1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo

Esta obra é composta de 1.001 enunciados adaptados de questões de concursos públicos realizados pela banca organizadora Fundação Carlos Chagas – FCC.

A adaptação do enunciado foi realizada pelo autor da obra, que também é o responsável pelos comentários de cada um dos itens.

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INTRODUÇÃO
Nos corredores dos colégios militares, os instrutores reiteram o velho jargão: só a exaustão leva à perfeição. Estes são os ideais que permeiam seus alunos e não podemos duvidar de sua veracidade. Muitos que se destacam no mercado de trabalho, nos melhores vestibulares e em concursos públicos provêm dessas instituições de ensino. Em se tratando de concursos, sabemos que, com o aumento exponencial da demanda por uma vaga no serviço público, uma carga horária elevada de estudo pode não ser mais o suficiente para a aprovação. É imprescindível também que a preparação se dê com material adequado. Neste intento surge esta obra: ajudá-los a se prepararem de forma correta e rápida (mas não superficial), treinando exaustivamente, garantindo, assim, cada ponto que fará a diferença na hora da prova. Gabriel Rabelo

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SUMÁRIO
PRIMEIRA PARTE – NOÇÕES GERAIS Capítulo 1 – Noções Gerais e Empresário – 1 a 37. Capítulo 2 - Estabelecimento Empresarial – 38 a
70.

Capítulo 3 – Registro de Empresa – 71 a 96. Capítulo 4 – Livros empresariais – 97 a 103. Capítulo 5 – Nome empresarial – 104 a 118. Capítulo 6 – Propriedade Industrial Concorrência Desleal – 119 a 150. e

SEGUNDA PARTE – DIREITO SOCIETÁRIO
Capítulo 7 – Aspectos Gerais do Direito Societário – 151 a 219. 7.1 – Sociedades empresárias e simples – 151 a 196. 7.2 – Desconsideração da Personalidade Jurídica – 197 a 219. Capítulo 8 – Sociedades Contratuais Menores – 220 a 244. 8.1 – Sociedade em nome coletivo – 220 a 225. 8.2 – Sociedade em comandita simples – 226 a 233. 8.3 – Sociedade em conta de participação e sociedade em comum – 234 a 244. Capítulo 9 – Sociedades Simples – 245 a 253. Capítulo 10 – Sociedades Cooperativas – 254 a 269. Capítulo 11 – Sociedades Limitadas – 270 a 356.
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Capítulo 12 – Sociedades por ações – 357 a 452.

TERCEIRA PARTE – TÍTULOS DE CRÉDITO Capítulo 13 – Noções Gerais – 453 a 484. Capítulo 14 - Cheques – 485 a 550. Capítulo 15 – Duplicatas – 551 a 591. Capítulo 16 – Letra de Câmbio e Nota Promissória – 592 a 639. QUARTA PARTE – CONTRATOS MERCANTIS Capítulo 17 – Arrendamento Mercantil – 640 a 662. Capítulo 18 – Alienação Fiduciária – 663 a 677. Capítulo 19 – Fomento Mercantil – 678 a 695. Capítulo 20 – Franchising – 696 a 706. Capítulo 21 – Compra e Venda Mercantil – 707 a 723. Capítulo 22 – Representação Comercial e Comissão – 724 a 753. Capítulo 23 – Outras espécies de Contratos Mercantis – 754 a 787.

QUINTA PARTE – DIREITO FALIMENTAR Capítulo 24 – Direito Falimentar – 788 a 937. SEXTA PARTE – DIREITO DO CONSUMIDOR
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001. 6 .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo Capítulo 25 – Direito do Consumidor – 938 a 1.

não sendo impedidos legalmente. 8. atividade econômica organizada e produção ou circulação de bens ou serviços. (Promotor MP-CE/2009/FCC) A profissão intelectual. 2. foi totalmente revogado. 5. (Promotor MP-CE/2009/FCC) Em relação ao empresário. sancionado em 1850. 1. (OAB SP/2006/FCC) O Código Comercial. 7 . pois sobre os seus bens não podem recair os resultados negativos da empresa. de natureza científica ou artística pode ser considerada empresarial. mantendo-se vigentes apenas os dispositivos que regem os contratos e obrigações mercantis e o comércio marítimo. se seu exercício constituir elemento de empresa. é correto afirmar que de sua definição legal. (Promotor MP-CE/2009/FCC) Se a pessoa legalmente impedida de exercer atividade empresarial assim agir. 6. sancionado em 1850. foi parcialmente revogado.1 – Empresário 3. (OAB SP/2006/FCC) O Código Comercial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo PRIMEIRA PARTE – NOÇÕES GERAIS Capítulo 1 – Noções Gerais de Direito Empresarial e Empresário 1. (DPE/SP/2009/FCC) Para que uma pessoa possa ser reputada empresária tem-se que verificar sua inscrição perante o Registro Público de Empresas Mercantis. destacam-se as noções de profissionalismo. o incapaz não pode exercer a atividade de empresário. (DPE/SP/2009/FCC) No ordenamento brasileiro. responderá pelas obrigações contraídas. (Promotor MP-CE/2009/FCC) A atividade empresarial pode ser exercida pelos que estiverem em pleno gozo da capacidade civil. 7. 4.

10. qualquer que seja o regime escolhido. (MPE/AP/2006/FCC) As sociedades comerciais passaram a ser reguladas pelo novo Código Civil Brasileiro e.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 9. deve proceder à averbação dos pactos e declarações antenupciais no Registro Público de Empresas Mercantis. 14. (AFR/SP/2009/FCC) Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si. a continuidade do exercício da empresa depende de autorização judicial. torna-se incapaz para os atos da vida civil. (Juiz TRT AL/2007/FCC) Determinada pessoa física exercia atividade empresarial e. a continuidade do exercício da empresa pode ser efetuada por mandatário do empresário. (MPE/AP/2006/FCC) O empresário casado em comunhão universal de bens necessita de outorga do cônjuge para vender ou dar em garantia os imóveis da empresa. desde que o regime de bens do casamento não seja estabelecido em pacto antenupcial. (Promotor MP-CE/2009/FCC) Ainda que representado ou assistido. em determinado momento. 16. não se distingue da figura da empresa. se não possuir poderes de administração. desde que o regime de bens do casamento não seja o da separação facultativa ou da participação final nos aquestos. não pode o incapaz continuar a empresa antes exercida por ele enquanto capaz. em determinado momento. com expressa vedação da sociedade entre os nubentes. 12. (AFR/SP/2009/FCC) Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si. torna-se incapaz para os atos da vida civil. 17. 13. Nesse caso. 11. Nesse caso. 15. (Procurador do BACEN/2005/FCC/Adaptada) Pessoa incapaz pode ser sócio de sociedade de responsabilidade limitada. estiver devidamente assistida ou representada e o capital social estiver totalmente integralizado. por seus pais ou pelo autor da herança. com exceção do regime de separação absoluta de bens. bem como fazer inserir nos assentamentos dos registros 8 . desde que o regime de bens do casamento não seja o da o da comunhão universal ou da separação obrigatória. quanto à figura do empresário. 18. (Juiz TRT AL/2007/FCC) Determinada pessoa física exercia atividade empresarial e. (AFR/SP/2009/FCC) Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si. (DPE/SP/2009/FCC) O empresário casado.

Nesse caso. 26. (Procurador do BACEN/2005/FCC) Pessoa incapaz pode ser empresária individual se autorizada judicialmente a continuar a exploração de estabelecimento recebido por ela em herança. podem 9 . 22. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Em relação ao empresário. não poderá continuar a empresa antes exercida por ele enquanto capaz. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Em relação ao empresário. é correto afirmar que é facultado contratar sociedade com seu cônjuge. sem qualquer restrição. em determinado momento. é correto afirmar que se se tornar incapaz. vier a exercê-la. é correto afirmar que o empresário casado sob o regime de comunhão universal de bens não pode alienar os imóveis que integram o patrimônio da empresa ou gravá-los de ônus real sem o consentimento de seu cônjuge. 25. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Em relação ao empresário. em determinado momento. se forem casados sob o regime da comunhão parcial de bens. é correto afirmar que se impedido de exercer atividade própria de empresa. 24. torna-se incapaz para os atos da vida civil. (Juiz TRT AL/2007/FCC) Determinada pessoa física exercia atividade empresarial e. 23. a continuidade do exercício da empresa pode ser efetuada por curador. 19. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Em relação ao empresário. (Juiz TRT AL/2007/FCC) Determinada pessoa física exercia atividade empresarial e. torna-se incapaz para os atos da vida civil. 27. 20. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Em relação ao empresário. (Procurador do BACEN/2005/FCC) Pessoa incapaz pode ser empresária individual se for maior de 14 anos e possuir estabelecimento com economia própria. não responderá pelas obrigações contraídas. independentemente de autorização judicial. Nesse caso.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo públicos de imóveis a outorga uxória quando de gravação com ônus ou de alienação dos bens imóveis do patrimônio empresarial. a continuidade do exercício da empresa é ilegal. é correto afirmar que. 21.

31. não se exime das dívidas sociais anteriores à admissão. De acordo com a terminologia empregada pelo Código Civil. a palavra "empresa". (Juiz do Trabalho/TRT 11º/2005/FCC) De acordo com o Código Civil de 2002.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo exercer a atividade de empresário os que estiverem em pleno gozo da capacidade civil. 195. a utilização do termo "comerciante" para designar todo aquele a quem são dirigidas as normas de Direito Comercial tornouse equivocada. (Juiz do Trabalho/TRT 11º/2005/FCC) De acordo com o Código Civil de 2002. da teoria objetiva dos atos de comércio. pois o Código Civil estendeu a aplicação do Direito Comercial a todos os que exercem atividade econômica organizada e profissional. está usada de modo correto. (Juiz Susbtituto TRT-RO/2005/FCC) O sócio. (Juiz do Trabalho/TRT 11º/2005/FCC) De acordo com o Código Civil de 2002. 10 . 28. pois a revogação de parte expressiva do Código Comercial operou a extinção do Direito Comercial. em razão da adoção. I. da Constituição estabelece que a seguridade social será custeada por contribuições sociais "do empregador. admitido em sociedade já constituída. 35. 33. (MPE AP/2006/FCC) O empresário casado em comunhão universal de bens necessita de outorga do cônjuge para vender ou dar em garantia os imóveis da empresa. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei". da teoria da empresa. (Procurador do BACEN/ 2006/FCC) O art. (ISS/Santos/2006/FCC) O sócio admitido em sociedade já constituída não responde por dívidas sociais anteriores à admissão. a utilização do termo "comerciante" para designar todo aquele a quem são dirigidas as normas de Direito Comercial permanece correta. pelo Código Civil. em razão da adoção. 29. (Juiz do Trabalho/TRT 11º/2005/FCC) De acordo com o Código Civil de 2002. a utilização do termo "comerciante" para designar todo aquele a quem são dirigidas as normas de Direito Comercial permanece correta. 32. a utilização do termo "comerciante" para designar todo aquele a quem são dirigidas as normas de Direito Comercial perdeu sentido. 30. pelo Código Civil. no texto constitucional. 34. não apenas comerciantes.

Gabarito – Capítulo 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 E E E C E C C C E E 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 C C E E E C E E E E 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 C E E E E C E E E C 31 32 33 34 35 36 37 E C E E E C E Comentários – Capítulo 1 1. De acordo com a terminologia empregada pelo Código Civil. no texto constitucional. 195. I. De acordo com a terminologia empregada pelo Código Civil. devendo ser substituída por "pessoa jurídica". ERRADO. restando vigente apenas a parte relativa aos dispositivos que regem o comércio marítimo. 11 . O título V do antigo Código Comercial. está usada de modo incorreto. a palavra "empresa". 2. 2. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei". está usada de modo incorreto. restando vigente apenas a parte relativa aos dispositivos que regem o comércio marítimo. 2. no texto constitucional. devendo ser substituída por "empresário". foi revogado pelo Novo Código Civil. a palavra "empresa". I.045). que tratava sobre os contratos e obrigações mercantis. 195. da Constituição estabelece que a seguridade social será custeada por contribuições sociais "do empregador. (Procurador do BACEN/ 2006/FCC) O art. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei".1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 36. da Constituição estabelece que a seguridade social será custeada por contribuições sociais "do empregador. 37. O Código Comercial de 1850 foi parcialmente revogado pelo Código Civil de 2002 (art. ERRADO.045). (Procurador do BACEN/ 2006/FCC) O art. O Código Comercial de 1850 foi parcialmente revogado pelo Código Civil de 2002 (art.

4. O conceito de empresário encontra-se no artigo 966 do Código Civil: Quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços. via de regra. militares. CC). CC). Uma pessoa que não o tenha feito. 6.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 3. CORRETO. 967. A regra é que a pessoa esteja em pleno gozo da capacidade civil. Há. 7. ERRADO. 8. entretanto. 966). A exceção é se o exercício da profissão constituir elemento de empresa. Exemplos de impedidos: servidores públicos federais. ERRADO. 9. seja sociedade empresária (art. magistrados. CC). e b) titularidade empresarial pela sucessão causa mortis. continuar a empresa antes exercida por ele enquanto capaz. nunca seu início. mesmo que haja auxiliares. art. CORRETO. por seus pais ou pelo autor da herança. d) produção ou circulação de bens e serviços. Exemplo: Um médico que atenda sozinho. literária. Porém. 974 do CC). Transcrição do artigo 972 do Código Civil: Podem exercer a atividade de empresário os que estiverem em pleno gozo da capacidade civil e não forem legalmente impedidos. ambas válidas apenas para a continuidade do negócio. ERRADO. 12 . são elas: a) incapacidade superveniente. se o fizer. CORRETO. não será considerado empresário. CORRETO. 972. 973. mesmo havendo vários médicos em seu quadro de pessoal. contudo. intelectual ou artística. por meio de representante ou devidamente assistido. c) organização. Podem exercer a atividade de empresário os que estiverem em pleno gozo da capacidade civil e não forem legalmente impedidos (art. 966 do CC reza que não se considera empresário quem exerce profissão de natureza científica. Artigo 974 do Código Civil: Poderá o incapaz. O par. único do art. Um hospital. duas exceções (art. não se configura como requisito para a caracterização como tal (CC. O registro é obrigação legal imposta aos diversos tipos de empresários. não deixará de ser empresária por este motivo. responderá pelas obrigações contraídas (art. seja individual. b) exercício de atividade econômica. é considerado empresa. 5. Portanto. A pessoa legalmente impedida de exercer atividade de empresário. são requisitos: a) profissionalismo.

ERRADO. sem necessidade de outorga conjugal. A autorização para que o incapaz continue o exercício da empresa é dada pelo Juiz. não para sociedade empresária. Vimos que. O empresário casado pode. 14. ERRADO. qualquer que seja o regime de bens. pessoa física (empresário individual) ou jurídica (sociedade empresária). 13. Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si ou com terceiros. exceto se casados nos regimes de comunhão universal ou no da separação obrigatória (art. exceto se casados nos regimes de comunhão universal ou no da separação obrigatória (art. 977. assistente. 12. ERRADO. ERRADO. é o sujeito de direito. 974. CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 10. Empresa é a atividade economicamente organizada. CC). b) o capital esteja totalmente integralizado. é vedado ao incapaz o exercício da atividade empresarial. 17. CC). em regra. 977. 16. desde que: a) esteja assistido ou representado. 18. este entendimento é válido para atuação como empresário individual. alienar 13 . por seu turno. artigo 978: o empresário casado pode. 977. Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si ou com terceiros. sem necessidade de outorga conjugal. para produzir ações coordenadas para a circulação ou produção de bens ou serviços. Código Civil. CC). ERRADO. 15. art. Doutrina e jurisprudência convergem para o entendimento de que é possível ao incapaz ser quotista de sociedade empresária. c) não exerça poderes de administração ou gerência. Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si ou com terceiros. qualquer que seja o regime de bens. CORRETO. e não por 11. ERRADO. 1º). A continuidade da empresa por incapaz é feita por intermédio de representante ou mandatário. exceto se casados nos regimes de comunhão universal ou no de separação obrigatória de bens (art. devendo ouvir previamente o Ministério Público (CC. Todavia. que exerce a empresa. par. alienar os imóveis que integrem o patrimônio da empresa ou gravá-los de ônus real. CORRETO. Empresário.

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os imóveis que integrem o patrimônio da empresa ou gravá-los de ônus real (art. 978, CC). Ademais, devem ser arquivados, no Registro Público de Empresas Mercantis, os pactos e declarações antenupciais do empresário, o título de doação, herança ou legado, de bens clausulados de incomunicabilidade ou inalienabilidade (art. 979, CC). Veja que o artigo não faz ressalva a qualquer regime de casamento.
19. ERRADO. Artigo 974 do Código Civil: Poderá o incapaz, por

meio de representante ou devidamente assistido, continuar a empresa antes exercida por ele enquanto capaz, por seus pais ou pelo autor da herança.
20. ERRADO. A autorização para que o incapaz continue o

exercício da empresa é dada pelo Juiz, devendo ouvir previamente o Ministério Público (art. 974, par. 1º).
21. CORRETO. Vimos nos itens acima que o incapaz pode

continuar (e nunca iniciar) o exercício da atividade empresarial quando houver incapacidade superveniente ou quando recebêla em herança. Sempre precedido de autorização judicial.
22. ERRADO. A regra para o exercício da atividade empresarial é

que se esteja em pleno gozo da capacidade civil. A menoridade cessa aos dezoito anos, momento em que a pessoa habilita-se para todos os atos da vida civil. Não obstante, o CC traz exceções, permitindo aquisição da capacidade antes da maioridade, quais sejam: a) concessão dos pais, ou, na falta de um deles, instrumento público, ou sentença do juiz; b) casamento; c) exercício de emprego público; d) colação de grau em curso superior; e) estabelecimento de emprego. A CF veda o exercício de emprego aos menores de 16, salvo acima de 14 como aprendiz.
23. ERRADO. O empresário casado pode, sem necessidade de

outorga conjugal, qualquer que seja o regime de bens, alienar os imóveis que integrem o patrimônio da empresa ou gravá-los de ônus real (art. 978, CC).
24. ERRADO. Artigo 974 do Código Civil: Poderá o incapaz, por

meio de representante ou devidamente assistido, continuar a empresa antes exercida por ele enquanto capaz, por seus pais ou pelo autor da herança.
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 25. ERRADO. A pessoa legalmente impedida de exercer atividade

de empresário, se a exercer, responderá pelas obrigações contraídas (art. 973, CC).
26. CORRETO. Faculta-se aos cônjuges celebrar sociedade entre si

ou com terceiros, exceto se casados nos regimes de comunhão universal ou no da separação obrigatória (art. 977, CC).
27. ERRADO. Não obstante a capacidade civil seja condição

necessária para a caracterização como empresário, não se perfaz como condição suficiente. A pessoa, além de preencher os requisitos do artigo 966 do CC, deve estar em pleno gozo da capacidade civil e não pode configurar-se como impedida.
28. ERRADO. A Teoria dos Atos de Comércio surgiu com o Código

Napoleônico, em 1807. Este Código Comercial listava uma série de profissões que considerava como comerciais, regulamentando-as juridicamente, tais como compra/venda de mercadorias, bancos, transporte de mercadorias e outras poucas espécies de serviços. O Código Comercial Brasileiro de 1850 adotou também a Teoria dos Atos do Comércio, atribuindo a qualificação de comerciante aos que praticassem as atividades especificadas. Entrementes, por uma forte influência italiana, começou a existir no Brasil, em meados do século XX, insatisfação com os déficits apresentados pela Teoria dos Atos. Foi então que o Código Civil de 2.002 passou a adotar a Teoria da Empresa como norteadora do Direito Empresarial, considerando como empresário (e não comerciante) aquele que exerce profissionalmente atividade econômica organizada.
29. ERRADO. O Código Comercial de 1850 foi revogado pelo

Código Civil de 2002, à exceção da parte que versa sobre comércio marítimo. Entretanto, não se extinguiu a disciplina Direito Comercial. O escorreito hodiernamente é falar-se em Direito Empresarial, porém, como a expressão Direito Comercial já se consagrou no meio jurídico e acadêmico, devemos entendê-la como vigente, ampliando, todavia, o seu alcance para atividades que não estão compreendidas no conceito de comércio, tais como indústrias e prestação de serviços.

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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 30. CORRETO. A teoria da empresa não limitou o seu escopo aos

comerciantes, estendendo o seu regime jurídico aos que pratiquem atividade econômica organizada para a produção e circulação de bens e serviços.
31. ERRADO. O Novo Código Civil de 2002 trouxe um regime

jurídico mais amplo que o anterior, sendo que devemos entender utilizar o termo empresário em substituição à limitada expressão comerciante de outrora.
32. CORRETO. Transcrição do artigo 1.025 do Código Civil. 33. ERRADO. O empresário casado pode, sem necessidade de

outorga conjugal, qualquer que seja o regime de bens, alienar os imóveis que integrem o patrimônio da empresa ou gravá-los de ônus real (art. 978, CC).
34. ERRADO. O sócio admitido em sociedade já constituída não se

exime das dívidas sociais anteriores à admissão (art. 1.025, CC).
35. ERRADO. O concurseiro deve fazer três distinções nos seus estudos de direito empresarial.
EMPRESÁRIO ≠ EMPRESA ≠ ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL

Tomemos como exemplo a Casa da Carne Ltda. Empresário é a pessoa que a explora, seja física, seja jurídica. A empresa é a atividade ali existente, a venda de carnes em si. Já o estabelecimento empresarial é o conjunto de bens corpóreos e incorpóreos organizadamente utilizados para a exploração negocial. 36. CORRETO. A expressão correta a ser utilizada no artigo Constitucional em comento seria empresário, uma vez que pode haver contribuição tanto da sociedade empresária, como do empresário individual, que é pessoa física. 37. ERRADO. A expressão correta a ser utilizada no artigo Constitucional em comento seria empresário, uma vez que pode haver contribuição tanto da sociedade empresária, como do empresário individual, que é pessoa física.

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Capítulo 2 – Estabelecimento Empresarial
38. (Defensor Público/Pará/2009/FCC) Quanto ao estabelecimento empresarial, seu conceito é o de tratar-se de todo complexo de bens organizado para exercício da empresa, por empresário, ou por sociedade empresária. 39. (Defensor Público/Pará/2009/FCC) Salvo autorização expressa, o alienante do estabelecimento não pode fazer concorrência ao adquirente, nos cinco anos subseqüentes à transferência. 40. (Defensor Público/Pará/2009/FCC) O adquirente do estabelecimento não responde pelo pagamento dos débitos anteriores à transferência, contabilizados ou não, exceção feita aos débitos fiscais. 41. (MPE/AP/2006/FCC) A natureza jurídica empresarial é uma universalidade de direito. do estabelecimento

42. (OAB SP/2005/FCC) Quanto à alienação de um estabelecimento empresarial, pode-se afirmar que não é possível por se tratar de patrimônio indisponível de uma sociedade empresária. 43. (MPE/AP/2006/FCC) O adquirente do estabelecimento responde pelo pagamento dos débitos anteriores à transferência, desde que estejam regularmente contabilizados, sendo que, a responsabilidade do credor primitivo permanecerá pelo prazo de um ano, a contar da publicação da transferência, quando se referir a créditos vencidos, ou a contar da data do vencimento da dívida, quando se tratar de outros créditos. 44. (MPE/AP/2006/FCC) O estabelecimento comercial é composto por bens corpóreos e incorpóreos, sendo um complexo de bens organizados, podendo ser descentralizados, desde que com o mesmo valor econômico que se traduz em um sobrepreço do estabelecimento cujo valor agregado dá-se o nome de aviamento. 45. (Auditor Jaboatão G./2006/FCC) Cada estabelecimento deverá manter livros e documentos fiscais próprios. 46. (MPE/AP/2006/FCC) O fundo de comércio é o conjunto de bens corpóreos e incorpóreos operado pelo empresário, sendo sujeito de direito, portanto, tendo poder para ingressar em juízo na defesa de seus interesses.
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 47. (Fundação Carlos Chagas) Como regra geral, o contrato de trespasse depende, como condição de sua validade, do consentimento dos credores do alienante. 48. (Fundação Carlos Chagas) Como regra geral, o contrato de trespasse depende, como condição de sua eficácia perante os credores do adquirente, do consentimento expresso destes. 49. (Fundação Carlos Chagas/Adaptada) Como regra geral, o contrato de trespasse depende, como condição de sua validade perante terceiros, apenas de sua averbação no órgão do registro do comércio. 50. (Fundação Carlos Chagas/Adaptada) Como regra geral, o contrato de trespasse depende, como condição de sua eficácia perante terceiros, do consentimento expresso dos credores do alienante. 51. (Fundação Carlos Chagas/Adaptada) Como regra geral, o contrato de trespasse independe de averbação no órgão do registro do comércio para que tenha plena validade. 52. (Procurador do BACEN/ 2006/FCC) O art. 195, I, da Constituição estabelece que a seguridade social será custeada por contribuições sociais "do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei". De acordo com a terminologia empregada pelo Código Civil, a palavra "empresa", no texto constitucional, está usada de modo incorreto, devendo ser substituída por "estabelecimento". 53. (OAB SP/2005/FCC) Quanto à alienação de um estabelecimento comercial, pode-se afirmar que implica o impedimento de o alienante fazer concorrência ao adquirente, no prazo de 05 anos subseqüentes à transferência, salvo se tal condição tiver sido expressamente dispensada pelo adquirente. 54. (OAB SP/2005/FCC) Quanto à alienação de um estabelecimento comercial, pode-se afirmar que o adquirente do estabelecimento não ficará sub-rogado no pagamento das dívidas anteriores à alienação. 55. (OAB SP/2005/FCC) Quanto à alienação de um estabelecimento comercial, pode-se afirmar que o adquirente ficará sub-rogado nos créditos referentes ao estabelecimento, independentemente da publicação da transferência. 56. (OAB SP/2006/FCC) A ação objetivando a renovação de contrato de locação é possível na locação de imóvel destinado ao comércio, em
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no máximo. ainda que não ininterruptos. até 06 (seis) meses. desde que proposta no prazo de 30 (trinta) dias. oposta em sede de ação renovatória. celebrado por prazo indeterminado. em que o respectivo contrato. oposta em sede de ação renovatória. contados da data em que o locador denunciar o contrato. dos contratos escritos. em ramo de atividade distinto do locatário. a exceção de retomada do imóvel. em que o prazo mínimo e determinado do contrato a renovar. ou a soma dos prazos.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo que o prazo mínimo e determinado do contrato a renovar. 58. e desde que proposta no interregno de 01 (um) ano. 62. seja de 05 (cinco) anos. porém determinados. 59. determinando a realização de obras que importem em radical modificação do imóvel locado. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. esteja vigorando por mais de 05 (cinco) anos. pode ser efetuada apenas quando o contrato viger por prazo indeterminado. 57. é cabível se motivada pela utilização do imóvel para instalação de estabelecimento empresarial do locador. 61. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. recebida pelo locador. 19 . oposta em sede de ação renovatória. no máximo. não cabendo em contratos não-escritos. e desde que proposta no interregno de 01 (um) ano. a exceção de retomada do imóvel. ou a soma dos prazos ininterruptos e determinados dos contratos escritos. no mínimo. depende de previsão contratual expressa. no mínimo. (OAB SP/2006/FCC) A ação objetivando a renovação de contrato de locação é possível na locação de imóvel destinado ao comércio. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. até 06 (seis) meses. (OAB SP/2006/FCC) A ação objetivando a renovação de contrato de locação é possível na locação de imóvel destinado ao comércio. 60. a exceção de retomada do imóvel. anteriores à data de finalização do prazo do contrato em vigor. oposta em sede de ação renovatória. depende de notificação do poder público. seja de 05 (cinco) anos. anteriores à data de finalização do prazo do contrato em vigor. a exceção de retomada do imóvel.

De acordo com a terminologia empregada pelo Código Civil. (Procurador do BACEN/ 2006/FCC) O art. (OAB SP/2005/FCC) É característica do contrato de locação de espaço em shopping centers impossibilidade de o contrato prorrogarse automaticamente por prazo indeterminado. 68. ou a soma dos prazos ininterruptos e determinados dos contratos escritos. apenas é possível se o contrato houver sido celebrado por prazo maior do que 30 (trinta) meses. 69. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei". a exceção de retomada do imóvel. até o último dia da data de finalização do prazo do contrato em vigor. (OAB SP/2005/FCC) É característica do contrato de locação de espaço em shopping centers inexistência de prazo decadencial para que o locatário ingresse com ação renovatória. 195. Gabarito – Capítulo 2 20 . (OAB SP/2005/FCC) É característica do contrato de locação de espaço em shopping centers impossibilidade de o locador recusar a renovação com base no argumento de retomada do imóvel para uso próprio. em que o prazo mínimo e determinado do contrato a renovar. 70. seja de 05 (cinco) anos. 64. e desde que proposta no interregno de 06 (seis) meses. no máximo.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 63. (Juiz Substituto TRT-AC/2005/FCC) Empresa é o conjunto organizado de bens administrado pelo empresário visando à produção ou circulação de bens e serviços. 67. 65. devendo ser substituída por "pessoa jurídica". (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. no caso de permanência do locatário no imóvel após o advento do termo contratual. (OAB SP/2005/FCC) É característica do contrato de locação de espaço em shopping centers a inexistência do direito à renovação compulsória do contrato de locação. 66. no texto constitucional. (OAB SP/2006/FCC) A ação objetivando a renovação de contrato de locação é possível na locação de imóvel destinado ao comércio. oposta em sede de ação renovatória. a palavra "empresa". I. da Constituição estabelece que a seguridade social será custeada por contribuições sociais "do empregador. está usada de modo incorreto.

título do estabelecimento). Como condição para o trespasse. O estabelecimento pode ser objeto unitário de direitos e negócios jurídicos (diferentemente do nome empresarial). Os bens podem ser corpóreos (ex: móveis) ou incorpóreos (ex: marca. solidário pelo prazo de 1 ano.142 do CC. O alienante é. CORRETO. CORRETO.147. Há grande discussão doutrinária sobre a natureza jurídica do estabelecimento empresarial. Sendo eficaz o trespasse. Este é o conceito do artigo 1. ERRADO. O estabelecimento empresarial é o complexo de bens organizado. art. o adquirente passa a responder por todos os débitos anteriores. indispensável para o exercício da empresa. a partir publicação da transferência.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 C C E E E C E C E E 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 E E E C E C E E E C 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 E E E C E E E E E C 68 69 70 E E E Comentários – Capítulo 2 38. desde que devidamente contabilizados. para os vincendos. Salvo consentimento do adquirente. 40. deve haver consentimento destes. ERRADO. Em caso negativo. a partir da notificação). A FCC considerou que é a de universalidade de fato. é vedada a concorrência nos 5 anos subseqüentes à transferência (dentro de um mesmo território e na mesma atividade anterior) – Código Civil. Universalidade de fato é um conjunto de bens que pode ser destinado de acordo com a 21 . Tanto o empresário individual como a sociedade empresária devem possuí-lo. o alienante deve ter bens suficientes para pagamento dos credores existentes à época. 1. para os créditos vencidos ou do vencimento. que pode ser expresso ou tácito (decurso de 30 dias. 41. 39. A alienação do estabelecimento é chamada de trespasse. pois é requisito para qualificação como tal. porém.

Artigo 1145 do CC: Se ao alienante não restarem bens suficientes para solver o seu passivo. ERRADO. Algumas obrigações são comuns a todos os tipos de empresários. Igualmente. Todos os estabelecimentos devem manter livros fiscais próprios.194. ERRADO. 43. 46. não sendo sujeito de direito. imodificável por vontade própria.146 do Código Civil. O estabelecimento pode ser descentralizado. comuns a todos os tipos de empresário (apenas o diário) e especiais (relativos a apenas alguns tipos de empresário). a herança). Este sobrepreço é chamado aviamento. 1. não possuindo capacidade processual. Transcrição do artigo 1. CC). Se assim não fosse. 967. ERRADO. 47. b) escrituração de livros (art. Há que se considerar a organização de cada estabelecimento. Como a organização para produção/circulação de bens/serviços é necessária para caracterização como empresário. 44. O estabelecimento empresarial substituiu. o estabelecimento é universalidade de fato. em trinta dias a partir de sua notificação. 42. uma 22 . ERRADO. Há livros obrigatórios e facultativos. ou do consentimento destes. venda.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo vontade do particular. no ordenamento jurídico vigente. de modo expresso ou tácito. permuta. a expressão fundo de comércio. CC). 1. CC). 45. haja vista o permissivo do artigo 1. Pode ser o estabelecimento empresarial objeto de negócios jurídicos compatíveis com sua natureza. Ou seja. são elas: a) inscrição prévia (art.143 do Código Civil.179. c) conservação da escrituração até a prescrição ou decadência das obrigações (art. mas não há necessidade de os aviamentos terem o mesmo valor. CORRETO. CORRETO. Estabelecimento empresarial é o complexo de bens organizados para exercício da empresa. seria em muito facilitada a fraude às Fazendas Públicas e outros tipos de fiscalização. tem-se que o conjunto dos bens (corpóreos e incorpóreos) vale mais do que a soma de seus preços considerados individualmente. Universalidade de direito é um conjunto de bens a que a lei atribui determinada forma (por exemplo. a eficácia da alienação do estabelecimento depende do pagamento de todos os credores. como compra.

Conclui-se que não é requisito essencial para que o contrato produza efeito inter partes a averbação.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo vez efetuado o pagamento dos credores. ERRADO. Veja o que dispõe o artigo 1. que é pessoa física. o usufruto ou arrendamento do estabelecimento. Será tácito se decorrer 30 (trinta) dias da notificação e o credor manter-se silente. CC: O contrato que tenha por objeto a alienação. 48. O consentimento pode ser expresso ou tácito. Artigo 1145 do CC: Se ao alienante não restarem bens suficientes para solver o seu passivo. Ou seja. ERRADO. expressa ou tacitamente. Art. o consentimento é relativo aos credores do alienante – e não do adquirente. só produzirá efeitos quanto a terceiros depois de averbado à margem da inscrição do empresário. os credores devem anuir. 51. ERRADO. expressa ou tacitamente. o usufruto ou arrendamento do estabelecimento. no Registro Público de Empresas Mercantis. como do empresário individual. não há necessidade de anuência para realização do trespasse. não poderá ser invocado frente a terceiros. Ou seja. Ao revés. 52. uma vez que pode haver contribuição tanto da sociedade empresária. deve ser averbado e publicado. entretanto. 49.144. em trinta dias a partir de sua notificação. Ao revés. Estabelecimento empresarial é o complexo de bens organizados para exercício da empresa. de modo expresso ou tácito. CORRETO. O contrato terá plena validade sem o registro na Junta. os credores devem anuir. e de publicado na imprensa oficial. ou do consentimento destes. no caso de não restarem bens. e de publicado na imprensa oficial. não há necessidade de anuência para realização do trespasse. uma vez efetuado o pagamento dos credores. ERRADO. Outrossim. A expressão correta a ser utilizada no artigo Constitucional em comento seria empresário. no Registro Público de Empresas Mercantis. 50. 1. 23 .144 do CC: O contrato que tenha por objeto a alienação. a eficácia da alienação do estabelecimento depende do pagamento de todos os credores. ou da sociedade empresária. no caso de não restarem bens. só produzirá efeitos quanto a terceiros depois de averbado à margem da inscrição do empresário. ou da sociedade empresária.

ERRADO. O que se altera é o prazo de solidariedade do devedor primitivo. proposto no prazo um ano. anteriores à data da finalização do prazo do contrato em vigor (Lei do Inquilinato. 3) o locatário deve explorar o mesmo ramo de atividade econômica pelo prazo mínimo e ininterrupto de três anos. até seis meses. Com fundamento no art. quanto aos créditos vencidos. I. Todavia. 60. Questão confusa. ERRADO. nos cinco anos subseqüentes à transferência. 55. 24 . 57. art. a partir. no mínimo. 59. Transcrição do art. Não há necessidade de previsão de renovação compulsória no ajuste. 51. até seis meses. 54. 56. da Lei do Inquilinato o prazo mínimo do contrato a renovar ou a soma dos prazos ininterruptos dos contratos escritos deve ser de cinco anos.146 do Código: o adquirente do estabelecimento responde pelo pagamento dos débitos anteriores à transferência. ERRADO. à data da propositura da ação renovatória. 1. ERRADO. CORRETO. o artigo 51. da Lei do Inquilinato exige expressamente que o contrato seja celebrado por escrito e prazo determinado. no máximo. da data do vencimento. 2) O contrato deve ser escrito. tomando-se como marco a publicação da transferência. 1. uma vez que há sub-rogação. 58. quanto aos outros. desde que regularmente contabilizados. no máximo. CORRETO. sociedade empresária ou sociedade simples. continuando o devedor primitivo solidariamente obrigado pelo prazo de um ano.245/91: 1) O locatário deve ser empresário. por prazo determinado e estabelecer um período mínimo de 5 anos. da publicação. I. Segundo o inciso II. I e §5º). O contrato deve ser celebrado por escrito e com prazo determinado. ERRADO. 4) decai do direito de promover a ação renovatória o contratante que não o fizer no intervalo entre um ano. ERRADO. admitindo-se a soma de intervalos em contratos sucessivamente renovados. 51. o alienante do estabelecimento não pode fazer concorrência ao adquirente. haja vista estar contida em dispositivo legal. da Lei do Inquilinato exige expressamente que o contrato seja celebrado por escrito e prazo determinado. e. do art. independentemente da publicação da transferência.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 53.147 do Código Civil: não havendo autorização expressa. São os seguintes os requisitos para a renovação compulsória de contrato de locação prevista na lei 8. no mínimo. O artigo 51. da data de finalização do prazo do contrato em vigor.

64. até seis meses. ERRADO.o locatário esteja explorando seu comércio. CORRETO.142 do Código Civil: considerase estabelecimento todo complexo de bens organizado. art. ou por sociedade empresária. no mínimo. Os contratos entre empreendedores de shopping e lojistas podem ser submetidos à ação renovatória de contratos de locação. salvo se a locação também envolvia o fundo de comércio. O locador não estará obrigado a renovar o contrato se o imóvel vier a ser utilizado por ele próprio. Empresa é a atividade em si. admitindo-se a soma de intervalos em contratos sucessivamente renovados. no máximo. por empresário. pelo prazo mínimo e ininterrupto de três anos (Lei do Inquilinato. com as instalações e pertences (Lei do Inquilinato. no mesmo ramo.245/91: 1) O locatário deve ser empresário. O artigo 52. 2) O contrato deve ser escrito. 62. ERRADO. sociedade empresária ou sociedade simples.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 61. cumulativamente: I . 67. Nas locações de imóveis destinados ao comércio. Ressalve-se que o imóvel não poderá ser destinado ao uso do mesmo ramo do locatário. 3) o locatário deve explorar o mesmo ramo de atividade econômica pelo prazo mínimo e ininterrupto de três anos. à data da propositura da ação renovatória. 63. da Lei do Inquilinato também prevê a hipótese de realização de obra que importe em mudança substancial do imóvel locado. São os seguintes os requisitos para a renovação compulsória de contrato de locação prevista na lei 8. o próprio artigo 25 . CORRETO. II e §1º). desde que. Todavia. II . 65. uma vez que trata de contrato de estabelecimento utilizado para fins comerciais. por igual prazo. ERRADO. o locatário terá direito a renovação do contrato. Esse é o conceito de estabelecimento empresarial. ERRADO. Artigo 1. III . por prazo determinado e estabelecer um período mínimo de 5 anos. 52.o prazo mínimo do contrato a renovar ou a soma dos prazos ininterruptos dos contratos escritos seja de cinco anos. Prevê o artigo 52 da Lei do Inquilinato que o locador não estará obrigado à renovação compulsória do contrato de aluguel se tiver de realizar obras determinadas pelo poder público ou o imóvel vier a ser utilizado pelo próprio proprietário. ERRADO. I. 4) decai do direito de promover a ação renovatória o contratante que não o fizer no intervalo entre um ano. art. para exercício da empresa. 51).o contrato a renovar tenha sido celebrado por escrito e com prazo determinado. 66. da data de finalização do prazo do contrato em vigor.

(OAB SP/2006/FCC) Os efeitos do arquivamento de documentos no registro de comércio operam-se apenas na data do arquivamento. de seus atos constitutivos. agência ou filial implica na averbação no primeiro assento do Registro Público de Empresas Mercantis para que se tenha como regular a atividade desta. artigo 56. §5º). 68. presumir se . no registro próprio e no modo da lei. (OAB SP/2006/FCC) Os efeitos do arquivamento de documentos no registro de comércio retroagem à data de sua assinatura. por causa de defeito do respectivo ato. como do empresário individual. que é pessoa física. anteriores à data da finalização do prazo do contrato em vigor (LI.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo em seu §2º prevê a não aplicação para retomada no caso de uso próprio. 74. uma vez que pode haver contribuição tanto da sociedade empresária. ERRADO. Capítulo 3 – Registro de Empresa 71.á prorrogada a locação nas condições ajustadas. no mínimo. 73. decai em 04 (quatro) anos. A expressão correta a ser utilizada no artigo Constitucional em comento seria empresário. 69. se o locatário permanecer no imóvel por mais de trinta dias sem oposição do locador. 75. ERRADO. parágrafo único). 72. O prazo para ingresso é o mesmo: interregno de um ano. art. (Promotor MP PE/2008/FCC) A personalidade jurídica da sociedade só se forma com a inscrição. 52. até seis meses. (MPE/AP/2006/FCC) O direito de anular a constituição das pessoas jurídicas de direito privado. desde que apresentados à Junta Comercial no prazo de 15 (quinze) dias. (DPE/SP/2009/FCC) A instituição de sucursal. no máximo. 26 . sendo desnecessária outra inscrição. mas sem prazo determinado (Lei do Inquilinato. Findo o prazo estipulado. 76. (OAB SP/2006/FCC) Os efeitos do arquivamento de documentos no registro de comércio operam-se apenas na data da publicação do seu extrato. 70. ERRADO. prazo esse contado da data de publicação de sua inscrição no registro.

78. 84. (OAB SP/2006/FCC) A profissão de leiloeiro depende de autorização judicial. 80. A sociedade não adquiriu personalidade jurídica.DNRC é responsável pela fiscalização da regularidade de exercício da atividade empresária por pessoas jurídicas. 86. porque o registro é irregular.DNRC é responsável pela aprovação e matrícula de tradutores juramentados.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 77. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Dois médicos constituíram uma sociedade. intérpretes. 85. e os sócios são pessoalmente responsáveis pelas dívidas sociais. corretores e trapicheiros. sob a forma limitada. (OAB SP/2006/FCC) A profissão de leiloeiro será exercida mediante matrícula concedida pelas Juntas Comerciais. para exercício conjunto da profissão em caráter não empresarial. 79. (OAB ES/2006/FCC) O Departamento Nacional do Registro do Comércio . (OAB ES/2006/FCC) O Departamento Nacional do Registro do Comércio . para exercício conjunto da profissão em caráter não empresarial. 83. (OAB SP/2006/FCC) Os efeitos do arquivamento de documentos no registro de comércio retroagem à data de sua assinatura.DNRC é responsável pelo arquivamento dos atos constitutivos das sociedades empresárias e inscrição de empresários individuais. sob a forma limitada. desde que apresentados à Junta Comercial no prazo de 30 (trinta) dias. leiloeiros. A sociedade automaticamente torna-se empresária pelo registro na Junta Comercial.DNRC é responsável pela elaboração de normas procedimentais de arquivamento de atos de sociedades empresárias. 81. 82. (OAB SP/2005/FCC) Se os sócios não registram o ato constitutivo de sociedade empresária da qual façam parte. (OAB ES/2006/FCC) O Departamento Nacional do Registro do Comércio . e registraram-na na Junta Comercial. independentemente do caráter do exercício da atividade. a sociedade é 27 . e registraram-na na Junta Comercial. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Dois médicos constituíram uma sociedade. (OAB ES/2006/FCC) O Departamento Nacional do Registro do Comércio .

89. a personalidade jurídica da sociedade estará resguardada. registra-se na Junta Comercial e depende de autorização do BACEN. 94. solidariamente entre si e subsidiariamente em relação à sociedade. 93. não podendo usufruir do benefício de ordem. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade cooperativa de crédito tem natureza simples. (OAB SP/2005/FCC) Se os sócios não registram o ato constitutivo de sociedade empresária da qual façam parte. inclusive em suas relações com terceiros. 90. mediante a integralização em bens imóveis. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade cooperativa de crédito tem natureza simples. 87. registra-se no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e depende de autorização do BACEN. 88. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) NÃO pode ser arquivado pela Junta Comercial o aumento de capital social. registra-se na Junta Comercial e independe de autorização do BACEN. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade cooperativa de crédito tem natureza empresária. 92. (OAB SP/2005/FCC) Se os sócios não registram o ato constitutivo de sociedade empresária da qual façam parte. (OAB SP/2005/FCC) Se os sócios não registram o ato constitutivo de sociedade empresária da qual façam parte. o sócio que praticar algum ato em nome da sociedade será pessoalmente responsável. 91. assim como a sua autonomia patrimonial em relação ao patrimônio dos sócios.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo considerada regular para todos os efeitos. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) NÃO pode ser arquivado pela Junta Comercial a ato construtivo de saciedade cooperativa de natureza civil. registra-se na Junta Comercial e depende de autorização do BACEN. todos os sócios são pessoalmente responsáveis pelos atos praticados em nome da sociedade. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade cooperativa de crédito tem natureza empresária. 28 . 95.

no registro próprio e na forma da lei. art. 72. art. O ato deve ser feito até 30 dias após a 29 . único: Decai em três anos o direito de anular a constituição das pessoas jurídicas de direito privado. Quando essa instituição se der em local sujeito à jurisdição de outro Registro Público de Empresa Mercantis. Gabarito – Capítulo 3 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 E C E E E E C E C C 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 E E C E E E C E E E 91 92 93 94 95 96 E C E E E E Comentários – Capítulo 3 71. O empresário que instituir sucursal. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) NÃO pode ser arquivado pela Junta Comercial o contrato de grupo de sociedades. deve averbar a constituição do estabelecimento na respectiva sede.934/94. O registro é obrigação legal imposta a todo e qualquer empresário (CC. por defeito do ato respectivo. em qualquer lugar.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 96. Transcrição do artigo 985 do Código Civil: A sociedade adquire personalidade jurídica com a inscrição. O registro é obrigação legal imposta a todo e qualquer empresário (CC. 73. filial ou agência. Se assim feito. CORRETO. 967). art. surge também o dever de fazer nova inscrição. Artigo 45. desde sua origem – efeito ex tunc. considera-se eficaz apenas a partir do momento em que houver deferimento – efeito ex nunc. dos seus atos constitutivos. ERRADO. Fala-se em nova inscrição. em se levando o ato a registro fora do prazo previsto de 30 dias. 36). ERRADO. O ato deve ser feito até 30 dias após a assinatura do respectivo documento (Lei 8. 967). considera-se o ato eficaz. 74. perante terceiros. ERRADO. Ao revés. par. contado o prazo da publicação da sua inscrição no registro. ERRADO. 75.

934/94. 81. salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa. O registro é obrigação legal imposta a todo e qualquer empresário (CC. 30 . Transcrição do artigo 1º da IN 83 do DNRC: A profissão de leiloeiro será exercida mediante matrícula concedida pela Junta Comercial. desde sua origem – efeito ex tunc.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo assinatura do respectivo documento (Lei 8. considera-se o ato eficaz. 36). e nela não consta a exigência de autorização judicial. 967). O registro é tido por irregular. de natureza científica. do Depto Nacional de Registro de Comércio – DNRC. considera-se o ato eficaz. perante terceiros. 36). Os requisitos para que seja exercida a profissão de leiloeiro se encontram na Instrução Normativa n. 79. art. 78. Se assim feito. art. ERRADO. uma vez que as atividades de caráter não-empresarial não são registradas na Junta Comercial. considera-se eficaz apenas a partir do momento em que houver deferimento – efeito ex nunc. em se levando o ato a registro fora do prazo previsto de 30 dias. Ao revés. considera-se eficaz apenas a partir do momento em que houver deferimento – efeito ex nunc. Se assim feito. os sócios devem responder pessoalmente pelas dívidas contraídas.934/94. 76. art. considera-se o ato eficaz. O ato deve ser feito até 30 dias após a assinatura do respectivo documento (Lei 8. literária ou artística. Ao revés. Não há. portanto. em se levando o ato a registro fora do prazo previsto de 30 dias. Se assim feito. CERTO. 77. 80. O registro é obrigação legal imposta a todo e qualquer empresário (CC. 967).934/94. perante terceiros. considera-se eficaz apenas a partir do momento em que houver deferimento – efeito ex nunc. ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores. Ao revés. mas no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas. O ato deve ser feito até 30 dias após a assinatura do respectivo documento (Lei 8. perante terceiros. não devendo se falar em automático enquadramento como empresários. desde sua origem – efeito ex tunc. desde sua origem – efeito ex tunc. CORRETO. art. art. O NCC dispõe que não se considera empresário quem exerce profissão intelectual. 83/93. ERRADO. em se levando o ato a registro fora do prazo previsto de 30 dias. ERRADO. Uma vez que não há existência de pessoa jurídica. intenção dos médicos em explorar atividade de cunho empresarial. 36). CORRETO.

Esta previsão se encontra expressa na Lei 8. despida de personalidade jurídica. uma vez que esta se inicia com o registro dos atos constitutivos no registro próprio. ERRADO. Veja que a Constituição Federal prevê que o assunto “Juntas Comerciais” é de competência concorrente. art. e este ainda não foi feito (CC. excluído do benefício de ordem. CORRETO. art. em seu artigo 4º. O DNRC tem atribuição mormente normativa. também conhecida como sociedade em comum. leiloeiros. ERRADO. intérpretes. Este tipo societário é regulado pelos artigos 986 a 990 do Código Civil. I c/c art. Assim sendo. A sociedade será considerada irregular. V). 84. 8. uma vez que não há como diferenciar o patrimônio social do patrimônio particular. I). que deve ser feito na Junta Comercial. 85. 86.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 82. A aprovação e matrícula de tradutores juramentados. 4º. de caráter geral. corretores e trapicheiros é competência das Juntas Comerciais (Lei 8. caberá à União editar tão-somente normas gerais. Deste modo. O DNRC e as Juntas Comerciais compõem o Sistema Nacional de Registro de Empresas Mercantis de Comércio – SINREM. 83. ERRADO. A sociedade será despida de personalidade jurídica. 87.934/94. ERRADO. 32). CORRETO. I c/c art. ERRADO. sendo que a legislação específica caberá aos Estados-membros.934/94.934/94. aquele que contratou pela sociedade. elaborando normas procedimentais de arquivamento. 31 . sendo que as Juntas são organizadas por cada estado. não o fazendo diretamente sobre a atividade empresária das pessoas jurídicas (Lei 8. 88. a fim de que haja certa uniformadade no registro dos entes federativos. inciso VI. art.934/94. enquanto as Juntas têm atribuições precipuamente operacionais. 8. A autonomia patrimonial não será mantida. O DNRC exerce a fiscalização apenas sobre as Juntas Comerciais. 985). A União assim o faz através do DNRC. art. 32. o arquivamento dos atos constitutivos das sociedades empresárias e inscrição de empresários individuais devem ser feitos pelas Juntas comerciais (Lei 8. Este é o teor do artigo 990 do Código Civil: Todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. O SINREM possui como órgão central o DNRC.

exclui o benefício de ordem previsto entre os sócios e a sociedade no artigo 1. como concessão de crédito. etc. a). registram-se na Junta e dependem de autorização do BACEN para funcionamento. a). 32. tendo por objeto a prestação de serviços financeiros aos associados. do Conselho Monetário Nacional dispõe que se perfaz necessária a autorização do BACEN para o funcionamento das cooperativas de crédito. 92. Além disso. registram-se na Junta e dependem de autorização do BACEN para funcionamento.764/71. alteração. a). Compete à Junta Comercial o arquivamento dos documentos relativos à constituição. 93. ERRADO. sociedades mercantis e cooperativas (Lei 8. A despeito de as cooperativas de crédito possuírem natureza simples. captação de depósitos à vista e a prazo. com forma e natureza jurídica próprias. tendo por objeto a prestação de serviços financeiros aos associados. art. O artigo 990 do codex prevê a responsabilidade solidária entre os próprios sócios. cheques. I. a resolução 3. Sociedades Cooperativas são sociedades de pessoas. ERRADO. 94. ERRADO. 91. cujo regime jurídico. como concessão de crédito. constituídas para prestar serviços aos associados. I. art. I.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 89. CORRETO. Cooperativas de crédito são instituições financeiras constituídas sob a forma de sociedade cooperativa. Além disso. constituídas para prestar serviços aos associados.024 do Código Civil. atualmente. ERRADO. 90. Sociedades cooperativas de crédito possuem natureza simples. Sociedades Cooperativas são sociedades de pessoas. Sociedades cooperativas de crédito possuem natureza simples.442/64. dissolução e extinção de firmas mercantis individuais. 32.934/94. cheques.764/71. Cooperativas de crédito são instituições financeiras constituídas sob a forma de sociedade cooperativa. 32 . é a Lei 5. atualmente. etc. é a Lei 5. seu registro há que ser feito na Junta Comercial (Lei do Registro Público de Empresas. 32. a resolução 3. seu registro há que ser feito na Junta Comercial (Lei do Registro Público de Empresas. captação de depósitos à vista e a prazo. com forma e natureza jurídica próprias.442/64. Ademais. art. ERRADO. do Conselho Monetário Nacional dispõe que se perfaz necessária a autorização do BACEN para o funcionamento das cooperativas de crédito. A despeito de as cooperativas de crédito possuírem natureza simples. cujo regime jurídico.

/2006/FCC) Os livros e documentos fiscais serão obrigatoriamente conservados pelo contribuinte.934/994. 98. o Livro de Reuniões e o Diário. e de transferências de ações nominativas. art. obrigatoriamente. durante o prazo de dois anos. a). obrigatoriamente. art. os livros de registro de ações nominativas. (MPE AP/2006/FCC) Os Livros Especiais na Sociedade Limitada são o Livro de Atas da Administração. obrigatoriamente. obrigatoriamente. 32. e de apuração do lucro real LALUR. b). ERRADO. salvo se suas ações forem todas ao portador. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) Devem ser mantidos por qualquer sociedade anônima. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) Devem ser mantidos por qualquer sociedade anônima. Compete à Junta Comercial o arquivamento dos documentos relativos à constituição. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) Devem ser mantidos por qualquer sociedade anônima. dissolução e extinção de firmas mercantis individuais. não podendo ser retirados em hipótese alguma pela autoridade fiscal. ERRADO. II. alteração. os livros diário. Capítulo 4 – Livros Comerciais 97. (Auditor Jaboatão G. 102. 100. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) Devem ser mantidos por qualquer sociedade anônima. (Auditor Jaboatão G. 96. 99. 33 . mediante a integralização em bens imóveis corresponde à alteração no contrato social. de 15 de dezembro de 1976 (Lei 8. 103. e de transferências de ações nominativas. sociedades mercantis e cooperativas (Lei 8. e de registro de duplicatas. Neste caso o aumento de capital social. o Livro de Atas da Assembléia. os livros de registro de ações nominativas. 101.404./2006/FCC) Os livros e documentos fiscais devem ser mantidos no próprio estabelecimento.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 95.934/94. os livros de registro de ações nominativas. II. Compete à Junta Comercial o arquivamento dos atos relativos a consórcio e grupo de sociedade de que trata a Lei nº 6. 32.

por exemplo. Não há menção a ações ao portador. CC: O empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa guarda toda a escrituração. 100.194. da Lei das Sociedades por Ações. CORRETO. O decreto 2. livro eminentemente fiscal. deve ser mantido apenas por sujeitos passivos que apurem o imposto de renda através do lucro real. ERRADO. Artigo 1. ERRADO. Os livros de registro de ações nominativas devem ser mantidos por todas as SAs. prevê possibilidade de análise dos livros fora do estabelecimento.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo Gabarito – Capítulo 4 97 98 99 100 E E E E 101 102 103 C E E Comentários – Capítulo 4 97. Por sua vez. o livro de transferências de ações nominativas é imposto pelo artigo 100. Ressalte-se que tais proibições não se aplicam às autoridades fazendárias. ERRADO. 101. As ações ao portador foram extintas no Brasil na década de 90. que trata sobre o IPI.637/98. ERRADO. Já o livro de registro de duplicatas não consta no rol dos livros obrigatórios previstos no artigo 100 da LSA. II. enquanto não ocorrer a prescrição ou decadência dos atos neles consignados. Entre eles estão os livros de Registro de Ações Nominativas e de Transferência de Ações Nominativas. O artigo 100 da LSA lista os livros obrigatórios para as sociedades anônimas. correspondência e demais papéis concernentes à sua atividade. O livro diário é obrigação legal imposta a todo e qualquer empresário (CC. art. ERRADO. Já o LALUR. é vedado o exame de livros empresariais com o fito de verificar se os empresários observam as formalidades para escrituração. ressalvadas as previsões legais. no exercício da fiscalização. 34 . O livro de registro de ações nominativas é obrigatório a todo tipo de SA. A regra estabelecida pelo CC é que. 1180). como forma de coibir a evasão fiscal e a lavagem de dinheiro. 102. 98. 99.

Bernardo e Camilo são sócios da sociedade denominada "Alberto e Bernardo Comércio de Tecidos Ltda. uma vez que a firma da sociedade limitada deve conter o nome de todos os sócios. porque todos os sócios são solidariamente responsáveis pelas dívidas sociais. 107. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Alberto. O fato de o nome de Camilo não constar do nome empresarial tem conseqüências relativamente à responsabilidade pessoal dos sócios. O livro atas de assembléia pode ser dispensado quando: a) a sociedade tenha menos de 10 (dez) sócios.". e b) tenha adotado a reunião para as deliberações. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Alberto. 108. Bernardo e Camilo são sócios da sociedade denominada "Alberto e Bernardo Comércio de Tecidos Ltda.". 109. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Alberto. O fato de o nome de Camilo não constar do nome empresarial constitui ilícito. Bernardo e Camilo são sócios da sociedade denominada "Alberto e Bernardo Comércio de Tecidos Ltda.". 106. Bernardo e Camilo são sócios da sociedade denominada "Alberto e Bernardo Comércio de Tecidos Ltda. O fato de o nome de Camilo não constar do nome empresarial é irrelevante para efeito da fixação da responsabilidade pessoal dos sócios. pois apenas os sócios cujos nomes constem da firma respondem pelas dívidas sociais. O fato de o nome de Camilo não constar do nome empresarial é compatível com o regime aplicável à sociedade limitada. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Alberto.". se quiser.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 103. em que a firma pode ser composta pelo nome de um ou mais sócios. designação de sua pessoa ou da atividade exercida. É obrigatório também (e especial) o livro de atas da administração. O livro diário classifica-se como obrigatório comum. Bernardo e Camilo são sócios da sociedade denominada "Alberto e Bernardo Comércio de Tecidos Ltda. sob pena de a sociedade se reputar irregular. 105. O fato de o nome de Camilo 35 . (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Alberto. a qual poderá ser seu nome completo ou abreviado e. ERRADO. Capítulo 5 – Nome Empresarial 104. O livro de atas e pareceres do conselho fiscal também será obrigatório se este órgão existir na limitada. (DPE/SP/2009/FCC) Deve o empresário operar no mercado sob firma constituída.".

a ausência da denominação "LTDA. 111. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) A espécie societária que NÃO admite firma para formação do nome comercial é a sociedade por quotas de responsabilidade limitada. 116. 113. (firma social). (Ministério Público de SP/2006/FCC) Quanto às Sociedades Limitadas. 110. está correto o nome comercial Cia de Tecidos da Amazônia (firma social). 115. está correto o nome comercial Vivante Tecidos S. está correto o nome comercial Pereira. (MPE AP/2006/FCC) Sabendo que uma empresa pode adotar nome comercial do tipo firma individual. está correto o nome comercial Refinaria de Petróleo do Brasil ltda (denominação). 118. firma social e denominação. (MPE AP/2006/FCC) Sabendo que uma empresa pode adotar nome comercial do tipo firma individual. 114. firma social e denominação.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo não constar do nome empresarial implicará a impossibilidade de Camilo exercer cargo de administrador da sociedade. firma social e denominação. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) A espécie societária que NÃO admite firma para formação do nome comercial é a sociedade anônima. 112. firma social e denominação. (MPE AP/2006/FCC) Sabendo que uma empresa pode adotar nome comercial do tipo firma individual. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) A espécie societária que NÃO admite firma para formação do nome comercial é a sociedade em nome coletivo. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) A espécie societária que NÃO admite firma para formação do nome comercial é a sociedade em comandita simples." em qualquer contrato realizado pela empresa implica a responsabilidade ilimitada de seus administradores. Alves e Cia (firma individual). 117.A. Gabarito – Capítulo 5 36 . (MPE AP/2006/FCC) Sabendo que uma empresa pode adotar nome comercial do tipo firma individual.

1º IN/DNRC n. 37 . desde que pessoas físicas. ERRADO. A questão versa sobre o nome do empresário individual (art. 104/2007). §1º. aditando-lhe designação mais precisa.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 104 105 106 107 108 109 110 111 C E C E E E E C 112 113 114 115 116 117 118 E E C C E E E Comentários – Capítulo 5 104. a ausência de nome de sócio no nome empresarial. Artigo 1. A sociedade limitada pode adotar como nome empresarial a firma ou a denominação (CC. Batista Medeiros – Marcenaria. Em qualquer caso. não pode compor o nome societário. ERRADO. 105. CORRETO. não tem o condão de alterar a forma de responsabilidade deste tipo societário. Batista Medeiros.158. Adotando a firma. obrigatoriamente. de modo indicativo da relação social. esta se comporá pelo nome de um ou mais sócios. entretanto. do Código Civil: A firma será composta com o nome de um ou mais sócios. deve-se designar o objeto da sociedade. Nas sociedades limitadas. Opera tal como o nome da pessoa natural. art. Conforme explanado. Optando pela denominação. 107. 108. Exemplo: João Batista Medeiros. Nome empresarial é aquele sob o qual o empresário e a sociedade empresária exercem suas atividades e se obrigam nos atos a elas pertinentes (art. ERRADO. João Batista Medeiros – Marcenaria. sob pena de tornar solidária e ilimitada a responsabilidade dos administradores que o utilizem. o nome deve vir seguido da palavra “limitada” ou “ltda”. A ausência do nome de sócios integrantes do quadro não retira ou altera a forma de responsabilização destes: responsabilidade limitada ao valor da cota subscrita. o Código Civil permite que se adote o nome de um ou mais sócios para registro do nome empresarial. 106. Existe a possibilidade de as sociedades limitadas terem como sócio pessoa jurídica. 1. 1156 do CC). esta.158). CORRETO. e solidária apenas em relação à integralização do capital social. desde que pessoas físicas. o qual pode adotar seu nome completo ou abreviado.

ERRADO. de denominação. A sociedade será designada por denominação acompanhada das expressões "companhia" ou "sociedade anônima". expressas por extenso ou abreviadamente mas vedada a utilização da primeira ao final (LSA. ser exercida por terceiros estranhos ao quadro societário (CC. Trata-se.158). CORRETO. expressas por extenso ou abreviadamente mas vedada a utilização da primeira ao final (LSA.157). seguido da expressão “limitada” ou sua abreviatura ao final. Veda-se a utilização de firma social nas SAs. Segundo o artigo 1. na qual somente os nomes daqueles poderão figurar. 115. Veda-se a utilização de firma social nas SAs. ERRADO. Existe a possibilidade de as sociedades limitadas 38 . esta se comporá pelo nome de um ou mais sócios. Não há óbice a que sócio não aludido no nome empresarial exerça funções de administrador da sociedade limitada. art. em seu parágrafo terceiro. 1. 111. 116. ERRADO. 3º). art. 113. A sociedade limitada pode adotar como nome empresarial a firma ou a denominação (CC. 3º). destarte. art.061). que a omissão da palavra "limitada" determina a responsabilidade solidária e ilimitada dos administradores que assim empregarem a firma ou a denominação da sociedade. conforme permissivo do artigo 1. integradas pela palavra final "limitada" ou a sua abreviatura. CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 109. 110. ERRADO. Adotando a firma. 112. A expressão “e Cia” ao final demonstra que se trata de uma firma social. As sociedades limitadas podem se constituir por firma social ou denominação. A sociedade em que houver sócios de responsabilidade ilimitada operará sob firma. A sociedade será designada por denominação acompanhada das expressões "companhia" ou "sociedade anônima". art. e não firma social como propôs a questão. Esta função pode.158 do Código Civil. 3º).158 do Código Civil: Pode a sociedade limitada adotar firma ou denominação. art. expressas por extenso ou abreviadamente mas vedada a utilização da primeira ao final (LSA. A sociedade será designada por denominação acompanhada das expressões "companhia" ou "sociedade anônima". desde que pessoas físicas. CORRETO. 1. 1. bastando para formá-la aditar ao nome de um deles a expressão "e companhia" ou sua abreviatura (CC. e não individual como a questão propôs. ERRADO. 114. inclusive. art. Dispõe ainda.

120. 117. O nome empresarial deste tipo de sociedade consiste em firma ou razão social composta pelo nome pessoal de um ou mais sócios e deve vir acompanhado da expressão. esta também deve adotar a firma ou razão social. obrigatoriamente. "A. "Antunes. Vale lembrar que os nomes dos sócios comanditários não podem ser utilizados na composição do nome empresarial. para os efeitos legais. da qual conste nome civil de sócio ou sócios comanditados. (OAB SP/2005/FCC) É de 30 (trinta) dias o prazo de interposição de recurso contra decisões proferidas em processos administrativos que versem sobre propriedade industrial. podendo ser agregado a ele o ramo de negócio explorado pela sociedade. (OAB SP/2005/FCC) Consideram-se bens imateriais. O nome civil do sócio comanditado pode ser usado por extenso ou abreviadamente. ERRADO. não pode compor o nome societário. 39 . para fazer menção aos sócios dessa categoria. Em qualquer caso. sob pena de tornar solidária e ilimitada a responsabilidade dos administradores que o utilizem. 121. os direitos de propriedade industrial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo terem como sócio pessoa jurídica. Com relação a sociedade em comandita simples. Antunes & Companhia". Gomes & Cia – Peças Automotivas"."e Companhia" ou "& Companhia". sendo obrigatória a utilização da partícula "e Companhia" ou "& Companhia". deve-se designar o objeto da sociedade. por extenso ou abreviadamente. 118. esta. (OAB SP/2005/FCC) Dá-se a extinção da patente com a morte do seu titular. Capítulo 6 – Propriedade Industrial 119. posto que não têm responsabilidade ilimitada e solidária pelas obrigações da sociedade. não podendo ser constituída por pessoas de carácter jurídico. Exemplos: Sócios comanditados – Alberto Antunes e Luiz Gomes: "Alberto Antunes. Optando pela denominação. por extenso ou abreviadamente ("e Cia" ou "& Cia") quando não houver referência a todos os sócios. entretanto. 122. o nome deve vir seguido da palavra “limitada” ou “ltda”. (OAB SP/2005/FCC) A invenção e o modelo de utilidade são considerados novos quando não compreendidos no estado da técnica. ERRADO. Luiz Gomes & Cia". Essa sociedade é formada obrigatoriamente por pessoas físicas.

(OAB ES/2005/FCC) A patente garante a seu titular o direito de explorar com exclusividade. (OAB SP/2005/FCC) O desenho industrial é considerado original quando dele resulte uma configuração visual distintiva. 127. (OAB ES/2005/FCC) A patente garante a seu titular o direito de explorar com exclusividade. 128. (OAB SP/2005/FCC) O prazo de vigência da patente de modelo de utilidade não será inferior a 08 (oito) anos. por determinado prazo de tempo. em relação a outros objetos anteriores. (OAB ES/2005/FCC) A patente garante a seu titular o direito de explorar com exclusividade. a contar da data da concessão. 124. (OAB ES/2005/FCC) A patente garante a seu titular o direito de explorar com exclusividade. por pendência judicial comprovada ou por motivo de força maior. ressalvada a hipótese do INPI estar impedido de proceder ao exame do mérito do pedido. 130. contados da data do depósito. 132. uma descoberta. um desenho industrial. (OAB SP/2005/FCC) A patente do modelo de utilidade vigorará pelo prazo de 10 anos. (OAB SP/2005/FCC) A patente de invenção vigorará pelo prazo de 20 anos. 40 . por determinado prazo de tempo. a contar da data da concessão. por determinado prazo de tempo. 129. (OAB SP/2005/FCC) A licença compulsória de uma patente será concedida se o seu titular exercer os direitos dela decorrentes de forma abusiva ou por meio dela praticar abuso de poder econômico. contados da data do depósito. um modelo de utilidade. 131. uma marca tridimensional. por determinado prazo de tempo. 126. (OAB SP/2005/FCC) O prazo de vigência da patente de invenção não será inferior a 15 anos. comprovado nos termos da lei e reconhecido por sentença judicial. 125. ressalvada a hipótese do INPI estar impedido de proceder ao exame do mérito do pedido. por pendência judicial comprovada ou por motivo de força maior.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 123.

Instituto Nacional de Propriedade Industrial. por pendência judicial comprovada ou por motivo de força maior. 140. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Quanto às "marcas de alto renome" é possível afirmar que gozam de proteção mesmo antes do depósito junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial. (OAB SP/2005/FCC) Não será registrável como desenho industrial a forma determinada essencialmente por considerações técnicas ou funcionais. 135. vindos de membros de uma mesma entidade. 136. de forma independente. 134. 138.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 133. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) Se duas ou mais pessoas tiverem realizado a mesma invenção ou modelo de utilidade. 41 . 139. 137. (OAB SP/2005/FCC) A patente de um modelo de utilidade vigorará pelo prazo de 15 anos. nunca inferior a 07 anos da data de concessão do registro. o direito de obter a patente será assegurado àquela que provar ser anterior sua invenção ou criação. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Quanto às "marcas de alto renome" é possível afirmar que identificam produtos de qualidade. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Quanto às "marcas de alto renome" é possível afirmar que sua proteção se dá por períodos de 20 anos. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) Se duas ou mais pessoas tiverem realizado a mesma invenção ou modelo de utilidade. de forma independente. renováveis. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) Se duas ou mais pessoas tiverem realizado a mesma invenção ou modelo de utilidade. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Quanto às "marcas de alto renome" é possível afirmar que são identificadas exclusivamente por palavras. 141. contados da data do depósito. o direito de obter a patente será assegurado àquela que provar o depósito mais antigo junto ao INPI . 142. ressalvada a hipótese do Instituto Nacional de Propriedade Industrial estar impedido de proceder ao exame de mérito do pedido. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Quanto às "marcas de alto renome" é possível afirmar que possuem proteção especial abrangendo todos os ramos de atividade.

149. 145. consistirá em infração da ordem econômica. (TJ RN Juiz Substituto/2002/FCC) Constitui prática tipificada de concorrência desleal reter bens de produção ou de consumo. 148. 144. recompensa ou distinção que não obteve. com a intenção de induzir a clientela a erro. o direito de obter a patente será assegurado a todas que comprovarem a originalidade de invenção e/ou criação.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo de forma independente. de forma independente. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) Se duas ou mais pessoas tiverem realizado a mesma invenção ou modelo de utilidade. (Auditor de Contas Públicas TCE/PB/2006/FCC) A utilização indevida de título de estabelecimento alheio. o direito de obter a patente será assegurado àquela que primeiro tiver iniciado a exploração e/ou uso da invenção ou criação. consistirá em ato de concorrência desleal. 146. 147. consistirá em ato de concorrência desleal. 143. apenas na hipótese de o título de estabelecimento estar arquivado no registro de empresa. o direito de obter a patente será dividido entre aquelas que comprovarem a invenção ou criação. apenas na hipótese de o título de estabelecimento estar arquivado no registro de empresa. com a intenção de induzir a clientela a erro. como meio de propaganda. ainda que para garantir a cobertura dos custos de produção. mesmo que o título de estabelecimento não coincida com marca registrada pelo empresário. (Auditor de Contas Públicas TCE/PB/2006/FCC) A utilização indevida de título de estabelecimento alheio. 42 . (TJ RN Juiz Substituto/2002/FCC) Constitui prática tipificada de concorrência desleal atribuir-se. com a intenção de induzir a clientela a erro. (TJ RN Juiz Substituto/2002/FCC) Constitui prática tipificada de concorrência desleal interromper ou reduzir a produção. 150. de forma independente. (Auditor de Contas Públicas TCE/PB/2006/FCC) A utilização indevida de título de estabelecimento alheio. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) Se duas ou mais pessoas tiverem realizado a mesma invenção ou modelo de utilidade. sem justa causa comprovada.

ele poderá avaliar se aquela invenção é realmente nova. b) a falta de pagamento da taxa devida ao INPI. por exemplo).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo Gabarito – Capítulo 6 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 C E E E C E E E E E 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 E C C E C C E E E C 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 E C E E E E E E C E 149 150 C E Comentários – Capítulo 6 119. 121. os direitos de propriedade industrial. o examinador buscará nos bancos de dados por tudo o que já existe sobre medicamentos e tuberculose. denominada "retribuição anual". 43 . Veja que o texto legal não arrolou a morte como causa de extinção da patente. para os efeitos legais. e se não é óbvia em face do que já foi inventado ou um plágio. ERRADO. podendo qualquer um explorá-la industrialmente. Fábio Ulhoa Coelho dispõe que além do término do prazo de duração e da caducidade. Por exemplo. Segundo o artigo 5º da Lei de Propriedade Industrial (LPI): Consideram-se bens móveis (e não imateriais). seu objeto cai em domínio público. Extinta a patente. Pegadinha maldosa da Fundação Carlos Chagas. que somente poderá ser feita se não houver prejuízo para terceiros (licenciados.279/96: A invenção e o modelo de utilidade são considerados novos quando não compreendidos no estado da técnica. ERRADO. se um inventor solicita a patente de um medicamento para tuberculose. nunca foi inventada antes. CORRETO. quando o titular é domiciliado no exterior. 120. Transcrição do artigo 11 da Lei 9. Estado da técnica é tudo aquilo que já existe antes do depósito de uma patente. O artigo 40 prevê ainda que a patente vigorará pelo prazo de 20 (vinte) anos e a de modelo de utilidade pelo prazo 15 (quinze) anos contados da data de depósito. c) a falta de representante no Brasil. Essas disposições se encontram no artigo 78 da LPI. Assim. são hipóteses legais de extinção da patente: a) a renúncia aos direitos industriais.

A patente tem por objetivo proteger a utilização exclusiva das invenções e do modelo de utilidade. ERRADO. normalmente resultantes da atividade do operário ou artífice. das decisões de que trata a Lei de Propriedade Industrial cabe recurso. é invenção. Um forno automático. parágrafo único). Dispõe o artigo 2º da LPI que a proteção dos direitos relativos à propriedade industrial se dá mediante concessão de patentes de invenção e de modelo de utilidade. Modelo de utilidade é uma modalidade de patente que se destina a proteger inovações com menor carga inventiva. que será interposto no prazo de 60 (sessenta) dias. ERRADO. 125. da qual o Brasil é signatário. O registro é o ato pelo qual o titular de desenho industrial ou de marca tem assegurada a sua propriedade sobre esses bens. ERRADO. O prazo de vigência não será inferior a 10 (dez) anos para a patente de invenção e a 7 (sete) anos para a patente de modelo de utilidade. A proteção ao modelo de utilidade encontra-se também prevista no artigo 9º da LPI. a contar da data de concessão. ERRADO. teorias científicas e métodos matemáticos (LPI. salvo expressa disposição em contrário. ERRADO. CORRETO. a contar da data de concessão. 127. 124. 40). art. Sua proteção regula-se pela Convenção da União de Paris. Um fogão. 126. As marcas não são protegíveis pela via da patente. 128. art. A patente de invenção vigorará pelo prazo de 20 (vinte) anos e a de modelo de utilidade pelo prazo 15 (quinze) anos contados da data de depósito (LPI. 40. por pendência judicial comprovada ou por motivo de força maior (LPI. art. 123. ressalvada a hipótese de o INPI estar impedido de proceder ao exame de mérito do 44 . todavia. O artigo 212 da Lei de Propriedade Industrial prescreve que. ERRADO. A Lei de Propriedade Industrial trouxe em seu artigo 10º que não se considera invenção nem modelo de utilidade descobertas. Seu registro compete a o INPI. Relembre-se que a patente tem o intuito de proteger as invenções e os modelos de utilidade. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 122. por exemplo. I). O prazo de vigência não será inferior a 10 (dez) anos para a patente de invenção e a 7 (sete) anos para a patente de modelo de utilidade. será considerado modelo de utilidade. ressalvada a hipótese de o INPI estar impedido de proceder ao exame de mérito do pedido. 10º. 129.

CORRETO. 68). 135. CORRETO. CORRETO. maior que 7 anos e menor que 15 anos. 133. a fim de não induzir a erro o consumidor. Não é registrável como desenho industrial a forma necessária comum ou vulgar do objeto ou. O artigo 125 da Lei de Propriedade Industrial prevê que à marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial. 134. O artigo 10º da norma infralegal salienta que o INPI promoverá a anotação do alto renome da marca no Sistema de Marcas.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo pedido. 100. A lei não faz essa exigência. 131. art. mas que não poderiam ficar sujeitas ao uso por outras pessoas. 40. marcas de alto renome são aquelas que possuem um forte apelo popular. art. art. 136. ou por meio dela praticar abuso de poder econômico. por pendência judicial comprovada ou por motivo de força maior (LPI. 132. ainda. ERRADO. 45 . ERRADO. ERRADO. art. CORRETO. aquela determinada essencialmente por considerações técnicas ou funcionais (LPI. que será mantida pelo prazo de 5 (cinco) anos. há que se fazer nova demonstração do renome. 130. 40). em todos os ramos de atividade. deve-se entender que esse prazo é fatal. Uma vez que não há qualquer menção à renovação. em relação a outros objetos anteriores. Na lição de Carlos Barbosa Pimentel. II). Após esvaído o prazo. via de regra. O titular ficará sujeito a ter a patente licenciada compulsoriamente se exercer os direitos dela decorrentes de forma abusiva. Transcrição do artigo 97 da Lei de Propriedades Industriais: O desenho industrial é considerado original quando dele resulte uma configuração visual distintiva. por decisão administrativa ou judicial (LPI. O erro da assertiva está no fato de dizer que deve vir da mesma entidade. Regula-se o dispositivo pela Resolução 121/05 do INPI. Esta é a interpretação que se abstrai do artigo 40 e seu parágrafo único da Lei de Propriedade Industrial: O prazo de vigência para modelo de utilidade será. comprovado nos termos da lei. ainda que limitado às fronteira do país. A patente de invenção vigorará pelo prazo de 20 (vinte) anos e a de modelo de utilidade pelo prazo 15 (quinze) anos contados da data de depósito (LPI. ainda que para produtos ou serviços diversos. parágrafo único).

ERRADO. O direito é assegurado àquele que primeiramente promover o depósito junto ao INPI. 141. a qual gozará de proteção especial independentemente de estar previamente registrada ou depositada no Brasil (LPI. Caso as duas formas de proteção sejam necessárias. no qual. 143. as marcas de alto renome não são identificáveis apenas por palavras. O direito é assegurado àquele que primeiramente promover o depósito junto ao INPI. ERRADO. que privilegia aquele que inicialmente encaminhou o pedido de patente.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 137. CORRETO. há presunção de que quem requer a patente é legitimado para obter a patente. O procedimento para registro das marcas inicia-se com o depósito do formulário eletrônico do pedido de registro no INPI. ERRADO. O direito é assegurado àquele que primeiramente promover o depósito junto ao INPI. Portanto. O direito é assegurado àquele que primeiramente promover o depósito junto ao INPI. Tal qual os outros tipo de marca. Esta é uma das características da marca notoriamente conhecida. 140. Veja que a questão fala em requerente. dentre outras informações. figurativa ou mista. 126). em todos os ramos de atividade. como se extrai da leitura do §1º do artigo 6º da LPI. 142. A marca nominativa é aquela na qual se pretende proteger apenas a expressão. ERRADO. 138. combinando as duas proteções num único pedido de registro. 145. Este registro garante o direito de exclusividade na utilização do nome no Estado em que se deu a 46 . 139. faz-se uma solicitação de marca mista. CORRETO. O concurseiro deve lembrar que o empresário possui três formas de ser identificado nas suas atividades: nome empresarial. Quanto ao nome empresarial sua proteção decorre do registro do ato constitutivo do empresário na Junta Comercial. não importa se ele é ou não o invetor ou autor do modelo de utilidade. ERRADO. deve ser discriminado o escopo da proteção: em relação à forma nominativa. marca e título de estabelecimento. À marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial. ERRADO. enquanto a figurativa busca proteger somente uma figura ou um logotipo. 144. art. Transcrição do artigo 125 da Lei de Propriedade Industrial. ERRADO. Salvo prova em contrário.

Reter bens de produção ou consumo. mesmo que não coincida à marca. As juntas comerciais não são obrigadas a manter arquivados os títulos de estabelecimento dos empresários. Quem faz esse uso indevido é obrigado a responder pelas perdas e danos decorrente desse uso indevido. provando-se ser o criador do título e estar sendo prejudico pela utilização indevida por outrem. recompensa ou distinção que não obteve. Já o título do estabelecimento é o elemento de identificação do estabelecimento explorado pelo empresário. V da Lei 9. ainda que para garantir a cobertura dos custos de produção não é tipificado como concorrência desleal pela LPI em seu artigo 195. O empresário pode impedir que outro utilize seu nome de fantasia. 149.279/96. portanto. Também não há tipificação para a interrupção da produção sem a justa causa comprovada na LPI. com ou sem a constituição de filiais (CC. Não há proteção legal específica para ele. Não há de se falar. ERRADO.166). art. CORRETO. como meio de propaganda. CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo constituição. em registro do título. 1. 146. ERRADO. A forma mais comum de se arguir eventual prejuízo neste assunto é se impetrando ações que tipifiquem concorrência desleal. 147. 47 . É possível a extensão da proteção a outras unidades da Federação. ERRADO. nos termos dos artigos 208 e 209 da mesma lei 9. As marcas são o sinal distintivo do produto ou serviço fornecido pelo empresário. Sua proteção decorre do registro junto ao INPI. Segundo o artigo 195 da LPI: Comete crime de concorrência desleal quem atribui-se. uma vez que não há imposição legal para tanto. com base no artigo 195. 148. previstas no Código de Propriedade Industrial. 150.279/96 que tipifica como crime de concorrência desleal a utilização de título de estabelecimento ou insígnia alheios.

(MP/CE/2009/FCC) A sociedade empresária. é correto afirmar que é sua a responsabilidade patrimonial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo SEGUNDA PARTE – DIREITO SOCIETÁRIO Capítulo 7 – Aspectos Gerais do Direito Societário 7. como pessoa jurídica. solidária e direta dos sócios.1 – Sociedades empresárias e simples 151. 156. pelo eventual prejuízo causado pela sociedade. 152. ou seja. (MP/CE/2009/FCC) A sociedade empresária. 153. (MP/CE/2009/FCC) A sociedade empresária. a sociedade em comandita simples. e. é correto afirmar que é sua titularidade processual. a sociedade limitada. ou seja. Como conseqüência. inconfundível e incomunicável com o patrimônio individual de seus sócios. tem patrimônio próprio. em relação aos credores. (Promotor MP PE/2008/FCC) Como regra. a sociedade em nome coletivo. as demais. isto é. é sujeito de direito personalizado. como pessoa jurídica. Como conseqüência. (MP/CE/2009/FCC) A sociedade empresária. como pessoa jurídica. é sujeito de direito personalizado. a sociedade em conta de participação e as cooperativas. pode demandar e ser demandada em juízo. simples. Como conseqüência. 48 . 155. é correto afirmar que é sua a titularidade negocial. Como conseqüência. considera-se empresária a sociedade cujo objeto é o exercício de atividade própria de empresário sujeito a registro. como pessoa jurídica. a sociedade anônima. (MPE/AP/2006/FCC) O direito brasileiro arrola como sociedade empresária. é correto afirmar que a responsabilização patrimonial. a sociedade em comandita por ações. é ela quem assume um dos pólos na relação negocial. é sujeito de direito personalizado. (DPE SP/2006/FCC) De acordo com o Código Civil. 154. é sujeito de direito personalizado. 157. a sociedade estrangeira não precisa de autorização governamental para operar no Brasil.

167. 162. cooperativa e a anônima. subsidiariamente. solidariamente com a sociedade. (Procurador Municipal de SP/2008/FCC) Classificam-se como sociedades não personificadas a sociedade limitada e a em comandita por ações. 165. poderá pedir a desconsideração de sua personalidade jurídica nos casos previstos em lei. (Defensor Público Pará/2009/FCC) O credor de uma sociedade empresária somente em caso de extinção da pessoa jurídica poderá cobrar seus créditos dos sócios. 166. 49 . já que nesse caso desaparece o patrimônio da sociedade. diretamente e como regra. (Defensor Público Pará/2009/FCC) O credor de uma sociedade empresária pode cobrar seus créditos tanto da pessoa jurídica como dos sócios. 163. 160. (Procurador Municipal de SP/2008/FCC) Classificam-se como sociedades não personificadas a sociedade em nome coletivo e a em comandita simples. (Defensor Público Pará/2009/FCC) O credor de uma sociedade empresária só pode cobrar seus créditos diretamente da pessoa jurídica. para requerer a responsabilidade pessoal dos sócios. 161.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 158. (Defensor Público Pará/2009/FCC) O credor de uma sociedade empresária deverá cobrar seus créditos da pessoa jurídica e. 164. já que solidária a responsabilidade. 159. (Defensor Público Pará/2009/FCC) O credor de uma sociedade empresária apenas quando se tratar de sociedade em nome coletivo poderá cobrar seus créditos diretamente dos sócios. pois esta não se confunde com seus sócios. (Procurador Municipal de SP/2008/FCC) Classificam-se como sociedades não personificadas a sociedade simples e a sociedade limitada. (Procurador Municipal de SP/2008/FCC) Classificam-se como sociedades não personificadas a sociedade em comum e a em conta de participação. (Procurador Municipal de SP/2008/FCC) Classificam-se como sociedades não personificadas a cooperativa e a anônima.

178. 176. 171. para exercício conjunto da 50 . (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Independentemente de seu objeto consideram-se simples. sob a forma limitada. as sociedades por ações. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Independentemente de seu objeto consideram-se personificadas e empresárias. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) independentemente de seu objeto considera-se personificada a sociedade comum. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Independentemente de seu objeto consideram-se personificadas e empresárias. 173. 174. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Independentemente de seu objeto considera-se simples a sociedade limitada e empresária a sociedade por ações. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Independentemente de seu objeto considera-se personificada a sociedade em conta de participação. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Dois médicos constituíram uma sociedade. 169. 172. 175.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 168. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Independentemente de seu objeto considera-se não personificada a sociedade simples. e empresárias as sociedades limitadas. as sociedades por ações. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Independentemente de seu objeto considera-se simples a sociedade cooperativa e empresária a sociedade por ações. e simples a sociedade em conta de participação. as sociedades em comum. todas as sociedades limitadas. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Independentemente de seu objeto consideram-se empresárias. as cooperativas. e simples as que tenham por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural. e empresárias todas as sociedades em nome coletivo. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Independentemente de seu objeto consideram-se personificadas e simples. e simples as cooperativas. 170. 177.

e registraram-na na Junta Comercial. 180. 183. que é privativa das sociedades empresárias. (OAB SP/2005/FCC) No regime do atual Código Civil. 179. para exercício conjunto da profissão em caráter não empresarial. (OAB SP/2005/FCC) No regime do atual Código Civil. a caracterização de determinada atividade econômica como empresarial é feita mediante opção do empresário. pois toda sociedade prestadora de serviços tem essa natureza. a caracterização de determinada atividade econômica como empresarial depende de expressa previsão legal ou regulamentar. sob a forma limitada. desde que o regime de bens do casamento não seja o da separação facultativa ou da participação final nos aquestos. 185. a caracterização de determinada atividade econômica como empresarial é aferida a posteriori. ou não. e registraram-na na Junta Comercial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo profissão em caráter não empresarial. ou não. 181. A sociedade é na verdade empresária. (OAB SP/2005/FCC) No regime do atual Código Civil. mesmo tendo adotado a forma limitada. A sociedade não poderia ter adotado a forma limitada. sendo empresarial a compra e venda de bens móveis e semoventes e não empresariais as demais atividades. (AFR/SP/2009/FCC) Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si. sob a forma limitada. conforme seja a atividade efetivamente exercida em caráter profissional e organizado. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Dois médicos constituíram uma sociedade. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Dois médicos constituíram uma sociedade. para exercício conjunto da profissão em caráter não empresarial. (OAB SP/2005/FCC) No regime do atual Código Civil. 184. A sociedade rege-se somente pelas regras relativas à sociedade simples. (Juiz Substituto TRT-AC/2005/FCC) É obrigatória a existência de pelo menos dois sócios para a configuração de uma sociedade. 182. 186. já que ninguém pode ser sócio de si mesmo. que no momento do seu registro deverá declinar se sua atividade será empresarial. e registraram-na na Junta Comercial. devendo a atividade constar em relação previamente expedida pelo Departamento Nacional de Registro de Comércio. a caracterização de determinada atividade econômica como empresarial depende do ramo da atividade exercida pelo empresário. 51 .

desde que o regime de bens do casamento não seja o da o da comunhão universal ou da separação obrigatória. 188. qualquer que seja o regime escolhido. 52 . (DPE/SP/2009/FCC) O empresário casado. (Juiz do Trabalho/TRT 11º/2005/FCC) De acordo com o Código Civil de 2002. (Juiz do Trabalho/TRT 11º/2005/FCC) De acordo com o Código Civil de 2002. não se distingue da figura da empresa. da teoria objetiva dos atos de comércio. 193. 189. deve proceder à averbação dos pactos e declarações antenupciais no Registro Público de Empresas Mercantis. 192. pelo Código Civil. (MPE/AP/2006/FCC) As sociedades comerciais passaram a ser reguladas pelo novo Código Civil Brasileiro e. (AFR/SP/2009/FCC) Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si. a utilização do termo "comerciante" para designar todo aquele a quem são dirigidas as normas de Direito Comercial tornouse equivocada.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 187. em razão da adoção. 191. bem como fazer inserir nos assentamentos dos registros públicos de imóveis a outorga uxória quando de gravação com ônus ou de alienação dos bens imóveis do patrimônio empresarial. (ISS/Santos/2006/FCC) O sócio admitido em sociedade já constituída não responde por dívidas sociais anteriores à admissão. pois a revogação de parte expressiva do Código Comercial operou a extinção do Direito Comercial. 195. 194. não apenas comerciantes. com expressa vedação da sociedade entre os nubentes. desde que o regime de bens do casamento não seja estabelecido em pacto antenupcial. (Juiz do Trabalho/TRT 11º/2005/FCC) De acordo com o Código Civil de 2002. (AFR/SP/2009/FCC) Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si. pois o Código Civil estendeu a aplicação do Direito Comercial a todos os que exercem atividade econômica organizada e profissional. a utilização do termo "comerciante" para designar todo aquele a quem são dirigidas as normas de Direito Comercial permanece correta. com exceção do regime de separação absoluta de bens. 190. (MPE/AP/2006/FCC) O empresário casado em comunhão universal de bens necessita de outorga do cônjuge para vender ou dar em garantia os imóveis da empresa. a utilização do termo "comerciante" para designar todo aquele a quem são dirigidas as normas de Direito Comercial perdeu sentido. quanto à figura do empresário.

(Promotor Substituto Pernambuco/2008/FCC) A desconsideração da pessoa jurídica restringe-se às relações consumeristas. 203.078/90). a comprovação da violação dos estatutos ou do contrato social em detrimento ao consumidor.078/90). direta. 200. o Código de Defesa do Consumidor exige. caracterizando desvio de finalidade ou confusão patrimonial. (Promotor Substituto Pernambuco/2008/FCC) A desconsideração da pessoa jurídica não ocorre no direito brasileiro. 8. 199. tais como regidas pelo Código Civil e pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei n. (Promotor Substituto Pernambuco/2008/FCC) A desconsideração da pessoa jurídica será configurada apenas com a insolvência do ente coletivo. (Promotor Substituto Pernambuco/2008/FCC) A desconsideração da pessoa jurídica implicará responsabilização pessoal. do sócio por obrigação original da empresa. dada a separação patrimonial entre pessoas físicas e jurídicas. 198. em razão da adoção. (ISS SP/2007/FCC) As condições para a desconsideração da personalidade jurídica. da teoria da empresa. 201. 202. 7. (Juiz do Trabalho/TRT 11º/2005/FCC) De acordo com o Código Civil de 2002.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 196. sem outras considerações. 53 . ao passo que o Código de Defesa do Consumidor traz hipóteses mais amplas. (ISS SP/2007/FCC) As condições para a desconsideração da personalidade jurídica. (ISS SP/2007/FCC) As condições para a desconsideração da personalidade jurídica.2 – Desconsideração da Personalidade Jurídica 197.078/90). em caso de fraude ou abuso. adicionalmente. porque o Código Civil permite a desconsideração apenas em casos de desvio de finalidade ou confusão patrimonial. são idênticas. 8. tais como regidas pelo Código Civil e pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei n. tais como regidas pelo Código Civil e pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei n. 8. são distintas. porque além das condições já previstas pelo Código Civil. pelo Código Civil. são distintas. a utilização do termo "comerciante" para designar todo aquele a quem são dirigidas as normas de Direito Comercial permanece correta.

2006) V. 26 ed. nas relações de consumo foi agasalhada pelo direito brasileiro e permite que o Juiz desconsidere a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for. tese essa que adquiriu notoriedade causando forte influência na Itália e na Espanha. é conhecida no direito comercial como a doutrina do Disregard of Legal Entity. 2006) V. para atingir a responsabilidade dos sócios. Esboçada nas jurisprudências inglesa e norte-americana.El abuso de derecho por médio de la persona jurídica'. Por isso também é conhecida por doutrina da penetração. Seu título. para atingir e vincular a responsabilidade do sócio. Na Alemanha surgiu uma tese apresentada pelo Prof. 26 ed." [Rubens Requião. que estuda profundamente a doutrina. 1. 205. isto é. traduzido pelo Prof. para atingir a responsabilidade dos sócios. 206. em certos casos." [Rubens Requião. Por isso também é conhecida por doutrina da penetração. São Paulo: Saraiva. que estuda profundamente a doutrina. é conhecida no direito comercial como a doutrina do Disregard of Legal Entity. p. (Promotor Substituto Pernambuco/2008/FCC) A desconsideração da pessoa jurídica prescinde de fraude para sua caracterização. a desconsiderar a personalidade jurídica.El abuso de derecho por médio de la persona jurídica'. Seu título. Rolf Serick. isto é. p. da Faculdade de Direito da Universidade de Heidelberg. Antonio Pólo. Na Alemanha surgiu uma tese apresentada pelo Prof. bastando a impossibilidade de a pessoa jurídica adimplir as obrigações assumidas. 390] Pode-se afirmar que a doutrina acima referida. São Paulo: Saraiva. 1. da Faculdade de Direito da Universidade de Heidelberg. uma doutrina que visa. Rolf Serick. uma doutrina que visa. a desconsiderar a personalidade jurídica. Pretende a doutrina penetrar no âmago da sociedade. traduzido pelo Prof. superando ou desconsiderando a personalidade jurídica. tese essa que adquiriu notoriedade causando forte influência na Itália e na Espanha. (Juiz Substituto TJ AL/2007/FCC) "Mesmos nos países em que se reconhece a personalidade jurídica apenas às sociedades de capitais surgiu. não considerar os efeitos da personalidade. Curso de Direito Comercial. é bem significativo: 'Aparencia y Realidad em las Sociedades Mercantiles . Antonio Pólo. Esboçada nas jurisprudências inglesa e norte-americana. há muito. 54 . Pretende a doutrina penetrar no âmago da sociedade. de Barcelona. superando ou desconsiderando a personalidade jurídica.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 204. há muito. de Barcelona. (Juiz Substituto TJ AL/2007/FCC) "Mesmos nos países em que se reconhece a personalidade jurídica apenas às sociedades de capitais surgiu. 390] Pode-se afirmar que a doutrina acima referida. para atingir e vincular a responsabilidade do sócio. Curso de Direito Comercial. é bem significativo: 'Aparencia y Realidad em las Sociedades Mercantiles . de alguma forma. obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores. não considerar os efeitos da personalidade. em certos casos.

há muito. traduzido pelo Prof. Curso de Direito Comercial. pela pessoa jurídica com terceiros. Pretende a doutrina penetrar no âmago da sociedade. (Procurador de Roraima/2006/FCC) A desconsideração da pessoa jurídica se dá quando o Juiz declara de ofício a nulidade do negócio jurídico. se verificado abuso da personalidade jurídica desta pelo desvio de finalidade ou pela confusão patrimonial. (Procurador de Roraima/2006/FCC) A desconsideração da pessoa jurídica se dá quando o Juiz estabelece que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. e a desconsideração será efetivada quando houver falência ou estado de insolvência. para atingir a responsabilidade dos sócios. São Paulo: Saraiva. não considerar os efeitos da personalidade. em certos casos. (Juiz Substituto TJ AL/2007/FCC) "Mesmos nos países em que se reconhece a personalidade jurídica apenas às sociedades de capitais surgiu. uma doutrina que visa.El abuso de derecho por médio de la persona jurídica'. Antonio Pólo. Na Alemanha surgiu uma tese apresentada pelo Prof. superando ou desconsiderando a personalidade jurídica. impondo apenas aos sócios a responsabilidade pelo cumprimento das obrigações assumidas. da Faculdade de Direito da Universidade de Heidelberg. é conhecida no direito comercial como a doutrina do Disregard of Legal Entity. 2006) V. 1. para atingir e vincular a responsabilidade do sócio. p. 55 . 210. Rolf Serick. de Barcelona. Por isso também é conhecida por doutrina da penetração. 209. isto é.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo nas relações de consumo foi agasalhada pelo direito brasileiro." [Rubens Requião. 390] Pode-se afirmar que a doutrina acima referida. a desconsiderar a personalidade jurídica. Esboçada nas jurisprudências inglesa e norte-americana. Seu título. 26 ed. 208. nas relações de consumo está incorporada ao direito brasileiro e permite às autoridades administrativas e ao Juiz determinar que os efeitos de certas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. que estuda profundamente a doutrina. 207. tese essa que adquiriu notoriedade causando forte influência na Itália e na Espanha. (Procurador de Roraima/2006/FCC) A desconsideração da pessoa jurídica se dá quando o Juiz reconhece que o negócio jurídico foi simulado e impõe a seus sócios ou administradores a obrigação de reparar o prejuízo causado a terceiros. é bem significativo: 'Aparencia y Realidad em las Sociedades Mercantiles .

(FCC/2005) A desconsideração da personalidade jurídica de uma sociedade empresária poderá dar-se só a requerimento do Ministério Público. para que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens de seus administradores e sócios. 216. ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. quando verificada infração da lei. com prejuízo à Fazenda Pública. tomada de ofício ou a requerimento da parte. quando verificada a ocorrência de crime de sonegação fiscal. 213. quando lhe couber intervir. quando se verificar desvio de finalidade. (FCC/2005) A desconsideração da personalidade jurídica de uma sociedade empresária poderá dar-se por decisão judicial ou ato administrativo. em caso de confusão patrimonial. é ato privativo do Ministério Público. a fim de que os credores privilegiados recebam seus créditos. a requerimento da parte ou do Ministério Público. (Procurador do Estado PE/2003/FCC) A desconsideração da personalidade jurídica. (Procurador do Estado PE/2003/FCC) A desconsideração da personalidade jurídica. 215. para que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens de seus administradores e sócios. a requerimento da parte. tomada de ofício ou a requerimento da parte. é ato privativo do juiz. a requerimento dos credores privilegiados. (Procurador do Estado PE/2003/FCC) A desconsideração da personalidade jurídica. é ato que o Juiz pode praticar de ofício. 212. para que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens de seus administradores e sócios. 218.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 211. 217. (FCC/2005) A desconsideração da personalidade jurídica de uma sociedade empresária poderá dar-se por decisão judicial. 56 . (FCC/2005) A desconsideração da personalidade jurídica de uma sociedade empresária poderá dar-se por decisão judicial. sempre que a sociedade não tiver bens para honrar suas obrigações. 214. se verificada fraude contra credores. (FCC/2005) A desconsideração da personalidade jurídica de uma sociedade empresária poderá dar-se por decisão judicial. sempre que houver encerramento irregular do estabelecimento comercial. se caracterizado desvio de finalidade ou ocorrer confusão patrimonial.

CORRETO. Gabarito – Capítulo 7 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 C E E C C C E E E E C E E E E C E E 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 C E E E C E E E E E E E E E C E C E 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 E E C E E E E E C E E E C E E E C E 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 C C E C E E E E E C E C E E E Comentários – Capítulo 7 151. 982). art. Todas as outras são consideradas sociedades simples (CC. estaremos diante do chamado empresário individual. Empresárias são todas aquelas que exploram atividade empresarial. mas necessariamente sociedades simples. 966 do CC. estaremos frente à sociedade empresária. Se jurídica. nos moldes do art. (Procurador do Estado PE/2003/FCC) A desconsideração da personalidade jurídica. Já as sociedades anônimas e 57 . As cooperativas não são sociedades empresárias. ERRADO. As sociedades em geral dividem-se em sociedades simples e empresárias. é ato que pode ser praticado pelo juiz. O empresário pode ser pessoa física ou jurídica. 152. para que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens de seus administradores e sócios.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 219. por qualquer autoridade administrativo ou pelo Ministério Público. Se for a pessoa física.

podendo. É ela – e não os sócios – quem aparece como pólo negocial. CORRETO. ERRADO. 153. é a sociedade quem deve ser demandada em juízo e não as pessoas dos sócios. Artigo 1. ainda que por estabelecimentos subordinados. ressalvados os casos expressos em lei.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo comanditas por ações serão sempre empresárias. Existe a possibilidade de cobrança diretamente dos sócios nos casos de desconsideração da personalidade jurídica da empresa. ser acionistas de sociedade anônima brasileira. senão depois de executados os bens sociais. ERRADO. os bens sociais. 155. sem autorização do Poder Executivo. que permite que a cobrança recaia sobre o patrimônio pessoal dos sócios. A regra é. como pessoas estranhas. em suas relações com a sociedade e com terceiros. a caracterização de uma sociedade como simples ou empresária é aferida conforme a exploração de seu objeto. Afora estas. assim. CORRETO. ERRADO. CORRETO. permitindo que os sócios e administradores sejam considerados. prevista no artigo 1. existe a teoria da desconsideração da personalidade jurídica. 154. 58 . a responsabilidade subsidiária. 160. 156.134 do CC: A sociedade estrangeira. No direito de empresa brasileiro vige a regra da subsidiariedade.024 do CC: Os bens particulares dos sócios não podem ser executados por dívidas da sociedade. No dizer de Thereza Christina Nahas: A autonomia patrimonial é. 1. não pode. ERRADO. e apenas quando esgotados estes é que recai a cobrança sobre os bens particulares. todavia. portanto. ERRADO. se feita ou não de forma empresarial. uma das mais importantes conseqüências da personalização.024 do CC. 158. senão 3depois de executados os bens sociais. Artigo 1. Além desta hipótese. 159. qualquer que seja o seu objeto.024 do Código Civil. Segundo o art. executando-se. Ressalvados os casos de aplicação da Teoria da Desconsideração da Personalidade. a priori. 157. funcionar no país. A principal conseqüência da personificação da sociedade empresarial é seu reconhecimento como sujeito de direito. os bens particulares dos sócios não podem ser executados por dívidas da sociedade.

Nada obstante o artigo 1. e 2) As nãopersonificadas: sociedade em comum e sociedade em conta de participação. em nome coletivo. O Código Civil dividiu as sociedades em dois grandes grupos: 1) As personificadas: limitada. 165. Além desse dispositivo. 4º.884/94. CORRETO. 163. a requerimento da parte. Nas sociedades em nome coletivo. comandita simples e comandita por ações. que dispõe sobre a prevenção e repressão às infrações à ordem econômica. 162. Todavia. 59 . anônima. comandita simples e comandita por ações. 166. anônima. b) Lei 8. e 2) As nãopersonificadas: sociedade em comum e sociedade em conta de participação. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica.024. em nome coletivo. ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. ERRADO. ERRADO. anônima. comandita simples e comandita por ações. O Código Civil dividiu as sociedades em dois grandes grupos: 1) As personificadas: limitada. São eles: a) artigo 28 de CDC. em seu artigo 18. de forma que o patrimônio social responde primeiramente.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 161. outros diplomas legais também preveem a aplicação. e 2) As nãopersonificadas: sociedade em comum e sociedade em conta de participação. art. pode o juiz decidir. O Código Civil dividiu as sociedades em dois grandes grupos: 1) As personificadas: limitada. ou pela confusão patrimonial. a responsabilidade dos sócios é ilimitada e solidária. prevê o Código Civil (artigo 50): Em caso de abuso da personalidade jurídica. já estudado em questões anteriores. anônima. Esta é a base normativa para o que a doutrina chama de teoria da desconsideração da personalidade jurídica. que é a lei que regula os crimes ambientais. em nome coletivo.605/98. Entre os sócios e a sociedade há sempre uma relação de subsidiariedade. CORRETO. O Código Civil dividiu as sociedades em dois grandes grupos: 1) As personificadas: limitada. 164. comandita simples e comandita por ações. ERRADO. ERRADO. em nome coletivo. caracterizado pelo desvio de finalidade. c) Lei 9. e 2) As nãopersonificadas: sociedade em comum e sociedade em conta de participação. há que se entender essa solidariedade como válida para as relações entre os sócios.

ERRADO. Existem dois tipos de sociedades: 1) Simples: não exploram atividade empresarial. ERRADO. Independentemente do objeto. vez que a limitada pode ser simples ou empresária. art. 966). art. independentemente do objeto. As sociedades em conta de participação. Quanto ao exercente de atividade rural há livre alvedrio em proceder ou não ao registro. considera-se empresária a sociedade por ações. ERRADO. simples. As sociedades cooperativas são simples. comandita simples e comandita por ações. a depender da forma a explorar o objeto social. A aquisição da personalidade jurídica se dá com a inscrição dos atos constitutivos nos registros próprios. e. segundo o regramento que lhe é próprio (CC. a cooperativa. simples. ERRADO. 971) – o seu registro tem natureza constitutiva. art. e 2) As nãopersonificadas: sociedade em comum e sociedade em conta de participação. único). simples. Optando pelo registro. anônima ou comandita por ações. ERRADO. 982. e. limitada. 2) Empresárias: exploram atividade econômica organizada para produção e circulação de bens e serviços (CC. 172. par.038) ou sob a forma de comandita simples. a cooperativa (CC. na forma da lei. ERRADO. Portanto. considera-se empresária a sociedade por ações. art. par. CORRETO. CORRETO. 982. Independentemente do objeto. será considerado empresário para todos os fins legais (CC. Independentemente do objeto. desprovida de personalidade jurídica. art. anônima. em nome coletivo. 174. 173. O codex ainda estabelece que a sociedade empresária deve constituir-se segundo a forma de sociedade em nome coletivo. considera-se empresária a sociedade por ações. As sociedades simples são sociedades personificadas. também conhecidas como sociedades secretas. por este motivo. 997 a 1. É. 170. a cooperativa (CC. 169. 168. A simples. 60 .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 167. em comandita simples. está incorreta a assertiva. único). A sociedade em comum é o tipo societário que ainda não procedeu ao competente registro de seus atos constitutivos. no Cartório de Pessoas Jurídicas do local da sede. O Código Civil dividiu as sociedades em dois grandes grupos: 1) As personificadas: limitada. limitada ou nome coletivo. são desprovidas de personalidade jurídica. 171. e.

176. subordina-se às normas previstas para a sociedade simples. CORRETO. Os requisitos previstos pelo artigo 966 do Código Civil são aferidos a posteriori. a depender de como é feita a exploração do objeto social. Caso contrário. ERRADO. 180. conforme preconiza o artigo 983 do Código Civil. ERRADO. Já nas sociedades em conta de participação. par. salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa. 182. aquelas que não exploram seu objeto com intuito empresarial. ERRADO. 181. 178. ERRADO. esse era o método utilizado para caracterização pela Teoria dos Atos do Comércio. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 175. não mais utilizada pela legislação pátria. organização. parte da doutrina entende tratar-se de tipo empresarial sui generis. O CC não previu como requisito para a classificação de determinada atividade como econômica que esta estivesse prevista em regulamento. 183. atividade econômica. Caso a sociedade simples passe a adotar um dos tipos empresariais previstos reger-se-á pelas normas vigentes para o tipo escolhido. 982. 177. ERRADO. capacidade. ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores. art. atividade econômica. único). tendo em vista que o código não a arrolou dentro dessas espécies. sendo eles: profissionalismo. literária ou artística. ERRADO. As sociedades em comum fogem ao conceito de sociedades simples e empresarial. As sociedades simples. organização. podem. 179. de mero contrato. adotar a forma de sociedade limitada. não se enquadrando como sociedade simples ou empresarial. Os requisitos previstos pelo artigo 966 do Código Civil são aferidos a posteriori. sendo eles: profissionalismo. de natureza científica. nem toda prestação de serviço é considerada atividade empresarial. Ao revés. capacidade. sim. As sociedades limitadas e em nome coletivo podem ser simples ou empresárias. O NCC dispõe que não se considera empresário quem exerce profissão intelectual. As sociedades por ações são sempre empresárias (CC. ERRADO. 61 . Em suma.

Empresário. dos resultados. qualquer que seja o regime de bens. pessoa física (empresário individual) ou jurídica (sociedade empresária). exceto se casados nos regimes de comunhão universal ou no de separação obrigatória de bens (art. a princípio. ERRADO. é o sujeito de direito. do ramo em que o empresário atua. Código Civil. 977. 977. lembrando que o as profissões intelectuais. como por exemplo. 981 do Código Civil: Celebram contrato de sociedade as pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir. alienar os imóveis que integrem o patrimônio da empresa ou gravá-los de ônus real. 966. como se extrai do art. Ademais. CC). no Registro Público de Empresas Mercantis. a constituição de sociedade unipessoal originária. que exerce a empresa. devem ser arquivados. 188. 185. CC). 187. Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si ou com terceiros. ERRADO. Esta situação. portanto. 186. conforme o art. exceto se casados nos regimes de comunhão universal ou no da separação obrigatória (art. podem ou não serem consideradas empresárias. 977. É vedada. entre si. com bens ou serviços. alienar os imóveis que integrem o patrimônio da empresa ou gravá-los de ônus real (art. sem necessidade de outorga conjugal. CORRETO. parágrafo único do CC. qualquer que seja o regime de bens. CORRETO. para produzir ações coordenadas para a circulação ou produção de bens ou serviços. sem necessidade de outorga conjugal. A aferição como empresário. ERRADO. 191. ERRADO. todavia. CC). CC). exceto se casados nos regimes de comunhão universal ou no da separação obrigatória (art. ERRADO. para o exercício de atividade econômica e a partilha. 978. Empresa é a atividade economicamente organizada. no Brasil. no caso de falecimento de um sócio. 189. por seu turno. O empresário casado pode. Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si ou com terceiros. apesar do caráter econômico. pode vir a ocorrer.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 184. artigo 978: o empresário casado pode. não depende. ERRADO. A pluralidade de sócios é requisito imposto para a existência de uma sociedade. os pactos e 62 . Frise-se que a unipessoalidade deve ser sempre temporária. Podem os cônjuges celebrar sociedade entre si ou com terceiros. 190.

regulamentando-as juridicamente. 193. 195.025. tais como compra/venda de mercadorias. Veja que o artigo não faz ressalva a qualquer regime de casamento. 194. ERRADO. porém. o título de doação. herança ou legado. bancos. em meados do século XX. estendendo o seu regime jurídico aos que pratiquem atividade econômica organizada para a produção e circulação de bens e serviços. ampliando. CC). atribuindo a qualificação de comerciante aos que praticassem as atividades especificadas. Este Código Comercial listava uma série de profissões que considerava como comerciais. tais como indústrias e prestação de serviços. 1. todavia. ERRADO. transporte de mercadorias e outras poucas espécies de serviços. A teoria da empresa não limitou o seu escopo aos comerciantes. CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo declarações antenupciais do empresário. Foi então que o Código Civil de 2. em 1807. começou a existir no Brasil. 192. CC). O Código Comercial de 1850 foi revogado pelo Código Civil de 2002. ERRADO. o seu alcance para atividades que não estão compreendidas no conceito de comércio. de bens clausulados de incomunicabilidade ou inalienabilidade (art. 63 . Entrementes. 979. A Teoria dos Atos de Comércio surgiu com o Código Napoleônico. devemos entendê-la como vigente. como a expressão Direito Comercial já se consagrou no meio jurídico e acadêmico. Entretanto. considerando como empresário (e não comerciante) aquele que exerce profissionalmente atividade econômica organizada. insatisfação com os déficits apresentados pela Teoria dos Atos. não se extinguiu a disciplina Direito Comercial. à exceção da parte que versa sobre comércio marítimo.002 passou a adotar a Teoria da Empresa como norteadora do Direito Empresarial. O sócio admitido em sociedade já constituída não se exime das dívidas sociais anteriores à admissão (art. O escorreito hodiernamente é falar-se em Direito Empresarial. por uma forte influência italiana. O Código Comercial Brasileiro de 1850 adotou também a Teoria dos Atos do Comércio.

houver abuso de direito. Por outro lado. encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração”. a requerimento da parte. caracterizado pelo desvio de finalidade. De acordo com a teoria menor a desconsideração pode existir mesmo com a existência de mero prejuízo a credor. Dispõe o artigo 28 do CDC que “o juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 196. 198. O Novo Código Civil de 2002 trouxe um regime jurídico mais amplo que o anterior. ERRADO. ou pela confusão patrimonial. A teoria menor. ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. traz uma quantidade maior de hipóteses em que se pode utilizar a desconsideração. Além disso. ERRADO. uma vez só é cabível quando demonstrado o abuso de personalidade jurídica (através do desvio de finalidade ou confusão patrimonial). estado de insolvência. Já a teoria maior. A disregard doctrine tem o seu alicerce jurídico no ordenamento brasileiro no artigo 50 do Código Civil. Segundo o artigo 50 do Código Civil caberá a teoria da desconsideração em caso de abuso de personalidade jurídica. utilizada pelo CDC (art. podem ensejar a desconsideração. não são comprovações adicionais. Essa é a base do que a doutrina chama teoria maior da desconsideração da personalidade jurídica. 197. 200. ERRADO. ERRADO. caracterizado pelo desvio de finalidade. As condições são distintas. traz hipóteses mais restritas da disregard doctrine. em detrimento do consumidor. A violação dos estatutos ou do contrato social está entre as hipóteses que ensejam a desconsideração da personalidade previstas no CDC. pode o juiz decidir. mas hipóteses que. Todavia. Não há necessidade de insolvência e a utilização da desconsideração não acarreta o fim da pessoa jurídica. A desconsideração também será efetivada quando houver falência. dispõe o artigo 50 do CC que em caso de abuso da personalidade jurídica. 201. sendo que devemos entender utilizar o termo empresário em substituição à limitada expressão comerciante de outrora. fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. por si sós. 50). infração da lei. ERRADO. 199. como dispõe o CC (art. CORRETO. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. excesso de poder. 28). ou pela confusão patrimonial. O CDC adotou o que a doutrina costuma chamar de teoria menor da desconsideração da personalidade jurídica. 64 .

O juiz poderá da sociedade quando. pode o juiz decidir. em sua obra Execução de bens dos sócios (8ª edição. Viu-se que o alicerce da teoria da desconsideração encontra-se no Código Civil. ERRADO. ou pela confusão patrimonial. ou do Ministério Público quando 65 .” 204.884/94). que prevê a utilização apenas nas hipóteses de fraude (abuso da personalidade jurídica). ERRADO. infração da lei. 204/205) relata que “a teoria da desconsideração visa. porém. no Brasil. bastando que se comprove o desvio de finalidade e confusão patrimonial (teoria objetiva). 205. responsabilizar diretamente os administradores quando estes utilizam a pessoa jurídica. art.605/98) e na Lei que prevê a prevenção e repressão às infrações à ordem econômica (Lei 8. Paes de Almeida. A banca foi literal. 208. CORRETO. 28). não se restringindo a relações de consumo. com desvio. Prescinde-se. 203. na Lei que regula Crimes Ambientais (Lei 9. houver poder. CORRETO. Além do CC. dolo (teoria subjetivista) do sócio ou administrador em fraudar credores. estado de insolvência. a requerimento da parte. que se demonstre a intenção. 202. O CDC conferiu competência exclusiva ao magistrado para que promova a desconsideração da personalidade jurídica. entretanto.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo constam outras hipóteses em que é possível a desconsideração no Código de Defesa do Consumidor. art. ERRADO. em abuso de direito. CORRETO. caracterizado pelo desvio de finalidade. p. têm-se dispositivos legais de outras áreas prevendo a utilização da teoria (crimes ambientais e prevenção às infrações à ordem econômica). para a comprovação do abuso. fato ou ato ilícito contrato social (CDC. aparentemente na forma da lei. excesso de ou violação dos estatutos ou desconsiderar a personalidade jurídica detrimento do consumidor. A teoria da desconsideração da personalidade jurídica está consagrada no artigo 50 do Novo Código Civil: Em caso de abuso da personalidade jurídica. 207. CORRETO. de sua exata função. 206. encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração (CDC. o Código Civil parece ter-se filiado à teoria maior. A desconsideração prevista no CDC também será efetivada quando houver falência. isso sim. 28). A teoria menor prevê que a mera falta de pagamento a credores seria suficiente para que se desconsiderasse a personalidade jurídica.

CORRETO. ERRADO. pode ser que o caso seja de a própria pessoa jurídica reparar inicialmente o prejuízo causado a terceiros. 210. Pode dar-se a requerimento do Ministério Público ou dá parte. Não haverá necessariamente.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo lhe couber intervir no processo. segundo o artigo 50 do Código Civil. a requerimento da parte. 215. ERRADO. pode o juiz decidir. O risco é parte do negócio. caracterizado pelo desvio de finalidade. ou pela confusão patrimonial. Não se pode falar que um negócio jurídico simulado tenha necessariamente sido feito com abuso da personalidade jurídica. A teoria da desconsideração da personalidade jurídica está consagrada no artigo 50 do Novo Código Civil: Em caso de abuso da personalidade jurídica. pode o juiz decidir. ERRADO. Assim. não apenas quando verificada a sonegação fiscal. ERRADO. mas em qualquer ato. 209. ou pela confusão patrimonial. Segundo o artigo 50. que tenha o intento de lesar credores pela via do abuso de direito. e de pronto. Não será desconsiderada a personalidade apenas pelos resultados negativos que um negócio possa ter. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. deve haver requerimento do Ministério Público ou da parte. 214. A teoria da desconsideração da personalidade jurídica está consagrada no artigo 50 do Novo Código Civil: Em caso de abuso da personalidade jurídica. Há de se tipificar os requisitos concretos com os previstos no artigo 50 do CC. ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. 211. 216. A desconsideração não é feita de ofício. podendo ocorrer mesmo em hipóteses em que a Fazenda não tenha interesse. A desconsideração ocorre apenas na seara judicial. a 66 . 213. 212. A desconsideração não pode ser tomada de ofício. CORRETO. ERRADO. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. ERRADO. caracterizado pelo desvio de finalidade. deve haver requerimento da parte ou do Ministério Público. desconsideração da personalidade jurídica. tenha cunho criminal ou não.

pessoas físicas. O enunciado refere-se à sociedade em nome coletivo. A iniciativa é que pode ser requerida pelo Ministério Público ou pela parte. O juiz não poderá desconsiderar a personalidade jurídica de ofício. diminuindo-se proporcionalmente o valor nominal das quotas de cada sócio. As características acima correspondem à sociedade em nome coletivo. terá de haver impulsão ou da parte ou do Ministério Público. 222. 217. Com escopo no artigo 50 do Código Civil. se a sociedade vier a sofrer perdas irreparáveis em razão das operações efetivadas. 223.1 – Sociedades em nome coletivo 220. responderão. própria de atividades empresariais e em que todos os sócios são solidariamente e ilimitadamente responsáveis pelas dívidas sociais é denominada sociedade em nome coletivo. (DPE SP/2007/FCC) Sociedade de pessoas voltadas à consecução de atividades econômicas em que todos os sócios. ERRADO. proceder-se-á à redução do capital social. 67 . É ato privativo da autoridade judicial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo requerimento da parte. (DPE SP/2006/FCC) De acordo com o Código Civil. (DPE SP/2007/FCC) Cada sócio responde pelo valor de sua quota e todos terão responsabilidade solidária pela integralização do capital social. 219. 218. (ISS SP/2007/FCC) A sociedade personificada. Capítulo 8 – Sociedades Contratuais Menores 8. respondendo solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. podendo os bens particulares dos sócios responder por débitos da sociedade. pelas obrigações sociais. na sociedade em nome coletivo. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. ERRADO. É ato privativo da autoridade judicial. 221. A iniciativa é que pode ser requerida pelo Ministério Público ou pela parte. solidária e ilimitadamente. Após esta integralização do capital. os sócios podem ser pessoas físicas ou jurídicas. ERRADO.

se a sociedade vier a sofrer perdas irreparáveis em razão das operações efetivadas. pessoas físicas. 8. 230. são responsáveis solidariamente e ilimitadamente pelas obrigações sociais. pessoas físicas. para negócio determinado e com poderes especiais. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Com relação à sociedade em comandita simples. própria de atividades empresariais e em que todos os sócios são solidariamente e ilimitadamente responsáveis pelas dívidas sociais é denominada sociedade em comandita simples. (Juiz do Trabalho TRT-AC/2003/FCC) Nas diversas espécies de sociedade a responsabilidade dos sócios é ilimitada de todos os sócios. 225. é correto afirmar que pode o comanditário ser constituído procurador da sociedade. (ISS SP/2007/FCC) A sociedade personificada.2 – Sociedades em comandita simples 226. (Ministério Público Bahia/2001/FCC) Nas sociedades em nome coletivo. por todas as obrigações assumidas. nas sociedades em nome coletivo. 228. nas em comandita simples. Após esta integralização do capital. por todas as obrigações assumidas.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 224. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Com relação à sociedade em comandita simples. As características acima correspondem à sociedade em comandita simples. 68 . de acordo com o Código Civil. diminuindo-se proporcionalmente o valor nominal das quotas de cada sócio. são responsáveis subsidiariamente e limitadamente pelas obrigações da empresa. (DPE SP/2007/FCC) Cada sócio responde pelo valor de sua quota e todos terão responsabilidade solidária pela integralização do capital social. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Com relação à sociedade em comandita simples. 231. (Juiz do Trabalho TRT-AC/2003/FCC) Nas diversas espécies de sociedade a responsabilidade dos sócios é ilimitada de todos os sócios. 227. todos os sócios respondem subsidiariamente pelas obrigações sociais de forma solidária e ilimitada. de acordo com o Código Civil. 229. é correto afirmar que os comanditários. de acordo com o Código Civil. é correto afirmar que os comanditados. proceder-se-á à redução do capital social.

(Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Com relação à sociedade em comandita simples. nem ter o nome na firma social. (DPE SP/2006/FCC) De acordo com o Código Civil. de acordo com o Código Civil. que a diferencia 69 . solidária e ilimitadamente. 235. se a sociedade vier a sofrer perdas irreparáveis em razão das operações efetivadas. responderão. (OAB SP/2005/FCC) A liquidação de uma sociedade em conta de participação é regida pelas normas relativas à prestação de contas. é correto afirmar que não pode o comanditado praticar qualquer ato de gestão. (OAB SP/2005/FCC) A liquidação de uma sociedade em conta de participação será eficaz apenas quando arquivada no registro de comércio. pelas obrigações sociais. pessoas físicas. 237.3 – Sociedade comum e sociedade em conta de participação 234. 233. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) A sociedade em conta de participação tem por característica peculiar. O enunciado refere-se à sociedade em conta de participação. 239. de acordo com o Código Civil. 8. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Com relação à sociedade em comandita simples. que independe de qualquer formalidade e é formada com duas modalidades de sócios: o ostensivo e os participantes. diminuindo-se proporcionalmente o valor nominal das quotas de cada sócio. proceder-se-á à redução do capital social.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 232. (DPE SP/2007/FCC) Sociedade de pessoas voltadas à consecução de atividades econômicas em que todos os sócios. é correto afirmar que aos comanditários cabem os mesmos direitos e obrigações dos sócios da sociedade em nome coletivo. (DPE SP/2007/FCC) Cada sócio responde pelo valor de sua quota e todos terão responsabilidade solidária pela integralização do capital social. Após esta integralização do capital. podendo os bens particulares dos sócios responder por débitos da sociedade. 238. a sociedade em conta de participação é uma sociedade não personificada. sem prejuízo da faculdade de participar das deliberações da sociedade. 236. As características acima correspondem à sociedade em conta de participação.

ficando excluído do benefício de ordem o sócio que contratou pela sociedade. 241.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo de todos os outros tipos societários. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) A sociedade em conta de participação tem por característica peculiar. os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. 242. o fato de não possuir personalidade jurídica. que a diferencia de todos os outros tipos societários. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) A sociedade em conta de participação tem por característica peculiar. (Juiz Substituto TRT-AC/2005/FCC) Na sociedade em comum. que a diferencia de todos os outros tipos societários. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Independentemente de seu objeto considera-se personificada a sociedade comum. própria de atividades empresariais e em que todos os sócios são solidariamente e ilimitadamente responsáveis pelas dívidas sociais é denominada sociedade em comum. o fato de o sócio ostensivo participar só com trabalho. 243. o fato de somente poder ser constituída por pessoas físicas. (ISS SP/2007/FCC) A sociedade personificada. 244. 240. Gabarito – Capítulo 8 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 C C E E C C E E E E 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 C E E E E E E C E E 240 241 242 243 244 E E E C E Comentários – Capítulo 8 70 .

A sociedade em comandita simples rege-se pelo previsto nos artigos 1. havendo. direito a regresso de um sócio contra o outro. ERRADO. As Comanditas Simples operam sob firma social. O artigo 1. Artigo 1. ERRADO.045 a 1. 71 .051 do CC. Não se olvide. Mesmo se o contrato social previr de forma diversa. solidária e ilimitadamente. Os sócios são sempre pessoas físicas! 222. A principal característica da sociedade em nome coletivo é a responsabilidade ilimitada dos sócios que a compõem. Desta forma. esgotado o patrimônio social. respondem todos os sócios. são ilimitada e solidariamente responsáveis pelas obrigações empresariais. havendo. porém. direito a regresso de um sócio contra o outro. 221. ERRADO. 1. não podem assumir funções de gerência. 224. 226. As sociedades em nome coletivo devem sempre adotar a firma social como nome empresarial. CORRETO. respondem pelo valor integralizado. b) comanditário: meros prestadores de capitais. As sociedades em nome coletivo devem sempre adotar a firma social como nome empresarial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 220. 223. porém. após esgotados os meios de cobrança do capital social. com fundamento no art. sendo ulterior a responsabilização dos sócios. porém. solidária e ilimitadamente.039 do Código Civil. Nas sociedades em nome coletivo. CORRETO. após esgotados os meios de cobrança do capital social. sob pena de serem intitulados como comanditado (ressalvado o caso de fiscalização e tomada de parte nas decisões). continuarão respondendo ilimitadamente perante terceiros. A sociedade em nome coletivo é um tipo de sociedade em que todos os sócios respondem ilimitadamente e solidariamente frente a terceiros. na sociedade em nome coletivo. Primeiro esgosta-se o patrimônio social! 225. após esgotados os bens sociais (subsidiariedade). os sócios são sempre pessoas físicas.039 do Código Civil: Somente pessoas físicas podem tomar parte na sociedade em nome coletivo. Mesmo se o contrato social previr de forma diversa. pelas obrigações sociais. continuarão respondendo ilimitadamente perante terceiros.024 do Código Civil estabelece a obrigação dos sócios subsidiariamente em relação à empresa. respondendo todos os sócios. A principal característica da sociedade em nome coletivo é a responsabilidade ilimitada dos sócios que a compõem. CORRETO. Há dois tipos de sócios: a) comanditado: administradores e diretores. pelas obrigações sociais. que a regra é sempre a responsabilização primeiramente da sociedade. CORRETO.

sob pena de ficar sujeito às responsabilidades de sócio comanditado (CC. Na sociedade em comandita simples tomam parte sócios de duas categorias: os comanditados. Existem duas espécies de sócios: a) ostensivo. pelo nome civil de um ou mais sócios comanditados. 229. Na sociedade em comandita simples tomam parte sócios de duas categorias: os comanditados. Sem prejuízo da faculdade de participar das deliberações da sociedade e de lhe fiscalizar as operações. CORRETO.047. ERRADO. 231. capital. patrimônio. responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais.045). assumindo responsabilidade ilimitada pelas obrigações 72 . parágrafo único). há dois tipos de sócios: a) comanditados: respondem ilimitada e solidariamente perante terceiros. ERRADO. tampouco nome empresarial. quem opera o negócio frente a terceiros. 1. responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. após esvaído o capital próprio da sociedade. obrigados somente pelo valor de sua quota (CC. Na sociedade em comandita simples. 228. ERRADO. 233. ERRADO. Aos comanditados cabem os mesmos direitos e obrigações dos sócios da sociedade em nome coletivo (CC. nem ter o nome na firma social. 1.046. 1. aditando-lhes ao nome a expressão “e Cia”. 1.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo ou seja.045). Pode o comanditário ser constituído procurador da sociedade. 232. b) comanditários: respondem tão-somente pelo valor de sua cota. 230. 234. parágrafo único). Também conhecida como Sociedade Secreta. 227. após esvaído o capital próprio da sociedade. 1. obrigados somente pelo valor de sua quota (cc. art. art.047). para negócio determinado e com poderes especiais (CC. pessoas físicas. e os comanditários. b) comanditários: respondem tão-somente pelo valor de sua cota. Na sociedade em comandita simples. art. pessoas físicas. há dois tipos de sócios: a) comanditados: respondem ilimitada e solidariamente perante terceiros. não pode o comanditário (e não comanditado como propôs a questão) praticar qualquer ato de gestão. e os comanditários. art. ERRADO. ERRADO. ERRADO. a Sociedade em Conta de participação não possui personalidade jurídica. art.

respondendo na forma estipulada em contrato (e apenas frente ao ostensivo). não aparecem nas relações desenvolvidas com terceiros. não aparecem nas relações desenvolvidas com terceiros. art. 235. e art. Ademais. patrimônio. CORRETO. sendo meros prestadores de capital.006).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo contraídas. Também conhecida como Sociedade Secreta. ERRADO. 238. 996). ERRADO. 239. quem opera o negócio frente a terceiros. respondendo na forma estipulada em contrato (e apenas frente ao ostensivo). 237. e. assumindo responsabilidade ilimitada pelas obrigações contraídas. face à falta de personalidade jurídica da Sociedade. nas sociedades simples os sócios podem participar apenas com a contribuição em serviços (CC. ERRADO. também chamado de sócio oculto. também chamado de sócio oculto. não havendo que se falar sequer em subsidiariedade. b) participante. como depreende-se da leitura do artigo 994 do Código Civil. como com trabalho. 73 . A liquidação na sociedade em conta de participação não veio traçada no Código Civil. b) participante. tampouco nome empresarial. a Sociedade em Conta de participação não possui personalidade jurídica. 997. e. Desnecessário o registro nos órgãos de comércio. tampouco nome empresarial. como os demais tipos empresariais. a Sociedade em Conta de participação não possui personalidade jurídica. e. Também conhecida como Sociedade Secreta. capital. b) participante. uma vez que a sociedade em conta de participação prescinde de tal requisito para sua constituição. V. Existem duas espécies de sócios: a) ostensivo. na forma da lei processual (CC. sendo meros prestadores de capital. 1. não havendo que se falar sequer em subsidiariedade. quem opera o negócio frente a terceiros. também chamado de sócio oculto. face à falta de personalidade jurídica da Sociedade. assumindo responsabilidade ilimitada pelas obrigações contraídas. não aparecem nas relações desenvolvidas com terceiros. O sócio ostensivo pode participar tanto com capital. não havendo que se falar sequer em subsidiariedade. art. 236. sendo meros prestadores de capital. ERRADO. capital. Existem duas espécies de sócios: a) ostensivo. respondendo na forma estipulada em contrato (e apenas frente ao ostensivo). regendo-se pelas normas de prestação de contas. face à falta de personalidade jurídica da Sociedade. patrimônio.

não havendo que se falar em execução dos bens sociais a priori.se em atividade estranha à mesma. aquele que contratou pela sociedade. 243. pode empregar. b) Sociedades em conta de participação. ERRADO. desde que avise os demais sócios.lo sem o consentimento dos demais sócios. ERRADO. 246. por esse motivo. É. por este motivo. 74 .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 240. (ISS SP/2007/FCC) A sociedade personificada. Tanto os sócios ostensivos. própria de atividades empresariais e em que todos os sócios são solidariamente e ilimitadamente responsáveis pelas dívidas sociais é denominada sociedade simples. A responsabilidade dos sócios neste tipo de sociedade é ilimitada e direta. (OAB/SP/2005/FCC) O sócio de uma sociedade simples que contribuir com seus serviços à sociedade. excluído do benefício de ordem. CORRETO. 247. pelas obrigações que tinha como sócio. (OAB/SP/2005/FCC) O sócio de uma sociedade simples que ceder suas quotas responde. ERRADO. como os sócios ocultos podem ser pessoas físicas ou jurídicas. Sociedade em comum (sociedade irregular. sociedade de fato) é aquela que não inscreveu seus atos constitutivos na Junta Comercial. independentemente de convenção no contrato social. ERRADO. 244. Capítulo 9 – Sociedades Simples 245. 241. despida de personalidade jurídica. poderá fazê. solidariamente com o cessionário. desde que tenha participação majoritária no capital social. (OAB/SP/2005/FCC) O sócio de uma sociedade simples que ceder parte ou totalidade de suas quotas. 242. desprovida de personalidade jurídica. Segundo o Código Civil. A sociedade em comum é o tipo societário que ainda não procedeu ao competente registro de seus atos constitutivos. perante a sociedade e terceiros. É. 248. É o entendimento que se extrai da leitura do artigo 990 do Código Civil: Todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. são dois os tipos de sociedades não personificadas: a) Sociedades em comum. depois de averbada a modificação do contrato. por dois anos.

não possuindo mais patrimônio próprio. o patrimônio pessoal de cada um dos sócios responde em caráter subsidiário pela dívida da sociedade. A espécie de nome empresarial utilizado é a denominação – não se baseando em nome civil. mas.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 249. É possível a cessão das cotas sociais. salvo cláusula de responsabilidade solidária. (Juiz Susbtituto TRT-RO/ 2005/FCC) A retirada do sócio não o exime. na sociedade de prazo determinado. organizando os fatores de produção (exemplo: 75 . em nome fantasia – acrescida da expressão S/S. da responsabilidade pelas obrigações sociais anteriores.00 (mil reais). o sócio-gerente passa a ter uma função secundária na empresa. Gabarito – Capítulo 9 245 246 247 248 249 E C E E E 250 251 252 253 C C E C Comentários – Capítulo 9 245. desde que haja concordância dos demais sócios e que seja averbado o respectivo registro.000.00 (dez mil reais) para cada um.000. até dois anos após averbada a resolução da sociedade. (Juiz Susbtituto TRT-RO/ 2005/FCC) Em uma sociedade simples formada por três sócios que subscrevem cotas iguais de R$ 1. dinheiro ou prestação de serviços. 250. exime-se das dívidas sociais anteriores à admissão.000. 253. ou a seus herdeiros. (MPE AP/2006/FCC) Dissolve-se a sociedade por deliberação dos sócios. (OAB/SP/2005/FCC) O sócio de uma sociedade simples que vier a ser admitido em sociedade já constituída. 251. passando a ser preposto do Administrador. O Capital Social pode ser formado através da contribuição em bens. por maioria absoluta. sim. (MPE AP/2006/FCC) Na administração da sociedade simples. ERRADO. 252.00 (trinta mil reais). assume uma dívida de R$ 30. As sociedades simples não exploram atividade empresarial. e que. As sociedades simples devem ser registradas no Cartório de Pessoas Jurídicas do local da sede. observada a proporcionalidade de R$ 10. não exploram seu objeto profissionalmente.

Código Civil: Nas sociedades simples.006 do Código Civil. art. Ademais. CORRETO. cuja contribuição consista em serviços. 250. admitido em sociedade já constituída.032. 76 . Portanto. ERRADO. Reza o artigo 1. 248. na proporção em que participem das perdas sociais. Esta é a inteligência do artigo 1. A retirada. 246. II e III). Nas sociedades de prazo determinado.003. Artigo 1. exclusão ou morte do sócio. Nas de prazo indeterminado é imprescindível o voto da maioria absoluta dos sócios (CC. é que passará a produzir efeitos perante terceiros. expresso em modificação do contrato social. enquanto não se requerer a averbação (CC. independentemente da fração no capital social há de existir concordância unânime dos demais sócios para a cessão. 1. perante a sociedade e terceiros. salvo convenção em contrário. sem o consentimento dos demais sócios. art. os sócios possuem a faculdade de escolher se assumirão. não se exime das dívidas sociais anteriores à admissão.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo sociedade de advogados). até dois anos após averbada a resolução da sociedade. até dois anos depois de averbada a modificação do contrato.032). ERRADO. responde o cedente solidariamente com o cessionário. parágrafo único. 249. sob pena de ser privado de seus lucros e dela excluído. salvo cláusula de responsabilidade solidária.002 do Novo Código Civil. CORRETO. 247. não pode. o sócio não pode ser substituído no exercício das suas funções. ERRADO. não o exime. Segundo o art. nem nos dois primeiros casos. ou não. pelas posteriores e em igual prazo. CORRETO. Quando da contratação de uma sociedade simples. da responsabilidade pelas obrigações sociais anteriores. ou a seus herdeiros. empregar-se em atividade estranha à sociedade.023 do codex: Se os bens da sociedade não lhe cobrirem as dívidas.025 do Código Civil que o sócio. pelas obrigações que tinha como sócio. 252. respondem os sócios pelo saldo. responsabilidade subsidiária pelas dívidas contraídas em nome da sociedade. 1. 251. o sócio. para que haja dissolução é necessário consenso unânime dos sócios. somente depois de averbada no órgão competente. 1. ERRADO. Segundo o artigo 1.

(OAB ES/2005/FCC) Na sociedade cooperativa a responsabilidade dos sócios não poderá ser limitada. (OAB SP/2005/FCC) cooperativa é obrigatório. 255. ou em sucursal. responderão. 1. pelas obrigações sociais. Considera-se gerente o preposto permanente no exercício da empresa. (OAB ES/2005/FCC) Na sociedade cooperativa não é dispensável o capital social. 261. O capital social de uma sociedade 77 . As características acima correspondem à cooperativa. filial ou agência (CC. (OAB ES/2005/FCC) Na sociedade cooperativa cada sócio tem direito a um só voto nas deliberações. O enunciado refere-se à cooperativa. se a sociedade vier a sofrer perdas irreparáveis em razão das operações efetivadas. Inobstante seja o preposto de maior qualificação dentro do estabelecimento. 259. art. constituindo órgão seu. O administrador representa a pessoa jurídica. Capítulo 10 – Sociedades Cooperativas 254. tendo ou não capital a sociedade. proceder-se-á à redução do capital social. (DPE SP/2007/FCC) Cada sócio responde pelo valor de sua quota e todos terão responsabilidade solidária pela integralização do capital social. (OAB ES/2005/FCC) Na sociedade cooperativa cada sócio terá direito a voto proporcionalmente à sua participação no capital da sociedade. (DPE SP/2007/FCC) Sociedade de pessoas voltadas à consecução de atividades econômicas em que todos os sócios. 258.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 253. O gerente. pessoas físicas. podendo os bens particulares dos sócios responder por débitos da sociedade. é subordinado aos administradores e às decisões tomadas pelos sócios no exercício da empresa. Após esta integralização do capital. e qualquer que seja o valor de sua participação. CORRETO. 256. solidária e ilimitadamente. na sociedade cooperativa a responsabilidade dos sócios é sempre limitada. é subalterno ao administrador. 257. (DPE SP/2006/FCC) De acordo com o Código Civil. na visão do Novo Código Civil. 260. na sede desta. diminuindo-se proporcionalmente o valor nominal das quotas de cada sócio.072).

263. (Juiz Susbtituto TRT-RO/ 2005/FCC) Constitui-se em característica da sociedade cooperativa a intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade. proporcionalmente às quotas subscritas e integralizadas pelo sócio. pois o quorum para a assembléia geral funcionar e deliberar é fundado no número de sócios nela presentes. 268. 266. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade cooperativa de crédito tem natureza empresária. proporcionalmente às quotas de capital subscritas e integralizadas. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade cooperativa de crédito tem natureza simples. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade cooperativa de crédito tem natureza empresária. (OAB SP/2005/FCC) O capital social de uma sociedade cooperativa confere ao sócio o direito a voto nas deliberações. registra-se no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e depende de autorização do BACEN. 267. 264. registra-se na Junta Comercial e independe de autorização do BACEN.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 262. registra-se na Junta Comercial e depende de autorização do BACEN. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade cooperativa de crédito tem natureza simples. (OAB SP/2005/FCC) O capital social de uma sociedade cooperativa será considerado para a distribuição dos resultados. ainda que por herança. 265. (OAB SP/2005/FCC) O capital social de uma sociedade cooperativa não implica o direito de voto nas deliberações. 269. registra-se na Junta Comercial e depende de autorização do BACEN. Gabarito – Capítulo 10 254 255 256 257 258 259 260 261 E E E C E E E E 263 264 265 266 267 268 269 C E E E C E C 78 .

acrescido do termo Cooperativa. não sujeitas à falência. há possibilidade da entrada de novos sócios – desde que preenchidos requisitos estatutários. sem objetivo de lucro (não significa que não possa auferir receitas). o patamar de prejuízo será correspondente à participação do cooperado. A responsabilidade prevista para o sócio pode ser limitada ou ilimitada. Cada sócio possui apenas um voto (independentemente do percentual do capital e da composição. As cotas sociais das cooperativas não podem ser cedidas.094. a depender de como prevê o estatuto social. O nome empresarial é uma denominação. prestam serviços aos associados. Art. Cooperativas são de objetivo civil. ERRADO. Celebram contrato de sociedade cooperativa as pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços para o exercício de uma atividade econômica. O nome empresarial é uma denominação. Código Civil: São características da sociedade cooperativa o direito de cada sócio a um só voto nas 79 . Cooperativas são de objetivo civil. Se ilimitada. Se limitada. 257. A responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada. 256. Se ilimitada. 255. constituídas para prestar serviços aos associados. ERRADO. de natureza civil. A responsabilidade prevista para o sócio pode ser limitada ou ilimitada. porém.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 262 E Comentários – Capítulo 10 254. Não é obrigado que possuam capital social (pode haver sócio fornecendo apenas serviço). Se limitada. acrescido do termo Cooperativa. Lei 5.764/71). de proveito comum. a depender de como prevê o estatuto social. o patamar de prejuízo será correspondente à participação do cooperado. a responsabilização dos sócios se dará nos mesmos moldes das sociedades em nome coletivo. sem objetivo de lucro (não significa que não possa auferir receitas). 1. há possibilidade da entrada de novos sócios – desde que preenchidos requisitos estatutários. a responsabilização dos sócios se dará nos mesmos moldes das sociedades em nome coletivo. Cada sócio possui apenas um voto (independentemente do percentual do capital e da composição. De qualquer forma. prestam serviços aos associados. 13. essa responsabilidade será subsidiária (art. CORRETO. simples. As cooperativas são sociedades de pessoas. Não é obrigado que entrem com capital social (pode haver sócio fornecendo apenas serviço). sem objetivo de lucro. ERRADO. As cotas sociais das cooperativas não podem ser cedidas. porém.

art. ou dispensa.095). 264. a). 263. 258. captação de depósitos à vista e a prazo. 261. 13. 260. 1. etc. ou dispensa do capital social.442/64.094. I. essa responsabilidade será subsidiária (art. fundado no número de sócios presentes à reunião. 1. do capital social (CC. como concessão de crédito. art.094. proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo sócio com a sociedade. ERRADO. A despeito de as cooperativas de crédito possuírem natureza simples. art. 1. e qualquer que seja o valor de sua participação. São características da sociedade empresária distribuição dos resultados. Lei 5. 262. cheques.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo deliberações. VII). atualmente. 265. com forma e natureza jurídica próprias. Cooperativas de crédito são instituições financeiras constituídas sob a forma de sociedade cooperativa. São características da sociedade cooperativa quorum. art. I. 1. 259. tendo por objeto a prestação de serviços financeiros aos associados. V). e qualquer que seja o valor de sua participação. tenha ou não capital a sociedade. e não no capital social representado (CC. ERRADO. São características da sociedade cooperativa quorum. 1. ERRADO. V). para a assembléia geral funcionar e deliberar. A responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada (CC. seu registro há que ser feito na Junta Comercial (Lei do Registro Público de Empresas.764/71. 32. constituídas para prestar serviços aos associados. é a Lei 5. e não no capital social representado (CC.094. fundado no número de sócios presentes à reunião. tenha ou não capital a sociedade. ERRADO. CORRETO. Código Civil: São características da sociedade cooperativa o direito de cada sócio a um só voto nas deliberações.094.094. ERRADO. Além disso. a resolução 3. ERRADO. Código Civil: São características da sociedade cooperativa a variabilidade. Art. I). art. art. VI. Artigo 1. Sociedades Cooperativas são sociedades de pessoas.764/71). 1. podendo ser atribuído juro fixo ao capital realizado (CC.094. De qualquer forma. do Conselho Monetário Nacional dispõe que se perfaz 80 . São características da cooperativa a variabilidade. cujo regime jurídico. para a assembléia geral funcionar e deliberar. ERRADO.

responde o cedente solidariamente com o cessionário. Sociedades cooperativas de crédito possuem natureza simples. CORRETO. perante a sociedade e terceiros. 267. art. seu registro há que ser feito na Junta Comercial (Lei do Registro Público de Empresas. ERRADO. Sociedades cooperativas de crédito possuem natureza simples. 272. com forma e natureza jurídica próprias. Além disso. O seu inciso V prevê a intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade. 32.764/71.442/64. As características das sociedades cooperativas estão previstas no artigo 1.094 do Código Civil.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo necessária a autorização do BACEN para o funcionamento das cooperativas de crédito. constituídas para prestar serviços aos associados. captação de depósitos à vista e a prazo. A despeito de as cooperativas de crédito possuírem natureza simples. tendo por objeto a prestação de serviços financeiros aos associados. Cooperativas de crédito são instituições financeiras constituídas sob a forma de sociedade cooperativa. Sociedades Cooperativas são sociedades de pessoas. atualmente. 269. 266. registram-se na Junta e dependem de autorização do BACEN para funcionamento. é a Lei 5. 268. CORRETO. a). (ISS/Santos/2006/FCC) Até dois anos depois de averbada a modificação do contrato de cessão total ou parcial de quotas. etc. 271. registram-se na Junta e dependem de autorização do BACEN para funcionamento. a resolução 3. (ISS/Santos/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas é correto afirmar que a assembléia dos sócios instala-se. ERRADO. cujo regime jurídico. (ISS/Santos/2006/FCC) A estipulação contratual que exclua qualquer sócio de participar dos lucros e das perdas depende de deliberação unânime dos sócios. em primeira 81 . Capítulo 11 – Sociedades Limitadas 270. do Conselho Monetário Nacional dispõe que se perfaz necessária a autorização do BACEN para o funcionamento das cooperativas de crédito. pelas obrigações que tinha como sócio. ainda que por herança. I. como concessão de crédito. cheques.

281. tornam ilimitada a responsabilidade de todos os sócios. ainda que ausentes. 276. (ISS/Santos/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas é correto afirmar que o administrador pode. (Procurador RR/2006/FCC) Nas sociedades limitadas. é admitida a expulsão de sócio no caso de não integralização de suas quotas. (Promotor MP PE/2008/FCC) Na sociedade limitada. (Procurador RR/2006/FCC) Nas sociedades limitadas. 277. 273. deliberada pela maioria dos sócios remanescentes. 282. é admitida a expulsão de sócio no caso de falta grave. modificar o contrato social em relação à cláusula que possa implicar dano irreparável. é admitida a expulsão de sócio no caso de não integralização de suas quotas. devendo ser deliberada pela unanimidade dos sócios remanescentes. (ISS/Santos/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas é correto afirmar que o sócio não pode ser representado nas assembléias por outro sócio. devendo ser deliberada pela maioria do capital social. 279.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo convocação. mas apenas por advogado com poderes especiais. com a presença de titulares de no mínimo 51% do capital social. é admitida a expulsão de sócio no caso de falta grave. 274. é solidária a responsabilidade de todos os sócios pela integralização do capital 82 . se previsto no contrato. é admitida a expulsão de sócio no caso de falta grave. mesmo que não previsto no contrato. (Procurador RR/2006/FCC) Nas sociedades limitadas. (Procurador RR/2006/FCC) Nas sociedades limitadas. 280. (ISS/Santos/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas é correto afirmar que as deliberações em assembléia. (ISS/Santos/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas é correto afirmar que as deliberações em assembléia serão obrigatórias se o número de sócios for superior a 10. independentemente de deliberação dos sócios. se previsto no contrato. 275. (Procurador RR/2006/FCC) Nas sociedades limitadas. deliberada pela maioria absoluta do capital social. 278. deliberada pela maioria dos sócios remanescentes. infringentes do contrato ou da lei.

tendo a sociedade mantido a exploração do estabelecimento. na época da cessão a ABC Comercial Ltda. tendo a sociedade mantido a exploração do estabelecimento. o débito é de responsabilidade de João e Alberto. sociedade que mantém o estabelecimento denominado "Calçados João & Alberto". Em 1º de março de 2005. 286. destinado ao comércio varejista de calçados. sob o mesmo nome. Porém. destinado ao comércio varejista de calçados. que não foi paga e que agora é executada pelo respectivo credor. mas a responsabilidade individual dos sócios é restrita ao valor de suas quotas. Supondo que o contrato de cessão de quotas seja omisso com relação ao tema e que a dívida estava regularmente contabilizada. Em 1º de março de 2005. sociedade que mantém o estabelecimento denominado "Calçados João & Alberto".. na época da cessão a ABC Comercial Ltda. foi averbada no órgão de registro de comércio a cessão de suas quotas a Carlos e Fernando. destinado ao comércio varejista de calçados. era devedora de duplicata mercantil. porque os sócios antigos continuam respondendo pelas dívidas sociais até 2(dois) anos depois do seu desligamento da sociedade. era devedora de duplicata mercantil. o débito é de responsabilidade da ABC Comercial Ltda. sob o mesmo nome. sob o mesmo nome. (Procurador de Contas/TCE CE/2006/FCC) Em sociedades limitadas regidas subsidiariamente pelas regras da sociedade 83 . Supondo que o contrato de cessão de quotas seja omisso com relação ao tema e que a dívida estava regularmente contabilizada. porque suas obrigações não são afetadas pela mudança de seu quadro societário. Supondo que o contrato de cessão de quotas seja omisso com relação ao tema e que a dívida estava regularmente contabilizada. Porém. foi averbada no órgão de registro de comércio a cessão de suas quotas a Carlos e Fernando.. tendo a sociedade mantido a exploração do estabelecimento. sociedade que mantém o estabelecimento denominado "Calçados João & Alberto".. que não foi paga e que agora é executada pelo respectivo credor. (AFR SP/2006/FCC) João e Alberto eram sócios da ABC Comercial Ltda.. 283. que não foi paga e que agora é executada pelo respectivo credor. porque são os atuais integrantes do quadro societário. (AFR SP/2006/FCC) João e Alberto eram sócios da ABC Comercial Ltda.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo social. 285. 284. (AFR SP/2006/FCC) João e Alberto eram sócios da ABC Comercial Ltda. foi averbada no órgão de registro de comércio a cessão de suas quotas a Carlos e Fernando. Em 1º de março de 2005. o débito é de responsabilidade de Carlos e Fernando. Porém. na época da cessão a ABC Comercial Ltda. era devedora de duplicata mercantil.

(Procurador de Contas/TCE CE/2006/FCC) Em sociedades limitadas regidas subsidiariamente pelas regras da sociedade simples. (DPE SP/2007/FCC) Cada sócio responde pelo valor de sua quota e todos terão responsabilidade solidária pela integralização do capital social. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas. a administração é privativa de um. 294. mesmo que o contrato social disponha em sentido contrário. 288. 293. 289. 84 . (Procurador de Contas/TCE CE/2006/FCC) Em sociedades limitadas regidas subsidiariamente pelas regras da sociedade simples. (Procurador de Contas/TCE CE/2006/FCC) Em sociedades limitadas regidas subsidiariamente pelas regras da sociedade simples. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas. os sócios são automaticamente administradores. Após esta integralização do capital. a nomeação e destituição de administradores não sócios depende da concordância da unanimidade dos sócios. 290. mas são indivisíveis em relação à sociedade. é correto afirmar que a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. proceder-se-á à redução do capital social. se a sociedade vier a sofrer perdas irreparáveis em razão das operações efetivadas. (Procurador de Contas/TCE CE/2006/FCC) Em sociedades limitadas regidas subsidiariamente pelas regras da sociedade simples.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo simples. As características acima correspondem à sociedade limitada. não se admite a nomeação de administradores por instrumento separado do contrato social. 287. é correto afirmar que as quotas podem ser iguais ou desiguais. o quorum de nomeação de administradores não sócios varia conforme o capital esteja ou não totalmente integralizado. 291. diminuindo-se proporcionalmente o valor nominal das quotas de cada sócio. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas. é correto afirmar que os sócios respondem conjuntamente pela integralização do Capital Social. alguns ou todos os sócios. 292.

podendo. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Nas sociedades limitadas os administradores serão. porque legalmente vedada a designação de administradores não sócios. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Nas sociedades limitadas o sócio remisso quanto às contribuições estabelecidas no contrato social. depois de constituído em mora. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Nas sociedades limitadas a administração atribuída no contrato a todos os sócios se estende de pleno direito aos que posteriormente adquirirem essa qualidade. 299. terá obrigatoriamente reduzida sua quota ao montante já realizado. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Nas sociedades limitadas aplicam-se subsidiariamente as normas da sociedade simples. (Procurador de Contas TCE AM/2006/FCC) A estipulação contratual que exclua o sócio de participar dos lucros e das perdas é nula. porém. 301. é correto afirmar que a administração atribuída a todos os sócios não se estende de pleno direito aos que posteriormente adquirirem essa qualidade. 304. cabendo uma ou diversas a cada sócio. o contrato prever a regência supletiva pelas normas da sociedade anônima. sócios. (Procurador Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) A respeito das sociedades limitadas. (Procurador de Contas TCE AM/2006/FCC) A estipulação contratual que exclua o sócio de participar dos lucros e das perdas é anulável. 85 . 296. 298. (Procurador de Contas TCE AM/2006/FCC) A estipulação contratual que exclua o sócio de participar dos lucros e das perdas é ineficaz em relação aos demais sócios. não podendo ser compelido a pagar qualquer indenização. 300.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 295. (Procurador Municipal Salvador 2006/FCC) Nas sociedades limitadas o capital social divide-se em quotas necessariamente iguais. 302. 297. (Procurador de Contas TCE AM 2006/FCC) Na sociedade limitada a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. 303. necessariamente.

(Procurador de Contas TCE AM 2006/FCC) Na sociedade limitada a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. desde que autorizada a abertura do capital da sociedade empresária. 308. 86 .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo mas todos os sócios respondem solidariamente pela integralização do capital social. mas todos os sócios respondem conjuntamente pela integralização do capital social. 305. (Procurador de Contas TCE AM 2006/FCC) Na sociedade limitada a responsabilidade de cada sócio é restrita ao capital integralizado. o sócio não pode ceder as suas quotas a estranhos ou a outros membros da sociedade. total ou parcialmente. (Procurador TCE/MA/2005/FCC) Na sociedade limitada. (Procurador de Contas TCE AM 2006/FCC) Na sociedade limitada a responsabilidade de cada sócio tem por limite o capital social. 309. (Procurador de Contas TCE AM 2006/FCC) Na sociedade limitada a responsabilidade de cada sócio será fixada no contrato social. 307. enquanto não tiver o seu capital totalmente integralizado. (Procurador TCE/MA/2005/FCC) Na sociedade limitada. solidariamente. integralizado ou não. porém. sendo-lhe permitido retirar-se da sociedade apenas nas hipóteses em que a lei lhe confere o chamado direito de recesso. 312. (OAB SP/2006/FCC) A quota de capital de uma sociedade empresária pode ser negociada em bolsa de valores. 306. a quem seja sócio. 310. cujo contrato social é omisso em relação à disciplina da alienação das quotas sociais. (OAB SP/2006/FCC) A quota de capital de uma sociedade empresária não pode ser negociada em bolsa de valores. não respondendo pelo que faltou para sua integralização. independentemente de anuência dos outros. 311. pela integralização. cujo contrato social é omisso em relação à disciplina da alienação das quotas sociais. o sócio pode ceder as suas quotas. (OAB SP/2006/FCC) A quota de capital de uma sociedade empresária não pode ser negociada em bolsa de valores. 313. respondendo. independentemente do valor de suas quotas. todos os sócios.

(Procurador TCE/MA/2005/FCC) Na sociedade limitada. 320. constituído em mora. a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas cotas e todos respondem conjuntamente pela integralização do capital social.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 314. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Nas sociedades limitadas. 318. 322. 319. o sócio que. fizer conferência de bens. para integralizar o capital. O contrato social poderá prever a aplicação supletiva das normas pertinentes à sociedade anônima. (OAB/SP/2005/FCC) O uso da firma ou denominação social é privativa dos administradores que tenham os necessários poderes. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Nas sociedades limitadas. (OAB/SP/2005/FCC) A existência de conselho fiscal é facultativo nas sociedades empresárias e obrigatória nas sociedades por ações de capital aberto. 316. não integralizada a quota de sócio remisso. o sócio pode ceder as suas quotas a terceiros. (Procurador TCE/MA/2005/FCC) Na sociedade limitada. cujo contrato social é omisso em relação à disciplina da alienação das quotas sociais. bem como dos sócios titulares da maioria das quotas que compõem o capital social. poderá a maioria dos demais sócios promover-lhe a exclusão. (Procurador TCE/MA/2005/FCC) Na sociedade limitada. estranhos ao quadro social. o sócio somente pode retirar-se da sociedade através de processo de dissolução judicial. bastando que conceda direito de preferência aos demais sócios. 87 . (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Nas sociedades limitadas. desde que haja anuência de sócios representando pelo menos 1/3 do capital social. 321. responde pela evicção. cujo contrato social é omisso em relação à disciplina da alienação das quotas sociais. 317. 315. em que demonstre a perda da affectio societatis. o sócio pode ceder as suas quotas a terceiros. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Nas sociedades limitadas. cujo contrato social é omisso em relação à disciplina da alienação das quotas sociais.

(OAB SP/2005) Resolvendo-se o vínculo de um sócio com a sociedade empresária de que faz parte. 327. 325. bens ou direitos que somam R$ 200. totalmente subscrito e integralizado. 329.00. Isso significa que seus sócios transferiram à sociedade valores. seus haveres sociais serão pagos de acordo com o critério do valor patrimonial de suas quotas na data da resolução. 331.000.000. R$ 200. (OAB SP/2005/FCC) O administrador das sociedades limitadas pode ser nomeado no contrato social ou por ato separado. 88 . (Procurador TCE/PI/2005/FCC) Uma sociedade limitada tem capital social de R$ 200. no mínimo.00 para desempenho da empresa. e não havendo previsão contratual a respeito. totalmente subscrito e integralizado. (OAB SP/2005/FCC) O administrador das sociedades limitadas pode ser nomeado no contrato social ou por ato separado.00 até o aumento do capital social. (OAB SP/2005/FCC) O administrador das sociedades limitadas pode ser nomeado no contrato social ou por ato separado. o sócio que.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 323. Isso significa que seus credores têm garantia de que o patrimônio da sociedade sempre será de.00. mas não pela solvência do devedor.00.000. seus haveres econômico de suas quotas à data da resolução. 324. apurado em balanço especial. 326. transferir crédito. responde pela existência do crédito. totalmente subscrito e integralizado. (Procurador TCE/PI/2005/FCC) Uma sociedade limitada tem capital social de R$ 200. para integralizar o capital. e não havendo previsão contratual a respeito. 328.000. (Procurador TCE/PI/2005/FCC) Uma sociedade limitada tem capital social de R$ 200. (Procurador do Estado/SE/2005/FCC) Nas sociedades limitadas. Isso significa que seus credores têm garantia de que o patrimônio da sociedade será igual a R$ 200. Uma das conseqüências dessa distinção é que o administrador nomeado em contrato tem poderes irrevogáveis. 330. Uma das conseqüências dessa distinção é que o administrador nomeado em contrato deve ser sócio. (OAB SP/2005) Resolvendo-se o vínculo de um sócio com a sociedade empresária de que faz parte. conforme a cotação em bolsa de valores. Uma das conseqüências dessa distinção é que o administrador nomeado em contrato depende de quorum de nomeação diferenciado.00.000.000.

salvo cláusula expressa em sentido contrário. 334. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) Com relação ás sociedades por quotas de responsabilidade limitada é correto afirmar que a participação dos sócios nos lucros sociais deve necessariamente ser equivalente ao percentual de sua participação no capital social. 333. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) A sociedade por quotas de responsabilidade limitada cujo capital não estiver totalmente integralizado enseja a responsabilidade ilimitada dos sócios pelas dívidas sociais. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) A sociedade por quotas de responsabilidade limitada cujo capital não estiver totalmente integralizado ainda não possui personalidade jurídica. 340. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) Com relação ás sociedades por quotas de responsabilidade limitada é correto afirmar que a alteração da contrato social depende do consentimento unânime dos sócios. (OAB SP/2005) Resolvendo-se o vínculo de um sócio com a sociedade empresária de que faz parte. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) A sociedade por quotas de responsabilidade limitada cujo capital não estiver totalmente integralizado pode cobrar do sócio remisso o valor faltante. (OAB SP/2005) Resolvendo-se o vínculo de um sócio com a sociedade empresária de que faz parte. seus haveres patrimonial de suas quotas na data do efetivo pagamento. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) Com relação ás sociedades por quotas de responsabilidade limitada é correto afirmar que todos os sócios devem contribuir para a formação do capital social. 338. e não havendo previsão contratual a respeito. não sendo admitida a figura do sócio que participa só com trabalho. apurado em balanço especial. apurado em perícia judicial. 89 . (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) A sociedade por quotas de responsabilidade limitada cujo capital não estiver totalmente integralizado não pode exercer atividade mercantil. e não havendo previsão contratual a respeito.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 332. seus haveres econômico de suas quotas na data do efetivo pagamento. 339. 335. 337. 336.

se menor quorum não for estabelecido no contrato social.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 341. 346. 90 . (Analista BACEN/Área 4/2006/FCC) A exclusão do sócio minoritário da sociedade limitada. (Analista BACEN/Área 4/2006/FCC) A exclusão do sócio minoritário da sociedade limitada. desde que seja prevista tal possibilidade no contrato social. em razão da infração dos deveres inerentes à condição de sócio. após autorização de sócios que representem. em razão da infração dos deveres inerentes à condição de sócio. pode ser deliberada extrajudicialmente. depende de prévia decisão judicial. (Analista BACEN/Área 4/2006/FCC) A exclusão do sócio minoritário da sociedade limitada. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) Com relação ás sociedades por quotas de responsabilidade limitada é correto afirmar que o sócio pode alienar suas quotas a terceiro. 347. em ação que deve ser ajuizada por todos os demais sócios da sociedade e na qual seja demonstrada a prática de atos de inegável gravidade e que possam colocar em risco a continuidade da empresa. depende de prévia decisão judicial. mediante aprovação de sócios representando pelos menos 3/4 dos quotistas presentes à assembléia. pode ser deliberada pelos demais sócios. pelo menos. no máximo. haja aprovação de sócios representando mais da metade do capital social e seja dada oportunidade ao sócio excluído para apresentar sua defesa na reunião ou assembléia de quotistas convocada para esse fim. que pode permanecer na cargo. pode ser deliberada extrajudicialmente. (Analista BACEN/Área 4/2006/FCC) A exclusão do sócio minoritário da sociedade limitada. em razão da infração dos deveres inerentes à condição de sócio. independentemente do consentimento dos demais sócios. em assembléia de quotistas convocada especificamente para tal fim. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) Com relação ás sociedades por quotas de responsabilidade limitada é correto afirmar que a administração da sociedade deve ser exercida necessariamente par um sócio. em razão da infração dos deveres inerentes à condição de sócio. 343. em ação que deve ser ajuizada em nome da sociedade. por 3 (três) anos. apenas na hipótese de não integralização das quotas subscritas pelo sócio excluído. (Analista BACEN/Área 4/2006/FCC) A exclusão do sócio minoritário da sociedade limitada. 345. em razão da infração dos deveres inerentes à condição de sócio. 344. 342. 3/4 do capital do social.

(Ministério Público de SP/2006/FCC) Quanto às Sociedades Limitadas. a três quartos do capital social. dentre outras hipóteses. no caso de modificação do contrato social. no mínimo. dentre outras hipóteses. a três quartos do capital social. 349. dentre outras hipóteses. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Nas limitadas. dentre outras hipóteses. no mínimo. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Nas limitadas. 356. desde que haja expressa autorização no contrato social ou em ato separado. dentre outras hipóteses. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Nas limitadas. (Ministério Público de SP/2006/FCC) Quanto às Sociedades Limitadas. 355. no mínimo. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Nas limitadas. 351. é facultado aos sócios se comprometerem apenas com prestação de serviços. (Procurador Municipal de Manaus/2006/FCC) Nas limitadas. no mínimo. as deliberações dos sócios em assembléia serão tomadas pelos votos correspondentes. (Ministério Público de SP/2006/FCC) Quanto às Sociedades Limitadas. 91 .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 348. no caso de designação dos administradores. as deliberações dos sócios em assembléia serão tomadas pelos votos correspondentes. (Ministério Público de SP/2006/FCC) Quanto às Sociedades Limitadas. necessariamente. no mínimo. as deliberações dos sócios em assembléia serão tomadas pelos votos correspondentes. as Sociedades Limitadas podem ser classificadas como sociedades empresariais personificadas. 353. as deliberações dos sócios em assembléia serão tomadas pelos votos correspondentes. no caso de destituição dos administradores. a três quartos do capital social. ser sócio da empresa. quando não estabelecido no contrato. 354. a três quartos do capital social. o administrador não precisa. no caso de modo de remuneração dos administradores. 350. no caso de aprovação das contas da administração. 352. a três quartos do capital social. o Conselho Fiscal é órgão facultativo e que depende de previsão no contrato social. quando feita em separado. as deliberações dos sócios em assembléia serão tomadas pelos votos correspondentes.

perante a sociedade e terceiros. 272. CORRETO. 92 . ERRADO. 271. e. O quórum para instalação difere do quórum para deliberação. A Assembléia dos sócios nas Sociedades Limitadas instala-se com a presença. 273. Pelo artigo 1.008 do Código Civil: É nula a estipulação contratual que exclua qualquer sócio de participar dos lucros e das perdas.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo Gabarito – Capítulo 11 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 E C E E E E C E E C E E C E E C E E 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 E E C C C E C C E E C E E E C E C E 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 E E E E C E C E E E E E C E C C C E 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 E C E E E C C E E E E C E E E E C E 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 E E E C E E E E E E C E C C C Comentários – Capítulo 11 270. em primeira convocação. Transcrição do parágrafo único do artigo 1. com qualquer número. As deliberações infringentes do contrato ou da lei tornam ilimitada a responsabilidade dos que expressamente as aprovaram (art. de titulares de no mínimo três quartos do Capital Social. pelas obrigações que tinha como sócio. ERRADO.003 do Código Civil: Até dois anos depois de averbada a modificação do contrato de cessão total ou parcial de quotas. ERRADO. 1.080. responde o cedente solidariamente com o cessionário. em segunda. CC).

2) ato de gravidade praticado por parte do sócio. Segundo o artigo 1. 1. 93 . 275. 280. 1. aos demais sócios. Código Civil.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 274. Ao revés. Existem dois tipos de exclusão de sócios: a) judicial. ERRADO. 1. também.085. 279. CORRETO. Os quesitos básicos que se impõem para a expulsão extrajudicial por justa causa são (art. O sócio remisso (aquele que não integralizou suas quotas) pode ser excluído pelos demais sócios. 4) aviso ao sócio para fins de exercer contraditório e ampla defesa. ERRADO.085. 2) ato de gravidade praticado por parte do sócio. parágrafo primeiro: o sócio pode ser representado na assembléia por outro sócio. nas Assembléias. havendo possibilidade de cobrança de indenização por prejuízo. Essa autorização não vige. Existem dois tipos de exclusão de sócios: a) judicial. CC): 1) previsão no contrato social. ou por advogado. também. tão-somente. O sócio remisso (aquele que não integralizou suas quotas) pode ser excluído pelos demais sócios. que é a regra. ERRADO. As deliberações das Sociedades Limitadas são obrigatórias se houver mais de 10 sócios. Faculta-se. que se trata de medida excepcional. Os procedimentos para reunião devem ser estabelecidos no próprio contrato social. CORRETO. 5) quórum de maioria absoluta do Capital Social para a exclusão. a diminuição do Capital Social ao montante já integralizado (art. 276. 5) quórum de maioria absoluta do Capital Social para a exclusão. sejam tomadas as decisões. b) extrajudicial. 4) aviso ao sócio para fins de exercer contraditório e ampla defesa. 3) assembleia ou reunião específica para este fim. que é a regra.014 do Código Civil que os atos de competência conjunta de vários administradores devem ser tomados por decisões de todos. ERRADO.004 c/ 1. 278. e. 1. as decisões podem ser tomadas em reunião de sócios. para que seja alterado o Contrato Social. Faculta-se. CC): 1) previsão no contrato social.058 do CC). o próprio CC trouxe o rito a se seguir. b) extrajudicial. enquanto que. havendo possibilidade de cobrança de indenização por prejuízo. Os quesitos básicos que se impõem para a expulsão extrajudicial por justa causa são (art. 3) assembleia ou reunião específica para este fim. ERRADO. 277.004 c/ 1. mas. aos demais sócios. a diminuição do Capital Social ao montante já integralizado (art. Artigo 1.058 do CC). mediante outorga por mandato. porém. ressalvados os casos de dano irreparável ou grave.074. e. que se trata de medida excepcional.

Caso todo o Capital esteja integralizado. b) extrajudicial. só produzirá efeitos quanto a terceiros depois de averbado à margem da inscrição do empresário. porém. se certa empresa é executada. O contrato que tenha por objeto a alienação. contudo. 1. ERRADO. 2) ato de gravidade praticado por parte do sócio. Vejam que o que houve foi a cessão de cotas e não a alienação do estabelecimento. para cada tipo societário. Ou seja.052 do Código Civil. CC): 1) previsão no contrato social. Este é o teor do artigo 1. Já a alienação de quotas (e sua possibilidade) é definida. não se aplicando neste caso o disposto no artigo 1. ou da sociedade empresária. cobrando-se dela uma dívida. Desta forma. A responsabilidade de cada sócio está limitada ao valor das cotas por ele subscritas. 283. a responsabilidade continua sendo da ABC Comercial Ltda. Desta forma. 285. ou seja. CORRETO. Já a alienação de quotas (e sua possibilidade) é definida. O contrato que tenha por objeto a alienação. o usufruto ou arrendamento do estabelecimento. 3) assembleia ou reunião específica para este fim. há responsabilidade solidária pela integralização do Capital Social. e de publicado na imprensa oficial. e. no Registro Público de Empresas Mercantis. Os quesitos básicos que se impõem para a expulsão extrajudicial por justa causa são (art. ERRADO. para cada tipo societário. o usufruto ou arrendamento do estabelecimento. não há que se falar em cobrança sobre o patrimônio pessoal dos sócios. a responsabilidade continua sendo da ABC Comercial Ltda.085. que é a regra. 4) aviso ao sócio para fins de exercer contraditório e ampla defesa. só produzirá efeitos 94 . no Registro Público de Empresas Mercantis. por lei e pelo estatuto.024 que prevê a responsabilização social (e não dos sócios) pelas dívidas contraídas no exercício de empresa.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 281. direito a regresso.024 que prevê a responsabilização social (e não dos sócios) pelas dívidas contraídas no exercício de empresa. 5) quórum de maioria absoluta do Capital Social para a exclusão. Existem dois tipos de exclusão de sócios: a) judicial. 284. O contrato que tenha por objeto a alienação. caímos no artigo 1. o usufruto ou arrendamento do estabelecimento. ou seja. que se trata de medida excepcional. Vejam que o que houve foi a cessão de cotas e não a alienação do estabelecimento. caímos no artigo 1. ERRADO.146 do CC. e de publicado na imprensa oficial.146 do CC. ou da sociedade empresária. só produzirá efeitos quanto a terceiros depois de averbado à margem da inscrição do empresário. não se aplicando neste caso o disposto no artigo 1. CORRETO. os sócios respondem sem benefício de ordem por aquele valor que falta para a total integralização do Capital Social – há. 282. por lei e pelo estatuto.

ERRADO. no Registro Público de Empresas Mercantis. há necessidade de no mínimo 2/3 do capital social. §1º).060 do Código Civil que a sociedade limitada é administrada por uma ou mais pessoas designadas no contrato social ou em ato separado.060 do CC dispõe que “A sociedade limitada é administrada por uma ou mais pessoas designadas no contrato social ou em ato separado”. ou da sociedade empresária. a decisão deverá ser unânime. Nas limitadas. ou seja. 1. 288. dois quóruns distintos para a eleição de administradores não-sócios: a) Se o capital social estiver totalmente integralizado. art. há de constar previsão no contrato social).042 e 1. 289.054). dos sócios. Nesse caso. 1. Vejam que o que houve foi a cessão de cotas e não a alienação do estabelecimento. Se a nomeação se der em ato separado. ERRADO. a eleição depende de 2/3 (dois terços). II). 997. a administração compete exclusivamente às pessoas naturais. um sócio não será administrador se o contrato social previr de forma diversa. 1. ERRADO.146 do CC. 1. art. Portanto.024 que prevê a responsabilização social (e não dos sócios) pelas dívidas contraídas no exercício de empresa. Dispõe o artigo 1. para cada tipo societário. não se aplicando neste caso o disposto no artigo 1. a responsabilidade continua sendo da ABC Comercial Ltda. Desta forma. Os administradores têm o poder de contrair obrigações e exercer direitos relativos à sociedade. O Código Civil prevê. de todos os sócios. em seu artigo 1. art.076. Pode ocorrer. art. por lei e pelo estatuto. o quórum passa a ser de mais da metade do capital social. VI c/c art. art. b) Se o capital estiver apenas parcialmente integralizado. 1. no mínimo. Nas sociedades limitadas a administração pode ser exercida por sócios ou não-sócios (para estes. Sendo investido por meio de ato 95 . 287. caímos no artigo 1. porém. Já a alienação de quotas (e sua possibilidade) é definida. sendo vedada a administração por pessoa jurídica (CC. e de publicado na imprensa oficial. para o caso de nomeação feita no contrato social (CC. de o contrato social não indicar pessoa específica para a administração.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo quanto a terceiros depois de averbado à margem da inscrição do empresário. a administração caberá a cada sócio separadamente.063. 286. Se não-sócio foi nomeado no contrato social o quórum para destituição passa a ser de ¾ (três quartos) do capital social (CC. salvo previsão expressa em contrário. se feita em ato separado (CC. No caso de destituição de sócio. O artigo 1.076. Nas sociedades em nome coletivo e em comandita simples.046). ERRADO. existe expressa vedação do Código ao exercício da administração por não-sócios (CC. I).061. Já a destituição de não-sócios depende de votos correspondentes a mais da metade do capital social.

96 . a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas.055 do CC dispõe que as cotas podem ter valores iguais ou desiguais. b) Se o capital estiver apenas parcialmente integralizado. 293. no prazo máximo de 10 (dez) dias. CORRETO. 290. se certa empresa é executada. contudo. na sociedade limitada. CORRETO. CORRETO. a eleição depende de 2/3 (dois terços). único). CORRETO. os sócios respondem sem benefício de ordem por aquele valor que falta para a total integralização do Capital Social – há. mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. Uma cota pode ter um ou mais de um dono (copropriedade de quotas). ERRADO. com o ingresso de novo sócio no quadro empresarial.060. a decisão deverá ser unânime.052 do CC: Na sociedade limitada.052 do Código Civil. Nas LTDAs. no mínimo. não há automática extensão . em seu artigo 1.061. direito a regresso. dispondo-se desta forma no ato constitutivo. É comum que a administração das sociedades limitadas seja atribuída plenamente a todos os sócios. contudo. Para tanto. 292. há responsabilidade solidária pela integralização do Capital Social. de todos os sócios. faz-se necessária alteração no contrato social. temos que. dos sócios. par. Este é o teor do artigo 1. 1. Ou seja. cobrando-se dela uma dívida. 295. A quota divida entre os sócios. Com espeque no artigo 1.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo separado. será apenas uma única quota. Para a sociedade. a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas.de pleno direito .052 do Código Civil. porém.pela integralização do capital social. 294. 291. art. a responsabilidade de cada sócio está limitada ao valor das cotas por ele subscritas. O art. Artigo 1. hipótese em que o representante exercerá o direito de sócio. 1. não há que se falar em cobrança sobre o patrimônio pessoal dos sócios. CORRETO. Ocorre que.dos poderes de administração (CC. estabelecendo-se expressamente os poderes conferidos. A quota social representa a unidade do capital social. dois quóruns distintos para a eleição de administradores não-sócios: a) Se o capital social estiver totalmente integralizado. mas todos respondem solidariamente – e não conjuntamente . O Código Civil prevê. é essencial a averbação no órgão competente. Caso todo o Capital esteja integralizado. não é divisível em relação à sociedade.

par. É nula a estipulação contratual que exclua qualquer sócio de participar dos lucros e das perdas. CORRETO. Nas sociedades limitadas a administração pode ser exercida por sócios ou não-sócios (CC. 2) reduzir a quota ao montante já integralizado. Com o ingresso de novo sócio no quadro empresarial de sociedade limitada. CORRETO.008 do Código Civil: É nula a estipulação contratual que exclua qualquer sócio de participar dos lucros e das perdas. é necessário que se faça prévia comunicação (prazo de 30 dias para adimplir a obrigação. 1. 297. par.052 a 1. faz-se necessária alteração no contrato social. 302.060. e desde que haja expressa previsão no contrato social.404/76). ERRADO. 97 . 3º) Não se resolvendo. art. Antes de qualquer sanção. ERRADO. como se extrai do artigo 1. O sócio remisso é que aquele que. O art. Segundo o artigo 1. a partir da notificação). estabelecendose expressamente os poderes conferidos. as questões não resolvidas por estes dispositivos podem ser dirimidas da seguinte forma: 1º) Utilização das normas previstas para sociedades simples no CC. 299. não o cumpriu.055 do CC dispõe que as cotas podem ter valores iguais ou desiguais. 300. As limitadas têm regramento específico no Código Civil – art. É nula a estipulação contratual que exclua qualquer sócio de participar dos lucros e das perdas. 298. 1. 303. único. único). 2º) Solução prevista no próprio contrato social.004. 301. utiliza-se a lei das sociedades por ações (lei 6. Entrementes.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 296.087. ERRADO. descontado o que se deve à sociedade.061). devolvendo eventual contribuição já efetuada. 1. Para tanto. CORRETO. ERRADO. Transcrição do artigo 1. pode a pessoa jurídica: 1) requerer indenização pelos danos emergentes de mora. 1. ERRADO.de pleno direito dos poderes de administração (CC. 304. Findo o prazo sem adimplemento. art. não há automática extensão . após firmar o compromisso de integralizar fração do capital social. ERRADO. do CC. de forma subsidiária. 3) excluir o sócio remisso.052 do Código Civil.

por exemplo. Ou seja. porém.052 do Código Civil. na sociedade limitada. por exemplo. A responsabilidade do sócio nas LTDAs é restrita ao valor de suas quotas. tem o capital dividido em quotas. a atuar nos mercados de capitais. Estes dois grupos têm o capital dividido em ações. Estes dois grupos têm o capital dividido em ações. ERRADO. ERRADO. havendo. Com espeque no artigo 1. após executado o patrimônio social e não verificada a integralização completa deste. ulteriormente. Quota social é inerente aos tipos societários que não se configurem como sociedades anônimas e comanditas por ações. não podendo negociá-las em bolsa de valores. tem o capital dividido em quotas. Quota social é inerente aos tipos societários que não se configurem como sociedades anônimas e comanditas por ações. Uma limitada. 309. artigo 1. não podendo negociá-las em bolsa de valores. temos que.pela integralização do capital social. 306. Somente eles estão autorizados. por conseguinte. ERRADO. 98 . mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. por conseguinte. ERRADO. a atuar nos mercados de capitais.004). CERTO. não havendo a possibilidade de contrato social dispor de forma diversa. Uma limitada. a atuar nos mercados de capitais. ERRADO. mas todos respondem solidariamente – e não conjuntamente . direito a regresso contra o sócio remisso. por exemplo. 310. Somente estes grupos estão autorizados. 308. temos que. um fornecedor da empresa que não recebeu seus créditos poderá. executar qualquer dos sócios para responder às dívidas até o limite faltante para a integralização completa do capital. Uma limitada.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 305. 311. a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas.052 do Código Civil. não podendo negociá-las em bolsa de valores. a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas. Somente eles estão autorizados. na sociedade limitada. 307. ERRADO. tem o capital dividido em quotas. os sócios respondem solidariamente pela integralização do capital social. Estes dois grupos têm o capital dividido em ações. Com espeque no artigo 1. A responsabilidade dos sócios frente à sociedade empresarial é prevista em lei (CC. Quota social é inerente aos tipos societários que não se configurem como sociedades anônimas e comanditas por ações. por conseguinte.

total ou parcialmente. ERRADO.066). a quem seja sócio. total ou parcialmente. independentemente de audiência dos outros. affectio societati (ou animus contrahendi societatis) é a disposição dos contraentes em participarem da sociedade. temos que. o sócio pode ceder sua quota. 1. conforme previsão expressa no Contrato Social: 1) Sociedades de pessoas. art. em que não há de existir prévio consentimento para a alienação de quotas sociais. 316. se não houver oposição de titulares de mais de um quarto do capital social (CC. Em tempo. em que se condiciona a alienação de quotas ao consentimento de outros sócios. 319. CORRETO. o sócio pode ceder sua quota. Na omissão do contrato. se não houver oposição de titulares de mais de um quarto do capital social (CC. As sociedades podem ser de dois tipos. a quem seja sócio. 1. independentemente de audiência dos outros. art. art.057). total ou parcialmente. Se o contrato for silente. a quem seja sócio. 1. total ou parcialmente. sócios ou não. independentemente de audiência dos outros. CORRETO. o uso da firma ou denominação social é privativo dos administradores que tenham os necessários poderes. os outros sócios podem obstar.052 do Código Civil. 318. o sócio pode ceder sua quota.057). art. Com espeque no artigo 1. 313. se não houver oposição de titulares de mais de um quarto do capital social (CC. 314. 2) Sociedades de capital. ou a estranho. Na omissão do contrato.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 312. a quem seja sócio. residentes no país (CC. ou a estranho. se não houver oposição de titulares de mais de um quarto do capital social (CC. 317. contribuindo para a realização do objetivo e buscando o lucro.057). 1. independentemente de autorização dos demais. Com fundamento no artigo 1.057).057). a responsabilidade de cada sócio é 99 . na sociedade limitada. 315. desde que com um quórum de mais de um quarto do Capital Social (CC. independentemente de audiência dos outros. 1. o sócio pode ceder sua quota total ou parcialmente a outro sócio. Na omissão do contrato. As sociedades limitadas podem possuir conselho fiscal. o sócio pode ceder sua quota. ERRADO. ERRADO.064 do Código Civil. art. conforme determina o artigo 161 da Lei 6. ERRADO. Na omissão do contrato. art. ERRADO. ou a estranho. Já nas sociedades por ações é obrigatória a existência de Conselho Fiscal. composto por três ou mais membros. ou a estranho.404/76. ERRADO. 1. Se a cessão/alienação for feita a alienígenas ao quadro social.

326. não realizasse transações empresariais. A integralização do capital social pode ser feita através de dinheiro ou de bens. A eleição de não-sócios pode ser feita diretamente no contrato social ou pela via de ato separado. CORRETO.000 para realização das atividades empresariais.005). mas todos respondem solidariamente – e não conjuntamente . outrossim. ERRADO.005). artigo 1. Em regra.pela integralização do capital social. Tal situação seria verdadeira somente se a empresa se mantivesse estática. Nas sociedades limitadas a administração pode ser exercida por sócios ou não-sócios (para estes. 327. salvo se o contrato social previr que serão utilizadas as normas das leis das sociedades anônimas. ERRADO.004 c/ 1. a sociedade limitada rege-se pelas disposições estabelecidas no próprio contrato social e no bojo das normas que lhe são atinentes no Código Civil. CORRETO. este responderá pelos danos sofridos pela sociedade (CC. O sócio que integralizar o capital por transferência de crédito responde pela existência do crédito e pela solvência do devedor (CC. ERRADO. CORRETO. há de constar previsão no contrato social). aos demais sócios. 324. Evicção é o desapossamento do bem por causa jurídica. indenização e custas judiciais que dela decorram. ERRADO. 1. 320. Observe que o enunciado disse que o montante foi subscrito e realizado. 322. 323.058 do CC).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo restrita ao valor de suas quotas. O sócio remisso (aquele que não integralizou suas quotas) pode ser excluído pelos demais sócios. Se o bem for reivindicado por terceiro. Isso significa que os sócios transferiram o valor de $ 200. 100 . a diminuição do Capital Social ao montante já integralizado (art. não realizasse transações empresariais. Faculta-se. 325. CORRETO. artigo 1. Nas omissões. havendo possibilidade de cobrança de indenização por prejuízo. rege-se pelas normas aplicáveis às sociedades simples. Se feita em bens o sócio responderá pela evicção. posteriormente à integralização através de bem pelo proprietário. Tal situação seria verdadeira somente se a empresa se mantivesse estática. 321.

pois. 1. 101 .031). CORRETO. que o administrador nomeado em ato separado tem seus poderes revogáveis a qualquer tempo (CC.019. salvo disposição contratual em contrário. à data da resolução. 1. art. com base na situação patrimonial da sociedade. considerada pelo montante efetivamente realizado. portanto.031). o valor da sua quota. com base na situação patrimonial da sociedade.019. o valor da sua quota. todavia. 333. ERRADO. art. Nos casos em que a sociedade se resolver em relação a um sócio. art. considerada pelo montante efetivamente realizado.053). art. ERRADO. do Código Civil que são irrevogáveis os poderes do sócio investido na administração por cláusula expressa do contrato social. Nos casos em que a sociedade se resolver em relação a um sócio. verificada em balanço especialmente levantado (CC. liquidar-se-á. a pedido de qualquer dos sócios. liquidar-se-á. 1. com base na situação patrimonial da sociedade. no mínimo. verificada em balanço especialmente levantado (CC. o valor da sua quota. ERRADO. reconhecida judicialmente. liquidar-se-á. “maldosa”. Se a nomeação for de administrador não-sócio é irrelevante se a nomeação é no contrato social ou em ato separado: exige-se a unanimidade caso o contrato não esteja totalmente integralizado ou 2/3 se já o estiver. 329. art. Lembre-se.031). à data da resolução. Dispõe o art. A nomeação de administrador sócio: 1) Em contrato social é feita por ¾ (três quartos). 1. art. 1. parágrafo único). liquidar-se-á. verificada em balanço especialmente levantado (CC. Veja-se que este artigo é aplicável por subsidiariedade às sociedades limitadas (CC. o valor da sua quota. considerada pelo montante efetivamente realizado. ERRADO. são irrevogáveis os poderes de administrador nomeado em contrato. verificada em balanço especialmente levantado (CC.031). à data da resolução. via de regra. salvo disposição contratual em contrário.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 328. 1. Nos casos em que a sociedade se resolver em relação a um sócio. do Capital Social. CORRETO. 330. 332. 1. com base na situação patrimonial da sociedade. e 2) Em ato separado é feita por maioria absoluta dos votos representativos do capital social. Nos casos em que a sociedade se resolver em relação a um sócio. à data da resolução. considerada pelo montante efetivamente realizado. A banca foi. salvo justa causa. 331. salvo disposição contratual em contrário. salvo disposição contratual em contrário.

024). art. não havendo falta ou irregularidade em tal ato. 2) Exceção: em caso de insolvência os bens dos sócios podem ser executados. Lembre-se: 1) Regra: Sócios nas LTDAs não respondem com o patrimônio pessoal. ERRADO. ERRADO. A modificação de contrato social depende de votos de. é vedada contribuição que consista em prestação de serviços. CORRETO. podendo a sociedade normalmente exercer suas atividades mercantis. os sócios responderão pessoalmente. total ou parcialmente. três quartos do capital social (CC.055. no mínimo. O texto não determina o modo de realização deste ato. CORRETO. 4) Na execução. precedida de notificação. ERRADO. art. I). 340.076. e aquele que deixar de fazê-lo. 985). Como dito. 342. o sócio participa dos lucros e das perdas. O Código não exige que as sociedades limitadas integralizem todo o capital subscrito. não há irregularidade em não se integralizar o valor global do Capital Social. na proporção das respectivas quotas. O Código Civil estatuiu que a sociedade adquire personalidade jurídica com a inscrição. independentemente de 102 .004 do Código Civil: Os sócios são obrigados. 339. se o capital social estiver totalmente integralizado. na forma do artigo 1. 341. ERRADO. dos seus atos constitutivos (CC. 337. ERRADO. se o capital não estiver totalmente integralizado. ERRADO. 336. nos trinta dias seguintes ao da notificação pela sociedade. art.007: salvo estipulação em contrário. não há que se falar em responsabilidade pessoal. Nas sociedades limitadas a administração pode ser exercida por sócios ou não-sócios.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 334. Na omissão do contrato. deixando ao alvedrio da sociedade realizar tal mister por meio judicial ou extrajudicial. O Código Civil permite que se estipule de forma contrária. no registro próprio e na forma da lei. às contribuições estabelecidas no contrato social. ERRADO. quando esgotados os bens sociais (CC. a quem seja sócio. Segundo o artigo 1. 3) Na execução. 1. 1. na forma e prazo previstos. o sócio pode ceder sua quota. §2 do CC: Nas sociedades limitadas. 335. até o limite que falta para a integralização total do capital social. em seu artigo 1. 338. responderá perante esta pelo dano emergente da mora. Pode haver a cobrança.

A designação de administradores quando feita em ato separado depende dos votos correspondentes a mais da metade do capital social (CC. Pode haver exclusão por ato extrajudicial. 1. Existe a possibilidade de exclusão extrajudicial. art. II). art. 346. ERRADO. o Código exigido será de mais da metade do Capital Social (e não 3/4 como proposto na questão) – art. II). art.085 do Código Civil.076.085).030). ERRADO. 344. O sócio pode ser expulso também por justa causa. art. art. poderá excluí-los da sociedade. 1. Quando a maioria dos sócios. quando não estabelecido no contrato depende dos votos correspondentes a mais da metade do capital social (CC. desde que prevista no contrato social e seja dada oportunidade de ampla defesa ao sócio. A aprovação de contas se dará pela maioria de votos dos presentes. III).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo audiência dos outros. Não havendo disposição contratual neste sentido. ERRADO. 1. representativa de mais da metade do capital social. 1.076. 351. 343. 1. b) deliberação por mais da metade do capital social. II). mediante alteração do contrato social. ERRADO. ou a estranho. quando cometer falta grave em relação à sociedade – art. 1. 348. 350.057). CORRETO. só pode ser arguida na vida judicial (CC. 1. em virtude de atos de inegável gravidade. ERRADO. 347. São estes os requisitos: a) previsão no contrato social. entender que um ou mais sócios estão pondo em risco a continuidade da empresa. se não houver oposição de titulares de mais de um quarto do capital social (CC.076. 1. O quórum é tão-somente maioria representando mais da metade do capital social. dos sócios. art. ERRADO. se o contrato social não exigir maioria mais elevada (CC. O modo de remuneração dos administradores. 349.076. ERRADO. A destituição de administradores depende dos votos correspondentes a mais da metade do capital social (CC. 103 . 345. Ademais.085. ERRADO. desde que prevista neste a exclusão por justa causa (CC. no caso de aprovação de contas da administração. c) oportunidade ao excluído de defesa. 1. art.

998 e 1. por decisão da Assembléia Geral. o estatuto poderá prever que determinadas classes de ações ordinárias e de ações preferenciais tenham direito de voto restrito. CORRETO.055. as ações preferenciais são aquelas que conferem a seu titular determinados direitos especiais. residentes no País. é vedada contribuição que consista em prestação de seserviços. art. §2 do CC: Nas sociedades limitadas. 360. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) Com relação às ações preferenciais de sociedade anônima aberta às quais não se atribui direito de voto integral. embora não lhe confiram. nas sociedades anônimas. 356. nas sociedades anônimas. CORRETO. ERRADO.060 e 1. a fusão e a dissolução da sociedade. nas limitadas o Conselho Fiscal é órgão facultativo. art. previstos em lei. I). pode o contrato instituir conselho fiscal composto de três ou mais membros e respectivos suplentes. o acionista que violar deveres estatutários poderá. 358. Ou seja. 996. o direito de voto. 354. Capítulo 12 – Sociedades por Ações 357. Sem prejuízo dos poderes da assembléia dos sócios. ou a cessação do estado de liquidação dependem de deliberação de três quartos do capital social.052 do Código Civil. para estes últimos deve haver expressa autorização no contrato social ou em ato separado (CC. como regra legal. 353. sócios ou não. ter o seu direito de voto suspenso.066). (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) É correto afirmar que. isto é. A modificação do contrato social e a incorporação. nas sociedades anônimas. As sociedades limitadas podem ser classificadas como personificadas. art. como se extrai da leitura dos art. 359. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) É correto afirmar que. 1.076. Segundo o artigo 1. 104 . 1. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) É correto afirmar que. CORRETO. 1. CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 352. A administração da sociedade limitada caberá a sócios ou não sócios. no mínimo (CC.061) 355. é correto afirmar que não podem ser divididas em classes. possuem personalidade jurídica própria. eleitos na assembléia anual (CC.

e de registro de duplicatas. 369. é correto afirmar que lhes é vedado adquirir o direito integral de voto. obrigatoriamente. 364. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) Devem ser mantidos por qualquer sociedade anônima. é correto afirmar que deverão oferecer ao menos uma preferência adicional. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) Com relação às ações preferenciais de sociedade anônima aberta às quais não se atribui direito de voto integral. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) Com relação às ações preferenciais de sociedade anônima aberta às quais não se atribui direito de voto integral. os livros de registro de ações nominativas. e de transferências de ações nominativas. é correto afirmar que concederão a seus titulares o direito de serem incluídas em oferta pública de alienação de controle acionário. 367. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) Com relação às ações preferenciais de sociedade anônima aberta às quais não se atribui direito de voto integral. 368. 362. 366. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) Devem ser mantidos por qualquer sociedade anônima. obrigatoriamente. 365. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) Devem ser mantidos por qualquer sociedade anônima. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) O conselho de administração de uma sociedade anônima fechada terá sempre a competência de eleição da diretoria.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 361. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) Com relação às ações preferenciais de sociedade anônima aberta às quais não se atribui direito de voto integral. em relação às ações preferenciais de companhia fechada. os livros de registro de ações nominativas. os livros de registro de ações nominativas. os livros diário. salvo se suas ações forem todas ao portador. e de transferências de ações nominativas. e de apuração do lucro real LALUR. é correto afirmar que o estatuto não lhes poderá oferecer o direito de eleição em separado de membros dos órgãos de administração. 105 . obrigatoriamente. 363. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) Devem ser mantidos por qualquer sociedade anônima. obrigatoriamente.

obrigatoriamente. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) O conselho de administração de uma sociedade anônima fechada tem poderes de representação da companhia. deliberou a mudança de seu objeto social. (OAB SP/2005/FCC) A Assembléia Geral Extraordinária da Companhia Brasileira de Secos e Molhados. 374. 373. (OAB SP/2006/FCC) A ação de uma sociedade por ações deverá. (OAB SP/2006/FCC) A ação de uma sociedade por ações pode ou não ter valor nominal. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) O conselho de administração de uma sociedade anônima fechada poderá alterar o estatuto. 378. deliberou a mudança de seu objeto social. ter valor nominal. acionista detentor de 10% (dez por cento) de ações preferenciais sem direito de voto. sociedade anônima fechada. 379. Merovides. 375. 376. 106 . sociedade anônima fechada. Merovides. 371. 372.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 370. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) O conselho de administração de uma sociedade anônima fechada elegerá o conselho fiscal. (OAB SP/2005/FCC) A Assembléia Geral Extraordinária da Companhia Brasileira de Secos e Molhados. não compareceu à assembléia e discorda da alteração. Merovides não poderá exercer o direito de retirada. se este estiver instalado. se houver neste permissão expressa. acionista detentor de 10% (dez por cento) de ações preferenciais sem direito de voto. 377. (OAB SP/2005/FCC) A Assembléia Geral Extraordinária da Companhia Brasileira de Secos e Molhados. Merovides. sociedade anônima fechada. (Auditor de Contas Públicas/TCE PB/2006/FCC) O conselho de administração de uma sociedade anônima fechada é órgão de existência obrigatória e de funcionamento facultativo. Merovides poderá exercer o direito de retirada. não compareceu à assembléia e discorda da alteração. acionista detentor de 10% (dez por cento) de ações preferenciais sem direito de voto. não compareceu à assembléia e discorda da alteração. (Procurador TCE PI/2005/FCC) São valores mobiliários sempre sujeitos à fiscalização da CVM as ações de companhias abertas. deliberou a mudança de seu objeto social.

às quais pode ser garantido o direito de eleger. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Na sociedade anônima. 387. 380.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo Merovides só poderia exercer o direito de retirada se tivesse comparecido à assembléia. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Na sociedade anônima. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) As ações preferenciais são aquelas cujos titulares só terão direitos a voto em Assembléia Geral em caso de não pagamento de dividendos por mais de três anos. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Na sociedade anônima. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) As ações preferenciais podem ser emitidas em classes diversas. 385. 107 . devidamente arquivado na Companhia. pressupõe por parte do adquirente a oferta de compra das demais ações com direito a voto por. 381. 388. 384. no mínimo. independente do pagamento de eventual prêmio aos minoritários que optarem por permanecer na sociedade. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Na companhia aberta. 382. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Na sociedade anônima. a diretoria representa a sociedade. vote contrariamente ao acordo seu voto não será computado pelo presidente da assembléia ou do órgão colegiado de deliberação. a diretoria deve ser composta por. 80% do valor ofertado pelas ações do bloco controlador. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Na sociedade anônima. um ou mais membros dos órgãos de administração. 386. a alienação do poder de controle.404/76 e suas posteriores alterações). em votação em separado. caso um signatário de acordo de acionistas. a diretoria é sempre eleita pelo Conselho de Administração. a diretoria é órgão de existência obrigatória. a diretoria constitui órgão colegiado. duas pessoas nãoacionistas. no mínimo. 383. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) Nos termos da Lei das S/A (Lei nº 6.

393. 40% e 20% das ações. 395. (Analista do BACEN/Área 4/2006/FCC) O direito de recesso na sociedade anônima é conferido ao acionista dissidente da assembléia geral que aprovar cissão.A. Bartolomeu mudou de idéia e resolveu apoiar César para o cargo. 390. na próxima assembléia geral ordinária. detendo respectivamente 40%. por estar em desconformidade com o acordo de acionistas. para ser eleito Diretor-Presidente na própria assembléia. O acordo foi arquivado na sede da companhia. pelo qual se comprometeram a eleger Alberto DiretorPresidente da companhia.. 108 . 396.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 389. 394. (Procurador RR/2006/FCC) Alberto. (Analista do BACEN/Área 4/2006/FCC) O direito de recesso na sociedade anônima é conferido ao acionista dissidente da assembléia geral que aprovar a dissolução da companhia. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Em uma sociedade anônima fechada. com mudança do objeto social. Alberto e Bartolomeu celebraram acordo de acionistas. (Analista do BACEN/Área 4/2006/FCC) Compete privativamente à assembléia geral da sociedade anônima reformar o estatuto social da companhia e deliberar sobre a avaliação de bens com que o acionista concorrer para a formação do capital social. 397. é pedir à mesa da assembléia geral que desconsidere o voto de Bartolomeu. Durante a assembléia. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) As ações preferenciais sem direito a voto não podem representar mais que 2/3 do total de ações emitidas. o estatuto pode restringir a livre circulação das ações. contra Alberto. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) As ações preferenciais podem garantir prioridade na distribuição dos dividendos a seus titulares. todas ordinárias. 391. (Analista do BACEN/Área 4/2006/FCC) O direito de recesso na sociedade anônima é conferido ao acionista dissidente da assembléia geral que aprovar a criação de partes beneficiárias. 392. Bartolomeu e César são acionistas da ABC S. (Analista do BACEN/Área 4/2006/FCC) O direito de recesso na sociedade anônima é conferido ao acionista dissidente da assembléia geral que aprovar a redução de dividendo obrigatório. A solução que atende aos imediatos interesses de Alberto.

consistente na participação nos lucros anuais. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Em uma sociedade anônima fechada. 399. 405. emitidos por uma sociedade por ações. que atribuem aos seus titulares o direito a um crédito eventual. 406.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo estabelecendo. por meio dos quais transfere para terceiro os direitos aos lucros das respectivas ações. o direito de preferência para aquisição das ações dos demais acionistas. 404. emitidos por uma sociedade por ações. que os emitirá em favor de entidades sem fins lucrativos. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Em uma sociedade anônima fechada. independente da classe ou tipo de ações de que é titular. por conta e ordem de qualquer de seus acionistas. 401. 398. (OAB ES/2005/FCC) Nunca estarão institucionalmente representados no Conselho Fiscal de uma Sociedade Anônima os minoritários. limitado seu valor a 10% do lucro anual de uma sociedade por ações. para ser aplicado em benefício de obras sociais. (OAB SP/2005/FCC) As partes beneficiárias são títulos não negociáveis. as demonstrações financeiras deverão ser publicadas em jornais de circulação no local da sede da companhia. sem valor nominal. todos os acionistas respondem solidariamente pelas dívidas sociais. (OAB SP/2005/FCC) As partes beneficiárias são títulos resgatáveis. independentemente do valor do faturamento ou do seu patrimônio líquido. o voto nas assembléias gerais constitui direito essencial do acionista. sem valor nominal. 400. (OAB ES/2005/FCC) Nunca estarão institucionalmente representados no Conselho Fiscal de uma Sociedade Anônima os preferencialistas. (OAB SP/2005/FCC) As partes beneficiárias são títulos negociáveis. (OAB ES/2005/FCC) Nunca estarão institucionalmente representados no Conselho Fiscal de uma Sociedade Anônima os administradores. 109 . 402. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Em uma sociedade anônima fechada. 403. por exemplo.

dispensada prévia deliberação em assembléia geral. que reúnam a maioria das ações com direito a voto. 409. (Ministério Público Bahia/2001/FCC) Para a constituição de uma sociedade anónima são necessários pelo menos sete sócios. 415. 414. 408. 412. 410. 416. estabelecendo o benefício do deságio de 10% quando da integralização do seu valor nominal. nas sociedades em comandita por ações. que conferem aos seus titulares o direito de subscrição de novas ações. administrador da companhia ou advogado.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 407. (OAB SP/2005/FCC) A representação do acionista em Assembléia Geral de uma sociedade por ações somente será possível por procurador constituído mediante procuração que indique expressamente a data da realização da Assembléia Geral e a ordem do dia. (OAB/SP/2005) A ação de responsabilidade civil contra o administrador de uma sociedade por ações pode ser proposta por acionistas. 411. que seja acionista. (OAB/SP/2005) A ação de responsabilidade civil contra o administrador de uma sociedade por ações pode ser promovida por 110 . bastando. (Juiz do Trabalho TRT-AC/2003/FCC) Nas diversas espécies de sociedade a responsabilidade dos sócios é ilimitada de todos os sócios. (OAB SP/2005/FCC) As partes beneficiárias são títulos emitidos por uma sociedade por ações. nas sociedades anônimas. (OAB SP/2005/FCC) A representação do acionista em Assembléia Geral de uma sociedade por ações somente será possível por procurador constituído por escritura pública e que seja acionista. 413. (OAB SP/2005/FCC) A representação do acionista em Assembléia Geral de uma sociedade por ações somente será possível por procurador constituído há menos de 01 (um) ano. (Juiz do Trabalho TRT-AC/2003/FCC) Nas diversas espécies de sociedade a responsabilidade dos sócios é limitada ao valor nominal das ações. unicamente. (OAB SP/2005/FCC) A representação do acionista em Assembléia Geral de uma sociedade por ações somente será possível por procurador constituído após o ato de convocação e que seja acionista.

se vir reduzida a um único acionista no curso de sua atividade empresarial. sujeita à deliberação da Assembléia-Geral. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O Conselho Fiscal da sociedade anônima fechada é órgão de existência obrigatória e funcionamento permanente. sujeita à conveniência da Diretoria. se vir reduzida a um único acionista no curso de sua atividade empresarial. desde que a assembléia geral delibere não a promover. (OAB/SP/2005) A ação de responsabilidade civil contra o administrador de uma sociedade por ações pode ser promovida por acionistas que representem pelo menos 10% (dez por cento) do capital social. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O Conselho Fiscal da sociedade anônima fechada é órgão de existência não-obrigatória. que não seja subsidiária integral. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O Conselho Fiscal da sociedade anônima fechada é órgão de existência não-obrigatória. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) Se a sociedade anônima. 424. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) Se a sociedade anônima. sujeita à deliberações do estatuto. que não seja subsidiária integral. 425. (OAB/SP/2005) A ação de responsabilidade civil contra o administrador de uma sociedade por ações pode ser promovida por acionistas que representem pelo menos 5% (cinco por cento) do capital social. 419. 111 . 422. 417. é correto afirmar que a sociedade deverá ter a sua falência decretada. 421. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O Conselho Fiscal da sociedade anônima fechada é órgão de existência não-obrigatória. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O Conselho Fiscal da sociedade anônima fechada é órgão de existência obrigatória e funcionamento eventual. 423.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo qualquer acionista se não for proposta no prazo de 30 (trinta) dias da deliberação da assembléia geral. 418. 420. desde que a assembléia geral delibere não a promover. é correto afirmar que a sociedade se extingue de pleno direito.

embora sem representar parcela do capital social. se vir reduzida a um único acionista no curso de sua atividade empresarial. 433. nominativas e ordinárias. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) Se a sociedade anônima. é correto afirmar que o único acionista passa a ser considerado comerciante individual. para todos os efeitos. é correto afirmar que a sociedade poderá ter a pluralidade de acionistas reconstituída até a próxima assembléia geral ordinária. chama-se partes beneficiárias. chama-se debêntures. (FCC/2005) Nas sociedades anônimas. que não seja subsidiária integral. embora sem representar parcela do capital social. as partes beneficiárias são títulos emitidos pelas sociedades anônimas de capital fechado. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O valor mobiliário que confere ao seu titular apenas o direito de participar nos lucros da sociedade anônima.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 426. 429. chama-se ações. 430. 431. chama-se bônus de subscrição. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O valor mobiliário que confere ao seu titular apenas o direito de participar nos lucros da sociedade anônima. (FCC/2005) As ações das sociedades anônimas são endossáveis. 112 . 428. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O valor mobiliário que confere ao seu titular apenas o direito de participar nos lucros da sociedade anônima. no âmbito de seus poderes ou quando violarem a lei ou estatuto social. 427. se vir reduzida a um único acionista no curso de sua atividade empresarial. preferenciais. embora sem representar parcela do capital social. respondendo por culpa ou dolo. desde que autorizadas pelas Assembléia-Geral e caracterizam-se por ser estranhas ao capital social e por conferirem aos seus proprietários o direito de crédito apenas eventual contra a companhia. que não seja subsidiária integral. 432. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) O valor mobiliário que confere ao seu titular apenas o direito de participar nos lucros da sociedade anônima. embora sem representar parcela do capital social. (FCC/2005) Nas sociedades anônimas. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1999/FCC) Se a sociedade anônima. a responsabilidade objetiva do agente ocorre quando os administradores da SAs causam prejuízo à empresa. 434.

(Banco do Brasil/2006/FCC) Em relação às debêntures. 437. é correto afirmar que não podem ser negociadas no mercado secundário. 443. (Banco do Brasil/2006/FCC) São vários os cuidados estabelecidos para a preservação do bom funcionamento do mercado de capitais. 441. uma das condições estabelecidas para os valores mobiliários é que sua emissão pública se dá exclusivamente por companhias fechadas. No Brasil. 438. 113 . (Banco do Brasil/2006/FCC) Em relação às debêntures. uma das condições estabelecidas para os valores mobiliários é que não podem ser negociados no mercado secundário.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 435. (Banco do Brasil/2006/FCC) Em relação às debêntures. (FCC/2005) A composição do Conselho Fiscal de sociedade por ações não será inferior a três. (Banco do Brasil/2006/FCC) São vários os cuidados estabelecidos para a preservação do bom funcionamento do mercado de capitais. é correto afirmar que são valores mobiliários representativos de dívida de médio e longo prazos. No Brasil. é correto afirmar que correspondem a ativos das empresas emitentes. (Banco do Brasil/2006/FCC) São vários os cuidados estabelecidos para a preservação do bom funcionamento do mercado de capitais. 440. No Brasil. é correto afirmar que não podem ser conversíveis em ações. uma das condições estabelecidas para os valores mobiliários é que nenhuma emissão pública ocorre sem prévio registro na Comissão de Valores Mobiliários. (Banco do Brasil/2006/FCC) São vários os cuidados estabelecidos para a preservação do bom funcionamento do mercado de capitais. uma das condições estabelecidas para os valores mobiliários é que o Banco Central do Brasil determina a suspensão da emissão pública que esteja se processando em desacordo com a lei. nem superior a cinco membros efetivos e suplentes em igual número. eleitos dentre aqueles que compõem os órgãos da administração. (Banco do Brasil/2006/FCC) Em relação às debêntures. pois são títulos de dívida. 442. 439. No Brasil. 436. para vencimento geralmente de curto e médio prazos.

subsistindo o consórcio com as outras contratantes. (Procurador TCE MA/2005/FCC) De acordo com a Lei no 6. 451.404/76.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 444. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) A operação de incorporação de sociedade pressupõe que pelo menos uma da envolvidas seja sociedade anônima. 114 . 452.404/76. 447. 449.000. possui personalidade jurídica própria e patrimônio que não se confunde com o das sociedades que o compõem. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) No consórcio de sociedades.00 (um milhão de reais). (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) A operação de incorporação de sociedade implica a extinção da incorporada e a assunção de seus débitos pela incorporadora.404/76. 448. os créditos que porventura tiver a falida serão apurados e pagos na forma prevista no contrato de consórcio. a publicação das demonstrações financeiras das sociedades anônimas fechadas isenta os administradores de qualquer responsabilidade relacionada a gestão financeira da companhia. a falência de uma consorciada não se estende às demais.404/76. 445.404/76.000. reputa-se automaticamente dissolvido na hipótese de falência da sociedade responsável pela administração do empreendimento. 278 da Lei nº 6. previsto no art.404/76. (Procurador TCE MA/2005/FCC) De acordo com a Lei no 6. a publicação das demonstrações financeiras das sociedades anônimas fechadas deverá ser realizada necessariamente no prazo máximo de 30 dias após a publicação da ata da assembléia geral ordinária. 278 da Lei nº 6. a publicação das demonstrações financeiras das sociedades anônimas fechadas poderá ser dispensada nas companhias com menos de 20 acionistas e patrimônio líquido inferior a R$ 1. (Procurador TCE MA/2005/FCC) De acordo com a Lei no 6. (Procurador TCE MA/2005/FCC) De acordo com a Lei no 6. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) O consórcio de sociedades. 446. 278 da Lei nº 6. previsto no art.404/76. 450. previsto no art. a publicação das demonstrações financeiras das sociedades anônimas fechadas deverá ser realizada apenas nos exercícios em que a companhia tiver experimentado prejuízos. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) O consórcio de sociedades.

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Gabarito – Capítulo 12
357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 E C E E E E C E E E C E C E E E E E C C 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 E C E C C C E E E C E C C E C C E E C C 397 398 399 400 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 C E E E E E C C E E E C E E E E C E E E 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 E C C E E E E E E E C E E C E E C E E E 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450 451 452 E C E C E E E E E C E E C E C E

Comentários – Capítulo 12
357. ERRADO. A banca adotou o critério de que o direito a voto é inerente às ações preferenciais, como regra. Este pode, todavia, ser retirado, desde que expressamente consignado no estatuto social e respeitando o previsto no art. 15, §2º da Lei das SAs. 358. CORRETO. De acordo com o artigo 120 da LSA: A assembléia-geral poderá suspender o exercício dos direitos do acionista que deixar de cumprir obrigação imposta pela lei ou pelo estatuto, cessando a suspensão logo que cumprida a obrigação. 359. ERRADO. As ações ordinárias não podem ter o seu direito a voto obstado (as preferenciais podem). Prega o artigo 110 da LSA que a cada ação ordinária corresponde 1 (um) voto nas deliberações da assembléia-geral.

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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 360. ERRADO. Segundo o artigo 15, §1º, da LSA, as ações ordinárias da companhia fechada e as ações preferenciais da companhia aberta e fechada poderão ser de uma ou mais classes. 361. ERRADO. Se a companhia deixar de pagar os dividendos fixos ou mínimos, no prazo previsto no estatuto, que não pode ser superior a 3 (três) exercício consecutivos, os acionistas preferenciais adquirirão o direito a voto, até que se efetue o pagamento. 362. ERRADO. O artigo 17 da LSA permite outras vantagens que não o direito de incluir em oferta pública de alienação de controle acionário. Por isso, não se pode afirmar que certamente “concederão”. 363. CORRETO. As preferências ou vantagens das ações preferenciais podem consistir: I - em prioridade na distribuição de dividendo, fixo ou mínimo; II - em prioridade no reembolso do capital, com prêmio ou sem ele; ou III - na acumulação das preferências e vantagens de que tratam os incisos I e II. Independentemente do direito de receber ou não o valor de reembolso do capital com prêmio ou sem ele, as ações preferenciais sem direito de voto ou com restrição ao exercício deste direito, somente serão admitidas à negociação no mercado de valores mobiliários se a elas for atribuída pelo menos uma vantagem a mais, listada pela lei (LSA, art. 17). 364. ERRADO. Segundo o art. 18 da LSA: O estatuto pode assegurar a uma ou mais classes de ações preferenciais o direito de eleger, em votação em separado, um ou mais membros dos órgãos de administração. 365. ERRADO. As ações ao portador foram extintas no Brasil na década de 90, como forma de coibir a evasão fiscal e a lavagem de dinheiro. O artigo 100 da LSA lista os livros obrigatórios para as sociedades anônimas. Entre eles estão os livros de Registro de Ações Nominativas e de Transferência de Ações Nominativas. Não há menção a ações ao portador. 366. ERRADO. Os livros de registro de ações nominativas devem ser mantidos por todas as SAs. Já o LALUR, livro eminentemente fiscal, deve ser mantido apenas por sujeitos passivos que apurem o imposto de renda através do lucro real. 367. CORRETO. O livro diário é obrigação legal imposta a todo e qualquer empresário (CC, art. 1180). Por sua vez, o livro de transferências de ações nominativas é imposto pelo artigo 100, II, da Lei das Sociedades por Ações.
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 368. ERRADO. O livro de registro de ações nominativas é obrigatório a todo tipo de SA. Já o livro de registro de duplicatas não consta no rol dos livros obrigatórios previstos no artigo 100 da LSA. 369. CORRETO. O conselho de administração tem poderes para eleger e destituir os diretores, além de fixar-lhes as atribuições, conforme preconiza o art. 142, II, da LSA. Existindo o conselho (lembre-se de que é facultada sua existência nas cias fechadas) a escolha deve ser feita por ele. 370. ERRADO. O conselho de administração é órgão de deliberação colegiada, sendo a representação da companhia privativa dos diretores (CC, art. 138, §1º). 371. ERRADO. Reformar o estatuto social é competência privativa da assembléia-geral (LSA, art. 122, I). 372. ERRADO. O conselho de administração é órgão de existência facultativa nas sociedades anônimas fechadas, conforme se deflui da interpretação a contrario sensu do artigo 138, §2º, da LSA. 373. ERRADO. O conselho fiscal é orgão eleito pela assembleia-geral (LSA, art. 161, §1º e §2º). 374. ERRADO. O artigo 11 da LSA dispõe que o estatuto fixará o número das ações em que se divide o capital social e estabelecerá se as ações terão, ou não, valor nominal. Veja que é facultado atribuir-se valor nominal às ações. 375. CORRETO. O artigo 11 da LSA dispõe que o estatuto fixará o número das ações em que se divide o capital social e estabelecerá se as ações terão, ou não, valor nominal. Veja que é facultado atribuir-se valor nominal às ações. 376. CORRETO. Entre as atribuições da CVM, previstas na Lei 6.385/76 está fiscalizar permanentemente as atividades e os serviços do mercado de valores mobiliários, bem como a veiculação de informações relativas ao mercado, às pessoas que dele participem, e aos valores nele negociados. 377. ERRADO. Segundo o art. 137 , §1º da LSA, o acionista dissidente de deliberação da assembléia, inclusive o titular de ações preferenciais sem direito de voto, poderá exercer o direito de reembolso das ações de que, comprovadamente, era titular na data
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo da primeira publicação do edital de convocação da assembléia, ou na data da comunicação do fato relevante objeto da deliberação, se anterior. 378. CORRETO. Segundo o art. 137 , §1º da LSA, o acionista dissidente de deliberação da assembléia, inclusive o titular de ações preferenciais sem direito de voto, poderá exercer o direito de reembolso das ações de que, comprovadamente, era titular na data da primeira publicação do edital de convocação da assembléia, ou na data da comunicação do fato relevante objeto da deliberação, se anterior. 379. ERRADO. O art. 137, §1º da LSA garante o reembolso, não exigindo o comparecimento do acionista à assembléia, utilizando como marco a data da publicação do edital de convocação. 380. CORRETO. Com a alienação, direta ou indireta, do controle de companhia aberta somente poderá ser contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o adquirente se obrigue a fazer oferta pública de aquisição das ações com direito a voto de propriedade dos demais acionistas da companhia, de modo a lhes assegurar o preço no mínimo igual a 80% (oitenta por cento) do valor pago por ação com direito a voto, integrante do bloco de controle (LSA, art. 254-A). 381. CORRETO. O presidente da assembléia ou do órgão colegiado de deliberação da companhia não computará o voto proferido com infração de acordo de acionistas devidamente arquivado (LSA, art. 118, §8º). 382. CORRETO. A diretoria é órgão de existência obrigatória, tanto nas companhias abertas, como nas fechadas, uma vez que a ela incumbe a verdadeira gestão dos negócios sociais (LSA, art. 138). 383. ERRADO. A diretoria é órgão de representação da companhia, não se configurando como órgão colegiado de deliberação (ao contrário do conselho de administração, que possui este status). 384. ERRADO. A diretoria compõe-se de 2 (duas) pessoas ou mais, acionistas ou não, eleitos e destituíveis a qualquer tempo pelo Conselho de Administração, inexistindo este, pela Assembleia-geral. 385. ERRADO. A diretoria compõe-se de 2 (duas) pessoas ou mais, acionistas ou não, eleitos e destituíveis a qualquer tempo pelo Conselho de Administração, inexistindo este, pela Assembleia-geral.
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 386. CORRETO. Conforme consta no art. 138, §1º da LSA, a representação da companhia é competência privativa da diretoria. 387. ERRADO. Se a companhia deixar de pagar os dividendos fixos ou mínimos, no prazo previsto no estatuto, que não pode ser superior a 3 (três) exercício consecutivos (não se fala em 3 anos), os acionistas preferenciais adquirirão o direito a voto, até que se efetue o pagamento. 388. CORRETO. As ações ordinárias e preferenciais poderão ser de uma ou mais classes (LSA, art. 15, §1º). Ademais, o estatuto pode assegurar, como vantagem política, às ações preferenciais o direito de eleger um ou mais membros dos órgãos de administração. 389. CORRETO. As preferências ou vantagem das ações preferenciais podem consistir em: 1) prioridade na distribuição de dividendo; 2) prioridade no reembolso do capital, com ou sem prêmio; 3) as duas vantagens citadas, conjuntamente. 390. ERRADO. O número de ações preferenciais sem direito a voto, ou sujeitas a restrição no exercício desse direito, não pode ultrapassar 50% (cinqüenta por cento) do total das ações emitidas. 391. CORRETO. O presidente da assembléia ou do órgão colegiado de deliberação da companhia não computará o voto proferido com infração de acordo de acionistas devidamente arquivado (LSA, art. 118, §8º). 392. CORRETO. Transcrição do artigo 122, I e VI da Lei das Sociedades por Ações. 393. ERRADO. A assembléia-geral que aprovar a dissolução da companhia não possibilita direito de retirada ao acionista dissidente, conforme se extrai da leitura do art. 137 da LSA. 394. ERRADO. A assembléia-geral que aprovar a criação de partes beneficiárias à companhia não possibilita direito de retirada ao acionista dissidente, conforme se extrai da leitura do art. 137 da LSA. 395. CORRETO. A aprovação de assembléia que aprovar a redução de dividendo obrigatório dá ao dissidente o direito de retirada (LSA, art. 137).

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397. 109 da LSA. Dispõe o art. 1 (um) membro e respectivo suplente no Conselho Fiscal. Reitere-se. 398. A companhia fechada com menos de 20 acionistas e que tiver Patrimônio Líquido menor que R$ 1 milhão poderá deixar de publicar as demonstrações financeiras. Os titulares de ações preferenciais sem direito a voto. Nada obsta que uma sociedade anônima fechada possua. 404. 402. em votação em separado. CORRETO. por exemplo. 2) redução do dividendo obrigatório. Os administradores de uma sociedade anônima não se fazem representar no Conselho Fiscal. ou 3) participação em grupo de sociedades. A companhia ou sociedade anônima terá o capital dividido em ações. Os acionistas minoritários terão direito de eleger 1 (um) membro e respectivo suplente. criados a qualquer tempo pela sociedade por ação. ERRADO. e §1º). 1). 120 . ou com voto restrito. 294. nem sujeite o acionista ao arbítrio dos órgãos de administração da companhia ou da maioria dos acionistas. II). desde que sejam. art.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 396. em conjunto. sem valor nominal e estranhos ao capital social. Ademais. terão direito de eleger. acões preferenciais sem direito a voto. o direito a voto não está elencado entre os direitos essenciais dos acionistas previstos no art. 400. ERRADO. art. e a responsabilidade dos sócios ou acionistas será limitada ao preço de emissão das ações subscritas ou adquiridas (LSA. 36 da Lei das SA´s que o estatuto da companhia fechada pode impor limitações à circulação das ações nominativas. ERRADO. A decisão que optar por cindir a companhia só gera direito de retirada se: 1) houver mudança do objeto social. ERRADO. 46. 403. CORRETO. As partes beneficiárias conferirão aos seus titulares direito de crédito eventual contra a companhia. ERRADO. CORRETO. art. consistente na participação nos lucros anuais (LSA. Nas sociedades anônimas os acionistas respondem apenas pelo integralização de suas próprias ações. caput. 399. 10% (dez por cento) ou mais das ações com direito a voto. 401. As partes beneficiárias são títulos negociáveis. contanto que regule minuciosamente tais limitações e não impeça a negociação. desde que representem. CORRETO. por cópias autenticadas. arquivados no registro de comércio juntamente com a ata da assembléia que sobre eles deliberar (LSA.

O acionista pode ser representado na assembléia-geral por procurador constituído há menos de 1 (um) ano. Servem. e §1º). 126. ERRADO. 407. ERRADO. O pedido de procuração é feito por correspondência ou anúncio publicado. sem valor nominal e estranhos ao capital social. cabendo ao administrador de fundos de investimento representar os condôminos (LSA. cabendo ao administrador de fundos de investimento representar os condôminos (LSA. 409. na companhia aberta. 406. As partes beneficiárias conferirão aos seus titulares direito de crédito eventual contra a companhia. §1º). ERRADO. 411. consistente na participação nos lucros anuais (LSA. O procurador tem de estar constituído há menos de 1 ano. administrador da companhia ou advogado. que seja acionista. O acionista pode ser representado na assembléia-geral por procurador constituído há menos de 1 (um) ano. criados a qualquer tempo pela sociedade por ação. e §1º). sem valor nominal e estranhos ao capital social. As partes beneficiárias conferirão aos seus titulares direito de crédito eventual contra a companhia. As partes beneficiárias são títulos negociáveis. administrador da companhia ou advogado. A criação de partes beneficiárias não tem correlação com entidades sem fins lucrativos. ainda. sim. para captar recursos em prol da atividade empresarial da SA. que seja acionista. verificada em assembléia-geral ordinária.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 405. 46. A inteligência do artigo 206 da LSA diz que dissolve-se a companhia de pleno direito pela existência de 1 (um) único acionista. art. consistente na participação nos lucros anuais (LSA. 410. caput. ressalvado o disposto no 121 . o procurador pode. art. CORRETO. III) ser dirigido a todos os titulares de ações cujos endereços constem da companhia. ERRADO. art. criados a qualquer tempo pela sociedade por ação. §2º): I) conter todos os elementos informativos necessários ao exercício do voto pedido. se o mínimo de 2 (dois) não for reconstituído até à do ano seguinte. ERRADO. na companhia aberta. 126. ERRADO. 408. II) facultar ao acionista o exercício de voto contrário à decisão com indicação de outro procurador para o exercício desse voto. caput. 412. As partes beneficiárias são títulos negociáveis. ainda. art. ser instituição financeira. 126. 46. art. ERRADO. Os requisitos que a procuração deve satisfazer são os seguintes (LSA. o procurador pode. §1º). ser instituição financeira.

poderá ela ser proposta por acionistas que representem 5% (cinco por cento). §3º). art. art. É o principal instrumento para fiscalizar-se a gestão da empresa. 417. pelo menos. Se a assembléia deliberar não promover a ação. ERRADO. compete à companhia. 159. art. do capital social (LSA. e a responsabilidade dos sócios ou acionistas será limitada ao preço de emissão das ações subscritas ou adquiridas (LSA. art. 122 . 418. CORRETO. 240). art. 416. entendemos que resta equivocada esta interpretação. seu funcionameto permanente é facultativo (LSA.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo artigo 251 (referente à subsidiária integral. O conselho fiscal é de existência obrigatória. ERRADO. art. §4º). exceto nas sociedades de economia mista onde o funcionamento permanente é obrigatório (LSA. portanto. 159. Porém. 419. limitada ao preço de emissão das ações subscritas ou adquiridas (LSA. art. em virtude da aplicação simétrica prevista no artigo 280 da LSA. art. pelo menos. poderá ela ser proposta por acionistas que representem 5% (cinco por cento). Compete à companhia. ERRADO. pelo menos. É a responsabilidade. mediante prévia deliberação da assembléia-geral. seja nas sociedades anônimas abertas. 159. pelos prejuízos causados ao seu patrimônio (LSA. O gabarito foi dado como correto pela banca. art. §4º). que pode tem um único sócio). 1º). qualquer acionistra poderá fazê-lo (LSA. 414. a ação de responsabilidade civil contra o administrador. do capital social (LSA. CORRETO. 161). 415. A companhia ou sociedade anônima terá o capital dividido em ações. seja nas sociedades anônimas fechadas. mediante prévia deliberação da assembléia-geral. porém. §4º). Se a assembléia deliberar não promover a ação. passados três meses da assembléia que deliberar promover e a ação não tiver sido proposta. Se a assembléia deliberar não promover a ação. ERRADO. 159. art. A responsabilidade dos sócios nas sociedades em comanditas por ações é similiar à dos sócios nas sociedades anônimas. 159). 159). poderá ela ser proposta por acionistas que representem 5% (cinco por cento). 1º). do capital social (LSA. porém. 413. a ação de responsabilidade civil contra o administrador. CORRETO. pelos prejuízos causados ao seu patrimônio (lsa.

persistindo a unipessoalidade. A sociedade deverá se reconstituir até a assembleiagerla ordinária do ano seguinte. ERRADO. seja nas sociedades anônimas abertas. O conselho fiscal é de existência obrigatória. nem terá alterada sua natureza. hipótese em que. art. ERRADO. 427. art. porém. hipótese em que. Vejam que o texto normativo faculta que o conselho funcione. art. é este o texto do artigo 161 da LSA: A companhia terá um conselho fiscal e o estatuto disporá sobre seu funcionamento. A Fundação Carlos Chagas entendeu que esta questão está incorreta. 421. ERRADO. 423. 206. O conselho fiscal é de existência obrigatória. 161). desde que se reconstitua até a próximo assembleia-geral ordinária. porém. I. I. O conselho fiscal é de existência obrigatória. I. art. porém. d). a banca considerou que o funcionamento do Conselho Fiscal é permanente. ERRADO. seu funcionameto permanente é facultativo (LSA. se o mínimo de 2 (dois) não for reconstituído até à do ano seguinte.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 420. A ação representa unidade do capital social (LSA. 422. ressalvado o caso de subsidiária integral (LSA. 206. Todavia. ERRADO. 161). Dissolve-se a companhia de pleno direito pela existência de 1 (um) único acionista. 206. art. 161). contudo. de modo permanente ou nos exercícios sociais em que for instalado a pedido de acionistas. seja nas sociedades anônimas fechadas. verificada em assembléia-geral ordinária. Não será desnaturada. 11). 424. A sociedade deverá se reconstituir até a assembleiagerla ordinária do ano seguinte. CORRETO. extinguir-se-á a sociedade de pleno direito (LSA. 123 . ERRADO. seja nas sociedades anônimas abertas. 428. d). art. seja nas sociedades anônimas abertas. 425. seu funcionameto permanente é facultativo (LSA. persistindo a unipessoalidade. ERRADO. ERRADO. seu funcionameto permanente é facultativo (LSA. seja nas sociedades anônimas fechadas. d). 426. art. a sociedade anônima. seja nas sociedades anônimas fechadas. extinguir-se-á a sociedade de pleno direito (LSA.

fixos ou variáveis. ERRADO. 56). São.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 429. As partes beneficiárias são emitidas por sociedades anônimas fechadas (vedada a sua emissão às cias abertas – art. art. também. denominados partes beneficiárias. participação no lucro da companhia e prêmio de reembolso (LSA. par. a responsabilidade subjetiva nos praticados com excessos de poderes ou em desacordo com lei ou estatuto. São estranhas ao capital social. mas sem valor nominal e estranhas ao capital social. por um preço predeterminado. Ação nominativa é aquela representada sob forma de cautela ou certificado. art. CORRETO. 434. em acordo com lei. A transferência de titularidade deste documento é executada com a entrega da cautela e a averbação de termo. 432. art. títulos negociáveis. O artigo 158 da Lei das SAs prevê. 124 . As sociedades respondem integralmente pelos atos praticados por seus administradores. é um direito. único da Lei das SAs). Conferem um direito de crédito eventual. como uma opção. ERRADO. garante ao acionista o direito de subscrever ações. Caso o acionista não efetue a compra da ação no período estipulado. as ações devem ser nominativas. As partes beneficiárias conferirão aos seus titulares direito de crédito eventual contra a companhia. 47. com prazo de expiração. desde que a sociedade apresente lucro (LSA. ERRADO. portanto. A companhia pode criar. Nas SAs abertas é vedada qualquer restrição à livre circulação das ações. a qualquer tempo. perderá seu direito e não terá restituição do valor pago pelo bônus. nas condições constantes da escritura de emissão. 46). negociáveis. sem valor nominal e estranhos ao capital social. Nas SAs fechadas as restrições são válidas. A debênture poderá assegurar ao seu titular juros. identificando novo acionista. não havendo que se falar em responsabilidade pessoal destes. São emitidas apenas se autorizadas pela Assembleia-Geral. ERRADO. contudo. Ou seja. 36). em livro próprio da sociedade emitente. Com relação à forma. 433. desde que sejam regulares. 431. O bônus. CORRETO. estatuto. consistente na participação nos lucros anuais. Bônus de subscrição são títulos negociáveis que conferem ao titular o direito de comprar ações da empresa que o emitiu dentro de um prazo estabelecido. 430. contanto que não impeçam a negociação das ações (LSA. apresentando o nome do acionista ou titular da ação no documento. Debênture é um título de crédito representativo de empréstimo que uma companhia faz junto a terceiros e que assegura a seus detentores direito contra a emissora.

se houver. e o cônjuge ou parente. 439. onde há contínua negociação de títulos já emitidos (revenda). membros dos órgãos da administração. São os seguintes os valores mobiliários que podem ser emitidos pelas sociedades anônimas: ações. geralmente a médio e longo prazo. 441. art. O mercado secundário compreende bolsa de valores e BM&F. uma vez que se trata de obrigação a ser adimplida em momento futuro. ERRADO. 442. Não podem ser eleitos para o Conselho Fiscal pessoas impedidas por lei especial. A emissão pública dos valores mobiliários é exclusivo das companhias abertas (LSA. art. As debêntures podem ser conversíveis em ações. 438. Representa passivo para a empresa. 436. até terceiro grau. de administrador da companhia (LSA. CORRETO. bônus de subscrição e nota comercial. salvo se houver cláusula de conversão em ações (LSA. a ser quitado em médio e longo prazo. partes beneficiárias. autarquia federal. Os valores podem ser negociados no mercado secundário. de acordo com o artigo 57 da Lei das SAs. debêntures. Representam um empréstimo para a empresa. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 435. ERRADO. do certificado. A normatização e fiscalização do mercado de valores mobiliários é feita pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM. O mercador primário é constituído pelo mercado de balcão. e empregados da companhia ou de sociedade controlada ou do mesmo grupo. Nenhuma emissão pública de valores mobiliários será distribuída no mercado sem prévio registro na Comissão de Valores Mobiliários (Lei 6. 437. CORRETO. vinculada ao Ministério da Fazenda. 4º). 19). nem superior a cinco membros efetivos e suplentes em igual número. art. ERRADO. 57). ERRADO. condenadas por crimes. 125 .385/76 – e não pelo BACEN.385/76. 162). A debêntures são títulos que conferirão aos seus titulares direito de crédito contra ela. A composição do Conselho Fiscal de sociedade por ações não será inferior a três. eleitos pela Assembleia-Geral. ERRADO. As pessoas interessadas procuram instituições financeiras a fim de negociar ações em seu estágio inicial. art. 440. conforme a Lei 6. nas condições constantes da escritura de emissão e. sem alteração do controle acionário.

que se acham à disposição dos acionistas a cópia das demonstrações financeiras (LSA. seja fechada. ERRADO. sob o mesmo controle ou não. os créditos que porventura tiver a falida serão apurados e pagos na forma prevista no contrato de consórcio (LSA. §2º). 176). subsistindo o consórcio com as outras contratantes. desde que a companhia seja aberta e haja registro na CVM. ERRADO. até 1 (um) mês ANTES da data marcada para a realização da assembléia-geral ordinária. 132. Os administradores devem comunicar. 278). 446. 278. As demonstrações financeiras devem ser publicadas ao final de cada exercício. arquivados no registro de comércio juntamente com a ata da assembléia que sobre eles deliberar (LSA. Anualmente. independentemente de auferir lucro ou prejuízo (LSA. 133. ERRADO. 447. §1º). 294. CORRETO. art. art. 449. 126 . seja companhia aberta. examinar. art. O consórcio não tem personalidade jurídica e as consorciadas somente se obrigam nas condições previstas no respectivo contrato. 278. os créditos que porventura tiver a falida serão apurados e pagos na forma prevista no contrato de consórcio (LSA. As companhias e quaisquer outras sociedades. 278. art. 445. 444. por anúncios publicados. desde que sejam. ERRADO. art. 450. §2º). discutir e votar as demonstrações financeiras (LSA. II). ERRADO. respondendo cada uma por suas obrigações (LSA. art.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 443. As debêntures podem ser negociadas no mercado secundário. por cópias autenticadas. subsistindo o consórcio com as outras contratantes. 448. II). A companhia fechada com menos de 20 acionistas e que tiver Patrimônio Líquido menor que R$ 1 milhão poderá deixar de publicar as demonstrações financeiras. art. art. ERRADO. A falência de uma consorciada não se estende às demais. I). CORRETO. nos 4 (quatro) primeiros meses seguintes ao término do exercício social. podem constituir consórcio para executar determinado empreendimento (LSA. A falência de uma consorciada não se estende às demais. A publicação das demonstrações financeiras da companhia não tem o condão de alterar a responsabilidade dos administradores das sociedades anônimas. deverá haver 1 (uma) assembléia-geral para tomar as contas dos administradores.

452. 1. Na incorporação. CORRETO. ERRADO. que lhes sucede em todos os direitos e obrigações. Aprovados os atos da incorporação. art. Não existe a exigência de que seja sociedades anônimas. e promoverá a respectiva averbação no registro próprio (CC. uma ou várias sociedades são absorvidas por outra. a incorporadora declarará extinta a incorporada.116). devendo todas aprová-la. art. 1.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 451. na forma estabelecida para os respectivos tipos (CC. 127 .118).

458. é correto afirmar que se trata de documento necessário ao exercício do direito literal e autônomo nele contido.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo TERCEIRA PARTE – TÍTULOS DE CRÉDITO Capítulo 13 – Noções Gerais 453. ainda que parcial. é correto afirmar que a omissão de qualquer requisito legal. um conhecimento de depósito em cujo verso estava anotada a existência de débito vincendo que foi garantido pelo correspondente warrant. (OAB SP/2005/FCC) São títulos de crédito que contêm ordem de pagamento o warrant e partes beneficiárias. (Defensor Público PA/2009/FCC) Em relação ao título de crédito. que tire ao escrito sua validade como título de crédito. como pagamento de uma dívida. 459. é correto afirmar que o pagamento de título de crédito. (OAB SP/2006/FCC) Quanto ao título de crédito é correto afirmar que é possível o aval parcial no título de crédito. (OAB SP/2006/FCC) Quanto ao título de crédito é correto afirmar que o credor de um título de crédito não pode recusar o pagamento parcial no seu vencimento. 457. 455. 461. (OAB SP/2006/FCC) Quanto ao título de crédito é correto afirmar que pode ser omitida a data de vencimento do título de crédito. só produzindo efeito quando preenchidos os requisitos legais. que contenha obrigação de pagar soma determinada. A não poderá fazê-lo em razão da 128 . Desejando imediatamente retirar as mercadorias representadas pelo conhecimento de depósito. pode ser garantido por aval. 456. 460. 454. (OAB SP/2006/FCC) Quanto ao título de crédito é correto afirmar que considera-se não escrita a cláusula proibitiva de endosso no título de crédito. (Defensor Público PA/2009/FCC) Em relação ao título de crédito. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/FCC/2001) A recebeu por endosso. (Defensor Público PA/2009/FCC) Em relação ao título de crédito. implica a invalidade do negócio jurídico que lhe deu origem.

porém o aval parcial. (Defensor Público-SP/2006/FCC) Sobre títulos de crédito. armazenagem vencida e demais despesas. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) É correto afirmar que o aval é um ato jurídico benéfico. 465. A poderá fazê-lo desde que o warrant não tenha sido protestado pelo seu titular. Desejando imediatamente retirar as mercadorias representadas pelo conhecimento de depósito. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/FCC/2001) A recebeu por endosso. exceto na Letra de Câmbio. (Defensor Público-SP/2006/FCC) Sobre títulos de crédito. como pagamento de uma dívida. (Defensor Público-SP/2006/FCC) Sobre títulos de crédito. vedado. 469. um conhecimento de depósito em cujo verso estava anotada a existência de débito vincendo que foi garantido pelo correspondente warrant. identificável. A poderá fazê-lo consignando no armazém geral o principal da dívida e os juros até seu vencimento conforme o warrant. tem direito de obter do emitente a substituição. é correto afirmar que o aval posterior ao vencimento não produz efeitos. e pagando os impostos correspondentes. 463. perde eficácia o endosso-mandato. 464. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/FCC/2001) A recebeu por endosso. devolvendo o título e pagando as despesas. 468. 129 . como pagamento de uma dívida. é correto afirmar que o possuidor de título dilacerado. 466. Desejando imediatamente retirar as mercadorias representadas pelo conhecimento de depósito. é correto afirmar que com a morte ou a superveniente incapacidade do endossante.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo responsabilidade subsidiária do armazém geral pelo pagamento do débito. um conhecimento de depósito em cujo verso estava anotada a existência de débito vincendo que foi garantido pelo correspondente warrant. é correto afirmar que a omissão de qualquer requisito legal no título de crédito implica invalidade do negócio jurídico que lhe deu origem. (Defensor Público-SP/2006/FCC) Sobre títulos de crédito. 467. interpretado de forma restritiva. sendo uma promessa de adimplir a obrigação principal. é correto afirmar que pode ser reivindicado do portador que o adquiriu de boafé. 462. (Defensor Público-SP/2006/FCC) Sobre títulos de crédito.

(Ministério Público AP/2006/FCC) O protesto judicial é o ato formal e solene pelo qual se comprova a recusa do aceite de um título cambial. é garantia prestada em título de crédito. no exclusivo interesse deste. 474. 476. 480. estabelecendo-se entre os dois. (Juiz Substituto TJDFT/ FCC) É correto afirmar que nas obrigações em geral o credor não é obrigado a receber pagamento 130 . é obrigação acessória e confere a qualidade de devedor solidário com o devedor principal. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) O endosso do warrant confere ao portador direito de crédito. 471. (Juiz Substituto TJDFT/ FCC) É correto afirmar que o aval prestado em favor de devedor incapaz atribui responsabilidade solidária ao avalista pela obrigação representada pelo título. 472.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 470. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) Avais em branco e superpostos consideram-se simultâneos e não sucessivos. (Juiz Substituto TJ PI/FCC/2001) É correto afirmar que a Lei Uniforme proíbe o aval limitado ou parcial que consiste na garantia prestada a apenas uma parte da obrigação. ou perdendo suas características. 475. o aval deixa de existir. (Juiz Substituto TJDFT/ FCC) É correto afirmar que o aval é instituto do direito cambiário. 478. pelas particularidades do Direito Cambiário. garantido por penhor da mercadoria depositada. 473. (Juiz Substituto TJ PI/FCC/2001) É correto afirmar que se o título contiver a expressão “não à ordem” poderá mesmo assim ser endossado. 477. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) É correto afirmar que por ser o aval uma garantia autônoma que se dá ao pagamento de uma cambial e sendo nula a obrigação do avalizado. (Juiz Substituto TJ PI/FCC/2001) É correto afirmar que é nula a obrigação cambial assumida por procurador do mutuário vinculado ao mutante. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) É correto afirmar que o inadimplemento do avalizado torna concreta a obrigação do avalista. 479. uma relação de subsidiariedade passiva diante do credor.

art. 131 . 484. CORRETO. 481. (Banco do Brasil/2006/Escriturário/FCC) Do ponto de vista formal. (Banco do Brasil/2006/Escriturário/FCC) O aval a um título de crédito deve ser prestado através de documento específico para essa finalidade. não há diferenças entre aval. 482. fiança. §1º). não pode o credor recusar pagamento. (Banco do Brasil/2006/Escriturário/FCC) Se o avalista pagar um título em lugar do avalizado. Gabarito – Capítulo 13 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 C E C C C E E E E C E 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 E E E C E C E E E E C 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 E E C C C C E E C E Comentários – Capítulo 13 453. 902. ainda que parcial (CC.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo parcial. o portador não pode recusar pagamento parcial. hipoteca e alienação fiduciária como instrumentos de garantia de operações de crédito. em valor correspondente ao da obrigação garantida. caução. 483. (Banco do Brasil/2006/Escriturário/FCC) A prestação de aval requer a entrega da posse de bens móveis do avalista. mas no caso do cheque. poderá exigir deste último o ressarcimento dos valores pagos. No vencimento.

constituindo uma promessa de pagamento. art. O negócio jurídico será válido. 459. art. que pode ser feito sem a posse do título. Dispõe o referido decreto. exclua ou restrinja direitos e obrigações (CC. 897. não implica a invalidade do negócio jurídico que lhe deu origem. único). 461. Exceção feita ao protesto de duplicatas. documento necessário ao exercício do direito literal e autônomo nele contido. O conhecimento de depósito é título de crédito que representa o depósito das mercadorias custodiadas nos armazéns gerais. além dos limites fixados em lei. 458. §1º). par.903. ERRADO. CORRETO. somente produz efeito quando preencha os requisitos da lei (CC. e a que. 890). emitido exclusivamente pelos armazéns-gerais. a que dispense a observância de termos e formalidade prescritas. 887). 456. 1. ERRADO. O título de crédito. Assim prescreve o art. Dispõe o parágrafo único do art. 889. Via de regra. O conhecimento de depósito e o warrant são regidos pelo Decreto n. art.102. art. 46. 132 . ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 454. 460. CORRETO. §1º). apenas será desnaturado como título de crédito. a excludente de responsabilidade pelo pagamento ou por despesas. ERRADO. 455. Warrant é título de crédito. a proibitiva de endosso. 897 do CC que é vedado o aval parcial. O warrant é a garantia real que se tem sobre as mercadorias. Já as partes beneficiárias são valores mobiliários que conferem aos proprietários o direito de crédito eventual contra a sociedade por ações (Lei das SAs. consignando o armazém geral o principal e juros até o vencimento e pagando os impostos fiscais. de 21/11/1. 888 do Código Civil: A omissão de qualquer requisito legal. é vedado o aval parcial (CC. em seu artigo 22. É considerado à vista o título de crédito que não contenha indicação de vencimento (CC. que ao portador do conhecimento de depósito é permitido retirar a mercadoria antes do vencimento da dívida constante do "warrant". que representa o crédito sobre o valor de mercadorias depositadas nestes recintos. ERRADO. que tire ao escrito a sua validade como título de crédito. armazenagens vencidas e mais despesas. art. CORRETO. Consideram-se não escritas no título a cláusula de juros. 457.

não possuindo a posse sobre o título. 900). 1.102/1903. 465. art. Com a morte ou a superveniente incapacidade do endossante. ERRADO. nas notas promissórias. O aval posterior ao vencimento produz os mesmos efeitos do anteriormente dado (CC. A questão. encontra-se incompleta. 896 do CC que o título de crédito não pode ser reivindicado do portador que o adquiriu de boa-fé e na conformidade das normas que disciplinam a sua circulação.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 462. A LUG permite seja feito o aval parcial na letra de câmbio e. 469. O negócio jurídico será válido. art. tem direito a obter do emitente a substituição do anterior. por analogia.102. É incabível se falar em protesto neste caso. ERRADO. 133 . Endosso-mandato é aquele através do qual o endossatário atua em nome do endossante. em seu artigo 22. CORRETO. CORRETO. 1. que tire ao escrito a sua validade como título de crédito. ERRADO. 917. 466. apenas será desnaturado como título de crédito. que pode ser excepcionada por norma especial. consignando o armazém geral o principal e juros até o vencimento e pagando os impostos fiscais. não perde eficácia o endosso-mandato (CC. ERRADO. ERRADO. 463. armazenagens vencidas e mais despesas. Porém. 987) veda o aval parcial. Dispõe o art. 908 do CC: o possuidor de título dilacerado. CORRETO. sabe-se que o CC é norma geral. O warrant é a garantia real que se tem sobre as mercadorias. não implica a invalidade do negócio jurídico que lhe deu origem. 468. de 21/11/1. Assim prescreve o art. mediante a restituição do primeiro e o pagamento das despesas. O conhecimento de depósito e o warrant são regidos pelo Decreto n. 464. portanto. art. §2º). uma vez que no warrant admite-se o protesto tão somente pela falta de pagamento (Dec.903. 888 do Código Civil: A omissão de qualquer requisito legal. Dispõe o referido decreto. 23). O Código Civil (art. que ao portador do conhecimento de depósito é permitido retirar a mercadoria antes do vencimento da dívida constante do "warrant". Este é o teor do art. porém identificável. 467. O conhecimento de depósito é título de crédito que representa o depósito das mercadorias custodiadas nos armazéns gerais.

Traduzindo-se: muitos bancos e instituições que emitiam títulos de crédito. em virtude do princípio da autonomia das obrigações cambiais. CORRETO. A relação entre avalista e avalizado é de solidariedade. é considerado abusivo pelos tribunais pátrios. 477. no exclusivo interesse deste. É nula a obrigação cambial assumida por procurador do mutuário vinculado ao mutante. Este é o teor da Súmula 60 do STJ. tampouco subsidiariedade. A existência. c) falta de pagamento do título. formal pelo qual se atesta na relação cambial: a) falta de aceite. 472. Diferentemente. 473. garantia autônoma. Da autonomia e independência do aval seguem importantes consequências.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 470. 471. O aval é. realmente. 476. lançavam no corpo do título de crédito o acréscimo de. Se o devedor em favor de quem o aval foi prestado era incapaz. Se o credor não puder exercer a obrigação contra o avalizado. solene. Porém. 475. não seguindo ritos cambiais nesta hipótese. b) falta de devolução do título. poderá ser transmitido com a forma e com os efeitos de uma cessão civil de crédito. a fiança é considerada garantia civil. validade e eficácia não condicionadas à da obrigação avalizada. O protesto é ato extrajudicial. 30). A LUG permite que o pagamento de letra seja no todo ou em parte garantido por aval (LUG. ou qualquer outro que se assemelhe. não haverá prejuízo contra a obrigação do avalista. sem considerado obrigação principal. ERRADO. uma eventual nulidade arguida na cártula avalizada não prejudica a obrigação assumida pelo avalista. obrigação acessória. juntamente a contratos de adesão. ERRADO. Este fato.” O aval configura-se como obrigação autônoma e independente. por exemplo. ERRADO. ERRADO. 134 . que continuará sendo devedor solidário. O título de crédito que contiver a expressão “não à ordem” não poderá ser endossado. Todavia. não havendo benefício de ordem. apenas pela simples cobrança extrajudicial. ERRADO. CORRETO. 474. isso não desconstitui nem altera a extensão da obrigação do avalista. honorários advocatícios a serem pagos pelo mutuário. art. nas mesmas condições do devedor deste titulo (avalizado). Fábio Ulhoa define o aval como “ato cambiário pelo qual uma pessoa (avalista) se compromete a pagar titulo de crédito. ERRADO.

tem o avalista ação de regresso contra o seu avalizado e demais coobrigados anteriores (CC. conjunta e solidariamente. hipoteca e alienação fiduciária são garantias reais. a legislação checaria prevê que o portador não pode recusar o seu pagamento parcial (LC. O endosso do conhecimento de depósito e do warrant confere ao endossatário o direito de livre disposição das mercadorias. art. (DPE SP/2009/FCC) Considerando as espécies de cheques. é correto afirmar que o cheque administrativo é aquele em que o emitente. 480. Este é o exato teor da súmula 189 da nossa Corte Constitucional: Avais em branco e superpostos consideram-se simultâneos e não sucessivos. que são aquelas prestadas por pessoas. art. art.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 478. 482. não pode o credor ser obrigado a receber. prestadas por bens. CORRETO. Não há obrigação de entrega de bens. parágrafo único). 18). em favor do devedor. Pagando o título. 479. por partes. 899. 135 . 483. 484. Capítulo 14 – Cheques 485. Se for apenas warrant implica o direito de penhor sobre as mercadorias (Decreto 1. ou seja. se assim não se ajustou.102/1903. ERRADO. a responsabilidade pelo pagamento do título.Ainda que a obrigação tenha por objeto prestação divisível. 898). CORRETO. Já para o cheque. e não por bens. Já caução. para os fins de liquidez e tranquilidade do beneficiário. a satisfação do débito será garantida por uma terceira pessoa. ERRADO. §1º). 481. que não o devedor. o avalista apenas assume. 314 . nem o devedor a pagar. Aval e fiança são garantias pessoais (ou fidejussórias). ERRADO. O aval deve ser dado no verso ou no anverso do próprio título (CC. 38. CORRETO. CORRETO. No caso de descumprimento de determinada obrigação. art. como se vê neste excerto do Código Civil: Art. Nas obrigações em geral não é o credor obrigado a receber pagamento parcial.

1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo solicita do sacado que aponha visto ou certificado, bem como reserve o valor. 486. (DPE SP/2009/FCC) Considerando as espécies de cheques, é correto afirmar que cheque marcado é aquele que é pago somente ao beneficiário que tiver o nome indicado e, por isso, não comporta endosso. 487. (DPE SP/2009/FCC) Considerando as espécies de cheques, é correto afirmar que diz-se visado o cheque emitido pelo sacado contra ele mesmo em favor da pessoa indicada por terceiro, geralmente o correntista do banco. 488. (DPE SP/2009/FCC) Considerando as espécies de cheques, é correto afirmar que cheque cruzado especial é aquele em que o emitente apõe dois traços no anverso do título e escreve entre estes o dizer "banco". 489. (DPE SP/2009/FCC) Considerando as espécies de cheques, é correto afirmar que cheque de viagem é o emitido em moeda estrangeira e pago na moeda do país em que é apresentado, conforme com o câmbio do dia. 490. (MP CE/2009/FCC) Quanto aos títulos de crédito, é correto afirmar que o credor do cheque pode responsabilizar o banco sacado pela inexistência ou insuficiência de fundos disponíveis, dada a responsabilidade objetiva do estabelecimento bancário. 491. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) O cheque visado desobriga o sacado e os coobrigados de efetuar qualquer pagamento ao beneficiário. 492. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) O cheque visado implica a reserva de fundos na conta do sacador, suficientes ao pagamento do título. 493. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) O cheque visado não admite sustação nem contra-ordem, ainda que após o prazo de pagamento. 494. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) O cheque visado é aquele sacado por instituição financeira e que não admite devolução por insuficiência de fundos.

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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 495. (Procurador de Contas TCE CE/2006/FCC) O cheque visado não pode ser endossado, nem avalizado. 496. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Em relação ao endosso de cheques é correto afirmar que é considerada não escrita a cláusula lançada no título que exima o endossante da co-responsabilidade pelo seu pagamento. 497. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Em relação ao endosso de cheques é correto afirmar que é nulo o endosso parcial do direito de crédito nele mencionado. 498. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Em relação ao endosso de cheques é correto afirmar que o endosso posterior ao respectivo prazo de apresentação não produz qualquer efeito jurídico de transmissão do crédito. 499. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Em relação ao endosso de cheques é correto afirmar que o endossatário tem ação executiva contra o endossante, independentemente do protesto ou da apresentação do título ao banco sacado. 500. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Em relação ao endosso de cheques é correto afirmar que o banco sacado tem o dever legal de verificar a autenticidade das assinaturas de todos os endossantes, mas não a regularidade da cadeia de endossos. 501. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) O cheque distingue-se dos demais títulos de crédito porque não pode ser emitido ao portador. 502. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) O cheque distingue-se dos demais títulos de crédito porque admite vários endossos. 503. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) O cheque distingue-se dos demais títulos de crédito porque não necessita de uma relação jurídica subjacente. 504. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) O cheque distingue-se dos demais títulos de crédito porque é sempre sacado contra um banco. 505. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) O cheque distingue-se dos demais títulos de crédito porque a falta de qualquer de seus elementos essenciais não o desnatura.
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 506. (Promotor Substituto PE/2008/FCC) Em relação aos títulos de crédito, é certo que a prática comercial de emissão de cheque com data futura de apresentação, conhecido como cheque “pré-datado”, desnatura sua qualidade cambiariforme, por representar mera garantia de dívida. 507. (Defensor Público PA/2009/FCC) Por ser o cheque uma ordem de pagamento a vista, é ilegal a emissão de cheque pós-datado, que não gera qualquer efeito jurídico ao emitente ou ao beneficiário. 508. (Defensor Público PA/2009/FCC) Por ser o cheque uma ordem de pagamento a vista, embora a pós-datação não produza efeito cambial, pode gerar efeitos reparatórios civis se a data futura não foi obedecida pelo beneficiário, por lesão à boa- fé objetiva. 509. (Defensor Público PA/2009/FCC) Por ser o cheque uma ordem de pagamento a vista, como a pós-datação não produz efeito cambial, também não pode gerar efeitos reparatórios civis se a data futura não for obedecida pelo beneficiário. 510. (Defensor Público PA/2009/FCC) Por ser o cheque uma ordem de pagamento a vista, a pós-datação gera efeitos cambiais, por isso sendo obstada a apresentação do título a pagamento antes da data futura aposta. 511. (Defensor Público PA/2009/FCC) Por ser o cheque uma ordem de pagamento a vista, o postulado da questão é parcialmente verdadeiro, pois a natureza do cheque permite que seja tanto uma ordem de pagamento a vista como um título de crédito a prazo. 512. (OAB ES/2005/FCC) O beneficiário de um cheque deixa passar o prazo de apresentação sem tomar nenhuma atitude no sentido de receber o crédito. Como conseqüência não poderá mais pretender receber o valor devido do avalista do emitente. 513. (OAB ES/2005/FCC) O beneficiário de um cheque deixa passar o prazo de apresentação sem tomar nenhuma atitude no sentido de receber o crédito. Como conseqüência somente através de ação monitória poderá pretender receber seu crédito. 514. (OAB ES/2005/FCC) O beneficiário de um cheque deixa passar o prazo de apresentação sem tomar nenhuma atitude no sentido de receber o crédito. Como conseqüência terá que protestar o emitente para poder executar o cheque.
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 515. (OAB ES/2005/FCC) O beneficiário de um cheque deixa passar o prazo de apresentação sem tomar nenhuma atitude no sentido de receber o crédito. Como conseqüência terá ainda seis meses para tentar receber o valor do cheque, apresentando-o para pagamento na instituição financeira competente. 516. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/FCC/2001) Um cheque com aval simples e transferido por endosso é devolvido sem pagamento pela instituição financeira, por insuficiência de fundos. Seu portador, na execução do título, poderá exigir juros legais contados a partir da data de apresentação. 517. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/FCC/2001) Um cheque com aval simples e transferido por endosso é devolvido sem pagamento pela instituição financeira, por insuficiência de fundos. Seu portador, terá seis meses a contar da data da segunda apresentação para iniciar execução baseada no título. 518. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/FCC/2001) Um cheque com aval simples e transferido por endosso é devolvido sem pagamento pela instituição financeira, por insuficiência de fundos. Seu portador, não poderá executar o avalista se o depósito do cheque deu-se fora do prazo de apresentação. 519. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/FCC/2001) Um cheque com aval simples e transferido por endosso é devolvido sem pagamento pela instituição financeira, por insuficiência de fundos. Seu portador, não poderá executar judicialmente o endossante antes de executar judicialmente o emitente. 520. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/FCC/2001) Um cheque com aval simples e transferido por endosso é devolvido sem pagamento pela instituição financeira, por insuficiência de fundos. Seu portador, deverá protestar o cheque para poder executar judicialmente o endossante, na qualidade de co-obrigado. 521. (MP SP/FCC) Pode ser suprimido do cheque o local de pagamento. 522. (MP SP/FCC) Pode ser suprimido do cheque o nome do banco ou da instituição financeira que deve pagar. 523. (MP SP/FCC) emissão. Pode ser suprimido do cheque a data e lugar da

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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 524. (MP SP/FCC) Pode ser suprimido do cheque a denominação cheque inscrita no contexto do título e expressa em língua nacional. 525. (MP SP/FCC) Pode ser suprimido do cheque o lugar de emissão. 526. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) É correto afirmar que prescrito ou caduco o cheque, o portador poderá agir contra os avalistas, já que estes assumiram obrigações cambiárias. 527. (Ministério Público AP/2006/FCC) A falta de aceite tanto no cheque quanto na nota promissória acarreta vencimento antecipado. 528. (Juiz Substituto TJDFT/ FCC) É correto afirmar que o cheque apresentado a pagamento antes do dia indicado como data da emissão é pagável no dia da apresentação. 529. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) No cheque o endosso parcial deve ser considerado permitido. 530. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) No cheque o endosso parcial deve ser considerado anulável, se submetido a condição. 531. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) No cheque o endosso parcial deve ser considerado nulo. 532. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) No cheque o endosso parcial vale apenas como cessão civil. 533. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) Determinado cheque foi emitido em 20/02/2006, mas só foi apresentado para pagamento na mesma praça em 20/05/2006, sendo devolvido por insuficiência de fundos. Em virtude disso, em 02/10/2006 o tomador protocolou ação de execução contra o emitente. Nesse caso, a pretensão executiva prescreveu em 20/08/2006. 534. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) Determinado cheque foi emitido em 20/02/2006, mas só foi apresentado para pagamento na mesma praça em 20/05/2006, sendo devolvido por insuficiência de fundos. Em virtude disso, em 02/10/2006 o tomador protocolou ação de execução contra o emitente. Nesse caso, prescreveu em 22/09/2006. 535. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) Determinado cheque foi emitido em 20/02/2006, mas só foi apresentado para pagamento na mesma
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo praça em 20/05/2006. Caio.00 (cinqüenta mil reais). em 02/10/2006 o tomador protocolou ação de execução contra o emitente.00 (dez mil reais) e estabelece que. mas só foi apresentado para pagamento na mesma praça em 20/05/2006. prevê que a sociedade será obrigatoriamente representada por dois de seus administradores para emissão e endosso de cheques em valor superior a R$ 10. ciente da irregularidade do endosso. outro administrador. nas suas omissões. prescreveria em 20/05/2007. Nessa situação. sendo devolvido por insuficiência de fundos. 536. 141 . (Analista Área 4 – BACEN/2006/FCC) O contrato social da ABC Serviços Ltda. 537.000. mas só foi apresentado para pagamento na mesma praça em 20/05/2006. endossa a Hipócrates um cheque no valor de R$ 50.000. o sacado teria obrigação de conferir a regularidade do endosso e a ABC Serviços Ltda. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) Determinado cheque foi emitido em 20/02/2006. administrador da sociedade. mas os sócios da ABC Serviços Ltda. Nesse caso. para isso falsificando a assinatura de Tício.000. o deposita em sua conta corrente. nas suas omissões. apenas. Nesse caso. O banco sacado paga o cheque normalmente. sendo devolvido por insuficiência de fundos. mas os sócios da ABC Serviços Ltda. prescreveria em 20/11/2006. ciente da irregularidade do endosso. para isso falsificando a assinatura de Tício. O banco sacado paga o cheque normalmente. pode exigir de Hipócrates a devolução do dinheiro. 539.000. Em virtude disso. Hipócrates. Em virtude disso. em 02/10/2006 o tomador protocolou ação de execução contra o emitente. o sacado agiu corretamente e a ABC Serviços Ltda. sendo devolvido por insuficiência de fundos.00 (cinqüenta mil reais). Caio. Nesse caso. o deposita em sua conta corrente. pode exigir do sacado. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) Determinado cheque foi emitido em 20/02/2006.00 (dez mil reais) e estabelece que. endossa a Hipócrates um cheque no valor de R$ 50. administrador da sociedade. descobrem o ocorrido. prevê que a sociedade será obrigatoriamente representada por dois de seus administradores para emissão e endosso de cheques em valor superior a R$ 10. a devolução do dinheiro. prescreveria em 20/02/2007. (Analista Área 4 – BACEN/2006/FCC) O contrato social da ABC Serviços Ltda. Nessa situação. serão aplicáveis as disposições relativas às sociedades simples. outro administrador. Hipócrates. Em virtude disso. em 02/10/2006 o tomador protocolou ação de execução contra o emitente. serão aplicáveis as disposições relativas às sociedades simples. 538. descobrem o ocorrido.

(Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O endosso de um cheque. após o prazo de apresentação produz os efeitos de uma cessão civil de crédito. após o prazo de apresentação exonera o emitente da obrigação de pagamento. mas os sócios da ABC Serviços Ltda. 545. 543. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) O protesto do cheque é dispensável para a cobrança executiva contra o emitente. outro administrador.000. (Analista Área 4 – BACEN/2006/FCC) O contrato social da ABC Serviços Ltda. 542. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O endosso de um cheque. Caio. (Fiscal da SEFAZ DF/2001/FCC) O título de crédito sacado por uma empresa. após o prazo de apresentação torna nulo o título. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) O protesto do cheque é indispensável para a cobrança executiva contra o avalista do emitente. O banco sacado paga o cheque normalmente. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O endosso de um cheque.000. prevê que a sociedade será obrigatoriamente representada por dois de seus administradores para emissão e endosso de cheques em valor superior a R$ 10. 541. para isso falsificando a assinatura de Tício. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O endosso de um cheque.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 540. o deposita em sua conta corrente. para que pague determinado valor ao próprio sacador. o sacado teria obrigação de conferir a regularidade do endosso e a ABC Serviços Ltda.00 (cinqüenta mil reais). 548. 547. não gera qualquer obrigação para endossante. 546. 544. pode exigir do sacado. tendo sua causa 142 . contendo uma ordem de pagamento ao sacado. nas suas omissões. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) O protesto do cheque é indispensável para a cobrança executiva contra o endossante e seu avalista. após o prazo de apresentação. ciente da irregularidade do endosso. serão aplicáveis as disposições relativas às sociedades simples. a devolução do dinheiro. administrador da sociedade.00 (dez mil reais) e estabelece que. endossa a Hipócrates um cheque no valor de R$ 50. descobrem o ocorrido. de Caio e de Hipócrates. solidariamente. Hipócrates. Nessa situação.

estabelecido no artigo 7º da Lei 7. O emitente solicita ao banco (sacado) que vise. ao cheque e à letra de câmbio. (Banco do Brasil/2006/Escriturário/FCC) Um cheque pode ter aval parcial. Gabarito – Capítulo 14 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 E E E E C E E C E E E E C E 499 500 501 502 503 504 505 506 507 508 509 510 511 512 E E E E E C E E E C E E E E 513 514 515 516 517 518 519 520 521 522 523 524 525 526 E E C C E E E E C E C E E E 527 528 529 530 531 532 533 534 535 536 537 538 539 540 E C E E C E E C E E E C E E 541 542 543 544 545 546 547 548 549 550 E C E E C E E E C E Comentários – Capítulo 14 485. 549. O visto só será aposto caso o cheque não tenha sido endossado. 486.357/85 (Lei do Cheque). obedecendo-se nesta hipótese ao rito 143 . estando presente o fato confiança referem-se. certifique. respectivamente. contendo uma ordem de pagamento ao sacado. o cheque. Contudo. estando presente o fato confiança referem-se. ERRADO. O cheque referido é o cheque nominal. e o título de crédito como ordem de pagamento à vista. Este é o conceito de cheque visado. e o título de crédito como ordem de pagamento à vista. tendo sua causa substancial (ou subjacente) numa operação de venda.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo substancial (ou subjacente) numa operação de venda. para que pague determinado valor ao próprio sacador. respectivamente. desde que este garanta no mínimo 50% do seu valor. à duplicata e ao cheque. 550. o cheque não à ordem pode ser transferido pela via de cessão civil do crédito. (Fiscal da SEFAZ DF/2001/FCC) O título de crédito sacado por uma empresa. atestando haver fundos para pagamento durante o prazo em que o título será apresentado. ERRADO. com cláusula não à ordem.

§1º). O banco sacado não responde pela inexistência ou insuficiência de fundos! A responsabilidade do banco se dá somente quando do processamento de pagamento indevido. 7. durante o prazo de apresentação (LC. endossante ou qualquer coobrigado (LC. 488. O cheque viagem (traveller check) é um tipo de cheque emitido em quantida prefixada. tendo a vantagem sobre o dinheiro “vivo” de ter proteção contra furto. Serve para atender gastos em viagens internacionais. É um tipo de cheque emitido pelo banco contra ele mesmo. 489. art. Estas são as características do cheque administrativo (ou bancário). exceto se houver dolo ou culpa do correntista. ERRADO. 491. não há exoneração do pagamento ao emitente. ERRADO. não o considerando como título 487. A sustação de cheque pode ser feita em duas hipóteses: 1) revogação (ou contra-ordem). A principal finalidade do cruzamento é impedir que um cliente saque o cheque no caixa. 493. roubo. CORRETO. art. previsto no artigo 9º. 492. certificação ou outra declaração equivalente obriga o sacado (banco) a debitar à conta do emitente a quantia indicada no cheque e a reservá-la em benefício do portador legitimado. o banco (sacado) deve reservar a quantia prevista no cheque. O visto não vincula o banco ao pagamento do cheque visado. da Lei do Cheque. ERRADO. ou que apenas contenha a palavra banco (sem especificações) entre as suas linhas. O objetivo de ambas é 144 . 7º. §1º). Segundo os preceitos legais a aposição de visto. falsificado ou alterado. permitindo-se apenas que se pague através de crédito em conta corrente. Outrossim. 44 dispõe que se diz geral o cruzamento que contenha as duas linhas em branco. enquanto perdurar o período de apresentação. 490. Será especial o cruzamento se existir nome específico do banco entre as linhas do cruzamento. 39). O parágrafo primeiro do art. Com o visto. perda. III. art. CORRETO. ou ainda no caso de pagamento de cheque falso. que não seja beneficiário do título. art. como creditamento a cliente errado. e 2) oposição. em favor de terceiro. Diz cruzado o cheque em que o emitente apõe dois traços paralelos no anverso do título (LC. 44). debitado em favor de correntista que solicitou sua omissão. regimes civis. Este é o exato conceito de cheque visado. geralmente expresso em doláres norte-americanos. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo previsto nos cambiário. endossante ou beneficiário (LC. ERRADO.

Se a ação é proposta contra o emitente e seus avalistas. ERRADO.357/85 (Lei do Cheque). O mero porte do documento confere o direito à prestação nele prevista. que. art. 495. par. o CC ressalva a hipótese de lei especial prever de modo diverso. ERRADO. Porém. art. deve ser cumprido. Ao banco não cabe apreciar as razões do ato.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo impedir a liquidação do cheque. a lei 9. ERRADO. 494. 912. que expressamente exime o endossante da responsabilidade pela obrigação constante do título. Produzirá efeitos tal como tivesse sido feito antes do vencimento. 501. Igualmente dispõe o artigo 907 do Código Civil. ERRADO. CORRETO. A lei 8. Se proposta contra endossantes e respectivos avalistas. uma vez que o artigo 7º. O cheque visado pode ser objeto de endosso e de aval. 499. ERRADO.021/1990 proíbe a emissão de títulos ao portador. Cheque visado. O endosso após o vencimento do título é conhecido como endosso póstumo. Para o cheque. 500. exige-se o protesto. não há necessidade de protesto. confere o direito de 145 . mas não a autenticidade das assinaturas dos endossantes. certifique.069/95. ERRADO. 35 e 36). atestando haver fundos para pagamento durante o prazo em que o título será apresentado. Título ao portador é aquele que não indica o nome do beneficiário do crédito. Segundo o art. único). ERRADO. se solicitado unilateralmente pelo emitente. A mesma obrigação incumbe ao banco apresentante do cheque a câmara de compensação. O protesto do cheque acontece pela ausência de fundos. pelo fato de que o capítulo III. A exceção é a sua realização após o protesto do cheque. o cheque. 496. também. 39 da Lei de Cheques: o sacado que paga cheque ‘’à ordem’’ é obrigado a verificar a regularidade da série de endossos. 69. O endosso parcial é nulo (CC. Não há óbice legal a que cheque visado seja objeto de sustação (LC. art. que cuida do aval dos cheques não proibir a utilização nos cheques visados. 497. hipótese em que o endosso terá o efeito de cessão ordinária de crédito. 498. previsto no artigo 7º da Lei 7. é aquele em que o emitente solicita ao banco (sacado) que vise. É possível que o endosso contenha cláusula “sem garantia”. §1º faz expressa menção aos endossantes e.

se o cheque foi. sacado é sempre o banco contra o qual se saca o cheque. na esfera cível. CORRETO. o devedor.357/85. O artigo 2º da Lei de Cheque enumera os requisitos de validade para a emissão do cheque. pode ser objeto de pedido de indenização por parte do emitente. Cheque descontado antes do prazo afixado. constitui. o sacado é aquele contra o qual a letra foi emitida. na esfera cível. não havendo ilegalidade em sua emissão. 32). cuja legislação (Lei que institui a CPMF) permite apenas 1 (um) endosso. ERRADO. 509. ou seja. A emissão de cheque pré-datado deve ser considerada não escrita apenas para efeitos de direito cambiário. que o recebe. 507. relação jurídica. se o cheque foi. Na letra de câmbio. 505. Na duplicata. A emissão de cheque pré-datado deve ser considerada não escrita apenas para efeitos de direito cambiário. Não há um número definido de endossos para os títulos de crédito. A pessoa a quem deve ser pago o cheque chama-se beneficiário. por configurar-se ordem de pagamento à vista. No cheque. 503.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo emissão de cheque ao portador. e traz como única consequência a ampliação do prazo de apresentação”. ERRADO. por exemplo. não o desnatura como título de crédito. ERRADO. sim. Na nota promissória. Esse é o entendimento do Superior Tribunal de Justiça. Considera-se não-escrita qualquer menção em contrário (LC. Nos dizeres do STJ “A emissão de cheque pós-datado. 146 . o sacado é aquele que é beneficiário do título. 502. o sacado é o comprador. um cheque pré-datado pode ser normalmente descontado ou devolvido. à exceção do cheque. ERRADO. ERRADO. 506. 508. Portanto. CORRETO. desde que o valor seja inferior a R$ 100 (cem reais). art. Endosso é o ato mediante o qual se transfere a propriedade de um título. O cheque é pagável à vista. devolvido por insuficiência de fundos. art. 32). O título a que falte qualquer dos requisitos ali enumerados não vale como cheque. O cheque é uma ordem de pagamento à vista (LC. O cheque. popularmente conhecido como cheque pré-datado. ERRADO. O seu regime jurídico está previsto na Lei 7. Cheque descontado antes do prazo afixado. pode ser objeto de pedido de indenização por parte do emitente. 504.

o beneficiário do cheque tem ainda o prazo de 6 meses para promover a execução (LC. O portador do cheque deve apresentá-lo para pagamento no prazo de 30 dias. devolvido por insuficiência de fundos. Portanto. 33). CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo por exemplo. Uma vez expirado este prazo. O cheque é pagável à vista. 513. ERRADO. ERRADO. mesmo após o prazo de apresentação e antes de findo o prazo prescricional. a consequência de se perder o prazo para apresentação é a perda de direito de execução dos co-devedores (endossantes e seus avalistas). Esse é o entendimento do Superior Tribunal de Justiça. art. 32). o beneficiário do cheque tem ainda o prazo de 6 meses para promover a execução (LC. se ele for ou não da praça em que é emitido. um cheque pré-datado pode ser normalmente descontado ou devolvido. Caso seja devolvido por insuficiência de fundos. se emitido em lugar diverso ou no exterior (LC. A emissão do cheque pré-datado é aceita como praxe. ou 60 dias. ou 60 dias. ERRADO. quando emitido no lugar em que for pago. 512. 59) ou tentar receber do banco. Resumindo: somente após 6 meses (prazo prescricional) é o que banco não poderá processar o título. Guarde o seguinte: PROTESTO – CHEQUE Cobrança dos endossantes e seus avalistas Cobrança do emitente e seus avalistas necessário desnecessário 515. Se apresentado e pago. quando emitido no lugar em que for pago. O prazo para apresentação do cheque é de 30 ou 60 dias. art. art. O portador do cheque deve apresentá-lo para pagamento no prazo de 30 dias. se emitido em lugar diverso ou no exterior (LC. ótimo. Considera-se não-escrita qualquer menção em contrário (LC. cambiário. O cheque é pagável à vista. 59) ou tentar receber do banco. respectivamente. 33). ERRADO. ERRADO. 511. art. O protesto do cheque ocorre pela insuficiência de fundos para pagamento. 514. Uma vez expirado este prazo. art. Uma pessoa pode descontar normalmente um cheque. a que seja descontado antes do vencimento. art. não havendo óbice. não havendo alicerce jurídico para tanto. 32). Considera-se não-escrita qualquer menção em contrário (LC. 147 . 510.

521. O artigo 10 da Lei de Cheque dispõe que se considera não escrita a cláusula que estipule cobrança de juros no bojo do cheque (LC. A ação de cobrança de cheque pode ser impetrada contra o emitente e seus avalistas e contra os endossantes e seus avalistas (LC. Não há contagem baseada na data de apresentação do cheque. ou 60 dias. podendo os coobrigados serem executados normalmente. Uma vez expirado este prazo. quando emitido no lugar em que for pago. Todavia. art. ERRADO. O artigo 2º da Lei do Cheque prevê que existem certos requisitos sem os quais o documento não será considerado cheque. juros do demandado. O artigo 2º da Lei do Cheque prevê que existem certos requisitos sem os quais o documento não será considerado cheque. A ação de cobrança de cheque pode ser impetrada contra o emitente e seus avalistas e contra os endossantes e seus avalistas. 10). se o beneficiário não apresentar o cheque à instituição financeira no prazo de 30 ou 60 dias. c) nome do banco sacado. CORRETO. ERRADO. desde o dia da apresentação. b) ordem incondicional de pagar quantia determinada. d) lugar de pagamento. na execução do título. 519. d) lugar de pagamento. Permanece. ERRADO. São eles: a) a denominação cheque. se emitido em lugar diverso ou no exterior (LC. Entrementes. c) nome do banco sacado. b) ordem incondicional de pagar quantia determinada. contudo. e) 148 . CORRETO. sempre se observando o prazo prescricional de 6 meses. 517. art. perderá o credor o direito de executar os coobrigados. o artigo 52 da mesma lei prevê que o portador pode exigir. Todos os obrigados respondem solidariamente para com o portador do cheque (LC. f) assinatura do emitente ou seu mandatário. 42). conforme a praça) supre a necessidade de protesto. salvo lugar de pagamento ou emissão e data. ERRADO. o beneficiário do cheque tem ainda o prazo de 6 meses para promover a execução (LC. 520. art. e) data e lugar de emissão. art. São eles: a) a denominação cheque. 522. salvo lugar de pagamento ou emissão e data. o direito de execução contra o emitente e seus avalistas. conforme o cheque seja ou não da praça. A apresentação do cheque antes do prazo legal (30 ou 60 dias. ERRADO. art. 59) ou tentar receber do banco. 51). 33). O portador do cheque deve apresentá-lo para pagamento no prazo de 30 dias.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 516. 518.

Esta é a regra a ser considerada para concursos. O artigo 2º da Lei do Cheque prevê que existem certos requisitos sem os quais o documento não será considerado cheque. f) assinatura do emitente ou seu mandatário. São eles: a) a denominação cheque. endossante e avalistas. salvo lugar de pagamento ou emissão e data. não caberá mais ao beneficiário agir contra o emitente. c) nome do banco sacado. d) lugar de pagamento. São eles: a) a denominação cheque. ERRADO. f) assinatura do emitente ou seu mandatário. Uma vez prescrito o cheque. em dois anos a partir do termo do prazo prescricional. igualmente. b) ordem incondicional de pagar quantia determinada. e) data e lugar de emissão. parágrafo único). c) nome do banco sacado. CORRETO. igualmente. O artigo 2º da Lei do Cheque prevê que existem certos requisitos sem os quais o documento não será considerado cheque. 527. Esta ação segue. b) ordem incondicional de pagar quantia determinada. Uma vez prescrito o cheque. d) lugar de pagamento. os ritos cambiais. ERRADO. salvo lugar de pagamento ou emissão e data. art. salvo lugar de pagamento ou emissão e data. endossante e avalistas. 32. d) lugar de pagamento. c) nome do banco sacado. Esta ação segue. 149 .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo data e lugar de emissão. Todavia. f) assinatura do emitente ou seu mandatário. e) data e lugar de emissão. 526. O artigo 2º da Lei do Cheque prevê que existem certos requisitos sem os quais o documento não será considerado cheque. e) data e lugar de emissão. Esta é a regra a ser considerada para concursos. CORRETO. o artigo 61 da legislação checária permite que se intente ação de enriquecimento ilícito contra o emitente e demais coobrigados. b) ordem incondicional de pagar quantia determinada. 524. 523. 525. O cheque apresentado para pagamento antes do dia indicado como data de emissão é pagável no dia da apresentação (LC. São eles: a) a denominação cheque. Todavia. 528. f) assinatura do emitente ou seu mandatário. em dois anos a partir do termo do prazo prescricional. os ritos cambiais. o artigo 61 da legislação checária permite que se intente ação de enriquecimento ilícito contra o emitente e demais coobrigados. ERRADO. não caberá mais ao beneficiário agir contra o emitente. ERRADO.

Lei do Cheque: São nulos o endosso parcial e o do sacado. Uma vez expirado este prazo. O portador do cheque deve apresentá-lo para pagamento no prazo de 30 dias. ou seja. 534. 59) ou tentar receber do banco. Artigo 18. 22/09/2006. art. CORRETO. Artigo 18. art. ou seja. 33).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 529. art. ERRADO. ou seja. ou 60 dias. 33). se emitido em lugar diverso ou no exterior (LC. como o cheque é da mesma praça deveria ser apresentado até 22/03/2006 (prazo de 30 dias). inicia-se a contagem de 6 meses para prescrever o direito de executar o emitente. como o cheque é da mesma praça deveria ser apresentado até 22/03/2006 (prazo de 30 dias). se emitido em lugar diverso ou no exterior (LC. §1º. CORRETO. art. quando emitido no lugar em que for pago. Artigo 18. inicia-se a contagem de 6 meses para prescrever o direito de executar o emitente. 531. quando emitido no lugar em que for pago. 530. ou 60 dias. Lei do Cheque: São nulos o endosso parcial e o do sacado. §1º. ERRADO. Assim. ERRADO. Uma vez expirado este prazo. 59) ou tentar receber do banco. 533. Artigo 18. O portador do cheque deve apresentá-lo para pagamento no prazo de 30 dias. ERRADO. 532. O portador do cheque deve apresentá-lo para pagamento no prazo de 30 dias. 150 . A partir deste dia. o beneficiário do cheque tem ainda o prazo de 6 meses para promover a execução (LC. o beneficiário do cheque tem ainda o prazo de 6 meses para promover a execução (LC. inicia-se a contagem de 6 meses para prescrever o direito de executar o emitente. A partir deste dia. o beneficiário do cheque tem ainda o prazo de 6 meses para promover a execução (LC. A partir deste dia. Lei do Cheque: São nulos o endosso parcial e o do sacado. art. §1º. 22/09/2006. Não há contagem baseada na data de apresentação do cheque. ERRADO. art. Assim. quando emitido no lugar em que for pago. 22/09/2006. como o cheque é da mesma praça deveria ser apresentado até 22/03/2006 (prazo de 30 dias). Assim. ou 60 dias. 59) ou tentar receber do banco. §1º. Não há contagem baseada na data de apresentação do cheque. 33). Lei do Cheque: São nulos o endosso parcial e o do sacado. se emitido em lugar diverso ou no exterior (LC. 535. Uma vez expirado este prazo. Não há contagem baseada na data de apresentação do cheque.

agiu corretamente o sacado (banco). Uma vez expirado este prazo. Os sócios têm plena liberdade para tomar decisões que tenham por escopo a valorização da sociedade. inicia-se a contagem de 6 meses para prescrever o direito de executar o emitente. o sacado que paga cheque ‘’à ordem’’ é obrigado a verificar a regularidade da série de endossos. ERRADO. não havendo que se falar em ressarcimento de sua parte. pela indenização decorrente. desde que não percam de vista aqueles postulados. A partir deste dia. art. 22/09/2006.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 536. ou seja. Por isso. Não há contagem baseada na data de apresentação do cheque. ERRADO. 540. ERRADO. 33). art. como o cheque é da mesma praça deveria ser apresentado até 22/03/2006 (prazo de 30 dias). ou seja. o beneficiário do cheque tem ainda o prazo de 6 meses para promover a execução (LC. A partir deste dia. não havendo que se falar em ressarcimento de sua parte. mas não a autenticidade das assinaturas dos endossantes. Se tais limitações não forem observadas. art. como o cheque é da mesma praça deveria ser apresentado até 22/03/2006 (prazo de 30 dias). segundo artigo 39 da Lei do Cheque. O portador do cheque deve apresentá-lo para pagamento no prazo de 30 dias. o beneficiário do cheque tem ainda o prazo de 6 meses para promover a execução (LC. inicia-se a contagem de 6 meses para prescrever o direito de executar o emitente. Assim. Esse é o entendimento que se extrai do artigo 1. As decisões administrativas devem observar. ou 60 dias. quando emitido no lugar em que for pago. Quanto ao desconto do cheque. se emitido em lugar diverso ou no exterior (LC. os sócios que aprovaram aquelas iniciativas -. CORRETO. 539. se emitido em lugar diverso ou no exterior (LC. ou 60 dias. e se resultar prejuízos para a empresa. O banco agiu de forma correta. uma vez que é obrigado a verificar a regularidade da série de endossos. 537. de forma ilimitada. perante a sociedade e terceiros. 59) ou tentar receber do banco. uma vez que o banco.deverão responder com o seu patrimônio pessoal. poderá ser exigida a devolução do dinheiro por parte de Hipócrates. uma vez que é obrigado a verificar a 151 . O portador do cheque deve apresentá-lo para pagamento no prazo de 30 dias. Uma vez expirado este prazo. 59) ou tentar receber do banco. o contrato social da empresa e as leis vigentes no País. quando emitido no lugar em que for pago. 33). O banco agiu de forma correta.e somente estes -. ERRADO. Assim. 22/09/2006. mas não a autenticidade das assinaturas dos endossantes. 538.016 do Código Civil. Não há contagem baseada na data de apresentação do cheque. art. como parâmetros.

art. Sabe-se que a cessão civil de crédito é regulada pelo Código Civil. A primeiro título é a que a questão se refere é a duplicata. O emitente não será exonerado da obrigação de pagamento. Se proposta contra endossantes e respectivos avalistas. II). (Lei do Cheque. escrita e datada sobre o cheque. por declaração escrita e datada por câmara de compensação. O protesto do cheque acontece pela ausência de fundos. mas não pela solvência do devedor. se o cheque apresentado em tempo hábil e a recusa de pagamento é comprovada pelo protesto ou por declaração do sacado. Assim. O protesto do cheque acontece pela ausência de fundos. CORRETO: Lei do cheque. é uma espécie de título de crédito que constitui o instrumento de prova do contrato de compra e venda. O “endossante póstumo” responderá pela existência do crédito. exige-se o protesto. ERRADO. mas não a autenticidade das assinaturas dos endossantes. ERRADO. ERRADO. ou à expiração do prazo de apresentação produz apenas os efeitos de cessão. 542. com indicação do dia de apresentação. Dispõe o artigo 27 da Lei do Cheque que o endosso posterior ao protesto. CORRETO. É título de crédito assinado 152 . artigo 27: O endosso posterior ao protesto. Pode o portador promover a execução do cheque contra os endossantes e seus avalistas. ou declaração equivalente. 543. ainda. Não há de se falar em nulidade. O segundo título é o cheque.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo regularidade da série de endossos. ou à expiração do prazo de apresentação produz apenas os efeitos de cessão. 47. Se a ação é proposta contra o emitente e seus avalistas. exige-se o protesto. 546. ou. 544. não há necessidade de protesto. não há necessidade de protesto. A duplicata mercantil. Se proposta contra endossantes e respectivos avalistas. CORRETO. O título apenas será regido pela cessão civil de crédito. 541. 545. ERRADO. não se pode falar que o endosso póstumo não gera qualquer obrigação para o endossante. ou declaração equivalente. Se a ação é proposta contra o emitente e seus avalistas. ou simplesmente duplicata. 548. 547. ERRADO. ERRADO. 549.

recebeu. O art. que só admite protesto por falta de pagamento. (Procurador Municipal SP/2008/FCC) A duplicata é um título de crédito causal. 32). Posteriormente. 552. com 153 . é correto afirmar que a emissão de duplicata mercantil que não corresponda à mercadoria vendida. que veda o aval parcial. por aval prestado por terceiro. (Procurador Municipal SP/2008/FCC) A duplicata é um título de crédito formal. 554. corresponde a ilícito civil. da endossante. 556. e ser levado a protesto por falta de aceite. (Procurador Municipal SP/2008/FCC) A duplicata é um título de crédito que pode ser extraído para documentar o saque do vendedor pela importância faturada ao comprador. por endosso de EEZ Ltda. 550. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) A sociedade ABC Ltda. 553. que só pode ser emitido para documentar a prestação de serviços por empresários individuais ou sociedades empresárias. 29 da legislação checária dispõe que o pagamento do cheque pode ser garantido. 557. ERRADO. nessa qualidade. Já o cheque é uma ordem de pagamento à vista (Lei do Cheque. que há de prevalecer sobre o Código Civil. (MP CE/2009/FCC) Quanto aos títulos de crédito. uma duplicata não vencida. Capítulo 15 – Duplicatas 551. sem conseqüências criminais. em quantidade ou qualidade. que apôs sua assinatura no título. no todo ou em parte. art. que apresentasse um avalista pessoal.. a ABC Ltda. (MP CE/2009/FCC) Quanto aos títulos de crédito. é correto afirmar que a divergência nos prazos ou nos preços ajustados com o vendedor não é motivo de recusa de aceite de uma duplicata mercantil pelo comprador. de devolução ou de pagamento. exigiu. 555. Veja que a norma é regra especial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo em que há ordem de pagamento ao sacado da quantia correspondente à fatura de mercadorias vendidas a prazo. A Lei do Cheque não prevê valor mínimo para o aval. (Procurador Municipal SP/2008/FCC) A duplicata é um título de crédito que consubstancia promessa de pagamento à vista admite endosso e pode ser levado a protesto por falta de aceite ou por falta de pagamento. Como o devedor da duplicata era de solvência duvidosa.

à endossante havia sido deferida a recuperação judicial.. a responsabilidade do avalista extingue-se. a responsabilidade do avalista persiste. Como o devedor da duplicata era de solvência duvidosa. com o título vencido e não pago pelo devedor principal. da endossante. Nesse contexto. nesse ínterim. mas descobriu que. Nesse contexto. 559. que apôs sua assinatura no título. (ISS SP/2007/FCC) A recusa ao aceite de uma duplicata de prestação de serviços dá ao sacador o direito de reputá-la vencida antecipadamente e proceder a sua cobrança judicial. Posteriormente. (ISS SP/2007/FCC) A recusa ao aceite de uma duplicata de prestação de serviços independe de maior formalidade quanto ao prazo e à forma de sua efetivação. Posteriormente. porque a recuperação judicial do avalizado implica a exoneração de todos os seus avalistas. (ISS SP/2007/FCC) A recusa ao aceite de uma duplicata de prestação de serviços poderá ser efetuada se os serviços houverem sido prestados de forma comprovadamente viciada. à endossante havia sido deferida a recuperação judicial. 563. 154 . 560. 562. voltou-se contra a EEZ Ltda. tendo em vista a imperfeição da relação jurídica cambiária. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) A sociedade ABC Ltda. da endossante. recebeu. exigiu. recebeu. desde que precedida do protesto por falta de pagamento. a ABC Ltda. uma duplicata não vencida. 558. 561. para fins de cobrança do respectivo valor. a ABC Ltda. que apôs sua assinatura no título. desde que tenha havido o protesto do título no prazo de 30 (trinta) dias a contar de seu vencimento. a responsabilidade do avalista persiste. nesse ínterim. Nesse contexto. independentemente do protesto do título. voltou-se contra a EEZ Ltda. exigiu. por endosso de EEZ Ltda.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo o título vencido e não pago pelo devedor principal. que apresentasse um avalista pessoal. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) A sociedade ABC Ltda. por endosso de EEZ Ltda. à endossante havia sido deferida a recuperação judicial. que apresentasse um avalista pessoal. com o título vencido e não pago pelo devedor principal. uma duplicata não vencida. mas descobriu que. Como o devedor da duplicata era de solvência duvidosa.. nessa qualidade. a ABC Ltda. mas descobriu que. nesse ínterim. nessa qualidade. (ISS SP/2007/FCC) A recusa ao aceite de uma duplicata de prestação de serviços impede que o título circule por meio de endosso. a ABC Ltda. a ABC Ltda. para fins de cobrança do respectivo valor. voltou-se contra a EEZ Ltda. para fins de cobrança do respectivo valor.

(Promotor Substituto PE/2008/FCC) A duplicata mercantil. 572. da literalidade e da autonomia das obrigações. 570. está sujeita a regime jurídico diverso do cambial. 569. 568. pode ser sacada em qualquer hipótese. é certo que o emitente da duplicata deve enquadrar-se como comerciante ou prestador de serviços. enquanto título causal. tenha a duplicata sido aceita ou não. (Promotor Substituto PE/2008/FCC) A duplicata mercantil. segundo a vontade das partes interessadas. (AFR SP/2006/FCC) O protesto de duplicata mercantil é indispensável para a propositura de execução contra o avalista do endossante. enquanto título causal. 566. (AFR SP/2006/FCC) O protesto de duplicata mercantil é indispensável para a propositura de execução contra o endossante. (AFR SP/2006/FCC) O protesto de duplicata mercantil é indispensável para a propositura de execução contra o sacador. apenas se a duplicata não tiver sido aceita. (Promotor Substituto PE/2008/FCC) Em relação aos títulos de crédito. (Promotor Substituto PE/2008/FCC) A duplicata mercantil. 571. 155 . aos princípios da cartularidade. portanto.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 564. (AFR SP/2006/FCC) O protesto de duplicata mercantil é indispensável para a propositura de execução contra o sacado. 565. sujeita-se ao regime jurídico cambial e. 567. (AFR SP/2006/FCC) O protesto de duplicata mercantil é indispensável para a propositura de execução contra o avalista do sacado. (Promotor Substituto PE/2008/FCC) A duplicata mercantil. enquanto título causal. não se vincula especificamente a nenhum negócio jurídico. enquanto título causal. tenha a duplicata sido aceita ou não. apenas se a duplicata não tiver sido aceita. 573. ao qual também se permite a emissão. tenha a duplicata sido aceita ou não. incluindo-se aquele que fabrica produtos e o profissional liberal.

ou seja. se recusou a efetuar o pagamento. (Analista de Finanças/BACEN/2006) Caio efetuou a venda de determinadas mercadorias para Tício. 580. (OAB SP/2005/FCC) São títulos de crédito que contêm ordem de pagamento a nota promissória e duplicata. Nesse caso. cuja cobrança contra o sacado prescreve em 05 (cinco) anos. por se tratar de uma exceção à característica da literalidade. pois a duplicata é título causal e o negócio que lhe deu origem encontra-se viciado. 575. Efetuou o saque de uma duplicata no valor total da venda e procedeu ao desconto junto à instituição financeira.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 574. podendo ser emitida independentemente de uma fatura. 578. contados da data do vencimento do título. (OAB SP/2005/FCC) A duplicata é um título de crédito de natureza causal porque decorre da existência de uma fatura emitida em virtude de uma compra e venda mercantil ou de uma prestação de serviços. podendo ser emitida independentemente de uma fatura. A duplicata foi endossada para uma determinada instituição financeira devidamente acompanhada do respectivo comprovante de entrega da mercadoria. (Analista de Finanças/BACEN/2006) Caio efetuou a venda de determinadas mercadorias para Tício. que ainda se encontram em seu poder. 579. (Ministério Público AP/2006/FCC) A duplicata pode ser protestada por indicação do credor. A duplicata foi endossada para uma determinada instituição financeira devidamente acompanhada do 156 . Efetuou o saque de uma duplicata no valor total da venda e procedeu ao desconto junto à instituição financeira. 581. 577. (OAB SP/2005/FCC) A duplicata é um título de crédito sem natureza causal. sob o argumento de que as mercadorias adquiridas. que. sem a apresentação do título no cartório. por sua vez. (OAB SP/2005/FCC) A duplicata é um título de crédito de natureza causal porque decorre da existência de uma fatura emitida em virtude de uma compra e venda mercantil ou de uma prestação de serviços. a recusa de Tício em efetuar o pagamento é legítima. (OAB SP/2005/FCC) A duplicata é um título de crédito sem natureza causal. Na data do vencimento. contados da data do protesto. cuja cobrança contra o avalista e seus endossantes prescreve em 03 (três) anos. a instituição financeira efetuou a cobrança da duplicata para Tício. 576. apresentaram vícios que lhe reduzem o valor.

583. A duplicata foi endossada para uma determinada instituição financeira devidamente acompanhada do respectivo comprovante de entrega da mercadoria. contados da data do protesto. sob o argumento de que as mercadorias adquiridas. a instituição financeira efetuou a cobrança da duplicata para Tício. (OAB SP/2005/FCC) São títulos de crédito que contêm ordem de pagamento letra de câmbio e duplicata. se recusou a efetuar o pagamento. 585. que ainda se encontram em seu poder. pois ele não autorizou previamente a emissão e subsequente endosso da duplicata. apresentaram vícios que lhe reduzem o valor. 582. em razão da autonomia das obrigações cambiárias. Nesse caso. se recusou a efetuar o pagamento. Na data do vencimento. porque a instituição financeira deveria. sob o argumento de que as mercadorias adquiridas. a recusa de Tício em efetuar o pagamento é ilegítima. que. por sua vez. Efetuou o saque de uma duplicata no valor total da venda e procedeu ao desconto junto à instituição financeira. se recusou a efetuar o pagamento. 584. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) Pelo decurso do prazo prescricional o credor da duplicata não perde o direito subjetivo ao pagamento. apresentaram vícios que lhe reduzem o valor. Efetuou o saque de uma duplicata no valor total da venda e procedeu ao desconto junto à instituição financeira. 157 . Nesse caso. apresentaram vícios que lhe reduzem o valor. que ainda se encontram em seu poder. A duplicata foi endossada para uma determinada instituição financeira devidamente acompanhada do respectivo comprovante de entrega da mercadoria. a recusa de Tício em efetuar o pagamento é legítima. por sua vez. que. Na data do vencimento. (Analista de Finanças/BACEN/2006) Caio efetuou a venda de determinadas mercadorias para Tício. a recusa de Tício em efetuar o pagamento é legítima.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo respectivo comprovante de entrega da mercadoria. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) A prescrição da duplicata ocorre contra o sacado e respectivos avalistas. 586. Na data do vencimento. Nesse caso. por sua vez. a instituição financeira efetuou a cobrança da duplicata para Tício. a instituição financeira efetuou a cobrança da duplicata para Tício. em primeiro lugar. em 03 (três) anos. exigir o pagamento do seu cliente Caio. (Analista de Finanças/BACEN/2006) Caio efetuou a venda de determinadas mercadorias para Tício. que. que ainda se encontram em seu poder. sob o argumento de que as mercadorias adquiridas.

do qual se origina uma duplicata mercantil. 588. C exigiu o valor de B. em 03 (três) anos. (Inspetor Fiscal de SP/1998/FCC) A e B celebram contrato de compra e venda a prazo. pois a duplicata mercantil não admite circulação por endosso. 591.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 587. A recusa de B é ilegítima. 589. que é devidamente aceita por B. Gabarito – Capítulo 15 551 552 553 554 555 556 557 558 559 560 561 E E C E E E C E E E E 562 563 564 565 566 567 568 569 570 571 572 E C E C E E E E C E E 573 574 575 576 577 578 579 580 581 582 583 C E C E E E C E E E C 584 585 586 587 588 589 590 591 C C E E E E E C 158 . comprador. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) A prescrição da duplicata ocorre contra o sacado e respectivos avalistas. No vencimento do título. em 01 (um) ano contado da data do protesto. pois C é estranho à relação que deu origem à duplicata. (Inspetor Fiscal de SP/1998/FCC) A e B celebram contrato de compra e venda a prazo. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) A prescrição da duplicata ocorre de qualquer coobrigados. que se recusa a pagá-lo. alegando vícios ocultos na coisa comprada de A. um terceiro de boa-fé. 590. que é devidamente aceita por B. Antes do vencimento. contra os demais. do qual se origina uma duplicata mercantil. contados da data do protesto. C exigiu o valor de B. comprador. em 03 (três) anos. A recusa de B é legítima. Antes do vencimento. contados da data do vencimento do título. alegando vícios ocultos na coisa comprada de A. A transfere o direito de crédito representado pela duplicata para C. que se recusa a pagá-lo. A transfere o direito de crédito representado pela duplicata para C. um terceiro de boa-fé. No vencimento do título. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) A prescrição da duplicata ocorre contra o endossante e seus avalista.

tornando-se independente. 13). A duplicata surge por ocasião da venda de uma mercadoria. art. ERRADO. CORRETO. A duplicata é o título de crédito emitido com base em obrigação proveniente de compra e venda comercial ou prestação de certos serviços. 13). ERRADO. art. §4º). juntamente com a fatura respectiva. Todavia. O protesto é o ato formal e solene pelo qual se comprova a inadimplência e o descumprimento de obrigação originada em títulos e outros documentos de dívida. 13. Atente-se. CORRETO. para o fato de que a cobrança do devedor principal 159 . também. O vendedor não é obrigado a emitir duplicata. É um título causal. O comprador deixará de aceitar a duplicata por motivo de divergência no prazo ou preço ajustado. 556. A duplicata é título (cártula) que se origina em contrato de compra e venda mercantil. ERRADO. 552. Perde o direito de crédito contra endossantes e respectivos avalistas aquele que não protestar a duplicata em até 30 dias após o vencimento (LD. em havendo a intenção de se emitir um título de crédito. Protesta-se a duplicata por falta de aceite. com prazo não inferior a 30 dias. não se consubstanciando promessa de pagamento à vista (Lei de Duplicatas. de devolução (obrigatório por parte do devedor/sacado) ou de pagamento (LD. ressalvadas as hipóteses previstas no artigo 8º da Lei de Duplicatas. 557. ou seja. a uma venda efetiva de bens ou a uma real prestação de serviço. a duplicata deixa de ter nexo com o negócio que lhe deu origem. art. 553. encontra-se vinculada à relação jurídica que lhe dá origem que é a compra e venda mercantil. 554. O Código Penal tipifica em seu artigo 172 a expedição ou aceite de duplicata que não corresponda. 555. art. Tão logo emitida. ERRADO. ERRADO. Registre-se: o aceite do sacado na duplicata é obrigatório.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo Comentários – Capítulo 15 551. Protesta-se a duplicata por falta de aceite. de devolução (obrigatório por parte do devedor/sacado) ou de pagamento (LD. Somente a compra e venda permitem o saque da duplicata mercantil. deverá ser emitida necessariamente a duplicata. 1º).

562. A recusa ao aceite não impede que o título circule por meio de endosso. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo (comprador/sacado) independe de protesto. Assim. devidamente assinada ou acompanhada de declaração. ERRADO. O protesto nesta hipótese deverá ser feito por falta de aceite. desde que o aceite tenha ocorrido. devidamente comprovados (LD. Há aceite? Não! Depende-se de protesto para cobrança até mesmo do obrigado direto. CORRETO. art. ERRADO. art. desnecessária se torna a comprovação. 21. A responsabilidade do avalista persiste se o credor protestar o título em um prazo de 30 dias. Caso a duplicata não possua aceite. 160 . Tenha em mente o seguinte esquema para a duplicata: Há aceite? Sim! Não precisa protestar para executar o sacado. II). O sacado poderá deixar de aceitar a duplicata de prestação de serviços por motivo de vícios ou defeitos na qualidade dos serviços prestados. uma vez que ele atestou a validade do título com o endosso. ERRADO. O avalista assume responsabilidade solidária pelo pagamento da obrigação. é entendimento do STJ que se deve comprovar que as mercadorias/serviços foram entregues/prestados. a responsabilidade do avalista persiste se o credor protestar o título em um prazo de 30 dias. porém. avalistas Protesto em 30 dias Independe de protesto 558. ERRADO. no caso de execução contra o devedor principal. devidamente motivada. ERRADO. 564. Em suma. deverá ser devolvida pelo comprador ao apresentante dentro do prazo de 10 (dez) dias. quando não for à vista. contado da data de sua apresentação. No caso de execução contra endossantes e respectivos avalistas. A duplicata. por escrito. há necessidade de protesto contra os coobrigados. e não por falta de pagamento. há que se fazer a devolução em 10 dias. 560. DUPLICATA – PROTESTO Endossante e respec. avalistas Devedor princial e resp. 563. 561. 7º). 559. contendo as razões da falta do aceite (LD.

A questão resta errada. A duplicata é. Essas são as PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS no que atine aos títulos de crédito. bastando que haja o protesto. A duplicata é título de crédito concebido pelo direito brasileiro. haja ou não o aceite. exista ou não o aceite. faz-se necessário o protesto. Dependerá. CORRETO. que endossou o título (cártula). haja ou não aceite. se a execução é voltada contra o próprio sacador (vendedor). A ação de cobrança do devedor principal e respectivos avalistas independe de protesto. ERRADO. haverá sempre a necessidade de protesto. e. motivo pelo qual se submete aos princípios informadores do direito cambiário.474/68. 571. 3) Autonomia as obrigações são autonomas. ERRADO. A propositura de ação contra o endossante e seus respectivos avalistas dependerá de prévio protesto. 568. realmente. caso a duplicata tenha sido aceita. 2) Comprovação de entrega da mercadoria. desnecessária se torna a comprovação de entrega de mercadoria. originado a partir de contrato de compra e venda ou prestação de serviços. uma vez que a duplicata não pode ser utilizada em qualquer hipótese. 569. CORRETO. ou seja. 567. ERRADO. 2) Cartularidade o exercício do direito ao crédito só vale se o seu beneficiário apresentar o documento (proíbe-se cópias). ERRADO. CARACTERÍSTICAS DOS TÍTULOS DE CRÉDITO 1) Literalidade só vale no título o que tiver nele escrito. A duplicata é saque originado a partir de contrato de compra e venda ou prestação de serviço. 566. Para se cobrar dos endossantes e seus avalistas. prevista na lei 5. para a sua existência. todavia. O STJ entende que a execução em caso de não aceite da duplicata depende de: 1) Protesto da duplicata. Concluindo: para a cobrança do sacador. Todavia. no caso de o devedor não tê-la aceitado. A duplicata se vincula a contrato de compra e venda mercantil ou de prestação de serviços até o momento de sua 161 . dependendo. 570. de prévio negócio mercantil. ERRADO. 572. umas em relação as outras. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 565. título causal.

desprendendo-se. que é também o devedor. segundo o qual é indispensável. uma vez aceita. A duplicata é título causal. emitida pelo sacador.474/68 determina que nestas negociações seja emitida fatura. CORRETO. ERRADO. 577. O princípio a que a questão se refere é o da cartularidade. Excepciona-se o caso das duplicatas. A partir deste momento. A despeito de não existir expressa previsão legal. 580. é lícita a emissão de duplicatas por industrial ou equiparado a industrial. a apresentação do referido documento. A autorização para o profissional liberal emitir duplicata está expressamente prevista no art. 574. O prazo para propor ação contra o sacado e seus avalistas é de 03 anos da data do vencimento. CORRETO. 22 da Lei de Duplicatas. A duplicata é título causal. ERRADO. A duplicata é ordem de pagamento emitida contra o devedor. 573.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo emissão. 579. O prazo para propor ação contra os endossantes e seus avalistas é de 01 ano da data do protesto. 576. pois decorre da existência de fatura emitida em virtude de compra e venda mercantil ou de prestação de serviços. ERRADO. O prazo para propor ação contra os endossantes e seus avalistas é de 01 ano da data do protesto. A duplicata. 575. O artigo 1º da Lei 5. ERRADO. ERRADO. Esta alegação 162 . Ou seja. O princípio da literalidade assevera que só vale no título o que tiver nele escrito. 18 da Lei de Duplicatas. não há como alegar que as mercadorias possuiam vício. O assunto prescrição está disposto no art. para exercer os direitos previstos nos títulos de crédito. O assunto prescrição está disposto no art. 578. enquanto a nota promissória é promessa de pagamento. torna-se independente do negócio que lhe deu origem. 18 da Lei de Duplicatas. Se ação for movida por um coobrigado contra outros o prazo é de um ano a partir da data do pagamento. a duplicata só será emitida se houver a existência de fatura. Se ação for movida por um coobrigado contra outros o prazo é de um ano a partir da data do pagamento. Por este motivo. pois decorre da existência de fatura emitida em virtude de compra e venda mercantil ou de prestação de serviços. O prazo para propor ação contra o sacado e seus avalistas é de 03 anos da data do vencimento. deixa de existir qualquer vinculação à causa de origem. CORRETO.

I). II. CORRETO. contados da data do vencimento do título (LD. A emissão de duplicata independe de concordância ou autorização do comprador (Lei de Duplicatas. 163 . nos termos do artigo 8º. contado da data em que haja sido efetuado o pagamento do título (LD. contados da data do vencimento do título (LD. Sua responsabilidade ocorrerá no caso de não se lograr êxito do devedor principal. em 3 (três) anos. contado da data do protesto.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo deveria ter sido feita quando do aceite. Caio. art. ERRADO. ERRADO. se torna coobrigado (devedor indireto). 587. a circulação por endosso. A pretensão à execução da duplicata prescreve contra o sacado e respectivos avalistas. Além disso. 18. da Lei de Duplicatas. através da comprovação por via de protesto. uma vez que houve circulação do título pela via de endosso. A pretensão à execução da duplicata prescreve de qualquer dos coobrigados contra os demais. 588. 590. art. A pretensão à execução da duplicata prescreve contra o sacado e respectivos avalistas. art. em 1 (um) ano. ao endossar o título. 589. CORRETO. ERRADO. III). 2º) 582. 586. ERRADO. O aceite pode ser tácito com o recebimento das mercadorias. O direito subjetivo ao pagamento não deixa de existir. 18. I). ERRADO. A letra de câmbio e a duplicata são títulos que contêm ordem de pagamento. 584. 583. A prescrição extingue somente a pretensão cobrança. art. 18. ERRADO. que é terceiro de boa-fé. A duplicata admite. sim. por motivos de exceções pessoais entre Tício e Caio. em 3 (três) anos. CORRETO. não se pode prejudicar a instituição financeira. em 1 (um) ano. ERRADO. A pretensão à execução da duplicata prescreve contra endossante e seus avalistas. de 585. 581.

Otávio avalizou a nota promissória. (Procurador RR/2006/FCC) Júlio é beneficiário de nota promissória emitida por Tito. tornando-se independente. A duplicata é título (cártula) que se origina em contrato de compra e venda mercantil.000. as notas promissórias podem ser emitidas com vencimento a certo termo da vista.00 (seis mil reais). 595. (Procurador RR/2006/FCC) Júlio é beneficiário de nota promissória emitida por Tito. 594. A pedido deste.000. tanto o endosso quanto o aval são nulos. Júlio endossou o título a Caio. (MP CE/2009/FCC) Quanto aos títulos de crédito. a duplicata deixa de ter nexo com o negócio que lhe deu origem. o endosso reputa-se não escrito. nessa hipótese. Uma vez que houve circulação do título pela via de endosso.00 (seis mil reais). ressalvando que apenas transferia os direitos relativos à parte avalizada. Júlio endossou o título a Caio. que é terceiro de boa-fé. no valor de R$ 10. por motivos de exceções pessoais entre A e B.000.00 (quatro mil reais) não garantidos. permanecendo Júlio com o direito ao recebimento dos restantes R$ 4.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 591. CORRETO. apresentar o título ao visto do emitente no prazo de um ano do saque. Posteriormente. Tão logo emitida.000. permanecendo Júlio com o direito ao recebimento dos restantes R$ 4.00 (quatro mil reais) não garantidos.000. Neste caso. é correto afirmar que embora não admitam aceite. garantindo o pagamento de R$ 6. devendo o credor. 593. (MP CE/2009/FCC) Quanto aos títulos de crédito. no valor de R$ 10. Neste caso. é correto afirmar que emitida a letra de câmbio pelo sacador. Capítulo 16 – Letra de Câmbio e Nota Promissória 592.00 (dez mil reais). Otávio avalizou a nota promissória. Posteriormente. 164 . A pedido deste. enquanto o aval reputa-se dado pelo valor total do título. nasce de imediato a obrigação cambial de pagamento do título ao sacado. não se pode prejudicar C. garantindo o pagamento de R$ 6.00 (dez mil reais). ressalvando que apenas transferia os direitos relativos à parte avalizada.000.

000. mencionando acima da assinatura qualquer afirmação que denote o intento de entregar o título para cobrança. o emitente. 597. (Procurador RR/2006/FCC) Júlio é beneficiário de nota promissória emitida por Tito. mencionando acima da assinatura qualquer afirmação que denote o intento de entregar o título para cobrança. para pedir o pagamento. portador de uma nota promissória. para pedir o pagamento. A pedido deste. com agência no Rio de Janeiro. Nesse caso. (Procurador RR/2006/FCC) Júlio é beneficiário de nota promissória emitida por Tito.00 (seis mil reais). João poderá entregá-la ao Banco Litorâneo S/A. mas Paulo. Assim. o devedor direto. garantindo o pagamento de R$ 6.000.00 (quatro mil reais) não garantidos. Assim. Otávio avalizou a nota promissória. 165 .00 (quatro mil reais) não garantidos. Nesse caso. o endosso é nulo e o aval é válido. Posteriormente. o endosso é nulo. permanecendo Júlio com o direito ao recebimento dos restantes R$ 4. transferindo o título.000.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 596. João poderá entregá-la ao Banco Litorâneo S/A.00 (seis mil reais). ou seja. Otávio avalizou a nota promissória.00 (dez mil reais). (ISS Santos/2006/FCC) João. Esse ato de João é conhecido como endosso caução. Neste caso. o endosso e o aval são válidos.000. Júlio endossou o título a Caio. (ISS Santos/2006/FCC) João. ressalvando que apenas transferia os direitos relativos à parte avalizada. (Procurador RR/2006/FCC) Júlio é beneficiário de nota promissória emitida por Tito.000. garantindo o pagamento de R$ 6.000. A pedido deste. 600. Júlio endossou o título a Caio. permanecendo Júlio com o direito ao recebimento dos restantes R$ 4.000. está residindo no Rio de Janeiro. precisa apresentá-la para pagamento. precisa apresentá-la para pagamento. o emitente.000. João dará ao Banco Litorâneo S/A o endosso. Júlio endossou o título a Caio. está residindo no Rio de Janeiro. no valor de R$ 10. portador de uma nota promissória.00 (dez mil reais).00 (dez mil reais). mas Paulo. Posteriormente. Neste caso. com agência no Rio de Janeiro. 599.00 (quatro mil reais) não garantidos. no valor de R$ 10. Neste caso.000. garantindo o pagamento de R$ 6. permanecendo Júlio com o direito ao recebimento dos restantes R$ 4. transferindo o título. Posteriormente. A pedido deste. enquanto o aval reputa-se não escrito. Esse ato de João é conhecido como endosso em branco. no valor de R$ 10. 598. Otávio avalizou a nota promissória. ou seja. ressalvando que apenas transferia os direitos relativos à parte avalizada. o devedor direto. João dará ao Banco Litorâneo S/A o endosso.00 (seis mil reais). ressalvando que apenas transferia os direitos relativos à parte avalizada.

embora seja da substância da duplicata. (ISS Santos/2006/FCC) João. João poderá entregá-la ao Banco Litorâneo S/A. ou seja. (Procurador TCE PI/2005/FCC) O protesto da nota promissória por falta de pagamento é imprescindível para garantir a execução contra os coobrigados. 166 . Nesse caso. o devedor direto. é certo que a cédula de crédito bancário permite a aposição de juros. (Procurador TCE PI/2005/FCC) O protesto da nota promissória por falta de pagamento é imprescindível para assegurar ao credor prazo prescricional em dobro. isto é. 607. mas Paulo. é certo que o valor exato e certo contido em uma nota promissória não pode sofrer acréscimos de juros ou de correção monetária. desde que tempestivo. 606. (OAB SP/2005/FCC) São títulos de crédito que contêm ordem de pagamento a nota promissória e debênture. o emitente. 605. (Promotor Substituto PE/2008/FCC) Em relação aos títulos de crédito.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 601. 603. por ser causal. a cobrança de juros compostos. mencionando acima da assinatura qualquer afirmação que denote o intento de entregar o título para cobrança. 602. vedada porém sua capitalização. com agência no Rio de Janeiro. portador de uma nota promissória. precisa apresentá-la para pagamento. é certo que não existe a figura do aceite na letra de câmbio. João dará ao Banco Litorâneo S/A o endosso. pois isso implicaria ausência de liquidez do título. 608. (Promotor Substituto PE/2008/FCC) Em relação aos títulos de crédito. (Procurador TCE PI/2005/FCC) O protesto da nota promissória por falta de pagamento é imprescindível para a cobrança de débito decorrente de obrigação natural. (Procurador TCE PI/2005/FCC) O protesto da nota promissória por falta de pagamento é imprescindível para possibilitar a execução judicial do título. (Promotor Substituto PE/2008/FCC) Em relação aos títulos de crédito. Esse ato de João é conhecido como endossomandato. para pedir o pagamento. 609. está residindo no Rio de Janeiro. Assim. transferindo o título. 604.

1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 610. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) A recusa do sacado em aceitar a letra de câmbio sacada a termo de data tem como conseqüência a possibilidade do beneficiário exigir do sacador o pagamento imediatamente após o protesto por falta de aceite. 611. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) A recusa do sacado em aceitar a letra de câmbio sacada a termo de data tem como conseqüência sua imediata substituição, como devedor principal, pelo sacador, que deverá pagar o título na data do vencimento. 612. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) A recusa do sacado em aceitar a letra de câmbio sacada a termo de data tem como conseqüência a faculdade do beneficiário de protestar o título por falta de aceite caso a recusa seja imotivada. 613. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) A recusa do sacado em aceitar a letra de câmbio sacada a termo de data tem como conseqüência a responsabilização dos co-obrigados pelo pagamento do título na data do vencimento. 614. (Juiz Substituto TJ RN/2002/FCC) A recusa do sacado em aceitar a letra de câmbio sacada a termo de data tem como conseqüência a responsabilização do sacado pelo pagamento do título no vencimento, desde que tempestivamente protestado por falta de aceite. 615. (Ministério Público AP/2006/FCC) A data do vencimento das letras a um certo termo de vista, se conta a partir do aceite e, na falta deste, a partir do protesto do título. 616. (Ministério Público AP/2006/FCC) A falta de aceite tanto no cheque quanto na nota promissória acarreta vencimento antecipado. 617. (Juiz Substituto TJ PI/FCC/2001) É correto afirmar que a conseqüência da apresentação da Letra de Câmbio ao cartório, após o primeiro dia útil imediatamente seguinte ao vencimento, é a perda do direito de regresso em relação aos co-devedores. 618. (Juiz Substituto TJ-PI/2001/FCC) Somente o sacador pode lançar na letra de câmbio a cláusula sem despesas ou sem protesto. 619. (Banco do Brasil/2006/FCC) Na nota promissória a prestação do aval não pode ser dada na própria nota promissória.

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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 620. (Banco do Brasil/2006/FCC) Na nota promissória o avalista será responsável pelo pagamento somente em caso de falecimento do emitente. 621. (Banco do Brasil/2006/FCC) Na nota promissória pessoas físicas casadas em regime de comunhão de bens só poderão dar aval com autorização de seu cônjuge. 622. (Banco do Brasil/2006/FCC) Na nota promissória o avalista poderá ser chamado a cumprir as obrigações da nota promissória antes de seu vencimento. 623. (Juiz Substituto TJ RN/FCC/2002) Em garantia do pagamento de uma dívida, o devedor emite uma nota promissória em branco e a entrega ao credor. Na situação, essa nota promissória deverá ser protestada por falta de pagamento se, no vencimento, o devedor se recusar a completá-la. 624. (Juiz Substituto TJ RN/FCC/2002) Em garantia do pagamento de uma dívida, o devedor emite uma nota promissória em branco e a entrega ao credor. Na situação, essa nota promissória será considerada nula por completa ausência de seus requisitos essenciais. 625. (Juiz Substituto TJ RN/FCC/2002) Em garantia do pagamento de uma dívida, o devedor emite uma nota promissória em branco e a entrega ao credor. Na situação, essa nota promissória poderá ser executada em Juízo, desde que acompanhada pelo documento que demonstre o valor preciso do débito. 626. (Juiz Substituto TJ RN/FCC/2002) Em garantia do pagamento de uma dívida, o devedor emite uma nota promissória em branco e a entrega ao credor. Na situação, essa nota promissória poderá ser exigida, desde que completada de boa-fé pelo credor, antes da cobrança ou do protesto. 627. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) É dispensável o protesto da nota promissória para cobrança executiva contra o emitente e seu avalista. 628. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) É dispensável o protesto da nota promissória para cobrança executiva contra o endossante.

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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 629. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) É dispensável o protesto da nota promissória para cobrança executiva contra o avalista do endossante. 630. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O ato a partir do qual o sacado torna-se o principal devedor de uma letra de câmbio, obrigando-se ao pagamento do valor nela mencionado denomina-se aval. 631. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O ato a partir do qual o sacado torna-se o principal devedor de uma letra de câmbio, obrigando-se ao pagamento do valor nela mencionado denomina-se aceite. 632. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O ato a partir do qual o sacado torna-se o principal devedor de uma letra de câmbio, obrigando-se ao pagamento do valor nela mencionado denomina-se endosso. 633. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O ato a partir do qual o sacado torna-se o principal devedor de uma letra de câmbio, obrigando-se ao pagamento do valor nela mencionado denomina-se protesto. 634. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) O avalista do emitente de uma nota promissória tem direito de exigir que antes sejam excutidos os bens da avalizado. 635. (Juiz Substituto TJ RN/1999/FCC) O avalista do emitente de uma nota promissória tem direto de exonerar-se do aval a qualquer momento, desde que envie comunicação por escrito ao beneficiado tomador antes do vencimento. 636. (Fiscal da SEFAZ DF/2001/FCC) O título de crédito sacado por uma empresa, contendo uma ordem de pagamento ao sacado, para que pague determinado valor ao próprio sacador, tendo sua causa substancial (ou subjacente) numa operação de venda; e o título de crédito como ordem de pagamento à vista, estando presente o fato confiança referem-se, respectivamente, ao conhecimento de depósito e à nota promissória. 637. (Fiscal da SEFAZ DF/2001/FCC) O título de crédito sacado por uma empresa, contendo uma ordem de pagamento ao sacado, para que pague determinado valor ao próprio sacador, tendo sua causa substancial (ou subjacente) numa operação de venda; e o título de
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo crédito como ordem de pagamento à vista, estando presente o fato confiança referem-se, respectivamente, à nota promissória e à duplicata. 638. (Fiscal da SEFAZ DF/2001/FCC) O título de crédito sacado por uma empresa, contendo uma ordem de pagamento ao sacado, para que pague determinado valor ao próprio sacador, tendo sua causa substancial (ou subjacente) numa operação de venda; e o título de crédito como ordem de pagamento à vista, estando presente o fato confiança referem-se, respectivamente, à letra de câmbio e ao conhecimento de depósito. 639. (Juiz Substituto TJ AC/FCC) Deve ser considerada como nãoescrita, na letra de câmbio, eventual cláusula de juros.

Gabarito – Capítulo 16
592 593 594 595 596 597 598 599 600 601 602 E C E E E E E E E C E 603 604 605 606 607 608 609 610 611 612 613 E E E E E C E C E E E 614 615 616 617 618 619 620 621 622 623 624 E C E E E E E C E E E 625 626 627 628 629 630 631 632 633 634 635 E C C E E E C E E E E 636 637 638 639 E E E E

Comentários – Capítulo 16
592. ERRADO. Suponha que Alberto deve uma quantia X a Carlos, e que Breno deve uma quantia X a Alberto. Uma solução viável para Alberto é emitir uma letra de câmbio, figurando como sacador, contra Breno (sacado), que passará a dever a quantia perante Carlos (tomador). A letra de câmbio é regulada pela Lei Uniforme de Genebra. Uma vez emitida não nasce de imediato a obrigação cambial, sendo necessário que o tomador a entregue ao tomador, a fim de que a aceite (aceite, todavia, facultativo). 593. CORRETO. As notas promissórias são regidas pela Lei Uniforme de Genebra. Configuram-se como promessa de pagamento, não admitindo, portanto, aceite. Diz-se que um título tem vencimento a certo termo da vista quando se conta o prazo para pagamento a
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1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo partir da data do aceite. Embora a nota promissória não admita aceite, a Lei Uniforme de Genebra (artigo 78) permitiu sua emissão com vencimento a certo termo da vista. Nesta hipótese, o título deve ser levado ao visto do emitente (subscritor/sacador) no prazo de um ano a contar do saque da nota. 594. ERRADO. O Código Civil dispõe que é vedado o aval parcial (art. 897). Todavia, a Lei Uniforme de Genebra admite expressamente a possibilidade. Conclui-se que o CC trata-se de norma geral, válida apenas para os títulos que não possuam normatização específica. A nota promissória é título regulado pela Lei Uniforme de Genebra, introduzida no Brasil com o Decreto 57.663/66. Admite-se para ela, pois, o aval parcial. Já o endosso parcial é nulo (art. 8º, §3º, Decreto n. 2.044/08). A legislação cambiária proíbe também o endosso subordinado à condição (Lei Uniforme de Genebra, art. 12). Essas disposições também se encontram no art. 912 e parágrafo único do Código Civil. Assim, na questão, o aval é válido e o endosso é nulo. 595. ERRADO. O decreto 2.044/08, art. 8º, §3º proíbe o endosso parcial, sem, contudo, prescrever sua nulidade. A doutrina entende que o mais escorreito seria considerá-lo como cláusula não escrita. O aval, todavia, será considerado pelo seu valor parcial, uma vez que é válido. 596. ERRADO. O Código Civil dispõe que é vedado o aval parcial (art. 897). Todavia, a Lei Uniforme de Genebra admite expressamente a possibilidade. Conclui-se que o CC trata-se de norma geral, válida apenas para os títulos que não possuam normatização específica. A nota promissória é título regulado pela Lei Uniforme de Genebra, introduzida no Brasil com o Decreto 57.663/66. Admite-se para ela, pois, o aval parcial. Já o endosso parcial é nulo (art. 8º, §3º, Decreto n. 2.044/08). A legislação cambiária proíbe também o endosso subordinado à condição (Lei Uniforme de Genebra, art. 12). Essas disposições também se encontram no art. 912 e parágrafo único do Código Civil. Assim, na questão, o aval é válido e o endosso é nulo. 597. ERRADO. O Código Civil dispõe que é vedado o aval parcial (art. 897). Todavia, a Lei Uniforme de Genebra admite expressamente a possibilidade. Conclui-se que o CC trata-se de norma geral, válida apenas para os títulos que não possuam normatização específica. A nota promissória é título regulado pela Lei Uniforme de Genebra, introduzida no Brasil com o Decreto 57.663/66. Admite-se para ela, pois, o aval parcial. Já o endosso parcial é nulo (art. 8º, §3º, Decreto n. 2.044/08). A legislação cambiária proíbe também o endosso subordinado à condição (Lei Uniforme de Genebra, art.
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Decreto n. O endosso caução é utilizado quando o endossante deposita ou dá o título. o aval é válido e o endosso é nulo. A nota promissória é título regulado pela Lei Uniforme de Genebra.889/81 e pode ser contada a partir do 172 .044/08). todavia. não possuindo. 897). sendo. Assim. Entende-se por endossomandato aquele em que endossatário atua em nome e por conta do endossante. §3º. desde que previsto na cártula.mandante. a Lei Uniforme de Genebra admite expressamente a possibilidade. no verso do título. O endosso em preto é aquele em que se explicita a quem estamos transferindo o título. A Lei Uniforme de Genebra prevê que se aplica às notas promissórias o concernente à aplicação de juros para as letras de câmbio. Prevê em seu artigo 5º a aplicação dos juros para a letra de câmbio. Essas disposições também se encontram no art. facultativo (LUG. o aval é válido e o endosso é nulo. art. O endosso em branco é aquele em que não se identifica o nome de quem o receberá (endossatário). 2. Conclui-se que o CC trata-se de norma geral. devendo agir no interesse do endossante . ERRADO. 600. 601. a disponibilidade do título. todavia. O Código Civil dispõe que é vedado o aval parcial (art. Não haverá transferência dos direitos e da titularidade da cártula.663/66. O endossante apenas assina. Se recusado o aceite. Valem. A legislação cambiária proíbe também o endosso subordinado à condição (Lei Uniforme de Genebra. A correção monetária é permitida pela Lei 6. Veja que João entregará a promissória para que o banco peça em pagamento. perante o endossatário como garantia de uma dívida. A figura do aceite existe na letra de câmbio. considerase que há vencimento antecipado do título. pois. CORRETO. Já o endosso parcial é nulo (art. Essas disposições também se encontram no art. ERRADO. na questão. art. para cobrança. 602. 599. ERRADO. válida apenas para os títulos que não possuam normatização específica. 12).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 12). Admite-se para ela. O endosso referido é conhecido como endosso-mandato. pois. o aval parcial. o beneficiário. para as promissórias os mesmos dispositivos. 603. na questão. 8º. Todavia. 21). introduzida no Brasil com o Decreto 57. São inseridas as expressões: "Valor em garantia" e "Valor em penhor". 912 e parágrafo único do Código Civil. 912 e parágrafo único do Código Civil. ERRADO. ERRADO. Assim. 598.

e. ERRADO. para o exercício da competente ação executiva contra os endossantes e seus respectivos avalistas. 604. Caso se trate de devedor secundário (endossatários e respectivos avalistas). Caso se trate de devedor secundário (endossatários e respectivos avalistas). a partir do ajuizamento da ação. por pessoa física ou jurídica. para títulos líquidos e certos e. §1º.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo vencimento. 607. caso a colega pretenda executar apenas os devedores principais (sacado e respectivos avalistas). o protesto se faz necessário. ERRADO. ERRADO. não há necessidade do protesto. sejam compostos (Lei 10. não há necessidade do protesto. o protesto se faz necessário. As notas promissórias são títulos de crédito que representam promessa de pagamento. Porém. Servem para captação de recursos. 606. 3) em 6 (seis) meses. Porém. Não há previsão para prazo prescricional em dobro. 608. Porém. 52 da LSA e funcionam como uma espécie de “empréstimo” feito por terceiros à SA. A Cédula de Crédito Bancário é título de crédito emitido. de qualquer modalidade (Lei 10. As debêntures são valores mobiliários previstos no art. 609. 2) em 1 (um) ano a contar do protesto efetuado dentro dos prazos legais. nos demais casos. art.931/04. sejam simples. uns contra os outros. para o exercício do direito de crédito contra o promitente-devedor e seu avalista. caso a colega pretenda executar apenas os devedores principais (sacado e respectivos avalistas). Os prazos prescricionais para a nota promissória estão previstas no art. No corpo da própria cédula pode ser pactuada a forma de juros. 70 da LUG. representando promessa de pagamento em dinheiro. São eles: 1) em 3 (três) anos a contar do vencimento do título. a contar do dia em que o endossante efetuou o pagamento do título ou em que ele próprio foi demandado para o seu pagamento. ERRADO. decorrente de operação de crédito. Lembre-se de que o protesto deve ser feito nos dois dias úteis seguintes àquele em que a letra é pagável.931/04. 28. caso a colega pretenda executar apenas os devedores principais (sacado e respectivos avalistas). 26). e de endossante contra o promitente-devedor. o protesto se faz necessário. 605. ERRADO. em favor de instituição financeira ou de entidade a esta equiparada. para a propositura de ações executivas dos endossantes. I). 173 . art. não há necessidade do protesto. CORRETO. Caso se trate de devedor secundário (endossatários e respectivos avalistas).

ao serem criadas. 612. todos os demais estarão desonerados. A consequência da recusa do sacado em aceitar a letra de câmbio é a antecipação do vencimento. apenas ulteriormente é que a cobrança recai sobre os coobrigados. CORRETO. ERRADO. uma vez que deve haver comprovação por ato formal (LUG. ERRADO. 613. 174 . a letra de câmbio deve ser encaminhada para protesto. O pagamento da letra de câmbio pode ser efetuado por um obrigado direto ou obrigado indireto. O vencimento da letra de câmbio pode ser: a) à vista. que inicialmente deve ser demandado o devedor principal. c) a um certo termo de data. sacador e outros co-obrigados mesmo antes do vencimento no caso de recusa total ou parcial do aceite. cabendo direito de regresso a quem estiver antes dele na cadeia de pagamento. Letra de câmbio a certo termo de data é aquela que vence após certo prazo que o sacador determina. também. tanto que a questão falou em apresentação ao cartório. Não se olvide. 611. Em caso de recusa do aceite por parte do sacado. 44). d) em um dia fixado (LUG. Atente-se para o fato de que há necessidade de se protestar o título. art. pois. Caso o pagamento seja efetuado por um coobrigado. A consequência da recusa do sacado em aceitar a letra de câmbio é a antecipação do vencimento. art. ERRADO. Faltando o aceite. ERRADO. 33). Dispõe o artigo 43 da LUG que O portador de uma letra pode exercer os seus direitos de ação contra os endossantes. b) a um certo termo de vista. não necessitando observar-se a data de vencimento. sendo que se conta o vencimento a partir da emissão do título. podendo o tomador cobrála de pronto do sacador. o emitente já se obriga ao pagamento do título. A letra com vencimento a certo termo de vista é aquela em que o vencimento conta-se a partir do aceite. 617. ERRADO. ERRADO. Não há aceite no cheque e na nota promissória. 615. 614. 616. estarão livres os que se situem posteriormente à pessoa que efetuou o pagamento. Se feito pelo devedor principal. podendo o tomador cobrála de pronto do sacador.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 610. CORRETO. Os casos de recusa do aceite tornam a letra imediatamente exigível. conta-se da data do protesto. Frise-se: a recusa ao aceite traz como única conseqüência o vencimento antecipado da letra de câmbio.

O aval deve ser prestado no próprio título. 626. sob pena de não se conferir ao título natureza cambial (Ver in RT 591/220 e in RT 588/210). 619. art. É jurisprudência pacífica do STJ que a nota promissória não pode ser emitida ao portador. ERRADO. Dispõe o artigo 1. ERRADO. nada impede que seja emitida em branco. Todavia. CORRETO. 623. nada impede que seja emitida em branco. 627. É jurisprudência pacífica do STJ que a nota promissória não pode ser emitida ao portador. ERRADO. Desta forma. no verso ou anverso (CC. A LUG (art. nada impede que seja emitida em branco. 622. 625. 898). Segundo o art. conforme o art.647. sob pena de não se conferir ao título natureza cambial (Ver in RT 591/220 e in RT 588/210). Antes do vencimento da cártula não há exigibilidade da dívida. apenas perderá as características de título cambial (LUG. exceto no regime da separação absoluta prestar aval ou fiança. ERRADO. do Código Civil que nenhum dos cônjuges pode. a qual dispensará a necessidade de protesto para que o portador possa exercer os direitos ao título inerentes. Desta forma. o credor deve completar o título de boa-fé antes da cobrança ou protesto. Todavia. Desta forma. o credor deve completar o título de boa-fé antes da cobrança ou protesto. CORRETO. A nota promissória não será nula. 620. não havendo benefício de ordem. ERRADO. 53) assevera que não feito o protesto no prazo devido. o portador perderá o direito de crédito contra os 175 . 621. Todavia. um endossante ou um avalista podem apor no título a expressão “sem protesto” ou “sem despesa”. III. CORRETO. Torna-se nula a execução de nota promissória sem o preenchimento de seus requisitos essenciais. 899 do Código Civil. 46 da LUG. o credor deve completar o título de boa-fé antes da cobrança ou protesto. 624. É jurisprudência pacífica do STJ que a nota promissória não pode ser emitida ao portador. o sacador. art. sem autorização do outro. ERRADO. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 618. 76). O avalista coloca-se na mesma posição do avalizado. sob pena de não se conferir ao título natureza cambial (Ver in RT 591/220 e in RT 588/210).

se torna responsável pelo pagamento de um título de crédito nas mesmas condições de seu avalizado. 635. Lembre-se de que o aceite não é obrigatório na Letra de Câmbio. ou seja. é uma garantia. O endosso. 633. 632. independentemente de protesto. CORRETO. o aval seria utilizado como instituto típico para fraude de credores. ERRADO. A LUG (art. 630. ERRADO. Aval é a declaração cambial através da qual uma pessoa (avalista). pois determinada pessoa poderia avalizar uma obrigação e simplesmente retirá-lo após ser 176 . 631. antecipadamente. Basta que o devedor assina à frente do título. o portador perderá o direito de crédito contra os endossantes e respectivos avalistas. Nessa linha. 629. 53) assevera que não feito o protesto no prazo devido. ERRADO. Carlos Barbosa Pimentel define o protesto como o ato pelo qual se prova que não foi cumprida a ordem ou promessa de pagamento contida no título. Porém. do contrário este não responderá pelo cumprimento da prestação constante do título. ERRADO. Se permitido. além de transferir o título. destarte. o portador perderá o direito de crédito contra os endossantes e respectivos avalistas. Para o emitente e seus avalistas a obrigação persistirá. o avalista se exonere posteriormente. Pelo aval o avalista torna-se co-devedor. Aceite é o ato pelo qual o sacado afirma ser o devedor do título.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo endossantes e respectivos avalistas. é tido como um devedor solidário da dívida avalizada. Para o emitente e seus avalistas a obrigação persistirá. Para o emitente e seus avalistas a obrigação persistirá. 628. ser cobrada diretamente do avalista sem que. a recusa no aceite provocará o vencimento antecipado do título. ERRADO. garantindo-o se convencionado pelo endossante. A LUG (art. 634. independentemente de protesto. solidário e autônomo. ERRADO. a LUG diz que o aceite deve ser incondicionado. é um ato unilateral. É inadmissível que. podendo. o tenha sido contra o avalizado. pelo qual se transfere os direitos emergentes de um título. ERRADO. Endosso no Direito brasileiro. uma vez efetuado o aval. conforme o artigo 914 do novo Código Civil. independentemente de protesto. 53) assevera que não feito o protesto no prazo devido. uma vez que aceitar a letra parcialmente tem o mesmo efeito de recusá-la.

Em qualquer outra espécie de letra a estipulação de juros será considerada como não escrita. uma vez que quem recebe o valor na letra de câmbio é tomador. ERRADO. Artigo 5º da LUG: Numa letra pagável à vista ou a um certo termo de vista. Essa situação só é possível se permitida pelo credor. ordem de pagamento. 639. 637. ERRADO. É título de crédito assinado em que há ordem de pagamento ao sacado da quantia correspondente à fatura de mercadorias vendidas a prazo. O conhecimento de depósito é título que representa a propriedade de mercadoria depositada em armazém-geral. enquanto a duplicata mercantil. A letra de câmbio é. ERRADO. é uma espécie de título de crédito que constitui o instrumento de prova do contrato de compra e venda. Além disso. 177 . 636. A nota promissória é promessa de pagamento. Portanto. 2) Sacado: quem tem o dever de adimplir a obrigação. Nela figuram três partes: 1) Sacador: quem emite o título. pode o sacador estipular que a sua importância vencerá juros. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo firmado o acordo avalizado. realmente. a letra de câmbio não está atrelada necessariamente a operação de compra e venda. As notas promissórias são títulos de crédito que representam promessa de pagamento. 3) Tomador: quem se beneficia da ordem de pagamento. ou simplesmente duplicata. O conhecimento de depósito é título que representa a propriedade de mercadoria depositada em armazém-geral. a questão está incorreta. 638.

incumbindo-se de prestar assistência permanente ao arrendatário durante o período de arrendamento. (Ministério Público do Estado de SP/FCC) Quando uma empresa dá em arrendamento à pessoa um bem de que é proprietária. incumbindo-se de prestar assistência permanente ao arrendatário durante o período de arrendamento. (Ministério Público do Estado de SP/FCC) Quando uma empresa dá em arrendamento à pessoa um bem de que é proprietária. é correto afirmar que o arrendamento mercantil é a locação caracterizada pela compra compulsória do bem locado ao término da locação. em caráter vitalício. Este negócio jurídico é tipificado como locação. (ISS SP/2007/FCC) Por meio de determinado contrato. mediante o pagamento de prestações determinadas. Antônio se compromete a pagar a Pedro a quantia de R$ 1. João transferiu a Antônio a propriedade de um bem imóvel. temos um leasing financeiro. 644. 645.000. 642. a partir da transmissão da propriedade. 641. é característica do leasing operacional a obrigatoriedade do contrato no período determinado para a vigência do mesmo. Em contrapartida. (Ministério Público do Estado de SP/FCC) Quando uma empresa dá em arrendamento à pessoa um bem de que é proprietária. (Promotor de Justiça MPE CE/2009/FCC) Em relação a contratos mercantis. 643. mediante o pagamento de prestações determinadas.00 (mil reais) mensais. a qualquer momento. temos um leasing operacional. 646. incumbindo-se de prestar assistência permanente ao arrendatário durante o período de arrendamento. (ISS Santos/FCC/2006) Dentre outras. sendo vedada a rescisão. é característica do leasing operacional a possibilidade de rescisão contratual. mediante o pagamento de prestações determinadas. pelo arrendatário. temos um leaseback. desde que haja prévio aviso. 178 .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo QUARTA PARTE – CONTRATOS MERCANTIS Capítulo 17 – Arrendamento Mercantil 640. (ISS Santos/FCC/2006) Dentre outras.

(Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em relação ao contrato de arrendamento mercantil. nacionais ou não. 652. o arrendatário recebe a posse direta do bem arrendado e tem o dever de devolvê-lo ao arrendador. ou leasing. que responde pelos riscos da coisa. 655. 649. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Com relação ao contrato de arrendamento mercantil é correto afirmar que seu objeto restringe-se a bens destinados à atividade industrial. mediante o pagamento do valor residual do preço. (ISS Santos/FCC/2006) Dentre outras. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em relação ao contrato de arrendamento mercantil. mantendo sua posse indireta e a propriedade resolúvel. (ISS Santos/FCC/2006) Dentre outras. ou leasing. o arrendatário deve ter a opção de compra do bem arrendado. (ISS Santos/FCC/2006) Dentre outras. ou leasing. 648. o arrendatário recebe a propriedade resolúvel do bem arrendado. mediante o pagamento do chamado valor residual. ao final do contrato. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em relação ao contrato de arrendamento mercantil. provisoriamente. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em relação ao contrato de arrendamento mercantil. 651. 654. o arrendatário transmite ao arrendador a posse direta do bem arrendado. ou leasing. 179 . é característica do leasing operacional ter a propriedade dos bens transferida. 650.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 647. ou leasing. é característica do leasing operacional ter aplicação contratual restrita a embarcações de grande porte e equipamentos de transporte aéreo. o arrendatário tem a obrigação de adquirir a propriedade do bem. devendo restituí-lo ao arrendador ao final do contrato. não lhe cabendo a opção de compra definitiva do bem ou de prorrogação do prazo contratual. ao final do contrato. é característica do leasing operacional não pode ser incluída entre as operações bancárias por não ser considerada uma operação financeira. para o arrendatário. 653. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em relação ao contrato de arrendamento mercantil.

662. uma promessa unilateral de venda e. 661. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Com relação ao contrato de arrendamento mercantil é correto afirmar que o arrendatário deve necessariamente utilizar o bem arrendado para uma finalidade lucrativa. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Com relação ao contrato de arrendamento mercantil é correto afirmar que seu objeto restringe-se a bens produzidos pelo próprio arrendador. (Fiscal da SEFAZ DF/2001/FCC) O arrendamento mercantil ou leasing compreende uma compra e venda. (Fiscal da SEFAZ DF/2001/FCC) O arrendamento mercantil ou leasing é um contrato de natureza complexa. 657. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Com relação ao contrato de arrendamento mercantil é correto afirmar que o arrendatário deve ser necessariamente instituição financeira. (Fiscal da SEFAZ DF/2001/FCC) O arrendamento mercantil ou leasing é um contrato de natureza simples. são destinados a revenda ou a cessão. 658. 660. o que resulta na imediata titularidade do bem imóvel.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 656. 659. quando é o próprio arrendatário quem trata com o vendedor na escolha do bem. necessariamente móveis ou semoventes. o que não ocorre com os móveis. posto que os objetos comprados. às vezes um mandato. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Com relação ao contrato de arrendamento mercantil é correto afirmar que o arrendatário deve ter necessariamente assegurada a opção de compra do bem. porque compreende um direito real de garantia e uma promessa bilateral de compra e venda. compreendendo uma locação. bem como a exigência de ser comerciante o comprador e o vendedor. Gabarito – Capítulo 17 640 641 642 643 644 645 E E E E C E 651 652 653 654 655 656 E C E E E E 662 E 180 .

Errado. uma vez que houve transferência da propriedade. Todavia. Locação é o contrato pelo qual o locador obriga-se a ceder o uso e o gozo da coisa locada ao locatário. Uma transação de venda e leaseback (retroarrendamento pelo vendedor junto ao comprador) envolve a venda de um ativo e o concomitante arrendamento mercantil do mesmo ativo pelo comprador ao vendedor. há promessa unilateral de venda. o são: a) o arrendamento mercantil transfere a propriedade do ativo para o arrendatário no fim do prazo do arrendamento mercantil. Não se verifica. O título de propriedade pode ou não vir a ser transferido. ERRADO.141/2008). Arrendamento mercantil é um acordo pelo qual o arrendador transmite ao arrendatário em troca de um pagamento ou série de pagamentos o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado (Resolução CFC 1. pois. in casu. no início do arrendamento mercantil. os ativos arrendados são de natureza especializada de tal forma que apenas o arrendatário pode usá-los sem grandes modificações. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 646 647 648 649 650 C E E E E 657 658 659 660 661 E E C C E Comentários – Capítulo 17 640. 643. a locação. a questão.245 de 18 de outubro de 1991. c) o prazo do arrendamento mercantil refere-se à maior parte da vida econômica do ativo mesmo que a propriedade não seja transferida. 181 . Arrendamento mercantil financeiro é aquele em que há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo. 641. Não é característica do leasing financeiro a prestação de assistência técnica durante o período do contrato. no outro pólo. Já. ERRADO. É um contrato comutativo. também. uma vez que o arrendador obriga-se a vender a coisa ao arrendatário pelo valor residual. b) o arrendatário tem a opção de comprar o ativo por um preço que se espera seja suficientemente mais baixo do que o valor justo à data em que a opção se torne exercível de forma que. oneroso. como o próprio nome sugere. Rege-se a locação pela Lei 8. ERRADO. bilateral e de execução continuada. Existe a opção de compra para o arrendatário. seja razoavelmente certo que a opção será exercida. Porém. não é ela compulsória. 642.

309. Podem ser objeto de arrendamento bens móveis. este deixa de ser o principal critério para diferenciação. 647. ser rescindido. Um arrendamento mercantil é classificado como operacional se ele não transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade. sim. proprietária de certos bens. seja financeiro. os dá em arrendamento à pessoa. A norma diz que “um arrendamento mercantil é classificado como financeiro se ele transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade. O Leasing Operacional a arrendadora é que arca com os custos de manutenção dos equipamentos. a propriedade. O contrato de leasing operacional pode. e bens imóveis adquiridos pela entidade arrendadora para fins de uso próprio da arrendatária. incumbindo-se. Este é o conceito de arrendamento operacional trazido no livro de Fran Martins: aquele em que uma empresa. art. 649. entretanto. com o advento da Resolução 1. hipótese em que o arrendatário não terá devolução de qualquer valor já pago.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 644.” 645. Desfeito o contrato antes do prazo estabelecido. Este é mais um ponto de divergência doutrinária! A FCC seguiu a linha daqueles que consideram o arrendamento como contrato bancário impróprio. 2. uma vez que não se insere na classificação escorreita de contrato bancário!!! Essa nomenclatura é 182 . ERRADO. arrendatária pode desfazer o contrato bastando apenas esperar o período mínimo de 90 dias do início do contrato como determina o Banco Central e aviso prévio a empresa ou pessoa física contratante. 648. ERRADO. o proprietário dos bens a prestar assistência técnica ao arrendatário durante o período do arrendamento. Um exemplo é a rescisão por falta de pagamento. segundo as especificações desta (Resolução CMN. 11). CORRETO. permanece com a arrendadora. No arrendamento mercantil. ERRADO. mediante o pagamento de prestações determinadas. CORRETO. apenas ao final é que haverá a opção de compra. frise-se. seja operacional. Um arrendamento mercantil é classificado como operacional se ele não transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade. considerar-se-á como contrato de compra e venda. a propriedade da coisa arrendada permanece com a arrendadora. de produção nacional ou estrangeira. Veja que a transferência de risco é levada em conta para a classificação. 646. porém. ERRADO. Todavia.141/2008 do Conselho Federal de Contabilidade. Rememore-se que um arrendamento mercantil é classificado como financeiro se ele transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade.

Ao final do contrato. detém a posse direta do bem arrendado.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo sugerida por Fábio Ulhoa Coelho. d) cartão de crédito. ERRADO. ERRADO.309/96). que. Porém. São três as opção ao termo do contrato: a) renovar o contrato. 183 . 652. uma razão de sua extinção. quanto bens imóveis. b) leasing. 4º. b) encerrar o contrato. pagando-se o valor residual. Não há necessidade de que se destine à atividade industrial.099/74. 654. 656. O arrendatário. São três as opção ao termo do contrato: a) renovar o contrato. Na dicção do BACEN o arrendador deve figurar sempre como sociedade anônima (Art. Não há exigência legal neste sentido. 650. São três as opção ao termo do contrato: a) renovar o contrato. O arrendatário deterá a posse direta. considerem como bancários impróprios os seguintes contratos: a) alienação fiduciária. Portanto. O arrendatário. b) encerrar o contrato. 657. b) encerrar o contrato. Resolução 2. realmente. caberá a opção de compra definitiva do bem. não havendo obrigação de se restituir o bem arrendado. O leasing pode ter por objetos tanto bens móveis. ao final do contrato. as próprias partes estabelecem uma condição resolutiva. 655. ERRADO. Propriedade resolúvel ou revogável é a que encontra. uma vez que usufruirá o bem. pagando-se o valor residual. no leasing. CORRETO. pagando-se o valor residual. ERRADO. É condição imposta pela lei 6. no seu título constitutivo. ERRADO. de que os bens sejam produzidos pelo arrendador. c) comprar o bem alugado. realmente. pessoa jurídica figure como arrendadora e pessoa física ou jurídica figure como arrendatária. c) comprar o bem alugado. §1º. para efeitos de prova. c) comprar o bem alugado. haverá três opções. c) faturização (factoring). ERRADO. ou seja. Basta lembrar a sua não rara utilização nos contratos de compra de veículos por pessoas físicas. ERRADO. ao final do contrato. 651. caberá a opção de compra definitiva do bem. 653. detém a posse direta do bem arrendado. Conforme o explanado. art. 1º. caberá a opção de compra definitiva do bem. Porém.

em garantia de uma dívida com esta contraída. uma promessa unilateral de venda (em virtude de dar o arrendador opção de aquisição do bem pelo arrendatário) e ás vezes um mandato quando é o próprio arrendatário quem trata com o vendedor na escolha do bem. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Por meio do contrato de alienação fiduciária em garantia. O leasing é diferente do contrato de compra e venda. recuperando-a após o pagamento da dívida. tanto que a lei prevê a possibilidade de um dos pólos (arrendatário) ser pessoa física. 660. 659. mas permanece com a posse direta do bem. Estas são exatas palavras de Fran Martins: O arrendamento Mercantil é de natureza complexa. o proprietário de um bem móvel aliena-o a outra pessoa. 662. (Promotor de Justiça MPE CE/2009/FCC) Em relação a contratos mercantis. ERRADO. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Por meio do contrato de alienação fiduciária em garantia. Segundo Fran Martins: O arrendamento Mercantil é de natureza complexa. da Lei 6. 184 . como faculdade do arrendatário. 661. ERRADO. perfaz-se como obrigação para o arrendador. 664. em garantia de uma dívida com esta contraída. O artigo 5º. é correto afirmar que a alienação fiduciária em garantia tem sua abrangência restrita a bens móveis. Não há necessidade de utilização para finalidade lucrativa. compreendendo uma locação. o leasing pode ter por objetovs bens móveis ou imóveis. ERRADO. CORRETO. compreendendo uma locação. diz que os contratos de arrendamento mercantil conterão as seguintes disposições: opção de compra ou renovação de contrato. CORRETO. não citando a necessidade de ser empresário. Capítulo 18 – Alienação Fiduciária 663. o proprietário de um bem móvel aliena-o a outra pessoa. Veja que. 665. ao mesmo tempo em que é uma faculdade para o arrendatário.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 658. uma promessa unilateral de venda (em virtude de dar o arrendador opção de aquisição do bem pelo arrendatário) e ás vezes um mandato quando é o próprio arrendatário quem trata com o vendedor na escolha do bem. e lhe transfere a propriedade plena do bem.099. Outrossim.

o proprietário de um bem móvel transfere a sua posse indireta a outra pessoa. o inadimplemento do devedor fiduciante NÃO confere ao credor fiduciário a possibilidade de executar o devedor fiduciante para satisfação da dívida. em garantia de uma dívida com esta contraída. o inadimplemento do devedor fiduciante NÃO confere ao credor fiduciário a possibilidade de utilizar o produto da revenda do bem dado em garantia para satisfação da dívida. 670. 668. 667. 185 . a propriedade do bem dado em garantia é transferida ao devedor. mas permanece com a propriedade plena do bem. o proprietário de um bem móvel oferece-o em penhor ao credor do financiamento obtido para a aquisição do próprio bem. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Por meio do contrato de alienação fiduciária em garantia. 672. 674. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) Na alienação fiduciária.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 666. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) Na alienação fiduciária. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Por meio do contrato de alienação fiduciária em garantia. sendo. 671. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Na alienação fiduciária em garantia. 669. em garantia de uma dívida com esta contraída. preservando-se a posse com o credor. 673. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Na alienação fiduciária em garantia. o devedor não pode utilizar o bem dado em garantia às suas expensas e risco. mas permanece com a propriedade plena do bem. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Na alienação fiduciária em garantia. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Na alienação fiduciária em garantia. obrigado a zelar por sua conservação. ainda. o inadimplemento do devedor fiduciante NÃO confere ao credor fiduciário a possibilidade de permanecer definitivamente na propriedade do bem dado em garantia. o proprietário de um bem móvel transfere a sua posse direta a outra pessoa. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Por meio do contrato de alienação fiduciária em garantia. o inadimplemento do devedor fiduciante NÃO confere ao credor fiduciário a possibilidade de executar os avalistas do devedor para satisfação da dívida.

514/97. quando proprietário possui propriedade e posse de determinado bem. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) Na alienação fiduciária. pois a alienação fiduciária não se restringe a bens móveis! A alienação é o contrato mediante o qual o devedor fornece ao credor. com os elementos indispensáveis à sua identificação. tornando-se o devedor possuidor direto da coisa (CC.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 675. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) A alienação fiduciária. CORRETO. §2º). 1. porém. Não é o que ocorre na alienação fiduciária em garantia.361. art. A propriedade plena se dá. que a questão encontra-se incompleta. a propriedade de bem móvel ou imóvel. Os bens imóveis podem também ser objeto de alienação fiduciária em garantia (Lei 9. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) Na alienação fiduciária. uma vez que a posse direta permanece com o devedor fiduciário (CC. 186 . explanando-se em lição comezinha. ERRADO. 676. 22). o contrato conterá a descrição da coisa objeto da transferência. mesmo que o produto da venda do bem dado em garantia seja inferior ao valor emprestado. Gabarito – Capítulo 18 663 664 665 666 667 668 669 670 E C E E E E E E 671 672 673 674 675 676 677 C E E E E E E Comentários – Capítulo 18 663. 677. §2º).631. 665. Este é o exato conceito de um contrato de alienação fiduciária. deve ser celebrada por instrumento público ou particular a ser registrado no Cartório de Títulos e Documentos do domicílio do credor. 664. a dívida será considerada quitada. dá-se o desdobramento da posse. 1. Veja. art. ERRADO. Com a constituição da propriedade fiduciária. art. como garantia de pagamento de dívida com este contraída.

abrange propriedade e posse. É plenamente possível a cobrança da dívida dos avalistas. abrange propriedade e posse. no crédito e na garantia constituída pela alienação fiduciária. 668. ERRADO. ficando a outra parte (em geral um instituição financeira) obrigada a restituir o bem quando houver o implemento de determinada condição. ERRADO. o devedor fiduciário mantém sua posse. O Decreto Lei 911/69. ficando o devedor com sua posse direta. O artigo 6º do Decreto 911/69 prevê que o avalista. 669. ERRADO. CORRETO. com a finalidade de garantir o pagamento do débito. independentemente de leilão. Entretanto é possível recair a constrição executiva sobre os direitos detidos pelo executado no respectivo contrato. 667. o proprietário fiduciário ou credor poderá vender a coisa a terceiros. Entende a Corte que não é viável a penhora sobre bens garantidos por alienação fiduciária. ERRADO. 670. 672. em seu artigo 2º salienta que no caso de inadimplemento ou mora nas obrigações contratuais garantidas mediante alienação fiduciária. A propriedade plena. O penhor é um direito real de garantia. Na alienação não há entrega do bem.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 666. fiador ou terceiro interessado que pagar a dívida do alienante ou devedor se sub-rogará. Na alienação fiduciária o devedor fiduciário permanecesse apenas com a posse direta. hasta pública. perguntaríamos como executar uma pessoa que não possui a propriedade daquele bem? O STJ vem entendendo ser possível sim. como já dito. Muito embora a propriedade do bem passe a ser do credor fiduciário. já que não pertencem ao devedor-executado. como já dito. avaliação prévia ou qualquer outra medida judicial ou extrajudicial. com responsabilidade de depositário. Na alienação fiduciária o devedor fiduciário permanecesse apenas com a posse direta. 187 . em que o devedor entrega uma coisa móvel ou mobilizável ao credor. O contrato de alienação fiduciária é contrato em que determinada pessoa aliena a outra determinado bem (móvel ou imóvel). ERRADO. mas à instituição financeira que realizou a operação de financiamento. A propriedade plena. que é apenas possuidor. de pleno direito. ERRADO. sendo que a propriedade é transferida ao credor. 671. sendo que. salvo disposição expressa em contrário prevista no contrato. sendo que a propriedade é transferida ao credor. no caso de inadimplência.

ERRADO. que serve de título à propriedade fiduciária. se houver. 676. tornando-se o devedor possuidor direto da coisa. devem manter sigilo sobre suas operações. (Promotor de Justiça MPE CE/2009/FCC) Em relação a contratos mercantis. o produto não bastar para o pagamento da dívida e das despesas de cobrança. A posse permanece com o devedor! 674. por meio do contrato denominado desconto. no Registro de Títulos e Documentos do domicílio do devedor. em se tratando de veículos. 677.a taxa de juros. II . fazendo-se a anotação no certificado de registro. 680. tornado-se falsa (ao menos para a banca). a exemplo das instituições financeiras. com os elementos indispensáveis à sua identificação (CC.366). na hipótese de falência do devedor do título. vendida a coisa. 1.361. ERRADO. ERRADO. O credor terá a propriedade formal e a posse indireta. 188 . na repartição competente para o licenciamento. dá-se o desdobramento da posse. O devedor possui a posse direta. ou factoring. Conforme o §1º do artigo 1. (CC. art. art. é correto afirmar que as empresas de faturização. ou fomento mercantil. O contrato. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em uma operação de fomento mercantil. OU. 1. art. 1.362).361 do Código Civil: Constitui-se a propriedade fiduciária com o registro do contrato. A alienação é o contrato mediante o qual o devedor fornece ao credor. CORRETO. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em uma operação de fomento mercantil. Com a constituição da propriedade fiduciária. Quando. III . porém. como garantia de pagamento de dívida com este contraída. incompleta. o faturizado transfere título de crédito ao faturizador. o faturizador poderá cobrar do faturizado o valor integral do título objeto da operação. que lhe serve de título. ou factoring. a propriedade de bem móvel ou imóvel. §2º). 679. celebrado por instrumento público ou particular. Capítulo 19 – Fomento Mercantil 678. A questão está correta.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 673. ou sua estimativa. continuará o devedor obrigado pelo restante (CC. conterá: I . IV a descrição da coisa objeto da transferência.o prazo. 675. ERRADO.o total da dívida. ou a época do pagamento.

por tratar-se de prestador de serviços. 690. (Procurador TCE PI/2005/FCC) Na faturização. que se incumbe da cobrança dos devedores. mediante remuneração. (Procurador TCE PI/2005/FCC) Na faturização. além da eventual prestação de outros serviços. o faturizador deve necessariamente adiantar ao faturizado os valores correspondentes as suas vendas a prazo. (Procurador TCE PI/2005/FCC) Na faturização. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Na operação de faturização. ou factoring. (Procurador TCE PI/2005/FCC) Na faturização. na hipótese de inadimplência do devedor. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em uma operação de fomento mercantil. o faturizador poderá cobrar do faturizado apenas os valores que lhe foram adiantados. caso demonstre a falsificação do título objeto da operação. o faturizador adquire créditos do faturizado relativos as suas vendas a prazo. O faturizado transfere crédito de sua titularidade ao faturizador. o faturizador não se caracteriza como empresário. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Na operação de faturização. 684. 688. 683. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Na operação de faturização. mediante remuneração. o faturizador caracteriza-se como instituição financeira em sentido estrito. mesmo que falsos os títulos. 687. (Procurador TCE PI/2005/FCC) Na faturização.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 681. o faturizador não tem qualquer direito contra o faturizado. O faturizado deve obter prévia autorização do Banco Central do Brasil. 682. ou factoring. 689. pois os adquire em caráter prósoluto. 685. 686. O faturizado presta serviços de gerenciamento de créditos para o faturizador. pois desconta o título apresentado pelo faturizado. o faturizador poderá cobrar do faturizado todos os valores a ele adiantados. 189 . (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) Em uma operação de fomento mercantil.

equipara as empresas de factoring às instituições financeiras. Esta. 693. CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 691. que pode ser nota promissória. O faturizado compromete-se a comercializar bens produzidos pelo faturizador com exclusividade. Deste modo. etc. fomento mercantil ou factoring. o assumirá mediante pagamento ao antigo titular.. No parágrafo segundo do artigo 1º. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) Na operação de faturização. Gabarito – Capítulo 19 678 679 680 681 682 683 684 C E E E C E C 685 686 687 688 689 690 691 E E E C E E E 692 693 694 695 E E E E Comentários – Capítulo 19 678. cede onerosamente a propriedade do crédito à faturizadora. A faturização. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) O risco de crédito dos títulos que são objeto de faturização é de responsabilidade da empresa vendedora. é o instrumento mediante o qual o beneficiário de um título de crédito. 694. por sua vez. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) Para o financiamento de suas atividades. que servem como garantia da operação. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) As empresas de factoring são classificadas como instituições financeiras pelas autoridades monetárias. cheque. deflui-se que as empresas de factoring devem também manter o sigilo das operações que praticam. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) O factoring é um empréstimo concedido com base no desconto de títulos de crédito. 190 . as empresas de factoring captam recursos por meio de depósitos junto ao público em geral. 695. 692. Dispõe a Lei Complementar 105/2001 que as instituições financeiras conservarão sigilo em suas operações ativas e passivas e serviços prestados.

191 . Há distinção entre o desconto bancário e o contrato de faturização. Assim. O faturizador como cessionário de boa-fé não pode ficar impedido de exercer o direito de regresso contra o faturizado diante de simulação entre cedente e emitente do título. d: prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia. tendo efeitos de cessão civil do crédito.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 679. Por isso não falamos que houve desconto. CORRETO. O faturizado não responde pela insolvência dos créditos que cedeu. administração de contas a pagar e a receber. gestão de crédito.249/95. Por isso não falamos que houve desconto. ERRADO. que já sabia não iria ser quitado. 685. 680. 681. compra de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços. Repita-se. em conluio com Y. Nas factorings não há direito de regresso para a instituição (como há no desconto bancário) no caso de inadimplência do devedor. a responsabilidade do faturizado exsurge nos casos de vício de legalidade. Esta situação é obviamente incabível. O faturizado não responde pela insolvência dos créditos que cedeu. §1º. pois tratam-se de institutos jurídicos distintos. 15. Há distinção entre o desconto bancário e o contrato de faturização. seleção de riscos. mercadológica. legitimidade ou veracidade dos títulos negociados. valor a ser cobrado. A financeira passa a assumir o pleno risco. No maturity factoring há apenas a administração do crédito. bastaria que X emitesse um título. CORRETO. ERRADO. ERRADO. Não há. portanto. O faturizado não responde pelos créditos que cedeu. 684. ERRADO. Repita-se. que arcará com todo o prejuízo. O faturizado não responde pelos créditos que cedeu. e descontar perante o faturizador Z. ERRADO. Nas factorings não há direito de regresso para a instituição (como há no desconto bancário) no caso de inadimplência do devedor. não existindo antecipação do valor creditício. tendo efeitos de cessão civil do crédito. tendo a transferência do título o efeito de cessão civil de crédito. e b) maturity factoring. Desta forma. III. Um conceito legal para factoring se encontra lei 9. tendo a transferência do título o efeito de cessão civil de crédito. A faturizadora passa a assumir o pleno risco. 683. pois tratam-se de institutos jurídicos distintos. 682. art. Existem dois tipos de contratos de faturização: a) conventional facturing. No conventional há antecipação dos valores do crédito ao faturizado.

porém. ERRADO. uma vez que há transferência dos riscos do crédito. Algumas vezes. o cessionário poderá executar o cedente. mediante remuneração. trata-se o factoring “de um contrato por meio do qual o empresário transfere a uma instituição financeira (que não precisa ser necessariamente um banco) as atribuições atinentes à administração do seu crédito. É. Uma vez preenchidos os requisitos pelo artigo 966 do Código Civil. cessão civil de crédito. Segundo André Luiz Santa Cruz Ramos. não se exige autorização do Banco Central. 687. mas tem sua essência na compra e venda. esse contrato também envolve a antecipação desse crédito. sim.” O faturizador atua. ERRADO. ERRADO. ERRADO. A banca inverteu as bolas! O correto seria: o faturizador presta serviços de gerenciamento ao faturizado. 691. As empresas de factoring são consideradas instituições financeiras. CORRETO. Não há exigência de o faturizado obter autorização do BACEN para participar de operações de faturização. obviamente. 690. uma vez que o contrato de faturização não se configura como empréstimo. ERRADO. trata-se o factoring “de um contrato por meio do qual o empresário transfere a uma instituição financeira (que não precisa ser necessariamente um banco) as atribuições atinentes à administração do seu crédito. mas não responde pela solvência do devedor. Na cessão pro solvendo o cedente responde também pela solvência do devedor. esse contrato também envolve a antecipação desse crédito. na pro soluto o cedente responde pela existência e legalidade do crédito. obviamente. um 192 . pois não capta recursos de depositantes e. O item está incorreto. é entendimento externado pelo STJ no sentido de que uma empresa de factoring não é uma instituição financeira. Segundo André Luiz Santa Cruz Ramos.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 686. mediante remuneração. ERRADO. o faturizador será considerado empresário e tratado juridicamente como tal. continua o faturizado respondendo por sua legalidade e legitimidade. para seu funcionamento.” O faturizador atua. A cessão civil de crédito pode ser “pro soluto” ou “pro solvendo”. Há entendimento do STJ no sentido de excluir as factorings da classificação de instituições financeiras. Infere-se que a faturização tem caráter de título pro soluto. Algumas vezes. ERRADO. 692. 693. então se fulano não pagar a dívida (ex: o cheque não tinha fundos). 689. 688. Ressalve-se que não há necessidade de ser um banco a proceder à faturização. Quanto ao faturizador.

ERRADO. ou franchising. mediante remuneração. 694. 193 . facultativamente. 695. 701. ERRADO. compete ao franqueador gerenciar e operar todos os estabelecimentos que compõem a rede de franquia. mas compra e venda de créditos. (OAB SP/2005/FCC) O contrato de franquia deve ser escrito e assinado na presença de duas testemunhas. (OAB SP/2005/FCC) O contrato de franquia deve ser escrito e assinado na presença de duas testemunhas. 697. Na faturização não há captação de recursos. cabendo ao franqueado o direito de participar nos lucros oriundos das atividades desenvolvidas pelo franqueador. exclusivamente. (OAB SP/2005/FCC) O contrato de franquia deve ser escrito e assinado na presença de duas testemunhas. (OAB SP/2005/FCC) O contrato de franquia deve ser escrito e assinado na presença de duas testemunhas. 699. cujo risco de recebimento passará a ser integralmente do faturizador. desde que tal condição esteja expressamente ajustada. 700. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) De acordo com as características essenciais do contrato de franquia empresarial. o risco passa ser do faturizador. podendo ser dispensada a Circular de Oferta de Franquia. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) De acordo com as características essenciais do contrato de franquia empresarial. precedido da Circular de Oferta de Franquia.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo contrato em que o faturizador adquire créditos de outra pessoa (o faturizado). dispensando o seu registro. A faturização tem caráter pro-soluto. compete ao franqueador conceder licença do uso de marca ou título de estabelecimento ao franqueado e prestar-lhe serviços de orientação e organização empresarial. dispensado o seu registro e. O faturizado responde tãosomente pela legalidade e legitimidade do título que transferiu. 698. ou franchising. sendo obrigatório o seu registro perante o Cartório de Registro de Títulos e Documentos. Capítulo 20 – Franchishing 696. ou seja.

compete ao franqueador realizar as obras necessárias para a conservação dos prédios em que os franqueados desenvolvem as suas atividades. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O contrato pelo qual uma parte se obriga a agenciar pedidos de compra e venda em nome e em favor da outra parte denomina-se franquia. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) De acordo com as características essenciais do contrato de franquia empresarial. na qualidade de substituto processual. Gabarito – Capítulo 20 696 697 698 699 700 701 C E E E E C 702 703 704 705 706 E E E C E Comentários – Capítulo 20 696. Este é o teor do dispositivo do art. com a devolução das quantias pagas ao franqueador e a terceiros a título de taxa ou de royalties.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 702. compete ao franqueador defender. 703. 705. do pré-contrato ou do pagamento de taxas ao franqueador ou pessoa a ele ligada. 704. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) De acordo com as características essenciais do contrato de franquia empresarial. (Juiz Substituto TRT-11ª/2005/FCC) De acordo com as características essenciais do contrato de franquia empresarial. bem como o pagamento de perdas e danos. ou franchising. ou franchising. 706. os interesses do franqueado em juízo. (Juiz Federal Substituto TRF 5ª/2001/FCC) O não recebimento da circular de oferta de franquia pelo candidato a franqueado no mínimo 10 dias antes da assinatura do contrato. ou franchising. compete ao franqueador responder solidariamente pelas dívidas contraídas pelo franqueado junto a seus empregados e fornecedores. 6º da Lei de Franquia (8. permite ao franqueado a argüição de anulabilidade do contrato de franquia. CORRETO.955/94): o contrato de franquia deve ser sempre escrito e assinado na presença de 2 (duas) testemunhas e terá validade 194 .

financeiras e jurídicas da sua franquia para investidores interessados em adquirir e operar uma franquia de sua rede. associado ao direito de distribuição exclusiva ou semiexclusiva de produtos ou serviços e.955/94): o contrato de franquia deve ser sempre escrito e assinado na presença de 2 (duas) testemunhas e terá validade independentemente de ser levado a registro perante cartório ou órgão público. o que diminuirá o lucro do franqueado e representará a remuneração do franqueador. c)Treinamento na operação do negócio. 700. 698. fique caracterizado vínculo empregatício (Lei do Franchising. O contrato de franquia deve ser escrito e assinado na presença de duas pessoas. e) Apoio na 195 . Ao revés. Não cabe ao franqueado a participação nos lucros do franqueador. Essa é uma das características do contrato de franchising: Onerosidade – em regra o franqueado deverá pagar ao franqueador. eventualmente. existirá a obrigação de pagamento de royaltes. O contrato de franquia deve ser escrito e assinado na presença de duas pessoas. b) Treinamento na elaboração dos produtos ou serviços. não só a taxa de filiação pela concessão da franquia. mediante remuneração direta ou indireta. CORRETO. Já a Circular de Oferta de Franquia corresponde documento usado pelo franqueador para fornecer as informações comerciais. ERRADO. 2). conforme visto. São obrigações do franqueador: a)Uso da marca. 697. ERRADO. sem que. d) Apoio no início da operação. por parte do franqueado. financeiras e jurídicas da sua franquia para investidores interessados em adquirir e operar uma franquia de sua rede. O artigo 3º da Lei de Franquias estabelece a obrigatoriedade no fornecimento da Circular de Oferta de Franquias. art. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo independentemente de ser levado a registro perante cartório ou órgão público. 701. Este é o teor do dispositivo do art. no entanto. conforme visto. mas também percentagens sobre os produtos vendidos. também ao direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvidos ou detidos pelo franqueador. Franquia empresarial é o sistema pelo qual um franqueador cede ao franqueado o direito de uso de marca ou patente. 6º da Lei de Franquia (8. O artigo 3º da Lei de Franquias estabelece a obrigatoriedade no fornecimento da Circular de Oferta de Franquias. 699. Já a Circular de Oferta de Franquia corresponde documento usado pelo franqueador para fornecer as informações comerciais. ERRADO.

por escrito e em linguagem clara e acessível. art. O franqueado deve manter a boa reputação da marca que representa. ERRADO. 196 . etc. Assim. 4). distinta e falar em jurídica e ajudará o 705. 706. parágrafo único). f) Fornecimento dos manuais de operações. 704. ad initium. no sentido de ser uma pessoa distinta do franqueador. para que esta. ERRADO. não havendo que se subordinação entre eles. 702. Para Fran Martins “franchising é o contrato que liga uma pessoa a uma empresa. como serviço de supervisão de rede. auxílios. Assim. contendo informações imprescindíveis sobre o negócio (Lei 8.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo fase das instalações. além dos produtos que vai comercializar. devendo ser aquele demandado em eventuais lides no Judiciário.955/94. A circular oferta de franquia deverá ser entregue ao candidato a franqueado no mínimo 10 (dez) dias antes da assinatura do contrato ou pré-contrato de franquia ou ainda do pagamento de qualquer tipo de taxa pelo franqueado ao franqueador ou a empresa ou pessoa ligada a este (Lei 8. O franqueado terá autonomia jurídica e financeira. esta obrigação é do franqueado. 703. Todavia. inclusive no que se refere à publicidade dos produtos”. Lembre-se de que o franqueado é pessoa independente do franqueador. 4.955/94. art. ERRADO. Lembrar disso concursando a matar muitas questões em prova. deverá fornecer ao interessado em tornar-se franqueado uma circular de oferta de franquia. CORRETO. art. por meio da Circular de Oferta de Franquia. há possibilidade de o franqueador prever. Sempre que o franqueador tiver interesse na implantação de sistema de franquia empresarial. ERRADO. h) Marketing e publicidade. conceda à primeira o direito de comercializar marcas ou produtos de sua propriedade sem que. cada um responderá financeiramente por suas obrigações. receberá do franqueador permanente assistência técnica e comercial. mediante condições especiais. g) Assistência na solução de problemas localizados. será uma pessoa autônoma. a título de taxa de filiação e royalties. A questão refere-se à representação comercial. pela variação da remuneração básica dos depósitos de poupança mais perdas e danos (Lei 8. Na hipótese do não cumprimento do prazo. contudo.955/94. devidamente corrigidas. orientação e treinamento. 3º). o franqueado poderá argüir a anulabilidade do contrato e exigir devolução de todas as quantias que já houver pago ao franqueador ou a terceiros por ele indicados.

Este negócio jurídico é tipificado como compromisso de compra e venda. será regido exclusivamente pelo Código de Defesa do Consumidor. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Um contrato de compra e venda. conforme for pactuado entre as partes. 710. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Um contrato de compra e venda. porque o Código Civil apenas rege as relações entre particulares. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Um contrato de compra e venda. em caráter vitalício. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Um contrato de compra e venda. celebrado entre dois empresários e tendo por objeto coisa móvel. será regido exclusivamente pelo Código Civil. (ISS SP/2007/FCC) Por meio de determinado contrato. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Um contrato de compra e venda. celebrado entre dois empresários e tendo por objeto coisa móvel. porque um empresário nunca pode ser considerado hipossuficiente. João transferiu a Antônio a propriedade de um bem imóvel. 197 . é correto afirmar que a compra e venda é mercantil quando o vendedor ou comprador são empresários. poderá ser regido pelo Código de Defesa do Consumidor. Em contrapartida. a partir da transmissão da propriedade. celebrado entre dois empresários e tendo por objeto coisa móvel. Antônio se compromete a pagar a Pedro a quantia de R$ 1. poderá ser regido pelo Código Civil ou pelo Código de Defesa do Consumidor. caso o comprador esteja caracterizado como destinatário final da coisa vendida e seja hipossuficiente em relação ao vendedor.000. 713. celebrado entre dois empresários e tendo por objeto coisa móvel. 708. celebrado entre dois empresários e tendo por objeto coisa móvel. 712.00 (mil reais) mensais. 709. podendo uma das partes sê-lo ou não. 711. (Promotor de Justiça MPE CE/2009/FCC) Em relação a contratos mercantis. poderá ser regido pelo Código de Defesa do Consumidor.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo Capítulo 21 – Compra e Venda Mercantil 707. se a coisa móvel adquirida for destinada a revenda.

715. (Auditor Fiscal-PB/2006/FCC) A compra e venda é considerada contrato real. (Auditor Fiscal-PB/2006/FCC) A compra e venda é considerada contrato consensual. porque se pura e simples. (Auditor de Contas Públicas TCE-PB/2006/FCC) No contrato de compra e venda a fixação do preço não pode ser deixada ao arbítrio de terceiro.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 714. Gabarito – Capítulo 21 198 . porque. 717. só se considerará perfeita e acabada com a tradição do objeto. 718. 716. (Auditor de Contas Públicas TCE-PB/2006/FCC) No contrato de compra e venda os riscos da coisa correm por conta do comprador até o momento da tradição. tendo por objeto coisa móvel. (Auditor de Contas Públicas TCE-PB/2006/FCC) No contrato de compra e venda a fixação do preço poderá ser deixada à taxa de mercado ou de bolsa. (Auditor Fiscal-PB/2006/FCC) A compra e venda é considerada contrato real. se tiver por objeto coisa imóvel. (Auditor Fiscal-PB/2006/FCC) A compra e venda é considerada contrato consensual. em certo e determinado dia e lugar. e real. (Auditor de Contas Públicas TCE-PB/2006/FCC) No contrato de compra e venda a fixação do preço pode ser deixada ao arbítrio exclusivo de uma das partes. 720. apenas se celebrado por instrumento público levado a registro no Serviço de Registro de Imóvel. se pura e simples. 723. apenas se celebrado verbalmente ou por instrumento particular. (Auditor de Contas Públicas TCE-PB/2006/FCC) No contrato de compra e venda os riscos do preço correm por conta do vendedor até o momento da tradição. que os contratantes logo designarem ou prometerem designar. 722. (Auditor Fiscal-PB/2006) A compra e venda é considerada contrato consensual. 719. 721. se a coisa for móvel. desde que as partes acordem no objeto e no preço. considerar-se-á obrigatória e perfeita.

e ajustando-se a outros dispositivos da Lei 8. há problemas nas instalações. teoricamente. Assim. o proprietário está devendo tributos. ERRADO. no caso da questão.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 707 708 709 710 711 712 E E E E E C 713 714 715 716 717 718 E E C E E E 719 720 721 722 723 E E E C E Comentários – Capítulo 21 707. I). Para que o contrato de compra e venda seja considerado mercantil é necessário que vendedor e comprador sejam empresários. Um dos princípios que permeiam a aplicação do CDC é o da vulnerabilidade do consumidor (CDC. uma vez que já houve a transferência da propriedade e não se impõe condições para a aquisição definitiva. Neste caso. por exemplo. 4º. o lugar não se encontra pintado. Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. art. Suas linhas gerais estão delineadas na seção que trata do contrato preliminar (art. Ademais.0788/90. que. não pelo CC. celebrar compromisso de compra e venda condicionando a efetivação da compra e venda a evento futuro. vulnerável na relação. ERRADO. Os contratos de compra e venda admitem em seus pólos tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas. rege-se o contrato pelo Código 199 . restando comprovado a vulnerabilidade e que o comprador era destinatário final. Sendo um dos pólos destinatário final. 709. ora pelo Código de Defesa do Consumidor. se quiser. que admite como partes tão-somente empresários individuais ou sociedades empresárias. Os contratos de compra e venda podem ser regidos ora pelo Código Civil. é a parte mais frágil da relação de consumo. etc. industrialização ou processo produtivo. 711. 462/466). a mercadoria deve ser utilizada para o processo de revenda. não se trata de promessa de compra e venda. Tomemos como exemplo certa pessoa que pretende comprar um imóvel. 708. o contrato de compra e venda mercantil (espécie do contrato de compra de venda). porém. Veja que. ERRADO. 710. Veja-se. ERRADO. uma pessoa que tenha interesse poderá. reger-se-á o contrato pelo CDC. Desnecessário o pacto entre as partes. ERRADO.

714. CORRETO. reger-se-á o contrato pelo CDC. considerar-se-á obrigatória e perfeita. ERRADO. 717. Contrato consensual são aqueles que se formam com a simples proposta e aceitação. ambos do Código Civil). CORRETO. 716. Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. não pelo CC.267. a pagar-lhe certo preço em dinheiro (CC. art. restando comprovado a vulnerabilidade e que o comprador era destinatário final. I). art. Veja o que diz o Código Civil: Pelo contrato de compra e venda. 1. um dos contratantes se obriga a transferir o domínio de certa coisa. Segundo De Plácido e Silva. ERRADO. O contrato de compra e venda é meramente consensual seja objeto móvel ou imóvel. para a FCC o contrato de compra e venda é considerado contrato consensual. desde que as partes acordarem no objeto e no preço. Um dos princípios que permeiam a aplicação do CDC é o da vulnerabilidade do consumidor (CDC. Inobstante a natureza jurídica dos contratos de compra e venda seja discutível entre a doutrina. Os contratos de compra e venda podem ser regidos ora pelo Código Civil. por determinação legal. é a parte mais frágil da relação de consumo. tradição. teoricamente. 200 . 4º.245. A compra e venda. Assim. quando pura. salvo as que. 481 a 532). que. O contrato de compra e venda é meramente consensual seja objeto móvel ou imóvel. possam ser pedidas. 715. art. Ao revés o contrato será regulado pelo Código Civil (Art. ERRADO. 718. O contrato de compra e venda é meramente consensual. Exato teor do artigo 482 do Código Civil. 713. a compra e venda é pura e simples quando não se impõe no contrato qualquer cláusula restritiva de sua feitura: acertadas as condições do contrato e tradicionada a coisa. 712.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo de Defesa de Consumidor. o empresário deve ser destinatário final (CDC. 2º). dele decorrentes mas autônomos (registro do título. não havendo mais condição ou exigência a ser tentada. Para ser regido pelo Código de Defesa do Consumidor. para os bens móveis – art. ora pelo Código de Defesa do Consumidor. está completamente concluído. e o outro. 481). ERRADO. A transmissão do domínio ou da propriedade depende de modos específicos. para os bens imóveis – art. 1. ERRADO. Contrato real é aquele que somente se efetiva com a entrega da coisa.

486). Ao longo desse período. ERRADO. em razão da extinção imotivada do contrato por iniciativa da representada. art. 492). Nulo é o contrato de compra e venda. Capítulo 22 – Representação Comercial e Comissão 724. 725. quando se deixa ao arbítrio exclusivo de uma das partes a fixação do preço (CC. Ao longo desse período. ERRADO. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Alberto era representante comercial da ABC Ltda. 723. ERRADO. as partes celebravam contratos por prazo determinado de um ano. 489). em certo e determinado dia e lugar (CC. por imposição da empresa representada. as partes celebravam contratos por prazo determinado de um ano. Nos contratos de compra e venda se poderá deixar a fixação do preço à taxa de mercado ou de bolsa. os riscos da coisa correm por conta do vendedor. A fixação do preço pode ser deixada ao arbítrio de terceiro. tendo exercido essa função por dez anos. tendo exercido essa função por dez anos.. 721. e os do preço por conta do comprador (CC. 722. notificou Alberto a respeito da nãorenovação de seu contrato e extinção do vínculo negocial. art. art. CORRETO. pois é aplicável a todos os contratos de representação comercial. e os do preço por conta do comprador (CC.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 719.. ERRADO. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Alberto era representante comercial da ABC Ltda. art. que os contratantes logo designarem ou prometerem designar. por imposição da empresa representada. ao fim do qual procedia-se a sua imediata renovação. ao fim do qual procedia-se a sua imediata renovação. Se o terceiro não aceitar a incumbência. 485). Até o momento da tradição. 720. Até o momento da tradição. os riscos da coisa correm por conta do vendedor. Essa indenização é devida. os preços devem ser ajustados entre as partes. ao menos teoricamente. Alberto agora pleiteia o recebimento de indenização equivalente a 1/12 (um doze avos) das comissões auferidas durante todo o período de representação. Ou seja. 492). Ao final do 10o ano. salvo quando acordarem os contratantes designar outra pessoa (CC. Ao 201 . a ABC Ltda. art. no contrato de compra e venda. ficará sem efeito o contrato.

. Alberto agora pleiteia o recebimento de indenização equivalente a 1/12 (um doze avos) das comissões auferidas durante todo o período de representação. 728. Alberto agora pleiteia o recebimento de indenização equivalente a 1/12 (um doze avos) das comissões auferidas durante todo o período de representação. 726. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Alberto era representante comercial da ABC Ltda. apenas com relação ao último período anual de contrato. notificou Alberto a respeito da nãorenovação de seu contrato e extinção do vínculo negocial. por imposição da empresa representada. Essa indenização não é devida. Alberto agora pleiteia o recebimento de indenização equivalente a 1/12 (um doze avos) das comissões auferidas durante todo o período de representação. tendo exercido essa função por dez anos. a ABC Ltda. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Alberto era representante comercial da ABC Ltda. em razão da extinção imotivada do contrato por iniciativa da representada. as partes celebravam contratos por prazo determinado de um ano. em razão da extinção imotivada do contrato por iniciativa da representada. Ao longo desse período. a ABC Ltda.. tendo exercido essa função por dez anos. notificou Alberto a respeito da nãorenovação de seu contrato e extinção do vínculo negocial. a ABC Ltda. Ao longo desse período. Ao final do 10o ano. ao fim do qual procedia-se a sua imediata renovação. tendo exercido essa função por dez anos. ao fim do qual procedia-se a sua imediata renovação. Ao final do 10o ano. em razão da extinção imotivada do contrato por iniciativa da representada. Essa indenização é devida. Alberto agora pleiteia o recebimento de indenização equivalente a 1/12 (um doze avos) das comissões auferidas durante todo o período de representação. notificou Alberto a respeito da nãorenovação de seu contrato e extinção do vínculo negocial. as partes celebravam contratos por prazo determinado de um ano. as partes celebravam contratos por prazo determinado de um ano. Essa indenização é devida. a ABC Ltda. por imposição da empresa representada. (Juiz do Trabalho Substituto TRT 11ª/2007/FCC) Alberto era representante comercial da ABC Ltda. por imposição da empresa representada. em razão da extinção imotivada do contrato por iniciativa da representada. pois o contrato celebrado com Alberto deve ser considerado a prazo indeterminado. Ao longo desse período. Essa indenização é devida. 202 . notificou Alberto a respeito da nãorenovação de seu contrato e extinção do vínculo negocial. Ao final do 10o ano. 727. pois é aplicável a contratos com mais de cinco anos de vigência.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo final do 10o ano. ao fim do qual procedia-se a sua imediata renovação..

de distribuição e de representação comercial a constituição de uma das partes como mandatária da outra. 733. (OAB SP/2006/FCC) O contrato de representação comercial é regido por lei especial. (OAB SP/2006/FCC) O contrato de representação comercial é regido pelo Código Civil em vigor. 732. (AFR SP/2006/FCC) É característica própria dos contratos de agência. 738. (OAB SP/2006/FCC) O representante comercial adquire o direito à comissão quando do momento previsto para o pagamento dos 203 . a partir do qual passou a se denominar contrato de comissão. (AFR SP/2006/FCC) É característica própria dos contratos de agência. de distribuição e de representação comercial a prática de atos de intermediação de venda de produtos de uma das partes pela outra. (AFR SP/2006/FCC) É característica própria dos contratos de agência. (AFR SP/2006/FCC) É característica própria dos contratos de agência. de distribuição e de representação comercial a realização de sucessivas operações de compra e venda entre as partes. 737. (AFR SP/2006/FCC) É característica própria dos contratos de agência. até a entrega das mercadorias produzidas por uma delas aos seus destinatários finais. em região determinada. em região determinada e sob condição de exclusividade. 736. por meio da qual os negócios promovidos e não concretizados permanecerão de responsabilidade da parte que os promoveu. (OAB SP/2006/FCC) O contrato de representação comercial é regido pelo Código Civil em vigor.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 729. (OAB SP/2006/FCC) O contrato de representação comercial é regido pelas disposições não revogadas do Código Comercial. 734. de distribuição e de representação comercial a prática remunerada de atos de promoção e estímulo de negócios de interesse de uma das partes pela outra. para que em determinada região pratique atos de divulgação e propaganda dos produtos desta. 730. de distribuição e de representação comercial a possibilidade de pactuação da cláusula del credere. a partir do qual passou a se denominar contrato de corretagem. 731. 735.

(OAB SP/2005/FCC) O foro do contrato comercial é o do domicílio do representado. (OAB SP/2006/FCC) O representante comercial adquire o direito à comissão quando do pagamento dos pedidos ou propostas. 741. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O contrato pelo qual uma parte se obriga a agenciar pedidos de compra e venda em nome e em favor da outra parte denomina-se concessão mercantil. entretanto. 747. 748. por tal pagamento se o comprador se tornar insolvente. independentemente de sua realização. por tal pagamento se o comprador se tornar insolvente. do contrato de representação 743. (Procurador do Maranhão/2005/FCC) A empresa X Ltda. respondendo. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O contrato pelo qual uma parte se obriga a agenciar pedidos de compra e venda em nome e em favor da outra parte denomina-se comissão mercantil. 744. (OAB SP/2005/FCC) O foro comercial é o eleito pelas partes. hipótese em que ficará sub-rogado no direito de cobrar o comprador. de representação de representação 746. quando não eleito pelas partes. (OAB SP/2006/FCC) O representante comercial adquire o direito à comissão quando do momento previsto para o pagamento dos pedidos ou propostas. entretanto. pelo qual se obrigou a realizar 204 . 745. celebrou contrato com a empresa Y Ltda. (OAB SP/2005/FCC) O foro do contrato de representação comercial é o do local da celebração do contrato de representação. (OAB SP/2005/FCC) O foro do contrato comercial é o do domicílio do representante. 740. 749. respondendo.. (OAB SP/2006/FCC) O representante comercial adquire o direito à comissão quando do momento previsto para o pagamento dos pedidos ou propostas. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O contrato pelo qual uma parte se obriga a agenciar pedidos de compra e venda em nome e em favor da outra parte denomina-se representação comercial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo pedidos ou propostas. 742. 739.

Não foi estipulada em contrato a chamada cláusula del credere.. em caso de insolvência dos clientes. De acordo com essa fórmula de contratação. Não foi estipulada em contrato a chamada cláusula del credere. tendo em vista que X. não teria. Não foi estipulada em contrato a chamada cláusula del credere. (Procurador do Maranhão/2005/FCC) A empresa X Ltda. As operações de venda seriam realizadas junto aos clientes em nome de X e por conta de Y. 751. não responde pela insolvência das pessoas com quem tratar. 753. a empresa Y Ltda. pelo qual se obrigou a realizar operações de venda de bens fabricados por esta última. celebrou contrato com a empresa Y Ltda. 750. As operações de venda seriam realizadas junto aos clientes em nome de X e por 205 . a empresa Y Ltda. (Procurador do Maranhão/2005/FCC) A empresa X Ltda. o representante não responde pela insolvência dos clientes. celebrou contrato com a empresa Y Ltda. teria o direito de exigir de X a parcela relativa aos custos de produção das mercadorias. não teria o direito de reclamar a dívida junto à empresa X. em caso de insolvência dos clientes. o lucro que seria obtido em cada operação.. em caso de insolvência dos clientes. o direito de reclamar a dívida junto à empresa X.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo operações de venda de bens fabricados por esta última.. em caso de insolvência dos clientes. celebrou contrato com a empresa Y Ltda. teria o direito de reclamar de X todos os valores que deixaram de ser pagos pelo cliente final. celebrou contrato com a empresa Y Ltda. (Procurador do Maranhão/2005/FCC) A empresa X Ltda. De acordo com essa fórmula de contratação. excluindo-se. As operações de venda seriam realizadas junto aos clientes em nome de X e por conta de Y. na qualidade de comissária. (Procurador do Maranhão/2005/FCC) A empresa X Ltda. deve responder solidariamente com os seus clientes. como regra. pelo qual se obrigou a realizar operações de venda de bens fabricados por esta última. As operações de venda seriam realizadas junto aos clientes em nome de X e por conta de Y. no entanto. exceto se ajustada previamente a cláusula del credere.. Não foi estipulada em contrato a chamada cláusula del credere. porque. pelo qual se obrigou a realizar operações de venda de bens fabricados por esta última. pelo qual se obrigou a realizar operações de venda de bens fabricados por esta última. 752. a empresa Y Ltda. porque esta. As operações de venda seriam realizadas junto aos clientes em nome de X e por conta de Y. nos contratos de representação comercial. na qualidade de concessionária autorizada para a revenda dos produtos de Y. De acordo com essa fórmula de contratação. a empresa Y Ltda. De acordo com essa fórmula de contratação.

A indenização nas representações com prazo indeterminado devem ser 1/12 do total das comissões de todo o período. 725. porque. por parte do representado. É regida pela lei 4.886/65. sem justo motivo (art. A rescisão será calculada de forma distinta. A Representação Comercial é o contrato pelo qual o Representante Comercial Autônomo (pessoa física ou jurídica). uma vez prorrogado o prazo inicial. torna-se a prazo indeterminado. após a entrega da mercadoria. não teria o direito de reclamar a dívida junto à empresa X. ERRADO. tendo como contraprestação uma retribuição acordada. §1º). em caso de insolvência dos clientes. A lei considera que o contrato com prazo determinado. a rescisão é equivalente à média mensal da retribuição auferida até a data da rescisão. apenas se o contrato contiver prazo determinado ou indeterminado.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo conta de Y. se obriga a obter pedidos de compra e venda das mercadorias fabricadas ou comercializadas pela Representada. a empresa Y Ltda. 35) ao representante é devida indenização cujo montante não será inferior a 1/12 avos do total da retribuição (comissões). com o objetivo de expandir os negócios desta. No caso de prazo determinado. Gabarito – Capítulo 22 724 725 726 727 728 729 730 731 732 733 E E E C E E E E E C 734 735 736 737 738 739 740 741 742 743 E E C E E E C E E E 744 745 746 747 748 749 750 751 752 753 C E E C E E E C E E Comentários – Capítulo 22 724. o único vínculo jurídico que subsiste é o contrato de compra e venda entre a empresa Y e o cliente final. tácita ou expressamente. Não foi estipulada em contrato a chamada cláusula del credere. ERRADO. De acordo com essa fórmula de contratação.886/65. multiplicada pela metade dos meses resultantes do prazo contratual (Lei 4. Ocorrendo rescisão de contrato por prazo indeterminado. devidamente 206 .

Por exemplo. Ocorrendo rescisão de contrato por prazo indeterminado (o que é caso da questão). Exemplo: O representante A vende R$ 1.886/65 é vedada no contrato de representação comercial a inclusão de cláusulas del credere. § 3º. No caso de prazo determinado. 43 da Lei 4. 27. "j". tácita ou expressamente. devidamente atualizada. tácita ou expressamente. auferida durante o tempo em que exerceu a representação (art. 727. no caso da representação. §1º). a rescisão é equivalente à média mensal da retribuição auferida até a data da rescisão. sem justo motivo (art. multiplicada pela metade dos meses resultantes do prazo contratual (Lei 4. eis que são figuras jurídicas distintas previstas pelo Código Civil. O agente não pratica o negócio de colocação dos produtos do representado em nome próprio.886/65. art. apenas se o contrato contiver prazo determinado ou indeterminado. Esse é um dos aspectos que distinguem os contratos de agência dos contratos de distribuição. No caso em tela. CORRETO. arts. e 46). 33. 207 . exerceu a 726. Já no mandato. torna-se a prazo indeterminado. A lei considera que o contrato com prazo determinado. 33. auferida durante o tempo em que representação (art. tornase a prazo indeterminado (Lei 4. que lhe permitem deliberar e atuar em nome deste. não tem o representante poderes para deliberar sobre o negócio. ERRADO.886/65. e 46). §2º). ERRADO. e a negocia com o consumidor em nome próprio e por sua própria conta.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo atualizada. De acordo com o art. c/c. ERRADO. o mandatário detém poderes. § 3º. atua em nome e por conta do representado. uma vez prorrogado o prazo inicial. 27. 27. 729. uma vez prorrogado o prazo inicial. 728. B. A lei considera que o contrato com prazo determinado. c/c. 730. uma vez que deve estritamente fazer-se aproximar vendedor e comprador.000 para B. por parte do representado. Já o concessionário ou revendedor. torna-se dono da mercadoria que o fornecedor lhe transfere. ERRADO. A rescisão será calculada de forma distinta. ERRADO. Não se pode falar que nestes tipos de contratos uma das partes age como mandatária da outra. art. "j". 35) ao representante é devida indenização cujo montante não será inferior a 1/12 avos do total da retribuição (comissões). considerar-se-á o contrato como por prazo indeterminado. outorgados pelo mandante. 731. 27. arts. A indenização nas representações com prazo indeterminado devem ser 1/12 do total das comissões de todo o período.

732. para que tome suas providências. em zona determinada. mediante retribuição. ERRADO. O representante diferencia-se do corretor porque aquele. não é atingido pelos atos que pratica. através de cláusula del credere. Em comum. O representante comercial. que regulamenta a representação comercial. 738. essa situação agora restou ilegal. 710). pelo Código Civil. Na comissão mercantil o comissário age em seu próprio nome. ou a parte não paga. a realização de certos negócios. Rege-se a representação pela Lei 4. ERRADO. CORRETO.886/65) e. também. não havendo que se falar em compra e venda de mercadoria.886/65 e. também pratica atos de execução do negócio. 734. as três modalidades de contrato têm a prática remunerada de atos de promoção e estímulo de negócios de interesse de uma das partes pela outra. CORRETO. o representante comercial adquire o direito 208 . Segundo o artigo 32 da Lei 4. 737.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo devido à insuficiência de numerários não pagou. O contrato de representação comercial rege-se por lei específica (4. ERRADO. Rege-se a representação pela Lei 4. um negócio de intermediação na prática mercantil de interesse do representado.886/65 e. ERRADO. agindo em nome e no interesse do representado. configurando. Segundo Rubens Requião há diferença entre os tipos representação comercial e contrato de comissão. Reitere-se: essa prática está expressamente vedada pela legislação pátria nos contratos de representação. de modo não eventual. caracterizando-se a distribuição quando o agente tiver à sua disposição a coisa a ser negociada (CC. A empresa representada poderia. em caráter não eventual e sem vínculos de dependência.886/65. ERRADO. pelo Código Civil. 736. uma pessoa assume. Porém. sendo em face do terceiro o responsável pelo ato praticado. além de fazer a oferta. descontar do representante o valor indimplido. muito embora o tenha realizado por conta e no interesse do comitente. no que não for incompatível. que será utilizado naquilo que não contrariar a doutrina específica. 735. deter dados e informações de toda a linha de produtos da representada. em região determinada. art. Pelo contrato de agência. portanto. à conta de outra. portanto. pelo Código Civil. A representação importa atos promovidos por uma das partes à conta da outra. 733. no que não for incompatível. a obrigação de promover. transmitindo-os à representada. dentro dos poderes que recebeu.

39). 741. em seu próprio nome e. Para julgamento das controvérsias que surgirem entre representante e representado é competente a Justiça Comum e o foro do domicílio do representante (Lei 4. 39). comissão mercantil é o contrato segundo o qual um comerciante se obriga a realizar atos ou negócios de natureza mercantil em favor e segundo instruções de outra pessoa. CORRETO. porém. 744. Para julgamento das controvérsias que surgirem entre representante e representado é competente a Justiça Comum e o foro do domicílio do representante (Lei 4. art. art.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo às comissões quando do pagamento dos pedidos ou propostas. opera como se fosse dono da coisa. Portanto.886/65. como propôs a questão (Lei 4. 33. este não terá de arcar com o pagamento. deixando de honrar o pagamento. porém. este não terá de arcar com o pagamento.886/65. o pagamento há de ser efetivo. Segundo o artigo 32 da Lei 4. 742. agindo. CORRETO. que regulamenta a representação comercial.886/65. §1º). ERRADO. ERRADO.886/65. §1º). 745.886/65. ERRADO.886/65. ERRADO. nenhuma retribuição será devida ao representante. ERRADO. Para Fran Martins. Para julgamento das controvérsias que surgirem entre representante e representado é competente a Justiça Comum e o foro do domicílio do representante (Lei 4. 739. 39). 39). porém. nenhuma retribuição será devida ao representante. 33.886/65. por tal razão. Caso o comprador venha a se tornar insolvente. art. art. se obrigando para com terceiros com quem contrata. ERRADO. o pagamento há de ser efetivo. Caso o comprador venha a se tornar insolvente. Para julgamento das controvérsias que surgirem entre representante e representado é competente a Justiça Comum e o foro do domicílio do representante (Lei 4. o representante comercial adquire o direito às comissões quando do pagamento dos pedidos ou propostas. deixando de honrar o pagamento. 743. O representante comercial adquire o direito às comissões quando do pagamento dos pedidos ou propostas. 740. 746. Na comissão o comissário não se apresenta como representante do comitente. como propôs a questão (Lei 4. art. O representante comercial adquire o direito às comissões quando do pagamento dos pedidos ou propostas. Portanto. Distingui-se desta forma da 209 . art.

em zona determinada. usufruindo de preço e privilégios que não seriam conferidos a outros clientes. que é o contrato pelo qual um empresário se obriga a realizar atos ou negócios de natureza mercantil em favor e segundo instruções de outra pessoa. o comissionário age em seu próprio nome. que é o contrato pelo qual um empresário se obriga a realizar atos ou negócios de natureza mercantil em favor e segundo instruções de outra pessoa. 749. agindo. não haverá direito a reclamar a dívida. O comissário não responde pela insolvência das pessoas com quem contratar. O item está correto. 753. 747. Realmente. o concessionário. O comissário não responde pela insolvência das pessoas com quem contratar. em caráter não eventual. Prescreve o Código Civil que o contrato de representação comercial autônoma é aquele pelo qual uma pessoa (chamada agente) assume. 210 . mas por conta do comitente. 752. O contrato em tela é o contrato de comissão mercantil. ou se no contrato constar cláusula del credere. exceto em caso de culpa. agindo. O contrato em tela é contrato de comissão mercantil e não de representação comercial. porém em seu próprio nome. exceto em caso de culpa. O vínculo permanecesse para o direito de regresso em casos como dolo ou culpa. não se configurando como compra e venda. ou se no contrato constar cláusula del credere. O contrato em tela é o contrato de comissão mercantil. Na representação. adquire bens de outro (do concedente) para revenda. porém. porém em seu próprio nome. O contrato em tela é o contrato de comissão mercantil. CORRETO. porém em seu próprio nome. a obrigação de promover à conta de outra (chamada preponente ou fornecedor) mediante retribuição. que é a resposta para a questão. persiste o vínculo no contrato de comissão. agindo. O comissário não responde pela insolvência das pessoas com quem contratar. ou se no contrato constar cláusula del credere.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo representação comercial. O contrato de concessão mercantil é o contrato mediante o qual um dos pólos. ERRADO. Na comissão. ERRADO. o representante age em nome e conta do representado. ERRADO. ERRADO. 750. exceto em caso de culpa. ERRADO. que é o contrato pelo qual um empresário se obriga a realizar atos ou negócios de natureza mercantil em favor e segundo instruções de outra pessoa. a realização de certos negócios. O agente comercial não aparece no negócio que ele agenciou e que será concretizado diretamente pelo preponente. 751. 748. e sem vínculos de dependência. CORRETO.

1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo Capítulo 23 – Outras espécies de Contratos Mercantis 754. (Juiz Substituto TRF 5ª/2001) Sobre o mútuo mercantil é possível afirmar que o contrato se aperfeiçoa com o simples consentimento das partes como a maioria dos contratos mercantis. (OAB ES/2006/FCC) No contrato de seguro de dano a indenização do segurado nunca poderá ser superior ao seu prejuízo decorrente do sinistro. a partir da transmissão da propriedade. pela seguradora. Este negócio jurídico é tipificado como mandato.00 (mil reais) mensais. 756. (OAB ES/2006/FCC) No contrato de seguro de dano o segurado só receberá a indenização se o sinistro ocorrer após o registro da apólice na SUSEP. a partir da transmissão da propriedade. 211 . Em contrapartida. 760. João transferiu a Antônio a propriedade de um bem imóvel. Em contrapartida.000. é correto afirmar que por sua natureza. (Juiz Substituto TRF 5ª/2001) Sobre o mútuo mercantil é possível afirmar que por envolver mutuante e mutuário. 759. 757.000. não admite onerosidade. (OAB ES/2006/FCC) No contrato de seguro de dano o sinistro não pode estar ligado a causas naturais. o mandato mercantil pode ser oneroso ou gratuito. João transferiu a Antônio a propriedade de um bem imóvel.00 (mil reais) mensais. (ISS SP/2007/FCC) Por meio de determinado contrato. em caráter vitalício. em caráter vitalício. (Juiz Substituto TRF 5ª/2001) Sobre o mútuo mercantil é possível afirmar que como empréstimo que é. classifica-se como bilateral. 761. 755. 762. (ISS SP/2007/FCC) Por meio de determinado contrato. Este negócio jurídico é tipificado como constituição de renda. 758. nem a fato imputável a terceiro. Antônio se compromete a pagar a Pedro a quantia de R$ 1. Antônio se compromete a pagar a Pedro a quantia de R$ 1. (Promotor de Justiça MPE CE/2009/FCC) Em relação a contratos mercantis.

limitada a multa a 10% mensais. desde que reponha outros bens da mesma natureza. (Defensor Público PA/2009/FCC) Nos contratos de crédito bancário. 765. 766. (Defensor Público PA/2009/FCC) Nos contratos de crédito bancário. 770. 767. em qualquer caso. bem como a comissão de permanência. são livres os juros remuneratórios. o mutuário passa a ser o proprietário da coisa mutuada. 768.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 763. (Defensor Público PA/2009/FCC) Nos contratos de crédito bancário. com multa moratória de 2% mensais nas relações de consumo. 764. limitada a taxa de comissão de permanência. 769. 212 . no penhor mercantil. os juros remuneratórios são livres. (Inspetor Prefeitura de São Paulo/1998/FCC) O contrato pelo qual uma parte se obriga a agenciar pedidos de compra e venda em nome e em favor da outra parte denomina-se abertura de cartão de crédito. e a multa moratória limita-se em qualquer caso a 2% mensais. é potestativa a comissão de permanência. e a multa moratória a 2% mensais nas relações consumeristas. (Defensor Público PA/2009/FCC) Nos contratos de crédito bancário. mesmo sem autorização do credor. são livres os juros remuneratórios. os juros remuneratórios obedecem ao limite de uma taxa diária do Banco Central. nas relações de consumo. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) O devedor. exige-se instrumento público. aos juros contratados. (Defensor Público PA/2009/FCC) Nos contratos de crédito bancário. pode alienar as coisas empenhadas. que não pode ser cobrada. bem como a comissão de permanência. (Juiz Substituto TRF 5ª/2001) Sobre o mútuo mercantil é possível afirmar que em havendo garantia real do adimplemento. a multa moratória não pode ultrapassar 2% mensais. (Juiz Substituto TRF 5ª/2001) Sobre o mútuo mercantil é possível afirmar que com a celebração do mútuo. os juros remuneratórios são limitados a 1% ao mês. bem como a taxa de comissão de permanência. em caso de inadimplência. 771.

é cabível se motivada pela utilização do imóvel para instalação de 213 . oposta em sede de ação renovatória. 774. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. deve ser registrado no Cartório de Registro de Imóveis da circunscrição onde estiverem situadas as coisas empenhadas. esteja vigorando por mais de 05 (cinco) anos. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) Extingue-se o penhor mercantil com o pagamento da dívida. 777. em que o prazo mínimo e determinado do contrato a renovar. seja de 05 (cinco) anos. não cabendo em contratos não-escritos. 775. uma vez que elas se encontram de posse do credor. produzindo efeitos independentemente da averbação do cancelamento de seu registro. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) O penhor mercantil só pode ser constituído por meio de instrumento público. tem o direito de inspecionar as coisas empenhadas. 778. no mínimo. a exceção de retomada do imóvel. anteriores à data de finalização do prazo do contrato em vigor. em que o respectivo contrato. a exceção de retomada do imóvel. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) O devedor. celebrado por prazo indeterminado. 776. desde que proposta no prazo de 30 (trinta) dias. e desde que proposta no interregno de 01 (um) ano. ou a soma dos prazos ininterruptos e determinados dos contratos escritos. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. a exceção de retomada do imóvel. sendo necessárias duas pessoas idôneas como testemunhas. (OAB SP/2006/FCC) A ação objetivando a renovação de contrato de locação é possível na locação de imóvel destinado ao comércio. 780. pode ser efetuada apenas quando o contrato viger por prazo indeterminado. até 06 (seis) meses. (OAB SP/2006/FCC) A ação objetivando a renovação de contrato de locação é possível na locação de imóvel destinado ao comércio. contados da data em que o locador denunciar o contrato. depende de previsão contratual expressa. oposta em sede de ação renovatória. no máximo. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. oposta em sede de ação renovatória.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 772. 779. 773. público ou particular. (Banco do Brasil Escriturário/2006/FCC) O instrumento de constituição do penhor mercantil. no penhor mercantil.

depende de notificação do poder público. (OAB SP/2005/FCC) É característica do contrato de locação de espaço em shopping centers a inexistência do direito à renovação compulsória do contrato de locação. apenas é possível se o contrato houver sido celebrado por prazo maior do que 30 (trinta) meses. determinando a realização de obras que importem em radical modificação do imóvel locado. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. 781. em que o prazo mínimo e determinado do contrato a renovar. (OAB SP/2006/FCC) A ação objetivando a renovação de contrato de locação é possível na locação de imóvel destinado ao comércio. 782. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) Na locação empresarial. no caso de permanência do locatário no imóvel após o advento do termo contratual. em ramo de atividade distinto do locatário. a exceção de retomada do imóvel. no máximo. 786. seja de 05 (cinco) anos. recebida pelo locador. (OAB SP/2005/FCC) É característica do contrato de locação de espaço em shopping centers inexistência de prazo decadencial para que o locatário ingresse com ação renovatória.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo estabelecimento empresarial do locador. e desde que proposta no interregno de 06 (seis) meses. 784. Gabarito – Capítulo 23 754 E 767 E 780 C 214 . a exceção de retomada do imóvel. até o último dia da data de finalização do prazo do contrato em vigor. oposta em sede de ação renovatória. (OAB SP/2005/FCC) É característica do contrato de locação de espaço em shopping centers impossibilidade de o locador recusar a renovação com base no argumento de retomada do imóvel para uso próprio. oposta em sede de ação renovatória. ou a soma dos prazos ininterruptos e determinados dos contratos escritos. 787. (OAB SP/2005/FCC) É característica do contrato de locação de espaço em shopping centers impossibilidade de o contrato prorrogarse automaticamente por prazo indeterminado. 785. 783.

1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 755 756 757 758 759 760 761 762 763 764 765 766 C E C E E E E E C E C E E 768 769 E 770 E 771 E 772 C 773 E 774 E 775 E 776 C 777 E 778 E 779 E 781 782 783 784 785 786 787 E E E E C E E Comentários – Capítulo 23 754. 806 do Código Civil. É este o conceito de contrato de constituição de renda: Contrato pelo qual uma pessoa se obriga a fazer certa prestação periódica a outra por um prazo determinado. praticar atos ou administrar interesses (CC. CORRETO. pela via de mandato. art. em seu nome.) servindo para reposição de perdas que sofreu em virtude da ocorrência do evento danoso. poderes para. 756. ERRADO. 757. 755. 658). em seu nome. em troca de um capital que lhe é entregue e que pode consistir em bens móveis.. A procuração é o instrumento do mandato (CC. O mandato pode ser civil ou mercantil. Há expressa previsão para tanto no art.. 653). uma vez que seu termo. em seu art. 781 que a indenização não pode ultrapassar o valor do interesse segurado no momento do sinistro. ERRADO. Opera-se o mandato quando alguém recebe de outrem poderes para. em sua saúde ou em sua integridade (. Sendo mercantil. Segundo André Luiz Santa Cruz Ramos “trata o seguro de dano de modalidade de contrato em que a seguradora garante o segurado contra prejuízos em seu patrimônio. praticar atos ou administrar interesses. e. a onerosidade do mandato passa ser obrigatória (CC. 653). art. será ele regido pelas mesmas disposições do civil – art. 215 . o limite máximo da garantia fixado na apólice. art. apesar de incerto. Opera-se o mandato quando alguém recebe de outrem. porém.” Estabelece o Código Civil. em hipótese alguma. imóveis ou dinheiro. CORRETO. dá-se com a morte. salvo em caso de mora do segurador. A constituição de renda em caráter vitalício é também considerada por prazo determinado. 653 ao 691 do Código Civil -.

que deverá devolvê-la. quantidade e qualidade. se antes do vencimento o mutuário sofrer notória mudança em sua situação econômica. O mútuo mercantil deve ser oneroso. 762. resultantes de roubos. O mutuário passa a ser proprietário da coisa mutuada. salvo abusos (que devem ser comprovados nos casos concretos). 765. CORRETO. qualidade e quantidade (CC.º 145. acrescida de juros. a que as recebe. ERRADO. ERRADO. fenômenos da natureza e de todo e qualquer evento danoso. Os seguros de dano são aqueles que visam à cobertura de danos ocorríveis com coisas. chama-se mutuário. 759. haja vista gerar obrigações para apenas uma das partes. ERRADO. Comissão de Permanência Trata-se de instituto bastante costumeiro no Direito Bancário. requisito essencial da comercialidade. temporário e não solene. coisas fungíveis (que pode ser substituível por outra do mesmo gênero). Assim. daí também serem chamados de seguros de coisas. Por mútuo compreende-se o contrato segundo o qual uma pessoa empresta a outra. O mútuo mercantil tem por característica ser unilateral. Vejam que não condiciona o dispositivo legal que a garantia se dê por instrumento público. e se for o caso. de 07 de novembro de 2000: "Para todos os efeitos. acidentes. ERRADO. Juros Remuneratórios Não há limite. 761. O mutuo mercantil será sempre oneroso. a entrega do objeto emprestado. ERRADO. a data do recebimento da proposta pela Sociedade Seguradora. 760. com a obrigação de esta restituí-las ou coisas no mesmo gênero. isto é se perfaz com a tradição. A pessoa que dá as coisas em empréstimo denomina-se mutuante. uma vez que há o pagamento de juros por parte do mutuário. O artigo 590 do Código Civil é incisivo ao dizer que o mutuante pode exigir garantia da restituição. Segundo o Art. devendo restituir coisa mesmo gênero. na falta desta. ERRADO. 586). cuja finalidade precípua é remunerar o período de 216 . o contrato de mútuo é um contrato real. com a obrigação de restituir. 19 do Anexo I da Circular Susep n. 763. e que a coisa emprestada seja gênero comercial ou seja destinada a uso comercial. considerar-se-á como início de cobertura do risco a data indicada na proposta do seguro para início de vigência ou. art. Suas características são: que uma das partes seja comerciante. CORRETO. 764. incêndios.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 758. unilateral. O mútuo é contrato real. gratuito. ao mutuário.

nem com a multa contratual. §1º. Comissão de Permanência Trata-se de instituto bastante costumeiro no Direito Bancário. 766. limitada à taxa do contrato. Multa moratória O Código de Defesa do Consumidor dispõe em seu artigo 52. (AgRg no Ag 877081 / RS). 767. não podendo ser cumulada com a correção monetária. nem com a multa contratual. com os juros remuneratórios e moratórios. cuja finalidade precípua é remunerar o período de inadimplência contratual. com os juros remuneratórios e moratórios. limitada à taxa do contrato. Segundo o STJ. limitada à taxa do contrato. ERRADO. calculada pela taxa média de mercado apurada pelo BACEN. Segundo o STJ. é admitida a cobrança da comissão de permanência durante o período de inadimplemento contratual. §1º. 217 . não podendo ser cumulada com a correção monetária. calculada pela taxa média de mercado apurada pelo BACEN. que no fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor as multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação. não podendo ser cumulada com a correção monetária. (AgRg no Ag 877081 / RS).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo inadimplência contratual. nem com a multa contratual. é admitida a cobrança da comissão de permanência durante o período de inadimplemento contratual. que no fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor as multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação. Juros Remuneratórios Não há limite. Segundo o STJ. ERRADO. que no fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor as multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação. salvo abusos (que devem ser comprovados nos casos concretos). Juros Remuneratórios Não há limite. (AgRg no Ag 877081 / RS). Comissão de Permanência Trata-se de instituto bastante costumeiro no Direito Bancário. cuja finalidade precípua é remunerar o período de inadimplência contratual. Multa moratória O Código de Defesa do Consumidor dispõe em seu artigo 52. calculada pela taxa média de mercado apurada pelo BACEN. §1º. Multa moratória O Código de Defesa do Consumidor dispõe em seu artigo 52. com os juros remuneratórios e moratórios. salvo abusos (que devem ser comprovados nos casos concretos). é admitida a cobrança da comissão de permanência durante o período de inadimplemento contratual.

nem com a multa contratual. 770. O devedor não pode. cuja finalidade precípua é remunerar o período de inadimplência contratual. sem o consentimento por escrito do credor. Se a dívida não é paga no prazo acertado. Juros Remuneratórios Não há limite. é admitida a cobrança da comissão de permanência durante o período de inadimplemento contratual. Comissão de Permanência Trata-se de instituto bastante costumeiro no Direito Bancário. Segundo o STJ. não podendo ser cumulada com a correção monetária. Multa moratória O Código de Defesa do Consumidor dispõe em seu artigo 52. não podendo ser cumulada com a correção monetária. O devedor que. O Penhor Mercantil caracteriza-se pela entrega de bem móvel pelo devedor ao credor como garantia de pagamento da dívida. ERRADO. Multa moratória O Código de Defesa do Consumidor dispõe em seu artigo 52. salvo abusos (que devem ser comprovados nos casos concretos). Segundo o STJ. com os juros remuneratórios e moratórios.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 768. O cartão de crédito é o contrato bancário em que determinada instituição financeira. §1º. ERRADO. Comissão de Permanência Trata-se de instituto bastante costumeiro no Direito Bancário. receberão os valores diretamente da operadora. que no fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor as multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação. salvo abusos (que devem ser comprovados nos casos concretos). 771. (AgRg no Ag 877081 / RS). nem com a multa contratual. cuja finalidade precípua é remunerar o período de inadimplência contratual. o credor entra com posse definitiva do bem penhorado. 769. calculada pela taxa média de mercado apurada pelo BACEN. que no fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor as multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação. é admitida a cobrança da comissão de permanência durante o período de inadimplemento contratual. alterar as coisas empenhadas ou mudar-lhes a situação. §1º. Os estabelecimentos. que cobrará os respectivos valores do clientes. limitada à taxa do contrato. com os juros remuneratórios e moratórios. limitada à taxa do contrato. chamada operadora. disponibilizada determinada quantia para que os clientes comprem bens e serviços em estabelecimentos comerciais que na financeira possuam cadastro. Juros Remuneratórios Não há limite. anuindo 218 . calculada pela taxa média de mercado apurada pelo BACEN. ERRADO. ERRADO. (AgRg no Ag 877081 / RS). nem delas dispor. por sua vez.

778. no máximo. art. O contrato deve ser celebrado por escrito e com prazo determinado. inspecionando-as onde se acharem. 1. permanece com o devedor. haja vista estar contida em dispositivo legal. alienar as coisas empenhadas. o direito de inspecioná-lo é garantido ao credor. 51. ERRADO. da Lei do Inquilinato exige expressamente que o contrato seja celebrado por escrito e prazo determinado. 774. ou o mercantil. I. 4) decai do direito de promover a ação renovatória o contratante que não o fizer no intervalo entre um ano. 777. 3) o locatário deve explorar o mesmo ramo de atividade econômica pelo prazo mínimo e ininterrupto de três anos. ERRADO. Todavia. 1. 2) O contrato deve ser escrito.437). até seis meses. Não há necessidade de previsão de renovação compulsória no ajuste. no mínimo. mediante instrumento público ou particular.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo o credor.450). por si ou por pessoa que credenciar (CC. Tem o credor direito a verificar o estado das coisas empenhadas. mediante instrumento público ou particular. 1. CORRETO. ou o mercantil. no mínimo.148). CORRETO. ERRADO. registrado no Cartório de Registro de Imóveis da circunscrição onde estiverem situadas as coisas empenhadas (CC. à data da propositura da ação renovatória. art. 1. no máximo. Constitui-se o penhor industrial. 773. até seis meses. Constitui-se o penhor industrial. registrado no Cartório de Registro de Imóveis da circunscrição onde estiverem situadas as coisas empenhadas (CC. que ficarão sub-rogados no penhor (CC. Assim. admitindo-se a soma de intervalos em contratos sucessivamente renovados. Produz efeitos a extinção do penhor depois de averbado o cancelamento do registro.245/91: 1) O locatário deve ser empresário. I e §5º).449). art. São os seguintes os requisitos para a renovação compulsória de contrato de locação prevista na lei 8. sociedade empresária ou sociedade simples. 775. 772. art. da data de finalização do prazo do contrato em vigor. 776. 1. art. anteriores à data da finalização do prazo do contrato em vigor (Lei do Inquilinato. A posse do bem no penhor mercantil. ERRADO. por prazo determinado e estabelecer um período mínimo de 5 anos. art. o artigo 51.448). ERRADO. deverá repor outros bens da mesma natureza. à vista da respectiva prova (CC. 219 . proposto no prazo um ano.

2) O contrato deve ser escrito. ERRADO. Todavia. 782. pelo prazo mínimo e ininterrupto de três anos (Lei do Inquilinato. no máximo. o locatário terá direito a renovação do contrato.245/91: 1) O locatário deve ser empresário. art. CORRETO. 52. I. cumulativamente: I . 785. ERRADO. 784. 4) decai do direito de promover a ação renovatória o contratante que não o fizer no intervalo entre um ano. 220 . por igual prazo. Prevê o artigo 52 da Lei do Inquilinato que o locador não estará obrigado à renovação compulsória do contrato de aluguel se tiver de realizar obras determinadas pelo poder público ou o imóvel vier a ser utilizado pelo próprio proprietário.o locatário esteja explorando seu comércio. desde que. da data de finalização do prazo do contrato em vigor. até seis meses. uma vez que trata de contrato de estabelecimento utilizado para fins comerciais. à data da propositura da ação renovatória. O artigo 52. 51). no mínimo.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 779.o contrato a renovar tenha sido celebrado por escrito e com prazo determinado. salvo se a locação também envolvia o fundo de comércio. 3) o locatário deve explorar o mesmo ramo de atividade econômica pelo prazo mínimo e ininterrupto de três anos. O locador não estará obrigado a renovar o contrato se o imóvel vier a ser utilizado por ele próprio. 781. sociedade empresária ou sociedade simples. São os seguintes os requisitos para a renovação compulsória de contrato de locação prevista na lei 8. III . I. com as instalações e pertences (Lei do Inquilinato. da Lei do Inquilinato exige expressamente que o contrato seja celebrado por escrito e prazo determinado. no mesmo ramo. 780. Os contratos entre empreendedores de shopping e lojistas podem ser submetidos à ação renovatória de contratos de locação. admitindo-se a soma de intervalos em contratos sucessivamente renovados. CORRETO. II e §1º). o próprio artigo em seu §2º prevê a não aplicação para retomada no caso de uso próprio. ERRADO. art. ERRADO. da Lei do Inquilinato também prevê a hipótese de realização de obra que importe em mudança substancial do imóvel locado. Ressalve-se que o imóvel não poderá ser destinado ao uso do mesmo ramo do locatário. por prazo determinado e estabelecer um período mínimo de 5 anos. II . O artigo 51.o prazo mínimo do contrato a renovar ou a soma dos prazos ininterruptos dos contratos escritos seja de cinco anos. Nas locações de imóveis destinados ao comércio. 783. ERRADO.

administradores e conselheiros. administradores e conselheiros. Este texto. ERRADO. os seus sócios. é parcialmente verdadeira. na medida da sua culpabilidade. gerentes. §5º). Este texto. equiparam-se ao devedor ou falido para todos os efeitos penais decorrentes desta Lei.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 786.101/2005.101/2005. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência. em face da Lei nº 11. os seus sócios. art. diretores. anteriores à data da finalização do prazo do contrato em vigor (LI. 790. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência. equiparam-se ao devedor ou falido para todos os efeitos penais decorrentes desta Lei. gerentes. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência. em face da Lei nº 11. bem como o administrador judicial. na recuperação judicial e na recuperação extrajudicial de sociedades. até seis meses. Findo o prazo estipulado. pela não abrangência dos conselheiros de sociedades na equiparação ao devedor ou falido para efeitos penais. diretores. na medida da sua culpabilidade. presumir se . bem como o administrador judicial. Este texto. 221 . equiparam-se ao devedor ou falido para todos os efeitos penais decorrentes desta Lei. gerentes. na medida da sua culpabilidade. Capítulo 24 – Direito Falimentar 788. 787. mas sem prazo determinado (Lei do Inquilinato. no mínimo. é parcialmente verdadeira. pela não abrangência da situação exposta nas recuperações extrajudiciais de sociedades. na recuperação judicial e na recuperação extrajudicial de sociedades. ERRADO. de fato ou de direito. na recuperação judicial e na recuperação extrajudicial de sociedades.á prorrogada a locação nas condições ajustadas. 52. os seus sócios. diretores. administradores e conselheiros. parágrafo único). bem como o administrador judicial. é inteiramente verdadeira. de fato ou de direito. artigo 56.101/2005. se o locatário permanecer no imóvel por mais de trinta dias sem oposição do locador. no máximo. O prazo para ingresso é o mesmo: interregno de um ano. de fato ou de direito. 789. em face da Lei nº 11.

diretores. é parcialmente verdadeira. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência e na recuperação judicial não há legitimidade ministerial para a propositura de ação revocatória. diretores. cabendo tal recurso apenas a qualquer credor. os seus sócios. administradores e conselheiros. na medida da sua culpabilidade. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência. os seus sócios. é inteiramente falsa. 792. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência e na recuperação judicial embora funcione como fiscal da lei. 796. pois inexiste qualquer equiparação. em face da Lei nº 11. 793. por se tratar de procedimento civil. gerentes. dada sua publicidade. na recuperação judicial e na recuperação extrajudicial de sociedades. em face da Lei nº 11. 797. por se tratar de interesse patrimonial. na recuperação judicial e na recuperação extrajudicial de sociedades. equiparam-se ao devedor ou falido para todos os efeitos penais decorrentes desta Lei.101/2005. sob pena de nulidade. equiparam-se ao devedor ou falido para todos os efeitos penais decorrentes desta Lei. no que concerne ao devedor ou falido. não é necessária a intimação pessoal do Ministério Público.101/2005. de fato ou de direito. Este texto. para efeitos penais. 795. (Procurador de São Paulo/2008/FCC) A decretação da falência ou o deferimento do processamento da recuperação judicial interrompe o 222 . após a falência. na medida da sua culpabilidade. administradores e conselheiros. em qualquer modalidade. Este texto. o Ministério Público será intimado pessoalmente.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 791. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência e na recuperação judicial alienado o ativo da sociedade falida. da decisão que conceder a recuperação judicial o Ministério Público não poderá agravar. gerentes. faculta-se ao juiz intimar o Ministério Público para oficiar no feito. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência e na recuperação judicial deferido o processamento da recuperação judicial. pela não abrangência do administrador judicial na equiparação ao devedor ou falido para efeitos penais. bem como o administrador judicial. de fato ou de direito. 798. 794. (Promotor MP CE/2009/FCC) Na falência e na recuperação judicial na modalidade de alienação do ativo da sociedade falida por leilão. bem como o administrador judicial.

é correto afirmar que fixará o termo legal da falência. interesses e negócios do falido. natureza e classificação dos respectivos créditos.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo curso da prescrição e suspende todas as ações e execuções em face do devedor. na recuperação judicial ou na falência. é correto afirmar que da decisão que decreta a falência cabe apelação. (Procurador de São Paulo/2008/FCC) Não são exigíveis do devedor. (Advogado Treinee Metrô SP/2008/FCC) Quanto à sentença no procedimento de falência do devedor. 801. (Advogado Treinee Metrô SP/2008/FCC) Quanto à sentença no procedimento de falência do devedor. relação nominal dos credores. 804. ainda que não vencidos. as causas fiscais. os créditos decorrentes da legislação do trabalho. (Advogado Treinee Metrô SP/2008/FCC) Quanto à sentença no procedimento de falência do devedor. (Procurador de São Paulo/2008/FCC) Na classificação dos créditos na falência. 799. salvo as custas judiciais decorrentes do litígio com o devedor. 805. e da sentença que julga a improcedência do pedido cabe agravo. se esta já não se encontrar nos autos. limitados a 150 salários mínimos por credor e os decorrentes de acidente de trabalho preferem aos créditos tributários. 803. indicando endereço. (Procurador de São Paulo/2008/FCC) Estão sujeitos à recuperação judicial todos os créditos existentes na data do pedido. é correto afirmar que na mesma 223 . podendo retroagi-lo até cento e vinte dias contados do pedido de recuperação judicial ou cento e oitenta dias do primeiro protesto por falta de pagamento. apenas. 806. mas estes não preferem aos créditos com garantia real até o limite do valor do bem gravado. (Procurador de São Paulo/2008/FCC) O juízo da falência é indivisível e competente para conhecer todas as ações sobre bens. sob pena de desobediência. 802. (Advogado Treinee Metrô SP/2008/FCC) Quanto à sentença no procedimento de falência do devedor. 800. no prazo máximo de cinco dias. as obrigações a título gratuito e as despesas que os credores fizerem para tomar parte na recuperação judicial ou na falência. importância. é correto afirmar que ordenará ao falido que apresente. dele sendo excluídas.

pelo pedido de falência. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2007/FCC) A habilitação dos créditos em falência é efetuada sob a responsabilidade do síndico. 811. 809. que apresentará os documentos correspondentes diretamente ao administrador judicial. na qualidade de devedor fiduciante. na sentença que julgar improcedente o pedido. dispensando qualquer providência pelo credor. o terceiro prejudicado também pode reclamar indenização dos responsáveis. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2007/FCC) A habilitação dos créditos em falência decorre da automática conversão da lista nominativa de credores em quadro geral de credores. a quem compete a expedição de edital de convocação dos credores para essa finalidade. apurando-se as perdas e danos em ação própria. (Procurador de Contas TCE/CE/2006/FCC) Na hipótese de falência de empresário que tenha celebrado contrato de alienação fiduciária em garantia de bem móvel. 810. que agirem por culpa ou dolo. mediante apresentação dos documentos correspondentes ao administrador judicial. (Advogado Treinee Metrô SP/2008/FCC) Quanto à sentença no procedimento de falência do devedor. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2007/FCC) A habilitação dos créditos em falência é providência que compete ao falido. em petição dirigida ao juiz da causa. sob pena de crime falimentar. 812.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo ação. 814. na qualidade de devedor fiduciante. 808. o credor obterá a devolução em dinheiro do equivalente do bem alienado fiduciariamente. o credor poderá pedir a restituição do bem alienado fiduciariamente. 813. é correto afirmar que quem por dolo ou culpa requerer a falência de outrem será condenado. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2007/FCC) A habilitação dos créditos em falência é providência que compete ao credor. (Procurador de Contas TCE/CE/2006/FCC) Na hipótese de falência de empresário que tenha celebrado contrato de alienação fiduciária em garantia de bem móvel. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2007/FCC) A habilitação dos créditos em falência é providência que compete ao credor. a indenizar o devedor. 224 . 807.

caso o contrato tenha sido celebrado há menos de 15 (quinze) dias. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Uma das semelhanças existentes entre os regimes jurídicos da recuperação judicial e da recuperação extrajudicial é a necessidade de os respectivos planos serem aprovados por todos os credores do empresário devedor. caso os respectivos planos não sejam homologados judicialmente. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Uma das semelhanças existentes entre os regimes jurídicos da recuperação judicial e da recuperação extrajudicial é a convolação em falência. 818. (Procurador de Contas TCE/CE/2006/FCC) Na hipótese de falência de empresário que tenha celebrado contrato de alienação fiduciária em garantia de bem móvel. (Procurador de Contas falência de empresário que fiduciária em garantia de fiduciante. TCE/CE/2006/FCC) Na hipótese de tenha celebrado contrato de alienação bem móvel. 225 . na qualidade de devedor fiduciante. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Uma das semelhanças existentes entre os regimes jurídicos da recuperação judicial e da recuperação extrajudicial é a nomeação de um administrador judicial para gerir o empresário devedor. 822.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 815. 819. 820. na qualidade de devedor proceder à busca e apreensão do bem 816. (Procurador de Contas TCE/CE/2006/FCC) Na hipótese de falência de empresário que tenha celebrado contrato de alienação fiduciária em garantia de bem móvel. 817. o credor deverá mover ação de depósito contra o devedor. o credor deverá alienado fiduciariamente. 821. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Uma das semelhanças existentes entre os regimes jurídicos da recuperação judicial e da recuperação extrajudicial é a impossibilidade de sua concessão ao empresário que houver sido condenado por crime falimentar. (Auditor de Contas Públicas TCE PB/2006/FCC) Uma das semelhanças existentes entre os regimes jurídicos da recuperação judicial e da recuperação extrajudicial é a sujeição dos credores fiscais aos respectivos planos. o credor poderá mover ação de busca e apreensão. na qualidade de devedor fiduciante.

e créditos derivados da legislação do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho relativos a serviços prestados após a decretação da falência. independentemente da sua natureza e tempo de constituição. assim entendido.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 823. consideram-se créditos extraconcursais e serão pagos com precedência sobre a ordem de classificação os créditos derivados da legislação do trabalho. consideram-se créditos extraconcursais e serão pagos com precedência sobre a ordem de classificação os créditos com garantia real até o limite do valor do bem gravado. aquele que não obteve nos últimos 5 (cinco) anos recuperação judicial. dentre outros requisitos. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) Os procedimentos de recuperação judicial e de recuperação extrajudicial têm em comum a necessidade de o devedor ser empresário idôneo. excetuadas as multas tributárias. 828. (Procurador Prefeitura de Salvador/2006/FCC) Na falência. (Procurador Prefeitura de Salvador/2006/FCC) Na falência. (Procurador Prefeitura de Salvador/2006/FCC) Na falência. 827. (Procurador Prefeitura de Salvador/2006/FCC) Na falência. 830. consideram-se créditos extraconcursais e serão pagos com precedência sobre a ordem de classificação os créditos tributários. consideram-se créditos extraconcursais e serão pagos com precedência sobre a ordem de classificação os créditos com privilégio especial definidos em leis civis ou comerciais. 825. limitados a 150 (cento e cinqüenta) saláriosmínimos por credor. e os decorrentes de acidentes de trabalho ocorridos antes ou depois da decretação da falência. tão logo seja efetuada a sua apresentação ao juízo competente. 829. consideram-se créditos extraconcursais e serão pagos com precedência sobre a ordem de classificação os relativos a remunerações devidas ao administrador judicial e seus auxiliares. 824. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) Os procedimentos de recuperação judicial e de recuperação extrajudicial têm em comum a 226 . (Procurador Prefeitura de Salvador/2006/FCC) Na falência. 826. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) Os procedimentos de recuperação judicial e de recuperação extrajudicial têm em comum a sujeição de todos os credores da empresa devedora aos respectivos planos.

em quantia inferior a 40 (quarenta) salários mínimos na data do pedido de falência.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo automática suspensão de execuções que correm contra o devedor. de bens já oferecidos em outro processo de execução. em processo de execução contra ele movido. não suficientes para o pagamento das dívidas. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) NÃO é ato que enseja a decretação de falência do devedor empresário a nomeação à penhora. 835. 837. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) NÃO é ato que enseja a decretação de falência do devedor empresário a existência de um único protesto de título de crédito sacado contra o devedor. 227 . 834. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) NÃO é ato que enseja a decretação de falência do devedor empresário o abandono e encerramento informal de seus estabelecimentos. 838. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade "Topa-tudo Transportes de Máquinas Ltda. garantidos por alienação fiduciária. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) NÃO é ato que enseja a decretação de falência do devedor empresário a rejeição do plano de recuperação judicial apresentado pelo devedor à Assembléia Geral de Credores. sem o consentimento dos credores e sem lhe restarem bens suficientes para pagar seu passivo. Dez dias depois. até apreciação do respectivo plano pelo juízo competente. 836." adquiriu veículos para o exercício de sua atividade. com a conseqüente dissolução irregular da atividade empresarial. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) Os procedimentos de recuperação judicial e de recuperação extrajudicial têm em comum a impossibilidade de a maioria de credores pertencentes a determinada classe tomar decisões que vinculem a minoria discordante. 832. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) NÃO é ato que enseja a decretação de falência do devedor empresário a transferência do estabelecimento do devedor a terceiros. 831. 833. (Fiscal de Rendas/SP/2006/FCC) Os procedimentos de recuperação judicial e de recuperação extrajudicial têm em comum a constituição de um Comitê de Credores. a quem caberá fiscalizar o cumprimento dos respectivos planos e administrar a empresa devedora.

poderá requerer a prisão civil do responsável legal da devedora. garantidos por alienação fiduciária. nesse caso. mediante prévia aprovação da Assembléia de Credores. caso o devedor deixe de cumprir as obrigações previstas no plano de reestruturação das dívidas. 840. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade "Topa-tudo Transportes de Máquinas Ltda. poderá mover ação de reintegração de posse dos veículos." adquiriu veículos para o exercício de sua atividade. caso o devedor deixe de cumprir as obrigações previstas no plano de reestruturação das dívidas. O credor. 844. caso o devedor deixe de cumprir as obrigações previstas no plano de reestruturação das 228 . Dez dias depois. o juiz poderá convolar a recuperação judicial em falência." adquiriu veículos para o exercício de sua atividade. os credores prejudicados poderão demandar a cobrança dos respectivos créditos de acordo com as condições previstas no plano. O credor. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Após a concessão da recuperação judicial pelo juiz competente. caso o devedor deixe de cumprir as obrigações previstas no plano de reestruturação das dívidas. 842. O credor. O credor. teve sua falência decretada. Dez dias depois. poderá efetuar o pedido de restituição dos veículos. nesse caso. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade "Topa-tudo Transportes de Máquinas Ltda." adquiriu veículos para o exercício de sua atividade. se o descumprimento ocorrer 2 (dois) anos após a concessão da recuperação judicial. na qual não votarão os credores porventura já satisfeitos. garantidos por alienação fiduciária. 841. nesse caso. Dez dias depois. 845. poderá mover ação de busca e apreensão dos veículos. sem possibilidade de requerer a falência do devedor. nesse caso. 843. 839. os credores prejudicados poderão demandar a cobrança dos respectivos créditos de acordo com as condições e garantias originalmente contratadas. teve sua falência decretada. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Após a concessão da recuperação judicial pelo juiz competente. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Após a concessão da recuperação judicial pelo juiz competente. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Após a concessão da recuperação judicial pelo juiz competente. garantidos por alienação fiduciária. (Procurador do BACEN/2006/FCC) A sociedade "Topa-tudo Transportes de Máquinas Ltda. teve sua falência decretada.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo teve sua falência decretada.

enquanto o patrimônio não tiver sido alienado. se o descumprimento ocorrer nos 2 (dois) anos seguintes à concessão da recuperação. 846. (Fiscal de Rendas SP/2009/FCC) Ocorrendo decretação da falência. 229 . (Procurador 3ª Classe PGE-MA/2003/FCC) Acerca da dissolução e liquidação de sociedades é correto afirmar que o contrato não pode prever outras causas de dissolução exceto aquelas dispostas em lei. (Fiscal de Rendas SP/2009/FCC) Ocorrendo decretação da falência. não fica prevento o juízo a que foi distribuída. mas não o de administrar seus bens. 847. 852. 849. dentro do objeto social. (Procurador do BACEN/2006/FCC) Após a concessão da recuperação judicial pelo juiz competente. o devedor perde o direito de disposição. 850. haverá a suspensão do curso da prescrição e de todas as ações e execuções em face do devedor. o juiz poderá convolar a recuperação judicial em falência. caso o devedor deixe de cumprir as obrigações previstas no plano de reestruturação das dívidas. podendo outros pedidos de falência ser ajuizados e distribuídos livremente. 848. inclusive aquelas dos credores particulares do sócio solidário. 851. 853. se o descumprimento do plano ocorrer mais de 2 (dois) anos após a concessão de recuperação judicial. nessa hipótese.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo dívidas. (Fiscal de Rendas SP/2009/FCC) Ocorrendo decretação da falência. (Procurador 3ª Classe PGE-MA/2003/FCC) Acerca da dissolução e liquidação de sociedades é correto afirmar que o liqüidante poderá realizar novas operações. as ações trabalhistas passarão a ser processadas perante o juízo falimentar. os credores prejudicados terão reconstituídos seus direitos e garantias nas condições originalmente contratadas. o juiz poderá convolar a recuperação judicial em falência. sendo certo que. sendo certo que todos os credores terão reconstituídos seus direitos e garantias nas condições originalmente contratadas. (Fiscal de Rendas SP/2009/FCC) Ocorrendo decretação da falência. (Fiscal de Rendas SP/2009/FCC) Ocorrendo decretação da falência. serão exigíveis e terão classificação própria todas as despesas que os credores fizeram para tomar parte na falência. que fará a classificação do respectivo crédito.

(Procurador 3ª Classe PGE-MA/2003/FCC) Acerca da dissolução e liquidação de sociedades é correto afirmar que vencido o prazo de duração. 856. ainda que concordem todos os sócios para que se prorrogue por tempo indeterminado. na sociedade por prazo determinado. se não reconstituída no prazo de cento e oitenta dias. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) NÃO estão sujeitos aos efeitos do plano de recuperação judicial os créditos titularizados pelo arrendador mercantil e pelo promitente vendedor de bem imóvel cujo contrato contenha cláusula de irrevogabilidade. por maioria absoluta. 230 . (Procurador 3ª Classe PGE-MA/2003/FCC) Acerca da dissolução e liquidação de sociedades é correto afirmar que dissolver-se-á por deliberação dos sócios. 859. 860. (Procurador 3ª Classe PGE-MA/2003/FCC) Acerca da dissolução e liquidação de sociedades é correto afirmar que dissolve-se na falta de pluralidade de sócios. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) São sociedades que estão legitimadas para o processo de recuperação judicial de que trata a Lei no 11. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) NÃO estão sujeitos aos efeitos do plano de recuperação judicial os créditos garantidos por hipoteca.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 854. 861. 862. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) NÃO estão sujeitos aos efeitos do plano de recuperação judicial os créditos trabalhistas e os créditos relativos a operações garantidas por alienação fiduciária de bens móveis ou imóveis. a dissolução é inevitável. 855. assim como os fiscais e trabalhistas. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) NÃO estão sujeitos aos efeitos do plano de recuperação judicial os créditos relativos a operações de empréstimos bancários realizados nos 15 dias anteriores ao ajuizamento do pedido de recuperação.101/05 as cooperativas de crédito e companhias seguradoras. 858. 857. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) NÃO estão sujeitos aos efeitos do plano de recuperação judicial os créditos decorrentes de fornecimento de matéria-prima ainda não vencidos na data do deferimento do processamento do pedido de recuperação.

870.101/05 as empresas públicas e sociedades de economia mista. 865.101/05 as companhias prestadoras de serviços médicohospitalares e companhias privadas exploradoras dos serviços de telecomunicações. 869. (Procurador TCE MA/2005/FCC) NÃO estão sujeitas ao regime falimentar previsto na Lei no 11. 872. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) São sociedades que estão legitimadas para o processo de recuperação judicial de que trata a Lei no 11. o credor trabalhista. (Procurador TCE MA/2005/FCC) NÃO estão sujeitas ao regime falimentar previsto na Lei no 11.101/05 as sociedades de economia mista e companhias concessionárias de serviço público.101/05 as companhias prestadoras de serviços médico-hospitalares e sociedades prestadoras de serviços educacionais. 868.101/05 as sociedades de arrendamento mercantil e sociedades administradoras de cartões de crédito. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) São sociedades que estão legitimadas para o processo de recuperação judicial de que trata a Lei no 11. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2005/FCC) De acordo com a nova lei de falências (Lei no 11. 866. 864.101/05 as cooperativas de consumo e companhias privadas concessionárias de serviço público. por serviços 231 .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 863.101/05).101/05 as Instituições financeiras. 867. (Procurador TCE MA/2005/FCC) NÃO estão sujeitas ao regime falimentar previsto na Lei no 11. (Procurador TCE MA/2005/FCC) NÃO estão sujeitas ao regime falimentar previsto na Lei no 11. 871.101/05 as Sociedades de arrendamento mercantil e operadoras de planos privados de assistência à saúde. (Procurador TCE MA/2005/FCC) NÃO estão sujeitas ao regime falimentar previsto na Lei no 11. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) São sociedades que estão legitimadas para o processo de recuperação judicial de que trata a Lei no 11.101/05 as fundações públicas e companhias privadas concessionárias de transporte. (BACEN Analista Área 4/2006/FCC) São sociedades que estão legitimadas para o processo de recuperação judicial de que trata a Lei no 11.

(Juiz do Trabalho TRT 11ª/2005/FCC) De acordo com a nova lei de falências (Lei no 11. (Fiscal Municipal de São Paulo/2007/FCC) A decretação de falência de empresário individual é providência impossível.101/05). 878. 873. porque a falência é instituto aplicável apenas às pessoas jurídicas. o credor trabalhista. o credor trabalhista. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2005/FCC) De acordo com a nova lei de falências (Lei no 11. até o limite de 50 salários mínimos. (Fiscal Municipal de São Paulo/2007/FCC) A decretação de falência de empresário individual retira-lhe a administração de seus bens pessoais vinculados ao exercício da empresa.101/05). por serviços prestados antes da decretação da quebra. 232 . (Fiscal Municipal de São Paulo/2007/FCC) A decretação de falência de empresário individual tem requisitos diferentes daqueles aplicáveis às sociedades empresárias.101/05). deverá ser satisfeito juntamente com os credores quirografários. deverá ser satisfeito após a liquidação dos débitos da empresa com a previdência social. deverá ser satisfeito juntamente com os credores titulares de privilégio especial sobre os bens da massa. qualquer que seja o valor do crédito trabalhista. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2005/FCC) De acordo com a nova lei de falências (Lei no 11. 874. 877. (Juiz do Trabalho TRT 11ª/2005/FCC) De acordo com a nova lei de falências (Lei no 11. em relação à parcela do seu crédito que exceder a 150 salários mínimos. o credor trabalhista. 876.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo prestados antes da decretação da quebra. o credor trabalhista. 880. por serviços prestados antes da decretação da quebra.101/05). 879. deverá ser satisfeito com preferência em relação aos créditos fiscais. por serviços prestados antes da decretação da quebra. 875. (Fiscal Municipal de São Paulo/2007/FCC) A decretação de falência de empresário individual opera a extinção das garantias reais constituídas em favor de credores comerciais. deverá ser satisfeito após o pagamento dos credores titulares de garantia real. por serviços prestados antes da decretação da quebra.

é correto afirmar que a inabilitação para o exercício de atividade empresarial é efeito automático da condenação por crime falimentar. 885. (Ministério Público do Estado de São Paulo/FCC) No ambiente falencial. é correto afirmar que a finalidade do protesto por falta de 233 . 886. realizar o ativo. (Promotor Substituto Pernambuco/2009/FCC) Em relação à recuperação judicial de empresa. 887. (Fiscal Municipal de São Paulo/2007/FCC) A decretação de falência de empresário individual extingue automaticamente todos os contratos de que for parte. (Promotor Substituto Pernambuco/2009/FCC) Em relação à recuperação judicial de empresa. (Promotor Substituto Pernambuco/2009/FCC) Em relação à recuperação judicial de empresa. bem como do consentimento de todos os sócios. qualquer credor habilitado ou o administrador judicial poderá oferecer ação penal privada subsidiária da pública. (Promotor Substituto Pernambuco/2009/FCC) Em relação à recuperação judicial de empresa. é correto afirmar que na omissão do Ministério Público ao oferecimento de denúncia por crime falimentar. concede a recuperação judicial ou extrajudicial é condição objetiva de punibilidade das infrações penais respectivas. (Promotor Substituto Pernambuco/2009/FCC) Em relação à recuperação judicial de empresa. 889. é correto afirmar que o Ministério Público tem sua atuação restrita à verificação da prática de crimes falimentares ou no curso da recuperação judicial. são deveres do liquidante ultimar os negócios da sociedade. pagar o passivo e partilhar o remanescente entre os sócios ou acionistas. observado o prazo decadencial de três meses. (Promotor Substituto Pernambuco/2009/FCC) O ato de transformação da sociedade depende de sua dissolução ou liquidação. em qualquer hipótese. é correto afirmar que a sentença que decreta a falência. 883. (Promotor Substituto Pernambuco/2009/FCC) Entre outros.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 881. 884. é correto afirmar que os crimes previstos na lei respectiva são de ação penal pública condicionada à representação dos credores. 882. 888.

incidentalmente. o ativo da empresa tenha sido transferido para outra empresa. é correto afirmar que a finalidade do protesto por falta de pagamento é demonstrar que o devedor comerciante é um falido. desde que a sociedade falida tenha sido encerrada há menos de um ano do requerimento da falência. gerar a presunção de insolvência do devedor 890. 895. no ambiente falencial. com débitos fiscais não saldados. desde quando depois de decretada a falência. 892. com aviso de recebimento. (Ministério Público do Estado de São Paulo/FCC) No ambiente falencial. (OAB/SP/2006/FCC) O prazo para o credor apresentar ao administrador judicial a sua habilitação ou a sua divergência quanto ao crédito relacionado é de 15 (quinze) dias. 896. contados da publicação do Edital. em caso de falência da sociedade empresária limitada. A afirmativa está correta. no intuito de reforçar a garantia do credor. (OAB/SP/2006/FCC) O prazo para o credor apresentar ao administrador judicial a sua habilitação ou a sua divergência quanto ao crédito relacionado é de 15 (quinze) dias. É o chamado vencimento antecipado da obrigação garantia e ocorre se o devedor cair em insolvência ou falir. (Ministério Público de São Paulo/FCC) A desconsideração da personalidade jurídica (disregard of legal entity ou lifting the corporate veil) pode ser decretada. incidentalmente. 891. 894. contados da intimação por via postal. contados da publicação do despacho do deferimento do processamento da recuperação judicial. 893.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo pagamento é comerciante. no ambiente falencial. (OAB/SP/2006/FCC) O prazo para o credor apresentar ao administrador judicial a sua habilitação ou a sua divergência quanto ao crédito relacionado é de 15 (quinze) dias. em caso de falência da sociedade empresária limitada. há situações em que a lei. (Ministério Público de São Paulo/FCC) A desconsideração da personalidade jurídica (disregard of legal entity ou lifting the corporate veil) pode ser decretada. A afirmativa está correta. antecipa o vencimento das dívidas asseguradas por garantia real. 234 . (FCC/2005) Sobre os direitos reais de garantia.

salvo hipóteses de comprovada fraude. afetada pela falência.101/2005. que disciplina a recuperação judicial e extrajudicial. contados da realização da Assembléia para a Constituição do Comitê de Credores. 898. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Declarada a falência de uma sociedade controladora. (OAB/SP/2006/FCC) O prazo para o credor apresentar ao administrador judicial a sua habilitação ou a sua divergência quanto ao crédito relacionado é de 15 (quinze) dias. 904. 901. (OAB/SP/2005/FCC) A Lei no 11. a sociedade por ela controlada deverá suspender as suas atividades. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Declarada a falência de uma sociedade controladora. aplica-se aos processos de recuperação judicial desde que não vencidas as obrigações contraídas no âmbito da concordata. a sociedade por ela controlada não deverá interromper as suas atividades. devendo os seus credores se habilitar na falência da sociedade controladora. 902. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Declarada a falência de uma sociedade controladora. 905. que disciplina a recuperação judicial e extrajudicial. a sociedade por ela controlada se extinguirá de pleno direito. que disciplina a recuperação judicial e extrajudicial. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Declarada a falência de uma sociedade controladora. mantendo as suas atividades normais. 903. (OAB/SP/2005/FCC) A Lei no 11. mas os seus bens serão arrecadados na falência da controladora.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 897. (OAB/SP/2005/FCC) A Lei no 11. a sociedade por ela controlada não é. aplica-se aos processos de falência e concordata ajuizados antes do início de sua vigência.101/2005. em princípio. a sociedade por ela controlada não se extinguirá. aplica-se 235 .101/2005. até que seja finalizado o processo de falência da controladora. bem como a falência. bem como a falência. 900. mas terá a sua falência decretada e os seus administradores terão seus bens indisponíveis. (Juiz Substituto TRT 11ª/2005/FCC) Declarada a falência de uma sociedade controladora. bem como a falência. 899.

(OAB/SP/2005/FCC) O processo de recuperação judicial aplica-se às sociedades empresárias. não havendo relevante razão de direito que justifique o não-pagamento. (OAB/SP/2005/FCC) O processo de recuperação judicial aplica. somente. 913. não havendo relevante razão de direito que justifique o nãopagamento. 909. (OAB/SP/2005/FCC) A Lei no 11.se a qualquer tipo de sociedade. 914. 911. (OAB/SP/2005/FCC) O processo de recuperação judicial aplica-se às sociedades empresárias. 906. 910. não se aplica aos processos de falência e concordata ajuizados antes do início de sua vigência. 236 .101/2005. Esse fato é motivo que pode ensejar falência ou de sua concordata. (OAB/SP/2005/FCC/Adapatada) Determinada empresa tem lavrado contra si protesto por falta de pagamento de determinado título. (OAB/SP/2005/FCC) Instituição financeira tem lavrado contra si protesto por falta de pagamento de determinado título. inclusive sociedades seguradoras. 907. que disciplina a recuperação judicial e extrajudicial. Esse fato é motivo que pode ensejar a decretação de sua liquidação extrajudicial. 908. (OAB/SP/2005/FCC) Instituição financeira tem lavrado contra si protesto por falta de pagamento de determinado título. inclusive instituições financeiras. não havendo relevante razão de direito que justifique o nãopagamento. (OAB/SP/2005/FCC/Adapatada) Determinada empresa tem lavrado contra si protesto por falta de pagamento de determinado título. bem como a falência. 912.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo aos processos de falência ajuizados antes do início de sua vigência apenas em relação aos crimes falimentares. somente. Esse fato é motivo que pode ensejar a falência e de sua liquidação extrajudicial. (OAB/SP/2005/FCC) O processo de recuperação judicial aplica-se às sociedades empresárias. Esse fato é motivo que pode ensejar a falência. não havendo relevante razão de direito que justifique o não-pagamento.

na sentença que julgar improcedente o pedido. ficarão com parte de seus bens indisponíveis podendo na parte desobrigada. quem por dolo requerer a falência de outrem será condenado. apurando-se as perdas e danos em liquidação de sentença. não superior a 120 (cento e vinte) dias. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) Pela nova lei. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) Na falência. por qualquer forma. 237 . aliená-los ou onerá-los. 920. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) A Liquidação Extrajudicial é a modalidade de ato administrativo discricionário. 923. direta ou indireta. atinge a todos os administradores que tenham estado no exercício das funções nos doze meses anteriores ao mesmo ato. 916. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) Os administradores das instituições financeiras em intervenção. não superior a 60 (sessenta) dias. (OAB/SP/2005/FCC) O plano de recuperação judicial deverá ser apresentado no prazo assinalado pelo Juiz. ainda que sejam consideradas de difícil recebimento. a indenizar o devedor. sendo o Banco Central o órgão da administração indireta federal competente para sua decretação. o administrador judicial poderá. após ouvidos o Comitê e o devedor no prazo comum de 2 (dois) dias. (OAB/SP/2005/FCC) O plano de recuperação judicial deverá ser apresentado em Juízo no prazo de 60 (sessenta) dias da publicação da decisão do Juiz que deferir o processamento da recuperação judicial. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) A indisponibilidade dos bens decorrente do ato que decretar a intervenção. sem autorização judicial. 922. 917. 921. em liquidação extrajudicial. (OAB/SP/2005/FCC) O plano de recuperação judicial deverá ser apresentado em Juízo no prazo de 120 (cento e vinte) dias da publicação da decisão do Juiz que deferir o processamento da recuperação judicial. 918. transigir sobre obrigações e direitos da massa falida e conceder abatimento de dívidas. (OAB/SP/2005/FCC) O plano de recuperação judicial deverá ser apresentado no prazo assinalado pelo Juiz. 919.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 915.

(Ministério Público do Amapá/2006/FCC) O plano de recuperação judicial poderá prever prazo superior a 01 (um) ano para pagamento dos créditos derivados da legislação do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho vencidos até a data do pedido de recuperação judicial. 929. (Banco Central Procurador/2006/FCC) Em relação às operações de reorganização societária é correto afirmar que as operações de incorporação. (Banco Central Procurador/2006/FCC) Em relação às operações de reorganização societária é correto afirmar que os acionistas de sociedade transformadora que não concordarem com a transformação terão direito de retirar-se da sociedade exigindo o reembolso do valor de suas ações. 926. a administração. Nesse caso o falido não perde a propriedade de seus bens. (Banco Central Procurador/2006/FCC) Em relação às operações de reorganização societária é correto afirmar que após a transformação da sociedade de um tipo societário em outro os credores da sociedade transformada perdem as garantias próprias do tipo societário anterior. (Ministério Público do Amapá/2006/FCC) A decretação da falência não determina o vencimento antecipado das dívidas do devedor e dos sócios ilimitada e solidariamente responsáveis. 928. entre os efeitos decorrentes estão aqueles quanto aos bens do falido. 930. 927. (Ministério Público do Estado de Pernambuco/2002/FCC) Tendo sindo decretada a falência de uma empresa. 925. pelo câmbio do dia da decisão judicial. entre os efeitos decorrentes estão aqueles quanto aos bens do falido. e não converte todos os créditos em moeda estrangeira para a moeda do País. 931. (Banco Central Procurador/2006/FCC) Em relação às operações de reorganização societária é correto afirmar que a incorporação. fusão e cisão somente podem ser operadas entre sociedades de tipos iguais e devem ser aprovadas pelas respectivas diretorias. bem como a propriedade de seus bens. apenas perdendo a disposição e a administração deles. Nesse caso o falido perde a disposição. fusão ou cisão de companhia emissora de debêntures em circulação 238 . com o abatimento proporcional dos juros. (Ministério Público do Estado de Pernambuco/2002/FCC) Tendo sindo decretada a falência de uma empresa.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 924.

a ABC Ltda. por endosso de EEZ Ltda. 278 da Lei nº 6. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) No consórcio de sociedades. os créditos que porventura tiver a falida serão apurados e pagos na forma prevista no contrato de consórcio. 935. mas descobriu que. que apresentasse um avalista pessoal. nessa qualidade. (Banco Central Procurador/2006/FCC) Em relação às operações de reorganização societária é correto afirmar que na cisão parcial. à endossante havia sido deferida a recuperação judicial. nesse ínterim. recebeu. voltou-se contra a EEZ Ltda. a ABC Ltda. Como o devedor da duplicata era de solvência duvidosa. exigiu. previsto no art. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) A sociedade ABC Ltda. sem qualquer possibilidade de oposição dos credores.404/76. para fins de cobrança do respectivo valor. da conferência aos debenturistas da opção de resgate de suas debêntures. Posteriormente. 278 da Lei nº 6. exigiu. alternativamente. previsto no art. para fins de cobrança do respectivo valor. que apôs sua assinatura no título. o protocolo poderá estipular que não haverá solidariedade entre a sociedade cindida e a sociedade receptora de seu patrimônio.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo dependerá da prévia aprovação da assembléia de debenturistas ou.404/76. recebeu. a responsabilidade do avalista persiste. a falência de uma consorciada não se estende às demais. Posteriormente. (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) A sociedade ABC Ltda. da endossante. que apresentasse um avalista pessoal. que apôs sua assinatura no título. a ABC Ltda. em relação às obrigações anteriores à operação. com o título vencido e não pago pelo devedor principal. 239 . reputa-se automaticamente dissolvido na hipótese de falência da sociedade responsável pela administração do empreendimento. 934. mas descobriu que. subsistindo o consórcio com as outras contratantes.. 932. independentemente do protesto do título. Nesse contexto. da endossante. nessa qualidade. desde que tenha havido o protesto do título no prazo de 30 (trinta) dias a contar de seu vencimento. nesse ínterim. a responsabilidade do avalista persiste. uma duplicata não vencida. a ABC Ltda. Nesse contexto. 933. à endossante havia sido deferida a recuperação judicial. 936. por endosso de EEZ Ltda. uma duplicata não vencida. Como o devedor da duplicata era de solvência duvidosa.. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) O consórcio de sociedades. voltou-se contra a EEZ Ltda. com o título vencido e não pago pelo devedor principal. ressalvado apenas os direitos dos credores fiscais e trabalhistas.

a responsabilidade do avalista extingue-se.. Nesse contexto. por endosso de EEZ Ltda.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 937. nesse ínterim. Como o devedor da duplicata era de solvência duvidosa. porque a recuperação judicial do avalizado implica a exoneração de todos os seus avalistas. da endossante. para fins de cobrança do respectivo valor. a ABC Ltda. voltou-se contra a EEZ Ltda. à endossante havia sido deferida a recuperação judicial. que apresentasse um avalista pessoal. mas descobriu que. nessa qualidade. Gabarito – Capítulo 24 788 789 790 791 792 793 794 795 796 797 798 799 800 801 802 803 804 805 806 807 808 809 810 811 812 813 814 815 816 817 818 E C E E E E E E C E E C C E C C E E E E C E E E E C E E E E E 826 827 828 829 830 831 832 833 834 835 836 837 838 839 840 841 842 843 844 845 846 847 848 849 850 851 852 853 854 855 856 E E E C E E E E E E C E C E E E E E E E C E E E E C E E E E C 864 865 866 867 868 869 870 871 872 873 874 875 876 877 878 879 880 881 882 883 884 885 886 887 888 889 890 891 892 893 894 C E E E E E E C E E E C E E E C E E E E C E E E C C E C E E C 902 903 904 905 906 907 908 909 910 911 912 913 914 915 916 917 918 919 920 921 922 923 924 925 926 927 928 929 930 931 932 E E E E C E C E E E E E C E E C E E E C C E E E E C E E E C E 240 . (Juiz Substituto TJ RR/2008/FCC) A sociedade ABC Ltda. exigiu. uma duplicata não vencida. recebeu. Posteriormente. a ABC Ltda. que apôs sua assinatura no título. com o título vencido e não pago pelo devedor principal.

790. recaindo a responsabilidade penal diretamente sob os sócios. a situação à recuperação extrajudicial. A assertiva está incorreta. sim. gerentes. diretores. sejam de fato ou de direito. diretores. 789. artigo 179). A assertiva está incorreta.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 819 820 821 822 823 824 825 E E E C C E E 857 858 859 860 861 862 863 E C E E E E E 895 896 897 898 899 900 901 E E E C E E E 933 934 935 936 937 C E C E E Comentários – Capítulo 24 788. administradores. a situação aos conselheiros. Na falência. de fato ou de direito. os seus sócios. deve cumprir com as funções cometidas pela lei. ERRADO. ERRADO. Aplica-se. bem como o administrador judicial. gerentes. equiparam-se ao devedor ou falido para todos os efeitos penais decorrentes desta Lei. sim. Aplica-se. os seus sócios. diretores. Fábio Ulhoa Coelho conceitua o administrador judicial como o agente auxiliar do juiz que. 791. 241 . com responsabilidade). o administrador judicial é também o representante da comunhão de interesses dos credores na falência. na medida de sua culpabilidade (Lei de Falências. na recuperação judicial e na recuperação extrajudicial de sociedades. ERRADO. ao administrador judicial. em nome próprio (portanto. Haverá desconsideração da personalidade jurídica. bem como o administrador judicial. Na falência. O texto é transcrição do artigo 179 da Lei de Falências. por disposição expressa. na recuperação judicial e na recuperação extrajudicial de sociedades. CORRETO. nos casos de sociedades. O artigo 179 aplica-se. artigo 179). Além de auxiliar o juiz na administração da falência. equiparam-se ao devedor ou falido para todos os efeitos penais decorrentes desta Lei. administradores e conselheiros. administradores e conselheiros. de fato ou de direito. na medida de sua culpabilidade (Lei de Falências.

ERRADO. 795. art. inclusive aquelas dos credores particulares do sócio solidário (Lei de Falências. para os efeitos penais. 799. Contra a decisão que conceder a recuperação judicial caberá agravo. será iniciada a realização do ativo (Lei de Falências. é quem responderão criminalmente. ERRADO. ERRADO. na medida de sua culpabilidade. Em qualquer modalidade de alienação. 142. em qualquer delas. ERRADO. art. São revogáveis os atos praticados com a intenção de prejudicar credores. diretores. ERRADO. art. no caso das sociedades. Ou seja. o Ministério Público deverá ser intimado pessoalmente. 6º). §7º). CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 792. que deverá ser proposta pelo administrador judicial. sob pena de nulidade (LF. Existem algumas obrigações que não podem ser exigidas ou reclamadas na falência e na recuperação (LF. ERRADO. administradores e conselheiros. 797. que poderá ser interposto por qualquer credor e pelo Ministério Público (Lei de Falência. sob pena de nulidade (LF. 130). art. 132). art. 142. Logo após a arrecadação dos bens. CORRETO. provando-se o conluio fraudulento entre o devedor e o terceiro que com ele contratar e o efetivo prejuízo sofrido pela massa falida (Lei de Falência. os responsáveis acima. 793. o Ministério Público será intimado pessoalmente. 5º). Existem algumas espécies de alienação (previstas no artigo 140 da Lei). §7º). gerentes. o legislador equiparou ao devedor falido. 59. §2º). art. 794. 798. os sócios. o juiz deferirá o processamento da recuperação judicial e. 242 . havendo fraude falencial em uma sociedade. 796. Estando em termos a documentação exigida para tanto. Na nova lei. art. A decretação da falência ou o deferimento do processamento da recuperação judicial suspende (há diferença entra suspensão e interrupção) o curso da prescrição e de todas as ações e execuções em face do devedor. A ação promovida para anular tais atos é denominada ação revocatória (ou ação pauliana). no mesmo ato ordenará a intimação do Ministério Público e a comunicação por carta às Fazendas Públicas Federal e de todos os Estados e Municípios em que o devedor tiver estabelecimento. 139). de fato ou de direito. por qualquer credor ou pelo ministério público no prazo de 3 (três) anos contado da decretação da falência (Lei de Falência. na medida de sua culpabildade. com a juntada do respectivo auto ao processo de falência. bem como o administrador judicial. art.

800. ressalvadas as causas trabalhistas. 76). Todas juntas formam o procedimento falimentar. 4) créditos tributários. natureza e classificação dos respectivos créditos. as custas de honorários dos advogados para hospedagem e outras despesas que se fizeram necessárias em razão do processo falimentar também não podem ser reclamadas. interesses e negócio da falida. os atos de benemerência. limitados a 150 (cento e cinqüenta) salários-mínimos por credor. ERRADO. se esta já não se encontrar nos autos. 801. Transcrição do artigo 99. civis e comerciais. no prazo máximo de 5 (cinco) dias. ERRADO. Diz-se indivisível o juízo da falência porque ele atrai todas as ações e questões atinentes aos bens. dentre outras determinações ordenará ao falido que apresente. e os decorrentes de acidentes de trabalho. sem poder retrotraí-lo por mais de 90 (noventa) dias contados do pedido de falência. O juízo da falência é indivisível e competente para conhecer todas as ações sobre bens. favores prometidos e assim tais exemplos não podem ser cobrados em processo falimentar ou de recuperação judicial. 804. 3) Bens gravados com garantia real. interesses e negócios do falido. 803. CORRETO. 2) os créditos derivados da legislação do trabalho. A ordem de preferência na falência é a que se segue: 1) Créditos extraconcursais (que são créditos que surgem no decorrer do processo de falência). 7) as multas contratuais e as penas pecuniárias por infração das leis penais ou administrativas. salvo custas decorrentes de litígio com o devedor: por exemplo. A sentença no procedimento de falência fixará o termo legal da falência. relação nominal dos credores. ainda que não vencidos. 8) créditos subordinados. III: A sentença que decretar a falência do devedor. até o limite do bem gravado. fiscais e aquelas não reguladas na Lei de Falências em que o falido figurar como autor ou litisconsorte ativo (LF. 5) créditos com privilégio especial. 6) créditos com privilégio geral. Literalidade do artigo 49: Estão sujeitos à recuperação judicial todos os créditos existentes na data do pedido. 802. importância. do pedido de recuperação judicial ou 243 . inclusive as multas tributárias. Diz-se ser o juízo universal porque para ele concorrem todos os credores do devedor. independentemente da sua natureza e tempo de constituição. indicando endereço.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo que são as seguintes: a) as obrigações a título gratuito: que são as doações. 6) créditos quirografários. b) as despesas que os credores fizerem para tomar parte na recuperação judicial ou na falência. CORRETO. art. sob pena de desobediência. excetuadas as multas tributárias. CORRETO.

art. deverá fazê-lo por ação própria (LF. art. 805. 99. e da sentença que julga a improcedência do pedido cabe apelação (LF. As perdas e danos em favor do devedor serão apuradas na próprio sentença. Fixa-se o termo legal do fato que for mais remoto. Para que um crédito possa ser pago no processo de falência ou de recuperação judicial é necessário que faça a sua verificação. seja ele do 1º titulo protestado). Veja que está é uma pena considerada pelo magistrado em relação ao devedor. ERRADO. Tal competência foi transferida ao administrador judicial que realizará o exame preliminar das habilitações. aquelas proferidas no meio do processo e que não encerra estes. art. decisão terminativa de mérito. mais antigo (seja ele o pedido de falência. na sentença que julgar improcedente o pedido.105/2005 (Lei de Falências). habilitação e classificação. apurando-se as perdas e danos em liquidação de sentença (LF. ERRADO. Em lição simples. estes atos são fraudulentos e serão anulados. seja ele o pedido de recuperação. 9º). II). A fixação do termo legal tem por escopo presumir que todos os atos praticados pelo falido até 90 dias “para trás” (contados da decretação da falência) serão considerados fraudulentos. 7º. §2º). ERRADO. o juiz realizará o exame apenas das impugnações aos créditos se houverem. excluindo-se. como se extrai da leitura do artigo 101 da Lei 11. O Agravo de Instrumento é o Recurso que desafia as decisões interlocutórias. se algum terceiro quiser requerer indenização. art. a indenizar o devedor. os protestos que tenham sido cancelados (LF. 808. Até que se prove o contrário. 101. 244 . o recurso cabível é Apelação. Banca maldosa! Inverteu as bolas na questão. A nova lei afastou a imediata apreciação judicial da habilitação. Todavia. A habilitação compete ao credor (LF. art. Quem por dolo requerer a falência de outrem será condenado. 806. A habilitação compete ao credor (LF. CORRETO. conforme as normas estabelecidas em lei. 9º). art. §1º). 807. quando termos uma decisão que encerra o processo.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo do 1o (primeiro) protesto por falta de pagamento. 809. ERRADO. É uma presunção relativa (iuris tantum). O certo seria o inverso: da decisão que decreta a falência cabe agravo. Apenas o prejuízo contra terceiros será apurado em ação própria. para esta finalidade. 101). 100). que terão o prazo de 15 (quinze) dias para apresentar ao administrador judicial suas habilitações ou suas divergências quanto aos créditos relacionados (LF. art.

o credor fiduciário não precisará habilitar seu crédito e aguardar o pagamento da dívida nos termos da Lei de Falências. 814. Não há conversão automática da lista nominativa de credores em quadro geral de credores. Caso o credor não se manifeste após a publicação de edital feita pelo administrador judicial. a restituição do bem alienado fiduciariamente. na forma prevista na lei. ao alterar as disposições da Lei 4728/65 sobre a alienação fiduciária. assim dispõe com relação à falência do fiduciante: "Art. O Decreto-lei 911/69. A habilitação é a forma pelo qual se reconhece uma dívida. art. ao alterar as disposições da Lei 4728/65 sobre a alienação fiduciária. e artigo 52. assim dispõe com relação à falência do fiduciante: "Art. §1º. fica assegurado ao credor ou proprietário fiduciário o direito de pedir." Nesse caso. fica assegurado ao credor ou proprietário fiduciário o direito de pedir. incluirá os credores dos quais tenha ciência. a restituição do bem alienado fiduciariamente. que deve formar o quadro geral de crediroes. Tal competência foi transferida ao administrador judicial que realizará o exame preliminar das habilitações. da Lei de Falências. O Decreto-lei 911/69. a quem compete a expedição de edital de convocação de credores para essa finalidade. 811. mas 245 . A habilitação é efetuada sob responsabilidade do administrador judicial – e não do síndico. A nova lei afastou a imediata apreciação judicial da habilitação. 7º: Na falência do devedor alienante. assim dispõe com relação à falência do fiduciante: "Art. o juiz realizará o exame apenas das impugnações aos créditos se houverem (LF. 815. ERRADO. para posteriormente vendê-los para saldar seu crédito. §1º). 7º: Na falência do devedor alienante. fica assegurado ao credor ou proprietário fiduciário o direito de pedir. mas sim solicitar a imediata restituição dos bens dados em garantia. §1º. para posteriormente vendê-los para saldar seu crédito. ao alterar as disposições da Lei 4728/65 sobre a alienação fiduciária. na forma prevista na lei. o credor fiduciário não precisará habilitar seu crédito e aguardar o pagamento da dívida nos termos da Lei de Falências. O Decreto-lei 911/69. na forma prevista na lei. O administrador juducial." Nesse caso. mas sim solicitar a imediata restituição dos bens dados em garantia. CORRETO. conforme se abstrai do artigo 7º. É realizada pelo credor. 7º: Na falência do devedor alienante. ERRADO. assume o ristco de sua omissão. ERRADO. ERRADO. 813. 7. ERRADO. a restituição do bem alienado fiduciariamente. o credor fiduciário não precisará habilitar seu crédito e aguardar o pagamento da dívida nos termos da Lei de Falências. 812." Nesse caso.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 810.

a homologação judicial é facultativa. desde que assinado por credores que representem mais de 3/5 (três quintos) de todos os créditos de cada espécie por ele abrangidos. também. Veja o artigo 163 da Lei de Falência e Recuperação: O devedor poderá. 7º: Na falência do devedor alienante. Na figura da recuperação extrajudicial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo sim solicitar a imediata restituição dos bens dados em garantia. não há necessidade de aprovação de todos os credores para que haja homologação. fica assegurado ao credor ou proprietário fiduciário o direito de pedir." Nesse caso. Quando é decretada a falência ou deferido o processamento da recuperação judicial incumbe ao juiz nomear um administrador judicial que assumirá atribuições administrativas na condução do processo. o Judiciário funciona apenas como órgão homologador de um acordo extrajudicial já entabulado entre o devedor empresário e alguns credores. 817. ERRADO. 7º: Na falência do devedor alienante. Já na extrajudicial. assim dispõe com relação à falência do fiduciante: "Art. ERRADO. O Decreto-lei 911/69. 818. não há. a restituição do bem alienado fiduciariamente. pode ser judicial ou extrajudicial. na forma prevista na lei. 816. mas sim solicitar a imediata restituição dos bens dados em garantia. a homologação poderá ser facultativa ou obrigatória. ao alterar as disposições da Lei 4728/65 sobre a alienação fiduciária. Na 246 ." Nesse caso. assim dispõe com relação à falência do fiduciante: "Art. mas sim solicitar a imediata restituição dos bens dados em garantia. a restituição do bem alienado fiduciariamente. ERRADO. na forma prevista na lei. nos moldes instituídos pela Lei nº 11. para posteriormente vendê-los para saldar seu crédito. intervenção do Ministério Público. ao alterar as disposições da Lei 4728/65 sobre a alienação fiduciária. ERRADO. para posteriormente vendê-los para saldar seu crédito. 819. 820. A judicial é decretada pelo Judiciário. para posteriormente vendê-los para saldar seu crédito. O Decreto-lei 911/69. Quando todos os credores estiverem de acordo. também. fica assegurado ao credor ou proprietário fiduciário o direito de pedir. requerer a homologação de plano de recuperação extrajudicial que obriga a todos os credores por ele abrangidos. o credor fiduciário não precisará habilitar seu crédito e aguardar o pagamento da dívida nos termos da Lei de Falências.101/2005. Na recuperação extrajudicial não existe a figura do administrador judicial. A recuperação de empresas. o credor fiduciário não precisará habilitar seu crédito e aguardar o pagamento da dívida nos termos da Lei de Falências. ERRADO. mediante a aprovação de um plano de recuperação judicial. Na recuperação extrajudicial.

Poderá requerer recuperação judicial o devedor que. 822. Lei 11. ao fim desse estágio. IV). a homologação será obrigatória para atingir a totalidade dos credores. exerça regularmente suas atividades há mais de 2 (dois) anos e que atenda aos seguintes requisitos. na ordem a seguir. há menos de 8 (oito) anos. 48. administração. III – não ter. II – não ter. para negociação ou aprovação. sendo que. CTN): Todos os existentes na data do pedido. b) credores tributários. Este requisito é também previsto para a concessão da recuperação extrajudicial. e créditos derivados da legislação do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho relativos a serviços prestados após a decretação da falência. art.101/05 e art. CORRETO. II. como administrador ou sócio controlador. Serão considerados créditos extraconcursais e serão pagos com precedência sobre os créditos que tiveram fatos geradores ocorridos na falência. no momento do pedido. todas as exigências constantes do artigo 48 o são. arrendador mercantil. Não estão obrigados ao plano de recuperação extrajudicial os seguintes credores: a) credores trabalhistas (também acidentes de trabalho). Adiantamento de Crédito para Câmbio. II – quantias fornecidas à massa pelos credores. como administrador ou sócio controlador. é que. 186. aliás. Isso já torna a questão falsa! Na recuperação judicial. as responsabilidades daí decorrentes. cumprirá à empresa propô-lo aos seus credores. por sentença transitada em julgado. obtido concessão de recuperação judicial. IV – custas judiciais relativas às ações e execuções em que a massa falida tenha sido vencida. cumulativamente: I – não ser falido e.obrigações resultantes de 247 .vendedor ou promitente-vendedor de imóvel. 49 e 86. no momento do pedido. IV – não ter sido condenado ou não ter. 821. bem como custas do processo de falência. o crédito tributário. V . d) credores decorrentes de adiantamento de contrato de câmbio para exportação. obtido concessão de recuperação judicial. 823. realização do ativo e distribuição do seu produto. pessoa condenada por qualquer dos crimes previstos na Lei de Falências (LF. ERRADO. CORRETO. NR LC 118/2005). SALVO: credor proprietário. o plano de recuperação assinado deverá ser submetido à homologação judicial. pessoa condenada por qualquer dos crimes previstos na Lei de Falências. há menos de 5 (cinco) anos. art. III – despesas com arrecadação. São extraconcursais os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos no curso do processo de falência. estejam declaradas extintas. os relativos a: I – remunerações devidas ao administrador judicial e seus auxiliares. saber: Poderá requerer recuperação judicial o devedor que. se o foi.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo concordância de somente 3/5 dos credores. 188. Credores que se sujeitam a recuperação judicial (arts. não ter sido condenado ou não ter. entre outros requisitos. c) proprietário fiduciário. (CTN. uma vez elaborado o plano.

11101/2005. pagos após os valores relativos a causas trabalhistas e créditos com garantia real até o limite do bem gravado. SALVO: credor proprietário. Os anteriores devem ser considerados como créditos concursais.101/05 e art. 4) créditos tributários. c) proprietário fiduciário. ERRADO.vendedor ou promitente-vendedor de imóvel. 2) os créditos derivados da legislação do trabalho. 186. Se for anterior. e tributos relativos a fatos geradores ocorridos após a decretação da falência. 7) as multas contratuais e as penas pecuniárias por infração das leis penais ou administrativas. até o limite do bem gravado. 5) créditos com privilégio especial. art. 67) ou após a decretação da falência. excetuadas as multas tributárias. II. 825. e os decorrentes de acidentes de trabalho. CTN): Todos os existentes na data do pedido. arrendador mercantil. São considerados extraconcursais apenas os créditos tributários ocorridos após a decretação da falência (LF. da Lei de Falências. b) credores tributários. ERRADO. 827. previstos em leis civis ou comerciais. inclusive as multas tributárias. serão concursais. 11101/2005. 6) créditos quirografários. previstos no artigo 83. A ordem de preferência na falência é a que se segue: 1) Créditos extraconcursais (que são créditos que surgem no decorrer do processo de falência). o crédito tributário. art. São extraconcursais os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos no curso do processo de falência. V).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo atos jurídicos válidos praticados durante a recuperação judicial (L. limitados a 150 (cento e cinqüenta) salários-mínimos por credor. e os decorrentes de acidentes de trabalho. (L. limitados a 150 (cento e cinqüenta) salários-mínimos por credor. 8) créditos subordinados. ERRADO. Os créditos com garantia real até o limite do valor do bem gravado são considerados concursais. ERRADO. 84. 49 e 86. 826. art. 828. 248 . 3) Bens gravados com garantia real. respeitada a ordem de classificação de créditos na falência. 824. Não estão obrigados ao plano de recuperação extrajudicial os seguintes credores: a) credores trabalhistas (também acidentes de trabalho). 84). independentemente da sua natureza e tempo de constituição. d) credores decorrentes de adiantamento de contrato de câmbio para exportação. Lei 11. 6) créditos com privilégio geral. ERRADO. II. pagos após os créditos derivados da legislação do trabalho. Credores que se sujeitam a recuperação judicial (arts. Adiantamento de Crédito para Câmbio.

3) não ter. estejam declaradas extintas. art.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 829. então. Veja que o voto poderá ser da maioria dos credores ou não. na recuperação judicial. As ações e execuções contra o devedor não são suspensas no caso de pedido de recuperação extrajudicial.na classe que o houver rejeitado.o voto favorável de credores que representem mais da metade do valor de todos os créditos presentes à assembléia. uma vez que o juiz deverá ordená-la (Lei de Falências. Somente são suspensas. Os requisitos para que um empresário devedor possa postular a recuperação judicial (e extrajudicial) estão previstos no artigo 48 da Lei de Falências e Recuperação. Esse é o procedimento para a recuperação judicial. ordenará o processamento da recuperação judicial. pessoa condenada por qualquer dos crimes falimentares. a aprovação de pelo menos 1 (uma) delas. 249 . se nenhum plano for aprovado. que analisando e deferindo. plano de recuperação ao juízo. não há obrigatoriedade da participação do Ministério Público. art. obtido concessão de recuperação judicial. O juiz providenciária a publicação do plano. ERRADO. como administrador ou sócio controlador. de forma geral. Resumidamente.a aprovação de 2 (duas) das classes de credores nos termos da Lei ou. decretará a falência do empresário. 5) não ter sido condenado ou não ter. 830. CORRETO. no prazo de 60 dias. permite e lei a concessão da recuperação judicial. 2) não ser falido e. O comitê de credores e assembléia geral de credores também são exclusividades da falência e recuperação extrajudicial. II . 52. o voto favorável de mais de 1/3 (um terço) dos credores. Havendo manifestação. III). as responsabilidades daí decorrentes. III . a recuperação vincule a todos os outros (LF. ERRADO. com o seguinte quorum da Assembléia: I . Aprovado o plano pela Assembléia de Credores. ERRADO. o juiz concederá a recuperação judicial. 831. A suspensão das ações que correm contra o devedor não é automática na recuperação judicial. o juiz solicitará instalação de Assembléia de credores. obtido concessão de recuperação judicial com base em plano especial. se o foi. caso contrário. independentemente de classes. abrindo prazo para que os credores se manifestem. 832. Na recuperação extrajudicial. por sentença transitada em julgado. nem de administrador judicial. caso haja somente 2 (duas) classes com credores votantes. 162). há menos de 8 (oito) anos. O devedor apresentará. é possível que por homologação de 3/5 dos credores. saber: 1) exerça regularmente suas atividades há mais de 2 (dois) anos. o devedor apresentará uma documentação ao magistrado. por ocasião do deferimento do processamento da recuperação judicial e da decretação da falência. 4) não ter. Na recuperação extrajudicial. há menos de 5 (cinco) anos. Em alguns casos.

com o objetivo de retardar pagamentos ou fraudar credores. na recuperação judicial. Veja que neste caso. assim dispõe com relação à falência do fiduciante: "Art. no vencimento. mas sim solicitar a imediata restituição dos bens dados em garantia. Desta forma. Será decretada a falência do devedor que transfere estabelecimento a terceiro. 838. 94. então.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 833. “b” e “e”). f). Será decretada a falência do devedor que ausenta-se sem deixar representante habilitado e com recursos suficientes para pagar os credores. plano de recuperação ao juízo. o devedor apresentará uma documentação ao magistrado. abrindo prazo para que os credores se manifestem. não paga. 94. decretará a falência do empresário. tenta realizar. negócio simulado ou alienação de parte ou da totalidade de seu ativo a terceiro. se nenhum plano for aprovado. O juiz providenciária a publicação. 94. de quem dá ou reforça garantia a credor por dívida contraída anteriormente sem ficar com bens livres e desembaraçados suficientes para saldar seu passivo (LF. Será decretada a falência do devedor que realiza ou. CORRETO. não há amparo legal para se decretar a falência do devedor. obrigação líquida materializada em título ou títulos executivos protestados cuja soma ultrapasse o equivalente a 40 (quarenta) salários-mínimos na data do pedido de falência (LF. a restituição do bem alienado fiduciariamente. III. ao alterar as disposições da Lei 4728/65 sobre a alienação fiduciária. art. ERRADO. III. o juiz solicitará instalação de Assembléia de credores. I). 837. o credor fiduciário não precisará habilitar seu crédito e aguardar o pagamento da dívida nos termos da Lei de Falências. credor ou não. Aprovado o plano pela Assembléia de Credores. 836. 250 . credor ou não. art. c)." Nesse caso. do local de sua sede ou de seu principal estabelecimento (LF. ERRADO. art. sem o consentimento de todos os credores e sem ficar com bens suficientes para solver seu passivo (LF. CORRETO. fica assegurado ao credor ou proprietário fiduciário o direito de pedir. 7º: Na falência do devedor alienante. ordenará o processamento da recuperação judicial. ERRADO. art. abandona estabelecimento ou tenta ocultar-se de seu domicílio. no prazo de 60 dias. 835. na forma prevista na lei. O devedor apresentará. Resumidamente. 834. caso contrário. que analisando e deferindo. por atos inequívocos. o juiz concederá a recuperação judicial. para posteriormente vendê-los para saldar seu crédito. Havendo manifestação. ERRADO. O Decreto-lei 911/69. Será decretada a falência do devedor que sem relevante razão de direito. 94. Também. há um único título cujo valor não ultrapassou 40 salários-mínimos.

73. fica assegurado ao credor ou proprietário fiduciário o direito de pedir. 843. art. não há necessidade de se ouvir a Assembléia de Credores (LF. Após os 2 (dois anos). Afora 251 . Proferida a decisão. A convolação em falência da recuperação judicial só tem lugar quando o descumprimento ocorrer dentro dos dois anos. o credor fiduciário não precisará habilitar seu crédito e aguardar o pagamento da dívida nos termos da Lei de Falências. a qual será concedida liminarmente. assim dispõe com relação à falência do fiduciante: "Art. art. Durante esse período. mas sim solicitar a imediata restituição dos bens dados em garantia. A busca e apreensão não pode ser requerida com a simples decretação de falência.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 839. Concedida a recuperação. O Decreto-lei 911/69. ERRADO. ERRADO. no caso de descumprimento de qualquer obrigação prevista no plano de recuperação judicial." Nesse caso. Na hipótese de convolação de recuperação em falência. 7º: Na falência do devedor alienante. para posteriormente vendê-los para saldar seu crédito. ERRADO. 842. 840. falir não significa que haverá inadimplemento do contrato de alienação fiduciária. ERRADO. Não há prisão civil por dívida no sistema jurídico brasileiro. A cobrança dos créditos de acordo com as condições e garantias contratadas só se dá se o descumprimento ocorrer dentro dos 2 anos da decisão que conceder a recuperação judicial. 844. o descumprimento de qualquer obrigação prevista no plano acarretará a convolação da recuperação em falência. IV). A prisão do depositário infiel foi “banida” do nosso ordenamento jurídico recentemente pelo Supremo Tribunal Federal. ao alterar as disposições da Lei 4728/65 sobre a alienação fiduciária. o devedor permanecerá em recuperação judicial até que se cumpram todas as obrigações previstas no plano que se vencerem até 2 (dois) anos depois da concessão da recuperação judicial. ERRADO. qualquer credor poderá requerer a execução específica ou a falência. ERRADO. 3º). O proprietário fiduciário ou credor poderá requerer contra o devedor ou terceiro a busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente. Assim. dando-se cumprimento ao plano de recuperação. ERRADO. na forma prevista na lei. encerra-se a fase deliberativa e inicia-se a fase de execução. exceto a do devedor inescusável de pensão alimentícia. por descumprimento das obrigações do plano de recuperação judicial. desde que comprovada a mora ou o inadimplemento do devedor (Decreto-lei 911/69. a restituição do bem alienado fiduciariamente. 845. 841.

A decretação da falência ou o deferimento do processamento da recuperação judicial suspende o curso da prescrição e de todas as ações e execuções em face do devedor. 849. civis e comerciais. da Lei de Falências. favores prometidos e assim tais exemplos não podem ser cobrados em processo falimentar ou de recuperação judicial. ressalvadas as causas trabalhistas. 850. ERRADO. 5º). interesses e negócios do falido. O credor terá de se utilizar de ação de execução de dívida ou de requerimento de falência do devedor. ERRADO. CORRETO. art. não há que se falar em convolação. ERRADO. §2º. Desde a decretação da falência ou do seqüestro. Existem algumas obrigações que não podem ser exigidas ou reclamadas na falência e na recuperação (LF. interesses e negócios do falido. Todas juntas formam o procedimento falimentar. fiscais e aquelas não reguladas na Lei de Falências em que o falido figurar como autor ou litisconsorte ativo (LF. 252 . os atos de benemerência. 847. as custas de honorários dos advogados para hospedagem e outras despesas que se fizeram necessárias em razão do processo falimentar também não podem ser reclamadas. O juízo da falência é indivisível e competente para conhecer todas as ações sobre bens. 61. art. art. deduzidos os valores eventualmente pagos e ressalvados os atos validamente praticados no âmbito da recuperação judicial. 76). salvo custas decorrentes de litígio com o devedor: por exemplo. Diz-se indivisível o juízo da falência porque ele atrai todas as ações e questões atinentes aos bens. o devedor perde o direito de administrar os seus bens ou deles dispor (LFR. 846. 103). interesses e negócio da falida. que são as seguintes: a) as obrigações a título gratuito: que são as doações. ERRADO. ressalvadas as causas trabalhistas. O juízo da falência é indivisível e competente para conhecer todas as ações sobre bens. b) as despesas que os credores fizerem para tomar parte na recuperação judicial ou na falência. CORRETO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo este prazo. os credores terão reconstituídos seus direitos e garantias nas condições originalmente contratadas. art. 851. fiscais e aquelas não reguladas na Lei de Falências em que o falido figurar como autor ou litisconsorte ativo (LF. Convolada a recuperação em falência (dentro dos dois anos. 848. Literalidade do art. portanto). 76). Diz-se ser o juízo universal porque para ele concorrem todos os credores do devedor.

Via de regra. desde que obtenham consenso unânime dos sócios (CC. salvo se.036). sim. de autorização para funcionar. portanto. 1. ERRADO. Dissolve-se a sociedade quando ocorrer a deliberação dos sócios. ser dissolvidas. Incluem-se aí os 253 . na sociedade de prazo indeterminado (CC. por maioria absoluta. e restringir a gestão própria aos negócios inadiáveis. 1.o vencimento do prazo de duração. 855. o artigo 1. I). por maioria absoluta. caso em que se prorrogará por tempo indeterminado (CC. 49). incorreta.a extinção. art. Pois bem. 1. por exemplo. não reconstituída no prazo de cento e oitenta dias. 1. na forma da lei.a deliberação dos sócios.033. IV). ERRADO. o Código Civil estabelece o prazo de 180 dias para se recomponha. o liquidante não poderá realizar novas operações. art.033.033): I .a falta de pluralidade de sócios. Caso ocorra a unipessoalidade. as sociedades de prazo determinado poderão. o conjunto de atos que se fazem necessários para eliminá-la como pessoa jurídica. ERRADO. realizar o ativo. 853. Dissolução é procedimento de término da personalidade jurídica da sociedade empresária. 1. sob pena de dissolução e liquidação (CC. não entrar a sociedade em liquidação. art.035 do Código Civil prevê que “o contrato pode prever outras causas de dissolução. ERRADO. por morte de um deles. art. Além disso. vencido este e sem oposição de sócio. 1. vedadas novas operações. art. na sociedade de prazo indeterminado. CORRETO. III .106. Ocorrida a dissolução. 857. 854. Questão. art. V . cumpre aos administradores providenciar imediatamente a investidura de um liquidante. II o consenso unânime dos sócios. todos os credores estão sujeitos aos efeitos do plano de recuperação judicial (LFR. 852. 1.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo inclusive aquelas dos credores particulares do sócio solidário (LFR. art. III). apenas ultimar os negócios da sociedade.033. Dissolve-se a sociedade quando ocorrer o vencimento do prazo de duração.033. Assim. 856. pelas quais responderão solidária e ilimitadamente (CC. art. São causas de dissolução (CC. a serem verificadas judicialmente quando contestadas”. pagar o passivo e partilhar o remanescente entre os sócios ou acionistas (CC. II). Veja que o artigo em comento referiu-se apenas às sociedades por prazo indeterminado. É requisito de existência de uma sociedade que esta possua ao menos dois sócios. IV . IV). art. ERRADO. 6º).

sociedade seguradora. 862. cooperativa de crédito. de proprietário ou promitente vendedor de imóvel cujos respectivos contrato contenham cláusula de irrevogabilidade ou irretratabilidade. A falência de concessionária de serviço público acarreta a extinção da concessão (LFR. as entidades referidas na questão não são legítimas a requerer a recuperação judicial. Assim. o prosseguimentos dos feitos não se dá no juízo falimentar. consórcio. apesar de estes credores terem seus créditos atraídos para o plano de recuperação judicial. sociedade de capitalização e outras entidades legalmente equiparadas às anteriores. entidade de previdência complementar. cooperativa de crédito. 861. A lei de falências e recuperação não se aplica a empresa pública e sociedade de economia mista. ainda que não vencidos (Lei de Falências. Estão sujeitos à recuperação judicial todos os créditos existentes na data do pedido. 49). ERRADO. de arrendador mercantil. não haverá deslocamento de processo de um juízo para outro. ainda que não vencidos. em moeda nacional. art. ERRADO. 49). inclusive em incorporação imobiliárias. 860. sociedade seguradora. A lei de falências e recuperação não se aplica a empresa pública e sociedade de economia mista. Cabe. 863. sociedade operadora de plano de assistência à saúde. ERRADO. instituição financeira pública ou privada. todavia. ERRADO. todavia. ERRADO. 859. 195). 254 . CORRETO. 2) O titular de crédito relativo à importância entregue ao devedor. art. instituição financeira pública ou privada. entidade de previdência complementar. oriunda de adiantamento em contrato de câmbio para a exportação. a recuperação judicial e falência para as concessionárias de serviço público. sociedade de capitalização e outras entidades legalmente equiparadas às anteriores. O artigo 49 preleciona como regra que estão sujeitos à recuperação judicial todos os créditos existentes na data do pedido. consórcio. ainda que não vencidos (Lei de Falências. Todavia. art.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo créditos trabalhistas e fiscais. 858. assim como as ações fiscais e trabalhistas. Há contudo duas exceções: 1) O titular de crédito que detenha a posição de proprietário fiduciário de bens móveis ou imóveis. Estão sujeitos à recuperação judicial todos os créditos existentes na data do pedido. Os créditos com garantia real estão sujeitos ao regime de recuperação judicial. sociedade operadora de plano de assistência à saúde. Entenda-se: os créditos estão sujeitos ao plano de recuperação.

)”. 865.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 864. consequentemente. 869. Evidentemente. Assim. Assim. 866. Frise-se ainda que a falência de concessionária de serviço público acarreta obrigatoriamente a extinção da concessão (LFR. enquadrar-se-iam na situação de equiparadas a instituições financeiras. O STJ também tem jurisprudência firme no sentido equiparar as empresas de arrendamento mercantil às instituições financeiras (ver 255 . art. instituição financeira pública ou privada. Aplica-se também às companhias de telecomunicações. ERRADO. entidade de previdência complementar. notadamente da recuperação judicial. sociedade operadora de plano de assistência à saúde. As sociedades de arrendamento mercantil são instituições financeiras privadas. 867. não estão inclusas no conceito de sociedade empresária e. ERRADO. À prestadora de serviços médicos-hospitalares aplica-se normalmente. 195). não fazem jus à recuperação de empresas. as associações e fundações. Não existe qualquer óbice de que sociedades que atuem no setor educacional façam uso dos mecanismos previstos pela Lei 11. A nosso ver este gabarito está equivacado. não se lhes aplicando a lei de falências. A lei de falências e recuperação não se aplica a instituição financeira pública ou privada. CORRETO.. cooperativa de crédito. sociedade seguradora. Já as companhias privadas concessionárias de transporte podem ter decretada sua falência.. ERRADO. as entidades referidas na questão não são legítimas a requerer a recuperação judicial. Haverá aplicação normal para as cooperativas de consumo e concessionárias de serviço público. A lei não se aplica à sociedade operadora de plano de assistência à saúde. Segundo à Súmula 283 do Superior Tribunal de Justiça “As empresas administradoras de cartão de crédito são instituições financeiras (. desde que tenham escopo empresário. consórcio. 870. eis que as mesmas constituem organizações sem fins econômicos. 868. ERRADO. porém. ERRADO. sociedade de capitalização e outras entidades legalmente equiparadas às anteriores. ERRADO. A lei de falências e recuperação não se aplica a sociedade operadora de plano de assistência à saúde. às prestadoras de serviços médico-hospitalares se aplica normalmente.101/05. A lei de falências e recuperação não se aplica a empresa pública e sociedade de economia mista. A lei de falências e recuperação não se aplica a empresa pública e sociedade de economia mista e cooperativa de crédito.

ERRADO. Em segundo lugar serão pagos os créditos com garantia real até o limite do valor do bem gravado. LIMITADOS a 150 (cento e cinqüenta) salários-mínimos por credor. Os débitos trabalhistas são os primeiros a serem satisfeitos na falência.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo REsp 826. 259). 256 . Após. Primeiramente serão efetuados os pagamentos dos créditos extraconcursair e de bens restituíveis. Ao revés. crédito tributário e créditos com privilégio especial e geral. I). crédito tributário e créditos com privilégio especial e geral. são exigidos juntamente dos créditos tributários. Em primeiro lugar serão pagos os créditos derivados da legislação do trabalho. 874. Os débitos com a previdência. pagar-se-á o excedente juntamente com os créditos quirografários. haverá pagamento com precedência sobre os créditos com garantia real. Assim. Ao revés. após os créditos com garantia real. há classificação dos créditos na falência. após os créditos com garantia real. por serem contribuições. PRIMEIRA SEÇÃO. julgado em 14/02/2007. após os créditos com garantia real. Após. Rel. DJ 11/06/2007 p. A lei de falências e recuperação não se aplica a empresa pública e sociedade de economia mista (LFR. ERRADO. CORRETO. art. CORRETO. ambas não estariam sujeitas à decretação da falência prevista na Lei 11. porém. Após. p/ Acórdão Ministro HUMBERTO MARTINS. Primeiramente serão efetuados os pagamentos dos créditos extraconcursair e de bens restituíveis. limitados a 150 (e não 50 como propôs a questão) salários-mínimos por credor. 873. Se o crédito trabalhista por credor for menor do que 150 salários mínimos. ERRADO. e os decorrentes de acidentes de trabalho. 875. Em primeiro lugar serão pagos os créditos derivados da legislação do trabalho. e os decorrentes de acidentes de trabalho. Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI. há classificação dos créditos na falência. Em segundo lugar serão pagos os créditos com garantia real até o limite do valor do bem gravado. e os decorrentes de acidentes de trabalho. Primeiramente serão efetuados os pagamentos dos créditos extraconcursais e de bens restituíveis. há classificação dos créditos na falência.075/SP. limitados a 150 (cento e cinqüenta) salários-mínimos por credor. 871. Se o crédito trabalhista por credor for menor do que 150 salários mínimos.105/2005. haverá pagamento com precedência sobre os créditos com garantia real. pagar-se-á o excedente juntamente com os créditos quirografários. Rel. Em primeiro lugar serão pagos os créditos derivados da legislação do trabalho. 2º. não foi este o entendimento da FCC. Os créditos tributários são pagos após os créditos com garantia real. 872.

quais sejam: requisito subjetivo. 878. inciso III do CPC). via de regra. sabe-se que seus créditos serão pagos imediatamente após os créditos trabalhistas que se limitem a 150 salários mínimos. requisito formal: que é a decretação de sentença. 880. pelo que já se estudou até agora. Ou seja. Não há extinção da garantia real. 8) Créditos quirografários. O artigo 1º da Lei de Falência e Recuperação prevê que: Esta lei disciplina a recuperação judicial. 257 . bem como em qualquer outro processo correlato ou em que o devedor seja parte. Os créditos com garantia real não estão sujeitos. 189. o que permite afirmar. art. ERRADO.m). ERRADO. a fulminar o processo a partir do ato em que deveria ter sido intimado a intervir. o produto da venda do bem dado em garantia real à dívida será utilizado para que seja pago o credor garantido. ERRADO. 7) Créditos com privilégio geral. 81 a 85). 881. 10) Créditos Subordinados. ERRADO. recuperação judicial e extrajudicial. e regula-se pelas normas do Código de Processo Civil (arts. repita-se. 117). Os requisitos são os mesmos. tendo em vista o interesse público primário evidenciado pela natureza da lide (art. Desde a decretação da falência ou do seqüestro.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 876. pode o empresário individual ter decretada a sua falência. 9) Multas contratuais. requisito objetivo. 3) Créditos trabalhistas (Até 150 s. sob pena de nulidade. A intervenção do Ministério Público é obrigatória nos procedimentos de falência. que é a qualidade de empresário do devedor. 4) Créditos com garantia real. CORRETO. Destarte. 2) Bens restituíveis. Tanto que. 882. Os contratos bilaterais não se resolvem pela falência e podem ser cumpridos pelo administrador judicial se o cumprimento reduzir ou evitar o aumento do passivo da massa falida ou for necessário à manutenção e preservação de seus ativos. 6) Créditos com privilégio especial. que não se opera a extinção das garantias reais. ERRADO.101 de 09 de fevereiro de 2005. a recuperação extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária. art. ERRADO. 5) Créditos tributários. mediante autorização do Comitê (LFR. 877. 879. que é a insolvência por parte do devedor. a divisões e rateios. devendo ser intimado para todos os atos processuais. aplicando-se o disposto no seu art. 1) Extraconcursais. 103). o devedor (empresário individual ou sociedade empresária) perde o direito de administrar os seus bens ou deles dispor (LFR. 82. reguladas pela Lei 11.

. por exemplo. o juiz deve comunicar imediatamente a autoridade policial do município da culpa. não se poderá falar em delitos falimentares contemplados na lei nº 11. 884. de 1976. art. Sem essas condições não há que se falar em crime falimentar. devendo ser motivadamente declarados na sentença.101/2005. ERRADO. e perdurarão até 5 (cinco) anos após a extinção da punibilidade. 180). Ocorre. CORRETO. caso seja necessário. é condição objetiva de punibilidade das infrações penais descritas na Lei de Falências (LFR. cessar antes pela reabilitação penal. 184. Esses efeitos. independentemente de dissolução e liquidação.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 883. que é a representação penal do ofendido. O ato de transformação obedecerá aos preceitos reguladores da constituição e inscrição próprios do tipo em 258 . quando uma sociedade por cotas Ltda. enquanto ação penal pública incondicionada é movida por denúncia do MP. ERRADO. diretoria ou gerência das sociedades sujeitas à Lei de Falências. ERRADO. se transforma em sociedade anônima. não são automáticos. podendo. contudo. ou de seu representante legal. contudo. não dependendo de interferência de quem quer que seja. A ação penal pública condicionada é a aquela cuja propositura pelo Ministério Público se subordina a uma condição legal de procedibilidade ou de perseqüibilidade. II – o impedimento para o exercício de cargo ou função em conselho de administração. 184). III – a impossibilidade de gerir empresa por mandato ou por gestão de negócio. 885. 886. São efeitos da sentença que condena por crime falimentar: I – a inabilitação para o exercício de atividade empresarial. 220). É bem verdade que antes da decretação da falência ou da recuperação extrajudicial ou judicial o empresário pode cometer crimes que a polícia não só pode como deve agir. art. Assim. o prazo previsto na Lei de Falências é de 6 meses. A questão está toda correta. porém. É a partir daí que a polícia pode atuar. e não 3 como asseverou o item (LFR.Lei nº 6. 887. ERRADO. para que esta possa fiscalizar o comportamento do empresário ou do representante da sociedade empresária em estado falencial ou em recuperação judicial. art.404. A transformação é a operação pela qual a sociedade passa. Cumpridas as formalidades. a polícia judiciária não pode atuar na seara falimentar por falta da mencionada condicionante. de um tipo para outro (Lei das S. parágrafo único). concede a recuperação judicial ou concede a recuperação extrajudicial. Os crimes previstos na Lei de Falências são de ação penal pública incondicionada (LFR. A sentença que decreta a falência.A. contudo. antes das providências enumeradas no texto em referência. art.

os credores terão o prazo de 15 (quinze) dias para apresentar ao administrador judicial suas habilitações ou suas 259 . comprova-se que o devedor não tem ativos suficientes para saldar o seu passivo. 94. Os títulos protestados devem constar quando da petição inicial. CORRETO. Ocorrendo a falência ou insolvência. vencendo todas as dívidas do falido. 888. Será decretada a falência do devedor que sem relevante razão de direito. a relação de credores. Para que haja presunção da impontualidade no adimplemento das obrigações é indispensável o protesto do título. A insolvência do devedor é pressuposto material objetivo para a decretação de falência. I). 893. CORRETO. art. 94. art. pagar o passivo e partilhar o remanescente entre os sócios ou acionistas (CC. realizar o ativo. preservando o valor do conjunto em detrimento dos valores individuais. obrigação líquida materializada em título ou títulos executivos protestados cuja soma ultrapasse o equivalente a 40 (quarenta) salários mínimos na data do pedido de falência (LFR. ERRADO. CORRETO. Outrossim. 1. todos os créditos são reunidos. Não há na lei de Falências a previsão de prazo entre o pedido de falência e o emprego da desconsideração da personalidade jurídica. IV). não servem para demonstrar que o comerciante é falido. ou a decisão que decreta a falência. Todos os bens na falência são arrecadados e servem para o pagamento das dívidas do falido. art. 891.113 e 1. com a execução do devedor. A transferência de bens do falido depois de decretada a falência só é possível se houver autorização judicial para tanto. além de necessidade de concordância do comitê de credores.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo que vai converter-se. Com ela. ERRADO. no vencimento.103. CORRETO. uma vez que o protesto é anterior à decretação da falência (LFR. 889. Constitui dever do liquidante ultimar os negócios da sociedade.114). art. incluindo as garantidas por direitos reais. Publicado o edital que contém informações sobre o pedido de recuperação judicial. salvo se prevista no ato constitutivo. a Lei de Falências buscou preservar o valor do aviamento empresarial. fazendo desaparecer prazos. caso em que o dissidente poderá retirar-se da sociedade (CC. 894. §3º). Dessa forma. ERRADO. 1. 890. 892. sendo anteriores ao estado falimentar. não paga. dando preferência à alienação por bloco. A transformação depende do consentimento de todos os sócios.

O devedor apresentará uma documentação ao magistrado. justifica a desconsideração da personalidade jurídica e declaração de ineficácia de qualquer ato lesivo levado a efeito. Havendo manifestação. se nenhum plano for aprovado. 900.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo divergências quanto aos créditos relacionados (LFR. ERRADO. 7º. de plano. ERRADO. O devedor apresentará. O prazo de 15 dias a que a lei se refere é contado a partir da publicação do edital que defere o processamento em juízo da recuperação judicial ou da sentença que decreta falência. abrindo prazo para que os credores se manifestem. Por falta de amparo legal. ERRADO. Por falta de amparo legal. incumbindo-lhe precipuamente a fiscalização das atividas do administrador judicial e do devedor. não se pode "estender a falência" ou "os efeitos jurídicos da falência" da sociedade controlada à sociedade controladora. conta-se o prazo da publicação do edital! 895. decretará a falência do empresário. O juiz providenciária a publicação do plano. CORRETO. bem como qualquer transferência de bens ou patrimônio da empresa. Ou seja. Por falta de amparo legal. ou vice-versa. às vésperas da quebra ou durante o período do termo legal. e não por via postal. plano de recuperação ao juízo. por exemplo. ou vice-versa. que analisando e deferindo. ou vice-versa. não se pode "estender a falência" ou "os efeitos jurídicos da falência" da sociedade controlada à sociedade controladora. ERRADO. Porém. 260 . determinando a extensão dos efeitos da falência às pessoas dos controladores e a outras empresas por eles controladas. 897. então. o juiz solicitará instalação de Assembléia de credores. como. 898. a transferência de bens da sociedade para outrem. 899. ordenará o processamento da recuperação judicial. art. caso contrário. Aprovado o plano pela Assembléia de Credores. no caso de fraudes. Ademais. conta-se o prazo da publicação do edital e não da intimação com aviso de recebimento. o deferimento da recuperação judicial. Nada tem a ver com a Assembleia de Constituição do Comitê de Credores. como propôs o item. o juiz concederá a recuperação judicial. §1º). no prazo de 60 dias. não se pode "estender a falência" ou "os efeitos jurídicos da falência" da sociedade controlada à sociedade controladora. Não há. ERRADO. A publicação é feita por edital. ainda que administradas por terceiros. 896. que é órgão facultativo tanto na falência como na recuperação judicial.

904. não se pode "estender a falência" ou "os efeitos jurídicos da falência" da sociedade controlada à sociedade controladora. Por falta de amparo legal. ou vice-versa.101/2005 disciplina a recuperação judicial.101/2005 (LFR. assim. a recuperação extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária. ERRADO. de 21 de junho de 1945). 907.º 11. Não se aplica. 192). ERRADO.05. Segundo o artigo 192 da Lei de Falências e Recuperação de empresas: Esta Lei não se aplica aos processos de falência ou de concordata ajuizados anteriormente ao início de sua vigência. art.06. Rel. Min. Por falta de amparo legal. ERRADO. ARNALDO ESTEVES LIMA. Este é o entendimento do STJ: Aos delitos falimentares cometidos anteriormente à vigência da Lei n. CORRETO. 909. julgado em 06. DJe 23.661.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 901. QUINTA TURMA. ERRADO. não se lhes aplicando a Lei 11. 503 a 512 do Código de Processo Penal. não se pode "estender a falência" ou "os efeitos jurídicos da falência" da sociedade controlada à sociedade controladora. CORRETO. de 21 de junho de 1945). conforme previsão de seu artigo 1º. ou vice-versa. por expressa disposição de seu art. A lei de falências e recuperação não se aplica a empresa pública e sociedade de economia mista. que serão concluídos nos termos da legislação anterior (Decreto-Lei no 7.661.661.000⁄SP. que serão concluídos nos termos do DecretoLei no 7. A lei 11. ERRADO. instituição financeira 261 . Segundo o artigo 192 da Lei de Falências e Recuperação de empresas: Esta Lei não se aplica aos processos de falência ou de concordata ajuizados anteriormente ao início de sua vigência.101. ERRADO. 903.2008. de 21 de junho de 1945") (HC 88. 192 ("Esta Lei não se aplica aos processos de falência ou de concordata ajuizados anteriormente ao início de sua vigência. 908. o artigo 2º da Lei arrolou uma série de sociedades empresárias às quais não se aplica o regime da Lei 11. 902. às sociedades simples.101⁄05 aplica-se o rito previsto nos arts. E mais. como já estudado.2008”). que serão concluídos nos termos da legislação anterior (Decreto-Lei no 7. ERRADO. 906. 905. A falência é privativa de devedores empresários. As obrigações contraídas no âmbito de concordata deverão ter seu termo sob o regime anterior à nova lei de falências.

A liquidação e falência de instituições financeiras encontram-se previstas na Lei 6.024. as entidades referidas na questão não são legítimas a requerer a recuperação judicial. 912. a fim de tentar normatizar a situação da companhia. podem. nos termos da Lei Federal 6. sim. 262 . segundo o artigo 2º desta Lei. uma vez que está havendo a má administração do negócio. 911. sim. além da liquidação extrajudicial. mas será nos moldes da Lei 6. sociedade seguradora. sociedade de capitalização e outras entidades legalmente equiparadas às anteriores. além da liquidação extrajudicial. caberia a decretação de INTERVENÇÃO. sociedade seguradora.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo pública ou privada. ERRADO. 913. As sociedades de arrendamento mercantil são instituições financeiras privadas. ERRADO. caberia a decretação de INTERVENÇÃO. Na questão. instituição financeira pública ou privada. ERRADO. cooperativa de crédito. uma vez que está havendo a má administração do negócio. podem. mas será nos moldes da Lei 6. entidade de previdência complementar. as entidades referidas na questão não são legítimas a requerer a recuperação judicial. segundo o artigo 2º desta Lei. as financeiras terem sua falência decretada. ERRADO.024/74. entidade de previdência complementar. Outrossim. a fim de tentar normatizar a situação da companhia. sociedade operadora de plano de assistência à saúde.024/74. cooperativa de crédito. cabe ao Banco Central autorizar o liquidante a requerer a falência e ao juiz decretá-la. as financeiras terem sua falência decretada. Outrossim. consórcio.024 e não da nova Lei de Falências (lei especial sobre a geral). Assim. Não obstante a nova Lei de Falências disponha que não se aplicam seus ritos às instituições financeiras. se não houver risco sistêmico. A liquidação e falência de instituições financeiras encontram-se previstas na Lei 6. A lei de falências e recuperação não se aplica a empresa pública e sociedade de economia mista. Assim. sociedade de capitalização e outras entidades legalmente equiparadas às anteriores. a liquidação extrajudicial ou a falência. 910.024 e não da nova Lei de Falências (lei especial sobre a geral). consórcio. Na questão. cabe ao Banco Central autorizar o liquidante a requerer a falência e ao juiz decretá-la. As sociedades de arrendamento mercantil são instituições financeiras privadas. Poderá ensejar a intervenção. se não houver risco sistêmico. Não obstante a nova Lei de Falências disponha que não se aplicam seus ritos às instituições financeiras. sociedade operadora de plano de assistência à saúde.

53). ainda. art. O prazo é fixado em lei – e não pelo juiz. CORRETO. art. pois apenas quando atender a todos os requisitos previstos em lei é que deverá ser obrigatoriamente expedido pelo Banco Central – e somente por ele (Lei 6. ERRADO. 915. art. 53). a intervenção. 920. Assim. Não há juízo de conveniência e oportunidade. 53). O decreto de liquidação extrajudicial é modalidade ato administrativo vinculado. por qualquer 263 . art. deve ser apresentado pelo devedor ao magistrado o plano de recuperação judicial no prazo de 60 dias (improrrogável) a contar da publicação que conceder o processamento da recuperação judicial. Após apresentado o requerimento de recuperação judicial e havendo seu deferimento pelo juiz. em liquidação extrajudicial ou em falência. art. ERRADO. como frisou a questão) os seus bens indisponíveis não podendo. 36: Os administradores das instituições financeiras em intervenção. O decreto pode ser feito de ofício pelo BACEN ou a pedido dos administradores da instituição financeira. ERRADO. sob pena de a converter em falência (LFR.024. 916.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 914.024. deve ser apresentado pelo devedor ao magistrado o plano de recuperação judicial no prazo de 60 dias (improrrogável) a contar da publicação que conceder o processamento da recuperação judicial. art. Após apresentado o requerimento de recuperação judicial e havendo seu deferimento pelo juiz. Após apresentado o requerimento de recuperação judicial e havendo seu deferimento pelo juiz. ficarão com todos (e não apenas parte. 15). 917. sob pena de a converter em falência (LFR. O motivo é o suficiente para que ensejar a falência. liquidação extrajudicial. ERRADO. deve ser apresentado pelo devedor ao magistrado o plano de recuperação judicial no prazo de 60 dias (improrrogável) a contar da publicação que conceder o processamento da recuperação judicial. após apresentado o requerimento de recuperação judicial e havendo seu deferimento pelo juiz. CORRETO. deve ser apresentado pelo devedor ao magistrado o plano de recuperação judicial no prazo de 60 dias (improrrogável) a contar da publicação que conceder o processamento da recuperação judicial. ERRADO. 918. ou. como tentativa de salvar o negócio. sob pena de a converter em falência (LFR. 53). Lei 6. sob pena de a converter em falência (LFR. 919.

ainda que sejam consideradas de difícil recebimento. direta ou indireta. apurando-se as perdas e danos em liquidação de sentença (LFR. de 1976. 101). transigir (significa chegar a acordo) sobre obrigações e direitos da massa falida e conceder abatimento de dívidas. 922. 103). sem autorização judicial. direta ou indireta. ERRADO. Transcrição: Quem por dolo requerer a falência de outrem será condenado.Lei nº 6. Os administradores das instituições financeiras em intervenção.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo forma. ERRADO. art. A indisponibilidade atinge a todos aqueles que tenham estado no exercício das funções nos doze meses anteriores ao mesmo ato (LFR. 928. art. art. 926. ficarão com todos (e não apenas parte. e converte todos os créditos em moeda estrangeira para a moeda do País. com o abatimento proporcional dos juros. O falido não perde a propriedade. por exemplo. 927. Na falência.A. ERRADO. Ocorre. 220). art. A transformação é a operação pela qual a sociedade passa. 36. apenas o poder de administrar e dispor de seus bens (LFR. 921. 54). 925. aliená-los ou onerá-los. O plano de recuperação judicial NÃO poderá prever prazo superior a 1 (um) ano para pagamento dos créditos derivados da legislação do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho vencidos até a data do pedido de recuperação judicial (LFR. apenas o poder de administrar e dispor de seus bens (LFR. §1º). ERRADO. 77). se transforma em sociedade anônima. após ouvidos o Comitê e o devedor no prazo comum de 2 (dois) dias. A transformação não modificará nem 264 . até apuração e liquidação final de suas responsabilidades. independentemente de dissolução e liquidação. ERRADO.404. CORRETO. A decretação da falência determina o vencimento antecipado das dívidas do devedor e dos sócios ilimitada e solidariamente responsáveis. CORRETO. O falido não perde a propriedade. de um tipo para outro (Lei das S. quando uma sociedade por cotas Ltda. pelo câmbio do dia da decisão judicial (LFR. como frisou a questão) os seus bens indisponíveis não podendo. . em liquidação extrajudicial ou em falência. 923. art. na sentença que julgar improcedente o pedido. o administrador judicial NÃO poderá. por qualquer forma. CORRETO. até apuração e liquidação final de suas responsabilidades. art. art. 924. 103). aliená-los ou onerá-los. a indenizar o devedor.

que lhes sucede em todos os direitos e obrigações (Lei das S.Lei nº 6. destarte. surgindo outra em seu lugar. §1º).457. A incorporação. O ato de cisão parcial poderá 265 .A. o que afasta a possibilidade de dissidência. Esta só existirá na hipótese em que a operação societária seja prevista no estatuto social. . 1119).406. de 1976.404.404. Com a fusão desaparecem todas as sociedades anteriores para dar lugar a uma só. art. constituídas para esse fim ou já existentes. 231.404. 929.115).406. em qualquer caso. Código Civil . art. 228. art.Lei nº 6.Lei nº 10. de 1976. 1116). A incorporação. que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações (Lei das S. 1.se parcial a versão (Lei das S. da vontade unânime dos sócios ou acionistas. ERRADO. art. 229. reunidos em assembléia especialmente convocada com esse fim (LSA. de 1997). 931. A fusão é a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar sociedade nova. extinguindo-se a sociedade cindida . de 2002. 932. Será dispensada a aprovação pela assembléia se for assegurado aos debenturistas que o desejarem. ERRADO. o resgate das debêntures de que forem titulares (LSA. Código Civil . em regra. ERRADO. art. extinguindo-se todas as pessoas jurídicas existentes. Aos membros que discordarem caberá. durante o prazo mínimo de 6 (seis) meses a contar da data da publicação das atas das assembléias relativas à operação. A companhia cindida que subsistir e as que absorverem parcelas do seu patrimônio responderão solidariamente pelas obrigações da primeira anteriores à cisão (LSA. o direito de retirada (LSA. A deliberação para transformação nas SAs depende. Na cisão com extinção da companhia cindida. 231). quando a maioria societária ou os controladores poderão mudar sozinhos o tipo societário. A incorporação é a operação pela qual uma ou mais sociedades são absorvidas por outra. art.A. fusão ou cisão da companhia emissora de debêntures em circulação dependerá da prévia aprovação dos debenturistas. de 1976. art.ou dividindo-se o seu capital .1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo prejudicará. cisão é a operação pela qual a sociedade transfere todo ou somente uma parcela do seu patrimônio para uma ou mais sociedades. 227. art.A. de 2002. . as sociedades que absorverem parcelas do seu patrimônio responderão solidariamente pelas obrigações da companhia extinta.Lei nº 6. 930. os direitos dos credores (CC. 233). .Lei nº 10. fusão ou cisão podem ser operadas entre sociedades de tipos iguais ou diferentes e deverão ser deliberadas na forma prevista para a alteração dos respectivos estatutos ou contratos sociais. art. com as alterações da Lei nº 9. 221).se houver versão de todo o seu patrimônio . art. na qual todas elas se fundem. CORRETO.

ERRADO. (Defensor Público de São Paulo/2009/FCC) As pessoas que não participam do negócio de transmissão e aquisição de um produto e venham a sofrer lesão pelo uso deste devem buscar reparação em face do adquirente. art. CORRETO. ERRADO. A falência de uma consorciada não se estende às demais. mas.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo estipular que as sociedades que absorverem parcelas do patrimônio da companhia cindida serão responsáveis apenas pelas obrigações que lhes forem transferidas. desde que notifique a sociedade no prazo de 90 (noventa) dias a contar da data da publicação dos atos da cisão (LSA. 278. qualquer credor anterior poderá se opor à estipulação. desde que o aceite tenha ocorrido. art. em relação ao seu crédito. os créditos que porventura tiver a falida serão apurados e pagos na forma prevista no contrato de consórcio (LSA. Assim. §2º). a responsabilidade do avalista persiste se o credor protestar o título em um prazo de 30 dias. também. §2º). 13. art. 933. para o fato de que a cobrança do devedor principal (comprador/sacado) independe de protesto. par. subsistindo o consórcio com as outras contratantes. Perde o direito de crédito contra endossantes e respectivos avalistas aquele que não protestar a duplicata em até 30 dias após o vencimento (LD. sem solidariedade entre si ou com a companhia cindida. Atente-se. A falência de uma consorciada não se estende às demais. art. (Defensor Público de São Paulo/2009/FCC) Quem eventualmente pratica atos envolvendo um bem. 934. CORRETO. 935. subsistindo o consórcio com as outras contratantes. nesse caso. não se sujeita à responsabilidade prevista no Código de Defesa do Consumidor. §4º). único). O avalista assume responsabilidade solidária pelo pagamento da obrigação. Capítulo 25 – Direito do Consumidor 938. A responsabilidade do avalista persiste se o credor protestar o título em um prazo de 30 dias. 233. 936. 939. 266 . 278. ERRADO. por exemplo a venda de uma casa de seu patrimônio pessoal. 937. os créditos que porventura tiver a falida serão apurados e pagos na forma prevista no contrato de consórcio (LSA.

as cláusulas contratuais que deixem ao fornecedor a opção de celebrar ou não o contrato.ARCE 2006 – FCC) Tratando-se de vício oculto de um bem durável. (Procurador Autárquico . nas relações com seus passageiros. cujos cursos são autorizados diretamente pelo Ministério da Educação. (Procurador Municipal de São Paulo/2008/FCC) O Código de Defesa do Consumidor não se aplica. total ou parcialmente. 945. (Procurador Municipal de São Paulo/2008/FCC) Nas relações contratuais de consumo. o consumidor pode reclamar no prazo de até 90 dias a partir do momento em que ficar evidenciado o vício. produtores ou importadores quando demonstram não ter colocado o produto no mercado. às concessionárias de serviço público de transporte.ARCE 2006 – FCC) Tratando-se de vício oculto de um bem durável. 944. (Defensor Público de São Paulo/2009/FCC) Tanto a responsabilidade pelo fato do produto quanto a por vícios do produto prescindem da perquirição de culpa. 942. às empresas públicas que exercem atividades bancárias.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 940. 267 . 946. total ou parcialmente. podem ser consideradas abusivas. (Procurador Municipal de São Paulo/2008/FCC) O Código de Defesa do Consumidor não se aplica. dentre outras. nas suas relações com clientes pessoas jurídicas. 941. 948. às entidades privadas de ensino superior. com relação à decadência. total ou parcialmente. pode reclamar no prazo de até 30 dias a partir do momento em que ficar evidenciado o vício. as cláusulas contratuais que infrinjam ou tenham o potencial de acarretar a infração de normas ambientais. 943. podem ser consideradas abusivas. dentre outras. 947. (Procurador Municipal de São Paulo/2008/FCC) Nas relações contratuais de consumo. com relação à decadência. nas relações com seus alunos. ainda que sem obrigar o consumidor. (Procurador Autárquico . (Defensor Público de São Paulo/2009/FCC) Eximem-se de responsabilidade fabricantes. a inexistência de defeitos ou a culpa do comerciante ou do consumidor. (Procurador Municipal de São Paulo/2008/FCC) O Código de Defesa do Consumidor não se aplica.

a garantia legal é compulsória e a contratual é opcional e se somam. que teve alguns de seus utensílios domésticos inutilizados. 952. reclamou à prestadora no vigésimo dia após o fato. (Procurador Autárquico . Em decorrência dessa suspensão. 953.ARCE 2006 – FCC) Ocorre uma suspensão abrupta de energia elétrica. A operadora não responde à reclamação. 956. a coletividade de pessoas ainda que indetermináveis que haja intervindo nas relações de consumo. todas as vítimas de um acidente de consumo. a garantia legal e a contratual são compulsórias e se somam. todas as vítimas de um acidente de consumo. 955. 957. a garantia legal é compulsória. (Procurador Autárquico . a contratual é opcional e não se somam.ARCE 2006 – FCC) O direito de arrependimento aplica-se a produtos comprados ou serviços contratados no prazo de 7 dias. 951. (Procurador Autárquico . a coletividade de pessoas. Neste caso. fora do estabelecimento comercial.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 949. fora do estabelecimento comercial.ARCE 2006 – FCC) O direito de arrependimento aplica-se a produtos comprados ou serviços contratados no prazo 30 dias. (Procurador Autárquico . em estabelecimento comercial.ARCE 2006 – FCC) Segundo o Código de Defesa do Consumidor. (Procurador Autárquico . (Procurador Autárquico .ARCE 2006 – FCC) A Lei no 8.ARCE 2006 – FCC) Segundo o Código de Defesa do Consumidor. 954. este consumidor poderá reclamar seus direitos no prazo de 5 anos. 268 . um consumidor.ARCE 2006 – FCC) A Lei no 8. (Procurador Autárquico . considerando exclusivamente as diretrizes do Código de Defesa do Consumidor em relação a acidente de consumo.078/90 entende como consumidor: toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produtos ou serviço como destinatário final. por defeito em parte da rede prestadora. a partir do conhecimento do dano e de sua autoria.ARCE 2006 – FCC) O direito de arrependimento aplica-se a produtos comprados ou serviços contratados no prazo 30 dias. desde que determináveis que haja intervindo nas relações de consumo.ARCE 2006 – FCC) Segundo o Código de Defesa do Consumidor.078/90 entende como consumidor: toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produtos ou serviço como destinatário final. (Procurador Autárquico . (Procurador Autárquico . 950.

ARCE 2006 – FCC) A Lei no 8. 961. (Juiz Substituto TJ AL 2007) O fornecedor que envia um produto ao consumidor sem solicitação prévia comete prática abusiva vedada pelo Código de Defesa do Consumidor e o produto remetido considera-se amostra grátis.ARCE 2006 – FCC) Um consumidor quer contratar serviço de transferência de chamadas com sua operadora de telefonia fixa. 962. 963. Esta prática comercial adotada pela empresa é abusiva e configura-se venda casada. quando forem constatados vícios de quantidade ou de qualidade por inadequação ou insegurança do produto ou serviço.078/90 entende como consumidor. somente a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produtos ou serviço como destinatário final e todas as vítimas de um acidente de consumo.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 958. mediante procedimento administrativo. de proibição de fabricação de produtos.ARCE 2006 – FCC) Um consumidor quer contratar serviço de transferência de chamadas com sua operadora de telefonia fixa. (Procurador Autárquico . mediante verificação da culpa no caso concreto. (Procurador Autárquico . 960. pois o consumidor foi informado a respeito da condição de fornecimento do serviço. (Procurador Autárquico . 964. Ao solicitar a contratação. é informado pelo atendente que só poderá usufruir deste serviço se adquirir também o serviço de identificação de chamada. (Advogado Metro SP/2008/FCC) A pena de intervenção administrativa será aplicada sempre que as circunstâncias de fato 269 . é informado pelo atendente que só poderá usufruir deste serviço se adquirir também o serviço de identificação de chamada. (Advogado Metro SP/2008/FCC) As penas de apreensão. de cassação do registro do produto e revogação da concessão ou permissão de uso serão aplicadas pela administração. responde pela reparação dos danos causados ao cliente. 965. Ao solicitar a contratação. 959. (Juiz Substituto TJ AL 2007) O advogado que perde prazo legalmente previsto para interpor recurso contra decisão contrária aos interesses do seu cliente. de inutilização de produtos. de suspensão do fornecimento de produto ou serviço. Esta prática comercial adotada pela empresa é legal. (Juiz Substituto TJ AL 2007) O fornecedor que envia um produto ao consumidor sem solicitação prévia comete crime previsto e punido pelo Código de Defesa do Consumidor. assegurada ampla defesa.

o consumidor pode recusar o saneamento do vício e exigir substituição do produto por outro de qualquer marca. tratando-se de defeito essencial. Nesta hipótese. Servindo-se da ajuda de um tradutor.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo desaconselharem a cassação de licença. para saneamento do vício. pela utilização do referido aparelho. tomou conhecimento das instruções veiculadas em língua estrangeira e somente então constatou que havia advertência expressa proibindo o seu uso aos portadores de varizes. complementando ou restituindo eventual diferença de preço. o consumidor pode recusar a proposta e exigir a substituição do produto por outro da mesma qualidade. não respondendo por eventual diferença de preço. aparelho importado para massagens e após quatro meses de uso é obrigada a submeter-se a intervenção cirúrgica para tratamento de varizes. (Juiz Substituto TJ AL/2007/FCC) Uma consumidora adquire. o shopping e o importador respondem pelos vícios do produto e pelos danos causados à saúde da consumidora. tratando-se de defeito essencial. Nesta hipótese. moléstia agravada. 970. pela utilização do referido aparelho. foi encaminhado ao serviço de assistência que propôs a substituição da placa. na primeira semana da aquisição. haverá reincidência até o trânsito em julgado da sentença. na primeira semana da aquisição. aparelho importado para massagens e após quatro meses de uso é obrigada a submeter-se a intervenção cirúrgica para tratamento de varizes. Nesta hipótese. que o aparelho não "segurava" a carga. (Juiz Substituto TJ AL/2007/FCC) Um consumidor adquiriu um celular e tendo constatado. Servindo-se da ajuda de um tradutor. segundo o médico. moléstia agravada. (Juiz Substituto TJ AL/2007/FCC) Uma consumidora adquire. (Advogado Metro SP/2008/FCC) Ainda que pendente ação judicial na qual se discuta a imposição de penalidade administrativa. tomou conhecimento das instruções veiculadas em língua estrangeira e somente então constatou que havia advertência expressa proibindo o seu uso aos portadores de varizes. 966. (Juiz Substituto TJ AL/2007/FCC) Um consumidor adquiriu um celular e tendo constatado. O prazo para a consumidora reclamar pelos vícios de qualidade do aparelho é de 90 (noventa) dias e inicia sua contagem a partir do momento em que tomou conhecimento do defeito. em um shopping. em caráter solidário. para saneamento do vício. 270 . a interdição ou suspensão da atividade. 967. que o aparelho não "segurava" a carga. 969. foi encaminhado ao serviço de assistência que propôs a substituição da placa. 968. segundo o médico. em um shopping.

976. (Defensor Público de Estado de SP/2006/FCC) Na existência de vício do produto. as cláusulas não obrigam consumidores. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. cláusula de prazo diferenciado. independentemente da existência de culpa. cláusula de prazo diferenciado. (Defensor Público de Estado de SP/2006/FCC) Na existência de vício do produto. (Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) O fornecedor de serviço responde.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 971. no prazo máximo de 10 dias. (Defensor Público de Estado de SP/2006/FCC) Nos contratos que regulam as relações de consumo. mesmo que provada culpa exclusiva do consumidor. independentemente da existência de culpa. (Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) O fornecedor de serviço responde. 974. ou manifestação expressa do consumidor em sentido contrário. pela reparação dos danos causados aos consumidores por 271 . porém a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa. eventualmente as cláusulas contratuais podem s-er interpretadas a favor do consumidor. (Defensor Público de Estado de SP/2006/FCC) Nos contratos que regulam as relações de consumo. o consumidor pode validamente exercer seu direito de arrependimento em qualquer hipótese. no prazo máximo de 30 dias. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. (Defensor Público de Estado de SP/2006/FCC) Nos contratos que regulam as relações de consumo. se não lhes foi dado conhecimento prévio do conteúdo. 973. 979. 972. o fornecedor tem o direito de reparar o defeito. (Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) O fornecedor de serviço responde. (Defensor Público de Estado de SP/2006/FCC) O Código de Defesa do Consumidor adota a responsabilidade subjetiva se o fornecedor for profissional liberal. salvo convenção. 977. o fornecedor tem o direito de reparar o defeito. salvo convenção. não se eximindo da obrigação de indenizar. 978. independentemente da existência de culpa. ou manifestação expressa do consumidor em sentido contrário. 975.

985. 984. para reclamar de vícios. vigora a seguinte regra inicia-se a contagem do prazo decadencial. não se eximindo da obrigação de indenizar. (Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Acerca da prescrição e da decadência. 981. 980. no Código de Defesa do Consumidor. (Procurador Municipal de Salvador/2006/FCC) Para a verificação e distinção entre vício e defeito do produto. (Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Acerca da prescrição e da decadência. sempre a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços. criação. submetendo-se às regras do Código de Defesa do Consumidor. quando seu prazo de validade estiver vencido e o vício apenas se caracterizará quando o produto estiver deteriorado. no Código de Defesa do Consumidor. é correto afirmar que o produto é defeituoso quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera e ocorrerá vício do produto quando for impróprio ou inadequado ao consumo em função de sua qualidade ou quantidade. no Código de Defesa do Consumidor. no Código de Defesa do Consumidor. somente as pessoas jurídicas públicas e as pessoas jurídicas privadas que. no Código de Defesa do Consumidor. 272 . é correto afirmar que considera-se defeituoso o produto impróprio para o consumo. vigora a seguinte regra o prazo prescricional para a reparação dos danos causados por fato do produto ou do serviço é de três (03) anos. sendo considerado defeituoso apenas quando avariado ou falsificado. (Procurador Municipal de Salvador/2006/FCC) Para a verificação e distinção entre vício e defeito do produto. (Procurador Municipal de Salvador/2006/FCC) Para a verificação e distinção entre vício e defeito do produto. para funcionar. (Prefeitura Municipal de Jaboatão dos Guararapes/2006/FCC) Acerca da prescrição e da decadência. (Procurador Municipal de Salvador/2006/FCC) Pode-se considerar fornecedor. 986.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo defeitos relativos à prestação dos serviços. tenham de obter autorização governamental e exercem atividades de produção. 982. é correto afirmar que há vício do produto somente quando se verificar que foi adulterado ou deteriorado. no Código de Defesa do Consumidor. 983. montagem. vigora a seguinte regra o prazo decadencial não se sujeita a qualquer causa de suspensão ou de interrupção. embora prove culpa de terceiro. que é irrelevante em qualquer circunstância.

é vedado ao fornecedor de produtos e serviços. é correto afirmar que o 273 . comprador. exportação. (Procurador Municipal de Salvador/2006/FCC) Pode-se considerar fornecedor. 994. 992. que se recusa a pagá-lo. transformação. 988. 991. (Inspetor Fiscal de SP/1998/FCC) A e B celebram contrato de compra e venda a prazo. exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva. montagem. dentre outras práticas abusivas. (Fiscal SEFAZ DF/2001/FCC) Em matéria de direitos do consumidor. A recusa de B é Legítima. 993. C exigiu o valor de B. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) Com relação á responsabilidade do fornecedor pelos danos causados aos consumidores por seus produtos e serviços. 990. que é devidamente aceita por B. dentre outras práticas abusivas. A transfere o direito de crédito representado pela duplicata para C. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) Com relação á responsabilidade do fornecedor pelos danos causados aos consumidores por seus produtos e serviços. 987. é correto afirmar que os profissionais liberais respondem independentemente de culpa. importação. é vedado ao fornecedor de produtos e serviços. submetendo-se às regras do Código de Defesa do Consumidor. transformação. um terceiro de boa-fé. somente pessoas físicas e pessoas jurídicas de direito privado que desenvolvem atividades de produção. construção. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. pessoas jurídicas públicas que desenvolvem atividade de produção ou prestação de serviços. exigir do consumidor qualquer vantagem. exportação. (Fiscal SEFAZ DF/2001/FCC) Em matéria de direitos do consumidor. 989. criação. (Fiscal SEFAZ DF/2001/FCC) Em matéria de direitos do consumidor. (Procurador Municipal de Salvador/2006/FCC) Pode-se considerar fornecedor. é vedado ao fornecedor de produtos e serviços. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. do qual se origina uma duplicata mercantil. dentre outras práticas abusivas. Antes do vencimento.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo construção. submetendo-se às regras do Código de Defesa do Consumidor. importação. No vencimento do título. alegando vícios ocultos na coisa comprada de A. elevar o preço de produtos e serviços. pois o vendedor é responsável pelos vícios ocultos da mercadoria.

998. Nesse caso. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) No contrato de consumo é legítima a previsão de perda da totalidade das parcelas pagas. nas compras e venda a prazo. é correto afirmar que o importador equipara-se ao fabricante para fins de indenização dos consumidores. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) Com relação á responsabilidade do fornecedor pelos danos causados aos consumidores por seus produtos e serviços. Gabarito – Capítulo 25 938 C 954 E 970 E 986 E 274 . Dez dias depois. ainda que comprove que não colocou o produto no mercado. A loja. 1000. no entanto. alegando que aquele estabelecimento nunca permitiu trocas de roupas sem defeitos. (Procurador Municipal de SP/2008/FCC) Em uma loja de um determinado shopping center. Caio adquire um vestido para presentear sua mãe. 996. verifica que a mãe já tinha uma peça muito semelhante da mesma cor. Caio retorna à loja. pois o consumidor só tem o direito de realizar a troca no prazo de 7 dias a contar da data em que adquire o produto. é correto afirmar que somente o adquirente do produto ou serviço tem condições de demandar o fornecedor. 997. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) No contrato de consumo a multa moratória não poderá ser superior a 2% do valor da prestação. ao entregar o presente. a fim de substituir o vestido por outro de cor diferente. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) No contrato de consumo a nulidade de uma cláusula implica necessariamente a nulidade de todo o contrato. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) Com relação á responsabilidade do fornecedor pelos danos causados aos consumidores por seus produtos e serviços. (Juiz Substituto TJ RN/1998/FCC) No contrato de consumo é possível a redução do prazo legal de garantia por vicio do produto. se recusa a realizar a troca. a recusa é legítima. 1001. 995. desde que a cláusula respectiva seja redigida com destaque. 999.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo fornecedor será responsabilizado. Todavia.

manipulação. e o importador respondem. apresentação ou acondicionamento de seus produtos. Uma pessoa que apenas esporadicamente realize transações comerciais não tem guarida nos dispositivos legais do CDC. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto. CORRETO. 940. O doutrinador Nelson Nery ensina: A norma (CDC. Veja que estamos falando de um terceiro.. um funcionário que estava carregando uma mudança para uma empresa de transportes e acaba se ferindo. art. por exemplo. a ser regida pelo Código de Defesa do Consumidor. Assim. Assim. 939. ERRADO. e não contra o adquirente. fórmulas. sujeita-se ao regime da responsabilidade 275 . há que persistir a responsabilidade contra o fabricante.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 939 940 941 942 943 944 945 946 947 948 949 950 951 952 953 E C C E E E C E C E C E C E C 955 956 957 958 959 960 961 962 963 964 965 966 967 968 969 E C E E C E C E C C C E C C C 971 972 973 974 975 976 977 978 979 980 981 982 983 984 985 C E C C E E C E E E E E C E E 987 988 989 990 991 992 993 994 995 996 997 998 999 1000 1001 E C C E E E E E E C E C E E E Comentários – Capítulo 25 938. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos (CDC. há que se perquirir quais são os pólos. CORRETO. fabricação. montagem. nacional ou estrangeiro. como. toda indenização derivada de relação de consumo. O CDC estabelece em seu artigo 17 que se equiparam aos consumidores todas as vítimas do evento. o produtor. art. o construtor. 12). independentemente da existência de culpa. 12) estabelece a responsabilidade objetiva como sendo o sistema geral da responsabilidade. construção. etc. O fabricante. As relações de consumo são regidas de um lado pelo fornecedor e de outro por consumidor. produtor. Para que haja relação do consumo.

Porém. 4º. §2º). 3º). construção. criação. Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica. salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista (CDC. bem como os entes despersonalizados. uma vez que desprovidos de remuneração. nacional ou estrangeira.a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro (CDC. como os fornecidos por escolas e universidades públicas. já se percebe que os serviços públicos de transporte se encaixam nos moldes do CDC. construção. importação. art. transformação. Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica. inclusive as de natureza bancária. art. de crédito e securitária. transformação. com fundamento nos dispositivos supra. O fabricante. salvo quando o Código expressamente disponha em contrário. de crédito e securitária. 941.que. requisito elencado pelo artigo 4 do CDC. o produtor ou importador só não será responsabilizado quando provar: I . importação.que não colocou o produto no mercado. inclusive as de natureza bancária. concessionárias. Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo. o Código trouxe normatização específica: Os órgãos públicos. resta configurada a sua caracterização como relação de consumo visando a prestação de serviços de ensino. não se inserem como relações de consumo. 12). Consumidor é toda pessoa física ou JURÍDICA que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final (CDC. III . ERRADO. ERRADO. independentemente da investigação de culpa. caso menores. Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo. art. Portanto. art. 2º). CORRETO. §1º). por si ou suas empresas. pública ou privada. art. montagem. 943. ERRADO. PÚBLICA ou privada. Há responsabilidade objetiva do fornecedor pelos danos causados ao consumidor. exportação. quanto à relação escola/universidade privada e estudante e seus representantes legais. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços (CDC. financeira. 3. Portanto. o construtor. Todavia. FINANCEIRA. 942. II . art. que desenvolvem atividade de produção. permissionárias ou sob 276 . exportação. Os serviços públicos gratuitos relacionados com o ensino.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo objetiva. criação. bem como os entes despersonalizados. o defeito inexiste. salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista (CDC. distribuição ou comercialização de produtos ou pre99stação de serviços (CDC. 4º). mediante remuneração. mediante remuneração. as pessoas elencadas no enunciado encaixam-se perfeitamente nas condições descritas pelo texto legal em comento. 944. montagem. nacional ou estrangeira. que desenvolvem atividade de produção. embora haja colocado o produto no mercado.

26. 948. total ou parcial. 26. art. 27). das obrigações referidas neste artigo. pois. 950. abusivas. Sendo imperativa. embora OBRIGANDO o consumidor (CDC. o prazo decadencial iniciase no momento em que ficar evidenciado o defeito (art. o CDC (art. quanto aos essenciais. art. inalteráveis pela vontade das partes. Frise-se que os prazos decadenciais e prescricionais do CDC são de ordem pública e. 26). não existe abuso. pois já está prevista em lei (CDC. total. 946. (art. eficientes. 51. CORRETA. Quando houver opção para consenso entre as partes. ERRADO. o prazo decadencial inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito (art. IX) são consideradas abusivas. entre outras. Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço. obrigatória. A garantia legal é compulsória. 949. CORRETO. 22). II). 2) 90 dias: na mesma hipótese para serviços e produtos duráveis. incondicional e inegociável. Há que se entender cláusulas abusivas como sendo aquelas que estabelecem obrigações iníquas. §3º). No caso específico do CDC. são obrigados a fornecer serviços adequados. §3º). é o denominado termo de 277 . Nesse sentido. CORRETA. a prescrição afeta a pretensão à reparação pelos danos causados pelo fato do produto ou do serviço. ERRADO. art. 26. Os prazos não mudam quando se tratar de vício oculto. as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que infrinjam ou possibilitem a violação de normas ambientais. serão as pessoas jurídicas compelidas a cumpri-las e a reparar os danos causados. O CDC nos apresenta os seguintes prazos decadenciais: 1) 30 dias: para reclamar de vícios aparentes e de fácil constatação no fornecimento de serviços e produtos não duráveis. acarretando desequilíbrio contratual entre as partes e ferindo os princípios da boa-fé e da eqüidade. único). na forma prevista neste código (CDC. (art. A garantia contratual é dada por escrito pelo próprio fornecedor. ERRADO. 26. Apenas as cláusulas que deixem ao fornecedor a opção de concluir ou não o contrato. art. art. contínuos (CDC. iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria (CDC. Independe de termo escrito. Tratando-se de vício oculto. par. 945. seguros e.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo qualquer outra forma de empreendimento. 22. portanto. 947. a decadência atinge o direito de reclamar. I). Difere apenas o seu início: tratando-se de vício oculto. 51) estabelece que são nulas de pleno direito. considerando-as. Nos casos de descumprimento.

para caracterizá-lo como se nunca estivesse existido. sem que o consumidor tenha ônus de inadimplemento e evite o enriquecimento ilícito do fornecedor. 50). isto porque o direito de arrependimento pode ser visto como uma forma de resolução do contrato. 951. art. se um eletrodoméstico tem a garantia legal de 3 meses dada pelo artigo 26 do CDC e o fabricante concede termo de garantia de 1 ano. assim. mas. obrigando-se a honrá-la. 955. monetariamente atualizadas pelos índices oficiais. 953. Como foi especificado no artigo 49 do CDC. a garantia do produto perfaz um total de 1 ano e três meses. não é obrigatória. o direito de arrependimento cabe apenas nas compras feitas fora do estabelecimento. 49). se um eletrodoméstico tem a garantia legal de 3 meses dada pelo artigo 26 do CDC e o fabricante concede termo de garantia de 1 ano. como se nunca houvessem efetivado qualquer transação. O fornecedor pode concedêla ou não. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. ERRADA. art. tem ele o direito à devolução imediata das quantias eventualmente pagas. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. a garantia passa a integrar a oferta. se um eletrodoméstico tem a garantia legal de 3 meses dada pelo artigo 26 do CDC e o fabricante concede termo de garantia de 1 ano. Quanto ao prazo. especialmente por telefone ou a domicílio (CDC. e deve ser entregue ao consumidor no momento da compra. 952. a garantia do produto perfaz um total de 1 ano e três meses. art. A garantia contratual é complementar à garantia legal.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo garantia (CDC. assim. 954. especialmente por telefone ou a domicílio (CDC. o efeito deste direito é "ex tunc". 49). este tipo de compra o 278 . a garantia contratual sucede a garantia legal. O consumidor pode desistir do contrato. no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. repondo assim as partes ao "status quo ante". O consumidor pode desistir do contrato. ERRADA. CORRETA. A garantia contratual sucede a garantia legal (se somam). todavia. e no prazo de 7 dias. A garantia contratual é complementar à garantia legal. no prazo de 7 DIAS a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. assim. ou seja. a garantia do produto perfaz um total de 1 ano e três meses. Tendo o consumidor exercido o seu direito de arrependimento dentro do prazo reflexão (07 dias). retroagindo ao início do negócio. A garantia contratual sucede a garantia legal (se somam). ERRADA. pois. ao concedê-la. CORRETO.

ERRADA. A indeterminável. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços. 279 . 959. bem como. ainda que indetermináveis. como. dentre outras práticas abusivas. condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço. que haja intervindo nas relações de consumo (CDC. ainda que indetermináveis. saber se satisfaz as suas necessidades. sem justa causa. 17). Como vítima podemos citar o caso de garçom de um restaurante que sofre acidente durante o expediente. sendo assim. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas. Equiparam-se aos consumidores todas as vítimas do evento (CDC. art. art. Todavia. da Lei n. 2º. 956. ERRADA. ressalte-se que o assunto é discutido doutrinária e jurisprudencialmente. Como exemplo de coletividade de pessoas podemos citar o público de televisão que é afetado por uma propaganda comercial exibida em televisão. Como vítima podemos citar o caso de garçom de um restaurante que sofre acidente durante o expediente. Como exemplo de coletividade de pessoas podemos citar o público de televisão que é afetado por uma propaganda comercial exibida em televisão. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços. art. 2º. 2º). coletividade de pessoas pode ser também 958. dentre outras práticas abusivas. 5º. 39. Já na compra dentro do estabelecimento ele tem essa possibilidade de conhecê-lo bem.º 8. que haja intervindo nas relações de consumo (CDC. art. art. física. Constitui inclusive crime contra as relações de consumo (art. de conhecer o produto. parágrafo único).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo consumidor não tem a possibilidade. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas. 957. condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço. a troca no caso de encontrar o mesmo produto por um preço menor em outro estabelecimento. bem como. 960. 2º). a limites quantitativos (CDC. pesquisar e analisar o que deseja adquirir. também. 17). Se admitir-se o arrependimento para compras no estabelecimento abre-se oportunidade para que as pessoas ajam com má-fé. Equiparam-se aos consumidores todas as vítimas do evento (CDC. parágrafo único). Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final (CDC. pois. CORRETO. Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final (CDC. possibilitar-se-ia ao consumidor. CORRETO. Essa técnica é conhecida como venda casada. ERRADA. ficaria o estabelecimento com todo risco do negócio. art. art.137/90). II. I).

§4º).1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo sem justa causa. ERRADA. ou fornecer qualquer serviço (CDC. CORRETO. 965. nessa hipótese. 963. de interdição e de suspensão temporária da atividade. As penas de apreensão. 59). parágrafo único). de proibição de fabricação de produtos. art. nem tampouco de conferir ao lesado a integralidade do que esperava ter caso obtivesse êxito ao usufruir plenamente de sua chance. 962. qualquer produto. dentre outras práticas abusivas. Não se trata. art. de forma negligente. 58).137/90). Não se configura o caso em tela ilícito previsto no CDC. quando forem constatados vícios de quantidade ou de qualidade por inadequação ou insegurança do produto ou serviço (CDC. equiparam-se às amostras grátis. Ministra NANCY ANDRIGHI. da Lei n. I). quando o fornecedor reincidir na prática das infrações de maior gravidade previstas no CDC e na legislação de consumo (CDC. de reparar a perda de “uma simples esperança subjetiva”. julgado em 11/11/2008. Responde. art. inexistindo obrigação de pagamento (CDC.º 8. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços. 14. III). de cassação do registro do produto e revogação da concessão ou permissão de uso serão aplicadas pela administração. A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa (CDC. Este é o entendimento do STJ. indenização a título de danos morais. CORRETA. Constitui inclusive crime contra as relações de consumo (art. 39. a saber: ao perder. Caberá. de inutilização de produtos. 39. enviar ou entregar ao consumidor. CORRETA. sem solicitação prévia. II. serão aplicadas mediante procedimento administrativo. art. CORRETO. Essa técnica é conhecida como venda casada. portanto. portanto. DJe 04/08/2009). o advogado frusta as chances de êxito de seu cliente. todavia. o prazo para a interposição de apelação. (REsp 1079185/MG. A pena de intervenção administrativa será aplicada sempre que as 280 . desde que tal chance seja séria e real. de suspensão do fornecimento de produto ou serviço. assegurada ampla defesa. Os serviços prestados e os produtos remetidos ou entregues ao consumidor. recurso cabível na hipótese e desejado pelo mandante. pela perda da probabilidade de sucesso no recurso. Este é o entendimento externado pelo STJ. bem como a de intervenção administrativa. a limites quantitativos (CDC. 39. TERCEIRA TURMA. art. Rel. assegurada ampla defesa. 964. As penas de cassação de alvará de licença. art. 961. 5º. mediante procedimento administrativo.

Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias. alternativamente e à sua escolha a substituição do produto por outro da mesma espécie. art. Os fornecedores respondem solidariamente pela substituição de peças viciadas (CDC. 59. art. também chamado de “vício exógeno”. §4º). tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis (CDC. O vício oculto é o que não se percebe de pronto. porém. ou seja. poderá haver substituição por outro de 281 . §2º). ou seja. Inicialmente. a responsabilidade será solidária entre o shopping e o importador. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. ERRADO.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo circunstâncias de fato desaconselharem a cassação de licença. possui fácil constatação. não haverá reincidência até o trânsito em julgado da sentença (CDC. mediante complementação ou restituição de eventual diferença de preço (CDC. é aquele que torna o produto impróprio para o consumo ou por encontrar-se fora dos padrões normais de consumo ou por ser comprovadamente nocivo ou perigoso. poderá haver substituição por outro de espécie. da embalagem. o prazo para reclamar dos vícios contarse-ia do conhecimento do defeito (CDC. sua constatação não é facilmente percebida. Ou seja. 59. CORRETO. Assim optando. 969. art. art. §3º). 26. a interdição ou suspensão da atividade (CDC. 26. Não o fazendo em 30 dias. persiste a obrigação do fornecedor em sanear o vício. por sua vez. respeitadas as variações decorrentes de sua natureza. 968. assim como por aqueles decorrentes da disparidade. O vício aparente. mas não sendo possível a substituição do bem. CORRETO. art. 967. pode o consumidor exigir. em perfeitas condições de uso. CORRETO. sem qualidade mínima. art. 18. 18). marca ou modelo diversos. podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas (CDC. O Vício de Qualidade. haja vista a difícil constatação. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em noventa dias. haverá o direito à substituição por outro da mesma espécie. 966. II). Dessa forma. não sendo possível realizá-la. A banca considerou que se trata o manual de instruções em língua estrangeira de vício oculto. ERRADO. com as indicações constantes do recipiente. 970. art. Pendendo ação judicial na qual se discuta a imposição de penalidade administrativa. rotulagem ou mensagem publicitária. 18). §3º). Feita essa escolha.

971. As cláusulas contratuais serão interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor (CDC. 18. Todavia.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo espécie. A interpretação mais benéfica deve ser feita sempre que possível e não eventualmente. por meio de manifestação expressa do consumidor (CDC. ERRADO. 14. Todavia. mediante complementação ou restituição de eventual diferença de preço. 975. Veja que a norma impõe que a contratação tenha ocorrido fora do estabelecimento comercial. §2º). não podendo ser inferior a sete nem superior a cento e oitenta dias. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. por expressa disposição do art. 46). o consumidor tem direito a exigir substituição das peças viciadas. se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo. CORRETO. salvo quando expressamente disposto de forma contrária. a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa. por meio de manifestação expressa do consumidor (CDC. Apresentado defeito no produto. ERRADO. não podendo ser inferior a sete nem superior a cento e oitenta dias. art. a cláusula de prazo deverá ser convencionada em separado. o consumidor tem direito a exigir substituição das peças viciadas. O prazo para se sanear o vício é de 30 dias (CDC. não podendo ser. 47). art. art. CORRETO. O prazo para se sanear o vício é de 30 dias (CDC. §4º. 18. caput e §1º). 18. especialmente por telefone ou a domicílio. portanto. art. poderão as partes convencionar a redução ou ampliação do prazo previsto no parágrafo anterior. §2º). A regra adotada pelo Código do Consumidor é a responsabilidade objetiva. 973. 282 . Nesse escopo. art. Segundo o artigo 49 do CDC o consumidor pode desistir do contrato. caput e §1º). ERRADO. Nos contratos de adesão. em qualquer hipótese. a cláusula de prazo deverá ser convencionada em separado. art. 972. Apresentado defeito no produto. Nos contratos de adesão. marca ou modelo diversos. poderão as partes convencionar a redução ou ampliação do prazo previsto no parágrafo anterior. Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores. 18. 976. ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance (CDC. CORRETO. no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. 974.

1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 977. §2º.a culpa exclusiva do consumidor ou de TERCEIRO. Doutro lado. art. ERRADO. 14): I . 27). A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa (CDC. Tratando-se de vícios ocultos. O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar (CDC. 978. art. 14). Parte da doutrina entende que o prazo previsto tem caráter suspensivo. III . 980. caracterizando.a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. independentemente da existência de culpa. tendo prestado o serviço. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. 982. caracterizando o vício. entende-se que o prazo é interruptivo da decadência. ERRADO. ao perceber que o freio não funciona reduz a marcha e consegue parar. ERRADO.a reclamação comprovadamente formulada pelo consumidor perante o fornecedor de produtos e serviços até a resposta negativa correspondente.a instauração de inquérito civil. 981. 14): I .que. o prazo decadencial inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito (CDC. O fornecedor de serviços responde. assim.que. O produto é defeituoso quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera e ocorrerá vício do produto quando for impróprio ou inadequado ao consumo em função de sua qualidade ou quantidade. II . tendo prestado o serviço. O artigo 26. 14. §4º). II . CORRETO. 283 . A banca não entrou no mérito. Exemplo para distinção: Duas pessoas vão à concessionária e retiram carro zero km de lá. que deve ser transmitida de forma inequívoca. 26. o defeito. 979. art. O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar (CDC. causando danos em ambos carros. do CDC dispõe que obstam a decadência: I . de forma que a tendência é não cobrar a classificação em prova. art. o defeito inexiste. Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço. iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria (CDC. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos (CDC. art. ERRADO. 983. até seu encerramento. CORRETO. o defeito inexiste. O primeiro. já o segundo depara-se com um sinal vermelho e não consegue parar e se choca com outro veiculo. ERRADO. §4º). art.

não pode ser prejudicado na relação cambial. O fabricante. É considerada cláusula abusiva apenas elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços (CDC. Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica. ERRADO. ERRADO. CORRETO. que desenvolvem atividade de produção. ERRADO. ERRADO. a recusa de B seria legítima. segundo o artigo 4º do CDC. 39. 985. art. do CDC. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços (CDC.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo 984. art. ERRADO. 14. X). exportação. 986. transformação. A questão propôs que defeito é o produto impróprio para consumo. neste caso. conforme previsão do artigo 18 do CDC. o dispostivo legal não faz alusão à autorização governamental. criação. ERRADO. ERRADO. 992. 989. 39. §4º). ficando B obrigado ao pagamento. V). 993. 994. O produto é defeituoso quando não oferece a segurança que dele legitimamente se espera e ocorrerá vício do produto quando for impróprio ou inadequado ao consumo em função de sua qualidade ou quantidade. incorreto. A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa (CDC. ERRADO. de vantagem 991. Todavia. 988. CORRETO. exclusivamente. pública ou privada. 990. uma vez que a responsabilidade é solidária entre todos da cadeia. estando. Literalidade do artigo 39. ERRADO. art. bem como os entes despersonalizados. importação. É vedada a exigência apenas manifestamente excessiva (CDC. o terceiro de boa-fé.que não colocou o 284 . V. construção. Sob o prisma do direito consumerista. O fornecedor pode ser também pessoa jurídica de direito público. o produtor ou importador só não será responsabilizado quando provar: I . nacional ou estrangeira. portanto. art. o construtor. Além disso. montagem. 987. São considerados vícios as características de qualidade ou quantidade que tornem os produtos ou serviços impróprios ou inadequados para o consumo a que se destinam e também lhes diminuam o valor.4º). O fornecedor pode ser também pessoa física.

II . independentemente da existência de culpa. pois já está prevista em lei (CDC. Nos contratos de compra e venda de móveis ou imóveis mediante pagamento em prestações. Independe de termo escrito. CORRETO. art. 51. decorrer ônus excessivo a qualquer das partes (CDC. 285 . 12). 53). 26). 1001. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto.1001 Questões Comentadas – Direito Comercial – FCC Gabriel Rabelo produto no mercado. §1º). bem como nas alienações fiduciárias em garantia. 995. apresentação ou acondicionamento de seus produtos. as multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação (CDC. exceto quando de sua ausência. art. Nos contratos de consumo. 997. O CDC prevê que equiparam-se a consumidores as pessoas que estejam na condição de vítima. nacional ou estrangeiro. 12). ERRADO. embora haja colocado o produto no mercado. art. em razão do inadimplemento. Sendo imperativa. ERRADO. ERRADO. art. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos (CDC. apesar dos esforços de integração.a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro (CDC. III . podendo também demandar os fornecedores. A banca nesta questão reafirmou o seu pensamento para se posicionar no sentido de aceitar o direito ao arrependimento apenas às vendas realizadas fora do estabelecimento comercial. construção. obrigatória. 998. e o importador respondem. incondicional e inegociável. o defeito inexiste. A nulidade de uma cláusula contratual abusiva não invalida o contrato. art. CORRETO. fórmulas. o construtor. consideram-se nulas de pleno direito as cláusulas que estabeleçam a perda total das prestações pagas em benefício do credor que. §4º). o produtor. art. pleitear a resolução do contrato e a retomada do produto alienado (CDC. total.que. 52. fabricação. A garantia legal é compulsória. ERRADO. O fabricante. montagem. manipulação. 1000. 999. 996. ERRADO.