Web Aula 10 Questão n.

1) Diante do caso concreto apresentado, responda, fundamentadamente, ao que se pede: ³No dia 10 de maio de 2006, por volta das 03h, na rua ---, imediações da Avenida, nesta Cidade, Joaquim Nazareno mediante o uso de armas brancas, apreendidas pela Autoridade Policial (autos de apreensão das fls. 12/13 e 20), matou a vítima Walter Barros, como demonstra o laudo de necropsia das fls. 115 e 116. Consoante relato de testemunhas, ambos em visível estado de embriaguez, após voltarem de uma festa e, já no interior de um ônibus, começaram a discutir sobre tema de menor relevância. Ato contínuo, após desembarcarem do ônibus e percorrido alguns metros a pé, Joaquim Nazareno, que seguia caminhando atrás da vítima, ainda impulsionado pela desavença anterior, de posse de um facão, desferiu um golpe, pelas costas, em Walter Barros, que, após cair ao chão em decorrência da agressão sofrida, foi atingido novamente por quatro facadas, das quais adveio seu óbito poucos minutos após a lesão. Dos fatos, Joaquim Nazareno restou denunciado e condenado pela prática da conduta incursa no art.121,§2º, II, III e IV do Código Penal. Inconformado com a decisão proferida pelo Conselho de Sentença, interpôs apelação crime com vistas à exclusão da qualificadora do motivo fútil e ao reconhecimento do privilégio, previsto no §1º do respectivo dispositivo legal sob o argumento de que desferira as referidas facadas após a injusta provocação da vítima. Ante o exposto, a partir da premissa que, de fato, a briga tivera início por provocação da vítima, Walter Barros, deve ser provido o pedido?

Questão n.2) Considerando a hipótese de um indivíduo ter sido denunciado e condenado pelo crime de homicídio, assinale a opção correta em relação às regras referentes à substituição da pena. (CESPE / TRE/GO ± Analista Judiciário / 2009) a) Se a pena não for superior a quatro anos de reclusão, o indivíduo terá direito à substituição da pena privativa de liberdade pela pena restritiva de direitos, ainda que o crime tenha sido doloso e cometido com violência ou grave ameaça à pessoa. b) Em hipótese alguma, se o réu for reincidente, será possível a substituição da pena privativa de liberdade pela pena restritiva de direitos. c) Se o crime for culposo, o réu terá direito à substituição da pena privativa de liberdade, ainda que o crime tenha sido cometido com violência à pessoa. d) O juiz, constatando a possibilidade de substituição da pena privativa de liberdade, poderá substituí-la por duas penas restritivas de direito, não podendo a execução ter duração inferior à pena privativa de liberdade substituída.

bem como .S. ela admitiu que fazia os abortos como forma de proteger as mulheres para que não se submetessem a procedimentos que colocassem suas vidas em risco.022370 -0. Ante o caso concreto exposto. declarações firmadas por elas acerca dos riscos que estavam sendo submetidas. do interior e também de outros Estados e pagavam valores que variam de R$ 1. na 2ª Vara do Tribunal do Júri. foram pronunciadas para ir a júri. exames de ultrassom revelando o tamanho do feto. caixas do medicamento Citotec e apetrechos ou instrumentos que revelavam indícios de serem utilizados para os abortos. Todavia. foram selecionadas pela polícia. a sessão de julgamento de quatro mulheres que trabalhavam em uma clínica de planejamento familiar. o juiz não declarou segredo de justiça porque tais crimes são comuns como qualquer outro. a médica Neide Mota Machado.00 pelo procedimento. conforme critério estabelecido pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos.N. 323.jusbrasil.1) Abortos: QUATRO MULHERES DE CLÍNICA CLANDESTINA VÃO À JÚRI Extraído de: Tribunal de Justiça de MS . A médica. a psicóloga S. em Campo Grande. deputados federais da Frente Parlamentar em Defesa da Vida estiveram em Campo Grande protocolizando na Procuradoria-Geral do Ministério Público representação criminal contra a médica e demais envolvidos para que fossem tomadas as providências cabíveis.000 fichas. Também não tiveram sucesso até a presente data nos Tribunais Superiores. e as enfermeiras R. gravidez positiva. razão pela qual foi agendado o julgamento para a próxima quarta-feira (24). Autos nº 001.07. porquanto a sentença foi confirmada integralmente.200 fichas foram encontrados fortes indícios dos abortos. constataram que no local se realizavam abortos clandestinos. M. Neide Mota Machado. razão pela qual foram arquivadas por falta de justa causa que justifique uma investigação criminal.com. Fonte: http://www.000. por muitos anos. passando a negar os crimes. Apurou-se que aproximadamente 8. Segundo a denúncia feita pela Promotoria de Justiça. as quais foram separadas e estão sendo objeto de investigação ou já foram denunciadas pela promotoria perante a justiça. curetagem etc. localizada na Rua Dom Aquino...C. As fichas.S.00 a R$ 3. Por ordem judicial foram apreendidas mais de 9. pagamentos de valores considerados. a partir das 8h. admitindo apenas que fazia abortos retidos. com o acompanhamento dos promotores de justiça. e L. a médica e proprietária da mencionada clínica. no dia 10 de março de 2007.A.J.22 de Fevereiro de 2010. de feto morto.300 fichas não tinham fortes indícios ou estavam prescritos. mudou a versão. fazia abortos não autorizados por lei. razão pela qual fizeram uma reportagem que tomou projeção nacional. em Campo Grande. Em entrevista aos jornalistas. mediante recebimento de pagamento por parte das gestantes. internações na clínica. onde foram encontrados indícios de que a proprietária do local. principalmente à noite. tais como anotações de as mulheres estarem "aptas" aos referidos abortos. realizou procedimentos abortivos. Neide Mota era procurada por mulheres desta Capital. a partir da premissa de que as gestantes que tenham procurado a clínica a fim de realizar o aborto o tenham feito por livre e espontânea vontade.br/noticias. Na polícia e em juízo. com câmera oculta e passando-se por clientes interessados em fazer aborto na Clínica de Planejamento Familiar. em cerca de 1. sobre as quais se declarou segredo de justiça e estão arquivadas no fórum.A. Para os casos em que os promotores formalmente ofereceram denúncia contras as mulheres ou homens por crimes de aborto.C. indicação de medicamentos. Será na próxima quarta-feira (24). acesso em 26 de julho de 2010.Web aula 11 Questão n.000. Segundo a acusação. de acordo com o processo. ou seja. levando-se em conta as que não tinham fortes indícios dos crimes e os prescritos. dois jornalistas. mas recorreram da sentença e não obtiveram êxito no Tribunal de Justiça. Diante da repercussão dos fatos. titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Segundo se apurou no processo.

pois. pois. b) pelo crime de auto-aborto na condição de partícipe e homicídio culposo. c) pelo crime de auto-aborto. a criança é levada para o berçário. em estado puerperal. o agente responderá: (Juiz de Direito/SP. causando a sua morte. Arlete vai até o berçário. b) Crime de homicídio. 1ª Fase). Na manhã seguinte. Nessa hipótese. Questão n.2) a) Crime de homicídio. Durante a noite. é constatada a morte por asfixia de um recém nascido. qual a correta capitulação às condutas perpetradas pela médica e pelas enfermeiras a partir da correlação dos estudos realizados sobre o delito de aborto e concurso de pessoas? Responda fundamentadamente. que não era o filho de Arlete. pois houve erro essencial. uma vez que o art. e.3) Arlete. qualificado pela morte da gestante. d) Crime de infanticídio. manifesta a intenção de matar o próprio filho recém nascido. (OAB/FGV ± Exame de Ordem Unificado 2010. 171° Concurso. Diante do caso concreto. sem que o agente quisesse o evento morte da gestante. e esta vem a falecer em virtude de manobras abortivas.possuíam capacidade para consentir.2) O agente instiga a gestante a fazer o auto-aborto. o erro acidental não a isenta de responsabilidade. Questão n. d) apenas pelo crime de auto-aborto como autor. após conferir a identificação da criança. mediante curetagem. . 123 do CP trata de matar o próprio filho sob influência do estado puerperal. não houve preenchimento dos elementos do tipo. c) Crime de infanticídio. Após receber a criança no seu quarto para amamentá-la. a asfixia. pois houve erro quanto à pessoa. assinale a alternativa que indique a responsabilidade penal da mãe. a) apenas pelo crime de auto-aborto na condição de partícipe.

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