LEI Nº 8.

112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.
c Publicada no DOU de 12-12-1990. c Lei nº 9.962, de 22-2-2000, disciplina o regime de emprego público do pessoal da Administração federal direta, autárquica e fundacional. c Dec. nº 5.707, de 23-2-2006, institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional e regulamenta dispositivos desta Lei. c Dec. nº 5.961, de 13-11-2006, institui o Sistema Integrado de Saúde Ocupacional do Servidor Público Federal – SISOSP.

TíTuLO I – Capítulo ÚniCo Das DIspOsIçõEs pRELIMINaREs art. 1º Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas federais.
c Lei nº 11.440, de 29-12-2006, institui o regime jurídico dos servidores do serviço exterior brasileiro.

art. 2º Para os efeitos desta Lei, servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público.
c Lei nº 9.962, de 22-2-2000, disciplina o regime de emprego público do pessoal da Administração federal direta, autárquica e fundacional.

art. 3º Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. Parágrafo único. Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, são criados por lei, com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos, para provimento em caráter efetivo ou em comissão. art. 4º É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei. TíTuLO II – Do provimento, vaCânCia, remoção, reDistribuição e substituição Capítulo I DO pROvIMENTO Seção I Disposições Gerais art. 5º São requisitos básicos para investidura em cargo público: I – a nacionalidade brasileira; II – o gozo dos direitos políticos; III – a quitação com as obrigações militares e eleitorais; IV – o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo; V – a idade mínima de dezoito anos; VI – aptidão física e mental. § 1º As atribuições do cargo podem justificar a exigência de outros requisitos estabelecidos em lei. § 2º Às pessoas portadoras de deficiência é assegurado o direito de se inscreverem em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras; para tais pessoas serão reservadas até 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas no concurso. § 3º As universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológica federais poderão prover seus cargos com professores, técnicos e cientistas estrangeiros, de acordo com as normas e os procedimentos desta Lei.
c § 3º acrescido pela Lei nº 9.515, de 20-11-1997.

art. 6º O provimento dos cargos públicos far-se-á mediante ato da autoridade competente de cada Poder. art. 7º A investidura em cargo público ocorrerá com a posse. art. 8º São formas de provimento de cargo público: I – nomeação; II – promoção; III e IV – Revogados. Lei nº 9.527, de 10-12-1997; V – readaptação;

VI – reversão; VII – aproveitamento; VIII – reintegração; IX – recondução. Seção II Da Nomeação art. 9º A nomeação far-se-á: I – em caráter efetivo, quando se tratar de cargo isolado de provimento efetivo ou de carreira; II – em comissão, inclusive na condição de interino, para cargos de confiança vagos.
c Inciso II com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

Parágrafo único. O servidor ocupante de cargo em comissão ou de natureza especial poderá ser nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade.
c Parágrafo único com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

art. 10. A nomeação para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos, obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade. Parágrafo único. Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do servidor na carreira, mediante promoção, serão estabelecidos pela lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira na Administração Pública Federal e seus regulamentos.
c Parágrafo único com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

Seção III Do CoNCurso públiCo art. 11. O concurso será de provas ou de provas e títulos, podendo ser realizado em duas etapas, conforme dispuserem a lei e o regulamento do respectivo plano de carreira, condicionada a inscrição do candidato ao pagamento do valor fixado no edital, quando indispensável ao seu custeio, e ressalvadas as hipóteses de isenção nele expressamente previstas.
c Artigo com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997. c Dec. nº 6.593, de 2-10-2008, regulamenta este artigo, quanto à isenção de pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos realizados no âmbito do Poder Executivo Federal.

art. 12. O concurso público terá validade de até 2 (dois) anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. § 1º O prazo de validade do concurso e as condições de sua realização serão fixados em edital, que será publicado no Diário Oficial da União e em jornal diário de grande circulação. § 2º Não se abrirá novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado. Seção IV Da posse e Do exerCíCio art. 13. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei. § 1º A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento.
c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

§ 2º Em se tratando de servidor, que esteja na data de publicação do ato de provimento, em licença prevista nos incisos I, III e V do art. 81, ou afastado nas hipóteses dos incisos I, IV, VI, VIII, alíneas a, b, d, e e f, IX e X do art. 102, o prazo será contado do término do impedimento.
c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

§ 3º A posse poderá dar-se mediante procuração específica. § 4º Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação.

c § 4º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

§ 5º No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.
c Art. 13 da Lei nº 8.429, de 2-6-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). c Lei nº 8.730, de 10-11-1993, estabelece a obrigatoriedade da declaração de bens e rendas para o exercício de cargos, empregos e funções nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

§ 6º Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo previsto no § 1º deste artigo. art. 14. A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial. Parágrafo único. Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo. art. 15. Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. § 1º É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse. § 2º O servidor será exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança, se não entrar em exercício nos prazos previstos neste artigo, observado o disposto no art. 18. § 3º À autoridade competente do órgão ou entidade para onde for nomeado ou designado o servidor compete dar-lhe exercício. § 4º O início do exercício de função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação, salvo quando o servidor estiver em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal, hipótese em que recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento, que não poderá exceder a trinta dias da publicação.
c Art. 15 com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

art. 16. O início, a suspensão, a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do servidor. Parágrafo único. Ao entrar em exercício, o servidor apresentará ao órgão competente os elementos necessários ao seu assentamento individual. art. 17. A promoção não interrompe o tempo de exercício, que é contado no novo posicionamento na carreira a partir da data de publicação do ato que promover o servidor.
c Artigo com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

art. 18. O servidor que deva ter exercício em outro município em razão de ter sido removido, redistribuído, requisitado, cedido ou posto em exercício provisório terá, no mínimo, dez e, no máximo, trinta dias de prazo, contados da publicação do ato, para a retomada do efetivo desempenho das atribuições do cargo, incluído nesse prazo o tempo necessário para o deslocamento para a nova sede. § 1º Na hipótese de o servidor encontrar-se em licença ou afastado legalmente, o prazo a que se refere este artigo será contado a partir do término do impedimento. § 2º É facultado ao servidor declinar dos prazos estabelecidos no caput.
c Art. 18 com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

art. 19. Os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos, respeitada a duração máxima do trabalho semanal de quarenta horas e observados os limites mínimo e máximo de seis horas e oito horas diárias, respectivamente.
c Caput com a redação dada pela Lei nº 8.270, de 17-12-1991. c Dec. nº 1.590, de 10-8-1995, dispõe sobre a jornada de trabalho dos servidores da Administração Pública Federal direta, das autarquias e das fundações públicas federais.

§ 1º O ocupante de cargo em comissão ou função de confiança submete-se a regime de integral dedicação ao serviço, observado o disposto no art. 120, podendo ser convocado sempre que houver interesse da Administração.
c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

§ 2º O disposto neste artigo não se aplica à duração de trabalho estabelecida em leis especiais.
c § 2º acrescido pela Lei nº 8.270, de 17-12-1991.

art. 20. Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:
c O período de 24 meses foi alterado para 36 meses pela redação dada ao art. 41 da CF, pela EC nº 19, de 4-6-1998.

I – assiduidade; II – disciplina; III – capacidade de iniciativa; IV – produtividade; V– responsabilidade. § 1º 4 (quatro) meses antes de findo o período do estágio probatório, será submetida à homologação da autoridade competente a avaliação do desempenho do servidor, realizada por comissão constituída para essa finalidade, de acordo com o que dispuser a lei ou o regulamento da respectiva carreira ou cargo, sem prejuízo da continuidade de apuração dos fatores enumerados nos incisos I a V do caput deste artigo.
c § 1º com a redação dada pela Lei nº 11.784, de 23-9-2008.

§ 2º O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou, se estável, reconduzido ao cargo anteriormente ocupado, observado o disposto no parágrafo único do art. 29. § 3º O servidor em estágio probatório poderá exercer quaisquer cargos de provimento em comissão ou funções de direção, chefia ou assessoramento no órgão ou entidade de lotação, e somente poderá ser cedido a outro órgão ou entidade para ocupar cargos de Natureza Especial, cargos de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS, de níveis 6, 5 e 4, ou equivalentes. § 4º Ao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 81, incisos I a IV, 94, 95 e 96, bem assim afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal. § 5º O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, § 1º, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação, e será retomado a partir do término do impedimento.
c §§ 3º a 5º acrescidos pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

Seção V Da estabiliDaDe art. 21. O servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquirirá estabilidade no serviço público ao completar 2 (dois) anos de efetivo exercício.
c O período de 2 anos foi alterado para 3 anos pela redação dada ao art. 41 da CF, pela EC nº 19, de 4-6-1998. c Arts. 19 a 21 do ADCT.

art. 22. O servidor estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou de processo administrativo disciplinar no qual lhe seja assegurada ampla defesa. Seção VI Da traNsferêNCia art. 23. Revogado. Lei nº 9.527, de 10-12-1997. Seção VII Da reaDaptação art. 24. Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica. § 1º Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado. § 2º A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins, respeitada a habilitação exigida, nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e, na hipótese de inexistência de cargo vago, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga.
c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9.527, de 10-12-1997.

25 com a redação dada pela MP nº 2. nº 3. Seção X Da reCoNDução art. II – reintegração do anterior ocupante. o servidor ficará em disponibilidade. § 2º Encontrando-se provido o cargo. de 30-11-2000. § 4º O servidor que retornar à atividade por interesse da administração perceberá. 29. ainda. Revogado. Parágrafo único. haja cargo vago. observado o disposto nos arts. MP nº 2. art. Seção IX Da reiNteGração art. o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem. c Art. a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação.225-45. § 3º No caso do inciso I. 28. de 4-9-2001.225-45. 27. Parágrafo único. desde que: a) b) c) d) e) tenha solicitado a reversão. c Art. com ressarcimento de todas as vantagens. o servidor exercerá suas atribuições como excedente. encontrando-se provido o cargo. 25. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado. o servidor será aproveitado em outro. 41. art. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. § 5º O servidor de que trata o inciso II somente terá os proventos calculados com base nas regras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no cargo. de 4-9-2001. o servidor exercerá suas atribuições como excedente. posto em disponibilidade. ou no cargo resultante de sua transformação. nº 173 do STJ. Encontrando-se provido o cargo de origem. 30 e 31. 26. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado: I – por invalidez. c Art. 41. da CF. estável quando na atividade. . quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial. § 3º. a remuneração do cargo que voltar a exercer. § 3º. § 6º O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. § 2º O tempo em que o servidor estiver em exercício será considerado para concessão da aposentadoria. ou II – no interesse da administração. Não poderá reverter o aposentado que já tiver completado 70 (setenta) anos de idade. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de: I – inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo.Seção VIII Da reversão c Seção regulamentada pelo Dec. até a ocorrência de vaga. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. a aposentadoria tenha sido voluntária. até a ocorrência de vaga.644. da CF. ou. § 1º A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação. sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo. quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria. 30. Tinha a seguinte redação: “A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação. § 1º Na hipótese de o cargo ter sido extinto.” art. Encontrando-se provido o cargo. observado o disposto no art. inclusive com as vantagens de natureza pessoal que percebia anteriormente à aposentadoria. em substituição aos proventos da aposentadoria. c Súm.

até o seu adequado aproveitamento em outro órgão ou entidade. com ou sem mudança de sede. 34. a critério da Administração. II – demissão. VIII – posse em outro cargo inacumulável. tendo tomado posse. bem assim a dos atos de colocação em disponibilidade remunerada e de aproveitamento de servidores públicos em decorrência da extinção ou da reorganização de órgãos ou entidades da Administração Pública Federal direta. 31. IV e V – Revogados. autárquica e fundacional. A exoneração de cargo em comissão e a dispensa de função de confiança dar-se-á: c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. art. que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Poder Judiciário da União. 36.151. O retorno à atividade de servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento obrigatório em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado.416. Lei nº 9. disciplina a prática dos atos de extinção e de declaração de desnecessidade de cargos públicos. A vacância do cargo público decorrerá de: I – exoneração. Na hipótese prevista no § 3º do art. 30. ou de ofício.Seção XI Da DispoNibiliDaDe e Do aproveitameNto art. de 15-12-2006.527. A exoneração de ofício dar-se-á: I – quando não satisfeitas as condições do estágio probatório. II – a pedido. 32. art. II – a pedido do próprio servidor. o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido. a pedido ou de ofício. Parágrafo único. VII – aposentadoria. independentemente do interesse da Administração: .527. c Art. no âmbito do mesmo quadro. de 10-12-1997. art. Será tornado sem efeito o aproveitamento e cassada a disponibilidade se o servidor não entrar em exercício no prazo legal. 20 da Lei nº 11. 33. art. III – promoção. Parágrafo único. 35. Lei nº 9. A exoneração de cargo efetivo dar-se-á a pedido do servidor. Capítulo II Da vacâNcIa art. Revogado. Capítulo III Da REMOçãO E Da REDIsTRIBuIçãO Seção I Da remoção art. de 10-12-1997. I – a juízo da autoridade competente. de 10-12-1997. no interesse da Administração. de 23-8-1999. entende-se por modalidades de remoção: I – de ofício. para outra localidade. c Parágrafo único acrescido pela Lei nº 9. c Dec. O órgão central do Sistema de Pessoal Civil determinará o imediato aproveitamento de servidor em disponibilidade em vaga que vier a ocorrer nos órgãos ou entidades da Administração Pública Federal. VI – readaptação. Remoção é o deslocamento do servidor. Parágrafo único. nº 3. salvo doença comprovada por junta médica oficial. Parágrafo único. 37. III – a pedido. de 10-12-1997. II – quando. Para fins do disposto neste artigo.527.527. IX – falecimento. o servidor posto em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal – SIPEC.

também servidor público civil ou militar. que foi deslocado no interesse da Administração. paga na proporção dos dias de efetiva substituição. b) por motivo de saúde do servidor. § 3º. c Parágrafo único com a redação dada pela Lei nº 9. até seu aproveitamento na forma dos arts. § 1º O substituto assumirá automática e cumulativamente. c Art. III – manutenção da essência das atribuições do cargo.527. c Art. e ter exercício provisório. nos afastamentos. impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vacância do cargo. dos Estados. disciplina a prática dos atos de extinção e de declaração de desnecessidade de cargos públicos. extinção ou criação de órgão ou entidade. art. 37. em outro órgão ou entidade. de 10-12-1997. nº 3. O disposto no artigo anterior aplica-se aos titulares de unidades administrativas organizadas em nível de assessoria.527. na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas. que excederem o referido período. § 4º O servidor que não for redistribuído ou colocado em disponibilidade poderá ser mantido sob responsabilidade do órgão central do SIPEC. Seção II Da reDistribuição art. Os servidores investidos em cargo ou função de direção ou chefia e os ocupantes de cargo de Natureza Especial terão substitutos indicados no regimento interno ou. 39. de qualquer dos Poderes da União. de 10-12-1997. VI – compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou entidade. 142. inclusive nos casos de reorganização. previamente designados pelo dirigente máximo do órgão ou entidade. no caso de omissão. sem prejuízo do cargo que ocupa. Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo. superiores a trinta dias consecutivos. c) em virtude de processo seletivo promovido. § 3º Nos casos de reorganização ou extinção de órgão ou entidade. § 1º A redistribuição ocorrerá ex officio para ajustamento de lotação e da força de trabalho às necessidades dos serviços. da CF. autárquica e fundacional. c Art.a) para acompanhar cônjuge ou companheiro. nos casos dos afastamentos ou impedimentos legais do titular. com prévia apreciação do órgão central do SIPEC. IV – vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades. . para outro órgão ou entidade do mesmo Poder. V – mesmo nível de escolaridade. de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados. § 2º O substituto fará jus à retribuição pelo exercício do cargo ou função de direção ou chefia ou de cargo de Natureza Especial. bem assim a dos atos de colocação em disponibilidade remunerada e de aproveitamento de servidores públicos em decorrência da extinção ou da reorganização de órgãos ou entidades da Administração Pública Federal direta. 38. de 10-12-1997. companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional.527. II – equivalência de vencimentos. o exercício do cargo ou função de direção ou chefia e os de Natureza Especial. o servidor estável que não for redistribuído será colocado em disponibilidade.151. § 2º A redistribuição de cargos efetivos vagos se dará mediante ato conjunto entre o órgão central do SIPEC e os órgãos e entidades da Administração Pública Federal envolvidos. observados os seguintes preceitos: I – interesse da administração. extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade no órgão ou entidade. condicionada à comprovação por junta médica oficial. 30 e 31. 38 com a redação dada pela Lei nº 9. ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal. do Distrito Federal e dos Municípios. hipóteses em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o respectivo período. 37 com a redação dada pela Lei nº 9. até seu adequado aproveitamento. especialidade ou habilitação profissional. cônjuge. de 23-8-1999. c Dec. Capítulo IV Da suBsTITuIçãO art.

ou entre servidores dos três Poderes. § 3º O vencimento do cargo efetivo. 37. c § 5º com a redação dada pela Lei nº 11. serão previamente comunicadas ao servidor ativo. a tutela antecipada ou a sentença que venha a ser revogada ou rescindida. . 62. sendo assim consideradas como efetivo exercício. de 23-9-2008.624. 45. As faltas justificadas decorrentes de caso fortuito ou de força maior poderão ser compensadas a critério da chefia imediata. sem motivo justificado. nº 6. por membros do Congresso Nacional e Ministros do Supremo Tribunal Federal. art. Mediante autorização do servidor. Parágrafo único. § 2º O servidor investido em cargo em comissão de órgão ou entidade diversa da de sua lotação receberá a remuneração de acordo com o estabelecido no § 1º do art. II – a parcela de remuneração diária. nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento. 40.784. Excluem-se do teto de remuneração as vantagens previstas nos incisos II a VII do art. salvo na hipótese de compensação de horário. atualizadas até 30 de junho de 1994. 61.527. Nenhum servidor poderá perceber. é irredutível. de 29-2-2008. 43. até o mês subseqüente ao da ocorrência. e saídas antecipadas. de 2-4-1998. na forma definida em regulamento. O servidor perderá: I – a remuneração do dia em que faltar ao serviço. art. 97. 37. poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros. 42. Lei nº 9. As reposições e indenizações ao erário. c Art. da CF. § 5º Nenhum servidor receberá remuneração inferior ao salário mínimo. acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. podendo ser parceladas. da CF.527. em uma única parcela. em espécie. § 3º Na hipótese de valores recebidos em decorrência de cumprimento a decisão liminar.TíTuLO III – Dos Direitos e vantagens Capítulo I DO vENcIMENTO E Da REMuNERaçãO art. no prazo máximo de trinta dias. art. Parágrafo único. a ser estabelecida pela chefia imediata. Remuneração é o vencimento do cargo efetivo. c Art. com valor fixado em lei. Parágrafo único. ausências justificadas. c Dec. ressalvadas as concessões de que trata o art. § 4º É assegurada a isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhadas do mesmo Poder. § 2º Quando o pagamento indevido houver ocorrido no mês anterior ao do processamento da folha. c Incisos I e II com a redação dada pela Lei nº 9. 46. Revogado. a reposição se-rá feita imediatamente. ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou ao local de trabalho. a pedido do interessado. § 1º A remuneração do servidor investido em função ou cargo em comissão será paga na forma prevista no art.784. art. de 10-12-1997. 41. de 10-12-1997. a critério da administração e com reposição de custos. serão eles atualizados até a data da reposição. ou mandado judicial. Salvo por imposição legal.386. proporcional aos atrasos. a qualquer título. c Parágrafo único acrescido pela Lei nº 9. 93. Vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público. 44. aposentado ou ao pensionista. XI. no âmbito dos respectivos Poderes. pelos Ministros de Estado. art. Lei nº 11. regulamenta este artigo. acrescido das vantagens de caráter permanente. provento ou pensão. art. Parágrafo único. § 1º O valor de cada parcela não poderá ser inferior ao correspondente a dez por cento da remuneração. de 23-9-2008. importância superior à soma dos valores percebidos como remuneração. mensalmente. XIII. Revogado. para pagamento. a título de remuneração.

IV – auxílio-moradia. das autarquias e das fundações públicas federais. para efeito de concessão de quaisquer outros acréscimos pecuniários ulteriores. 49. § 2º À família do servidor que falecer na nova sede são assegurados ajuda de custo e transporte para a localidade de origem. sob o mesmo título ou idêntico fundamento. da CF. de 4-9-2001.225-45. nº 4. art. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. 52. serão estabelecidos em regulamento. A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que. dispõe sobre a concessão de ajuda de custo e de transporte aos servidores públicos civis da União. passar a ter exercício em nova sede. bagagem e bens pessoais. c Inciso III com a redação dada pela Lei nº 11. de 19-10-2006. exonerado ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada. vedado o duplo pagamento de indenização. § 2º As gratificações e os adicionais incorporam-se ao vencimento ou provento. de 4-9-2001. 51. II – gratificações. regulamenta este artigo. com mudança de domicílio em caráter permanente.225-45. As vantagens pecuniárias não serão computadas. art. III – adicionais. § 1º As indenizações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito. assim como as condições para a sua concessão. Além do vencimento. Seção I Das iNDeNizações art. contado do óbito.527. c Art. dentro do prazo de 1 (um) ano. A não quitação do débito no prazo previsto implicará sua inscrição em dívida ativa. Constituem indenizações ao servidor: I – ajuda de custo. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei.355. 50. XIV. seqüestro ou penhora. c Inciso IV acrescido pela Lei nº 11. O servidor em débito com o erário. nos casos e condições indicados em lei. exceto nos casos de prestação de alimentos resultantes de decisão judicial. 47. art. 48. art. art. § 1º Correm por conta de administração as despesas de transporte do servidor e de sua família. c Artigo com a redação dada pela Lei nº 11. de 19-10-2006. O vencimento. 53. 37. poderão ser pagas ao servidor as seguintes vantagens: I – indenizações. c Art. Os valores das indenizações estabelecidas nos incisos I a III do art. a qualquer tempo.355. de 27-9-1999. a remuneração e o provento não serão objeto de arresto. terá o prazo de sessenta dias para quitar o débito. Capítulo II Das vaNTagENs c Súm. que for demitido. compreendendo passagem. 47 com a redação dada pela MP nº 2. de 19-10-2006. III – transporte. art. nº 3.184. de 8-11-2001.355.004. vier a ter exercício na mesma sede. no interesse do serviço. nem acumuladas. . c Dec. nº 97 do STJ.c Art. 46 com a redação dada pela MP nº 2. 51 desta Lei. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. Parágrafo único. de 10-12-1997. no caso de o cônjuge ou companheiro que detenha também a condição de servidor. SubSeção I Da ajuDa De Custo c Dec. II – diárias.

de 10-12-1997. as despesas extraordinárias cobertas por diárias. o servidor não fará jus a diárias. A ajuda de custo é calculada sobre a remuneração do servidor.art.355. 57. hipóteses em que as diárias pagas serão sempre as fixadas para os afastamentos dentro do território nacional. não sendo servidor da União.527. 93. Conceder-se-á auxílio-moradia ao servidor se atendidos os seguintes requisitos: c Caput acrescido pela Lei nº 11. em virtude de mandato eletivo. alimentação e locomoção urbana. Na hipótese de o servidor retornar à sede em prazo menor do que o previsto para o seu afastamento. Parágrafo único. no prazo de 5 (cinco) dias. O servidor ficará obrigado a restituir a ajuda de custo quando. art. § 3º Também não fará jus a diárias o servidor que se deslocar dentro da mesma região metropolitana. nº 3. 60-B. constituídas por municípios limítrofes e regularmente instituídas. afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior. ou quando a União custear. SubSeção III Da iNDeNização De traNsporte art. c Dec. No afastamento previsto no inciso I do art. quando cabível. § 2º Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência permanente do cargo. cuja jurisdição e competência dos órgãos. 56. art. com mudança de domicílio. 59. ou reassumi-lo. Parágrafo único. . injustificadamente. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. 60. a ajuda de custo será paga pelo órgão cessionário. art. conforme se dispuser em regulamento. SubSeção IV Do auxílio-moraDia c Subseção acrescida pela Lei nº 11. de 10-12-1997. não podendo exceder a importância correspondente a 3 (três) meses.527. c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9. ou em áreas de controle integrado mantidas com países limítrofes. de 27-9-1999.355. art. de 10-12-1997. art. Será concedida ajuda de custo àquele que.527. II – o cônjuge ou companheiro do servidor não ocupe imóvel funcional. 54. for nomeado para cargo em comissão. § 1º A diária será concedida por dia de afastamento. Conceder-se-á indenização de transporte ao servidor que realizar despesas com a utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos. de 19-10-2006. não se apresentar na nova sede no prazo de 30 (trinta) dias. por qualquer motivo. conforme se dispuser em regulamento. no prazo de 1 (um) mês após a comprovação da despesa pelo servidor. a serviço. 60-a. regulamenta este artigo. c Artigo acrescido pela Lei nº 11. O servidor que. por meio diverso. Não será concedida ajuda de custo ao servidor que se afastar do cargo. de 19-10-2006. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. SubSeção II Das Diárias art. fica obrigado a restituí-las integralmente. 55. salvo se houver pernoite fora da sede.184. entidades e servidores brasileiros considera-se estendida. por força das atribuições próprias do cargo. art. conforme dispuser em regulamento. no prazo previsto no caput. O auxílio-moradia consiste no ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospedagem administrado por empresa hoteleira. 58. I – não exista imóvel funcional disponível para uso pelo servidor. restituirá as diárias recebidas em excesso. sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede.355. fará jus a passagens e diárias destinadas a indenizar as parcelas de despesas extraordinárias com pousada. O servidor que receber diárias e não se afastar da sede. de 19-10-2006. aglomeração urbana ou microrregião.

aonde for exercer o cargo em comissão ou função de confiança. V – o servidor tenha se mudado do local de residência para ocupar cargo em comissão ou função de confiança do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores – DAS. de 23-9-2008. 61.490.355. 60-C. 60-E. VIII – o deslocamento não tenha sido por força de alteração de lotação ou nomeação para cargo efetivo. § 2º Independentemente do valor do cargo em comissão ou função comissionada. os requisitos do Lei nº do art. relativos ao local ou à natureza do trabalho. Tinha a seguinte redação: “adicional por tempo de serviço”.00 (mil e oitocentos reais). colocação de imóvel funcional à disposição do servidor ou aquisição de imóvel. promitente comprador.800. de 19-10-2006. nos 12 (doze) meses que antecederem a sua nomeação. perigosas ou penosas. 60-E acrescido pela Lei nº 11. 5 e 6. da CF. Seção II Das GratifiCações e aDiCioNais c Art. de 10-12-1997. exoneração. de Ministro de Estado ou equivalentes. II – gratificação natalina. § 7º. o parágrafo único do citado art. nos últimos 12 (doze) meses.225-45. níveis 4. além do disposto no caput deste artigo. gratificações e adicionais: c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. fica garantido a todos os que preencherem os requisitos o ressarcimento até o valor de R$ 1.527. no caso. O valor mensal do auxílio-moradia é limitado a 25% (vinte e cinco por cento) do valor do cargo em comissão. § 1º O valor do auxílio-moradia não poderá superar 25% (vinte e cinco por cento) da remuneração de Ministro de Estado. incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção. de Natureza Especial. c Parágrafo único acrescido pela Lei nº 11. função comissionada ou cargo de Ministro de Estado ocupado. de 20-6-2007. de 19-10-2006.355. não se aplicando. O auxílio-moradia não será concedido por prazo superior a 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. Parágrafo único. IV – nenhuma outra pessoa que resida com o servidor receba auxílio-moradia. c Inciso IX acrescido pela Lei nº 11. V – adicional pela prestação de serviço extraordinário. VII – o servidor não tenha sido domiciliado ou tenha residido no Município. e c Incisos I a VIII acrescidos pela Lei nº 11. o pagamento somente será retomado se observados. No caso de falecimento. 39. c Art. em relação ao local de residência ou domicílio do servidor. VII – adicional de férias. de 10-12-1997. 60-B desta Lei. . 60-C e 60-D com a redação dada pela Lei nº 11. art.III – o servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprietário. VI – o Município no qual assuma o cargo em comissão ou função de confiança não se enquadre nas hipóteses previstas no § 3º do art. Art. não será considerado o prazo no qual o servidor estava ocupando outro cargo em comissão relacionado no inciso V do caput deste artigo. Para fins do disposto no inciso VII do caput deste artigo. VIII – outros. VI – adicional noturno. c Arts. III – Revogado. serão deferidos aos servidores as seguintes retribuições.527. 58 desta Lei.355. I – retribuição pelo exercício de função de direção. de 4-9-2001. art.784. desconsiderando-se prazo inferior a 60 (sessenta) dias dentro desse período. Transcorrido o prazo de 8 (oito) anos dentro de cada período de 12 (doze) anos. o auxílio-moradia continuará sendo pago por um mês. Art. de 19-10-2006. 60-B. Parágrafo único. 60-D. c Inciso I com a redação dada pela Lei nº 9. MP nº 2. cessionário ou promitente cessionário de imóvel no Município aonde for exercer o cargo. IV – adicional pelo exercício de atividades insalubres. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. IX – o deslocamento tenha ocorrido após 30 de junho de 2006. Além do vencimento e das vantagens previstas nesta Lei. chefia e assessoramento.

enquanto durar a gestação e a lactação.911. 3º e 10 da Lei nº 8. Tinha a seguinte redação: “O adicional por tempo de serviço é devido à razão de 1% (um por cento) por ano de serviço público efetivo. chefia ou assessoramento. das operações e locais previstos neste artigo. 66. de 3-7-2006. Fica transformada em Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada – VPNI a incorporação da retribuição pelo exercício de função de direção. de 4-9-2001. art. A VPNI de que trata o caput deste artigo somente estará sujeita às revisões gerais de remuneração dos servidores públicos federais. 65. art. proporcionalmente aos meses de exercício. Chefia e assessorameNto c Denominação da Subseção dada pela Lei nº 9. e o art. 62. Seção II Da GratifiCação NataliNa art. . 3º da Lei nº 9. A gratificação natalina não será considerada para cálculo de qualquer vantagem pecuniária.314. Parágrafo único.225-45. de 10-12-1997. Parágrafo único. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial a que se referem os arts.527. Ao servidor ocupante de cargo efetivo investido em função de direção.624. A fração igual ou superior a 15 (quinze) dias será considerada como mês integral. de 4-9-2001. Revogado. A gratificação será paga até o dia 20 (vinte) do mês de dezembro de cada ano. incidente sobre o vencimento de que trata o art. Os servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas. de 2 de abril de 1998.IX – gratificação por encargo de curso ou concurso. de 10-12-1997.527. calculada sobre a remuneração do mês da exoneração. 9º. periCulosiDaDe ou ativiDaDes peNosas art. por mês de exercício no respectivo ano. 62 com a redação dada pela Lei nº 9. insalubres ou perigosos.” SubSeção IV Dos aDiCioNais De iNsalubriDaDe. 67. 62-a. fazem jus a um adicional sobre o vencimento do cargo efetivo. de 11 de julho de 1994. 62-A acrescido pela MP nº 2. 40. Parágrafo único. Parágrafo único. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. A servidora gestante ou lactante será afastada. 63. A gratificação natalina corresponde a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que o servidor fizer jus no mês de dezembro. § 2º O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições ou dos riscos que deram causa à sua concessão. VETADO. c Art. art. MP nº 2. c Art. SubSeção I Da retribuição pelo exerCíCio De fuNção De Direção. Lei específica estabelecerá a remuneração dos cargos em comissão de que trata o inciso II do art.225-45. 69. O servidor exonerado perceberá sua gratificação natalina. radioativas ou com risco de vida. art. 68. c Inciso IX acrescido pela Lei nº 11. cargo de provimento em comissão ou de Natureza Especial é devida retribuição pelo seu exercício. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. art. § 1º O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar por um deles. exercendo suas atividades em local salubre e em serviço não penoso e não perigoso. chefia ou assessoramento. Parágrafo único. Parágrafo único. SubSeção III Do aDiCioNal por tempo De serviço art. Haverá permanente controle da atividade de servidores em operações ou locais considerados penosos. art. 64. O servidor fará jus ao adicional a partir do mês em que completar o anuênio.

A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso é devida ao servidor que. 73. III – participar da logística de preparação e de realização de concurso público envolvendo atividades de planejamento. de 15-5-2007. de 3-7-2006. No caso de o servidor exercer função de direção. Os locais de trabalho e os servidores que operam com Raios X ou substâncias radioativas serão mantidos sob controle permanente. quando tais atividades não estiverem incluídas entre as suas atribuições permanentes. nº 6. Em se tratando de serviço extraordinário. serão observadas as situações estabelecidas em legislação específica. computando-se cada hora como cinqüenta e dois minutos e trinta segundos. O serviço extraordinário será re-munerado com acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) em relação à hora normal de trabalho. regulamenta este artigo.art. 98. I – atuar como instrutor em curso de formação. de 5-10-1993. c Art. II – participar de banca examinadora ou de comissão para exames orais. 75. O adicional de atividade penosa será devido aos servidores em exercício em zonas de fronteira ou em localidades cujas condições de vida o justifiquem. art. SubSeção VIII Da GratifiCação por eNCarGo De Curso ou CoNCurso c Subseção acrescida pela Lei nº 11. chefia ou assessoramento. execução e avaliação de resultado. 76. em caráter eventual: c Dec. Somente será permitido serviço extraordinário para atender a situações excepcionais e temporárias. O serviço noturno. SubSeção VII Do aDiCioNal De férias art. Parágrafo único. 76-a. Parágrafo único. respeitado o limite máximo de 2 (duas) horas por jornada. o acréscimo de que trata este artigo incidirá sobre a remuneração prevista no art. § 4º. terá o valor-hora acrescido de 25% (vinte e cinco por cento). regulamenta este artigo. IV – participar da aplicação. coordenação. fiscalizar ou avaliar provas de exame vestibular ou de concurso público ou supervisionar essas atividades. . de 5-10-1993. 70. por ocasião das férias. 73.314. c Dec. ou ocupar cargo em comissão.114. SubSeção V Do aDiCioNal por serviço extraorDiNário art. c Dec. de modo que as doses de radiação ionizante não ultrapassem o nível máximo previsto na legislação própria. para correção de provas discursivas. 71. para elaboração de questões de provas ou para julgamento de recursos intentados por candidatos. 72. Parágrafo único. art. de desenvolvimento ou de treinamento regularmente instituído no âmbito da administração pública federal. Na concessão dos adicionais de atividades penosas. c Art. a respectiva vantagem será considerada no cálculo do adicional de que trata este artigo. um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração do período das férias. será pago ao servidor. SubSeção VI Do aDiCioNal NoturNo art. art. desta Lei. 74. art. nos termos. desta Lei. de insalubridade e de periculosidade. § 4º. Independentemente de solicitação. 98. para análise curricular. supervisão. condições e limites fixados em regulamento. nº 948. regulamenta este artigo. prestado em horário compreendido entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 5 (cinco) horas do dia seguinte. Os servidores a que se refere este artigo serão submetidos a exames médicos a cada 6 (seis) meses. nº 948.

525. de 11-7-2007.527.314. desde que assim requeridas pelo servidor. e no interesse da administração pública. Lei nº 9. § 3º A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso não se incorpora ao vencimento ou salário do servidor para qualquer efeito e não poderá ser utilizada como base de cálculo para quaisquer outras vantagens. incidentes sobre o maior vencimento básico da administração pública federal: a) 2. devendo ser objeto de compensação de carga horária quando desempenhadas durante a jornada de trabalho. Capítulo III Das FéRIas art. § 3º O servidor exonerado do cargo efetivo. c §§ 3º e 4º acrescidos pela Lei nº 8. 98 desta Lei. 79. § 5º Em caso de parcelamento. de 10-12-1997. ou fração superior a quatorze dias. Parágrafo único. de 13-8-1991. de 3-12-1997. 7º da Constituição Federal quando da utilização do primeiro período. III – o valor máximo da hora trabalhada corresponderá aos seguintes percentuais. Lei nº 9. de 3-12-1997. inclusive para fins de cálculo dos proventos da aposentadoria e das pensões. que poderá autorizar o acréscimo de até 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais. O servidor que opera direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias. art. no caso de necessidade do serviço. o servidor receberá o valor adicional previsto no inciso XVII do art. proibida em qualquer hipótese a acumulação. observados os seguintes parâmetros: I – o valor da gratificação será calculado em horas. II – a retribuição não poderá ser superior ao equivalente a 120 (cento e vinte) horas de trabalho anuais. § 1º Para o primeiro período aquisitivo de férias serão exigidos 12 (doze) meses de exercício. O pagamento da remuneração das férias será efetuado até 2 (dois) dias antes do início do respectivo período. observadas a natureza e a complexidade da atividade exercida. de 3-12-1997. §§ 1º e 2º Revogados. ressalvadas as hipóteses em que haja legislação específica. § 4º A indenização será calculada com base na remuneração do mês em que for publicado o ato exoneratório. ou em comissão. 78. c Alíneas a e b com a redação dada pela Lei nº 11. b) 1. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9.527. 76-A acrescido pela Lei nº 11.501. 77. observando-se o disposto no § 1º deste artigo.2% (um inteiro e dois décimos por cento). . O servidor fará jus a trinta dias de férias.525. c Art. em se tratando de atividade prevista nos incisos III e IV do caput deste artigo. § 2º A Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso somente será paga se as atividades referidas nos incisos do caput deste artigo forem exercidas sem prejuízo das atribuições do cargo de que o servidor for titular. § 3º As férias poderão ser parceladas em até três etapas.§ 1º Os critérios de concessão e os limites da gratificação de que trata este artigo serão fixados em regulamento. em se tratando de atividades previstas nos incisos I e II do caput deste artigo. de 3-7-2006. devidamente justificada e previamente aprovada pela autoridade máxima do órgão ou entidade.216. art.2% (dois inteiros e dois décimos por cento). na proporção de um doze avos por mês de efetivo exercício. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. c § 5º acrescido pela Lei nº 9. de 10-12-1997. na forma do § 4º do art. ressalvada situação de excepcionalidade. até o máximo de dois períodos. por semestre de atividade profissional. Revogado. que podem ser acumuladas.525. § 2º É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. perceberá indenização relativa ao período das férias a que tiver direito e ao incompleto.

III – para o serviço militar. c A MP nº 441. de 29-8-2008. de 10-12-1997. 80. do padrasto ou madrasta e enteado. essa alteração foi excluída. § 1º A licença prevista no inciso I. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. c Art. por até noventa dias. II – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. bem como cada uma de suas prorrogações. c § 1º com a redação dada pela MP nº 441.527. § 3º É vedado o exercício de atividade remunerada durante o período de licença prevista no inciso I deste artigo. havia alterado esse dispositivo. de 29-8-2008. de 29-8-2008 (DOU de 29-8-2008). 81. . por até trinta dias. 77. de 29-8-2008. § 1º A licença somente será deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. Conceder-se-á ao servidor licença: I – por motivo de doença em pessoa da família. 44. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. VII – para desempenho de mandato classista. § 2º A licença será concedida. ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional. Parágrafo único. dos pais. sem prejuízo da remuneração do cargo efetivo. VI – para tratar de interesses particulares. dos filhos. razão pela qual mantivemos a redação anterior. comoção interna. na forma do disposto no inciso II do art. O restante do período interrompido será gozado de uma só vez. observado o disposto no art. de 10-12-1997. convocação para júri. mediante comprovação por perícia médica oficial. 204. sem remuneração. serão precedidas de exame por perícia médica oficial. § 3º Não será concedida nova licença em período inferior a doze meses do término da última licença concedida.527. IV – para atividade política. 80 com a redação dada pela Lei nº 9. de 10-12-1997. As férias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública. A licença concedida dentro de 60 (sessenta) dias do término de outra da mesma espécie será considerada como prorrogação.527. de 10-12-1997. 83.art.527. 82. V – para capacitação. Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro. observado o disposto no art. Seção II Da liCeNça por motivo De DoeNça em pessoa Da família Art. Capítulo IV Das LIcENças Seção I Disposições Gerais art. c § 2º com a redação dada pela MP nº 441. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. Lei nº 9. c Caput com a redação dada pela MP nº 441. c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9. art. podendo ser prorrogada por até trinta dias e. c Inciso V com a redação dada pela Lei nº 9. ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade máxima do órgão ou entidade. excedendo estes prazos. Todavia com a sua retificação (DOU de 5-9-2008). § 2º Revogado. serviço militar ou eleitoral.

sem remuneração. como candidato a cargo eletivo. VETADO.527. Os períodos de licença de que trata o caput não são acumuláveis. de 10-12-1997. de 29-8-2008 (DOU de 8-9-2008). Seção VII Da liCeNça para tratar De iNteresses partiCulares art. afastarse do exercício do cargo efetivo. do Distrito Federal e dos Municípios. Seção III Da liCeNça por motivo De afastameNto Do CôNjuGe art. art. para participar de curso de capacitação profissional. § 2º No deslocamento de servidor cujo cônjuge ou companheiro também seja servidor público. por até três meses. desde que não esteja em estágio probatório. dos Estados. arts.527.527. 10 do Dec. de 10-12-1997. 87. no interesse da Administração. de 10-12-1997. Parágrafo único. arrecadação ou fiscalização. Seção V Da liCeNça para ativiDaDe polítiCa art. regulamenta esta Seção. de qualquer dos Poderes da União. a partir do dia imediato ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral.c § 3º acrescido na retificação da MP nº 441. 87 com a redação dada pela Lei nº 9. assessoramento. sem remuneração. c Dec. c Art. de 23-2-2006. civil ou militar. de 23-2-2006. 142. 91. 85. § 1º O servidor candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de direção. 86. autárquica ou fundacional. com a respectiva remuneração. da CF. assegurados os vencimentos do cargo efetivo. o servidor fará jus à licença. de 10-12-1997. O servidor terá direito a licença. c Art. § 1º A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração. o servidor poderá. Após cada qüinqüênio de efetivo exercício. licenças para o trato de assuntos particulares pelo prazo de até três anos consecutivos. poderá haver exercício provisório em órgão ou entidade da Administração Federal direta. Poderá ser concedida licença ao servidor para acompanhar cônjuge ou companheiro que foi deslocado para outro ponto do território nacional. dele será afastado. Seção IV Da liCeNça para o serviço militar art. art. § 2º A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição.707. nº 5. desde que para o exercício de atividade compatível com o seu cargo. A critério da Administração. 84. de 10-12-1997. Revogados. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo. Seção VI Da liCeNça para CapaCitação c Denominação da Seção dada pela Lei nº 9. c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9. c §§ 1º e 2º com a redação dada pela Lei nº 9. e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. até o décimo dia seguinte ao do pleito. c Art. nº 5. Concluído o serviço militar. o servidor terá até 30 (trinta) dias sem remuneração para reassumir o exercício do cargo. Lei nº 9.527. § 3º.707. 90. Ao servidor convocado para o serviço militar será concedida licença. . chefia. Parágrafo único. na forma e condições previstas na legislação específica.527. regulamenta este artigo. durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária. somente pelo período de três meses. 88 e 89. poderão ser concedidas ao servidor ocupante de cargo efetivo.

c Incisos I a III acrescidos pela Lei nº 9.225-45.270. de 17-12-1991. federação. É assegurado ao servidor o direito à licença sem remuneração para o desempenho de mandato em confederação. de 11-7-2007. II – para entidades com 5. O servidor poderá ser cedido para ter exercício em outro órgão ou entidade dos Poderes da União. § 1º Somente poderão ser licenciados servidores eleitos para cargos de direção ou representação nas referidas entidades. do Distrito Federal ou dos Municípios. c § 4º acrescido pela Lei nº 8. § 3º A cessão far-se-á mediante Portaria publicada no Diário Oficial da União.270. 93. de 12-11-1996. III – para entidades com mais de 30. podendo ser prorrogada. de 17-12-1991.001 a 30.270. nas seguintes hipóteses: c Caput com a redação dada pela Lei nº 8. regulamenta este artigo. para fim determinado e a prazo certo.Parágrafo único. 102 desta Lei. A licença poderá ser interrompida.270. c § 2º com a redação dada pela Lei nº 11.000 associados. sendo a cessão para órgãos ou entidades dos Estados. a pedido do servidor ou no interesse do serviço. .355. desde que cadastradas no Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado.527.066. nos termos das respectivas normas.501. regulamenta este artigo. um servidor. c Dec. de 17-12-1991. de 19-10-2006. nº 2. associação de classe de âmbito nacional.050. de 17-12-1991. § 1º Na hipótese do inciso I. nº 4. Seção VIII Da liCeNça para o DesempeNho De maNDato Classista art. II – em casos previstos em leis específicas. 91 com a redação dada pela MP nº 2. de 4-9-2001. de 17-12-1991. foi vetada. c § 1º com a redação dada pela Lei nº 8. I – para entidades com até 5. sindicato representativo da categoria ou entidade fiscalizadora da profissão ou. § 2º A licença terá duração igual à do mandato. dos Estados. o ônus da remuneração será do órgão ou entidade cessionária. dois servidores. c A alteração que seria inserida neste § 2º pela Lei nº 11. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. no caso de reeleição. de 12-12-2001.270. de 10-12-1997. Capítulo V DOs aFasTaMENTOs Seção I Do afastameNto para servir a outro ÓrGão ou eNtiDaDe art. de 13-1-2005. a qualquer tempo. c § 3º com a redação dada pela Lei nº 8. c Dec. optar pela remuneração do cargo efetivo ou pela remuneração do cargo efetivo acrescida de percentual da retribuição do cargo em comissão. o servidor do Poder Executivo poderá ter exercício em outro órgão da Administração Federal direta que não tenha quadro próprio de pessoal.094. três servidores.000 associados. ou do Distrito Federal e dos Municípios. § 4º Mediante autorização expressa do Presidente da República. observado o disposto na alínea c do inciso VIII do art. c Incisos I e II com a redação dada pela Lei nº 8. 92. conforme disposto em regulamento e observados os seguintes limites: c Caput com a redação dada pela Lei nº 11.000 associados. c Art. a entidade cessionária efetuará o reembolso das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem. mantido o ônus para o cedente nos demais casos. razão pela qual mantivemos a sua redação. de 10-12-1997. c § 1º com a redação dada pela Lei nº 9. ainda. § 2º Na hipótese de o servidor cedido a empresa pública ou sociedade de economia mista. para participar de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores públicos para prestar serviços a seus membros.527. I – para exercício de cargo em comissão ou função de confiança. e por uma única vez.

que dispõe sobre o afastamento de servidores federais para servir em organismos internacionais. em se tratando de empregado ou servidor por ela requisitado. independentemente da observância do constante no inciso I e nos §§ 1º e 2º deste artigo. condições e formas para a autorização de que trata este artigo. ficará afastado do cargo. será afastado do cargo. dispõe sobre a aplicação deste parágrafo. § 6º As cessões de empregados de empresa pública ou de sociedade de economia mista. c § 5º com a redação dada pela Lei nº 10. § 2º Ao servidor beneficiado pelo disposto neste artigo não será concedida exoneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período igual ao do afastamento. o servidor contribuirá para a seguridade social como se em exercício estivesse. art. Seção III Do afastameNto para estuDo ou missão No exterior art. Presidente dos Órgãos do Poder Legislativo e Presidente do Supremo Tribunal Federal. estadual ou distrital. de 26-8-1991. nº 201. § 1º A ausência não excederá a 4 (quatro) anos. 95. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. independem das disposições contidas nos incisos I e II e §§ 1º e 2º deste artigo. será afastado do cargo. Orçamento e Gestão para a prática do ato que menciona. c Dec. nº 3. § 1º No caso de afastamento do cargo. c § 4º acrescido pela Lei nº 9. inclusive no que se refere à remuneração do servidor. c Dec. delega competência ao Ministro de Estado do Planejamento. § 7º O Ministério do Planejamento. poderá determinar a lotação ou o exercício de empregado ou servidor. c Dec. as disposições dos §§ 1º e 2º deste artigo.375. de 10-12-1997. Ao servidor investido em mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições: I – tratando-se de mandato federal. Orçamento e Gestão. § 3º O disposto neste artigo não se aplica aos servidores da carreira diplomática. § 4º As hipóteses. 94.527. com a finalidade de promover a composição da força de trabalho dos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. 96. perceberá as vantagens de seu cargo. e finda a missão ou estudo. de 17-2-2005. ressalvada a hipótese de ressarcimento da despesa havida com seu afastamento. nº 5. de 25-6-2002. Orçamento e Gestão. II – investido no mandato de Prefeito. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração. .470. III – investido no mandato de vereador: a) havendo compatibilidade de horário. serão disciplinadas em regulamento. que receba recursos de Tesouro Nacional para o custeio total ou parcial da sua folha de pagamento de pessoal.470. b) não havendo compatibilidade de horário. de 25-6-2002. Seção II Do afastameNto para exerCíCio De maNDato eletivo art. c §§ 6º e 7º acrescidos pela Lei nº 10.§ 5º Aplica-se à União. sem autorização do Presidente da República. será permitida nova ausência. somente decorrido igual período.456. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. O servidor não poderá ausentar-se do País para estudo ou missão oficial. para compor força de trabalho no âmbito dos projetos que especifica. O afastamento de servidor para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere dar-se-á com perda total da remuneração. ficando o exercício do empregado cedido condicionado a autorização específica do Ministério do Planejamento. de 10-5-2000. § 2º O servidor investido em mandato eletivo ou classista não poderá ser removido ou redistribuído de ofício para localidade diversa daquela onde exerce o mandato. exceto nos casos de ocupação de cargo em comissão ou função gratificada.

nos quatro anos anteriores à data da solicitação de afastamento. Art. § 2º Os afastamentos para realização de programas de mestrado e doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivos no respectivo órgão ou entidade há pelo menos três anos para mestrado e quatro anos para doutorado. com a respectiva remuneração. para participar em programa de pós-graduação stricto sensu em instituição de ensino superior no país. por um período igual ao do afastamento concedido. de 29-8-2008. c Art. § 3º Os afastamentos para realização de programas de pós-doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivo no respectivo órgão ou entidade há pelo menos quatro anos. o disposto nos §§ 1º a 6º deste artigo. em conformidade com a legislação vigente. salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito. § 4º Os servidores beneficiados pelos afastamentos previstos nos §§ 1º. com o § 7º retificado no DOU de 5-9-2008. os programas de capacitação e os critérios para participação em programas de pós-graduação no País. filhos. após o seu retorno. 2º e 3º deste artigo terão que permanecer no exercício de suas funções. 96-A. pais. 47 da Lei nº 8.527. menor sob guarda ou tutela e irmãos. quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição. a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade. e desde que a participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. II – por 2 (dois) dias. que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares para gozo de licença capacitação ou com fundamento neste artigo. antes de cumprido o período de permanência previsto no § 4º deste artigo. que serão avaliados por um comitê constituído para este fim. aplica-se o disposto no § 5º deste artigo. respeitada a duração semanal do trabalho. de 29-8-2008. 98. Será concedido horário especial ao servidor estudante. incluído o período de estágio probatório. poderá o servidor ausentar-se do serviço: I – por 1 (um) dia. deverá ressarcir o órgão ou entidade. III – por 8 (oito) dias consecutivos em razão de: a) casamento. na forma do art. 95. edição extra. companheiro. 97. de 11 de dezembro de 1990. no interesse da Administração.Seção IV Do afastameNto para partiCipação em proGrama De pÓs-GraDuação striCto sensu No país c Seção IV acrescida pela MP nº 441. autorizado nos termos do art. art. para se alistar como eleitor. e que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares para gozo de licença capacitação ou com fundamento neste artigo. dos gastos com seu aperfeiçoamento. § 7º Aplica-se à participação em programa de pós-graduação no Exterior. 96-A acrescido pela MP nº 441. § 1º Ato do dirigente máximo do órgão ou entidade definirá. incluído o período de estágio probatório. § 6º Caso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto. b) falecimento do cônjuge. enteados. afastar-se do exercício do cargo efetivo. Capítulo VI Das cONcEssõEs art. § 5º Caso o servidor venha a solicitar exoneração do cargo ou aposentadoria. sem prejuízo do exercício do cargo. nos dois anos anteriores à data da solicitação de afastamento. .112. Sem qualquer prejuízo. para doação de sangue. c § 1º renumerado e alterado pela Lei nº 9. com ou sem afastamento do servidor. de 10-12-1997. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. O servidor poderá. § 1º Para efeito do disposto neste artigo. madrasta ou padrasto. será exigida a compensação de horário no órgão ou entidade que tiver exercício.

compensação de horário na forma do inciso II do art. matrícula em instituição de ensino congênere. exigindo-se. exceto para efeito de promoção por merecimento. independentemente de compensação de horário. c § 4º com a redação dada pela Lei nº 11. art. V – desempenho de mandato eletivo federal. III – exercício de cargo ou função de governo ou administração. quando comprovada a necessidade por junta médica oficial.527. nº 5. ao servidor que desempenhe atividade prevista nos incisos I e II do caput do art. aos filhos. VIII – licença: a) à gestante. VII – missão ou estudo no exterior. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. estadual. municipal ou do Distrito Federal. Parágrafo único. É contado para todos os efeitos o tempo de serviço público federal. de 10-12-1997. 9º do Dec. dos Estados. 100. Ao servidor estudante que mudar de sede no interesse da administração é assegurada. por nomeação do Presidente da República.527. c Inciso IV com a redação dada pela MP nº 441. Parágrafo único. Municípios e Distrito Federal. neste caso. em cargo de provimento efetivo. conforme dispuser o regulamento. Revogado. c Art. b) para tratamento da própria saúde. de 29-8-2008. com autorização judicial. c Inciso VII com a redação dada pela Lei nº 9. bem como aos menores sob sua guarda. 99. A apuração do tempo de serviço será feita em dias. O disposto neste artigo estende-se ao cônjuge ou companheiro.527. que serão convertidos em anos.094. de 11-7-2007. c Alínea b com a redação dada pela Lei nº 9. c) para o desempenho de mandato classista ou participação de gerência ou administração em sociedade cooperativa constituída por servidores para prestar serviços a seus membros. de 10-12-1997. independentemente de vaga. na localidade da nova residência ou na mais próxima. Além das ausências ao serviço previstas no art. §§ 9º e 10. exceto para promoção por merecimento. quando autorizado o afastamento.§ 2º Também será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência. da CF. porém.527. de 13-1-2005. 44.501. de 23-2-2006. § 3º As disposições do parágrafo anterior são extensivas ao servidor que tenha cônjuge. VI – júri e outros serviços obrigatórios por lei. até o limite de vinte e quatro meses. c §§ 2º e 3º acrescidos pela Lei nº 9. considerado o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias. art. Lei nº 9. Capítulo VII DO TEMpO DE sERvIçO c Art. em órgão ou entidade dos Poderes da União. 97. 76-A desta Lei. em qualquer parte do território nacional. d) por motivo de acidente em serviço ou doença profissional. cumulativo ao longo do tempo de serviço público prestado à União. . à adotante e à paternidade. 40. são considerados como de efetivo exercício os afastamentos em virtude de: I – férias. vinculado à compensação de horário a ser efetivada no prazo de até 1 (um) ano. em qualquer época. 102.707. 101. ou em programa de pós-graduação stricto sensu no país. conforme dispuser o regulamento. IV – participação em programa de treinamento regularmente instituído. de 10-12-1997. art. II – exercício de cargo em comissão ou equivalente. § 4º Será igualmente concedido horário especial. de 10-12-1997. c Alínea c com a redação dada pela Lei nº 11. inclusive o prestado às Forças Armadas. que regulamenta este inciso. ou enteados do servidor que vivam na sua companhia. filho ou dependente portador de deficiência física. art.

de 10-12-1997. § 3º É vedada a contagem cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um cargo ou função de órgão ou entidades dos Poderes da União. Em caso de provimento do pedido de reconsideração ou do recurso. art. fundação pública. O recurso poderá ser recebido com efeito suspensivo. O direito de requerer prescreve: . em escala ascendente. art. c Inciso VII acrescido pela Lei nº 9. no caso do art. às demais autoridades. anterior ao ingresso no serviço público federal. § 2º O recurso será encaminhado por intermédio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente. municipal ou distrital. Capítulo VIII DO DIREITO DE pETIçãO art. art. § 2º Será contado em dobro o tempo de serviço prestado às Forças Armadas em operações de guerra. O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de 30 (trinta) dias. a contar da publicação ou da ciência. Contar-se-á apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade: I – o tempo de serviço público prestado aos Estados. de 10-12-1997. 108.527. 103. Caberá recurso: I – do indeferimento do pedido de reconsideração. V – o tempo de serviço em atividade privada. 109. Parágrafo único. III – a licença para atividade política. 18. Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão. É assegurado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos. § 2º. § 1º O tempo em que o servidor esteve aposentado será contado apenas para nova aposentadoria. 105. em defesa de direito ou interesse legítimo. 102. Parágrafo único. art. VI – o tempo de serviço relativo a tiro de guerra.527. § 1º O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão.527. Estado. não podendo ser renovado. da decisão recorrida. a juízo da autoridade competente. vinculada à Previdência Social. II – a licença para tratamento de saúde de pessoa da família do servidor. art. II – das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. O requerimento será dirigido à autoridade competente para decidi-lo e encaminhado por intermédio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente. c Inciso XI com a redação dada pela Lei nº 9.e) para capacitação. e. IX – deslocamento para a nova sede de que trata o art. de 10-12-1997. 110. sucessivamente. conforme dispuser o regulamento. pelo interessado. VII – o tempo de licença para tratamento da própria saúde que exceder o prazo a que se refere a alínea b do inciso VIII do art. IV – o tempo correspondente ao desempenho de mandato eletivo federal. 107. sociedade de economia mista e empresa pública. art. com remuneração. conforme disposto em lei específica. 104. O requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os artigos anteriores deverão ser despachados no prazo de 5 (cinco) dias e decididos dentro de 30 (trinta) dias. os efeitos da decisão retroagirão à data do ato impugnado. no País ou no exterior. autarquia. c Alínea e com a redação dada pela Lei nº 9. XI – afastamento para servir em organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere. X – participação em competição desportiva nacional ou convocação para integrar representação desportiva nacional. art. 86. estadual. f) por convocação para o serviço militar. Distrito Federal e Município. 106. Municípios e Distrito Federal.

IV – opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço. X – ser assíduo e pontual ao serviço. A representação de que trata o inciso XII será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada. nos demais casos. VII – zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público. a qualquer tempo. de 22-6-1994. 312 e seguintes do CP. c Lei nº 8. quando o ato não for publicado. São deveres do servidor: c Art. salvo motivo de força maior. Para o exercício do direito de petição. art. 37. dispõe sobre as normas de conduta dos servidores públicos civis da União. quando cabíveis. 111. art. quando eivados de ilegalidade. VI – levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo. c Arts. A administração deverá rever seus atos. IV – cumprir as ordens superiores. art. II – retirar. na repartição. de 12-4-1990.784. . Capítulo II Das pROIBIçõEs c Dec. 115. São fatais e improrrogáveis os prazos estabelecidos neste Capítulo. Parágrafo único. TíTuLO Iv – Do regime DisCiplinar Capítulo I DOs DEvEREs c Dec. O prazo de prescrição será contado da data da publicação do ato impugnado ou da data da ciência pelo interessado. ou que afetem interesse patrimonial e créditos resultantes das relações de trabalho. I – exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. dispõe sobre os procedimentos a serem adotados em casos de paralisações dos serviços públicos federais. assegurando-se ao representando ampla defesa. XII – representar contra ilegalidade. art. II – em 120 (cento e vinte) dias. 113. exceto quando manifestamente ilegais. 53 e 54 da Lei nº 9. de 3-5-1995.171. enquanto não regulado o disposto no art. de 29-1-1999 (Lei do Processo Administrativo Federal). XI – tratar com urbanidade as pessoas. de 2-7-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). 117. qualquer documento ou objeto da repartição.480. ressalvadas as protegidas por sigilo. da CF. 114. omissão ou abuso de poder. aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. prestando as informações requeridas. b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal. Parágrafo único. das Autarquias e das Fundações Públicas.I – em 5 (cinco) anos. art. art. art. nº 1.171. III – recusar fé a documentos públicos. IX – manter conduta compatível com a moralidade administrativa. c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública. interrompem a prescrição. 112. salvo quando outro prazo for fixado em lei.429. VIII – guardar sigilo sobre assunto da repartição. de 22-6-1994. ao servidor ou a procurador por ele constituído. é assegurada vista do processo ou documento. II – ser leal às instituições a que servir. c Lei nº 8. 116. O pedido de reconsideração e o recurso. V – atender com presteza: a) ao público em geral. quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade. que dispõe sobre Crimes contra a Administração Pública.027. c Dec. VII. nº 1. Ao servidor é proibido: I – ausentar-se do serviço durante o expediente. III – observar as normas legais e regulamentares. aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. A prescrição é de ordem pública. sem prévia autorização do chefe imediato. sem prévia anuência da autoridade competente. nº 1. não podendo ser relevada pela administração.

ainda que lícita. 91 desta Lei. de 23-9-2008. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. VII – coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se à associação profissional ou sindical. c Parágrafo único com a redação dada pela Lei nº 11. O servidor não poderá exercer mais de um cargo em comissão. companheiro ou parente até o segundo grau civil. em detrimento da dignidade da função pública. participação no capital social ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros. direta ou indiretamente. comissão. como procurador ou intermediário. observada a legislação sobre conflito de interesses. emprego ou pensão de estado estrangeiro. VIII – manter sob sua chefia imediata. Capítulo III Da acuMuLaçãO art. o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado. e II – gozo de licença para o trato de interesses particulares. em razão de suas atribuições. personificada ou não personificada. exceto em situações de emergência e transitórias. e de cônjuge ou companheiro. VI – cometer a pessoa estranha à repartição. cotista ou comanditário. XVII. 9º. Parágrafo único. XV – proceder de forma desidiosa. cônjuge. de 23-9-2008. é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. XIX – recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. XVIII – exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho. fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários. de 10-12-1997. dos Estados.527. exercer o comércio.527.784. em cargo ou função de confiança. na forma do art. exceto na qualidade de acionista. salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau. XIII – aceitar comissão. 118. c Inciso X com a redação dada pela Lei nº 11. . XVII – cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa. IX – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem. § 2º A acumulação de cargos. de 10-12-1997. da CF. art.784. X – participar de gerência ou administração de sociedade privada. 37. XIV – praticar usura sob qualquer de suas formas. § 3º Considera-se acumulação proibida a percepção de vencimento de cargo ou emprego público efetivo com proventos da inatividade. ou a partido político. c Art. exceto no caso previsto no parágrafo único do art. de 10-12-1997. XI – atuar. A vedação de que trata o inciso X do caput deste artigo não se aplica nos seguintes casos: I – participação nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a União detenha. fora dos casos previstos em lei. Ressalvados os casos previstos na Constituição. 119.527. dos Territórios e dos Municípios. empresas públicas. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9.V – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. nem ser remunerado pela participação em órgão de deliberação coletiva. salvo quando os cargos de que decorram essas remunerações forem acumuláveis na atividade. c Inciso XIX acrescido pela Lei nº 9. empregos e funções em autarquias. do Distrito Federal. § 1º A proibição de acumular estende-se a cargos. sociedades de economia mista da União. fundações públicas. presente ou vantagem de qualquer espécie. junto a repartições públicas. XVI – utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares. XII – receber propina.

art. 120.527. que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. ficará afastado de ambos os cargos efetivos. VI – destituição de função comissionada. Parágrafo único. dispuser legislação específica. de 10-12-1997. Na aplicação das penalidades serão consideradas a natureza e a gravidade da infração cometida. Capítulo IV Das REspONsaBILIDaDEs art. declarada pelas autoridades máximas dos órgãos ou entidades envolvidos. art. detenha participação no capital social. de 4-9-2001. art. regulamentação ou norma interna. quando investido em cargo de provimento em comissão. 126. . c Parágrafo único com a redação dada pela MP nº 2. 37.527. 124. A responsabilidade administrativa do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria. os danos que dela provierem para o serviço público. O servidor responde civil. 117. de 10-12-1997. da CF. incisos I a VIII e XIX. V – destituição de cargo em comissão. art. c Parágrafo único acrescido pela Lei nº 9. art.527. salvo na hipótese em que houver compatibilidade de horário e local com o exercício de um deles. A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor. A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo. art. 123. direta ou indiretamente. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. nos casos de violação de proibição constante do art. e de inobservância de dever funcional previsto em lei. c Artigo com a redação dada pela Lei nº 9. § 2º Tratando-se de dano causado a terceiros. A responsabilidade civil administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função. 122. art. § 1º A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no art. responderá o servidor perante a Fazenda Pública. penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. que não justifique imposição de penalidade mais grave. observado o que. As sanções civis. II – suspensão. sendo independentes entre si. penais e administrativas poderão cumular-se. III – demissão. 129. São penalidades disciplinares: I – advertência. a respeito. 127. § 3º A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada. § 6º. suas subsidiárias e controladas. 46. O servidor vinculado ao regime desta Lei. 128. doloso ou culposo.Parágrafo único. 121. c Artigo com a redação dada pela Lei nº 9.225-45. O disposto neste artigo não se aplica à remuneração devida pela participação em conselhos de administração e fiscal das empresas públicas e sociedades de economia mista. 125. de 10-12-1997. até o limite do valor da herança recebida. IV – cassação de aposentadoria ou disponibilidade. as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. A advertência será aplicada por escrito. que acumular licitamente dois cargos efetivos. c Art. O ato de imposição da penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a causa da sanção disciplinar. em ação regressiva. art. bem como quaisquer empresas ou entidades em que a União. na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial. Capítulo V Das pENaLIDaDEs art. nessa qualidade.

art. 132. se o servidor não houver. o disposto no § 3º do art. a servidor ou a particular. IV – improbidade administrativa. II – instrução sumária. empregos ou funções públicas em situação de acumulação ilegal. contados da data da ciência e. IX – revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo. VII – ofensa física. As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados. § 3º Apresentada a defesa. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. nesse período.art. XII – acumulação ilegal de cargos. 167. § 1º Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que. do horário de trabalho e do correspondente regime jurídico. cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação. das datas de ingresso. III – julgamento. VIII – aplicação irregular de dinheiros públicos. não podendo exceder de 90 (noventa) dias. A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita à penalidade de demissão. salvo em legítima defesa própria ou de outrem. bem como promoverá a citação pessoal do servidor indiciado. na hipótese de omissão. empregos ou funções públicas. § 1º A indicação da autoria de que trata o inciso I dar-se-á pelo nome e matrícula do servidor. e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da transgressão objeto da apuração. aplicando-se. recusar-se a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente. a ser composta por dois servidores estáveis. contados do recebimento do processo. opinará sobre a licitude da acumulação em exame. § 2º Quando houver conveniência para o serviço. empregos ou funções públicas. 130. 133. no prazo de cinco dias. ficando o servidor obrigado a permanecer em serviço. até três dias após a publicação do ato que a constituiu. Detectada a qualquer tempo a acumulação ilegal de cargos. por intermédio de sua chefia imediata. § 4º No prazo de cinco dias. a penalidade de suspensão poderá ser convertida em multa. c Arts. XI – corrupção. em serviço. que compreende indiciação. defesa e relatório. respectivamente. injustificadamente. quando for o caso. V – incontinência pública e conduta escandalosa. VI – insubordinação grave em serviço. indicará o respectivo dispositivo legal e remeterá o processo à autoridade instauradora. na repartição. após o decurso de 3 (três) e 5 (cinco) anos de efetivo exercício. para julgamento. cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas seguintes fases: I – instauração. na base de 50% (cinqüenta por cento) por dia de vencimento ou remuneração. termo de indiciação em que serão transcritas as informações de que trata o parágrafo anterior. a autoridade a que se refere o art. XIII – transgressão dos incisos IX a XVI do art. X – lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional. em que resumirá as peças principais dos autos. 131. O cancelamento da penalidade não surtirá efeitos retroativos. § 2º A comissão lavrará. 117. que dispõem sobre Crimes contra a Administração Pública. § 5º A opção pelo servidor até o último dia de prazo para defesa configurará sua boa-fé. para. praticado nova infração disciplinar. dos órgãos ou entidades de vinculação. A demissão será aplicada nos seguintes casos: I – crime contra a administração pública. e a materialidade pela descrição dos cargos. 312 e seguintes do CP. art. Parágrafo único. com a publicação do ato que constituir a comissão. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. 163 e 164. II – abandono de cargo. 143 notificará o servidor. . observado o disposto nos arts. apresentar defesa escrita. hipótese em que se converterá automaticamente em pedido de exoneração do outro cargo. adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata. III – inassiduidade habitual. ou por intermédio de sua chefia imediata. art. a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. para apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias.

II – após a apresentação da defesa a comissão elaborará relatório conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão. A ação disciplinar prescreverá: I – em 5 (cinco) anos. IV – pela autoridade que houver feito a nomeação. art. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão. c Art. empregos ou funções públicas em regime de acumulação ilegal. interpoladamente. por período igual ou superior a sessenta dias interpoladamente. 133. 137. de 10-12-1997. c Art. as disposições dos Títulos IV e V desta Lei. falta punível com a demissão. na hipótese de abandono de cargo. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. VIII. art. quando as circunstâncias o exigirem. quanto às infrações puníveis com demissão. de 10-12-1997. Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao serviço. 140 com a redação dada pela Lei nº 9. quanto à suspensão. A demissão ou a destituição de cargo em comissão. art. sem causa justificada. Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que houver praticado. incompatibiliza o ex-servidor para nova investidura em cargo público federal. no que lhe for aplicável. incisos I. 139. § 8º O procedimento sumário rege-se pelas disposições deste artigo. . por infringência do art. Configura abandono de cargo a ausência intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos. art. nos casos de advertência ou de suspensão de até 30 (trinta) dias. art. art. 142. art. III – pelo chefe da repartição e outras autoridades na forma dos respectivos regimentos ou regulamentos. órgão. art. Não poderá retornar ao serviço público federal o servidor que for demitido ou destituído do cargo em comissão por infringência do art. observando-se. 35 será convertida em destituição de cargo em comissão. pela indicação precisa do período de ausência intencional do servidor ao serviço superior a trinta dias.527. pelos Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. X e XI do art. 135. hipótese em que os órgãos ou entidades de vinculação serão comunicados. observando-se especialmente que: I – a indicação da materialidade dar-se-á: a) na hipótese de abandono de cargo. a exoneração efetuada nos termos do art. X e XI. b) no caso de inassiduidade habitual. 117. 140.§ 6º Caracterizada a acumulação ilegal e provada a má-fé. nos casos dos incisos IV. 132. art. durante o período de doze meses. 138. Parágrafo único. sobre a intencionalidade da ausência ao serviço superior a trinta dias e remeterá o processo à autoridade instauradora para julgamento. subsidiariamente. aplicar-se-á a pena de demissão. VIII. opinará. indicará o respectivo dispositivo legal. 134. em que resumirá as peças principais dos autos. implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. também será adotado o procedimento sumário a que se refere o art. destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos cargos. Parágrafo único. As penalidades disciplinares serão aplicadas: I – pelo Presidente da República. quando se tratar de destituição de cargo em comissão. por sessenta dias. admitida a sua prorrogação por até quinze dias. II – pelas autoridades administrativas de hierarquia imediatamente inferior àquelas mencionadas no inciso anterior quando se tratar de suspensão superior a 30 (trinta) dias. ou entidade. IV. na atividade. 132. incisos IX e XI. Na apuração de abandono de cargo ou inassiduidade habitual. pelo prazo de 5 (cinco) anos. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.527. quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor vinculado ao respectivo Poder. durante o período de doze meses. sem prejuízo da ação penal cabível. 141. 133 com a redação dada pela Lei nº 9. § 7º O prazo para a conclusão do processo administrativo disciplinar submetido ao rito sumário não excederá trinta dias. Constatada a hipótese de que trata este artigo. pela indicação dos dias de falta ao serviço sem causa justificada. 136. II – em 2 (dois) anos.

poderá ser promovida por autoridade de órgão ou entidade diverso daquele em que tenha ocorrido a irregularidade.III – em 180 (cento e oitenta) dias. ainda que não concluído o processo. mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar. Capítulo II DO aFasTaMENTO pREvENTIvO art. TíTuLO v – Do proCesso aDministrativo DisCiplinar Capítulo I DIspOsIçõEs gERaIs art. a denúncia será arquivada. art. Capítulo III DO pROcEssO DIscIpLINaR art. 144. § 4º Interrompido o curso da prescrição. Parágrafo único. II – aplicação de penalidade de advertência ou suspensão de até 30 (trinta) dias. Parágrafo único. . quanto à advertência. cassação de aposentadoria ou disponibilidade. III – instauração de processo disciplinar. Parágrafo único. ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. art.784. delegada em caráter permanente ou temporário pelo Presidente da República.527. art. por solicitação da autoridade a que se refere. §§ 1º e 2º Revogados. desde que contenham a identificação e o endereço do denunciante e sejam formuladas por escrito.204. 146. será obrigatória a instauração de processo disciplinar. 145. a critério da autoridade superior. preservadas as competências para o julgamento que se seguir à apuração. 147. de 10-12-1997. ou destituição de cargo em comissão. a autoridade instauradora do processo disciplinar poderá determinar o seu afastamento do exercício do cargo. O prazo para conclusão da sindicância não excederá 30 (trinta) dias. § 3º A apuração de que trata o caput. até a decisão final proferida por autoridade competente. § 3º A abertura de sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição. assegurada ao acusado ampla defesa. de 29-1-1999 (Lei do Processo Administrativo Federal). As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração. no âmbito do respectivo Poder. de 5-12-2005. O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições. pelos presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República. de demissão. c Lei nº 9. sem prejuízo da remuneração. Sempre que o ilícito praticado pelo servidor ensejar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 30 (trinta) dias. Lei nº 11. por falta de objeto. pelo prazo de até 60 (sessenta) dias. findo o qual cessarão os seus efeitos. A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata. Quando o fato narrado não configurar evidente infração disciplinar ou ilícito penal. O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo. § 2º Os prazos de prescrição previstos na lei penal aplicam-se às infrações disciplinares capituladas também como crime. 148. o prazo começará a correr a partir do dia em que cessar a interrupção. Da sindicância poderá resultar: I – arquivamento do processo. 143. mediante competência específica para tal finalidade. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. confirmada a autenticidade. podendo ser prorrogado por igual período. órgão ou entidade. Como medida cautelar e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade. § 1º O prazo de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido.

quando se tratar de prova pericial. O processo disciplinar se desenvolve nas seguintes fases: I – instauração. até o terceiro grau. § 2º As reuniões da comissão serão registradas em atas que deverão detalhar as deliberações adotadas. 158. 143. art. meramente protelatórios. O processo disciplinar será conduzido por comissão composta de três servidores estáveis designados pela autoridade competente. § 1º O presidente da comissão poderá denegar pedidos considerados impertinentes. art.c Lei nº 8. É assegurado ao servidor o direito de acompanhar o processo pessoalmente ou por intermédio de procurador. não sendo lícito à testemunha trazê-lo por escrito. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9.429. com a publicação do ato que constituir a comissão. de 2-6-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). que compreende instrução. até a entrega do relatório final. As reuniões e as audiências das comissões terão caráter reservado. 157. Na fase do inquérito. § 2º Será indeferido o pedido de prova pericial. Se a testemunha for servidor público. 156. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão. § 1º Sempre que necessário. O inquérito administrativo obedecerá ao princípio do contraditório. 150. 149. recorrendo. companheiro ou parente do acusado. 154. II – inquérito administrativo. § 2º Não poderá participar de comissão de sindicância ou de inquérito. ser anexado aos autos. . acareações. defesa e relatório. podendo a indicação recair em um de seus membros.527. A Comissão exercerá suas atividades com independência e imparcialidade. de modo a permitir a completa elucidação dos fatos. como peça informativa da instrução. dentre eles. O prazo para a conclusão do processo disciplinar não excederá 60 (sessenta) dias. assegurado o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da administração. a expedição do mandado será imediatamente comunicada ao chefe da repartição onde serve. art. de 10-12-1997. o seu presidente. a autoridade competente encaminhará cópia dos autos ao Ministério Público. art. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível. art. Na hipótese de o relatório da sindicância concluir que a infração está capitulada como ilícito penal. admitida a sua prorrogação por igual prazo. quando a comprovação do fato independer de conhecimento especial de perito. 152. cônjuge. objetivando a coleta de prova. 153. 151. a comissão dedicará tempo integral aos seus trabalhos. em linha reta ou colateral. art. consangüíneo ou afim. devendo a segunda via. com o ciente do interessado. Seção I Do iNquérito art. § 1º As testemunhas serão inquiridas separadamente. a comissão promoverá a tomada de depoimentos. Parágrafo único. Os autos da sindicância integrarão o processo disciplinar. assegurada ao acusado ampla defesa. III – julgamento. produzir provas e contraprovas e formular quesitos. art. com a utilização dos meios e recursos admitidos em direito. observado o disposto no § 3º do art. O depoimento será prestado oralmente e reduzido a termo. que indicará. § 1º A Comissão terá como secretário servidor designado pelo seu presidente. ficando seus membros dispensados do ponto. quando as circunstâncias o exigirem. a técnicos e peritos. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. investigações e diligências cabíveis. 155. Parágrafo único. art. com a indicação do dia e hora marcados para inquirição. ou de nenhum interesse para o esclarecimento dos fatos. As testemunhas serão intimadas a depor mediante mandado expedido pelo presidente da comissão. art. Parágrafo único. independentemente da imediata instauração do processo disciplinar. quando necessário. arrolar e reinquirir testemunhas.

sendo-lhe vedado interferir nas perguntas e respostas. Tipificada a infração disciplinar. § 3º O prazo de defesa poderá ser prorrogado pelo dobro. a comissão indicará o dispositivo legal ou regulamentar transgredido. § 1º No caso de mais de um acusado. o prazo será comum e de 20 (vinte) dias. cada um deles será ouvido separadamente. não apresentar defesa no prazo legal. onde resumirá as peças principais dos autos e mencionará as provas em que se baseou para formar a sua convicção. § 1º O indiciado será citado por mandado expedido pelo presidente da comissão para apresentar defesa escrita. art. . pelo membro da comissão que fez a citação. de 10-12-1997. Seção II Do julGameNto art. O indiciado que mudar de residência fica obrigado a comunicar à comissão o lugar onde poderá ser encontrado. o prazo para defesa será de 15 (quinze) dias a partir da última publicação do edital. 160. § 1º O relatório será sempre conclusivo quanto à inocência ou à responsabilidade do servidor. bem como à inquirição das testemunhas. porém. 157 e 158. 166. 163. que deverá ser ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo nível.527. com a assinatura de 2 (duas) testemunhas. observados os procedimentos previstos nos arts. a comissão proporá à autoridade competente que ele seja submetido a exame por junta médica oficial. Apreciada a defesa. 159. a autoridade julgadora proferirá a sua decisão. § 1º A revelia será declarada. em termo próprio. Considerar-se-á revel o indiciado que. por termo. § 2º O procurador do acusado poderá assistir ao interrogatório. 164. com a especificação dos fatos a ele imputados e das respectivas provas. bem como as circunstâncias agravantes ou atenuantes. após a expedição do laudo pericial. o prazo para defesa contar-se-á da data declarada. No prazo de 20 (vinte) dias. § 2º Para defender o indiciado revel. assegurando-se-lhe vista do processo na repartição. publicado no Diário Oficial da União e em jornal de grande circulação na localidade do último domicílio conhecido. § 4º No caso de recusa do indiciado em apor o ciente na cópia da citação. proceder-se-á à acareação entre os depoentes. 162. reinquiri-las. será citado por edital. art. será remetido à autoridade que determinou a sua instauração. art. contados do recebimento do processo. ou ter nível de escolaridade igual ou superior ao do indiciado. a autoridade instauradora do processo designará um servidor como defensor dativo. para diligências reputadas indispensáveis. para julgamento. 167. § 2º Havendo dois ou mais indiciados. por intermédio do presidente da comissão. será promovida a acareação entre eles. Quando houver dúvida sobre a sanidade mental do acusado. § 2º Reconhecida a responsabilidade do servidor. Parágrafo único. art. O processo disciplinar. será formulada a indiciação do servidor. para apresentar defesa. da qual participe pelo menos um médico psiquiatra.§ 2º Na hipótese de depoimentos contraditórios ou que se infirmem. facultando-se-lhe. c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9. regularmente citado. com o relatório da comissão. art. art. nos autos do processo e devolverá o prazo para a defesa. O incidente de sanidade mental será processado em auto apartado e apenso ao processo principal. e sempre que divergirem em suas declarações sobre fatos ou circunstâncias. a comissão promoverá o interrogatório do acusado. art. 165. Achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido. 161. no prazo de 10 (dez) dias. art. Concluída a inquirição das testemunhas. Na hipótese deste artigo. Parágrafo único. a comissão elaborará relatório minucioso.

O processo disciplinar poderá ser revisto. Extinta a punibilidade pela prescrição. se autorizar a revisão. 176. quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a inadequação da penalidade aplicada. 142. 141. c Caput com a redação dada pela Lei nº 9. salvo se flagrantemente contrária à prova dos autos. No processo revisional. ou aposentado voluntariamente. será responsabilizada na forma do Capítulo IV do Título IV. 170. de 10-12-1997. Quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos. art. e ordenará. a revisão será requerida pelo respectivo curador.§ 1º Se a penalidade a ser aplicada exceder a alçada da autoridade instauradora do processo. Parágrafo único. art. Ocorrida a exoneração de que trata o parágrafo único. 34. 175. após a conclusão do processo e o cumprimento da penalidade. o ônus da prova cabe ao requerente. 177. a autoridade que determinou a instauração do processo ou outra de hierarquia superior declarará a sua nulidade.527. art. 169. 149. a autoridade instauradora do processo determinará o seu arquivamento. art. art. § 2º Havendo mais de um indiciado e diversidade de sanções. § 3º Se a penalidade prevista for a demissão ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade. a autoridade competente providenciará a constituição de comissão. no mesmo ato. 173. inciso I do art. 174. na condição de testemunha. abrandá-la ou isentar o servidor de responsabilidade. O requerimento de revisão do processo será dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade equivalente. ficando trasladado na repartição. 171. que.527. a pedido ou de ofício. o processo disciplinar será remetido ao Ministério Público para instauração da ação penal. qualquer pessoa da família poderá requerer a revisão do processo. a autoridade julgadora determinará o registro do fato nos assentamentos individuais do servidor. motivadamente. o julgamento caberá às autoridades de que trata o inciso I do art. a qualquer tempo. c § 4º acrescido pela Lei nº 9. este será encaminhado à autoridade competente. 172. Quando a infração estiver capitulada como crime. 168. Parágrafo único. Seção III Da revisão Do proCesso art. O julgamento acatará o relatório da comissão. total ou parcial. § 1º Em caso de falecimento. § 2º No caso de incapacidade mental do servidor. art. § 2º. na forma do art. art. a autoridade julgadora poderá. que decidirá em igual prazo. ausência ou desaparecimento do servidor. art. acaso aplicada. salvo quando contrário às provas dos autos. o julgamento caberá à autoridade competente para a imposição da pena mais grave. § 1º O julgamento fora do prazo legal não implica nulidade do processo. que requer elementos novos. Deferida a petição. o ato será convertido em demissão. . O servidor que responder a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido. art. de 10-12-1997. denunciado ou indiciado. ainda não apreciados no processo originário. § 4º Reconhecida pela comissão a inocência do servidor. Verificada a ocorrência de vício insanável. Parágrafo único. § 2º A autoridade julgadora que der causa à prescrição de que trata o art. II – aos membros da comissão e ao secretário. agravar a penalidade proposta. a constituição de outra comissão para instauração de novo processo. se for o caso. encaminhará o pedido ao dirigente do órgão ou entidade onde se originou o processo disciplinar. Serão assegurados transporte e diárias: I – ao servidor convocado para prestar depoimento fora da sede de sua repartição. A simples alegação de injustiça da penalidade não constitui fundamento para a revisão. quando obrigados a se deslocarem da sede dos trabalhos para a realização de missão essencial ao esclarecimento dos fatos.

Parágrafo único. de 17-5-2003. as vantagens pessoais. Parágrafo único. art. Parágrafo único. O julgamento caberá à autoridade que aplicou a penalidade. neste período. A União manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e sua família. c) salário-família. 181. Aplicam-se aos trabalhos da comissão revisora. simultaneamente. será declarada sem efeito a penalidade aplicada. velhice. ainda que contribua para regime de previdência social no exterior. para esse efeito. A revisão correrá em apenso ao processo originário. as normas e procedimentos próprios da comissão do processo disciplinar. Os benefícios do Plano de Seguridade Social do servidor compreendem: I – quanto ao servidor: a) aposentadoria. e compreende um conjunto de benefícios e ações que atendam às seguintes finalidades: I – garantir meios de subsistência nos eventos de doença. c Parágrafo único. O prazo para julgamento será de 20 (vinte) dias. b) auxílio-natalidade. restabelecendo-se todos os direitos do servidor. no mesmo percentual devido pelos servidores em atividade. 182. Parágrafo único. incidente sobre a remuneração total do cargo a que faz jus no exercício de suas atribuições. não lhe assistindo. . 184. de 14-5-2003. § 3º Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público. Os benefícios serão concedidos nos termos e condições definidos em regulamento. autárquica e fundacional não terá direito aos benefícios do Plano de Seguridade Social. inclusive para servir em organismo oficial internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual coopere. transformado em § 1º pela Lei nº 10. nos termos do art. o requerente pedirá dia e hora para a produção de provas e inquirição das testemunhas que arrolar. observadas as disposições desta Lei. c §§ 2º a 4º acrescidos pela Lei nº 10.667. contados do recebimento do processo. art.art. art. sem direito à remuneração. III – assistência à saúde. § 1º O servidor ocupante de cargo em comissão que não seja. aplicando-se os procedimentos de cobrança e execução dos tributos federais quando não recolhidas na data do vencimento. acidente em serviço. no curso do qual a autoridade julgadora poderá determinar diligências. 179. § 4º O recolhimento de que trata o § 3º deve ser efetuado até o segundo dia útil após a data do pagamento das remunerações dos servidores públicos. O Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a que estão sujeitos o servidor e sua família. terá suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença. § 2º O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo. que será convertida em exoneração. Da revisão do processo não poderá resultar agravamento de penalidade. Na petição inicial. art. falecimento e reclusão. exceto em relação à destituição de cargo em comissão. art. 180. II – proteção à maternidade. os benefícios do mencionado regime de providência. TíTuLO vI – Da seguriDaDe soCial Do serviDor Capítulo I DIspOsIçõEs gERaIs art. ocupante de cargo ou emprego efetivo na administração pública direta. à adoção e à paternidade. inatividade. Julgada procedente a revisão. mediante o recolhimento mensal da respectiva contribuição. inclusive. 185. A comissão revisora terá 60 (sessenta) dias para a conclusão dos trabalhos. computando-se. 183. art. invalidez. no que couber.667. com excessão da assistência à saúde. 178. 141.

se homem. com proventos integrais. pensão vitalícia e temporária. auxílio-funeral. licença por acidente em serviço. art. . com proventos proporcionais ao tempo de serviço. contagiosas ou incuráveis. § 1º Consideram-se doenças graves. se homem. bem como nas hipóteses previstas no art. com proventos proporcionais a esse tempo. com base na medicina especializada. O servidor será aposentado: I – por invalidez permanente. alienação mental. se homem. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. especificada em lei. observará o disposto em lei específica. espondiloartrose anquilosante. a que se refere o inciso I deste artigo. para fins de concessão de benefícios. § 2º O recebimento indevido de benefícios havidos por fraude. neoplasia maligna. d) aos 65 (sessenta e cinco) anos de idade. e declarada por ato. estabelece regras para o reconhecimento de dependente econômico de servidor. 189 e 224. § 2º Nos casos de exercício de atividades consideradas insalubres ou perigosas. II – compulsoriamente. § 3º Na hipótese do inciso I o servidor será submetido à junta médica oficial. 71. com vigência a partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade-limite de permanência no serviço ativo. implicará devolução ao erário do total auferido. a e c. A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato. III – voluntariamente: a) aos 35 (trinta e cinco) anos de serviço. § 1º A aposentadoria por invalidez será precedida de licença para tratamento de saúde. à adotante e licença-paternidade. aos setenta anos de idade. sendo os proventos integrais quando decorrente de acidente em serviço. tuberculose ativa. e aos 25 (vinte e cinco) se mulher. cegueira posterior ao ingresso no serviço público. do CNJ nº 39. sem prejuízo da ação penal cabível. 187. de 14-8-2007.d) e) f) g) h) a) b) c) d) licença para tratamento de saúde. doença de Parkinson. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). e proporcionais nos demais casos. c Res. 24. hanseníase. e 25 (vinte e cinco) se professora. assistência à saúde. cardiopatia grave. e outras que a lei indicar. que atestará a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de se aplicar o disposto no art. moléstia profissional ou doença grave. com proventos integrais. e aos 30 (trinta) se mulher. Capítulo II DOs BENEFícIOs Seção I Da aposeNtaDoria art. A aposentadoria compulsória será automática. observado o disposto nos arts. dolo ou má-fé. 188. art. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida – AIDS. 186. paralisia irreversível e incapacitante. a aposentadoria de que trata o inciso III. c) aos 30 (trinta) anos de serviço. assistência à saúde. e aos 60 (sessenta) se mulher. b) aos 30 (trinta) anos de efetivo exercício em funções de magistério se professor. auxílio-reclusão. contagiosa ou incurável. garantia de condições individuais e ambientais de trabalho satisfatórias. II – quanto ao dependente: § 1º As aposentadorias e pensões serão concedidas e mantidas pelos órgãos ou entidades aos quais se encontram vinculados os servidores. c § 3º acrescido pela Lei nº 9. esclerose múltipla. de 10-12-1997.527. nefropatia grave. por período não excedente a 24 (vinte e quatro) meses. licença à gestante.

o servidor em licença para tratamento de saúde ou aposentado por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento. Seção III Do salário-família art. § 2º O auxílio será pago ao cônjuge ou companheiro servidor público. art. O auxílio-natalidade é devido à servidora por motivo de nascimento de filho. Ao ex-combatente que tenha efetivamente participado de operações bélicas. III – a mãe e o pai sem economia própria. 53. por dependente econômico. 186. por nascituro. inclusive quando decorrentes de transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. § 1º Na hipótese de parto múltiplo. o valor será acrescido de 50% (cinqüenta por cento). Consideram-se dependentes econômicos para efeito de percepção do salário-família: I – o cônjuge ou companheiro e os filhos. O servidor aposentado com provento proporcional ao tempo de serviço. arts. inclusive os enteados até 21 (vinte e um) anos de idade ou. 195. será concedida aposentadoria com provento integral. deduzido o adiantamento recebido. mediante autorização judicial. II – o menor de 21 (vinte e um) anos que. V. e por este motivo for considerado inválido por junta médica oficial. até o dia vinte do mês de dezembro. São estendidos aos inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidas aos servidores em atividade. Ao servidor aposentado será paga a gratificação natalina. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. até 24 (vinte e quatro) anos ou. Art. 185. de 29-8-2008. art. § 1º e 224 desta Lei.315. O provento da aposentadoria será calculado com observância do disposto no § 3º do art. de qualquer idade. § 3º O lapso de tempo compreendido entre o término da licença e a publicação do ato da aposentadoria será considerado como de prorrogação da licença. c Arts. durante a Segunda Guerra Mundial. 190. serão consideradas apenas as licenças motivadas pela enfermidade ensejadora da invalidez ou doenças correlacionadas. 194. inclusive no caso de natimorto. o provento não será inferior a 1/3 (um terço) da remuneração da atividade. quando a parturiente não for servidora. O salário-família é devido ao servidor ativo ou ao inativo. Parágrafo único. c §§ 4º e 5º acrescidos pela MP nº 441. 197. calculado com base no fundamento legal de concessão da aposentadoria.§ 2º Expirado o período de licença e não estando em condições de reassumir o cargo ou de ser readaptado.527. Parágrafo único. se acometido de qualquer das moléstias especificadas no § 1º do art. em quantia equivalente ao menor vencimento do serviço público. art. 191. e revisto na mesma data e proporção. aos 25 (vinte e cinco) anos de serviço efetivo. em valor equivalente ao respectivo provento. Lei nº 9. Seção II Do auxílio-NataliDaDe art. 41. ou do inativo. Quando proporcional ao tempo de serviço. Revogados. § 5º A critério da Administração. c Artigo com a redação dada pela MP nº 441. se inválido. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. 196. c Art. de 12 de setembro de 1967. do ADCT. viver na companhia e às expensas do servidor. se estudante. 189. o servidor será aposentado. passará a perceber provento integral. para avaliação das condições que ensejaram o afastamento ou a aposentadoria. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. . nos termos da Lei nº 5. 192 e 193. § 4º Para os fins do disposto no § 1º. de 29-8-2008. art. de 10-12-1997.

de 29-8-2008. sem remuneração. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. Art. de acordo com a distribuição dos dependentes. de 10-12-1997. nem servirá de base para qualquer contribuição. dentro de um ano. na falta destes. c Artigo acrescido pela MP nº 441. Art. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. art. § 1º. Seção IV Da liCeNça para tratameNto De saúDe art. Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde. doença profissional ou qualquer das doenças especificadas no art. 202 será concedida com base em perícia oficial. nas hipóteses em que abranger o campo de atuação da odontologia. 201. poderá ser dispensada de perícia oficial. Quando o pai e mãe forem servidores públicos e viverem em comum. salvo quando se tratar de lesões produzidas por acidentes em serviço. bem como nos demais casos de perícia oficial previstos nesta lei. c §§ 3º e 4º com a redação dada pela MP nº 441. Parágrafo único. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. c § 2º com a redação dada pela Lei nº 9. 199. será aceito atestado passado por médico particular. com base em perícia médica. 206. . de 29-8-2008. inclusive para a Previdência Social. c Caput com a redação dada pela MP nº 441. 186. O servidor que apresentar indícios de lesões orgânicas ou funcionais será submetido a inspeção médica. 230. de 29-8-2008. art. na forma definida em regulamento. O salário-família não está sujeito a qualquer tributo. será efetuada por cirurgiões-dentistas. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. c § 5º acrescido pela MP nº 441. o salário-família será pago a um deles. 205. não acarreta a suspensão do pagamento do saláriofamília. a pedido ou de ofício. O afastamento do cargo efetivo. § 2º Inexistindo médico no órgão ou entidade no local onde se encontra ou tenha exercício em caráter permanente o servidor. § 1º Sempre que necessário. O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou natureza da doença.527. O servidor será submetido a exames médicos periódicos. de 29-8-2008. § 5º A perícia oficial para concessão da licença de que trata o caput deste artigo. art. nos termos e condições definidos em regulamento. 198. em valor igual ou superior ao salário mínimo. inclusive pensão ou provento da aposentadoria. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. 202. Não se configura a dependência econômica quando o beneficiário do salário-família perceber rendimento do trabalho ou de qualquer outra fonte. os representantes legais dos incapazes. de 29-8-2008. 203. quando separados. A licença para tratamento de saúde inferior a quinze dias. a inspeção médica será realizada na residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado. e não se configurando as hipóteses previstas nos parágrafos do art. Art. 200. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. 204. art. § 3º No caso do § 2º. o atestado somente produzirá efeitos depois de recepcionado pela unidade de recursos humanos do órgão ou entidade. art.art. 206-A. § 4º A licença que exceder o prazo de cento e vinte dias no período de doze meses a contar do primeiro dia de afastamento será concedida mediante avaliação por junta médica oficial. Ao pai e à mãe equiparam-se o padrasto. c Artigo com a redação dada pela MP nº 441. a madrasta e. A licença de que trata o art. será pago a um e outro.

o servidor acidentado em serviço. Será concedida licença à servidora gestante por 120 (cento e vinte) dias consecutivos.690. Por morte do servidor. Equipara-se ao acidente em serviço o dano: I – decorrente de agressão sofrida e não provocada pelo servidor no exercício do cargo. 212. à aDotaNte e Da liCeNça-paterNiDaDe art. 2º. Seção VI Da liCeNça por aCiDeNte em serviço art. art. nº 6. art. art. § 1º A pensão vitalícia é composta de cota ou cotas permanentes. serão concedidos 90 (noventa) dias de licença remunerada. Pelo nascimento ou adoção de filhos. Será licenciado. de 9-9-2008. O tratamento recomendado por junta médica oficial constitui medida de exceção e somente será admissível quando inexistirem meios e recursos adequados em instituição pública. de 11-12-2008. à conta de recursos públicos. o prazo de que trata este artigo será de 30 (trinta) dias. o servidor terá direito à licença-paternidade de 5 (cinco) dias consecutivos. que somente se extinguem ou revertem com a morte de seus beneficiários. II. Parágrafo único. Para amamentar o próprio filho. que se relacione. quanto à natureza. § 3º No caso de natimorto. que institui o Programa de Prorrogação da Licença à Gestante e à Adotante no âmbito da Administração Pública Federal. § 2º. a servidora terá direito a 30 (trinta) dias de repouso remunerado. reassumirá o exercício. art. observado o limite estabelecido no art. art. 215. c Lei nº 11. O servidor acidentado em serviço que necessite de tratamento especializado poderá ser tratado em instituição privada. À servidora que adotar ou obtiver guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade. 213. Configura acidente em serviço o dano físico ou mental sofrido pelo servidor. A prova do acidente será feita no prazo de 10 (dez) dias. do Dec. durante a jornada de trabalho. § 4º No caso de aborto atestado por médico oficial. c Art.Seção V Da liCeNça à GestaNte. decorridos 30 (trinta) dias do evento. a licença terá início a partir do parto. No caso de adoção ou guarda judicial de criança com mais de 1 (um) ano de idade. c Art. . a uma hora de descanso. prorrogável quando as circunstâncias o exigirem. mediata ou imediatamente. 214. § 3º. nº 6. a servidora lactante terá direito. Parágrafo único. sem prejuízo da remuneração. § 2º No caso de nascimento prematuro. que poderá ser parcelada em dois períodos de meia hora. com as atribuições do cargo exercido. a servidora será submetida a exame médico. 209. salvo antecipação por prescrição médica. cria o Programa Empresa Cidadã. do Dec. § 1º A licença poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação. que institui o Programa de Prorrogação da Licença à Gestante e à Adotante no âmbito da Administração Pública Federal. a partir da data do óbito.770. até a idade de seis meses. os dependentes fazem jus a uma pensão mensal de valor correspondente ao da respectiva remuneração ou provento. art. 211. 210. com remuneração integral. 216. art. II – sofrido no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. 42. As pensões distinguem-se. Seção VII Da peNsão art. destinado à prorrogação da licença-maternidade mediante concessão de incentivo fiscal. e se julgada apta.690. de 11-12-2008. em vitalícias e temporárias. 208. Parágrafo único. 207. 2º.

A pensão será concedida integralmente ao titular da pensão vitalícia. em partes iguais. b) o menor sob guarda ou tutela até 21 (vinte e um) anos de idade. irmão órfão ou pessoa designada. que comprovem dependência econômica do servidor. nos seguintes casos: I – declaração de ausência. 217. que vivam sob a dependência econômica do servidor. entre os titulares da pensão temporária. art. V – a acumulação de pensão na forma do art. quando a decisão ocorrer após a concessão da pensão ao cônjuge. IV – a maioridade de filho. enquanto durar a invalidez. se inválidos. 220. aos 21 (vinte e um) anos de idade. ou. 222. ou enteados. o companheiro ou companheira designado que comprove união estável como entidade familiar. 218. com percepção de pensão alimentícia. a pessoa designada. Parágrafo único. Concedida a pensão. A pensão provisória será transformada em vitalícia ou temporária. incêndio ou acidente não caracterizado como em serviço. III – desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo ou em missão de segurança. . III – a cessação de invalidez. art. § 2º A concessão da pensão temporária aos beneficiários de que tratam as alíneas a e b do inciso II deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas c e d. decorridos 5 (cinco) anos de sua vigência. exceto se existirem beneficiários da pensão temporária. maior de 60 (sessenta) anos e a pessoa portadora de deficiência. § 1º A concessão de pensão vitalícia aos beneficiários de que tratam as alíneas a e c do inciso I deste artigo exclui desse direito os demais beneficiários referidos nas alíneas d e e. se inválida. 225. em se tratando de beneficiário inválido. até 21 (vinte e um) anos. II – desaparecimento em desabamento. cessação de invalidez ou maioridade do beneficiário. § 3º Ocorrendo habilitação somente à pensão temporária. hipótese em que o benefício será automaticamente cancelado. c) o irmão órfão.§ 2º A pensão temporária é composta de cota ou cotas que podem se extinguir ou reverter por motivo de morte. art. entre os que se habilitarem. Acarreta perda da qualidade de beneficiário: I – o seu falecimento. a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do servidor. pela autoridade judiciária competente. o valor integral da pensão será rateado. inundação. VI – a renúncia expressa. até 21 (vinte e um) anos. d) a pessoa designada que viva na dependência econômica do servidor. a pessoa desquitada. enquanto durar a invalidez. art. Não faz jus à pensão o beneficiário condenado pela prática de crime doloso de que tenha resultado a morte do servidor. Será concedida pensão provisória por morte presumida do servidor. São beneficiários das pensões: I – vitalícia: a) b) c) d) e) o cônjuge. II – a anulação do casamento. II – temporária: a) os filhos. o seu valor será distribuído em partes iguais entre os beneficiários habilitados. sendo a outra metade rateada em partes iguais. e o inválido. ressalvado o eventual reaparecimento do servidor. 221. metade do valor caberá ao titular ou titulares da pensão vitalícia. art. qualquer prova posterior ou habilitação tardia que implique exclusão de beneficiário ou redução de pensão só produzirá efeitos a partir da data em que for oferecida. art. separada judicialmente ou divorciada. § 1º Ocorrendo habilitação de vários titulares à pensão vitalícia. até 21 (vinte e um) anos de idade. ou. enquanto durar a invalidez. prescrevendo tão-somente as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco) anos. 219. § 2º Ocorrendo habilitação às pensões vitalícia e temporária. Parágrafo único. A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo. conforme o caso.

223. 224. Se o funeral for custeado por terceiro. diretamente pelo órgão ou entidade ao qual estiver vinculado o servidor. ativo ou inativo. À família do servidor ativo é devido o auxílio-reclusão. e seus dependentes ou pensionistas com planos ou seguros privados de assistência à saúde. 228. § 1º Nas hipóteses previstas nesta Lei em que seja exigida perícia. 225. O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido na atividade ou aposentado. se não houver pensionista remanescente da pensão vitalícia. § 1º No caso de acumulação legal de cargos. II – metade da remuneração. as despesas de transporte do corpo correrão à conta de recursos da União. art.Parágrafo único. ou mediante convênio ou contrato. Por morte ou perda da qualidade de beneficiário. autarquia ou fundação pública. § 2º VETADO. observado o disposto no artigo anterior. atualmente procedimento sumário. desde que absolvido. ativo ou inativo. para o beneficiário da pensão vitalícia. nos seguintes valores: I – dois terços da remuneração. por sentença definitiva. à pessoa da família que houver custeado o funeral. mediante ressarcimento parcial do valor despendido pelo servidor. c Caput com a redação dada pela Lei nº 11. odontológica. a respectiva cota reverterá: I – da pensão vitalícia para os remanescentes desta pensão ou para os titulares da pensão temporária. para a sua realização o órgão ou entidade celebrará. c Parágrafo único acrescido pela MP nº 441. o servidor terá direito à integralização da remuneração. regulamenta este artigo. inclusive no exterior. quando afastado por motivo de prisão.978. art. o auxílio será pago somente em razão do cargo de maior remuneração. Seção VIII Do auxílio-fuNeral art.302. hospitalar. na forma estabelecida em regulamento. em valor equivalente a um mês da remuneração ou provento. § 1º Nos casos previstos no inciso I deste artigo. de 10-5-2006. As pensões serão automaticamente atualizadas na mesma data e na mesma proporção dos reajustes dos vencimentos dos servidores. II – da pensão temporária para os co-beneficiários ou. por meio de procedimento sumaríssimo. A critério da Administração. art. durante o afastamento. Capítulo III Da assIsTêNcIa à saúDE art. de 29-8-2008. c Arts. Seção IX Do auxílio-reClusão art. em virtude de condenação. aplicando-se o disposto no parágrafo único do art. 229. é vedada a percepção cumulativa de mais de duas pensões. este será indenizado. 275 a 281 do CPC. 226. Ressalvado o direito de opção. 227. para avaliação das condições que ensejaram a concessão do benefício. de 3-2-2004. determinada pela autoridade competente. psicológica e farmacêutica. a pena que não determine a perda de cargo. A assistência à saúde do servidor. § 2º O pagamento do auxílio-reclusão cessará a partir do dia imediato àquele em que o servidor for posto em liberdade. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei. nº 4. na ausência de médico ou junta médica oficial. em flagrante ou preventiva. ainda que condicional. enquanto perdurar a prisão. 189. o beneficiário de pensão temporária motivada por invalidez poderá ser convocado a qualquer momento. avaliação ou inspeção médica. c Dec. terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a promoção da saúde e será prestada pelo Sistema Único de Saúde – SUS. art. preferencialmente. ou ainda na forma de auxílio. convênio . 230. na falta destes. § 3º O auxílio será pago no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. art. Em caso de falecimento de servidor em serviço fora do local de trabalho. e de sua família compreende assistência médica.

II – contratar. 232 a 235.com unidades de atendimento do sistema público de saúde. 238.302. c §§ 1º e 2º com a redação dada pela Lei nº 9. TíTuLO vIII Capítulo ÚnICo Das DIspOsIçõEs gERaIs art. inventos ou trabalhos que favoreçam o aumento de produtividade e a redução dos custos operacionais. c § 5º acrescido pela Lei nº 11. Capítulo IV DO cusTEIO art. além daqueles já previstos nos respectivos planos de carreira: c Art. . II – concessão de medalhas. art. aposentados. Lei nº 11. 236. de 9-12-1993. condecoração e elogio. Poderão ser instituídos.302.666. diplomas de honra ao mérito. de 10-5-2006. TíTuLO vII Capítulo ÚnICo Da cONTRaTaçãO TEMpORáRIa DE ExcEpcIONaL INTEREssE púBLIcO arts. a ser publicada pelo mesmo órgão regulador. Os prazos previstos nesta Lei serão contados em dias corridos. que constituirá junta médica especificamente para esses fins. o prazo vencido em dia em que não haja expediente. § 4º VETADO. de 10-5-2006. para o primeiro dia útil seguinte. excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. c § 3º acrescido pela Lei nº 11.302. normas essas também aplicáveis aos convênios existentes até 12 de fevereiro de 2006.302. de 10-5-2006. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da vigência desta Lei. § 2º Na impossibilidade. § 7º. Legislativo e Judiciário. III – VETADO. com entidades de autogestão por elas patrocinadas por meio de instrumentos jurídicos efetivamente celebrados e publicados até 12 de fevereiro de 2006 e que possuam autorização de funcionamento do órgão regulador. 39. Lei nº 8. de 21 de junho de 1993. I – prêmios pela apresentação de idéias. Revogado. Revogados. ficam a União e suas entidades autárquicas e fundacionais autorizadas a: I – celebrar convênios exclusivamente para a prestação de serviços de assistência à saúde para os seus servidores ou empregados ativos. entidades sem fins lucrativos declaradas de utilidade pública. ou com o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS. o órgão ou entidade promoverá a contratação da prestação de serviços por pessoa jurídica. art. 231. da CF. de 10-5-2006.783. no âmbito dos Poderes Executivo. sendo certo que os convênios celebrados depois dessa data somente poderão sê-lo na forma da regulamentação específica sobre patrocínio de autogestões. os seguintes incentivos funcionais. § 3º Para os fins do disposto no caput deste artigo. bem como para seus respectivos grupos familiares definidos. ficando prorrogado. § 5º O valor do ressarcimento fica limitado ao total despendido pelo servidor ou pensionista civil com plano ou seguro privado de assistência à saúde. de 10-12-1997. operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde que possuam autorização de funcionamento do órgão regulador. 237. na forma da Lei nº 8. Lei nº 9. indicando os nomes e especialidades dos seus integrantes. Lei nº 11. devidamente justificada. da aplicação do disposto no parágrafo anterior. com a comprovação de suas habilitações e de que não estejam respondendo a processo disciplinar junto à entidade fiscalizadora da profissão. de 28-1-1999. mediante licitação. O Dia do Servidor Público será comemorado a vinte e oito de outubro.745. pensionistas.527.

do CNJ nº 40. enquanto não adquirirem a nacionalidade brasileira. § 3º As Funções de Assessoramento Superior – FAS. das autarquias. e mantidas enquanto não for implantado o plano de cargos dos órgãos ou entidades na forma da lei. art. dela decorrentes: a) de ser representado pelo sindicato. quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem do seu assentamento individual. os servidores dos Poderes da União. sem prejuízo dos direitos inerentes aos planos de carreira aos quais se encontrem vinculados os empregos. art. c Lei nº 9. ser exonerados mediante indenização de um mês de remuneração por ano de efetivo exercício no serviço público federal. autárquica e fundacional. 239. de 2-2-2000.452. Lei nº 9. na qualidade de servidores públicos. § 8º Para fins de incidência do imposto de renda na fonte e na declaração de rendimentos. art. ou pela Consolidação das Leis do Trabalho. de 14-8-2007. entre outros.art. 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. b) de inamovibilidade do dirigente sindical. § 1º Os empregos ocupados pelos servidores incluídos no regime instituído por esta Lei ficam transformados em cargos. § 2º As funções de confiança exercidas por pessoas não integrantes de tabela permanente do órgão ou entidade onde têm exercício ficam transformadas em cargos em comissão.962. o valor das mensalidades e contribuições definidas em assembléia geral da categoria. § 6º Os empregos dos servidores estrangeiros com estabilidade no serviço público. disciplina o regime de emprego público do pessoal da Administração federal direta.711. inclusive as em regime especial. e das fundações públicas. de 10-12-1997. no que couber. serão considerados como indenizações isentas os pagamentos efetuados a título de indenização prevista no parágrafo anterior. dos ex-Territórios. 243. exceto se a pedido. sem ônus para a entidade sindical a que for filiado. . Equipara-se ao cônjuge a companheira ou companheiro. 241.527. na data de sua publicação. até um ano após o final do mandato. que comprove união estável como entidade familiar. poderão. em caráter permanente. § 5º O regime jurídico desta Lei é extensivo aos serventuários da Justiça. nos termos da Constituição Federal. Consideram-se da família do servidor. remunerados com recursos da União. § 4º VETADO. Por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política. além do cônjuge e filhos. 240. aprovada pelo Decreto-Lei nº 5. de 1º de maio de 1943. c Res. nem eximir-se do cumprimento de seus deveres. considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício. cujos contratos não poderão ser prorrogados após o vencimento do prazo de prorrogação. Parágrafo único. TíTuLO Ix Capítulo ÚnICo Das DIspOsIçõEs TRaNsITóRIas E FINaIs art. Para os fins desta Lei. inclusive como substituto processual. dispõe sobre os procedimentos de reconhecimento de união estável. sofrer discriminação em sua vida funcional. não amparados pelo art. do respectivo órgão ou entidade. o direito à livre associação sindical e os seguintes direitos. exercidas por servidor integrante de quadro ou tabela de pessoal. Ao servidor público civil é assegurado. de 28 de outubro de 1952 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. Ficam submetidos ao regime jurídico instituído por esta Lei. 242. d e e) Revogadas. o servidor não poderá ser privado de quaisquer dos seus direitos. exceto os contratados por prazo determinado. § 7º Os servidores públicos de que trata o caput deste artigo. ficam extintas na data da vigência desta Lei. no interesse da Administração e conforme critérios estabelecidos em regulamento. c) de descontar em folha. passarão a integrar tabela em extinção. regidos pela Lei nº 1.

haverá ajuste de contas com a Previdência Social. art. 11 de dezembro de 1990. 243. O servidor que já tiver satisfeito ou vier a satisfazer. 253. 244. dentro de 1 (um) ano. e respectiva legislação complementar. 251. 231. art. art. na forma prevista nos arts. art. art. 169º da Independência e 102º da República. as condições necessárias para a aposentadoria nos termos do inciso II do art. fica transformada em licença-prêmio por assiduidade. Para efeito do disposto no Título VI desta Lei.711. os servidores abrangidos por esta Lei contribuirão na forma e nos percentuais atualmente estabelecidos para o servidor civil da União conforme regulamento próprio.711. de 28 de outubro de 1952. 245. Lei nº 9. art. VETADO. art. Fernando Collor . 252. 87 a 90. c Artigo com a redação dada pela Lei nº 8. ficam transformados em anuênio. Os adicionais por tempo de serviço. c §§ 7º a 9º acrescidos pela Lei nº 9. Até a edição da lei prevista no § 1º do art. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. de 28 de outubro de 1952.527. de 8-1-1991. 184 do antigo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. art.527. já concedidos aos servidores abrangidos por esta Lei. art. 249. Brasília. de 10-12-1997. passam a ser mantidas pelo órgão ou entidade de origem do servidor. Revogado. 247. Lei nº 1.711. Ficam revogadas a Lei nº 1. bem como as demais disposições em contrário. c Veto mantido pelo Congresso Nacional e promulgado no DOU de 19-4-1991. de 1952. As pensões estatutárias. 116 da Lei nº 1.162. 246. correspondente ao período de contribuição por parte dos servidores celetistas abrangidos pelo art. concedidas até a vigência desta Lei.§ 9º Os cargos vagos em decorrência da aplicação do disposto no § 7º poderão ser extintos pelo Poder Executivo quando considerados desnecessários. 248. ou por outro diploma legal. art. aposentar-se-á com a vantagem prevista naquele dispositivo. com efeitos financeiros a partir do primeiro dia do mês subseqüente. 250. de 10-12-1997. A licença especial disciplinada pelo art.

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