jurídico introduzidas pela Emenda Constitucional nº. nome. estão filiados compulsoriamente ao Regime Geral de Previdência Social. 20. Considerando que a antinomia de normas jurídicas são solucionadas pelos critérios hierárquico e cronológico. prescrevendo a necessidade de afastamento por motivo de saúde.1 O atestado expedido pelo médico assistente será aceito.DO AUXÍLIO-DOENÇA 1.quantidade de dias prescritos. sobre os procedimentos administrativos e informatizados que envolvem o afastamento de agente político ou servidor público vinculado ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS). com o Código Internacional de Doença (CID). 243. adotarse-ão os seguintes procedimentos: I . for inferior ou igual a 3 (três) dias.710. b) prestar todas as informações sobre os procedimentos que envolvem o afastamento do agente público e encaminhá-lo ao órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor para avaliação médico-pericial na data agendada. no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas da data de expedição do atestado.

os previstos no item 1.os dias da nova avaliação pericial serão adicionados aos do afastamento anterior. a Gerência de Saúde do Servidor deve: a) alterar a data-fim do afastamento de código 1747 no módulo 14 (Saúde do Servidor) do FRH. preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Auxílio-Doença . b) prestará todas as informações sobre os procedimentos que envolvem o afastamento do agente público. b) prestar todas as informações sobre os procedimentos que envolvem o afastamento do agente público e encaminhá-lo ao órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor para avaliação médico-pericial na data agendada. que: a) emitirá os documentos relacionados no manual Auxílio-Doença . b) quando se tratar de servidor admitido em caráter temporário a data de término do afastamento será limitada ao termo final do contrato. c) comunicar o resultado da avaliação ao agente público e ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. encaminhando-o à Agência de Previdência Social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). contida da avaliação pericial. 1.5. III . b) incluir o afastamento de código 1747 no módulo 14 (Saúde do Servidor) do FRH.5 Quando a avaliação pericial concluir por período superior a 15 (quinze) dias. 1. III . o agente público apresentará ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos o despacho denegatório. b) efetuar a inclusão do afastamento de código 1722 no módulo 14 (Saúde do Servidor) do FRH. a qual corresponde a data contida no documento aqui mencionado. ambos desta Instrução Normativa. expedido pela Agência de Previdência Social. na forma descrita no item 1.2 desta Instrução Normativa. II . adotando-se os seguintes procedimentos: I . 1.Após avaliação pericial.o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos executará as rotinas descritas no inciso I do item anterior.Segurados pelo RGPS (M-RGPS1). II . a contar do último dia de afastamento. proceder-se-á da seguinte forma: I . o laudo pericial concessório do auxílio-doença. Caso contrário.4.a) proceder à avaliação médico pericial do agente público. sendo que a data-início coincidirá com o 16º (décimo sexto) dia e a data-fim igual a zeros. momento em que será registrada no SIRH a data fim do afastamento de código 1747. c) comunicar o resultado da avaliação ao agente público e ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos.Após avaliação pericial. sendo que a data-fim do mesmo coincidirá com o 15º (décimo quinto) dia.7 Na ocorrência de indeferimento do auxílio-doença.o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos deve: a) efetuar o agendamento no órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor mais próximo do local de trabalho.Segurados pelo RGPS (M-RGPS1). identificando o enquadramento nas disposições deste item. 83 .6 Caberá ao agente público apresentar ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. a Gerência de Saúde do Servidor deve: a) efetuar a inclusão do afastamento de código 1722 na forma descrita na letra “a” do item 1. dentro do prazo de 48 (quarenta e oito) horas da data de recebimento do documento do INSS. c) comunicar o resultado da avaliação ao agente público. haverá prorrogação do prazo. ocorrendo apresentação de novo atestado médico prescrevendo ausência ao serviço pela mesma patologia incapacitante. expedido pela Agência de Previdência Social. II . a qual corresponderá à data em que o agente público estará apto ao retorno do trabalho.compete aos peritos dos órgãos da Gerência de Saúde do Servidor observar as informações armazenadas no prontuário médico do agente público. 1.se a soma ultrapassar a 15 (quinze) dias adotar-se-ão os procedimentos estabelecidos no item 1. adotando-se os seguintes procedimentos: I .2 desta Instrução Normativa.8 No prazo de 60 (sessenta) dias.O agente público retornará ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos.

preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Salário-Maternidade . II . comunicando à servidora ou ao seu representante o dia da avaliação médico-pericial. III e IV do item anterior. no módulo 14 (Saúde do Servidor) do FRH. dirigir-se-á ao respectivo Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. no módulo 17 (afastamentos) do FRH do Sistema Informatizado de Recursos Humanos (SIRH). preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Salário-Maternidade . na impossibilidade. no módulo 17 do FRH.o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos efetuará o agendamento no órgão pericial da Gerência de Saúde do Servidor mais próximo do local de trabalho. II .1 À agente pública gestante ou adotante é devido salário-maternidade nas seguintes situações: I .O Setorial ou Seccional de Recursos Humanos deve: a) emitir os documentos contidos do manual Salário-Maternidade .Segurados pelo RGPS (M-RGPS2). a 2 (duas) semanas.1 O afastamento previsto no inciso do item 2.Segurados pelo RGPS (M-RGPS2).3 Na hipótese do inciso II do item 2. na impossibilidade. proceder-se-á da seguinte maneira: I . III . 84 . dirigir-se-á ao respectivo Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. IV .o Setorial ou Seccional de Recursos Humanos efetuará a inclusão do afastamento de código 1703.1 desta Instrução Normativa. em razão de parto antecipado ou de natimorto.1 desta Instrução Normativa.DO SALÁRIO-MATERNIDADE 2. munida da certidão de nascimento.2. III . b) efetuar a inclusão no Sistema Informatizado de Recursos Humanos (SIRH) do afastamento de código 1703. de exames complementares.a agente pública ou.a partir da 23ª (vigésima terceira) semana (6° mês) de gestação. 2. 2. c) incluir o afastamento de código 1852.1 desta Instrução Normativa corresponde a 120 (cento e vinte) dias. dirigir-se-á ao respectivo Setorial ou Seccional de Recursos Humanos.em razão de aborto não criminoso. 2.2 .a partir da data de ocorrência do nascimento. a partir do 28º (vigésimo oitavo) dia antes da data prevista para o parto. II .2 Nas hipóteses dos incisos I. preenchendo os demais campos conforme orientações contidas do manual Salário-Maternidade . pessoa por ela designada. se necessário. pessoa por ela designada. 2.Segurados pelo RGPS (M-RGPS2). será observado o seguinte: I . na impossibilidade.a agente pública ou. 2.Segurados pelo RGPS (M-RGPS2).1 desta Instrução Normativa.3. correspondem a 120 (cento e vinte) dias. b) prestar todas as informações sobre os procedimentos que envolvem o afastamento da agente pública e encaminhá-la à Agência de Previdência Social.a agente pública ou. c) comunicar o resultado da avaliação a agente pública e ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos.por ter adotado ou possuir medida liminar em autos de adoção ou termo de guarda judicial de criança com idade inferior a 8 (oito) anos. e o previsto no inciso IV do mesmo item. pessoa por ela designada. adotar-se-ão os seguintes procedimentos: I . munida da certidão de nascimento do adotado ou termo de guarda ou de adoção expedidos por órgão jurisdicional. II .1 Os afastamentos previstos nos incisos I e III do item 2. V . mediante apresentação de atestado expedido por médico assistente e.4 Na hipótese do inciso V do item 2.durante a gestação.à Gerência de Saúde do Servidor compete: a) proceder à avaliação médico pericial da agente pública.

3. 6. 3.745/85.2 Fica vedada a concessão de licenças remuneradas. 6. mediante apresentação da certidão de nascimento.1 A Gerência de Saúde do Servidor deverá estabelecer rotinas para que a comunicação do resultado pericial aos Setoriais e Seccionais de Recursos Humanos seja efetuada por meio eletrônico. 2.844/86) e norma local específica. 3.Caberá à agente pública apresentar ao Setorial ou Seccional de Recursos Humanos a carta concessória de salário-maternidade expedida pela Agência de Previdência Social.3 A concessão da licença de gestação à servidora pública. titular de cargo de provimento efetivo. ficando convencionado que as informações armazenadas no SIRH servem como prova para justificar o afastamento do agente público. aos agentes públicos vinculados ao RGPS. haverá prorrogação da data de término do contrato até o limite do afastamento. EDUARDO POKRYWIECKI 85 . 3. será efetuada diretamente no Setorial ou Seccional de Recursos Humanos. a qual corresponderá ao último dia informado no documento aqui mencionado. 13 de outubro de 2004.5 No caso de servidora admitida em caráter temporário e o término do afastamento for superior ao termo final do contrato.6 Esta Instrução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação.843/86 e 6. requerida após o nascimento do filho.III .7 Revogam-se as disposições em contrário. 3 .5 Eventuais dúvidas e demais orientações serão prestadas pelas Gerências de Orientação e Controle e de Saúde do Servidor. cujo afastamento não esteja disciplinado nesta Instrução Normativa.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 3. 3. 3. previstas nos Estatutos dos Servidores Públicos (Leis nºs.4 É estabelecido o prazo de 60 (sessenta) dias para as Diretorias de Recursos Humanos e de Apoio a Pensões Especiais e Saúde do Servidor apresentarem proposta de normatização de fluxo e procedimento relacionados com os demais benefícios previstos no RGPS. momento em que será registrada no SIRH a data fim do afastamento de código 1852. Florianópolis.

SORL-RJ • Associação Brasileira de Medicina do Trabalho . 86 .ANAMT • Câmaras Técnicas de Otorrinolaringologia. Medicina do Trabalho e Perícias Médicas do CREMERJ.SBORL • Academia Brasileira de Laringologia e Voz . • Sociedade Médica do Estado do Rio de Janeiro – SOMERJ • Sociedade de Otorrinolaringologia do Estado do RJ .ABLV • Associação Nacional de Medicina do Trabalho . médicos foniatras. preventivas e curativas reduziria esse custo de forma significativa. 2. realizado nos dias 13 e 14 de agosto de 2004 na cidade do Rio de Janeiro.médicos otorrinolaringologistas. Que as enfermidades relacionadas ao aparelho fonador. considerando. Entidades promotoras • Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia .ANEXO VI – CONSENSO NACIONAL SOBRE VOZ PROFISSIONAL.Carta do Rio As Entidades supracitadas. 3º Consenso Nacional Sobre Voz Profissional Voz e Trabalho: uma questão de saúde e direito do trabalhador Rio de Janeiro. em nosso País. profissional e pessoal. por seus representantes oficiais no 3º Consenso Nacional sobre Voz Profissional. médicos peritos e médicos do trabalho. econômico. 13 e 14 de agosto de 2004 . RJ. 1. decorrentes ou prejudiciais ao trabalho têm importante impacto social.ABMT • Instituto Brasileiro dos Médicos Peritos Judiciais . representando prejuízo estimado superior a duzentos milhões de reais ao ano*. Conclusões e Recomendações .Centro de Convenções do Hotel Glória. sob o lema Voz e Trabalho: uma questão de saúde e direito do trabalhador.IBRAMEP Profissionais participantes . Que o emprego de pequena parte dessa quantia em medidas educativas.

* "Valor (sub) estimado a partir de levantamento que assinala afastamentos.00 (duzentos milhões de reais) ao ano. Se forem incluídos outros profissionais da voz. Considerando-se os dados do MEC de que existem perto de 2 milhões de postos públicos de atuação (funções docentes) em Ensino Fundamental. arquitetônicas e de todos os demais fatores de risco que forem observados. de acústica.000 (os 2% dos cargos ativos) chega-se a um valor em torno de R$ 150. médicos otorrinolaringologistas. professores de canto e de técnica vocal. fonoaudiólogos. multiplicando-se por 40. para que se possa proceder a análises correspondentes.00). principalmente nos grupos onde o uso da voz tem direta relação com seu desempenho e/ou aptidão ao trabalho. tratamento. de modo a ser composta idealmente por médicos do trabalho. educação. 87 . à importância de exames preventivos. administradores públicos e privados. 7. ambientais. na condição de peritos e assistentetécnicos.000. e que estes professores devem ser substituídos (ou não haveria aula). obtendo-se as devidas confirmações e/ou aferições junto às normas técnicas de cada área e respectivas sugestões de condutas a serem adotadas. de setor público e privado.000.00 (anual de R$ 3. empresários e os próprios trabalhadores.00 (cento e cinqüenta milhões de reais) de perdas anuais no Brasil por laringopatias ocupacionais.000. A importância de estimular a formação técnica e definir as respectivas competências dos profissionais diretamente atuantes na prevenção. 5. 4.3. legisladores. e no que tange. Médio e Profissionalizante no País. quanto às conseqüências do não investimento em condições adequadas de trabalho para os profissionais que utilizam a voz profissional. e supondo-se um salário médio mensal de R$ 300. cada um com sua atribuição e competência profissional. A necessidade dos profissionais legalmente aptos e qualificados assumirem seu papel nas questões trabalhistas e de justiça. A necessidade de normatização das condutas médicas técnico-científicas no diagnóstico e na terapêutica das disfonias. capacitação e aperfeiçoamento vocal e tratamento precoce de eventuais problemas. no ano 2000. 8. também. engenheiros de segurança do trabalho. apenas de professores. técnicos destas áreas. médicos peritos. 6. diagnóstico. licenças e readaptações por disfonia na ordem de 2% dos professores ativos.600. A necessidade de intervenção multidisciplinar e multiprofissional na preservação da saúde vocal da população. ergonomistas. arquitetos. A necessidade de sensibilizar governantes de todos os níveis. A necessidade de ampliar a equipe multiprofissional que avalia e atende o indivíduo que depende da voz para sua atividade ocupacional e verifica seu ambiente e condições de trabalho. entre outros profissionais. capacitação e aperfeiçoamento dos trabalhadores que usam e dependem da voz. químicos.000. certamente os prejuízos ultrapassam R$ 200.

DECIDEM, CONCLUEM E RECOMENDAM: 1. Estabelecer definição de Voz Profissional como sendo a forma de comunicação oral utilizada por indivíduos que dela dependem para sua atividade ocupacional; 2. Estabelecer definição de disfonia como sendo toda e qualquer dificuldade ou alteração na emissão natural da voz, caracterizando um distúrbio que limita a comunicação oral e pode repercutir de forma significativa no uso profissional da voz. 3. Estabelecer definição de Deficiente Vocal como sendo a pessoa que apresenta incapacidade de desenvolver a função fonatória na comunicação verbal, em caráter permanente e irreversível. 4. Estabelecer definição de Laringopatia como representando o quadro de sinais e sintomas (ou síndrome) resultado do conjunto de quaisquer alterações, disfunções e/ou enfermidades laríngeas, do aparelho fonador ou de quaisquer outros sistemas orgânicos que possam repercutir na voz e na fala ou sejam causadas pelo mau uso ou abuso da voz; 5. Estabelecer definição de Laringopatia Relacionada ao Trabalho como sendo o conjunto de sinais, sintomas, disfunções e enfermidades do aparelho fonador, que possam ter origem no uso inadequado da voz ou outra sobrecarga ao aparelho fonador, em decorrência da atividade laborativa e/ou ambiente de trabalho, ou refletir em sua função e nas condições de uso da voz no trabalho, em termos de qualidade, estabilidade e resistência; 6. Estabelecer definição de portador de Laringopatia Relacionada ao Trabalho como sendo um trabalhador que, tendo seu diagnóstico médico-ocupacional firmado, necessita ter acesso à assistência médica e cuidados especiais, recebendo tratamento específico visando o retorno ao pleno uso profissional da voz; 7. Não utilizar a expressão “disfonia ocupacional” e propor sua exclusão como “doença ocupacional” ou “decorrente do trabalho”, por representar apenas um dos muitos sintomas que podem compor uma síndrome de Laringopatia Relacionada ao Trabalho, devendo como tal ser considerada pelo médico em sua elaboração diagnóstica e definição da conduta terapêutica, médico-ocupacional ou médico-pericial; 8. Assinalar que multicausalidade e concausalidade podem ocorrer nas laringopatias em geral, reforçando que o ambiente de trabalho e o nexo causal devem ser investigados e que a relação entre doença clínica e doença relacionada ao trabalho depende de avaliação médica multidisciplinar e multiprofissional; 9. Propor mudanças conceituais nas relações de trabalho com os indivíduos que utilizam a voz profissional, no sentido de serem submetidos a exames médicos ocupacionais específicos, (admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissional) que atendam às necessidades de suas atividades, na adaptação dos postos de trabalho e atividades de trabalho para evitar sobrecarga do aparelho fonador e nas ações educativas e de prevenção; 10. Considerar que a legislação vigente sobre aptidão e inaptidão vocal para o trabalho é ainda insuficiente e imprecisa, em especial quanto ao setor público, confundindo conceitos tais como voz, fala, aparelho fonador e palavra, devendo ser adequada ao nível de conhecimento sobre o tema;

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11. Reforçar que uma pessoa pode apresentar “voz adaptada” ao uso habitual, independentemente de qualidades, conceitos ou julgamentos anatômicos ou estéticos, e pode estar apta ao uso profissional da voz, podendo, conforme o caso, estar indicada a análise de riscos, correção do ambiente e condições de trabalho; 12. Alertar que o acesso ao atendimento médico, para a imprescindível investigação e conclusão diagnóstica, e, conforme o caso, às demais avaliações auxiliares e complementares, deve ser garantido a todos os indivíduos que usam a voz profissionalmente; 13. Recomendar que seja considerada a periodicidade da realização dos exames médicoocupacionais para os trabalhadores que utilizam a voz profissional, explicitados em anexo, em especial para aqueles que atuam em condições mais adversas; 14. Apontar a incoerência do rigor da atual exigência de “normalidade laríngea” em exames admissionais e o contraste com a conceituação de aptidão e exigências nos demais exames médicos ocupacionais ao longo da atividade laborativa; 15. Recomendar que, a critério médico, trabalhadores portadores de laringopatias e/ou alterações vocais leves não sejam considerados, a priori, inaptos ao desempenho de cargos que demandem uso da voz, merecendo ser avaliados em ambiente de trabalho e/ou fora dele quanto a seu desempenho vocal e profissional; 16. Propor a ampliação dos serviços e programas de educação, tratamento, capacitação e aperfeiçoamento vocal, facilitando o acesso e estimulando a adesão dos indivíduos que utilizam voz profissional a estas iniciativas; 17. Intensificar a busca, o aperfeiçoamento e a aplicação de recursos em pesquisa que favoreçam a melhor compreensão das laringopatias relacionadas ao trabalho; 18. Enviar a presente Carta e os Anexos pertinentes, às entidades públicas e às representativas de empregadores e de trabalhadores que utilizam voz profissional, para que estejam informados e participem ativamente do levantamento e da solução dos problemas decorrentes da incapacidade ou afastamento por laringopatias relacionadas ao trabalho; 19. Solicitar ao Ministério da Saúde a abertura da Lista das Doenças Relacionadas ao Trabalho para, com o apoio das Entidades promotoras do Consenso, incluir item específico referente às Laringopatias Relacionadas ao Trabalho; 20. Estreitar contatos e colaboração com os diversos órgãos do Poder Executivo, em especial do Ministério da Saúde, do Trabalho e Emprego e da Previdência e Assistência Social, responsáveis pela saúde do trabalhador, no sentido de que as deliberações deste fórum sejam consideradas na elaboração e reformulação de políticas, portarias e normas que favoreçam uma efetiva redução da incidência das laringopatias relacionadas ao trabalho; 21. Propor em anexo, na forma de Legislação Federal, a criação do Programa Nacional de Saúde Vocal, de caráter preventivo, curativo e reabilitador; 22. Considerar como sugestões de condutas médico-administrativas, diretrizes e recomendações gerais o conteúdo dos diversos relatórios anexos, considerados permanentemente sujeitos a serem reformulados ou atualizados pelo conjunto das entidades promotoras.

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Rio de Janeiro, em 14 de agosto de 2004.

Assinam os representantes de:

Entidades promotoras

Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia - SBORL Comitês de ORL Ocupacional e de Laringe e Voz Profissional Academia Brasileira de Laringologia e Voz - ABLV Associação Nacional de Medicina do Trabalho - ANAMT Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro - CREMERJ Câmaras Técnicas de Otorrinolaringologia, Medicina do Trabalho e Perícias Médicas Sociedade Médica do Estado do Rio de Janeiro - SOMERJ Sociedade de Otorrinolaringologia do Estado do Rio de Janeiro - SORL-RJ Associação Brasileira de Medicina do Trabalho - ABMT Instituto Brasileiro dos Médicos Peritos Judiciais - IBRAMEP

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ANEXO VII – REMOÇÃO DURANTE ESTÁGIO PROBATÓRIO 91 .

92 .

ANEXO VIII – APOSENTADORIA POR INVALIDEZ DURANTE ESTÁGIO PROBATÓRIO. 93 .

94 .

95 .

ANEXO IX – EXAME ORTOPÉDICO – ORIENTAÇÕES PRÁTICAS 96 .

97 .

98 .

99 .

de 12 de abril de 1999 e na Instrução Normativa nº. acompanhadas de receita ou de relatório médico. Os medicamentos terão por base a Tabela de Medicamentos Genéricos ou. conforme os critérios previstos no Decreto nº. onde conste o nome e o CRM do profissional. 10º e 11º. três orçamentos. do Decreto nº. 001/GABS/SEA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 008/00/SEA/DIRH: Dispõe sobre os procedimentos relativos ao pagamento e ressarcimento de despesas aos servidores públicos estaduais em decorrência de acidentes em serviço e doença profissional. 5 – Não serão passíveis de ressarcimento: a) as despesas não vinculadas diretamente à lesão sofrida pelo servidor como: danos materiais em veículos. c) as despesas cobertas por outro tipo de plano de saúde ou plano de seguro. exceto em caso de emergência que poderá ser requerida após o atendimento. 100 . 1. bem como. previstos nos artigos 9º. exames complementares. no mínimo.456. será efetuado de acordo com as normas a seguir descritas: Os serviços médicos e hospitalares. três orçamentos. mais próximo da residência do servidor acidentado. 7 – Todos os procedimentos constantes desta Instrução Normativa somente terão validade após a caracterização de acidente em serviço ou doença profissional. antes de efetuar as despesas. 6 – Os procedimentos para tratamento do acidentado deverão ser realizados.PAS. próteses e órteses terão por base a tabela do Plano de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Santa Catarina . 2 . 3 – Nos casos de acidentes de trânsito deverão ser descontados do total das despesas os valores recebidos através do seguro obrigatório de automóveis . serviços de guincho entre outras. Outros complementos como: óculos.SUS. de 23 de dezembro de 1996. 133. pela Gerência de Saúde Ocupacional . b) os atendimentos efetuados pelo Sistema Único de Saúde . por exemplo. 1 – O pagamento ou ressarcimento de despesas decorrentes de acidente em serviço e doença profissional. 4 – O servidor deverá buscar autorização prévia no órgão ou entidade de origem. em estabelecimentos localizados no território do Estado de Santa Catarina.GESAO. no mínimo. necessários ao tratamento do servidor acidentado serão pagos ou ressarcidos mediante a apresentação de. se possível.As despesas deverão ser comprovadas conforme instruções do setor financeiro do órgão de origem e em consonância com as normas do Tribunal de Contas do Estado e da Secretaria de Estado da Fazenda.ANEXO X – RESSARCIMENTO DE DESPESAS DECORRENTES DE ACIDENTE EM SERVIÇO. O transporte e a estadia terão por base as diárias relativas ao cargo do servidor acidentado.Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres – DPVAT. de 27 de abril de 1999 e suas alterações posteriores.

de 13 de dezembro de 2002. 1º O artigo 3º da Resolução CFM nº 1. readaptação. III . que altera a Lei nº 3. o médico assistente observará os seguintes procedimentos”: I . de 13 de fevereiro de 2002. III . 101 . que complementará o parecer fundamentado do médico perito. tais como: aposentadoria. pg. quando expressamente autorizado pelo paciente. regulamentada pelo Decreto nº 44. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art.registrar os dados de maneira legível. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. que normatiza a emissão de atestados médicos e dá outras providências. de 18 de agosto de 2008.RESOLUÇÃO CFM 1851/08 – EMISSÃO DE ATESTADOS MÉDICOS.658. 3º da Resolução CFM nº 1. de 18 de abril de 2008. de 30 de setembro de 1957. previdenciários. invalidez definitiva.o diagnóstico.U. V . VII . IV .045.268. finalmente. Seção I.o provável tempo de repouso estimado necessário para a sua recuperação. RESOLVE: Art. 3º Na elaboração do atestado médico. Parágrafo único. Quando o atestado for solicitado pelo paciente ou seu representante legal para fins de perícia médica deverá observar: I . quando necessário.268/57 e CONSIDERANDO que o médico assistente é o profissional que acompanha o paciente em sua doença e evolução e.os resultados dos exames complementares. no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3. sendo que o motivo mais freqüente é a habilitação a um benefício por incapacidade. mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina.as conseqüências à saúde do paciente.O. VI . o decidido na Sessão Plenária realizada em 14 de agosto de 2008. em especial.identificar-se como emissor. e a Lei nº 11. CONSIDERANDO. a princípio. Altera o art. CONSIDERANDO que o médico perito é o profissional incumbido.especificar o tempo concedido de dispensa à atividade. (Publicada no D. por lei. a quem cabe legalmente a decisão do benefício previdenciário.000. II .o prognóstico.a conduta terapêutica. existem condicionantes a limitar a sua conduta quando o paciente necessita buscar benefícios. de 15 de dezembro de 2004. de 19 de julho de 1958. II . necessário para a recuperação do paciente. CONSIDERANDO o Parecer CFM nº 5/08.658.registrar os dados de maneira legível. emite o devido atestado ou relatório médico e. IV .estabelecer o diagnóstico.ANEXO XI . 256). para fins de enquadramento na situação legal pertinente. de avaliar a condição laborativa do examinado.

Adequando a discussão à constante evolução que sofre nossa sociedade. 102 . o médico assistente observará os seguintes procedimentos: a) Especificar o tempo concedido de dispensa à atividade. visto que disposições emanadas de instâncias inferiores têm trazido grande discussão no meio médico acerca da atuação. devem obediência normativa àquele.658/2002.identificar-se como emissor. 2º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. quando expressamente autorizado pelo paciente. que embora detenham autonomia funcional. em especial. que normatiza a emissão de atestados médicos. mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina. disciplinar controvérsias reinantes no seio da classe. se faz necessário. disciplinando de forma diversa um mesmo tema. deve-se observar a hierarquia das normas e seus planos hierárquicos. na área da Medicina. c) registrar os dados de maneira legível. Brasília-DF.851/2008 A fim de não dar margem a interpretações conflitantes ao artigo 3º da RESOLUÇÃO CFM n. se tem que não pode existir ordenamentos conflitantes no seio dos Conselhos Federal e Regionais.”“. impõe-se a sua revisão. A vista disso. Art. impõe ao órgão máximo da categoria. do médico perito frente ao médico assistente do paciente. frente à dinâmica dos fatos que se vivenciam. para não dizer exigível. tendo na base todos os Conselhos Regionais. assim. vendo-se que no ápice da pirâmide encontra-se o Conselho Federal de Medicina. EDSON DE OLIVIERA ANDRADE Presidente LIVIA BARROS GARÇÃO Secretária-Geral EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS DA RESOLUÇÃO CFM Nº 1. O aludido artigo 3º. manifestação casuística do Conselho Federal acerca do referido artigo. d) identificar-se como emissor mediante assinatura e carimbo ou número de registro no Conselho Regional de Medicina ““.º 1.VIII . necessário para a completa recuperação do paciente. estabelece que: “Na elaboração do atestado médico. 14 de agosto de 2008. Nesse sentido. em especial. em última instância. afastando. Dentro dessa ordem de idéias. antes de adentrar ao âmago da discussão. b) Estabelecer o diagnóstico. eventual ingerência e fatores de conflito na relação médico-paciente e INSS.

contudo. previdenciários. não só de indisposição aos médicos peritos. sejam assistenciais. normatizando especificamente o atestado para fins de perícia médica. conduta inerente à função do médico perito. ou indenizatórios.caracterização da invalidez para benefícios previdenciários e assistenciais. Os Peritos Médicos da Previdência Social poderão requisitar exames complementares e pareceres especializados a serem realizados por terceiros contratados ou conveniados pelo INSS. II . Acentua-se forçosamente. em especial do INSS. Expectativa gerada por sugestão. de uma vez por todas. existem condicionantes a limitar a sua conduta quando o paciente necessita buscar benefícios. III . de forma isolada. quando necessário.execução das demais atividades definidas em regulamento. GERSON ZAFALON MARTINS Conselheiro Relator 103 . cria situações. de 2 de junho de 2004. por lei. é imperativo afastar. especialmente: I . no âmbito Conselhal e associativo. sendo que o motivo mais freqüente é a habilitação a um benefício por incapacidade. emite o devido atestado ou relatório médico e. aos ocupantes do cargo de Supervisor Médico-Pericial da carreira. mas pode gerar agressões físicas. Parágrafo único. não contemplada pelo entendimento do perito. convém verificar as figuras desses profissionais. normatize a atuação do médico assistente e do médico-perito frente ao paciente. A atividade pericial. a princípio. em especial. De outro lado. supletivamente. então. Em função disso. o exercício das atividades médico-periciais inerentes ao Regime Geral da Previdência Social. temos que o médico assistente é o profissional que acompanha o paciente em sua doença e evolução e. retirar a palavra “completa” do item a) do artigo 3º e acrescentar um parágrafo único neste mesmo artigo.emissão de parecer conclusivo quanto à capacidade laboral para fins previdenciários. para fins de enquadramento na situação legal pertinente. Portanto. tem por finalidade precípua a emissão de parecer técnico conclusivo na avaliação de incapacidades laborativas. Esta Lei estabelece que compete privativamente aos ocupantes do cargo de Perito Médico da Previdência Social e. a atribuição do médico assistente de “sugerir” ao paciente condutas inerentes e específicas da atuação do médico perito. que não se pode conferir ao médico assistente a prerrogativa de indicar o benefício previdenciário. o médico perito é o profissional incumbido. Assim.inspeção de ambientes de trabalho para fins previdenciários.É necessário que o Conselho Federal. a atividade médico-pericial. se constitui hoje em uma área de atuação de todas as especialidades e é regulamentada pela Lei nº 10.876. de avaliar a condição laborativa do examinado. como já ocorridas. Propõe-se. bem como a análise de requerimentos de diversos benefícios. para se poder concluir o presente trabalho. e IV . posto serem distintas as atuações desses profissionais. quando necessários ao desempenho de suas atividades. inclusive fatais. em face de situações previstas em lei. ou mesmo retirar.

V . de 26 de junho de 2008. prevista no inciso II do caput. VII . inválido em caráter permanente para o exercício de toda e qualquer atividade laboral e que viva sob a dependência econômica do segurado. 1° O Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina – IPREV SANTA CATARINA. solteiro. e comprovada periodicamente.ANEXO XII . que não perceba pensão alimentícia ou benefício de outro órgão previdenciário e que não possua bens e direitos aptos a lhe garantir o sustento e a educação. Art. VI . e IX .cônjuge. a que mantém relação homoafetiva. em relação ao segurado é condição para caracterização da dependência previdenciária. dos Servidores Públicos titulares de cargos efetivos da Administração direta. concorrendo entre si. deverá ser atestada por perícia médica própria da unidade gestora do RPPS/SC ou por esta designada. do Poder Judiciário e seus membros.cônjuge. § 2º Considera-se companheiro a pessoa que mantém união estável com o segurado. § 1º A dependência econômica.irmão solteiro. 57 deste regulamento. entidade gestora única do Regime Próprio de Previdência Social – RPPS. e que viva sob a dependência econômica do segurado. para tal considerada.ex-cônjuge ou ex-companheiro que perceba pensão alimentícia. § 4º Os dependentes arrolados no caput.pais que vivam sob a dependência econômica do segurado. exclusivamente. do Ministério Público e seus membros. rendas ou benefícios de outro órgão previdenciário. menor de 18 (dezoito) anos. 104 .tutelado. VIII .São considerados dependentes: I . e os arrolados nos incisos VIII e IX somente poderão perceber benefício previdenciário na falta daqueles. 17º . financeira. III . e III .filho maior.REGULAMENTO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA ARTIGOS RELATIVOS AOS BENEFÍCIOS AVALIADOS PELOS SERVIÇOS DE PERÍCIA: Art. também.companheiro.filhos solteiros menores de 21 (vinte e um) anos. da Assembléia Legislativa. é uma autarquia de previdência social. dotada de autonomia administrativa. incisos I a VII são beneficiários preferenciais. II . Autárquica e Fundacional. patrimonial. com as atribuições que lhe foram conferidas pela Lei Complementar n. que não perceba pensão alimentícia.companheiro.enteado. IV .º 412. do Tribunal de Contas do Estado e seus membros.filho solteiro menor de 21(vinte e um) anos. nas condições dos incisos I e II. § 3º A condição de invalidez. conforme art. II . nos termos da Lei Civil. vinculada à Secretaria de Estado da Administração. nas condições dos incisos I e II. considerada presumida em relação aos: I . caracterizada pela perda total e permanente da capacidade para exercer toda e qualquer atividade laboral.

25. V . IV . emitido pelo médico responsável.carteira de identidade e CPF do responsável ou curador. 62 deste regulamento.869. renovável periodicamente conforme art. § 7º Anualmente o IPREV SANTA CATARINA solicitará junto aos setoriais de recursos humanos.para o cônjuge: a) pelo divórcio ou pela separação judicial. Art. para elaboração do cálculo atuarial.§ 5º As informações referentes aos dependentes deverão ser comprovadas documentalmente e.124-A da Lei Federal n. as informações de que trata o parágrafo anterior.atestado ou laudo médico. ou d) pela contração de novo casamento ou união estável. além da exigência de apresentação dos seguintes documentos: I .para os dependentes em geral: a) pela cessação da invalidez ou da dependência econômica. bem como pela apresentação dos documentos necessários à sua comprovação. 42 O segurado será aposentado por invalidez permanente: I . Art. VI . 25 Para a comprovação da condição de invalidez de filhos maiores de idade.para o companheiro. ou 105 . e V . IV . desde que não perceba pensão alimentícia. Art. ainda que inválido. será realizada perícia médica. 41 A aposentadoria por invalidez será devida ao segurado que for considerado incapaz para o trabalho e insuscetível de reabilitação para o exercício de suas atividades ou readaptação para outras. nos casos dos incisos II e IV a IX do caput.relatório de Inspeção Médica para fins previdenciários. § 8º O segurado é responsável pela comunicação de fato que importe na inclusão ou exclusão de dependente. II . III . etc. desde que não perceba pensão alimentícia.para o tutelado ao completar 18 (dezoito) anos ou pela emancipação.histórico clínico da evolução da doença. ou c) pela perda da qualidade de segurado por aquele de quem dependem.para os filhos e enteados. III . irmão solteiro e enteado. com data atual. 18 A perda da condição de dependente ocorrerá nas seguintes hipóteses: I . b) pela nulidade ou anulação do casamento. a cargo do IPREV SANTA CATARINA ou por este designada. II . modelo fornecido pelo IPREV SANTA CATARINA. Art. § 6º A inscrição de dependentes deverá ser formalizada pelo segurado junto ao setorial de recursos humanos do Poder ou Órgão a que estiver vinculado. b) pela morte.com proventos proporcionais ao tempo de contribuição previdenciária. pela cessação da união de fato. 1. salvo se inválidos ou pela emancipação. a inscrição dependerá de prova inequívoca da condição invocada. de acordo com os arts. 27 e 28 deste regulamento. 24. ao completarem 21 (vinte e um) anos de idade. 57 deste regulamento. exames complementares. de 11 de janeiro de 1973. c) pelo divórcio ou separação realizados na forma do art.º 5. 26.certidão de nascimento do inválido. comprovante de tratamento atual ou anterior. observado o disposto no art. ou de fato por mais de 2 (dois) anos. declaração de internação hospitalar. se for o caso. desde que não perceba pensão alimentícia.termo de curatela judicial.

§ 2º Até noventa dias anteriores à data limite para reavaliação médica. podendo ser prorrogada uma única vez por igual período. as Coordenadorias e Agências de Previdência do IPREV SANTA CATARINA encaminharão processo com solicitação de agendamento à Junta Médica Pericial das Unidades Regionais de Saúde do Servidor de sua área de abrangência. sendo o segurado revertido ao serviço público ou posto em disponibilidade. moléstia profissional ou doença grave. § 3º Após agendamento. conforme Classificação Internacional de Doenças (CID). § 6º Na situação mencionada no § 3º o IPREV SANTA CATARINA notificará o beneficiário da suspensão do benefício por meio de ofício. ou dos Poderes e Órgãos definidos no art. 14 deste regulamento. Parágrafo único. § 5º O recebimento da convocação ou notificação dar-se-á com antecedência mínima de 15 (quinze) dias do agendamento da avaliação médico-pericial. e III . nos termos do Estatuto dos Servidores do Estado de Santa Catarina. a aposentadoria por invalidez independerá de licença para tratamento de saúde. observado o seguinte: I .o período compreendido entre o término da licença para tratamento de saúde e a publicação do ato de aposentadoria por invalidez será considerado como de prorrogação da licença. 62. § 1º No laudo médico pericial conclusivo de cada reavaliação constará a data limite para a reavaliação subseqüente. terá o seu benefício suspenso de imediato. observado o limite temporal mínimo de 02 (dois) anos e máximo de 05 (cinco) anos. cessar-se-á o benefício de aposentadoria por invalidez. apresentação de recurso. ou dos Poderes e Órgãos definidos no art.II .expirado o período máximo de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado. caput e §§ 1º a 5º deste regulamento. mediante manifestação de perícia médica oficial.AR. ou reagendamento da avaliação médico-pericial. II . respeitada a idade máxima de 60 (sessenta) anos. concedendo-lhe o prazo de 30 (trinta) dias para vistas ao processo. A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde e dependerá de laudo médico-pericial circunstanciado emitido por perícia própria do IPREV SANTA CATARINA ou por este designada. 43 § 13º deste regulamento. § 7º Verificada a insubsistência dos motivos geradores da incapacidade. o segurado considerado incapaz total e definitivamente para o trabalho será aposentado por invalidez. caberá às Coordenadorias e Agências de Previdência do IPREV SANTA CATARINA convocar o segurado ou o beneficiário para realização de exame médico pericial. receber a convocação por meio de aviso de recebimento AR ou notificado por Edital. não comparecer para avaliação médico-pericial no prazo determinado. § 4º O beneficiário que. § 8º Em caso de doença que impuser afastamento compulsório. 14 deste regulamento. no qual constará o número da doença. com base em laudo conclusivo da perícia própria do IPREV SANTA CATARINA ou por este designada. Art. por meio de carta com aviso de recebimento . e a declaração de incapacidade permanente para o trabalho. quando a aposentadoria decorrer de acidente em serviço. contagiosa ou incurável. visando atestar a permanência das condições que lhe causaram a invalidez permanente. comprovadamente. 43 O segurado aposentado por invalidez será submetido à reavaliação médica inicial após 2 (dois) anos da concessão do benefício. referidas no art.a licença para tratamento de saúde será concedida por até 2 (dois) anos. 106 .com proventos correspondentes ao valor apurado na forma do art.

no percurso da residência para o local de trabalho ou dele para aquela.RPPS/SC . independentemente do meio de locomoção utilizado. embora não tenha sido a causa única. § 10 A doença grave.hepatopatia grave. e III .a doença proveniente de contaminação acidental do segurado no exercício do cargo ou da função. inclusive para estudo.nefropatia grave. X . quando: I . VII . haja contribuído diretamente para a perda da capacidade para o trabalho do segurado. quando financiada pelo Estado.síndrome da imunodeficiência adquirida. constatados indícios de irregularidade ou ilegalidade poderá submeter o segurado à perícia médica própria ou por este designada.contaminação por radiação. e XV . III .§ 9º Realizada perícia médica pelos Poderes e Órgãos referidos no parágrafo anterior o IPREV SANTA CATARINA. VIII . contagiosas ou incuráveis relacionadas acima.neoplasia maligna. XIV .alienação mental.doença de Parkinson. III . com seqüelas graves e incapacitantes.o acidente sofrido pelo segurado no local e horário de trabalho. preexistente ao ingresso no serviço público estadual. com seqüelas graves e incapacitantes. § 12 Equipara-se a acidente em serviço. na impossibilidade de tal definição.cegueira bilateral. XII . XIII .tuberculose.estado avançado da doença de Paget . e IV . § 13 Considera-se doença incapacitante as doenças graves. inclusive veículo de propriedade do segurado. na data de sua expedição. contagiosas ou incuráveis. o sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de serviço.na realização de serviço relacionado ao cargo ou função. II . VI . § 14 Os critérios e definições das doenças graves.espondiloartrose anquilosante. § 16 A aposentadoria por invalidez será concedida com base na legislação vigente na data definida em laudo médico-pericial como de início da incapacidade total e definitiva para o trabalho ou.em viagem a serviço.hanseníase.paralisia irreversível e incapacitante. IV . inclusive veículo de propriedade do segurado. condicionado à apresentação do termo de curatela. V . XI . II . qualquer que seja o meio de locomoção.são os estabelecidos no Manual de Normas Técnicas Médico Periciais da Diretoria de Saúde do Servidor da Secretaria de Estado da Administração.osteíte deformante.na prestação espontânea de serviço ao Estado para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito.o acidente ligado ao serviço que. § 11 Considera-se acidente em serviço: I . ensejará aposentadoria por invalidez com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. contagiosa ou incurável.cardiopatia grave. 107 . § 15 O pagamento do benefício de aposentadoria por invalidez decorrente de alienação mental somente será feito ao curador do segurado. para fins de concessão de aposentadoria por invalidez aos segurados do Regime Próprio de Previdência do Estado de Santa Catarina . da qual decorra a incapacidade laboral do segurado. IX .doença de Alzheimer. relacionadas abaixo: I . II .

108 .º 5. no mesmo percentual daquela.869.da data do óbito do segurado. e qualquer posterior inclusão ou exclusão de dependente somente produzirá efeitos a partir da data de habilitação. por evento de invalidez. atestada a invalidez. Aplica-se o disposto no caput ao divórcio e à separação realizados na forma do art. visando atestar a permanência das condições que lhe causaram a incapacidade. da morte presumida ou ausência do segurado. § 4º A alteração da condição do dependente. fará jus à pensão por morte. 55 deste regulamento. II deste regulamento. se a invalidez for atestada antes da perda da qualidade de dependente e confirmada por perícia própria do IPREV SANTA CATARINA ou por este designada. deste regulamento. ressalvado o disposto no art. Art. § 1º O valor da pensão por morte será pago aos dependentes habilitados e rateado em cotas-partes iguais.124-A. de 26 de junho de 2008. previsto no art. Art. 55 O cônjuge divorciado ou separado judicialmente ou de fato. ou III . § 2º Sempre que se extinguir uma cota-parte proceder-se-á a novo rateio do respectivo benefício dentre os dependentes remanescentes. dará direito à continuidade do benefício para além da idade estabelecida naquele dispositivo. quando o percentual restante será rateado entre os demais dependentes habilitados. de 11 de janeiro de 1973. em que tenha sido estipulada pensão alimentícia. ou o companheiro que. Art. 1. quando houver concorrência pelo benefício. Art.da data do requerimento. I. tenha implementado os requisitos para aposentadoria voluntária. da Lei Federal n. Art. será instaurado processo administrativo para apuração dos fatos. 17. que poderá concluir pelo cancelamento do benefício e readaptação no serviço público. àqueles que ainda detinham a qualidade de beneficiário após publicação da referida Lei Complementar. § 3º A concessão da pensão por morte não será protelada pela falta de habilitação de possível dependente. desde que a invalidez tenha sido caracterizada anteriormente aos 21 (vinte e um) anos. 57 O pensionista será submetido à reavaliação médica inicial após 2 (dois) anos da concessão do benefício. § 5º O disposto no parágrafo anterior alcança os benefícios concedidos em data anterior à vigência da Lei Complementar n.§ 17 Considera-se início da incapacidade total e definitiva.da data do ajuizamento da ação declaratória. II . previsto no art. § 18 Constatado que o segurado aposentado por invalidez exerça qualquer atividade laboral. 54 A pensão por morte será devida aos dependentes a contar: I .º 412. Parágrafo único. 17. 44 Caberá direito a opção pelo critério de cálculo mais vantajoso ao segurado que. em gozo de benefício de pensão por morte. 56 A pensão por morte somente será devida ao dependente inválido. reconhecida por sentença judicial transitada em julgado. a data atestada no laudo médico pericial conclusivo da invalidez permanente. limitada ao valor da sua cota-parte de rateio com os demais dependentes. receba pensão de alimentos. por decisão judicial.

§ 2º Extinta a quota pela morte do pensionista. Art. desde o trânsito em julgado da sentença condenatória. Art. II . 59 Não faz jus à pensão por morte o dependente que houver sido autor.AR ou notificado por Edital. nos casos em que houver concorrência de beneficiários. § 6º Na situação mencionada no § 4º deste artigo. respeitada a idade máxima de 60 (sessenta) anos. as Coordenadorias e Agências de Previdência do IPREV SANTA CATARINA encaminharão processo com solicitação de agendamento à Junta Médica Pericial das Unidades Regionais de Saúde do Servidor de sua área de abrangência. cessar-se-á o benefício de pensão por morte.§ 1º No laudo médico pericial conclusivo de cada reavaliação constará a data limite para a reavaliação subseqüente. por meio de carta com aviso de recebimento . ou IV . o IPREV SANTA CATARINA notificará o pensionista da suspensão do benefício por meio de expediente. resguardará a quota correspondente ao autor. receber a convocação por meio de aviso de recebimento . pela união estável ou concubinato do pensionista. co-autor ou partícipe de homicídio doloso contra a pessoa do segurado.pela morte do pensionista. § 2º Até noventa dias anteriores à data limite para reavaliação médica. § 4º O pensionista que. observado o limite temporal mínimo de 02 (dois) anos e máximo de 05 (cinco) anos. § 3º Após agendamento.AR. Art.para o pensionista menor. salvo se inválido. quando citado em ação declaratória de reconhecimento de direito ao benefício de que trata esta seção. comprovadamente. § 7º Verificada a insubsistência dos motivos geradores da incapacidade. pela cessação da invalidez. III .para o pensionista inválido. concedendo-lhe o prazo de 30 (trinta) dias para vista ao processo e apresentação de recurso. 109 . será devido o décimo terceiro proporcional aos meses em que obteve o benefício. terá o seu benefício suspenso de imediato. não comparecer para avaliação médico-pericial no prazo determinado. pela emancipação ou ao completar 21 (vinte e um) anos de idade. 58 A parte individual da pensão extingue-se: I . 60 O IPREV SANTA CATARINA.pelo casamento. ainda que na forma tentada. ou reagendamento da avaliação médico-pericial. caberá às Coordenadorias e Agências de Previdência do IPREV SANTA CATARINA convocar o pensionista para realização de exame médico pericial. § 5º O recebimento da convocação ou notificação dar-se-á com antecedência mínima de 15 (quinze) dias do agendamento da avaliação médico-pericial. § 1º Extingue-se a pensão por morte quando extinta a cota-parte devida ao último pensionista.

Maria de Farias. Regime Próprio de Previdência dos Servidores do Estado de Santa Catarina – 2008. 1991. Portaria nº 437 da Secretaria Gerald a Presidência da República. Classificação das cardiopatias: New York Heart Association. Memorando 2050121/004/2002 – Serviço de Benefícios da Previdência Social. Abelardo Ulivres – Avaliação Médico Pericial – III Congresso Brasileiro de Perícias Médicas. Estatuto do Magistério. Manual de Procedimentos Técnicos da Junta Médica Oficial de Santa Catarina.844. 1995. 1993. de 29/07/1986. 110 . Regulamento do Regime Próprio de Previdência do Estado de Santa Catarina – 2009. Informativo – Anamt nº 11 – Trabalho de Pessoa Portadora de Deficiência – Normas Legais. 2005. Manual de Avaliação das doenças e afecções que excluem a exigência de carência para concessão de auxíliodoença ou de aposentadoria por invalidez. de 28/12/1985. 2006. 2002. 1990.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Centers For Disease Control (CDC).745. Lei nº 6. 2000. Consenso Nacional Sobre Voz Profissional – 2004 Resoluções e Pareceres do Conselho Federal de Medicina – 2008. Estatuto da Polícia Civil. de 28/07/1986. Estatuto do Servidor Público do Estado de Santa Catarina. Atlanta – USA. Lei nº 6. Manual de Pericia Médica do Ministério da Saúde – 2ª edição. Normas e Orientações da Perícia Médica do Estado de São Paulo – 2ª edição.843. Lei nº 6. Manual de Normas Técnicas Médico-Periciais – 1ª edição.

Júlio Coutinho Filho Dr. Olandim Queiroz da Fonseca Filho APOIO ADMINISTRATIVO: Gilberto Dacoréggio Jeremias Lauricéia Maciel Leal Maria Emília Luz REVISÃO TÉCNICA: Dr. Maria Cristina Remor Moritz SEGUNDA EDIÇÃO: ATUALIZAÇÃO DA PRIMEIRA EDIÇÃO: Dra. Nicolau Heuko Filho Dra. Raquel Dutra Costa Dr. Andressa Tribeck Ferreira Tomaz Dra. Nicolau Heuko Filho 111 . Andréia Figueiró da Silva Barcellos Dra. Nadia Maria Hallack Porto Dr. Nicolau Heuko Filho Dr. Jorge Luiz Tramujas Dr. Manuela Mendonça Lisboa Beirão FINALIZAÇÃO: Dr.ELABORAÇÃO DO MANUAL PRIMEIRA EDIÇÃO: GRUPO DE TRABALHO: Dra. Roque Luiz Santana Dra. Júlio Coutinho Filho Dr. Jorge Luiz Tramujas Dr. Luiz Ricardo Rau Dra. Nadia Maria Hallack Porto – Coordenadora do Trabalho Dr. Maria Cristina Remor Moritz Dra.

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