An˜o, segue uma demonstra¸˜o meio que “simplificada” (para n˜o dizer acoxambrada).

Fiz apenas para as a ca a Transforma¸˜es de Galileu, fa¸a vocˆ para as Transforma¸˜es de Lorentz, a ideia ´ a mesma. Confira os c´lculos, co c e co e a A pode ser que eu deixei passar algo (digitei direto no L TEX, ent˜o posso ter cometido algum erro de digita¸˜o): a ca A fun¸˜o Ψ ´ fun¸˜o das quatro dimens˜es (x, y, z, t): ca e ca o Ψ = Ψ (x, y, z, t) (1)

Queremos mostrar que a equa¸˜o de onda n˜o ´ invariante `s Transforma¸˜es de Galileu, i.e., ela n˜o mant´m ca a e a co a e a mesma ”forma”. Considerando a fun¸˜o no novo referencial: ca Ψ = Ψ (x , y , z , t ) Onde: x = x (x, t) y = y (y) z = z (z) t = t (t) x): ∂Ψ ∂Ψ ∂x ∂Ψ ∂y ∂Ψ ∂z ∂Ψ ∂t = + + + ∂x ∂x ∂x ∂y ∂x ∂z ∂x ∂t ∂x Como: ∂x ∂x ∂y ∂x ∂z ∂x ∂t ∂x Ent˜o: a ∂Ψ ∂Ψ = ∂x ∂x Fazendo o mesmo em rela¸˜o ` y, z e t temos: ca a ∂Ψ ∂Ψ = ∂y ∂y ∂Ψ ∂Ψ = ∂z ∂z ∂Ψ ∂Ψ ∂Ψ = −v ∂t ∂t ∂x Calculando agora as segundas derivadas, primeiro para x: ∂2Ψ ∂ = ∂x2 ∂x Simplificando: ∂Ψ ∂x ∂x ∂ + ∂x ∂y ∂Ψ ∂x ∂y ∂ + ∂x ∂z ∂Ψ ∂x ∂z ∂ + ∂x ∂t ∂Ψ ∂x ∂t ∂x (13) (14) (15) (12) =1 =0 =0 =0 (8) (9) (10) (11) (7) (3) (4) (5) (6) (2)

Derivando em rela¸˜o `s coordenadas originais e aplicando a regra da cadeia (primeiramente em rela¸˜o ` ca a ca a

(16)

1

y.∂2Ψ ∂ = 2 ∂x ∂x Ent˜o a ∂Ψ ∂x ∂x ∂ = ∂x ∂x ∂Ψ ∂x = ∂ ∂x ∂Ψ ∂x = ∂2Ψ ∂x 2 (17) ∂2Ψ ∂2Ψ = ∂x2 ∂x 2 Para y e z temos: ∂2Ψ ∂2Ψ = 2 ∂y ∂y 2 ∂2Ψ ∂2Ψ = ∂z 2 ∂z 2 E para t: ∂2Ψ ∂ = 2 ∂t ∂x Simplificando: ∂2Ψ ∂ = −v ∂t2 ∂x Usando a rela¸˜o (15): ca ∂ ∂2Ψ = −v ∂t2 ∂x ∂2Ψ ∂ = −v 2 ∂t ∂x ∂Ψ ∂t ∂Ψ ∂Ψ −v ∂t ∂x + v2 ∂Ψ ∂t ∂ ∂x ∂Ψ ∂x + + ∂ ∂t ∂ ∂t ∂Ψ ∂Ψ −v ∂t ∂x ∂Ψ ∂t −v ∂ ∂t ∂Ψ ∂x ∂Ψ ∂t + ∂ ∂t ∂Ψ ∂t ∂Ψ ∂t ∂ ∂x + ∂t ∂y ∂Ψ ∂t ∂ ∂y + ∂t ∂z ∂Ψ ∂t ∂ ∂z + ∂t ∂t ∂Ψ ∂t ∂t ∂t (18) (19) (20) (21) (22) (23) (24) (25) (26) ∂ ∂2Ψ = −v ∂t2 ∂x + v2 ∂ ∂2Ψ ∂2Ψ + −v ∂t ∂x 2 ∂t 2 ∂Ψ ∂x ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ = −v + v2 + −v ∂t2 ∂x ∂t ∂t ∂x ∂x 2 ∂t 2 Logo: ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ = v2 2 + 2 − 2v ∂x ∂t 2 ∂t ∂x ∂t Considerando a equa¸˜o de onda com Ψ = Ψ(x. t): ca 2 (27) Ψ− 1 ∂2Ψ =0 c2 ∂t2 (28) Abrindo o laplaciano: ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ 1 ∂2Ψ + + + 2 − 2 2 =0 ∂x2 ∂y 2 ∂z 2 ∂t c ∂t ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ 1 + + + 1− 2 ∂x2 ∂y 2 ∂z 2 c Usando: ∂2Ψ ∂2Ψ = ∂x2 ∂x 2 2 (31) ∂2Ψ =0 ∂t2 (29) (30) . z.

Esse a a ∂2Ψ termo 2αv ∂x ∂t = 0 ´ o que determina a n˜o invariˆncia das Transforma¸˜es de Galileu. exceto pelo termo do lado direito na co equacao (36) (a constante multiplicando a segunda derivada parcial em x n˜o muda o car´ter de onda). Pense a respeito com e a a co cuidado e ver´ que uma das consequˆncias disso ´ que eventos simultˆneos em um referencial deixam de ser a e e a simultˆneos no outro referencial. a 3 .∂2Ψ ∂2Ψ = 2 ∂y ∂y 2 ∂2Ψ ∂2Ψ = ∂z 2 ∂z 2 ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ = v2 + − 2v ∂t2 ∂x ∂t ∂x 2 ∂t 2 Temos: ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ 1 + + 1− 2 2 + c ∂x ∂y 2 ∂z 2 Chamando α = 1 − 1 c2 (32) (33) (34) v2 ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ 2 + 2 − 2v ∂x ∂t ∂x ∂t =0 (35) : (1 + αv 2 ) ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ ∂2Ψ 2 + 2 + 2 +α 2 = 2αv ∂x ∂t ∂x ∂y ∂z ∂t (36) Podemos ver que as equa¸˜es (30) e (36) tem quase o mesmo formato.

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