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Estatua Bronze

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  • A. Processo por Sulfato de Amónio
  • B. Processo por Polissulfato de Potássio
  • C. Outros Processos/Procedimentos

CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE

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CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE

CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE

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CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE

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Generalidades sobre o bronze
O bronze é uma liga de cobre. Hoje em dia, o bronze é uma liga de cobre com qualquer outro metal, excepto o zinco. É geralmente mais caro que o latão, mas também mais resistente à corrosão. O bronze forma uma patina (de cor verde) que protege o metal e que é frequentemente encarada como parte da própria obra de arte. Quando reproduzida, chama-se de “Verdete”. O bronze degrada-se rapidamente se estiver exposto à humidade, aos cloretos ou aos sulfatos. O bronze maciço é frequentemente lacado (na fábrica) para protecção do seu acabamento. O bronze lacado só necessita de ser limpo das poeiras e de uma esfrega ocasional com um pano húmido. Ou de substituição da laca se esta formar películas destacadas. As peças de bronze devem ser mantidas o mais limpas possível. A acumulação de poeiras e sujidades pode começar a corroer a superfície do metal. Deve-se retirar a poeira regularmente com um pano macio. Não se deve esfregar vigorosamente, especialmente sobre as partes mais salientes. Se uma peça de bronze for desleixada durante muito tempo e estiver coberta com sujidades e fuligem, deve ser cuidadosamente limpa com uma escova macia. Deve-se remover toda a poeira das fendas e entalhes, após o que se esfrega ligeiramente a superfície inteira com um pano de flanela macia. Para uma limpeza mais profunda, lava-se cuidadosamente com uma solução de 1 colher de sopa de sal em 3 litros de água. Enxagua-se bem. Dá-se polimento com um material de acabamento apropriado e depois aplica-se uma cera de protecção.

Antes ...

Quando se pretende um polimento mais profundo, molha-se um pano em cera líquida e aplica-se na peça. Depois de seca, faz-se o polimento com uma camurça até se obter um brilho pronunciado. Este tratamento com cera também pode ser dado a peças de bronze que estejam expostas no exterior. O bronze exposto à acção do tempo escurece frequentemente; no entanto, isto é natural e não prejudica a peça. A “doença do bronze” é um dos danos mais sérios que sucedem ao bronze. Esta doença, provocada quando os cloretos e o oxigénio se combinam em ambiente húmido, também ataca o latão e o peltre (outra liga metálica). A doença toma a forma de uma súbita explosão de pequenos remendos de corrosão e distingue-se pelas suas manchas ásperas, de cor verde clara. A “doença do bronze” pode ser detida, normalmente, pela lavagem da peça em mudas sucessivas de água destilada a ferver. Pode-se ter que mergulhar o objecto durante uma semana ou mais em água destilada. Se este tratamento não resultar, deve-se consultar um especialista em conservação sobre se pode ser usada uma solução forte de hexa-carbonato ou se a peça deve ser tratada por um profissional. ”RECEITA” CASEIRA PARA A LIMPEZA DO BRONZE : Sal, vinagre e farinha. Dissolver 1 colher de chá de sal numa taça de vinagre. Adicionar farinha suficiente para formar uma pasta. Aplicar esta pasta sobre o bronze e deixar actuar entre 15 minutos e 1 hora. Enxaguar com água limpa morna, e polir a seco.

... e depois !

CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE

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Conservação de Objectos Metálicos
http://www.ianr.unl.edu/pubs/homemgt/nf139.htm

Shirley Niemeyer, Extension Specialist, Home Environment A idade do metal pode ser parcialmente indicada pela patina – o resultado da oxidação ou da interacção com o ar ou com o ambiente envolvente que provoca uma ligeira degradação na superfície do metal. Para se conservar o valor de objectos metálicos como recordações ou antiguidades de família, são necessários limpeza, arrumação e exibição cuidadosos que conservem a patina bem como o acabamento e as características originais do metal. Os procedimentos de limpeza e de manutenção devem ser sempre objecto de ensaio antes da sua aplicação sobre artigos com valor. No uso de solventes e de outros produtos químicos devem ser seguidas as precauções de segurança. Em caso de dúvidas, deve-se consultar um conservador especializado em metais. Quando se usam produtos para limpeza comerciais, devem-se ler e seguir as instruções do rótulo, bem como fazer ensaios antes os usar. As lojas de ferramentas e as estâncias de madeiras, as mercearias, e as drogarias e supermercados podem fornecer muitos produtos de limpeza para metais. Devem-se remover sempre todos os resíduos do produto de limpeza.

Cobre, Bronze e Latão
O cobre e as suas ligas, latão e bronze, são afectados pelos cloretos e poluentes presentes no ar. Conforme o cobre fica exposto à humidade do ar, forma uma película superficial verde que actua como protecção contra o avanço da corrosão. A patina exterior pode ser agradável de ver, e algumas pessoas preferem a aparência suja em vez de outra mais brilhante e luminosa. Deve-se examinar cuidadosamente o acabamento antes de se limpar o cobre, o latão ou o bronze. A limpeza dos artigos até ao metal nu, que resulta em acabamentos brilhantes, pode afectar os valores histórico e económico de alguns deles. Limpeza – Os objectos lacados devem ser escovados delicadamente com um pano macio, e se necessário, lavados em água quente com sabão, enxaguados e cuidadosamente secos. O latão, o bronze e o cobre não lacados, devem ser limpos com álcool, com diluentes minerais ou com uma solução fraca de detergente, para se removerem sujidades e gorduras. A oxidação do cobre, do bronze e do latão não lacados pode ser removida pela limpeza com alvaiade fino ou giz precipitado. Pode ser usada uma combinação de 2 partes de álcool desnaturado, 2 partes de água destilada e giz precipitado ou alvaiade em pó misturados até formarem uma pasta. O giz precipitado e o alvaiade podem ser comprados nalgumas joalharias, fornecedores para dentistas ou drogarias. Também se pode usar a pasta de cré e óleo mineral. As proporções não são críticas. Esta limpeza retira uma pequena quantidade de metal. Deve-se ser especialmente cuidadoso em não exagerar na limpeza de materiais chapeados. Todos os resíduos do produto de limpeza e do óleo devem ser cuidadosamente removidos por enxaguamento.

Arrumação . • MacLeish. . 1914. TN: American Association of State and Local History. Os depósitos de calcário sobre o cobre podem ser removidos com um amaciador de água para lavandarias. ou o vinagre (receitas caseiras) podem afectar futuras limpezas e acelerar novas oxidações em consequência dos cloretos que deixam depositados. (ed. Alguns produtos de limpeza contém ácidos ou cloretos. A. Institute of Agriculture and Natural Resources. 1984. File NF139 under HOME MANAGEMENT B-7e. especialmente os que contenham amónia. De acordo com alguns especialistas. A. TN: American Association of State and Local History.edu Issued in furtherance of Cooperative Extension work. tais como a lã de aço em bruto. L. BIBLIOGRAFIA : • • Peterson. University of Nebraska. deve-se lavar cuidadosamente. por que podem provocar eventuais danos. Nashville. Se forem usados.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 6 / 58 Devem-se evitar os abrasivos duros. TN: American Association of State and Local History. Kenneth R. (Technical Leaflet 40) 1967. Os resíduos de produtos de limpeza que contenham amónia também podem iniciar uma nova corrosão. The Care of Antique Silver.Deve-se evitar a colocação próxima de objectos que contenham enxofre ou cloretos. Acts of May 8 and June 30. Conservation of Metals. in cooperation with the U. D. (Technical Leaflet 10) 1968. os quais podem iniciar uma nova corrosão.S. Nashville. Director of Cooperative Extension. Department of Agriculture. O sal de mesa e o limão. H. não se recomendam certos produtos químicos de limpeza. Fales. Bolen. B. Embrulham-se os artigos em tecido sem ácidos e guardam-se em sacos de plástico. University of Nebraska Cooperative Extension educational programs abide with the non-discrimination policies of the University of Nebraska-Lincoln and the United States Department of Agriculture. Nashville. sobre o cobre e o latão. Devem-se remover todos os vestígios dos produtos de limpeza.) The Care of Antiques and Historical Collections. General Issued April 1994 Electronic version issued July 1995 pubs@unl.

os Estados Unidos celebram o centenário da Guerra Hispano Americana. nos EU. também nos convidam a considerarmos o futuro que nos espera. Capa do livro Monuments and the Millenium. apercebemo-nos agora das dificuldades de marcar dois pontos numa jogada. E assim nós também meditamos sobre os avanços na integração racial da nossa sociedade nos anos decorrentes e os desafios que ainda nos restam. Nos Estados Unidos. celebramos durante 1997 outro quinquagésimo aniversário. relacionado com a integração racial na Major League de baseball. Por concequência. como nação. o quinquagésimo aniversário do final de Segunda Guerra Mundial despertou uma atenção generalizada e convidou-nos a reflectirmos sobre a ameaça de guerra que grassa nos nossos tempos. temos tido algumas dificuldades em abraçarmos o novo século que espreita no horizonte. Há alguns anos. Em 1998. e o princípio daquilo que nós. um evento que os Americanos recordam como a sua primeira afirmação de vontade nacional na cena mundial. 2001 . Talvez isso seja porque nós. quando Jackie Robinsos entrou em campo em 1947 como segundo base dos Brooklin Dodgers.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 7 / 58 A Conservação do Bronze dos Estados Unidos no Início do Novo Século Dennis Montagna Os aniversários são coisas úteis. Eles encorajam-nos a lembramo-nos do pssado e a fazermos um balanço daquilo que fomos. Tendo servido eficientemente como farol no século XX. temos modestamente chamado de Século Americano.

de August Zeller. O jacto de areia que danificou os componentes de bronze e de granito polido do Monumento aos Soldados e Marinheiros de Pottsville. ou a combinação dos produtos ácidos para limpeza com a abrasão. 2 . (Anónima) quando o derramamento de sangue acabou (Fig.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 8 / 58 Deixando de lado a nossa trepidação ao redor do novo século. Ulysses S. o nosso maior período de construção de monumentos em bronze e pedra foi impulsionado em grande parte pela recordação da Guerra Civil que devastou a nação desde 1861 até 1865. Para além disso. de Daniel Chester French e Edward C. Como é que nos estamos a portar como criados deste património cultural ? Correndo o risco de condenação por auto elogio. pelo que presentemente estamos a celebrar o centenário do apogeu deste fenómeno. Também estamos a celebrar o vigésimo quinto aniversário dos primeiros esforços reais dos conservadores nos EU para divulgarem a necessidade de ser dada atenção àquilo que é actualmente uma vasta colecção de escultura de bronze em exteriores. A limpeza do bronze que foi feita utilizou métodos de limpeza comerciais e industriais facilmente disponíveis. enquanto que muitos curadores da escultura pública se apoiaram em conservadores experientes pelos cuidados que esta requer. em bronze e em Filadélfia o Monumento a Ulisses S. Pottsville. Philadelphia. que iniciou a sua conservação em 1983. removiam virtualmente todos os produtos da corrosão. Quaisquer esforços organizados para se limparem as esculturas exteriores em bronze parecem ter sidos relativamente raros nos Estados Unidos antes dos começo nos anos 1970 (Weil 1987). 1 – Monumento ao Gen. diria que estamos a proceder melhor do que faziamos há alguns anos atrás.Monumento aos Soldados e Marinheiros do Condado de Schuylkill. 1). esta é uma boa ocasião para avaliarmos como estamos a cuidar dos monumentos que construimos para perpetuarmos as pessoas e os acontecimentos que nos são importantes. 1899. Fig. As partículas duras e ásperas da areia em conjunto com as pressões relativamente elevadas usadas pelos operadores de jacto de areia. (Montagna) . Pormenor das superfícies submentidas ao jacto de areia. Foi em 1897 que foi construido Fig. Se muitos bronzes foram conservados durante o último quarto de século. recordar o general comandante que foi o vencedor Fotografia da cerimónia de dedicação. Potter. Nos Estados Unidos. 2). muitos outros submeteram os bronzes ao seu cuidado a tratamentos danificadores executados por empreiteiros cujas qualificações. As limpezas ácida e por jacto de areia foram os mais espalhados destes métodos e geralmente tiveram efeitos devastadores na escultura de bronze. Pennsylvannia. Pennsylvania. relativamente poucos receberam a subsequente manutenção de que necessitam. bronze e granito. mas os reveses são por vezes iguais aos avanços que conseguimos. estão noutros campos. 1988. levando-nos a considerar outro aniversário deste tipo. A parte do leão dos nossos monumentos em bronze foi criada aproximadamente entre 1875 e 1925. e faziam-no rapidamente. Hoje em dia o monumento está sujeito a um programa de manutenção em curso. 1891. Grant. Estes são os desafios da conservação do bronze que se nos apresentam enquanto damos vivas ao novo século e ao novo milénio. Grant para granito. Pa. foi concluido no espaço de uma manhã (Fig. Comecemos então por alguma história da conservação. digamos assim.

Gettysburg National Military Park. 3). os conservadores de arte americanos. em New York foi objecto de jacto de areia e revestido com uma laca transparente no início dos anos 1970 (Fig. Estas limpezas ou deixavam a superfície do bronze despida. ou por voluntários mal orientados. são visíveis os restos do revestimento que não tem recebido manutenção e o resto da superfície metálica despida está de novo a ser corroída. de Henry L. treinados para cuidarem de objectos de museus. Como muitas pessoas encaravam esta decapagem como uma alternativa mais suave que o jacto de areia. Ellicott. bronze e granito. Trabalhando em conjunto com a comunidade científica. 1987. pelos meados dos anos 1970 (Fig. transportadas a 60 – 80 psi. O mais conhecido método abrasivo a ar comprimido. (Arquivos do GNMP) . tinham-se vindo a interessar pela conservação de obras de arte em exteriores. Avenida Hancock. Nas áreas abrigadas do lado direito da fotografia. exposta novamente à acção do clima.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 9 / 58 Tipicamente. Decapagem com esferas de vidro na figura de bronze do monumento. NY. ao contrário do jacto de areia. sendo ambos de mão-de-obra intensiva e difíceis de controlar. 4). ela também era especificada para a remoção dos produtos da corrosão nas superfícies de bronze. ou eram seguidas pela aplicação de um revestimento de laca ou de tinta transparente. Gettysburg. estas limpezas eram executadas não por conservadores treinados mas por empreiteiros generalistas. O Monumento a Hamilton White em Syracuse. tipicamente transportado a mais elevadas pressões. (Montagna) Pelos anos 1970. no qual um material de formas angulosas. 1905. enquanto que outras se centravam no uso de diversos meios abrasivos transportados por um fluxo de ar controlado. 3 – Monumento a Hamilton White. Os partículas esféricas de vidro deste sistema. por empresas de limpezas. a decapagem com micro esferas de vidro. os conservadores começaram a examinar de mais perto o fenómeno da corrosão do bronzee a desenvolver tratamentos de conservação que incluiam toda uma gama de métodos mecânicos e químicos de limpeza. Os métodos de limpeza química consistiam geralmente em decapantes ácidos ou alcalinos. 4 – First Pennsylvannia Cavalry. 1890. Algumas das técnicas mecânicas empregavam lixas abrasivas e ferramentas de dentista. foi desenvolvido nesta altura e rapidamente se tornou no principal sistema para limpeza do bronze. eram consideradas como deixando o bronze intacto. Syracuse. Fig. bronze e granito. se poderia incrustar nas Fig. Pa. 1979.

muitos conservadores começaram a questionar os conceitos em que se baseava a decapagem com micro esferas de vidro : que a presença de quaisquer produtos da corrosão fosse inerentemente prejudicial devendo ser removidos para se preservar efectivamente a estatuária de bronze. em bronze e granito. este desvio baseia-se numa teoria de conservação que favorece a preservação e a estabilização da superfície do bronze acima das tentativas de lhe restaurar uma cor original pela substituição dos produtos de corrosão. Em essência. Virginia (Fig. Va. de Jean Antonin Mercier. os conservadores trataram 45 bronzes. geralmente sobre a superfície do bronze aquecida.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 10 / 58 superfícies de bronze mais brandas. 6) (Bach 1985. de Frederic Remington. um programa de conservação que começou em 1981 (The Baltimor Bronze Project 1989). Dentro de poucos anos. por vezes chamados de “patina do tempo”. a decapagem com micro esferas de vidro foi suplantada por métodos de limpeza mais suaves. 6 – Cowboy. Fig. por uma patina química inteiramente nova. e que o próprio processo de limpeza não comprometesse posteriormente a superfície do bronze. E ainda mais importante. A seguir à limpeza. Pa. 5 – Monumento a Robert E. (Mantegna) . Lee. bronze. Durante os anos 1980. Os menos invasivos deles envolviam uma simples lavagem com água e sabão. o campo da conservação do bronze fez um desvio concertado para o uso de métodos de limpeza menos invasivos. em Saint Louis. o mesmo método foi usado para a limpeza e revestimento de 25 monumentos em Philadelphia (fig. em parte. Vista após 8 anos de manutenção anual do revestimento com cera. indicaram que estes tratamentos agressivos não eram realmente necessários para se assegurar a preservação a longo prazo da escultura em bronze. Os bronzes de Philadelphia forma inspeccionados e sumetidos a manutenção todas as primaveras durante os últimos 15 anos. seguida por uma aplicação de ceras microcristalinas. Estes projectos de limpeza dependiam grandemente da continuidade de um regime de manutenção do revestimento. 1990. Pormenor do grupo em bronze após a decapagem com esferas de vidro e nova patina em 1983. (Montagna) Ensaios laboratoriais conduzidos pelos conservadores do Smithsonian Institution e do National Bureau of Standards. Missouri. Durante os cinco anos de duração do projecto. Tatti 1985). da sua aplicação como método de limpeza em monumentos proeminentes no Central Park da Cidade de New York. Dois anos mais tarde. Fig. em 1983. demonstrou-se que a decapagem com micro esferas de vidro removia metal dos substratos de bronze (Veloz e Chase 1989). 1908. Philadelphia. A decapagem com micro esferas de vidro ganhou popularidade durante os meados dos anos 1970 em consequência. Este foi o método escolhido para o Baltimore Bronze Project. Richmond. era geralmente aplicada uma nova patina química e um revestimento protector de laca (Weil 1980). 1890. conjugados com a experiência de campo de executantes conservadores. 5). e em Richmond. Consequentemente.

semelhante àquela que a pesquisa em arquivo indicou ser a que o bronze possuia historicamente. Tipicamente são aplicados Fig. aproximandose frequentemente a sua aparência da das superfícies patinadas de novo. Vista do monumento após conservação. (Andrzej Dajnowski) Fig. 9 – Monumento a Marshall Field. para atingir uma coloração castanho avermelhada. IL. 7) (Montagna 1989. bronze corroída. (Montagna) que ficam então saturadas e escurecidas. 1996. c. 1910. os tratamentos de conservação incluem frequentemente a manipulação da aparência das superfícies corroidas do bronze através da aplicação de uma nova patina. 8 – Monumento a Marshall Field. outros conservadores foram desenvolvendo procedimentos de limpeza abrasiva a ar comprimido que pretendiam ser mais minuciosos. a superfície foi patinada de novo com permanganato de potássio e nitrato de ferro em água. 1987. Neste método mais suave de limpeza está subjacente uma intenção de se proporcionar uma superfície apta para receber um revestimento protector renovável. geralmente uma cera ou uma laca. apesar de suaves. Uma limpeza a ar comprimido com materiais agrícolas brandos esforçase por deixar intactos os produtos de corrosão mais densos e firmemente aderentes. bem como o substrato metálico por baixo deles. (Andrzej Dajnowski) . Washington. Fig. 1910.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 11 / 58 Conforme os programas de limpeza dos bronzes iam prosseguindo em Philadelphia e em Baltimore. foi limpo por projecção de casca de noz (Fig. Após a limpeza. revestimentos de cera a quente sobre as superfícies 1910. de Daniel Chester e Henry Bacon. Veloz e Chase 1989). e depois revestida com laca (o tratamento deste monumento foi projectado e executado pelo conservador Andrzej Dajnowski. IL. O Monumento a Marshall Field no Cemitério Graceland. em parte porque eles não saturam nem escurecem a superfície. Pormenor da projecção com casca de noz de uma superfície de submetidas à limpeza por projecção de casca de noz. São geralmente seleccionados sistemas de resvestimento por lacas para se protegerem as superfícies patinadas de novo. broze e granite. broze e granite. c. ver também Weil 1985). na remoção das sujidades e dos produtos de corrosão superficiais. 7 – Gen. Thaddeus Kosciuszko. Chicago. como acontece com as ceras a quente. DC. de Daniel Chester e Henry Bacon. em Chicago. A casca de noz pulverizada tem-se tornado o mais usado dos produtos agrícolas (Fig. 8 e 9). bronze e granito. Chicago. 1997. Os métodos de limpeza menos invasivos evitam frequentemente a necessidade da execução das novas patinas superficiais extensivas requeridos pelos métodos que despem o bronze até ao metal nú. No entanto. de Antoni Popiel. Vista antes da conservação.

pode aumentar a vida dessa laca. mas será que esta manutenção vai ter lugar ? com a excepção do programa de manutenção anual de Philadelphia e poucos mais. O principal entre eles é a limpeza com água à pressão. só dois receberam a manutenção planeada. O jacto de água a pressões da ordem dos 7000 psi pode decapar a superfície até um grau para além do nível de conforto de muitos de nós. não eixstem muitos bronzes exteriores conservados que recebam a manutenção de que necessitam para conservarem os seus revestimentos viáveis e. frequentemente não se têm sentido muito melhores. A pressões de 1500 – 2000 psi. Os sistemas de revestimento com cera e com laca mais frequentemente usados na manutenção da escultura exterior nos Estados Unidos têm requisitos de menutenção inerentes. 11). Até aqui consideramos principalmente o desenvolvimento dos métodos para execução da limpeza inicial das estátuas de bronze em exteriores.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 12 / 58 Estão a ser explorados métodos alternativos de limpeza através de pesquisa e de trabalhos em campo. e voltou do restauro com uma superfície semelhante à superfície vivamente reflectora que possuia em tempos (Fig. geralmente aplicadas sobre uma superfície de bronze aquecida. 10). usada a diversas pressões para efectuar uma gama de tratamentos de limpeza superficial. e após três anos de exposição a um ambiente bastante agressivo. Um colega conservador contou-me que entre as dúzias de bronzes exteriores que ele tem tratado desde que começou a trabalhar em 1991. baço e a necessitar de cuidados (Fig. ou uma patina de tonalidade mais aberta. Os monumentos que ele tratou para o US National Park Service. o sistema pode produzir resultados de limpeza que se assemelham aos que se conseguem com a projecção de casca de noz (Lins 1982). têm melhor desempenho se forem inspeccionadas e renovadas a intervalos de três anos. Um monumento ao General Lafayette encontra-se directamente do outro lado da rua em relação à White House. Mas o revestimento nunca recebeu qualquer inspecção periódica. os produtos de corrosão do bronze possam ser particularmente desejáveis quando se pretende aplicar uma nova patina extensivamente. Os ensaios sobre revestimentos sugerem que uma cera fria aplicada sobre os revestimentos de laca. ou lavagem. se não todos. Nós detemos a suficiente compreensão sobre como deve ser mantido o revestimento que estamos a aplicar. Na realidade. Principalmente. Mas alguns conservadores queixam-se que as ceras usadas desta forma estorvam a reparação dos revestimentos de laca danificados. mas a pressões mais altas a limpeza é muito mais agressiva. Ele recebeu uma limpeza por projecção de casca de noz e um revestimento com cera para lhe ser proporcionada protecção ao bronze. e frequentemente mantida. se se pretendem conservar os benefícios do tratamento de conservação inicial. o tratamento de conservação inicial. As ceras microcristalinas. embora os métodos que removem muitos. Os revestimentos com laca devem ser reparados se estiverem arranhados ou desgastados. . o campo da conservação tem dedicado muita atenção a esta primeira fase da conservação dos monumentos. ou nova aplicação de cera. os fabricantes informam tipicamente que estes revestimentos devem ser completamente removidos e novamente aplicados a intervalos de cinco anos. por extensão. está descolorido. Mas o que é que acontece a seguir ? todos os tratamentos de limpeza que consideramos pressupõem uma aceitação de um programa de inspecção periódica e de manutenção do revestimentos.

não incluidos entre os que foram lipos no início dos anos 1980. bronze e mármore. para aplicação de segundas camadas de cera em bronzes que tinham recebido uma primeira aplicação a quente. bronze e mármore. Pormenor do respeitável grupo de figuras da direita. A maioria dos monumentos históricos nunca recebeu qualquer manutenção. Washington. 10 – Major General Marquês de Lafayette. 1891. DC. Por estas tazões. Quando é bem executada e atempadamente. por Jean Alexandre Falguière e Jean Antonin Marcie. Estas são razões para se estar quer optimista. 1988. Registar-se a dramática diferença na aparência de um bronze desfigurado. Manter-se a aparência conservada já não é. em certos casos pelo estabelecimento de obrigações fiduciárias legalmente vinculativas destinadas aos cuidados a prestar aos monumentos do domínio público. Os melhoramentos nos procedimentos de aplicação da cera estão a suscitar esperança de que podemos ampliar a vida deste revestimentos de vida relativamente curta. a manutenção tem para eles pouco cachet e pode-lhes parecer efémera. 11 – Major General Marquês de Lafayette. Um conservador começou a empregar um sistema de pulverização por alimentação directa sem ar. longevidade e capacidade de receber manutenção. para se assegurarem que esses fundos para cuidados futuros estarão disponíveis quando forem necessários. após a conservação. Alguns gestores de colecções de monumentos começaram a tratar estes problemas com um certo sucesso. (Montagna) O principal desafio que enfrentamos. durante um tratamento de conservação. após cerca de três anos num ambiente urbano agressivo. quer pessimista a este respeito.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 13 / 58 Fig. A manutenção do bronze é a conservação equivalente a manterem-se os soalhos varridos. a angariação de fundos para a conservação do bronze inclui não só o custo do tratamento inicial. Pormenor do respeitável grupo de figuras da direita. centra-se na melhoria da sua qualidade. (Montagna) Fig. e pode ser inultrapassável. por Jean Alexandre Falguière e Jean Antonin Marcie. é excitante e fotogénico. parecem estar de muito boa saúde. e é a actividade mais provável de se perder na inevitável pressão sobre a administração para serem desenvolvidas novas ideias e iniciativas. mas também verbas usadas para ser estabelecida uma dotação geradora de rendimentos. mas de rápida manutenção. é a implementação da manutenção de longa duração. destinados à manutenção. DC. mas é raro que um programa de manutenção sobreviva ao regime que o iniciou. 1891. Washington. gozaram de um ou dois tratamentos de manutenção. Além disso. porque os doadores que financiam projectos de conservação procuram frequentemente o impacto visual que a sua contribuição lhes possa proporcionar. e aqueles que a receberam. a manutenção não produz alterações dramáticas que possam ser reveladas pelos políticos ou registadas em vídeo para o noticiário da noite. 1988. Diversos monumentos conservados sob a vigilância da City of Philadelphia's Art Commission. 3 anos após o tratamento. Noutros casos. Outra abordagem para a garantia de que os revestimentos serão mantidos. . é difícil cabimentar-se a manutenção sem a registar no orçamento público. receberam este tipo de aplicação de cera e.

em certos casos. Mesmo com a remoção dos restos do revestimentos de laca. Com este pensamento. 15). Pa. 1998. NY Infantry. cerca de 1980. Quando decidimos tratar. foi empregue para se conservarem todas as figuras equestres do paqrue em 1981 (Fig. (Arquivos do GNMP) Estes tratamentos nunca foram mantidos. Uma fotografia do Monumento ao General Meade. O método simples de lavagem e enceramento. c 1980. após vinte anos. 1891. de Jonh J Boyle. bronze e granito.42nd. de Jonh J Boyle. Pormenor após a decapagem com micro esferas de vidro e a lacagem. talvez devessemos assumir que essa manutenção nunca vai acontecer. de Henry Kirke Bush-Brown. Pa. de Jonh J Boyle. e. competência e dinheiro.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 14 / 58 Outra abordagem menos optimista mas mais pragmática também pode ser invocada. Pormenor após 18 anos de exposição sem manutenção do tratamento inicial. Gettysburg. Como continuamos a fazer planos para a manutenção de bronzes exteriores. 16). Neste ponto. c 1980. 14). Aspecto promenorizado da limpeza com detergente e água na superfície do bronze. Gettysburg. 1891. Pa. Fig. NY Infantry. bronze e granito. e que o revestimento com cera tinha sido completamente removido das superfícies mais expostas do bronze pelos elementos climáticos. exibiam um avançado estado de degradação (fig. usado em Baltimore e Philadelphia. NY Infantry. O monumento ao Tammany Indian of the 42nd New York Infantry foi limpo nessa altura.42nd. bronze e granito. talvez devessemos optar por não executar um tratamento. 12 . (Arquivos do GNMP) . 1891. outros tratamentos executados em Gettysburg durante o mesmo período foram muito menos invasivos. 13 . 12 e 13). Pa. estão em temível necessidade não de uma mera manutenção mas de uma extensa conservação. iria exigir consideráveis tempo. Vista do monumento antes da decapagem com micro esferas de vidro. a afinação visual das superfícies relativamente brilhantes com as outras mais corroídas. mostra que estes revestimentos também não foram objecto de manutenção. 1981. (Arquivos do GNMP) Fig. O Gettysburg National Military Park encomendou uma enormidade de tratamentos por decapagem com micro esferas de vidro e lacagem. Por comparação.42nd. mais expostas aos elementos. Gettysburg. conforme se exibe aqui imediatamente antes e logo após o tratamento (fig. 1913. Figura 15 – Monumento ao Major General John Sedgwick. tavez devessemos projectar tratamentos capazes de envelhecerem elegantemente. (Arquivos do GNMP) Fig. 14 . feita em 1996 (Fig. Gettysburg. bronze e granito.

quando pediu à fundição que tinha executado o seu monumento ao dirigente sindical Samuel Gompers em meados dos anos 1930. pode nem sempre actuar da maneira mais correcta. pelo emprego de um sistema de limpeza e de revestimento razoavelmente simples. Outro passo em falso foi dado pela American Federation of Labor. Durante a aplicação do revestimento inicial com cera. Apesar do facto de este tratamento ter sido detido antes que avançasse demasiado. que muitos tinham até então pensado que tomavam conta de si mesmos. Seleccionamos o Monumento a Meade como uma das peças para a formação e usamos a decapagem com casca de noz para removermos os restos do revestimento residual com cera. Figura 16 – Monumento ao Major General John Sedgwick. Pa. de Henry Kirke Bush-Brown. 1933. Foi limpo por jacto de areia por uma empresa de construções que respondeu a um Pedido de Orçamento não endereçado aos conservadores. em Charleston fornece-nos um bom exemplo. Após o jacto de areia. O Mountaineer Monument que se situa nos terrenos do capitólio do estado da West Virginia. 1987. de Robert I Aitkens. tal como se poderia limpar e desbastar um bronze acabado de fundir (Fig. o método de limpeza utilizado foi com ferramentas rotativas de abrasão com as quais eles começaram a dar um novo acabamento à superfície. criando um memorial de infelizes resoluções e escolhas de tratamento. antes da aplicação de um novo revestimento com cera. os outros desafios que se nos ofereciam respeitavam ao papel e à disponibilidade dos profissionais da conservação aptos a executarem os tratamentos. 1913. Um público encorajado por uma missão para actuar e fazer a diferença. Washington. (Montagna) Por esta altura. esta consciência foi resultado de um bem concebido programa de recuperação de monumentos. o Park Service's Philadelphia Support Office conduziu um curso de formação para novos operários de manutenção de monumentos. o bronze recebeu uma pesada camada de laca que formou escorridos nalgumas áreas. 1996. a nova patina castanha escura que os fundidores introduziram tem poucas semelhanças com a patina verde que provavelmente o bronze trazia quando era novo. com o objectivo de ser estabelecido um programa de manutenção dos monumentos no parque. mas aos empreiteiros gerais e às empresas de limpeza comercial. Como este monumento não tinha recebido a mesma limpeza invasiva que outros do parque. Pomenor dos estragos na superfície provocados pela limpeza abrasiva. Gettysburg. bronze e granito. e que fosse instituido um método de limpeza menos invasivo. mas também tem uma face obscura. 17 – Memorial de Samuel Gomper. e a diferença que fazem pode não ser a melhor. 17). contra a superfície do bronze fortemente abrasada. aqui na América testemunhamos uma elevada consciência pública para a necessidade da prestação de cuidados aos bronzes exteriores. Como poderiamos garantir que eram tomadas as decisões de tratamento adequadas e que os tratamentos iriam ser executados por cabeças e mãos treinadas e experientes ? Durante a última década.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 15 / 58 Para além de se garantir de que uma manutenção periódica iria seguir o tratamento de conservação. (Montagna) . e reteve partículas de areia noutras. Fig. para o limpar nos finais nos anos 1980. através do projecto nacional Save Outdoor Sculpture! e de outras iniciativas. DC. ficamos aptos para o fazer regressar a um estado de manutenção possível.

devem permanecer aí. Possivelmente. Isto não é apenas uma questão de aspectos práticos. sofrem as durezas inerentes às vidas passadas fora de portas. Também devemos advogar tratamentos que deixem a obra não pior do que a encontraríamos se o tratamento não tivesse sido executado. somos nós. Ultimamente. quem tinha feito a escultura de bronze. os tratmentos que vão ter sucesso em tais ambientes devem-se orientar ao máximo para a necessidade de manutenção a longo termo. que devemos tomar decisões sensatas. . foram pensadas para serem exibidos no exterior e. Só a retirada dos bronzes do ambiente exterior para o qual foram criados. e usarmos métodos de limpeza conjugados com compromissos de um programas de manutenção correntes. Estas avaliações parecem oferecer a melhor esperança para a preservação do insubstituível corpo de escultura monumental que nos foi confiada pelas gentes do último milénio. esta raramente é uma linha de acção possível ou apropriada. Obviamente.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 16 / 58 Em ambos os casos. num caso uma empresa que fazia a manutenção de edifícios e no outro. tanto quanto para os tratamentos iniciais. devemos trabalhar para aumentar o número de conservadores capazes de lidarem com os desafios respeitantes ao tratamento de trabalhos que não habitam em locais com clima controlado. mas também de ética profissional. nós podemos salientar os nossos esforços para guiar os proprietários que necessitem de conservação para os profissionais que detém o terino e os conhecimentos para projectarem e executarem os tratamentos adequados. para a protecção proporcionada por um museu pode garantir a seu futuro bem estar. os potenciais clientes de serviçoes de conservação procuraram outros fornecedores. o que para eles fazia sentido. com poucas excepções. Mas para além disto. pelo contrário. geralmente comemorativas. guardiões das nossas colecções monumentais. Estas obras. trabalhar com conservadores habilitados para planearmos linhas de acção adequadas.

Washington. Environmental Scientists and Corrosion Engineers. Paris. nature and man. The Baltimore Bronze Project: A Summary. DC. Veloz N F and Chase W T. Curators. 51-57. Sculptural Monuments in an Outdoor Environment.18-28.nps. DC.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 17 / 58 BILIOGRAFIA : Bach P Balkin. Lins A. 21-27. Tatti S A. 1992 The cleaning of weathered bronze monuments: A review and comparison of current corrosion removal techniques. Sculptural Monuments in an Outdoor Environment. National Park Service. 209-230.htm Actualizado em 7/3/2001 . 6-8 October.gov/phso/monuments/monument%20preservation. in Drayman-Weisser T (ed). Philadelphia. Technology and Conservation Magazine. Weil P Dent. Rome. Washington. 1983. in Naude V N (ed). Conservation of Metal Statuary and Architectural Decoration in Open-Air Exposure. 1985 Patina: Historical perspective on artistic intent and subsequent effects of time. 1985 Bronze conservation: Fairmount Park. National Association of Corrosion Engineers. 129140. Volume 10. 1987 Conservation of metal statuary and architectural decoration in open-air exposure: An overview of current status with suggestions regarding needs and future direction. 1985 Choreography and caution: The organization of a conservation program. 58-66. Pennsylvania Academy of the Fine Arts. Baltimore. Philadelphia. Philadelphia. Weil P Dent. Pennsylvania Academy of the Fine Arts. in Proceedings of the Symposium. Houston. 1980 The conservation of outdoor bronze sculpture: A review of modern theory and practice. Weil P Dent. Commission For Historical and Architectural Preservation. 1986. Pennsylvania Academy of the Fine Arts. Dialogue 89: The Conservation of Bronze Sculpture in the Outdoor Environment: A Dialogue Among Conservators. number 1. AIC Preprints. Montagna D. Sculptural Monuments in an Outdoor Environment. 1989 Conserving Outdoor Bronze Sculpture: The Thaddeus Kosciuszko Monument. in Naude V N (ed). 1989. 1989 Air abrasive cleaning of statuary and other structures: A century of technical examination of blasting procedures. ICCROM. in Naude V N (ed). http://www.

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Como o xileno evapora depressa. aplicou-se xileno com uma esponja para se inverter o processo químico de oxidação. A superfície não tratada à direita está baça com uma cobertura verde de patina consequente de muitos anos de oxidação.gov/vick/preserve/mnts/metal. Um tratamento final de cera a frio forma uma barreira protectora resistente para o isolamento do metal contra os efeitos do clima. à direita. A cera era uma mistura que foi aquecida. A profunda cor de bronze do metal foi reavivada por uma limpeza cuidadosa e pela aplicação a quente e a frio de cera.htm Preservação de Bronze e Metal A placa descritiva em bronze do Major General William W. para se soltarem as sujidades e as fuligens do metal. mexida e deixada arrefecer até formar uma pasta espessa que se conseguia aplicar facilmente com um pincel. do sol e contra as contaminações atmosféricas. . Loring.nps. foi usado um esfregão para a limpeza da superfície e para a remoção das partículas que tivessem permanecido. Depois de uma lavagem com água à pressão.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 19 / 58 http://www. Mostra uma superfície parcialmente tratada e parcialmente não tratada. Alguns estudantes do Liceu de Vicksburg ajudam na aplicação da cera a quente. Os trabalhadores do restauro tiveram que usar luvas e máscaras de protecção.

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Reparações. BRONZE & PRATA • • • • Serviços . Produtos de base aquosa Programas de Manutenção – Remoção da Contaminação e Enceramento Sir Walter Raleigh . Tinta corrente. Patina Revestimentos Protectores – Lacagem.com/default.Acetinado. Reprodução corrente Acabamentos .htm CONSERVAÇÃO RESTAURAÇÃO FUNDIÇÃO DE BRONZE LATÃO.Acabamentos. Cera. Corrente. Limpeza por casca de noz. Soprado. Acrílico. Óleo.aarestoration. Fundição.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 21 / 58 AMERICAN ARCHITECTURAL RESTORATION http://www.

CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 22 / 58 Penn State University Escultura em bronze : tratamento incluindo limpeza com casca de noz. restauro da patina e aplicação de revestimento protector Garfield Monument .

Accardi e Turcato pertencentes à Galleria Comunale d’Arte Contemporanea de Roma. retirando-lhe os vestígios da patina original. Director dos trabalhos Depois de identificadas as 2 situações de risco. tratando-a quase como uma pintura. e cujos mais recentes resultados consistem no restauro de obras de Pascali. será possível escavar-se em redor das longarinas para se instalar um pequeno alimentador que origine uma micro corrente catódica de alimentação com o objectivo de se inibir a corrosão. a cargo da Proprietária) no âmbito de uma actividade financiada para a conservação e restauro da arte contemporânea.htm L’INTERVENTO DI RESTAURO texto de Giuseppe Basile. sobre a história de conservação da obra. Quanto ao outro problema.icr. de 7 especialistas científicos. dos produtos da corrosão e na “tonalização” da superfície com a patina original. Para se proteger a nova “patina” (e o bronze subjacente) a superfície da escultura foi tratada com um protector em duas camadas. com o alimentador e com a documentação filmada. que investe mesmo no ensino. a primeira à base de resinas sintéticas e a outra (a verdadeira “camada sacrificial” em contacto com a atmosfera. a intervenção consistiu na remoção.it/Restauri/CavalloRai/Rai13122000d. montado o andaime. já que seria contrária a uma correcta metodologia de restauro. de 1 documentadora gráfica e de 2 funcionários administrativos. com pessoal e fundos próprios (fora as despesas com o andaime. O trabalho demorou 6 meses e empregou a tempo inteiro 2 restauradores e 4 aprendizes de restauro de forma contínua. onde possível. para além do director dos trabalhos de história de arte. .beniculturali. para a levar ao metal vivo. O restauro foi efectuado no Istituto Centrale per il Restauro do Ministero per i Beni e le Attività Culturali. Afastada a hipótese de se “decapar” a superfície da escultura. de 2 fotógrafos.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 23 / 58 Ministero per i Beni e le attività culturali O CAVALO MORIBUNDO DE FRANCESCO MESSINA FRENTE AO PALÁCIO DA DIRECÇÃO GERAL DA RAI http://www. com a segurança do estaleiro. foi preparado o projecto de restauro embora à luz das (escassas) informações que foi possível recolher.arti. a ser controlada e renovada com uma cadência pré determinada) à base de ceras. Lazzari.

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Na sua longa história. foi determinada pelos resultados de uma campanha de diagnóstico. e o friso de emolduramento das duas armações. A documentação fotográfica do século XX mostra. Esta intervenção. na tradição popular esta porta é assim considerada pela sua extraordinária qualidade artística e pela profusão do ouro que reveste os dez relevos. os quais. sofreu diversas e frequentes limpezas traumáticas. testemunhada nos anos 700 pelo pintor Raffaello Mengs. Para estes serem reaplicados com comodidade. em curso desde os anos 80. cristalizando sob o ouro. o dourado revelado à vista. de ligação à própria catedral. ofereceu pelo menos algumas facilidades quando se tratou de encomendar o restauro actual. com figuras inteiras e com cabeças de profetas e de sibilas. Este fenómeno. em 1425. tão “prática” quanto pouco respeitosa da integridade da porta. a porta. das quais são evidentes os numerosos arranhões e a abrasão do dourado. Outra etapa traumática. e depois. com Histórias do Velho Testamento. que acreditava poder removê-la. que escancararam e fizeram oscilar os pesados batentes. e assim mantido por limpezas esporádicas. com a expulsão do cristal mineral. permitindo evitar-se a extracção dos seus caixilhos dos painéis que tinham caido em tempos.arti. o destacamento do ouro sob a forma de “bola”. a abertura de minúsculas mas espalhadas crateras no próprio ouro.beniculturali. tinham determinado. concluida em 1452 e colocada na entrada principal. depois da realização de uma primeira porta em bronze dourado. a última das quais executada nos anos a seguir à segunda guerra mundial. Pelo menos durante um período. que se queria sempre luminosa e brilhante. actualmente colocada no lado setentrional. A porta dita “do Paraíso” por razões litúrgicas (por aqui entravam os baptizandos que com este Sacramento sabiam estar-lhes aberto o caminho da salvação). aplicado originalmente sobre o bronze pela técnica da amálgama de mercúrio.it/ita/sezioni_restauro/bronzi_armi_antiche/paradiso. todavia. de uma segunda porta com relevos em bronze dourado. os quais por sorte quase não sofreram danos com a queda. teria determinado posteriormente a gradual e total pedra do dourado. visíveis em muitas zonas. o esplendor da porta foi ainda ofuscado por uma patina escura intencional. nas vizinhanças da porta. e os caixilhos “aparafusados” nos seus alvéolos de bronze com parafusos visíveis.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 25 / 58 SEZIONI RESTAURO Settore Restauro Bronzi e Armi Antiche Porta del Paradiso bronze e bronze dourado de Lorenzo Ghiberti e aprendizes (sobre a parede oriental do Baptistério de Firenze) http://www.opificio. Justamente foi o sucesso obtido por esta primeira porta que determinou a encomenda aos Ghiberti. os batentes foram perfurados em muitos pontos. . tendo recebido uma resposta negativa.htm Trata-se da segunda grande encomenda aos Ghiberti para o Baptistério florentino. A laboriosa intervenção. impossível de ser detido sem o restauro e a consequente protecção da porta. já não estava aderente ao bronze mas sim a um estrato de óxidos. foi a das cheias de 1966. em primeiro lugar. alguns muito agressivos. determinando a expulsão dos caixilhos em bronze de seis dos dez painéis. que demonstrou como o revestimente em ouro.

desde a origem. para cada um dos relevos. na colagem desse caixilho ao minúsculo perímetro não dourado que contorna os relevos e. e contextualmente substituida por uma cópia em bronze. Seria necessária uma operação do mesmo género. dado que o LASER trabalha através de um raio puntiforme. de um caixilho em aço adaptado aos diversos desenvolvimentos perimetrais dos relevos a serem retirarados . pelo risco de que o solvente podesse. depois de um banho completo nos sais de Rochelle. desde há alguns anos usado para os materiais pétreos mas ainda quase inédito para os metais. com um trabalho extremamente longo e complexo. até contra o oxigénio. . em cujo projecto já estão a trabalhar o Opificio e o Getty Institute for Conservation de Los Angeles. de qualquer modo imprevisível.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 26 / 58 Para a limpeza da porta dos depósitos superficiais que a ofuscavam quase totalmente. possa ser estavelmente apresentada no Museo dell’ Opera di Santa Maria del Fiore. a inoquidade dos óxidos que foi necessário serem deixados por baixo do ouro. Mesmo o efeito estético. Como a superfície de contacto entre os relevos e o alvéolo que os encaixa é de alguns milímetros. que funcionou de uma forma perfeita nos painéis isolados que em tempos tinham caido e por isso eram removíveis da porta. Ainda é necessário um longo trabalho. pela dificuldade em se continuar com o método das lavagens químicas dos painéis e dos relevos da porta que. ao longo das margens. na recuperação da luminosidade do ouro. o Laboratorio Scientifico dell’ Opificio desenvolveu. no entanto. os quais poderiam potencialmente despoletar novos processos corrosivos. arriscando-se eventuais e futuros fenómenos de corrosão. para se evitar que ficassem espaços abertos entre os relevos e o seu alvéolo. penetrar e ficar retido atrás dos relevos. e que a superfície a ser limpa é muito vasta e plasticamente articulada : perspectiva-se. um sistema de limpeza química com emplastros de sais de Rochelle. que dentro do lustro que se inicia a porta. repetidas lavagens que eliminem todos os resíduos desta substência. enganchando-se e extraindo-se ainda os numerosos “calços” de bronze que estavam enfiados e rebatidos. restaurada e recomposta nas suas partes. este método exige. para cada peça. em consequência das fissurações presentes nalguns relevos. os quais foram preliminarmente removidos. estiveram sempre solidamente encastrados no caixilho de bronze. portanto. com a decisão de se desmontarem os relevos dourados isolados para se poderem efectuar as lavagens e os enxaguamentos completos : estes não eram possíveis se fossem mantidos os relevos em obra. dentro de uma custódia cheia de gás inerte. já que é sobre eles que repousa o próprio ouro e que a sua retirada determinaria o desaparecimento deste. tendo em conta que. Depois da remoção e restauro de quatro painéis. tentar a tracção e a sua extracção pela frente da porta. unidos numa peça única com a armação. nos primeiros anos 80. Pelo que recentemente foi experimentada e ensaiada cientificamente a possibilidade do LASER infravermelho. Até hoje foram desmontados e restaurados dois painéis e seis elementos do friso. que exige grande habilidade técnica. é bom e não destoa do produzido até agora. tal como dos óxidos instáveis presentes por baixo do dourado. na certeza de que só a conservação do conjunto num ambiente isolado. O restauro conheceu uma pausa naquele ponto. com instrumentos adequados. Em 1996 o restauro foi retomado. através das numerosas microfracturas do bronze. De facto. a pressão seja idêntica em todos os pontos desse perímetro. tempos prolongados não facilmente previsíveis e uma certa percentagem de risco. consegue-se superar a resistência oposta pelos óxidos que tinham por assim dizer “soldado” as partes entre si. em 1990 foi retirada do Baptistério a porta inteira. em relação à qual o LASER tem a notável vantagem de não deixar resíduos. poderia garantir a sua estabilidade e. e ainda de poder ser utilizado sem a necessidade de se desmontarem os relevos. Os ensaios e a limpeza dos depósitos e dos óxidos deram resultados semelhantes aos da lavagem química. que consiste na criação. desde a sua origem.

E.E. Custo total dos trabalhos : £. Elisabetta Antonelli para o mármore). Firenze (Tiziana Igliozzi para o bronze.it/servizi_pubblici/arte/barti/eque.firenze.000.comune. ANNUNZIATA Carlo Francini http://www.000 parcialmente financiados pela Associação Italia-Kuwait.htm Projecto : P. 210. Monumento equestre depois do restauro .CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 27 / 58 Opificio Pietre Dure e Laboratori di Restauro – Firenze ASSESSORATO ALLA CULTURA RESTAURO DO MONUMENTO EQUESTRE A FERDINANDO I DE MEDICI NA PRAÇA DE S.º Andrea Gigli. Carlo Francini Empreiteiros : Consórcio Pegasus. Carlo Francini Direcção dos trabalhos : Arq. P.

por ocasião das núpcias do príncipe Cosimo com Maria Madalena de Áustria. do Grão Duque. O grupo de bronze e os painéis estavam. depois do enorme sucesso do monumento equestre a Cosimo I. e a legenda MAEISTATE TANTUM. até porque. até ao modelo de 1602 em escala real. como já foi dito. A obra foi concluída apenas em 1607. o seu melhor aprendiz Pietro Tacca (posteriormente herdeiro e sucessor na oficina em Borgo Pinti) participou activamente na concepção do monumento e acompanhou directamente todas as fases da sua execução. as características de conservação eram muito diversificadas. seguidamente fundido em bronze no outono do mesmo ano. montadas em micro motores de baixa velocidade. são de 1640 . a limpeza necessitou de um empenho diferente por causa das incrustações. desde a modelação até à fusão. quase uma confirmação da primeira vocação de servidor da Igreja. já em fase de projecto. painéis). Annunziata a qual frequentava assiduamente. foram seleccionadas zonas individualizadas e atentamente avaliadas no que respeita à consistência das incrustações e da espessura destas. na sua identidade escultórica em baixo relevo. Concluída toda a operação. tanto que algumas zonas do modelado apareciam ilegíveis e algumas esquadrias modificadas. Annunziata em Outubro de 1608 como parte integrante da decoração da cidade. como Cardeal. assim como pela sugestiva posição assumida pelo monumento equestre no eixo urbanístico entre a Catedral e o Santuário de S. Pietro Tacca participará em todas as operações. no momento do restauro. A colocação do monumento é consequência da preferência que Ferdinando mostrava pela contemplação da Igreja de S. a cartela virada para a Annunziata com uma abelha rainha e abelhas dispostas concentricamente ao redor. o grão duque Ferdinando é representado no monumento em trajes de Grão Mestre da Ordem de Santo Stefano. A oportunidade surgiu com o cerco vitorioso de Bona em 1607 operado pelos cavaleiros . O monumento. para além da glorificação do grão duque. e na correia da sela a inscrição dos metais arrebatados durante os repetidos recontros contra os piratas sarracenos. e finalmente encontrou a sua exibição na praça de S. sendo nestas usado principalmente o método do martelo vibratório a ar comprimido. As cartelas no pedestal. obras do Tacca. Para o artista flamengo tratou-se de uma das últimas realizações . recobertos por abundantes quantidades de sedimentos de todos os géneros.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 28 / 58 A um Giambologna já velho foi encomendado. daquelas concreções de espessura variada que por vezes se encontram nas zonas mais protegidas. e que se apresentam como uma patina negra acastanhada. tinha o objectivo de celebrar a ordem equestre iniciada por Cosimo I : os Cavaleiros de Santo Stefano. As técnicas específicas do restauro deste monumento foram ligeiramente diferenciadas. de notável efeito. com uma patina heterogénea. com o objectivo de se remover a parte dos depósitos mais facilmente destacável. um monumento análogo celebrativo do grão duque Ferdinando I. já que consentiu obter-se um controlo contínuo e gradual por parte do operário. O monumento apresentava-se. No que respeita às zonas não expostas ao deslavamento pela chuva. com espessuras consideráveis. fenómeno consequente do deslavamento pela chuva. A limpeza de tipo mecânico foi efectuada com escovas rotativas de fio de aço fino. em que uma poeira verde azulada caracterizava grande parte da cromia superficial do grupo equestre. O emprego dos meios mecânicos na limpeza permitiu obterem-se resultados consideráveis no que respeita à conservação das patinas estáveis mais aderentes ao metal. pelo contrário. cujas . roupagens. pelo que o estado de conservação pode ser definido como óptimo (barriga do cavalo. tal como os pós de guano abundantemente presentes nas zonas mais protegidas. desde o primeiro modelo em escala pequena. Iniciou-se pelo grupo escultórico com uma lavagem a jacto de água desionizada. na quase totalidade da superfície. Esta condição foi considerada determinante porque não favoreceu a formação. Annunziata .

provocada pela oxidação da barra interior em ferro. Para se obviar a este problema. Acabada a operação de limpeza. foram aplicadas séries de emplastros com uma duração de cerca de 24 horas . seguindo-se uma lavagem com água desionizada. Nas porções de mármore com crostas negras de espessuras variáveis. por outro lado. Tornou-se então necessária a aplicação sucessiva de emplastros repetidos a breves intervalos de tempo. embebida com uma solução da carbonato de amónio dissolvido em água desionizada e com a adição de um desinfectante com acção detergente (Neo Desogen). que mostrava uma vistosa explosão do bronze. foram usados instrumentos de ultra-sons. em precário estado de conservação. a coloração verde azulada atenuou-se muito ou desapareceu mesmo. por forma mecânica. Depois de executado um abundante enxaguamento e da secagem. foram integradas as lacunas amplamente presentes no grupo equestre. Em muitas zonas. A limpeza sobre o pedestal continuou procedendo-se por estes dois métodos aplicados alternadamente conforme as zonas mais ou menos interessadas pela degradação. o estado de conservação do bronze era bastante heterogéneo. com o objectivo de se evitar a reabsorção dos sais. ampliada pela degradação do mármore. Como as duas cartelas do pedestal não eram simétricas. teve que se recorrer ao emprego de patinas artificiais. e ainda continua em curso. A espada de Ferdinando. mediante abrasão com ar. Em certas zonas de coloração particularmente acentuada. parcialmente destacadas e completamente recobertas com ferrugem. de tal forma que a superfície aparecia esponjosa e altamente absorvente. numa intervenção em nítido contraste com a filosofia de conservação que tinha sido adoptada. A limpeza da superfície da pedra. enxaguamento e secagem. começou pela aplicação. aplicando-se sobre a superfície um emplastro constituído por sais de Rochelle a 33 % em água desionizada. seguindo-se um enxaguamento abundante com água. portanto. causou problemas assinaláveis no que respeita à aplicação dos emplastros. após o que se procedeu à escovagem da superfície com escovas de dimensões diversas. já que nas zonas expostas ao deslavamento pela chuva e aos agentes atmosféricos não foi possível a formação daquela patina castanha que por vezes se encontra nas zonas mais resguardadas. foi limpa da ferrugem formada com Er Ebresif. Os cloretos de cobre foram eliminados com escalpelos metálicos e lavagens repetidas com água desionizada até se obter um pH neutro e um Cloroteste negativo. para fazer com que a veloz reacção que conduz à formação da coloração azul fosse rapidamente interrompida pelo enxaguamento. depois de colocada em tracção. integrada com resina epoxídica.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 29 / 58 ferramentas eram constituídas por um metal muito brando (ferro macio). para se eliminarem todos os resíduos de sujidade. a superfície foi protegida com cera microcristalina. A avançada degradação do mármore conjugada a uma vasta difusão dos sais de cobre dissolvidos. depois de uma série de ensaios executados sobre as crostas negras e sobre as zonas de coloração verde. durante cerca de 20 minutos. a migração dos sais para a superfície. Nos . quer em profundidade quer em área. sobre a parte alta do pedestal. A velocidade da reacção era. para se evitar a reacção inversa. Os painéis apresentavam vestígios de douradura sobre as letras e sobre as abelhas . o qual apresentava uma avançada desagregação com evidente abertura dos poros. pelo que se ficou limitado a intervir sobre as margens fracturadas por um simples preenchimento. Apesar das observações referidas. não foi possível executar-se um molde para se reproduzir o panejamento da cartela posterior respeitante à simbologia das abelhas. para se acelerar a absorção e. a solução de água e carbonato de amónio foi suportada por sepiolite. suportado por Aerosil 2000. Por este método removeram-se cerca de 90% de todas as crostas negras presentes. em especial na localizações por baixo da moldura da cimalha e nas cornijas por baixo. No final das operações de restauro. As restantes forma retiradas mecanicamente. de um emplastro em polpa de papel (Arbocel 1000). Nas zonas em que não era possível utilizar-se este método. de seguida tratada com um conversor de ferrugem e. os quais se tornaram numerosos e com reduzidos tempos de aplicação. neste caso a limpeza foi conseguida por método químico. Por outro lado foi notavelmente “desvanecida” a escrita deturpante presente no lado direito da parte baixa do basamento. Na parte alta do pedestal foram retirados duas barras de ferro chumbadas. apareceram na superfície numerosas manchas de coloração azul produzidas pela reacção do carbonato de amónio com os sais de cobre.

também foram estucadas as duas lápides de granito vermelho. arestas) foram reconstruídas porções de mármore em correspondência com faltas e lacunas. foram substituídos as velhas barras de ferro situados nos ângulos.Torriti. depois de ter sido executada uma consolidação com o elastómero AKEOGARD CO. Pietro Tacca. Foram aplicadas três barras em aço inox. com AKEOGARD suportado por pó de mármore aditivado com terras inertes para lhe dar cromia. em seguida. na parte alta esquerda (ângulo). 1975 Giambologna. Previamente. fixadas com resina epoxídica. foram executadas estucagens. reconstituindose todos os planos e porções destacadas do granito. foram aprofundados os respectivos furos para se aumentar a aderência. Londres 1978 C. successor to Giovanni Bologna. onde se apoiam as patas do cavalo. Nalguns pontos (ângulos.Radcliffe.J. University of Pennsylvania. 1529-1608. Nas zonas onde por vezes estavam presentes. Primal AC33 a 10 % e aditivada com terras inertes para se conseguir a cromia original. Além de terem sido estucadas perimetralmente. na altura quase completamente destacadas dos seus alojamentos originais e totalmente cheias de ferrugem. Bibliografia: K. aplicado a pincel por embebimento. foi executada ainda. empolamentos e destacamentos da superfície da pedra.Avery e A.Avery. catálogo da exposição da autoria de C. uma estucagem com AKEOGARD e terras inertes policromas para afinação com o original. Genova. molduras. No final da limpeza ficaram ainda algumas manchas verde cobre por causa da elevada porosidade do mármore e da consequente penetração dos sais no seu interior. Na parte alta do basamento. Giambologna. depois de ter sido demolida a estucagem antiga. micro fracturas.1987 . 1973 P. Foi ainda executada uma estucagem para se selar as novas barras.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 30 / 58 dois painéis laterais em granito vermelho. Firenze.Watson. As estucagens prosseguiram em toda a superfície. executou-se uma limpeza com “água saturada” (água desionizada + carbonato de amónio). onde tinha aparecido uma fractura com abaixamento e deslocamento relativo das porções de granito destacado. the first twenty-five years in the Borgo Pinti studio: 1592-1617. Pietro Tacca di Carrara. em número elevado. pó de mármore (na dosagem de 1:3). com uma argamassa composta por cal em pasta. parcialmente ou totalmente destacada. sculptor to the Medici. seguida por enxaguamento abundante.

os maiores responsáveis pela contaminação com anidrido sulfuroso.. antes do restauro . em 1908. a porta reúne os sinais da guerra : que .. outras a todo o fundo. Para além destes danos de origem ambiental. a qual mostra uma generalizada corrosão alveolada. Sergio Angelucci . conseguindo um sábio e belíssimo jogo de vazios e de cheios. reunidas entre si mediante soldadura. diz muito sobre o estado de conservação da obra : os cerca de 90 anos de existência da porta correspondem.. com uma excepcional complexidade de modelações em que figuras e elementos decorativos se entrelaçam e se estratificam.s. e depois do restauro .. A porta central da Catedral de Milão foi fundida pelo método da cera perdida e por partes individuais. que provocou os fenómenos de sulfatação bem evidentes em toda a superfície do bronze. . em grande parte. ...italianostra. A sua data de inauguração.org Estúdio de restauro Angelucci s..Stefano Lanuti Os anjos que seguram no manto da Virgem na bandeira da porta .. As partes que compõem esta porta foram executadas algumas em alto relevo.. anos em que a principal fonte de energia foi.. o pior no que respeita à poluição atmosférica. num conjunto que vai desde os 30 cm dos painéis até aos 50 cm das cenas centrais dos dois batentes.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 31 / 58 Restauro da Porta Principal da Catedral de Milão www. primeiro o carvão. chegando a atingir um metro na cena da Coroação da Virgem na bandeira.a. ao primeiro período industrial. ao todo numa extensão total com mais de 10 metros de altura por 5 de vão. depois a nafta.

02/8056920. as duas contendo benzotriazol. O bronze é uma liga de cobre. e para este tipo de danos limitamo-nos a algumas consolidações das reparações já efectuadas. pode constituir uma protecção para o metal.. Fax 02/875950 c/c post. por seu lado. formando. apesar de negativa. como abrasivo e com uma pressão de cerca de 6 Antonio da Saluzzo e a personificação da cidade de atmosferas. No caso da Porta de Pogliaghi. foi tomada a decisão de se deixarem evidentes os danos da guerra. O tratamento anticorrosivo foi efectuado com benzotriazol em álcool puro. neste caso deve ser desbastada e tornada compacta com um consolidante. No restauro anterior. dada a profundidade e a complexidade do modelado. Pellico 1. O problema mais complexo deste restauro foi a limpeza dos produtos de corrosão estratificados e incrustados na superfície do bronze. O restauro foi executado em colaboração com a Veneranda Fabbrica del Duomo. a patina deve ser conservada pelos motivos quer técnicos quer estéticos que se mencionaram e. para se prolongar sua a acção anticorrosiva. Foto Sergio Angelucci Italia Nostra . Esta decisão foi compartilhada e respeitada. é fina e formada por compostos estáveis e compactos. Milão na bandeira da porta .. tal como a forma.5 mm. com efeitos destrutivos.Sezione di Milano Via S. . antes do restauro . executado nos anos 60. os quais constituem a patina. tal como de qualquer outro monumento. na sua maioria.... pertencem a um momento diferente do actual. deve-se agir mecanicamente. 20121 Milano Tel. por sorte pouco importantes. Segundo os critérios metodológicos e os procedimentos actuais.it . a consolidação e a protecção foram realizadas com uma camada dupla de resina acrílica primeiro e de cera microcristalina depois. que assim proporcionou a aquisição de conhecimentos pelo seu pessoal. executada pela utilização de uma granalha vegetal. 31653207 e-mail: itnostra@tiscalinet. embora seja necessário intervir-se para a adelgaçar. justamente considerados como uma componente relevante. pelo contrário.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 32 / 58 se traduzem por entalhes. com uma granulometria de cerca de 0. sinais de que mesmo a matéria. . se é espessa e pulverulenta. pode comportar-se como uma esponja que atrai os agentes corrosivos e a humidade para o contacto com o metal..2 a 0. da história. tendo em vista a efectivação de intervenções de manutenção periódicas.. estanho e chumbo que se altera com extrema facilidade. condição indispensável para uma boa conservação da porta em questão. e depois do restauro . manifestando os sinais mais visivelmente concretos da passagem do tempo.. Seguidamente procedeu-se a uma lavagem com água corrente adicionada com um detergente neutro e a um enxaguamento com água desmineralizada. consequentes das bombas que explodiram nas proximidades da fachada da Catedral. à superfície. Esta confere ao metal um aspecto muito diferente do novo.. Se esta camada de produtos da corrosão. 02/86461400 . uma camada mais ou menos complexa de produtos de corrosão. o método que se revelou mais eficiente foi a abrasão por projecção. furos e algumas mutilações..

procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais. No interior da cavidade conservava-se parte da terra de fusão. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios. à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com panos macios para se reduzir o efeito electrostático. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios. consequentes da presença da água no interior da bacia. e com poeiras gordurosas.comune. Onde se tinha perdido a superfície original forma aplicadas ceras microcristalinas carregadas com pigmentos inertes. Onde se tinha perdido a superfície original forma aplicadas ceras microcristalinas carregadas com pigmentos inertes. com o objectivo de se uniformizar a cromia do objecto e de se melhorar a sua leitura.it/galleriacomunale/autore/rbr. DUILIO CAMBELLOTTI Taça dos búfalos Bronze Altura : 28 cm . de cor verde escura e. diâmetro : 48 cm AM 14 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O objecto apresentava linhas de sedimentação de carbonato no interior da taça. com o objectivo de se uniformizar a cromia do objecto e de se melhorar a sua leitura. com patina de tipo arqueológico. à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com panos macios para se reduzir o efeito electrostático.roma. A superfície estava heterogénea. notavam-se abrasões e vestígios esbranquiçados de verniz. . procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais.htm BERNARDO BALESTRIERI A buzina Bronze Altura : 52 cm AM 603 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O bronze. apresentava-se recoberto com depósitos superficiais incoerentes.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 33 / 58 Bronze http://www. nalgumas partes.

Onde se tinha perdido a superfície original forma aplicadas ceras microcristalinas carregadas com pigmentos inertes. com patina verde. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios. GIOVANNI GRANATA Nú feminino Bronze Altura : 50 cm AM 249 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O bronze. com o objectivo de se uniformizar a cromia do objecto e de se melhorar a sua leitura. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 34 / 58 NICOLA D'ANTINO Nú feminino Bronze Altura : 55 cm AM 267 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O bronze. apresentava-se recoberto com uma camada cerosa sobre a qual se tinham fixado depósitos superficiais incoerentes. procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais. . procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais. à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com escovas e panos macios para se reduzir o efeito electrostático. à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com escovas e panos macios para se reduzir o efeito electrostático. com patina homogénea de cor castanha enegrecida. Onde se tinha perdido a superfície original forma aplicadas ceras microcristalinas carregadas com pigmentos inertes. apresentava-se recoberto com depósitos superficiais incoerentes e com poeiras gordurosas. com o objectivo de se uniformizar a cromia do objecto e de se melhorar a sua leitura.

à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com escovas e panos macios para se reduzir o efeito electrostático. . procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais. com patina de cor castanha enegrecida. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios. apresentava-se recoberto com depósitos superficiais incoerentes e poeiras gordurosas. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios. com o objectivo de se uniformizar a cromia do objecto e de se melhorar a sua leitura.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 35 / 58 GIOVANNI PRINI Os gémeos Azzariti Bronze Altura : 113 cm Inv. Onde se tinha perdido a superfície original forma aplicadas ceras microcristalinas carregadas com pigmentos inertes. com o objectivo de se uniformizar a cromia do objecto e de se melhorar a sua leitura. apresentava-se recoberto com depósitos.: AM 139 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O bronze. ATTILIO SELVA Augusta Bronze Altura : 35 cm AM 321 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O bronze. procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais. à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com escovas e panos macios para se reduzir o efeito electrostático. Onde se tinha perdido a superfície original forma aplicadas ceras microcristalinas carregadas com pigmentos inertes. com patina de cor castanha enegrecida.

. apresentava-se recoberto com depósitos superficiais incoerentes e poeiras gordurosas. procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios. apresentava-se recoberto com uma camada cerosa sobre a qual se tinham fixado depósitos superficiais incoerentes. procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 36 / 58 GIUSEPPE TONNINI Cavalo Bronze Altura : 64 cm AM 349 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O bronze. com patina negra. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios. com o objectivo de se uniformizar a cromia do objecto e de se melhorar a sua leitura. CARMINE TRIPODI Combate de Quimeras Bronze Altura : 30 cm AM 403 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O bronze. Onde se tinha perdido a superfície original forma aplicadas ceras microcristalinas carregadas com pigmentos inertes. à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com escovas e panos macios para se reduzir o efeito electrostático. com patina de cor castanha enegrecida. com o objectivo de se uniformizar a cromia do objecto e de se melhorar a sua leitura. Onde se tinha perdido a superfície original forma aplicadas ceras microcristalinas carregadas com pigmentos inertes. à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com escovas e panos macios para se reduzir o efeito electrostático.

com patina com cor de couro. . em especial na base da estátua. à “protecção com ceras microcristalinas” aplicadas a pincel e ao “polimento” com escovas e panos macios para se reduzir o efeito electrostático. apresentava-se recoberto com uma camada cerosa sobre a qual se tinham fixado depósitos superficiais incoerentes.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 37 / 58 ETTORE XIMENES Retrato de Senhora Bronze Altuta : 50 cm AM 2596 ESTADO DE CONSERVAÇÃO : O bronze. Notavam-se ainda restos de verniz de cor verde clara. INTERVENÇÕES EFECTUADAS : Depois do “despoeiramento” das superfícies com pincéis macios. procedeu-se à “limpeza com emplastros” de solventes para se eliminarem as substâncias gordas superficiais.

CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 38 / 58 .

. varão. As técnicas químicas de coloração são função do tempo. varão. do conteúdo mineral da água. é por vezes desejável que se aplique quimicamente uma cor ao cobre puro (UNS CI1000). tubos. folha. canos. chapa. A larga gama de cores e de sombras que podem ser obtidas. canos. da temperatura. lâmina. chapa. lâmina. A presente nota técnica indica procedimentos e formulações para a realização de ambos.org Informação geral O cobre e as ligas de cobre são largamente usados em aplicações arquitectónicas para se tirar vantagem da sua inerente gama de cores. lâmina. Apesar de as soluções químicas serem aquelas que são normalmente aceites no negócio do acabamento dos metais. Esta nota técnica apresenta uma tecnologia que se baseia na competência profissional e na arte envolvida na produção destes acabamentos coloridos. Tubos. forjados. existem muitas variantes. chapa.copper. folha. varão. folha.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 39 / 58 Como se aplica o acabamento estatuário e a patina http://protection. extrudidos. são números de cinco dígitos precedidos pela letra C. ao bronze arquitectónico (UNS C38500) ou a outras ligas denominadas como “bronze” na linguagem arquitectónica. extrudidos. lâmina.º C11000 C22000 C23000 C28000 C38500 Nome vulgar Electrolitic Tough Pitch Bronze comercial Latão vermelho Metal de Muntz Bronze arquitectónico Composição nominal 99. da preparação da superfície. extrusões. forjados. Enquanto que estes metais podem ser usados nas suas cores naturais. canos. da humidade e de outras variáveis que influenciam o resultado final. forjados. ao bronze comercial (UNS C22000). UNS n. varão.90% Cu 90% Cu – 10% Zn 85% Cu – 15% Zn 60% Cu – 40% Zn 57% Cu – 40% Zn – 3% Pn Perfis comerciais correntes Barras. tubos. e como acabamento verde ou patina para o cobre. o Unified Numbering System (UNS). As denominações normalizadas para o cobre e para as ligas de cobre nos Estados Unidos. Barras. Barra. folha. As cores mais comuns que se produzem são denominadas como acabamento castanho ou estatuário para o bronze. é principalmente uma questão de competência profissional e de experiência. Canos. Barra.

Originalmente era empregue fel de enxofre. Este não só limpa a superfície. Nas camadas de conversão. na direcção do grão. O desejável contraste de cores pode ser produzido por uma escovagem áspera com massa de pedra-pomes. que se diz produzirem diferentes sombras. Limpeza A superfície metálica deve ser desengordurada com tricloroetileno. também chamado de sulfureto de potássio. uma lixa ou outro abrasivo. ou outro solvente similar. geralmente chamados de “líquidos oxidantes”. Limpa-se até um acabamento de brilho acetinado pelo uso de uma mistura de 5% de ácido oxálico e água com pedra-pomes da Índia finamente pulverizada. mas quase todas as cores de sulfatos são actualmente produzidas com soluções de polissulfatos que se vendem na forma concentrada sob uma grande número de nomes de marca. apesar de o método mais antigo. A limpeza deve ser feita com uma escova razoavelmente firme e de cerdas curtas. ou pelo uso de um composto de polimento “não gorduroso” aplicado com uma camurça de polir rotativa. O metal deve ser novamente limpo pelo uso da mesma mistura acima referida e com um pano branco limpo molhado.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 40 / 58 ACABAMENTOS ESTATUÁRIOS CASTANHOS Os acabamentos estatuários são camadas de conversão. ou então é precipitado um composto que forma esse filme superficial. por uma boa camada superficial de laca transparente. mas sim um acabamento sulfuroso do metal. se for feito um acabamento mecânico subsequente antes da aplicação da cor. . Como operação final. já que as soluções concentradas podem produzir um filme frágil que se pode tornar “não aderente”. pelo emprego de soluções alcalinas sulfurosas. após o que se deixa secar. geralmente um óxido ou um sulfito do metal envolvido. mais permanentemente. não um óxido. dá-se uma esfrega manual ao metal com um esfregão fino (por ex. O trabalho deve ser limpo com um pano limpo enxaguado em água limpa. por cera ou. a solução de sulfato empregue deve ser francamente diluída. sendo aplicada em conformidade com o movimento original. ou com produtos abrasivos não gordurosos aplicados sobre uma camurça de polir rotativa. por forma a se garantir a completa remoção de qualquer filme superficial de óleo ou de gordura. potássio. mas melhora as características de corte dos abrasivos. Todos os filmes de sulfato requerem uma escovagem áspera seca ou húmida para terem boa aparência. O uso de soluções químicas é geralmente chamado de “oxidação”. Acaba-se o metal com um esfregão. que consistia numa mistura crua de polissulfatos de potássio e tiossulfato. As modificações destas fórmulas envolveram o uso dos sulfatos de sódio. e vão parecer melhor durante mais tempo se forem protegidos por óleo. e aquele que produz a mais vasta gama de tonalidades entre o castanho e o negro nas ligas de cobre produzir na realidade. Removem-se então todos os vestígios de pedra-pomes por limpeza com um pano húmido ou com uma esponja. Scotch Brite ou outro) e uma “lama” de pedra-pomes e água. Em qualquer caso. a superfície do metal pode ser convertida num filme protector. bário e amónio.

Alternativamente. 7.5% (2 onças de ácido oxálico em 1 galão de água da torneira). Areia da praia fina. 3. Um galão de água acidificada a 1. 8. e deixa-se secar. médio ou escuro conforme a concentração e o número de aplicações das soluções corantes. 2. As soluções aquosas de 2% a 10% de sulfato de amónio. 3. Com uma esponja ou com um esfregão bem torcido. B. Aplica-se a areia da praia fina com outra toalha limpa molhada. neutraliza-se o trabalho com uma lavagem com água limpa. Processo por Sulfato de Amónio 1. esfrega-se uma camada fina de uma solução contendo 5% a 10% (em volume) de poliossulfato (escuro) e água. Este procedimento é seguido até se atingir uma cor estatuária média.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 41 / 58 Acabamento estatuário sobre bronze Pode-se produzir o acabamento estatuário em castanho claro. 4. .5% de ácido sulfúrico em água. Pode ser necessária uma demão final de acerto ou de combinação de tons para se conseguir um acerto de cor aceitável e uma cor uniforme. Pode ter que ser repetido diversas vezes até se obter a uniformidade. actuando-se contra o grão do metal para se uniformizar a cor. Afina-se a tonalidade esfregando-se na direcção do grão com um esfregão abrasivo fino (Scotch Brite) enquanto está molhado. Pode ser usado um tratamento prévio por oxidação para se melhorar a aderência. 2. 6. os objectos mais pequenos podem ser emergidos nas soluções de polissulfato de amónio e de sulfato de cobre. 9. Não se deve contaminar as soluções pelo uso da mesma esponja na aplicação de ambas. Os procedimentos seguintes produzem uma sombra de castanho médio : A. Enxaguar cuidadosamente. Sulfato de potássio (fel de enxofre) misturado em água da torneira (1/4 libra de fel de enxofre para 1 galão de água). Aplicar. Aplica-se esfregando-se com uma esponja ou com um esfregão. Processo por Polissulfato de Potássio 1. imediatamente de seguida. sulfato de potássio (fel de enxofre) ou de sulfato de sódio são esfregadas ou aplicadas à escova. Lava-se com uma toalha branca torcida em água acidificada. Depois de se ter atingido a cor desejada. Repete-se até se obter a profundidade de cor desejada. uma camada ligeiramente mais espessa de uma solução a 5% de sulfato de cobre em água ou de uma solução a 0. 5. na direcção do grão do metal. Enxaguar cuidadosamente. Removem-se os resíduos da solução por limpeza com um pano limpo húmido ou com uma esponja. Limpa-se o metal. Esfrega-se com a solução de sulfato de potássio com um pano branco e limpo.

U.S. ou com pedra-pomes e solvente. por uma lavagem com água acidificada (cerca de 2 onças de ácido oxálico. Outros Processos/Procedimentos 1. 2. Esfrega-se com um pano macio limpo.. têm-se mostrado satisfatórias. Deve ser acertado um programa de limpeza periódico com inspecções regulares nos intervalos. Deixar secar. Aviva-se a cor esfregando-se ligeiramente com pedra-pomes e água. 6. ser comparados os custos das ceras com os dos óleos. As misturas de cera de Carnauba com aguarrás ou de cera de abelhas com aguarrás. enquanto estiver molhado. As superfícies previamente acabadas ou naturalmente envelhecidas das sombras estatuárias em bronze podem ser mantidas por aplicação periódica de óleo. Limpa-se com pedra-pomes fina (0. em pasta. Os revestimentos superficiais de óleo e de cera parecem melhor quando são aplicados com um pano macio limpo bem impregnado. Repetem-se os passos 2 e 3 até se obter a cor desejada.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 42 / 58 C. È tão importante a frequência da aplicação. outras por lacagem e algumas poucas por polimento. com Lemon Oil. Enxagua-se e deixa-se secar. Lemon Grass Oil. desmazelo e abrasão. Aplica-se uma solução a 5%-l 0% de sulfato de potássio ou de sulfato de amónio com outro pano macio mergulhado na solução e bem torcido. Acabamento estatuário sobre cobre 1. Repetem-se os passos 3 e 4 até se obter uma profundidade de cor ligeiramente mais escura do que a sombra desejada. ou com um óleo de alto teor de parafina. . Escovar toda a superfície com uma solução a 2% de sulfato de amónio líquido em água (dosagem técnica). 3. bem como de ceras comerciais de qualidade. 4. bem como as que estiverem sujeitas a manuseamento. sulfúrico ou nítrico em 1 galão de água) com um pano macio limpo bem torcido..P. com uma escova fina de cerdas ou de latão. Quando é seguido um programa regular de manutenção. óleo ou alcatrão. Limpar o cobre com pedra-pomes e água. Devem. a maioria das instalações podem ser mantidas por aplicação de óleo ou por enceramento.I. 2. Continua-se. 3. 4. 1/2) num pano limpo molhado com uma solução a 10%-20% de ácido oxálico em água. no entanto. 7. Este programa deve ser diferenciado entre as superfícies interiores e as superfícies exteriores. seguindo-se uma esfrega com um segundo pano macio limpo para se remover o excesso de cera ou de óleo. 5. Alivia-se a superfície esfregando-se com areia da praia fina num pano limpo húmido até se conseguir a cor desejada. até se remover toda a gordura. Native E. Manutencão A regularidade é a chave de um programa de manutenção com sucesso.

Pode ser usado qualquer equipamento de aspersão convencional. e podem ser considerados áreas de tráfego moderado. e entre elas a formulação INCRALAC tem provado ser a mais protectora. mesmo em atmosferas altamente corrosivas industriais e marítimas. O INCRALAC é uma laca acrílica de secagem ao ar. o INCRALAC proporciona uma excelente protecção em interiores e exteriores. a superfície deve ser abundantemente lavada com uma solução de limpeza contendo um solvente ou um alcali. mesmo após anos de negligência. O uso de esfregões abrasivos (por ex. e os rodapés metálicos. normalmente fora do alcance das mãos. prepara uma superfície para o seu máximo desempenho. As formulações de secagem ao ar são as mais convenientes para serem usadas. os puxadores da porta. A aduela da porta e os aros das janelas adjacentes recebem geralmente menos contactos das mãos. tal como as fechaduras e as dobradiças das portas estão geralmente submetidos a tráfego pesado. as superfícies podem ser limpas com uma mistura de 5% de ácido oxálico e água juntamente com pedra-pomes da Índia finamente pulverizada. Os metais sujeitos a tráfego pesado devem ser oleados ou encerados a intervalos de uma a duas semanas. Quando aplicado sobre superfícies metálicas adequadamente limpas.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 43 / 58 como o são o óleo ou a cera usados. Em zonas sem tráfego são aceitáveis aplicações trimestrais ou anuais. Onde esse tráfego for moderado ou ligeiro. Lacagem Pode-se conseguir um acabamento de protecção a longo termo pela aplicação de um revestimento orgânico transparente. podem ser considerados como áreas sem tráfego. com pelo menos 30 minutos de secagem ao ar entre camadas. . O restauro das superfícies negligenciadas pode requerer o aconselhamento por especialistas que complementem o trabalho de manutenção.. Restauro O bronze e as outras ligas de cobre podem ser restaurados para recuperarem a sua aparência original. por vezes. Os metais recentemente instalados devem ser oleados semanalmente durante o primeiro mês para que se forme um filme protector. Recomendam-se duas camadas. O INCRALAC é produzido para ser pulverizado e não deve ser escovado. contém um inibidor de corrosão que pode provocar mais tarde alguma descoloração. para aplicação ao ar livre ou em casa. ou por desengorduramento com vapor. as chapas ou barras de encosto. O Scotch Brite) seguido por lavagem com um solvente de limpeza. Limpa-se com panos macios secos e aplica-se a solução de acabamento estatuário como acima indicado. a International Copper Association. pode ser suficiente um tratamento mensal. aplicando-se primeiro uma camada nebulizada. as canópias e outros elementos metálicos semelhantes. Para se restaurarem os acabamentos estatuários. Não deve ser usada lã de aço porque. )o INCRALAC proporcionou a melhor protecção de todos os revestimentos de secagem a oar ensaiados. Em resultado de uma pesquisa iniciada pela International Copper Research Association (actualmente. Considerando-se uma entrada típica de um edifício. Se não existirem à venda esfregões abrasivos. sobre cobre e ligas de cobre. seguida por uma camada molhada. Ltd. As vergas.

Estas substanciais limitações devem ser consideradas quando se pretende reproduzir artificialmente um processo de exposição ao tempo que pode demorar a formar-se entre cinco a sete anos em regiões costeiras ou industriais.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 44 / 58 ACABAMENTOS POR PATINA VERDE A muito admirada camada protectora natural de patina azul esverdeada caracteriza os telhados antigos em cobre. o sucesso parece depender da maneira como as soluções são aplicadas. Em consequência do número de variáveis envolvidas. por ter que ser aplicada sobre grandes áreas. a água deve molhar uniformemente a superfície do cobre. nestes incluidos os das velhas catedrais. Em localidades costeiras. Na produção ou aceleração artificial da formação da patina. A seguir à limpeza enxagua-se abundantemente para se removerem todos os vestígios do agente de limpeza. Se esta limpeza for correctamente feita. Por causa do tempo necessário para se conseguir este efeito. mas também foto sensíveis. a água do enxaguamente espalha-se uniformemente sem gotejar (formação de gotas globulares). Na patinação natural o principal agente corante da película é o sulfato de cobre básico. mais tempo em regiões rurais. os sais de cloreto podem constituir uma parte essencial da película de patina. com sucesso variado. óleo ou gordura na superfície vai interferir com a acção química da solução. e que talvez nunca se desenvolva em certos climas e atmosferas. do clima a que as superfícies tratadas ficam expostas. já que qualquer poeira. e talvez o mais importante. Devem-se evitar os agentes de limpeza que deixam uma camada de óxido na superfície do cobre. a limpeza deve ser repetida até se obter esta condição. especialmente se a coloração tiver que ser feita imediatamente após a instalação. . Se necessário. gradeamentos e estátuas têm um requisito inerente que dita que solução a ser empregue tenha que ser escovada ou pulverizada. por outras palavras. das condições climatéricas sob as quais o tratamento foi executado. Também podem estar presentes carbonatos e cloretos de cobre em diversas concetrações. têm sido empreendidas muitas pesquisas sobre patinação artificial. as patinas quimicamente induzidas estão sujeitas a faltas de aderência. As patinas artificiais para aplicações arquitectónicas tais como telhados em cobre. que se aplique um agente para limpeza de metais comercial na superfície. Podem ser satisfatórios os agentes de limpeza à base de fosfato tri sódico. No entanto. a manchar exageradamente os materiais adjacentes ou são inaptas em conseguirem uma razoável uniformidade cromática em áreas grandes. assim como as estátuas de bronze e outras superfícies de metais de cobre expostas ao tempo. A limpeza envolve a remoção de filmes residuais de óleo deixados sobre as folhas de cobre ou de latão durante as operações fabris de laminação. Algumas chuvadas mais fortes podem limpar suficientemente as superfícies para que se possam iniciar as operações. é sempre aconselhável. Limpeza As superficies de cobre que vão ser coloridas devem ser limpas. Os sais básicos de cloreto de cobre não são apenas francamente solúveis. e de dedadas e de poeiras depositadas na superfície durante o transporte e a aplicação.

0 galão As quantidades necessárias para 1. As suas formulas são as seguintes : 1. Esta operação deve deixar a superfície do telhado. SULFATO DE AMÓNIO por litro por galão Sulfato de amónio Sulfato de cobre Amónia concentrada Água da torneira 111 gramas 3.5 gramas 1.6 ml 1. 1.5 onça 0. Isto pode ser feito pela esfrega da superfície com uma solução fria de ácido sulfúrico a 5% . em boas condições para a coloração.0 onça 0. A seguir verte-se esta mistura na solução original e retira-se mais uma porção. Pode ser usada a concentração agrícola se a solução for filtrada para se eliminarem impurezas.5 galões Solução total 7. um usa uma solução de sulfato e dois utilizam sais de cloreto. Primeiro dissolve-se o sulfato de amónio em água. quer seja velho ou novo. Quando estiver completamente dissolvido.25 galões O sulfato de amónio deve ser de “concentração técnica”. Os barris e alguidares de madeira também são satisfatórios se todas as partes metálicas expostas forem cobertas.10%.000 pés quadrados de superfície de telhado. Imediatamente após esta esfrega. uma onça líquida de amónia concentrada contém 0. a superfície deve ser novamente enxaguada com água limpa abundante. .0 litro 15. repetindo-se a operação até que tenha sido dissolvido todo o sulfato de cobre.3 onças líquidas Água da torneira 6. Os telhados em cobre que tenham estado expostos ao tempo durante seis meses ou mais devem ser submetidos à remoção da película de óxido antes do início das operações de coloração. são: Sulfato de amónio 6 libras Sulfato de cobre 3 onças Amónia concentrada 1. acrescenta-se o sulfato de cobre.936 onças de peso de amónia. Coloração Entre os três processos básicos para a formação acelerada de patina. ATENÇÃO : O operário deve usar luvas de borracha e ter cuidado para evitar a produção de salpicos de ácido sobre si próprio e sobre pedras ou madeiras adjacentes.2 onça líq.900. Esta operação consegue-se melhor pela remoção de alguns galões da solução de sulfato de amónio e dissolvendo-se nestes tanto sulfato de cobre quanto for possível. O sulfato de cobre é geralmente conhecido como vitríolo azul. A amónia concentrada deve ter uma densidade de 0.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 45 / 58 A película de óxido sobre o cobre pode provocar falta de aderência da patina. Preparação da solução – A solução deve ser preparada num recipiente plástico resistente à corrosão.

seco e soalhiero. falhou o seu desempenho num telhado em cobre de uma moradia em Dallas. Ambos estes factores podem ter contribuído para o insucesso referido. 2. Um asperspr satisfatório consiste num depósito pulverizador de jardinagem. Método de aplicação – A solução deve ser aplicada por aspersão. mas irá envelhecendo para a cor natural. do que demasiada. Texas. A cor não surge imediatamente. A solução de cloreto de amónio tende a gizar e descamar se for muito pesadamente aplicada. Deixa-se a solução secar após a primeira pulverização (cerca de 10 a 15 minutos num dia quente. desapareceu completamente. A camada colorida deve atingir uma espessura satisfatória.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 46 / 58 A seguir acrescenta-se a amónia concentrada lentamente. Oklahoma. a superfície do cobre parece estar coberta com um revestimento “vidrado” de certa forma semelhante a uma camada espessa e escura de verniz. ou seja. a patina azul esverdeada que se tinha desenvolvido inicialmente. ou mais tempo num dia frio e encoberto). É preferível aplicar-se pouca solução de cada vez. parte da solução pode ser lavada antes que tenha tido a oportunidade de actuar sobre o cobre. deixando o cobre com uma cor castanha avermelhada clara. já que deve ser mantida a dosagem entre a água e a amónia. 24 horas após a última aplicação. Quando isso acontecer. Wright enfatizou o facto de ser necessário tempo seco durante todo o período de tratamento. ao mesmo tempo que se agita constantemente a mistura. e também é susceptível de se dissipar sob chuva forte. com uma ligeira humidade ou nevoeiro. As condições climatérica ideais a seguir a este tratamento são um dia entre moderadamente a pesadamante orvalhado. interiormente revestido com uma tinta betuminosa. Eram feitas duas aplicações com um intervalo de 48 horas entre si. com um jacto fino. Esta fórmula foi recomendada por Frank Lloyd Wright. Aplicar à trincha ou por aspersão numa superfície de cobre cuidadosamente limpa. É importante que a quantidade de amónia seja exacta. O desenvolvimento da cor depende de condições climatéricas favoráveis. Podem ser necessárias diversas aplicações. A princípio a cor será mais azulada que a da patina natural. A aspersão deve ser executada rapidamente. se a acção continuar sem ser perturbada pelo menos durante seis horas. até que não se dissolva mais nenhum. Devem-se repetir cinco ou seis aspersões e secagens. Após cinco anos. Wright especificou que a solução deveria ser misturada 24 horas antes de ser usada. provocando riscas. o cobre era aspergido com uma nebulização de água fria. Devem-se evitar grandes pingos. a demora depende das condições climatéricas. Quando a aspersão estiver acabada. para formar uma solução saturada. em plástico ou chapa galvanizada. a próxima chuva que caia lava o depósito restante e faz realçar o azul esverdeado da patina. CLORETO DE AMÓNIO (sal amoníaco) Dissolver suficientes cristais de cloreto de amónio (sal amoníaco comercial) em água. . Apesar de este método de coloração ter sido usado com aparente sucesso na Prince Tower em Bartlesville. que tendem a escorrer juntos. A humidade atmosférica combina-se com a solução depositada para reagir quimicamente com o cobre. resultando na desejada patina azul esverdeada. ou outras condições com humidade atmosférica suficiente para se atingir uma hmidade relativa de 80% ou mais. Se chover durante as seis a oito horas seguintes.

Manutenção Não é necessária qualquer manutenção para uma patina natural existente ou para uma que esteja em processo de formação. O cobre e as suas ligas são fabricados com elementos naturais puros pelo que se harmonizam com outros elementos naturais com quais as pessoas sentem uma afinidade instintiva. Se for pretendida um acabamento estatuário natural sobre cobre. caleiras. grelhagens. simples d ligar. diluir em água à razão de 1 litro ou 1 galão. faixas. ÁCIDO HIDROCLORÍDRICO Dissolver os seguintes produtos numa pequena quantidade de água quente : por litro Cloreto de cobre Ácido hidroclorídrico Ácido acético glacial Cloreto de amónio Tri óxido arsénico 164 gramas 117 ml 69 ml 80 gramas 11 gramas por galão 22 onças 15 onças líq. a cor desejada deve ser conseguida apenas com uma só aplicação. Pode ser aplicada sobre cobre brilhante ou envelhecido. gradeamentos e outras aplicações arquitectónicas de diversas naturezas. Conforme as condições climatéricas prevalecentes e conforme o grau de exposição. A patina que se forma naturalmente é. de facto.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 47 / 58 3.5 onças 1. O que lhes destinou durante séculos o seu emprego em telhados. dura. atraentes e extremamente duráveis. Há casos em que está registado que a aplicação inicial de óleo em duas finas camadas preservou o acabamento estatuário durante mais que dez anos. remates. 9 onças líq. NOTA : Envergar equipamento e roupa protectora apropriada. . produzindo uma película fina. fáceis de trabalhar. e aos edifícios que adornam. uma película protectora. O cobre. tubos de queda. fachadas de loja. uma classificação extra de vida e de carácter como materiais de construção de primeira categoria. o latão e o bronze são resistentes à destruição por corrosão. por ex. o envelhecimento pelo tempo pode ser travado no ponto desejado pela aplicação de um óleo adequado. Aplicar por aspersão.5 onças Depois de dissolvidas. incolor de aparência similar ao verniz. O facto de alterarem a sua cor quando expostos ao tempo proporciona-lhes. óleo de linhaça ou óleo de limão. Se possível. Os metais de cobre são leves. a frequência da aplicação do óleo pode ser de intervalos da ordem entre um a três anos. Reaplicação – particularmente sob a luz solar directa – pode causar uma reacção entre a solução e os sais inicialmente depositados. não usar nunca embalagens de alumínio. escovagem ou salpico. Guardar em embalagens não metálicas. 10. A solução é ácida e tóxica.

"Coloring and Finishing Copper Metals. 5055 (Out. Michael. Fishlock. Osborn. 4. Os abrasivos estão à venda nas casas de materiais de construção e nas casas de ferragens e ferramentas. Hackensack. estão à venda nos fornecedores de produtos químicos e de materiais para acabamentos de metais. England.J. pp.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 48 / 58 BIBLIOGRAFIA SELECCIONADA 1. COMPRA DOS MATERIAIS Os produtos químicos. 1970. Inc. sais e ácidos. 5. John M. Nº. N.." Crafts Council. Metal Colouring. . CDA Application Data Sheets 108/9." Construction Specifier Vol. Metals and Plastics Publications. A laca transparente INCRALAC pode ser encomendada num fornecedor de materiais para restauro. 114/9 and 161 /0 sobre revestimentos orgânicos transparentes. 1 University Plaza. and Foehl. Teddington. Metal Finishing Guidebook & Directory. London. 1963) 2. Bronzing and Patination of Metals.. Hughes. Robert Draper Ltd. 393 pages. "The Coloring.. ou directamente ao seu fabricante (ver secção respectiva). David. 16. Richard and Rowe. 5. (1982) 3. Donald H.

au Descrição A laca de acabamento transparente Incralac é um revestimento protector de base acrílica.wattyl.com. Está aprovada pela INCRA ( International Copper Research Association) para a protecção e prevenção contra o embaciamento do cobre.06 http://www. Preparação Deve-se assegurar que a superfície esteja limpa e seca.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 49 / 58 WATTIL Laca de acabamento transparente Ficha Técnica. Serve para exteriores e para interiores. Deve-se remover qualquer revestimento existente pela aplicação generosa a pincel do Wattyl Stripaway Paint Remover sobre todas as áreas metálicas. Não se pode tocar na superfície antes da aplicação do INCRALAC. Também pode ser usado sobre fugas de chaminé em cobre ou latão que não estejam directamente em contacto com o fogo. Removem-se todas as manchas com um produto para o polimento de metais. Acabamento e Lavagem Acabamento Lavagem Brilho intenso Boa . e então lava-se cuidadosamente com água limpa e seca-se com um pano limpo seco. placas e memoriais – assim como em ornamentos. após o que se limpa e seca com um pano limpo seco. especialmente desenvolvido para a protecção do cobre. referência: 4. Aplicação Aplicar quarto a cinco camadas por aerossol ou duas a três camadas por equipamento de pulverização. puxadores de porta e utensílios domésticos. Espera-se o tempo suficiente para que o material antigo amoleça. Não devem ser usados nem produtos comerciais para a limpeza de metais nem palha de aço. aparelhos de iluminação. do latão e das ligas metálicas semelhantes. Removem-se todos os resíduos e os restos deste produto com um diluente mineral. do latão e de ligas metálicas semelhantes. Usos recomendados É apropriado para ser usado sobre cúpulas em cobre.

30 minutos (ou superior em condições adversas ou frio). dependendo a textura da superfície.30 minutos Interior/Exterior 60 microns molhada Transparente Limpeza Diluição Tempo de secagem Durabilidade Película recomendada Espessura por demão Cor Embalagem Tamanhos Código Pacotes UN No.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 50 / 58 Características Gerais Flash Point Rendimento 5°C Aproximadamente 2 m2 por aerossol. O equipamento de pulverização deve ser limpo com diluente “Wattyl General Purpose Lacquer Thinner” Não requer diluição Toque . aerossol 300g spray pack 500 ml 180001 11unidades 1263. ou 7 m2 por litro.1950 . Segunda demão .

e conforme especificações rígidas.S. advertem-se os Clientes para testarem cuidadosamente o produto antes de o adaptarem aos seus próprios usos. manter os olhos abertos. Despejo de embalagens e do material O produto sobrante não deve ser despejado no esgoto. Ltd. não provocar o vómito. Consultar um médico se aparecer alguma irritação.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 51 / 58 Precauções • • • Assegurar ventilação adequada durante a aplicação. O produto sobrante deve ser conservado fechado na embalagem. Qualquer pessoa que trabalho com este produto.N. Os produtos Wattil devem ser usados conforme as instruções e as fichas técnicas relevantes. Está disponível. sob pedido. Todos os produtos Wattil são fabricados com matérias primas de rigorosa qualidade. e lavar abundantemente com água durante pelo menos 15 minutos. Beber muita água. e entregue ao serviços de tratamento de resíduos. Não aplicar se a superfície estiver a uma temperatura abaixo dos 10º C ou húmida. Os Clientes devem ler as fichas do fabricante e as suas condições de venda. Incorporated in N. 000 035 914 SPECIFICATION CORRECT AS AT 02/05/2002 . Contactar um médico ou um Hospital. mas já que o fabricante não controla as condições em que o produto é transportado.W. fá-lo por sua própria conta e risco. SYDNEY (02) 9621 6255 MELBOURNE (03) 9688 1111 BRISBANE (07) 3853 2888 ADELAIDE (08) 8294 6666 PERTH (08) 9449 8888 CANBERRA (06) 6280 5065 NEWCASTLE (02) 4954 9611 HOBART (03) 6272 8533 DARWIN (08) 8947 0077 A. Toda a informação acima disponibilizada está conforme as fichas de normalização do fabricante e as suas condições de venda. Issued by Wattyl Australia Pty. Se atingir os olhos.C. Altamente inflamável. manuseado ou utilizado. bem como os respectivos rótulos. à Wattyl Australia Pty. Ltd. Qualquer informação técnica deve ser pedida. Primeiros socorros • • • Se o produto for ingerido. uma Ficha de Segurança do Material. sendo fornecida gratuitamente. Deve-se consultar a respectiva Autarquia sobre a entrega das latas vazias.

CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 52 / 58 .

. ……………………………………………………......………….. APLICAÇÕES RECOMENDADAS : • • • • Reparação de fracturas..........................0010 em peso : 9...... Volume específico......................……….……..................35mm).........……. latão...CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 53 / 58 BRONZE PUTTY (BR) INFORMAÇÃO TÉCNICA SOBRE O PRODUTO O BRONZE PUTTY é um produto à base de epóxi combinada com bronze.... Pot life a 21oC....…………...... reconstrução e manutenção de peças e equipamentos em bronze...... dentes e fendas em equipamentos..........………........................... CARACTERÍSTICAS • • • Cola-se com segurança às ligas de bronze.....0 : 1 ....... Bronze Massa 35 minutos 18 N/mm² 59 N/mm² 121oC 85D 447 cm³/kg 700 25 0.... Consistência da mistura...... O material curado pode ser trabalhado à máquina.....………........……………..0 : 1 em volume : 3. Resistência dieléctrica (volt/mil) ASTM D149... destinado à reparação............... CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO Propriedades Típicas Cor.…....... Reconstrução de peças e de equipamentos......... Temperatura de utilização................ Dosagem da mistura.. Resistência ao corte na colagem ASTM D1002............... Retracção durante a cura (cm/cm) ASTM D2566.... metais ferrosos e ao betão................................…………….... Reparação de equipamentos de processamento de alimentos..……. Reconstrução de veios..... cobre................... Mistura epóxi com dois componentes fácil e rápida de aplicar. Dureza após cura D ASTM D2240……..... cilindros e bielas.... perfurado ou martelado com ferramentas convencionais para trabalhar metais.... maquinarias e objectos fundidos. Rendimento (cm²/kg a 6...... Resistência à compressão ASTM D695.……….........……….....

O máximo de sais solúveis deixados no substrato não deve exceder as 40 p. por projecção de abrasivo ou por outra técnica mecânica. INFORMAÇÃO SOBRE A APLICAÇÃO Preparação Geral da Superfície : É essencial para uma aplicação de sucesso que se faça uma boa preparação da superfície. em gasolina com chumbo. limpas e ásperas. em soluções saturadas de sal. Pode ser usado um disco abrasivo desde que não seja revelado qualquer metal branco. Remover todas as tintas. Esta irá ajudar na eliminação de todos os vestígios do desbaste com jacto de areia. • • • • . Os epóxis são muito bons em água.p. Os epóxis não são normalmente recomendados para exposições longas a ácidos concentrados nem a solventes orgânicos. Os materiais epóxi devem ser contidos por arestas vivas num perfil com uns bons 3 a 5 mm. gorduras. Deve-se tentar sempre a reparação o mais cedo possível após a limpeza do substrato. em petróleo ASTM#3 e em propileno de glicol. Metais que tenham estado expostos à água do mar ou a outras soluções salinas devem ser desgastados por jacto de areia e por água a alta pressão e deixados repousar até ao dia seguinte para se permitir que quaisquer sais contidos no metal possam “suar” até à superfície. Se tal não for possível. Este procedimento seca toda a humidade. Se a superfície estiver lubrificada ou engordurada. Não se deve deixar arestas boleadas nos materiais epóxi. ou por desgaste com um disco ou outra ferramenta abrasiva. uma aplicação geral de primário FL-10 PRIMER vai conservar a superfície do metal livre da oxidação instantânea. para se evitarem a oxidação ou a oxidação instantânea. Deve-se repetir a operação até que todos os sais solúveis tenham “suado” para fora do metal. Deve ser feito um ensaio à contaminação por cloretos antes de qualquer aplicação de epóxi. contaminação ou solventes e auxilia o epóxi a conseguir a sua máxima adesão ao substrato. Deve ser considerado o seguinte procedimento : • • • • Todas as superfícies devem estar secas. em solventes minerais. ferrugens ou fuligens presentes na superfície. A preparação abrasiva deve ser seguida por uma limpeza química com o Devcon Cleaner Blend 300. recomenda-se que a área da reparação seja aquecida entre 38º C a 43º C imediatamente antes de qualquer aplicação de Epóxis com cargas metálicas da Devcon. Executar um “perfil” na superfície do metal tornando a sua superfície áspera. usar o Devcon Cleaner Blend 300 para desengordurar a superfície. Esta operação deve ser feita por projecção de areia (8-40 mesh). poeiras e outras substâncias estranhas.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 54 / 58 RESISTÊNCIA QUÍMICA 7 dias à temperatura da sala (30 dias em imersão a 24oC) Querosene Àcido hidroclorídrico Solvente clorado Àcido sulfúrico a 10% Muito Boa Muito Boa Muito Boa Não satisfatória Metanol Razoável Tolueno Muito Boa Amónia Muito Boa Hidróxido de sódio a 10% Muito Boa Consultar. a ITW Devcon para outros químicos. (partes por milhão). Em condições de trabalho com muito frio.m. por favor.

o produto deve ser conservado e aplicado à temperatura interior de uma sala. Quando a temperatura estiver abaixo dos 21º C. telefone (Estados Unidos da América) : 01933 675299 Brunel Close.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 55 / 58 Mistura : Proporção da mistura . Pressiona-se firmemente para se garantir o máximo contacto com a superfície e para se evitar a retenção de ar. ENCOMENDAS Stock N. Assistência técnica.Em peso 9:1. folha ou rede de metal. PRECAUÇÕES Por favor consultar as Fichas de Segurança dos Material. Park Farm Wellingborough Northants NN8 6QX 01933 675299 01933 675765 . antes de empregar o produto. e acima da temperatura no interior de uma sala o tempo de cura e a pot life serão menores. Espalha-se o BRONZE PUTTY com uma espátula. A ITW Devcon não dá quaisquer garantias no que respeita a estas informações. O material fica totalmente curado em 16 horas. Adicionar o endurecedor à resina e misturar vigorosamente sobre uma tábua. o manuseamento e a aplicação dos produtos estão fora do nosso controlo. Cura & Pot Life: Uma secção de Epoxi Devcon. usando uma espátula. endurece em 4 horas. Aplicação: Para a obtenção dos melhores resultados.º 10261 Bronze Putty (BR) 15980 Primer FL-10 19510 Cleaner Blend 300 19512 Cleaner Blend 300 Capacidade unitária 500 g 112 g 250 ml 1 Litro Garantia : A Devcon substitui qualquer material que apresente defeito. O tempo real de cura do epóxi é determinado pelas dimensões da massa de epóxi e pela temperatura. em volume 3:1 O BRONZE PUTTY está formulado para constituir uma mistura densa que pode ser aplicada com facilidade em superfícies invertidas ou verticais sem escorrer nem pingar. a pot life será superior. deve-se usar fibra de vidro.7 mm de espessura. Para a cobertura de grandes lacunas ou buracos. não podemos aceitar qualquer responsabilidade no que respeita aos resultados obtidos. para a obtenção de informações completas sobre segurança e manuseamento. com 12. O BRONZE PUTTY pode ser aplicado a temperaturas entre os 13º C e os 52º C. Não fazer nunca a mistura dentro das embalagens. Repúdio : Todas as informações contidas nesta ficha técnica estão baseadas em ensaios laboratoriais e não pretendem ser instruções de projecto. Como o armazenamento. sobre a superfície preparada.

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com Telefone: 630. O produto CU100L é frequentemente usado como um pré-tratamento para a aplicação de chapeados. O produto CU200L é frequentemente usado para se evitar a formação de gorduras sobre as peças depois da sua fabricação e antes do seu chapeamento (deve ser removido antes do chapeamento). dá brilho e evita o engorduramento do cobre. ao latão.305. do latão. o latão. O produto CU200L evita a corrosão e a formação de gorduras sobre o cobre. O produto CU100L elimina os fumos azotados tipicamente associados ao processo de dar brilho. O produto CU120L é um processo de fase única que limpa.305. Latão e Bronze Limpeza e Brilho O produto CU100L é um material não azotado fabricado para a limpeza e para dar brilho ao cobre. e de outros metais não ferrosos. elimina a emissão dos fumos tipicamente associados aos processos de polimento. Latão e Bronze Preventivo contra o engorduramento CU300L Abrilhantador para Cobre. Latão e Bronze Limpeza. Latão e Bronze Stone Chemical Company Fax: 630. O produto CU120L é também um material não azotado e. e a outros metais não ferrosos. Brilho e Desengorduramento Preventivo CU200L Cobre. CU120L Cobre. fundições e forjados de cobre. o CU300L é mais amigo do utilizador do que os processos de abrilhantamento com ácido puro. do bronze. ao bronze.CONSERVAÇÃO DE ESTATUÁRIA EM BRONZE 57 / 58 Cobre / Latão / Bronze Código dos Produtos: L= Liquido ( ou seja AN125L) todos os outros = Pó (ou seja AN100) CU100L Cobre. o níquel e outros metais não ferrosos.0825 1555 Naperville / Wheaton Road • Suite 114 • Naperville • Illinois • 60563 Contents Copyright ©2001 .Stone Chemical Company. portanto. O CU120L é um excelente produto para onde for exigida uma limpeza profunda. O produto CU200L também é usado quando as peças têm ser armazenadas. o bronze. ou guardadas durante o processo de chapeamento.All rights reserved Info@stonechemical. Apesar de ser uma mistura ácida. O produto CU300L dá brilho às extrusões. O seu emprego é seguro tal como o tratamento dos seus desperdícios. ou têm ser chapeadas ou limpas antes de serem armazenadas ou expedidas para o cliente.0538 . a prata. e reduz significativamente os fumos espessos tipicamente associados ao ácido nítrico. latão e bronze. O produto CU200L pode ser facilmente removido com uma lavagem ácida ou com um produto de limpeza ácido. com boa aparência estética e prevenção contra a corrosão.

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