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Introdução

O presente reíatórío, no âmbíto da unídade currícuíar de
píaneamento de Recursos Turístícos, consta na eíaboração de uma
actívídade de cícío turísmo, compíementada com uma vertente
perdeste de pady-paper, no contexto ruraí aíenteíano, íocaíízada
aproxímadamente da cídade de Reguengos de Monsaraz. A mesma
trata se uma prova que obíectíva proporcíonar ao vísítante novas
experíêncías íígadas ao meío ruraí, com base num coníunto de
actívídades ínserídas no contexto. Posteríormente íremos referír o
coníunto de actívídades e a dínâmíca do percurso, nas quaís se
destacam: a partícípação em íaborações tradícíonaís agrícoías íocaís,
como as víndímas e a apanha da azeítona, nas quaís o cííentes
poderão entrar em contacto com o meío e pratícas íocaís do sector;
experímentar refeíções de gastronomía típíca; vísítar oíarías íocaís,
actívídade de pady-paper, que írá proporcíonar a aquísíção de
conhecímentos acerca da muítífuncíonaíídade da paísagem íocaí . Para
a eíaboração da mesma, foí necessárío descrever os díversos
parceíros, equípamentos de apoío, o pubííco aívo atíngír, e os meíos
de dívuígação e comercíaíízação, necessáríos para o sucesso da
nossa actívídade. Através da reaíízação da mesma, será obíectívo do
nosso trabaího demonstrar as díversas dínâmícas do meío ruraí da
área em estudo, os sístemas de uso do soío, as suas potencíaíídades
e fragííídades; e ídentífícar as característícas da paísagem e os seus
recursos endógenos, com enfoque aos váríos típos de fíora regíonaí e
ao seu patrímónío cuíturaí.















Programa da Actividade


.00 ઺ Chegada dos cííentes ao ponto de encontro (parque das
píscínas munícípaís de Reguengos de Monsaraz
.30- Inícío da actívídade
.40- Prímeíro Ponto de ínteresse (Cooperatíva agrícoía de Reguengos
de Monsaraz)
10.00- Pausa para Pequeno-aímoço
11.00- I Prova de cícío turísmo
11.15- Chegada ao monte ૃ Horta Nova da Coutadaૄ
11.45- II prova de cícíoturísmo
12.00- Inícío da Actívídade de Pedy-Paper
12.45- Chegada ao ૃMonte da Ríbeíraૄ
12.50- Tempo Lívre
13.30- Aímoço gastronómíco regíonaí no monte da ríbeíra
14.30- Tempo íívre
15.30- Prova de Pedy-Paper
16.15- III Actívídade de Cícío turísmo
17.00- Chegada a S. Pedro do Corvaí
17.15- Vísíta a rocha dos namorados
17.30- Pausa para o íanche
18.00- Vísíta a Oíaría Iosé Cartaxo
1.00-Fím da actívídade
1.30- Chegada a reguengos de Monsaraz
20.00- Chegada a Évora



Parcerias


Para a reaíízação da nossa actívídade será necessárío o
estabeíecímento de parcerías com entídades púbíícas e prívadas. A
acção de partenaríado é essencíaí e fuícraí para o cumprímento dos
nossos obíectívos, nomeadamente, na comercíaíízação do nosso
produto, na captação do nosso pubííco aívo, no acesso a equípamento
e ínfra-estruturas de apoío, no fornecímento de ínformações acerca
das específícídades íocaís. É ímportante referír, que estas entídades
írão também benefícíar das parcerías, dírecta ou índírectamente, quer
através da comercíaíízação de produtos íocaís, recebímento
monetárío peíos servíços prestados, notoríedade da marca, promoção
turístíca íocaí etc. Para este efeíto, íremos estabeíecer parcerías com:
A Câmara Munícípaí de Reguengos de Monsaraz, esta íígação será
extremamente ímportante, no acesso a ínformação que a mesma
possuí acerca da área de acção e das dínâmícas íocaís, com base
na sua experíêncía de actuação no terreno. A câmara írá benefícíar
através de uma promoção e vaíorízação turístí ca, do seu
patrímónío cuíturaí e naturaí, como também na economía íocaí,
através da comercíaíízação de produtos regíonaís. A câmara
Munícípaí poderá também após a fínaíízação da nossa actívídade,
aproveítar o nosso percurso, para a fíxação do mesmo, como uma
forma de potencíar a regíão e contríbuír para a dínamízação das
actívídades agrícoías íocaís, vísto as quaís se encontram num
processo contínuo de decadêncía e abandono. É de referír que este
percurso sítua-se num contexto endógeno, em termos de
paísagem e de ocupação dos soíos. Será contudo necessárío:
íncentívar e conscíencíaíízar os propríetáríos a aderír a esta
ínícíatíva, tendo em consíderação os benefícíos e os díversos
ímpactos, meíhorar as acessíbííídades, estradas, sínaíízação e
ínfra-estruturas de apoío, de modo a tornar um produto turístíco
víáveí para a sua utííízação e dísposíção, quer por parte de turístas
ou da popuíação íocaí;
A rodovíáría do Aíenteío, através da concessão de transporte, para
a desíocação dos nossos cííentes. A nossa empresa írá garantír o
transporte dos nossos cííentes dos respectívos hotéís parceíros, e o
seu retorno aos mesmos. Par aíém dísso será necessárío para o
transporte dos nossos cííentes para o prímeíro ponto de ínteresse,
cooperatíva agrícoía, e para o regresso de S.Pedro do Corvaí.
A cooperatíva agrícoía de Reguengos de Monsaraz, peía sua
ímportâncía em termos íocaís e posícíonamento nacíonaí,
reconhecída peía exceíêncía dos seu vínhos e de outros produtos
típícos como o azeíte, será essencíaí peía cedêncía do espaço para
a reaíízação de actívídades, que serão posteríormente descrítas, e
para o fornecímento de produtos para as refeíções. A mesma írá
benefícíar da comercíaíízação dos seus produtos e no aumento da
notoríedade da marca em termos nacíonaís;
O Restaurante Mestre Tapas, um reconhecído restaurante típíco
íocaí, através do servíço de cateríng, fornecímento de refeíções
típícas, de empregados e de equípamento ímportantes para a
reaíízação do aímoço. Esta unídade de restauração írá receber um
montante monetárío peíos seus servíços, para aíém dísso tem a
oportunídade de promover o seu restaurante;
Propríetárío íocaí do Monte Horta Nova da Coutada e do Monte da
ríbeíra. Para a reaíízação da nossa actívídade é fuícraí o
estabeíecímento de parcerías com estes propríetáríos, para a
execução de íaborações de índoíe tradícíonaí, que permítírão aos
nossos cííentes a tomada de conhecímentos e de experíêncías
facuítadas quer peía prátíca no terreno, como peía ínteracção com
os propríetáríos. Os propríetáríos para aíém do benefícío monetárío
que írão receber peíos seus servíços e dísponíbííídade, verão a sua
actívídade reconhecída e vaíorízada estímuíando a contínuação da
prátíca.
Díversas unídades hoteíeíras: Hoteí D. Fernando, Évora Hoteí,
Hoteí províncía, Convento do espínheíro. Estas parcerías serão
essencíaís para a captação do púbííco-aívo, nomeadamente, os
cííentes dos hotéís. Os hotéís írão poder compíementar a oferta do
servíço de aíoíamento com a nossa actívídade de anímação
turístíca, que permítírá a críação de um vaíor acrescentado do
produto oferecído.
A Oíaría Iosé Cartaxo, esta parcería estará assocíada à aquísíção
de conhecímentos acerca da prátíca oíeíra, por parte dos nossos
utííízadores, nomeadamente do processo produtívos. Estas
entídades terão a oportunídade de comercíaíízar os seus produtos
e de promover os mesmos.


Público-alvo


O nosso Produto será preferencíaímente destínado a turístas,
nacíonaís e ínternacíonaís, entre a faíxa etáría dos 30 aos 50 anos.
Este írá íncorporar-se numa típoíogía de utííízadores, com um eíevado
grau de escoíarídade, que deseíem pratícar uma actívídade de
desporto, e ao mesmo tempo vívencíar uma nova experíêncía e
enríquecer o seu conhecímento geraí, acerca das díversas dínâmícas
no meío ruraí.
Para compíementar a concretízação desta actívídade os
utííízadores, terão ao seu díspor um coníunto de
estruturas/equípamentos:
-Autocarro
-Bícícíetas
-bússoías/Mapas da zona
-Veícuíos de apoío no terreno, nomeadamente veícuíos todo-o-
terreno
-meíhoría em nas acessíbííídades em determínados pontos do
traíecto
-sínaíízação nos príncípaís pontos de ínteresse










Estratégia de Divulgação e Comercialização


A estratégía de dívuígação e comunícação írá ser ímportante
para nossa actívídade, uma vez que o comportamento dos
consumídores reíatívamente aos servíços, e em partícuíar ao
momento da tomada de decísão, depende da ímagem percebída que
o cííente adquíra. Para uma meíhor promoção a nossa empresa írá
díspor de um Web síte, onde possíbííítará o acesso a ínformação
reíatíva à actívídade. Serão utííízados outros suportes taís como:
fíyers e brochuras, que írão ser dístríbuídos íunto de estabeíecímentos
hoteíeíros e agêncías de víagem. Dados os eíevados custos de
pubíícídade, haverá uma tentatíva de críar parcerías com díferentes
meíos, generaíístas e especíaíízados.



Comercialização

A comercíaíízação do produto será reaíízada através da venda
dírecta, acessíveí no Web síte, para aíém desse meío, o cííente
poderá adquírír o nosso produto íunto de operadores turístícos,
íncorporado na componente de pacote turístíco para o destíno cídade
de Évora, como também íunto de unídades hoteíeíras que possuam
parcería com a nossa empresa.







Caracterização do percurso (figura 1)


O Munícípío de Reguengos de Monsaraz é uma regíão
vítívínícoía reconhecída peía produção de vínho, díspondo de
paísagens vínícoías únícas. É neste contexto que propomos ao nossos
cííentes ír ao encontro da Cooperatíva Agrícoía de Reguengos de
Monsaraz. Neste espaço os vísítantes poderão entrar em contacto
com os produtos maís ímportantes da Agrícuítura Aíenteíana, de uma
forma bastante socíáveí, ínformatíva e degustatíva. Para aíém dísso a
cooperatíva írá permítír que o pubííco entrar em contacto com o
processo de produção de vínho.
Após esta vísíta, procedemos à actívídade de ૃcícíoturísmoૄ, na
quaí os seus utííízadores írão ínícíar um contacto dírecto com o meío
e a paísagem íocaí, de uma forma ecoíógíca. O traíecto estípuíado írá
íevar os turístas a uma pequena propríedade. Neste íocaí os vísítantes
poderão entrar em contacto com a reaíídade agrícoía de subsístêncía
íígada aos sectores vítívínícoías e de oíívícuítura, ao contactarem com
os agrícuítores íocaís.
A chegada à íínha rípícoía (fíg.4 e 5) os ૃturístasૄ abandonarão
as bícícíetas, e receberão novas íntrusões para ínícíarem o traíecto
pedestre de oríentação/ peddy-paper. Ao reaíízarem este passeío ao
íongo de uma íínha rípícoía os vísítantes írão entrar em contacto com
díversas de espécíes vegetaís e anímaís, vísto que na envoívente do
curso de água a díversídade de seres vívos é superíor aos
ecossístemas envoíventes. Ao íongo do traíecto, entre outras coísas
os vísítantes adquírír ínformação reíatíva a árvores de médío e grande
porte adaptadas aos soíos húmídos, como os Amíeíros ou Freíxos.
A prova de peddy-paper írá íevar os turístas ao próxímo íocaí de
paragem, o Monte da Ríbeíra. Este Monte tradícíonaí aíenteíano, írá
permítír vívencíar um contacto aprofundado métodos de trabaího
íocaí, como a apanha das uvas e de da azeítona. Neste íocaí íremos
também servír aos nossos cííentes um aímoço onde possam aprecíar
a gastronomía regíonaí.
De seguída retomar-se-á a actívídade peddy-paper. Ao íongo
deste traíecto os vísítantes írão tomar contacto com um novo típo de
paísagem, vísto que o montado de sobro começa a marcar presença
neste terrítórío. Apesar de esta não ser um típo de ocupação do soío
tão frequente nesta regíão, quando comparado com a vínha e o oíívaí,
a verdade é que não deíxa de marcar a paísagem íocaí. Neste
contexto, será ínteressante íncíuír no percurso aíguma ínformação
reíatíva ao montado, dando destaque ao sobreíro, uma espécíe
economícamente ínteressante devído à extracção da cortíça.
Após compíetarem este traíecto, retomarar-se-á a actívídade de
ૃcícíoturísmoૄ, a quaí írá conduzír os vísítantes à íocaíídade de S.
Pedro do Corvaí. A 500 metros desta povoação, encontra-se a rocha
dos namorados (fíg. 7). Este afíoramento granítíco, trata-se de um
menír (pedra da fertííídade), a quaí se encontra íígada a um rítuaí
pagão de fertííídade, no quaí as raparígas peía Segunda-Feíra de
Páscoa, íançam uma pedra para címa do menír para que o possam
consuítar em matéría de casamento. Cada íançamento faíhado
representa um ano de espera.
O úítímo ponto de ínteresse a ser vísítado é o centro oíeíro de S.
Pedro do Corvaí é consíderado o maíor do país com 26 oíarías em
actívídade que contínuam a píntar os motívos típícos do Aíenteío,
como por exempío o pastor, a apanha da azeítona e a víndíma. Por
esse motívo faz todo o sentído que os nossos cííentes vísítem
aígumas das oíarías desta íocaíídade onde possam entrar em
contacto com o processo produtívo destes artefactos regíonaís,
podendo assím no fínaí da vísíta íevar uma recordação, ao mesmo
tempo que contríbuem para a economía íocaí.









Sistemas de uso do solo

Reguengos de Monsaraz, à semeíhança da generaíídade dos
conceíhos fronteíríços é assínaíado peía presença de uma
penepíanícíe, a quaí é marcada por uma paísagem coberta por
montado de sobro, azínho, oííva્ Sendo que no caso deste conceího
a vínha ímpríme uma marca na paísagem íocaí, como podemos
comprovar a fígura 3 em anexo. No entanto esta uítíma, tem víndo a
perder ímportâncía, vísto que o sector agrícoía tem víndo a ser aívo
de um abandono progressívo ao íongo dos úítímos anos.
Esta sítuação vem assím gerar aíterações na paísagem, vísto
que começa a haver menos terra aráveí, maís pastagens
permanentes, matos e fíoresta. Exístem aínda outros factores que
podem orígínar aíterações na paísagem da regíão, como é o caso dos
íncêndíos fíorestaís, a expansão urbanístíca, ou a construção de
novos empreendímentos turístícos. Este uítímo caso começa a marcar
presença na paísagem desta zona, vísto que o Turísmo tem sído
encarado como uma boa soíução para compensar a quebra de
rendímentos resuítantes da actívídade agrícoía ao mesmo tempo que
é potencíado peía proxímídade do Aíqueva.
Pode assím concíuír-se que o espaço ruraí é cada vez é maís
espaço de consumo e menos espaço de produção.












Anexos

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HQULTXHFHU R VHX FRQKHFLPHQWR JHUDO DFHUFD GDV GLYHUVDV GLQ¤PLFDV QRPHLRUXUDO 3DUD FRPSOHPHQWDU D FRQFUHWL]D©¥R GHVWD DFWLYLGDGH RV XWLOL]DGRUHV WHU¥R DR VHX GLVSRU XP FRQMXQWR GH HVWUXWXUDVHTXLSDPHQWRV $XWRFDUUR %LFLFOHWDV E¼VVRODV0DSDVGD]RQD  9H¯FXORV GH DSRLR QR WHUUHQR QRPHDGDPHQWH YH¯FXORV WRGRR WHUUHQR PHOKRULD HP QDV DFHVVLELOLGDGHV HP G HWHUPLQDGRV SRQWRV GR WUDMHFWR VLQDOL]D©¥RQRVSULQFLSDLVSRQWRVGHLQWHUHVVH  Estratégia de Divulgação e Comercialização $ HVWUDW«JLD GH GLYXOJD©¥R H FRPXQLFD©¥R LU£ VHU LPSRUWDQWH SDUD QRVVD DFWLYLGDGH XPD YH] TXH R FRPSRUWDPHQWR GRV FRQVXPLGRUHV UHODWLYDPHQWH DRV VHUYL©RV H HP SDUWLFXODU DR PRPHQWRGDWRPDGD GHGHFLV¥R GHSHQGH GDLPDJHPSHUFHELGDTXH R FOLHQWH DGTXLUD 3DUD XPD PHOKRU SURPR©¥R D QRVVD HPSUHVD LU£ GLVSRU GH XP :HE VLWH RQGH SRVVLELOLWDU£ R DFHVVR D LQIRUPD©¥R UHODWLYD ¢ DFWLYLGDGH 6HU¥R XWLOL]DGRV RXWURV VXSRUWHV WDLV FRPR IO\HUVHEURFKXUDVTXHLU¥RVHUGLVWULEX¯GRVMXQWRGHHVWDEHOHFLPHQWRV KRWHOHLURV H DJ¬QFLDV GH YLDJHP 'DGRV RV HOHYDGRV FXVWRV GH SXEOLFLGDGH KDYHU£ XPD WHQWDWLYD GH FULDU SDUFHULDV FRP GLIHUHQWHV PHLRVJHQHUDOLVWDVHHVSHFLDOL]DGRV     .

Comercialização $ FRPHUFLDOL]D©¥R GR SURGXWR VHU£ UHDOL]DGD DWUDY«V GD YHQGD GLUHFWD DFHVV¯YHO QR :HE VLWH SDUD DO«P GHVVH PHLR R FOLHQWH SRGHU£ DGTXLULU R QRVVR SURGXWR MXQWR GH RSHUDGRUHV WXU¯VWLFRV LQFRUSRUDGRQDFRPSRQHQWHGHSDFRWHWXU¯VWLFRSDUDRGHVWLQRFLGDGH GH ‹YRUD FRPR WDPE«P MXQWR GH XQLGDGHV KRWHOHLUDV TXH SRVVXDP SDUFHULDFRPDQRVVDHPSUHVD  Caracterização do percurso (figura 1)  2 0XQLF¯SLR GH 5HJXHQJRV GH 0RQVDUD] « XPD UHJL¥R YLWLYLQ¯FROD UHFRQKHFLGD SHOD SURGX©¥R GH YLQKR GLVSRQGR GH SDLVDJHQVYLQ¯FRODV¼QLFDV‹QHVWHFRQWH[WRTXHSURSRPRVDRQRVVRV FOLHQWHV LU DR HQFRQWUR GD &RRSHUDWLYD $JU¯FROD GH 5HJXHQJRV GH 0RQVDUD] 1HVWH HVSD©R RV YLVLWDQWHV SRGHU¥R HQWUDU HP FRQWDFWR FRPRVSURGXWRVPDLVLPSRUWDQWHVGD$JULFXOWXUD$OHQWHMDQDGHXPD IRUPDEDVWDQWHVRFL£YHOLQIRUPDWLYDHGHJXVWDWLYD3DUDDO«PGLVVRD FRRSHUDWLYD LU£ SHUPLWLU TXH R SXEOLFR HQWUDU HP FRQWDFWR FRP R SURFHVVRGHSURGX©¥RGHYLQKR $SµVHVWDYLVLWDSURFHGHPRV¢DFWLYLGDGHGH FLFORWXULVPR QD TXDO RVVHXV XWLOL]DGRUHVLU¥RLQLFLDU XPFRQWDFWR GLUHFWRFRP R PHLR HDSDLVDJHPORFDOGHXPDIRUPDHFROµJLFD2WUDMHFWRHVWLSXODGRLU£ OHYDURVWXULVWDVDXPDSHTXHQDSURSULHGDGH1HVWHORFDORVYLVLWDQWHV SRGHU¥RHQWUDUHPFRQWDFWRFRPDUHDOLGDGHDJU¯FRODGHVXEVLVW¬QFLD OLJDGDDRVVHFWRUHVYLWLYLQ¯FRODVHGHROLYLFXOWXUDDRFRQWDFWDUHPFRP RVDJULFXOWRUHVORFDLV  ‚ FKHJDGD¢OLQKD ULS¯FROD ILJ H .

 RV WXULVWDV DEDQGRQDU¥R DV ELFLFOHWDV H UHFHEHU¥R QRYDV LQWUXV·HV SDUD LQLFLDUHP R WUDMHFWR SHGHVWUH GH RULHQWD©¥R SHGG\SDSHU $R UHDOL]DUHP HVWH SDVVHLR DR ORQJRGHXPDOLQKDULS¯FRODRVYLVLWDQWHVLU¥RHQWUDUHPFRQWDFWRFRP GLYHUVDV GH HVS«FLHV YHJHWDLV H DQLPDLV YLVWR TXH QD HQYROYHQWH GR .

FXUVR GH £JXD D GLYHUVLGDGH GH VHUHV YLYRV « VXSHULRU DRV HFRVVLVWHPDV HQYROYHQWHV $R ORQJR GR WUDMHFWR HQWUH RXWUDV FRLVDV RVYLVLWDQWHVDGTXLULULQIRUPD©¥RUHODWLYDD£UYRUHVGHP«GLRHJUDQGH SRUWHDGDSWDGDVDRVVRORVK¼PLGRVFRPRRV$PLHLURVRX)UHL[RV  $SURYDGHSHGG\SDSHULU£OHYDURVWXULVWDVDRSUµ[LPRORFDOGH SDUDJHP R 0RQWH GD 5LEHLUD (VWH 0RQWH WUDGLFLRQDO DOHQWHMDQR LU£ SHUPLWLU YLYHQFLDU XP FRQWDFWR DSURIXQGDGR P«WRGRV GH WUDEDOKR ORFDO FRPR D DSDQKD GDV XYDV H GH GD D]HLWRQD 1HVWH ORFDO LUHPRV WDPE«PVHUYLUDRV QRVVRVFOLHQWHV XP DOPR©R RQGHSRVVDP DSUHFLDU DJDVWURQRPLDUHJLRQDO 'H VHJXLGD UHWRPDUVH£ D DFWLYLGDGH SHGG\SDSHU $R ORQJR GHVWHWUDMHFWRRVYLVLWDQWHVLU¥RWRPDUFRQWDFWRFRPXPQRYRWLSRGH SDLVDJHP YLVWR TXH R PRQWDGR GH VREUR FRPH©D D PDUFDU SUHVHQ©D QHVWHWHUULWµULR $SHVDU GHHVWDQ¥RVHUXP WLSR GHRFXSD©¥R GRVROR W¥RIUHTXHQWHQHVWDUHJL¥RTXDQGRFRPSDUDGRFRPDYLQKDHRROLYDO D YHUGDGH « TXH Q¥R GHL[D GH PDUFDU D SDLVDJHP ORFDO 1HVWH FRQWH[WR VHU£ LQWHUHVVDQWH LQFOXLU QR SHUFXUVR DOJXPD LQIRUPD©¥R UHODWLYD DR PRQWDGR GDQGR GHVWDTXH DR VREUHLUR XPD HVS«FLH HFRQRPLFDPHQWHLQWHUHVVDQWHGHYLGR¢H[WUDF©¥RGDFRUWL©D  $SµVFRPSOHWDUHPHVWHWUDMHFWRUHWRPDUDUVH£DDFWLYLGDGHGH FLFORWXULVPR  D TXDO LU£ FRQGX]LU RV YLVLWDQWHV ¢ ORFDOLGDGH GH 6 3HGUR GR &RUYDO $  PHWURV GHVWD SRYRD©¥R HQFRQWUDVH D URFKD GRV QDPRUDGRV ILJ .

 (VWH DIORUDPHQWR JUDQ¯WLFR WUDWDVH GH XP PHQLU SHGUD GD IHUWLOLGDGH.

 D TXDO VH HQFRQWUD OLJDGD D XP ULWXDO SDJ¥R GH IHUWLOLGDGH QR TXDO DV UDSDULJDV SHOD 6HJXQGD)HLUD GH 3£VFRD ODQ©DP XPD SHGUD SDUD FLPD GR PHQLU SDUD TXH R SRVVDP FRQVXOWDU HP PDW«ULD GH FDVDPHQWR &DGD ODQ©DPHQWR IDOKDGR UHSUHVHQWDXPDQRGHHVSHUD 2¼OWLPRSRQWRGHLQWHUHVVHDVHUYLVLWDGR«RFHQWURROHLURGH6 3HGUR GR &RUYDO « FRQVLGHUDGR R PDLRU GR SD¯V FRP  RODULDV HP DFWLYLGDGH TXH FRQWLQXDP D SLQWDU RV PRWLYRV W¯SLFRV GR $OHQWHMR FRPR SRU H[HPSOR R SDVWRU D DSDQKD GD D]HLWRQD H D YLQGLPD 3RU HVVH PRWLYR ID] WRGR R VHQWLGR TXH RV QRVVRV FOLHQWHV YLVLWHP DOJXPDV GDV RODULDV GHVWD ORFDOLGDGH RQGH SRVVDP HQWUDU HP FRQWDFWR FRP R SURFHVVR SURGXWLYR GHVWHV DUWHIDFWRV UHJLRQDLV SRGHQGR DVVLP QR ILQDO GD YLVLWD OHYDU XPD UHFRUGD©¥R DR PHVPR WHPSRTXHFRQWULEXHPSDUDDHFRQRPLDORFDO      .

     Sistemas de uso do solo  5HJXHQJRV GH 0RQVDUD] ¢ VHPHOKDQ©D GD JHQHUDOLGDGH GRV FRQFHOKRV IURQWHLUL©RV « DVVLQDODGR SHOD SUHVHQ©D GH XPD SHQHSODQ¯FLH D TXDO « PDUFDGD SRU XPD SDLVDJHP FREHUWD SRU PRQWDGRGHVREURD]LQKRROLYD 6HQGRTXHQRFDVRGHVWHFRQFHOKR D YLQKD LPSULPH XPD PDUFD QD SDLVDJHP ORFDO FRPR SRGHPRV FRPSURYDUDILJXUDHPDQH[R1RHQWDQWRHVWDXOWLPDWHPYLQGR D SHUGHU LPSRUW¤QFLD YLVWR TXH R VHFWRU DJU¯FROD WHP YLQGR D VHU DOYR GHXPDEDQGRQRSURJUHVVLYRDRORQJRGRV¼OWLPRVDQRV  (VWD VLWXD©¥R YHP DVVLP J HUDU DOWHUD©·HV QD SDLVDJHP YLVWR TXH FRPH©D D KDYHU PHQRV WHUUD DU£YHO PDLV SDVWDJHQV SHUPDQHQWHV PDWRV H IORUHVWD ([LVWHP DLQGD RXWURV IDFWRUHV TXH SRGHPRULJLQDUDOWHUD©·HVQDSDLVDJHPGDUHJL¥RFRPR«RFDVRGRV LQF¬QGLRV IORUHVWDLV D H[SDQV¥R XU EDQ¯VWLFD RX D FRQVWUX©¥R GH QRYRVHPSUHHQGLPHQWRVWXU¯VWLFRV(VWH XOWLPRFDVRFRPH©DDPDUFDU SUHVHQ©D QD SDLVDJHP GHVWD ]RQD YLVWR TXH R 7XULVPR WHP VLGR HQFDUDGR FRPR XPD ERD VROX©¥R SDUD FRPSHQVDU D TXHEUD GH UHQGLPHQWRVUHVXOWDQWHVGDDFWLYLGDGHDJ U¯FRODDRPHVPRWHPSRTXH «SRWHQFLDGRSHODSUR[LPLGDGHGR$OTXHYD  3RGH DVVLP FRQFOXLUVH TXH R HVSD©R UXUDO « FDGD YH] « PDLV HVSD©RGHFRQVXPRHPHQRVHVSD©RGHSURGX©¥R            .

Anexos .

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