UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO SISTEMA DE BIBLIOTECAS E INFORMAÇÃO – SiBI

Série Manual de Procedimentos, n. 05

MANUAL PARA ELABORAÇÃO E NORMALIZAÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES*

3.ed. rev. atual. e ampl.

Rio de Janeiro 2004

COMITÊ TÉCNICO DE EDITORAÇÃO
* Aprovado pelo CEPG, em 17/10/97, como fonte de pesquisa para trabalhos científicos baseados nas normas da ABNT.

3.ed. rev. atual. e ampl. Pelo Sistema de Bibliotecas e Informação – SiBI Organizado por: Elaine Baptista de Matos Paula Myriam L. S. Linden Eneida de Oliveira Elisa da Silva Amaral Ângela Felix Maria Luiza Andrade Di Giorgi Paula Maria Abrantes Cotta de Mello
COLABORADORES

Jane Maria Medeiros - CCJE/BT Ana Rita Mendonça de Moura
COMITÊ TÉCNICO DE EDITORAÇÃO

2.ed. rev. Mariza Russo - SiBI Ilce G.M. Cavalcanti - ECO/IBICT Angela Felix - SiBI Jane Maria Medeiros - CCJE/BT

REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Prof.Aloisio Teixeira

COORDENADORA DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS E INFORMAÇÃO Paula Maria Abrantes Cotta de Mello

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sistema de Bibliotecas e Informação U58m Manual para elaboração e normalização de Dissertações Teses / Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sistema de Bibliotecas e Informação; organizado por Elaine Baptista de Matos Paula et al. – 3. ed. rev., atual. e ampl. -- Rio de Janeiro : SiBI, 2004. ... p. (Série Manuais de Procedimentos, 5) Inclui bibliografia. 1. Dissertações – elaboração e normalização. 2. Teses - elaboração e normalização. I. Título II. Série

CDD: 011.3102 (3. ed.)

Prefácio da 2ª Edição

A Coordenação do Sistema de Bibliotecas e Informação – SiBI/UFRJ atenta às necessidades dos usuários que utilizam o conjunto de Bibliotecas da UFRJ apresenta a nova edição do Manual para Elaboração e Normalização de Dissertações e Teses, baseada na recente atualização – agosto 2000 - da NBR6023, editada pela ABNT. Justifica-se esta iniciativa, uma vez que alterações e acréscimos substanciais de fato ocorreram, como por exemplo o capítulo referente a referenciações de documentos eletrônicos. Esperamos que esta edição revista e atualizada encontre junto ao público a mesma receptividade que a anterior, funcionando como instrumento facilitador para a realização dos trabalhos acadêmicos.

Comitê Técnico de Editoração/SiBI Janeiro 2001

APRESENTAÇÃO DA 2ª EDIÇÃO

Na elaboração de uma dissertação de mestrado ou tese de doutorado, muitos são os obstáculos enfrentados, além dos estruturais e metodológicos. O mestrando ou doutorando, exaurido do seu esforço intelectual, ainda tem que enfrentar - muitas vezes sob pressão de limites de prazos de apresentação - normas documentais; geralmente dispersas, desatualizadas e difíceis de localizar. Sentem-se perdidos no emaranhado de tantas normas e práticas diferenciadas. Por outro lado, as próprias bibliotecas nem sempre possuem, nos seus acervos, um conjunto completo e atualizado das normas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. As autoras deste Manual certamente pensaram nas circunstâncias em que, como profissionais de informação, muitas vezes observaram ou compartilharam, na trajetória acadêmica de seus usuários, as dificuldades dessa fase. E, aliadas sensíveis que são, organizaram sinteticamente, as regras básicas para elaboração de dissertações e teses. O Manual, ferramenta útil para mestrandos e doutorandos, tornará mais leve e prazerosa a difícil, decisiva e solitária tarefa acadêmica de elaborar dissertações e teses, afastando algumas "pedras do meio do caminho".

Lena Vania Ribeiro Pinheiro Professora do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação ECO/UFRJ - IBICT/MCT

APRESENTAÇÃO DA 3ª EDIÇÃO

O Sistema de Bibliotecas e Informação – SiBI, tem o prazer de apresentar à comunidade acadêmica da UFRJ, a terceira edição do Manual de Dissertações e Teses, totalmente revista e atualizada de acordo com as novas normas da ABNT. A qualidade das informações aqui apresentadas é decorrente de um grande esforço empreendido pela Comissão Editorial do SIBI, que buscou respostas atualizadas às necessidades de conhecimento e informação para a execução de trabalhos científicos. A expectativa é que, a exemplo das edições anteriores, esse Manual sirva de referência na orientação e padronização da produção acadêmica em nossa Universidade.

Paula Maria Abrantes Cotta de Mello Coordenadora do SIBI/UFRJ

ed.LISTA DE SIGLAS AACR2 ABNT ANPAd APBEB BT CCJE CCS CEPG CNPq COPPE COPPEAD ECO EMBRAPA EUA FD FTP http IBGE IBICT NBR NUTES PUC SiBI SR-2 UFMG UFRJ URL WWW Anglo American Cataloguing Rules – 2nd. Associação Brasileira de Normas Técnicas Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração Associação de Profissionais Bibliotecários do Estado da Bahia Biblioteca Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas Centro de Ciências da Saúde Conselho de Ensino para Graduados Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia Instituto COPPEAD de Administração Escola de Comunicação Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Estados Unidos da América Faculdade de Direito File Transfer Protocol Hiper Text Transfer Protocol Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia Norma Brasileira Registrada Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde Pontifícia Universidade Católica Sistema de Bibliotecas e Informação Sub-reitoria de Ensino para Graduados e Pesquisa Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal do Rio de Janeiro Unified Resource Locator (unidade de localização de recursos) World Wide Web .

1 Errata 3.2 Dedicatória 3.6 PAGINAÇÃO 2.1.1.1.1.3 Folha de rosto 3.1.1.10 TABELAS.2 MARGEM 2.1.1.1.1.6 Resumo em idioma estrangeiro 3.9 ILUSTRAÇÕES 2.1.2.2.1 Elementos essenciais 3.1 PARTE PRÉ-TEXTUAL 3.5 Resumo na língua vernácula 3.1 Capa 3.1.4 Epígrafe 3.1.1.4 Folha de aprovação 3.8 EQUAÇÕES E FÓRMULAS 2.1 FORMATO 2.7 SIGLAS 2.3 Agradecimentos 3.1.1.1.2 Elementos opcionais 3.3 ESPACEJAMENTO 2.5 INDICATIVOS DE SEÇÕES 2.2 Lombada 3. QUADROS E FIGURAS 14 14 14 14 15 16 19 19 19 19 20 3 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO 3.1.1.5 Listas de ilustrações 21 21 21 21 22 22 23 23 24 25 25 25 25 26 26 26 .1.7 Sumário 3.1.SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 13 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA 2.2.2.2.4 NOTAS DE RODAPÉ 2.

2.2.2.1.3.1 1.2.1.1 Monografias no todo 4.3.1.1 Referência 3.4 Notas de rodapé 4.1.1.3.3 Notas explicativas 4.1.2.2.1.1.1.2.3 Conclusão 3.2.1 Sistema de chamada 4.1 Introdução 3.3 Parte de monografias 30 30 30 31 31 31 32 34 34 35 35 35 38 38 38 39 39 44 44 .1.2.4 Anexo 3.1 Notas de referências 4.1.3 Apêndice 3.1 Citações 4.1.2 REFERÊNCIAS 4.1 apud 4.2 expressões que devem ser utilizadas apenas em notas 4.1.1 sistema numérico 4.2 Notas 4.2.2. abreviaturas etc.2.1 Monografias 4.1 TRANSCRIÇÃO DE DADOS BIBLIOGRÁFICOS 4.1.1.2 Expressões latinas 4.6 Listas de tabelas 3.2.3.1.3 PARTE PÓS-TEXTUAL 3. 3.2 Glossário 3.1.2.1.1.2 PARTE TEXTUAL 3.2.2 sistema autor-data 4.2 Desenvolvimento 3.2 Monografias no todo em meio eletrônico 4.2.8 Listas de símbolos 3.5 Índice 26 26 27 27 27 27 28 28 28 29 29 29 29 4 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO 4 .3.2.2.1.1.2 Regras gerais 4.1.3.7 Listas de siglas.

3.2.2.7.2.2.1 Documentos iconográficos em meio eletrônico 4.3.9.1 Documentos cartográficos em meio eletrônico 4.2.2.6 Imagens em movimento 4.2.4 Trabalhos apresentados em Congressos.2.2.3.7 Documentos iconográficos 4.5.2 Documentos sonoros em parte 4. Seminários etc.8 Documentos cartográficos 4.2.2 Publicações seriadas 4.6 Matérias de jornal assinadas em meio eletrônico 4.11 Documentos tridimensionais 4.2.3 ELEMENTOS DA REFERÊNCIA 46 47 48 49 50 50 52 52 52 53 54 54 54 55 58 58 60 62 63 63 64 64 65 66 66 67 67 67 68 .2.2. boletim etc.1 Eventos no todo 4.2.4.10 Partituras 4.2. em meio eletrônico 4.2 Eventos no todo em meio eletrônico 4.8.2.2. Eventos 4. boletim etc.3.2 Partes de revista. boletim etc.1 Documentos jurídicos em meio eletrônico 4.2.2. Seminários etc.2.1 Publicações periódicas no todo 4.9.2.2.12 Documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico 4.3 Documentos sonoros em meio eletrônico 4.2.2.3 Trabalhos apresentados em Congressos.2.2.4 Patentes 4.5 Documentos jurídicos 4.1 Partituras em meio eletrônico.3 Artigos e/ou matérias de revista. em meio eletrônico 4.2.3. 4.2.1 Documentos sonoros no todo 4.2.10.9.4 Artigos e/ou matérias de revista.2. 4. 4.9 Documentos sonoros 4.2. 4.2.2.5 Artigos e/ou matérias de jornal 4.2.

2 Editora 4.1 obras de um só autor 4.3.2 Ilustrações 4.3.2 Título e subtítulo 4.6 Série e coleções 4.3.2 obras com até três autores 4.1 Local de publicação 4.4.5.13 Autor entidade 4.1.9 Sobrenomes ligados por hífen 4.2 publicações periódicas e seriadas 4.5 Descrição física 4.3.3 Edição 4.3.2 Entrada de autor pessoal 4.3.14 Autoria desconhecida 4.4.3.3.3.1.8 Sobrenomes constituídos por substantivo + adjetivo 4.3.3.3.3.3 Data 4.3.3.1.1 Autores pessoais 4.10 Sobrenomes com prefixos 4.4.1.1.1 obras em geral 4.1 Para documentos traduzidos 68 69 69 69 69 70 70 70 71 71 71 72 72 72 72 74 75 76 76 79 79 79 81 82 82 83 84 84 86 87 87 88 88 .1.3 obras com mais de três autores 4.4.3.4.3.3.1.4 Autores com nomes orientais 4.3.1.4 Imprenta 4.1 Autoria 4.3.3.7 Sobrenomes que indicam parentesco 4.3.3 Dimensões 4.1.3.1 Número de páginas ou volumes 4.1.6 Obras publicadas sob pseudônimo 4.1.5.7.3.3.4.3.1.1.11 Nomes artísticos 4.5 Nomes de autores da Antiguidade e Idade Média 4.12 Tipos de responsabilidade 4.3.3.3.3 Autores em língua espanhola 4.3.3.1.1.1.1.1.1.7 Notas 4.3.5.3.3.1.3.

4.2 Para documentos em mais de um idioma 4.7.5 Resumos.3.3 Trabalhos acadêmicos 4.3. recensões.3. entrevistas 4.3.4.7.3.4.4 ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS 4.6 Outros tipos de nota 4. resenhas.7.1 Sistema alfabético 4.7.2 Sistema numérico 89 89 89 90 90 91 91 93 REFERÊNCIAS ANEXOS 94 96 .4 Obras consideradas inéditas 4.7. separatas.

. O documento fornece orientação sobre a estrutura do trabalho científico. sua normalização e apresentação gráfica. O presente trabalho surgiu. Sugestões quanto à completeza ou clareza das informações serão sempre bem recebidas pelo Comitê Técnico de Editoração do SiBI. como resposta à demanda por parte da comunidade acadêmica. A utilização deste Manual pressupõe uma flexibilidade. também.1 INTRODUÇÃO Devido as alterações ocorridas nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a aprovação da Resolução CEPG 02/2002. que solicita suporte às bibliotecas durante da preparação de suas monografias. que “Dispõe sobre a formatação e demais procedimentos para preparação de dissertações de Mestrado e teses de Doutorado na UFRJ”. Neste sentido. fundamentada nas especificações de cada área do conhecimento. suas recomendações devem ser entendidas como elementos facilitadores na elaboração de trabalhos acadêmicos. o Comitê Técnico de Editoração do SiBI decidiu atualizar e ampliar o “Manual para elaboração e normalização de Dissertações e Teses”. com o objetivo de auxiliar os membros do corpo discente da UFRJ na redação de seus trabalhos acadêmicos.

inferior – 2 cm. 2.2 2. os resumos em vernáculo e os resumos em idioma estrangeiro.3 MARGEM: esquerda – 3cm. formato A-4 (21 cm x 29. as notas explicativas. as notas de referências. ESPACEJAMENTO A parte textual deve ser datilografada ou digitada em espaço duplo. b) digitadas ou datilografadas na cor preta. 14 .2 a) b) c) d) 2. superior – 3 cm.7 cm) na posição vertical. paginação e legendas das ilustrações e das tabelas. deve ser observado um recuo de 4 cm da margem esquerda para as citações. c) escritas no anverso da folha. notas de rodapé. porém devem ser digitados em espaço simples: as citações de mais de 3 linhas.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA FORMATO Em seu aspecto extrínseco. O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho. as dissertações e teses devem ser apresentadas de acordo com os seguintes parâmetros: a) em papel branco. utilizando fonte tamanho 12 e tamanho menor para as citações de mais de 3 linhas. Quando o trabalho for datilografado. exceto a folha de rosto. exceção para ilustrações. direita – 2 cm. que traz no seu verso a ficha catalográfica.

a partir da margem esquerda.4 NOTAS DE RODAPÉ As notas devem ser digitadas ou datilografadas dentro das margens. (NBR 10520) _______. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm. o nome da Instituição a que é submetido e a área de concentração devem ser alinhadas no meio da mancha (parte escrita da página) para a margem direita. (NBR 6029) Os títulos das seções devem ser separados do início do texto que os precedem ou os sucedem por um espaço duplo. Rio de Janeiro: ABNT/Fórum Nacional de Normalização . Apresentação de livros. . Na folha de rosto e na folha de aprovação. o nome da instituição a que é submetida. a especificação da natureza e do objetivo do trabalho.1 15 1Se o trabalho estiver sendo digitado no editor de texto Word. 5 p. devem ser digitadas em espaço simples: as referências. 3 p. 1993. as legendas de tabelas. o objetivo. a ficha catalográfica (no verso da folha de rosto). as legendas de ilustração. Embora o espaço das referências seja simples. 2.Nas partes pré e pós-textuais. basta seguir os seguintes passos para inserir notas automaticamente: 1 clicar em Inserir. 1988. Ex.: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2 clicar em referência 3 clicar em notas. elas devem ser separadas entre si por espaço duplo. a área de concentração (no anverso da folha de rosto). a natureza do trabalho. Apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT/Fórum Nacional de Normalização.

2. O indicativo numérico de uma seção precede seu título. utilizando os recurso de negrito. Seções primárias são as principais divisões do texto de um documento (denominadas “capítulo“) e devem ser iniciadas em folha distinta. alinhado à esquerda.: 1 A EXPOSIÇÃO DE 1908 1. separado por um espaço.) deve ser colocado após a sua numeração. Cada seção primária pode ser dividida em seções secundárias. itálico ou grifo e redondo.1 A exposição realizada na cidade do Rio de Janeiro bairro da Urca. coloca-se o indicativo da seção primária a que pertence seguido do número que lhe foi atribuído na seqüência do assunto e separado por ponto. para comemorar o centenário da abertura dos portos . No sumário. O título das seções (primárias.. hífen. travessão ou qualquer outro sinal entre o último algarismo e o início do texto ou do título.. caixa alta ou versal. O texto deve ser iniciado em outra linha. Nas seções secundárias. Recomenda-se limitar o número de seções até a quinária. 16 . Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções. Quando não houver um título próprio. as terciárias em quaternárias etc. separado por um espaço. Ex. separado por espaço. Nas seções primárias a numeração segue a seqüência dos números inteiros a partir de 1. estas em seções terciárias. contendo as matérias consideradas afins na exposição ordenada do assunto.. secundárias etc. Destaca-se gradativamente os títulos das seções.5 INDICATIVOS DE SEÇÕES Seções são as partes em que se divide o texto de um documento. Os números indicativos das seções e subseções obedecem à mesma margem e não se coloca ponto. as seções devem ser grafadas conforme apresentadas no corpo do trabalho. São utilizados algarismos arábicos. a numeração precede a primeira palavra do texto.

referências.1 1. Elementos sem títulos e sem indicativos de seções: folha de rosto. lista de símbolos. ainda. 1 1. sumário. que enumeram diversos assuntos de uma seção que não possui título. As seções podem.1. lista de ilustrações. agradecimentos. glossário. folha de aprovação.1 A EXPOSIÇÃO A CIDADE DO RIO DE JANEIRO Urca Av.1. lista de abreviaturas e siglas. São ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas. anexo(s) e índice(s).1. apêndice(s).1.1. Pasteur 1.1 1. 17 . seguidas do sinal de fechamento de parênteses.1 A casa dos menino cegos Títulos sem indicativos de seções: errata. resumo. ser divididas em alíneas.1.Ex. dedicatória e epígrafe.

: . c) as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda. b) as alíneas são ordenadas alfabeticamente. e) a segunda e as demais linhas do texto da alínea começam na mesma direção da primeira letra do texto da própria alínea. as conjunções ”e” ou “ou”. dele separada por um espaço. Quando houver subalíneas.: .: a) b) c) Quando as alíneas forem cumulativas ou alternativas. Se for necessário.. exceto a última que termina por ponto.Ex.resumo . Ex. ver 2. estas terminam por vírgula. Ex. O hífen deve ser colocado sob a primeira letra do texto da alínea correspondente. d) o texto da alínea começa por letra minúscula e termina por ponto e vírgula. podem ser acrescentadas.. na seção 4 ...sumário Os indicativos devem ser citados ao longo do texto de acordo com os exemplos abaixo.”. Outras regras para a apresentação das alíneas são: a) a frase que introduz as alíneas termina por dois pontos. As subalíneas terminam por vírgula “. exceto a última que termina por ponto.2 18 . conforme o caso. subdividir uma alínea em subalínea utilizando apenas o hífen para caracterizá-la. As linhas seguintes do texto da subalínea começam sob a primeira letra do próprio texto. O texto da alínea começa por letra minúscula e termina por ponto e vírgula. após a penúltima.

devem ser precedidas pela forma completa e colocadas entre parênteses. a partir da folha de rosto. do primeiro ao último volume. mas não numeradas. em 1. Quando fragmentada em mais de uma linha.9 ILUSTRAÇÕES Qualquer que seja o tipo de identificação. multiplicação ou divisão.6 PAGINAÇÃO Todas as folhas. deve ser mantida uma única seqüência de numeração das folhas. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).. a 2 cm da borda superior.1.8 EQUAÇÕES E FÓRMULAS Aparecem destacadas no texto. seguida de seu número de ordem de 19 . as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e a paginação deve dar seguimento à do texto principal.. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. subtração. A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. Havendo apêndice e anexo. de modo a facilitar a sua visualização e leitura. devem ser contadas seqüencialmente. Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior para comportar expoente. 2.2.2 2. no canto superior direito da folha.7 SIGLAS Quando aparecem pela primeira vez no texto.. se necessário. § 3º ou 3º parágrafo de 1. deve-se enumerá-las. precedida da palavra designativa. Quando vierem destacadas do parágrafo devem ser centralizadas e.2. 2. em algarismos arábicos. Ex. índices e outros.2. por falta de espaço. 2. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume.1. esta deve aparecer na parte inferior.

do respectivo título e/ou da legenda explicativa de forma breve e clara. conforme o projeto gráfico. A ilustração deve ser inserida o mais próxima possível ao trecho a que se refere. dispensando consulta ao texto.10 TABELAS. Segundo o IBGE. QUADROS E FIGURAS Devem conter um título objetivo e expressivo e sua numeração deve ser seqüencial. e da fonte.ocorrência no texto (em algarismos arábicos). as Tabelas se diferenciam dos Quadros porque nestes os dados vêm limitados por linhas em todas as margens e naquelas as linhas de delimitação só aparecem nas partes superior e inferior. em algarismos arábicos. 2. 20 . sempre que necessária. para facilitar a consulta.

n) lista de símbolos. j) resumo em língua estrangeira. e) folha de Aprovação. g) agradecimentos.1 Capa constar as seguintes informações. b) lombada. l) lista de tabelas. dispostas na ordem Devem apresentada: 21 .1 Elementos essenciais 3. 3.3 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO A estrutura de um trabalho científico é composta de três partes fundamentais (ABNT. f) dedicatória.1. k) lista de ilustrações (quadros.1. 1993): Pré-textual Textual Pós-Textual 3. o) sumário. tabelas). m) lista de abreviaturas e siglas. h) epígrafe. i) resumo em língua vernácula.1 PARTE PRÉ-TEXTUAL Elementos que antecedem o texto principal: a) capa. d) errata.1. figuras. c) folha de Rosto (com a ficha catalográfica no verso).

subtítulo (se houver) deve ser evidenciado a sua subordinação ao título principal. sigla da instituição. 3. impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada. o titulo.1. impresso da mesma forma que o autor. título. conforme a NBR 12225. dissertação. 2. local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado.nome da instituição.2 Lombada Os elementos devem ser impressos. por exemplo: v. nome do autor. título principal do trabalho: deve ser claro e preciso. ano de apresentação. subtítulo (se houver).1. número de volumes (se houver mais de um deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume) .1.1. aprovação em disciplina e outros).3 Folha de rosto É composta pelos seguintes itens: a) anverso da folha de rosto: autor. (anexo 1). precedido por dois pontos. nome da instituição a que é submetido o trabalho e a área de concen 22 . número de volumes (se houver mais de um deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume). elementos alfanuméricos de identificação. identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação. trabalho de conclusão de curso e outros) e objetivo (grau pretendido. natureza do trabalho (tese. trazendo: o nome do autor. 3.

o nome. a titulação.1. (anexo 4) 3. No resumo devem ser identificadas as novas técnicas. orientador e. local da instituição que o trabalho vai ser apresentado. 3. se for o caso. ano de depósito (da entrega). a data de aprovação. o nome da instituição a que é submetido e a área de concentração. a assinatura e a instituição dos membros que constituem a Banca Examinadora. e não uma simples enumeração de tópicos. A ficha deve ser feita por um profissional da área de biblioteconomia. concisas. e para trabalhos não experimentais.AACR 2. os resultados e as conclusões do trabalho com frases. (anexo 2) b) verso da folha de rosto: deve conter a ficha catalográfica de acordo com as regras de catalogação vigentes . o método.tração. Obs: a data de aprovação e a assinatura dos membros componentes da banca são colocadas após a aprovação do trabalho. se houve. objetivas e coerentes.4 Folha de aprovação Deve constar: o nome do autor. o título do documento por extenso e subtítulo (se houver). a natureza. por ser o presidente da banca.5 Resumo na língua vernácula O resumo é digitado ou datilografado em espaço simples. 23 . as técnicas de abordagem. (Anexo 3).1. descrever as fontes e os tratamentos dos dados.1. devendo ressaltar o objetivo. O Orientador deve aparecer em primeiro lugar.1. o objetivo. co-orientador.

por exemplo: memória científica. de preferência. A seguir. 500 palavras e no mínimo 150 palavras. as conseqüências dos resultados. (ABNT. símbolos ou contrações que não sejam de uso corrente. os resultados de uma ou várias observações repetidas e os limites de precisão e graus de validade. Deve-se indicar os valores numéricos. quando for indispensável. e como eles se relacionam com os objetivos propostos no documento em termos de recomendações.1987). estudo de caso. aplicações. O resumo deve ser redigido em só parágrafo. Deve ser evitado o uso de frases negativas. brutos ou derivados. 3. na 3ª pessoa do singular e o verbo na voz ativa com. qual o aspecto a ser abordado.1.Nos resultados devem-se destacar fatos novos. Sugere-se que o resumo venha antecedido por uma referência bibliográfica do trabalho. descobertas significativas. no máximo.1. No resumo. etc. conforme apresentado no (anexo 5). Descreve-se as conclusões. diagramas etc. que não sejam absolutamente necessárias. sugestões. isto é. explicando o tema principal do documento. defini-las na primeira vez que aparece. ou seja. Deve-se acrescentar ao final do resumo os descritores em caixa-alta. fórmulas. novas relações e hipóteses aceitas ou rejeitadas. equações. indicar informações sobre a categoria do tratamento. a primeira frase deve ser significativa. relações e efeitos novos verificados. contradições e teorias anteriores. 24 .6 Resumo em idioma estrangeiro Deve apresentar a versão do resumo em idioma de divulgação internacional (anexo 6) e digitado em espaço simples.

de abreviaturas e lista de símbolos. Deve vir logo após a folha de rosto. 25 . lista de ilustração. epígrafe. onde o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho. na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede. Apresenta-se.2.3.2. Ex.1.7 Sumário Consiste na "enumeração das principais divisões. acompanhado dos números das páginas". Obs: O sumário não deve ser confundido com o índice. quase sempre. dedicatória.1. agradecimentos. lista de siglas.1 Errata Consiste em uma lista das folhas e linhas onde ocorreram erros. 3.2 Elementos opcionais São os elementos opcionais: errata. seguidos das devidas correções. seções e outras partes de um documento. 3.1. ERRATA Folha 33 Linha 5 Onde se lê atencao Leia-se atenção 3.1. Ver como exemplo o sumário deste trabalho. lista de tabelas.1.2 Dedicatória Colocado após a folha de aprovação. Se houver mais de um volume o sumário completo deve constar em cada um deles. acrescido ao trabalho depois de impresso. em papel avulso ou encartado.

seguidas das palavras e expressões correspondentes grafadas por extenso.2. Podem também constar epígrafes nas folhas de abertura das seções primárias. mapas. quadros. seguida de indicação de autoria. gráficos.1.5 Listas de ilustrações Devem ser elaboradas de acordo com a ordem apresentada no texto. planta. ex.3 Agradecimentos Colocado após a dedicatória e deve ser dirigido àqueles que contribuíram de maneira relevante na elaboração do trabalho. 3. etc.1. 26 . deve ser elaborada uma lista para cada tipo de ilustração. 3. acompanhado do respectivo número da página. Quando for necessário. 3.6 Listas de tabelas Elaboradas de acordo com a ordem apresentada no texto. acompanhado do respectivo número da página. Recomenda-se a elaboração de listas separadas. utilizadas no texto. com cada item designado por seu nome específico.2. retratos. relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho.: desenhos.7 Listas de siglas. abreviaturas etc Relação alfabética das abreviaturas e siglas.4 Epígrafe A epígrafe é a folha onde o autor apresenta uma citação. com cada item designado por seu nome específico. 3.3.1.2.2.1. Deve vir após os agradecimentos. organogramas.2. esquemas. fluxogramas. fotografias.1.

1. 27 . Deve ser visto como algo que subsiste sozinho sem necessitar da introdução ou da conclusão. O desenvolvimento lógico do trabalho aparece por inteiro no desenvolvimento. .recomendações (opcional).2 Desenvolvimento Parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. 3.2. . Divide-se em seções e subseções. que variam em função da abordagem do tema e do método. .conclusões.introdução. 3.2 PARTE TEXTUAL Esta parte deve ser composta dos seguintes itens: . com o devido significado.2. 3. apresentar a metodologia do trabalho e fazer rápidas referências a trabalhos anteriores.1 Introdução É a apresentação do trabalho e deve indicar a delimitação do assunto tratado.2.3.desenvolvimento . que tratem do mesmo assunto. Deve indicar o tema da pesquisa de maneira clara e simples. os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho.8 Listas de símbolos Apresentadas de acordo com a ordem apresentada no texto.

Recomendações e sugestões para a implementação da pesquisa. . também podem ser incluídas no trabalho. denominado Referências. (ABNT.anexos. 3.3 28 2 3 As regras de referências estão indicadas em 4.3 Conclusão Parte final do texto. 2002) A lista das publicações citadas na pesquisa.referências (obrigatório). mesmo mencionados em notas de rodapé. . na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.3. Ela não deve conter dados novos.índice. A conclusão deve fazer sentido para quem não leu o resto do trabalho.2. . Deve responder aos objetivos e às hipóteses apresentadas na introdução.4 Esta deve ser a nomenclatura adotada e não “Bibliografia”. como aparece em algumas publicações. .1 Referência2 Conjunto padronizado de elementos descritivos. .3. deve constar de um capítulo à parte. conforme a NBR 6023. a introdução. Para tanto.apêndice. no máximo. retirados de um documento que permite sua identificação individual.3 PARTE PÓS-TEXTUAL Nesta parte estão incluídos os seguintes itens: .glossário. ou pelo menos para quem leu . é importante a retomada da visão ampla apresentada na introdução. 3. ou que serviram de fundamento para o desenvolvimento da mesma.

2 Glossário Relação de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro. que localiza e remete para as informações contidas no texto. APÊNDICE B – Avaliação das células musculares presentes nas caudas em regeneração.3. comprovação e ilustração.: ANEXO A .3.4 Anexo Elemento opcional. 3. travessão e pelos respectivos títulos. utilizadas no texto. 3.PÁGINA DE ROSTO 3. que serve de fundamentação. Ex.3 Apêndice Elemento opcional que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor.: APÊNDICE A – A avaliação numérica de células aleatórias totais aos quatro dias de evolução. O índice aparece no final da publicação. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. elaborado em ordem alfabética.3.3. ordenadas segundo um determinado critério. 29 . Ex. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor. travessão e pelos respectivos títulos.3. a fim de complementar sua argumentação.5 Índice É a lista de palavras ou frases. É um elemento opcional. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. acompanhadas das respectivas definições.

transcrição textual de parte da obra do autor consultado (ABNT.data de publicação. 30 . .1).páginas do artigo (inicial e final).local.nº do volume e do fascículo. 4. deve-se ter o cuidado de transcrever indicações sobre as obras consultadas.edição. .1 Citações Citação é a "menção. .página(s) mencionada(s). de uma informação extraída de outra fonte”. p. . no texto. editor e data (do livro).direta . (ABNT. 2001. p. Os dados indispensáveis (ABNT.autor e título (do capítulo e do livro).1 TRANSCRIÇÃO DE DADOS BIBLIOGRÁFICOS Antes de se começar a escrita do trabalho científico. Para artigos de revistas: . .autor e título do artigo. Elas podem ser de dois tipos: . . . podendo aparecer no texto ou nota de rodapé. para facilitar a normalização posterior. 2002.local de publicação. na etapa da pesquisa bibliográfica.1.1) .página(s) mencionada(s). 2002) a serem transcritos são : Para livros: .4 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO 4.título da revista. . .

2002.1 sistema numérico As citações devem ter numeração única e consecutiva para todo o trabalho.1.” 3 Obs: A pontuação só vem dentro das aspas quando faz parte da citação. . ainda.“Outros devem ter se deliciado. p.1 Sistema de chamada As citações devem ser indicadas no texto por um sistema numérico ou autor-data.2).1. separados por vírgula e entre parênteses. . A indicação da numeração pode ser: a) entre parênteses – “Outros devem ter se deliciado. pelo título de entrada.citação de citação – citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso conhecido (ABNT.1.2). 4. 2001. permitindo sua correlação na lista de referências ou em notas de rodapé. Qualquer que seja a opção esta deve ser utilizada em todo o trabalho. p.” (3) d) um pouco acima do texto .1.indireta – texto baseado na obra consultada (ABNT.: “A leitura diante da tela é geralmente descontínua” (CHARTIER.1.23) 31 . Ex. 4. 2001.. independente do capítulo ou parte.1. 4.2 sistema autor-data A indicação é feita pelo sobrenome do autor ou pela instituição responsável ou.1.1. p. seguido da data de publicação do documento. Não se inicia a numeração a cada página.

acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. 1966) MAS (BRAGA. as obras são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas após a data e sem espacejamento. 1987) c) Quando ocorrer citações de um mesmo autor em documentos diferentes e publicados no mesmo ano. mencionados simultaneamente. as chamadas pelo sobrenome do autor.. se mesmo assim persistir a coincidência. Ex. publicados em anos diferentes.]” “a leitura diante da tela é geralmente “A leitura diante da tela é geralmente descontínua” (CHARTIER.2 Regras gerais a) Nas citações. Segundo Chartier (2002. 1999b) d) as citações indiretas de diversos documentos de um mesmo autor.23) b) Quando houver autores com o mesmo sobrenome e data da obra coincidindo. 2002.: (CARVALHO. Orlando.: (BRAGA. 1966) (BRAGA. coloca-se o prenome por extenso. O. Quando estes elementos vierem entre parênteses. podem vir em letras iniciais maiúsculas e o restante em minúscula. 1999a) (CARVALHO.4. Osvaldo. p. têm suas datas separadas por vírgulas. quando incluídos na sentença. 1987) (BRAGA. Ex. descontínua [.1.. 32 . O.1. 23). Ex. p. pela instituição responsável pela obra ou pelo título. devem estar em letra maiúscula.

2002. tentam impor à livre circulação do conhecimento. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação. mencionados simultaneamente devem ser separadas por ponto e vírgula. 33 . 1986. se houver.: (DERRIDA.” (WERNECK. 1986. 1996) e) as citações indiretas de diversos documentos de vários autores. 1983) f) as citações diretas. data. de acordo com a norma NBR 10522. na concepção solidária entre os povos e na dignidade humana. Ex.: O novo pacto acima mencionado deverá buscar. DELEUSE. deve-se observar apenas o recuo. 1993. Ex. princípios que deveremos contrapor às estreitas fronteiras que os interesses econômicos. nos valores da ciência e de sua história.Ex. o(s) volume(s) ou a(s) seção(ões) da fonte consultada nas citações diretas. no texto. (CANDOTTI. a indicação da(s) páginas(s) consultada(s) é opcional. Ex. Nas citações indiretas. a(s) página(s) e. 1980.. devem estar entre aspas duplas. hoje predominantes. no texto de até três linhas. A ordem que deve ser seguida é: autor.: “Talvez achassem que estavam participando de uma atividade do tipo ‘brincando de fazer rádio’. 21) No caso de documento datilografado h) Especificar. com letra menor que a utilizada no texto e sem aspas e em espaço simples. GUATRRI. 87) g) as citações diretas com mais de 3 linhas devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda. volume ou seção. 2002. página separados por vírgulas e precedidos de suas designações de forma abreviadas. p.: (FOUCAULT.. p.

1 Notas de referências Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da 34 . negrito ou itálico.dados obtidos por informação oral (palestras.tradução da citação feita pelo autor . financia a pesquisa. observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor. com seus impostos.supressões – reticências entre colchetes [.2 Notas Indicação. notas explicativas ou notas de rodapé. após a chamada da citação.trabalhos em fase de elaboração – mencionar o fato entre parênteses (em fase de elaboração). . acréscimo ou comentário – entre colchetes [ ]. a expressão tradução nossa. comunicações etc) – indicar entre parênteses (informação verbal) . após a chamada da citação.deve-se incluir.interpolações. tradução nossa). debates. 4. p. Ex. indicando-se os dados disponíveis em nota de rodapé. As notas podem ser: notas de referência. 1989. transcrita da mesma forma. . podendo também aparecer na margem esquerda ou direita da mancha gráfica.1..2. p. grifo nosso).i) Indicação de: . .. ..ênfase em trechos da citação – destaca-se indicando esta alteração com a expressão grifo nosso entre parênteses. 4.: [..] . São impressas ao pé das páginas. (CAPAZOLI. 129. . mencionando-se os dados obtidos. Ex. Se o destaque for do autor.1. tradutor ou editor. que. separadas do texto normal por uma barra horizontal.ênfase ou destaque – grifo. 7. somente em nota de rodapé. usa-se a expressão grifo do autor. 2002. Memória e História estão longe de ser sinônimo (NORA.] “A outra foi a consciência de que a divulgação é uma forma de satisfação à sociedade.

O procedimento que deve ser seguido é: faz-se a citação exatamente como está no texto original e. A primeira citação de uma obra deve ter a referência completa e as subseqüentes podem ser referenciadas de forma abreviada. isto é. entre colchetes. 2002. após o erro.2. 2002.2 expressões que devem ser utilizadas apenas em notas a) Ibidem ou ibid = na mesma obra.obra.2. A referência a ser feita é a da obra que citou. aquela a que se teve acesso. p. p. 4.1 apud Significa “citado por” e é utilizado para citações indiretas (quando não se teve acesso à obra original). A numeração das notas de referência é feita em algarismos arábicos. quando ao transcrever uma citação direta esta contiver um erro facilmente identificável.1. da fonte que se está consultando diretamente”. utilizando as seguintes expressões latinas: Obs: O “[sic]” deve ser utilizado. Exemplo para Nota Bibliográfica: (SILVA apud PESSOA. onde o assunto foi abordado. 80 ou Segundo Massarani (apud WERNECK. 1965) 4.: MASSARANI.2.2. Pode ser usada na nota ou no texto.2.2 Expressões latinas 4. acrescenta-se a expressão “sic”. Utiliza-se quando “se transcrevem palavras textuais ou conceitos de um autor sendo citado por um segundo autor. 35 . 1998 apud WERNECK. devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte.1. ou seja.1. 80). Ex.

cit. 14) Ex. p. Obs: A expressão idem (ou id) só pode ser usada na mesma página ou folha da citação a que se refere. 50 Ibid. Luisa.. 347-361..: HANSEN. cit. Érika Franziska. mas não logo em seguida. Coloquial e barroco. c) Opus citatum. 1992. p.Ex. cit. Id. Ex. n.) só pode ser usada na mesma página ou folha da citação a que se refere. no rádio! In: MASSARANI. = do mesmo autor. 8. Rio de Janeiro. Cultura e razão prática. MOREIRA. E por falar em ciência. In:__. = obra citada Usar a expressão op. Cadernos do Mestrado/Literatura UERJ.. BRITO. 36 . Rio de Janeiro: Imago: Ed. (= obra citada) quando uma obra já foi referenciada anteriormente. Ciência e público: caminhos da divulgação científica no Brasil.. p. 2002. 28-55.: WERNECK. b) idem ou Id. cit. para a lista de Referências: SAHLINS.). p. João Adolfo. para Nota Bibliográfica: (FREYRE. Rio de Janeiro : Casa da Ciência. América: descoberta ou invenção. opere citato ou op. 1994. Fátima (org. Pós-moderno e barroco. 51 Obs: A expressão ibidem (ib ou ibid) só pode ser usada na mesma página ou folha em que aparecem as citações. da UERJ. Obs: A expressão opus citatum (opere citato ou op cit. p. M. Ex. op. Op. Ildeu de Castro.

75. Rio de Janeiro: Campus. Dos. ed. VIANNA. 1989. 3-4. v. g) Sequentia ou et seq = seguinte ou que se segue. SANTOS. p. O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. passim. p. Cidadania e juistiça. p. T. Utilizada para recomendar consulta a obras de outros autores ou a notas do mesmo trabalho.2. p. 253 et seq.: REGO.d) Passim = aqui e ali.: SAGAN. 37 . Noções e nacionalismos desde 1870. passim FAORO. São Paulo: Companhia das Letras. Porto Alegre: Globo. 83 et seq. cit.cit. p. G. v. Ex. Processo penal. Rio de janeiro: Paz e Terra. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. Ex. p. confronte. = Lugar citado (quando a nota faz referências ao mesmo trecho ou página já mencionados) Ex. Obs: A expressão só pode ser usada na mesma página ou folha da citação a que se referem. TOURINHO FILHO. C. PERROT.: Cf. Ex. HOBSBAWN. 1996. f) Cf. Fernando da Costa. N. W. loc. 3. Utilizada quando não se quer mencionar todas as páginas ou folhas consultadas da obra referenciada. Política social e transcrição democrática: o caso do INAMPS. = confira.: VIANNA. 1976. 1987. W. 194-195. e) Loco citato no loc. Rio de janeiro: IEI/UFRJ. E.Raymundo. 1979. em diversas passagens. 1991. São Paulo: Saraiva. L. 301-309. Cf. 1989. 1996. 1. Utilizada para citações indiretas.

A pontuação segue padrões internacionais. podendo também aparecer na margem esquerda ou direita da mancha gráfica. Não se inicia a numeração a cada parte. devendo ter numeração única e consecutiva em cada capítulo ou parte. A numeração das notas explicativas é feita em algarismos arábicos.Referências – Elaboração” (ABNT . tradutor ou editor. esclarecimentos ou explicações. Recomenda-se adotar caracteres diferentes daqueles usados no texto.4 Notas de rodapé Indicações. O recurso tipográfico (negrito.3 Notas explicativas Notas usadas para comentários. grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. com o número sobrescrito.1. possibilitando a identificação de cada documento individualmente em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo. As abreviaturas devem estar de acordo com a NBR10522.1. devendo ser uniforme para todas as referências. seguindo uma ordem consecutiva em todo o texto. 4. observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor.2 REFERÊNCIAS Estas referências devem estar de acordo com a norma brasileira “Informação e Documentação . As referências são alinhadas somente à margem esquerda (não utilize o recurso justificar do editor do texto). As notas devem ser colocadas na página em que aparecem as chamadas numéricas.2. evitando-se continuar na(s) página(s) seguinte(s).4. As notas de rodapé são indicadas utilizando-se algarismos arábicos. 38 . que não possam ser incluídos no texto.2. 4.NBR 6023).

b) título.) e trabalhos acadêmicos (teses. Os destaques utilizados nos títulos devem seguir o mesmo padrão para todas as referências: negrito. Ao optar pela inclusão de elementos complementares estes devem aparecer em todas as referências contidas no documento. d) local (cidade onde foi publicada a obra). e por reticências.2. os elementos que não figuram na obra referenciada. quando necessário.1.2. Em qualquer tipo de referência. entre outros). 4. dicionários etc. para melhor identificar o documento. f) data de publicação. dissertações. pois a primeira palavra significativa do título vem em caixa alta. 4.Quando a obra entrar pelo título não são usados esses recursos tipográficos. e) editor. São eles: descrição física 39 . Elementos complementares São acrescentados. entre colchetes. indicam-se. catálogo. enciclopédia. todos os casos de supressão de informações.1 Monografias no todo Elementos essenciais: a) autor. Ex. Os artigos e palavras monossilábicas não são considerados para efeito de alfabetação. c) edição. itálico ou grifo.1 Monografias Inclui livros e/ou folhetos (guia.: O PERFIL administrativo brasileiro.

A prática da pesquisa. Ex. 1978. Quando o pré-texto vier com a numeração em romano. 156 p. A prática da pesquisa. 40 . 156 p. 43 p. 203 f.: CASTRO.M. A prática da pesquisa. C.M. algarismos romanos e arábicos) Ex. Quando o documento for publicado em mais de uma unidade física (mais de um volume). pois. seguida de vírgula e o total de páginas em arábico. seguidos da abreviatura p. ou f. C. indica-se a quantidade de volumes. só se escreve no anverso Ex. xiv. Ex. iii.: CASTRO. C. CASTRO. Sonia. 156 p.: LEITE. da folha ou da coluna de cada seqüência.. respeitando-se a forma encontrada (letras. A prática da pesquisa. iii f. CASTRO. neste caso. Universidade do Rio de Janeiro. São Paulo: Mc-Graw-Hill do Brasil. São Paulo: Mc-Graw-Hill do Brasil. indica-se o número total de folhas ou páginas. Rio de Janeiro.M. 1997. 1978. São Paulo: Mc-Graw-Hill do Brasil. Em trabalhos acadêmicos usa-se folhas. Memória da comunidade da Serrinha. 1978.M. Dissertação (Mestrado em Memória Social e Documento)—Centro de Ciências Humanas. iii.a) página: Pode-se registrar o número da última página. 156 p. São Paulo: Mc-Graw-Hill do Brasil. esta deve ser grafada em letras minúsculas. 1997. C. 1978. Quando o documento for constituído de apenas uma unidade física (um volume).

M. Sonia..M. em 3.. Rio de Janeiro. color. 41 . C. Universidade do Rio de Janeiro. il. C. C. São Paulo: Mc-Graw-Hill do Brasil.. 5 v. Dissertação (Mestrado em Memória Social e Documento)—Centro de Ciências Humanas.. Ex. 1978. Paginação irregular. indica-se primeiro o número de volumes bibliográficos. CASTRO.M. Não paginado. 156 p. Se o número de volumes bibliográficos diferir do número de volumes físicos. A prática da pesquisa.: CASTRO. 156 p. CASTRO. b) ilustrações: Indica-se ilustração de qualquer natureza pela abreviatura il. Memória da comunidade da Serrinha. Quando a publicação não for paginada ou a numeração de páginas for irregular. 1978. C. 1997. A prática da pesquisa. São Paulo: Mc-Graw-Hill do Brasil. CASTRO. A prática da pesquisa. no caso de ilustrações coloridas usar il. somente il. 1997. indica-se esta característica. Ilustrações de Ziraldo.M.. 1978. 156p. Ex. col.seguida da abreviatura v. 156 p. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. seguido do número de volumes físicos. CASTRO. São Paulo: Mc-Graw-Hill do Brasil. C. Color.: LEITE. principalmente il. Ex. Ilustrações de Ziraldo. A prática da pesquisa. il.M. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. A prática da pesquisa. 1978. 1978.

Giovanni. trabalho não publicado. (Org. em caso de formatos excepcionais. Inclui índice. pode-se indicar a altura do documento em centímetros e. documento mimeografado. São Paulo: Companhia das Letras. In: LEVI. número do ISBN. no prelo. também a largura. indicadas entre parênteses. trabalho apresentado em congresso. SCHIMIDT. d) séries e coleções Ao final da descrição física do documento podem ser incluídas as notas relativas a série e/ou coleções. Em ambos os casos. e) notas Sempre que necessário à identificação da obra. cujas medidas são dadas com exatidão. aproximam-se as frações ao centímetro seguinte. 42 .: ROMANO. G. Resenha de:. esta deve ser grafada em algarismos arábicos. J. Quando houver numeração. 13). Os títulos das séries e coleções são separados de sua numeração por vírgula. Índice. indicação de resenha. sem que seja dado nenhum destaque tipográfico. Imagens da juventude na era moderna.). 1996. acrescentam-se informações complementares ao final da referência. (Coleção Saber. p. Ex. com exceção de documentos tridimensionais. indicação de uma recensão. 7-16. História dos jovens 2.c) dimensões do documento (altura e largura do documento) Em listas de referências. Recensão de:.

(A tese segue o mesmo padrão) OLIVEIRA. Sonia. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização)—Instituto de Tecnologia da Informação e da Comunicação. Ex. o grau. a vinculação acadêmica. indica-se além da língua do texto traduzido a do texto original: Versão francesa de Franz Toussaint do original árabe. Rio de Janeiro. 1997. Rio de Janeiro. Universidade do Rio de Janeiro. Luciana. 1998. 1998. mapas dimensões. menciona-se em nota o tipo de trabalho. Rio de Janeiro. Planejamento da função de sistemas de informação: um estudo de caso. A filosofia na Classificação Decimal Dewey. 1997. Ana Rita de Mendonça. Escola de Biblioteconomia. MOURA. Universidade Federal do Rio de Janeiro. 46 f. informações sobre o documento (3 microfichas.). Dissertação (Mestrado em Memória Social e Documento)—Centro de Ciências Humanas. 24 f. Aquisição de periódicos estrangeiros nas IES: UFRJ: um estudo de caso. Dissertação (Mestrado em Administração)– Instituto COPPEAD de Administração. 2002. 120-130 ou Inclui bibliografia). pode-se mencionar a fonte da tradução (Tradução de: The history of the night. Eneida. 1992. 275 f.B. o local e a data da defesa. Redução 1:24. nas referências de teses. 2002.). Memória da comunidade da Serrinha. CORDEIRO. em documentos traduzidos. Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação na Disciplina de Classificação II. indicação do tipo de documento (bula de remédio. 203 f.M. 43 .000. S. 1992. em traduções feitas com base em outra tradução. Universidade do Rio de Janeiro.bibliografia (Bibliografia: p. Universidade Santa Úrsula. CD-Rom etc.: LEITE. as separatas devem ser transcritas tal como figuram na obra precedida de Separata de:. dissertações ou outros trabalhos acadêmicos. REGO. Rio de Janeiro. escalas).

FURTADO.minerva. fragmento e outras partes de uma obra. precedida da expressão “Acesso em:”. 2002. precedida da expressão “Disponível em:” e a data de acesso ao documento. Castro. 16:30:30. Não é recomendável a referência de materiais de curta duração nas redes. Criatividade e dependência na civilização industrial.l. que deve vir entre os sinais < >. Acesso em: 10 jan. ALVES. acrescentado ao final. Quando a obra a ser referenciada tiver sido consultada/capturada através da Internet (online) é essencial mencionar informações sobre o endereço eletrônico. volume. 1978. Aurélio Buarque de Holanda. tal como uma nota. online etc. C.2.br. 2001. 2. ed.www.com. Disponível em: http://. Disponível em: http://www. [S.3 Parte de monografias Inclui capítulo. minutos e segundos.ufrj. CD-ROM. 44 .1. o tipo de suporte: CD-ROM. Novo dicionário da língua portuguesa. b) título da parte que está sendo referenciada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.2. Elementos essenciais: a) autor(es).4. 4. 2002.: FERREIRA.htm.br/virtualbooks/feedbooks/pot/Lpor2/navionegreiro.]: Virtual Book. Acesso em: 16 jan. Ex.2 Monografias no todo em meio eletrônico Indicam-se os mesmos elementos dos documentos impressos. opcionalmente acrescida dos dados referente a hora. Rio de Janeiro: Paz e Terra.1.terra. 2000. Navio negreiro.

após a expressão In: Ex. La globalización de la investigación académica en America Latina. 1994. Ex. México : Union de Universidades de America Latina. na qual a parte está contida. Ina. Science. Lisboa: Editorial Verbo. acrescentar um traço correspondente a quatro espaços. Giovanni. 1996. (Org. e) paginação da parte referenciada. 1977. E. 45 . Ex.). 27-29. La investigación y las universidades latinoamericanas en el umbral del siglo XXI : los desafios de la globalización. 2. 1. Derek de Solla. Guanabara Koogan. 3.: ROMANO. AHRONHEIM. 1. Pater famílias. 1996. p. p. Imagens da juventude na era moderna. Macapá: Valcan. LAYTON. cap. Fred (Ed. cap. Isabel. In: LEVI. California: Sage. ed. 237. In: ______.c) a expressão: “In:”. J. LICHA.: SANTOS. Cecil tratado de medicina interna. Quando a parte referenciada for do mesmo autor da obra como um todo. Conditions of technological development. História do Amapá. R. In: ENCICLOPÉDIA Luso-brasileira de Cultura Verbo. 1971. 197-222. In: BENNET. G. PLUM. 7-8. SCHIMIDT. História dos jovens 2. A colonização da terra dos Tucujús. F. G.: FREIRE. ed.: p. antecedida pela abreviatura correspondente. p. PRICE. p. 1º grau. Problemas especiais em pacientes geriátricos. São Paulo: Companhia das Letras.). Claude. 1996. In: ______. J. 23–64. Judith. d) referência completa da monografia. 7-16. dos. v. technolgy and society: a crossdisciplinary perspective. 20. Verbetes de enciclopédias e dicionários Com autoria Ex. J. In: SPIEGEL ROSING. p. Rio de Janeiro.

. que são recursos criados pelos editores ou pelas instituições responsáveis. para reunir conjuntos específicos de obras que recebem o mesmo tratamento gráfico-editorial (formato.). M. London: Oxford University. As publicações seriadas incluem coleção como um todo. Separatas: As separatas de monografia são referenciadas como partes de monografia substituindo a expressão “In” por “Separata de” Ex.2 Publicações seriadas Publicações em qualquer tipo de suporte. (Ed. R. In: FERREIRA. número de jornal.2. reportagens etc. 4. Separata de: RADCLIFF-BROWN. na íntegra.: GLUCKMANN. 1975. Uma coleção ou série editorial pode reunir monografias ou constituir publicação editada em partes. volume ou fascículo de periódico (artigos científicos de revistas. e destinadas a ser continuadas indefinidamente. FORD. com designações numéricas e/ou cronológicas. Não confundir com “coleção” ou “série editorial”. D. com objetivo de formar 46 . e a matéria existente em um número.) African system of kinship and marriage. Aurélio Buarque de Holanda. editadas em unidades físicas sucessivas. caderno etc.Sem autoria Ex. Kinship and marriage among the Lozi. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. seções. entre outras) e/ou que mantêm correspondência temática entre si. fascículos ou número de revista. características visuais e tipográficas.: ESQUIZOFRENIA. editoriais. 1970. matérias jornalísticas. A. Novo dicionário da língua portuguesa.

b) notas sobre títulos anteriores ou qualquer modificação relacionada a alterações de títulos. Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. d) data de início de publicação. ISSN 0035-0362 47 . 1941. 2000).2. 261) 4. Elementos complementares: a) periodicidade. São Paulo: Associação Paulista de Medicina. b) local de publicação. c) observações sobre tipos de índices.futuramente uma coleção completa (ABNT.. P. Ex. listas de referências. 1992. e) data de encerramento. (Relatório COPPEAD. Ex: FLEURY. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro. bibliotecas ou editoras. d) ISSN. 21 p.F. c) editora. Estrutura de produção e desempenho operacional: identificação de variáveis-chave através de simulação. se a publicação não mais for editada.: SÃO PAULO MEDICAL JOURNAL.2. Elementos essenciais: a) título do periódico. que inclui toda a coleção de um título de periódicos.1 Publicações periódicas no todo Este tipo de referência. é normalmente utilizada em catálogos preparados por livreiros.

v. desde que não tenham títulos próprios. b) local da publicação. entre outros. números especiais e suplementos. boletim etc.: REVISTA BRASILEIRA DE NEUROLOGIA. 48 . 4. 2003. 2. v.2. 43. c) editora.C. abr.2./jun. em francês: no em português: n. 95 p. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro.: HUMAN ORGANIZATION. 39. d) ano e/ou volume da revista. Instituto de Neurologia Deolindo Couto. Elementos complementares (outros elementos que melhor identificam a obra): a) numero de páginas. Ex. f) informações sobre períodos e datas de sua publicação. e) número do fascículo. Inclui volume. Elementos essências: a) título da publicação. A abreviatura de número que antecede a identificação do fascículo obedece ao idioma do documento: em inglês e espanhol: no. Ex. fascículo. Winter 1984.4. Washington. n.: Society for Applied Anthropology. D. n.2 Partes de revista. b) ISSN.

Informação: instrumento de dominação e de submissão. o mês. Elementos essenciais: a) título da parte (artigo ou da matéria) ou título da publicação (no caso em que a parte possui título próprio). Brasília. é escrito na íntegra e a pontuação que se segue é a vírgula. n. 49 .4. entrevistas. Ex. números especiais e suplementos com título próprio) comunicações. Inclui partes de publicações periódicas (volume. 1991. v . 1. reportagens resenhas e outros./jun. b) título da publicação como um todo (esta é a área que deve ser destacada). 37. deve vir abreviado. Desta forma. o mês de maio. f) página inicial e final (no caso de artigos ou matérias).: ARAÚJO. se houver. só são abreviadas palavras que tenham 5 ou mais letras. g) data ou intervalo de publicação e particularidades que identificam a parte (se houver). d) numeração correspondente (volume e/ou ano). em português. p. fascículos.2. editorial.20. a barra é utilizada para indicar que a numeração ou os meses mencionados pertencem a um mesmo fascículo.2. jan. recensões.3 Artigos e/ou matérias de revista.44. c) local da publicação. Ciência da Informação. Vânia Maria Rodrigues Hermes de. por exemplo. No entanto. boletim etc. e) fascículo ou número.

cgi.2. Jul.2. 32-43). se houver./dez ( indica que um mesmo fascículo cobre estes meses. online) Ex.fapesp.3.Ex out.2.. 50 . boletim etc. p.2. n.br/CIW. J. Rio de Janeiro.5 Artigos e/ou matérias de jornal Incluem comunicações. de acordo com a periodicidade. Stud. Isto ocorre.2. Elementos essenciais: a) autor(es). (disquete. K. normalmente. 4. 5. 131148. também é utilizado para assinalar a página inicial e página final de partes de documentos (p. 4. seria uma publicação com periodicidade trimestral). podem ser acrescentados elementos que melhor identificam o documento. A.). MOENAERT. reportagens. À margem da lei: O programa Comunidade Solidária. no.4 Artigos e/ou matérias de revista. V. R. acrescidas das informações pertinentes à descrição física do meio eletrônico.: COSTA. 1998. quando for necessário.R. Manag. resenhas e outros. entrevistas.: LIEVENS. Acesso em: 20 dez.. o travessão indica um conjunto de fascículos que abrange vários meses. 2000. v. Em Pauta: revista da Faculdade de Serviço Social da UERJ. (out—dez. CDROM. Neste caso. 12. em meio eletrônico Devem obedecer aos padrões indicados em 4. editoriais. Project team communication in financial service innovation. Disponível em: http://webofscience.2. Ex. como indicação de responsabilidade de um título. 37. 2000.

Administração e Serviços. [Opinião sobre a minissérie Dona Flor e seus dois maridos]. Jorge. a entrada é sempre pelo entrevistado. 1998. Ex.: BIAL. Entrevistas com entrada feita pelo nome do entrevistado Quando a entrevista consiste em perguntas e respostas. Quando não houver seção. [Opinião sobre a minissérie Dona Flor e seus dois maridos]. 1998. caderno ou parte. Rio de Janeiro. 28. São Paulo. J. Ex. 51 . Entrevistas com entrada feita pelo nome do entrevistador Quando o entrevistador transcreve a entrevista.b) c) d) e) f) g) título da parte. Rio de Janeiro. h) paginação correspondente. 1992. Entrevista de Jorge Amado no Programa Fantástico da TV Globo em 19 de abril de 1998.: AMADO. 4 fev. Entrevista concedida a Pedro Bial no Programa Fantástico da TV Globo em 19 de abril de 1998. data de publicação. caderno ou parte do jornal onde se encontra a parte a ser referenciada. Pedro. Gazeta Mercantil. A explosão de cursos para executivos nos EUA. a paginação do artigo precede a data. Ex. (elemento a ser destacado) local de publicação. título do jornal. p.: BYRNE. seção.

congressos etc. M. Mundo dos loucos. 20 dez. Jornal do Brasil.3 Eventos Acontecimento organizado por especialistas. N.1 Eventos no todo Inclui o conjunto de documentos reunidos em um produto final de um evento (atas.2. anais. MP fiscaliza com autonomia total. Quando se tratar de obras consultadas online.com. Podem ser acrescentados elementos complementares para melhor identificar o documento. reuniões.3.2. 4.2. 4.2. CD-ROM. Tais como: conferências. com objetivos científicos.jb. 20 dez. Acesso em: 20 dez.2. P. tecnológicos. p. acrescidos dos elementos relativos a descrição do meio eletrônico (disquete. online). 4.6 Matérias de jornal assinadas em meio eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados em 4. M.com. 52 . Acesso em: 20 dez. simpósios. Rio de Janeiro.5. 2000. Ex: ALVES.Ex. Jornal do Brasil. seminários.2.br. Disponível em http://www. L.: LEAL. 2000. 25 abr.br/colunas. 2000.2.oglobo. 1999. O Globo.3. comunitários ou promocionais.2. 2000. Matéria de jornal não assinada em meio eletrônico Ex: TROFÉU maior foi o trabalho. proceedings entre outras denominações). Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. institucionais. acrescenta-se os elementos descritos em 4. Disponível em http://www.

.. Porto Alegre: PUCRS. 1990. Florianópolis. local do evento (cidade). título do documento (anais.. atas. Anais eletrônicos. 1 CD.. 9 v. Ex.2. Porto Alegre.. 2000. g) editor. h) data da publicação. 19. Ex: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. acrescidos dos elementos descritos em 4. Belo Horizonte: ANPAd. Anais. este deve ser substituído por reticências.Elementos essenciais: a) nome do evento. 2000.2. 14. c) d) e) f) ano do evento. 4.). local da publicação..2. Quando constar no título anais ou ata seguido do nome do evento.3. 1982.2 Eventos no todo em meio eletrônico Obedecem aos mesmos padrões da referência para trabalhos impressos. 53 . b) numeração (se houver).: ENCONTRO ANUAL DA ANPAd. tópico temático etc. Podem ser acrescentados elementos complementares para melhor identificar os documentos.

54 .. Ronaldo L. CORDEIRO.4 Patentes Elementos essenciais: a) Entidade responsável.. 26 jun. 1008-1022.2. D.. Salvador. O indivíduo e a pós-modernidade. SIQUEIRA. PI 8903105-9. Acesso em: 16 jan.9. Salvador : APBEB.3.ufpe. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. 30 maio 1995. 4.3.3. d) Número da patente e datas (do período do registro). Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos. acrescidas das informações referentes aos meios eletrônicos. Medidos digital de temperatura para solos. seminários etc.br/anais/cfch/cfchtrab/htm. 1996. 1996. M. Paulo Estevão Cruvinel. 4. Recife: UFPe. Descrição e representação de fotografias de cenas e fotogramas de filmes: um esquema de indexação. 4. c) Titulo. 1989.3 Ex: Trabalhos apresentados em congressos.2. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO DA UFPe.: EMBRAPA. Anais.. 2. SP). Disponível em: http://www. SALES JR. em meio eletrônico As referências seguem os mesmos padrões indicados em 4. Ex.propesq.. b) Autor (se houver) na ordem direta. como demonstrados em 4. Unidade de Apoio. 1991. Rosa Inês de N. Recife. p. 1991. A.. 2001.. BR n.2. seminários etc.2 Ex: MACIEL.4.2. Anais eletrônicos.2.. v. 16. A.4 Trabalhos apresentados em congressos. J..

Brasília. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. p.822. Lex: legislação.5 Documentos jurídicos Inclui legislação. DF. de abril de 1998. 59. Elementos essenciais: a) Jurisdição (ou cabeçalho da entidade.4. as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais (lei complementar e ordinária. Emenda constitucional nº 9. comunicado. de 9 de novembro de 1995. decreto em todas as suas formas. instrução normativa. 8 abr. quando se tratar de normas). deve vir após o nome da publicação 55 . decisão administrativa. c) Numeração. jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais). Seção 1. Decreto nº 42. resolução do Senado Federal) e as normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo. entre o nome da jurisdição e o título.423. e) Dados de publicação. resolução. circular./dez. Constituição (1988). de 20 de janeiro de 1998. 259-513. No caso de Constituição e suas emendas acrescenta-se. a palavra Constituição seguida do ano de promulgação.2.1995. medida provisória. entre parênteses. Ex. entre outros). quando se tratar de referências de diários oficias. 1966. São Paulo. 1988. p. ordem de serviço. BRASIL. BRASIL. portaria. v. A) legislação – compreende a Constituição. out. Decreto-lei nº 2.: SÃO PAULO (Estado). o nome do poder responsável . Poder Executivo. b) Título. d) Data. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência.

São Paulo: Saraiva.: Diário Oficial da República Federativa do Brasil.7. Elementos complementares: a) ementa (embora a ABNT não aponte como elemento essencial. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988: atualizada até a Emenda Constitucional nº 20. enunciados. é recomendável incluí-la na referência). Constituição (1988). acórdãos. 21. decretos e portarias. Elementos essenciais: a) jurisdição. São Paulo.ed.: BRASIL. Lex: coletânea de legislação: edição federal. local da ação. B) jurisprudência – compreende súmulas. separata etc.Ex. o título consiste na especificação da legislação seguida do número e da data. de 15 de dezembro de dezembro de 1988.: BRASIL. b) identificação da parte da obra onde se encontra a informação (suplemento. v. título (natureza da decisão ou ementa). Suplemento. 1943.452. números. Decreto-lei nº 5. 1999. h) data da ação. relator. 56 . sentenças e demais decisões judiciais. Ex. Ex. i) dados da publicação. b) c) d) e) f) g) órgão judiciário competente. Aprova a consolidação das leis de trabalho. Poder Legislativo Em caso de lei. de 1 de maio de 1943.). partes envolvidas (se houver).

In: _____. Apelação cível nº 42. Administrativo. 6 de dezembro de 1994. p. BRASIL. Tribunal Regional Federal (5. p. Antônia Maria da Silva. 10. 4 de março de 1997.05. 1. Súmula nº 14. 103. Brasília. Súmulas. mar. n. 558-562. n. DF. ser incluídos elementos para melhor identificar o documento.103.: BRASIL. BRASIL. 1. inscrição para cargo público. Apelada. Região). ainda. Superior Tribunal de Justiça. 4 de março de 1997. 1994. v. Habeas coprpus nº 181. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais. 57 . Recife. São Paulo. Região).: BRASIL. Relator: Ministro Rafael Mayer. Constrangimento ilegal. instituído pela Lei nº 8. 10. Súmulas. v. Escola Técnica Federal. 1984.01629-6). Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais. Súmula nº 14. 236-240. 10. Supremo Tribunal Federal.441-PE (94. Brasília. BRASIL. Supremo Tribunal Federal. 6 de dezembro de 1994. 10.01629-6). mar. Habeas coprpus nº 181. Recife. da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. p. In: _____. Tribunal Regional Federal (5. n.441-PE (94. p. v. Supremo Tribunal Federal. Processual Penal. p. Ex. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco.Ex. 103. o tipo de recurso. São Paulo. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais. Apelação cível nº 42. Brasília. como por exemplo. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Revista Trimestral de Jurisprudência. 1998. Relator Juiz Nereu Ramos.109. Superior Tribunal de Justiça. p. 26 de fevereiro de 1986. Predominância da lei sobre a portaria. v. n.636-1. 558562. Extradição nº 10. São Paulo. Apelante Edilemos Mamede dos Santos e outros. Habeas-corpus. Apelante: Estados Unido da América. em razão de idade.05. Não é admissível por ato administrativo restringir. p.236-240. 1998. 1998. 1994. set. São Paulo.636-1. da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Pagamento de diferenças referente a enquadramento de servidor decorrente da implantação de Plano Único de Classificação e Distribuição de Cargos e Empregos. [Brasília]. 870-879. Apelante Edilemos Mamede dos Santos e outros. 103. Relator Juiz Nereu Ramos. mar. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais.270/91. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. DF. Podem. BRASIL. mar. v. BRASIL. 1998.

8 dez.887. São Paulo. 58 . d) local. 1999. Disponível em: http://www. de 7 de dezembro de 19990.6 Imagens em movimento Inclui filmes. bibliografia brasileira de Direito. Ministério Público: sua legitimação frente ao código do consumidor. entre outros. BRASIL. ed. g) especificações do suporte em unidades físicas. Inclui resumos padronizados das normas jurídicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999.gov. Altera a legislação tributária federal. f) data. 4. federais. b) diretor. 1999.: BARROS. Ex. artigo de periódicos.139.2. e) produtora. Acesso em 22 dez. Lei nº 9. 7. Ex. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. 1 CD-ROM. 19.2. videocassetes. DF. Raimundo Gomes de. p. 53-72. c) produtor.br/mp_leis/leis_texto. assim como textos integrais e diversas normas. acrescidos dos elementos descritos em 4. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.). 1999.2.: LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas. DVD.in.C) doutrina – inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais (monografias.1 Documentos jurídicos em meio eletrônico Obedecem aos mesmos padrões da referência para trabalhos impressos. n. referenciada conforme o tipo de publicação. 4. v.2. Brasília. DF: Senado Federal. papers etc.5. Elementos essenciais: a) título. Brasília.asp?Id=%209887>.

São Paulo: CERAVI. Othon Bastos. 59 . Matheus Nachtergaele e outros.]: Lê Studio Canal.: CENTRAL do Brasil. DEUS e o diabo na terra do sol. DEUS e o diabo na terra do sol. 35 mm. Filmes cinematográficos Ex. son. 1 DVD. color.]: Lê Studio Canal.: OS PERIGOS do uso de tóxicos. Los Angeles: Warner Brothers. Roteiro: Marcos Bernstein. Interpretes: Fernanda Montenegro. Podem ser acrescentados elementos para melhor identificar o documento.. 1 bobina cinematográfica. son. 1964. Reofilme. Coordenação de Maria Izabel Azevedo São Paulo: CERAVI. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Rio de Janeiro: Copacabana Filmes.l. Direção: Walter Sales Júnior. Podem ser acrescentados elementos para melhor identificar o documento. Produção: Martire de Clermoont-Tonnere e Arthur Cohn. p&b. 1 videocassete. João Emanuel Carneiro e Walter Sales Junior. Ex. color. Rio de Janeiro: Copacabana Filmes. Direção: Ridley Scott. 1983. [S.. Vinicius de Oliveira: Sônia Lira. [S. 1998. VHS... Direção: Glauber Rocha. 1983. Direção: Glauber Rocha. Marília Pêra. MACT Productions.: CENTRAL do Brasil. 1 bobina cinematográfica (106 min).Gravações de vídeo Ex. 13 bobinas cinematográficas (125 min) son. Ex. 35 mm. 1998.l. Direção: Walter Sales Júnior.: OS PERIGOS do uso de tóxicos. 1 videocassete (30 min). c1999.. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Produção: Michael Deeley. 13 bobinas cinematográficas. 1964. DVD BLADE Runner.

4. 1 fotografia. d) especificação do suporte. 18 cm x 24 cm. O Estado de São Paulo. FRAIPONT. São Paulo. Amílcar II. Direção: Ridley Scott. Visuais. Los Angeles: Warner Brothers. BLADE Runner. E. 1998. Elementos essenciais: a) autor.: CARDOSO. diafilme. Intépretes: Harrison Ford. c1999. Produzido por Warner Vídeo Home.Podem ser acrescentados elementos para melhor identificar o documento. desenho técnico.2. 60 . gravura. Pedra de Itapuça. Cláudio. Fotografias Ex. diapositivo. ilustração.7 Documentos iconográficos Incluem pintura. p&b. Dick. Rutger Hauer. Sean Young. Foto apresentada no Projeto ABRA/Coca-cola. c) data. 1 DVD (117 min). 3 fotografias.: CARDOSO. color. Baseado na novela “Do androids dream of electric sheep?” de Philip K. p. Pedra de Itapuça. transparência. Podem ser acrescentados elementos para melhor identificar o documento. Caderno 2. atribui-se uma denominação ou acrescenta a indicação “Sem título” ambos devem vir entre parênteses). 3 fotografias. Cláudio. b) título (quando não existir. fotografia. Música: Vangelis. widescreen. Ex.. 1989. 1989. cartaz etc. Edward James Olmos e outros. Produção: Michael Deeley. material estereográfico. Roteiro: Hampton Fancher e David Peoples. color. D2. 30 nov.

Ex. p&b. 90 cm x 60 cm.: 1 original de arte. Originais de arte a) nome do artista. 1 fotografia. Coleção particular. Vitor. Rotação de um modelo sobre dado. 1868. 1878. 19 fev. Elementos complementares: a) técnica utilizada. b) dimensão da obra. 1987. 19 fev. 1975. José. Vitor.. d) número e descrição da obra (tipo de obra).: CÂMARA. 1 fotografia.: WILSON. Podem ser acrescentados elementos para melhor identificar o documento.: MEIRELES. 1 original de arte. Podem ser acrescentados elementos para melhor identificar e descrever o documento. c) localização da obra. Ex. Passagem de Humaitá. Passagem de Humaitá. b) título da obra. 1 original de arte. José. albúmen..: MEIRELES. Ex. 27 transparências. Transparência Ex. M.Fotografia de obra de arte Ex. 1868. 21 cm x 34 cm. 1878. 1975.: CÂMARA. Rotação de um modelo sobre dado. 61 . c) ano da obra. Ex. Writting for business. Fotografia da pintura por José Ferreira Guimarães. Fotografia da pintura por José Ferreira Guimarães. óleo sobre tela .

: VASO. 51 Kb. 2003 62 . esquina da Avenida brigadeiro Luiz Antônio: n. 1987.. acrescidos dos elementos descritos em 4.7.2. 32 BIT CMYK. M. 25 cm x 20 cm Microformas Ex. R.com/ProThumbs/0/40000_wallpaper280. Compactado. TIFF>. 1977. 1 disquete.Ex. 2000. Greece. 1930-33. Formato TIFF bitmap.2. 1999. Anais.). 108 f. 1 fotografia. GEDDES. 9. Original em papel vegetal. 1997.. Altura: 432 pixels. 3. Acesso em: 28 out.2. 5 1/4 pol. Rhodes. Plantas diversas. Anne. 27 transparências. 4. p&b. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni “a Eua da Paz. Porto Alegre. 300 dpi.5 Mb. Writting for business. Plantas Ex. Ex.: WILSON.webshots. Disponível em: <http://images. Disponível em <C:\Carol\VASO. [2003?]. Geddes 135.1 Documentos iconográficos em meio eletrônico Obedecem aos mesmos padrões da referência para trabalhos iconográficos.: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. 1999. Largura: 376: pixels.jpg. 1977.. LINDOS. Acesso em: 22 out. color..: LEVI. Largura: 827 pixels.jpg>. Porto Alegre: Associação Riograndense de Biblioteconomia. Altura: 1083 pixels. 4 microfichas (1022 fotogr. Formato JPEG. TIFF.

Recife. Projeto 04/FAB-D-M76. Escala 1: 15.000. Ex.000. 31 cm x 34 cm.4. Escala 1: 20. c) editora. Base Aérea do Recife.8. 1996. Ministério da Aeronáutica. Comando Costeiro. BRASIL. acrescidos dos elementos descritos em 4. Rio de janeiro: Enciclopaedia Britânica do Brasil. e) designação específica. As referências devem obedecer aos padrões indicados para outros tipos de documentos. fotografias aérea etc. [Rio de Janeiro?]. 1 CD-ROM. Vôo de 13 jun. Elementos essenciais: a) título. Recife. 71 fotografias p&b. 1981.2. República Federativa do Brasil. 25 cm x 23 cm.: ATLAS Mirador Internacional.1 Documentos cartográficos em meio eletrônico: para trabalhos Obedecem aos mesmos padrões da referência iconográficos. f) escala.2. Saquarema. b) local. d) data de publicação. mapa. 1976. 63 . 1 atlas. 4. Saquarema. Comando Costeiro. globo. Base Aérea do Recife.8 Documentos cartográficos Incluem atlas. 1976.: IBGE. Podem ser acrescentados elementos para melhor identificar o documento.2. Escala 1: 20.000.2. Ex. Ex..1 mapa color. Escalas variam. quando necessário. 1976.: BRASIL.000.. 71 fotografias. Ministério da Aeronáutica.

OBS. GIF. 13 jul. 4. Data da captação: 13 jul. sobre arquivo digital com imagens capturadas por satélite. 1999. O melhores dos cariocas. 1 imagem de satélite. National Oceanic and Atmospheric Administration. 17: 45Z. Ex. 1 disquete 3 1/2 pol.9. f) especificação do suporte. b) título. GOES08: SE. cassete. c) local. CD (compact disc). 1989. 1999071318. IR04. e) data. rolo etc. Rio de Janeiro: Polygram. 4. 557Kb. 1999 Horário zulu: 15:45Z Banda: IR04 Ex. d) gravadora (ou equivalente). GIF Local: Itajaí Instituição geradora: UNIVALI Tamanho do arquivo: 557 Kb nome do satélite: GOES número do satélite na série: 08 Localização geográfica: SE. 1 CD.: OS CARIOCAS. Itajaí: UNIVALI. 64 .9 Documentos sonoros Inclui discos.1 Documentos sonoros no todo Elementos essenciais: a) compositor(es) ou intérprete(s).: ESTADOS UNIDOS. 1999.2. Título do arquivo:1999071318.2.

1 disco sonoro (ca. 1 CD (60 min). p1972. Ex. 1 disco sonoro. 1987. Ex. Elementos essenciais: a) Compositor(es) da parte (ou faixa da gravação). acrescentar elementos complementares à referência para melhor identificar os documentos. Milton.9. As time goes by: the great american songbook.: OS CARIOCAS. STEWART. 1 CD (45 min). 65 . Obs: A letra ”p” que precede a data significa publisher ou o direito reservado à gravadora. Digital estéreo. São Bernardo do Campo: Emi-Odeon. Lado 2. d) A expressão In:. f) Localização da parte referenciada. 2003. DAVIS. estéreo. Dolores.Quando necessário. O melhores dos cariocas.2. b) Título. e) Referência do documento sonoro no todo. Miles. 33 1/3 rpm 12 pol. Rio de Janeiro: Polygram.2 Documentos sonoros em parte Inclui faixas e partes de documentos sonoros. 4. 35 min). c) Intérprete(s) da parte (ou faixa da gravação). Personalidades. Manaus: BMG. Intérprete: Milton Nascimento. The birth of the cool. Rod. 1989. faixa 1 (3 min 49s). São Paulo: Philips. A noite do meu bem. In: NASCIMENTO.: DURAN.

4. 4. Diana. 66 .: DURAN.com >.2.2. 1 partitura (3 p. Bela. 1987. Ex. Lado 2.: CANHOTO. O mandarim maravilhoso: op. Milton. Personalidades. acrescidos dos elementos descritos em 4. 1 partitura. Abismo de rosas: valsa lenta.: CANHOTO. São Paulo: CEMBRA. Ex. Wein: Universal. São Paulo: CEMBRA. In: NASCIMENTO. 33 1/3 rpm.3 Documentos sonoros em meio eletrônico Obedecem aos mesmos padrões da referência de documentos sonoros. Quando necessário.2. 1 partitura (3 p. 2003.) BARTÓK.19. 12 pol. e) Designação específica. 1 disco sonoro (41 min). acrescentar elementos complementares à referência para melhor identificar os documentos.: KRALL. estéreo. Orquestra. 1 partitura. d) Editora.Kazaalite. Ex.2. Dolores. faixa 1 (3 min 49s). São Paulo: Philips. Wein: Universal. Orquestra. When l look your eyes. b) Título. Bela.10 Partituras Elementos essenciais: a) Autor(es). [200-]. Disponível em: http://www. Intérprete: Milton Nascimento. 1952. c) Local. acrescentar elementos complementares à referência para melhor identificar os documentos. Abismo de rosas.Quando necessário.) BARTÓK.9. Acesso em 25 jul. Ex. 1952. O mandarim maravilhoso. A noite do meu bem. f) Instrumento a que se destina (se for o caso).

2. Elementos essenciais: a) Autor (quando for possível identificar o criador do objeto).2. maquetes.: DUCHAMP.inter. 1 escultura variável. 67 . 4. objetos de museu. MOCOTÓ. Ex.htm. esqueletos.1 Partituras em meio eletrônico Obedecem aos mesmos padrões da referência para partitura. Marcel. Ex. conjunto de programas e mensagens eletrônicas etc.2.12 Documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico Inclui bases de dados. monumentos etc. arquivos em disco rígido. [19--?]. Coleção de Arturo Shwartz. 2002. listas de discussões. borracha colorida e cordel. BBS (site). acesso em 5 jan.).2. c) Data. Quando necessário. 1 partitura. objetos e suas representações (fósseis. Escultura para viajar.11 Documentos tridimensionais Inclui esculturas. acrescentar elementos complementares à referência para melhor identificar os documentos.2. Escultura para viajar. Ex. feita por ocasião da retrospectiva de Duchamp na Tate Gallery (Londres) em 1966. 4. Piano.net/picolino/partitur. Tradução de: Sculpture for travelling. programas.: DUCHAMP. acrescidos dos elementos descritos em 4. Cópia por Richard Hamilton. Marcel. Tiago. b) Título (quando não existir. Disponível em http://openlink. Marcos.: OLIVA. d) Especificação do objeto. Original destruído.1 escultura variável. Fervilhar: frevo.br. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação de “Sem Título” entre colchetes). 1918.10.4.

Minerva: Sistema de Documentação da UFRJ. a palavra ou termo que dá início à referência. Acesso em: 31 out.ufrj. Sistema de Bibliotecas e Informação. Ex. 4.: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. disponível em: http://www. Biblioteca Central.3 ELEMENTOS DA REFERÊNCIA A entrada. Obs: Quando se tratar de obras consultadas online. 5 disquetes. Curitiba. Ex. Normas.br.doc.Elementos essenciais: a) Autor.1 Autoria Para indicação da forma correta de entrada de nomes pessoais e/ou entidades.2. Rio de Janeiro. ou pelo título.: UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Quando necessário.minerva.: normas para apresentação de trabalhos. Ex. pode ser feita pelo autor(es) (pessoal ou entidade). 1995. Normas. 68 . 2003 Obs: No caso de arquivos eletrônicos acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao arquivo.: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.doc. d) Descrição física do meio. isto é. Curitiba. 31/2 pol. acrescentar elementos complementares à referência para melhor identificar os documentos. 1995.3. segue-se os procedimentos em descritos em 4. Biblioteca Central. c) Versão (se houver). 5 disquetes. Word for Windows.2. b) Título do serviço ou produto. 1998. 4. deve ser utilizado o Código de catalogação Anglo-Americano.

de um modo geral.1.1 obras de um só autor Indica-se o autor. Recomenda-se. Writing the doctoral dissertation: a systematic approach. 3.. São Paulo : Mc-Graw-Hill do Brasil. São Paulo: Atlas.1. pelo último sobrenome. 1978. (ABNT.2 obras com até três autores Indica-se os autores pelo último sobrenome. 300 p. 69 . de um modo geral. 6. PARKER. Contabilidade introdutória. Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula. C.ed. 2002).1. C. seguido do(s) prenome(s) e outro(s) sobrenome(s) abreviados ou não. 1979. Ex: DAVIS. em caixa alta. Ex: CASTRO. seguido de espaço. 148 p.3.1. A prática da pesquisa. em caixa alta.1. 1983.3. 4. abreviados ou não. o mesmo padrão para abreviatura de nomes e sobrenomes. G. de et al.M.3 obras com mais de três autores Menciona-se apenas o primeiro autor seguido da expressão et al.3. 4.4. Ex: IUDÍCIBUS.3. usados na mesma lista de referências.1. A. 4. 156 p. B. S. New York: Barron's Educational Series.1. tanto quanto possível. seguido do(s) prenome(s) e outros sobrenomes.1 Autores pessoais Pessoas físicas responsáveis pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de um documento e são indicados.

Quando necessário. 1973. Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo.).2 Entrada de autor pessoal Em autoria pessoal. bem como adotar uma só forma de entrada para um autor cujo nome não se apresente de forma padronizada em suas obras.3. ASSIS. São Paulo: Atlas. 59 p.3. é facultado o uso de apenas as iniciais dos prenomes. 4.3 Autores em língua espanhola A entrada se faz com o sobrenome do meio seguido do último sobrenome. O alienista. espaço e o prenome.1. 70 .: BAUER. Ex.1. Verifique antes se o nome não foi ocidentalizado. Machado de. A. para uniformização.4 Autores com nomes orientais Estes não são invertidos. Joaquim Maria Machado de) 4. 4. é facultado indicar todos os nomes.: ASTI VERA. os autores devem ser referenciados como aparecem na obra. em que a menção de todos os nomes for necessária para certificar a autoria. 1999. R.Obs: Em casos específicos de (projetos de pesquisa científica. São Paulo: Ridel.3. 1994. vírgula. os dois em maiúscula. Coloca-se a vírgula após o primeiro nome que aparece. indicação de produção científica em relatórios para órgãos de financiamento etc.1. Ex. (não ASSIS. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações.

: ATHAYDE. 71 . HERÁCLITUS. Aleghiere 4. Efesus DANTE.1.1). O Premodernismo. Rio de janeiro: J. Alceu de Amoroso) Obs: Títulos de ordens religiosas. 4. Ex.: PINTO FILHO.6 Obras publicadas sob pseudônimo Deve ser adotada na referência a forma preferida pelo autor. Ex. não ocorre a inversão. 1939. Takiya 4. de formação profissional e de cargos ocupados pelo autor da obra não fazem parte do nome.7 Sobrenomes que indicam parentesco A entrada é feita pelo último sobrenome mais o sobrenome que indica o parentesco Ex. v. (Contribuição a História do Modernismo.3. Rubens de. caso esta não possa ser determinada. (e não LIMA.3.Aparece na obra Sueji Takyia SUEJI. Tristão de.5 Nomes de autores da Antiguidade e da Idade Média Neste caso. usa-se o pseudônimo tal qual aparece na publicação.3.1. pois o segundo nome refere-se ao seu local de origem. Olympío.1.

4.: McDONALD.9 Sobrenome ligado por hífen Ex.11 Nomes artísticos .com apenas um componente Ex. John.: SCHIMIDT-NIELSEN. P. Mariano.3. VILLAS BOAS.8 Sobrenomes constituídos por substantivo + adjetivo A entrada é feita pelo substantivo mais o adjetivo. O’CONNOR. DE LUCA. Ex. Knut.3.1.3.1.1. Newton 4. DI FIORE.3. Francisco de Paula ASSAF NETO. NUNES SOBRINHO.10 Sobrenomes com prefixos Ex.CÂMARA JUNIOR. LATAILLE.: JAMELÃO 72 . Joaquim Mattoso. Renato. Y.: CASTELO BRANCO. U. Alexandre.1. Rosalia Regina. 4. D’AMBROISIO. 4.

Chico Buarque de VELOSO. . Ex. Max . como a regra geral de material bibliográfico. Como. com vários compositores. mas possuam elementos identificadores do seu lugar de origem. terão entrada pelo pré-nome seguido pelo elemento identificador (tudo em caixa alta). ocupação ou qualquer outra característica associada ao nome.Quando tratar de uma obra com vários compositores e um intérprete..nomes artísticos compostos de nome e sobrenome têm a entrada invertida. Caetano CAVALERA.em caso de coletâneas. 73 . Ex.nomes artísticos que não incluam sobrenomes.: ZECA PAGODINHO CARLOS CACHAÇA PAULINHO DA VIOLA JACOB DO BANDOLIN .nomes artísticos compostos de dois ou mais prenomes têm entrada pela ordem direta em que aparece. a entrada é pelo título. envolvendo vários intérpretes. trilhas de novelas. a entrada é feita por este. Ex.: MARIA BETHANIA ROBERTO CARLOS . por exemplo.: HOLANDA.

1. Outros tipos de responsabilidade como: tradutor revisor. compilador. A divina comédia. Tradução e prefácio e notas: Hernâni Donato. Quando existirem mais de três nomes exercendo o mesmo tipo de responsabilidade aplica-se a recomendação do item 4. editor coordenador). 1990. São Paulo: Círculo do livro. Rio de Janeiro: J.12 Tipos de responsabilidade Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra. entram pelo seu nome na ordem direta.: DANTE ALIGHIERE. 1964. podem ser acrescentados após o título. em coletâneas de vários autores. CHEVALIER. Obs: Nestes casos deve-se respeitar o texto como aparece na página de rosto:Tradução de ou tradução: ou Traduzido por etc.. 344 p. Historia Geral da Civilização Brasileira. [1983]. Tradução Vera da Costa e Silva et al. ilustrador etc. Jean.). Sergio Buarque de (Org. 3. rev. a entrada deve ser feita pelo nome do responsável seguida da abreviação no singular e entre parênteses o tipo de participação (organizador. aum. Olympio. com nomes determinados.2. São Paulo: Difusão Européia do Livro.3.3 Ex.1. Ex. ed.orquestras. 74 . Dicionário de símbolos. Alain. Ex..: MPB-4 CORAL DA UFRJ THE BEATLES ORCHESTRA OF THE ROYAL OPERA HOUSE CONVENT GARDEN 4. conjuntos e corais etc.: HOLANDA. GHEERBRANTE.

: UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. pelo próprio nome. conferências.4. associações. entre parêntese. simpósios.3.13 Autor entidade As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais. tendo a sua entrada pelo 75 .) têm entrada. Ministério de Ciência e Tecnologia. deve-se acrescentar no final a unidade geográfica que identifica a jurisdição. ou pelo nome da jurisdição geográfica a que pertence. Quando a entidade. encontros etc. exposições.1. Comissão Nacional de Energia Nuclear.) também são considerados autores.: RIO DE JANEIRO (Estado) Secretaria do Meio Ambiente. tem uma denominação específica que a identifica. vinculada a um órgão maior. por extenso. Ex. BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil) BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal) Eventos (congressos. seminários. empresas. : COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR e não BRASIL. seu nome é precedido pelo nome do órgão superior. Ex. Quando houver duplicidade de nomes. seminários etc. congressos. de modo geral. Boletim. Quando a entidade tem uma denominação genérica. Ex. a entrada é feita diretamente pelo seu nome.

devem vir separados por ponto e vírgula “. Em monografias a fonte de consulta é a página de rosto.nome do evento. Quando houver dois ou mais eventos realizados simultaneamente. Ex. O título deve ser separado do subtítulo por dois pontos. Não é recomendável o itálico para destacar o título.3.. Belo Horizonte: Sociedade Brasileira de Medicina Alternativa. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido.14 Autoria desconhecida Em caso de autoria desconhecida. Anais. preferencialmente. Anais. o tratamento é o mesmo para autores pessoas físicas. Os títulos dos documentos referenciados devem ser destacados.2 Título e subtítulo O título e o subtítulo (se houver) devem ser reproduzidos como aparecem no documento. Só a primeira palavra significativa é grafada em caixa alta. 2.: CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA ALTERNATIVA. 2. 76 . ou seja. obedecendo às regras gramaticais. 221 p. Belo Horizonte: Sociedade Brasileira de Medicina Alternativa. 2001. Caldas Novas. 1987.. Ex: GUIA da Ernst & Young: para desenvolver o seu plano de negócios. Rio de Janeiro: Record. 4.” Ex.. a entrada é feita pelo título.. 2001 Caldas Novas. 2001. pois este tipo de estilo é utilizado para palavras estrangeiras..3. 2001 Caldas Novas. 2001. em negrito.1..: CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA ALTERNATIVA. 1. SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE FITOTERAPIA. 4.

108 f. Rio de Janeiro: Delta. p. e não deve ter outro tipo de destaque como negrito. Plantas diversas. Em título e subtítulo demasiadamente longos. La investigación y las universidades Latinoamericanas en el umbral del siglo XXI: los desafios de la globalización. Gazeta Mercantil. Administração e Serviços.1125 p. Quando a entrada for feita pelo título. 1. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni “a Eua da Paz.. Ex.: LEVI. Bíblia sagrada. Português. Português. Ex. quando se tratar de parte de documentos o destaque é para o documento na íntegra. 1992. 3-46. Plantas diversas. 1980. 1996. A. J. 4 fev. sublinhado ou itálico. Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo. registra-se o segundo ou aquele 77 . Bíblia Sagrada. In: ___. La globalización de la investigación académica en America Latina. desde que não seja alterado o sentido.O destaque é dado ao documento em que se encontra a informação. Isabel.: GUIA DE CÓDIGOS: livros didátcos BIBLIA. Original em papel vegetal. Edifício Columbus. 108 f. cap. p. este deve vir em caixa alta. BIBLIA.: BYRNE. LEVI. Ex. LICHA. 1980. R.: n.T. 1930-33. Por exemplo. 28. São Paulo. p. 1997. registra-se o primeiro. podem ser suprimidas as últimas palavras. 1930-33. A explosão de cursos para executivos nos EUA. México: Union de Universidades de America Latina. Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo. 23 – 64. R. Quando houver mais de um título ou se este aparecer em mais de um idioma. 1997. Original em papel vegetal. Opcionalmente. esquina da Avenida brigadeiro Luiz Antônio: n.. A supressão deve ser indicada por reticências. Rio de Janeiro: Delta. Gênesis.

Ex. Os títulos de periódicos podem ser abreviados. Ex. incorpora-se o nome da entidade autora ou editora... Ex.: REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA. Recife. Material cartográfico. a entrada é feita pelo título do periódico. n. v. Bimensal.: SÃO PAULO MEDICAL JOURNAL = REVISTA PAULISTA DE MEDICINA. R. 5.: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AGRICULTURA. 1./dez. 1987. separando-os pelo sinal de igualdade. p. Bibliotecon. 412 p. ISSN: 0035-0362 Referência de periódicos no todo (toda a coleção) ou todo o fascículo.que estiver em destaque.. [Trabalhos apresentados]. Ex. jul. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. 1941. 1978. entre colchetes. ii. Bimestral. que se vincula ao título por uma preposição entre colchetes. 19731992 Em caso de periódicos com título genérico. de C. São Paulo: FEBAB. EX.. conforme a NBR 6032. 1970. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. 1980. 78 . R. Brasília. 2.: BOLETIM DO DESENVOLVIMENTO [da] Sociedade Amazonense para o Desenvolvimento. Manaus. V. São Paulo: Associação Brasileira de Medicina.: CARIBE. Quando não existir título. 317-325.

(second edition. 3. 204 p. Shaum’s outline of theory and problems. Edição Quando houver indicação de edição na obra. New York: Shaum Publish. data (ano) da publicação. da. nome da casa editora. 5e. Traité de caracterolgie. Para indicar emendas e acréscimos à edição. Criança também faz programa. Rio de Janeiro: Campus. 1958. rev (segunda edição revista) 2. esta deve ser transcrita seguida da abreviatura da palavra edição no idioma da publicação. SHAUMAN. 4.3. 3rd impr. utiliza-se uma forma abreviada: Ex. 2. 1956.: 2.4. ampl. tiragem (primeira edição.1 Local de publicação O nome da cidade onde a obra foi editada deve ser transcrito como figura na publicação. rev. René.. EL SENNE. (segunda edição revista e ampliada) 1. segunda tiragem) 2nd ed. ed. 1957.4 Imprenta A imprenta é composta de local (cidade de publicação).3. se na página constar a tiragem e esta informação for considerada relevante. em algarismos arábicos. éd. José Américo M. Ex. Press Universitaires de France.3. 5th ed. Daniel. ed. ed. seguido de ponto.: SILVA. exceto. 79 . third impression or printing) 4.4. Em português utiliza-se o número da edição. Não se indica primeira edição. ed.3.

Henry O. mas puder ser identificado.: TROWBRIDGE. [S. M. São Paulo: Quintessence. 172 p. Praga. Se houver mais de um local para um mesmo editor.: Petrópolis. Beleza. entre colchetes. Indica-se o mais destacado ou se não houver destaque o que aparece em primeiro lugar.l. 80 . 1986.: BARDI. deve-se colocar a abreviatura S. Varsóvia) Se o local não constar da publicação. saúde e bem-estar. 1985. Inflamação: uma revisão do processo. Moscou. Londres. RJ: Vozes. EMLING.: LEÃO. P. Berlin. [São Paulo]: Museu de Arte de São Paulo. Sofia.]: BNB. Tóquio. no documento. R. Chicago. (na obra: São Paulo. Se o nome do local da publicação for encontrado somente em forma abreviada. Ex. 1982. (sine loco). Sodalício com Assis Chateaubriand.l. Ex. Se o local não puder ser identificado.ed. Luiz Gualdo de Miranda.Ex. país etc. Miniguia de acentuação gráfica. Tradução e revisão Terezinha de Oliveira Nogueira. acrescenta-se a indicação do estado. Ex. Para evitar ambigüidade. 1996. 1980. Robert C. Ex. faz-se a indicação entre colchetes.: ZANI. São Paulo: Saraiva. 4.. entre colchetes. registre-a como encontrada e acrescente a forma completa ou complete o nome.

abreviada sine nomine. Alves (e não Francisco Alves Editora) Quando houver duas casas editoras. Rio de Janeiro: [Ardel]. 7.: MERTON. Cristina. Thomas. Olympio (e não José Olympio Editora) F. S.Ex. 147 p. 81 .: Zahar (e não Zahar Editores) J. Curso de Comunicação.n]. 1985. desde que sejam dispensáveis para a identificação. substituí-la pela expressão. São] 4. Maria de Lourdes. indica-se ambas com seus respectivos locais (cidades). Quando a editora não puder ser identificada.: MELO. indica-se a primeira ou a que estiver mais próxima. Mulher e trabalho: uma avaliação da década da mulher.2 Editora O nome da editora deve ser transcrito tal com figura na obra. A montanha dos sete patamares. abreviando os prenomes e suprimindo-se a palavra que designa a natureza jurídica ou comercial.4. Quando o nome da editora não aparecer na publicação mas puder ser identificado. Ex. 1985. 1985. Tradução de José Geraldo Vieira.n]. ed. Fortaleza: [s. Ex.: BUSHINI.3. Ex. São Paulo: Nobel: Conselho Nacional da Condição Feminina.: HENKIN. Manual das petições trabalhistas. No caso de três ou mais. indicá-lo entre colchetes. e. [i. Ex. Jayme. [s. Quando nem o local nem a editora puderem ser identificados.

Ex.: FONSECA, Ivan Claret Marques. O vaqueiro. [S.l.: s.n.]. Quando o nome do editor coincidir com o do responsável pela autoria, não incluir no local da editora. Instituições francesas e italianas são grafadas com letra minúscula, exceto a letra inicial. Ex.: ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE BIBLIOTECÁRIOS. Grupo de bibliotecários biomédicos. Referências bibliográficas em ciência da informação. São Paulo, 1971. 4.3.4.3 Data A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos.

4.3.4.3.1 obras em geral A data (ano) deve ser indicada em algarismos arábicos, sem espaçamento ou pontuação. Para publicações com mais de um volume editadas em anos diferentes, transcrevem-se as datas extremas, separadas por hífen. Ex.: RUCH, Gastão. História geral da civilização: da Antigüidade ao XX século. Rio de Janeiro: F. Briguiet, 1926-1940. 4 v. Registra-se a data de Copyright quando esta for a única encontrada no documento, devendo, no entanto, ser precedida da letra “c” em minúscula. Ex.: c1993 Registra-se a data de impressão quando esta for a única encontrada no documento, devendo indicar o fato antes do ano . 82

Ex.: impressão 1980. Se houver necessidade indique qualquer discrepância em nota. Quando a obra não apresentar nenhuma data de publicação, impressão, copyright, distribuição, data de depósito de trabalho acadêmico (apresentação) registra-se a data provável obedecendo a um dos padrões a seguir. Ex.: [1981?] data provável [197-] década certa [ca. 1977 data aproximada] [197-?] década provável

[19--] século certo [19--?] século provável [1971 ou 1072] um ano ou outro [1987] data certa porém não indicada no documento Quando utilizar século ou década, deve ser considerado o século no todo ou a década no todo. Por exemplo, um documento que relata a chegada do homem na Lua, não pode ter como indicação o século nem mesmo a década pois este fato só se tornou realidade a partir de 1969, e quando utilizamos este recurso ele tem que ser válido do primeiro ao último dia do século ou da década. Quando não pode ser determinado o local, a editora e data certa. Ex.: PARTIDO DA FRENTE LIBERAL (Brasil). Manifesto do programa e estatuto. [S.l.: s.n., 1985?] 4.3.4.3.2 publicações periódicas e seriadas

Devem ser transcritas as datas extremas de publicações periódicas, consideradas no todo, que já tenham sido encerradas. Ex.: AGROCERES INFORMA. São Paulo: Semente Agroceres, 1969-1973. Mensal. Quando for corrente, indicar o ano de início de publicação seguida de 83

hífen, um espaço e ponto. Ex.: QUÍMICA. São Paulo: Cultrix, 1935- . Mensal. Nas publicações periódicas e seriadas consideradas em parte, os meses incluídos na data devem ser abreviados no idioma original da publicação, de acordo com o anexo A da NBR 6023 da Associação Brasileira de Normas técnicas – ABNT. Não se abrevia meses com quatro letras ou menos. Ex.: LUNARDI, Valéria Lerch. A denominação pela força do olhar. R. Enferm. UERJ, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.151-154, out. 1995. Existem publicações que indicam, em lugar dos meses, as estações do ano (Summer, outono) ou as divisões do ano (bimestre, trimestre etc.). Neste caso, transcrevem-se as estações do ano como figuram no documento e as divisões do ano de forma abreviada. Ex.: GRAGOATÁ, Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras. Niterói, 1. sem. 1996- . MINERVA: a review of science, learning and policy. Washington, D.C.: The International Council on the Future of University, v. 31, no. 2, Summer, 1993.

4.3.5

Descrição física

A descrição física é um elemento complementar e refere-se ao número total de páginas ou volume, à existência de material ilustrativo e ao formato.

4.3.5.1 Número de páginas ou volumes Se a publicação referenciada constituir apenas um volume, indica-se o 84

5 v. Jorge Franklin Alves. Previdência social na prática forense. Rio de Janeiro: Forense. 85 . 860 p (cerca de 860 páginas) 2 v. Se a publicação constituir mais de um volume. O Mercosul e a sociedade global: livro do professor. 61 f.: SILVA. como ocorre nos trabalhos acadêmicos). Vocabulário jurídico. 4. Ex. São Paulo: Ática. estas devem ser registradas em letra minúscula.ed. indica-se o primeiro (o número de volumes bibliográficos). Ex. ou no final da obra (pós-texto) e se o conteúdo for relevante. 1994. seguida da abreviatura “v”. viii p. Se o número de volumes bibliográficos diferir do número de volumes físicos. 1994. em 3. Rio de Janeiro: Forense. Para obra constituída de apenas uma unidade física (volume): Ex. ou f. De Plácido.número total de páginas (quando numeradas no anverso e no verso) ou de folhas (se numeradas apenas no anverso.texto). 4. seguido da abreviatura p. 1996. ca. Walter. 236 p. registra-se o total deles. Se a obra incluir páginas numeradas em algarismos romanos no início (pré. Nelson.: FELIPE. viii. PILLETI. PRAXADE. 63.: 107 p. seguido do numero de volumes físicos. ed.

Giovanni. Antônio Carlos Guimarães de. Não paginado. Se a publicação consistir total ou predominantemente de ilustrações. Viva vida: estudos sociais. 131148. 1993. Ex. J.2 Ilustrações Em geral. AZEVEDO. Marta R. (Org. Em Pauta: revista da Faculdade de Serviço Social da UERJ. R. il. 1987. a indicação de ilustração de qualquer natureza. COSTA. Rio de Janeiro: Contemporânea. precedidas das abreviaturas p ou f. 12. Paginação irregular.: MACEDO. História dos jovens 2. il. LANZELOTTE. color. 1996. de.R. indicar a página inicial e a página final da parte. color. Zürich: Junifestwochen. quando mencionada é feita da através da abreviatura il.5.: BRASILIEN: entdeckung und selbstendeckung.: ROMANO. Departamento de Informática. 7-16. Banco de dados e hypermídia: construindo um metamodelo para o projeto Portinari. Rio de Janeiro. p. Imagens da juventude na era moderna. 4. 4. São Paulo: FTD. 194 p. SCHIMIDT. (no caso de ilustrações coloridas) Ex.3. M.. In: LEVI. À magem da lei: O programa Comunidade Solidária. 527 p. São Paulo: Companhia das Letras. MARQUES. p. P.. V. il. pode-se usar os termos: 86 .Para referenciar partes de publicações avulsas e de artigos de periódicos. 1998. Rio de Janeiro: PUC. Tudo ou nada. G. Ex.). n. 1992. 1994. G. indicase esta característica. Se a publicação não for paginada ou for paginada irregularmente.

3. Ex. porém em formatos excepcionais. Do Brasil. pode-se indicar também a largura. separadas da numeração por vírgula. CHUREIRE. 87 . principalmente il. deve-se fazê-lo de forma específica. principalmente il. São Paulo: Ed.6 Série e coleções Após todas as indicações da descrição física.. entre parênteses. Fundamentos políticos econômicos da apropriação dos fundos marinhos.. Ilustrações de Marilda Castanha. BATISTA. 1993. Petrópolis: Vozes. N.3.5..il. 6 mapas. Porém. linhas e retalhos. da publicação é a indicação adotada em geral. somente il. T. 1992. Ex.3 Dimensões A altura. 15 p. caso se deseje registrar o número e a natureza da ilustração. podem ser incluídas as notas relativas a séries e/ou coleções. ed. color.: DUCHEMELLO.: 21 cm 20 cm x 60 cm Ex. Ex. somente il. 61 p.: BAPTISTA Z. 207 p. Lãs. São Paulo: Global.: CAUBET.. Ilustração Luciene Fadel. 1979. Florianópolis: UFSC.. 3. Christian. em centímetros. C. Os elementos são: títulos das coleções ou das séries. 4. 1194. Marca angelical.. il.. O foguete do Guido. 18 p. 16 cm x 23 cm. 4.

Aprender telejornalismo. A nova casa de Bebeto. (Princípios. Tradução de Aurélio Buarque de Holanda. Tradução de: Moving house. 20 p.7 Notas Quando for necessário incluir informações para melhor identificar a obra. 1). 1993. Para traduções feitas com base em outras traduções. 1994. São Paulo: Aquariana. Marlene. indica-se além da idioma do texto traduzido. 88 . 1993. Rio de Janeiro: Nova Aguillare.3.7.: SQUIRRA. (Comunicação & Informática). Guia prático do alfabetizador. Tradução Ruth Rocha.. (Visão do futuro. 4. Organização geral e prefácio Sábato Magaldi.Ex. 1993. 1134 p. Rio de Janeiro: J. R. Série brasileira). o do texto original.: CARRUT. Paradigmas da educação.. 95 p.. 243). 187 p. MIGLIOR. Desenhos de Tony Hutchings.: SAADI.1 Para documentos traduzidos Indica-se o título ou o idioma original. (Coleção Rubayat). 21 p. sem destaque gráfico. 1994. Jane. se mencionado na obra. Ex.3. il. Teatro completo. RODRIGUES. elas devem ser incluídas em forma de notas. CARVALHO. Ex. 1944. São Paulo: Ática. São Paulo: Circulo do livro. (Biblioteca lusobrasileira. O jardim das rosas. 4. Versão francesa de Franz Toussaint do original árabe. que serão transcritas no final da referência. v. São Paulo: Brasiliense. A forma de redação varia de acordo com a informação (nota). Sebastião Carlos de M. Olympio. 124 p. Nelson.

notas de aula etc. 4. Eduardo. ALENTEJO.3 Trabalhos acadêmicos Ex. Podem ser acrescentados ainda. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização)-Faculdade de Odontologia. informa-se a origem e. 4.: MALAGRINO. Manual de preparação. Universidade Camilo Castelo Branco. L. 4. Trabalho inédito. 1999. Ex. Catalogação de postais. escritos mimeografados. 1985.2 Para documentos em mais de um idioma. 20 poemas de amor e uma canção desesperada. Maceió. MORGADO. 89 . 1985.: LEITE. Universidade do Rio de Janeiro. Em nota especial. 1977. W. Universidade Federal da Paraíba . Olympio. 1999. 1989.A. et al.7. 1978.3. Palestra realizada no IJSN em 29 out.7. Reimplante dentário.4 Obras consideradas inéditas Incluem palestras. 109 f. trabalhos escolares.4. Estudos preliminares sobre os efeitos de baixas concentrações de detergentes amiônicos na formação de bisso em Branchidontas solisianus.3. Ilustrações de Carybé. ed. Ex. Dissertação (Mestrado em Administração)-Curso de Administração. Escola de Biblioteconomia. defesa e orientação de teses. a data. Rio de Janeiro: J. estes devem ser indicados em nota. 1990. João Pessoa. Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação da disciplina Catalogação III.: NERUDA. Tradução de DOMINGOS Carvalho da Silva. M. 1990. Quando o texto estiver escrito em mais de um idioma. J.A.7.3. Trabalho apresentado ao 13º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental. Pablo. Texto em espanhol com tradução paralela em português. 1977. se necessário.

M. Resenha de: SANTOS. 1981. 37. 2.3. MATSUDA.. Recensão de: SILVA. p. 20. Bibliografia: p. 224-226. v. ZILBERMAN. n. 4. Ensino de inglês. Ci. São Paulo. E.: FONTES. Catálogo do banco de teses.Mimeografado. DF. Recensão de:. recensões. sob diferentes densidades aparentes. ISSN: 0001-2222. 1986. 1988. M.6 Outros tipos de nota. n. 30. C. A leitura e o ensino da literatura. Pré-print. P. Separata de: Arquivos Brasileiros de Cardiologia. L. 17. 1980. Curitiba. F. 2. 4. No prelo. LION. Inf. Cometas: do mito à ciência. Brasília. 1978.3. São Paulo: Ícone. 1988. Cometa: divindade momentânea ou bola de gela? Ciência Hoje. São Paulo. entrevistas São referenciados como uma publicação original. 90 . 4.5 Resumos. Ex. F. n.. Iwersen em 30 out. v. 1977.N.. v. resenhas. T. precedido das indicações: Resumo em:.5. 1987.H. WATKINS. Ministério Educação e Cultura.7. ISBN: 85-7194-149-1. seguido da referenciação da fonte de onde foi retirado. 1980. Resenha de:. jul. 120-130. T. J./dez. p. abr..7. São Paulo: Contexto.. v. 125-127. Notas de aula. Entrevista concedida a N. separatas. Viçosa. Motivação e inativação do Matribuzio em materiais de dois solos. Drogas cardiovasculares e gravidez. Anexos: p. ANDRADE. 146 p. Brasília. Apostilas. R. 247-281.. M. Resumo em: BRASIL. E.

).1 Sistema alfabético Ao se optar pelo sistema alfabético. geralmente. As chamadas no texto devem obedecer à forma adotada na referência (sistema autor-data) com relação à escolha da entrada mas não quanto à grafia. (Acompanha disquete. 1996. assim com o formato.: Bula de remédio). Numérico (ordem de citação no texto). Tipo especial de documento. Originalmente apresentado com dissertação de Mestrado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul). 91 . obedecem ao sistema alfabético único de sobrenome. ser colocadas em nota: Projeto em andamento.4 ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de acordo com o sistema utilizado para citação no texto. conforme NBR 10520: Alfabético (ordem alfabética de entrada). As listas de referências. ainda. as referências devem ser reunidas no final do trabalho. 4. Poços de Calda. Trabalhos apresentados em eventos (Ex. Edição fac-similar etc. (Ex. 4. Outras observações podem. do artigo ou do capítulo em uma única ordem alfabética. Continuação de: Éramos seis). Observações sobre o conteúdo a obra (Ex.Inclui bibliografias e índice. Trabalhos que sofreram modificações (Ex. Trabalho apresentado no XV Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos. Complementado pelo Manual do professor). conforme NBR 10520. de autores ou títulos. Observação sobre o material ou os matérias que acompanham a obra.4.: Peça em 3 atos.

Tradução de Telma Costa. ed. nas referências subseqüentes. 2 v. Chris. p. isto é. 2. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. 1936. 92 . 1943. Memória social: novas perspectivas sobre o passado. autor ou título. Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil.: FREYRE. ______.. WICKHAM. c1992. também o título for repetido. Quando. c 1992.. Rio de Janeiro: J. de dois ou mais documentos na mesma página. além do autor. p. na mesma página. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. este também pode ser substituído por traço sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto. Ex: FREYRE. Para Fentress e Wickham (c1992. Nacional. Gilberto. memória é a questão chave por onde começar” Ou “A subjetividade essencial da memória é a questão chave por onde começar” (FENTRESS. ______. as entradas subseqüentes podem ser substituída por traço sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto. 112). James. Lisboa: Teorema. Ex. 1936. São Paulo: Ed. 1943. WICKHAM. ______. São Paulo: Ed. ______. Nacional. Olympio. Gilberto. Rio de Janeiro: J.Ex. 2 v. . Quando se tratar de listas referências e ocorrer coincidência de entrada. Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. Olympio. Obs: Este critério só se aplica quando a coincidência de autor for total. 112) “a subjetividade essencial da MAS NA LISTA DE REFERÊNCIA FENTRESS.

José. 1992.2 Sistema numérico Se for utilizado o sistema numérico no texto. deve seguir a mesma ordem numérica crescente. p. “Todos os índices coletados para região escolhida foram analisados minuciosamente”2. 2 BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Do impeachment no direito brasileiro. [São Paulo]: R.4. a lista de referências. Na lista de referência: 1 CRETALLA. p. é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria”1. 107. 1965. No corpo do trabalho: “De acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira.4. no final do trabalho. dos Tribunais. Rio de Janeiro. 93 . Obs: O sistema numérico não pode ser usado concomitantemente para as notas de referência e nas notas explicativas. JÚNIOR. 20.

Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Interciência.M. 3. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. 1989. NBR 6027: sumário. Rio de Janeiro. ______. 6 p. 2003. C. GALVÃO. ______. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. 1996. 2. (Mestrado em Radiologia)-Departamento de Radiologia. CRUZ. ______. 1990. A. M. ______. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 1982. 94 . Belo Horizonte: Ed. 2003. et al. 2002. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. ______.. L. NBR 6033: ordem alfabética. Rio de Janeiro. NBR 12256: apresentação de originais. NB-68: resumos. M. ______. Universidade Federal do Rio de Janeiro. ______. 2002. J.1987. NBR 12225: títulos de lombada. L. ed. teses e dissertações. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. M. 1992. NBR 10520: informação e documentação. 2 p. 167 p.. 2 p. 22 p. 8 p. 2002. PEROTA. 1989 a. ______.REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. 93 f. 3 p. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro. 4 p. da UFMG. 2002. 117 p.. Citações em documentos:apresentação. 3 p. FRANÇA. NBR 5892: norma para datar. 7p. Elaboração de referências (NBR 6023/2002). Niterói: Intertexto. Rio de Janeiro. C. 2 p. Rio de Janeiro. Dissertação e tese: estrutura e formatação. FERNANDES.ed. R. ______. Dissertação. 1996. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. Rio de Janeiro. L. BASTOS. PAIXÃO. Rio de Janeiro. Centro de Ciências da Saúde. L. T. L. R. L.. Orientador: Edson Marchiori. MENDES. 1992.R.

Rio de Janeiro. João Pessoa. F. CURTY. Cópia do documento.LEITE. Niterói: Intetexto. M. FATED: formato e apresentação de teses ou dissertações de pós-graduação.br>. MONTEIRO. p. theses. G. COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA. Dissertação. defesa e orientação de teses. SP: EMBRAPA. I. Orientador: Solange Puntel Mostafa. Manual de preparação. Norma e forma: a normalização do livro brasileiro.A. SCHMIDT. v. Revista de Biblioteconomia de Brasília. MOURA. e D. 63p. S. Conselho de Ensino para Graduandos.C. da C. n. NEW YORK UNIVERSITY./jun. Campinas. 2002. Normas de referenciação e descrição bibliográfica para o sistema EMBRAPA de informação. LEME. Manual of standards for reports. Universidade Federal da Paraíba . A. 56 p. MARTINS. Campinas. A. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. 1981. GRADUATE SCHOOL OF BUSINESS ADMINISTRATION. A. 1979. Rio de Janeiro. de 23 de agosto de 2002.. New York : New York University Book Centers. 1996. 1996. D.Curso de Administração. 1977. G. 1996. A. Dissertação (Mestrado em Administração). 26 p. Citações e referências a documentos eletrônicos. 109 f. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. de. Sistematização no uso de notas de rodapé e citações bibliográficas nos textos de trabalhos acadêmicos. SUB-REITORIA DE ENSINO PARA GRADUADOS E PESQUISA. Disponível em: <gevilacio@npd.Sc. 35-41.ufpe. Versão preliminar. T. Resolução nº 02. M.Sc. R. 155 p. MENDES. M. M. de T. 1977. 2002. Citações: quando. and dissertations. 1996. onde e como usar (NBR 10520/2002). M. 95 . J.. 1. 9. Pontifícia Universidade Católica de Campinas. acesso em nov. jan. Normas para elaboração apresentação gráfica e defesa de teses de M. S. (Mestrado em Biblioteconomia)-Faculdade de Biblioteconomia. CRUZ.. Rio de Janeiro. Dispõe sobre a formatação e demais procedimentos para a preparação de dissertações de Mestrado e teses de Doutorado na UFRJ. SOUZA. 1983. [199-?] 55 p.. M. S.

ANEXOS .

Anexo 1 LOMBADA UFRJ TÍTULO DO TRABALHO NOME DO AUTOR V. I .

como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Ciências biológicas (Botânica) Orientador: Local (cidade) Ano de depósito 94 . Universidade Federal do Rio de Janeiro. Museu Nacional.(Anexo 2) FOLHA DE ROSTO Nome do Autor TÍTULO: subtítulo Número de volumes Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Botânica).

Título.Bethlem. I. Instituto COPPEAD de Administração. Nivaldo Custódio dos. 3. II. Universidade Federal do Rio de Janeiro. III. Evolução estrutural da Petrobrás / Nivaldo Custódio dos Santos.Administração – Teses. 2. 1988. CDD: 658.S.4 . Instituto de Pós-Graduação em Administração. 1988. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Agrícola de Souza (Orient.). 260 f.: il. xi. Orientador: Agrícola de Souza Bethlem 1. Estratégia Empresarial.Anexo 3 FICHA CATALOGRÁFICA S237 Santos. Estrutura Organizacional. Rio de Janeiro..

....... . ________________________ (Nome do orientador....Anexo 4 FOLHA DE APROVAÇÃO Nome do Autor TÍTULO: subtítulo Rio de Janeiro.. titulação e instituição a que pertence) .. titulação e instituição a que pertence) ________________________ (nome. de ... sua titulação e Instituição a que pertence) ________________________ (nome. de 2.

desde sua origem aos dias de hoje. políticos e culturais. tendo como fundamentos memória. é traçado um histórico da Biblioteca Nacional do Brasil. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação). através do depósito legal. Universidade Federal do Rio de Janeiro. políticas. Rio de Janeiro. Análises do crescimento e uso do acervo. econômicas e culturais de cada país. Antonio Carlos Nunes.Anexo 5 RESUMO BAPTISTA. complementadas por algumas ponderações em torno de problemas educacionais. cultura e preservação. no seu duplo papel de entidade de memória. são a base para dimensionar o duplo papel exercido pela instituição e as conseqüências para a preservação do livro como testemunho de memória. bem como sobre a própria situação das bibliotecas brasileiras. que varia de acordo com as estruturas sociais. 1996. . Rio de Janeiro. assim como de categorias de usuários. Biblioteca e memória: preservação no limiar do ano 2000: subsídios à partir da análise conceitual de bibliotecas nacionais. 1996 Estudo de biblioteca nacional. A partir do conceito de biblioteca nacional. da produção intelectual de uma nação e de instituição de acesso de informação.Escola de Comunicação.

that varies according to social. having as a basis. Rio de Janeiro. 1996 The study of the National library. culture and preservation. also of the categories of the users. This is complete by some questioning around the educational problems. memory. political. 1996.Anexo 6 ABSTRACT BAPTISTA. by means of the legal deposit. From this established point of a National Library. Antonio Carlos Nunes. Biblioteca e memória: preservação no limiar do ano 2000: subsídios à partir da análise conceitual de bibliotecas nacionais. of that being an institution where you would have access to information. with its double role as a memory institution. That is. since its origin to the present days. are the basis to understand the proportion of the double role that the institution performs and the consequences to the preservation of a book as a witness of memory. . Universidade Federal do Rio de Janeiro. Analysis of the growth and the use of the collection. Rio de Janeiro. we outline the history of the National Library in Brazil. to maintain and preserve the intelectual production of the nation and. beside being responsable for the situation of the many Brazilian Libraries. political and cultural. economic and cultural structure of each country. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação)--Escola de Comunicação.