Cap´ıtulo 3 - Fourier

Eduardo Mendes
emmendes@cpdee.ufmg.br
Departamento de Engenharia Eletr ˆ onica
Universidade Federal de Minas Gerais
Av. Antˆ onio Carlos 6627, Belo Horizonte, MG, Brasil
– p.1/175
Representac¸ ˜ oes de sinais por Fourier
Representac¸ ˜ oes de sinais como contribuic¸ ˜ ao linear de um
conjunto de sinais b´ asicos.
Convoluc¸ ˜ ao - combinac¸ ˜ ao linear de impulsos deslocados
no tempo.
Fourier - combinac¸ ˜ ao linear de exponenciais complexas
Se a entrada de um LTI ´ e uma combinac¸ ˜ ao linear de func¸ ˜ oes
exponenciais complexas (senoides/cossenoides), a sa´ıda pode
ser expressa nesta mesma forma com coeficientes que s ˜ ao
relacionados de maneira direta com aqueles da entrada.
Sinais Peri ´ odicos - Somas ponderadas de senoides
harmonicamente relacionadas - S ´ eries de Fourier
Sinais N˜ ao-Peri ´ odicos - Integrais ponderadas de senoides
n˜ ao-harmonicamente relacionadas - Transformada de
Fourier
– p.2/175
Representac¸ ˜ oes de sinais por Fourier
Representac¸ ˜ oes de sinais como contribuic¸ ˜ ao linear de um
conjunto de sinais b´ asicos.
Convoluc¸ ˜ ao - combinac¸ ˜ ao linear de impulsos deslocados
no tempo.
Fourier - combinac¸ ˜ ao linear de exponenciais complexas
Se a entrada de um LTI ´ e uma combinac¸ ˜ ao linear de func¸ ˜ oes
exponenciais complexas (senoides/cossenoides), a sa´ıda pode
ser expressa nesta mesma forma com coeficientes que s ˜ ao
relacionados de maneira direta com aqueles da entrada.
Sinais Peri ´ odicos - Somas ponderadas de senoides
harmonicamente relacionadas - S ´ eries de Fourier
Sinais N˜ ao-Peri ´ odicos - Integrais ponderadas de senoides
n˜ ao-harmonicamente relacionadas - Transformada de
Fourier
– p.2/175
Representac¸ ˜ oes de sinais por Fourier
Representac¸ ˜ oes de sinais como contribuic¸ ˜ ao linear de um
conjunto de sinais b´ asicos.
Convoluc¸ ˜ ao - combinac¸ ˜ ao linear de impulsos deslocados
no tempo.
Fourier - combinac¸ ˜ ao linear de exponenciais complexas
Se a entrada de um LTI ´ e uma combinac¸ ˜ ao linear de func¸ ˜ oes
exponenciais complexas (senoides/cossenoides), a sa´ıda pode
ser expressa nesta mesma forma com coeficientes que s ˜ ao
relacionados de maneira direta com aqueles da entrada.
Sinais Peri ´ odicos - Somas ponderadas de senoides
harmonicamente relacionadas - S ´ eries de Fourier
Sinais N˜ ao-Peri ´ odicos - Integrais ponderadas de senoides
n˜ ao-harmonicamente relacionadas - Transformada de
Fourier
– p.2/175
Representac¸ ˜ oes de sinais por Fourier
Representac¸ ˜ oes de sinais como contribuic¸ ˜ ao linear de um
conjunto de sinais b´ asicos.
Convoluc¸ ˜ ao - combinac¸ ˜ ao linear de impulsos deslocados
no tempo.
Fourier - combinac¸ ˜ ao linear de exponenciais complexas
Se a entrada de um LTI ´ e uma combinac¸ ˜ ao linear de func¸ ˜ oes
exponenciais complexas (senoides/cossenoides), a sa´ıda pode
ser expressa nesta mesma forma com coeficientes que s ˜ ao
relacionados de maneira direta com aqueles da entrada.
Sinais Peri ´ odicos - Somas ponderadas de senoides
harmonicamente relacionadas - S ´ eries de Fourier
Sinais N˜ ao-Peri ´ odicos - Integrais ponderadas de senoides
n˜ ao-harmonicamente relacionadas - Transformada de
Fourier
– p.2/175
Representac¸ ˜ oes de sinais por Fourier
Representac¸ ˜ oes de sinais como contribuic¸ ˜ ao linear de um
conjunto de sinais b´ asicos.
Convoluc¸ ˜ ao - combinac¸ ˜ ao linear de impulsos deslocados
no tempo.
Fourier - combinac¸ ˜ ao linear de exponenciais complexas
Se a entrada de um LTI ´ e uma combinac¸ ˜ ao linear de func¸ ˜ oes
exponenciais complexas (senoides/cossenoides), a sa´ıda pode
ser expressa nesta mesma forma com coeficientes que s ˜ ao
relacionados de maneira direta com aqueles da entrada.
Sinais Peri ´ odicos - Somas ponderadas de senoides
harmonicamente relacionadas - S ´ eries de Fourier
Sinais N˜ ao-Peri ´ odicos - Integrais ponderadas de senoides
n˜ ao-harmonicamente relacionadas - Transformada de
Fourier
– p.2/175
Resposta Senoidal
Considere y[n] =
¸

k=−∞
h[k]x[n −k] mas com x[n] = e
jΩn
.
y[n] =
¸

k=−∞
h[k]e
jΩ(n−k)
y[n] = e
jΩ(n)
¸

k=−∞
h[k]e
jΩ(−k)
y[n] = H(e
jΩ
)e
jΩn
Onde H(e
jΩ
) =
¸

k=−∞
h[k]e
−jΩk
H(e
jΩ
) ´ e chamada Resposta em Freq¨ uˆ encia do sistema
discreto.
Para sistemas cont´ınuos
H(jω) =


−∞
h(τ)e
−jωτ

y(t) = |H(jω)|e
j(ωt+arg(H(jω))
– p.3/175
Agora suponha que
x[n] = Acos(Ωn +φ) =
A
2
e
j(Ωn+φ)
+
A
2
e
−j(Ωn+φ)
Considerando que h[n] ´ e real, pode-se obter
y[n] = |H(e
jΩ
)|Acos(Ωn +φ +arg(H(e
jΩ
))
Em termos de diagrama de blocos, temos:
– p.4/175
Lembrando do problema de autovalor e autovetor da Algebra
Linear, temos:
Ae
k
= λ
k
e
k
onde λ
k
´ e o autovalor e e
k
´ e o autovetor.
No nosso caso, temos:
onde
e
jωt
´ e a autofunc¸ ˜ ao e
H(jω) ´ e o autovalor.
– p.5/175
Lembrando do problema de autovalor e autovetor da Algebra
Linear, temos:
Ae
k
= λ
k
e
k
onde λ
k
´ e o autovalor e e
k
´ e o autovetor.
No nosso caso, temos:
onde
e
jωt
´ e a autofunc¸ ˜ ao e
H(jω) ´ e o autovalor.
– p.5/175
Podemos, ent ˜ ao, escrever:
x(t) =
¸
M
k=1
a
k
e

k
t
y(t) =
¸
M
k=1
a
k
H(jω
k
)
. .. .
e

k
t
Ou seja, para um entrada do tipo e
jωt
a sa´ıda ´ e a
“e
jωt
”modificada pelo autovalor H(jω
k
).
Vantagem
Convoluc¸ ˜ ao =⇒Multiplicac¸ ˜ ao
– p.6/175
Podemos, ent ˜ ao, escrever:
x(t) =
¸
M
k=1
a
k
e

k
t
y(t) =
¸
M
k=1
a
k
H(jω
k
)
. .. .
e

k
t
Ou seja, para um entrada do tipo e
jωt
a sa´ıda ´ e a
“e
jωt
”modificada pelo autovalor H(jω
k
).
Vantagem
Convoluc¸ ˜ ao =⇒Multiplicac¸ ˜ ao
– p.6/175
Podemos, ent ˜ ao, escrever:
x(t) =
¸
M
k=1
a
k
e

k
t
y(t) =
¸
M
k=1
a
k
H(jω
k
)
. .. .
e

k
t
Ou seja, para um entrada do tipo e
jωt
a sa´ıda ´ e a
“e
jωt
”modificada pelo autovalor H(jω
k
).
Vantagem
Convoluc¸ ˜ ao =⇒Multiplicac¸ ˜ ao
– p.6/175
Exemplo
Conisidere o seguinte circuito-RC
Onde h(t) =
1
RC
e

t
RC
u(t)
– p.7/175
H(jω) =
1
RC


−∞
e

τ
RC
u(τ)e
−jωτ

=
1
RC


−∞
e
−(jω+
1
RC

u(τ)dτ
=

1
RC
−1
jω +
1
RC
e
−(jω+
1
RC


0
=
1
RC
−1
jω +
1
RC
(0 −1)
=
1
RC
jω +
1
RC
Normalmente a resposta em freq¨ uˆ encia ´ e dada em m´ odulo e
fase:
|H(jω)| =
1
RC

ω
2
+
1
RC
2
arg(H(jω)) = −arctg(ωRC)
– p.8/175
– p.9/175
Representac¸ ˜ ao de Fourier para os sinais
Sinal Cont´ınuo e Peri ´ odico - S´ erie de
Fourier (FS)
Sinal Discreto e Peri ´ odico - S´ erie de Fourier
Discreta (DTFS)
Sinal Cont´ınuo e N˜ ao-Peri ´ odico -
Transformada de Fourier (FT)
Sinal Discreto e N˜ ao-Peri ´ odico -
Transformada de Fourier Discreta (DTFT)
– p.10/175
Representac¸ ˜ ao de Fourier para os sinais
Sinal Cont´ınuo e Peri ´ odico - S´ erie de
Fourier (FS)
Sinal Discreto e Peri ´ odico - S´ erie de Fourier
Discreta (DTFS)
Sinal Cont´ınuo e N˜ ao-Peri ´ odico -
Transformada de Fourier (FT)
Sinal Discreto e N˜ ao-Peri ´ odico -
Transformada de Fourier Discreta (DTFT)
– p.10/175
Representac¸ ˜ ao de Fourier para os sinais
Sinal Cont´ınuo e Peri ´ odico - S´ erie de
Fourier (FS)
Sinal Discreto e Peri ´ odico - S´ erie de Fourier
Discreta (DTFS)
Sinal Cont´ınuo e N˜ ao-Peri ´ odico -
Transformada de Fourier (FT)
Sinal Discreto e N˜ ao-Peri ´ odico -
Transformada de Fourier Discreta (DTFT)
– p.10/175
Representac¸ ˜ ao de Fourier para os sinais
Sinal Cont´ınuo e Peri ´ odico - S´ erie de
Fourier (FS)
Sinal Discreto e Peri ´ odico - S´ erie de Fourier
Discreta (DTFS)
Sinal Cont´ınuo e N˜ ao-Peri ´ odico -
Transformada de Fourier (FT)
Sinal Discreto e N˜ ao-Peri ´ odico -
Transformada de Fourier Discreta (DTFT)
– p.10/175
Sinais Discretos e Peri ´ odicos
Representar sinais discreto peri ´ odicos com uma soma
ponderada de e
jkΩ
o
n
Vamos, ent ˜ ao, aproximar o sinal x[n] (discreto e peri ´ odico) por
ˆ x[n] =
¸
k
A[k]e
jkΩ
o
n
Onde Ω
o
=

N
´ e a freq¨ uˆ encia fundamental de x[n].
– p.11/175
Periodicidade na Representac¸ ˜ ao de Si-
nais Discretos e Peri ´ odicos
Repare que:
e
j(N+k)Ω
0
n
= e
jNΩ
0
n
e
jkΩ
0
n
mas NΩ
o
= N

N
= 2π
= e
j2πn
e
jkΩ
0
n
mas e
j2πn
= 1
= e
jkΩ
0
n
Ou seja, s ´ o existem N valores distintos, portanto:
ˆ x[n] =
¸
k=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n
Como calcular os coeficientes A[k]?
– p.12/175
Os coeficientes A[k]
Vamos minimizar a diferenc¸ a entre x[n] e ˆ x[n], ou seja:
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n] − ˆ x[n]|
2
→ o menor poss´ıvel
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]−
¸
k=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n
|
2
→ o menor poss´ıvel
Antes de derivar a DTFS, considere as seguintes express ˜ oes:
N−1
¸
n=0
e
j(k−m)Ω
o
n
=

N, k = m
1−e
jk2π
1−e
jkΩ
o
k = m
Repare que e
jk2π
= 1, logo:
N−1
¸
n=0
e
j(k−m)Ω
o
n
=

N, k = m
0 k = m
– p.13/175
Os coeficientes A[k]
Vamos minimizar a diferenc¸ a entre x[n] e ˆ x[n], ou seja:
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n] − ˆ x[n]|
2
→ o menor poss´ıvel
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]−
¸
k=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n
|
2
→ o menor poss´ıvel
Antes de derivar a DTFS, considere as seguintes express ˜ oes:
N−1
¸
n=0
e
j(k−m)Ω
o
n
=

N, k = m
1−e
jk2π
1−e
jkΩ
o
k = m
Repare que e
jk2π
= 1, logo:
N−1
¸
n=0
e
j(k−m)Ω
o
n
=

N, k = m
0 k = m
– p.13/175
A vers ˜ ao cont´ınua ´ e:

T
0
e
j(k−m)ω
o
t
dt =

T, k = m
0 k = m
A express ˜ ao (discreta) acima pode ser obtida usando:
N−1
¸
n=0
β
n
=

1−β
N
1−β
, β = 1
N β = 1

¸
n=0
β
n
=
1
1 −β
, |β| < 1

¸
n=k
β
n
=
β
k
1 −β
, |β| < 1

¸
n=0

n
=
β
(1 −β)
2
, |β| < 1
– p.14/175
A vers ˜ ao cont´ınua ´ e:

T
0
e
j(k−m)ω
o
t
dt =

T, k = m
0 k = m
A express ˜ ao (discreta) acima pode ser obtida usando:
N−1
¸
n=0
β
n
=

1−β
N
1−β
, β = 1
N β = 1

¸
n=0
β
n
=
1
1 −β
, |β| < 1

¸
n=k
β
n
=
β
k
1 −β
, |β| < 1

¸
n=0

n
=
β
(1 −β)
2
, |β| < 1
– p.14/175
Minimizac¸ ˜ ao do Erro
Considere, ent ˜ ao, a minimizac¸ ˜ ao do erro
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n] − ˆ x[n]|
2
=
1
N
¸
n=<N>

x[n] −
¸
n=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n

2
Lembrando que o MSE envolve n´ umeros complexos,
podemos escrever:
MSE =
1
N
X
n=<N>
8
<
:
0
@
x[n] −
X
n=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n
1
A
0
@
x[n] −
X
n=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n
1
A

9
=
;
– p.15/175
Minimizac¸ ˜ ao do Erro
Considere, ent ˜ ao, a minimizac¸ ˜ ao do erro
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n] − ˆ x[n]|
2
=
1
N
¸
n=<N>

x[n] −
¸
n=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n

2
Lembrando que o MSE envolve n´ umeros complexos,
podemos escrever:
MSE =
1
N
X
n=<N>
8
<
:
0
@
x[n] −
X
n=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n
1
A
0
@
x[n] −
X
n=<N>
A[k]e
jkΩ
o
n
1
A

9
=
;
– p.15/175
Multiplicando cada termo, temos:
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2
¸
m=<N>
A

[m]

1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jmΩ
o
n


¸
k=<N>
A

[k]

1
N
¸
n=<N>
x

[n]e
jkΩ
o
n

+
¸
k=<N>
¸
m=<N>
A

[m]A[k]

1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−j(k−m)Ω
o
n

Definindo
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
e considerando a ortogonalidade entre as exponenciais
complexas
MSE =
1
N
X
n=<N>
|x[n]|
2

X
k=<N>
A

[k]X[k]−
X
k=<N>
A[k]X

[k]+
X
k=<N>
|A[k]|
2
– p.16/175
Multiplicando cada termo, temos:
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2
¸
m=<N>
A

[m]

1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jmΩ
o
n


¸
k=<N>
A

[k]

1
N
¸
n=<N>
x

[n]e
jkΩ
o
n

+
¸
k=<N>
¸
m=<N>
A

[m]A[k]

1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−j(k−m)Ω
o
n

Definindo
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
e considerando a ortogonalidade entre as exponenciais
complexas
MSE =
1
N
X
n=<N>
|x[n]|
2

X
k=<N>
A

[k]X[k]−
X
k=<N>
A[k]X

[k]+
X
k=<N>
|A[k]|
2
– p.16/175
Multiplicando cada termo, temos:
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2
¸
m=<N>
A

[m]

1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jmΩ
o
n


¸
k=<N>
A

[k]

1
N
¸
n=<N>
x

[n]e
jkΩ
o
n

+
¸
k=<N>
¸
m=<N>
A

[m]A[k]

1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−j(k−m)Ω
o
n

Definindo
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
e considerando a ortogonalidade entre as exponenciais
complexas
MSE =
1
N
X
n=<N>
|x[n]|
2

X
k=<N>
A

[k]X[k]−
X
k=<N>
A[k]X

[k]+
X
k=<N>
|A[k]|
2
– p.16/175
Completando o quadrado, temos:
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2
+
¸
k=<N>

|A[k]|
2
−A

[k]X[k] −A[k]X

[k] +|X[k]|
2


¸
k=<N>
|X[k]|
2
Logo
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2
+
¸
k=<N>
|A[k] −X[k]|
2

¸
k=<N>
|X[k]|
2
– p.17/175
Completando o quadrado, temos:
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2
+
¸
k=<N>

|A[k]|
2
−A

[k]X[k] −A[k]X

[k] +|X[k]|
2


¸
k=<N>
|X[k]|
2
Logo
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2
+
¸
k=<N>
|A[k] −X[k]|
2

¸
k=<N>
|X[k]|
2
– p.17/175
MSE ´ e minimizado se:
A[k] = X[k]
Ent ˜ ao
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2

¸
k=<N>
|X[k]|
2
Usando
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
temos
¸
k=<N>
|X[k]|
2
=
¸
k=<N>
1
N
2
¸
n=<N>
¸
m=<N>
x[n]x

[m]e
j(m−n)Ω
o
k
=
1
N
¸
n=<N>
¸
m=<N>
x[n]x

[m]
1
N
¸
k=<N>
e
j(m−n)Ω
o
k
– p.18/175
MSE ´ e minimizado se:
A[k] = X[k]
Ent ˜ ao
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2

¸
k=<N>
|X[k]|
2
Usando
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
temos
¸
k=<N>
|X[k]|
2
=
¸
k=<N>
1
N
2
¸
n=<N>
¸
m=<N>
x[n]x

[m]e
j(m−n)Ω
o
k
=
1
N
¸
n=<N>
¸
m=<N>
x[n]x

[m]
1
N
¸
k=<N>
e
j(m−n)Ω
o
k
– p.18/175
MSE ´ e minimizado se:
A[k] = X[k]
Ent ˜ ao
MSE =
1
N
¸
n=<N>
|x[n]|
2

¸
k=<N>
|X[k]|
2
Usando
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
temos
¸
k=<N>
|X[k]|
2
=
¸
k=<N>
1
N
2
¸
n=<N>
¸
m=<N>
x[n]x

[m]e
j(m−n)Ω
o
k
=
1
N
¸
n=<N>
¸
m=<N>
x[n]x

[m]
1
N
¸
k=<N>
e
j(m−n)Ω
o
k
– p.18/175
Resultado MSE
Usando a ortogonalidade
¸
k=<N>
|X[k]|
2
=
1
N
¸
k=<N>
|x[n]|
2
resulta em MSE = 0.
– p.19/175
Discrete Time Fourier Series (DTFS)
A DTFS ´ e calculada a partir de Sinais Discretos Peri ´ odicos:
(T) Discreto ⇐⇒Peri ´ odico (F)
(T) Peri ´ odico (Per´ıodo = N e Ω
o
= 2π/N) ⇐⇒Discreto (F)
O par Tempo-Freq¨ uˆ encia para a DTFS ´ e:



x[n] =

k=<N>
X[k]e
jkΩ
o
n
X[k] =
1
N

n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
– p.20/175
Discrete Time Fourier Series (DTFS)
A DTFS ´ e calculada a partir de Sinais Discretos Peri ´ odicos:
(T) Discreto ⇐⇒Peri ´ odico (F)
(T) Peri ´ odico (Per´ıodo = N e Ω
o
= 2π/N) ⇐⇒Discreto (F)
O par Tempo-Freq¨ uˆ encia para a DTFS ´ e:



x[n] =

k=<N>
X[k]e
jkΩ
o
n
X[k] =
1
N

n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
– p.20/175
Discrete Time Fourier Series (DTFS)
A DTFS ´ e calculada a partir de Sinais Discretos Peri ´ odicos:
(T) Discreto ⇐⇒Peri ´ odico (F)
(T) Peri ´ odico (Per´ıodo = N e Ω
o
= 2π/N) ⇐⇒Discreto (F)
O par Tempo-Freq¨ uˆ encia para a DTFS ´ e:



x[n] =

k=<N>
X[k]e
jkΩ
o
n
X[k] =
1
N

n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
– p.20/175
Exemplo 3.1 (mfile3)
Problema 3.1 - Determine os coeficientes da DTFS do sinal
x[n] = 1 +sin

1
12
πn +

8

Ao inv´ es de usar as f ´ ormulas, escrevo x[n] em termos de
exponenciais.
x[n] = 1 +
e
j(
1
12
πn+

8
)
−e
−j(
1
12
πn+

8
)
2j
Colocando na forma x[n] =
¸
k=<N>
X[k]e
jkΩ
o
n
x[n] = 1 −
e
(−1)j

8
2j
e
(−1)j
1
12
πn
+
e
(+1)j

8
2j
e
(+1)j
1
12
πn
– p.21/175
Exemplo 3.1 (mfile3)
Problema 3.1 - Determine os coeficientes da DTFS do sinal
x[n] = 1 +sin

1
12
πn +

8

Ao inv´ es de usar as f ´ ormulas, escrevo x[n] em termos de
exponenciais.
x[n] = 1 +
e
j(
1
12
πn+

8
)
−e
−j(
1
12
πn+

8
)
2j
Colocando na forma x[n] =
¸
k=<N>
X[k]e
jkΩ
o
n
x[n] = 1 −
e
(−1)j

8
2j
e
(−1)j
1
12
πn
+
e
(+1)j

8
2j
e
(+1)j
1
12
πn
– p.21/175
Exemplo 3.1 (mfile3)
Problema 3.1 - Determine os coeficientes da DTFS do sinal
x[n] = 1 +sin

1
12
πn +

8

Ao inv´ es de usar as f ´ ormulas, escrevo x[n] em termos de
exponenciais.
x[n] = 1 +
e
j(
1
12
πn+

8
)
−e
−j(
1
12
πn+

8
)
2j
Colocando na forma x[n] =
¸
k=<N>
X[k]e
jkΩ
o
n
x[n] = 1 −
e
(−1)j

8
2j
e
(−1)j
1
12
πn
+
e
(+1)j

8
2j
e
(+1)j
1
12
πn
– p.21/175
Falta o per´ıodo. Mas Ω
o
=
π
12
, logo N = 24.
X[k] =


e
j
(


8
)
2j
=
1
2
e

e
j
(


8
)
e
j
π
2
=
1
2
e
j
π
8
k = −1
1 k = 0
e
j

8
2j
=
1
2
e
j

8
e
j
π
2
=
1
2
e
−j
π
8
k = 1
0 caso contr ´ ario para −11 ≤ k ≤ 12
– p.22/175
Resposta do exerc´ıcio Proposto 3.1
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.5
1
1.5
2
x[n]=1+sin(π/12n+3π/8n)
n
x
[
n
]
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.5
1
k
|
X
[
k
]
|
−30 −20 −10 0 10 20 30
−0.5
0
0.5
k
a
n
g
l
e
(
X
[
k
]
)
– p.23/175
Exemplo 3.2
Problema 3.2 - Determine os coeficientes da DTFS do sinal
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
1.2
1.4
1.6
1.8
2
x[n]
n
x
[
n
]
– p.24/175
Achando o per´ıodo - N = 6 →Ω
o
=

6
=
π
3
Usando a express ˜ ao X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
temos
X[k] =
1
6
3
¸
n=−2
x[n]e
−jkΩ
o
n
X[k] =
1
6
1
¸
n=−1
x[n]e
−jk
π
3
n
=
1
6
+
2
6
e
−jk
π
3
+
2
6
e
jk
π
3
=
1
6
+
2
3
e
jk
π
3
+e
−jk
π
3
2
=
1
6
+
2
3
cos(k
π
3
)
– p.25/175
Achando o per´ıodo - N = 6 →Ω
o
=

6
=
π
3
Usando a express ˜ ao X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
temos
X[k] =
1
6
3
¸
n=−2
x[n]e
−jkΩ
o
n
X[k] =
1
6
1
¸
n=−1
x[n]e
−jk
π
3
n
=
1
6
+
2
6
e
−jk
π
3
+
2
6
e
jk
π
3
=
1
6
+
2
3
e
jk
π
3
+e
−jk
π
3
2
=
1
6
+
2
3
cos(k
π
3
)
– p.25/175
Achando o per´ıodo - N = 6 →Ω
o
=

6
=
π
3
Usando a express ˜ ao X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
temos
X[k] =
1
6
3
¸
n=−2
x[n]e
−jkΩ
o
n
X[k] =
1
6
1
¸
n=−1
x[n]e
−jk
π
3
n
=
1
6
+
2
6
e
−jk
π
3
+
2
6
e
jk
π
3
=
1
6
+
2
3
e
jk
π
3
+e
−jk
π
3
2
=
1
6
+
2
3
cos(k
π
3
)
Obs.: X[k] ´ e real →Fase ´ e 0 ou ±π.
– p.25/175
Soluc¸ ˜ ao do Exerc´ıcio Proposto 3.2
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.5
1
1.5
2
x[n]
n
x
[
n
]
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.5
1
k
|
X
[
k
]
|
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
1
2
3
4
k
a
n
g
l
e
(
X
[
k
]
)
– p.26/175
Onda Quadrada (mfile1)
Considere a onda quadrada discreta mostrada abaixo.
−20 −15 −10 −5 0 5 10 15 20
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
0.8
0.9
1
x
(
n
)
Time (n)
– p.27/175
Onda Quadrada
Usando a express ˜ ao para X[k], temos:
X[k] =
1
N
N−M−1
¸
n=−M
x[n]e
−jkΩ
o
n
Foi escolhido um per´ıodo para o somat ´ orio (Ω
o
=

N
).
Simplificando:
X[k] =
1
N
M
¸
n=−M
e
−jkΩ
o
n
Fac¸ o
m = n +M →

n = −M → m = −M +M = 0
n = M → m = M +M = 2M
– p.28/175
Onda Quadrada
Usando a express ˜ ao para X[k], temos:
X[k] =
1
N
N−M−1
¸
n=−M
x[n]e
−jkΩ
o
n
Foi escolhido um per´ıodo para o somat ´ orio (Ω
o
=

N
).
Simplificando:
X[k] =
1
N
M
¸
n=−M
e
−jkΩ
o
n
Fac¸ o
m = n +M →

n = −M → m = −M +M = 0
n = M → m = M +M = 2M
– p.28/175
Onda Quadrada
Usando a express ˜ ao para X[k], temos:
X[k] =
1
N
N−M−1
¸
n=−M
x[n]e
−jkΩ
o
n
Foi escolhido um per´ıodo para o somat ´ orio (Ω
o
=

N
).
Simplificando:
X[k] =
1
N
M
¸
n=−M
e
−jkΩ
o
n
Fac¸ o
m = n +M →

n = −M → m = −M +M = 0
n = M → m = M +M = 2M
– p.28/175
Mudando as vari ´ aveis no somat ´ orio:
X[k] =
1
N
2M
¸
m=0
e
−jkΩ
o
(m−M)
=
e
jkΩ
o
M
N
2M
¸
m=0
e
−jkΩ
o
m
=
e
jkΩ
o
M
N
1 −e
−jkΩ
o
(2M+1)
1 −e
−jkΩ
o
=
e
jkΩ
o
M
N
e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
−jkΩ
o
/2
e
jkΩ
o
(2M+1)/2
−e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
jkΩ
o
/2
−e
−jkΩ
o
/2
Mas
e
jkΩ
o
M
N
e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
−jkΩ
o
/2
=
1
N
– p.29/175
Mudando as vari ´ aveis no somat ´ orio:
X[k] =
1
N
2M
¸
m=0
e
−jkΩ
o
(m−M)
=
e
jkΩ
o
M
N
2M
¸
m=0
e
−jkΩ
o
m
=
e
jkΩ
o
M
N
1 −e
−jkΩ
o
(2M+1)
1 −e
−jkΩ
o
=
e
jkΩ
o
M
N
e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
−jkΩ
o
/2
e
jkΩ
o
(2M+1)/2
−e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
jkΩ
o
/2
−e
−jkΩ
o
/2
Mas
e
jkΩ
o
M
N
e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
−jkΩ
o
/2
=
1
N
– p.29/175
Finalmente
X[k] =
1
N
e
jkΩ
o
(2M+1)/2
−e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
jkΩ
o
/2
−e
−jkΩ
o
/2
=
1
N
e
jkΩ
o
(2M+1)/2
−e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
2j
2j
e
jkΩ
o
/2
−e
−jkΩ
o
/2
=
1
N
sin

k

o
2
(2M + 1)

sin

k

o
2

Lembrando que lim
x→0
sin(x)
x
= 1, podemos escrever que:
X[k] =
1
N
k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2
(2M + 1)

k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2

=
2M + 1
N
sin

k

o
2
(2M + 1)

k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2

Quando k = 0 (Lembre que a DTFS ´ e peri ´ odica) X[k] =
2M+1
N
– p.30/175
Finalmente
X[k] =
1
N
e
jkΩ
o
(2M+1)/2
−e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
jkΩ
o
/2
−e
−jkΩ
o
/2
=
1
N
e
jkΩ
o
(2M+1)/2
−e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
2j
2j
e
jkΩ
o
/2
−e
−jkΩ
o
/2
=
1
N
sin

k

o
2
(2M + 1)

sin

k

o
2

Lembrando que lim
x→0
sin(x)
x
= 1, podemos escrever que:
X[k] =
1
N
k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2
(2M + 1)

k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2

=
2M + 1
N
sin

k

o
2
(2M + 1)

k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2

Quando k = 0 (Lembre que a DTFS ´ e peri ´ odica) X[k] =
2M+1
N
– p.30/175
Finalmente
X[k] =
1
N
e
jkΩ
o
(2M+1)/2
−e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
e
jkΩ
o
/2
−e
−jkΩ
o
/2
=
1
N
e
jkΩ
o
(2M+1)/2
−e
−jkΩ
o
(2M+1)/2
2j
2j
e
jkΩ
o
/2
−e
−jkΩ
o
/2
=
1
N
sin

k

o
2
(2M + 1)

sin

k

o
2

Lembrando que lim
x→0
sin(x)
x
= 1, podemos escrever que:
X[k] =
1
N
k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2
(2M + 1)

k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2

=
2M + 1
N
sin

k

o
2
(2M + 1)

k

o
2
(2M + 1)
k

o
2
sin

k

o
2

Quando k = 0 (Lembre que a DTFS ´ e peri ´ odica) X[k] =
2M+1
N
– p.30/175
−20 −15 −10 −5 0 5 10 15 20
−0.2
−0.1
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
X
(
k
)
k
– p.31/175
Exemplo 1 - Inversa - IDTFS (mfile4)
Considere o seguinte sinal na freq¨ uˆ encia:
X[k] = cos


17
k

Determine o sinal x[n].
– p.32/175
Soluc¸ ˜ ao
Neste caso ´ e mais f ´ acil encontrar x[n] usando:
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
ou seja, usar a f ´ ormula de Euler.
Ent ˜ ao:
X[k] = cos


17
k

=
e
j

17
k
+e
−j

17
k
2
=
e
−jk

17
(−3)
+e
−jk

17
(3)
2
→Ω
o
=

17
→N = 17 ∈ N
=
1
17

17
2
e
−jk

17
(−3)
+
17
2
e
−jk

17
(3)

– p.33/175
Soluc¸ ˜ ao
Neste caso ´ e mais f ´ acil encontrar x[n] usando:
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
ou seja, usar a f ´ ormula de Euler.
Ent ˜ ao:
X[k] = cos


17
k

=
e
j

17
k
+e
−j

17
k
2
=
e
−jk

17
(−3)
+e
−jk

17
(3)
2
→Ω
o
=

17
→N = 17 ∈ N
=
1
17

17
2
e
−jk

17
(−3)
+
17
2
e
−jk

17
(3)

– p.33/175
x[n] ´ e:
x[n] =

17
2
n = −3
17
2
n = 3
0 caso contr ´ ario para −8 ≤ n ≤ 8
– p.34/175
Exemplo 2 - Inversa - IDTFS (mfile5)
Considere o seguinte sinal na freq¨ uˆ encia:
X[k] = cos

10π
21
k

+jsin


21
k

Determine o sinal x[n].
– p.35/175
Soluc¸ ˜ ao
Mais uma vez ´ e mais f ´ acil encontrar x[n] usando:
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
Ent ˜ ao (Lembrando que Ω
o
=

21
→N = 21) :
X[k] =
21
21

cos

10π
21
k

+jsin


21
k

=
21
21

e
j
10π
21
k
+e
−j
10π
21
k
2
+j
e
j

21
k
−e
−j

21
k
2j
¸
=
21
21

e
j
10π
21
k
2
+
e
−j
10π
21
k
2
+
e
j

21
k
2

e
−j

21
k
2
¸
=
21
21

e
−jk

21
(−5)
2
+
e
−jk

21
(5)
2
+
e
−jk

21
(−2)
2

e
−jk

21
(2)
2
¸
– p.36/175
Soluc¸ ˜ ao
Mais uma vez ´ e mais f ´ acil encontrar x[n] usando:
X[k] =
1
N
¸
n=<N>
x[n]e
−jkΩ
o
n
Ent ˜ ao (Lembrando que Ω
o
=

21
→N = 21) :
X[k] =
21
21

cos

10π
21
k

+jsin


21
k

=
21
21

e
j
10π
21
k
+e
−j
10π
21
k
2
+j
e
j

21
k
−e
−j

21
k
2j
¸
=
21
21

e
j
10π
21
k
2
+
e
−j
10π
21
k
2
+
e
j

21
k
2

e
−j

21
k
2
¸
=
21
21

e
−jk

21
(−5)
2
+
e
−jk

21
(5)
2
+
e
−jk

21
(−2)
2

e
−jk

21
(2)
2
¸
– p.36/175
x[n] ´ e:
x[n] =

21
2
n = −5
21
2
n = 5
21
2
n = −2

21
2
n = 2
0 caso contr ´ ario para −10 ≤ n ≤ 10
– p.37/175
Exemplo 3 - Inversa - IDTFS (mfile6)
Considere o seguinte sinal na freq¨ uˆ encia:
X[k] =

¸
m=−∞
δ[k −2m] −2δ[k + 3m]
Determine o sinal x[n].
– p.38/175
Soluc¸ ˜ ao
Neste caso, temos que usar
x[n] =
¸
k=<N>
X[k]e
jkΩ
o
n
Note que N = 6 e Ω
o
=

6
=
π
3
.
−20 −15 −10 −5 0 5 10 15 20
0
0.5
1
δ
[
k

2
m
]
k
−20 −15 −10 −5 0 5 10 15 20
−2
−1
0
δ
[
k
+
3
m
]
k
−20 −15 −10 −5 0 5 10 15 20
−2
−1
0
1
δ
[
k

2
m
]

2
δ
[
k
+
3
m
]
k
– p.39/175
Soluc¸ ˜ ao
Neste caso, temos que usar
x[n] =
¸
k=<N>
X[k]e
jkΩ
o
n
Note que N = 6 e Ω
o
=

6
=
π
3
.
−20 −15 −10 −5 0 5 10 15 20
0
0.5
1
δ
[
k

2
m
]
k
−20 −15 −10 −5 0 5 10 15 20
−2
−1
0
δ
[
k
+
3
m
]
k
−20 −15 −10 −5 0 5 10 15 20
−2
−1
0
1
δ
[
k

2
m
]

2
δ
[
k
+
3
m
]
k
– p.39/175
Considerando somente um per´ıodo, ou seja, −3 ≤ k ≤ 2,
temos os seguintes valores para X[k]
X[k] =

−2, k = −3
1, k = −2
0, k = −1
−1, k = 0
0, k = 1
1, k = 2
– p.40/175
O sinal x[n] ´ e:
x[n] =
2
¸
k=−3
X[k]e
jk
π
3
n
Expandindo, temos:
x[n] = −2e
−j

3
n
+ 1e
−j

3
n
−1 + 1e
j

3
n
= −2(−1)
n
+ 2cos


3
n

−1
– p.41/175
O sinal x[n] ´ e:
x[n] =
2
¸
k=−3
X[k]e
jk
π
3
n
Expandindo, temos:
x[n] = −2e
−j

3
n
+ 1e
−j

3
n
−1 + 1e
j

3
n
= −2(−1)
n
+ 2cos


3
n

−1
– p.41/175
S´ erie de Fourier (FS)
A FS ´ e calculada a partir de Sinais Cont´ınuos Peri ´ odicos:
(T) Cont´ınuo (Per´ıodo = T e ω
o
= 2π/T) ⇐⇒N˜ ao-Peri ´ odico (F)
(T) Peri ´ odico ⇐⇒Discreto (F)
O par Tempo-Freq¨ uˆ encia para a FS ´ e:



x(t) =


k=−∞
X[k]e
jkω
o
t
X[k] =
1
T

<T>
x(t)e
−jkω
o
t
dt
– p.42/175
S´ erie de Fourier (FS)
A FS ´ e calculada a partir de Sinais Cont´ınuos Peri ´ odicos:
(T) Cont´ınuo (Per´ıodo = T e ω
o
= 2π/T) ⇐⇒N˜ ao-Peri ´ odico (F)
(T) Peri ´ odico ⇐⇒Discreto (F)
O par Tempo-Freq¨ uˆ encia para a FS ´ e:



x(t) =


k=−∞
X[k]e
jkω
o
t
X[k] =
1
T

<T>
x(t)e
−jkω
o
t
dt
– p.42/175
S´ erie de Fourier (FS)
A FS ´ e calculada a partir de Sinais Cont´ınuos Peri ´ odicos:
(T) Cont´ınuo (Per´ıodo = T e ω
o
= 2π/T) ⇐⇒N˜ ao-Peri ´ odico (F)
(T) Peri ´ odico ⇐⇒Discreto (F)
O par Tempo-Freq¨ uˆ encia para a FS ´ e:



x(t) =


k=−∞
X[k]e
jkω
o
t
X[k] =
1
T

<T>
x(t)e
−jkω
o
t
dt
– p.42/175
Existˆ encia
As condic¸ ˜ oes para a existˆ encia s ˜ ao:
O sinal deve ser limitado.
O sinal deve ter um n´ umero finito de m´ aximos e m´ınimos no
per´ıodo.
O sinal deve ter um n´ umero finito de discontinuidades no
per´ıodo.
– p.43/175
Existˆ encia
As condic¸ ˜ oes para a existˆ encia s ˜ ao:
O sinal deve ser limitado.
O sinal deve ter um n´ umero finito de m´ aximos e m´ınimos no
per´ıodo.
O sinal deve ter um n´ umero finito de discontinuidades no
per´ıodo.
– p.43/175
Existˆ encia
As condic¸ ˜ oes para a existˆ encia s ˜ ao:
O sinal deve ser limitado.
O sinal deve ter um n´ umero finito de m´ aximos e m´ınimos no
per´ıodo.
O sinal deve ter um n´ umero finito de discontinuidades no
per´ıodo.
– p.43/175
Existˆ encia - Contra-exemplos
– p.44/175
Derivac¸ ˜ ao
Supondo que um sinal x(t) cont´ınuo e peri ´ odico por ser
escrito como:
˜ x(t) =

¸
k=−∞
A[k]e
jkω
o
t
onde ω
o
=

T
e T ´ e o per´ıodo da fundamental,
ent ˜ ao

<T>
x(t)e
−jmω
o
t
dt =

<T>
˜ x(t)e
−jmω
o
t
dt
=

<T>

¸
k=−∞
A[k]e
jkω
o
t
e
−jmω
o
t
dt
=

¸
k=−∞
A[k]

<T>
e
jkω
o
t
e
−jmω
o
t
dt
– p.45/175
Derivac¸ ˜ ao
Supondo que um sinal x(t) cont´ınuo e peri ´ odico por ser
escrito como:
˜ x(t) =

¸
k=−∞
A[k]e
jkω
o
t
onde ω
o
=

T
e T ´ e o per´ıodo da fundamental,
ent ˜ ao

<T>
x(t)e
−jmω
o
t
dt =

<T>
˜ x(t)e
−jmω
o
t
dt
=

<T>

¸
k=−∞
A[k]e
jkω
o
t
e
−jmω
o
t
dt
=

¸
k=−∞
A[k]

<T>
e
jkω
o
t
e
−jmω
o
t
dt
– p.45/175
Mas

<T>
e
jkω
o
t
e
−jmω
o
t
dt s´ o n˜ ao ´ e zero se k = m

<T>
x(t)e
−jmω
o
t
dt = A[m]T
Ent ˜ ao:
A[m] =
1
T

<T>
x(t)e
−jmω
o
t
dt
ou, na nossa notac¸ ˜ ao:
X[k] =
1
T

<T>
x(t)e
−jkω
o
t
dt
– p.46/175
Exemplo 3.3 (mfile8)
Considere o sinal x(t) = 2sin(2πt −3) +sin(6πt), calcule a FS.
Per´ıodo Fundamental entre 2sin(2πt −3) (T = 1, ω
o
= 2π) e
sin(6πt) (T = 1/3, ω
o
= 6π) ´ e

T = 1,
ω
o
= 2π
Usando a express ˜ ao x(t) =
¸

k=−∞
X[k]e
jkω
o
t
temos
x(t) = 2
e
j(2πt−3)
−e
−j(2πt−3)
2j
+
e
j6πt
−e
−(j6πt)
2j
x(t) = −je
j(2πt−3)
+je
−j(2πt−3)

j
2
e
j6πt
+
j
2
e
−(j6πt)
x(t) =
j
2
e
j(−3)2πt
+je
j(−1)2πt
e
j3
−je
j(1)2πt
e
−j3

j
2
e
j(3)2πt
– p.47/175
Exemplo 3.3 (mfile8)
Considere o sinal x(t) = 2sin(2πt −3) +sin(6πt), calcule a FS.
Per´ıodo Fundamental entre 2sin(2πt −3) (T = 1, ω
o
= 2π) e
sin(6πt) (T = 1/3, ω
o
= 6π) ´ e

T = 1,
ω
o
= 2π
Usando a express ˜ ao x(t) =
¸

k=−∞
X[k]e
jkω
o
t
temos
x(t) = 2
e
j(2πt−3)
−e
−j(2πt−3)
2j
+
e
j6πt
−e
−(j6πt)
2j
x(t) = −je
j(2πt−3)
+je
−j(2πt−3)

j
2
e
j6πt
+
j
2
e
−(j6πt)
x(t) =
j
2
e
j(−3)2πt
+je
j(−1)2πt
e
j3
−je
j(1)2πt
e
−j3

j
2
e
j(3)2πt
– p.47/175
Portanto
X[k] =

j
2
=
1
2
e
j
π
2
k = −3
je
j3
= 1e
j
π
2
e
j3
= 1e
j(
π
2
+3)
k = −1
−je
−j3
= e

e
j
π
2
e
−j3
= e
j(

2
−3)
k = 1

j
2
=
1
2
e

e
j
π
2
=
1
2
e
−j
π
2
k = 3
0 caso contr ´ ario
– p.48/175
−2 −1.5 −1 −0.5 0 0.5 1 1.5 2
−4
−2
0
2
4
x(t)=2sin((2π)t−3)+sin((6π)t)
t
x
(
t
)
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.5
1
k
|
X
[
k
]
|
−30 −20 −10 0 10 20 30
−2
−1
0
1
2
k
a
n
g
l
e
(
X
[
k
]
)
– p.49/175
Proposto 3.4
Encontre a FS para o sinal dente de serra mostrado na figura
abaixo.
−3 −2 −1 0 1 2 3
−0.5
0
0.5
1
Sawtooth
t
x
(
t
)
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.1
0.2
0.3
k
|
X
[
k
]
|
−30 −20 −10 0 10 20 30
−4
−2
0
2
4
k
a
n
g
l
e
(
X
[
k
]
)
– p.50/175
Soluc¸ ˜ ao
Como o sinal ´ e peri ´ odico, devemos determinar T e ω
o
.
T = 1 −


1
2

=
3
2
→ω
o
=

T
=

3/2
=

3
Usando a express ˜ ao para o c´ alculo de X[k], temos:
X[k] =
1
3/2

1
−1/2
te
−jkω
o
t
dt
Resolvendo a integral por partes, temos:
u = t → du = dt
vdt = e
−jkω
o
t
dt → v = −
1
jkω
o
t
e
−jkω
o
t
– p.51/175
Soluc¸ ˜ ao
Como o sinal ´ e peri ´ odico, devemos determinar T e ω
o
.
T = 1 −


1
2

=
3
2
→ω
o
=

T
=

3/2
=

3
Usando a express ˜ ao para o c´ alculo de X[k], temos:
X[k] =
1
3/2

1
−1/2
te
−jkω
o
t
dt
Resolvendo a integral por partes, temos:
u = t → du = dt
vdt = e
−jkω
o
t
dt → v = −
1
jkω
o
t
e
−jkω
o
t
– p.51/175
Soluc¸ ˜ ao
Como o sinal ´ e peri ´ odico, devemos determinar T e ω
o
.
T = 1 −


1
2

=
3
2
→ω
o
=

T
=

3/2
=

3
Usando a express ˜ ao para o c´ alculo de X[k], temos:
X[k] =
1
3/2

1
−1/2
te
−jkω
o
t
dt
Resolvendo a integral por partes, temos:
u = t → du = dt
vdt = e
−jkω
o
t
dt → v = −
1
jkω
o
t
e
−jkω
o
t
– p.51/175
Ent ˜ ao
X[k] =
2
3
¸

t
jkω
o
e
−jkω
o
t

1
−1/2
+
1
jkω
o

1
−1/2
e
−jkω
o
t
dt
¸
=
2
3
¸

1
jkω
o

e
−jkω
o
+
1
2
e
jkω
o
/2

+
1
k
2
ω
2
o

e
−jkω
o
−e
jkω
o
/2

– p.52/175
Onda Quadrada (mfile2)
Considere a onda quadrada mostrada na figura abaixo
– p.53/175
FS da Onda Quadrada
O Per´ıodo ´ e T →ω
o
=

T
Temos que integrar sobre um per´ıodo (Escolhendo o mais
f ´ acil), temos:
X[k] =
1
T

T/2
−T/2
x(t)e
−jkω
o
t
dt
=
1
T

T
o
−T
o
e
−jkω
o
t
dt
=
−1
Tjkω
o
e
−jkω
o
t

T
o
−T
o
=
2
Tkω
o
e
jkω
o
T
o
−e
−jkω
o
T
o
2j
=
2sin(kω
o
T
o
)
Tkω
o
=
2T
o
T
sin(kω
o
T
o
)

o
T
o
– p.54/175
FS da Onda Quadrada
O Per´ıodo ´ e T →ω
o
=

T
Temos que integrar sobre um per´ıodo (Escolhendo o mais
f ´ acil), temos:
X[k] =
1
T

T/2
−T/2
x(t)e
−jkω
o
t
dt
=
1
T

T
o
−T
o
e
−jkω
o
t
dt
=
−1
Tjkω
o
e
−jkω
o
t

T
o
−T
o
=
2
Tkω
o
e
jkω
o
T
o
−e
−jkω
o
T
o
2j
=
2sin(kω
o
T
o
)
Tkω
o
=
2T
o
T
sin(kω
o
T
o
)

o
T
o
– p.54/175
Podemos escrever X[k] como:
X[k] =
2T
o
T
sin(k

T
T
o
)
k

T
T
o
=
2T
o
T
sin(πk
2T
o
T
)
πk
2T
o
T
=
2T
o
T
sinc(k
2T
o
T
)
A func¸ ˜ ao sinc no lado direito da express ˜ ao ´ e definida como:
sinc(u) =
sin(πu)
πu
– p.55/175
Podemos escrever X[k] como:
X[k] =
2T
o
T
sin(k

T
T
o
)
k

T
T
o
=
2T
o
T
sin(πk
2T
o
T
)
πk
2T
o
T
=
2T
o
T
sinc(k
2T
o
T
)
A func¸ ˜ ao sinc no lado direito da express ˜ ao ´ e definida como:
sinc(u) =
sin(πu)
πu
– p.55/175
FS da Onda Quadrada
−50 0 50
−0.05
0
0.05
0.1
0.15
X
(
k
)
T=50, T
o
=2
−50 0 50
−0.5
0
0.5
1
1.5
X
(
k
)
T=50, T
o
=35
PSfrag replacements
k
– p.56/175
Onda Quadrada como entrada de um
Circuito RC (mfile7)
O exemplo anterior mostrou que a onda quadrada pode ser
escrita em S´ eries de Fourier:
x(t) =

¸
k=−∞
2T
o
T
sin(kω
o
T
o
)

o
T
o
e
jkω
o
t
Suponha, agora, que uma onda quadrada (com T = 1 s e
T
o
T
=
1
4
) ´ e entrada de tens ˜ ao em um circuito RC (com
RC = 0, 1 s). Determine a sa´ıda y(t) (tens ˜ ao no capacitor).
– p.57/175
Onda Quadrada como entrada de um
Circuito RC (mfile7)
O exemplo anterior mostrou que a onda quadrada pode ser
escrita em S´ eries de Fourier:
x(t) =

¸
k=−∞
2T
o
T
sin(kω
o
T
o
)

o
T
o
e
jkω
o
t
Suponha, agora, que uma onda quadrada (com T = 1 s e
T
o
T
=
1
4
) ´ e entrada de tens ˜ ao em um circuito RC (com
RC = 0, 1 s). Determine a sa´ıda y(t) (tens ˜ ao no capacitor).
– p.57/175
Sabemos que a sa´ıda y(t) de um sistema LIT cont ´ em as
mesmas exponenciais complexas da entrada. Logo:
y(t) =

¸
k=−∞
H(jkω
o
)
2T
o
T
sin(kω
o
T
o
)

o
T
o
. .. .
Y [k]
e
jkω
o
t
H(jkω
o
) modifica a amplitude e a fase das v ´ arias
exponenciais complexas da entrada.
A resposta em freq¨ uˆ encia do circuito RC ´ e dada por:
H(jω) =
1/RC
jω + 1/RC
H(jkω
o
) =
1/RC
jkω
o
+ 1/RC
– p.58/175
Sabemos que a sa´ıda y(t) de um sistema LIT cont ´ em as
mesmas exponenciais complexas da entrada. Logo:
y(t) =

¸
k=−∞
H(jkω
o
)
2T
o
T
sin(kω
o
T
o
)

o
T
o
. .. .
Y [k]
e
jkω
o
t
H(jkω
o
) modifica a amplitude e a fase das v ´ arias
exponenciais complexas da entrada.
A resposta em freq¨ uˆ encia do circuito RC ´ e dada por:
H(jω) =
1/RC
jω + 1/RC
H(jkω
o
) =
1/RC
jkω
o
+ 1/RC
– p.58/175
Como RC = 0, 1, T = 1 e ω
o
= 2π, podemos escrever:
H(j2πk) =
10
j2πk + 10
A sa´ıda y(t) ´ e:
y(t) =

¸
k=−∞
10
j2πk + 10
sin(kπ/2)

. .. .
Y [k]
e
j2πkt
– p.59/175
Como RC = 0, 1, T = 1 e ω
o
= 2π, podemos escrever:
H(j2πk) =
10
j2πk + 10
A sa´ıda y(t) ´ e:
y(t) =

¸
k=−∞
10
j2πk + 10
sin(kπ/2)

. .. .
Y [k]
e
j2πkt
– p.59/175
Trem de Impulsos
Considere o seguinte trem de impulsos:
x(t) =

¸
i=−∞
δ(t −iT)
Ache a representac¸ ˜ ao em FS para este sinal.
– p.60/175
Claramente o sinal x(t) ´ e cont´ınuo e peri ´ odico com per´ıodo
T.
Podemos calcular os coeficientes X[k]:
X[k] =
1
T

T/2
−T/2
x(t)e
−jkω
o
t
dt
=
1
T

T/2
−T/2
δ(t)e
−jkω
o
t
dt
=
1
T
∀k
– p.61/175
Claramente o sinal x(t) ´ e cont´ınuo e peri ´ odico com per´ıodo
T.
Podemos calcular os coeficientes X[k]:
X[k] =
1
T

T/2
−T/2
x(t)e
−jkω
o
t
dt
=
1
T

T/2
−T/2
δ(t)e
−jkω
o
t
dt
=
1
T
∀k
– p.61/175
Transformada Discreta de Fourier (DTFT)
A DTFT ´ e calculada a partir de Sinais Discretos N˜ ao-Peri ´ odicos:
(T) Discreto ⇐⇒Peri ´ odico (F) (Per´ıodo = 2π)
(T) N˜ ao-Peri ´ odico ⇐⇒Cont´ınuo (F)



x[n] =
1

π
−π
X[e
jΩ
]e
jΩn
dΩ
X(e
jΩ
) =


n=−∞
x[n]e
−jΩn
– p.62/175
Transformada Discreta de Fourier (DTFT)
A DTFT ´ e calculada a partir de Sinais Discretos N˜ ao-Peri ´ odicos:
(T) Discreto ⇐⇒Peri ´ odico (F) (Per´ıodo = 2π)
(T) N˜ ao-Peri ´ odico ⇐⇒Cont´ınuo (F)



x[n] =
1

π
−π
X[e
jΩ
]e
jΩn
dΩ
X(e
jΩ
) =


n=−∞
x[n]e
−jΩn
– p.62/175
Transformada Discreta de Fourier (DTFT)
A DTFT ´ e calculada a partir de Sinais Discretos N˜ ao-Peri ´ odicos:
(T) Discreto ⇐⇒Peri ´ odico (F) (Per´ıodo = 2π)
(T) N˜ ao-Peri ´ odico ⇐⇒Cont´ınuo (F)



x[n] =
1

π
−π
X[e
jΩ
]e
jΩn
dΩ
X(e
jΩ
) =


n=−∞
x[n]e
−jΩn
– p.62/175
Pulso Retangular
Considere o seguinte sinal:
x[n] =

1 |n| ≤ M
0 |n| > M
Determine a DTFT do sinal.
– p.63/175
Soluc¸ ˜ ao
Usando X(e
jΩ
) =
¸

n=−∞
x[n]e
−jΩn
, temos:
X(e
jΩ
) =
M
¸
n=−M
x[n]e
−jΩn
=
M
¸
n=−M
e
−jΩn
Fac¸ o m = n +M
X(e
jΩ
) =
2M
¸
m=0
e
−jΩ(m−M)
= e
jΩM
2M
¸
m=0
e
−jΩm
= e
jΩM
1 −e
−jΩ(2M+1)
1 −e
−jΩ
= e
jΩM
e
−j

2
(2M+1)
e
−j

2
e
j

2
(2M+1)
−e
−j

2
(2M+1)
e
j

2
−e
−j

2
=
sin(

2
(2M + 1))
sin(

2
)
– p.64/175
Soluc¸ ˜ ao
Usando X(e
jΩ
) =
¸

n=−∞
x[n]e
−jΩn
, temos:
X(e
jΩ
) =
M
¸
n=−M
x[n]e
−jΩn
=
M
¸
n=−M
e
−jΩn
Fac¸ o m = n +M
X(e
jΩ
) =
2M
¸
m=0
e
−jΩ(m−M)
= e
jΩM
2M
¸
m=0
e
−jΩm
= e
jΩM
1 −e
−jΩ(2M+1)
1 −e
−jΩ
= e
jΩM
e
−j

2
(2M+1)
e
−j

2
e
j

2
(2M+1)
−e
−j

2
(2M+1)
e
j

2
−e
−j

2
=
sin(

2
(2M + 1))
sin(

2
)
– p.64/175
Pulso Retangular
– p.65/175
Pulso Retangular na Freq¨ uˆ encia
Considere o seguinte sinal na freq¨ uˆ encia
X(e
jΩ
) =

1 |Ω| ≤ W
0 W < |Ω| < π
Determine o sinal x[n] (dom´ınio do tempo).
– p.66/175
Aplicando x[n] =
1

π
−π
X[e
jΩ
]e
jΩn
dΩ, temos
x[n] =
1

W
−W
e
jΩn
dΩ
=
1
2πnj
e
jΩn

W
−W
Lembre de n = 0
=
1
πn
sin(Wn) ou
=
W
π
sin(Wn)
Wn
– p.67/175
Pulso Retangular na Freq¨ uˆ encia
– p.68/175
Impulso
Considere o seguinte sinal
x[n] = δ[n]
Determine a DTFT do sinal.
– p.69/175
Usando X(e
jΩ
) =
¸

n=−∞
x[n]e
−jΩn
, temos:
X(e
jΩ
) =

¸
n=−∞
δ[n]e
−jΩn
= 1
Graficamente, temos:
– p.70/175
Usando X(e
jΩ
) =
¸

n=−∞
x[n]e
−jΩn
, temos:
X(e
jΩ
) =

¸
n=−∞
δ[n]e
−jΩn
= 1
Graficamente, temos:
– p.70/175
Transformada de Fourier (FT)
A FT ´ e calculada a partir de Sinais Cont´ınuos N˜ ao-Peri ´ odicos:
(T) Cont´ınuo ⇐⇒N˜ ao-Peri ´ odico (F)
(T) N˜ ao-Peri ´ odico ⇐⇒Cont´ınuo (F)



x(t) =
1


−∞
X[jω]e
jωt

X(jω) =


−∞
x(t)e
−jωt
dt
– p.71/175
Transformada de Fourier (FT)
A FT ´ e calculada a partir de Sinais Cont´ınuos N˜ ao-Peri ´ odicos:
(T) Cont´ınuo ⇐⇒N˜ ao-Peri ´ odico (F)
(T) N˜ ao-Peri ´ odico ⇐⇒Cont´ınuo (F)



x(t) =
1


−∞
X[jω]e
jωt

X(jω) =


−∞
x(t)e
−jωt
dt
– p.71/175
Transformada de Fourier (FT)
A FT ´ e calculada a partir de Sinais Cont´ınuos N˜ ao-Peri ´ odicos:
(T) Cont´ınuo ⇐⇒N˜ ao-Peri ´ odico (F)
(T) N˜ ao-Peri ´ odico ⇐⇒Cont´ınuo (F)



x(t) =
1


−∞
X[jω]e
jωt

X(jω) =


−∞
x(t)e
−jωt
dt
– p.71/175
Exponencial
Considere o sinal x(t) = e
−at
u(t). Calcular a FT do sinal.
– p.72/175
Ao usar X(jω) =


−∞
x(t)e
−jωt
dt, temos que observar se a
integral converge. Ent ˜ ao para a > 0, temos:
X(jω) =


−∞
e
−at
u(t)e
−jωt
dt
=


0
e
−(a+jω)t
dt
= −
1
a +jw
e
−(a+jω)t


0
=
1
a +jw
– p.73/175
Exponencial
– p.74/175
Pulso Retangular
Considere o seguinte sinal:
x(t) =

1 |t| ≤ T
0
0 |t| > T
0
Calcule a FT.
– p.75/175
Usando X(jw) =


−∞
x(t)e
−jωt
, temos:
X(jw) =

T
0
−T
0
x(t)e
−jωt
dt
= −
1
jw
e
−jωt

T
0
−T
0
= −
1
jw
(e
−jωT
0
−e
jωT
0
)
=
2j

e
jωT
0
−e
−jωT
0
2j
=
2
ω
sin(ωT
0
)
= 2T
0
sin(ωT
0
)
ωT
0
– p.76/175
Pulso Retangular
– p.77/175
Pulso Retangular na Freq¨ uˆ encia
Considere o seguinte sinal na freq¨ uˆ encia
X(jω) =

1 |ω| ≤ W
0 W < |ω|
Determine o sinal x(t) (dom´ınio do tempo).
– p.78/175
Aplicando x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt
dω, temos
x(t) =
1

W
−W
e
jωt

=
1
2πtj
e
jωt

W
−W
Lembre de t = 0
=
1
πt
sin(Wt) ou
=
W
π
sin(Wt)
Wt
– p.79/175
Impulso no tempo
Determine a transformada de Fourier para o impulso δ(t).
– p.80/175
Usando X(jw) =


−∞
x(t)e
−jωt
, temos:
X(jw) =


−∞
δ(t)e
−jωt
dt
= e
−jωt

t=0
= 1
– p.81/175
Impulso na freq¨ uˆ encia
Determine a transformada inversa de Fourier para o impulso
δ(ω).
– p.82/175
Usando x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt
, temos:
x(t) =
1


−∞
δ(ω)e
jωt
dt
=
1

e
jωt

ω=0
=
1

– p.83/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Propriedades das Representac¸ ˜ oes de
Fourier
Periodicidade
Linearidade
Simetria
Deslocamento no tempo
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Escalonamento
Diferenciac¸ ˜ ao
Integrac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao
Modulac¸ ˜ ao
Relac¸ ˜ oes de Parseval
Dualidade
Produto Tempo-Banda de passagem
– p.84/175
Linearidade
Esta propriedade pode ser facilmente provada, lembrando que
a integral (soma) da soma de duas func¸ ˜ oes ´ e a soma (soma) de
cada integral (soma). Ent ˜ ao:
z(t) = ax(t) + by(t) →Z(jw) = aX(jw) + bY (jw)
– p.85/175
Exemplo
Determine a transformada inversa de
X(jw) =
−jω
(jω)
2
+ 3jw + 2
– p.86/175
Soluc¸ ˜ ao
Para encontrar a Transformada Inversa ´ e preciso expandir
em frac¸ ˜ oes parciais
X(jw) =
−jω
(jω)
2
+ 3jw + 2
=
A
jω + 1
+
B
jω + 2
Determinando A e B, temos:
(A+B)jω + 2A +B = −jω →

A+B = −1
2A+B = 0

A = −
1
2
B

1
2
B +B = −1 →B = −2 →A = 1
– p.87/175
Soluc¸ ˜ ao
Para encontrar a Transformada Inversa ´ e preciso expandir
em frac¸ ˜ oes parciais
X(jw) =
−jω
(jω)
2
+ 3jw + 2
=
A
jω + 1
+
B
jω + 2
Determinando A e B, temos:
(A+B)jω + 2A +B = −jω →

A+B = −1
2A+B = 0

A = −
1
2
B

1
2
B +B = −1 →B = −2 →A = 1
– p.87/175
Escrevendo X(jω) em frac¸ ˜ oes parciais:
X(jω) =
1
jω + 1
+
−2
jω + 2
Usando a propriedade de linearidade, podemos encontrar
a transformada inversa de cada uma das parcelas:
x(t) =

1e
−t
−2e
−2t

u(t)
– p.88/175
Escrevendo X(jω) em frac¸ ˜ oes parciais:
X(jω) =
1
jω + 1
+
−2
jω + 2
Usando a propriedade de linearidade, podemos encontrar
a transformada inversa de cada uma das parcelas:
x(t) =

1e
−t
−2e
−2t

u(t)
– p.88/175
Simetria (sinal real)
O sinal x(t) ´ e real →x

(t) = x(t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
−j(−ωt)
dt
= X(−jω)
Isto significa que:

(X(jω)) = (−X(jω))
(X(jω)) = −(−X(jω))
e

|(X(jω))| = |(−X(jω))|
∠(X(jω)) = −∠(−X(jω))
– p.89/175
Simetria (sinal real)
O sinal x(t) ´ e real →x

(t) = x(t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
−j(−ωt)
dt
= X(−jω)
Isto significa que:

(X(jω)) = (−X(jω))
(X(jω)) = −(−X(jω))
e

|(X(jω))| = |(−X(jω))|
∠(X(jω)) = −∠(−X(jω))
– p.89/175
Simetria (sinal real)
O sinal x(t) ´ e real →x

(t) = x(t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
−j(−ωt)
dt
= X(−jω)
Isto significa que:

(X(jω)) = (−X(jω))
(X(jω)) = −(−X(jω))
e

|(X(jω))| = |(−X(jω))|
∠(X(jω)) = −∠(−X(jω))
– p.89/175
Simetria (sinal imagin´ ario)
O sinal x(t) ´ e puramente imagin´ ario →x

(t) = −x(t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
= −


−∞
x(t)e
−j(−ωt)
dt
= −X(−jω)
Isto significa que:

(X(jω)) = −(−X(jω))
(X(jω)) = (−X(jω))
mas

|(X(jω))| = |(−X(jω))|
∠(X(jω)) = −∠(−X(jω))
– p.90/175
Simetria (sinal imagin´ ario)
O sinal x(t) ´ e puramente imagin´ ario →x

(t) = −x(t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
= −


−∞
x(t)e
−j(−ωt)
dt
= −X(−jω)
Isto significa que:

(X(jω)) = −(−X(jω))
(X(jω)) = (−X(jω))
mas

|(X(jω))| = |(−X(jω))|
∠(X(jω)) = −∠(−X(jω))
– p.90/175
Simetria (sinal imagin´ ario)
O sinal x(t) ´ e puramente imagin´ ario →x

(t) = −x(t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
= −


−∞
x(t)e
−j(−ωt)
dt
= −X(−jω)
Isto significa que:

(X(jω)) = −(−X(jω))
(X(jω)) = (−X(jω))
mas

|(X(jω))| = |(−X(jω))|
∠(X(jω)) = −∠(−X(jω))
– p.90/175
Simetria (sinal real com simetria par)
O sinal x(t) ´ e real com simetria par →x

(t) = x(t) e
x(t) = x(−t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(−t)e
−jω(−t)
dt
Trocando −t por τ
=


−∞
x(τ)e
−jωτ

= X(jω)
Isso s ´ o ´ e verdade se X(jw) ´ e real (parte imagin´ aria nula).
– p.91/175
Simetria (sinal real com simetria par)
O sinal x(t) ´ e real com simetria par →x

(t) = x(t) e
x(t) = x(−t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(−t)e
−jω(−t)
dt
Trocando −t por τ
=


−∞
x(τ)e
−jωτ

= X(jω)
Isso s ´ o ´ e verdade se X(jw) ´ e real (parte imagin´ aria nula).
– p.91/175
Simetria (sinal real com simetria par)
O sinal x(t) ´ e real com simetria par →x

(t) = x(t) e
x(t) = x(−t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(−t)e
−jω(−t)
dt
Trocando −t por τ
=


−∞
x(τ)e
−jωτ

= X(jω)
Isso s ´ o ´ e verdade se X(jw) ´ e real (parte imagin´ aria nula).
– p.91/175
Simetria (sinal real com simetria impar)
O sinal x(t) ´ e real com simetria impar →x

(t) = x(t) e
x(t) = −x(−t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
jωt
dt
= −


−∞
x(−t)e
−jω(−t)
dt
Trocando −t por τ
= −


−∞
x(τ)e
−jωτ

= −X(jω)
Isso s ´ o ´ e verdade se X(jw) ´ e imagin´ ario.
– p.92/175
Simetria (sinal real com simetria impar)
O sinal x(t) ´ e real com simetria impar →x

(t) = x(t) e
x(t) = −x(−t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
jωt
dt
= −


−∞
x(−t)e
−jω(−t)
dt
Trocando −t por τ
= −


−∞
x(τ)e
−jωτ

= −X(jω)
Isso s ´ o ´ e verdade se X(jw) ´ e imagin´ ario.
– p.92/175
Simetria (sinal real com simetria impar)
O sinal x(t) ´ e real com simetria impar →x

(t) = x(t) e
x(t) = −x(−t).
Usando a definic¸ ˜ ao da Transformada, temos:
X

(jω) =
¸


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=


−∞
x

(t)e
jωt
dt
=


−∞
x(t)e
jωt
dt
= −


−∞
x(−t)e
−jω(−t)
dt
Trocando −t por τ
= −


−∞
x(τ)e
−jωτ

= −X(jω)
Isso s ´ o ´ e verdade se X(jw) ´ e imagin´ ario.
– p.92/175
Deslocamento no tempo
Considere o sinal z(t) = x(t −t
o
).
Calculando a Transformada de Fourier, temos:
Z(jω) =


−∞
x(t −t
o
)e
−jωt
dt
Fazendo τ = t −t
o
→t = τ +t
o
e dt = dτ
Z(jω) =


−∞
x(τ)e
−jω(τ+t
o
)

= e
−jωt
o


−∞
x(τ)e
−jωτ

= e
−jωt
o
X(jω)
– p.93/175
Deslocamento no tempo
Considere o sinal z(t) = x(t −t
o
).
Calculando a Transformada de Fourier, temos:
Z(jω) =


−∞
x(t −t
o
)e
−jωt
dt
Fazendo τ = t −t
o
→t = τ +t
o
e dt = dτ
Z(jω) =


−∞
x(τ)e
−jω(τ+t
o
)

= e
−jωt
o


−∞
x(τ)e
−jωτ

= e
−jωt
o
X(jω)
– p.93/175
Deslocamento no tempo
Considere o sinal z(t) = x(t −t
o
).
Calculando a Transformada de Fourier, temos:
Z(jω) =


−∞
x(t −t
o
)e
−jωt
dt
Fazendo τ = t −t
o
→t = τ +t
o
e dt = dτ
Z(jω) =


−∞
x(τ)e
−jω(τ+t
o
)

= e
−jωt
o


−∞
x(τ)e
−jωτ

= e
−jωt
o
X(jω)
– p.93/175
Exemplo - Onda Quadrada com atraso
Considere os seguintes sinais
Determine a DTFS do sinal em b).
– p.94/175
O sinal da figura a) ´ e a onda quadrada cuja DTFS ´ e
X[k] =
1
N
sin(k

o
2
(2M + 1))
sin(k

o
2
)
Mas Ω
o
=

N
. Da figura a) N = 7, Ω
o
=

7
e M = 2. logo
2M + 1 = 5:
X[k] =
1
7
sin(k

7
)
sin(k
π
7
)
Na figura b) podemos notar que n
o
´ e 3, logo
Z[k] = e
−j

7
1
7
sin(k

7
)
sin(k
π
7
)
– p.95/175
O sinal da figura a) ´ e a onda quadrada cuja DTFS ´ e
X[k] =
1
N
sin(k

o
2
(2M + 1))
sin(k

o
2
)
Mas Ω
o
=

N
. Da figura a) N = 7, Ω
o
=

7
e M = 2. logo
2M + 1 = 5:
X[k] =
1
7
sin(k

7
)
sin(k
π
7
)
Na figura b) podemos notar que n
o
´ e 3, logo
Z[k] = e
−j

7
1
7
sin(k

7
)
sin(k
π
7
)
– p.95/175
X[k] para a onda quadrada
−10 −5 0 5 10
0
0.2
0.4
0.6
0.8
k
|
X
[
k
]
|
−10 −5 0 5 10
0
1
2
3
4
k

X
[
k
]
– p.96/175
Z[k] para a onda quadrada deslocada
−10 −5 0 5 10
0
0.2
0.4
0.6
0.8
k
|
Z
[
k
]
|
−10 −5 0 5 10
−3
−2
−1
0
1
k

Z
[
k
]
– p.97/175
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Considere Z(jω) = X(j(ω −γ)).
Usando a Transformada Inversa, temos:
z(t) =
1


−∞
Z(jω)e
jωt

=
1


−∞
X(j(ω −γ))e
jωt

Fazendo ν = ω −γ, temos:
z(t) =
1


−∞
X(jν)e
j(ν+γ)t

= e
jγt
1


−∞
X(jν)e
jνt

= e
jγt
x(t)
– p.98/175
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Considere Z(jω) = X(j(ω −γ)).
Usando a Transformada Inversa, temos:
z(t) =
1


−∞
Z(jω)e
jωt

=
1


−∞
X(j(ω −γ))e
jωt

Fazendo ν = ω −γ, temos:
z(t) =
1


−∞
X(jν)e
j(ν+γ)t

= e
jγt
1


−∞
X(jν)e
jνt

= e
jγt
x(t)
– p.98/175
Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
Considere Z(jω) = X(j(ω −γ)).
Usando a Transformada Inversa, temos:
z(t) =
1


−∞
Z(jω)e
jωt

=
1


−∞
X(j(ω −γ))e
jωt

Fazendo ν = ω −γ, temos:
z(t) =
1


−∞
X(jν)e
j(ν+γ)t

= e
jγt
1


−∞
X(jν)e
jνt

= e
jγt
x(t)
– p.98/175
Exemplo 1
Encontre a DT Transformada Inversa de
Z(e
jΩ
) =
1
1 −αe
−j(Ω+
π
4
)
– p.99/175
Soluc¸ ˜ ao
Re-escrevendo Z(e
jΩ
) =
1
1−αe
−j(Ω+
π
4
)
, temos:
Z(e
jΩ
) =
1
1 −αe
−j(Ω−(−
π
4
))
A forma de onda x[n] = α
n
u[n] tem DTFT X(e
jΩ
) =
1
1−αe
−jΩ
para α < 1. Portanto
z[n] = e
−j
π
4
n
α
n
u[n]
– p.100/175
Soluc¸ ˜ ao
Re-escrevendo Z(e
jΩ
) =
1
1−αe
−j(Ω+
π
4
)
, temos:
Z(e
jΩ
) =
1
1 −αe
−j(Ω−(−
π
4
))
A forma de onda x[n] = α
n
u[n] tem DTFT X(e
jΩ
) =
1
1−αe
−jΩ
para α < 1. Portanto
z[n] = e
−j
π
4
n
α
n
u[n]
– p.100/175
Exemplo 2
Encontre a DT Transformada Inversa de
X(jω) = π (δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
))
– p.101/175
Soluc¸ ˜ ao 1 - Usando a definic¸ ˜ ao
Usando x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt
dω, temos:
x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt

=
1


−∞
π (δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
)) e
jωt

=
1
2


−∞
δ(ω +ω
0
)e
jωt
dω +


−∞
δ(ω −ω
0
)e
jωt

=
1
2

e
jωt

ω=−ω
0
+ e
jωt

ω=ω
0

=
1
2

e
−jω
0
t
+e

0
t

= cos(ω
0
t)
Mas o cosseno ´ e peri ´ odico?
– p.102/175
Soluc¸ ˜ ao 1 - Usando a definic¸ ˜ ao
Usando x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt
dω, temos:
x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt

=
1


−∞
π (δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
)) e
jωt

=
1
2


−∞
δ(ω +ω
0
)e
jωt
dω +


−∞
δ(ω −ω
0
)e
jωt

=
1
2

e
jωt

ω=−ω
0
+ e
jωt

ω=ω
0

=
1
2

e
−jω
0
t
+e

0
t

= cos(ω
0
t)
Mas o cosseno ´ e peri ´ odico?
– p.102/175
Soluc¸ ˜ ao 2 - Usando a Propriedade
Considerando o exemplo do impulso na freq¨ uˆ encia, temos:
δ(ω)
FT
←→
1

πδ(ω)
FT
←→
1
2
Aplicando a propriedade de Deslocamento na Freq¨ uˆ encia:
πδ(ω +ω
0
)
FT
←→
1
2
e
−jω
0
t
πδ(ω −ω
0
)
FT
←→
1
2
e

0
t
Finalmente:
X(jω) = π (δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
))
FT
←→
1
2
e
−jω
0
t
+
1
2
e

0
t
= cos(ω
0
t)
Podemos representar sinais peri ´ odicos com a FT!
– p.103/175
Soluc¸ ˜ ao 2 - Usando a Propriedade
Considerando o exemplo do impulso na freq¨ uˆ encia, temos:
δ(ω)
FT
←→
1

πδ(ω)
FT
←→
1
2
Aplicando a propriedade de Deslocamento na Freq¨ uˆ encia:
πδ(ω +ω
0
)
FT
←→
1
2
e
−jω
0
t
πδ(ω −ω
0
)
FT
←→
1
2
e

0
t
Finalmente:
X(jω) = π (δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
))
FT
←→
1
2
e
−jω
0
t
+
1
2
e

0
t
= cos(ω
0
t)
Podemos representar sinais peri ´ odicos com a FT!
– p.103/175
Soluc¸ ˜ ao 2 - Usando a Propriedade
Considerando o exemplo do impulso na freq¨ uˆ encia, temos:
δ(ω)
FT
←→
1

πδ(ω)
FT
←→
1
2
Aplicando a propriedade de Deslocamento na Freq¨ uˆ encia:
πδ(ω +ω
0
)
FT
←→
1
2
e
−jω
0
t
πδ(ω −ω
0
)
FT
←→
1
2
e

0
t
Finalmente:
X(jω) = π (δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
))
FT
←→
1
2
e
−jω
0
t
+
1
2
e

0
t
= cos(ω
0
t)
Podemos representar sinais peri ´ odicos com a FT!
– p.103/175
Soluc¸ ˜ ao 2 - Usando a Propriedade
Considerando o exemplo do impulso na freq¨ uˆ encia, temos:
δ(ω)
FT
←→
1

πδ(ω)
FT
←→
1
2
Aplicando a propriedade de Deslocamento na Freq¨ uˆ encia:
πδ(ω +ω
0
)
FT
←→
1
2
e
−jω
0
t
πδ(ω −ω
0
)
FT
←→
1
2
e

0
t
Finalmente:
X(jω) = π (δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
))
FT
←→
1
2
e
−jω
0
t
+
1
2
e

0
t
= cos(ω
0
t)
Podemos representar sinais peri ´ odicos com a FT!
– p.103/175
Exemplo 3
Usando o resultado anterior, encontre a transformada de Fourier
de sin(ω
0
t).
– p.104/175
Soluc¸ ˜ ao
Podemos escrever o seno como:
sin(ω
0
t) =
1
2j
e

0
t

1
2j
e
−jω
0
t
= −
1
2j
e
−jω
0
t
+
1
2j
e

0
t
Por analogia temos:
sin(ω
0
t) = −
1
2j
e
−jω
0
t
+
1
2j
e

0
t
↓ ↓
sin(ω
0
t)
FT
←→
π
j
(−δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
))
FT
←→ πj (δ(ω +ω
0
) −δ(ω −ω
0
))
– p.105/175
Soluc¸ ˜ ao
Podemos escrever o seno como:
sin(ω
0
t) =
1
2j
e

0
t

1
2j
e
−jω
0
t
= −
1
2j
e
−jω
0
t
+
1
2j
e

0
t
Por analogia temos:
sin(ω
0
t) = −
1
2j
e
−jω
0
t
+
1
2j
e

0
t
↓ ↓
sin(ω
0
t)
FT
←→
π
j
(−δ(ω +ω
0
) +δ(ω −ω
0
))
FT
←→ πj (δ(ω +ω
0
) −δ(ω −ω
0
))
– p.105/175
FT e FS
Os exemplos anteriores mostram que ´ e poss´ıvel determinar a
FT de sinais peri ´ odicos.
No caso da FT, temos:
Exponenciais complexas
FT
←→ Impulsos cont´ınuos
X[k]
FT
−→ X
FT
[kω
0
] = 2πX[k]
Ou seja
x(t) =

¸
k=−∞
X[k]e
jkω
0
t
FT
←→X(jω) =

¸
k=−∞
2πX[k]δ(ω −kω
0
)
– p.106/175
FT e FS
Os exemplos anteriores mostram que ´ e poss´ıvel determinar a
FT de sinais peri ´ odicos.
No caso da FT, temos:
Exponenciais complexas
FT
←→ Impulsos cont´ınuos
X[k]
FT
−→ X
FT
[kω
0
] = 2πX[k]
Ou seja
x(t) =

¸
k=−∞
X[k]e
jkω
0
t
FT
←→X(jω) =

¸
k=−∞
2πX[k]δ(ω −kω
0
)
– p.106/175
FT e FS
Os exemplos anteriores mostram que ´ e poss´ıvel determinar a
FT de sinais peri ´ odicos.
No caso da FT, temos:
Exponenciais complexas
FT
←→ Impulsos cont´ınuos
X[k]
FT
−→ X
FT
[kω
0
] = 2πX[k]
Ou seja
x(t) =

¸
k=−∞
X[k]e
jkω
0
t
FT
←→X(jω) =

¸
k=−∞
2πX[k]δ(ω −kω
0
)
– p.106/175
FT de um Trem de Impulsos
Determine a transformada do trem de impulsos
x(t) =

¸
i=−∞
δ(t −iT)
– p.107/175
Soluc¸ ˜ ao
Sabemos que a FS do trem de impulsos
x(t) =
¸

i=−∞
δ(t −iT) ´ e:
X[k] =
1
T
∀k
Portanto, a FT ´ e:
X(jω) =

¸
k=−∞

1
T
δ(ω −kω
0
)
=

T

¸
k=−∞
δ(ω −kω
0
)
=

T

¸
k=−∞
δ(ω −k

T
)
– p.108/175
Soluc¸ ˜ ao
Sabemos que a FS do trem de impulsos
x(t) =
¸

i=−∞
δ(t −iT) ´ e:
X[k] =
1
T
∀k
Portanto, a FT ´ e:
X(jω) =

¸
k=−∞

1
T
δ(ω −kω
0
)
=

T

¸
k=−∞
δ(ω −kω
0
)
=

T

¸
k=−∞
δ(ω −k

T
)
– p.108/175
Escalonamento
Considere o sinal z(t) = x(at). a define a
compress ˜ ao/expans ˜ ao no tempo, a transformada de Fourier
´ e:
Z(jω) =


−∞
z(t)e
−jωt
dt
=


−∞
x(at)e
−jωt
dt
Fazendo τ = at →t =
τ
a
→dt =

a
, temos:
Z(jω) =
1
a


−∞
x(τ)e
−j
ω
a
τ

=
1
|a|
X(j
ω
a
)
– p.109/175
Escalonamento
Considere o sinal z(t) = x(at). a define a
compress ˜ ao/expans ˜ ao no tempo, a transformada de Fourier
´ e:
Z(jω) =


−∞
z(t)e
−jωt
dt
=


−∞
x(at)e
−jωt
dt
Fazendo τ = at →t =
τ
a
→dt =

a
, temos:
Z(jω) =
1
a


−∞
x(τ)e
−j
ω
a
τ

=
1
|a|
X(j
ω
a
)
– p.109/175
Escalonamento - Caso Discreto
E o caso discreto?
´
E a mesma coisa?
O caso discreto z[n] = x[pn] ´ e definido somente para valores
inteiros de p.
Se |p| > 1 informac¸ ˜ ao de x ´ e perdida e n˜ ao podemos usar
uma relac¸ ˜ ao semelhante ` aquela do caso cont´ınuo.
Se x[n] ´ e n˜ ao-peri ´ odico →Z(e
jΩ
) = X(e
j

p
). O caso especial
´ e:
x[−n]
DTFT
←→ X(e
−jΩ
)
Se x[n] ´ e peri ´ odico →Z[k] = pX[k] para p > 0.
– p.110/175
Escalonamento - Caso Discreto
E o caso discreto?
´
E a mesma coisa?
O caso discreto z[n] = x[pn] ´ e definido somente para valores
inteiros de p.
Se |p| > 1 informac¸ ˜ ao de x ´ e perdida e n˜ ao podemos usar
uma relac¸ ˜ ao semelhante ` aquela do caso cont´ınuo.
Se x[n] ´ e n˜ ao-peri ´ odico →Z(e
jΩ
) = X(e
j

p
). O caso especial
´ e:
x[−n]
DTFT
←→ X(e
−jΩ
)
Se x[n] ´ e peri ´ odico →Z[k] = pX[k] para p > 0.
– p.110/175
Escalonamento - Caso Discreto
E o caso discreto?
´
E a mesma coisa?
O caso discreto z[n] = x[pn] ´ e definido somente para valores
inteiros de p.
Se |p| > 1 informac¸ ˜ ao de x ´ e perdida e n˜ ao podemos usar
uma relac¸ ˜ ao semelhante ` aquela do caso cont´ınuo.
Se x[n] ´ e n˜ ao-peri ´ odico →Z(e
jΩ
) = X(e
j

p
). O caso especial
´ e:
x[−n]
DTFT
←→ X(e
−jΩ
)
Se x[n] ´ e peri ´ odico →Z[k] = pX[k] para p > 0.
– p.110/175
Escalonamento - Caso Discreto
E o caso discreto?
´
E a mesma coisa?
O caso discreto z[n] = x[pn] ´ e definido somente para valores
inteiros de p.
Se |p| > 1 informac¸ ˜ ao de x ´ e perdida e n˜ ao podemos usar
uma relac¸ ˜ ao semelhante ` aquela do caso cont´ınuo.
Se x[n] ´ e n˜ ao-peri ´ odico →Z(e
jΩ
) = X(e
j

p
). O caso especial
´ e:
x[−n]
DTFT
←→ X(e
−jΩ
)
Se x[n] ´ e peri ´ odico →Z[k] = pX[k] para p > 0.
– p.110/175
Cont´ınuo - Compress ˜ ao/Expans ˜ ao no
tempo
– p.111/175
Discreto - Compress ˜ ao/Expans ˜ ao no
tempo (Discreto)
Determine a DTFT de f[n] a partir da informac¸ ˜ ao no sinal w[n].
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
n
w
[
n
]
−30 −20 −10 0 10 20 30
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
n
f
[
n
]
– p.112/175
Soluc¸ ˜ ao
Repare que w[n] = f[2n].
Sabemos que W(e
jΩ
) =
sin(7

2
)
sin(

2
)
, logo:
F(e
jΩ
) =
sin(7Ω)
sin(Ω)
– p.113/175
Soluc¸ ˜ ao
Repare que w[n] = f[2n].
Sabemos que W(e
jΩ
) =
sin(7

2
)
sin(

2
)
, logo:
F(e
jΩ
) =
sin(7Ω)
sin(Ω)
– p.113/175
Compress ˜ ao/Expans ˜ ao - freq¨ uˆ encia (Dis-
creto)
−4 −3 −2 −1 0 1 2 3 4
−2
0
2
4
6
8

W
(
e
j

)
−4 −3 −2 −1 0 1 2 3 4
−2
0
2
4
6
8

F
(
e
j

)
– p.114/175
Diferenciac¸ ˜ ao no Tempo
Considere
x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt

Tomando a derivada de x(t), temos:
dx(t)
dt
=
1


−∞
(jw)X(jω)e
jωt

=
1


−∞
(jw)X(jω)
. .. .
e
jωt

Ent ˜ ao
˙ x(t)
FT
←→jωX(jw)
– p.115/175
Diferenciac¸ ˜ ao no Tempo
Considere
x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt

Tomando a derivada de x(t), temos:
dx(t)
dt
=
1


−∞
(jw)X(jω)e
jωt

=
1


−∞
(jw)X(jω)
. .. .
e
jωt

Ent ˜ ao
˙ x(t)
FT
←→jωX(jw)
– p.115/175
Diferenciac¸ ˜ ao no Tempo
Considere
x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt

Tomando a derivada de x(t), temos:
dx(t)
dt
=
1


−∞
(jw)X(jω)e
jωt

=
1


−∞
(jw)X(jω)
. .. .
e
jωt

Ent ˜ ao
˙ x(t)
FT
←→jωX(jw)
– p.115/175
Diferenciac¸ ˜ ao no Freq¨ uˆ encia
Considere
X(jw) =



x(t)e
−jωt
dt
Tomando a derivada de X(jw), temos:
dX(jω)
dw
=


−∞
(−jt)x(t)
. .. .
e
−jωt
dt
Logo:
dX(jω)
dw
FT
←→(−jt)x(t)
– p.116/175
Diferenciac¸ ˜ ao no Freq¨ uˆ encia
Considere
X(jw) =



x(t)e
−jωt
dt
Tomando a derivada de X(jw), temos:
dX(jω)
dw
=


−∞
(−jt)x(t)
. .. .
e
−jωt
dt
Logo:
dX(jω)
dw
FT
←→(−jt)x(t)
– p.116/175
Diferenciac¸ ˜ ao no Freq¨ uˆ encia
Considere
X(jw) =



x(t)e
−jωt
dt
Tomando a derivada de X(jw), temos:
dX(jω)
dw
=


−∞
(−jt)x(t)
. .. .
e
−jωt
dt
Logo:
dX(jω)
dw
FT
←→(−jt)x(t)
– p.116/175
Exemplo 1
Dado o sinal x(t) = te
−at
u(t), determine X(jω).
– p.117/175
Soluc¸ ˜ ao
Sabendo que (−j)j = 1 e que o sinal x(t) tem t
explicitamente (Diferenciac¸ ˜ ao na freq¨ uˆ encia), podemos
escrever:
x(t) = (−jt)
. .. .
dX
1
(jω)

je
−at
u(t)
. .. .
x
1
(t)
Considerando, primeiramente, o sinal x
1
(t) = je
−at
u(t),
temos:
X
1
(jω) = j
1
jω +a
Aplicando a propriedade de Diferenciac¸ ˜ ao na Freq¨ uˆ encia:
X(jω) =
dX
1
(jω)

= j(−1)
1
(jω +a)
2
j
=
1
(jω +a)
2
– p.118/175
Soluc¸ ˜ ao
Sabendo que (−j)j = 1 e que o sinal x(t) tem t
explicitamente (Diferenciac¸ ˜ ao na freq¨ uˆ encia), podemos
escrever:
x(t) = (−jt)
. .. .
dX
1
(jω)

je
−at
u(t)
. .. .
x
1
(t)
Considerando, primeiramente, o sinal x
1
(t) = je
−at
u(t),
temos:
X
1
(jω) = j
1
jω +a
Aplicando a propriedade de Diferenciac¸ ˜ ao na Freq¨ uˆ encia:
X(jω) =
dX
1
(jω)

= j(−1)
1
(jω +a)
2
j
=
1
(jω +a)
2
– p.118/175
Soluc¸ ˜ ao
Sabendo que (−j)j = 1 e que o sinal x(t) tem t
explicitamente (Diferenciac¸ ˜ ao na freq¨ uˆ encia), podemos
escrever:
x(t) = (−jt)
. .. .
dX
1
(jω)

je
−at
u(t)
. .. .
x
1
(t)
Considerando, primeiramente, o sinal x
1
(t) = je
−at
u(t),
temos:
X
1
(jω) = j
1
jω +a
Aplicando a propriedade de Diferenciac¸ ˜ ao na Freq¨ uˆ encia:
X(jω) =
dX
1
(jω)

= j(−1)
1
(jω +a)
2
j
=
1
(jω +a)
2
– p.118/175
Exemplo 2
Dado o sinal x[n] = ne
j
π
8
n
α
n−3
u[n −3], calcule a DTFT.
– p.119/175
Soluc¸ ˜ ao
Como no exemplo anterior, devemos preparar o sinal x[n]:
x[n] = (j)(−jn)e
j
π
8
n
α
n−3
u[n −3]
Claramente podemos ver trˆ es propriedades:
1) x[n −n
0
]
DTFT
⇐⇒ e
−jΩn
0
X

e
jΩ

Deslocamento no Tempo
2) e
jΩγ
x[n]
DTFT
⇐⇒ X

e
j(Ω−γ)

Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
3) −jnx[n]
DTFT
⇐⇒
dX

e
jΩ

dΩ
Deferenciac¸ ˜ ao na Freq¨ uˆ encia
A func¸ ˜ ao sobre a qual as trˆ es propriedades foram aplicadas
´ e:
x
0
[n] = α
n
u[n] ←→X
0

e
jΩ

=
1
1 −αe
−jΩ
– p.120/175
Soluc¸ ˜ ao
Como no exemplo anterior, devemos preparar o sinal x[n]:
x[n] = (j)(−jn)e
j
π
8
n
α
n−3
u[n −3]
Claramente podemos ver trˆ es propriedades:
1) x[n −n
0
]
DTFT
⇐⇒ e
−jΩn
0
X

e
jΩ

Deslocamento no Tempo
2) e
jΩγ
x[n]
DTFT
⇐⇒ X

e
j(Ω−γ)

Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
3) −jnx[n]
DTFT
⇐⇒
dX

e
jΩ

dΩ
Deferenciac¸ ˜ ao na Freq¨ uˆ encia
A func¸ ˜ ao sobre a qual as trˆ es propriedades foram aplicadas
´ e:
x
0
[n] = α
n
u[n] ←→X
0

e
jΩ

=
1
1 −αe
−jΩ
– p.120/175
Soluc¸ ˜ ao
Como no exemplo anterior, devemos preparar o sinal x[n]:
x[n] = (j)(−jn)e
j
π
8
n
α
n−3
u[n −3]
Claramente podemos ver trˆ es propriedades:
1) x[n −n
0
]
DTFT
⇐⇒ e
−jΩn
0
X

e
jΩ

Deslocamento no Tempo
2) e
jΩγ
x[n]
DTFT
⇐⇒ X

e
j(Ω−γ)

Deslocamento na Freq¨ uˆ encia
3) −jnx[n]
DTFT
⇐⇒
dX

e
jΩ

dΩ
Deferenciac¸ ˜ ao na Freq¨ uˆ encia
A func¸ ˜ ao sobre a qual as trˆ es propriedades foram aplicadas
´ e:
x
0
[n] = α
n
u[n] ←→X
0

e
jΩ

=
1
1 −αe
−jΩ
– p.120/175
Portanto
X
1

e
jΩ

=
e
−j3Ω
1 −αe
−jΩ
X
2

e
jΩ

=
e
−j3(Ω−π/8)
1 −αe
−j(Ω−π/8)
X
3

e
jΩ

= X

e
jΩ

= j
d
dΩ

e
−j3(Ω−π/8)
1 −αe
−j(Ω−π/8)

X

e
jΩ

= −
j

3 (−1)
7
8
e
−3 jΩ
+ 2 e
−4 jΩ
α

−1 +αe
−1/8 j(8 Ω−π)

2
– p.121/175
Integrac¸ ˜ ao


−∞
x(τ)dτ ⇐⇒
1

X(jω) +πX(j0)δ(ω)
Para sinais com m´ edia zero Y (jω) =
1

X(jω)
Para o degrau temos u(t) ⇐⇒
1

+πδ(ω)
– p.122/175
Integrac¸ ˜ ao


−∞
x(τ)dτ ⇐⇒
1

X(jω) +πX(j0)δ(ω)
Para sinais com m´ edia zero Y (jω) =
1

X(jω)
Para o degrau temos u(t) ⇐⇒
1

+πδ(ω)
– p.122/175
Integrac¸ ˜ ao


−∞
x(τ)dτ ⇐⇒
1

X(jω) +πX(j0)δ(ω)
Para sinais com m´ edia zero Y (jω) =
1

X(jω)
Para o degrau temos u(t) ⇐⇒
1

+πδ(ω)
– p.122/175
Soma e Diferenc¸ a
Considere
y[n] =

¸
k=−∞
x[k]
Logo
x[n] = y[n] −y[n −1]
Considerando o sinal n˜ ao-peri ´ odico e aplicando a
propriedade de deslocamento no tempo temos
X(e
jΩ
) = (1 −e
−jΩ
)Y (e
jΩ
)
No caso da soma, temos:
Y (e
jΩ
) =
X(e
jΩ
)
1 −e
−jΩ
+πX(e
jΩ
)δ(Ω), −π < Ω ≤ π
– p.123/175
Soma e Diferenc¸ a
Considere
y[n] =

¸
k=−∞
x[k]
Logo
x[n] = y[n] −y[n −1]
Considerando o sinal n˜ ao-peri ´ odico e aplicando a
propriedade de deslocamento no tempo temos
X(e
jΩ
) = (1 −e
−jΩ
)Y (e
jΩ
)
No caso da soma, temos:
Y (e
jΩ
) =
X(e
jΩ
)
1 −e
−jΩ
+πX(e
jΩ
)δ(Ω), −π < Ω ≤ π
– p.123/175
Soma e Diferenc¸ a
Considere
y[n] =

¸
k=−∞
x[k]
Logo
x[n] = y[n] −y[n −1]
Considerando o sinal n˜ ao-peri ´ odico e aplicando a
propriedade de deslocamento no tempo temos
X(e
jΩ
) = (1 −e
−jΩ
)Y (e
jΩ
)
No caso da soma, temos:
Y (e
jΩ
) =
X(e
jΩ
)
1 −e
−jΩ
+πX(e
jΩ
)δ(Ω), −π < Ω ≤ π
– p.123/175
Convoluc¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao N˜ ao-Peri ´ odica
y(t) = h(t) ∗ x(t)
=


−∞
h(τ)x(t −τ)dτ
Podemos calcular o sinal x(t −τ) em termos da FT:
x(t −τ) =
1


−∞
X(jω)e
jω(t−τ)

Usando isto na express ˜ ao da convoluc¸ ˜ ao, temos:
y(t) =


−∞
h(τ)
1


−∞
X(jω)e
jω(t−τ)
dωdτ
=
1


−∞

¸


−∞
h(τ)e
−jωτ

. .. .

X(jω)e
jωt

– p.124/175
Convoluc¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao N˜ ao-Peri ´ odica
y(t) = h(t) ∗ x(t)
=


−∞
h(τ)x(t −τ)dτ
Podemos calcular o sinal x(t −τ) em termos da FT:
x(t −τ) =
1


−∞
X(jω)e
jω(t−τ)

Usando isto na express ˜ ao da convoluc¸ ˜ ao, temos:
y(t) =


−∞
h(τ)
1


−∞
X(jω)e
jω(t−τ)
dωdτ
=
1


−∞

¸


−∞
h(τ)e
−jωτ

. .. .

X(jω)e
jωt

– p.124/175
Convoluc¸ ˜ ao
Convoluc¸ ˜ ao N˜ ao-Peri ´ odica
y(t) = h(t) ∗ x(t)
=


−∞
h(τ)x(t −τ)dτ
Podemos calcular o sinal x(t −τ) em termos da FT:
x(t −τ) =
1


−∞
X(jω)e
jω(t−τ)

Usando isto na express ˜ ao da convoluc¸ ˜ ao, temos:
y(t) =


−∞
h(τ)
1


−∞
X(jω)e
jω(t−τ)
dωdτ
=
1


−∞

¸


−∞
h(τ)e
−jωτ

. .. .

X(jω)e
jωt

– p.124/175
A parte em negrito nada mais ´ e do que a definic¸ ˜ ao de H(jω),
logo:
y(t) =
1


−∞
H(jω)X(jω)e
jωt

que ´ e a FT inversa de H(jω)X(jω).
y(t) = h(t) ∗ x(t) ⇐⇒Y (jω) = H(jω)X(jω)
– p.125/175
Exemplo 1
Determine a sa´ıda y(t) de um sistema LIT, cuja resposta ao
impulso ´ e h(t) = 2e
−2t
u(t), quando uma entrada x(t) = 3e
−t
u(t)
foi aplicada.
– p.126/175
Soluc¸ ˜ ao
Pela propriedade da Convoluc¸ ˜ ao, temos:
Y (jω) = H(jω)X(jω)
Calculando a Transformada de Fourier dos sinais h(t) e x(t):
h(t) = 2e
−2t
u(t)
FT
⇐⇒
2
jω + 2
x(t) = 3e
−t
u(t)
FT
⇐⇒
3
jω + 1
Portanto:
Y (jω) = H(jω)X(jω) =
6
(jω + 2)(jω + 1)
=
A
jω + 2
+
B
jω + 1
– p.127/175
Soluc¸ ˜ ao
Pela propriedade da Convoluc¸ ˜ ao, temos:
Y (jω) = H(jω)X(jω)
Calculando a Transformada de Fourier dos sinais h(t) e x(t):
h(t) = 2e
−2t
u(t)
FT
⇐⇒
2
jω + 2
x(t) = 3e
−t
u(t)
FT
⇐⇒
3
jω + 1
Portanto:
Y (jω) = H(jω)X(jω) =
6
(jω + 2)(jω + 1)
=
A
jω + 2
+
B
jω + 1
– p.127/175
Soluc¸ ˜ ao
Pela propriedade da Convoluc¸ ˜ ao, temos:
Y (jω) = H(jω)X(jω)
Calculando a Transformada de Fourier dos sinais h(t) e x(t):
h(t) = 2e
−2t
u(t)
FT
⇐⇒
2
jω + 2
x(t) = 3e
−t
u(t)
FT
⇐⇒
3
jω + 1
Portanto:
Y (jω) = H(jω)X(jω) =
6
(jω + 2)(jω + 1)
=
A
jω + 2
+
B
jω + 1
– p.127/175
Calculando A e B
(A+B)(jω)+(2B+A) = 6 →

A +B = 0 → A = −B
2B +A = 6 → 2B −B = 6
→ B = 6 e A = −6
Finalmente
Y (jω) = 6

−1
jω + 2
+
1
jω + 1

FT
⇐⇒y(t) = −6e
−2t
u(t) + 6e
−t
u(t)
– p.128/175
Calculando A e B
(A+B)(jω)+(2B+A) = 6 →

A +B = 0 → A = −B
2B +A = 6 → 2B −B = 6
→ B = 6 e A = −6
Finalmente
Y (jω) = 6

−1
jω + 2
+
1
jω + 1

FT
⇐⇒y(t) = −6e
−2t
u(t) + 6e
−t
u(t)
– p.128/175
Exemplo 2
Seja a resposta ao impulso de um sistema LIT h[n] =
1
πn
sin

π
4
n

.
Encontre a sa´ıda y[n] em resposta ` as entradas:

x
1
[n] =
1
πn
sin

π
8
n

x
2
[n] =
1
πn
sin

π
2
n

– p.129/175
Soluc¸ ˜ ao
Notanto que o sinal h[n] est ´ a na forma de sinc, ou seja, o
sinal H(e
jΩ
) ´ e um pulso:
h[n] =
1
πn
sin

π
4
n

⇐⇒H(e
jΩ
) =

1, |Ω| ≤
π
4
0,
π
4
< |Ω| < π
A mesma an´ alise pode ser feita para cada uma das
entradas:
x
1
[n] =
1
πn
sin

π
8
n

⇐⇒X
1
(e
jΩ
) =

1, |Ω| ≤
π
8
0,
π
8
< |Ω| < π
e
x
2
[n] =
1
πn
sin

π
2
n

⇐⇒X
2
(e
jΩ
) =

1, |Ω| ≤
π
2
0,
π
2
< |Ω| < π
– p.130/175
Soluc¸ ˜ ao
Notanto que o sinal h[n] est ´ a na forma de sinc, ou seja, o
sinal H(e
jΩ
) ´ e um pulso:
h[n] =
1
πn
sin

π
4
n

⇐⇒H(e
jΩ
) =

1, |Ω| ≤
π
4
0,
π
4
< |Ω| < π
A mesma an´ alise pode ser feita para cada uma das
entradas:
x
1
[n] =
1
πn
sin

π
8
n

⇐⇒X
1
(e
jΩ
) =

1, |Ω| ≤
π
8
0,
π
8
< |Ω| < π
e
x
2
[n] =
1
πn
sin

π
2
n

⇐⇒X
2
(e
jΩ
) =

1, |Ω| ≤
π
2
0,
π
2
< |Ω| < π
– p.130/175
Entrada x
1
[n]
Para a entrada x
1
[n], na freq¨ uˆ encia, temos:
Y
1
(e
jΩ
) = H(e
jΩ
)X
1
(e
jΩ
)
= X
1
(e
jΩ
)
Logo:
y[n] = y
1
[n] = x
1
[n] =
1
πn
sin

π
8
n

– p.131/175
Entrada x
1
[n]
Para a entrada x
1
[n], na freq¨ uˆ encia, temos:
Y
1
(e
jΩ
) = H(e
jΩ
)X
1
(e
jΩ
)
= X
1
(e
jΩ
)
Logo:
y[n] = y
1
[n] = x
1
[n] =
1
πn
sin

π
8
n

– p.131/175
Entrada x
2
[n]
Para a entrada x
2
[n], na freq¨ uˆ encia, temos:
Y
2
(e
jΩ
) = H(e
jΩ
)X
2
(e
jΩ
)
= H(e
jΩ
)
Logo:
y[n] = y
2
[n] = h[n] =
1
πn
sin

π
4
n

– p.132/175
Entrada x
2
[n]
Para a entrada x
2
[n], na freq¨ uˆ encia, temos:
Y
2
(e
jΩ
) = H(e
jΩ
)X
2
(e
jΩ
)
= H(e
jΩ
)
Logo:
y[n] = y
2
[n] = h[n] =
1
πn
sin

π
4
n

– p.132/175
Exemplo 3
Para o circuito da figura abaixo, considerando o sinal de tens ˜ ao
x(t) como entrada e o sinal de corrente y(t) como sa´ıda,
PSfrag replacements
R
C
L
x(t) y(t)
determine:
a) a equac¸ ˜ ao diferencial que descreve o circuito;
b) a resposta em freq¨ uˆ encia do circuito;
c) a resposta ao impulso h(t).
– p.133/175
Soluc¸ ˜ ao
Considerando i a corrente no resistor (soma da corrente no
indutor, y, mais a corrente no capacitor, i
C
), e as tens˜ oes v
L
e v
C
, temos:
v
L
= v
C
= L˙ y
i
C
= C ˙ v
C
= CL¨ y
i = y +i
C
= y +CL¨ y
Finalmente:
x = Ri +v
L
x = Ry +RCL¨ y +L˙ y
Ou seja
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y =
1
RCL
x
– p.134/175
Soluc¸ ˜ ao
Considerando i a corrente no resistor (soma da corrente no
indutor, y, mais a corrente no capacitor, i
C
), e as tens˜ oes v
L
e v
C
, temos:
v
L
= v
C
= L˙ y
i
C
= C ˙ v
C
= CL¨ y
i = y +i
C
= y +CL¨ y
Finalmente:
x = Ri +v
L
x = Ry +RCL¨ y +L˙ y
Ou seja
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y =
1
RCL
x
– p.134/175
Soluc¸ ˜ ao
Considerando i a corrente no resistor (soma da corrente no
indutor, y, mais a corrente no capacitor, i
C
), e as tens˜ oes v
L
e v
C
, temos:
v
L
= v
C
= L˙ y
i
C
= C ˙ v
C
= CL¨ y
i = y +i
C
= y +CL¨ y
Finalmente:
x = Ri +v
L
x = Ry +RCL¨ y +L˙ y
Ou seja
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y =
1
RCL
x
– p.134/175
Usando a propriedade de diferenciac¸ ˜ ao, podemos escrever
a equac¸ ˜ ao diferencial no dom´ınio da freq¨ uˆ encia:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y =
1
RCL
x
↓ FT ↓

(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL

Y (jω) =
1
RCL
X(jω)
A ´ ultima equac¸ ˜ ao ´ e alg´ ebrica, logo, podemos escrever:
Y (jω)
X(jω)
=
1
RCL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
Pela propriedade de Convoluc¸ ˜ ao, sabemos que:
Y (jω) = H(jω)X(jω) →H(jω) =
Y (jω)
X(jω)
pois o sistema ´ e LIT.
– p.135/175
Usando a propriedade de diferenciac¸ ˜ ao, podemos escrever
a equac¸ ˜ ao diferencial no dom´ınio da freq¨ uˆ encia:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y =
1
RCL
x
↓ FT ↓

(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL

Y (jω) =
1
RCL
X(jω)
A ´ ultima equac¸ ˜ ao ´ e alg´ ebrica, logo, podemos escrever:
Y (jω)
X(jω)
=
1
RCL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
Pela propriedade de Convoluc¸ ˜ ao, sabemos que:
Y (jω) = H(jω)X(jω) →H(jω) =
Y (jω)
X(jω)
pois o sistema ´ e LIT.
– p.135/175
Usando a propriedade de diferenciac¸ ˜ ao, podemos escrever
a equac¸ ˜ ao diferencial no dom´ınio da freq¨ uˆ encia:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y =
1
RCL
x
↓ FT ↓

(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL

Y (jω) =
1
RCL
X(jω)
A ´ ultima equac¸ ˜ ao ´ e alg´ ebrica, logo, podemos escrever:
Y (jω)
X(jω)
=
1
RCL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
Pela propriedade de Convoluc¸ ˜ ao, sabemos que:
Y (jω) = H(jω)X(jω) →H(jω) =
Y (jω)
X(jω)
pois o sistema ´ e LIT.
– p.135/175
No caso do circuito em quest ˜ ao, a express ˜ ao para a
resposta em freq¨ uˆ encia ´ e:
H(jω) =
1
RCL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
H(jω) pode ser expandido em frac¸ ˜ oes parciais:
H(jω) =
1
RCL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
=
A
jω +
1
2RC
+
1
2

1
(RC)
2

4
CL
+
B
jω +
1
2RC

1
2

1
(RC)
2

4
CL
onde A = −
1
RCL
q
1
(RC)
2

4
CL
e B =
1
RCL
q
1
(RC)
2

4
CL
– p.136/175
No caso do circuito em quest ˜ ao, a express ˜ ao para a
resposta em freq¨ uˆ encia ´ e:
H(jω) =
1
RCL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
H(jω) pode ser expandido em frac¸ ˜ oes parciais:
H(jω) =
1
RCL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
=
A
jω +
1
2RC
+
1
2

1
(RC)
2

4
CL
+
B
jω +
1
2RC

1
2

1
(RC)
2

4
CL
onde A = −
1
RCL
q
1
(RC)
2

4
CL
e B =
1
RCL
q
1
(RC)
2

4
CL
– p.136/175
Fica claro da ´ ultima express ˜ ao que h(t) ´ e uma soma de duas
exponenciais:
h(t) = −
1
RCL

1
(RC)
2

4
CL
e


1
2RC
+
1
2
q
1
(RC)
2

4
CL
«
t
+
1
RCL

1
(RC)
2

4
CL
e


1
2RC

1
2
q
1
(RC)
2

4
CL
«
t
Deve ser verificado se o sinal encontrado h(t) ´ e
absolutamente integr ´ avel.
– p.137/175
Fica claro da ´ ultima express ˜ ao que h(t) ´ e uma soma de duas
exponenciais:
h(t) = −
1
RCL

1
(RC)
2

4
CL
e


1
2RC
+
1
2
q
1
(RC)
2

4
CL
«
t
+
1
RCL

1
(RC)
2

4
CL
e


1
2RC

1
2
q
1
(RC)
2

4
CL
«
t
Deve ser verificado se o sinal encontrado h(t) ´ e
absolutamente integr ´ avel.
– p.137/175
Exemplo 4
Para o circuito da figura abaixo, considerando o sinal de tens ˜ ao
x(t) como entrada e o sinal de tens ˜ ao y(t) como sa´ıda,
PSfrag replacements
R C
L
x(t) y(t)
determine:
a) a equac¸ ˜ ao diferencial que descreve o circuito;
b) a resposta em freq¨ uˆ encia do circuito;
c) a resposta ao impulso h(t).
– p.138/175
Soluc¸ ˜ ao
Considerando i
C
a corrente no capacitor (soma da
corrente no indutor, i
L
, mais a corrente no resistor, i
R
), e as
tens˜ oes v
L
, v
R
e v
C
, temos:
v
L
= v
R
= y
i
r
=
y
R
i
L
=
1
L

v
L
dt =
1
L

ydt
i
C
= i
L
+i
R
=
1
L

ydt +
y
R
Finalmente:
x = v
C
+y
x =
1
C

1
L

ydt +
y
R

dt +y
x =
1
CL

ydt +
1
CR

ydt +y
– p.139/175
Soluc¸ ˜ ao
Considerando i
C
a corrente no capacitor (soma da
corrente no indutor, i
L
, mais a corrente no resistor, i
R
), e as
tens˜ oes v
L
, v
R
e v
C
, temos:
v
L
= v
R
= y
i
r
=
y
R
i
L
=
1
L

v
L
dt =
1
L

ydt
i
C
= i
L
+i
R
=
1
L

ydt +
y
R
Finalmente:
x = v
C
+y
x =
1
C

1
L

ydt +
y
R

dt +y
x =
1
CL

ydt +
1
CR

ydt +y
– p.139/175
Diferenciando duas vezes:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y = ¨ x
Usando a propriedade de diferenciac¸ ˜ ao, podemos escrever
a equac¸ ˜ ao diferencial no dom´ınio da freq¨ uˆ encia:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y = ¨ x
↓ FT ↓

(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL

Y (jω) = (jω)
2
X(jω)
A ´ ultima equac¸ ˜ ao ´ e alg´ ebrica, logo, podemos escrever:
Y (jω)
X(jω)
=
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
– p.140/175
Diferenciando duas vezes:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y = ¨ x
Usando a propriedade de diferenciac¸ ˜ ao, podemos escrever
a equac¸ ˜ ao diferencial no dom´ınio da freq¨ uˆ encia:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y = ¨ x
↓ FT ↓

(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL

Y (jω) = (jω)
2
X(jω)
A ´ ultima equac¸ ˜ ao ´ e alg´ ebrica, logo, podemos escrever:
Y (jω)
X(jω)
=
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
– p.140/175
Diferenciando duas vezes:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y = ¨ x
Usando a propriedade de diferenciac¸ ˜ ao, podemos escrever
a equac¸ ˜ ao diferencial no dom´ınio da freq¨ uˆ encia:
¨ y +
1
RC
˙ y +
1
CL
y = ¨ x
↓ FT ↓

(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL

Y (jω) = (jω)
2
X(jω)
A ´ ultima equac¸ ˜ ao ´ e alg´ ebrica, logo, podemos escrever:
Y (jω)
X(jω)
=
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
– p.140/175
Pela propriedade de Convoluc¸ ˜ ao, sabemos que:
Y (jω) = H(jω)X(jω) →H(jω) =
Y (jω)
X(jω)
pois o sistema ´ e LIT.
No caso do circuito em quest ˜ ao, a express ˜ ao para a
resposta em freq¨ uˆ encia ´ e:
H(jω) =
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
H(jω) n˜ ao pode ser expandido em frac¸ ˜ oes parciais.
´
E
preciso “tratar” a express ˜ ao:
H(jω) =
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
= 1 −
1
RC
jω +
1
CL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
– p.141/175
Pela propriedade de Convoluc¸ ˜ ao, sabemos que:
Y (jω) = H(jω)X(jω) →H(jω) =
Y (jω)
X(jω)
pois o sistema ´ e LIT.
No caso do circuito em quest ˜ ao, a express ˜ ao para a
resposta em freq¨ uˆ encia ´ e:
H(jω) =
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
H(jω) n˜ ao pode ser expandido em frac¸ ˜ oes parciais.
´
E
preciso “tratar” a express ˜ ao:
H(jω) =
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
= 1 −
1
RC
jω +
1
CL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
– p.141/175
Pela propriedade de Convoluc¸ ˜ ao, sabemos que:
Y (jω) = H(jω)X(jω) →H(jω) =
Y (jω)
X(jω)
pois o sistema ´ e LIT.
No caso do circuito em quest ˜ ao, a express ˜ ao para a
resposta em freq¨ uˆ encia ´ e:
H(jω) =
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
H(jω) n˜ ao pode ser expandido em frac¸ ˜ oes parciais.
´
E
preciso “tratar” a express ˜ ao:
H(jω) =
(jω)
2
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
= 1 −
1
RC
jω +
1
CL
(jω)
2
+
1
RC
jω +
1
CL
– p.141/175
A parte de H(jω) que corresponde ` a uma frac¸ ˜ ao pr ´ opria
pode ser expandida em frac¸ ˜ oes parciais:
H(jω) = 1 −
A
jω +
1
2RC
+
1
2

1
(RC)
2

4
CL
+
B
jω +
1
2RC

1
2

1
(RC)
2

4
CL
onde

A =
1
RC

1
CL
+
1
2(RC)
2

1
2RC
q
1
(RC)
2

4
CL
B =
1
CL

1
2(RC)
2
+
1
2RC
q
1
(RC)
2

4
CL
– p.142/175
Fica claro da ´ ultima express ˜ ao que h(t) ´ e uma soma de duas
exponenciais mais um impulso:
h(t) = δ(t) +

¸
1
RC

1
CL
+
1
2(RC)
2

1
2RC

1
(RC)
2

4
CL

e


1
2RC
+
1
2
q
1
(RC)
2

4
CL
«
t
+

¸
1
CL

1
2(RC)
2
+
1
2RC

1
(RC)
2

4
CL

e


1
2RC

1
2
q
1
(RC)
2

4
CL
«
t
Deve ser verificado se o sinal encontrado h(t) ´ e
absolutamente integr ´ avel.
– p.143/175
Fica claro da ´ ultima express ˜ ao que h(t) ´ e uma soma de duas
exponenciais mais um impulso:
h(t) = δ(t) +

¸
1
RC

1
CL
+
1
2(RC)
2

1
2RC

1
(RC)
2

4
CL

e


1
2RC
+
1
2
q
1
(RC)
2

4
CL
«
t
+

¸
1
CL

1
2(RC)
2
+
1
2RC

1
(RC)
2

4
CL

e


1
2RC

1
2
q
1
(RC)
2

4
CL
«
t
Deve ser verificado se o sinal encontrado h(t) ´ e
absolutamente integr ´ avel.
– p.143/175
Modulac¸ ˜ ao
No do cado da Modulac¸ ˜ ao N˜ ao-Peri ´ odica o problema ´ e
inverso do outro, ou seja, temos:
y(t) = x(t)z(t) produto de duas func¸ ˜ oes
Os sinais x(t) e z(t) podem ser escritos usando a
Transformada Inversa.
z(t) =
1


−∞
Z(jν)e
jνt

x(t) =
1


−∞
X(jη)e
jηt

Re-escrevendo y(t) usando as definic¸ ˜ oes acima, temos:
y(t) =

1

2


−∞


−∞
Z(jν)X(jη)e
j(ν+η)t
dνdη
– p.144/175
Modulac¸ ˜ ao
No do cado da Modulac¸ ˜ ao N˜ ao-Peri ´ odica o problema ´ e
inverso do outro, ou seja, temos:
y(t) = x(t)z(t) produto de duas func¸ ˜ oes
Os sinais x(t) e z(t) podem ser escritos usando a
Transformada Inversa.
z(t) =
1


−∞
Z(jν)e
jνt

x(t) =
1


−∞
X(jη)e
jηt

Re-escrevendo y(t) usando as definic¸ ˜ oes acima, temos:
y(t) =

1

2


−∞


−∞
Z(jν)X(jη)e
j(ν+η)t
dνdη
– p.144/175
Modulac¸ ˜ ao
No do cado da Modulac¸ ˜ ao N˜ ao-Peri ´ odica o problema ´ e
inverso do outro, ou seja, temos:
y(t) = x(t)z(t) produto de duas func¸ ˜ oes
Os sinais x(t) e z(t) podem ser escritos usando a
Transformada Inversa.
z(t) =
1


−∞
Z(jν)e
jνt

x(t) =
1


−∞
X(jη)e
jηt

Re-escrevendo y(t) usando as definic¸ ˜ oes acima, temos:
y(t) =

1

2


−∞


−∞
Z(jν)X(jη)e
j(ν+η)t
dνdη
– p.144/175
Fac¸ o ν = ω −η para obter
y(t) =
1


−∞
1

¸


−∞
X(jη)Z(j(ω −η))dη
. .. .

e
jωt

Logo:
y(t) =
1


−∞
1

X(jω) ∗ Z(jω)e
jωt

Finalmente
y(t) = x(t)z(t) ⇐⇒Y (jω) =
1

X(jω) ∗ Z(jω)
– p.145/175
Fac¸ o ν = ω −η para obter
y(t) =
1


−∞
1

¸


−∞
X(jη)Z(j(ω −η))dη
. .. .

e
jωt

Logo:
y(t) =
1


−∞
1

X(jω) ∗ Z(jω)e
jωt

Finalmente
y(t) = x(t)z(t) ⇐⇒Y (jω) =
1

X(jω) ∗ Z(jω)
– p.145/175
Fac¸ o ν = ω −η para obter
y(t) =
1


−∞
1

¸


−∞
X(jη)Z(j(ω −η))dη
. .. .

e
jωt

Logo:
y(t) =
1


−∞
1

X(jω) ∗ Z(jω)e
jωt

Finalmente
y(t) = x(t)z(t) ⇐⇒Y (jω) =
1

X(jω) ∗ Z(jω)
– p.145/175
Exemplo 1
Encontre a FT de:
x(t) =
4
π
2
t
2
sin
2
(2t)
– p.146/175
Soluc¸ ˜ ao
Escrevendo x(t) em termos do produto de dois sinais:
x(t) =
4
π
2
t
2
sin
2
(2t) = 4
1
πt
sin(2t)
. .. .
z(t)
1
πt
sin(2t)
. .. .
z(t)
O sinal z(t) ´ e conhecido (pulso na freq¨ uˆ encia), logo:
Z(jω) =

1, |ω| ≤ 2
0, |ω| > 2
O produto z(t)z(t) ←→
1

Z(jω) ∗ Z(jω) (que ´ e a convoluc¸ ˜ ao
de dois pulsos retangulares):
Z(jω) ∗ Z(jω) =

0, ω ≤ −4
ω + 4 −4 < ω ≤ 0
−ω + 4 0 < ω ≤ 4
0 4 < ω
– p.147/175
Soluc¸ ˜ ao
Escrevendo x(t) em termos do produto de dois sinais:
x(t) =
4
π
2
t
2
sin
2
(2t) = 4
1
πt
sin(2t)
. .. .
z(t)
1
πt
sin(2t)
. .. .
z(t)
O sinal z(t) ´ e conhecido (pulso na freq¨ uˆ encia), logo:
Z(jω) =

1, |ω| ≤ 2
0, |ω| > 2
O produto z(t)z(t) ←→
1

Z(jω) ∗ Z(jω) (que ´ e a convoluc¸ ˜ ao
de dois pulsos retangulares):
Z(jω) ∗ Z(jω) =

0, ω ≤ −4
ω + 4 −4 < ω ≤ 0
−ω + 4 0 < ω ≤ 4
0 4 < ω
– p.147/175
Soluc¸ ˜ ao
Escrevendo x(t) em termos do produto de dois sinais:
x(t) =
4
π
2
t
2
sin
2
(2t) = 4
1
πt
sin(2t)
. .. .
z(t)
1
πt
sin(2t)
. .. .
z(t)
O sinal z(t) ´ e conhecido (pulso na freq¨ uˆ encia), logo:
Z(jω) =

1, |ω| ≤ 2
0, |ω| > 2
O produto z(t)z(t) ←→
1

Z(jω) ∗ Z(jω) (que ´ e a convoluc¸ ˜ ao
de dois pulsos retangulares):
Z(jω) ∗ Z(jω) =

0, ω ≤ −4
ω + 4 −4 < ω ≤ 0
−ω + 4 0 < ω ≤ 4
0 4 < ω
– p.147/175
Portanto:
X(jω) = 4
1

(Z(jω) ∗ Z(jω)) =

0, ω ≤ −4
2
π
ω +
4
π
−4 < ω ≤ 0

2
π
ω +
4
π
0 < ω ≤ 4
0 4 < ω
– p.148/175
Convoluc¸ ˜ ao para Sinais Per´ıodicos
Convoluc¸ ˜ ao (Caso Cont´ınuo)
y(t) = x(t) z(t)
FS,

T
⇐⇒ Y [k] = T X[k]Z[k]
Convoluc¸ ˜ ao (Caso Discreto)
y[n] = x[n] z[n]
DTFS,

N
⇐⇒ Y [k] = N X[k]Z[k]
– p.149/175
Convoluc¸ ˜ ao para Sinais Per´ıodicos
Convoluc¸ ˜ ao (Caso Cont´ınuo)
y(t) = x(t) z(t)
FS,

T
⇐⇒ Y [k] = T X[k]Z[k]
Convoluc¸ ˜ ao (Caso Discreto)
y[n] = x[n] z[n]
DTFS,

N
⇐⇒ Y [k] = N X[k]Z[k]
– p.149/175
Modulac¸ ˜ ao para Sinais Per´ıodicos
Modulac¸ ˜ ao (Caso Cont´ınuo)
y(t) = x(t)z(t)
FS,

T
⇐⇒ Y [k] = X[k] ∗ Z[k]
onde
X[k] ∗ Y [k] =

¸
m=−∞
X[m]Z[k −m]
Modulac¸ ˜ ao (Caso Discreto)
y[n] = x[n]z[n]
DTFS,

N
⇐⇒ Y [k] = X[k] Z[k]
onde
X[k] Y [k] =
¸
m=<N>
X[m]Z[k −m]
– p.150/175
Modulac¸ ˜ ao para Sinais Per´ıodicos
Modulac¸ ˜ ao (Caso Cont´ınuo)
y(t) = x(t)z(t)
FS,

T
⇐⇒ Y [k] = X[k] ∗ Z[k]
onde
X[k] ∗ Y [k] =

¸
m=−∞
X[m]Z[k −m]
Modulac¸ ˜ ao (Caso Discreto)
y[n] = x[n]z[n]
DTFS,

N
⇐⇒ Y [k] = X[k] Z[k]
onde
X[k] Y [k] =
¸
m=<N>
X[m]Z[k −m]
– p.150/175
Propriedades da Convoluc¸ ˜ ao e
Modulac¸ ˜ ao
Convoluc¸ ao Modulac¸ ˜ ao
x(t) ∗ z(t)
FT
⇐⇒X(jω)Z(jω) x(t)z(t)
FT
⇐⇒
1

X(jω) ∗ Z(jω)
x(t) z(t)
FS;ω
0
⇐⇒ TX[k]Z[k] x(t)z(t)
FS;ω
0
⇐⇒ X[k] ∗ Z[k]
x[n] ∗ z[n]
DTFT
⇐⇒ X(e
jΩ
)Z(e
jΩ
) x[n]z[n]
DTFT
⇐⇒
1

X(e
jΩ
) Z(e
jΩ
)
x[n] z[n]
DTFS;Ω
0
⇐⇒ NX[k]Z[k] x[n]z[n]
DTFS;Ω
0
⇐⇒ X[k] Z[k]
– p.151/175
Exemplo
Encontre x[n] dado:
X

e
jΩ

=

e
−j3Ω
1 +
1
2
e
−jΩ

sin

21Ω
2

sin


2

– p.152/175
Soluc¸ ˜ ao
Repare que X

e
jΩ

´ e a convoluc¸ ˜ ao entre dois sinais
cont´ınuos (peri ´ odicos na freq¨ uˆ encia):
X

e
jΩ

= 2π
1

e
−j3Ω
1 +
1
2
e
−jΩ

. .. .
W(e
jΩ
)

sin

21Ω
2

sin


2

. .. .
Z(e
jΩ
)
Determina-se w[n] de W

e
jΩ

usando α
n
u[n] ←→
1
1−αe
−jΩ
e a
propriedade de deslocamento no tempo:
W

e
jΩ

=
e
−j3Ω
1 +
1
2
e
−jΩ
=
e
−j3Ω
1 −
−1
2
e
−jΩ
↓ ↓
w[n] =


1
2

n−3
u[n −3]
– p.153/175
Soluc¸ ˜ ao
Repare que X

e
jΩ

´ e a convoluc¸ ˜ ao entre dois sinais
cont´ınuos (peri ´ odicos na freq¨ uˆ encia):
X

e
jΩ

= 2π
1

e
−j3Ω
1 +
1
2
e
−jΩ

. .. .
W(e
jΩ
)

sin

21Ω
2

sin


2

. .. .
Z(e
jΩ
)
Determina-se w[n] de W

e
jΩ

usando α
n
u[n] ←→
1
1−αe
−jΩ
e a
propriedade de deslocamento no tempo:
W

e
jΩ

=
e
−j3Ω
1 +
1
2
e
−jΩ
=
e
−j3Ω
1 −
−1
2
e
−jΩ
↓ ↓
w[n] =


1
2

n−3
u[n −3]
– p.153/175
Z

e
jΩ

´ e a transformada de pulso discreto no tempo:
Z

e
jΩ

=
sin

21Ω
2

sin


2
=
sin


2
(21)

sin


2
=
sin


2
(10 ×2 + 1)

sin


2

Da express ˜ ao acima fica claro que M = 10 (durac¸ ˜ ao do
pulso). logo:
z[n] = u[n + 10] −u[n −11]
Finalmente
x[n] = 2π(w[n]z[n]) = 2π


1
2

n−3
(u[n −3] −u[n −11])
– p.154/175
Z

e
jΩ

´ e a transformada de pulso discreto no tempo:
Z

e
jΩ

=
sin

21Ω
2

sin


2
=
sin


2
(21)

sin


2
=
sin


2
(10 ×2 + 1)

sin


2

Da express ˜ ao acima fica claro que M = 10 (durac¸ ˜ ao do
pulso). logo:
z[n] = u[n + 10] −u[n −11]
Finalmente
x[n] = 2π(w[n]z[n]) = 2π


1
2

n−3
(u[n −3] −u[n −11])
– p.154/175
Z

e
jΩ

´ e a transformada de pulso discreto no tempo:
Z

e
jΩ

=
sin

21Ω
2

sin


2
=
sin


2
(21)

sin


2
=
sin


2
(10 ×2 + 1)

sin


2

Da express ˜ ao acima fica claro que M = 10 (durac¸ ˜ ao do
pulso). logo:
z[n] = u[n + 10] −u[n −11]
Finalmente
x[n] = 2π(w[n]z[n]) = 2π


1
2

n−3
(u[n −3] −u[n −11])
– p.154/175
Relac¸ ˜ oes de Parseval
As relac¸ ˜ oes de Parseval indicam que a energia ou potˆ encia
da representac¸ ˜ ao no tempo de um sinal ´ e igual a energia
ou potˆ encia da representac¸ ˜ ao na freq¨ uˆ encia.
Por exemplo, considere um sinal n˜ ao-per´ıodico cont´ınuo
x(t). A energia do sinal ´ e
E
x
=


−∞
|x(t)|
2
dt
Note que |x(t)|
2
= x(t)x

(t) e que x

(t) pode ser escrito como
x

(t) =
1


−∞
X

(jω)e
−jωt

– p.155/175
Relac¸ ˜ oes de Parseval
As relac¸ ˜ oes de Parseval indicam que a energia ou potˆ encia
da representac¸ ˜ ao no tempo de um sinal ´ e igual a energia
ou potˆ encia da representac¸ ˜ ao na freq¨ uˆ encia.
Por exemplo, considere um sinal n˜ ao-per´ıodico cont´ınuo
x(t). A energia do sinal ´ e
E
x
=


−∞
|x(t)|
2
dt
Note que |x(t)|
2
= x(t)x

(t) e que x

(t) pode ser escrito como
x

(t) =
1


−∞
X

(jω)e
−jωt

– p.155/175
Relac¸ ˜ oes de Parseval
As relac¸ ˜ oes de Parseval indicam que a energia ou potˆ encia
da representac¸ ˜ ao no tempo de um sinal ´ e igual a energia
ou potˆ encia da representac¸ ˜ ao na freq¨ uˆ encia.
Por exemplo, considere um sinal n˜ ao-per´ıodico cont´ınuo
x(t). A energia do sinal ´ e
E
x
=


−∞
|x(t)|
2
dt
Note que |x(t)|
2
= x(t)x

(t) e que x

(t) pode ser escrito como
x

(t) =
1


−∞
X

(jω)e
−jωt

– p.155/175
Portanto
E
x
=


−∞
x(t)
1


−∞
X

(jω)e
−jωt
dωdt
=
1


−∞
X

(jω)


−∞
x(t)e
−jωt
dt


=
1


−∞
X

(jω)X(jω)dω
=
1


−∞
|X(jω)|
2

– p.156/175
Tabela para as Relac¸ ˜ oes de Parseval
FT −→


−∞
|x(t)|
2
dt =
1


−∞
|X(jω)|
2

FS −→
1
T

<T>
|x(t)|
2
dt =


k=−∞
|X(k)|
2
DTFT −→


k=−∞
|x(t)|
2
=
1

<2π>
|X(jΩ)|
2
dΩ
DTFS −→
1
N

n=<N>
|x(t)|
2
=

k=<N>
|X(k)|
2
|X(.)|
2
´ e chamado espectro de energia
do sinal.
– p.157/175
Exemplo
Encontre o valor da integral abaixo usando a Relac¸ ˜ ao de
Parseval
χ =


−∞
2
|jω + 2|
2

– p.158/175
Soluc¸ ˜ ao
Colocando a integral na forma da Relac¸ ˜ ao de Parseval:
χ =


−∞
2
|jω + 2|
2

χ = 4π
1


−∞
1
|jω + 2|
2

χ

=
1


−∞
1
|jω + 2|
2

=
1


−∞

1
jω + 2

2
. .. .
|X(jω)|
2

– p.159/175
Usando a Relac¸ ˜ ao de Parseval:
χ

=
1


−∞

1
jω + 2

2
. .. .
|X(jω)|
2

=


−∞
|x(t)|
2
dt
´
E necess ´ ario determinar x(t):
X(jω) =
1
jω + 2
FT
←→x(t) = e
−2t
u(t)
– p.160/175
Usando a Relac¸ ˜ ao de Parseval:
χ

=
1


−∞

1
jω + 2

2
. .. .
|X(jω)|
2

=


−∞
|x(t)|
2
dt
´
E necess ´ ario determinar x(t):
X(jω) =
1
jω + 2
FT
←→x(t) = e
−2t
u(t)
– p.160/175
Portanto
χ

=


−∞
|x(t)|
2
dt
=


−∞

e
−2t
u(t)

2
dt
=


0

e
−2t

2
dt
=


0
e
−4t
dt
= −
1
4
e
−4t


0
=
1
4
Finalmente
χ = π
– p.161/175
Portanto
χ

=


−∞
|x(t)|
2
dt
=


−∞

e
−2t
u(t)

2
dt
=


0

e
−2t

2
dt
=


0
e
−4t
dt
= −
1
4
e
−4t


0
=
1
4
Finalmente
χ = π
– p.161/175
Dualidade
– p.162/175
O par FT ´ e:
x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt

X(jω) =


−∞
x(t)e
−jωt
dt
O par pode ser escrito em uma ´ unica f ´ ormula:
y(η) =
1


−∞
z(ν)e
jην

Se η = t e ν = ω, temos:
y(t) =
1


−∞
z(ω)e
jωt

– p.163/175
O par FT ´ e:
x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt

X(jω) =


−∞
x(t)e
−jωt
dt
O par pode ser escrito em uma ´ unica f ´ ormula:
y(η) =
1


−∞
z(ν)e
jην

Se η = t e ν = ω, temos:
y(t) =
1


−∞
z(ω)e
jωt

– p.163/175
O par FT ´ e:
x(t) =
1


−∞
X(jω)e
jωt

X(jω) =


−∞
x(t)e
−jωt
dt
O par pode ser escrito em uma ´ unica f ´ ormula:
y(η) =
1


−∞
z(ν)e
jην

Se η = t e ν = ω, temos:
y(t) =
1


−∞
z(ω)e
jωt

– p.163/175
Podemos concluir que:
y(t)
FT
⇐⇒z(ω)
Se, por outro lado, fizermos η = −ω e ν = t, teremos:
y(−ω) =
1


−∞
z(t)e
−jωt
dt
2πy(−ω) =


−∞
z(t)e
−jωt
dt
Mas


−∞
z(t)e
−jωt
dt ´ e a definic¸ ˜ ao da FT de z(t). Logo
z(t)
FT
⇐⇒2πy(−ω)
– p.164/175
Podemos concluir que:
y(t)
FT
⇐⇒z(ω)
Se, por outro lado, fizermos η = −ω e ν = t, teremos:
y(−ω) =
1


−∞
z(t)e
−jωt
dt
2πy(−ω) =


−∞
z(t)e
−jωt
dt
Mas


−∞
z(t)e
−jωt
dt ´ e a definic¸ ˜ ao da FT de z(t). Logo
z(t)
FT
⇐⇒2πy(−ω)
– p.164/175
Podemos concluir que:
y(t)
FT
⇐⇒z(ω)
Se, por outro lado, fizermos η = −ω e ν = t, teremos:
y(−ω) =
1


−∞
z(t)e
−jωt
dt
2πy(−ω) =


−∞
z(t)e
−jωt
dt
Mas


−∞
z(t)e
−jωt
dt ´ e a definic¸ ˜ ao da FT de z(t). Logo
z(t)
FT
⇐⇒2πy(−ω)
– p.164/175
Em resumo, temos:
y(t)
FT
⇐⇒ Y (jω)
Y (jt)
FT
⇐⇒ 2πy(−ω)
– p.165/175
Propriedade de Dualidade da FT
– p.166/175
Exemplo 1
Usando a propriedade de Dualidade, encontre a FT da seguinte
func¸ ˜ ao:
x(t) =
1
1 +jt
– p.167/175
Soluc¸ ˜ ao
A func¸ ˜ ao
1
1+jt
tem uma func¸ ˜ ao correspondente na
freq¨ uˆ encia:
1
1 +jω
FT
↔ e
−t
u(t)
Temos, ent ˜ ao
x(t) =
1
1 +jt
FT
↔ X(jω) = ?
F(jω) =
1
1 +jω
FT
↔ f(t) = e
−t
u(t)
Pela propriedade de Dualidade sabemos que
F(jt) = 2πf(−ω), logo:
F(jω) =
1
1 +jω
FT
↔ f(t) = e
−t
u(t)
↓ ω = t ↓ t = −ω
F(jt) =
1
1 +jt
FT
↔ 2πe
ω
u(−ω)
– p.168/175
Soluc¸ ˜ ao
A func¸ ˜ ao
1
1+jt
tem uma func¸ ˜ ao correspondente na
freq¨ uˆ encia:
1
1 +jω
FT
↔ e
−t
u(t)
Temos, ent ˜ ao
x(t) =
1
1 +jt
FT
↔ X(jω) = ?
F(jω) =
1
1 +jω
FT
↔ f(t) = e
−t
u(t)
Pela propriedade de Dualidade sabemos que
F(jt) = 2πf(−ω), logo:
F(jω) =
1
1 +jω
FT
↔ f(t) = e
−t
u(t)
↓ ω = t ↓ t = −ω
F(jt) =
1
1 +jt
FT
↔ 2πe
ω
u(−ω)
– p.168/175
Soluc¸ ˜ ao
A func¸ ˜ ao
1
1+jt
tem uma func¸ ˜ ao correspondente na
freq¨ uˆ encia:
1
1 +jω
FT
↔ e
−t
u(t)
Temos, ent ˜ ao
x(t) =
1
1 +jt
FT
↔ X(jω) = ?
F(jω) =
1
1 +jω
FT
↔ f(t) = e
−t
u(t)
Pela propriedade de Dualidade sabemos que
F(jt) = 2πf(−ω), logo:
F(jω) =
1
1 +jω
FT
↔ f(t) = e
−t
u(t)
↓ ω = t ↓ t = −ω
F(jt) =
1
1 +jt
FT
↔ 2πe
ω
u(−ω)
– p.168/175
Exemplo 2
Usando a propriedade de Dualidade, encontre a Transformada
inversa da seguinte func¸ ˜ ao:
X(jω) = u(ω)
– p.169/175
Soluc¸ ˜ ao
A func¸ ˜ ao X(jω) = u(ω) tem uma func¸ ˜ ao correspondente no
tempo:
f(t) = u(t)
FT
←→F(jω) =
1

+πδ(ω)
Temos, ent ˜ ao
x(t) = ?
FT
↔ X(jω) = u(ω)
F(jω) =
1

+πδ(ω)
FT
↔ f(t) = u(t)
Sabemos que f(ω) = u(ω) e, pela propriedade de
Dualidade, que:
F(jt)
FT
↔ 2πf(−ω)
F(−jt)
FT
↔ 2πf(ω)
1

F(−jt)
FT
↔ f(ω)
– p.170/175
Soluc¸ ˜ ao
A func¸ ˜ ao X(jω) = u(ω) tem uma func¸ ˜ ao correspondente no
tempo:
f(t) = u(t)
FT
←→F(jω) =
1

+πδ(ω)
Temos, ent ˜ ao
x(t) = ?
FT
↔ X(jω) = u(ω)
F(jω) =
1

+πδ(ω)
FT
↔ f(t) = u(t)
Sabemos que f(ω) = u(ω) e, pela propriedade de
Dualidade, que:
F(jt)
FT
↔ 2πf(−ω)
F(−jt)
FT
↔ 2πf(ω)
1

F(−jt)
FT
↔ f(ω)
– p.170/175
Soluc¸ ˜ ao
A func¸ ˜ ao X(jω) = u(ω) tem uma func¸ ˜ ao correspondente no
tempo:
f(t) = u(t)
FT
←→F(jω) =
1

+πδ(ω)
Temos, ent ˜ ao
x(t) = ?
FT
↔ X(jω) = u(ω)
F(jω) =
1

+πδ(ω)
FT
↔ f(t) = u(t)
Sabemos que f(ω) = u(ω) e, pela propriedade de
Dualidade, que:
F(jt)
FT
↔ 2πf(−ω)
F(−jt)
FT
↔ 2πf(ω)
1

F(−jt)
FT
↔ f(ω)
– p.170/175
Portanto
1

1
−jt
+πδ(−t)

FT
↔ u(ω)
x(t) =
−1
2πjt
+
δ(−t)
2
FT
↔ X(jω) = u(ω)
– p.171/175
Produto Tempo-Banda de Passagem
– p.172/175
A definic¸ ˜ ao de Durac¸ ˜ ao de um sinal x(t) ´ e
T
d
=



t
2
|x(t)|
2
dt



|x(t)|
2
dt

1
2
J ´ a a definic¸ ˜ ao de Banda de Passagem ´ e
B
w
=



ω
2
|X(jω)|
2



|X(jω)|
2

1
2
O produto Tempo-Banda de passagem ´ e limitado
inferiormente por
T
d
B
w

1
2
– p.173/175
A definic¸ ˜ ao de Durac¸ ˜ ao de um sinal x(t) ´ e
T
d
=



t
2
|x(t)|
2
dt



|x(t)|
2
dt

1
2
J ´ a a definic¸ ˜ ao de Banda de Passagem ´ e
B
w
=



ω
2
|X(jω)|
2



|X(jω)|
2

1
2
O produto Tempo-Banda de passagem ´ e limitado
inferiormente por
T
d
B
w

1
2
– p.173/175
A definic¸ ˜ ao de Durac¸ ˜ ao de um sinal x(t) ´ e
T
d
=



t
2
|x(t)|
2
dt



|x(t)|
2
dt

1
2
J ´ a a definic¸ ˜ ao de Banda de Passagem ´ e
B
w
=



ω
2
|X(jω)|
2



|X(jω)|
2

1
2
O produto Tempo-Banda de passagem ´ e limitado
inferiormente por
T
d
B
w

1
2
– p.173/175
Lembrete
PG com limites finitos:
b

n=a
x
n
=
x
a
−x
b+1
1 −x
– p.174/175
Arquivos matlab
chap3 mfile1 - DTFS - Onda quadrada
chap3 mfile2 - FS - Onda quadrada
chap3 mfile3 - Como usar a FFT com a DTFS - Exemplo 3.1
chap3 mfile4 - Exemplo 1 IDTFS
chap3 mfile5 - Exemplo 2 IDTFS
chap3 mfile6 - Exemplo 3 IDTFS
chap3 mfile7 - DTFS - Onda quadrada
chap3 mfile8 - Exemplo do uso da FFT para a FS -
x=2*sin(2*pi*t-3)+sin(6*pi*t);
chap3 mfile9 - Exemplo do uso da FFT para a FS - Onda Triangular
chap3 mfile10 - Exemplo do uso da FFT para a FS - Onda Quadrada
chap3 mfile11 - Verificac¸ ˜ ao do Exerc´ıcio Proposto 3.19
chap3 mfile12 - cossenoide
chap3 mfile13 - exponencial
– p.175/175

Representacoes de sinais por Fourier ¸˜
Representacoes de sinais como contribuicao linear de um ¸˜ ¸˜ ´ conjunto de sinais basicos.

– p.2/175

Representacoes de sinais por Fourier ¸˜
Representacoes de sinais como contribuicao linear de um ¸˜ ¸˜ ´ conjunto de sinais basicos. Convolucao - combinacao linear de impulsos deslocados ¸˜ ¸˜ no tempo.

– p.2/175

Representacoes de sinais por Fourier ¸˜
Representacoes de sinais como contribuicao linear de um ¸˜ ¸˜ ´ conjunto de sinais basicos. Convolucao - combinacao linear de impulsos deslocados ¸˜ ¸˜ no tempo. Fourier - combinacao linear de exponenciais complexas ¸˜

– p.2/175

Representacoes de sinais por Fourier ¸˜
Representacoes de sinais como contribuicao linear de um ¸˜ ¸˜ ´ conjunto de sinais basicos. Convolucao - combinacao linear de impulsos deslocados ¸˜ ¸˜ no tempo. Fourier - combinacao linear de exponenciais complexas ¸˜ ´ Se a entrada de um LTI e uma combinacao linear de funcoes ¸˜ ¸˜ exponenciais complexas (senoides/cossenoides), a sa´da pode ı ˜ ser expressa nesta mesma forma com coeficientes que sao relacionados de maneira direta com aqueles da entrada.

– p.2/175

Representacoes de sinais por Fourier ¸˜
Representacoes de sinais como contribuicao linear de um ¸˜ ¸˜ ´ conjunto de sinais basicos. Convolucao - combinacao linear de impulsos deslocados ¸˜ ¸˜ no tempo. Fourier - combinacao linear de exponenciais complexas ¸˜ ´ Se a entrada de um LTI e uma combinacao linear de funcoes ¸˜ ¸˜ exponenciais complexas (senoides/cossenoides), a sa´da pode ı ˜ ser expressa nesta mesma forma com coeficientes que sao relacionados de maneira direta com aqueles da entrada. ´ Sinais Periodicos - Somas ponderadas de senoides ´ harmonicamente relacionadas - Series de Fourier ˜ ´ Sinais Nao-Periodicos - Integrais ponderadas de senoides ˜ nao-harmonicamente relacionadas - Transformada de Fourier

– p.2/175

Para sistemas cont´nuos ı H(jω) = ∞ −∞ h(τ )e−jωτ dτ y(t) = |H(jω)|ej(ωt+arg(H(jω)) – p.Resposta Senoidal Considere y[n] = y[n] = ∞ k=−∞ ∞ k=−∞ h[k]x[n − k] mas com x[n] = ejΩn .3/175 . h[k]ejΩ(n−k) ∞ k=−∞ y[n] = ejΩ(n) h[k]ejΩ(−k) y[n] = H(ejΩ )ejΩn Onde H(ejΩ ) = ∞ k=−∞ h[k]e−jΩk ´ H(ejΩ ) e chamada Resposta em Frequˆ ncia do sistema ¨e discreto.

4/175 . temos: – p. pode-se obter y[n] = |H(ejΩ )|Acos(Ωn + φ + arg(H(ejΩ )) Em termos de diagrama de blocos.Agora suponha que x[n] = Acos(Ωn + φ) = A j(Ωn+φ) 2e + A −j(Ωn+φ) 2e ´ Considerando que h[n] e real.

temos: Aek = λk ek ´ ´ onde λk e o autovalor e ek e o autovetor.Lembrando do problema de autovalor e autovetor da Algebra Linear. No nosso caso.5/175 . temos: onde ´ ¸˜ ejωt e a autofuncao e – p.

Lembrando do problema de autovalor e autovetor da Algebra Linear. No nosso caso. – p. temos: Aek = λk ek ´ ´ onde λk e o autovalor e ek e o autovetor. temos: onde ´ ¸˜ ejωt e a autofuncao e ´ H(jω) e o autovalor.5/175 .

entao.6/175 . escrever: x(t) = M k=1 ak ejωk t – p.˜ Podemos.

˜ Podemos.6/175 . escrever: x(t) = y(t) = M k=1 M k=1 ak ejωk t ak H(jωk ) ejωk t – p. entao.

6/175 . entao. escrever: x(t) = y(t) = M k=1 M k=1 ak ejωk t ak H(jωk ) ejωk t ´ Ou seja. Vantagem Convolucao =⇒ Multiplicacao ¸˜ ¸˜ – p.˜ Podemos. para um entrada do tipo ejωt a sa´da e a ı “ejωt ”modificada pelo autovalor H(jωk ).

Exemplo Conisidere o seguinte circuito-RC Onde h(t) = t 1 − RC e u(t) RC – p.7/175 .

8/175 .H(jω) = = = = = 1 RC 1 RC ∞ e −∞ ∞ −∞ τ − RC u(τ )e−jωτ dτ 1 e−(jω+ RC )τ u(τ )dτ ∞ 0 1 −1 1 −(jω+ RC )τ 1 e RC jω + RC −1 1 1 (0 − 1) RC jω + RC 1 RC jω + 1 RC ´ ´ Normalmente a resposta em frequˆ ncia e dada em modulo e ¨e fase: 1 RC |H(jω)| = ω2 + 1 2 – p.

– p.9/175 .

10/175 .Serie de ı Fourier (FS) – p.Representacao de Fourier para os sinais ¸˜ ´ ´ Sinal Cont´nuo e Periodico .

10/175 .Serie de ı Fourier (FS) ´ ´ Sinal Discreto e Periodico .Serie de Fourier Discreta (DTFS) – p.Representacao de Fourier para os sinais ¸˜ ´ ´ Sinal Cont´nuo e Periodico .

Serie de Fourier Discreta (DTFS) ˜ ´ Sinal Cont´nuo e Nao-Periodico ı Transformada de Fourier (FT) – p.Serie de ı Fourier (FS) ´ ´ Sinal Discreto e Periodico .Representacao de Fourier para os sinais ¸˜ ´ ´ Sinal Cont´nuo e Periodico .10/175 .

Serie de Fourier Discreta (DTFS) ˜ ´ Sinal Cont´nuo e Nao-Periodico ı Transformada de Fourier (FT) ˜ ´ Sinal Discreto e Nao-Periodico Transformada de Fourier Discreta (DTFT) – p.10/175 .Serie de ı Fourier (FS) ´ ´ Sinal Discreto e Periodico .Representacao de Fourier para os sinais ¸˜ ´ ´ Sinal Cont´nuo e Periodico .

11/175 . aproximar o sinal x[n] (discreto e periodico) por x[n] = ˆ k A[k]ejkΩo n Onde Ωo = 2π N ´ e a frequˆ ncia fundamental de x[n]. entao. ¨e – p.´ Sinais Discretos e Periodicos ´ Representar sinais discreto periodicos com uma soma ponderada de ejkΩo n ˜ ´ Vamos.

12/175 . so existem N valores distintos. portanto: x[n] = ˆ k=<N > A[k]ejkΩo n Como calcular os coeficientes A[k]? – p.Periodicidade na Representacao de Si¸˜ ´ nais Discretos e Periodicos Repare que: 2π = 2π N ej(N +k)Ω0 n = ejN Ω0 n ejkΩ0 n mas N Ωo = N = ej2πn ejkΩ0 n mas ej2πn = 1 = ejkΩ0 n ´ Ou seja.

13/175 . ou seja: ¸ ˆ M SE = 1 N 1 N |x[n] − x[n]|2 → o menor poss´vel ˆ ı n=<N > M SE = |x[n]− n=<N > k=<N > A[k]ejkΩo n |2 → o menor poss´vel ı – p.Os coeficientes A[k] Vamos minimizar a diferenca entre x[n] e x[n].

logo: N −1 ˜ Antes de derivar a DTFS.13/175 .Os coeficientes A[k] Vamos minimizar a diferenca entre x[n] e x[n]. considere as seguintes expressoes:  N −1  N. ou seja: ¸ ˆ M SE = 1 N 1 N |x[n] − x[n]|2 → o menor poss´vel ˆ ı n=<N > M SE = |x[n]− n=<N > k=<N > A[k]ejkΩo n |2 → o menor poss´vel ı Repare que ejk2π = 1. =  0 k=m k=m – p. k=m j(k−m)Ωo n e = jk2π  1−ejkΩ k=m n=0 1−e o e n=0 j(k−m)Ωo n   N.

k = m j(k−m)ωo t e dt =  0 k=m – p.14/175 .˜ ´ A versao cont´nua e: ı T 0   T.

14/175 . β = 1 1−β βn =  N β=1 n=0   T. |β| < 1 2 (1 − β) nβ n = n=0 – p. |β| < 1 1−β β .˜ ´ A versao cont´nua e: ı T 0 ˜ A expressao (discreta) acima pode ser obtida usando:  N −1  1−β N . |β| < 1 β = 1−β n=0 n ∞ n ∞ n=k ∞ βk β = . k = m j(k−m)ωo t e dt =  0 k=m 1 .

Minimizacao do Erro ¸˜ ˜ Considere. a minimizacao do erro ¸˜ M SE = 1 N 1 N |x[n] − x[n]| ˆ n=<N > 2 2 = x[n] − n=<N > n=<N > A[k]ejkΩo n – p. entao.15/175 .

´ podemos escrever: 1 M SE = N X 80 < @x[n] − : X A[k]e jkΩo n A @ 10 x[n] − n=<N > n=<N > n=<N > X 1∗ 9 = jkΩo n A A[k]e . a minimizacao do erro ¸˜ M SE = 1 N 1 N |x[n] − x[n]| ˆ n=<N > 2 2 = x[n] − n=<N > n=<N > A[k]ejkΩo n Lembrando que o MSE envolve numeros complexos. entao.15/175 .Minimizacao do Erro ¸˜ ˜ Considere. – p.

16/175 . temos: M SE = 1 N − k=<N > |x[n]|2 n=<N > m=<N > ∗ A∗ [m] 1 N 1 N x[n]e−jmΩo n n=<N > A [k] x∗ [n]ejkΩo n n=<N > ∗ + k=<N > m=<N > A [m]A[k] 1 N x[n]e−j(k−m)Ωo n n=<N > – p.Multiplicando cada termo.

Multiplicando cada termo.16/175 . temos: M SE = 1 N − k=<N > |x[n]|2 n=<N > m=<N > ∗ A∗ [m] 1 N 1 N x[n]e−jmΩo n n=<N > A [k] x∗ [n]ejkΩo n n=<N > ∗ + k=<N > m=<N > A [m]A[k] 1 N x[n]e−j(k−m)Ωo n n=<N > Definindo X[k] = 1 N x[n]e−jkΩo n n=<N > – p.

16/175 .Multiplicando cada termo. temos: M SE = 1 N − k=<N > |x[n]|2 n=<N > m=<N > ∗ A∗ [m] 1 N 1 N x[n]e−jmΩo n n=<N > A [k] x∗ [n]ejkΩo n n=<N > ∗ + k=<N > m=<N > A [m]A[k] 1 N x[n]e−j(k−m)Ωo n n=<N > Definindo X[k] = 1 N x[n]e−jkΩo n n=<N > e considerando a ortogonalidade entre as exponenciais complexas 1 M SE = N n=<N > X |x[n]| − 2 k=<N > X A [k]X[k]− ∗ k=<N > X A[k]X [k]+ ∗ k=<N > X |A[k]|2 – p.

Completando o quadrado. temos: M SE = 1 N + k=<N > |x[n]| n=<N > 2 |A[k]| − A∗ [k]X[k] − A[k]X ∗ [k] + |X[k]| |X[k]|2 k=<N > 2 2 − – p.17/175 .

Completando o quadrado.17/175 . temos: M SE = 1 N + k=<N > |x[n]| n=<N > 2 |A[k]| − A∗ [k]X[k] − A[k]X ∗ [k] + |X[k]| |X[k]|2 k=<N > 2 2 − Logo M SE = 1 N + |x[n]| n=<N > 2 |A[k] − X[k]|2 k=<N > − k=<N > |X[k]|2 – p.

´ MSE e minimizado se: A[k] = X[k] – p.18/175 .

18/175 .´ MSE e minimizado se: A[k] = X[k] ˜ Entao M SE = 1 N |x[n]|2 − n=<N > k=<N > |X[k]|2 – p.

´ MSE e minimizado se: A[k] = X[k] ˜ Entao M SE Usando 1 X[k] = N temos |X[k]| k=<N > 2 = 1 N |x[n]|2 − n=<N > k=<N > |X[k]|2 x[n]e−jkΩo n n=<N > = k=<N > 1 N2 x[n]x∗ [m]ej(m−n)Ωo k n=<N > m=<N > = 1 N x[n]x∗ [m] n=<N > m=<N > 1 N ej(m−n)Ωo k k=<N > – p.18/175 .

– p.19/175 .Resultado MSE Usando a ortogonalidade |X[k]|2 = k=<N > 1 N |x[n]|2 k=<N > resulta em M SE = 0.

Discrete Time Fourier Series (DTFS) ´ ´ A DTFS e calculada a partir de Sinais Discretos Periodicos: (T) Discreto ´ ⇐⇒ Periodico (F) – p.20/175 .

20/175 .Discrete Time Fourier Series (DTFS) ´ ´ A DTFS e calculada a partir de Sinais Discretos Periodicos: (T) Discreto ´ ⇐⇒ Periodico (F) ´ (T) Periodico (Per´odo = N e Ωo = 2π/N ) ⇐⇒ Discreto (F) ı – p.

Discrete Time Fourier Series (DTFS) ´ ´ A DTFS e calculada a partir de Sinais Discretos Periodicos: (T) Discreto ´ ⇐⇒ Periodico (F) ´ (T) Periodico (Per´odo = N e Ωo = 2π/N ) ⇐⇒ Discreto (F) ı ´ O par Tempo-Frequˆ ncia para a DTFS e: ¨e   x[n] =  X[k] = X[k]ejkΩo n k=<N > 1 N x[n]e−jkΩo n n=<N > – p.20/175 .

Determine os coeficientes da DTFS do sinal x[n] = 1 + sin 3π 1 πn + 12 8 – p.1 (mfile3) Problema 3.Exemplo 3.1 .21/175 .

escrevo x[n] em termos de exponenciais.1 (mfile3) Problema 3.Exemplo 3. x[n] = 1 + ej( 12 πn+ 1 3π 8 ) − e−j( 12 πn+ 2j 1 3π 8 ) – p.Determine os coeficientes da DTFS do sinal x[n] = 1 + sin 3π 1 πn + 12 8 ´ ´ Ao inves de usar as formulas.21/175 .1 .

1 . x[n] = 1 + ej( 12 πn+ 1 3π 8 ) − e−j( 12 πn+ 2j 1 3π 8 ) Colocando na forma x[n] = e(−1)j x[n] = 1 − 2j 3π 8 k=<N > X[k]ejkΩo n 3π 8 e (−1)j 1 12 πn e(+1)j + 2j e 1 (+1)j 12 πn – p. escrevo x[n] em termos de exponenciais.1 (mfile3) Problema 3.Exemplo 3.21/175 .Determine os coeficientes da DTFS do sinal x[n] = 1 + sin 3π 1 πn + 12 8 ´ ´ Ao inves de usar as formulas.

22/175 .Falta o per´odo. logo N = 24. ) = 1 ejπ e ( π 2 ej 2 1 ej 8 2 ej π 2 3π j − 3π 8 = 1 ej 8 2 π π k = −1 k=0 = = 1 e−j 8 2 k=1 −11 ≤ k ≤ 12 ´ caso contrario para – p. Mas Ωo = ı  8  ej(− 3π )  −  2j     1 X[k] = 8  ej 3π   2j     0 π 12 .

5 x[n] 1 0.5 0 −30 1 −20 −10 0 n 10 20 30 |X[k]| 0.Resposta do exerc´cio Proposto 3.5 −30 −20 −10 0 k 10 20 30 – p.23/175 .5 −20 −10 0 k 10 20 30 angle(X[k]) 0 −0.1 ı x[n]=1+sin(π/12n+3π/8n) 2 1.5 0 −30 0.

24/175 .8 0.6 0.2 Problema 3.6 1.Exemplo 3.Determine os coeficientes da DTFS do sinal x[n] 2 1.4 1.2 0 −30 −20 −10 0 n 10 20 30 – p.4 0.2 x[n] 1 0.2 .8 1.

N = 6 → Ωo = ı 2π 6 = π 3 – p.25/175 .Achando o per´odo .

25/175 .Achando o per´odo .N = 6 → Ωo = ı ˜ Usando a expressao X[k] = X[k] = 1 N 3 2π 6 = π 3 −jkΩo n n=<N > x[n]e temos 1 x[n]e−jkΩo n 6 n=−2 π 1 x[n]e−jk 3 n 6 n=−1 1 X[k] = = = = 1 2 −jk π 2 jk π 3 + + e e 3 6 6 6 π jk 3 −jk π 3 +e 1 2e + 6 3 2 π 1 2 + cos(k ) 6 3 3 – p.

25/175 . – p.: X[k] e real → Fase e 0 ou ±π.Achando o per´odo .N = 6 → Ωo = ı ˜ Usando a expressao X[k] = X[k] = 1 N 3 2π 6 = π 3 −jkΩo n n=<N > x[n]e temos 1 x[n]e−jkΩo n 6 n=−2 π 1 x[n]e−jk 3 n 6 n=−1 1 X[k] = = = = 1 2 −jk π 2 jk π 3 + + e e 3 6 6 6 π jk 3 −jk π 3 +e 1 2e + 6 3 2 π 1 2 + cos(k ) 6 3 3 ´ ´ Obs.

2 ¸˜ ı x[n] 2 1.Solucao do Exerc´cio Proposto 3.5 0 −30 4 −20 −10 0 k 10 20 30 angle(X[k]) 3 2 1 −20 −10 0 k 10 20 30 0 −30 – p.5 0 −30 1 −20 −10 0 n 10 20 30 |X[k]| 0.5 x[n] 1 0.26/175 .

5 0.4 0.2 0.9 0.27/175 .8 0.Onda Quadrada (mfile1) Considere a onda quadrada discreta mostrada abaixo. 1 0.7 0.1 0 −20 −15 −10 −5 0 Time (n) 5 10 15 20 – p.6 x(n) 0.3 0.

Onda Quadrada ˜ Usando a expressao para X[k]. temos: X[k] = 1 N N −M −1 x[n]e−jkΩo n n=−M 2π N ). ´ Foi escolhido um per´odo para o somatorio (Ωo = ı – p.28/175 .

28/175 . temos: X[k] = 1 N N −M −1 x[n]e−jkΩo n n=−M 2π N ). ´ Foi escolhido um per´odo para o somatorio (Ωo = ı Simplificando: X[k] = 1 N M e−jkΩo n n=−M – p.Onda Quadrada ˜ Usando a expressao para X[k].

Onda Quadrada ˜ Usando a expressao para X[k]. temos: X[k] = 1 N N −M −1 x[n]e−jkΩo n n=−M 2π N ). ´ Foi escolhido um per´odo para o somatorio (Ωo = ı Simplificando: X[k] = Faco ¸   n = −M m=n+M →  n=M 1 N M e−jkΩo n n=−M → m = −M + M = 0 → m = M + M = 2M – p.28/175 .

29/175 .´ ´ Mudando as variaveis no somatorio: X[k] = 1 N 2M e−jkΩo (m−M ) m=0 2M = = = ejkΩo M N e−jkΩo m m=0 ejkΩo M 1 − e−jkΩo (2M +1) N 1 − e−jkΩo ejkΩo M e−jkΩo (2M +1)/2 ejkΩo (2M +1)/2 − e−jkΩo (2M +1)/2 N e−jkΩo /2 ejkΩo /2 − e−jkΩo /2 – p.

29/175 .´ ´ Mudando as variaveis no somatorio: X[k] = 1 N 2M e−jkΩo (m−M ) m=0 2M = = = Mas ejkΩo M N e−jkΩo m m=0 ejkΩo M 1 − e−jkΩo (2M +1) N 1 − e−jkΩo ejkΩo M e−jkΩo (2M +1)/2 ejkΩo (2M +1)/2 − e−jkΩo (2M +1)/2 N e−jkΩo /2 ejkΩo /2 − e−jkΩo /2 ejkΩo M e−jkΩo (2M +1)/2 N e−jkΩo /2 = 1 N – p.

Finalmente X[k] = = = 1 ejkΩo (2M +1)/2 − e−jkΩo (2M +1)/2 N ejkΩo /2 − e−jkΩo /2 2j 1 ejkΩo (2M +1)/2 − e−jkΩo (2M +1)/2 N 2j ejkΩo /2 − e−jkΩo /2 1 sin k Ωo (2M + 1) 2 N sin k Ωo 2 – p.30/175 .

30/175 . podemos escrever que: k Ωo 1 k Ωo (2M + 1) sin k Ωo (2M + 1) 2 2 2 N k Ωo k Ωo (2M + 1) sin k Ωo 2 2 2 k Ωo 2M + 1 sin k Ωo (2M + 1) 2 2 N k Ωo (2M + 1) sin k Ωo 2 2 – p.Finalmente X[k] = = = 1 ejkΩo (2M +1)/2 − e−jkΩo (2M +1)/2 N ejkΩo /2 − e−jkΩo /2 2j 1 ejkΩo (2M +1)/2 − e−jkΩo (2M +1)/2 N 2j ejkΩo /2 − e−jkΩo /2 1 sin k Ωo (2M + 1) 2 N sin k Ωo 2 sin(x) x Lembrando que limx→0 X[k] = = = 1.

30/175 .Finalmente X[k] = = = 1 ejkΩo (2M +1)/2 − e−jkΩo (2M +1)/2 N ejkΩo /2 − e−jkΩo /2 2j 1 ejkΩo (2M +1)/2 − e−jkΩo (2M +1)/2 N 2j ejkΩo /2 − e−jkΩo /2 1 sin k Ωo (2M + 1) 2 N sin k Ωo 2 sin(x) x Lembrando que limx→0 X[k] = = = 1. podemos escrever que: k Ωo 1 k Ωo (2M + 1) sin k Ωo (2M + 1) 2 2 2 N k Ωo k Ωo (2M + 1) sin k Ωo 2 2 2 k Ωo 2M + 1 sin k Ωo (2M + 1) 2 2 N k Ωo (2M + 1) sin k Ωo 2 2 2M +1 N ´ ´ Quando k = 0 (Lembre que a DTFS e periodica) X[k] = – p.

2 −20 −15 −10 −5 0 k 5 10 15 20 – p.5 0.2 X(k) 0.1 0 −0.31/175 .1 −0.3 0.4 0.0.

Exemplo 1 .32/175 .IDTFS (mfile4) Considere o seguinte sinal na frequˆ ncia: ¨e X[k] = cos Determine o sinal x[n]. 6π k 17 – p.Inversa .

33/175 . – p. usar a formula de Euler.Solucao ¸˜ ´ ´ Neste caso e mais facil encontrar x[n] usando: 1 X[k] = N x[n]e−jkΩo n n=<N > ´ ou seja.

Solucao ¸˜ ´ ´ Neste caso e mais facil encontrar x[n] usando: 1 X[k] = N x[n]e−jkΩo n n=<N > ´ ou seja.33/175 . usar a formula de Euler. ˜ Entao: X[k] = cos 6π 6π k 17 6π = = = ej 17 k + e−j 17 k 2 2π 2π 2π e−jk 17 (−3) + e−jk 17 (3) → Ωo = → N = 17 ∈ N 2 17 1 17 −jk 2π (−3) 17 −jk 2π (3) 17 17 e + e 17 2 2 – p.

´ x[n] e:        17 2 17 2 n = −3 n=3 ´ caso contrario para − 8 ≤ n ≤ 8 x[n] = 0 – p.34/175 .

Inversa .35/175 .IDTFS (mfile5) Considere o seguinte sinal na frequˆ ncia: ¨e X[k] = cos Determine o sinal x[n]. 10π k + jsin 21 4π k 21 – p.Exemplo 2 .

36/175 .Solucao ¸˜ ´ ´ Mais uma vez e mais facil encontrar x[n] usando: 1 X[k] = N x[n]e−jkΩo n n=<N > – p.

36/175 .Solucao ¸˜ ´ ´ Mais uma vez e mais facil encontrar x[n] usando: 1 X[k] = N x[n]e−jkΩo n n=<N > 2π 21 ˜ Entao (Lembrando que Ωo = X[k] = = = = 21 21 21 21 21 21 21 21 cos e → N = 21) : 4π k 21 e j 4π k 21 10π k + jsin 21 +e 2 −j 10π k 21 j 10π k 21 +j −e 2j −j 4π k 21 ej 10π 21 k 2 2π e−j 21 + 2 10π k ej 21 k e−j 21 k + − 2 2 2π 2π 2π 4π 4π e−jk 21 (−5) e−jk 21 (5) e−jk 21 (−2) e−jk 21 (2) + + − 2 2 2 2 – p.

´ x[n] e:           21 2 21 2 21 2 − 21 2 n = −5 n=5 n = −2 n=2 ´ caso contrario para − 10 ≤ n ≤ 10 x[n] =          0 – p.37/175 .

IDTFS (mfile6) Considere o seguinte sinal na frequˆ ncia: ¨e ∞ X[k] = m=−∞ δ[k − 2m] − 2δ[k + 3m] Determine o sinal x[n].Inversa . – p.38/175 .Exemplo 3 .

temos que usar x[n] = k=<N > X[k]ejkΩo n – p.Solucao ¸˜ Neste caso.39/175 .

Solucao ¸˜ Neste caso.5 0 −20 0 −15 −10 −5 0 k 5 10 15 20 δ[k+3m] −1 δ[k−2m]−2δ[k+3m] −2 −20 1 0 −1 −2 −20 −15 −10 −5 0 k 5 10 15 20 −15 −10 −5 0 k 5 10 15 20 – p. Note que N = 6 e Ωo = 1 2π 6 δ[k−2m] 0.39/175 . temos que usar x[n] = k=<N > X[k]ejkΩo n = π 3.

k=2 – p.  k = −2      0.40/175 .Considerando somente um per´odo. ou seja. k = 0      0.  k=1      1. −3 ≤ k ≤ 2. k = −1 X[k] =  −1. k = −3      1. ı temos os seguintes valores para X[k]   −2.

41/175 .´ O sinal x[n] e: 2 x[n] = k=−3 X[k]e jk π n 3 – p.

´ O sinal x[n] e: 2 x[n] = k=−3 X[k]e jk π n 3 Expandindo.41/175 . temos: x[n] = −2e −j 3π n 3 n + 1e −j 2π n 3 − 1 + 1e j 2π n 3 = −2(−1) + 2cos 2π n −1 3 – p.

42/175 .´ Serie de Fourier (FS) ´ ´ A FS e calculada a partir de Sinais Cont´nuos Periodicos: ı ˜ ´ (T) Cont´nuo (Per´odo = T e ωo = 2π/T ) ⇐⇒ Nao-Periodico (F) ı ı – p.

´ Serie de Fourier (FS) ´ ´ A FS e calculada a partir de Sinais Cont´nuos Periodicos: ı ˜ ´ (T) Cont´nuo (Per´odo = T e ωo = 2π/T ) ⇐⇒ Nao-Periodico (F) ı ı ´ (T) Periodico ⇐⇒ Discreto (F) – p.42/175 .

42/175 .´ Serie de Fourier (FS) ´ ´ A FS e calculada a partir de Sinais Cont´nuos Periodicos: ı ˜ ´ (T) Cont´nuo (Per´odo = T e ωo = 2π/T ) ⇐⇒ Nao-Periodico (F) ı ı ´ (T) Periodico ´ O par Tempo-Frequˆ ncia para a FS e: ¨e ⇐⇒ Discreto (F)   x(t) =  X[k] = ∞ X[k]ejkωo t k=−∞ 1 T x(t)e−jkωo t dt <T > – p.

43/175 . – p.Existˆ ncia e ˜ As condicoes para a existˆ ncia sao: ¸˜ e O sinal deve ser limitado.

ı – p. ´ O sinal deve ter um numero finito de maximos e m´nimos no ´ ı per´odo.Existˆ ncia e ˜ As condicoes para a existˆ ncia sao: ¸˜ e O sinal deve ser limitado.43/175 .

ı – p. ı O sinal deve ter um numero finito de discontinuidades no ´ per´odo.Existˆ ncia e ˜ As condicoes para a existˆ ncia sao: ¸˜ e O sinal deve ser limitado.43/175 . ´ O sinal deve ter um numero finito de maximos e m´nimos no ´ ı per´odo.

Contra-exemplos e – p.44/175 .Existˆ ncia .

Derivacao ¸˜ ´ Supondo que um sinal x(t) cont´nuo e periodico por ser ı escrito como: ∞ x(t) = ˜ k=−∞ A[k]ejkωo t onde ωo = 2π T ´ e T e o per´odo da fundamental.45/175 . ı – p.

Derivacao ¸˜
´ Supondo que um sinal x(t) cont´nuo e periodico por ser ı escrito como:

x(t) = ˜
k=−∞

A[k]ejkωo t

onde ωo = ˜ entao

2π T

´ e T e o per´odo da fundamental, ı

x(t)e−jmωo t dt =
<T > <T >

x(t)e−jmωo t dt ˜

=
<T > k=−∞ ∞

A[k]ejkωo t e−jmωo t dt A[k]
k=−∞ <T >

=

ejkωo t e−jmωo t dt

– p.45/175

Mas

´ a ´ ejkωo t e−jmωo t dt so n˜ o e zero se k = m <T > x(t)e−jmωo t dt =
<T >

A[m]T

˜ Entao: A[m] = ou, na nossa notacao: ¸˜

1 T

x(t)e−jmωo t dt
<T >

1 X[k] = T

x(t)e−jkωo t dt
<T >

– p.46/175

Exemplo 3.3 (mfile8)
Considere o sinal x(t) = 2sin(2πt − 3) + sin(6πt), calcule a FS. Per´odo Fundamental entre 2sin(2πt − 3) (T = 1, ωo = 2π) e ı ´ sin(6πt) (T = 1/3, ωo = 6π) e   T = 1,  ωo = 2π

– p.47/175

Exemplo 3.3 (mfile8)
Considere o sinal x(t) = 2sin(2πt − 3) + sin(6πt), calcule a FS. Per´odo Fundamental entre 2sin(2πt − 3) (T = 1, ωo = 2π) e ı ´ sin(6πt) (T = 1/3, ωo = 6π) e   T = 1,  ωo = 2π ˜ Usando a expressao x(t) = x(t) x(t) x(t)
∞ k=−∞

X[k]ejkωo t temos

ej6πt − e−(j6πt) ej(2πt−3) − e−j(2πt−3) + = 2 2j 2j j j6πt j −(j6πt) j(2πt−3) −j(2πt−3) + je − e + e = −je 2 2 j j(−3)2πt e = + jej(−1)2πt ej3 − jej(1)2πt e−j3 2 j − ej(3)2πt 2

– p.47/175

Portanto                   
π j = 1 ej 2 2 2 π j 2 j3

k = −3
j( π +3) 2
3π 2 −3)

je

j3

= 1e

e

= 1e

k = −1 k=1 k=3 ´ caso contrario

X[k] =

−je−j3 = ejπ ej 2 e−j3 = ej(
π

π

j − 2 = 1 ejπ ej 2 = 1 e−j 2 2 2

π

0

– p.48/175

x(t)=2sin((2π)t−3)+sin((6π)t) 4 2

x(t)

0 −2 −4 −2 1 −1.5 −1 −0.5 0 t 0.5 1 1.5 2

|X[k]|

0.5

0 −30 2

−20

−10

0 k

10

20

30

angle(X[k])

1 0 −1 −2 −30 −20 −10 0 k 10 20 30

– p.49/175

Proposto 3.2 0.50/175 . Sawtooth 1 0.3 0.5 −3 0.1 0 −30 4 −2 −1 0 t 1 2 3 |X[k]| −20 −10 0 k 10 20 30 angle(X[k]) 2 0 −2 −4 −30 −20 −10 0 10 20 30 – p.4 Encontre a FS para o sinal dente de serra mostrado na figura abaixo.5 x(t) 0 −0.

devemos determinar T e ωo .51/175 . 1 T =1− − 2 3 2π 4π 2π = → ωo = = = 2 T 3/2 3 – p.Solucao ¸˜ ´ ´ Como o sinal e periodico.

temos: 1 X[k] = 3/2 1 te−jkωo t dt −1/2 – p.Solucao ¸˜ ´ ´ Como o sinal e periodico. devemos determinar T e ωo .51/175 . 1 T =1− − 2 3 2π 4π 2π = → ωo = = = 2 T 3/2 3 ˜ ´ Usando a expressao para o calculo de X[k].

temos: 1 X[k] = 3/2 1 te−jkωo t dt −1/2 Resolvendo a integral por partes. temos: u=t → vdt = e −jkωo t du = dt 1 v=− e−jkωo t jkωo t dt → – p. 1 T =1− − 2 3 2π 4π 2π = → ωo = = = 2 T 3/2 3 ˜ ´ Usando a expressao para o calculo de X[k].Solucao ¸˜ ´ ´ Como o sinal e periodico. devemos determinar T e ωo .51/175 .

52/175 .˜ Entao X[k] = = t −jkωo t 2 − e 3 jkωo 1 2 − 3 jkωo 1 1 + jkωo −1/2 1 e−jkωo t dt −1/2 1 e−jkωo + ejkωo /2 2 + 1 e−jkωo − ejkωo /2 2 k 2 ωo – p.

53/175 .Onda Quadrada (mfile2) Considere a onda quadrada mostrada na figura abaixo – p.

54/175 .FS da Onda Quadrada ´ O Per´odo e T → ωo = ı 2π T – p.

temos: X[k] = = = = = = 1 T 1 T T /2 x(t)e−jkωo t dt −T /2 To −To To −To −jkωo To e−jkωo t dt −1 −jkωo t e T jkωo 2 ejkωo To − e T kωo 2j 2sin(kωo To ) T kωo 2To sin(kωo To ) T kωo To – p.54/175 .FS da Onda Quadrada ´ O Per´odo e T → ωo = ı 2π T Temos que integrar sobre um per´odo (Escolhendo o mais ı ´ facil).

Podemos escrever X[k] como: X[k] = = = 2To sin(k 2π To ) T 2π T k T To 2To sin(πk 2To ) T T πk 2To T 2To 2To sinc(k ) T T – p.55/175 .

55/175 .Podemos escrever X[k] como: X[k] = = = 2To sin(k 2π To ) T 2π T k T To 2To sin(πk 2To ) T T πk 2To T 2To 2To sinc(k ) T T ˜ ´ A funcao sinc no lado direito da expressao e definida como: ¸˜ sin(πu) sinc(u) = πu – p.

56/175 . T =35 o 50 X(k) 0.5 0 −0.15 0.1 X(k) 0.5 1 0 T=50. To=2 0.05 0 −0.FS da Onda Quadrada T=50.05 −50 1.5 −50 0 50 acements k – p.

Onda Quadrada como entrada de um Circuito RC (mfile7)
O exemplo anterior mostrou que a onda quadrada pode ser ´ escrita em Series de Fourier:

x(t) =
k=−∞

2To sin(kωo To ) jkωo t e T kωo To

– p.57/175

Onda Quadrada como entrada de um Circuito RC (mfile7)
O exemplo anterior mostrou que a onda quadrada pode ser ´ escrita em Series de Fourier:

x(t) =
k=−∞

2To sin(kωo To ) jkωo t e T kωo To

Suponha, agora, que uma onda quadrada (com T = 1 s e To ´ ˜ = 1 ) e entrada de tensao em um circuito RC (com T 4 ˜ RC = 0, 1 s). Determine a sa´da y(t) (tensao no capacitor). ı

– p.57/175

´ Sabemos que a sa´da y(t) de um sistema LIT contem as ı mesmas exponenciais complexas da entrada. Logo:

y(t) =
k=−∞

H(jkωo )

2To sin(kωo To ) jkωo t e T kωo To
Y [k]

´ H(jkωo ) modifica a amplitude e a fase das varias exponenciais complexas da entrada.

– p.58/175

´ Sabemos que a sa´da y(t) de um sistema LIT contem as ı mesmas exponenciais complexas da entrada. Logo:

y(t) =
k=−∞

H(jkωo )

2To sin(kωo To ) jkωo t e T kωo To
Y [k]

´ H(jkωo ) modifica a amplitude e a fase das varias exponenciais complexas da entrada. ´ A resposta em frequˆ ncia do circuito RC e dada por: ¨e H(jω) = H(jkωo ) = 1/RC jω + 1/RC 1/RC jkωo + 1/RC

– p.58/175

Como RC = 0, 1, T = 1 e ωo = 2π, podemos escrever: H(j2πk) = 10 j2πk + 10

– p.59/175

Como RC = 0, 1, T = 1 e ωo = 2π, podemos escrever: H(j2πk) = ´ A sa´da y(t) e: ı

10 j2πk + 10

y(t) =
k=−∞

sin(kπ/2) j2πkt 10 e j2πk + 10 kπ
Y [k]

– p.59/175

Trem de Impulsos Considere o seguinte trem de impulsos: ∞ x(t) = i=−∞ δ(t − iT ) Ache a representacao em FS para este sinal.60/175 . ¸˜ – p.

– p.´ ´ Claramente o sinal x(t) e cont´nuo e periodico com per´odo ı ı T.61/175 .

Podemos calcular os coeficientes X[k]: X[k] = = = 1 T 1 T 1 T T /2 x(t)e−jkωo t dt −T /2 T /2 δ(t)e−jkωo t dt −T /2 ∀k – p.61/175 .´ ´ Claramente o sinal x(t) e cont´nuo e periodico com per´odo ı ı T.

Transformada Discreta de Fourier (DTFT) ´ ˜ ´ A DTFT e calculada a partir de Sinais Discretos Nao-Periodicos: ´ (T) Discreto ⇐⇒ Periodico (F) (Per´odo = 2π) ı – p.62/175 .

Transformada Discreta de Fourier (DTFT) ´ ˜ ´ A DTFT e calculada a partir de Sinais Discretos Nao-Periodicos: ´ (T) Discreto ⇐⇒ Periodico (F) (Per´odo = 2π) ı ˜ ´ (T) Nao-Periodico ⇐⇒ Cont´nuo (F) ı – p.62/175 .

62/175 .Transformada Discreta de Fourier (DTFT) ´ ˜ ´ A DTFT e calculada a partir de Sinais Discretos Nao-Periodicos: ´ (T) Discreto ⇐⇒ Periodico (F) (Per´odo = 2π) ı ˜ ´ (T) Nao-Periodico ⇐⇒ Cont´nuo (F) ı   x[n] =  X(ejΩ ) = 1 2π π X[ejΩ ]ejΩn dΩ −π ∞ x[n]e−jΩn n=−∞ – p.

Pulso Retangular Considere o seguinte sinal:   1 |n| ≤ M x[n] =  0 |n| > M Determine a DTFT do sinal.63/175 . – p.

64/175 . temos: M X(ejΩ ) = n=−M x[n]e−jΩn = n=−M e−jΩn – p.Solucao ¸˜ Usando X(ejΩ ) = ∞ n=−∞ M x[n]e−jΩn .

64/175 .Solucao ¸˜ Usando X(ejΩ ) = ∞ n=−∞ M x[n]e−jΩn . temos: M X(ejΩ ) = n=−M x[n]e−jΩn = n=−M e−jΩn Faco m = n + M ¸ X(ejΩ ) = 2M e−jΩ(m−M ) m=0 2M = ejΩM m=0 e−jΩm 1 − e−jΩ(2M +1) 1 − e−jΩ e −j Ω (2M +1) 2 Ω = e jΩM = ejΩM = e j Ω (2M +1) 2 Ω −e −j Ω (2M +1) 2 Ω e−j 2 sin( Ω (2M + 1)) 2 sin( Ω ) 2 ej 2 − e−j 2 – p.

Pulso Retangular – p.65/175 .

Pulso Retangular na Frequˆ ncia ¨e Considere o seguinte sinal na frequˆ ncia ¨e   1 |Ω| ≤ W jΩ X(e ) =  0 W < |Ω| < π Determine o sinal x[n] (dom´nio do tempo). ı – p.66/175 .

Aplicando x[n] = x[n] 1 2π π −π X[ejΩ ]ejΩn dΩ.67/175 . temos W = = = = 1 2π ejΩn dΩ −W W 1 jΩn e 2πnj Lembre de n = 0 −W 1 sin(W n) ou πn W sin(W n) π Wn – p.

68/175 .Pulso Retangular na Frequˆ ncia ¨e – p.

Impulso Considere o seguinte sinal x[n] = δ[n] Determine a DTFT do sinal.69/175 . – p.

Usando X(ejΩ ) = ∞ n=−∞ x[n]e−jΩn . temos: ∞ X(ejΩ ) = n=−∞ δ[n]e−jΩn = 1 – p.70/175 .

70/175 . temos: – p.Usando X(ejΩ ) = ∞ n=−∞ x[n]e−jΩn . temos: ∞ X(ejΩ ) = n=−∞ δ[n]e−jΩn = 1 Graficamente.

Transformada de Fourier (FT) ´ ˜ ´ A FT e calculada a partir de Sinais Cont´nuos Nao-Periodicos: ı ˜ ´ (T) Cont´nuo ⇐⇒ Nao-Periodico (F) ı – p.71/175 .

Transformada de Fourier (FT) ´ ˜ ´ A FT e calculada a partir de Sinais Cont´nuos Nao-Periodicos: ı ˜ ´ (T) Cont´nuo ⇐⇒ Nao-Periodico (F) ı ˜ ´ (T) Nao-Periodico ⇐⇒ Cont´nuo (F) ı – p.71/175 .

71/175 .Transformada de Fourier (FT) ´ ˜ ´ A FT e calculada a partir de Sinais Cont´nuos Nao-Periodicos: ı ˜ ´ (T) Cont´nuo ⇐⇒ Nao-Periodico (F) ı ˜ ´ (T) Nao-Periodico ⇐⇒ Cont´nuo (F) ı   x(t) =  X(jω) = 1 2π ∞ X[jω]ejωt dω −∞ ∞ x(t)e−jωt dt −∞ – p.

Exponencial Considere o sinal x(t) = e−at u(t). Calcular a FT do sinal. – p.72/175 .

temos que observar se a ˜ integral converge.73/175 .Ao usar X(jω) = −∞ x(t)e−jωt dt. Entao para a > 0. temos: ∞ ∞ X(jω) = −∞ ∞ e−at u(t)e−jωt dt e−(a+jω)t dt 0 = = = 1 e−(a+jω)t − a + jw 1 a + jw ∞ 0 – p.

74/175 .Exponencial – p.

Pulso Retangular Considere o seguinte sinal:   1 |t| ≤ T 0 x(t) =  0 |t| > T0 Calcule a FT. – p.75/175 .

temos: T0 X(jw) = −T0 x(t)e−jωt dt T0 −T0 = 1 −jωt − e jw 1 −jωT0 (e − ejωT0 ) jw 2j ejωT0 − e−jωT0 = jω 2j 2 sin(ωT0 ) = ω sin(ωT0 ) = 2T0 ωT0 = − – p.Usando X(jw) = ∞ −∞ x(t)e−jωt .76/175 .

Pulso Retangular – p.77/175 .

ı – p.78/175 .Pulso Retangular na Frequˆ ncia ¨e Considere o seguinte sinal na frequˆ ncia ¨e   1 |ω| ≤ W X(jω) =  0 W < |ω| Determine o sinal x(t) (dom´nio do tempo).

Aplicando x(t) = x(t) 1 2π ∞ −∞ X(jω)ejωt dω.79/175 . temos W = = = = 1 2π ejωt dω −W W 1 jωt e 2πtj Lembre de t = 0 −W 1 sin(W t) ou πt W sin(W t) π Wt – p.

80/175 . – p.Impulso no tempo Determine a transformada de Fourier para o impulso δ(t).

temos: ∞ X(jw) = = e δ(t)e−jωt dt −∞ −jωt t=0 = 1 – p.Usando X(jw) = ∞ −∞ x(t)e−jωt .81/175 .

Impulso na frequˆ ncia ¨e Determine a transformada inversa de Fourier para o impulso δ(ω).82/175 . – p.

83/175 . temos: ∞ 1 δ(ω)ejωt dt 2π −∞ 1 jωt e ω=0 2π 1 2π x(t) = = = – p.Usando x(t) = 1 2π ∞ −∞ X(jω)ejωt .

Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade – p.84/175 .

84/175 .Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade – p.

Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria – p.84/175 .

84/175 .Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo – p.

Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e – p.84/175 .

84/175 .Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Escalonamento – p.

84/175 .Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Escalonamento Diferenciacao ¸˜ – p.

84/175 .Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Escalonamento Diferenciacao ¸˜ Integracao ¸˜ – p.

84/175 .Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Escalonamento Diferenciacao ¸˜ Integracao ¸˜ Convolucao ¸˜ – p.

Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Escalonamento Diferenciacao ¸˜ Integracao ¸˜ Convolucao ¸˜ Modulacao ¸˜ – p.84/175 .

Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Escalonamento Diferenciacao ¸˜ Integracao ¸˜ Convolucao ¸˜ Modulacao ¸˜ Relacoes de Parseval ¸˜ – p.84/175 .

Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Escalonamento Diferenciacao ¸˜ Integracao ¸˜ Convolucao ¸˜ Modulacao ¸˜ Relacoes de Parseval ¸˜ Dualidade – p.84/175 .

84/175 .Propriedades das Representacoes de ¸˜ Fourier Periodicidade Linearidade Simetria Deslocamento no tempo Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Escalonamento Diferenciacao ¸˜ Integracao ¸˜ Convolucao ¸˜ Modulacao ¸˜ Relacoes de Parseval ¸˜ Dualidade Produto Tempo-Banda de passagem – p.

lembrando que ´ a integral (soma) da soma de duas funcoes e a soma (soma) de ¸˜ ˜ cada integral (soma).85/175 . Entao: z(t) = ax(t) + by(t) → Z(jw) = aX(jw) + bY (jw) – p.Linearidade Esta propriedade pode ser facilmente provada.

86/175 .Exemplo Determine a transformada inversa de X(jw) = −jω (jω)2 + 3jw + 2 – p.

Solucao ¸˜ ´ Para encontrar a Transformada Inversa e preciso expandir em fracoes parciais ¸˜ X(jw) = = −jω (jω)2 + 3jw + 2 B A + jω + 1 jω + 2 – p.87/175 .

Solucao ¸˜ ´ Para encontrar a Transformada Inversa e preciso expandir em fracoes parciais ¸˜ X(jw) = = Determinando A e B. temos:   A+B (A + B)jω + 2A + B = −jω →  2A + B   A  −1B + B 2 −jω (jω)2 + 3jw + 2 B A + jω + 1 jω + 2 = −1 = 0 = −1B 2 = −1 → B = −2 → A = 1 – p.87/175 .

Escrevendo X(jω) em fracoes parciais: ¸˜ X(jω) = −2 1 + jω + 1 jω + 2 – p.88/175 .

88/175 .Escrevendo X(jω) em fracoes parciais: ¸˜ X(jω) = −2 1 + jω + 1 jω + 2 Usando a propriedade de linearidade. podemos encontrar a transformada inversa de cada uma das parcelas: x(t) = 1e−t − 2e−2t u(t) – p.

89/175 . – p.Simetria (sinal real) ´ O sinal x(t) e real → x∗ (t) = x(t).

Usando a definicao da Transformada.Simetria (sinal real) ´ O sinal x(t) e real → x∗ (t) = x(t).89/175 . temos: ¸˜ ∞ ∗ X ∗ (jω) = −∞ ∞ x(t)e−jωt dt x∗ (t)ejωt dt −∞ ∞ = = −∞ x(t)e−j(−ωt) dt = X(−jω) – p.

Simetria (sinal real) ´ O sinal x(t) e real → x∗ (t) = x(t).89/175 . temos: ¸˜ ∞ ∗ X ∗ (jω) = −∞ ∞ x(t)e−jωt dt x∗ (t)ejωt dt −∞ ∞ = = −∞ x(t)e−j(−ωt) dt = X(−jω) Isto significa que:    (X(jω)) =  |(X(jω))| = (−X(jω)) e  (X(jω)) = − (−X(jω))  ∠(X(jω)) = |(−X(jω))| −∠(−X(jω)) – p. Usando a definicao da Transformada.

– p.´ Simetria (sinal imaginario) ´ ´ O sinal x(t) e puramente imaginario → x∗ (t) = −x(t).90/175 .

´ Simetria (sinal imaginario)
´ ´ O sinal x(t) e puramente imaginario → x∗ (t) = −x(t). Usando a definicao da Transformada, temos: ¸˜
∞ ∗

X ∗ (jω) =
−∞ ∞

x(t)e−jωt dt x∗ (t)ejωt dt
−∞ ∞

= = −

x(t)e−j(−ωt) dt
−∞

= −X(−jω)

– p.90/175

´ Simetria (sinal imaginario)
´ ´ O sinal x(t) e puramente imaginario → x∗ (t) = −x(t). Usando a definicao da Transformada, temos: ¸˜
∞ ∗

X ∗ (jω) =
−∞ ∞

x(t)e−jωt dt x∗ (t)ejωt dt
−∞ ∞

= = −

x(t)e−j(−ωt) dt
−∞

= −X(−jω)

Isto significa que:    (X(jω)) = − (−X(jω))  |(X(jω))| = |(−X(jω))| mas  (X(jω)) =  ∠(X(jω)) = −∠(−X(jω)) (−X(jω))

– p.90/175

Simetria (sinal real com simetria par)
´ O sinal x(t) e real com simetria par → x∗ (t) = x(t) e x(t) = x(−t).

– p.91/175

Simetria (sinal real com simetria par)
´ O sinal x(t) e real com simetria par → x∗ (t) = x(t) e x(t) = x(−t). Usando a definicao da Transformada, temos: ¸˜ ∞ X ∗ (jω) = x(t)e−jωt dt
−∞ ∞ ∗

=
−∞ ∞

x∗ (t)ejωt dt x(t)ejωt dt

=
−∞ ∞

=
−∞

x(−t)e−jω(−t) dt

Trocando − t por τ

=
−∞

x(τ )e−jωτ dτ

= X(jω)

– p.91/175

Simetria (sinal real com simetria par)
´ O sinal x(t) e real com simetria par → x∗ (t) = x(t) e x(t) = x(−t). Usando a definicao da Transformada, temos: ¸˜ ∞ X ∗ (jω) = x(t)e−jωt dt
−∞ ∞ ∗

=
−∞ ∞

x∗ (t)ejωt dt x(t)ejωt dt

=
−∞ ∞

=
−∞

x(−t)e−jω(−t) dt

Trocando − t por τ

=
−∞

x(τ )e−jωτ dτ

= X(jω) ´ ´ ´ ´ Isso so e verdade se X(jw) e real (parte imaginaria nula).

– p.91/175

Simetria (sinal real com simetria impar)
´ O sinal x(t) e real com simetria impar → x∗ (t) = x(t) e x(t) = −x(−t).

– p.92/175

Simetria (sinal real com simetria impar) ´ O sinal x(t) e real com simetria impar → x∗ (t) = x(t) e x(t) = −x(−t). Usando a definicao da Transformada. temos: ¸˜ ∞ X ∗ (jω) = x(t)e−jωt dt −∞ ∞ ∗ = −∞ ∞ x∗ (t)ejωt dt x(t)ejωt dt = = − −∞ ∞ −∞ x(−t)e−jω(−t) dt Trocando − t por τ ∞ = − −∞ x(τ )e−jωτ dτ = −X(jω) – p.92/175 .

Usando a definicao da Transformada. temos: ¸˜ ∞ X ∗ (jω) = x(t)e−jωt dt −∞ ∞ ∗ = −∞ ∞ x∗ (t)ejωt dt x(t)ejωt dt = = − −∞ ∞ −∞ x(−t)e−jω(−t) dt Trocando − t por τ ∞ = − −∞ x(τ )e−jωτ dτ = −X(jω) ´ ´ ´ ´ Isso so e verdade se X(jw) e imaginario.92/175 .Simetria (sinal real com simetria impar) ´ O sinal x(t) e real com simetria impar → x∗ (t) = x(t) e x(t) = −x(−t). – p.

– p.Deslocamento no tempo Considere o sinal z(t) = x(t − to ).93/175 .

93/175 . Calculando a Transformada de Fourier. temos: ∞ Z(jω) = −∞ x(t − to )e−jωt dt – p.Deslocamento no tempo Considere o sinal z(t) = x(t − to ).

temos: ∞ Z(jω) = −∞ x(t − to )e−jωt dt Fazendo τ = t − to → t = τ + to e dt = dτ ∞ Z(jω) = −∞ x(τ )e−jω(τ +to ) dτ e−jωto ∞ −∞ = = x(τ )e−jωτ dτ e−jωto X(jω) – p.Deslocamento no tempo Considere o sinal z(t) = x(t − to ).93/175 . Calculando a Transformada de Fourier.

Exemplo .Onda Quadrada com atraso Considere os seguintes sinais Determine a DTFS do sinal em b).94/175 . – p.

´ ´ O sinal da figura a) e a onda quadrada cuja DTFS e 1 sin(k Ωo (2M + 1)) 2 X[k] = N sin(k Ωo ) 2 Mas Ωo = 2π . Ωo = 2π e M = 2. logo N 7 2M + 1 = 5: 1 sin(k 5π ) 7 X[k] = 7 sin(k π ) 7 – p. Da figura a) N = 7.95/175 .

´ ´ O sinal da figura a) e a onda quadrada cuja DTFS e 1 sin(k Ωo (2M + 1)) 2 X[k] = N sin(k Ωo ) 2 Mas Ωo = 2π .95/175 . logo Z[k] = e −j 6π 7 1 sin(k 5π ) 7 7 sin(k π ) 7 – p. Da figura a) N = 7. Ωo = 2π e M = 2. logo N 7 2M + 1 = 5: 1 sin(k 5π ) 7 X[k] = 7 sin(k π ) 7 ´ Na figura b) podemos notar que no e 3.

4 0.96/175 .X[k] para a onda quadrada 0.6 |X[k]| 0.8 0.2 0 −10 4 3 −5 0 k 5 10 ∠X[k] 2 1 0 −10 −5 0 k 5 10 – p.

4 0.6 |Z[k]| 0.2 0 −10 1 0 −5 0 k 5 10 ∠Z[k] −1 −2 −3 −10 −5 0 k 5 10 – p.8 0.Z[k] para a onda quadrada deslocada 0.97/175 .

– p.98/175 .Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Considere Z(jω) = X(j(ω − γ)).

Usando a Transformada Inversa.98/175 .Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Considere Z(jω) = X(j(ω − γ)). temos: z(t) = = 1 2π 1 2π ∞ Z(jω)ejωt dω −∞ ∞ −∞ X(j(ω − γ))ejωt dω – p.

Usando a Transformada Inversa.98/175 . temos: z(t) = 1 2π ∞ X(jν)ej(ν+γ)t dν −∞ ∞ 1 = ejγt 2π = ejγt x(t) X(jν)ejνt dν −∞ – p. temos: z(t) = = 1 2π 1 2π ∞ Z(jω)ejωt dω −∞ ∞ −∞ X(j(ω − γ))ejωt dω Fazendo ν = ω − γ.Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e Considere Z(jω) = X(j(ω − γ)).

99/175 .Exemplo 1 Encontre a DT Transformada Inversa de Z(e ) = jΩ 1 1 − αe−j(Ω+ 4 ) π – p.

Solucao ¸˜ Re-escrevendo Z(ejΩ ) = π 1−αe−j(Ω+ 4 ) 1 .100/175 . temos: Z(ejΩ ) = 1 1 − αe−j(Ω−(− 4 )) π – p.

Portanto z[n] = e−j 4 n αn u[n] π – p. temos: Z(ejΩ ) = 1 1 − αe−j(Ω−(− 4 )) 1 1−αe−jΩ π A forma de onda x[n] = αn u[n] tem DTFT X(ejΩ ) = para α < 1.100/175 .Solucao ¸˜ Re-escrevendo Z(ejΩ ) = π 1−αe−j(Ω+ 4 ) 1 .

101/175 .Exemplo 2 Encontre a DT Transformada Inversa de X(jω) = π (δ(ω + ω0 ) + δ(ω − ω0 )) – p.

Solucao 1 .Usando a definicao ¸˜ ¸˜ Usando x(t) = x(t) = = = = = = 1 2π 1 2π 1 2π ∞ −∞ ∞ X(jω)ejωt dω. temos: X(jω)ejωt dω −∞ ∞ π (δ(ω + ω0 ) + δ(ω − ω0 )) ejωt dω −∞ ∞ ∞ 1 δ(ω + ω0 )ejωt dω + 2 −∞ 1 jωt e + ejωt ω=ω0 ω=−ω0 2 1 −jω0 t + ejω0 t e 2 cos(ω0 t) δ(ω − ω0 )ejωt dω −∞ – p.102/175 .

temos: X(jω)ejωt dω −∞ ∞ π (δ(ω + ω0 ) + δ(ω − ω0 )) ejωt dω −∞ ∞ ∞ 1 δ(ω + ω0 )ejωt dω + 2 −∞ 1 jωt e + ejωt ω=ω0 ω=−ω0 2 1 −jω0 t + ejω0 t e 2 cos(ω0 t) δ(ω − ω0 )ejωt dω −∞ ´ ´ Mas o cosseno e periodico? – p.Usando a definicao ¸˜ ¸˜ Usando x(t) = x(t) = = = = = = 1 2π 1 2π 1 2π ∞ −∞ ∞ X(jω)ejωt dω.Solucao 1 .102/175 .

103/175 .Solucao 2 .Usando a Propriedade ¸˜ Considerando o exemplo do impulso na frequˆ ncia. temos: ¨e 1 2π 1 2 δ(ω) ←→ πδ(ω) ←→ FT FT – p.

103/175 .Solucao 2 .Usando a Propriedade ¸˜ Considerando o exemplo do impulso na frequˆ ncia. temos: ¨e 1 2π 1 2 δ(ω) ←→ πδ(ω) ←→ FT FT Aplicando a propriedade de Deslocamento na Frequˆ ncia: ¨e 1 −jω0 t e 2 1 jω0 t e 2 πδ(ω + ω0 ) ←→ πδ(ω − ω0 ) ←→ FT FT – p.

temos: ¨e 1 2π 1 2 δ(ω) ←→ πδ(ω) ←→ FT FT Aplicando a propriedade de Deslocamento na Frequˆ ncia: ¨e 1 −jω0 t e 2 1 jω0 t e 2 πδ(ω + ω0 ) ←→ πδ(ω − ω0 ) ←→ Finalmente: FT FT X(jω) = π (δ(ω + ω0 ) + δ(ω − ω0 )) ←→ FT 1 −jω0 t 1 jω0 t + e = cos(ω0 t) e 2 2 – p.103/175 .Usando a Propriedade ¸˜ Considerando o exemplo do impulso na frequˆ ncia.Solucao 2 .

temos: ¨e 1 2π 1 2 δ(ω) ←→ πδ(ω) ←→ FT FT Aplicando a propriedade de Deslocamento na Frequˆ ncia: ¨e 1 −jω0 t e 2 1 jω0 t e 2 πδ(ω + ω0 ) ←→ πδ(ω − ω0 ) ←→ Finalmente: FT FT X(jω) = π (δ(ω + ω0 ) + δ(ω − ω0 )) ←→ FT 1 −jω0 t 1 jω0 t + e = cos(ω0 t) e 2 2 ´ Podemos representar sinais periodicos com a FT! – p.Usando a Propriedade ¸˜ Considerando o exemplo do impulso na frequˆ ncia.103/175 .Solucao 2 .

– p. encontre a transformada de Fourier de sin(ω0 t).Exemplo 3 Usando o resultado anterior.104/175 .

105/175 .Solucao ¸˜ Podemos escrever o seno como: 1 jω0 t 1 −jω0 t e − e sin(ω0 t) = 2j 2j 1 1 = − e−jω0 t + ejω0 t 2j 2j – p.

Solucao ¸˜ Podemos escrever o seno como: 1 jω0 t 1 −jω0 t e − e sin(ω0 t) = 2j 2j 1 1 = − e−jω0 t + ejω0 t 2j 2j Por analogia temos: sin(ω0 t) = FT − 1 −jω0 t 1 e + ejω0 t 2j 2j ↓ ↓ sin(ω0 t) ←→ ←→ FT π (−δ(ω + ω0 ) + δ(ω − ω0 )) j πj (δ(ω + ω0 ) − δ(ω − ω0 )) – p.105/175 .

106/175 .FT e FS ´ Os exemplos anteriores mostram que e poss´vel determinar a ı ´ FT de sinais periodicos. – p.

No caso da FT.106/175 . temos: Exponenciais complexas X[k] ←→ −→ FT FT Impulsos cont´nuos ı XF T [kω0 ] = 2πX[k] – p.FT e FS ´ Os exemplos anteriores mostram que e poss´vel determinar a ı ´ FT de sinais periodicos.

FT e FS ´ Os exemplos anteriores mostram que e poss´vel determinar a ı ´ FT de sinais periodicos. temos: Exponenciais complexas X[k] Ou seja ∞ ←→ −→ FT FT Impulsos cont´nuos ı XF T [kω0 ] = 2πX[k] x(t) = k=−∞ X[k]e jkω0 t F T ∞ ←→ X(jω) = k=−∞ 2πX[k]δ(ω − kω0 ) – p. No caso da FT.106/175 .

107/175 .FT de um Trem de Impulsos Determine a transformada do trem de impulsos ∞ x(t) = i=−∞ δ(t − iT ) – p.

Solucao ¸˜ Sabemos que a FS do trem de impulsos ∞ ´ x(t) = i=−∞ δ(t − iT ) e: X[k] = 1 T ∀k – p.108/175 .

108/175 .Solucao ¸˜ Sabemos que a FS do trem de impulsos ∞ ´ x(t) = i=−∞ δ(t − iT ) e: X[k] = ´ Portanto. a FT e: ∞ 1 T ∀k X(jω) = = 2π T k=−∞ ∞ 1 2π δ(ω − kω0 ) T δ(ω − kω0 ) = 2π T k=−∞ ∞ k=−∞ 2π δ(ω − k ) T – p.

a transformada de Fourier ´ e: ∞ Z(jω) = −∞ ∞ z(t)e−jωt dt x(at)e−jωt dt = −∞ – p.Escalonamento Considere o sinal z(t) = x(at). a define a ˜ ˜ compressao/expansao no tempo.109/175 .

a transformada de Fourier ´ e: ∞ Z(jω) = −∞ ∞ z(t)e−jωt dt x(at)e−jωt dt temos: = −∞ Fazendo τ = at → t = τ a → dt = dτ a . Z(jω) = = ω 1 ∞ x(τ )e−j a τ dτ a −∞ ω 1 X(j ) |a| a – p.109/175 . a define a ˜ ˜ compressao/expansao no tempo.Escalonamento Considere o sinal z(t) = x(at).

Escalonamento .Caso Discreto ´ E o caso discreto? E a mesma coisa? ´ O caso discreto z[n] = x[pn] e definido somente para valores inteiros de p. – p.110/175 .

Caso Discreto ´ E o caso discreto? E a mesma coisa? ´ O caso discreto z[n] = x[pn] e definido somente para valores inteiros de p.Escalonamento . ´ ˜ Se |p| > 1 informacao de x e perdida e nao podemos usar ¸˜ ` uma relacao semelhante aquela do caso cont´nuo.110/175 . ¸˜ ı – p.

O caso especial x[−n] ←→ X(e−jΩ ) – p. ´ ˜ Se |p| > 1 informacao de x e perdida e nao podemos usar ¸˜ ` uma relacao semelhante aquela do caso cont´nuo.110/175 .Caso Discreto ´ E o caso discreto? E a mesma coisa? ´ O caso discreto z[n] = x[pn] e definido somente para valores inteiros de p.Escalonamento . ¸˜ ı ´ ˜ ´ Se x[n] e nao-periodico → Z(e ) = X(e ´ e: jΩ DT F T jΩ p ).

– p. O caso especial x[−n] ←→ X(e−jΩ ) ´ ´ Se x[n] e periodico → Z[k] = pX[k] para p > 0. ¸˜ ı ´ ˜ ´ Se x[n] e nao-periodico → Z(e ) = X(e ´ e: jΩ DT F T jΩ p ). ´ ˜ Se |p| > 1 informacao de x e perdida e nao podemos usar ¸˜ ` uma relacao semelhante aquela do caso cont´nuo.110/175 .Caso Discreto ´ E o caso discreto? E a mesma coisa? ´ O caso discreto z[n] = x[pn] e definido somente para valores inteiros de p.Escalonamento .

111/175 .Compressao/Expansao no ı tempo – p.˜ ˜ Cont´nuo .

6 f[n] 0.2 0 −30 w[n] −20 −10 0 n 10 20 30 1 0.Compressao/Expansao no tempo (Discreto) Determine a DTFT de f [n] a partir da informacao no sinal w[n].2 0 −30 −20 −10 0 n 10 20 30 – p.6 0. ¸˜ 1 0.4 0.4 0.112/175 .˜ ˜ Discreto .8 0.8 0.

– p.Solucao ¸˜ Repare que w[n] = f [2n].113/175 .

sin( 2 ) jΩ logo: sin(7Ω) F (e ) = sin(Ω) – p.Solucao ¸˜ Repare que w[n] = f [2n].113/175 . Sabemos que W (e ) = jΩ sin(7 Ω ) 2 Ω .

˜ ˜ Compressao/Expansao .frequˆ ncia (Dis¨e creto) 8 6 W(ejΩ) 4 2 0 −2 −4 −3 −2 −1 0 Ω 1 2 3 4 8 6 4 2 0 −2 −4 F(ejΩ) −3 −2 −1 0 Ω 1 2 3 4 – p.114/175 .

Diferenciacao no Tempo ¸˜ Considere 1 x(t) = 2π ∞ X(jω)ejωt dω −∞ – p.115/175 .

temos: dx(t) dt = = 1 2π 1 2π ∞ −∞ ∞ (jw)X(jω)ejωt dω (jw)X(jω) ejωt dω −∞ – p.115/175 .Diferenciacao no Tempo ¸˜ Considere 1 x(t) = 2π ∞ X(jω)ejωt dω −∞ Tomando a derivada de x(t).

Diferenciacao no Tempo ¸˜ Considere 1 x(t) = 2π ∞ X(jω)ejωt dω −∞ Tomando a derivada de x(t).115/175 . temos: dx(t) dt = = ˜ Entao x(t) ←→ jωX(jw) ˙ FT 1 2π 1 2π ∞ −∞ ∞ (jw)X(jω)ejωt dω (jw)X(jω) ejωt dω −∞ – p.

116/175 .Diferenciacao no Frequˆ ncia ¸˜ ¨e Considere X(jw) = ∞ ∞ x(t)e−jωt dt – p.

Diferenciacao no Frequˆ ncia ¸˜ ¨e Considere X(jw) = ∞ ∞ x(t)e−jωt dt Tomando a derivada de X(jw). temos: dX(jω) dw ∞ = −∞ (−jt)x(t) e−jωt dt – p.116/175 .

Diferenciacao no Frequˆ ncia ¸˜ ¨e
Considere X(jw) =
∞ ∞

x(t)e−jωt dt

Tomando a derivada de X(jw), temos: dX(jω) dw Logo: dX(jω) F T ←→ (−jt)x(t) dw

=
−∞

(−jt)x(t) e−jωt dt

– p.116/175

Exemplo 1
Dado o sinal x(t) = te−at u(t), determine X(jω).

– p.117/175

Solucao ¸˜
Sabendo que (−j)j = 1 e que o sinal x(t) tem t explicitamente (Diferenciacao na frequˆ ncia), podemos ¸˜ ¨e escrever: x(t) = (−jt) je−at u(t)
dX1 (jω) dω

x1 (t)

– p.118/175

Solucao ¸˜
Sabendo que (−j)j = 1 e que o sinal x(t) tem t explicitamente (Diferenciacao na frequˆ ncia), podemos ¸˜ ¨e escrever: x(t) = (−jt) je−at u(t)
dX1 (jω) dω

x1 (t)

Considerando, primeiramente, o sinal x1 (t) = je−at u(t), temos: 1 X1 (jω) = j jω + a

– p.118/175

Solucao ¸˜
Sabendo que (−j)j = 1 e que o sinal x(t) tem t explicitamente (Diferenciacao na frequˆ ncia), podemos ¸˜ ¨e escrever: x(t) = (−jt) je−at u(t)
dX1 (jω) dω

x1 (t)

Considerando, primeiramente, o sinal x1 (t) = je−at u(t), temos: 1 X1 (jω) = j jω + a Aplicando a propriedade de Diferenciacao na Frequˆ ncia: ¸˜ ¨e dX1 (jω) dω 1 j 2 (jω + a)

X(jω) =

= j(−1) =

1 (jω + a)2

– p.118/175

Exemplo 2
Dado o sinal x[n] = nej 8 n αn−3 u[n − 3], calcule a DTFT.
π

– p.119/175

120/175 .Solucao ¸˜ Como no exemplo anterior. devemos preparar o sinal x[n]: x[n] = (j)(−jn)e j π n n−3 8 α u[n − 3] – p.

120/175 . devemos preparar o sinal x[n]: x[n] = (j)(−jn)e j π n n−3 8 α u[n − 3] Claramente podemos ver trˆ s propriedades: e 1) x[n − n0 ] 2) ejΩγ x[n] 3) − jnx[n] DT F T ⇐⇒ ⇐⇒ ⇐⇒ e−jΩn0 X ejΩ Deslocamento no Tempo X ej(Ω−γ) Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e DT F T DT F T dX ejΩ Deferenciacao na Frequˆ ncia ¸˜ ¨e dΩ – p.Solucao ¸˜ Como no exemplo anterior.

Solucao ¸˜ Como no exemplo anterior.120/175 . devemos preparar o sinal x[n]: x[n] = (j)(−jn)e j π n n−3 8 α u[n − 3] Claramente podemos ver trˆ s propriedades: e 1) x[n − n0 ] 2) ejΩγ x[n] 3) − jnx[n] DT F T ⇐⇒ ⇐⇒ ⇐⇒ e−jΩn0 X ejΩ Deslocamento no Tempo X ej(Ω−γ) Deslocamento na Frequˆ ncia ¨e DT F T DT F T dX ejΩ Deferenciacao na Frequˆ ncia ¸˜ ¨e dΩ A funcao sobre a qual as trˆ s propriedades foram aplicadas ¸˜ e ´ e: 1 x0 [n] = αn u[n] ←→ X0 ejΩ = 1 − αe−jΩ – p.

Portanto X1 e jΩ X2 ejΩ X3 ejΩ = X ejΩ X ejΩ e−j3Ω = 1 − αe−jΩ e−j3(Ω−π/8) = 1 − αe−j(Ω−π/8) e−j3(Ω−π/8) d = j dΩ 1 − αe−j(Ω−π/8) j 3 (−1) e−3 jΩ + 2 e−4 jΩ α = − −1 + αe−1/8 j(8 Ω−π) 2 7 8 – p.121/175 .

Integracao ¸˜ ∞ −∞ x(τ )dτ ⇐⇒ 1 jω X(jω) + πX(j0)δ(ω) – p.122/175 .

Integracao ¸˜ ∞ −∞ x(τ )dτ ⇐⇒ 1 jω X(jω) + πX(j0)δ(ω) 1 jω X(jω) ´ Para sinais com media zero Y (jω) = – p.122/175 .

122/175 .Integracao ¸˜ ∞ −∞ x(τ )dτ ⇐⇒ 1 jω X(jω) + πX(j0)δ(ω) 1 jω X(jω) ´ Para sinais com media zero Y (jω) = Para o degrau temos u(t) ⇐⇒ 1 jω + πδ(ω) – p.

Soma e Diferenca ¸ Considere ∞ y[n] = k=−∞ x[k] Logo x[n] = y[n] − y[n − 1] – p.123/175 .

123/175 .Soma e Diferenca ¸ Considere ∞ y[n] = k=−∞ x[k] Logo x[n] = y[n] − y[n − 1] ˜ ´ Considerando o sinal nao-periodico e aplicando a propriedade de deslocamento no tempo temos X(ejΩ ) = (1 − e−jΩ )Y (ejΩ ) – p.

123/175 .Soma e Diferenca ¸ Considere ∞ y[n] = k=−∞ x[k] Logo x[n] = y[n] − y[n − 1] ˜ ´ Considerando o sinal nao-periodico e aplicando a propriedade de deslocamento no tempo temos X(ejΩ ) = (1 − e−jΩ )Y (ejΩ ) No caso da soma. temos: X(ejΩ ) + πX(ejΩ )δ(Ω). Y (e ) = 1 − e−jΩ jΩ −π < Ω ≤ π – p.

Convolucao ¸˜ ˜ ´ Convolucao Nao-Periodica ¸˜ y(t) = h(t) ∗ x(t) ∞ = −∞ h(τ )x(t − τ )dτ – p.124/175 .

Convolucao ¸˜ ˜ ´ Convolucao Nao-Periodica ¸˜ y(t) = h(t) ∗ x(t) ∞ = −∞ h(τ )x(t − τ )dτ Podemos calcular o sinal x(t − τ ) em termos da FT: 1 x(t − τ ) = 2π ∞ −∞ X(jω)ejω(t−τ ) dω – p.124/175 .

124/175 . temos: ¸˜ y(t) = ∞ 1 h(τ ) X(jω)ejω(t−τ ) dωdτ 2π −∞ −∞   ∞ ∞ 1  h(τ )e−jωτ dτ  X(jω)ejωt dω 2π −∞ −∞ ∞ = – p.Convolucao ¸˜ ˜ ´ Convolucao Nao-Periodica ¸˜ y(t) = h(t) ∗ x(t) ∞ = −∞ h(τ )x(t − τ )dτ Podemos calcular o sinal x(t − τ ) em termos da FT: 1 x(t − τ ) = 2π ∞ −∞ X(jω)ejω(t−τ ) dω ˜ Usando isto na expressao da convolucao.

125/175 . y(t) = h(t) ∗ x(t) ⇐⇒ Y (jω) = H(jω)X(jω) – p. ¸˜ logo: 1 y(t) = 2π ∞ H(jω)X(jω)ejωt dω −∞ ´ que e a FT inversa de H(jω)X(jω).´ A parte em negrito nada mais e do que a definicao de H(jω).

cuja resposta ao ı ´ impulso e h(t) = 2e−2t u(t). quando uma entrada x(t) = 3e−t u(t) foi aplicada.Exemplo 1 Determine a sa´da y(t) de um sistema LIT.126/175 . – p.

temos: ¸˜ Y (jω) = H(jω)X(jω) – p.127/175 .Solucao ¸˜ Pela propriedade da Convolucao.

temos: ¸˜ Y (jω) = H(jω)X(jω) Calculando a Transformada de Fourier dos sinais h(t) e x(t): h(t) = 2e −2t u(t) ⇐⇒ ⇐⇒ FT FT x(t) = 3e−t u(t) 2 jω + 2 3 jω + 1 – p.Solucao ¸˜ Pela propriedade da Convolucao.127/175 .

temos: ¸˜ Y (jω) = H(jω)X(jω) Calculando a Transformada de Fourier dos sinais h(t) e x(t): h(t) = 2e −2t u(t) ⇐⇒ ⇐⇒ FT FT x(t) = 3e−t u(t) Portanto: Y (jω) = H(jω)X(jω) = 2 jω + 2 3 jω + 1 A B 6 = + (jω + 2)(jω + 1) jω + 2 jω + 1 – p.Solucao ¸˜ Pela propriedade da Convolucao.127/175 .

Calculando A e B   A + B = 0 → A = −B   (A+B)(jω)+(2B+A) = 6 → 2B + A = 6 → 2B − B = 6    → B = 6 e A = −6 – p.128/175 .

Calculando A e B   A + B = 0 → A = −B   (A+B)(jω)+(2B+A) = 6 → 2B + A = 6 → 2B − B = 6    → B = 6 e A = −6 Y (jω) = 6 1 −1 + jω + 2 jω + 1 ⇐⇒ y(t) = −6e−2t u(t) + 6e−t u(t) FT Finalmente – p.128/175 .

Exemplo 2 Seja a resposta ao impulso de um sistema LIT h[n] = ` Encontre a sa´da y[n] em resposta as entradas: ı   x [n] = 1  x2 [n] = 1 πn sin 1 πn sin π 8n π 2n 1 πn sin π 4n . – p.129/175 .

π < |Ω| < π πn 4 4 – p. ou seja. |Ω| ≤ π π 1 4 sin n ⇐⇒ H(ejΩ ) = h[n] =  0. o ´ sinal H(ejΩ ) e um pulso:   1.Solucao ¸˜ ´ Notanto que o sinal h[n] esta na forma de sinc.130/175 .

1 π jΩ sin n ⇐⇒ X2 (e ) = x2 [n] =  0.130/175 . |Ω| ≤ π π 1 4 sin n ⇐⇒ H(ejΩ ) = h[n] =  0. o ´ sinal H(ejΩ ) e um pulso:   1. |Ω| ≤ π π 1 8 sin n ⇐⇒ X1 (ejΩ ) = x1 [n] =  0. π < |Ω| < π πn 4 4 e ´ A mesma analise pode ser feita para cada uma das entradas:   1. πn 2 |Ω| ≤ π 2 π 2 < |Ω| < π – p.Solucao ¸˜ ´ Notanto que o sinal h[n] esta na forma de sinc. ou seja. π < |Ω| < π πn 8 8   1.

Entrada x1 [n] Para a entrada x1 [n]. na frequˆ ncia.131/175 . temos: ¨e Y1 (ejΩ ) = H(ejΩ )X1 (ejΩ ) = X1 (ejΩ ) – p.

na frequˆ ncia.Entrada x1 [n] Para a entrada x1 [n].131/175 . temos: ¨e Y1 (ejΩ ) = H(ejΩ )X1 (ejΩ ) = X1 (ejΩ ) Logo: y[n] = y1 [n] = x1 [n] = 1 π sin n πn 8 – p.

Entrada x2 [n] Para a entrada x2 [n]. na frequˆ ncia. temos: ¨e Y2 (ejΩ ) = H(ejΩ )X2 (ejΩ ) = H(ejΩ ) – p.132/175 .

temos: ¨e Y2 (ejΩ ) = H(ejΩ )X2 (ejΩ ) = H(ejΩ ) Logo: y[n] = y2 [n] = h[n] = 1 π sin n πn 4 – p. na frequˆ ncia.132/175 .Entrada x2 [n] Para a entrada x2 [n].

¸˜ b) a resposta em frequˆ ncia do circuito. – p.133/175 . considerando o sinal de tensao x(t) como entrada e o sinal de corrente y(t) como sa´da. ı R PSfrag replacements x(t) L y(t) C determine: a) a equacao diferencial que descreve o circuito.Exemplo 3 ˜ Para o circuito da figura abaixo. ¨e c) a resposta ao impulso h(t).

iC ). e as tensoes vL e vC . mais a corrente no capacitor. temos: vL = v C iC = C v C ˙ i = y + iC = Ly ˙ = CL¨ y = y + CL¨ y – p.Solucao ¸˜ Considerando i a corrente no resistor (soma da corrente no ˜ indutor. y.134/175 .

mais a corrente no capacitor.Solucao ¸˜ Considerando i a corrente no resistor (soma da corrente no ˜ indutor. y. temos: vL = v C iC = C v C ˙ i = y + iC = Ly ˙ = CL¨ y = y + CL¨ y Finalmente: x = Ri + vL x = Ry + RCL¨ + Ly y ˙ – p.134/175 . iC ). e as tensoes vL e vC .

temos: vL = v C iC = C v C ˙ i = y + iC = Ly ˙ = CL¨ y = y + CL¨ y Finalmente: x = Ri + vL x = Ry + RCL¨ + Ly y ˙ Ou seja 1 1 1 y+ ˙ y= x y+ ¨ RC CL RCL – p. iC ). mais a corrente no capacitor. y.Solucao ¸˜ Considerando i a corrente no resistor (soma da corrente no ˜ indutor.134/175 . e as tensoes vL e vC .

135/175 .Usando a propriedade de diferenciacao. podemos escrever ¸˜ a equacao diferencial no dom´nio da frequˆ ncia: ¸˜ ı ¨e 1 1 y+ ˙ y = y+ ¨ RC CL ↓ FT 1 1 2 Y (jω) = jω + (jω) + RC CL 1 x RCL ↓ 1 X(jω) RCL – p.

Usando a propriedade de diferenciacao. podemos escrever: ´ ¸˜ ´ 1 Y (jω) RCL = 1 X(jω) (jω)2 + RC jω + 1 CL – p. logo. podemos escrever ¸˜ a equacao diferencial no dom´nio da frequˆ ncia: ¸˜ ı ¨e 1 1 y+ ˙ y = y+ ¨ RC CL ↓ FT 1 1 2 Y (jω) = jω + (jω) + RC CL 1 x RCL ↓ 1 X(jω) RCL ´ A ultima equacao e algebrica.135/175 .

Y (jω) X(jω) – p.135/175 .Usando a propriedade de diferenciacao. podemos escrever: ´ ¸˜ ´ 1 Y (jω) RCL = 1 X(jω) (jω)2 + RC jω + 1 CL Pela propriedade de Convolucao. sabemos que: ¸˜ Y (jω) = H(jω)X(jω) → H(jω) = ´ pois o sistema e LIT. logo. podemos escrever ¸˜ a equacao diferencial no dom´nio da frequˆ ncia: ¸˜ ı ¨e 1 1 y+ ˙ y = y+ ¨ RC CL ↓ FT 1 1 2 Y (jω) = jω + (jω) + RC CL 1 x RCL ↓ 1 X(jω) RCL ´ A ultima equacao e algebrica.

a expressao para a ´ resposta em frequˆ ncia e: ¨e H(jω) = 1 RCL 1 (jω)2 + RC jω 1 CL + – p.˜ ˜ No caso do circuito em questao.136/175 .

˜ ˜ No caso do circuito em questao.136/175 . a expressao para a ´ resposta em frequˆ ncia e: ¨e H(jω) = 1 RCL 1 (jω)2 + RC jω 1 CL + H(jω) pode ser expandido em fracoes parciais: ¸˜ H(jω) = = jω + onde A = − RCL 1 RCL 1 (jω)2 + RC jω + A 1 CL 1 2RC + 1 2 1 (RC)2 − 4 CL + jω + q 1 1 (RC)2 B 1 2RC − 1 2 1 (RC)2 − 4 CL q 1 1 (RC)2 4 − CL eB= RCL 4 − CL – p.

˜ ´ Fica claro da ultima expressao que h(t) e uma soma de duas ´ exponenciais: h(t) = − RCL + RCL 1 1 (RC)2 − 4 CL e − „ 1 1 2RC + 2 q 1 (RC)2 4 − CL « t 1 1 (RC)2 − 4 CL e − „ 1 1 2RC − 2 q 1 (RC)2 4 − CL « t – p.137/175 .

137/175 . – p.˜ ´ Fica claro da ultima expressao que h(t) e uma soma de duas ´ exponenciais: h(t) = − RCL + RCL 1 1 (RC)2 − 4 CL e − „ 1 1 2RC + 2 q 1 (RC)2 4 − CL « t 1 1 (RC)2 − 4 CL e − „ 1 1 2RC − 2 q 1 (RC)2 4 − CL « t ´ Deve ser verificado se o sinal encontrado h(t) e ´ absolutamente integravel.

b) a resposta em frequˆ ncia do circuito.138/175 . R y(t) – p. considerando o sinal de tensao ˜ x(t) como entrada e o sinal de tensao y(t) como sa´da. ¨e c) a resposta ao impulso h(t). ı PSfrag replacements C x(t) L determine: ¸˜ a) a equacao diferencial que descreve o circuito.Exemplo 4 ˜ Para o circuito da figura abaixo.

iL . vR e vC . iR ). temos: = y y ir = R 1 1 vL dt = iL = L L 1 iC = iL + iR = L vL = v R ydt ydt + y R – p. mais a corrente no resistor.139/175 .Solucao ¸˜ Considerando iC a corrente no capacitor (soma da corrente no indutor. e as ˜ tensoes vL .

temos: = y y ir = R 1 1 vL dt = iL = L L 1 iC = iL + iR = L Finalmente: x x x = vC + y 1 1 y = ydt + C L R 1 1 ydt + = CL CR vL = v R ydt ydt + y R dt + y ydt + y – p. vR e vC . e as ˜ tensoes vL .Solucao ¸˜ Considerando iC a corrente no capacitor (soma da corrente no indutor. iR ). mais a corrente no resistor. iL .139/175 .

140/175 .Diferenciando duas vezes: 1 1 y+ ˙ y=x ¨ y+ ¨ RC CL – p.

podemos escrever ¸˜ a equacao diferencial no dom´nio da frequˆ ncia: ¸˜ ı ¨e 1 1 y+ ¨ y+ ˙ y RC CL ↓ 1 1 Y (jω) jω + (jω)2 + RC CL = FT = x ¨ ↓ (jω)2 X(jω) – p.140/175 .Diferenciando duas vezes: 1 1 y+ ˙ y=x ¨ y+ ¨ RC CL Usando a propriedade de diferenciacao.

Diferenciando duas vezes: 1 1 y+ ˙ y=x ¨ y+ ¨ RC CL Usando a propriedade de diferenciacao.140/175 . podemos escrever ¸˜ a equacao diferencial no dom´nio da frequˆ ncia: ¸˜ ı ¨e 1 1 y+ ¨ y+ ˙ y RC CL ↓ 1 1 Y (jω) jω + (jω)2 + RC CL = FT = x ¨ ↓ (jω)2 X(jω) ´ A ultima equacao e algebrica. podemos escrever: ´ ¸˜ ´ (jω)2 Y (jω) = 1 X(jω) (jω)2 + RC jω + 1 CL – p. logo.

sabemos que: ¸˜ Y (jω) Y (jω) = H(jω)X(jω) → H(jω) = X(jω) ´ pois o sistema e LIT. – p.141/175 .Pela propriedade de Convolucao.

Pela propriedade de Convolucao.141/175 . sabemos que: ¸˜ Y (jω) Y (jω) = H(jω)X(jω) → H(jω) = X(jω) ´ pois o sistema e LIT. a expressao para a ´ resposta em frequˆ ncia e: ¨e H(jω) = (jω)2 1 (jω)2 + RC jω + 1 CL – p. ˜ ˜ No caso do circuito em questao.

˜ ˜ No caso do circuito em questao.141/175 . sabemos que: ¸˜ Y (jω) Y (jω) = H(jω)X(jω) → H(jω) = X(jω) ´ pois o sistema e LIT.Pela propriedade de Convolucao. E ¸˜ ˜ preciso “tratar” a expressao: H(jω) = (jω)2 1 (jω)2 + RC jω + 1 CL 1 CL = 1− 1 RC jω + 1 (jω)2 + RC jω + 1 CL – p. a expressao para a ´ resposta em frequˆ ncia e: ¨e H(jω) = (jω)2 1 (jω)2 + RC jω + 1 CL ´ ˜ H(jω) nao pode ser expandido em fracoes parciais.

` ´ A parte de H(jω) que corresponde a uma fracao propria ¸˜ pode ser expandida em fracoes parciais: ¸˜ H(jω) = 1 − jω + + jω + onde   A   A 1 2RC + B 1 2 1 2 1 (RC)2 − 4 CL 1 2RC − 1 (RC)2 − 4 CL = = 1 RC  B   1 4 − CL (RC)2 1 1 1 CL − 2(RC)2 + 2RC q 1 4 − CL (RC)2 − 1 1 CL + 2(RC)2 1 − 2RC q – p.142/175 .

143/175 .˜ ´ Fica claro da ultima expressao que h(t) e uma soma de duas ´ exponenciais mais um impulso:   „ « q 1 1 1 1 1 4 − 2RC + 1 (RC)2 − CL t 1 CL + 2(RC)2 − 2RC 2 e − h(t) = δ(t) +  1 4 RC 2 − (RC) CL +  1 CL − 1 2(RC)2 + 1 2RC 1 (RC)2 − 4 CL  e − „ 1 2RC −1 2 q 1 (RC)2 4 − CL « t – p.

+  1 CL − 1 2(RC)2 + 1 2RC 1 (RC)2 − 4 CL  e − „ 1 2RC −1 2 q 1 (RC)2 4 − CL « t – p.143/175 .˜ ´ Fica claro da ultima expressao que h(t) e uma soma de duas ´ exponenciais mais um impulso:   „ « q 1 1 1 1 1 4 − 2RC + 1 (RC)2 − CL t 1 CL + 2(RC)2 − 2RC 2 e − h(t) = δ(t) +  1 4 RC 2 − (RC) CL ´ Deve ser verificado se o sinal encontrado h(t) e ´ absolutamente integravel.

144/175 . ou seja.Modulacao ¸˜ ˜ ´ ´ No do cado da Modulacao Nao-Periodica o problema e ¸˜ inverso do outro. temos: y(t) = x(t)z(t) produto de duas funcoes ¸˜ – p.

Modulacao ¸˜ ˜ ´ ´ No do cado da Modulacao Nao-Periodica o problema e ¸˜ inverso do outro. z(t) = x(t) = 1 2π 1 2π ∞ −∞ ∞ Z(jν)ejνt dν X(jη)ejηt dη −∞ – p. ou seja.144/175 . temos: y(t) = x(t)z(t) produto de duas funcoes ¸˜ Os sinais x(t) e z(t) podem ser escritos usando a Transformada Inversa.

temos: y(t) = x(t)z(t) produto de duas funcoes ¸˜ Os sinais x(t) e z(t) podem ser escritos usando a Transformada Inversa.144/175 . temos: ¸˜ y(t) = 1 2π 2 ∞ −∞ ∞ −∞ Z(jν)X(jη)ej(ν+η)t dνdη – p. ou seja. z(t) = x(t) = 1 2π 1 2π ∞ −∞ ∞ Z(jν)ejνt dν X(jη)ejηt dη −∞ Re-escrevendo y(t) usando as definicoes acima.Modulacao ¸˜ ˜ ´ ´ No do cado da Modulacao Nao-Periodica o problema e ¸˜ inverso do outro.

Faco ν = ω − η para obter ¸  ∞ 1  1 y(t) = 2π −∞ 2π ∞ −∞ X(jη)Z(j(ω − η))dη  ejωt dω  – p.145/175 .

Faco ν = ω − η para obter ¸  ∞ 1  1 y(t) = 2π −∞ 2π Logo: 1 2π ∞ −∞ X(jη)Z(j(ω − η))dη  ejωt dω  ∞ −∞ y(t) = 1 X(jω) ∗ Z(jω)ejωt dω 2π – p.145/175 .

145/175 .Faco ν = ω − η para obter ¸  ∞ 1  1 y(t) = 2π −∞ 2π Logo: 1 2π ∞ −∞ X(jη)Z(j(ω − η))dη  ejωt dω  ∞ −∞ y(t) Finalmente = 1 X(jω) ∗ Z(jω)ejωt dω 2π 1 y(t) = x(t)z(t) ⇐⇒ Y (jω) = X(jω) ∗ Z(jω) 2π – p.

Exemplo 1 Encontre a FT de: 4 x(t) = 2 2 sin2 (2t) π t – p.146/175 .

147/175 .Solucao ¸˜ Escrevendo x(t) em termos do produto de dois sinais: x(t) = 1 1 4 sin2 (2t) = 4 sin(2t) sin(2t) π 2 t2 πt πt z(t) z(t) – p.

logo: ¨e   1.Solucao ¸˜ Escrevendo x(t) em termos do produto de dois sinais: x(t) = 1 1 4 sin2 (2t) = 4 sin(2t) sin(2t) π 2 t2 πt πt z(t) z(t) ´ O sinal z(t) e conhecido (pulso na frequˆ ncia).147/175 . |ω| ≤ 2 Z(jω) =  0. |ω| > 2 – p.

|ω| > 2 1 ´ O produto z(t)z(t) ←→ 2π Z(jω) ∗ Z(jω) (que e a convolucao ¸˜ de dois pulsos retangulares):   0.147/175 4<ω . |ω| ≤ 2 Z(jω) =  0.Solucao ¸˜ Escrevendo x(t) em termos do produto de dois sinais: x(t) = 1 1 4 sin2 (2t) = 4 sin(2t) sin(2t) π 2 t2 πt πt z(t) z(t) ´ O sinal z(t) e conhecido (pulso na frequˆ ncia). ω ≤ −4      ω+4 −4 < ω ≤ 0 Z(jω) ∗ Z(jω) =  −ω + 4 0 < ω ≤ 4      0 – p. logo: ¨e   1.

148/175 .Portanto:   0.     2  ω+ 4 1 π π (Z(jω) ∗ Z(jω)) = X(jω) = 4  −2ω + 2π  π     0 ω ≤ −4 −4 < ω ≤ 0 4 π 0<ω≤4 4<ω – p.

Convolucao para Sinais Per´odicos ¸˜ ı Convolucao (Caso Cont´nuo) ¸˜ ı F S.149/175 . 2π T y(t) = x(t) z(t) ⇐⇒ Y [k] = T X[k]Z[k] – p.

2π T y(t) = x(t) z(t) ⇐⇒ Y [k] = T X[k]Z[k] Convolucao (Caso Discreto) ¸˜ DT F S.149/175 .Convolucao para Sinais Per´odicos ¸˜ ı Convolucao (Caso Cont´nuo) ¸˜ ı F S. 2π N y[n] = x[n] z[n] ⇐⇒ Y [k] = N X[k]Z[k] – p.

150/175 . 2π T y(t) = x(t)z(t) onde ⇐⇒ Y [k] = X[k] ∗ Z[k] ∞ X[k] ∗ Y [k] = m=−∞ X[m]Z[k − m] – p.Modulacao para Sinais Per´odicos ¸˜ ı Modulacao (Caso Cont´nuo) ¸˜ ı F S.

2π T y(t) = x(t)z(t) onde ⇐⇒ Y [k] = X[k] ∗ Z[k] ∞ X[k] ∗ Y [k] = m=−∞ X[m]Z[k − m] Modulacao (Caso Discreto) ¸˜ DT F S.150/175 . 2π N y[n] = x[n]z[n] onde X[k] Y [k] ⇐⇒ = Y [k] = X[k] Z[k] X[m]Z[k − m] m=<N > – p.Modulacao para Sinais Per´odicos ¸˜ ı Modulacao (Caso Cont´nuo) ¸˜ ı F S.

Ω0 x[n]z[n] ⇐⇒ X[k] 1 X(ejΩ ) 2π DT F S.ω0 FT e x(t) ∗ z(t) ⇐⇒ X(jω)Z(jω) x(t) x[n] z(t) ⇐⇒ T X[k]Z[k] DT F T jΩ jΩ F S.Ω0 Z(ejΩ Z[k] – p.Propriedades Modulacao ¸˜ Convolucao ¸ da Convolucao ¸˜ Modulacao ¸˜ x(t)z(t) ⇐⇒ F S.ω0 FT 1 X(jω) 2π ∗ Z(jω) x(t)z(t) ⇐⇒ X[k] ∗ Z[k] x[n]z[n] ⇐⇒ DT F T x[n] ∗ z[n] ⇐⇒ X(e )Z(e ) z[n] ⇐⇒ N X[k]Z[k] DT F S.151/175 .

Exemplo Encontre x[n] dado: X ejΩ = e−j3Ω 1 + 1 e−jΩ 2 sin sin 21Ω 2 Ω 2 – p.152/175 .

153/175 .Solucao ¸˜ ´ Repare que X ejΩ e a convolucao entre dois sinais ¸˜ ´ cont´nuos (periodicos na frequˆ ncia): ı ¨e X ejΩ 1 = 2π 2π e−j3Ω 1 + 1 e−jΩ 2 W (ejΩ ) sin sin 21Ω 2 Ω 2 Z(ejΩ ) – p.

153/175 .Solucao ¸˜ ´ Repare que X ejΩ e a convolucao entre dois sinais ¸˜ ´ cont´nuos (periodicos na frequˆ ncia): ı ¨e X ejΩ 1 = 2π 2π e−j3Ω 1 + 1 e−jΩ 2 W (ejΩ ) sin sin 21Ω 2 Ω 2 Z(ejΩ ) 1 1−αe−jΩ Determina-se w[n] de W ejΩ usando αn u[n] ←→ propriedade de deslocamento no tempo: W e jΩ ea = = ↓ e−j3Ω 1 + 1 e−jΩ 2 e−j3Ω 1 − −1 e−jΩ 2 ↓ 1 − 2 n−3 w[n] = u[n − 3] – p.

´ Z ejΩ e a transformada de pulso discreto no tempo: Z e jΩ sin = sin 21Ω 2 Ω 2 sin Ω (21) sin 2 = = Ω sin 2 Ω 2 (10 × 2 + 1) Ω 2 sin – p.154/175 .

logo: z[n] = u[n + 10] − u[n − 11] – p.154/175 .´ Z ejΩ e a transformada de pulso discreto no tempo: Z e jΩ sin = sin 21Ω 2 Ω 2 sin Ω (21) sin 2 = = Ω sin 2 Ω 2 (10 × 2 + 1) Ω 2 sin ˜ Da expressao acima fica claro que M = 10 (duracao do ¸˜ pulso).

´ Z ejΩ e a transformada de pulso discreto no tempo: Z e jΩ sin = sin 21Ω 2 Ω 2 sin Ω (21) sin 2 = = Ω sin 2 Ω 2 (10 × 2 + 1) Ω 2 sin ˜ Da expressao acima fica claro que M = 10 (duracao do ¸˜ pulso).154/175 . logo: z[n] = u[n + 10] − u[n − 11] Finalmente 1 x[n] = 2π(w[n]z[n]) = 2π − 2 n−3 (u[n − 3] − u[n − 11]) – p.

Relacoes de Parseval ¸˜ As relacoes de Parseval indicam que a energia ou potˆ ncia ¸˜ e ´ da representacao no tempo de um sinal e igual a energia ¸˜ ou potˆ ncia da representacao na frequˆ ncia. e ¸˜ ¨e – p.155/175 .

155/175 . e ¸˜ ¨e ˜ Por exemplo. considere um sinal nao-per´odico cont´nuo ı ı ´ x(t). A energia do sinal e ∞ Ex = −∞ |x(t)|2 dt – p.Relacoes de Parseval ¸˜ As relacoes de Parseval indicam que a energia ou potˆ ncia ¸˜ e ´ da representacao no tempo de um sinal e igual a energia ¸˜ ou potˆ ncia da representacao na frequˆ ncia.

155/175 .Relacoes de Parseval ¸˜ As relacoes de Parseval indicam que a energia ou potˆ ncia ¸˜ e ´ da representacao no tempo de um sinal e igual a energia ¸˜ ou potˆ ncia da representacao na frequˆ ncia. A energia do sinal e ∞ Ex = −∞ |x(t)|2 dt Note que |x(t)|2 = x(t)x∗ (t) e que x∗ (t) pode ser escrito como 1 ∗ x (t) = 2π ∞ X ∗ (jω)e−jωt dω −∞ – p. considere um sinal nao-per´odico cont´nuo ı ı ´ x(t). e ¸˜ ¨e ˜ Por exemplo.

156/175 .Portanto 1 x(t) 2π −∞ 1 2π 1 2π 1 2π ∞ −∞ ∞ −∞ ∞ ∞ ∞ −∞ ∞ Ex = = = = X ∗ (jω)e−jωt dωdt x(t)e−jωt dt dω −∞ X ∗ (jω) X ∗ (jω)X(jω)dω |X(jω)|2 dω −∞ – p.

– p.Tabela para as Relacoes de Parseval ¸˜ FT −→ FS −→ ∞ |x(t)|2 dt −∞ 1 T <T > |x(t)| = 2 1 2π ∞ |X(jω)|2 dω −∞ ∞ |X(k)|2 k=−∞ 1 2π dt = = DTFT −→ DTFS −→ 1 N ∞ |x(t)|2 k=−∞ |X(jΩ)|2 dΩ <2π> |X(k)|2 k=<N > |x(t)|2 = n=<N > ´ |X(.)|2 e chamado espectro de energia do sinal.157/175 .

158/175 .Exemplo Encontre o valor da integral abaixo usando a Relacao de ¸˜ Parseval ∞ χ= −∞ 2 dω |jω + 2|2 – p.

Solucao ¸˜ Colocando a integral na forma da Relacao de Parseval: ¸˜ ∞ χ = −∞ 2 dω |jω + 2|2 ∞ −∞ ∞ 1 χ = 4π 2π χ 4π = = 1 2π 1 2π 1 dω |jω + 2|2 −∞ ∞ −∞ 1 dω 2 |jω + 2| 1 jω + 2 |X(jω)|2 2 dω – p.159/175 .

160/175 .Usando a Relacao de Parseval: ¸˜ χ 4π = 1 2π ∞ ∞ −∞ 1 jω + 2 |X(jω)|2 2 dω = −∞ |x(t)|2 dt – p.

160/175 .Usando a Relacao de Parseval: ¸˜ χ 4π = 1 2π ∞ ∞ −∞ 1 jω + 2 |X(jω)|2 2 dω = −∞ |x(t)|2 dt ´ ´ E necessario determinar x(t): X(jω) = 1 FT ←→ x(t) = e−2t u(t) jω + 2 – p.

Portanto χ 4π ∞ = −∞ ∞ |x(t)|2 dt e−2t u(t) dt 2 = −∞ ∞ = 0 ∞ e −2t 2 dt = 0 e−4t dt 1 −4t − e 4 1 4 ∞ 0 = = – p.161/175 .

161/175 .Portanto χ 4π ∞ = −∞ ∞ |x(t)|2 dt e−2t u(t) dt 2 = −∞ ∞ = 0 ∞ e −2t 2 dt = 0 e−4t dt 1 −4t − e 4 1 4 χ=π ∞ 0 = = Finalmente – p.

Dualidade – p.162/175 .

163/175 .´ O par FT e: x(t) = 1 2π ∞ −∞ ∞ −∞ X(jω)ejωt dω X(jω) = x(t)e−jωt dt – p.

´ O par FT e: x(t) = 1 2π ∞ −∞ ∞ −∞ X(jω)ejωt dω X(jω) = x(t)e−jωt dt ´ O par pode ser escrito em uma unica formula: ´ 1 y(η) = 2π ∞ z(ν)ejην dν −∞ – p.163/175 .

163/175 . temos: 1 y(t) = 2π ∞ −∞ ∞ z(ν)ejην dν −∞ z(ω)ejωt dω – p.´ O par FT e: x(t) = 1 2π ∞ −∞ ∞ −∞ X(jω)ejωt dω X(jω) = x(t)e−jωt dt ´ O par pode ser escrito em uma unica formula: ´ 1 y(η) = 2π Se η = t e ν = ω.

Podemos concluir que: y(t) ⇐⇒ z(ω) FT – p.164/175 .

164/175 . fizermos η = −ω e ν = t. por outro lado. teremos: y(−ω) 2πy(−ω) = = −∞ FT 1 2π ∞ ∞ z(t)e−jωt dt −∞ z(t)e−jωt dt – p.Podemos concluir que: y(t) ⇐⇒ z(ω) Se.

Logo ¸˜ z(t) ⇐⇒ 2πy(−ω) FT – p.Podemos concluir que: y(t) ⇐⇒ z(ω) Se. teremos: y(−ω) 2πy(−ω) Mas ∞ −∞ FT = = 1 2π ∞ −∞ ∞ z(t)e−jωt dt −∞ z(t)e−jωt dt ´ z(t)e−jωt dt e a definicao da FT de z(t). fizermos η = −ω e ν = t. por outro lado.164/175 .

Em resumo. temos: y(t) ⇐⇒ Y (jω) Y (jt) ⇐⇒ 2πy(−ω) FT FT – p.165/175 .

Propriedade de Dualidade da FT – p.166/175 .

encontre a FT da seguinte funcao: ¸˜ x(t) = 1 1 + jt – p.167/175 .Exemplo 1 Usando a propriedade de Dualidade.

168/175 .Solucao ¸˜ 1 A funcao 1+jt tem uma funcao correspondente na ¸˜ ¸˜ frequˆ ncia: ¨e 1 F T −t ↔ e u(t) 1 + jω – p.

168/175 . entao 1 x(t) = 1 + jt 1 F (jω) = 1 + jω FT ↔ ↔ X(jω) = ? f (t) = e−t u(t) FT – p.Solucao ¸˜ 1 A funcao 1+jt tem uma funcao correspondente na ¸˜ ¸˜ frequˆ ncia: ¨e 1 F T −t ↔ e u(t) 1 + jω ˜ Temos.

logo: 1 F (jω) = 1 + jω ↓ω=t 1 F (jt) = 1 + jt FT ↔ f (t) = e−t u(t) ↓ t = −ω FT ↔ 2πeω u(−ω) – p.168/175 .Solucao ¸˜ 1 A funcao 1+jt tem uma funcao correspondente na ¸˜ ¸˜ frequˆ ncia: ¨e 1 F T −t ↔ e u(t) 1 + jω ˜ Temos. entao 1 x(t) = 1 + jt 1 F (jω) = 1 + jω FT ↔ ↔ X(jω) = ? f (t) = e−t u(t) FT Pela propriedade de Dualidade sabemos que F (jt) = 2πf (−ω).

encontre a Transformada inversa da seguinte funcao: ¸˜ X(jω) = u(ω) – p.Exemplo 2 Usando a propriedade de Dualidade.169/175 .

Solucao ¸˜ A funcao X(jω) = u(ω) tem uma funcao correspondente no ¸˜ ¸˜ tempo: 1 FT + πδ(ω) f (t) = u(t) ←→ F (jω) = jω – p.170/175 .

Solucao ¸˜ A funcao X(jω) = u(ω) tem uma funcao correspondente no ¸˜ ¸˜ tempo: 1 FT + πδ(ω) f (t) = u(t) ←→ F (jω) = jω ˜ Temos.170/175 . entao x(t) = ? 1 + πδ(ω) F (jω) = jω FT FT ↔ ↔ X(jω) = u(ω) f (t) = u(t) – p.

170/175 . entao x(t) = ? 1 + πδ(ω) F (jω) = jω FT FT ↔ ↔ X(jω) = u(ω) f (t) = u(t) Sabemos que f (ω) = u(ω) e. pela propriedade de Dualidade.Solucao ¸˜ A funcao X(jω) = u(ω) tem uma funcao correspondente no ¸˜ ¸˜ tempo: 1 FT + πδ(ω) f (t) = u(t) ←→ F (jω) = jω ˜ Temos. que: F (jt) F (−jt) 1 F (−jt) 2π FT FT FT ↔ ↔ ↔ 2πf (−ω) 2πf (ω) f (ω) – p.

171/175 .Portanto 1 + πδ(−t) −jt δ(−t) −1 + x(t) = 2πjt 2 1 2π FT ↔ ↔ u(ω) X(jω) = u(ω) FT – p.

Produto Tempo-Banda de Passagem – p.172/175 .

´ A definicao de Duracao de um sinal x(t) e ¸˜ ¸˜ ∞ 2 t |x(t)|2 dt ∞ ∞ |x(t)|2 dt ∞ 1 2 Td = – p.173/175 .

173/175 .´ A definicao de Duracao de um sinal x(t) e ¸˜ ¸˜ ∞ 2 t |x(t)|2 dt ∞ ∞ |x(t)|2 dt ∞ 1 2 Td = ´ ´ Ja a definicao de Banda de Passagem e ¸˜ ∞ 2 ω |X(jω)|2 dω ∞ ∞ |X(jω)|2 dω ∞ 1 2 Bw = – p.

´ A definicao de Duracao de um sinal x(t) e ¸˜ ¸˜ ∞ 2 t |x(t)|2 dt ∞ ∞ |x(t)|2 dt ∞ 1 2 Td = ´ ´ Ja a definicao de Banda de Passagem e ¸˜ ∞ 2 ω |X(jω)|2 dω ∞ ∞ |X(jω)|2 dω ∞ 1 2 Bw = ´ O produto Tempo-Banda de passagem e limitado inferiormente por 1 Td B w ≥ 2 – p.173/175 .

174/175 .Lembrete PG com limites finitos: b xa − xb+1 xn = 1−x n=a – p.

1 chap3 mfile4 .Onda quadrada chap3 mfile3 .cossenoide chap3 mfile13 .Exemplo do uso da FFT para a FS x=2*sin(2*pi*t-3)+sin(6*pi*t).Exemplo do uso da FFT para a FS .Arquivos matlab chap3 mfile1 .DTFS .Exemplo 3 IDTFS chap3 mfile7 .FS .Exemplo 3.Onda quadrada chap3 mfile2 .Onda Triangular chap3 mfile10 .DTFS .exponencial – p.Como usar a FFT com a DTFS .Onda Quadrada chap3 mfile11 .Exemplo 1 IDTFS chap3 mfile5 .19 ¸˜ ı chap3 mfile12 .Exemplo 2 IDTFS chap3 mfile6 .175/175 .Exemplo do uso da FFT para a FS .Verificacao do Exerc´cio Proposto 3.Onda quadrada chap3 mfile8 . chap3 mfile9 .

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