LABORATÓRIO: ______________________________________________________________ PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ALFA-AMILASE

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica

Índice
ÁCIDO ÚRICO - Método Enzimático Colorimétrico - UOD-PAP............................................ ALBUMINA - Método Colorimétrico Verde de Bromocresol................................................... ALFA-AMILASE - Método Cinético Gal G2 – CNP................................................................ BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL - Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO………. CÁLCIO ASX -Método ARSENAZO III ................................................................................. CÁLCIO - Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA)...................................................... CLORO - Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) ...................................................... COLESTEROL - Método Enzimático Colorimétrico .............................................................. HDL COLESTEROL DIRETO - Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação............................................................................................................................. HDL COLESTEROL - Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico...................................... CREATININA - Método Cinético Colorimétrico...................................................................... CREATINO QUINASE (CK-NAC) -Método Cinético – UV..................................................... CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) - Método Cinético – UV............................................. FERRO Ferrozine - Método Colorimétrico............................................................................. FERRO CRX - Método Cromazurol B .................................................................................... FOSFATASE ALCALINA - Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA).......................... FÓSFORO – UV - Método Molibdato .................................................................................... FRUTOSAMINA – Método Cinético Colorimétrico................................................................. γ - GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA - GT) - Método Cinético Colorimétrico.................... GLICOSE - Método Enzimático Colorimétrico ....................................................................... MAGNÉSIO MONO - Método colorimétrico - MAGON SULFONADO................................... PROTEÍNA TOTAL - Método Colorimétrico .......................................................................... PROTEÍNA URINÁRIA - Método Vermelho de Pirgalol......................................................... TGO / AST - Método Cinético – UV........................................................................................ TGP / ALT - Método Cinético – UV........................................................................................ TRIGLICÉRIDES - Método Enzimático Colorimétrico............................................................ URÉIA ENZIMÁTICA - Método Enzimático Colorimétrico ..................................................... URÉIA UV - Método Cinético Enzimático – UV ..................................................................... Página 03 07 11 16 20 24 28 32 36 41 45 50 54 58 62 66 70 74 77 81 85 90 94 98 102 106 110 114 Revisão 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ÁCIDO ÚRICO
Método Enzimático Colorimétrico UOD-PAP 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de enfermidades renais, doenças metabólicas genéticas e patologias como leucemias, linfomas, etc. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do “clearance” renal. Urina: cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO No presente método, o ácido úrico da amostra sofre a ação da uricase, na presença de oxigênio, produzindo alantoína e peróxido de hidrogênio, este em presença de um reagente fenólico (TOOS) e da 4-aminoantipirina, sofre a ação da peroxidase produzindo um complexo violáceo (quinonimina), com máximo de absorção em 500 nm. Ácido Úrico + O2 + 2H2O
uricase

Alantoína + CO2 + H2O2
peroxidase

2H2O2 + 4-aminoantipirina + TOOS 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA

Quinonimina + 3H2O

Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, urina e líquido sinovial. Não usar plasma, pois obtem-se resultados falsamente diminuídos. Soro: obtido da maneira usual. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soros ictéricos ou com hemólise produzem valores falsamente elevados. O fluoreto inibe a Uricase. Urina: de 24 horas, separar 10 mL, acertar o pH entre 7,0 e 9,0 com hidróxido de sódio a 5% e aquecer 10 minutos a 56°C para dissolver os cristais de urato e ácido úrico, evitando resultados falsamente diminuídos. Diluir a urina 1:20 com água destilada ou deionizada e fazer a determinação. Multiplicar o resultado por 20. Líquido sinovial: a coleta não deve ser feita antes de decorridos 07 dias da última punção, ou antes de 30 dias após a administração de medicamento intra-articular. Armazenamento e estabilidade das amostras: o o o Soro: O analito é estável 03 dias entre 2-8 C ou 06 meses a –10 C (10 C negativos). Não utilizar plasma, pois apresenta resultados falsamente diminuídos. Urina: Manter refrigerado. Líquido sinovial: Até 15 dias entre 2-8oC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Urina: presença de ácido ascórbico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material. 5. COMPONENTES DO KIT ÁCIDO ÚRICO - UOD-PAP Registro M.S.: 80027310038 Códigos: BT 10.001 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2,0 mL. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil.

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Se o reagente for mantido de 15 – 25°C. Uricase 450 U/L. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Procedimento automatizado Indicar nome. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.3 mmol/L. Seguir com rigor a metodologia proposta. 9. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. sua estabilidade será de 2 semanas O reativo é estável até a data de validade do Kit.biotecnicaltda.4646 Site: www. O reagente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Pipetas automáticas. com cubetas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Em caso de vazamento acidental. Em caso de contato com os olhos ou pele. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. lavar abundantemente com água corrente.com. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. evitando assim a deterioração das enzimas.0 – 50 mmol. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 4 . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 4-aminoantipirina 0. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. uma vez usado.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Tel/Fax: 0 (XX) 35 . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. para a obtenção de resultados exatos. código). Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.34 mmol/L e conservantes.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio.com. 7.3214. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. lavar o local com água corrente. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.br Reagente: Tampão Fosfato pH. 8. TOOS 0. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. protegido da luz. 7. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. contém soro. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). NÃO CONGELAR.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. eventualmente infectado. Padrão: Solução de Ácido Úrico (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Peroxidase 2500 U/L. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Banho de água a 37 °C. Conservar entre 2 – 8 º C 6.

CÁLCULOS Abs. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido à ótima reprodutibilidade. Pipetar em tubos de ensaio: Água destilada Padrão Amostra Reagente Branco 20μL 1. A cor é estável durante 30 minutos. Diminuir a absorbância assim obtida.0mL Amostra 20μL 1.0mL Padrão 20μL 1. procedendo à dosagem como descrito acima para o soro. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL de NaCl 0. usar 50 μl de amostra ou padrão e 2.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Dosagem na urina: • Homogeneizar a urina. 4. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL ácido úrico Abs. Este procedimento dissolve cristais de ácido úrico presentes. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Se houver suspeita da presença de ácido ascórbico.1 mL de urina + 0. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Ler em 520 nm ou filtro verde. 2. da absorbância do teste e calcular a concentração. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0.0 mL de reagente. pois aumentam a imprecisão da medição. 10. Os cálculos permanecem inalterados. 11. Teste → Absorbância do teste Abs. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. com água destilada ou deionizada. 5. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 500 nm (490-510nm).01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela.9 mL de água destilada ou deionizada). • Diluir a urina assim tratada 1:10 (0. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25 °C) ou durante 10 minutos a 37°C.0mL 3. acertando o zero com água. controle (se utilizado) e reagente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. deixar o soro em repouso durante 90 minutos antes de iniciar a dosagem. o que poderia causar resultados errôneos. • Multiplicar o resultado obtido por 10. que pode ser obtida com a metodologia. Para soro lipêmico e/ou com bilirrubina superior a 10 mg/dL. Padrão Onde: Abs.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.9% e 0. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Isso evitará contaminação cruzada. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. para que resultados falsamente diminuídos não sejam obtidos. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Ajustar o pH para a faixa entre 7 e 9 com NaOH 5% e aquecer a amostra durante 10 minutos a 56ºC. evitando resultados falsamente diminuídos. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. pode-se utilizar o método do fator: 5 . misturar 1. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL.02 mL de soro. O enxágüe deve ser exaustivo. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. sendo o último. Os reagentes devem estar à temperatura ambiente. sem prejuízos para o desempenho do teste.

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fator de calibração = Conc. Clin Chem 1980.D.3 mmol/L. 26:227-231. 27:142-145. coumarim. 5ªedição. Prencipe L.0 mg/dL = 89 a 356 mmol/L Para amostras de Urina: 250 a 750 mg/24horas. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. : Mosby’s diagnostic and laboratory test reference 1992. Ltda – Revisão Maio/2005..5 a 6.0 mg/dL = 148 a 416 mmol/L Mulheres: 1. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Esses valores são unicamente orientativos. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Pardini – 2002 – 58-59 6 . clorotiazida. Rio de Janeiro. Ácido Úrico (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator Cálculo p/ Urina: Urina (mg/24 h) = mg/dL x volume urinário (em mL) 100 12. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Pagana K. azatiopina. etc. fenotiazida. 1997. estrógenos. mercaptopurina. Manual de exames – Laboratório H. etc.5 = mmol/L ácido úrico Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 2. alopurinol. acetohexamida. Ácido Úrico – Bula do Kit – Biotécnica Ind e Com. probemicida. Qualitymark ed. Falsos Valores baixos: vitamina C (ácido ascórbico). REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Barham D. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. Para amostras de Líquido sinovial: Valores próximos ao do soro colhido na mesma ocasião. do Padrão . Analyst 1972. Fossati P. A lipemia pode afetar os resultados. Trinder P. Bert G. Interferências O ácido ascórbico > 0. 14. 754-758. metildopa. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (1190 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. salicilatos. sulfinpirazona. furosemida. a hemoglobina > 1g/L e bilirrubina > 15 mg/dL interferem. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Guyton. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL ácido úrico x 59.5 a 7. 13. Falsos Valores elevados: acetozolamida.

17 mmol/L.Varginha . formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente.4646 Site: www. Esta característica é utilizada para dosar a albumina.S.2 . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A albumina é uma proteína globular produzida pelo fígado que é o principal componente protéico de um soro humano normal. Realizar a coleta pela manhã Amostras: Soro.002 . Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. 08 horas. Manutenção da pressão osmótica sangüínea.88 mmol – pH 4. o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína.biotecnicaltda.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. enfermidades renais e casos de desidratação grave. verde de bromocresol 0. Hiperalbuminemia: é observada em casos de desidratação grave e queimaduras externas. pelo menos. 2. levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema. Em algumas situações clínicas. . Vila Verônica . 3. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 7 . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do estado nutricional.com. 5.3214.G.Brasil. Critérios para a rejeição de amostras Presença de lipemia intensa. Nutrição. separação e distribuição do material. Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações.: 80027310032 BT 10.) Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro: O analito é estável 3 dias entre 2 – 8°C e 7 dias a – 10oC (10°C negativos. líquido pleural ou líquido ascítico.M. Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em: Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas. Soro: obtido da maneira usual. 4. Isto é possível devido a zona hidrofóbica que existe em sua estrutura. onde teremos a perda excessiva de água causando uma hemoconcentração.com.br Reagente: Tampão Succinato 0. azida sódica 9mmol. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar em jejum de. COMPONENTES DO KIT ALBUMINA Códigos: Registro M. Tem diversas funções importantes: Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos. Padrão: Solução de Albumina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave. no entanto é útil para monitorar o estado do paciente. PRINCÍPIO DO MÉTODO A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão .2.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALBUMINA Método Colorimétrico Verde de Bromocresol 1. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. icterícia e anemia dilucional. de enfermidades hepáticas avançadas.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Essa redução está relacionada a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reagente. Manter ao abrigo da luz. Em caso de contato com os olhos ou pele. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. sendo o último. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. plasma ou urina. Pipetas automáticas.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. código). 8. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. para a obtenção de resultados exatos.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 630 nm (620-640). Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Em caso de vazamento acidental. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. com água destilada ou deionizada. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. com cubetas Banho de água a 37 °C. lavar abundantemente com água corrente. lavar o local com água corrente. 8 . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. contém soro. 9. O enxágüe deve ser exaustivo. eventualmente infectado. uma vez usado. O reativo é estável até a data de validade do Kit. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento automatizado Indicar nome. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 7. Conservar a temperatura ambiente 6. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.

Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Padrão Onde Abs. CÁLCULOS Abs. que pode ser obtida com a metodologia. 9 .PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.8 g/dL. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 3. Estes valores são unicamente orientativos. Agitar bem e deixar nos tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. usar 0. sem prejuízos para o desempenho do teste.5 e 4. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. portanto. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): µmol/L = g/dL x 144. Amostra x conc. Amostra → Absorbância da Amostra Abs.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Albumina Amostra Reagente Branco 1. 4.0 mL Amostra 5 μL 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. usar bastante água. do Padrão . Os cálculos permanecem inalterados. 10. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Albumina (g/dL) = Absorbância do Teste x Fator Globulina = Proteína Total – Albumina Relação A/G = Albumina / Globulina 12. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. Isso evitará contaminação cruzada. A cor é estável durante 30 minutos. 11.05 ml de amostra ou padrão e 2 mL de reagente. o que poderia causar resultados errôneos. Padrão → Absorbância do Padrão Conc. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 630 nm. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Padrão = g/dL Albumina Abs. No descarte do reagente.9 g/L = g/dL x 10 Valores de referência Os valores são normais entre 3. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. pois aumentam a imprecisão da medição. Padrão → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a grande reprodutibilidade. aplicar as normas de segurança estabelecidas.0 mL Padrão 5 μL 1. controle (se utilizado) e reagente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.0 mL 2. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo.

Sobel. Pardini – 2002 – 58-59 10 . 66. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Doumas B. Chim. lítio e oxalato de potássio combinando com fluoreto de sódio. BL. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 6 g/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. – Anal. 1997. Albumina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Acta. Falsos Valores baixos: plasmas obtidos com heparina. Kasten Jr. Jacobs DS.G. – Clin. Qualitymark ed. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.. fornecem resultados falsamente diminuídos. WA & Biggs H. Interferências A bilirrubina > 25 mg/dL e a hemoglobina > 1 g/L interferem no método. 29/10:1491 (1957). diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 13.. & Berkman. 1971. T: Watson. R. Rio de Janeiro. 1996. C. S. Manual de exames – Laboratório H. Chem. Falsos Valores elevados: o uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca um aumento no valor. Hudson. Henry. 14. Ltda – Revisão Maio/2005. – Laboratory Test Handbook. Lexi-Comp Inc.31:1:87.

Colhido de maneira usual. Aumentos da amilase sérica não são necessariamente devidos à pancreatite. de origem pancreática e da glândula salivar. na proporção de 40:60 em soro de indivíduos sadios. 3. permanecem em níveis normais. A amilase pode ligar-se a proteínas (ex. 11 . predominantemente. persistindo por períodos mais longos.CNP 1. Em torno de 25% da amilase sérica é normalmente eliminada na urina. urina. com o objetivo de compensar as variações de atividade da amilase em amostras obtidas de cada micção.: imunoglobulinas). freqüentemente. mas indica. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A α – amilase é uma hidrolase que degrada complexos de carboidratos. deve-se também determinar a creatinina na mesma amostra. Amilase sérica normal pode ser encontrada (em torno de 20%) em pacientes com pacreatite aguda. Quando se determina a amilase na amostra de urina. Soro: obtido da maneira usual. líquido pleural ou líquido ascítico. Na maioria dos pacientes com pancreatite aguda. pelo menos. bem como na investigação da função pancreática. Tumores de pulmão e de ovário podem produzir hiperamilasemia em torno de 50 vezes do intervalo de referência. atingindo pico em 24 horas e retornando ao normal entre 48 a 72 horas. Na insuficiência renal está aumentada em proporção à extensão do comprometimento renal. A magnitude da elevação sérica não é diretamente relacionada com a gravidade do envolvimento pancreático. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. apendicite aguda etc. porém. A amilase urinária parece atingir níveis mais elevados. sem conservantes. Em episódios agudos de pancreatite crônica. Urina: de 2 a 24 horas. diminuída na macroamilasemia e normal ou pouco diminuída na hiperamilasemia salivar.) Intoxicação alcoólica Insuficiência renal grave Obstrução das vias biliares Obstrução intestinal Obstrução do canal pancreático Câncer de pâncreas Cetoacidose diabética Neoplasias (pulmão ou ovário) Níveis diminuídos Insuficiência pancreática Fibrose cística avançada Hepatopatias graves AMILASE URINÁRIA Uma quantidade significativa de amilase sérica é excretada na urina e. Níveis aumentados Parotidite Pancreatite aguda Macroamilasemia Gravidez ectópica Oclusão mesentérica Queimaduras graves Lesão de glândula salivar Doença intra-abdominal (peritonite. quando comparada com a sérica. PRINCÍPIO DO MÉTODO A α-amilase catalisa a hidrólise do 2-cloro-4-nitrofenil-α-galactosilmatóside (Gal-G2-α-CNP) liberando 2-cloro-4-nitrofenol. sendo proporcional à atividade da enzima no soro. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades pancreáticas agudas ou crônicas e no diagnóstico da parotidite (caxumba). seus níveis séricos elevam-se duas a 12 horas após o início do episódio. elevações séricas serão refletidas na mesma. Encontra-se aumentada na pancreatite aguda. portanto. A relação entre o clearance de amilase/creatinina auxilia no diagnóstico diferencial da macroamilasemia (clearance muito baixo). com grande probabilidade. A relação normal é de 1% a 4%. 2. um diagnóstico de pancreatite aguda. 4. Realizar a coleta pela manhã. Amostras Pode ser usado soro. A quantidade de 2-cloro-4-nitrofenol liberada é medida a 405 nm. São conhecidas duas isoenzimas: a pancreática e a salivar. O resultado deverá ser reportado com Relação amilase/Creatinina (U/g). níveis de amilase podem estar ligeiramente aumentados. Isso é caracterizado por amilase sérica elevada e urinária normal e pode ocorrer em indivíduos sadios. A macroamilasemia se caracteriza por elevação dos níveis séricos de amilase com valores urinários normais. sendo.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALFA-AMILASE Método Cinético Gal G2 . As dosagens da amilase sérica e urinária são amplamente utilizadas no diagnóstico de doenças do pâncreas. 08 horas. formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases.

Centrífuga.00 – 50 mmol/L. 12 . 6. medida contra a água em 405 nm. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. Elevações repentinas da absorbância do substrato indicam contaminação com saliva ou suor.com. evitando assim a deterioração das enzimas. Segundo estudos de estabilidade a absorbância do substrato. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. mantida entre 2 e 8 C. Cloreto de cálcio – 6 mmol/L. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. 7.005 ou quando mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.com. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.Brasil. COMPONENTES DO KIT α .biotecnicaltda. NÃO CONGELAR. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.00 – 2 fr com 15mL BT 11. A heparina não interfere como anticoagulante.CNP Códigos: BT 11. capazes de deteriorar irreversivelmente o substrato.AMILASE . . Gal G2 – CNP 2. Cloreto de sódio – 70 mmol/L. capazes de deteriorar irremediavelmente o substrato.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. Cronômetro. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.Gal G2 . Armazenamento e estabilidade das amostras: A α-amilase em soro e plasma é estável pelo menos por 5 dias a 2-8ºC. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. separação e distribuição do material 5.001. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras.4646 Site: www. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Outros líquidos biológicos também devem ser colhidos sem conservantes.00 – 2 fr com 30mL Registro M. Vila Verônica .M. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Conservar entre 2 – 8 º C Cuidados especiais: Pipetar o substrato com a boca.: 80027310013 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. usar material contaminado com saliva e suor e conversar junto ao frasco destampado são ações que podem contaminar o reagente com quantidades microscópicas de saliva ou suor. for igual ou maior que 0.S. Não utilizar o reagente quando sua absorbância. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Varginha . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. o A dosagem da amilase urinária deve ser feita em urina de 2 a 24 horas.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. soprar no substrato. apresenta um acréscimo de 0.22 mmol/L Reagente pronto para uso. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.3214. medida contra a água. sem conservantes. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .001.br Reagente Substrato: Tampão biológico pH 6. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana.003 por mês.G.

o que poderia causar resultados errôneos.600 A com o aparelho zerado em 405 nm com água deionizada indicam deterioração do reativo. 13 . Pipetar em uma cubeta: Soro / Plasma Reativo Amostra 3. lavar abundantemente com água corrente. 2. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. com água destilada ou deionizada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso OBS: Leituras de absorbância do reativo superiores a 0. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. código). A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 9.0 mL 10μl Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 8. Recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. 1. Pré-aquecer o Reagente durante alguns minutos. para evitar a contaminação do reativo. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. contém soro. O reagente. Em caso de contato com os olhos ou pele. Evitar contaminações com íons metálicos. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. sendo o último. Isso evitará contaminação cruzada. lavar o local com água corrente. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de vazamento acidental. controle (se utilizado) e reagente.0 mL 10μl Líquidos Pleural / Ascítico 1. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. É necessário o uso de proteção respiratória. a temperatura desejada. para a obtenção de resultados exatos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. O enxágüe deve ser exaustivo.0 mL 10μl Urina 1. 10. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. uma vez usado. Não soprar a pipeta utilizada. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. plasma ou urina. Procedimento manual 1.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS VT x 1000 Fator = Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L Valores de referência: Para os Líquidos Pleural / Ascítico os valore são iguais aos do soro. Para valores acima de 1038 U/L. citrato e EDTA interferem. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. pH 6. oxalato. Interferências: Temperatura de incubação: A determinação deve efetuar-se a 37ºC. Falsos Valores elevados: Meperidina. Soro/Plasma Urina 37ºC < 86 U/L < 470 U/L x 100 Esses valores são unicamente orientativos. Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico. 14 . Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. tetraciclina.Valores maiores que 3 vezes o limite superior de referência indicam aumento considerável da atividade da amilase sérica. diuréticos.9) 12. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). salicilatos. amostra contaminada. diluir a amostra com solução salina 0. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.0 a 37 ºC (12. Valores de bilirrubina até 20 mg/dL e hiperlipemia (triglicerides até 1500 mg/dL) não interferem.Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. álcool.9% e repetir a dosagem.150 a 405nm)U/L. Anotar a absorbância após 1 minuto e efetuar novas leituras após mais 1. Os anticoagulantes fluoreto.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 4. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear entre 10 e 1038 (0. codeína. 13. Amostras com hemólises produzem resultados falsamente diminuídos. A2 e A3 respectivamente). morfina. Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 2 e 3 minutos (A1. 11. CÁLCULOS Para linearidade: ΔA / min x 7537 a 37oC Amilase Urinária/Hora Amilase (U/l) x volume urinário (ml) Amilase urinária (U/h) = 1000 x tempo de coleta (h) Relação Amilase/Creatinina Amilase (U/l) x 100 Relação Amilase/Creatinina (U/g) = Creatinina (mg/dl) Relação depuração da amilase / depuração da creatinina Determinar a atividade da amilase e a concentração da creatinina no soro e em uma amostra de urina e aplicar os resultados na seguinte fórmula: Amilase na urina (U/l) x Creatinina no soro (mg/dl) Relação (%): Amilase no soro (U/l) x Creatinina na urina (mg/dl) Método para cálculo do fator VT = volume total do ensaio VA = volume da amostra 1000 = conversão de U/ml para U/l ε x VA x d d = espessura da solução ε = absortividade milimolar do 2-cloro-4-nitrofenol em 405 nm.

Laboratory Test Handbook.S. 1996. oxalatos e fluoretos.10. 1-35. 79-80. Qualitymark ed. Kaplan LA.. 91..1:14 (1985) I. Alfa-Amilase – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Clin Chem. Pardini – 2002 – 58-59 15 .Procedimento Operacional Padrão . Clin Chem 1980. Clin Chem 1981. DAVID. Pesce AJ. Wootton and H. Ltda – Revisão Maio/2005. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Winn-Deen. Clin Chem 1992. Kasten Jr BL. et al. 38:920. Kaufman RA.. 1996. Mosby Co. 14. amd Chavez R. Clin Chem. Rosenblum JL. 31. Rio de Janeiro.. 27: 493-501. 34. Henry JB. Jacobs DS. Freeman.D.. Tietz NW. Saunders Company.(1988). Westgard JO. Rauscher. Hunt MR. Hudson: Lexi-Comp Inc. Microanalysis Medical Biochemistry (1982).. 1997.Bioquímica Falsos Valores baixos: Citratos. H. Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação..Sigler E.B. 1996. Louis: The C. Cambridge. E. Philadelphia: W. Barry PL. St. 525-527. 26: 846-853..V. 1987. 817-830.. CNPG3 Technology: Genzyme Manual. Manual de exames – Laboratório H.P. 2005.. Methods in Clinical Chemistry. E.

biotecnicaltda. -250 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. Conservar protegido da luz. a coloração aparece após o contato do soro e o reativo. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.Bioquímica BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO 1. A Bilirrubina Conjugada ou Bilirrubina Direta é excretada pelas vias biliares até o intestino. mediante a atuação da enzima uridil difosfato glucoroniltransferase. Reagente 2– Bilirrubina Total: Ácido sulfanílico 40 mmol/L.4646 Site: www. ácido clorídrico 180 mmol/L. quando a bilirrubina reage sob determinadas condições com o ácido sulfanílico diazotado. 4. não dá uma reação direta e é preciso adicionar um terceiro reativo para que seja produzida a reação de diazotação com o aparecimento da cor. 04 horas. a bilirrubina se liga ao ácido glicurônico para formar a Bilirrubina Conjugada.br Reagente 1 – Bilirrubina Direta: Ácido sulfanílico 35 mmol/L. separação e distribuição do material 5. Amostras Soro: obtido da maneira usual. Proteger da luz.com. COMPONENTES DO KIT BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL – DMSO Registro M. à um grupo de produtos complexo. superando a barreira hemato-encefálica podendo causar danos cerebrais irreversíveis. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A bilirrubina é formada principalmente pela degradação da molécula heme e é transportada até o fígado. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação hepática. No caso de recém-nascidos. . Esta Bilirrubina apresenta níveis séricos elevados na presença de obstrução das vias biliares. pouco polar.azida sódica 16 mmol/L. 3. doenças hemolíticas e na insuficiência hepática.Varginha . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. A Bilirrubina livre.50 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. PRINCÍPIO DO MÉTODO Quase todas as técnicas de quantificação da Bilirrubina se baseiam na reação de Malloy-Evelyn.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 12 horas entre 2-8 ºC ou 24 horas congelado. que quantifica colorimetricamente a formação de azobilirrubina. No fígado.Procedimento Operacional Padrão .50 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . . O monitoramento da Bilirrubina do neonato. transformando-se assim em Bilirrubina Direta ou Bilirrubina Conjugada. . Esta eliminação se dá de maneira praticamente completa. biliar e nas doenças hemolíticas.S.Brasil.G. A Bilirrubina conjugada. . Estável por 8 horas a temperatura ambiente. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. reage em meio aquoso com o reativo de diazotação. pois uma elevação acentuada da Bilirrubina Indireta. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. antes da próxima mamada. 16 .5 mL R3 (Nitrito) BT 10003 – 1 fr. de coloração vermelha. Bilirrubina Direta. muito polar.com. 2. Dimetilsulfóxido 10 mmol/L Reagente 3 – Nitrito: Nitrito de sódio 33 mmol/L. -250 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr.: 80027310029 Códigos: BT 10003 – 1 fr. em particular do prematuro é de suma importância. A Bilirrubina Total é a soma das duas bilirrubinas (Direta + Indireta). ácido clorídrico 60 mmol/L. onde é metabolisada pela flora bacteriana residente. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. -25 mL R3 (Nitrito) BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.3214. conhecidos como estercobilinogenio. pelo menos.M. veiculada pela albumina. Nesta fase a bilirrubina é insolúvel em água e é conhecida como Bilirrubina Não Conjugada ou Bilirrubina Indireta. por este motivo se chama Bilirrubina Indireta. Reagente pronto para uso. Vila Verônica .

Em caso de contato com os olhos ou pele. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. evitando assim a deterioração das enzimas. Centrífuga. lavar o local com água corrente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. código). sendo o último. contém soro. O enxágüe deve ser exaustivo. NÃO CONGELAR. para a obtenção de resultados exatos. Cronômetro. uma vez usado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.(530 . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. plasma ou urina. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Pipetas automáticas e ponteiras Banho Maria. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 8. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 7. 9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Procedimento automatizado Indicar nome. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Bioquímica Conservar entre 2 – 8 º C 6.Procedimento Operacional Padrão .570) com cubeta. lavar abundantemente com água corrente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Seguir com rigor a metodologia proposta. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de vazamento acidental. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Manter ao abrigo da luz. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. eventualmente infectado. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 550 nm. com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O reagente. 17 .

020 AB.Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.19 mg/dL Bilirrubina Total = (mg/dL) = 0.033 ABD =0. Pipetar em tubos de ensaio: (Nota 1) Branco Total 1.5 e BT = 60.092 ABT = 0.0 mL 50 μL Total -1.040 AT . Estável por 48 horas. CÁLCULOS CÁLCULOS Cálculos: Bilirrubina Total = AT – ABT x Concentração da Padrão AP – ABP Bilirrubina Direta = AD – ABD x Concentração da Padrão AP – ABP Onde: AT = Absorbância amostra Bilirrubina Total ABT = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Total AD = Absorbância amostra Bilirrubina Direta ABD = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Direta AP = Absorbância do Padrão ABD = Absorbância do Branco de Padrão Com fator: Bilirrubina Total (mg/dL) = AT – ABT x 25. Isso evitará contaminação cruzada.8. porém isto não interfere no resultado final.0 mL 50 μL Direta 1. 10.0 UNIDADES SI: mg/dL bilirrubina x 17. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Modo mono-reativo: Preparar alíquotas na proporção de 30 partes de Reativo 1 (Bilirrubina Direta) ou Reativo 2 (Bilirrubina Total) + 1 parte de Reativo 3 (Nitrito). os valores de fator se modificam para: BD = 36. o que poderia causar resultados errôneos. Total R-3 . 18 . Nota: 1) Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. controle (se utilizado) e reagente.2 = 1000 μL R–3 = 30 μL Amostra = 20 μL Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Procedimento manual 1.ABT =0.0 mL 30 μL 50 μL R-1 – Bil Direta R-2 – Bil. Para pediatria pode-se variar os volumes proporcionalmente: R – 1 / R . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).1 = μmol/L bilirrubina Exemplo: AT = 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 Bilirrubina Direta (mg/dL) = AD – ABD x 15.Procedimento Operacional Padrão . 11. Cuidados especiais Conservar a amostra e o reativo protegidos da luz.ABD = 0.052 AD = 0. quando mantido em frasco fechado a 2-8°C e realizadas calibrações diárias.0 mL 30 μL 50 μL Branco Direta 1.30 mg/dL Para amostras pediátricas. Ler as absorbâncias.052 x 25 = 1.013 x 15 = 0.013 Bilirrubina Direta = (mg/dL) = 0. Os reativos de trabalho desenvolvem uma coloração alaranjada. com volume de amostra reduzido para 20 μL.Nitrito Amostra/Padrão 2.

0 12. Ltda – Revisão Maio/2005. 1997. Hunt MR. Falsos Valores baixos: Soros fortemente hemolisados podem fornecer valores falsamente diminuídos 14.8 μmol/L). H. and Evelyn. 77.0 10.9 8. Qualitymark ed. Am J Clin Path 1958.5 μmol/L) Bilirrubina Direta: até 0.0 12. Gerarde RW. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.0 10. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Manual de exames – Laboratório H. Biochem.0 15. Bilirrubina Direta e Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 69. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: até 15 mg/dL = 256 μmol/L Para valores superiores diluir a amostra 1:2 com solução salina e repetir a determinação multiplicando o resultado por 2..5 6.0 Esses valores são unicamente orientativos. 13. Microchem 15.. 231 (1970). Barry PL. 13.Procedimento Operacional Padrão . RG Clin. 481 (1937). Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Horn C.4 mg/dL (6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Hijmans Van der Bergh AA. Interferências A leitura da amostra de branco evita a interferência da lipemia. Chim.0 15.2 mg/dL (20. Rio de Janeiro. Muller P. Westgard JO. Matimek. 90 (1916). 161 (1966). J.. Malloy.0 Termo 2. hemólise ou turbidez dos soros liofilizados.T. Bilirrubina Total (Recém-nascidos) – mg/dL Idade Cordão < 24 horas < 48 horas 3 a 5 dias 7 dias Pré-maturo 2. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL bilirrubina x 17. 28: 412.1 = μmol/L bilirrubina Valores de referência Bilirrubina Total: até 1. KA. 27: 493-501 Sims FH. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Chem. Pardini – 2002 – 62 19 .Bioquímica 12.Biol. Acta. Walters MI. 119. Clin Chem 1981.

hipervolemia. plasma ou urina Soro não hemolisado. hipomagnesemia. A intensidade de cor é proporcional a quantidade de cálcio presente na amostra. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. hipervitaminose D. uso de diuréticos e estrógenos. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO ASX (ARSENAZO III) Códigos: BT 12002 – 2 fr. separação e distribuição do material 5. Cushing. sarcoidose. mieloma. separar 5. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. citrato ou oxalato. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). feocromocitoma. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.5 mg/dL (0. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. Não é observada nenhuma interferência do magnésio no pH mencionado. diminuições de albumina e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. insuficiência renal. Padrão – 2. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. plasma (heparina). PRINCÍPIO DO MÉTODO A pH levemente ácido o cálcio forma com o arsenazo (III) um complexo azul. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. representando 43% desse. deficiência da vitamina D. Este íon atua como mediador na contração muscular. pelo menos. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. 2. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. 08 horas. hipertireoidismo.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado.Bioquímica CÁLCIO ASX Método ARSENAZO III 1. má absorção. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. raquitismo. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. hiperabsorção intestinal de cálcio. A hemólise pode elevar os resultados. 4. alcalose. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio: creatinina. acromegalia. corticoterapia. desidratação. com 50. A amostra deve ser obtida por via venosa. uso de diuréticos e estrógenos. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. cuja intensidade é medida a 650 nm. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. osteomálacia. síndrome de imobilidade. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. linfoma. hipoparatireoidismo). hipertireoidismo. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. pancreatite.: 80027310052 20 . Esta é a amostra teste. Cálcio Iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. diminui na alcalose). Amostras Podem ser utilizados soro. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. Neste caso.0 mL cada + 1 fr.0 mL Registro M. hepatopatias.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. osteoporose.S. 3.Procedimento Operacional Padrão . insuficiência renal.

contém soro. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.18 mmol/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. plasma ou urina. Cronômetro Tubos de ensaio.biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar o local com água corrente.3214.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. .30º C Manter ao abrigo da luz.4646 Site: www. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 6. conservantes Padrão: Solução de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.com. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. código). Banho de água a 37 ºC.8. Em caso de contato com os olhos ou pele. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 650 nm (600-660) com cubetas.Varginha . Seguir com rigor a metodologia proposta. Conservar entre 15 .G.30 ºC. para a obtenção de resultados exatos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Pipetas automáticas e ponteiras. 7.6 mmol/L. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . 9. uma vez usado.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Vila Verônica . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.com. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento automatizado Indicar nome.Procedimento Operacional Padrão . lavar abundantemente com água corrente. Em caso de vazamento acidental. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.M. 21 .Brasil. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Tampão MÊS 1. O reagente.br Reagente: Arsenazo III 0. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. eventualmente infectado. 8. pH 6.

Depois lavar várias vezes com água deionizada. 11. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA)da Amostra frente ao Branco á 650 nm (600 – 660 nm).25 = mmol/L cálcio 22 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. 10.Procedimento Operacional Padrão .0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão FC = Fator de Calibração Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. A cor é estável durante 20 minutos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. = cálcio ionizável Ca = Cálcio sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) (0. com água destilada ou deionizada. Isso evitará contaminação cruzada.19 x P) + A + 6 12. 3. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente 2. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico.= 6 x Ca – (0. sendo o último. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Branco 1..19 x P) + A 3 Cal ioniz. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz.0 mL Amostra 10 μL 1..Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo)..0 mL Padrão 10 μL 1. o que poderia causar resultados errôneos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Para análise bicromática utilizar filtro de referência: 700 nm. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. controle (se utilizado) e reagente. O enxágüe deve ser exaustivo.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O material utilizado na preparação do reativo deverá estar completamente isento de íons cálcio.

vitamina D. Review of Calcium Methodologies . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Epstein E.Procedimento Operacional Padrão .5 g/L). Laboratory Test Handbook. Groth T. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 96-98. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. Manual de exames – Laboratório H. 14. Cálcio – Arsenazo III – Bula do Kit – Biotecnica Ind e Com.Bioquímica Valores de referência Soro e plasma: Crianças: 10. Pardini – 2002 – 58-59 23 . uso excessivo de laxante.5 mmol/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. Babinski E. 27: 493-501. Hunt MR. 195 – 212 (1975). Falsos Valores elevados: estrógenos.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.7 mmol/L Urina: 100-300 mg/24 horas = 25 – 87. meticilina. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. heparina. Rio de Janeiro. 1996. sais de cálcio. dieta pobre em cálcio. Interferências A hemoglobina (1.. dieta rica em cálcio.. Clin Chem 1981.2.5 . 13. Guyton. a bilirrubina (20 mg/dL).8 mg/dL = 2. gentamicina. Qualitymark ed.S.6 mg/dL = 2.. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.0 –11. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20mg/dL = 5 mmol/L. Kasten Jr BL. 5 ª edição Westgard JO. 1997. Falsos Valores baixos: cortisona. Barry PL. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.9 mmol/L Adultos: 8.2 – 2. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.. cloreto de s´dio intravenoso. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zak B. Ltda – Revisão Maio/2005. Hudson: Lexi-Comp Inc. Jacobs DS. antiácidos. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente diminuídos.8 – 10.Annals of Clinical and laboratory Science 5.

0 mL RB + 1 fr. acromegalia. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. hipervitaminose D. representando 43% desse.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. feocromocitoma. alcalose. mieloma.S. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. deficiência vitamina D. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. Cushing. síndrome de imobilidade. osteoporose. diminui na alcalose). Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). hipertireoidismo. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. desidratação. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. uso de diuréticos e estrógenos. A amostra deve ser obtida por via venosa. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. hiperabsorção intestinal de cálcio. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. linfoma. citrato ou oxalato. hipervolemia. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%).0 mL 24 . Neste caso. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. corticoterapia. plasma ou urina Soro não hemolisado. uso de diuréticos e estrógenos. pancreatite. Cálcio iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. 3. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. separar 5. 08 horas.Bioquímica CÁLCIO Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA) 1. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. diminuições da albumina. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose.Procedimento Operacional Padrão . Esta é a amostra teste. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. má absorção. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO o-CRESOLFTALEÍNA-Complexona (CFC) Registro M. hipertireoidismo. com 50. insuficiência renal. raquitismo. hipomagnesemia. e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. O exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. 4.5 mg/dL (0. 2. Este íon atua como mediador na contração muscular. plasma (heparina). hepatopatias. Padrão – 2.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. hipoparatireoidismo). Amostras Podem ser utilizados soro. pelo menos. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. insuficiência renal. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. sarcoidose. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. com 50.0 mL RA + 1 fr.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível.: 80027310027 Códigos: BT 12001 – 1 fr. osteomalácia. PRINCÍPIO DO MÉTODO O composto o-cresolftaleína (CFC) reage com Cálcio presente na amostra em meio alcalino originando um complexo colorido que se pode quantificar espectrofotometricamente. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. Hemólise pode elevar seus resultados. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. separação e distribuição do material 5. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. Urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio / creatinina.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. para a obtenção de resultados exatos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Procedimento automatizado Indicar nome. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de vazamento acidental. Cronômetro Tubos de ensaio. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 9.M.com. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. .30º C Manter ao abrigo da luz. contém soro. plasma ou urina.Varginha .4646 Site: www. 8. 7. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com. Reativo B: orto-cresolftaleína complexona 0. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. lavar o local com água corrente. código). 25 . Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 570 nm (550-590) com cubetas. Vila Verônica . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. uma vez usado.3214.Procedimento Operacional Padrão . O reagente.biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Padrão de Cálcio: Solução estabilizada de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.62 mmol/L. eventualmente infectado. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Seguir com rigor a metodologia proposta.Brasil. Conservar entre 15 e 30º C 6.br Reativo A: Tampão Etanolamina 500 mmol/L. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 8-hidroxiquinoleína 69 mmol/L. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Banho de água a 37 ºC. Pipetas automáticas e ponteiras. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.G. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.

0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Um novo reativo de trabalho deve ser preparado. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. = cálcio ionizável Ca = Cálcio26 sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) . Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reat. 3.200 de Absorbância indicam contaminação grosseira por cálcio e os reativos devem ser desprezados. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Cuidados especiais O material utilizado na preparação do reativo de trabalho deverá estar completamente isento de íons cálcio. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Estável por 24 horas a temperatura ambiente.. 2.Procedimento Operacional Padrão . A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 FC = Fator de Calibração Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz.. Decorridos os 10 minutos. leituras acima de 0. Procedimento manual 1. 11. 10. O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. o que poderia causar resultados errôneos.0 mL Padrão 10 μL 1. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. controle (se utilizado) e reagente. Branco 1. Trab. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O enxágüe deve ser exaustivo. com água destilada ou deionizada. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. Isso evitará contaminação cruzada.0 mL Amostra 10 μL 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Bioquímica Em caso de contato com os olhos ou pele. ler a absorbância do Padrão e da Amostra frente ao Branco do reativo à 570 nm. sendo o último. Depois lavar várias vezes com água deonizada. lavar abundantemente com água corrente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos Reativos: Reativo de Trabalho: Mistura na proporção de 1 mL de Reativo A + 1 mL de Reativo B. A técnica se caracteriza por Absorbâncias dos brancos muito baixas. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.

Am.Procedimento Operacional Padrão . cloreto de s´dio intravenoso. a bilirrubina (20 mg/dL). meticilina.0 .19 x P) + A + 6 12.5. Barry PL. Harper & Row Publishers (1964).2.0 – 1. Principles and Techniques. Jacobs DS. Rio de Janeiro.5 mg/dL = 2. Cálcio – o-Cresolftaleína – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (5.12 .0 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.5 g/L). Kasten Jr BL. 1996. Manual de exames – Laboratório H. sais de cálcio. gentamicina. Qualitymark ed. Groth T. 14.19 x P) + A 3 (0. dieta rica em cálcio.63 mmol/L Cálcio iônico: 4. vitamina D.200 mg/24 horas = 1. heparina. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Martineck. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.G.25 = mmol/L cálcio Cal ioniz.5 .5 . Med. Interferências A hemoglobina (1. antiácidos. R. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente elevados por interferência fotométrica. Hunt MR. 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.4 mg/dL = 1.J. – J. dieta pobre em cálcio. – Clinical Chemistry.5. Ltda – Revisão Maio/2005. Hudson: Lexi-Comp Inc.= Valores de referência Cálcio no Soro: 8. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Clin Chem 1981.Bioquímica 6 x Ca – (0. Pardini – 2002 – 58-59 27 .. R. Laboratory Test Handbook. Tech. 27: 493-501. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. 33:416 (1971). Falsos Valores baixos: cortisona. Falsos Valores elevados: estrógenos.10. Henry. 96-98.03 mmol/24 horas 13.. Westgard JO.35 mmol/L Urina: 60 . uso excessivo de laxante.

2. Níveis Aumentados Insuficiência renal aguda Níveis Diminuídos Acidose metabólica associada a elevação de ânions orgânicos(cetoacidose diabética e insuficiência renal) Acidose respiratória Acidose metabólica associada à diarréia prolongada com perda de bicarbonato Acidose tubular renal Alcalose respiratória Alguns casos e hiperparatireoidismo primário Desidratação Diabetes insipidus Hiperfunção adrenocortical Intoxicação por salicilato Alcalose metabólica Aldosteronismo Doença de Addison Hipersudorese Nefrite perdedora de sal Secreção gástrica persistente Vômito prolongado Cloro Urinário Normalmente a excreção urinária de cloro se aproxima da ingestão. São observados níveis fisiologicamente aumentados na diurese pós-menstrual e diminuídos na retenção hídrica pré-menstrual. representa a maioria dos constituintes osmoticamente ativos do plasma. Diminuindo na meningite tuberculosa e outras meningites bacterianas. A intensidade da coloração do complexo é proporcional a concentração do íon cloreto presente na amostra.Bioquímica CLORO Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) 1. A maior parte do cloro ingerido é absorvida e o excesso excretado na urina. Desta forma. A determinação dos cloretos em amostras de sangue e urina faz parte da avaliação dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. está envolvido na manutenção da pressão osmótica e balanço hidroeletrolítico. Níveis Aumentados Aumento da ingestão Uso de diurético Depleção de potássio Doença de Addison Necrose tubular aguda Pielonefrites Rim policístico Síndrome de Bartter Uso de teofilina Níveis Diminuídos Diminuição da ingestão de sal Vômito Diarréia Aspiração gástrica Diabetes insipidus Fístulas gastrointestinais Síndrome de Cushing Cloro. A dosagem do cloreto no suor é útil no diagnóstico da fibrose cística. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon cloreto reage com o íon mercúrico liberando uma quantidade equivalente de íon tiocianato que em presença de ferro trivalente forma um complexo colorido violeta. 3. Juntamente com o sódio. 28 . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Cloro Sérico É o principal ânion extracelular. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na dosagem de íons cloretos no sangue. Líquor Acompanha as alterações (diminuição ou elevação) dos níveis séricos.Procedimento Operacional Padrão .

biotecnicaltda. Soro ou plasma: obtido da maneira usual. 08 horas. citrato. Manter protegido da luz.9 mM. Multiplicar o resultado obtido por 2. Urina ou líquor: Para dosagem no líquor ou na urina.500 nm com cubetas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 a 30º C. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. urina (colhida com intervalo de 24 horas).br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. 29 . separação e distribuição do material 5. 6. Amostras Usar soro ou plasma (EDTA. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. ácido nítrico 50 mM. 7.Bioquímica 4.M. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.com. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Procedimento Operacional Padrão . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. + 1 fr Padrão – 2. Para evitar a passagem do cloreto para as hemácias. .com.4646 Site: www. Reagente pronto para uso. Urina de 24 horas. devem ser separados até 1 hora após a coleta. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 460 . Pipetas automáticas e ponteiras.G.S.br Reagente: Tiocianato de mercúrio 12. Cronômetro.Brasil. pelo menos. Padrão: Solução de íons Cloreto (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). nitrato de ferro (III) 170 mM. Armazenamento e estabilidade das amostras: O íon cloreto é estável na amostra até 04 dias se armazenado entre 2-8oC. utilizar amostras centrifugadas. código). 8. O analito é estável por 7 (sete) dias entre 15 – 30oC e vários meses a 10oC negativos. COMPONENTES DO KIT CLORETO Códigos: Registro M. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.: 80027310028 BT 12003 – 1 fr com 50mL.3214. o plasma ou soro. heparina). Vila Verônica . Banho de água a 37 ºC. Conservar entre 15 – 30ºC. O reativo é estável até a data de validade do Kit. suor e líquor. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Varginha . CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Diluir a urina 1:2. oxalato.

Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente Branco 2.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Em caso de contato com os olhos ou pele. Seguir com rigor a metodologia proposta. Padrão 30 . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de vazamento acidental. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.0 mL 2. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. lavar abundantemente com água corrente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. com água destilada ou deionizada. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. contém soro. Homogeneizar bem e incubar os tubos durante 5 minutos à temperatura ambiente. O reagente. Cuidados especiais Cuidados especiais com a água utilizada! Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. lavar o local com água corrente. 3. uma vez usado. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. plasma ou urina. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. sendo o último. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.Procedimento Operacional Padrão . o que poderia causar resultados errôneos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. O enxágüe deve ser exaustivo.0 mL Padrão 5 μL 2. Amostra X Concentração do padrão = mEq/L cloreto Abs. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. 10. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.0 mL Amostra 5 μL 2. controle (se utilizado) e reagente. CÁLCULOS Abs. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco á 460-500 nm. para a obtenção de resultados exatos. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Isso evitará contaminação cruzada. eventualmente infectado. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. A cor é estável durante 30 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 9.

.Bioquímica Onde: Abs.28. do Padrão . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 200 mEq/L (100 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Garner D.M.Procedimento Operacional Padrão .1665 (1956) Skeggs L. 27: 493-501.5 Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 98 – 110 mEq/L = 49 – 55 mmol/L Para amostras de Urina: 170 – 250 mEq/24h = 85 – 125 mmol/L Suor até 40 mEq/L. 1997. que pode ser obtida com a metodologia. Cloreto (mEq/L) = Absorbância do Teste x Fator 12.Anal. ictéricas e hemolizadas. Pardini – 2002 – 58-59 31 . Westgard JO. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório H. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zall D. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.O. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mEq/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mEq/L x 0. fazer o branco da amostra com água destilada. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Chem..Fisher D. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. 14. Hunt MR.. Amostra Abs. Metodologia Technicon. Barry PL. Cloro – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Líquor: 118 a 132 mEq/L Esses valores são unicamente orientativos. Rio de Janeiro. Clin Chem 1981.. Ltda – Revisão Maio/2005.. Padrão Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. Qualitymark ed. Interferências Para amostras Lipêmica.

catalisa a oxidação do colesterol livre. disbetalipoproteinemia familiar. A enzima colesterol oxidase. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soro ou plasma heparinizado. gravidez. separação e distribuição do material. DIMINUIÇÃO: hepatopatias graves. 3. dentre elas o colesterol. anemia perniciosa. má nutrição. de Cushing. uremia terminal. septicemia. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (fenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. Amostras: Soro ou plasma. hipertireoidismo. de Von Gierke. hipotireoidismo. de Addison. líquido ascítico ou líquido pleural. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. graxo Colesterol +1/2 O2 ----------------> Colestenona + H2O2 2 H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol -------------> Quinonaimina +4H2O 4. obesos e com hipotiroidismo. D. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. que apresenta máximo de absorção em 500 nm. pancreatite crônica. hemofilia. D. cirrose porta. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Colesterol esterificado + H2O ------------------>Colesterol + Ac. Não usar amostras visivelmente hemolisadas. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). em presença de 4-aminoantipirina. A aterosclerose desencadeia várias disfunções em vários órgãos principalmente no coração. 2. após pancreatectomia. grandes queimados. Soro: obtido da maneira usual. uso de ACTH e corticóides. anorexia nervosa. Volumes mínimos e ideais A serem definidos pelo próprio laboratório. nefrótica. hipercolesterolemia poligênica. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os ésteres de colesterol existentes na amostra são hidrolisados pela enzima colesterol esterase produzindo o colesterol livre. D. de má absorção. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de aterosclerose e monitoramento de pacientes diabéticos. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta Armazenamento e estabilidade das amostras: As amostras de soro / plasma podem ser guardadas 2 – 8OC por uma semana ou – 20OC por 2 meses. S.de Gaucher. S.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica COLESTEROL Método Enzimático Colorimétrico 1. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. sendo cerca de 60% a 70% transportados pela LDL. Líquido ascítico ou líquido pleural: O material não é colhido no laboratório. acantocitose. anemia hemolítica . hipercolesterolemia familiar(deficiência de receptores LDL). hiperlipidemia familiar combinada.lipoproteína. aterosclerose. inanição. O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. D. em presença de oxigênio. S. de Tangier. produzindo peróxido de hidrogênio. oxidase col. outros anticoagulantes podem interferir no resultado final. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. hepatite por vírus. porfiria intermitente aguda. 20% a 35% pela HDL-lipoproteina e 5% a 12% pela VLDL-lipoproteina. anemia hipocrômica severa. Drogas: corticosteróides. abetalipoproteinemia. O colesterol total compreende todo colesterol encontrado em várias lipoproteínas. a qual é uma degeneração de artérias de grande e médio calibre através da deposição de lipoproteínas. com conseqüente inflamação e fibrose de suas paredes. cérebro e rins. hepatoma. Esterase 32 . gota. Uma dosagem de colesterol elevada é uma boa indicação dos riscos de aterosclerose. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O colesterol é um componente estrutural importante da membrana celular e precursor para biossíntese de ácidos biliares e hormônio esteróides. AUMENTO: icterícia obstrutiva. peroxidase col. linfangiectasia intestinal. diabetes mellitus.

o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.004 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2.: 80027310039 BT 10. contém soro.2. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.4646 Site: www. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.com. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. código). Peroxidase > 2000 KU/L. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510) com cubetas. 33 . BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 7. eventualmente infectado.6 mmol/L. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL Códigos: Registro M. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Colesterol esterase (CHE) > 750 U/L. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Conservar entre 2 – 8 º C 6.biotecnicaltda. Colato de Sodio 8 mM. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.004 – 4 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2.42 mmol/L– pH 7. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O reagente. 4-Aminoantipirina 0.br Reagente: Tampão fosfato 182.com.M. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.0 mL BT 10. Cronômetro Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. O reativo é estável até a data de validade do Kit. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.G. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.S. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Banho de água a 37 °C.0 mL.Procedimento Operacional Padrão . Padrão: Solução de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Pipetas automáticas e ponteiras.Bioquímica 5. Vila Verônica .Varginha . para a obtenção de resultados exatos. 4-Clorofenol 20 mmol/L. uma vez usado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.Brasil. 9. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. plasma ou urina. Colesterol oxidase > 200 U/L. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Seguir com rigor a metodologia proposta. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.3214. evitando assim a deterioração das enzimas. 8.

lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Ler a absorbância (AP) do Padrão e a (AA) da Amostra frente ao Branco á 500 nm. Padrão Devido à ótima reprodutibilidade.026 Valores de referência Faixa Etária 2 a 19 anos 20 anos ou acima Valor (mg/dL) Menor que 170 De 170 a 199 Maior que 200 Menor que 200 De 200 a 239 Maior que 240 Interpretação Desejável Limítrofe Aumentado Ótimo Limítrofe Alto 34 . Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC. 10. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. do Padrão . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Colesterol (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. Isso evitará contaminação cruzada.Bioquímica O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. que pode ser obtida com a metodologia. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. 11. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.0 mL Padrão 10 µL 1. controle (se utilizado) e reagente.Procedimento Operacional Padrão . CÁLCULOS Colesterol (mg/dL) = Abs. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Em caso de contato com os olhos ou pele. lavar o local com água corrente. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. A cor é estável durante 30 minutos. 4. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. com água destilada ou deionizada. Amostra X Concentração do Padrão Abs. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. o que poderia causar resultados errôneos. sendo o último.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. Em caso de vazamento acidental. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. 2. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. O enxágüe deve ser exaustivo. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mg/dL x 0.0 mL Amostra 10 µL 1.

fenitoína. 276. Singh RMM. 94. Falsos valores elevados: Esteróides. 1997. Winger GD. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Interferências .Bioquímica * Dados das III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2001. Biochemistry 1966. Good NE. colchicina. tetraciclina.Ann Clin Biochem 6124 (1969). anticoncepcional oral. 195-357 (1952) Castelli.. Falsos valores diminuídos: neomicina. Lee RS.E. heparina. 13. Izawa S.43:891. W. Levy RJ. Colesterol – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. F.5:467. 215. B. . fenotiazina. sulfonamidas. Líquido Ascítico ou Líquido Pleural: Inferior ao soro com triglicérides elevados: = quiloso Superior ao soro com triglicérides normal: = quiliforme Esses valores são unicamente orientativos. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. New Engl J Med 1967. 1970. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder P. 276:24. Connoly TN.L. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 125.P. 148. L. Kendalll. Abell. Fredriickson DS. agentes hipoglicemiantes. Chem. .Hemoglobina e Triglicérides elevados (amostra com turvação evidente): Hemoglobina acima de 150mg/dL (hemólise significativa) e hiperlipemia acentuada induzem a resultados falsamente aumentados.Ácido Ascórbico: mesmo em baixas concentrações (abaixo de 2 mg/dL) o ácido ascórbico induz a resultados falsamente diminuídos. – Current Prescribing 6177: 39 (1977). Rio de Janeiro.. Manual de exames – Laboratório H. Bilirrubina: Bilirrubina até 15 mg/dL não interfere no resultado do teste. Bull Org Mond Santé. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. kanamicina. Ltda – Revisão Maio/2005. Biol. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Procedimento Operacional Padrão .. Levy. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 800 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Winter W. 14. Pardini – 2002 – 67-68 35 .B.:J. Qualitymark ed. bromatos. aspirina e epinefrina.

: 80027310035 Códigos: BT 10. Quando é adicionado o Reagente B. em presença de peroxidase. Esteróides. Obesidade. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. VLDL e Quilomicrons) deixando a lipoproteína HDL livre.Bioquímica HDL COLESTEROL DIRETO Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação 1. Amostras Soro não hemolisado. Sedentarismo. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. Anti-hipertensivo.S. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose.G. A concentração do HDL presente na amostra é proporcional a absorbância. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. medida à 600 nm. Bloqueadores beta adrenérgicos. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .androgênios. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. plasma (heparina ou EDTA) Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 7 dias à 2-8 ºC ou 30 dias à –20 ºC. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. + 1 fr. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL HDL . Neomicina. Critérios para a rejeição de amostras Soro hemolisado. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio.DIRETO Registro M. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de dislipidemias associadas a patologias coronárias. tiazídicos. Vila Verônica . .0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 3. somente o Colesterol HDL reage com a cadeia enzimática (CHE-CO).3214.Varginha . Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. PRINCÍPIO DO MÉTODO O anticorpo antiβ-lipoproteína humana presente no Reagente A se liga as lipoproteínas (LDL. separação e distribuição do material. R-B com 15 mL + 1 fr Calibrador – 1.006 – 1 fr R-A com 45 mL. Hipertrigliceridemia. 5. Isso devese ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). anabólicos. 4. Fumo.Procedimento Operacional Padrão .M. Em doenças da tireóide.4646 36 . O peróxido de hidrogênio produzido pela reação enzimática produz um complexo de cor azul sob condensação oxidativa com F-DAOS e 4-AAP. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. 2. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.Brasil. progestágenos.

8. Reagente pronto para uso.9 mM.Procedimento Operacional Padrão . Conservar entre 2 e 8º C. Seguir com rigor a metodologia proposta. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. pH 7. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Reativo B: Colesterol esterase > 4000 U/L.biotecnicaltda. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.Bioquímica Site: www. 37 . Calibrador: Soro liofilizado (Valor da concentração vide etiqueta do frasco). 7. evitando assim a deterioração das enzimas.0 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de vazamento acidental. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar o local com água corrente. Banho de água a 37 °C. NÃO CONGELAR. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.8 mM. uma vez usado. O reativo é estável até a data de validade do Kit. 9. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Em caso de contato com os olhos ou pele. eventualmente infectado. Colesterol oxidase > 2000 U/L. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. com cubetas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Cronômetro Tubos de ensaio. código). modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. plasma ou urina. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Pipetas automáticas e ponteiras.br Reativo A: 4-aminoantipirina 0. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Ascorbato oxidase > 2700 U/L. F-DAOS 0. contém soro. Tampão MES 30 mM. Procedimento automatizado Indicar nome.com. Anticorpos antiβ-lipoproteína humana 2.0. 6. POD > 2400 U/L. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O reagente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.com. lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

10. com água destilada ou deionizada. o que poderia causar resultados errôneos. Homogeneizar cuidadosamente depois de descongelado. Adicionar: 100 µL 100 µL 100 µL Reativo B 4. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Deixar em repouso por 30 minutos antes do uso. após o frasco aberto.Procedimento Operacional Padrão . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Calibrador: Reconstituir o calibrador com exatamente 1. se conservados de 2-8ºC e tomados os devidos cuidados para evitar contaminação. Evitar a formação de espuma. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da Amostra frente ao Branco a 600 nm. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 38 . Técnica Macro: 1. A estabilidade dos reativos é de pelo menos 60 dias. 3. Adicionar: 3.0 mL de água destilada ou deionizada. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 750 μL Calibrador 10 μL 750 μL Amostra 10 μL 750 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. A reação é estável por 30 min. Fechar o frasco e homogeneizar cuidadosamente. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da amostra frente ao Branco a 600 nm. Adicionar: Reativo B 250 µL 250 µL 250 µL 4. Homegeneizar e incubar 5 minutos a 37 ºC. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 4 μL 300 μL Calibrador 4 μL 300 μL Amostra 4 μL 300 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. pronto para uso. Reagentes: Os reagentes são fornecidos na forma líquida. Procedimento manual Técnica Micro: 1. Homogeneizar. 6. Homogeneizar. controle (se utilizado) e reagente. O enxágüe deve ser exaustivo. incubar a 37 ºC por 5 minutos. incubar a 37 ºC por 5 minutos. 5. Congelar e descongelar somente uma vez. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.. se protegida da luz. Homogeneizar e incubar 5 minutos a 37 º C. A reação é estável por 30 min. para dissolver todo o liofilizado.Bioquímica Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. sendo o último. depois de reconstituído. O calibrador é estável 03 dias se conservado entre 2-8ºC ou 30 dias a –20ºC. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 5. 6. Isso evitará contaminação cruzada. se protegida da luz.

11. 12.056 [P] = 35 mg/dL ΔA amostra= 0.3 = 43.Bioquímica Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.111 Fator = 35 = 315.111 Colesterol HDL (mg/dL) = 0.5 mg/dL. Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 39 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0.142 A2p= 0.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.3 0.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos.142=0.280 A1= 0.138 ΔA padrão= 0.280-0.167 A1p= 0. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Bilirrubina (até 40 mg/dL) e lipídios (até 5 g/dL) não interferem. CÁLCULOS A1p = ΔA padrão A2-A1 = ΔA amostra [P]= Concentração do Padrão ΔA padrão x valor da concentração do padrão = mg/dL de HDL-c ΔA amostra Com Fator: Fator de calibração = [P] ΔA padrão Concentração de HDL em mg/dL = ΔA amostra x Fator Calibração Exemplo: A2 = 0. Hemoglobina (até 500 mg/dL).056=0.138 x 315. HDL – Homens Col. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. HDL . os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.Procedimento Operacional Padrão . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).167-0. Interferências Ácido Ascórbico (até 50 mg/dL). CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 180 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.

.Bioquímica 14. And Pharm.. Am J. J. 37 (1997) HDL Colesterol –Direto – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. The Framingham Study.Procedimento Operacional Padrão . 62.Sci. Pardini – 2002 – 67-68 40 . Med. 1997.: A new direct method for measuring HDL – Cholesterol which does not produce any biased values. Manual de exames – Laboratório H. Ltda – Revisão Maio/2005. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.707 (1977). Sachiko Izawa et al. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gordon T et al.. Rio de Janeiro. Qualitymark ed. 1385-1388.Med.: High density lipoprotein as a protective factor against coronary heart disease.

Sedentarismo. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os quilomicrons e as lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e de baixa densidade (LDL) presentes na amostra. Isso se deve ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. O sobrenadante da centrifugação contém as lipoproteínas de elevada densidade (HDL). plasma (heparina ou EDTA).Procedimento Operacional Padrão . Colesterol esterificado + H2O -------------> Colesterol + Ac. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). 2. Obesidade. oxidase col. Esteróides. graxo Colesterol + ½ O2 + H2O --------------> Colestenona + H2O2 2H2O2 + 4-Aminoantipirina +DCFS ------------->Quinonaimina+4H2O 4. esterase 41 .0 mL Registro M. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis.: 80027310054 peroxidase col. + 1 fr Padrão – 2. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. Bloqueadores beta adrenérgicos. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. progestágenos. Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 3 dias à 2-8 ºC. COMPONENTES DO KIT HDL COLESTEROL (PRECIPITANTE) Códigos: BT 10. cujo colesterol quantifica-se espectrofotometricamente mediante as reações acopladas descritas abaixo. Neomicina. Amostras Soro não hemolisado. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. Em doenças da tireóide. Fumo. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de doenças coronarianas e renais causadas por aterosclerose. separação e distribuição do material 5. anabólicos.Bioquímica HDL COLESTEROL Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico 1. tiazídicos. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa.S. precipitam em presença de fosfotungstato e íons magnésio.androgênios. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL: Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos.005 – 1 fr com 50mL. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. Anti-hipertensivo 3. Hipertrigliceridemia. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.

Varginha . evitando assim a deterioração das enzimas. plasma ou urina. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. uma vez usado.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Padrão: Solução padrão de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.3214. NÃO CONGELAR. lavar abundantemente com água corrente. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.M. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.br Reagente: Ácido Fosfotúngstíco 16 mmol/L.4646 Site: www. Seguir com rigor a metodologia proposta. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Em caso de vazamento acidental. com cubetas. Conservar entre 2 e 8º C..biotecnicaltda. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.com. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 7. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.5 mmol/L. código). Procedimento automatizado Indicar nome. 42 . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Banho de água a 37 °C. Pipetas automáticas e ponteiras. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. 8.G. Vila Verônica . contém soro. eventualmente infectado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Cronômetro Tubos de ensaio. 9. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 6. O reagente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. cloreto de magnésio 3. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Em caso de contato com os olhos ou pele. para a obtenção de resultados exatos. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.com. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. .Brasil.

Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. ( ) Abs. remover o sobrenadante límpido dentro de 15 minutos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual Precipitação 1. Neste caso diluir a amostra 1:2 com NaCI 150 mmol/l e repetir a precipitação.. 6.Procedimento Operacional Padrão .0 mL Padrão 100 μL 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. O enxágüe deve ser exaustivo. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 mL Água destilada Padrão de colesterol HDL Sobrenadante Reagente do Colesterol 7. Isso evitará contaminação cruzada. sendo o último. Cuidados especiais Manter sempre a relação Amostra/Preciptante igual a 1:1. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.1 Exemplo: AA = 0.0 mL Amostra 100 μL 1. para evitar resultados falsamente elevados. Fc = 40 = 131. 10. controle (se utilizado) e reagente.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Amostras lipêmicas e ocasionalmente amostras não lipêmicas podem apresentar o sobrenadante turvo. 3. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 4. Após a centrifugação. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 100 μL 1. Centrifugar durante 10 minutos a um mínimo de 4. Agitar bem e incubar nos tubos durante 30 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC 8. Multiplicar o resultado final por 2. Caso o sobrenadante permaneça ainda turvo a amostra não pode ser utilizada para determinar o colesterol HDL. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 11. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Padrão Com Fator: Fc (Fator de calibração)= 40 Ap Concentração de HDL em mg/dL= Aa x Fc. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 250 μL 250 μL Agitar e deixar durante 10 minutos à temperatura ambiente. Recolher com cuidado o sobrenadante. com água destilada ou deionizada.244 43 . Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco à 500 nm. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 5. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).000 rpm. o que poderia causar resultados errôneos. Pipetar em tubo de centrífuga Amostra Reagente precipitante 2. Amostra X 40 * = mg/dL Colesterol HDL Abs. CÁLCULOS Aa= Absorbância da amostra Ap= Absorbância do padrão ( ) [P]= Concentração do Padrão = 40 mg/dL * ( ) * 40 equivale ao valor do padrão (20 mg/dL) corrigido de acordo com o fator de diluição (1:2) usado na precipitação. A cor é estável durante pelo menos 30 minutos.

Morfin R.Procedimento Operacional Padrão . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório..Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos. Scholnick HR. Kostner.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. Friedwald W.U.1979. Pardini – 2002 – 67-68 Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 44 .1977. HDL . et al. Chem. nd Bergmeyer.305 Concentração de HDL(mg/dL)= 0.99 mg/dL 12. Qualitymark ed. Clin Chem 25(6):939. Clin Chem 1979. M. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Clin Chem. HDL Colesterol (Precipitante) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 25:560. 23:882.L. 18:707. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. Ltda – Revisão Maio/2005. 2:217.244 x 131. G.F. 14.3 mmol/L. Burstein M. Rio de Janeiro.25 mmol/L interferem. Interferências Àcido ascórbico >0. Grove TH. et al. Clin Chem. HDL – Homens Col.. Manual de exames – Laboratório H.M. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 150 mg/dL.) Methods of Enzymatic Analysis.1= 31. et al.1985. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Warnick. et al. 1997. (Ed. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose..1977. 11: 583. Clin. J Lipid Res 1970. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Bioquímica Ap= 0. p. Virella. Academic Press 2 ed. a hemoglobina >3 g/L e a bilirrubina >0.148. R. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. H.G.T.305 0. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.1985.

trimetoprim. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatinina presente na amostra reage com o picrato em meio alcalino originando um complexo de cor vermelhoamarelada. 4. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Adenoma hipofisário Distrofia muscular Diabetes mellitos Doença muscular inflamatória Doenças infecciosas Doenças com diminuição da massa muscular Encefalite Doença renal avançada Hipotireoidismo Hipertireoidismo Anemia Leucemia Paralisia 3. A creatinina não é afetada normalmente pela dieta.Procedimento Operacional Padrão . a creatinina eleva-se mais lentamente que a uréia. ocorrendo nos períodos finais da reação. porém. Com a redução do fluxo sanguineo renal. 45 .Bioquímica CREATININA Método Cinético Colorimétrico 1. enquanto a diminuição da massa muscular nos idosos provoca diminuição. Os anticoagulantes como a heparina.Homens e atletas produzem maiores quantidades de creatinina que crianças. 2. o que não interfere na dosagem da creatinina. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. uma relação direta com a massa muscular. tendo. 08 horas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO CREATININA SÉRICA Trata-se de um produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo. portanto. desidratação Insuficiência renal por decréscimo da Desnutrição filtração glomerular Obstrução do trato urinário Diminuição da massa muscular Intoxicação por metanol Doença hepática severa Terapia com metildopa. plasma ou urina. choque. O decréscimo da massa muscular no idoso deve ser considerado na interpretação dos resultados. pelo menos. os níveis séricos poderão sofrer aumento por um período de 48 horas. se quantidades excessivas de carnes forem consumidas. Gravidez hidantoína. trimetoprim e probenecide. A secreção tubular da creatinina pode ser inibida por drogas como: cimetidina. insuficiência cardíaca congestiva etc. EDTA. A determinação da creatinina urinária em mg/kg de peso é um parâmetro indicativo do volume correto da urina colhida no período de 24 horas. não interferem. a reação do picrato com outros cromogênios presentes na amostra é lenta. A concentração de creatinina somente torna-se anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons tenham sido comprometidos. Armazenamento e estabilidade das amostras: A creatinina em soro ou plasma é estável 24 horas a 2-8ºC. cefalosporinas e ácido ascórbico CREATININA URINÁRIA É filtrada livremente pelos glomérulos somente sendo reabsorvida em certas condições clínicas. Exercícios severos e ingestão de altas quantidades de carne podem causar aumentos significativos na excreção de creatinina. oxalato ou fluoreto. como: diabetes melittus. idosos e mulheres em geral. Mede-se a velocidade de formação desse complexo utilizando uma cinética de 2 pontos durante os períodos iniciais da reação. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da função renal. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Diminuição do fluxo sanguíneo renal: Baixa estatura insuficiência cardíaca congestiva. Amostras: Soro.

Padrão – 2. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Multiplicar o resultado obtido por 100.Bioquímica Urina: amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta e até o momento da dosagem. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 50mL RA + 1 fr. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura a 500 nm (490-510).br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou intensa turvação.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Diluir a urina fresca 1/100 com água destilada. Vila Verônica .: 80027310025 BT 10. 7. Tetraborato sódico 20 mmol/L. Reagente B: Hidróxido sódico 1. separação e distribuição do material 5. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 8.br Reagente A: Ácido pícrico 18 mmol/L.007 – 1 fr.4646 Site: www. Padrão: Solução de Creatinina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. 250mL RA + 1 fr. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento automatizado Indicar nome. . O reativo é estável até a data de validade do Kit.com. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 50mL RB + 1 fr. Manter ao abrigo da luz. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.M.S. 250mL RB + 1 fr.Brasil. 46 .8 mmol/L.0 mL BT 10. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.com.3214. Conservar entre 15-30oC 6. Padrão – 2. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Estável 4 dias a 2-8oC. Cronômetro Tubos de ensaio. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. COMPONENTES DO KIT CREATININA Códigos: Registro M.007 – 1 fr.G.Varginha . A data de validade aparece no rótulo da embalagem.biotecnicaltda. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. com cubeta termostatizável.Procedimento Operacional Padrão . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Pipetas automáticas e ponteiras. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. código).

Proceder a dosagem conforme o procedimento descrito acima. Ler a absorbância à 500 nm aos 30 segundos (A1) e aos 90 segundos (A2). controle (se utilizado) e reagente. Em caso de vazamento acidental. 2. Ajustar o espectrofotômetro em zero frente a água destilada. Dosagem em urina: 1. 5. 2. As amostras muito leitosas. não é possível dosar a creatinina com exatidão. Fazer uma diluição do sobrenadante na proporção de 1:50 com água destilada ou deionizada. contém soro. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC: Reagente de Trabalho 4. 10. 7. 3. 100 µL 1. Homogeneizar. Procedimento manual 1. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. para a obtenção de resultados exatos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho e a amostra ou padrão a 37ºC durante alguns minutos. Seguir com rigor a metodologia proposta. Medir o volume urinário de 24 horas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. sendo o último. plasma ou urina. lavar abundantemente com água corrente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes: Reagente de Trabalho: Misturar volumes iguais de Reativo A e Reativo B. o que poderia causar resultados errôneos. eventualmente infectado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Estável por 10 dias a temperatura ambiente. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 5. uma vez usado. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. nestes casos. por 10 minutos a 3000 rpm. Inserir em porta-cubetas termostatizado a 37ºC. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Evitar contato com a pele. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Em caso de contato com os olhos ou pele. 47 . Quando a temperatura no interior da cubeta alcançar 37ºC pipetar : Padrão ou Amostra 6.Bioquímica 9.Procedimento Operacional Padrão . Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. O enxágüe deve ser exaustivo. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. para o soro. O reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada. com água destilada ou deionizada. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). O Reativo B é caustico. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. 3.0 mL Misturar e acionar imediatamente o cronômetro. aplicar as normas de segurança estabelecidas. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. lavar o local com água corrente. o procedimento corretivo com desproteinização não é eficiente e. Centrifugar uma alíquota de 10 mL. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 4. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Multiplicar o resultado obtido por 50. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

81 m2 Depuração (mL/min) = 120 x 1.222 A2 .25 Peso = 70 kg Altura = 170 cm Superfície corporal = 1.73 m ) = Depuração(mL/min) x 1.73 = 157.73 m2) = 164.409-0.007184 Onde: 2 SC = superfície corporal em m P = peso em Kg A = altura em cm Determinação do Clearence: 2 Clearence (mL/min/1.83 x 1.73 Superfície corporal Exemplo: Creatinina na urina (mg/dl) = 120 Creatinina no soro (mg/dl) = 0.A1) amostra x Fc Exemplo: A1 – p = 0.137) x 10. dividido por 1440 minutos) Atenção: A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente.725 x 0.91 mg/dl 48 .83 mL/min. CÁLCULOS (A2 .A = 0.Procedimento Operacional Padrão .91 Volume de 24 horas = 1800 mL Volume/minuto = 1800/1440 = 1.5 mL/min 1. 0.A1) amostra x valor padrão = mg/dL creatinina (A2 .81 12.A1) padrão Creatinina (mg/dl) = (A2 .137 A2 _ A = 0.A1) padrão COM FATOR: Fc = Valor do padrão (A2 .7= 0. Urinário de 24 h. Cálculo da Superfície Corporal sem utilização do Nomograma: SC = P0.91 Depuração (mL/min/1.425 x A0.409 A1 .222 – 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL Fc = = 2 0.7 Creatinina (mg/dl)=(0.222 2 0.25 = 164.187 = 10.p = 0.Bioquímica 11. (A2 – A1) Padrão Creatinina em mg/dl = (A2 – A1) amostra x Fc Creatinina Urina (mg/24 horas) = Creatinina mg/dL x Volume urinário 24hs (mL) 100 Creatinina em mg/kg peso/24 horas: Urina mg/kg peso /24 horas = Creatinina urina mg/ 24 horas Peso (kg) Depuração Da Creatinina Endógena (Clearence): Depuração (mL/minuto) = U x VM S Onde: U = creatinina na urina (mg/dL) S = creatinina no soro (mg/dL) VM = volume minuto (Vol. em mL.222 Valor do Padrão: 2 mg/dl Cálculo na Urina Fc = Valor Padrão .

73 m Obs: mg/Kg = mg/24 horas dividido pelo peso corporal do paciente. A determinação pode ser afetada por concentrações elevadas de substâncias redutoras. Fabiny DL.3 anos: 6 a 22 mg/Kg/24 horas. cefalosporinas. Falsos Valores elevados: A creatinina urinária aumenta com dietas hiperprotéicas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • Bartels H. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Ertinghausen G. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 143. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Creatinina na Urina (mg/kg/24 horas) • Crianças 2 . Bohmer M. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Rio de Janeiro.73 m2 2 Mulher: 95 a 150 mL/minuto/1. ácido ascórbico e levodopa. Interferências A hemoglobina (0. Ltda – Revisão Maio/2005. 14. 1997. 32: 81. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Esses valores são unicamente orientativos.73 m Adultos: Homem: 98 a 160 mL/minuto/1.0 mg/dL = 44-80 μmol/L Urina (mg/24 horas) • Adultos: Homem: 1000 a 2000 mg/24 horas Mulher: 800 a 1800 mg/24 horas. 13. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.6 . • Adultos: Mulheres: 16 a 22 mg/Kg peso/24 horas Homens: 21 a 26 mg/Kg peso/24 horas Clearence 2 • Criança: 70 a 140 mL/minuto/1.Bioquímica UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL creatinina x 88.4 = μmol/L creatinina Valores de referência Soro ou Plasma • Homens: 0.1 g/L). a proteína e compostos cetônicos não interferem.2 mg/dL = 53 . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 12 mg/dL = 1768 μmol/L.1. Falsos Valores baixos: Urinas muito acidificadas podem apresentar forte interferência negativa. 17: 696 Creatinina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. • Crianças maiores de 3 anos: 12 a 30 mg/Kg peso/24 horas.Procedimento Operacional Padrão . Clin Chem 1971.1.. Manual de exames – Laboratório H. Qualitymark ed.97 μmol/L • Mulheres: 0. Clin Chem Acta 1971. Pardini – 2002 – 70-71 49 .5 . a bilirrubina (10 mg/dL).

Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. CK-MB. compõe-se de duas cadeias diferentes. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatino quinase (CK) catalisa a fosforização do ADP pelo fosfato de creatino. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase e glicose-6-fosfato desidrogenase. G6P-DH HK CK Níveis Diminuídos Diminuição da massa muscular Doenças do tecido conjuntivo Doença alcoólica do fígado Terapia com esteróides 50 . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da colheita do material. A atividade enzimática é estável por 24 horas entre 15 – 25 ºC e 7 dias entre 2 – 8 ºC. Quantidades apreciáveis são encontradas no cérebro. íleo.Procedimento Operacional Padrão . isto é. formando as chamadas isoenzimas da CK: CK-MM. obtendo-se creatino e ATP. A concentração catalítica é determinada. A CK-MM é encontrada em grande quantidade principalmente na musculatura estriada. porém os resultados não são específicos para lesão miocárdica. A CK-BB é a isoenzima encontrada no cérebro. estômago e bexiga. a partir da velocidade de formação do NADPH. A CK-MB está presente no miocárdio. dermatomiosites. onde representa cerca de 20% da CK contra 80% de CK-MM. vesícula e trato gastrintestinal 3. A CK-MB é encontrada também no músculo estriado esquelético em pequena proporção (entre 1% e 4%. trauma muscular etc). sendo o restante CK-MM). medido à 340 nm. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Creatino Quinase (CK) também denominada ATP-Creatino-N-fosfotransferase. sendo predominante também no cólon. A CK total possui alta sensibilidade clínica para o diagnóstico do IAM (>90%).UV 1. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. Não utilizar amostras hemolizadas. existe sob a forma de um dímero. e CK-BB. A CK não é encontrada no fígado. Amostras Usar soro ou plasma colhido em EDTA. Várias condições não relacionadas ao miocárdio provocam elevação da CK total.Bioquímica CREATINO QUINASE (CK-NAC) Método Cinético . A CK total é encontrada em concentrações muito altas na musculatura esquelética e cardíaca. estando presente também no intestino e nos pulmões. e é uma importante enzima reguladora da produção e utilização de fosfatos de alta energia nos tecidos contráteis. Níveis Aumentados Infarto do miocárdio Lesões da musculatura cardíaca ou esquelética Miopatias congênitas e adquiridas Acidente vascular cerebral Fisioterapia Injeções intramusculares Hipotireoidismo Doenças infecciosas Embolia pulmonar Hipertermia maligna Convulsões generalizadas Neoplasias de próstata. Fosfato de creatino + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato + NADP+------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H+ 4. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada nos casos de infarto do miocárdio e miopatias (distrofia muscular progressiva. 2. A CK é um dímero. chamadas M (muscle) e B (brain). Estas duas cadeias podem combinar-se de três formas.

CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. para a obtenção de resultados exatos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. N-acetil-cisteína 20 mmol.com.: 80027310034 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Conservar entre 2-8oC.br Reagente A: Imidazol 100 mmol/L. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Evitar exposição à luz intensa. Reagente pronto para uso.S. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 7. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.1 fr. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.G. pH 6. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. ADP 2 mmol. 51 . com 20 mL + 1 fr. 6.biotecnicaltda. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 8. Vila Verônica . Seguir com rigor a metodologia proposta.Brasil. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.7. glicose – 6 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. separação e distribuição do material 5. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. hexoquinase > 3000 U/L. AMP 5 mmol. código). MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. Reagente B: Fosfato de creatina 30 mmol/L. 9.fosfato desidrogenase > 2500 U/L. com 5 mL Registro M. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO o Conservar o KIT a 2-8 C. EDTA 2 mmol/L. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE (CK-NAC) Códigos: BT 11002 .M. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. NADP 2 mmol/L.3214. D-glicose 20 mmol/L. acetato de magnésio 10 mmol/L. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Varginha . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.Procedimento Operacional Padrão . EDTA 2 mmol/L.4646 Site: www.com.

Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 3. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Procedimento manual 1. Não soprar a pipeta utilizada. calcular a média da variação de absorbância por minuto (ΔA/min). Evitar contaminações com íons metálicos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Em caso de vazamento acidental. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. A2 e A3. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Inserir nas porta-cubetas termostatizado. Isso evitará contaminação cruzada. Acionar o cronômetro. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. contém soro. 2. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.8095 `a 37°C 52 . Em caso de contato com os olhos ou pele.minutos (A1. Aos 3 minutos.Procedimento Operacional Padrão . mantê-lo protegido da luz. 20 μL 1. sendo o último.Bioquímica O reagente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. uma vez usado. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). controle (se utilizado) e reagente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.0 mL Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. respectivamente) Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. eventualmente infectado. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. 5. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Calcular a média das absorbâncias por minuto: ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A 3– A2) 3 Multiplicar o valor abaixo pelo valor do ΔA/min: 340 nm . 10. o Estável 20 dias a 2-8 C. 11. 4. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. aplicar as normas estabelecidas de segurança. o que poderia causar resultados errôneos. com água destilada ou deionizada. anotar a absorbância inicial (A0) e efetuar novas leituras após 1. 2 e 3. lavar abundantemente com água corrente. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. plasma ou urina. O enxágüe deve ser exaustivo. lavar o local com água corrente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias encontradas. Após a preparação do Reativo de Trabalho.

intoxicação por barbitúricos. 33:291 (1974). 105:147F (1980) Deutschen gesellschaft fur Klinische Chemie Z. clofibrato.. cirurgias. traumas. Qualitymark ed. clorpromazine. 10:281 (1972). Para valores superiores repetir a reação com amostra diluída em solução fisiológica. A hemólise interfere. Interferências: Concentrações de hemoglobina acima de 200 mg/dL interferem no teste. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS International federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min = 0.250 à 340nm (2023 U/L). é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Bioquímica 12. Manual de exames – Laboratório H.Procedimento Operacional Padrão . Rio de Janeiro. ampicilina. 13. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 142. 1997. Chem. J. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. multiplicando o resultado final pelo fator de diluição. Temperatura de incubação: A determinação também pode efetuar-se a 30º C (método IFCC). Falsos Valores elevados: Injeções intramusculares. carbenicilina. 53 . Ltda – Revisão Maio/2005. Lab Invest. Klin. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): μkat/L = U/L x 0. Pardini – 2002 – 71. Scandinavian Society for Clinical Chemistry: Scand. 14.0167 Valores de referência 37ºC Mulheres < 170 U/L Homens < 195 U/L Estes valores são unicamente orientativos. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. anfotericína B. Cin. CK-NAC – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.

sem afetar o monômero B das isoenzimas CK-MB e CK-BB. A elevação e a queda características da CK-MB. Multiplicar o resultado pelo fator de diluição. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A CK é um dímero composto por duas subunidades: B (cérebro) e M (músculo) no qual encontra-se 3 isoenzimas distintas: CK-BB. A CK-MB em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8º C. No infarto agudo do miocárdio é importante a proporção do CK-MB em. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. A concentração catalítica de CK-B. PRINCÍPIO DO MÉTODO O método baseia-se na determinação da atividade da CK na presença de um anticorpo contra o monômero M. e pode ter até 4% de CK-MB. Evitar exposição à luz solar intensa. recomenda-se a dosagem seriada ao longo de um período de 8 a 12 horas. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. 3. em uma dosagem seriada são quase patognomônicas para o diagnóstico de infarto do miocárdio.Bioquímica CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Método Cinético . não havendo quantidade de CK-MB absoluta. a partir da velocidade de formação do NADPH. Este anticorpo inibe totalmente a isoenzima CK-MM e a metade da atividade da forma CK-MB. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação da extensão da lesão causada nos casos de infarto do miocárdio e em paciente com doenças ou traumas na musculatura esquelética.Procedimento Operacional Padrão . Amostras: Usar soro ou plasma colhido em EDTA ou heparina. específica para lesão do miocárdio. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da coleta do material. A elevação inicial dos níveis de CK-MB ocorre entre 4 e 6 horas após o início dos sintomas atingindo o seu pico após 24 horas e retornando ao normal entre 48 e 72 horas.UV 1. correspondente à metade da atividade CK-MB é determinada.S. em termos de diagnóstico. Apesar da CK-MB ser. A atividade enzimática é estável por 8 horas entre 15 – 25°C.: 80027310036 54 . CK-MB e CK-MM. Não utilizar amostras hemolizadas Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK total superior ou igual a 1000 U/L com solução salina (NaCl 0. o que se utiliza quase que unicamente para diagnóstico do infarto do miocárdio. a determinação da quantidade do monômero B é praticamente específica para a forma CK-MB. Assim qualquer dano ou lesão nestes tecidos provoca uma elevação dos níveis de CK-MB em soro. Para um diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade. por isso. o músculo esquelético possui maior atividade de CK total por grama de tecido. A isoenzima CK-MB têm sido considerada o marcador bioquímico de referência para o diagnóstico de lesão miocárdica e. 2. Isto pode diminuir a especificidade especialmente em paciente com lesões concomitantes na musculatura esquelética e cardíaca. relação ao CK total. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Códigos: BT 11003 – 1 fr. separação e distribuição do material 5. Creatina Fosfato + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato + + Glicose-6-fosfato + NADP ------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H G6P-DH HK CK-B 4. medido à 340 nm. têm sido a base para comparação com outros marcadores.9%). Como normalmente a isoenzima CK-BB não encontra-se no sangue. com 5 mL Registro M. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. com 20 mL + 1 fr. A CK-MB encontra-se basicamente no músculo estriado e miocárdio. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase (HK) e Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6P-DH).

lavar o local com água corrente. glicose – 6 . pH 6. 55 . Reagente B: Creatino-fosfato 30 mmol/L. 8. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. plasma ou urina. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Anticorpo anti-CK-MM policlonal >2000U/L. Reagente pronto para uso.fosfato desidrogenase 2000 U/L. eventualmente infectado. NADP 2 mmol/L. O reagente.8ºC 6. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. AMP 5 mmol.Procedimento Operacional Padrão . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Verifique valores na etiqueta do frasco. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos..com.7. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 7. NÃO UTILIZAR COMO CALIBRADOR. Seguir com rigor a metodologia proposta. Evitar exposição à luz intensa. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Conservar o KIT a 2-8oC. . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. uma vez usado.M. D-glicose 20 mmol/L. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. Controle: Soro controle de CK-MB.biotecnicaltda.4646 Site: www. Conservar entre 2 . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.G. para a obtenção de resultados exatos. hexoquinase 2500 U/L. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.com. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. 9. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Brasil. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. código). Acetato de Magnésio 10 mmol/L. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Vila Verônica .3214. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.br Reagente A: Tampão Imidazol 100 mmol/L. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. Em caso de contato com os olhos ou pele. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. ADP 2 mmol. lavar abundantemente com água corrente.Varginha . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. contém soro. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .

Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Calcular a diferença das absorbâncias A10 . com uma solução de cloreto de sódio 9 g/L 1:1.Procedimento Operacional Padrão . Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Evitar contaminações com íons metálicos. 56 . Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Aos 5 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. anotar a absorbância inicial (A10) e aos 10 minutos anotar novamente(A15). CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. CÁLCULOS Determine a diferença de absorbância: A10– A5= ΔAbs. Estes valores são unicamente orientativos. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. O enxágüe deve ser exaustivo. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. CK-MB (U/L) = ΔAbs. Inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Após a preparação do Reativo de Trabalho. Procedimento manual 6. com água destilada ou deionizada. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. É recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência 13. 10. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. possui um anticorpo anti CK-M humano.0 mL 8. 10. x 1350 12. Isso evitará contaminação cruzada. Não soprar a pipeta utilizada. O reativo.A5 (ΔA). Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK Total superior a 1000 U/L. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. em quantidade suficiente para inibir até 1500 U/L de CK-MM. Acionar o cronômetro. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. 11. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16.67 = nkat/L Valores de referência: Temperatura 37ºC U/L <25 A atividade de CK-MB representa de 6 a 20% da atividade de CK total.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 7. o Estável por 10 dias a 2-8 C. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. A diluição é realizada para que a atividade de CK total fique menor que 1000 U/L. controle (se utilizado) e reagente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Neste caso multiplicar o resultado obtido por 2. Não misturar diferentes lotes de reagentes. 9. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 20 μL 1. uma vez preparado. sendo o último. o que poderia causar resultados errôneos. mantê-lo protegido da luz.

Wu. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS S. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Pardini – 2002 – 72. Falsos Valores baixos: Podem ser obtidos se o exame for realizado muito precocemente. A hemólise interfere. PA (1976).2017 (1982) S. N. Chem. Manual de exames – Laboratório H. Saunders. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 116.Procedimento Operacional Padrão . Fundamentais of Clinical Chemis”. Interferências: Hemoglobina acima de 200 mg/dL interfere nos resultados. C.. W.. Philadelphia. 57 . A. Falsos Valores positivos: Pode ocorrer em algumas doenças neurológicas.572 (1985).B. W.B.: Med. 105:147F (1980) nd Tietz.: Clin. Bowers.N. Rio de Janeiro. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 1997. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Stein Med. International Federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta.. Weit 36: 572(1985). Qualitymark ed.W. 14. 28. Concentrações de CK-MM superiores a 1500 U/L não são inibidas pelo anticorpo e interferirá na determinação. STEIN. Ltda – revisão Maio/2005.2 Ed.Bioquímica Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Weit 36.H. CK-MB – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. antes de 2 horas ou após 48 horas do IM.

cloridrato de guanidina 4. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias.9. 2. neoplasia da medula óssea. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. separação e distribuição do material 5. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon férrico presente na amostra e unido a transferrina é liberado por ação do guanidinio e reduzido a ferroso pela hidroxilamina. hidroxilamina 0.1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. hepatopatias virais e crônicas. principalmente no fígado sob forma de ferritina.Brasil. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4 g. mioglobina e outras substâncias como os citocromos.M. crianças alimentadas unicamente com leite. Reagente pronto para uso. Portanto. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 a 30% armazenados. COMPONENTES DO KIT FERRO (Ferrozine) Códigos: Registro M. anemia hemolítica e perniciosa. 58 .com.S. 0. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. Amostras: Usar soro.Procedimento Operacional Padrão .4646 Site: www. drogas mielossupressoras. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. Para controle terapêutico.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Vila Verônica . a citocromo oxidase. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. 3.G. Conservar entre 2-8 ºC. a peroxidase e a catalase.3214. . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.: 80027310026 BT 12005 – 1 fr. 4.Bioquímica FERRO Ferrozine Método Colorimétrico 1.br Reativo A: Tampão acetato 100 mmol – pH 4. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. é essencial se conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo.5 mmol/L. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Reativo B: Ferrozine 40 mmol/L. devido a variações diurnas do ferro sérico. com 50 mL + 1 fr com 1.biotecnicaltda. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. O íon ferroso forma um complexo colorido com a ferrozina que se pode quantificar através de leitura espectrofotométrica. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro.25 mL + 1 fr de padrão com 2 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva.com. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro.1 mmol/L. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. 0.Varginha . anemias hemolíticas.

NÃO CONGELAR. Procedimento automatizado Indicar nome. 59 . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Isso evitará contaminação cruzada. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O reagente. Em caso de contato com os olhos ou pele. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. com água destilada ou deionizada. para a obtenção de resultados exatos. eventualmente infectado. Seguir com rigor a metodologia proposta. 7. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 8. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. lavar abundantemente com água corrente. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. código). controle (se utilizado) e reagente. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. evitando assim a deterioração das enzimas. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. 9. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reativo é estável até a data de validade do Kit. O enxágüe deve ser exaustivo. com cubetas Banho de água a 37 °C. uma vez usado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. descartáveis. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. contém soro. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 560 nm (546-570). CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.Bioquímica 6. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Em caso de vazamento acidental.Procedimento Operacional Padrão . sendo o último. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. o que poderia causar resultados errôneos.

A2 da amostra.Ferrozine 2.0 mL ---Branco Padrão 250μL ------1.Bioquímica 10. (P2 – P1) Ferro(μg/dL)= 0.179 = µmol/L ferro Valores de Referência: Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 70-155 µg/dL = 12. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).006 Ferro (μg/dL) = 0.0 mL 25μL Água destilada Amostra Padrão de Ferro Reativo A . ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro.108-0.27. A2 = Absorbância da amostra A1 = absorbância do Branco da amostra P2 = absorbância do padrão P1 = absorbância do Branco do Padrão [P] = valor do padrão Com Fator : Fator Calibração = [P] .108P1 = 0. P2 do padrão. após. A1 do branco da amostra. Ler as absorbâncias a 560 nm.0 mL ---Amostra ---250μL ---1.114 0. condutividade menor que 0. 3.5 .006 [P] = 100 mg/dL Ferro (μg/dL) = 111. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico.0 mL ---Padrão ------250μL 1. por 6 horas e. Pipetar: Branco Reativo ---------1. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico. Homogeneizar suavemente. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.102 x 100 Exemplo: A2 = 0.042 x 100 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).7 µmol/L 60 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativos prontos pra uso Procedimento manual Dois tubo/amostra 1.Tampão Reativo B . zerando o parelho com o branco do reativo.156 A1 = 0.Procedimento Operacional Padrão .8 mg/dl 12. Ler as absorbâncias:P1 do branco do padrão.01 μSiemens. 11.0 mL 25μL Branco Amostra ---250μL ---1.042 P2 = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : µg/dL UNIDADES Sistema Internacional (SI) : µg/dL ferro x 0. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%.156-0. Incubar 10 minutos à Temperatura ambiente. CÁLCULOS Ferro(μg/dL)= A2 – A1 P2 .P1 x [P] onde. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.

Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 13. 70:516-22. Artiss JD. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. ictéricos ou hemolisados.25.Bioquímica Mulheres: 55-140 µg/dL = 9.84 . Itano M. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade..5 µmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 µg/dL = 89. Rio de Janeiro. Interferências Não devem ser usados soros lipêmicos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Anal Chem 1970. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 61 . Am J Clin Pathol 1978. Manual de exames – Laboratório H. 14:311-15 Ferro Ferrozine – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. anemias hemolíticas. 1997.Procedimento Operacional Padrão . Vinogradov S. Ltda – Revisão Maio/2005. Qualitymark ed.1 µmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Falsos Valores elevados: Falsos Valores baixos: 14. Pardini – 2002 – 74 FERRO CRX Método Cromazurol B 1. 42:779-81. Zak B. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Stookey LL. 2. Clin Biochem 1981.

Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4g.Brasil. por isso é essencial conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. a peroxidase e a catalase. tampão acetato pH 4.13 mM. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares).br Reagente: Cromazurol B 0. COMPONENTES DO KIT FERRO CRX Códigos: Registro M.com. 3. crianças alimentadas unicamente com leite. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Varginha . devido a variações diurnas do ferro sérico. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. anemia hemolítica e perniciosa. neoplasia da medula óssea. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. Amostras: Usar soro. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. Vila Verônica .S. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Procedimento Operacional Padrão . Não utilizar amostra hemolisada. A intensidade de cor do complexo é proporcional a concentração de ferro presente na amostra. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. drogas mielossupressoras.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 à 30% armazenados. 1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.: 80027310053 BT 12004 – 2 fr. com 50 mL + 01 fr. separação e distribuição do material 5. Conservar em temperatura ambiente. Para controle terapêutico. 6.75. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. brometo de CTMA 0. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes em temperatura ambiente. principalmente no fígado sob forma de ferritina. a citocromo oxidase.biotecnicaltda. 62 . 0. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. mioglobina e outras substâncias como os citocromos.3214.Bioquímica O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ferro sérico reage com o cromazurol B do CTMA-Br para formar um complexo colorido azul. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . de padrão 2 mL. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 630 nm (620-640). Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. hepatopatias virais e crônicas. Reagente pronto para uso.M.82 mM. 4. com cubetas.4646 Site: www. 7.com.G. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. .

8. Procedimento automatizado Indicar nome. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Em caso de vazamento acidental. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Pipetar em tubos de ensaio: Branco Reativo ---Padrão ---Amostra 40μL Amostra 63 .Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. O reagente. Em caso de contato com os olhos ou pele. código). para a obtenção de resultados exatos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O enxágüe deve ser exaustivo. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. contém soro. uma vez usado. controle (se utilizado) e reagente. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. plasma ou urina. lavar abundantemente com água corrente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. com água destilada ou deionizada. eventualmente infectado. Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. lavar o local com água corrente. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Seguir com rigor a metodologia proposta. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Isso evitará contaminação cruzada. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. o que poderia causar resultados errôneos. 10. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. descartáveis. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. sendo o último. 9.Procedimento Operacional Padrão . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1.

Guyton. condutividade menor que 0. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Garcic A Clin Chim Acta 1979. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.145 µg/dL = 6.0 mL 40μL 1.28. por 6 horas e. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).117 Ferro (μg/dL) = 0. 94 : 115-119.9 μmol/L Esses valores são unicamente orientativos.6 .0 mL ---1. A cor é estável por 2 horas ao abrigo da luz.7 = 102. 44 : 511-516. CÁLCULOS Aa Ap [P] Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Concentração do Padrão Ferro (μg/dL) = Aa X [P] Ap COM FATOR: Fator = [P] Ap Ferro (μg/dL) = Aa x fator Exemplo: Aa=0. 13.Bioquímica Padrão de Ferro Reativo 2.0 mL Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. 64 . Paris M. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.6 μg/dL 12. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.117 [P]=100 μg/dL = 854. 14. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 μg/dL = 89.62 – 25.7 F= 100 0. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).01 μSiemens. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. após. 11.179 = μmol/L ferro Valores de Referência Homens: 59 . 5 ª edição. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e (Aa) da amostra contra o Branco de Reagente a 630 nm (620-640).120 Ap=0. Recomenda-se utilizar um branco da amostra com água destilada se a amostra for fortemente ictérica (Bilirrubina Total > 3 mg/dL). ---1.12 X 854. Interferências Não devem ser utilizados soros hemolisados.158 µg/dL = 10. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.3 μmol/L Mulheres: 37 . ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.Procedimento Operacional Padrão . Soros lipêmicos ou hemolisados não são apropriados para esta Técnica. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : μg/dL UNIDADES Sistema Internacional : μg/dL ferro x 0.5 μmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 3. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Ann Biol Clin 1986.

Manual de exames – Laboratório H.Bioquímica Ferro CRX – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1997. Rio de Janeiro. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200.Procedimento Operacional Padrão . Pardini – 2002 – 74 FOSFATASE ALCALINA Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA) 1. 2. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Qualitymark ed. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de afecções ósseas e hepatobiliares.. Ltda – Revisão Maio/2005. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 65 .

separação e distribuição do material 5. A forma presente no soro de adultos normais origina-se principalmente do fígado e esqueleto e são acentuadamente dependentes da idade.Bioquímica A fosfatase alcalina é uma enzima com atividade ótima in vitro em pH próximo de 10. túbulo renal. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. pode ser mais um auxílio na identificação de suas isoenzimas.br Reagente A: Dietanolamina pH 9. 4-Nitrofenilfosfato + H2O ---------------> 4-Nitrofenol + fosfato 4. quando expostas a altas temperaturas. PRINCÍPIO DO MÉTODO A determinação de fosfatase alcalina é feita através de método cinético com emprego do 4-nitrofenilfosfato de sódio.0 mmol/L. devido a adicional fração placentária.Brasil.biotecnicaltda. é proporcional à atividade da enzima presente. Visto elevar-se em metástases do fígado e ósseas. que diminuem lentamente em resposta à terapia por vitamina D. Reagente pronto para uso. Neste método. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.com.8. cuja velocidade de formação. pelo menos.08 1. Amostras Soro e plasma. Sua função precisa no metabolismo ainda não está de todo compreendida e parece estar associada ao transporte lipídico no intestino e processos de calcificação óssea. Vila Verônica .G. Sua dosagem é de interesse na investigação de doenças hepatobiliares e ósseas associadas com hiperatividade osteoblástica. simples ou combinado com androgênio Acromegalia Doença de Paget Hipertireoidismo Raquitismo Mononucleose infecciosa Hiperparatireoidismo Crescimento ósseo fisiológico 3.5 mmol/L. fígado e placenta. presente em muitos tecidos. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. .Varginha . medida a 405 nm. cloreto de magnésio 0. Armazenamento e estabilidade das amostras: A fosfatase alcalina em soro ou plasma é estável até 7 dias a 2-8ºC A heparina não interfere como anticoagulante. podem ser encontrados aumentados moderados. Em osteomalácia. 08 horas.3214. com 10 mL FAL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. liberando o 4-nitrofenol. Reagente B:: 4-nitrofenilfosfato 10 mmol/L. esta enzima pode funcionar como marcador tumoral.4646 Site: www. 66 . osteoblastos. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise.Procedimento Operacional Padrão . A resposta de suas frações. COMPONENTES DO KIT FOSFATASE ALCALINA Códigos: Registro M.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.S. Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem apresentar aumentos em torno de duas a três vezes do intervalo normal.: 80027310018 BT 11005 – 1 fr.. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Doenças hepáticas e do trato biliar Hipotireoidismo Metástases para fígado e osso Uso de estrogênio. particularmente no epitélio intestinal.com. Os níveis mais altos de fosfatase alcalina são encontrados na doença de Paget. o 4-nitrofenilfosfato de sódio é hidrolisado especificamente pela fosfatase alcalina do soro em pH9.M. baseado na DGKC. com 40 mL + 1 fr.

Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. Não soprar a pipeta utilizada. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. O reagente. para a obtenção de resultados exatos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 8. Não misturar diferentes lotes de reagentes. lavar o local com água corrente. código). eventualmente infectado. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 9. 67 . Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. lavar abundantemente com água corrente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. evitando assim a deterioração das enzimas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Em caso de contato com os olhos ou pele. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. com cubetas termostatizadas. 7. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. contém soro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. NÃO CONGELAR. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. uma vez usado. Seguir com rigor a metodologia proposta. Conservar entre 2-8ºC. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Centrífuga.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Em caso de vazamento acidental. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. plasma ou urina. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 6.Procedimento Operacional Padrão . Cronômetro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Pipetas automáticas e ponteiras. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Evitar contaminações com íons metálicos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.

225 A2 = 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 0. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Procedimento manual 1. Estável 30 dias a 2-8°C. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min): ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A3-A2) 3 A atividade da fosfatase alcalina na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min pelo seguinte fator: ΔA/min x 2757 = U/L Exemplo: A0 = 1.0 mL 20μL Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.266 A3 = 1. com água destilada ou deionizada.225)+ (1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.290 U/L 180 . Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 2.266) 3 ΔA/min = 0. sendo o último.1200 U/L 68 . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.312 ΔA/min = (1.Procedimento Operacional Padrão .266-1. 5. 11.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.01667 = µkat/L Valores de Referência Adultos Crianças 37ºC 100 .044 x 2757 = 121.225 – 1.179 A1 = 1. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante uns minutos. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.179) + (1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais.044 Fosfatase alcalina (U/L) = 0. O enxágüe deve ser exaustivo. 4. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. o que poderia causar resultados errôneos. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Agitar suavemente. (A1. controle (se utilizado) e reagente.312-1. Isso evitará contaminação cruzada. Aos 60 segundos. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. 10. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. A2 e A3 respectivamente). 1.3 U/L 12.

CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min: 0.Bioquímica Estes valores são unicamente orientativos. Deutsch Ges fur Lab. D. Biochem. citrato e EDTA interferem. Pardini – 2002 – 76 FÓSFORO . Ltda – Revisão Maio/2005. 14.250 = 700U/L. J. 8 (21973). 8 (1970) 658. Qualitymark ed. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Clin Chem Clin Biochem 1983. fraturas ósseas e em lesões musculares extensas. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 205. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Procedimento Operacional Padrão . 10 (1972) 182. 69 .UV Método Molibdato 1. Rio de Janeiro. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Chem Klin. 1997. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Z. 13. Symp. 21: 731 – 748 Fosfatase Alcalina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Kubler W.. produz um aumento nos resultados. função da paratireóide. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. A hemólise interfere devido a fosfatase alcalina eritrocitária. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da insuficiência renal. • • • • • • Interferências: Ácido ascórbico (vitamina C) maior que 400 mg/L Glicose maior que 500 mg/dL Triglicérides maior que 1200 mg/dL Os anticoagulantes fluoreto. Manual de exames – Laboratório H. oxalato. Med. A presença de Mg2+ e Zn2+. Klin.

na acidez do conteúdo intestinal e também pela ação da vitamina D e hormônio de crescimento (GH). carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas como fosfolipídios. originando o complexo fosfomolibdato. Os níveis séricos de fósforo são inversamente proporcionais aos do cálcio sérico. A ação do hormônio da paratireóide (PTH) na sua absorção é provavelmente um efeito indireto do metabolismo da vitamina D. 7H3PO4 + 12(Mo7O24)-6 → 7H3PO4(MoO3)12 + 36 O-2 Níveis Diminuidos Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Osteomalácia 4. fosfoproteinas e compostos de alta energia envolvidos na integridade celular (estocagem e troca de energia). Cerca de 90% do fósforo plasmático é filtrado pelos glomérulos e quase totalmente reabsorvido pelos túbulos. que quantifica-se por espectrofotometria à 340 nm.Procedimento Operacional Padrão . 70 . pelo menos. O restante é principalmente combinado com lipídios. A absorção é aumentada no decréscimo da ingestão de cálcio. Níveis Aumentados Insuficiência renal Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Hipervitaminose D Osteoporose Acromegalia Mieloma múltiplo Leucemia mielóide crônica Metástase óssea Hipocalcemia Diabetes mellitus descompensada Desidratação e hipovolemia Exercícios Níveis diminuídos Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fanconi) Hiperparatireoidismo primário Hiperparatireoidismo secundário Hipotireoidismo Esteatorréias Osteomalácia Hipovitaminose D Raquitismo Hemodiálise Doença hepática Alimentação parenteral prolongada Antiácidos Diuréticos Alcolismo Tratamento da cetoacidose diabética Fósforo Urinário Fosfato urinário varia com idade. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. É recomendada a coleta pela manhã devido a relatos de variações diurnas. O PTH inibe a sua reabsorção tubular renal. aumento da reabsorção tubular renal e aporte exógeno ou endógeno.Bioquímica 2. em meio ácido. ácidos nucléicos. rins (filtração e reabsorção) e esqueleto (estocagem). A diminuição ocorre por desordens tubulares e aumento das perdas. hormônio da paratireóide. Este parâmetro é mais informativo quando efetuado em urina de 24 horas. A absorbância é proporcional a quantidade de fósforo inorgânico presente na amostra. Em torno de 85% dos 600g deste elemento (medido como fósforo inorgânico) em adultos está presente no esqueleto. função renal. hora do dia e dieta. proteínas. devido a sua variação diária. O aumento do fósforo sérico ocorre por diminuição da filtração glomerular. Níveis Aumentados Hiperpareatireoidismo primário Hipervitaminose D Acidose tubular renal Uso de diurético Doença de Paget Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fancini) 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O fósforo inorgânico presente na amostra reage com o molibdato de amônio. 08 horas. amplamente distribuído pelo organismo na forma de fosfato orgânico ou inorgânico. Em torno de 2/3 do fosfato ingerido é absorvido (absorção ativa) principalmente no jejuno e o restante é excretado pelas fezes. massa muscular. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O fósforo é um importante elemento. Três órgãos são majoritariamente comprometidos com a homeostasia do fósforo: intestino delgado (absorção).

Varginha . 7.4646 Site: www. A amostra de urina não acidificada e que esteve refrigerada. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Conservar entre 2 – 8oC.Bioquímica Amostras Soro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. 8. deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. deve ser acidificada e/ou aquecida até 56 ºC durante 15 minutos até completa redissolução do precipitado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. NÃO CONGELAR.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Banho de água a 37 °C. plasma ou urina. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (335-366). Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma: utilizar soro não hemolisado. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Importante: a amostra de urina acidificada não deve ser utilizada para dosagem de creatinina.com. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Padrão: Solução de fósforo inorgânico (Vide valor da concentração do padrão na etiqueta do frasco) O reagente de fósforo é cáustico e pode produzir queimaduras. plasma (heparina ou EDTA). Pipetas automáticas e ponteiras. Padrão – 2. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Multiplicar o resultado obtido por 20.M. A amostra de urina deve ser diluída 1:20 com água deionizada ou destilada antes da análise. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.1%. Ácido sulfúrico 220 mmol/L. código). separação e distribuição do material 5. Reagente pronto para uso. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.com. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. No caso de contato com os olhos.S. A amostra pode ser conservada por 7 dias à 4oC.biotecnicaltda. 6.3214. Procedimento automatizado Indicar nome.Brasil. Deve-se utilizar os equipamentos de proteção adequados para manipular reagentes cáusticos.5 mmoL. . com cubetas. Cronômetro Tubos de ensaio.G.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.br Reagente: Solução de Molibdato de Amônio 0. Vila Verônica . Na utilizar fluoreto de sódio como anticoagulante. COMPONENTES DO KIT FÓSFORO – UV Registro M.Procedimento Operacional Padrão . Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.: 80027310033 Códigos: BT 12006 – 1 fr. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Triton X 0. evitando assim a deterioração das enzimas. pode-se obter valores falsamente baixos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 71 . Urina: Coletar a urina de 24 horas e acidificar com 15 mL de HCl 37% (concentrado). com 50 mL + 1 fr.

zerando o aparelho com o Branco à 340 nm. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons de fósforo.. Em caso de contato com os olhos ou pele. para a obtenção de resultados exatos. 3. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Seguir com rigor a metodologia proposta. lavar o local com água corrente. 10. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. 11. Ler a absorbância do Padrão e da Amostra. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). CÁLCULOS Abs. eventualmente infectado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. incubar à 37 C por 5 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. controle (se utilizado) e reagente. Homogeneizar.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Fósforo Abs. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Procedimento manual 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. com água destilada ou deionizada. O reagente. contém soro. Isso evitará contaminação cruzada. Padrão 72 . Em caso de vazamento acidental. plasma ou urina. uma vez usado. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. A cor é estável por 1 hora. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. o que poderia causar resultados errôneos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O enxágüe deve ser exaustivo. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. lavar abundantemente com água corrente.Procedimento Operacional Padrão . Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 10 μL 1000 µL Amostra 10 μL 1000 µL Padrão de fósforo Amostra Reagente o 2. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. sendo o último. 9.

14. Rio de Janeiro. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a ótima reprodutibilidade. 1997. Pardini – 2002 – 77-78 FRUTOSAMINA Método Cinético Colorimétrico 1. fluoretados ou com EDTA produzem resultados falsamente diminuídos. salbutamol.1000 mg/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. Chem.0 – 4. Ltda – Revisão Maio/2005. Fósforo UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. azatioprina. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Para amostra hiperlipêmicas ou com conteúdo elevado de Bilirrubina é preferível fazer um branco da amostra adicionando 100 μL de amostra + 3 mL de água destilada.5 mg/dL • Urina : 300 . que pode ser obtida com a metodologia. Manual de exames – Laboratório H.. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 15 mg/dL = 4. H.84 mmol/L . alendronato. Qualitymark ed. Fósforo (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. isoniazida.Bioquímica Onde: Abs. oxalados. lítio e prometazina podem interferir nos resultados. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL fósforo x 0.0 – 6. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Yee.600 A.Y.5 mg/dL Crianças: 4. Interferências Valores do branco elevados indicam contaminação.323 = mmol/L fósforo Valores de referência • Soro. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Plasmas citratados. acetazolamida.Procedimento Operacional Padrão . 898 (1968). Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. do Padrão . Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Obtendo-se o valor da absorbância da amostra (Aamostra). Teste → Absorbância do teste Abs. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. se os valores forem superiores a 0. plasma: Adultos: 3. Anticoncepcionais. desprezar o reativo. INDICAÇÃO MÉDICA 73 . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 208-209. – Clin.

O reativo é estável até a data de validade do Kit. Amostras Soro.com.: 80027310069 Códigos: BT 10017 – 1 fr. Calibrador – 3.4646 Site: www. a determinação de frutosamina trata-se basicamente da medição destas glicoproteínas no soro. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. .3214. Calibrador: Soro liofilizado contendo albumina glicada (Valor da concentração: vide rótulo do frasco de calibrador).Bioquímica Esta dosagem é utilizada na avaliação da basicamente das glicoproteínas do soro. com 50 mL + 1 fr. separação e distribuição do material 5.Procedimento Operacional Padrão . COMPONENTES DO KIT FRUTOSAMINA Registro M. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Azul de Nitrotetrazol 0. Logo. pelo menos. 08 horas. Esta reação se dá através da ligação covalente da glicose com resíduos de lisina das proteínas sanguíneas dando origem a bases de Schiff. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. NÃO CONGELAR. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A glicose presente no plasma humano reage com diversas proteínas formando glicoproteínas estáveis sendo a principal delas a albumina. as quais. 7. Conservar entre 2 . Calibrador – 3. num segundo momento.8 oC. A concentração de Frutosamina reflete o índice de variação de glicose durantes as últimas duas a três semanas prévias à coleta da amostra. Reagente pronto para uso. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.25 mmol/L. 4.Varginha . 2.Brasil. Armazenamento e estabilidade da amostra: Estável 7 dias de 2 a 8 ºC. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não usar amostras hemolisadas e separar o soro o mais rapidamente o possível. Desta forma. os níveis de Frutosamina no sangue são um reflexo direto dos níveis de glicose sanguíneo tendo sua determinação grande utilidade no controle glicêmico de pacientes diabéticos ou de pacientes hipoglicêmicos. 6. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.biotecnicaltda. Potencialmente Infectante. 3.M. Vila Verônica . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. A intensidade desta coloração é proporcional a concentração de frutosamina presente na amostra e é então determinada em espectrofotômetro a 520 nm. se transformam irreversivelmente em cetoaminas estáveis (frutosaminas). com 50 mL + 1 fr. PRINCÍPIO DO MÉTODO Em meio alcalino as frutosaminas (proteínas séricas glicadas) presentes na amostra reduzem o reagente azul de nitrotetrazol formando cor roxo-azulada.br Reagente: Tampão Carbonato 200 mmol/L pH 10.3. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual 74 .G. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.S.com.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.0 mL 2 fr.

Banho de água a 37 ºC. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Relógio ou Cronômetro. lavar abundantemente com água corrente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais devem ser observados. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 5. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Medir a absorbância a 520 nm (500-550) aos 10 minutos (A1) e aos 15 minutos (A2). Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. Em caso de vazamento acidental. 75 . controle. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. contato com os olhos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Procedimento manual 4. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 8. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. As amostras a serem analisadas devem ser tratadas como material potencialmente infectante. código). pele ou mucosa. 9. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. 10.Procedimento Operacional Padrão . Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 50 μL 1000 µL Amostra 50 μL 1000 µL Calibrador de Frutosamina Amostra Reagente 4. Pipetas de vidro e/ou automáticas. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Não misturar diferentes lotes de reagentes. padrão/calibrador e reagente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.Bioquímica Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 520 nm (500-550) com cubeta termostatizada. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. a fim de evitar contaminação cruzada. Tubos de ensaio. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. As informações de Descarte. Procedimento automatizado Indicar nome. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Homogeneizar e inserir no porta-cubetas termostatizado.

5 mmol/L.5 mmol/L.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • Baker J R et al. 31/9: 1550-1554.A1) Calibrador Frutosamina (mmol/L) = (A2 . Chem.. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição.630 Frutosamina (mmol/L) = (0.802 . 27:493-501.37 mmol/L 12.23 A2 A = 0.9%).A1) amostra x valor Calibrador = mmol/L Frutosamina (A2 .Procedimento Operacional Padrão . 33/10: 1947. Para valores superiores a 8.. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Ambruster D A. P. Clin. 1987.2 a 8.588 Fc = 2.734 0.A1) amostra x Fc Exemplo: A1C = 0. 14. 1987. Chem. Hunt M.37 = 2.146 A1A = 0. Groth T. Chem.. Clin.R. CÁLCULOS (A2 .Bioquímica 11. O. 76 .37 = 16.630) x 16. Clin. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mmol/L Valores de referência Soro: 1. Chem. Hurst.79 mmol/L Valor do Calibrador: 2.23 A2C = 0. diluir a amostra com NaCl 150 mM (0. L.A1) Calibrador COM FATOR: Fc = Valor do Calibrador (A2 .802 = 2.734-0.. Westgard J.. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear de 0.588 0.9 mmol/L 13. Clin. 1985.0.9 a 2. 33/12: 2153. Barry P.1981.

S. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Esta enzima está presente em numerosos tecidos.GT) Registro M. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação das colestases hepáticas.Varginha . Conservar entre 2-8 ºC 6.4646 Site: www. estrógenos e metrovidazol.3214. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Critérios para a rejeição de amostras Evitar amostras com hemólise. doença obstrutiva da árvore biliar. O reativo é estável até a data de validade do Kit.br Reagente A:Tampão TRIS 100 mmol/L .com. L−γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida + glicilglicina ⎯⎯→ L-γ−glutamil. doenças obstrutivas da árvore biliar e no monitoramento da administração de algumas drogas.pH 8. 2. Plasma (EDTA ou heparina).25.GT) Método Cinético Colorimétrico 1. PRINCÍPIO DO MÉTODO A gama-glutamiltransferase (γ−GT) catalisa a transferência do grupo γ−glutamilo da γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida a glicilglicina. Reagente pronto para uso. 3.GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. separação e distribuição do material 5.GLUTAMILTRANSFERASE (γ . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Vila Verônica .Glicilglicina 100 mmol/L. Não utilizar reativos com a data de validade vencida.: 80027310012 Códigos: BT 11006 – 1 fr. É usada na avaliação das colestases hepática.Brasil.Bioquímica γ .M. fenitoína. Amostras: Soro ou plasma. NÃO CONGELAR.Procedimento Operacional Padrão . carbamazepina. γ-GT 77 . no uso prolongado de drogas que induzem o sistema microssomal hepático. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. COMPONENTES DO KIT γ . Anticoagulantes contendo citrato. A y-Glutamiltransferase em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8 ºC Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. nas neoplasias do fígado valores elevados podem ocorrer. Diminuição dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina.com. pâncreas e fígado.glicilglicina + 5-amido-2-nitrobenzoato 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.biotecnicaltda. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . com 10 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. como exemplo. e no acompanhamento do tratamento de alcólatras. mas a concentração mais elevada está nos rins. Reagente B: L-y-Glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida 4mmol/L.G. fenobarbital. . A concentração catalítica é determinada a partir da velocidade de formação do 5-amido-2-nitrobenzoato.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. com 40 mL + 1 fr. liberando 5-amido-2-nitrobenzoato. clofibrato. ácido valpróico e contraceptivos.

Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não soprar a pipeta utilizada.Bioquímica 7. sendo o último. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Evitar contaminações com íons metálicos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. o que poderia causar resultados errôneos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. código). contém soro. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Em caso de contato com os olhos ou pele. plasma ou urina. eventualmente infectado. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. controle (se utilizado) e reagente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 ou 410 nm. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 78 . Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reagente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 8. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Seguir com rigor a metodologia proposta. uma vez usado. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. lavar o local com água corrente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. lavar abundantemente com água corrente. O enxágüe deve ser exaustivo. 9. para a obtenção de resultados exatos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de vazamento acidental.Procedimento Operacional Padrão . Cronômetro. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Isso evitará contaminação cruzada. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. com água destilada ou deionizada. Centrífuga. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.

ΔA/min = (A1 . 11.25-1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 4. 5.22 A3 = 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. 79 .Procedimento Operacional Padrão . Inserir no porta-cubeta termostatizado a 37º C.Bioquímica 10. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min). utilizando –se o seguinte fator Fator (F) = 1158 γ-GT = ΔA/min X F Exemplo: A0 = 1.0 mL 100 µL 3.22) 3 ΔA/min = 0.22 -1. Pipetar: Reativo de Trabalho Amostras 1. 13. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).7 U/L 12. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L.16 A1 = 1.16)+(1. (A1. ΔA/min = (1.18)+(1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Aos 60 segundos. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 2.03 γ-GT (U/L)= 0. A2 e A3 respectivamente). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Procedimento manual 1. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.18 A2 = 1. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Pré-incubar o reativo por 5 minutos.25.A0) + (A2 – A1) + (A3 – A2) 3 A atividade de γ-GT na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min.03 x 1158 = 34.67 = µkat/L Valores de referência Homens Mulheres 37°C 10 – 47 7 – 30 Fator de correlação: 37°C / 30°C – 1’24 37°C / 25°C – 1’68 Estes valores são unicamente orientativos. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Estável 6 semanas a 2-8°C. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.18-1.

119 (1976). 2051 (1976). Szasz G. 22. Ltda – Revisão Maio/2005. O uso de fenitoína. γ . podem causar resultados diminuídos. Pardini – 2002 – 78 80 . Qualitymark ed. – Scand.. for Clin. clofibrato. 14. carbamazepina. estrogenose metronidazol. Invest. Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL. fenobarbital. 366.glutamiltransferase (Gama GT) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Chem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Commitee of the Scand. Rio de Janeiro. Lab.Bioquímica Interferências: O etanol e vários fármacos induzem a síntese hepática da y-glutamiltransferase. Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 1800 mg/dL não produzem interferências significativas. – Clin Chem. Clin. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. Anticoagulantes contendo citrato. 1997. Soc.Procedimento Operacional Padrão . também podem aumentar o valor da GGT. Falsos Valores baixos: O uso de azatioprina.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 215 Manual de exames – Laboratório H. Falsos Valores elevados: Valores de Triglicérides entre 1800 e 3500 mg/dL produzem resultados falsamente elevados. ácido valpróico e contraceptivos. J.

rifampicina. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). Glicose + O2 + H2O --------------------> Ácido Glucônico + H2O2 peroxidase glicose oxidase 81 . hepatomas. Líquor Níveis Aumentados Hiperglicemia diabética Encefalite epidêmica Glicose sérica aumentada Níveis Diminuídos Hemorragias subaracnóides Meningoencefalites não bacterianas Meningite piogênica aguda Meningite tuberculósica Meningite criptocócica Sífilis neurológica Sarcoidose Tumor primário ou metastático das meninges 3. tiabendazol. pacientes hipertensos e naqueles com níveis baixos de HDL-Colesterol (<35 mg/dL) e /ou elevados de triglicerídeos (250 mg/dL). produzindo peróxido de hidrogênio. indometacina. furosemida).Procedimento Operacional Padrão . em mães de bebês macrossômicos ou que desenvolveram Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). A reformulação dos critérios diagnósticos do diabetes mellitus pela American Diabetes Association (ADA) visou sua precocidade diagnóstica. A avaliação laboratorial deve ser considerada em todos os indivíduos acima de 45 anos de idade. consumo e armazenamento da glicose no organismo. adrenalina. em etnias de alto risco. em parentes em 1º grau de pacientes diabéticos. clortalidona. etanol. diuréticos (tiazídicos. carbonato de lítio. sarcomas. na avaliação de distúrbios do metabolismo de carboidratos. hipoglicemias e na avaliação da secreção inapropriada de insulina.Bioquímica GLICOSE Método Enzimático Colorimétrico 1. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. com o objetivo de desacelerar a progressão da doença e o aparecimento de suas complicações tardias. acetaminofen. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do controle de produção. atropina. 2. desidratações. dopamina. levodopa. em presença de 4-amino-antipirina. em presença de oxigênio. esteróides anabólicos. inibidora da MAO. estrogênios. Esta faixa etária e freqüência de investigação devem ser reconsideradas nos obesos (índice de massa corpórea > 27 Kg/m2). anticonvulsivantes. Glicose. ácido etacrínico. etc. contraceptivos orais. A intensidade de cor é proporcional à concentração de glicose na amostra. necrose hepática fulminante) Várias drogas** * Ácido Acetilsalicílico. ** Bloqueadores pela adrenérgicos. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima glicose oxidase catalisa a oxidação da glicose existente na amostra. mesoteliomas) Insuficiência adrenal (doença de Addison) Hipotireoidismo Hipopituitarismo Hiperinsulinismo Pancreatite crônica Desnutrição síndrome de máabsorção Alcoolismo Dano hepático (insuficiência cardíaca severa. ácido ascórbico. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do fenol pelo peróxido de hidrogênio formado. Níveis Elevados Diabetes Hipertireoidismo Feocromocitoma Pancreatite aguda Extresse Várias drogas * Níveis Diminuídos Insulinomas Tumores extrapancreáticos (fibromas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Útil no estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do diabetes mellitus. corticóide. no diagnóstico diferencial das acidoses metabólicas. etc. anti-histamínicos.

biotecnicaltda.4646 Site: www.0 mL BT 10008 – 4 fr. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 4-Aminoantipirina 0. 8. com cubetas.S. CONTROLE DE QUALIDADE 82 . Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. obtido no máximo duas horas após a coleta. Padrão com 2. para que não haja consumo do analíto. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.M. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Vila Verônica . leucócitos e outras células) deve ser feita de forma imediata. 7. Cronômetro Tubos de ensaio.com. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.0.: 80027310031 BT 10008 – 1 fr com 250 mL + 1 fr.Bioquímica 2H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol --------------> Quinonimina + 4 H2O 4. com 250 mL + 1 fr. evitando assim a deterioração das enzimas. COMPONENTES DO KIT GLICOSE Códigos: Registro M. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Glicemia de jejum: recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro límpido. Padrão com 2. Amostras Soro.br Reagente: Tampão fosfato 182. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .3 mmol/L.Brasil.Procedimento Operacional Padrão . por centrifugação.8ºC. 6. Observações para todas as amostras: a separação da parte fluida dos elementos figurados (hemácias. Padrão: Solução de Glicose (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Pipetas automáticas e ponteiras. separação e distribuição do material 5.3214. para evitar a glicólise (falso baixo) ou plasma obtido com anticoagulante fluoretado.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. GOD-Glicose oxidase > 15000 U/L.G.com. Conservar entre 2 . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 505 nm (490-510). Fenol 10 mmol/L. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.42 mmol/L . O reativo é estável até a data de validade do Kit. Outra forma de se evitar este problema é a coleta de uma fração do líquido em fluoreto.pH 7. Banho de água a 37 °C.Varginha . POD-Peroxidase > 1200 U/L. Procedimento automatizado Indicar nome.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Critérios para a rejeição de amostras Presença de coágulo. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. .

Procedimento manual 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. lavar o local com água corrente. eventualmente infectado. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 mL Amostra 10 µL 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. contém soro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 9. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 505 nm. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.0 mL Padrão 10 µL 1. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. lavar abundantemente com água corrente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. controle (se utilizado) e reagente. 83 . Em caso de vazamento acidental.Procedimento Operacional Padrão . plasma ou urina.0 mL Padrão de glicose Amostra Reagente 3. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. o que poderia causar resultados errôneos. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Seguir com rigor a metodologia proposta. sendo o último. uma vez usado. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos a 37ºC ou durante 15 minutos a temperatura ambiente 25ºC. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O enxágüe deve ser exaustivo. O reagente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos.Bioquímica Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 2. 4. Deixar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. 10. código). A cor é estável durante pelo menos 1 hora. Isso evitará contaminação cruzada. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de contato com os olhos ou pele. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
11. CÁLCULOS Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Glicose Abs. Padrão Onde: Abs. Teste → Absorbância do teste Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco)

Devido a ótima reprodutibilidade, que pode ser obtida com a metodologia, pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL

UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL glicose x 0,0555 = mmol/L glicose
Valores de referência Soro ou plasma: 70 a 110 mg/dL Líquor: 40 a 75 mg/dL, (2/3 da glicemia) Esses valores são unicamente orientativos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: Até 400 mg/dL = 22 mmol/L Para valores superiores, diluir a amostra 1:2 ou 1:4 com NaCl 0,85%, repetir a dosagem e multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade, diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências: O ácido ascórbico (5 mg/dL), a hemoglobina (0,2 g/dL) e a bilirrubina (40 mg/dL) não interferem. A lipemia moderada não afeta os resultados. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder R. - Ann Clin Biochem 1969; 6:24. Henry, R. J. Cannon, D.C. Winkelman, J. – Clinical Chemistry Principles and Techniques, 2 ed. Harper and Row Publishers Inc. N.Y.; p. 1288 (1974). Glicose – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark ed., Rio de Janeiro, 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 231-233 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 81-82

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
MAGNÉSIO MONO
Método colorimétrico MAGON SULFONADO 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como auxílio na detecção de hipoparatireoidismo, hiperaldosteronismo e hipertireoidismo. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Magnésio Sérico É o quarto mais abundante cátion no organismo humano. Atua como um c-fator essencial para enzimas ligadas à respiração celular, glicólise e transporte (através da membrana) de outros cátions (cálcio e sódio). O magnésio é essencial para a preservação da estrutura molecular de DNA, RNA e ribossomas. Um terço do magnésio sérico é ligado à proteína, principalmente à albumina; os outros 2/3 existem predominantemente como íon livre e um pequeno percentual como complexo de ânions. O magnésio ingerido é absorvido no intestino delgado e excretado na urina. O processo de absorção parece ser de controle deficiente, sendo afetado por síndromes de má-absorção, com sua homeostase exercida basicamente pela excreção renal (a qual é regulada pela reabsorção tubular). Diminuições do magnésio são mais significativas e frequentes que o excesso, e sintomas dessa depleção não ocorrem em níveis séricos até 1,0 mEq/L. Severas diminuições estão ligadas à função neuromuscular como tetania, convulsão, fraqueza, irritabilidade e delírio. Níveis baixos de magnésio, após um infarto do miocárdio, podem indicar um mau prognóstico.

Níveis aumentados Uso de sais de magnésio Antiácidos e laxantes Doença de Addison Desidratação grave Insuficiência renal Acidose diabética Hipertireoidismo Hipercalcemia Níveis diminuídos Associados com hipocalemia e hipocalcemia Alcoolismo crônico Pancreatite aguda Má-absorção Lactação excessiva Diálise Diarréia grave Diabetes mellitus Terapia diurética Dietas pobres em magnésio Hiperaldosteronismo primário Má-nutrição Nefropatias tubulares Hiperparatireoidismo Hiperaldosteronismo

Magnésio Urinário A excreção do magnésio está intimamente ligada à dieta. Sua análise tem sido utilizada antes e após administração terapêutica de magnésio.

Níveis Aumentados Álcool Diuréticos Síndrome de Bartter Glomerulonefrite crônica Aldosteronismo 85

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Terapia com drogas (ciclosporina, diuréticos tiazídicos, corticosteróides) Níveis Diminuídos Dieta pobre Má-absorção Hipoparatireoidismo Decréscimo da função renal
3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O magnésio presente na amostra reage com azul de xilidina II (Magon Sulfonado) em meio alcalino formando um complexo intensamente corado com máximo de absorção em 510 nm. O desenvolvimento de um monoreagente líquido estável, sem solventes orgânicos voláteis, torna o método especialmente adaptável a analisadores automáticos. 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma e urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: o Soro ou plasma obtido com heparina. Sob refrigeração o magnésio é estável por 15 dias entre 2-8 C. Urina e líquido céfalo-raquidiano. Dosagem na urina: efetuar a homogeneização prévia de todo o material, tomar uma amostra de cerca de 5 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Tal procedimento transforma todos os sais de magnésio presentes na urina em sais solúveis. Diluir a urina 1:5 (1,0 mL de urina + 4,0 mL de água destilada ou deionizada). Proceder a seguir como descrito para o soro. Multiplicar o resultado obtido por 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise, mesmo discreta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT MAGNÉSIO Códigos: Registro M.S.: 80027310015 BT 12007 – 1 fr com 50 mL. + 1 fr Padrão – 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente: Carbonato de potássio 120 mM, EGTA 40 mM, Magon sulfonado (xilidil blue) 0,1 mM e azida sódica 18,5 mM. Padrão: Solução aquosa de íons Magnésio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15 e 30º C. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 e 30º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 510 nm, com cubetas. Banho de água a 37 °C.

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contém soro. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O enxágüe deve ser exaustivo. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. Procedimento automatizado Indicar nome. sendo o último. usar bastante água. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de vazamento acidental. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. lavar abundantemente com água corrente. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Pipetar em tubos de ensaio: 87 . Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. lavar o local com água corrente. 10. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. uma vez usado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. com água destilada ou deionizada. Isso evitará contaminação cruzada. Seguir com rigor a metodologia proposta. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. eventualmente infectado. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. No descarte do reagente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Os reagentes devem estar a temperatura ambiente. código). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Reativo pronto para uso. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. portanto. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 2. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. plasma ou urina. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 9.Procedimento Operacional Padrão . controle (se utilizado) e reagente. Procedimento manual 1. Em caso de contato com os olhos ou pele. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Cronômetro Tubos de ensaio. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. para a obtenção de resultados exatos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 8.

Devido ao alto conteúdo intracelular de megnésio.0 mL Padrão Amostra Reagente 3.0 mL Padrão 10 μL 1.175 x 10.175 Ap = 0. 32:70.191 Magnésio(mg/dL) = 0. 31/3.Procedimento Operacional Padrão . Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Ray Sarkar BC. Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. mesmo em elevadas concentrações (acima de 26 mg/dL) e bilirrubina (até 20 mg/dL) não interferem.5 mg/dL Esses valores são unicamente orientativos.0 mL Amostra 10 μL 1. ácido ascórbico.9 – 2. CÁLCULOS Aa x Valor padrão = mg/dL Magnésio Ap Onde Aa → Absorbância da Amostra Ap → Absorbância do Padrão Padrão → Valor da Concentração do Padrão Urina (mg/24horas) = Magnésio Urina (mg/dL) x volume de 24 h em mL 100 Com Fator: F = Valor padrão Ap Magnésio (mg/dL) = Aa x F Exemplo: Aa = 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Gindler EM. – Clin Chem. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e da Amostra(Aa) frente ao Branco a 510 nm. 520-522 (1982) F= 2 = 10.5 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chauman UPS. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).Bioquímica Branco 1. Maxwell et al.5 mmol/L. Anal Biochem 1969. 14. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.5 = 1.191 Valor Padrão = 2. Interferências Hiperlipemia. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL magnésio x 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 4.5 – 3. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons magnésio. Não utilizar amostras hemolisadas. 17:662. 4.8 mg/dL 88 . Clin Chem 1971.5 mg/dL Para amostras de Urina/24 h: 48 – 152 mg/24h Liquido Céfalo Raquidiano: 2. 13. hemólises mesmo discretas interferem significativamente. 11. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Heth DA.0 mg/dL 12.41 = mmol/L magnésio Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 1.

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 324-325 Manual de exames – Laboratório H.Bioquímica Magnésio . Ltda – Revisão Maio/2005. Rio de Janeiro. Pardini – 2002 – 87 89 . Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.. 1997.Procedimento Operacional Padrão .Magon – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Qualitymark ed.

M. Padrão: Solução de Albumina bovina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). artrite reumatóide. lupus eritematoso. cuja absorbância em 550 nm é proporcional à concentração protéica da amostra. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15-30 ºC. 90 . tartarato de sódio e potássio 15 mM. originando um complexo de cor violácea. pelo menos. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma heparinizado. em que há diminuição de albumina com aumento de gamaglobulina. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. infecções crônicas. macroglobulinemia.009 . 4.biotecnicaltda.G. A eliminação excessiva de proteínas pelos rins ou a diminuição da síntese hepática provoca uma diminuição na pressão coloidosmótica do plasma. sarcoidose. 08 horas.Bioquímica PROTEÍNA TOTAL Método Colorimétrico 1.3214. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS TOTAIS Códigos: Registro M. separação e distribuição do material 5. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.: 80027310030 BT 10.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . insuficiência renal.Brasil. Amostras Soro e plasma. porque a alteração em uma das frações pode ser compensada por alteração oposta de outra fração. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A dosagem isolada da proteína total tem pouco valor clínico. desnutrição severa. como ocorre nas doenças crônicas. deficiência de cálcio e vitamina D. queimaduras graves e hemodiluição. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. nefrose.com.2. Estável 8 dias à 2-8º C.br Reagente: Sulfato de cobre 10 mM. . 3. queimaduras graves.Procedimento Operacional Padrão . 2. Valores Diminuídos A concentração de proteína total do soro está diminuída na hiperhidratação. crioglobulinemia. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.4646 Site: www. Valores Aumentados A concentração de proteína total do soro está comumente aumentada em pacientes com desidratação. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades hepáticas e renais.Varginha . hidróxido de sódio 140 mM. linfogranuloma e endocardite bacteriana sub-aguda. iodeto de potássio 15 mM. Vila Verônica . que aumenta a reabsorção de sódio e água levando a edema. desnutrição grave.S. 6. Reagente pronto para uso. mieloma múltiplo. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. O nível de proteínas séricas é basicamente um reflexo de sínteses hepáticas ou de perda de proteínas devido a enfermidade renal. síndrome de má absorção. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com os íons cobre (II) em meio alcalino.

modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Em caso de vazamento acidental. Cronômetro Tubos de ensaio. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Procedimento automatizado Indicar nome. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. lavar abundantemente com água corrente. contém soro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. sendo o último. com cubetas.Bioquímica Manter ao abrigo da luz. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.Procedimento Operacional Padrão . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. com água destilada ou deionizada. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Seguir com rigor a metodologia proposta. 9. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. código). controle (se utilizado) e reagente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. para a obtenção de resultados exatos. eventualmente infectado. 91 . uma vez usado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. o que poderia causar resultados errôneos. 8. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Banho de água a 37 °C. 7. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O enxágüe deve ser exaustivo. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Em caso de contato com os olhos ou pele. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar o local com água corrente. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O reagente. plasma ou urina. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 545 nm (535-555). Isso evitará contaminação cruzada. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Pipetas automáticas e ponteiras.

0 mL Água destilada Padrão Proteína Amostra Reagente 2.Albumina 12. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 12 g/dL.04 g/dL Globulina = Proteína Total . fornecem valores elevados.2 g/L) e a bilirrubina (15 mg/dL) interferem.0 mL Padrão 10 μL 1.5 – 8.0 = 20 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = g/dL x 10 Valores de referência Valores Normais Soro : 6. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 g/dL Plasma: 6.Procedimento Operacional Padrão . A amostra = Absorbância da amostra. 3. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. CÁLCULOS A Amostra X Valor da concentração do padrão = g/dL proteína A Calibrador onde. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco à 545 nm. As amostras de soro hemolisado ou contendo expansores plasmáticos (Dextram. A cor é estável durante pelo menos 2 horas. Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. 92 .352 x 20 FC= 5.25 Proteína (g/dL) = 7.25 Concentração do padrão = 5 g/dL Proteína (g/dL) = 0.352 A padrão = 0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Interferências Interferências: a hemoglobina (0. 13.3 g/dL Estes valores são unicamente orientativos.Bioquímica 10. O soro deve ser obtido o mais breve possível.0 mL Amostra 10 μL 1.8 – 8. Hemacel ou PVP). Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 1. 11. A padrão = Absorbância do padrão. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A do padrão Exemplo: A amostra = 0.

Doumas. Proteína Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Pardini – 2002 – 90-91 93 . Chim. Bardawill CS. Qualitymark ed. 14. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 398-400 Manual de exames – Laboratório H.G Clin. WA & Biggs. A concentração de proteína total aumenta com o passar do dia. C. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gornall AG. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Henry. H.: Sobel. R. No inverno. S Anal Chem 29/10: 1491 (1957).. Ltda – Revisão Maio/2005. B. & Berkman.Procedimento Operacional Padrão . David MM. em geral. 177:751. Rio de Janeiro.Bioquímica Soros fortemente lipêmicos podem causar turvação. 1997. J Biol Chem 1949. a concentração de proteína total é maior que no verão. T: Watson. Acta 31/1:87 (1971). Vários íons de amônio interferem no teste pela formação de complexo cúprico amônio.

PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Amostras Urina e Líquor. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação renais.br Reagente: Vermelho de pirogalol 0.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. pH 2.35 mmol/L. ajudar a estabelecer o diagnóstico de certas síndromes ou entidades patológicas cujos achados renais são conhecidos. Molibdato de sódio 0.Utilizar o sobrenadante para proceder o ensaio. SDS 0. .Utilizar amostra colhida no período de 24 horas. O diagnóstico clínico deve ser realizado levando-se em conta todos os dados clínicos e de laboratório. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .5.M. Concentrações elevadas de proteínas no líquido cefalorraquidiano (Líquor) podem ser devidas a infecções ou à pressão intracraniana elevada.Varginha .com.com. em associação a outros achados.8 ºC.Centrifugar por 10 minutos a 3000 rpm.Bioquímica PROTEÍNA URINÁRIA Método Colorimétrico 1. separação e distribuição do material 5.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão .4646 Site: www. Reagente pronto para uso. 4. Ácido succínico 0. . 94 .009 . Padrão: Solução de Albumina (valor de padrão: vide rótulo do frasco). Vila Verônica . medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. Aumentos ou decréscimos no valor de proteinúria são importantes marcadores do prognóstico renal do paciente.biotecnicaltda.2.Procedimento Operacional Padrão .Brasil. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.1mmol/L. normalmente o glomérulo evita a passagem das mesmas do sangue para o filtrado glomerular. Dessa forma. 3. A urina de pessoas saudáveis não contém proteínas ou contém somente em pequenas quantidades. A intensidade da cor formada é proporcional à concentração protéica da amostra. . . A sua presença e a determinação do seu grau podem.04 mmol/L.Homogeneizar a urina.05 Mol/L. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS URINÁRIA Códigos: Registro M. Benzoato de sódio 0.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. não havendo necessidade de adicionar conservantes.S. Alterações glomerulares causam o aumento da permeabilidade das proteínas plasmáticas o que ocasiona a proteinúria. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com o vermelho de pirogalol e o molibdato. Conservar entre 2 .13 mmol/L. formando um complexo colorido. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Armazenamento e estabilidade das amostras: Urina .G. em meio ácido.3214.: 80027310128 BT 10. A presença persistente de proteína na urina indica enfermidade renal. em pacientes com doença renal a pesquisa de proteinúria constitui um elemento importante no diagnóstico e no acompanhamento. Líquor: Utilizar amostra centrifugada. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Oxalato de sódio 1 mmol/L. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A proteinúria é um marcador de doença renal e constitui um fator de risco independente para a sua progressão.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes 2 a 8 ºC. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 598 nm com cubetas termostatizada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso 95 . 10. contato com os olhos. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. código). padrão/calibrador e reagente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. O reativo é estável até a data de validade do Kit. As informações de Descarte. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. lavar abundantemente com água corrente. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Manter ao abrigo da luz. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos devem ser observados. Tubos de ensaio. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Bioquímica 6. 9. Procedimento automatizado Indicar nome. pele ou mucosa. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 7.Procedimento Operacional Padrão . Relógio ou Cronômetro. Não misturar diferentes lotes de reagentes. controle. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Pipetas de vidro e/ou automáticas. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. 8. Em caso de vazamento acidental. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. As amostras a serem analisadas (urina ou líquor) devem ser tratadas como material potencialmente infectante. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. a fim de evitar contaminação cruzada.

001 Valores Normais CRIANÇAS 300 . 96 . Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A Padrão Exemplo: A amostra = 0. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição.2 x 7519 Proteína Urinária = 226 mg/24 h 12.1000 mg/L ADULTOS 150 .025 A padrão = 0.450 mg/L GESTANTES < 150 mg/24h Líquor Urina ADULTOS E CRIANÇAS < 100 mg/24h Estes valores são unicamente orientativos.025 x 1.133 Concentração do padrão = 1000 mg/L Volume urinário 24h = 1. CÁLCULOS Urina de 24horas: A Amostra X concentração do padrão X vol. A padrão = Absorbância do padrão. Pipetar em tubos de ensaio: BRANCO PADRÃO Padrão --20 μL Amostra ----Reagente 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL 2.Bioquímica Procedimento manual 1. diluir a amostra com água deionizada ou destilada. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. A cor é estável durante 30 minutos.133 Proteína (mg/24h) = 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A linearidade da reação é de 3000 mg/L. Medir a absorbância do Padrão (Ap) e da Amostra (Aa) frente ao Branco a 600 nm. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = Proteinúria (mg/L) x 0.0 mL AMOSTRA --20 μL 1. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Homogeneizar manter os tubos durante 5 a 37 ºC. Para valores superiores.(L) urina 24h = mg proteínas/24h A Padrão Líquor (LCR): A Amostra X concentração do padrão = mg/L proteínas A Padrão onde.0 mL 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 13.Procedimento Operacional Padrão .2L FC = 1000 = 7519 0. A amostra = Absorbância da amostra. 11. 3.

Kamei.. 27: 493-501. Princeton 1984.Bioquímica Interferências Interferências: hemólise (LCR). 32: 1551 (1986). AACC Press. A presença de Lauril sulfato de sódio (0.1%) e Triton X100 (1%) também interferem na reação. Tests. 13161324 and 418. 1995. • Westgard J. Kaplan A et. L. Hunt M.. Total serum protein. Toronto. St Louis. 3rd ed. • Koller A. 3rd ed. Clinical Guide to Laboratory tests. Chem. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry.. M. 1981. Groth T. Tietz Testbook of Clinical Chemistry. S. 2001. Tests. S. Barry P. 4th ed. Effects of disease on Clinical Lab. Clin Chem The C. A.V. • Young DS. Effects of drugs on Clinical Lab. O. Yamanaka. Clin Chem 1989. Mosby Co. A presença de detergentes (surfactantes) na amostra ou seus resíduos em materiais e/ou equipamentos de laboratório interferem com a reação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • Watanabe. Al. Chem. • Young DS.. N. Clin.. R.. 4th ed. AACC Press. • Tietz N W et al. 97 . AACC 1999. • Burtis A et al.Procedimento Operacional Padrão . Ohkubo. AACC 1995. Clin. An Improved Pyrogallol Red-Molybdate Method for Determing Total Urinary Protein.. 14. 35:2233-22236. • Orsonneau JL et al.. Oshawa.

a partir da velocidade de desaparecimento do NADH.G. Reagente B: Malato desidrogenase 0. é uma enzima encontrada no miocárdio. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. fígado. 3.4646 Site: www.lactato desidrogenase > 1200 U/L. musculatura esquelética. atingindo um pico em 24 horas e retornando ao normal por volta do quinto dia. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. queimaduras severas.3214. rim e cérebro. com 200 mL R-A + 1 fr.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Lactato + NAD 4. L-aspartato 240 mmol. AST L-Aspartato + 2-Oxoglutarato -----------> Oxaloacetato + L-Glutamato Oxalacetato + NADH + H+ ------------> Malato + NAD+ LDH MDH Piruvato endógeno + NADH ------------> L. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A concentração catalítica se determina.M. distrofias musculares. cateterização e angioplastia cardíaca. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de hepatites agudas e é um bom indicador no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. Vila Verônica . LDH .malato desidrogenase > 600 U/L.S. COMPONENTES DO KIT TGO / AST Códigos: Registro M.biotecnicaltda. trauma e necrose cerebral. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana.Brasil. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.br Reagente A: Tampão Tris 80 mmol . anemias hemolíticas. com 10 mL R-B BT 11007 – 1 fr. 98 . dermatomiosites. Pequenas elevações são observadas durante a gravidez.Bioquímica TGO / AST Método Cinético . hepatites. icterícia obstrutiva. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.com. plasma (EDTA ou heparina). Inúmeras drogas comumente usadas podem elevar os níveis de AST (isoniazida. pancreatite aguda.. sendo usada na monitoração de terapias que utilizam drogas hepatotóxicas.Procedimento Operacional Padrão . A atividade dessa enzima no infarto do miocárdio eleva-se dentro das primeiras 12 horas. 2-Oxoglutarato: 12mmol. progesterona. formando oxalacetato e glutamato. lesões da musculatura esquelética. hipotireoidismo. Níveis aumentados também são encontrados em necrose hepática.8.pH 7. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. eritromicina.: 80027310017 BT 11007 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. medido à 340 nm. cirrose hepática.Varginha . . mononucleose. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C. Reagente pronto para uso. separação e distribuição do material 5. empregando a reação acoplada de malato desidrogenase (MDH). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Oxalacética – TGO (sinonímia. esteróides anabólicos etc.UV 1.com. 2. hepáticas e musculares. Níveis elevados dessa enzima auxiliam no diagnóstico de doenças cardíacas. PRINCÍPIO DO MÉTODO O Aspartato aminotransferase (AST ou GOT) catalisa a transferência do grupo amino do aspartato a 2-oxo-glutarato. Aspartato Aminotransferase (AST)). Amostra Soro ou plasma.). MDH .18 mmol.

fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Em caso de contato com os olhos ou pele. código). MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. 9. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. NÃO CONGELAR. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 99 . Cronômetro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. para a obtenção de resultados exatos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 7. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não soprar a pipeta utilizada. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Conservar entre 2-8 ºC 6. lavar o local com água corrente. eventualmente infectado. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 8. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. uma vez usado.Procedimento Operacional Padrão . com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. contém soro. Em caso de vazamento acidental. Evitar contaminações com íons metálicos. Seguir com rigor a metodologia proposta. lavar abundantemente com água corrente. O reagente. plasma ou urina. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Centrífuga. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.

Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. 10. sendo o último. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.189 A3= 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. com água destilada ou deionizada. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. 5.268 – 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. 11.228) + (1.039 x 1746 = 67.= 0.67 x 10–9 Kat/L = µkat/L Valores Normais: 1746 100 . Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min.189 – 1. à 37ºC.189) + (1.800 a 340 nm.).039 TGO (U/L) = 0. 37oC 1000 μL 100 μL Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.152) 3 ∆A/min.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. o que poderia causar resultados errôneos.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGO na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) Exemplo: Temperatura = 37ºC A0= 1. Acionar o cronômetro. Procedimento manual 1. 4. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.5 U/L 12.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Aos 60 segundos.= (1.152 ∆A/min. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Proteger o reativo de trabalho da luz. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). 2. controle (se utilizado) e reagente. Isso evitará contaminação cruzada. A2 e A3 respectivamente).268 A1= 1.228 – 1. O enxágüe deve ser exaustivo.228 A2= 1. (∆A/min. Estável 2 semanas a 2-8°C. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. (A1. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.

5 (1975) TGO – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Qualitymark ed. Ltda – Revisão Maio/2005. Pardini – 2002 – 93 101 . Barbiturados.Bioquímica 37ºC até 37 U/L até 31 U/L HOMENS MULHERES Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Anfotericina B. Clin. Invest. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. el al. et al. 34. Metildopa. 13.Procedimento Operacional Padrão . – J. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Interferências: Falsos valores elevados: Acetaminofem. Chem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • • • Karmen A. 126 (1955) Young D. 21. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. Fenotiazinas. – Clin. Anticoncepcionais orais.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.250 = 440 U/L. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Colchicina. Falsos valores baixos: Salicilatos (aspirina) 14. 1997. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.S. Rio de Janeiro. Narcóticos. Corticoesteróides. Alopurinol.

medido à 340 nm.lactato desidrogenase > 1200 U/L.malato desidrogenase > 600 U/L. 2.Lactato + NAD+ LDH 4. Entretanto. doença pancreática. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH.Varginha . plasma (EDTA ou heparina). com 10 mL R-B BT 11008 – 1 fr.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Como teste de função hepática. L-alanina 500 mmol. Reagente B: Malato desidrogenase 0.5. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado.18 mM.com.Brasil. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. LDH . separação e distribuição do material 5. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. sendo considerada um excelente marcador hepatocelular.G. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.4646 Site: www. COMPONENTES DO KIT TGP / ALT Códigos: Registro M.UV 1. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C e 2 semanas.br Reagente A: Tampão Tris 100 mmol . 3. . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. formando piruvato e glutamato. Amostra: Soro ou plasma. é uma enzima intracelular presente em grandes quantidades no fígado e rim. icterícia obstrutiva e carcinoma metastático. A concentração catalítica se determina. empregando a reação acoplada de lactato desidrogenase (LDH).M. MDH . Níveis elevados são encontrados na hepatite infecciosa e tóxica. cirrose. com 200 mL R-A + 1 fr.pH 7. 102 . Reagente pronto para uso.: 80027310019 BT 11008 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr.S. a ALT é mais sensível para detecção de danos do hepatócito do que para obstrução biliar.biotecnicaltda.Procedimento Operacional Padrão . LDH Piruvato endógeno + NADH -----------> L-Lactato + NAD ALT L .alanina + 2-Oxoglutarato -----------> Piruvato + L-Glutamato Piruvato + NADH ------------> D . e pequenas quantidades na musculatura esquelética e coração.Bioquímica TGP / ALT Método Cinético . Vila Verônica . PRINCÍPIO DO MÉTODO A Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) catalisa a transferência do grupo amino da alanina a 2-oxoglutarato. Em pacientes com infarto do miocárdio a ALT geralmente está normal ou ligeiramente elevada.3214. 2-Oxoglutarato: 15mM. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. tóxicas e cirrose. insuficiência cardíaca ou choque com necrose hepática concomitante pode levar a elevações de seus níveis. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Pirúvica – TGP (sinonímia: Alanina Aminotransferase (ALT). INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de pacientes com lesões hepáticas virais.com.

Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Em caso de vazamento acidental. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. eventualmente infectado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. uma vez usado. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. sendo o último. Seguir com rigor a metodologia proposta. Evitar contaminações com íons metálicos. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não soprar a pipeta utilizada. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. 9. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. NÃO CONGELAR. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. O reagente. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Centrífuga. 7. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. lavar o local com água corrente. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. com água destilada ou deionizada. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Cronômetro. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 8. contém soro. Não misturar diferentes lotes de reagentes.Bioquímica Conservar entre 2-8 ºC 6. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. código). Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. plasma ou urina. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente 103 . lavar abundantemente com água corrente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo.Procedimento Operacional Padrão . Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L Sistema Internacional .SI 1 U/L = 16. Procedimento manual 6. Estável 2 semanas a 2-8°C.= (1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.6 U/L 12. 11. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 9. Proteger o reativo de trabalho da luz. Aos 60 segundos.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGP na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) 1746 Exemplo: Temperatura: 37ºC A0 = 1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. controle (se utilizado) e reagente.263 A3 = 1. `37ºC.278) + (1. 37 C 1000 μL 100 μL o Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas.Bioquímica A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 10. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min.297 – 1. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. o que poderia causar resultados errôneos. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0. Acionar o cronômetro.67 x 10-9 Kat/L = 16. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Isso evitará contaminação cruzada.017 TGO (U/L) = 0. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. 10. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 8. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. 7.263 – 1.278 – 1. A2 e A3 respectivamente). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.245 ∆A/min.263) + (1. (A1.Procedimento Operacional Padrão .800 a 340 nm.278 A2 = 1.): (∆A/min.017 x 1746 = 29.297 A1 = 1.67 x 10 µKat/L 1 µkat/L = 60 U/L Valores Normais -3 104 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.245) 3 ∆A/min = 0. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais.

Biol. 1956. TGP – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. Invest. – Am. Qualitymark ed. Exp. Jnl. Clin. Scandinavian Society for Clinical Chemistry (SSCC) Scand. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. 1960. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.Bioquímica HOMENS MULHERES 37ºC até 42 U/L até 32 U/L Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. International Federation of Clinical Chemistry (IFCC) Clinica Chimica Acta 105: 147 (1980). Rio de Janeiro. et al. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Sec. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Wroblewski F. Pardini – 2002 – 93 105 . Clin. Klin. And med. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. J.J. Deustchen Gesellschaft fur Klinische Chemie (DGKC) Z. 1997. Lab. 10: 281 (1972).200 = 350 U/L. Interferências: Falsos valores elevados: hemólise 14. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. 34:381 Henry R.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Chem. LaDue JS. 33: 291 (1974)..Procedimento Operacional Padrão . Path. 13. Ltda – Revisão Maio/2005.Proc.

Vila Verônica . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. produzindo seu metabolismo anormal e depósito de lipídeos nas paredes vasculares levando à arteriosclerose. produzindo glicerol livre. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Os triglicerídeos são ésteres de glicerol. O aumento de triglicerídeos no plasma é indicativo de distúrbios metabólicos.0 mL BT 10010 – 2 fr. Os triglicerídeos provenientes da dieta sofrem digestão no duodeno e íleo proximal.br 106 . no hipotireoidismo.0 mL peroxidase L-Glicerolfosfato-oxidase glicerol quinase lipase BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). na pancreatite aguda.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Triglicérides ⎯⎯⎯→ Glicerol + Ácidos graxos Glicerol + ATP ⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ L-Glicerolfosfato + ADP L-Glicerolfosfato + O2 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ Dihidroxiacetona-P + H2O2 2H2O2 + Clorofenol + 4-AF ⎯⎯⎯⎯⎯→ p-benzoquinona monoímio fenazona + 4 H2O 4. Padrão com 2. produz peróxido de hidrogênio. na obesidade e nos hábitos alimentares errôneos.3214. Padrão com 2.M. em presença da 4-amino-antipirina. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. que são transportados via ducto torácico para a circulação. A enzima glicerol quinase fosforila o glicerol livre formado cujo produto. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima lípase lipoprotéica hidrolisa os triglicerídeos existentes na amostra. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (p-clorofenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. no diabetes. . Esta dosagem serve como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares.biotecnicaltda. são hidrolisados a glicerol e ácidos graxos.: 80027310014 BT 10010 – 1 fr. COMPONENTES DO KIT TRIGLICÉRIDES Códigos: Registro M. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm.Bioquímica TRIGLICÉRIDES Método Enzimático Colorimétrico 1. na uremia. em presença de oxigênio e sob a ação catalítica da enzima glicerol-Poxidase.Procedimento Operacional Padrão . com 250 mL + 1 fr.com.G. Através da ação de lípases e ácidos biliares. Amostra Soro ou plasma Armazenamento e estabilidade das amostras: O analito é estável por 3 dias a 2-8 ºC.4646 Site: www. O aumento dos triglicerídeos no diabetes está relacionado ao aumento da mobilização das áreas de armazenamento de lipídeos (triglicerídeos) em decorrência da diminuição da insulina. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas e jejum alcoólico de 24 horas. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Após absorção são ressintetisados nas células epiteliais intestinais e combinados com colesterol e apolipoproteínas para formar quilomícrons.com.S. com 250 mL + 1 fr.Brasil. 3.Varginha . 2. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. separação e distribuição do material 5.

Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. código). CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. lavar o local com água corrente. Em caso de vazamento acidental. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Padrão: Solução de Glicerol equivalente à concentração de Triglicérides (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 4 clorofenol 2. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Banho de água a 37 °C. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.0 mM pH 7. Seguir com rigor a metodologia proposta. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.7 mM. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 4-aminoantipirina 0. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). 7. uma vez usado. POD – Peroxidase > 1000 U/L. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. tampão Tris 50. Em caso de contato com os olhos ou pele.3 mM. contém soro. 107 .0 mM. com cubetas. 6. Conservar entre 2-8 ºC. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. para a obtenção de resultados exatos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Pipetas automáticas e ponteiras. lavar abundantemente com água corrente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.adenosina trifosfato 2. Cronômetro Tubos de ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.Bioquímica Reagente de Trabalho: GK – glicerolquinase > 1000 U/L. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. eventualmente infectado.Procedimento Operacional Padrão . 8. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.2. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 9. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. plasma ou urina. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. ATP . Procedimento automatizado Indicar nome. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O reagente. LPL – Lipoproteína lípase > 2000 U/L. GPO – Glicerol-3-fosfato oxidase > 5000 U/L.

Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. o que poderia causar resultados errôneos. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1.Bioquímica Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.0 mL Padrão 10 µL 1.70 .0 mL Amostra 10 µL 1. Lavar no mínimo 3 vezes com água deionizada para eliminar qualquer vestígio de Glicerol que é um forte contaminante nas reações do triglicérides. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Padrão triglicérides Amostra Reagente 3.276 Apadrão = 0. CÁLCULOS Com calibrador ou padrão: A Amostra X valor do padrão = mg/dL Triglicérides A Padrão onde: A amostra = absorbância da amostra A padrão = absorbância do padrão Com fator: ƒc = valor do padrão Apadrão Triglicérides (mg/dL) = Aamostra X ƒc Exemplo: Aamostra = 0. O enxágüe deve ser exaustivo. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Cuidados especiais Cuidado com a limpeza do material utilizado para os testes.0113 = mmol/L Trigliceridese Valores de referência 30 . Deixar ambientar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. controle (se utilizado) e reagente. 11. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 500 nm. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.5 Triglicérides= 0. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 2. 10.Procedimento Operacional Padrão . com água destilada ou deionizada.170 mg/dl = 0. A cor é estável durante pelo menos 1 hora.5= 222. Isso evitará contaminação cruzada.70 mmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25º C) ou durante 10 minutos a 37º C.248 = 806.6 mg/dL 12.276 x 806. 108 . sendo o último. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 4. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL Triglicerides x 0.248 Valor do padrão: 200 mg/dL F= 200 0. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. Procedimento manual 1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.

L. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Med. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 460-461 Manual de exames – Laboratório H. Trinder P. Biophys. A lipemia não afeta os resultados. . 250-255. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório... Rio de Janeiro. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Kodischek. Jacobs. Qualitymark ed. Van Denmark... N. 14. Triglicérides – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.25 mmol/L) interferem. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Bacteriol. Interferências O ácido ascórbico (0. Prav. 24-27. And Nussel E. 88 (1960).3 mmol/L). Aarch.Procedimento Operacional Padrão . a hemoglobina (3 g/L) e a bilirrubina (0.. W. 10 (1975) 25..J.Ann Clin Biochem 6 (1969). Med.W. Biochem. P. Arb. Umbreit.J. 1997. Pardini – 2002 – 94 109 .Bioquímica 13.K. Ltda – Revisão Maio/2005. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Schettler G. 98 (1969) 1063-1068.

doença celíaca. gravidez. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. secreção e excreção. onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor. A lesão renal provoca uma retenção de substâncias tóxicas como a uréia através de distúrbios da filtração.Procedimento Operacional Padrão . insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. obstrução prostática etc. originando uma coloração verde (reação de Berthelot modificada). INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Centrifugar antes de processar. Multiplicar o resultado obtido por 50. queimaduras etc. causando uma hiperamoniemia. aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. 3. hemodiluição.Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário. haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia. A amônia formada reage com salicilato e hipoclorito de sódio em meio alcalino. 2.Bioquímica URÉIA ENZIMÁTICA Método Enzimático Colorimétrico 1.Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C . pelo menos. Diluir a urina 1/50 com água destilada. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia é hidrolisada na presença da enzima urease e água. Não usar anticoagulantes fluoretados e nem contendo sais de amônio. 08 horas. Amostras Soro. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação.Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre. com produção de NH3 e CO2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. insuficiência cardíaca congestiva. na infância. O aumento da absorbância em 580 nm é proporcional a concentração de uréia na amostra. dieta protéica e função renal. insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. separação e distribuição do material. trato gastrintestinal e rim.) Insuficiência cardíaca B . A uremia é observada na dieta rica em proteínas.) Níveis diminuídos Caquexia. ela passa para a circulação sangüínea. Produzida no fígado. nefrite. 110 . 4. Armazenamento e estabilidade das amostras: A uréia no soro é estável por 7 dias a 2 – 8 º C. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. plasma (heparina) e urina. Obstrução do trato urinário (cálculo. Níveis aumentados A . A urina de 24 horas deve ser colhida em frasco contendo 2mL de HCl a 50% (v/v). Na lesão hepática. estresse. reabsorção.

Salicilato sódico 60 mmol/L.Bioquímica 5. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Reagente B: Hipoclorito de sódio 140 mmol/L e hidróxido de sódio 150 mmol/L.0 mL R-C fr + Padrão com 2. Vila Verônica . COMPONENTES DO KIT URÉIA ENZIMÁTICA Registro M. Pipetas automáticas e ponteiras.: 80027310068 Códigos: BT 10013 – 1 fr com 50 mL R-A + 1 fr com 50 mL R-B + 1fr com 2. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. evitando assim a deterioração das enzimas.0 mL R-C fr + Padrão com 2.2 mmol/L.Brasil. Conservar entre 2 e 8º C 6.70 – 50 mmol/L. Cronômetro Tubos de ensaio.000 U/L. 8. O reativo é estável até a data de validade do Kit. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Seguir com rigor a metodologia proposta. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.biotecnicaltda.0 mL BT 10013 – 1 fr com 250 mL R-A + 1 fr com 250 mL R-B + 1fr com 10. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.4646 Site: www. 7. Procedimento automatizado Indicar nome. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 580 nm. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. EDTA 2 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. para a obtenção de resultados exatos.com.Varginha .3214. com cubetas Banho de água a 37 °C. 111 . Reagente C: Urease – 30. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. código).Procedimento Operacional Padrão .br / e-mail: sac@biotecnicaltda.M.G.S. Nitroprussiato de sódio 3. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.com. 9. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. .br Reagente A: Tampão fosfato pH 6. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.

0 mL 5. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 2. Em caso de contato com os olhos ou pele. Agitar bem e incubar os tubos durante 5 minutos a 37º C. CÁLCULOS A Amostra x Valor Padrão = mg/dL uréia. se refrigerado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.0 mL 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.0 mL de Reativo A-1 + 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. sendo o último. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Isso evitará contaminação cruzada. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 10. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. uma vez usado.0 mL Amostra 10 μL 1.. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 580 nm.0 mL de Reativo A-2 Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias. eventualmente infectado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo A de Trabalho: Misturar na proporção de 25. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. controle (se utilizado) e reagente. A cor é estável por 30 minutos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. contém soro. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente (15-30º C) ou durante 5 minutos a 37º C.Bioquímica O reagente. lavar abundantemente com água corrente. 4. plasma ou urina. O enxágüe deve ser exaustivo. lavar o local com água corrente. Procedimento manual 1. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental.0 mL 1. 11.0 mL Padrão 10 μL 1. Deixar ambientar os Reagentes durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em um banho de água. A Calibrador Onde. com água destilada ou deionizada. Pipetar: Reagente B 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Aamostra = Absorbância da amostra Apadrão = Absorbância do padrão Com fator: F = Valor do Padrão Apadrão Uréia = Aamostra x F 112 .0 mL Padrão de uréia Amostra Reagente A de trabalho 3.Procedimento Operacional Padrão . Reativo B: pronto para uso. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 6. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.

237 Uréia(mg/dL) = 0. Tobacco A.109 Apadrão = 0. J. 13. J.4 = 32. et al.) Methods of Enzymatic Analysis.Bioquímica Exemplo: Aamostra = 0. Reardon JE. Clin Chem 1962. hemoglobina até 400 mg/dL. já que interferem na reação. Brit. mesmo em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL).166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. H. Amer J Med Technol 1967. Clin Path. Marbach CP. Não devem utilizar-se sais de amônia como anticoagulantes. J. & Scott. p.49 mmol/L) Urina: 20 – 35 g / 24 horas Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0.2mg/dL Dosagem na urina (mg/24 hs): mg/24 hs = Uréia urinária (mg/dL) X Volume urinário de 24 horas (mL) 100 Uréia urina (g/24 h) = Uréia urina (mg/24 h) 1000 12. não interferem nos resultados.109 x 295. 33:15. Interferências: O ácido ascórbico. Academic Press. Searcy RL. (Ed.Procedimento Operacional Padrão . 14. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.449. Fawcet. Ltda – Revisão Maio/2005. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.E.4 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chaney AL. Clin Chem 1979. Pardini – 2002 – 94 113 . Uréia Enzimática – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1997. Bergmeyer.49 – 7. 1985. Rio de Janeiro. hiperlipemia e bilirrubina até 20 mg/dL. : 13:156. Qualitymark ed. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 200 mg/dL. Valores de referência Soro e plasma: 15 – 45 mg/dL (2. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 8:130. Foreman JA.U. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H. 25:336.K..1980.237 Valor padrão = 70mg/dL F= 70 = 295.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
URÉIA UV
Método Cinético Enzimático - UV 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. Produzida no fígado, ela passa para a circulação sangüínea, onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor, trato gastrintestinal e rim. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação, dieta protéica e função renal. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A uremia é observada na dieta rica em proteínas, insuficiência cardíaca congestiva, nefrite, insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave, aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca a retenção de substâncias tóxicas como a uréia devido aos distúrbios da filtração, reabsorção, secreção e excreção. Na lesão hepática, haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia, causando uma hiperamoniemia. Níveis aumentados A - Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre, estresse, queimaduras etc.) Insuficiência cardíaca B - Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C - Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário (cálculo, obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia, gravidez, doença celíaca, hemodiluição, na infância, insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia da amostra é hidrolisada pela enzima urease com produção de gás carbônico e íons amônio. Estes são captados por uma segunda enzima, a glutamato desidrogenase, a qual em presença de outros substratos como o NADH2 e αcetoglutarato, produz NAD e glutamato. A diminuição da concentração de NADH2 no meio pode ser medida espectrofotometricamente em 340 nm, sendo proporcional à concentração de uréia na amostra. Uréia + H2O ---------------> 2 NH4+ + CO2 NH4+ + NADH + H+ + 2-Oxoglutarato ------------------------>Glutamato + NAD+ 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma ou urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma (heparina ou EDTA): Estáveis por 7 dias a 2-8ºC. Urina de 24 horas: Centrifugar antes de processar. Diluir a amostra 1/50 com água destilada (0,1 mL de urina + 4,9 mL de H2O destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 50.
glutamato desidrogenase Urease

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT URÉIA UV Códigos: Registro M.S.: 80027310045 BT 10012 – 1 fr com 40,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B + 1 fr com Padrão 2,0 mL BT 10012 – 1 fr com 200,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B fr + + 1 fr com Padrão 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente A : Tampão TRIS 115mmol/L pH 7,6; α-cetoglutarato 7,5 mmol/L. Reagente B: Enzimático: NADH 0,25 mmol/L; Urease ≥ 8 KU/L, glutamato desidrogenase > 800 U/L, ADP 1,2 mmol/L. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 2-8 ºC 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados, evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (330-350) com cubeta termostatizada. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome, modelo e local onde se encontra o equipamento analítico, fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, código), instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância, o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta, para a obtenção de resultados exatos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente, uma vez usado, contém soro, plasma ou urina, eventualmente infectado, e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório, em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental, lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória, mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele, lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo, sendo o último, com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra, controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada, o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica, portanto, tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. No descarte do reagente, usar bastante água, pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 50,0 mL de Reativo A + 0,5 mL de Reativo B + 0,5 mL de Reativo C. Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias, se refrigerado. Descartar o reativo de trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 1,00. Procedimento manual Reagente de Trabalho: Misturar 4 (quatro) partes do Ragente A com 1 (uma) parte do Reagente B. Ex: Adicionar 4,0 mL de Reagente A – Tampão a 1,0 mL de Reagente B – Enzimático. O reagente de trabalho é estável por 4 semanas se mantido ao abrigo da luz, refrigerado de 2 a 8ºC e fora de refrigeração somente o tempo necessário para as dosagens. • Desprezar o Reagente de Trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 0,900.

B) Procedimento 1. 2. Pré-aquecer o reagente de trabalho e a amostra a 37ºC durante 2 minutos. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC. Reagente de Trabalho Padrão ou amostra 3. 4. 1,0 mL 10 μL

Misturar e acionar o cronômetro simultaneamente Anotar a absorbância aos 30 segundos (A1) e aos 120 segundos (A2) da amostra e do padrão, a 340 nm.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. CÁLCULOS (A2 - A1) amostra x Valor padrão = mg/dL Uréia. (A2 - A1) padrão

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166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. 285: 385. (Ed.padrão = 0. Valores de referência Soro e plasma: 15-45 mg/dL Urina: 20-35 g/24 horas Estes valores são unicamente a título orientativo.amostra = 0. 13. J.093 Uréia (mg/dL) = (0.34 mg/dL Dosagem na Urina (mg/24 horas) mg/24 horas = Uréia urinária (mg/dL) x Volume urinário de 24 h/mL 100 12. 1997. mitramicina. Ácido Ascórbico e Hemoglobina: Ácido Ascórbico apenas em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL) e hemoglobina (acima de 200 mg/dL) induzem a resultados falsamente elevados.052 A2.7 Uréia (mg/dL) = 23. & Cook. Schubert GE. bacitracina. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. 1971.145 – 0.052) 0. Klin Wschr 1965. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Bilirrubina: A bilirrubina até 15 mg/dL não interfere. Qualitymark ed. propanolol.A1) padrão Uréia (mg/dL) = ΔAteste x Fator Exemplo: A1.054-0. neomicina. 1985.023) x 752. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. lítio.054 A1-padrão = 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear entre 6 e 250 mg/dL. Para valores acima de 250 mg/dL. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Talke H. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. furosemida.Procedimento Operacional Padrão . morfina. 43:174. Sensibilidade: 6 mg/dL 14. kanamicina. Clin. Pardini – 2002 – 94 117 .G.Bioquímica Fator de calibração = Valor do padrão / (A2 .) Methods of Enzymatic Analysis.1971. meticilina.7 F= 70 (0. p. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Bergmeyer HU.. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de normalidade. Falsos Valores elevados: Hidroclorotiazida. tianterene. New Engl. Med. 444. timol. cloranfenicol.145 Valor do padrão = 70 mg/dL = 70 = 752. sulfonamidas. Hallet C. Rio de Janeiro. gentamicina.P. J.023 A2. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H. Acta 35:37. salicilato. Ltda – Revisão Maio/2005. J. ácido Etacrínico. guanetimidina. metildopa. Falsos Valores Diminuídos: fenotiazinas. cefalosporida. pois os mesmos interferem na reação. Chim. Academic Press.. Interferências: Não devem ser utilizados sais de amônia como anticoagulantes. vancomicina. diluir a amostra com água destilada.M.amostra = 0.J. Kassirer. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Uréia UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.

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