PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS EMPRESA FABAC FABRICA BAIANA DE BIOCOMBUSTÍVEL

Salvador/BA 9 de Junho de 2011

PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS EMPRESA FABAC FABRICA BAIANA DE BIOCOMBUSTÍVEL

Projeto apresentado a disciplina de Segurança do Trabalho, ministrada pelo Prof. Sidval, com o intuito de obter nota para a 2° unidade do 1° semestre.

Salvador/BA 9 de Junho de 2011

...5 Monitoramento da exposição aos riscos ............................................ 2................... 3Elaboração do PPRA........ Apêndice............... 3...............................4 Reservatórios do produto (biocombustível) .............................. 4............... 5.......................... 2Operacionalização do desenvolvimento do PPRA na FABAC........... 4.......................... 4 Equipamentos de proteção individual e coletivo para uso obrigatório na FABAC...................................................................... 4.................. 3.... .................................................................................................2 NR 18........................................................ 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 6 6 7 7 7 7 7 7 8 8 8 8 8 9 9 12 12 13 13 14 14 14 15 15 16 16 18 19 21 ...........3....3 IDENTIFICAÇÃO DOS SETORES.................................. 3............. 7 Referencias Bibliograficas..................1............1 INTRODUÇÕES AO PPRA........................... ........................................... 4.........................3 Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores ............... 2..............................1 Definições de unidade piloto .....................................................................................................................................5 Área de laser.................. 2....3............................................................................................................................. ......................................... 4.......................................................................................................... 3..........................2 IDENTIFICAÇÕES DA AREA DA EMPRESA PERICIADA........................................................3. 3.................2 Definição da equipe responsável pela confecção do PPRA da unidade 2..........2 Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle .... 3......................4....4 Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia ............................3.1 Antecipação e reconhecimento dos riscos ............................................ 3............................3 Transesterificação..........6 Registro e divulgação dos dados ..................................................................SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.......................3........ ............. 3............1 Empregado....................................... .3...........3........................................................................................................ 4................... 3........................................3.3 Desenvolvimento do PPRA............ 5.................................1 NR 6......2.3........................... .... 2....... Anexo............... 1.....................2 Reservatório de etanol e óleo bruto ............................1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA. 3...................................................... 3....................................................................3..........5 IDENTIFICAÇÕES DOS RISCOS NOS SETORES......................................................................................................................4.....3.......... ...............................7 Área de refeição ........6 Administração e Rh..........................................................................................................................................................3...................3.............................. 6Conclusão............ 5 Planejamento anual de controle de segurança . 2.........1 Prensa(prensagem)...................................................................................... 2..... 2.4 SETORES E QUANTIDADE DE FUNCIONARIOS.. 2......2 empregador.................................................3 EPI¶S e EPC¶S necessário para a FABC .......4 Exigências legais para empregado e empregador para o uso dos EPI¶S.. 3.............

as disposições contidas na Norma Regulamentadora n. 2Operacionalização do desenvolvimento do PPRA na FABAC Considerando a necessidade de elaborar e implem entar o PPRA nas diversas unidades da FABAC. reconhecimento.1 Definições de unidade piloto: A equipe do Núcleo de Avaliação de Ambientes de Trabalho (NAAT) definiu. conformecontido na Norma Regulamentadora n.1 INTRODUÇÃO 1. o PPRA deverá considerar todas as situações de risco presentes nos am bientes e processos de trabalho. conforme preconizado naNR-9. Desta forma. a vigilância em saúde do trabalhador deve ser compreendida como ³uma atuação contínua e sistemática. aos fatores psicossociais e aos demais fatores de risco que venham a ser identificados e que possam comprometer a saú de dos trabalhadores. d) Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia. com a finalidade de planejar e avaliar as intervenções sobre os mesmos. A seguir são apresentados os passos sugeridos para o desenvolvimento do PPRA na unidade piloto: 2. em seus aspectos tecnológicos. como determinado na legislação. e) Monitoramento da exposição aos riscos. incluindo aquelas referentes aos riscos ergonômicos e de acidentes. incluindo. avaliação econtrole da ocorrência de situações de riscos existentes ou que venham a existir nos ambientes e nos processos de trabalho.º 32 ± Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde. Para fins desta proposta. a Diretoria de . pesquisar e analisar os fatores determinantes dos problemas de saúde relacionados aos processos e ambientes de trabalho.º 9 ± Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (NR-9). em reunião realizada no dia 31 de setembro de 2011. item 9. sugeriu-seque o seu desenvolvimento fosseiniciado em uma unidade piloto. o PPRA deverá incluir as seguintes etapas: a) Antecipação e reconhecimentos dos riscos. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. f) Registro e divulgação dos dados. As ações do Programa serão desenvolvidas nas unidades da FABAC e.3. social e epidemiológico. também. através da antecipação. conhecer. além dos agentes físicos.1 da NR-9.1 INTRODUÇÕES AO PPRA O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) visa à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores da Fabrica Baiana de Biocombustível da Bahia (FABAC). c) Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores. b) Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle. De acordo com a legislação. de forma a eliminá-los´ (Brasil. deverão ser parte integrante do conjunto mais amplo das atividades de promoção e de vigilância da saúde dos trabalhadores desenvolvidas na Instituição. no sentido de detectar. químicos e biológicos. 1998). ao longo do tempo.

a etapa de reconhecimento deverá conter a identificação dos riscos biológicos mais prováveis. c) Identificação das possíveis trajetória s e dos meios de propagação dos agentes noambiente de trabalho. quandopertinentes (item 9.3. Esta equipe será responsável pela execução de todas as etapas de desenvolvimento do PPRA da unidade. h) Descrição das medidas de controle já existentes. b) vias de transmissão e de entrada. b) Determinação e localização das possíveis fontes geradoras. propõe-seque sejam confeccionados os mapas de riscos das unidades. considerando: a) fontes de exposição e reservatórios. como preconizado em legislação específica ³. . o desenvolvimento do PPRA será realizado conforme descrito aseguir: 2.3 Desenvolvimento do PPRA: Considerando a legislação vigente. d) Identificação das funções e determin ação do número de trabalhadores expostos. em função da localização geográfica e da característica do serviço de saúde e seus setores.2. d) persistência do agente biológico no ambiente. e) estudos epidemiológicos ou dados estatísticos. Como forma de integrar os trabalhadores ao processo de desenvolvimento do PPRA. f) Obtenção de dados existentes na empresa. 2.2. 2. Com base na Norma Regulamentadora 32. Para esta atividade os laudos ambientais também configuram uma fonte de informações iniciais. disponíveis naliteratura técnica.Recursos Humanos (DIREH) como unidade piloto para o desenvolvimento do PPRA. haja vista o processo de acreditação a que está sendo submetido o Núcleo de Saúde do Trabalhador (NUST).3. da NR -9): a) Identificação dos riscos.1 Antecipação e reconhecimento dos riscos: A legislação determina que nesta etapa sejam observados os seguintes itens. c) transmissibilidade.3. indicativos de possível comprometimentoda saúde decorrente dos riscos presentes no ambiente e/ou processo de trabalho. g) Possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados. o que deverá ser feito pela coletividade dos trabalhadores. item 32.2 Definição da equipe responsável pela confecção do PPRA da unidade: Recomendou-se que as equipes fossem formadas com a participação de pelo menos um engenheiro outécnico de segurança do trabalho.1. f) outras informações científicas. e) Caracterização das atividades e do tipo da exposição. patogenicidade e virulência do agente.

. tais equipamentos necessitam ser calibrados e.4 Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia: Esta etapa. dada a grande gama de agentes a serem a valiados. bem como os procedimentos de coleta e análise de amostras. 4Grupo Homogêneo de Exposição: corresponde a um grupo de trabalhadores que experimentam exposiçãosemelhante.3 Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores: O planejamento da avaliação da exposição dos trabalhadores aos agentes ambientais deverá levarem consideração a capacidade técnica da CST para sua realização.º 25. há disponibilidade de instrumentos para a mensuração de nível de pressão sonora. taiscomo: necessidade de intervenção no ambiente. bem como a substituição de equipamentos considerados como obsoletos em função do uso a que se destinam.da Secretaria de Segurança no Trabalho/SST/MTE). por exemplo. Todavia. número de trabalhadores adoecidos em função da exposição a agentes específicos. complementados com outros instrumentos. Desta forma.2 Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle: Com base nas informações obtidas na etapa de reconhecimento dos riscos será possível planejar asações subsequentes para a confecção do PPRA. 2. n ível de iluminamento.3. Considerando o exposto anteriormente e até que a CST disponha de todo o instrumental necessário para a avaliação de todos os agentes ambientais encontrados nos ambientes e processos de trabalho da FABAC. índice de sobrecarga térmica. entre outros. uma vez que. poderá ser necessária a elaboração de projetos que eliminem ou mitiguem os riscos identificados como possíveis determinantes da saúde dos trabalhadores. para a avaliação de alguns parâmetros. possibilitando identi ficar as situações em que serão necessárias outras avaliações (quantitativas e/ou qualitativas). no que tange à implantação de medidas de controle. exposição a substâncias carcinogênicas.3. a aquisição de outros instrumentos específicos se fará necessária. torna-se imprescindível o estabelecimento de uma rede de laboratórios que apoiem a avaliação da exposição aos agentes identificados.2. de forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo sejarepresentativo da exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo.º1. deverá ser realizada em articulaçãocom as unidades da FABAC. de 20/12/1995. _____________________________________ ³Portaria SSST/MTE n. (Instrução Normativa n. Outros critérios de priorização poderão ser definidos a critério da equipe responsável.3. Atualmente. 2. umidade relativa do ar e velocidade do ar. O m apeamento de riscos contribuirá para o estabelecimento de prioridades para avaliação e controle.Para a avaliação da exposição aos agentes ambientais identificados deverão ser de finidas asestratégias de amostragem. Sugere-se a identificação de grupos homogêneos de exposição (GHE)4. de 29 de dezembro de 1994.

utilizadas nos setores também deverão fic ar disponíveis no sistema com a data de implantação. da NR -9. e (c) Afixação dos mapas de riscos nas unidades.a partir do monitoramento da exposição dos trabalhadores aos riscos.3. (b) Reuniões com grupos de trabalhadores das unidades. 2. O PPRA deverá ser constituído de um documento base.6 Registro e divulgação dos dados: O registro dos dados. Este documento ficará arquivado na CST e na respectiva unidade. poderá ser feito em um sistema de informaçõesque permita o r egistro histórico de todos os resultados de monitoramento da exposição dos trabalhadores aos riscos nos ambientes de trabalho. uma vez que se propõe a participação dos trabalhadores neste processo. para avaliação da eficácia das medidas de controle. tanto através das avaliações dos agentes presentes nos ambientes de trabalho.4. possibilitando o reconhecimento de novos fatores de riscos e a avaliação da eficácia das ações de controle implementadas. individuais ou coletivas.5 Monitoramento da exposição aos riscos: A avaliação sistemática será orientada de forma a garantir uma vigilância permanente das situaçõesde riscos presentes nos ambientes de trabalho. Esta etapa. A divulgação dos dados para a força de trabalho da FABAC será feita durante odesenvolvimento do PPRA. Esses relatórios serão analisados periodicamente pela equipe doNAAT. de um sistema de informações que armazene os dados de monitoramento ambiental e dos exames periódicos e forneça relatórios a partir dos indicadores selecionados.2. 2.3. por período mínimo de 20 (vinte) anos. conforme determinado no item 9. que inclua os resultados obtidos emcada etapa do desenvolvimento do PPRA.3.A avaliação da eficácia das medidas de controle será obtida através de indicadores definidos. como através dos resultados dos exames periódicos dos trabalhadores (eventos sentinelas).8. . Sugere-se que o desenvolvimento. em conjunto com o Serviço de Informática (SEINFO) e com o Núcleo de Informação em Saúde do Trabalhador (NIST/CST). Outras formas de divulgação poderão ser através: (a) Informativo CST para os servidores dasunidades. conforme sugerido no item 3. assim como a de avaliação dos riscos. levando em consideração a capacidade técnica (equipamentos. deverá ser planejada de acordo com a periodi cidade estabelecida pela equipe técnica. As informações sobre as medidas de controle. identificação dos responsáveis técnicos e indicadores de eficácia. análise e metodologia) disponível na CST e a possibilidade de apoio da rede de laboratórios.

32-2 CNPJ: 28.físicos. 3. 3. introduzidas pelas moegas.2 IDENTIFICAÇÕES DA AREA DA EMPRESA PERICIADA A empresa FABAC possui uma área extensae bem arejada. também com destino pré definido. setores administrativos.3 IDENTIFICAÇÃO DOS SETORES 3. BA. ruídos. ergonômicos.3. riscos químicos .1 Prensa(prensagem) Esmagadora de sementes de oleaginosas por meio de placas com canais espirais e ranhuras. através dos furos da ranhura espiralada. sendo coletado por uma bacia que contem uma tela/filtro para purificação do óleo destinado a excipiente adequado. Abelardo de Barros. constituído de uma estrutura em perfis de ferro laminado . . CNAE: 19. A empresa possui setores de riscos altos na qual foram cuidadosamente periciados e deveram ser diariamente supervisionados. é uma substância orgânica obtida da fermentação de açúcares. alimentícios tambémforam periciados e pautados. produz o esmagamento de sementes de oleaginosa s. contra as placas com ranhuras retas. sendo os resíduos direcionados à porta de saída (7) da torta residual. 3. que contem furos que. CEP: 20521-030.3. fazendo com que o óleo seja expelido para cima. luminosidades .2 Reservatório de etanol e óleo bruto O etanol (CH3CH2OH). ventilação. também chamado álcool etílico e. laser. n°891. manipulações de produtos perigosos são vistos a toda hora e deverão ser analisados com devido rigor.3Elaboração do PPRA 3.281/0001 -16 Grau de Risco: 3 Quantidade de funcionários: 163 funcionários Descrição da atividade da empresa: fabricação de combustível através da matéria prima encontrada na natureza não derivada do petróleo. hidratação do etileno ou redução a acetaldeído. simplesmente álcool. na linguagem popular.953. biológicos e qualquer outro motivo que venha causar qualquer tipo de acidente. Equipamento do campo da mecânica. a coplada ao eixo do motor de acionamento. procuramos focar nossa atenção nos exercícios operacionais realizados pelos funcionários e maquinários no ambiente de trabalho. composto de uma placa superior com ranhura espiral. Camaçari.1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Nome: FABAC (Fabrica Baiana de Biocombustível) Endereço: Rua Dr.

vinho e aguardente.6 Administração e Rh Setor responsável pelo financeiro. A área é composta por TV a cabo. jogos e descansos. que é removida por decantação. são dois alojamentos sendo um a céu aberto e outro coberto. dando mais durabilidade e economia ao mesmo.7 Área de refeição Setor destinado ao fornecimento de alimentação diária dos funcionários da FABAC. etanol. 3. Esse produto altamente explosivo e administrados por meio de dutos ou transporte terrestre é mantido em reservatórios cilíndricos para a mistura com o óleo prensado. constituindo assim um mercado em ascensão para um combustível obtido de maneira renovável e o estabelecimento de uma indústria de química de base.3. proporcionando isolamento da corrosão.3. Nesse processo. poliuretano ou similar. 3. .3. programa que visa o bem estar dos funcionários e seu cotidiano profissional.3. O processo inicia-se juntando o óleo vegetal com um álcool (metanol. bem como na indústria de perfumaria . butanol) e catalisadores (que podem ser ácidos. O éster metílico de ácido graxo formado possui uma viscosidade menor que o triacilglicerol utilizado como matéria -prima.4 Reservatórios do produto (biocombustível) Reservatório de combustível Constituído a partir de um molde e chapa de aço ou similar dobrada e soldada.3 Transesterificação A transesterificação é o processo mais utilizado atualmente para a produção de Biodiesel. focos de ferrugem. propanol. sustentada na utilização de biomassa de origem agrícola e renovável. Processado através de maqui nário adequado. básicos ou enzimáticos). formando-se uma camada homogênea do produto para o revestimen to interno e externo. reuniões com intuito de mudançase reformas na empresa. no reservatório é injetado plástico PVC. obtém-se um éster metílico de ácido graxo e glicerina como subproduto. No Brasil. Subdivididoem cozinha e praça de alimentação.encontrado em bebidas como cerveja. 3. 3. tal substância é também muito utili zada como combustível de motores de explosão.3. contratações. 3.5 Área de laser Área voltada para os funcionários da FABAC com o proposito de descanso após as refeições e intervalos de trabalho. documentos.

movimentos repetitivos. Verificar condições do mobiliário.5 IDENTIFICAÇÕES DOS RISCOS NOS SETORES. proibição de prêmios de produtividade.4 SETORES E QUANTIDADE DE FUNCIONARIOS Setor Prensa Reservatório de Etanol e óleo bruto Transesterificação Reservatórios Administração RH Refeitório Quantidade de funcionários 20 45 45 15 20 8 10 Homem Mulher 18 39 45 9 12 2 6 2 6 0 6 8 6 4 3. etc. fiscalização dos maquinários. Outras exigências devem ser verificadas como esforço visual e iluminação. umidade. posição estática e ou incomoda o trabalhador. Todo processo é realizado por computadores que controlam a quantidade das substancias. minimização de jornada ou proibição de horas extras no caso de risco ergonômico elevado. Trabalho em pé requer bancos para os momentos de pausa. como pausas regulares de 10 minutos por hora trabalhada. Óculos. _______________________________________________________________ Setor: Reservatório de Etanol e óleo bruto N° de funcionários: 45 Função: Setor responsável pelo armazenamento do etanol com o óleo bruto produzido após a etapa de prensagem. existência de máquinas ou saliências que forçam grupos musculares. Verificar de a opera ção da máquina exige movimentos com excesso de força. Protetor auricular. . Medida de controle: Verificar se a máquina se adequa às características e necessidadesdos operadores.3. Setor: Prensa N° de funcionários: 20 Função: Colocar os derivados (sementes) na esteira rolante para a prensagem via maquinário. Podem ser necessárias medidas de organização do trabalho. Luva nitrílica. calor) M Causa e fontes dos riscos: Maquinários Funcionários expostos: 20 EPI¶S: Capacetes. Riscos: Físico MédioM(Ruídos. Vibrações. existência de acentos adequados. controle computadorizado. Botas e Mascararespiratória descartável ffp1..

. óculos de segurança com apele. Não direcionar o material espalhado para quaisquer sistemas de drenagem púb lica. Cons ervar o produto recuperado para posterior eliminação Neutralização: Absorver com terra ou material absorvente Disposição: Não dispor em lixo comum. se possível. Funcionários expostos: 45 EPI¶S: Capacetes . Botas e Mascara respiratória descartável ffp1. mananciais ou solos. roupas e luvas impermeáveis. Isolar o vazamento de todas as fontes de ignição Controle de poeira: Não se aplica (liquido) Prevenção da Inalação e do contato Usar botas.Riscos: Físicos MédioM G (ruídos). De acidentes Grande G( eletricidade. probabilidade de incêndio ou explosão. vapores).Luva nitrílica. Estancar o Vazamento se isso puder ser feito sem risco. fagulhas. impedir centelhas. Métodos para limpeza: Recuperação: Recolher o produto em recipiente de emergência. Medida de controle: Precauções Pessoais: Remoção de fontes de ignição: Eliminar todas as fontes de ignição. Evitar fazer este arraste. Confirmar. mucosas e olhos: herméticos para produtos químicos e proteção respiratória adequada. produtos inflamáveis. outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de ac identes). Todo processo é controlado por um sistema de computadores que controlam o processo do principio ao fim. Óculos. G Ergonômico Médio MM ( trabalho em turno e noturno). tubulações com temperatura elevada. Evitar a possibilidade de contaminação de águas superficiais e mananciais. Precauções ao meio ambiente: Usar Neblina d'água para reduzir os vapores mas isso não evitará a ignição em locais fechados.Químicos Grande G(gases. para posterior recuperação ou descarte. O arraste com água deve levar em conta o tratamento posterior da água contaminada. no caso de vazamento ou contaminação de aguas superficiais. Causas e fontes dos riscos : Equipamentos elétricos. Não descartar no sistema de esgoto ou em cursos d'água. A disposição final desse material deverá ser acompanhada por especialista e de a cordo com a legislação ambiental vigente. Nota: Contatar o órgão ambiental local. Protetor auricular. Setor: Transesterificação N° De funcionários: 45 Função: Setor responsável pelo processo da mistura das substancias (óleo bruto e etanol) produzidas e armazenadas. chamas e não fumar na área de risco. devidamente etiquetado e bem fechado.

outras situações causadoras de stress. outras situação de riscos que poderão contribuir para a ocorrencia de acidentes) Causas e fontes de risco: virus transmitidos por outros funcionarios. substancias compostas ou produtos químicos em geral. Protetor auricular.sistema eletrico. acessorios inadequados para o manuseio dos equipamentos eletricos. monotonia e repetitividade. tubulações com temperatura elevada. Óculos. probabilidade de incêndio ou explosão . Luva nitrílica. calor). Medida de Controle: Mesmo sistema usado no setor Etanol Setor: Reservatório N° de funcionários: 15 Função: Armazenamento do produtoem estado final para a comercialização. Botas e Mascara respiratória descartável ffp1 Medidas de controle: Mesmo sistema usado no setor Etanol Setor: Administração e RH e Refeitorio N° de funcionarios: 38 Função: Setor responsavel pela parte contabil. probabilidade de incêndio e explosão. Ergonomicos Medio M( exigencia de postura inadequada. controlar custos e gastos. substancia composta ou produtos químicos em geral) . . De acidentesGrande G (elétrico. produtos inflamáveis. área para refeição. Protetor auricular. outras situações de riscos que poderão contribuir para ocorrência de acidentes) Causas e fontes de risco: Equipamentos elétricos. escesso de trabalho. inibir possíveis erros de má administração e contratos empregatícios. produtos inflamáveis Funcionários expostos: 45 EPI¶S: Capacetes. produção de refeições. dar acessória. Funcionários expostos: 15 EPI¶S: Capacetes. Biologicos Medio M (virus). Ergonômicos Médio M (Trabalho em turno e noturno). Luva nitrílica.Riscos: Físico MédioM(ruído. De acidentes Medio M ( arranjo fisico inadequado. vapor. Óculos. Funcionários expostos: 28 / 10 EPI¶S: Não é nescessario.Ergonômicos Médio M ( Trabalho em turno e noturno). outras situações de riscos que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes) Causas e fontes de risco: Equipamentos elétricos. analise psicológicas. imposição de ritimos execivos. vapor. controlado por sistemas de válvulas computadorizadas. evitar cortes desnecessários e cortar as extravagancias.radiações não ionizantes). De acidentes Grande G ( eletricidade. eletricidade. Riscos: Físicos Medio M ( ruidos.Químico GrandeG(gases. Botas e Mascara respiratória descartável ffp1. tubulações com temperatura elevada.uso de maquinas. controle rigido de produtividade. Riscos: Químico GrandeG( gases.fisico e ou psiquico). probabilidade de incêndio ou explosão.

prevê a utilização do EPI como uma dessas medidas. todo dispositivo ou produto. A Lei 6514 de dezembro de 1977. alternancia de serviço para evitar monotonia e escesso de trabalho repetitivo. que é o Capítulo V da CLT. Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora . A Seção IV desse capítulo. de uso individual utilizado pelo traba lhador. sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos empregados. estabelece a regulamentação de seg urança e medicina no trabalho. A legislação que trata de EPI no âmbito da segurança e saúde do trabalhador é estabelecida pela Consolidação da s Leis do Trabalho (CLT).Programa de Prevenção de Riscos Ambientais . considera-se Equipamento de Proteção Individual -EPI.3.no item relativo às medidas de controle.5. e a obrigatoriedade de o EPI ser utilizado apenas com o Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). deverão ser adotadas outras medidas. 4 Equipamentos de proteção individual e coletivo para uso obrigatorio na FABAC (NR 6 e 18) 4.Medidas de controle Quando comprovado pelo empregador ou instituição a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva. estabelece a obrigatoriedade de a empresa fornecer o EPI gratuitamente ao trabalhador. ou ainda em caráter complementar ou emergencial. gratuitamente. destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Artigo 167 .4 . ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo. porém. A regulamentação sobre o uso do EPI é estabelecida pelas Normas Regulamentadoras 6 e 9. A NR 9 ± que regulamenta o PPRA . composta pelos artigos 166 e 167.1 NR 6 6.NR. Artigo 166 .1. planejamento ou implantação. obedecendo -se à seguinte hierarquia: . Deve-se lembrar.O equipamento de proteção só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho´.A empresa é obrigada a fornecer aos empregados. que o EPI só deve ser utilizado após a comprovação da impossibilidade de adoção de medidas de proteção coletiva. conforme apresentado a seguir: 9.Medida de controle: Uso de acessorios para postura melhores. do MTE. equipamentos de proteção individual adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento.

EPI´. iluminação de emergência. Luva nitrílica. estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o fornecimento. Óculos de proteção em acrílico. Botas e Mascara respiratória descartável ffp1 Exaustores. seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco que o trabalhador está exposto e à atividade exercida.1. 4. . com a respectiva identificação dos EPIs utilizados para os riscos ambientais. de planejamento e deorganização.1.5.NR estabelece diretrizes de ordem administrativa.3 EPI¶S e EPC¶S necessário para a FABC EPI¶S (equipamento de proteção individual) EPC¶S (equipamento de proteção coletiva) Capacetes. 2. caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores. a conservação. utilização de Equipamento de Proteção Individual . no mínimo: 1. extintores classe A e B. a guarda. Protetor auricular.1 Esta Norma Regulamentadora . a manu tenção e a reposição do EPI.Utilização de EPI A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar as Normas Legais e Administrativas em vigor e envolver. nas condições e no meio ambiente d e trabalho na Indústria da Construção.´ 4. 2.5 . visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas.3. pias. a higienização.2 NR 18 18. que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos. paredes acústicas e térmicas. ventiladores. considerando -se a eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário. 3. 4. programa de treinamento dos trabalhadores quanto a sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece. o uso. alarmes. medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho. No item relativo à utilização de EPI a NR 9 estabelece o seguinte: 9.

zelando para qu e não extravie ou sofra danos. ou seja. 4. Os danos consequentes do uso diário são normais. será lícito o desconto em salário. 482. CLT) . não devendo ser levados em conta. do valor do dano causado pelo empregado. NR-1.CLT.o trabalhador não saber como usar o EPI e inutilizá-lo ou provocar acidente. Afim de que o empregado fique ciente dessas disposições. se comprovada a falta de orientação e de treinamento adequado. "e". 1º) autoriza o desconto. ainda. a negligência. ser caracterizada a culpa. em salário. seria utilizar o EPI para outras finalidades.4. Poderá.7 "B"). Ficando comprovada a desídia. . 157. seria deixar de guardar o EPI em lugar seguro ou não conservá-lo sob sua responsabilidade. sempre será útil mencioná-las nas ordens de serviço sobre Segurança e Medicina do Trabalho (art. c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para o uso. não desvirtuando o seu uso correto. II. Os danos deverão ser considerados com absoluto critério. No recibo que o empregado deve assinar por oc asião da entrega do respectivo EPI é nulo de pleno direito tentar transferir a ele a responsabilidade pela utilização correta e adequada do EPI. ensejo em que poderá ser envolvida a responsabilidade da empresa. envolvendo critérios de negligência. imprudência e imperícia. A Consolidação das Leis do Trabalho (art.4.1Empregado: a) usá-lo apenas para a finalidade a que se destina. a imperícia . 1.2 empregador: a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade. poderá resultar na qualificação de falta grave ensejadora da dispensa por justa causa (art. 462.4. A imprudência. Quando o dano foi provocado conscientemente pelo empregado (e aí fica caracterizado o dolo).4 Exigencias legais para empregado e empregador para o uso dos EPI¶S 4. b) responsabilizar-se por sua guarda e conservação.

f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. na ocorrência de riscos ambientais nos locais de trabalho que coloquem em situação de gra ve e iminente risco umou mais Trabalhadores. c) fornecer ao traba lhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no 2trabalho. Para isto é necessário determinar prioridades. d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. quem é responsável pela resolução de determinado problema e ter certeza de que todos estão envolvidono trabalho de uma forma ativa. comunicando o fato ao superior hierárquico direto para as devidas providências.b) exigir seu uso. 5. guarda e conservação. O Empregador deverá garantir que. Sempre que vários Empregadores realizem simultaneamente atividades no mesmo local de trabalho terão o dever de executar ações integ radas para aplicar as medidas previstas no PPRA visando à proteção de todos os Trabalhadores expostos aos riscos ambientais gerados. . e) substituir imediatamente. quando danificado ou extraviado.O plano também permitirá verificar se astarefas estão sendo cumpridas nos prazos determinados. 5Planejamento anual de controle de segurança As implantações e aplicações dos projetos e dos planos de ações são de inteira responsabilidade do empregador com o único proposito de seguir as normas aplicadas a este PPRA para a segurança dos funcionários que trabalham na FABAC. Muitos problema s são limitados pelo fator tempo. os mesmos possam interromper de imediato as suas atividades. O plano de ação é extremamenteimportante para garantir que os sindicalistas cuidem de diversos assuntos mesmo quando o tempo está em falta.1 Informações Os Trabalhadores Interessados terão o direito de apresentar propos tas e receber informações e orientações a fim de assegura a proteção aos riscos ambientais identificados na execução do PPRA. sendo assim monitorada diariamente para o sucesso do mesmo. e. Os Empregadores deverão informar os Trabalhadores de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que possam origina r-se nos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para prevenir ou limitar tais riscos e para proteger-se dos mesmos.

.5. Esse documento deve estar a disposição legal para os colaboradores e seus funcionários para que os mesmo possam estar ciente da situação em que se encontra a empresa em que prestam serviço.2 Documento de plano de ação Priorização Grau 1 Grau 2 Grau 3 das ações Normal Grande Urgente Planos de ação de Mês em que as ações serão aplicadas segurança Meses JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ DDS (dialogo diário de segurança) Treinamentos do uso de EPI e EPC Treinamento de da brigada de incêndio Treinamento de emergência Avaliação dos EPI e EPC Avaliação de funcionários Analise de novos riscos Treinamento ambiental Avaliação medica Monitoramento das aplicações pelo PPRA Divulgação do PPRA para os colaboradores e funcionários 6 Conclusão A realização desse programa. o PPRA. Esse documento terá a validade de 1 ano tendo em vista refaze-lo caso haja necessidade por motivo de alteração na estrutura empresarial da FABAC ou em seu meio ambiente. teve o intuito de mostrar as áreas de risco e possíveis acidentes em seu ambiente de trabalho. com o intuito de preservar a integridade física e moral do trabalhador.

BA9 de junho de 2011 _________________________________________ Carimbo e assinatura do representante da empresa responsável pela implementação do PPRA _______________________________________________________________ . dirigidas a empresa. Ustani Robson Freire de Almeida Técnico de Segurança do Trabalho Reg. Caso esse documento seja recebido com rasuras.Nota de Confidencialidade: As informações contidas nesse Documento -base. Responsável pela elaboração do Documento-base do PPRA _______________________________________________________________ Salvador. são confidenciais e protegidas por lei. 0111 MTE. favor informar-nos imediatamente. N°.

blogspot.com/2008_12_01_archive.mte.<http://www. disponível em: . acesso em 08 de junho de 2011 .org/Documentos/DCBR_Plano_de_acao_29_30.pdf >. Atlas. acesso em 08 de junho de 2011 Bertoli.slideshare.2004. 67ª.html >. acesso em: 08 de junho de 2011 Slideshare. acesso em : 08 de junho de 2011 Eu trabalho Seguro. <http://eutrabalhoseguro.br/portal mte/>.disponível em: . disponível em: .05. http://portal. disponível em: . Sergio Luís.<http://www.gov. NR vigente no pais Ministério do trabalho e emprego. Como Preparar um Plano de Ação .7 BIBLIOGRAFIA Segurança e Medicina do Trabalho. Publicado por: TransnationalsInformation Exchange. Ed. 2002.tiebrasil.net/krlosars/modelo -dedocumento-base-do-ppra>.

APÊNDICE .

.APÊNDICE A FORMULARIO DE REGISTRO DAS APLICAÇÕES DO PPRA Registro das aplicações do PPRA Empresa: Endereço Relativo ao período de: Data Resultado da Revisão Requisitos da NR 9 Situação Assinatura Obs.

ANEXO .

Declaro para os devidos fins. . . Assinatura do colaborador: ________________________________________________________ _____________________________ INSTRUTOR . que recebi da EMPRESA. Os seguintes treinamentos: (1) ADMISSIONAL( ) (2) PERIÓDICO ( ) (3) MUDANÇA DE FUNÇÃO ( ) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A) ACIDENTE DE TRABALHO . . C) D) E) F) G) H) I) J) K) CIPA PERDA AUDITIVA EPI`S / EPC`S PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS DOENÇAS OCUPACIONAIS DERMATOSE NA CONSTRUÇÃO CIVIL ERGONOMIA APLICADA NO TRABALHO HIGIENE E LIMPEZA NO TRABALHO UTILIZAÇÃO ADEQUADA DE EPI´S (TREINAMENTO PRÁTICO) Declaro que estou de acordo e consciente para com cumprimento das normas da empresa e da NR-18 (PCMAT).DE ACIDENTE.FÍSICOS.ANEXO A MODELOS DE RERMO PARA TREINAMENTOS TREINAMENTO S. .CAUSAS.r.CONSEQUÊNCIAS. .BIOLÓGICOS.MEIOS DE PREVENÇÃO.ERGONÔMICO. .. .QUÍMICOS.. B) RISCOS AMBIENTAIS .