SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

CONGREGAÇÃO DO INSTITUTO

RESOLUÇÃO N. 01, DE 16 DE JANEIRO DE 2009
Aprova a Instrumentação de Trabalhos de Conclusão de Curso: orientação para alunos de graduação no âmbito do Instituto de Geociências.

O DIRETOR-ADJUNTO DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ, no uso das atribuições que lhe conferem o Estatuto e o Regimento Geral e em cumprimento a decisão da Egrégia Congregação do Instituto de Geociências, em reunião ordinária realizada no dia 15.12.2008, promulga a seguinte

RESOLUÇÃO:
Art. 1o Fica aprovada a Instrumentação de Trabalhos de Conclusão de Curso: orientação para alunos de graduação do Instituto de Geociências. Art. 2o Esta Resolução entra em vigor a partir desta data. Direção do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará, em 16 de janeiro de 2009.

Diretor-Adjunto do Instituto de Geociências, no exercício da Direção-Geral Vice-Presidente da Congregação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

Instrumentação de Trabalhos de Conclusão de Curso Orientação para Alunos de Graduação

Belém-PA 2008

Instrumentação de Trabalhos de Conclusão de Curso: orientação para alunos de graduação.

Reitor Alex Bolonha Fiúza de Mello

Vice-Reitora Regina Fátima Feio Barroso

Pro-Reitora de Administração - PROAD Simone Andréa Lima do Nascimento Baía

Pró-Reitor de Planejamento - PROPLAN Sinfrônio Brito Moraes

Pró-Reitor de Ensino de Graduação - PROEG Licurgo Peixoto de Brito

Pró-Reitora de Extensão - PROEX Ney Cristina Monteiro de Oliveira

Pro-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação - PROPESP Roberto Dall`Agnol

Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal - PROGEP, Sibele Maria Bitar de Lima Caetano

Diretor do Instituto de Geociências José Geraldo das Virgens Alves

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS

Instrumentação de Trabalhos de conclusão de Curso: orientação para alunos de graduação.

Belém-PA 2008

:025. 3. CDD 20º ed. 2. Normalização de trabalhos acadêmicos.56 . Normalização. III. Instituto de Geociências e da Terra. 2009 88 f. I. – Belém: Edufpa.Universidade Federal do Pará. Documentação.Instrumentação de trabalhos acadêmicos: orientação para alunos de graduação. Documentos primários. Título. Raimundo Montenegro Garcia de Montalvão Helio Braga Martins Bibliotecário da Biblioteca Geól. 4. Instituto de Geociências. II. 1. Raimundo Montenegro Garcia de Montalvão Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação(CIP) Biblioteca Geólogo Raimundo Montenegro Garcia de Montalvão U58i Universidade Federal do Pará Instrumentação de trabalhos acadêmicos: orientação para alunos de graduação / Universidade Federal do Pará. : il. Comissão Organizadora: João Batista Miranda Ribeiro Professor Diretor Adjunto do Instituto de Geociências Dimitrie Nechet Professor da Faculdade de Meteorologia Lúcia de Fátima Imbiriba de Sousa Diretora da Biblioteca Geól.

......................................................2 2.................................................................................................................................7 3............................................................. ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO . 16 Resumo na língua vernácula .......... 19 PÓS-TEXTO ........... 18 Corpo do trabalho .......................13 3...................................................... 18 Introdução ........................................................................................................................................................................................4 3..... 16 Dedicatória .......................... 18 Conclusão ...................................1 3....................................................................................................................................... QUANTO AO ESTILO DE LINGUAGEM .......... QUANTO AO ASSUNTO OU TEMA DO TRABALHO ................................................................................................................................................................................................................................................3 3................................. QUANTO À NATUREZA DO TRABALHO CIENTÍFICO ..............5 3........... 10 11 11 12 12 13 14 15 PRÉ-TEXTO . 16 Epígrafe ..............................................1..... 16 Resumo em língua estrangeira ............. 17 Lista de tabelas .. QUANTO A ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO ..................................................................1.............................................................1........ Lista de abreviaturas e siglas ............... 20 ............................................................................................................................................................... NORMAS BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ...6 3..................1............................. 15 Capa .....................1........12 3.....................2................14 3.........................................................1 APRESENTAÇÃO .........1........1 2..................11 3.............................................................1 3...................................2........2 3.....3 3.......................9 3.................................................................................................................... 17 17 17 18 TEXTO ............................................................................................................................................................. ETAPAS .. Lista de símbolos ............................1............. 16 Agradecimentos ...................... 15 Ficha catalográfica ..3 2............................................................................................2 3......................................1..1...2 3........ Sumário ....1...................2...8 3.........1.....................................................1..............................................10 3.......3 3...............................................1.......................................SUMÁRIO 1 2 2................... 15 Folha de rosto .................1...4 2.........5 3 3..... 19 Referências .......3.............. 16 Folha de aprovação ...1 3........ 17 Lista de ilustrações ...........................................

..................................................1. 21 Autores pessoais ..........1........... Ilustrações ........ 28 29 30 3...1.........................................................................................................5 4.................................................................................................. 24 Título e subtítulo ................2 4..8 3..... 26 Editora ........6 4....................................... 35 35 35 35 36 36 37 37 37 Margens ..................................2................................2............3.....................6 3..3....................3 3...1..............7 3...............11 Séries e coleções ..........5 4 4................................. 34 Índice(s) .....................3 4.......................................................................................................1........................................................... 3..........3................................................................................................................1......1 4........3.................... 30 33 33 Anexo(s) ....................3........... 25 Local ..............1... Reprodução e encadernação ............ 38 39 39 .......................3........................2 4.......................... Equações e fórmulas ................1.......................................3..............................................................12 Notas especiais ....9 Transcrição dos elementos que compõem as referências .......................................................................2......1...............2 3............................... 3................................4 4.....................................2...............................................................................................3...........4 4......3..............1 4.............1.......1 3.......... 38 Seções e subseções ..................................13 Ordenação das referências ...1 4......... 27 Data .............................................2.......... 21 Autores entidades ...................................... Paginação .................................................... Tipo e corpo de letra .................................................................................................................. siglas e símbolos .10 Descrição física .....................1...........3...................... 30 3......................................................................................................... 34 INSTRUÇÕES GERAIS ...............................4 3................... 3......................... 37 Entrelinhas ..........2.................................................................. APRESENTAÇÃO GRÁFICA E TABULAR ....................1....3 4.........................................................................3.. 25 Edição ................3.......................1. PREPARAÇÃO DO ORIGINALE REPRODUÇÃO ...................................................................................................3.....................3...............3 3......................................................7 Glossário ........................................................... 24 Autores desconhecidos ...............................................................1................................................................3...............................1............1...............................................................................2 4........................1......................4 3... Abreviaturas... Tabelas ..........................2.............3............................................................................... Apêndice(s) ...........................3............5 3.... Papel ...................................................2 3...3.......................

.......................... 64 ANEXO I ...............MODELO DE GLOSSÁRIO ....................................................................................................................................................... REFERÊNCIAS ................3 4.............. 62 ANEXO G .........................MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE TCC......................................... ANEXO Q ....................................................................................1 4.. 41 Recomendações complementares para citações ................ 61 ANEXO F ......................1 5................................................... ANEXO R .. 58 ANEXO C .............MODELO DE REFERÊNCIAS ............................................MODELO DE AGRADECIMENTOS ............................ 65 ANEXO J ....MODELO DE RESUMO NA LÍNGUA VERNÁCULA ............................... 50 51 APÊNDICE ............ 53 APÊNDICE A – COMO FAZER E ACONTECER .... NOTAS DE REFERÊNCIA . ANEXO K ....................................................................... 59 ANEXO D ..................................................................MODELO DE SUMÁRIO .............................................................................................MODELO DE LISTA DE SÍMBOLOS ......................MODELO DE EPÍGRAFE........................MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DE TCC .........................2 4................. 57 ANEXO B – ESQUEMA DE NORMALIZAÇÃO DAS MARGENS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ...................................................................2 6 CITAÇÃO ....................3...............................ESQUEMA DOS ELEMENTOS INTEGRANTES DA ESTRUTURA DE UM TRABALHO ACADÊMICO ........ ANEXO N .................................. 49 CONCLUSÃO ............................................. NOTAS DE RODAPÉ ...............MODELO DE CAPA ..................... 60 ANEXO E ......................................................MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES .............................................................................................. ANEXO L ..................................3......................... 44 48 48 NOTAS EXPLICATIVAS ................MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA (NO VERSO DA FOLHA DE ROSTO CONFECCIONADA NA BIBLIOTECA) ................................................ ANEXO P ...... 54 56 ANEXO A ....................3 5 5.......MODELO DE DEDICATÓRIA .......................3........ 66 67 68 69 70 71 72 73 80 ................... ANEXO O ............ ANEXO M .............................. ANEXOS ...........................................MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ......................MODELO DE LISTA DE TABELAS ..................... 40 40 Indicação de autoria no texto.................... Tipos de citação ..........................................4...................... 63 ANEXO H ...............................MODELO DE RESUMO NA LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLESA) ..................................

.. ANEXO V – MODELO DE TABELA ....................MODELO DE ÍNDICE DE ASSUNTOS ..............................................................................................ANEXO S ..................... ANEXO W– ESTRUTURA E FORMATAÇÃO......................... 83 ANEXO T ...... 84 ANEXO U – MODELO DE TABELA .........................................MODELO DE FIGURA .............................................. 85 86 87 ..............

fazendo indicações. Essa tarefa vai exigir do aluno muita dedicação. Mostre que você já é um profissional de cabeça erguida. Aliás. Esta fase de elaboração chega a ser até angustiante. nada impede que você pesquise em outras instituições. Antes de iniciar a leitura da página subseqüente. Ele. orienta. Bom trabalho! . Se isso não aconteceu. Só mais uma recomendação. não desanime. os quais destinam-se a mostrar o grau de preparo que o aluno atingiu. todos passam por isso. mas também não vá omitir suas dúvidas. Não espere paternalismo por parte dele. É só fazer. é tempo de recuperar. quantas vezes forem necessárias. esforço. Pretende-se unicamente estabelecer um roteiro mínimo indispensável a ser seguido pelo aluno na elaboração e apresentação dos referidos trabalhos. recomendações para melhoria do seu trabalho. dedicando-se ainda mais. Porém. que será “lapidado” até atingir uma constituição sólida de apresentação científica. dissertações de mestrado e teses de doutorado dos cursos de graduação e pós-graduação dos alunos do Instituto de Geociências da UFPA. pesquisa e paciência para que os objetivos possam ser atingidos. das normas sobre o assunto e depois comece a redigir o texto. mas é normal. que se configura em um esboço inicial. Você é capaz. A responsabilidade do trabalho é sua acima de tudo. até inteirar-se de todas as situações do trabalho. enfim. como o próprio nome diz. Você é que tem de mostrar que adquiriu conhecimento para realizar a tarefa e não o orientador. No decorrer dessa etapa “alugue” o seu orientador. converse com outros profissionais da área de conhecimento do seu TCC. recomendando o uso de normas bibliográficas na apresentação de trabalhos de natureza científica. como um profissional em fase final de graduação e pósgraduação. Leia atentamente todas as informações deste material. recorra ao Apêndice e leia atentamente o texto! Servirá como primeiro passo para suas reflexões. Converse com ele. ele é o elemento base para tirar suas dúvidas e não espere que ele diga os passos que você deve executar.isso facilita. realizando um trabalho científico. não há exceção.1 APRESENTAÇÃO O presente material se destina a orientar e normalizar a elaboração de trabalhos de conclusão de curso (TCC). temos certeza que você dedicou-se em todas as disciplinas com afinco .

Verifica-se. Nessa ocasião. É necessário observar que o tema (assunto) deve significar algo muito ligado à pessoa do iniciante na atividade científica. A escolha deve ser uma deliberação de considerável antecedência. através da especificação dos objetivos que pretende alcançar. envolvendo preferência pessoal. juntamente com os fatores metodológicos. em ficha de inscrição no ato da pré-matrícula. Escolher um assunto significa: a) preferir de acordo com as próprias inclinações e possibilidades. o aluno já estará demonstrando que tem uma idéia definida sobre o que irá realizar. também. A dificuldade ocorre! É comum o aluno nessa circunstância solicitar ao professor sugestões e até “lista de temas”. b) descobrir um problema relevante que mereça ser investigado cientificamente e tenha condições de ser formulado e delimitado tecnicamente em função da pesquisa. juntamente com o plano de trabalho. A escolha do tema é um ato de especificação. em relação a data de matrícula.1 QUANTO AO ASSUNTO OU TEMA DO TRABALHO A escolha da área de estudo e da seleção do tema é de inteira responsabilidade e iniciativa do aluno. em que o aluno deve desenvolver esforços próprios visando sempre os objetivos propostos. então. já que nessa ocasião deverá ser entregue o plano de trabalho. que a primeira fase no processo de elaboração do trabalho é a determinação do assunto a tratar. que representa o início de uma opção transcendental: a da realização profissional. que deverá declará-lo. porém devem ser evitadas essas soluções prontas.11 2 NORMAS BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS A elaboração de um trabalho de natureza científica envolve várias etapas. Deve ser um tema relacionado dentro das matérias que mais interessam ao aluno durante o curso e que atenda às suas inclinações e possibilidades. 2. onde fatores psicológicos e sociais vão ter influência. Verifica-se. uma questão em meio de tantas que surgem no âmbito de cada objetivo científico. . constando das seguintes etapas essenciais para elaboração.

coerência e ênfase) poderão ser verificados e considerados quando responde-se as quatro questões abaixo.dissertação a respeito de um assunto único. Em sentido lato. tratando-se de um trabalho científico. Se o trabalho possuir essas três características. o sentido etimológico: monos (um só) e graphein (escrever) . Considera-se nesta categoria as . 2. c) você desenvolveu e justificou suas idéias?. Mantémse assim. a redução da abordagem em um só problema. Os pontos essenciais (unidade. que resulte da investigação.2 QUANTO AO ESTILO DE LINGUAGEM A linguagem será impessoal (terceira pessoa) e. caracteriza-se essencialmente esse tipo de trabalho como a especificação. mas não se deve abusar. etimologia é a evolução do uso do termo. é todo trabalho científico de “primeira mão”. coerência e ênfase. c) ênfase: significa dar importância às idéias e sabe-se que umas são maiores. com um “sim” positivo e confiante: a) sua mensagem principal destaca-se facilmente?. como expressão de tratamento científico. ou seja. é necessário um estilo sóbrio e preciso em que deve-se destacar a clareza.3 QUANTO À NATUREZA DO TRABALHO CIENTÍFICO A monografia é a forma de trabalho científico exigida para atribuição de grau acadêmico. É importante não abusar de termos “empolados” e não populares. certamente o trabalho está claro: a) unidade: significa que um tema central está estabelecido nas primeiras sentenças e é adotado em todo o decorrer do texto. o leitor não precisa recapitular para “reencontrar” a idéia. b) coerência: significa que as partes separadas são lidas de maneira fácil e natural. A repetição também ajuda a dar ênfase. Pela origem histórica. Em sentido estrito identifica-se como tese: “tratamento escrito de um tema específico que resulte de investigação científica com o escopo de apresentar uma contribuição relevante ou original e pessoal à ciência”. d) você eliminou detalhes desnecessários?. tem-se de admitir que a monografia possui sentido lato e sentido estrito. b) suas idéias estão organizadas com lógica?. passando-se ordenadamente de uma idéia para outra. Na clareza são buscadas três características essenciais: unidade.12 2. outras menores. Historicamente.

de modo a possibilitar a formulação clara de uma proposição ou de um problema. a monografia transformase facilmente em “mero relatório do procedimento da pesquisa” ou “compilação de obras alheias”. fruto de reflexão e rigor científico e não mero acervo de transcrições de trabalhos alheios. visa-se sempre. normalmente. O importante é saber exercer a reflexão. Entretanto.4 ETAPAS O ponto de partida é a escolha da área das Geociências e especificamente o tema dessa área. ou ainda. de nova explicação e interpretação de fatos. podendo ser resultado tanto de pesquisa experimental. Os dois tipos mais adequados para o aluno são: “dissertação monográfica” e “memória científica”. etapa que exige bastante reflexão e por isso. selecionar que aspecto ou parte será focalizado. relatórios de pesquisas. Sem a marca da reflexão. d) familiaridade do aluno com o tema. A memória científica é o tratamento escrito de assunto específico. original. exigir-se-á que seja pessoal. isto é. b) significância ou importância do tema. com metodologia própria. e) disponibilidade de material bibliográfico. relacionado integralmente com a divulgação científica. Seu caráter será eminentemente didático. Feita a seleção da área e do tema específico é necessário delimitá-lo. demonstrar uma posição ou buscar respostas para um problema. como de pesquisa não experimental (de campo – observacional – documental etc. f) tempo disponível. é mais demorada e às . apresentado dentro das normas metodológicas e as da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.13 dissertações científicas. A dissertação monográfica é um tratamento escrito de assunto específico. Em qualquer dos tipos de monografia acima. pura ou aplicada. como treino e iniciação à investigação. A proposição é uma afirmação que se pretende provar e o problema é uma questão que se deseja responder 2. informes científicos ou técnicos e as memórias científicas.). Deve basear-se em critérios como: a) interesse de quem vai realizar o trabalho. “medíocre divulgação”. Para sua elaboração não é exigido que o trabalho seja o comunicado de uma nova teoria. c) capacidade do aluno de realizá-lo. ou que seja a “apresentação da verdadeira investigação científica com a característica de originalidade”.

. O desenvolvimento tem por finalidade expor e demonstrar a fundamentação lógica do trabalho. A introdução tem o objetivo de situar o leitor no estado da questão e colocá-lo a par da relevância do problema ou proposição e do método de abordagem. Todos passam por essa fase. discute e demonstra. Isso é normal e natural. desenvolvimento e conclusão).5 QUANTO À ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO O que faz o autor ao escrever uma monografia? Realiza um trabalho de três partes inevitáveis (introdução. Não tem nada de excepcional. desenvolvimento e conclusão referem-se à apresentação lógica do tema. 2. A conclusão constitui a fase final do processo dialético iniciado desde a introdução . sem exceção. As proposições se sucedem dentro de um encadeamento que persegue a etapa final. pode compreender desde algumas laudas até o tamanho de um livro volumoso. Propõe o que vai provar. formando uma estrutura lógica. É necessário esclarecer que a monografia não é definida pelo número de páginas. ao encadeamento de idéias e não a tópicos. Deve-se observar que as partes introdução.é a síntese de toda a reflexão.14 vezes torna-se até angustiante para o aluno. em seguida explica. Três partes organicamente unidas.

título do trabalho e subtítulo (se houver). • título do trabalho. 3.1. das Faculdades de Geologia. • área de concentração (no caso de dissertações e teses). é imprescindível a observância de normas sobre Documentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT-NBR 14724. • título pretendido e instituição a qual o trabalho é apresentado. se houver. se houver mais de um. 3. Meteorologia e Oceanografia.1 Capa (obrigatório) Na capa constam os nomes da Universidade Federal do Pará. a síntese da estrutura do trabalho acadêmico divide-se em três partes principais: Pré-texto. A seguir será apresentada a estrutura de um trabalho científico. de agosto de 2002 e atualizada em 2005). Geofísica. • subtítulo. 3.1 PRÉ-TEXTO Elementos que antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho. • ano. nome do autor. Deste modo. obedecendo o esquema de distribuição das margens na elaboração do mesmo (Anexo B).1. Texto e Pós-texto. do Instituto de Geociências. .2 Folha de rosto (obrigatório) (Anexos D e E) Deve conter elementos essenciais à identificação da obra: • nome do autor. • local (cidade). cujos elementos integrantes serão resumidos destacando-se a inserção destes elementos (de forma obrigatória ou opcional) no corpo do trabalho (Anexo A).15 3 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO Na elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos das faculdades. • nome do orientado e co-orientador (se houver)r. cidade e ano de apresentação (Anexo C). • numero do volume.

será fornecida pela Secretaria da respectiva Faculdade.8 Resumo na língua vernácula (Resumo) (obrigatório) O resumo deve dar uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho.7 Epígrafe (opcional) Deve ser apresentado pelo autor uma citação. nome. torna-se obrigatória a citação do(a) referido(a) financiador(a). seguida de indicação de autoria. Deve conter o nome do autor.1. 3. título pretendido e instituição a qual o trabalho é apresentado. área de concentração (no caso de dissertações e teses).1. 3. 3.1. titulação e instituição a que pertencem os integrantes da Banca Examinadora.16 3.1.4 Folha de aprovação (obrigatório) A folha de aprovação. data de aprovação. nome do Diretor das Faculdades e espaço para assinatura (Anexos G e H). preparada pelo Serviço de Biblioteca do Instituto de Geociências.1. 3.5 Dedicatória (opcional) Página opcional onde o autor presta uma homenagem ou dedica seu trabalho (Anexo I). constituindo uma seqüência de frases concisas e objetivas e não uma simples enumeração de .3 Ficha catalográfica (obrigatório) A ficha catalográfica do trabalho. 3.6 Agradecimentos (obrigatório) Devem ser dirigidos àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho. deve ser impressa no terço inferior do verso da folha de rosto (Anexo F). No caso do trabalho ter sido financiado por algum órgão/agência financiadora. restringindo-se ao mínimo necessário (Anexo J). título do trabalho e subtítulo (se houver).1. relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho (Anexo K). a ser inserida no exemplar definitivo.

1. 3. 3. as mesmas devem ser escritas por extenso. abreviaturas.9 Resumo em língua estrangeira (Abstract) (obrigatório) O abstract é a tradução para o inglês do resumo em português. na mesma ordem em que são citados no texto. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. Conforme a NBR 6028 o resumo deve conter de 150 a 500 palavras. Se imprescindíveis.17 tópicos. fórmulas. seu número. gráficos e outros. legenda e página (Anexo N). em lista à parte. normaliza-se a inclusão de Keywords (Anexo M). 3.12 Lista de abreviaturas e siglas (obrigatório) As abreviaturas e siglas devem ser relacionadas em ordem alfabética.10 Lista de ilustrações (obrigatório) As figuras. Só elaborar lista se no trabalho houver pelo menos 10 tabelas (Anexo O). Havendo menos de 10 símbolos.1. Se forem em número inferior. evitando-se citações de autores. Quando adicionados .1. seus respectivos significados podem aparecer em nota de rodapé. devendo constar número. Para efeito de indexação. em lista própria. se houver no mínimo 10. contendo a designação “Tabela”. Só elaborar lista se no trabalho houver pelo menos 10 abreviaturas e siglas (Anexo P). com seus respectivos significados. título e respectiva paginação. acompanhadas de seus respectivos significados.11 Lista de tabelas (obrigatório) Esta lista deve iniciar em uma nova página. seus respectivos significados podem aparecer em nota de rodapé. Deve ser redigido em parágrafo único.1. equações etc.13 Lista de símbolos (obrigatório) Os símbolos utilizados devem ser listados. Quando necessário. devem ser relacionados em lista à parte. normaliza-se a inclusão de palavras-chave (Anexo L). Para efeito de indexação.1. 3. após a lista de abreviaturas e siglas. 3. quadros.

quaisquer limitações e quaisquer pressupostos sobre os quais o trabalho se apóia. autores etc. Ver 4.14 Sumário (obrigatório) Enumeração das principais divisões. A divisão em capítulos. que variam em função da natureza do problema e metodologia adotada.1.18 outros sinais. embora as partes relativas ao desenvolvimento possam ser compreendidas somente por especialistas. de uma maneira geral. pode convidar o leitor a prosseguir na leitura. Um começo claro. A monografia deve começar com uma clara apresentação do problema ou proposição que será focalizada. Considerando as características do trabalho. Havendo mais de um volume. deve ter três partes fundamentais: introdução. 3. cp) ou superíndices (s1/2 . Deve-se mencionar qualquer abordagem nova. sendo que normalmente subdivide-se em: materiais e métodos.1 Introdução (obrigatório) Parte do texto onde devem constar a apresentação e delimitação do assunto tratado e objetivos da pesquisa.5 como proceder sobre a grafia dos itens do sumário (Anexo R).2 Corpo do trabalho (desenvolvimento) (obrigatório) Divide-se geralmente em capítulos. resumido e interessante. indicando o objetivo do trabalho. seções e subseções. com a indicação de sua localização no texto. a divisão pode ser: . 3. que é a lista detalhada dos assuntos. As letras gregas e latinas devem ser listadas separadamente (Anexo Q). K-1). seções e subseções será feitas de acordo com a recomendação do orientador do trabalho. 3. são denominados subíndices (εf . corpo do trabalho e conclusões.2. pode-se usar quantas sub-divisões se queira. dizendo de que trata o trabalho a ser relatado e se está baseado em trabalhos anteriores. feita na ordem em que as mesmas se sucedem no texto e como último elemento pré-textual. Não deve-se confundir sumário com índice. em cada um deve constar o sumário completo do trabalho. Nesta parte do trabalho.2 TEXTO A organização do texto deve ser determinada pela natureza do trabalho e. seções e partes do trabalho. resultados e discussão. 3.2.2.

• Discussão: a discussão deve ser uma consideração objetiva dos resultados apresentados e deve ajudar nas principais conclusões. examinar os títulos dos trabalhos e as conclusões.). Esta parte escrita com o verbo no passado deve conter uma exposição sobre o resultado daquilo que foi feito. Deve-se incluir nessa parte.) e a metodologia empregada para obter os resultados (métodos de estresse térmico diário. portanto. detalhes suficientes do que foi usado (localização.19 • Revisão de literatura ou revisão bibliográfica: levantamento da literatura relevante existente na área. 3. a maioria dos leitores se limita. só pode ser elaborada depois de concluído o trabalho. porque apresenta uma síntese dos resultados obtidos e pode-se falar em perspectiva para novos trabalhos. • Resultados: apresentação detalhada dos resultados obtidos.3 PÓS-TEXTO São elementos que complementam o trabalho. instrumentos. 3. É preciso que seja completa. métodos e procedimentos utilizados. Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Apêndice (s) (opcional) Anexo (s) (opcional) Índice (s) (opcional) . porque no geral. dados meteorológicos etc. • Materiais e Métodos: descrição dos materiais. pode-se fazer qualquer esclarecimento sobre situações levantadas na introdução. Deve ser redigida com muito cuidado. Modelo de Penman-Monteith etc. interessante e informativa.2. que serve de base ao trabalho. contendo deduções lógicas e correspondentes aos objetivos da pesquisa. Deve.3 Conclusão (obrigatório) A conclusão. Se necessário. é óbvio. de tal maneira que dispense consulta ao resto da monografia. ser fundamentada no texto.

Em se tratando de documentos eletrônicos. “não publicado”. de documentos impressos ou registrados em diferentes suportes (NBR 6023). Ratificamos que só devem ser incluídas na respectiva lista as fontes efetivamente utilizadas e citadas na elaboração do trabalho. sendo colocadas apenas em nota de rodapé.1 Referências11 (obrigatório) É a parte final da monografia e é tão importante quanto as partes iniciais. com base na ABNT. basta colocar a palavra “Referências”. além de serem incluídos os mesmos dados indicados para a referência de material impresso. e aquelas retiradas do meio eletrônico.09. citações de citações.2002). não mencionadas no texto. Aconselha-se. quando não couber inteiramente na mesma. não deve ser partida de uma página para outra. que ao acessar um documento eletrônico. inclusive aquelas presentes nas ilustrações e tabelas. CD-ROM etc. “no prelo”. Em documentos consultados on-line. que as referências devem ser alinhadas somente à margem esquerda do texto.3.). tanto bibliográficas como não bibliográficas. como universidades. “in press”. sob o título de “Bibliografia complementar” ou “Obras consultadas”. incluem-se também as informações específicas do meio eletrônico (disquete.20 3. deve-se incluir o endereço e a data de acesso ao mesmo. adotada na NBR-6023 (válida a partir de 29. opcionalmente. “prépublicação”. dê-se preferência a material vinculado a instituições reconhecidas. pois nos dias de hoje há uma grande diversidade de fontes de informação. para intitular a listagem das mesmas. não façam parte da lista de referências. no todo ou em parte. isto significa dizer que não há mais recuo na margem esquerda a partir da segunda linha das mesmas. Atualmente não se usa mais a expressão “Referências Bibliográficas”. que tendem a assegurar a manutenção das informações em seus sites. Constitui-se na relação de toda a matéria bibliográfica citada no trabalho e utilizada na pesquisa. é recomendável que as informações verbais. poderão ser relacionadas após as referências. organizada em números arábicos (na ordem de citação) ou em ordem alfabética de seus autores (pelo sobrenome).NBR 6023 – Referências (2002) . É o conjunto de elementos que permitem a identificação. ainda. informações retiradas de mensagens que circulam via correio eletrônico e citações acompanhadas de expressões como “em fase de elaboração”. “inédito”. A referência em final de página. Entretanto. Outras publicações. associações e órgãos governamentais. também. 1 Para informações complementares ver Anexo S – Modelos de Referências. É importante ressaltar.

na ausência desses dados. por intermédio do título de um determinado documento. autores entidades ou título).Data.1.1. o sobrenome paterno antecede o materno.Editora. New York: Cambridge University. 2000. .3. 2 São formas ou maneiras de iniciar uma referência. O. porém.2 Autores pessoais Inicia-se a entrada. As referências devem obter as seguintes informações: . Nos nomes dessas nacionalidades. ou seja. aqueles indispensáveis à identificação da obra. abreviados ou não. Obs. . . as quais podem ser por intermédio de autores pessoais ou autores entidades e. . qualquer que seja a opção escolhida.Notas especiais.Descrição física. 3. . a) alguns casos em que a entrada da referência não se dá pelo último sobrenome.autores de nome espanhol e hispano-americano.3. Exemplo: AXELSSON. Iterative solution methods.21 3. . .1 Transcrição dos elementos que compõem as referências Os padrões indicados nesta Norma para apresentação dos elementos que compõem as referências aplicam-se a todos os tipos de documentos. .: Alertamos que os elementos grafados em negrito são considerados como essenciais.Formas de entrada2 (autores pessoais.Título e subtítulo. de modo geral.Séries e coleções. seguido dos prenomes e outros sobrenomes.Edição. a entrada é feita pelo penúltimo sobrenome. recomenda-se adotar em toda a lista de referências.Local de publicação. pelo último sobrenome do autor (salvo algumas exceções) em maiúsculas. . . ou seja.

2004. Exemplo: CASTELO BRANCO. Belém. ed. TOLEDO. 1989. (Publicação especial do Instituto Oceanográfico. Numa. 1999. Dissertação (Mestrado em Geologia) – Centro de Geociências. 262 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade do Amazonas. Exemplo: SCHAEFFER-NOVELLI. Juan L. G. 311 p. Boca Raton: CRC. BARDALEZ HOYOS. . 1.sobrenomes ligados por hífen. 7). 1995. Trace elements in soils and plants. M. . Apropriação do espaço urbano e vegetação na cidade de Manaus. . Belém: UFPA. p. ESPÍRITO SANTO. PENDIAS. Exemplo: ALCOVER NETO. Relação entre os índices de TSM no Atlântico e Pacífico tropical e a distribuição espacial de precipitação no leste da Amazônia (Amapá e Pará). H. Y. Universidade Federal do Pará. 31-43. .sobrenomes que indicam parentesco.sobrenomes conhecidos de forma composta. Universidade Federal do Pará. 1995. . W. S. Hidrelétricas: conhecimento e dimensão ambiental. 68 f. 1993. A. SOUZA FILHO. 1993. KABATA-PENDIAS. Revista do Instituto Geológico. R. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Meteorologia) – Centro de Geociências. 60 f. Belém. P. 4. n.22 Exemplo: ACEVEDO MARIN. Tese (Doutorado em Geofísica) – Centro de Geociências. M. Manaus. Evolução supérgena do carbonatito de Juquiá (SP). 2004.. Universidade Federal do Pará. São Paulo: Instituto Oceanográfico. C. v. Belém. A. (Org.. F. 14. Rosa. com especial ênfase sobre o ecossistema manguezal. M. A planície costeira bragantina (NE do Pará): influência das variações do nível do mar na morfoestratigrafia costeira durante o Holoceno.sobrenomes compostos de um substantivo + adjetivo.). M. 48 f. 2001. São Paulo. Empilhamento sísmico por superfície de reflexão comum: um novo algoritmo usando otimização global e local. Perfil dos sistemas litorâneos brasileiros. 2001. 2000. GARABITO CALLAPINO. 174 p. 1999. J.

et al. 1997. com um responsável intelectual destacado (organizador.) a entrada deve ser feita pelo nome desse responsável. 53. do tipo de participação. Phys. K. compilador etc. A.23 Exemplo: JORGE JOÃO. J. p. 1969. Excursions guide. coordenador. Chem. separados entre si por ponto-e-vírgula. CLAYTON. ON GRANITE AND ASSOCIATED MINERALIZATIONS. 789-799.. p. 2001.. E. J. B. (= e outros). A. 1965. G. E. Oxygen isotope fractionation in divalent metal carbonates. T.. F. p 348-362. Exemplo: SCHNEIDER. N. Exemplo: BADEA.1. B. 66. General aspects of the granitogenesis of the Carajás metallogenic province. n. PRINCE. Tectonic evolution of South America during the late Proterozoic. W. Exemplo: O’NEIL.. R. b) existem ainda casos em que a entrada se dá pelo prefixo que antecede ou acompanha o sobrenome. p. B. 2.. como nos projetos de pesquisa científica. CORDANI. no singular e entre parênteses.. 135-161. é recomendável a indicação dos nomes de todos os autores nos casos em que essa menção for indispensável. X. Geophysics. Obs. MACAMBIRA. Finite-element análisis of controlled-source electromagnetic induction using Coulomb gauged potentials. A new data-processing technique for multiple attenuation exploiting normal moveout. seguida da abreviação pertinente. Salvador.1. BRITO NEVES. 30.: Segundo a ABNT (NBR 6023). indicação de produção científica em relatórios para órgãos de financiamento etc. B. 5547-5558. DALL’AGNOL. GILLES. mencionam-se os nomes de todos na mesma ordem em que aparecem na publicação. et al. MAYEDA. Granitóides intrusivos proterozóicos na Folha rio Mapuera: NW do estado do Pará. editor. Salvador: SGRM. 1991.1. 23-40. v. no seu item 8. seguido da expressão latina et al. E. 51. Precambrian Research. d) quando existirem mais de três autores indica-se apenas o primeiro. R.. U.. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM. n. S. J. 1984. M. R.. p. e) os documentos elaborados por vários autores. n. c) para documentos elaborados por até três autores.. R. Rio de Janeiro: SBG. . 1997.. Geophysics.

Quando o órgão é subordinado a uma instituição.. n. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo). sendo a primeira palavra impressa em letras maiúsculas. associações. [S. BRASIL. de modo geral. Decifrando a Terra. Projeto Espinhaço em CD-ROM: texto e cartografia multimídia. 1993. Ministério das Minas e Energia.000. Escala 1:35. Exemplo: LEGAL and institutional arrangements in minerals development: a study base on na international workshop organized in Berlin (West) in august 1980.3. sem destaque tipográfico. 1986. Projeto Lins Tupã: foto aérea. a entrada é feita pelo título do documento.4 Autores desconhecidos Em caso de autoria desconhecida. São Paulo. Belo Horizonte: COMIG.]: ABAS. H. (Ed. Catálogo de teses da Universidade de São Paulo. 1 CD-ROM. 3.. Rio de Janeiro: DNPM. 223 p. São Paulo. 35 p. et al. 557 p. 1993.000. Secretaria do Meio Ambiente. 467 p. 3. 12.). Florianópolis. 1971. Em alguns casos a entrada deve ser pelo nome geográfico que indica a esfera de subordinação (país. 1 CD-ROM contendo 27 mapas.1.000. estado ou município) ou pelo nome do órgão superior (ministérios. 1982. 15. mesmo que precedida por artigos e preposições. Mapa tectônico do Brasil. por extenso e em maiúscula. Departamento Nacional de Produção Mineral. congressos. GROSSISAD. Exemplo: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Diretrizes para a política ambiental do estado de São Paulo.l. 1997.3 Autores entidades As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais. empresas. 2002. Fx 28.1. entrar pelo nome desta última. J. 1 fotografia aérea. W. 1 mapa. secretarias e outros).24 Exemplo: TEIXEIRA. Escala 1:5. 100cm x 110cm. SÃO PAULO (Estado). 2000. 2002. CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS.3. São Paulo. São Paulo: Oficina de Textos. seminários etc. color. 1992.). (Org. Aqüíferos transfronteiriços. pelo seu próprio nome. .) têm entrada. London: Mining Journals Books.

Acesso em: 18 jan. [S. entretanto. S. separados por dois-pontos.org. 3. NA TERRA dos minérios..]. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. ambas na forma adotada na língua do documento. 8. c) quando não existir título. isto não se aplica às obras sem indicação de autoria.25 HYDRO-CRIA: banco de dados.1.br>. O SOLO do sertão. itálico ou sublinhado). Rio de Janeiro: [s. Recife.l. desde que não seja alterado o sentido. 1963. Rio de Janeiro. 2003. 1998.3.. T. Exemplo: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA. esta deve ser transcrita. já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra. R.hydro. A supressão deve ser indicada por reticências. 1980. 412 p.]. Vale ressaltar que esta regra só é válida a partir da segunda edição de um documento. 1981.5 Título e subtítulo a) o título e o subtítulo (se for usado) devem ser reproduzidos tal como figuram no documento. sendo que o título aparece de forma destacada (negrito. como visto no item anterior. G. 1978.3. ou de responsabilidade. . Lembramos que este recurso tipográfico utilizado para destacar o título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. 1. Recife: [s.]: Hutchinson Education. NEWELL. n.. E. Exemplo: SOUZA.6 Edição a) quando houver uma indicação de edição. dez.n. Revista Minas. C. entre colchetes. 17-21. A ilusão do garimpo. b) em títulos e subtítulos demasiadamente longos. 221 p.1. utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra edição. cuja entrada é pelo próprio título. p.. [Trabalhos apresentados].n. v. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. 3. podem-se suprimir as últimas palavras. Exemplo: NEWELL. Marine plankton: a practical guide.cria. 1999. 22. Disponível em: <http://www.

Belo Horizonte: Ed. [São Paulo]: E. Exemplo: FRANÇA.3. mas pode ser identificada. Exemplo: ASTRONOMY source. Química: um curso universitário. Exemplo: FRANÇA. Schaum’s outline of theory and problems. c1994. .1. R. New York: Schaum Publishing. E. [S. Ciência e tecnologia das argilas. 1963.l. Belo Horizonte: Ed. 1996. utiliza-se a expressão latina sine loco (= sem local). d) não sendo possível determinar o local.]: Hutchinson Education. da UFMG. C. ed. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. c) para os documentos eletrônicos a versão equivale à edição e deve ser transcrita como tal. c) quando a cidade não aparece no documento. Exemplo: NEWELL. 204 p. G. 4. H. 5th ed. SCHAUM. ed. 96 p.7 Local a) o nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como aparece no documento e separado da editora por dois pontos. 1 CDROM. 221 p. NEWELL. e aum. 1989. abreviada e entre colchetes [S. Júnia Lessa et al. Seatle: Multicom Publishing. 452 p.. Júnia Lessa et al. B. 3. 1996. da UFMG. 3. P.l. b) quando houver acréscimo à edição. Blucher. Blucher. S. este deve ser apresentado de forma abreviada. 3. Version 1. São Paulo: E. Exemplo: SANTOS.]. indica-se o primeiro ou o mais destacado. 1956. Daniel. ed. 1995. rev.0A.26 Exemplo: MAHAN. b) quando houver mais de um local para uma só editora. rev. e aum. indica-se entre colchetes. Marine plankton: a practical guide. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas.

F. Exemplo: UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA.: s. 779 p.].n. MG.: s.27 3. J. . [S.n. J. abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial. 1994. Catálogo de graduação 1994-1995. abreviada e entre colchetes [s. 1981.].].l. utilizam-se ambas as expressões. B. indicam-se ambas.n. Carlos. desde que sejam dispensáveis para identificação. Exemplo: Atlas (em vez de Editora Atlas) J. Exemplo: SILVA. W. 1993. c) quando a editora não puder ser identificada. Aquatic chemistry. New York: [s. A educação ambiental no Pará. deve-se indicar a expressão sine nomine (= sem editora). Se forem mais de duas.1..8 Editora a) o nome da editora deve ser indicado tal como aparece no documento.n. MORGAN. Viçosa. d) quando o local e a editora não puderem ser identificados na publicação. da UFMG (em vez de Editora da UFMG) b) quando houver duas editoras.]. e) quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já tiver sido mencionada. Santarém: Século.l. abreviadas e entre colchetes [S. indica-se apenas a primeira ou a que estiver em destaque.3. Belém: Letras. Exemplo: GONÇALVES. Exemplo: STUMM. com seus respectivos locais (cidades). não é indicada. A história de Mirador. Olympio (em vez de Livraria José Olympio Editora) Ed. 385 p. 1999.

.1.L. Y. 349 p. preenchimento e inversão.B. b) não sendo possível determinar nenhuma data de produção. não indicada no trabalho [entre 1906 e 1912] – use intervalos menores de 20 anos [ca. E. desenvolvimento. HASUI. seja da publicação. 1960] – data aproximada [197-] – década certa [197-?] – década provável [18--] – século certo [18--?] – século provável Exemplo: FLORENZANO. 106 p. Berlin: SpringerVerlag. PINHEIRO. Dicionário de idéias semelhantes. Exemplo: SOLOMONS.S. copyright etc.. Belém: UFPA. [1993]. registra-se uma data aproximada e entre colchetes. da apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico. do copyright. Metals in the hidrocycle. Bacias sedimentares: aspectos gerais da geometria. 1992. ou outra. distribuição. Rio de Janeiro: Ediouro. sempre deve ser indicada uma data. 383 p. impressão. FORSTNER. da impressão.. conforme indicado: [1971 ou 1972] – um ano ou outro. U.V.. Exemplo: COSTA. W.28 3. J. c1984. a) por se tratar de um elemento essencial à referência. distribuição.3. [1969?] – data provável [1973] – data certa. R.9 Data Indica-se o ano de publicação em algarismos arábicos e deve figurar próximo do final da referência.

Interactions between major biogeochemical cycles: marine cycles.10 Descrição física Compreende ao número de páginas. Ensaios sobre a educação matemática. c) quando referenciar parte de publicação.”. d) quando a publicação não for paginada ou a numeração de páginas for irregular. Santarém: Século. E. matemática e educação matemática. 2 v. p. (Ed. são impressos apenas no anverso da folha e. indica-se esta característica. cap.Centro de Geociências. Exemplo: WOLLAST.29 3.” ou “f.). Exemplo: LUZ. 46 f. L.3. da. 1999. . Belém: Letras. 1971. Dissertação (Mestrado em Geofísica) . indica-se f: a) quando o documento só tem um volume. Exemplo: OHWEILER.. ou outra forma de individualizar a parte referenciada. (Série Educação. Carlos. 2). seguido da abreviatura “p. indica-se a quantidade de volumes. como teses e dissertações. John A. Belém. Intuicionismo. In: LIKENS. ou p. mencionar o número da folha ou página inicial e final. Química inorgânica. Blucher. 19-38. indica-se o número total de páginas ou folhas. São Paulo: E. b) quando o documento tem mais de um volume. Belém: EDUEPA. precedido da abreviatura f. ROSSA. 2. neste caso. Exemplo: SILVA. 125-141. F. folhas ou volumes de um documento. 2001. Vale ressaltar que alguns trabalhos. p. Não paginado. precedido da abreviatura v. Chichester: Wiley. 1981. 2001. A.. O. Some perspectives of the major biogeochemical cycles. G. S. Universidade Federal do Pará. 2001.1. R. ou indica-se o número do volume. Migração e profundidade usando a solução numérica da equação do eiconal. seguida da abreviatura v. A educação ambiental no Pará. In: ______.

Alertamos que este sistema não pode ser usado . Rio de Janeiro: SBGq. 3. M.1. (Boletim Técnico.3. 8). 1993. LANZELOTTE. L. Os sistemas mais utilizados são o numérico (ordem de citação no texto) e o alfabético (ordem alfabética de entrada). devem ser incluídas notas com informações complementares ao final da referência. J. entre parênteses. Ministério da Agricultura. em algarismos arábicos.1.: Há casos de documentos que apresentam mais de uma série. Rio de Janeiro: IBGE. DC: Mineralogical Society of América. 1972. (Manuais Técnicos em Geociências.). (Ed. item 26. n. B. P. Se o sistema de citação adotado no texto for o sistema numérico.11 Séries e coleções Após as indicações dos aspectos físicos. 1995.. v. R. SOUZA. (Reviews in Mineralogy. Manual técnico de pedologia. 3.). o qual trata de referências com notas especiais. transcrevem-se os títulos das séries e/ou coleções.3. Paleoclimatic changes and the carbon cycles.1.13 Ordenação das referências As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de acordo com o sistema de citação adotado no texto.. 15). R. (Coord. C. 8).. 3. 670 p.12 Notas especiais Sempre que necessário à identificação da obra. Levantamento exploratório-reconhecimento de solos do estado da Paraíba. n. 1992. LASAGA. KIRKPATRICK. Obs. Exemplo: LACERDA.. 1981.3. 114 p. A. B. (Série Pedologia. se houver. da numeração. D. Departamento de Informática. Washington. de maneira idêntica como figuram no documento.30 MARQUES. também conhecido como autor-data. (Geoquímica ambiental. Exemplo: BRASIL. Rio de Janeiro. G. 4). KNOPPERS. Banco de dados e hipermídia: construindo um metamodelo para o Projeto Portinari. Ver exemplos no (Anexo S) – Modelos de referências. por vírgula. separados. n. TURCQ. C. Kinetics of geochemical processes. Paginação irregular. a lista de referências deve seguir a mesma ordem numérica crescente. Rio de Janeiro: PUC. G. 104 p. 1).

2nd ed. 2 BRANCO. 589 p. Vale ressaltar que o Instituto de Geociências da UFPA adota este sistema. pode(m) ser substituído(s). 698 p. v. jul. RECOMENDAÇÕES A SEREM SEGUIDAS As referências ordenadas alfabeticamente devem seguir algumas recomendações: a) eventualmente. 1993. GIURFA. p. deve-se levar em consideração a ordem alfabética dos títulos dos documentos.. Marine geochemistry. G. KÖCHE. Ciência. 1986. 7. 12. ed. J. Wiley & Sons. Isso ocorre para facilitar a identificação de um determinado documento nas referências quando citado em um trabalho acadêmico. também chamado autordata. R. FOWLER. R. H. Havendo coincidência de datas. na mesma página. quando for listar as referências. 1993. o(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras referenciadas sucessivamente. New York: J.31 concomitantemente para notas de referência e notas explicativas. Revista de Geografia. por um traço sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto. acrescentam-se letras minúsculas. 1997. as chamadas no texto devem obedecer à mesma forma de entrada adotada na referência. São Paulo. 882-887. 2. p. IGLESIAS. 1982. M. Nesse caso. n. 34. Se o sistema de citação adotado no texto for o sistema alfabético. v. Pesquisa e seu papel na formação universitária. A. . 620 p. ed. J. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. as referências ao final do trabalho devem ser organizadas levando-se em consideração a ordem alfabética das mesmas. após a data e sem espaço. nas referências seguintes à primeira. pesquisa e publicação. Hidrobiologia aplicada à engenharia sanitária. C. Ciência e Cultura. Principles of isotope geology. São Paulo: Cetesb. S. em ordem alfabética. Petrópolis: Vozes. G. 95-99. Veja o exemplo de lista de referências sob este sistema: Exemplo: 1 CHESTER. M. São Paulo. Exemplo: FAURE. 1986. Neste caso. London: Unwin. 14.

M. Belém: [s. ed. estado do Pará. SCHWANN. 1972. São Paulo: Ed. 3. . Exemplo: GUERRA. T. conforme o item anterior. O.. M. Jacarandá. também pode ser substituído por um traço sublinear nas referências seguintes à primeira. Dicionário geológico-geomorfológico. Terras destruídas. Portandade. Natureza espoliada. 190 p. 4. Ordem no território. após a data e sem espaço. J. 439 p. Ed.n. Nesse caso. 1988b. ed. v. prevalece o critério de ordem alfabética do(s) co-autor(es). Rio de Janeiro: Ed. J.. MATOS. M. Manaus: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.32 Exemplo: ACKERMANN. P. T. 1964. REIS. A. deve-se levar em consideração a ordem cronológica dos documentos. The longest conductivity anomaly in the world explained: sulphides in fold hinges causing very high electrical anisotropy. 1998. ______. 1987. Ventos que arrebentam. e cujas datas coincidirem. Geologia e fisiografia da região bragantina. 1997. T. A Formação Pirabas: sua evolução e interpretação. L. b) além do(s) nome(s) do(s) autor(es). 320 p. c) quando houver mais de um trabalho do mesmo autor. 446 p. 1988a. sendo um deles de autoria única. e o(s) outro(s) em co-autoria. ______. 49. G.. ______. ed. 16191629. p. Rio de Janeiro: IBGE. dar prioridade. quando se tratar de trabalhos com mais de três autores. Isso também ocorre para facilitar a identificação de um determinado documento nas referências quando citado em um trabalho acadêmico. B.. O. em ordem alfabética. Ainda nesse caso. 90 p. Exemplo: REIS. F.. 2). na ordenação. Rio de Janeiro. CARVALHO. na mesma página. KATSUBE. F. A. d) quando houver mais de um trabalho de um mesmo autor em co-autoria diferente. 2. Journal of geomagnetism and geoelectricity. ed. P. deve-se acrescentar letras minúsculas. DIAS. Paranaguá. 86 p. 7. quando for listar as referências. 1985.]. o título de várias edições de um documento referenciado sucessivamente. (Cadernos da Amazônia. Exemplo: JONES. para o trabalho de autoria única. Rio de Janeiro: IBGE. J. São Paulo: F. ______. 1976.

A.. B. APÊNDICE A . Rio de Janeiro: Ed.33 JONES. Coastal zone management handbook. v. Mundo em revolução. New York: Lewis. São Paulo: Ed. J.3... É um dicionário destinado a explicar termos obscuros. L. 2001c. et al. SANTOS. SANTOS. 122 p. APÊNDICE B .. técnicos.. L. 2005.. dialetais e pouco conhecidos (Anexo T).. R. D.3.. CLARK... Oxford: [s.... A comercialização da floresta. COSTA. 1996... FERGUSON.. p.. G. 113 p. C. 2001b.n.. sua identificação deve ser feita com letras maiúsculas.. J. 42..2 Glossário (opcional) Vocabulário de palavras ou expressões pouco usadas. I. considerar a ordem alfabética dos prenomes. Havendo mais de um apêndice. A. 238 p. Electromagnetic images of the Trans-Hudson orogen: the North American Central Plains anomaly revealed. BASTOS. .. FARAH.3 Apêndice(s) (opcional) Constituem-se em suportes elucidativos e ilustrativos. Porto Alegre: MBDA. CRC.. ou de sentido obscuro ou ainda de uso regional. J. e) quando houver coincidência apenas de sobrenomes.]. LEDO.. SOUZA. 99 p. porém não essenciais à compreensão do texto. L... Terras inundadas. BEZERRA. 3. 2001a.. referente a uma determinada especialidade. T. C... V. J. Canadian Journal of Earth Sciences.. H. A paginação deve ser contínua a do texto principal. J. M.. ARAÚJO. J. J. 3. SANTOS. GOMES. 457-478. LIMA. Colabor. 5th ed. Exemplo: CLARK. B. 2002. Sarazar. P. Marine pollution.

.5 Índice (s) (opcional) É a lista detalhada dos assuntos. autores etc.. 3..4 Anexo(s) (opcional) Constituem-se em suportes elucidativos e indispensáveis à compreensão do texto.34 3... ANEXO A ....... a identificação deve ser feita por letras maiúsculas. Havendo mais de um anexo...3... ANEXO B .. ..3... A paginação deve ser contínua a do texto principal.. com a indicação de sua localização no texto (Anexo U).

bem como enquadradas nas mesmas margens adotadas para o texto. (2).1. form. A identificação das ilustrações aparece na parte inferior e é composta da palavra “Figura” (ou outra designação. (7 . devem ser feitas da seguinte forma: eq. por exemplo.3 ) Exemplo: e s = 6. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem. subtração.2 Ilustrações As ilustrações compreendem desenhos. Lista de Quadros etc.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA E TABULAR 4. esquemas. Devem ter numeração consecutiva em algarismos arábicos. dependendo do caso). 4. material cartográfico. conforme o projeto gráfico (Anexo V). na extrema direita da linha.1 Equações e fórmulas Devem aparecer bem destacadas no texto de modo a facilitar sua leitura.35 4 INSTRUÇÕES GERAIS 4. . As chamadas às equações e fórmulas. também. fluxogramas. (1).5Ta ) (Ta + 237 . devem ser identificadas por números consecutivos. pode-se atribuir numeração individualizada para determinado tipo de ilustração. Em casos particulares. 10 (1) Fórmulas simples podem aparecer no próprio texto. do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara. quando elaborar a lista de ilustrações poderá elaborar lista própria para cada tipo de ilustração como: Lista de Gráficos. Caso seja necessário fragmentá-las em mais de uma linha. É permitido. Figura 2. fotografias. dispensando consulta ao texto.2 indica a figura 2 do capítulo 2. multiplicação e divisão. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. colocados entre parênteses. Quando houver várias equações e fórmulas. seguida de seu número de ordem. dentro das especialidades. Além disso. geralmente sem distinção entre os diferentes tipos. quadros etc. por falta de espaço. diagramas. Nesse caso. vincular a numeração das ilustrações aos capítulos correspondentes. toda ilustração que já tenha sido exibida em trabalhos anteriormente deve conter abaixo do título ou legenda (caso haja). dados sobre a fonte de onde foi retirada. organogramas. sem necessidade de numeração. no texto.1.1078 .

mantendo-se a seqüência normal na numeração das ilustrações e das páginas. na parte inferior. . sobre Normas de Apresentação Tabular. conforme o projeto gráfico.4 Abreviaturas. 4.1. indicando onde e quando o fato foi estudado. neste caso.3. As tabelas não devem ser delimitadas à esquerda e à direita por traços verticais. siglas e símbolos devem ser aqueles recomendados por organismos de padronização nacional e internacional ou órgãos científicos de competência de cada área. O título da tabela deve figurar na parte superior da mesma e ser auto-explicativo. Devem ter numeração consecutiva em algarismos arábicos. de 1993. de modo a prescindir consultas ao texto. quando a matéria contida na mesma exigir esclarecimentos. na última parte da tabela e o título será repetido na página seguinte (Anexos W e X). devem ser apresentadas por extenso e precedidas de suas respectivas siglas e abreviaturas. As tabelas também devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem. Abreviaturas. Enfim. pode-se usar as formas abreviadas. Pode-se fazer uso de notas e chamadas colocadas no rodapé da tabela (abaixo da fonte). Se a tabela não couber na mesma página. podem ser agrupadas no final do trabalho como anexos. Sugerimos que o autor do trabalho consulte a publicação do IBGE. deve ser continuada na página seguinte e. a tabela só será delimitada por traço horizontal. alínea f.2. mantendo-se a numeração das páginas na sua posição normal. 4. Ressaltamos que sobre esse aspecto há uma exceção. enquanto a fonte da mesma deve localizar-se abaixo da tabela. estas também podem ser dobradas ou impressas no sentido vertical da página. siglas e símbolos As formas abreviadas de nomes (abreviaturas e siglas) são usadas para evitar a repetição de palavras e expressões freqüentemente utilizadas no texto. Ainda com relação às ilustrações maiores do que o tamanho normal das páginas. deve-se ao máximo evitar a continuação da legenda em página seguinte à ilustração.3 Tabelas As tabelas constituem uma categoria específica de ilustração.1. Quando as siglas e as abreviaturas aparecem pela primeira vez no texto. precedidas da palavra “Tabela”. devem ter significado próprio. Quando isoladas.36 Quando as ilustrações forem em grande número e/ou em tamanho maior do que a página. a partir daí. entre parênteses. o que recomendamos verificar o item 4.

37

Exemplo: Limitada (Ltda), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

4.2 PREPARO DO ORIGINAL E REPRODUÇÃO 4.2.1 Papel

Cor branca e de boa qualidade, de forma que permita a reprodução e a leitura. O formato final deve ser A4 (21 cm x 29,7 cm). Utilizar apenas o anverso das folhas, exceto o verso da folha de rosto onde constará a ficha catalográfica.

4.2.2 Tipo e corpo de letra

Recomenda-se utilizar caracteres “Times New Roman” ou “Arial”, tamanho 12 para o texto e tamanho menor para as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, legendas das ilustrações e tabelas e ficha catalográfica. Para efeito de alinhamento, barras ou outros sinais não devem ser usados na margem lateral do texto. A impressão deve ser de boa qualidade, com caracteres nítidos. Os originais dos desenhos e esboços quando elaborados manualmente, devem ser, de preferência, em papel vegetal.

4.2.3 Margens

As margens devem permitir uma encadernação e uma reprodução correta. O padrão para a apresentação é:

1) 2) 3) 4)

margem superior: margem inferior: margem esquerda: margem direita:

3,0 cm 2,0 cm 3,0 cm 2,0 cm

O título de cada capítulo deve ser colocado aproximadamente a 7,0 cm da borda superior do papel (Anexo B).

38

4.2.4 Entrelinhas • •

Para o texto corrido, espaço 1,5 linha; Para citações longas com mais de 3 linhas, notas de rodapé, legendas das ilustrações e tabelas, ficha catalográfica, natureza do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetida e área de concentração, utilizar espaço simples;

• •

Para referências, espaço simples e entre elas espaço duplo ou dois simples; Os títulos das seções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços 1,5.

4.2.5 Seções e subseções São partes em que se divide o texto. Devem ser numeradas em algarismos arábicos, recomendando-se não subdividir demasiadamente as seções em subseções, não ultrapassando da ordem quinária. As seções primárias (ou capítulos), por serem as principais, devem começar sempre no início de uma nova página. Todas as seções devem conter um texto relacionado com elas. As últimas linhas da página não devem conter título de subseção. A hierarquia das seções e subseções, apresentadas seqüencialmente, é escrita na seguinte forma: • • • • •

1 1.1 1.1.1 1.1.1.1

SEÇÃO PRIMÁRIA (letras maiúsculas, em negrito) SEÇÃO SECUNDÁRIA (idem, sem negrito) Seção terciária (primeira letra maiúscula, demais minúsculas, em negrito) Seção quaternária (idem, sem negrito)

1.1.1.1.1 Seção quinária (idem, em itálico)

Os títulos das seções e subseções devem ser apresentados junto à margem esquerda, sem recuo e separado de seu indicativo numérico por um espaço, sem ponto ou hífen. No entanto, os títulos sem indicativo numérico, como agradecimentos, resumo, abstract, lista de ilustrações e de tabelas, lista de abreviaturas, siglas e símbolos, sumário e outros, devem ser centralizados na página e grafados em caixa alta e negrito. Os títulos das seções e subseções, no sumário, devem ser idênticos tais como aparecem no texto.

39

Quando houver necessidade de se utilizar alíneas, seguem-se às seguintes características: a) o trecho final do texto correspondente, anterior ás alíneas, termina em dois pontos; b) as líneas são reentradas em relação à margem esquerda; c) o trecho da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto e vírgula, exceto a última que termina em ponto, e, nos casos em que se seguem subalíneas, estas terminam em vírgula; d) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria alínea.

Quando a exposição da idéia assim o exigir, a alínea pode ser subdividida em subalíneas, as quais devem começar por um hífen colocado sob a primeira letra do texto da alínea correspondente, dele separadas por um espaço. As linhas seguintes do texto da subalínea começam sob a primeira letra do próprio texto.

4.2.6 Paginação

Numerar as páginas seqüencialmente, com algarismos arábicos, no canto superior direito, a 2 cm das bordas superior e direita da folha. Contam-se a partir da folha de rosto, embora só devam ser numeradas a partir da primeira folha da parte textual, ou seja, a folha da introdução. Lembramos que o verso da folha de rosto, onde será impressa a Ficha Catalográfica, também deve ser contada. Em trabalhos constituídos de mais de um volume, deve ser mantida uma única seqüência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento a do texto principal.

4.2.7 Reprodução e encadernação

a) reprodução: a forma de reprodução fica a critério do autor. As cópias devem ter a mesma legibilidade do original. O número de exemplares de defesa, para análise da Comissão Julgadora é de 4 exemplares. Após a defesa, o aluno deve proceder as devidas correções e entregar ao Orientador, para serem encaminhados à Direção da Faculdade, 2 exemplares: sendo 1 impresso e 1 em PDF, para constituírem o acervo da Biblioteca do Instituto;

b) encadernação: a encadernação final é competência do aluno e deverá ser feita após aquisição da capa na Direção da Faculdade. Trabalhos cujos anexos compõem um outro volume,

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mantém-se a paginação contínua, inclui-se a folha de rosto e de aprovação, e o sumário completo em cada volume; c) o orientador(a) ficará responsável por verificar se correções propostas pela banca avaliadora foram atendidas pelo(a) orientado(a).

4.3 CITAÇÃO

Menção de uma informação obtida de outra fonte. A pesquisa bibliográfica fornece sólida base científica para um desenvolvimento mais criterioso e seguro de um trabalho, evita desperdício de tempo com repetição de experiências já concluídas por outros pesquisadores. A pesquisa bibliográfica atinge mais rapidamente seus objetivos quando processada de maneira racional e é por isso que os trabalhos publicados devem ser citados de acordo com certas normas reconhecidas em um país ou em todo o mundo científico. Para citações bibliográficas, existem normas internacionais instituídas pela Organização Internacional de Normalização (ISO). No Brasil, são oficialmente adotadas as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR – 10520 - Informação e documentação – Apresentação de citações em documentos. A citação bibliográfica, além da significação que traz ao trabalho e do valor educativo que encerra, é a expressão máxima do tributo prestado aos pesquisadores que desenvolveram trabalhos em determinado ramo da atividade científica.

4.3.1 Tipos de citação

A citação pode aparecer na forma direta, indireta e como citação de citação:

a) citação direta ou transcrição: é a cópia literal de um texto. As transcrições de palavras ou trechos de outro autor devem aparecer entre aspas quando a citação obtiver até três linhas. Quando ultrapassar este limite, dispensam-se as aspas, entretanto, a citação é colocada em destaque obedecendo as seguintes características: recuo de 4 cm à margem esquerda, fonte menor que 12 e espaço simples. Em ambos os casos torna-se necessária a indicação da(s) página(s) de onde foi retirada a citação; Exemplo: “As citações são trechos transcritos ou informações retiradas das publicações consultadas para realização do trabalho. São introduzidas no texto com o

expressão latina “apud” (citado por.2 Indicação de autoria no texto As citações devem ser indicadas no texto de acordo com o sistema de chamada adotado pelo autor do trabalho. sua trajetória. A nota de rodapé deve ser separada do corpo do texto por uma linha contínua de aproximadamente 3 cm. n. c) citação de citação: deve ser indicada pelo sobrenome do autor do documento original (obra não consultada). Na conclusão pode até se dizer que não se chegou à conclusão alguma. seu período de ocorrência e as condições de grande escala associadas a ele (PRADO. sem transcrição. deve ser seguido consistentemente ao longo de todo o trabalho. 1987) o mecanismo de entrada da maré salina na baía de Guajará se dá no período entre o final da vazante e início da enchente [. somente. 1968. 21). a referência do trabalho efetivamente consultado incluída na lista de referências ao final do trabalho. 4. Como já foi mencionado em páginas . 10.. segundo) e sobrenome do autor da obra consultada. Exemplo: Seria de fundamental importância que estudos mais detalhados sobre sistemas convectivos de mesoescala que atuam na Região Norte fossem feitos. nesse caso. _____________ * OTTMANN. Qualquer que seja o método escolhido. a margem da segunda e demais linhas deve ficar abaixo da primeira letra da primeira linha. suas características. Exemplo: Segundo Ottmann* (1968 apud PINHEIRO. recomenda-se que a referência do documento original seja colocada em nota de rodapé e. p.3.41 propósito de esclarecer ou complementar as idéias do autor” (FRANÇA. F. iniciada na margem esquerda.. p. b) citação indireta: é a reprodução fiel das idéias de um autor citado. conforme. 1990. Nesse caso. 2. 93). Obs: Quando a referência não couber na mesma linha. Exemplo: Segundo Feitosa (1991). p. a indicação da(s) página(s) consultada(s) é opcional. Révue le Geographie Phisique et Géologie Dinamique. 2004. 329-353. não há receita para elaboração da conclusão de uma investigação. podendo ser numérico ou alfabético. v.]. desta forma poderíamos entender melhor as condições favoráveis a sua formação. L’etude dês problemes estuarines.

ou (AYOADE. 2004) . separando o ano por vírgula.. (CAMPBELL. sendo que fora de parênteses são separados por vírgula e “e”.1. e quando apresentarem-se entre parênteses. (1991) já afirmavam . o que nos faz relembrar que neste sistema as chamadas no texto devem obedecer à mesma forma de entrada adotada na referência: a) nas citações. Exemplo: Mahler.. conferências. 1998) c) até três autores citam-se os três.42 anteriores (item 3.. NORMAN. Exemplo: Campbell e Norman (1998) estudando . Exemplo: Os trabalhos apresentados no Congresso Brasileiro de Oceanografia (2004) ou (CONGRESSO BRASILEIRO DE OCEANOGRAFIA. devem ser em letras maiúsculas e separadas da data por vírgula. CASTRO. 1996) b) dois autores: se estiverem fora de parênteses os sobrenomes dos autores são separados por “e”. seminários etc: menciona-se o nome completo do evento.13). quando as chamadas estiverem entre parênteses. o sistema de chamada recomendado para uso nas Faculdades do Instituto de Geociências é o alfabético (ou autor-data). quando usa o prenome por extenso. Exemplo: Nobre et al... são grafados em maiúsculas e separados por ponto e vírgula..3. desde que considerado como um todo.. MARTINS. exceto no caso da alínea L. pela instituição responsável ou título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas. Exemplo: Ayoade (1996) afirmou. se estiverem entre parênteses são separados por ponto e vírgula. as chamadas pelo sobrenome do autor. (NOBRE et al. 1991) e) congressos. seguido da expressão latina “et al. Castro e Martins (1997) ou (MAHLER. colocando-se a data do documento entre parênteses e. 1997) d) mais de três autores: indica-se o sobrenome do primeiro autor.” e o ano de publicação.

Plano diretor da reforma do aparelho do Estado.. no transcorrer do trabalho. na primeira vez em que forem mencionadas. cita-se o nome geográfico correspondente àquela jurisdição. CAPES. Na lista de referências deve ficar da seguinte forma: BRASIL. Exemplo: O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é o chamado Contrato de Gestão. DF. sejam citadas por extenso. quando as mesmas formarem palavras e as instituições forem de âmbito nacional ou internacional. desde que. 1991) Obs. podem ser citadas pela respectiva sigla. Em Na terra.. Exemplo: a Weather Meteorological Organization (WMO) (1991) apresentou .. g) quando se tratar de documento de autoria de um governo (federal. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. (WEATHER METEOROLOGICAL ORGANIZATION – WMO. Se o título iniciar por artigo ou preposição. (1998) encontram-se informações sobre a descoberta de minérios localizados . h) documentos sem indicação de autoria ou responsabilidade devem ser citados pela primeira palavra do título seguida de reticências. .. 1995). por extenso da instituição. IBAMA. Brasília. EMBRAPA. 1999) Nesse caso. normalmente. em nota de rodapé.. deve-se incluir. quando consideradas como autor. Exemplo: O tempo chuvoso ocorrido na tarde de ontem ocasionou novamente o alagamento de vários bairros da cidade (CHUVA….43 f) entidades. 1995). 1995. como UNESCO. PETROBRAS etc... este deve ser incluído na indicação da fonte. que conduziria à captação de recursos privados como forma de reduzir os investimentos públicos no ensino superior (BRASIL. a forma por extenso da sigla. estadual ou municipal).: É permitido usar siglas em substituição ao nome. caso isso ainda não tenha ocorrido.: Exemplo: Petrobras (2000) (IBAMA.

n. devem ser ordenados cronologicamente. n. devem ser diferenciadas pelo acréscimo de letras minúsculas após a data. (1975). NA TERRA dos minérios. quando citados em grupo. Revista do Tempo. out. em um mesmo ano. 1998. 23-25.44 Na lista de referências deve ficar da seguinte forma: CHUVA abundante. 2002) demonstraram. cuja co-autoria seja diferente. Exemplo: Dudley et al. (1985) Almeida. sem espacejamento. colocar estes também por extenso. 22. p. Revista Minas.3 Recomendações complementares para citações As recomendações a seguir dizem respeito a determinadas situações com que se deparam aqueles que produzem um trabalho acadêmico: . (1999b) j) vários trabalhos do(s) mesmo(s) autor(es). (1999a) Costa et al. Exemplo: Rocha et al. com datas diferentes. Cláudio (1985) Almeida. 13. acrescentar as iniciais dos nomes.. p. v. M. devem ser ordenados alfabeticamente. Carlos (1985) 4. 17-21. Rio de Janeiro. quando citados simultaneamente.. tanto no texto como nas referências. Esse procedimento também deve ser aplicado para trabalhos com mais de três autores.3. Exemplo: Cohen (1983a) Cohen (1983b) Costa et al. dez.. Se persistir a coincidência nas iniciais dos pré-nomes. Nunez (1980) Serrano (1978) demonstraram . 8. Exemplo: Almeida.. 1995. (1975. l) quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e mesma data. 1998. C. i) as citações de diversos trabalhos do(s) mesmo(s) autor(es). (1985) Almeida. k) vários trabalhos de diferentes autores. São Paulo.

. Exemplo: Alguns estudos recentes mostram não só que o efeito da susceptibilidade magnética não deve ser desprezado (LI. deve-se indicar. D. Mensagem recebida por <rceldon@uol..br> em 08 set. Além disso.com. Exemplo: Há muitos anos atrás as minas mais cobiçadas do território brasileiro (AS MINAS…. “inédito”. b) no que diz respeito à citação de informações extraídas dos meios eletrônicos. (1994. CAO. Em nota de rodapé: ____________ 1 Nechet.). “pré-publicação”. c) em citação de trabalhos que se encontram na situação de “em fase de elaboração”. in press )1 como também que é perfeitamente viável a inversão . a expressão informação verbal. como diz o item 3. como já foi comentado no item 3. não precisando incluí-los nas referências.. a referência completa dos documentos que deram origem à citação deve constar da listagem de referências ao final do trabalho. colocando-se a referência ou os dados disponíveis sobre a informação somente em nota de rodapé. debates. comunicações etc. porém. os dados disponíveis sobre a referida informação devem ser mencionados em nota de rodapé e não sendo incluídos na lista de referências. entre parênteses. 2001)1 eram . 2001. Técnicas de instrução-CG15. Belém.3. .. “não publicado”. informação verbal)1 apresentaram . 2005. / Curso ministrado no SRPV-BE. colocam-se as respectivas expressões entre parênteses. no período de janeirofevereiro de 1994. et al..1 (referências). “no prelo”.45 a) em citação de dados obtidos através de informações orais (palestras. “in press”. as citações de informações retiradas de mensagens que circulam via correio eletrônico devem ser referenciadas apenas em nota de rodapé.1. Exemplo: Nechet et al..3. Em nota de rodapé: ____________ 1 AS MINAS cobiçadas [mensagem pessoal].

torna o trabalho de . p. In press. 68. De qualquer forma. X..3. ou que faça parte da experiência profissional do estudante... Journal of Geophysics. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. J. 53). Exemplo: “[. antes de começar a escrever. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante. registrar uma data aproximada. usa-se a expressão “grifo do(s) autor(es). 40).. Quando o destaque já aparece na obra consultada... p. acréscimos ou comentários aos trechos citados literalmente.1. usam-se de reticências entre colchetes. Exemplo: “Nesse sistema ocorre o vozeamento [ou sua ausência] na produção dos sons” (CRYSTAL. entre colchetes. negrito ou itálico.. 2005. CAO. meio ou no final do trecho.” (GOLDENBERG.]” (VIEIRA. p. 1997. indicá-los entre colchetes. “A escolha de um tema que esteja ligado `a área de atuação profissional. A study of the influence of magnetic susceptibility on MT response. f) quando houver interesse em se fazer interpolações. grifo nosso). deve-se fazer uso do grifo.9. Exemplo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. no texto. 1997. g) quando se quer enfatizar ou destacar palavras ou trechos de uma citação. bem como indicar esta alteração com a expressão “grifo nosso” após a chamada da citação. no início. por sobrenome e data de publicação [.] os orientadores em geral recomendam a citação de autores. Exemplo: Souza [1988] e) quando houver interesse em se suprimir partes de uma citação direta.46 Em nota de rodapé: ____________ 1 LI. d) quando se tratar de citação de documentos sem data. seguindo a orientação do item 3. 1991.]. consulte seu orientador [.

1986. tradução nossa). 1970. p. grifo dos autores). 245). entre parênteses. a expressão “tradução nossa”.] todo aquele devedor que for reniente em pagar sua dívida e que buscar algum surterfúgio (sic) para . . 2000. que significa que estava assim mesmo no texto original. Exemplo: [. entre parênteses. deve-se incluir..47 desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. após a chamada da citação. h) erros gráficos ou de outra natureza.. i) quando a citação incluir texto traduzido pelo autor.” (MARTINS. encontrados no trecho a ser citado. logo após sua ocorrência. p. (FERREIRA. Exemplo: É verdade que as nuvens também refletem uma parte da radiação terrestre de volta para a Terra (OLIVEIRA. LINTZ. 21.. poderão ser indicados pela expressão “sic”..

1993. . Geology of the Barradian: a field trip guide. em nota de rodapé. utilizando as seguintes expressões latinas. 2 Id. devendo ser separadas do texto por uma linha contínua de 3 cm. Frankfurt: Waldemar Krammer. I. Frankfurt: Waldemar Krammer. As subseqüentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada. deve ter sua referência completa. Usada para se referir à obra citada anteriormente. p. 38. abreviadas quando for o caso: a) Id. 2 Ibid. A primeira citação de uma obra. cit. Usada para várias citações de um mesmo documento. evitando-se recomeçar a numeração a cada página. 163 p. c) op. quando houver intercalação de uma ou mais notas. digitadas em espaço simples e alinhadas. 1993. 5. Exemplo: _____________ 1 CHLUPAC. = Opus citatum (obra citada). 1998. variando apenas a paginação. A numeração das notas é feita por algarismos arábicos. As notas podem ser de referência ou explicativas. b) Ibid.1 NOTAS DE REFERÊNCIA Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado. p. I. devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Geology of the Barradian: a field trip guide. abaixo da primeira letra da primeira linha. de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com fonte menor que a do texto. = Ibidem (na mesma obra). = Idem (do mesmo autor). Além disso.. Exemplo: _____________ 1 CHLUPAC. 38.. 163 p. a partir da segunda linha da mesma nota. as notas localizam-se na mesma página onde ocorre a chamada numérica no texto. Substitui o nome quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor.48 5 NOTAS DE RODAPÉ Destinam-se a prestar esclarecimentos ou fazer considerações sobre certos aspectos que não devem ser incluídos no texto para não interromper a seqüência lógica da leitura. na mesma página.

d) passim = Passim (aqui e ali. Exemplo: _____________ 1 RIBEIRO. 33-48. Exemplo: _____________ 1 2 TOMASELLI. passim. 1992. quando houver intercalação de uma ou mais notas. em diversas passagens). g) et seq. 1993. É usada quando se quer fazer referência a diversas páginas de onde foram retiradas as idéias do autor.2 NOTAS EXPLICATIVAS São notas usadas para comentários ou esclarecimentos do autor e que não devem ser incluídos no texto por interromper a seqüência do pensamento. 40. = Confira ou confronte. CALDEIRA. Exemplo: _____________ 1 Trabalho realizado com o auxílio financeiro da CAPES e CNPq. I. Exemplo: _____________ 1 TFOUCAULT. Frankfurt: Waldemar Krammer. É usada quando não se quer mencionar todas as páginas da obra referenciada. e) loc. op. cit. p.. = Loco citato (no lugar citado). f) Cf. 38. 1992. p. 3 CHLUPAC. 17 et seq. PORTER. p. PORTER. 2 GARLAND. Indica-se a primeira página e a referida expressão. 1984. loc. TOMASELLI. p.49 Exemplo: _____________ 1 CHLUPAC. = Sequentia (seguinte ou que se segue). . 1997. Geology of the Barradian: a field trip guide. cit. 1990. É empregada para mencionar a mesma página de uma obra já citada. É normalmente usada para fazer referência a trabalhos de outros autores ou a notas do mesmo autor. 163 p. Exemplo: _____________ 1 Cf. 5. cit.

contribuindo assim para o aprimoramento do conhecimento científico e tecnológico. desenvolvendo assim um processo global. A padronização do trabalho é de fundamental importância para a divulgação da pesquisa teórico/prática no âmbito da comunidade científica. .50 6 CONCLUSÃO Para a elaboração do documento é necessário discorrer sobre todas as fases metodológicas da pesquisa científica.

critérios e procedimentos. Disponível em: <http://www. NBR6023 . São Paulo: EPUSP.Referências . NUMA: EDUFPA. 1991. e aum. KUAE. ________________. ed.Apresentação. Manual para normalização de publicação técnico-científica. 1990.Trabalhos acadêmicos Apresentação. Rio de Janeiro. _______________ . NBR14724 . _______________ . Rio de Janeiro.Elaboração.A. ampl. NBR6028 . ISO/DIS 7904-1 – Plain bearings: symbols.Informação e documentação . e atual. NBR6027 . Belém: UFPA.bancodaamazonia. Diretrizes para apresentação de dissertações e teses. ________________. NBR10520 .Apresentação. PEREIRA.Informação e documentação – Citações – Apresentação. 2002b. . L.. [S.Informação e documentação – Resumos . 2004.com.51 REFERÊNCIAS ARAÙJO. Os cientistas precisam escrever. José Almir. NBR6024 . 2003c. 2005. K.l. CONDURU. São Paulo: T. 1979. L. FRANÇA.Informação e documentação – Sumário . INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. Elaboração de trabalhos acadêmicos: normas. M. Elaboração de referências. 2. 2.br/bibliotecavirtual/assuntos diversos> Acesso em: mar de 2006. 2003a. Rio de Janeiro. 1992. Rio de Janeiro.]. N et al. Belo Horizonte: UFMG. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ________________.Apresentação. rev.Informação e documentação . 2002a. Rio de Janeiro. Marise Teles. 2006. ed. Rio de Janeiro. Queiroz: EDUSP.Numeração progressiva das seções de um documento escrito . R. 238 p. Belém: Banco da Amazônia. J. 2003b. rev.Informação e documentação . O. BARRASS.

Referências bibliográficas: exemplos. Belém: Ed.52 REY. SILVA. L. São Paulo: Edgard Blucher. VIEIRA. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. S. Sistema Integrado de Bibliotecas. 1992. Como escrever uma tese. 1993. 1991. 1990. ed. Grupo de Estudo de Referências Bibliográficas. 2. São Paulo. . 77 p. São Paulo: Pioneira. João Batista Corrêa da. A dissertação clara e organizada. Universitária. Planejar e redigir trabalhos científicos.

53 APÊNDICE .

Seja natural. Planeje o suficiente.54 APÊNDICE A . Não se deixe influenciar pelos cínicos e pelos pessimistas. Evite afogar-se em “planejamentos que nunca terminam” ou panos que nunca saem do papel. Dê espaço para a natureza também fazer a sua parte. 4. Não seja “morno” “fazendo por fazer”. 9. Procure trabalhar as barreiras positivamente até que elas se enfraqueçam ou desapareçam ao invés de tentar atravessá-las à força. 6. Seja otimista. Crie condições favoráveis. Visualize com detalhes. 8. Faça tudo com muita boa vontade e prazer. 10. Concentre energia. 11. 5. Concentre-se nos seus pontos fortes. Lembre-se que uma idéia razoável colocada em ação é muito melhor que uma grande idéia arquivada”. 7. As probabilidades de dar certo aumentam tremendamente quando fazemos tudo com a mente alegre. a cada dia dando o passo do dia. Imagine com detalhes o estado desejado. Confie nos “lampejos” que você tem. Se você sente confiança interior (não pense em explicar) aja sem hesitação e dê o primeiro passo. 3. Ajude a construir o ideal. Faça tudo “de corpo e alma”. Essa imagem cristalina é algo que irá naturalmente orientá-lo quanto ao que deve ser feito (como começar etc). Faça o que tem que ser feito e mantenha a tranqüilidade interior. como se tudo já estivesse realizado. Albert Einstein “Coloque as idéias em ação. Ao invés de se deixar bloquear por eventuais pontos fracos.COMO FAZER ACONTECER “Ter consciência da própria ignorância é o primeiro passo para a sabedoria”. Esteja sempre focado na busca de soluções. ancore-se no que você tem de melhor. 20 Caminhos para um efetivo fazer acontecer 1. Decole e vá aperfeiçoando em pleno vôo. 2. Até o “impossível” se torna possível quando nos envolvemos integralmente. A natureza fará a seqüência acontecer (outros passos seus e de outras pessoas que você toca no primeiro movimento). ou começando muitos projetos sem nada concluir. . Use sua energia na busca de soluções ao invés de desperdiçá-la lucubrando somente sobre problemas. Evite desperdiçar energia fazendo as coisas de forma “picada”. Dê rapidamente o 1º passo. Não seja derrotado pelo “excesso de esforço”.

Equilibre sempre tentando visualizar as recompensas possíveis. Não se acomode. Evite a postura de tirar vantagem de tudo. aja conforme sua situação. Neutralize os “palpiteiros inconseqüentes”. mesmo através de um pequeno passo. “Picuinhas” ao contrário imobilizam as pessoas. do perfeito. Evite lucubrar. para “proteger” a mentira contada ontem?). Energia que faz acontecer. As coisas passam a acontecer com mais fluidez. 15. do ideal. Busque excelência. Ser transparente multiplica energia. 13. Procure sempre melhorar seu próprio recorde. . 19. pois isso drena sua energia. Não se deixe influenciar por “opiniões” irresponsavelmente colocadas pelos outros. porém. Quão próximos chegaremos à perfeição é outra coisa. As coisas fluem melhor à sua volta porque a generosidade faz agir. Texto elaborado por Oscar Motomura. 17. Nem sequer pense desonestamente. O alvo. Uma vez que o balanço lhe pareça equilibrado. Seja transparente. 18. comece a caminhar. 14. Um fazer acontecer efetivo deve sempre estar ancorado na busca do melhor. (Já imaginou quanto de energia gastamos.55 12. Aprenda a distinguir conselhos sábios. Diretor do GRUPO AMANA-KEY. Pense sempre nos riscos e nas recompensas. Não desperdice energia lucubrando demais. “A generosidade move montanhas”. Ao invés disso. Aja sempre numa postura ganha-ganha. Chute acomodação e “imobilismo” para longe de você. sempre. Não se deixe imobilizar pelos riscos. principalmente se forem especulações negativas. 20. É essa convicção que o deixa solto para fazer o que é necessário. deve sempre ser a perfeição. A capacidade de fazer acontecer é algo para ser aperfeiçoado pela vida toda. bem intencionados de comentários “rotineiramente” jogados pelas pessoas. 16. Aja pensando em benefícios para todos. Seja generoso. Confie 100% em sua força interior. Fazer acontecer exige fé. Principalmente em si mesmo.

56 ANEXOS .

figuras (opcional) Abstract (obrigatório) Resumo (obrigatório) Epígrafe (opcional) Pré-texto Agradecimentos (opcional) Dedicatória (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Errata (opcional) Folha de rosto (obrigatório) Capa (obrigatório) .57 ANEXO A .ESQUEMA DOS ELEMENTOS INTEGRANTES DA ESTRUTURA DE UM TRABALHO ACADÊMICO Índice(s) (opcional) Anexo(s) (opcional) Apêndice(s) (opcional) Glossário (opcional) Pós-texto Referências (obrigatório) Conclusão Discussão Resultados Materiais e métodos Revisão de literatura Texto Introdução Sumário (obrigatório) Lista de símbolos (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de ilustrações: quadros.

0 cm 3.0 cm 2.0 cm 7.0 cm .0 cm 2.58 ANEXO B – ESQUEMA DE NORMALIZAÇÃO DAS MARGENS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS 3.

ALMEIRIM E VISEU.59 ANEXO C . CASTANHAL.MODELO DE CAPA Universidade Federal do Pará Faculdade de Meteorologia Instituto de Geociências TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MARCIA DE NAZARÉ COSTA ASSIS ESTUDO DA EROSIVIDADE DA CHUVA EM SETE MUNICÍPIOS PARAENSES: BELÉM. BAGRE. RONDON DO PARÁ. No 236 BELÉM – PARÁ DEZEMBRO . CAPANEMA.2008 .

60 ANEXO D . Dr. Roberto Viseu Lima Pinheiro Belém 2006 . Orientador: Prof.MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE TCC ANTONIO FABRÍCIO FRANCO DOS SANTOS ASPECTOS GEOLÓGICOS DA ÁREA URBANA DA CIDADE DE NOVO REPARTIMENTO (PA) COM ÊNFASE NA GEOLOGIA ESTRUTURAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Geologia da Universidade Federal do Pará – UFPA. em cumprimento às exigências para obtenção do grau de Bacharel em Geologia.

Instituto de Geociências.:551. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Meteorologia) – Universidade Federal do Pará. : il. Atmosfera. CDD 20º ed. Belém. Universidade Federal do Pará. Edson José Paulino da Rocha. III. II. Primeiro Semestre de 2002. Faculdade de Meteorologia.5 . Rocha. 1. Título. – 2002 30 f. 2. José Valino Estudo de casos da turbulência associada à convecção atmosférica / José Valino Costa. Turbulência. Edson José Paulino da.61 ANEXO E .MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA (NO VERSO DA FOLHA DE ROSTO CONFECCIONADA NA BIBLIOTECA) Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação(CIP) Biblioteca Geólogo Raimundo Montenegro Garcia de Montalvão C837e Costa. I. orient. Orientador.

em cumprimento às exigências para obtenção do grau de Bacharel em Meteorologia. Edson José Paulino da Rocha .Membro Titulação Instituição .Orientador Doutor em Meteorologia Universidade Federal do Pará (Assinatura) Prof.MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DE TCC JOSÉ VALINO COSTA ESTUDO DE CASOS DA TURBULÊNCIA ASSOCIADA À CONVECÇÃO ATMOSFÉRICA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Meteorologia da Universidade Federal do Pará – UFPA. Nome .Membro Titulação Instituição (Assinatura) Prof.62 ANEXO F . Nome . Data de aprovação: ____/____/____ Conceito: ____________ Banca examinadora: (Assinatura) Prof.

meu primeiro e grande professor .63 ANEXO G .MODELO DE DEDICATÓRIA Ao meu pai.

Aos meus pais.(a) Midori Makino. amiga pra todas as horas. por ter me ingressado e instruído no campo da pesquisa científica. A Prof.64 ANEXO H . em especial a minha amiga Solange por sua sincera amizade . E a todos os outros professores do Departamento pelos conhecimentos a mim transmitidos no decorrer do curso. Ao CPGF/UFPA pela oportunidade de concretizar mais um importante passo na minha vida profissional e acadêmica. Aos bibliotecários. A minha namorada Keila.MODELO DE AGRADECIMENTOS AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus por ter me concedido o dom do conhecimento. e me incentivar a realizar uma pós – graduação. pela paciência e incentivo. contagiando tudo e a todos com sua energia. funcionários e bolsistas da biblioteca do Instituto pelo apoio e dedicação na orientação e disseminação da informação e também pela atenção recebida. A todos os amigos e amigas que fiz ao longo do Curso. Aos demais professores do Instituto de Geociências pelos ensinamentos e/ou contribuições ao meu trabalho. e ter me dado a paz de espírito necessária para superar obstáculos. Geraldo e Nazaré por sempre me incentivarem durante os estudos. A Prof(a) e Orientadora Júlia Cohen pela ajuda na elaboração deste trabalho.

MODELO DE EPÍGRAFE “Um assunto deve tratar-se mediante consenso para poder alcançar melhores resultados” Denis Chagnon .65 ANEXO I .

para diferentes intervalos de irradiância solar global. O albedo médio foi superior durante o período menos chuvoso quando comparado com o período chuvoso. entre 26/08 e 24/09/99. longitude 51o 31’ 45” W e altitude 60 m). Balanço de radiação. leste da Amazônia. O modelo desenvolvido para estimar o balanço de ondas longas apresentou um bom ajuste. . Condutância estomática.MODELO DE RESUMO NA LÍNGUA VERNÁCULA RESUMO Utilizou dados do projeto LBA (Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia) coletados na reserva florestal de Caxiuanã (latitude 01o 42’ 30” S. visando entender os controles biológicos e climáticos destes processos. e outro do período menos chuvoso.79. coletados no topo de uma torre micrometeorológica de 56 m de altura. Palavras-chave: Balanço de energia. Verificou-se que a condutância de superfície guarda uma relação exponencial inversa com o déficit de vapor de água atmosférico. Os elementos meteorológicos. compreendido entre 16/05 e 27/06/99. para dois períodos distintos. satisfatoriamente representada através de um modelo de estimativa gerado. foram medidos em uma estação meteorológica automática. Os fluxos de calor latente e calor sensível foram medidos através da técnica de covariância de vórtices turbulentos. Durante dias de céu claro.66 ANEXO J . com coeficiente de determinação de 0. Foram avaliados os componentes do balanço de radiação e balanço de energia. incluindo-se os quatro componentes do balanço de radiação. os valores médios dos componentes do balanço de radiação foram maiores no período seco. o balanço de radiação foi o dobro do observado para dias de céu nublado. O objetivo deste trabalho foi avaliar as variações temporais dos componentes balanço de radiação e balanço de energia. sendo um representativo do período chuvoso. Em geral.

Stomatic condutance. where we tried of understand the biological and climatics controls of this processes. It was found negative relation significative between surface ifferent bands of global solar radiation. During clear-sky conditions. The aim of this work was to check seasonal variations of both radiation and energy balance components. Radiation balance. ifferent e and vapour press deficit. the radiation balance value was twice that one observed during clouded days. The diurnal long wave radation balance estimated by the model used in this work showed a good adjustement to the collected data.67 ANEXO K . over . Both sensible and latent heat fluxes were carried out by using eddy covariance technics. during two ifferent at the top of a micrometeorological tower of 56 ifferent periods. representing both wet (16/05 to 27/06/99) and dry season (26/08 to 24/09/99). Not only meteorological variables but also four radiation balance components were measured at an automatic weather station. located at part east of Amazonia.MODELO DE RESUMO NA LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLESA) ABSTRACT Used data from LBA project (Large scale of Biosphere-Atmosphere Experiment of Amazonia) which was carried out at Caxiuanã Forest. Key words: Energy balance. In general. It was analized radiation and energy balance components m high. The mean albedo was higher during dry than wet season.79. having a coefficient of determination of 0. the mean values of the radiation balance components were higher during dry season.

......... 7 8 10 11 11 12 13 14 17 19 25 40 .................................................... Fotografia de testemunho de sondagem de rocha granítica....68 ANEXO L – MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 01 FIGURA 02 FIGURA 03 FIGURA 04 FIGURA 05 FIGURA 06 FIGURA 07 FIGURA 08 FIGURA 09 FIGURA 10 MAPA 01 FOTOGRAFIA 01 Mapa de localização do depósito do Sossego ...................................................... Províncias geocronológicas do Craton Amazônico.......... Fotomicrografia de cristal de albita com textura tipo tabuleiro de xadrez............ Seções geológicas NW-SE dos corpos Sequeirinho e Sossego......................... Fotomicrografia de matriz albítica (Alb) substituída por agregado de clorita......................... Fotomicrografia de cristal de plagioclásio com textura tabuleiro de xadrez. Mapa geológico do Bloco Norte da PMC............................ Mapa geológico do depósito do Sossego.............................................................. Geometria espacial aproximada do minério no corpo Sequeirinho.....................

............... 52 52 53 57 58 .... Subdivisão dos tipos climáticos com base no índice de eficiência térmica (evapotranspiração potencial anual) ..........................................................................................MODELO DE LISTA DE TABELAS LISTA DE TABELAS TABELA 01 TABELA 02 TABELA 03 TABELA 04 TABELA 05 TABELA 06 TABELA 07 - Localização da estações meteorológicas .................................. Períodos de dados disponíveis para cada parâmetro por estação ........................... Balanço hídrico para Carauari-AM ..................... 25 28 29 34 35 36 37 TABELA 08 - Subdivisão dos tipos climáticos com base na porcentagem da 37 41 evapotranspiração potencial no verão (ETV) .............69 ANEXO M ................................ TABELA 09 TABELA 10 TABELA 11 TABELA 12 TABELA 13 TABELA 14 - Temperatura média mensal compensada nas três estações ................... Classificação climática de Thornthwaite para Carauari .......................................................................... Balanço hídrico para Coari-AM ................................................... Caracterização dos instrumentos da estação meteorológica ......................... Tipos climáticos segundo Thornthwaite.................................................................. Classificação climática de Köppen ................................................................................................................... Balanço hídrico para Tefé-AM ............. Classificação climática de Thornthwaite para as regiões de Coari e Tefé ...................... Subdivisão dos tipos climáticos úmidos baseados no Ia .... baseado no Im ....

70 ANEXO N .Linhas de Instabilidade .Instituto Nacional de Meteorologia .Estudo Micrometeorológico em Manguezais .Museu Paraense Emílio Goeldi .World Meteorological Organization .Zona de Convergência Intertropical .Estação Meteorológica Automática .Manejo e Dinâmica de Áreas de Manguezais .Zentrum für Marine Tropenökologie .Universidade Federal do Pará .MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS (em ordem alfabética) BMBF EMA EMMA INMET LI MADAM MPEG UFPA WMO ZCIT ZMT .Ministério de Ciência e Tecnologia da Alemanha .

15).radiação solar global incidente na superfície.67 . W.fluxo de calor sensível.emissividade da superfície foliar . kg .massa específica do ar.constante psicrométrica. hPa . g kg-1 .pressão de saturação do vapor à temperatura Tf.variação no armazenamento de energia na biomassa e na coluna de ar. adimensional . kg m-3 . W m-2 . kg .m-2 K-4 ) a cp e es(Tf) .umidade específica de saturação.deficit de umidade específica do ar. hPa K-1 .m-2 .umidade específica do ar. W. hPa G H LE mar md mv P q qs Rg Rn rs α ∆q ∆V ε εa εf γ λ ρa σ .massa de ar.fluxo de calor no solo.m-2 .massa de vapor d’água. 10-8 W.razão entre Mw e Ma. s1/2 m-1 . W.albedo ou coeficiente de reflexão da radiação solar (ondas curtas) .saldo de radiação.m-2 .m-2 .pressão que o vapor d`água exerce na atmosfera. adimensional .m-2 .constante de Stefan-Boltzmann (σ = 5. W m-1 K-1 . g kg-1 .emissividade atmosférica.constante (eq. J kg-1 K-1 . W.condutividade térmica. g . g kg-1 .pressão atmosférica. W.71 ANEXO O – MODELO DE LISTA DE SÍMBOLOS LISTA DE SÍMBOLOS (em ordem alfabética) .calor específico do ar a pressão constante.fluxo de calor latente.massa de ar seco.resistência estomática (s m-1) . hPa .

...........................72 ANEXO P ......3 5 6 7 INTRODUÇÃO ............1 3............................ FILTRO DE VELOCIDADE......................................................................................................................................................................................... 13 16 18 18 19 20 26 26 29 35 39 45 50 56 61 62 63 ........................................ REFERÊNCIAS......... ONDAS HIPOTÉTICAS NIP E N..............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................2 4.................................................................................. CONTEÚDO DA SEÇÃO SÍSMICA........... APROXIMAÇÕES HIPERBÓLICA E PARABÓLICA DO TEMPO DE TRÂNSITO..... FORMA DA EQUAÇÃO DE ONDA......................................................... ALGORITMO DO EMPILHAMENTO.................................. APÊNDICE B – COMANDOS UTILIZADOS NO PACOTE DE PROGRAMA SU-CWP .................................................... MODELO GEOLÓGICO............................ MODELO SÍSMICO........................................................................... GEOMETRIAS DO LEVANTAMENTO E DO PROCESSAMENTO...................................................................................................1 4............................................................................. APÊNDICES..... O OPERADOR WHLP-CRS......................................................................2 3. APÊNDICE A – SIMBOLOGIA UTILIZADA ..............................................................3 4 4............................. RESULTADOS E CONCLUSÕES .....................................................................................................................................MODELO DE SUMÁRIO SUMÁRIO 1 2 3 3... OPERADOR DE EMPILHAMENTO CRS EM 2D....................

1). 3) Parte de livros (inclui capítulo. 1-7. TURCQ.org. Secretaria do Meio Ambiente. B. C. L. L. Amsterdam: Elsevier.73 ANEXO Q .]: Planeta DeAgostini. In: ______. In: LACERDA. 10 v.G. SUGUIO..com/palache/index. (Ed. Paleoclimatic changes and the carbon cycle. (Geoquímica ambiental. CD-ROM 9. São Paulo: Delta Estadão. Trimestral. KNOPPERS. 1935. Washington. 1981.. manuais.). Acesso em: 9 ago. WINDLEY.). Direção geral de André Koogan Breikmam. 1. dicionários etc. 1992.MODELOS DE REFERÊNCIAS As referências devem seguir os exemplos abaixo: 1) Livro no todo (inclui livros. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos.shtml>. K. Acesso em: 8 mar. enciclopédias. B.S. (Ed. (Ed. Paleoclimatic changes and the carbon cycle. p.endendendo/atual.br/sma. Rio de Janeiro: Bloch. catálogos.S.. 1). Rio de Janeiro: SBGq.l. 1999. Rio de Janeiro: SBGq.. fragmento e outras partes de uma obra). 1999. volume. Rio de Janeiro: IBGE. B. MORFOLOGIA dos artrópodes. D. 1982. Rio de Janeiro: IBGE. Enciclopédia e dicionário digital 98. LACERDA. Disponível em: <http://www. DC: U. 1998. TURCQ. 5) Publicação periódica como um todo (corresponde à referência de toda a coleção de um título de periódico).. B. 2) Livro no todo em meio eletrônico. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. A.bdt. The global evolution of the past climates. Disponível em: <http://simplethunking. The minerals of Franklin and Sterling Hill Sussex County. 1998. v. Precambrian rocks in the light of the plate tectonic concept. (Geological Survey Professional Paper. 1992. 1939BOLETIM GEOGRÁFICO. Entendendo o meio ambiente. A. B. Precambrian plate tectonics. 4) Parte de livros em meio eletrônico. 114 p. folhetos. (Geoquímica ambiental. 5 CD-ROM. KOOGAN. A. 180). 1943-1978. HOUAISS. D. KNOPPERS.). F. São Paulo. 2002. p.). 1-20.htm>. SÃO PAULO (Estado). REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. New Jersey.. ENCICLOPÉDIA ilustrada do Brasil. . In: KRÖNER. PALACE. [S.

. Rio de Janeiro. A. Geochronological constraints on the evolution of the Embu Complex. 10 mar. BOLETIM DO DEPLAN. CD-ROM. CAPUTO. boletim etc. Edição especial. M. v. jan. recensões. L. AS 500 maiores empresas do Brasil. números especiais e suplementos. bem como comunicações. Rio de Janeiro. (inclui volume. a paginação do artigo ou matéria precede a data. Rio de Janeiro. Geotimes. 9) Artigo e/ou matéria de revista. n. caderno ou parte. v. resenhas e outros). NUTMAN. 1 CD-ROM. 3 jun. P. 1997. 2003. Rio Claro: UNESP. 1984. boletim etc. 1999. 2. A. jornal. São Paulo. 25 abr. Plutonic rocks. Acesso em: 28 abr. 2002. resenhas e outros). boletim etc. números especiais e suplementos. ISSN 1519 8421. Disponível em: <www. 2002.ibict. N.. p. 903-910. O gás natural na matriz energética brasileira. entre outros.. inverno 1994. ISSN 1518-8353. Acesso em: 29 nov. Conjuntura Econômica. U. Nota: quando não houver seção. V. 18. 9. 14. sem título próprio). 7) Partes de revista. COUTINHO. Jornal do Brasil. DF: Ibict. . 26-30. 1988. J. 10) Artigo e/ou matéria de jornal (inclui comunicações. VIEIRA. G. Edição especial. M. V. L. p. A queda do cometa. STRECKEISEN. set. O Liberal. p. em meio eletrônico. 2002. editorial. Belém. HOLOS ENVIRONMENT. v. MP fiscaliza com autonomia total.74 6) Publicação periódica como um todo em meio eletrônico. 7. 38. 2002. CIONLINE. Journal of South American Earth Sciences. (inclui partes de publicações periódicas. Neo Interativa. recensões. Semestral. como: volumes. n. Brasília. editorial. p. LEAL. 8. n. C.com/science>. fascículos. Rio de Janeiro. Edição especial. 1973. LOPES. Disponível em: <http://sciencedirect. JORNAL DO BRASIL. 3. Rio de Janeiro: DEPLAN. M.br/cionline>. fascículo. CORDANI. reportagens. Brazil. reportagens. 8) Artigo e/ou matéria de revista. 1967. Caderno Painel. Classification and nomenclature recomended by the IUGS Subcommission on the Systematic of Igneous Rocks. com título próprio.

S. Disponível em: <http://www.html>. São Paulo. 262 f. M. 2001. Centro de Geociências. CAVALCANTI. 1997. GORAYEB. Anais. M. GASPAR. . 2001. 1998. 2004. A modelagem matemática associada ao sistema de informação geográfica como instrumento de previsão no estudo do impacto hidrogeológico de resevatórios. resultados. 4. Técnicas de cultivo do camarão de água doce do gênero macrobrachium e seus aspectos biológicos. R. 92 f. entre outras denominações). M. Petrologia e evolução crustal das rochas de alto grau de Porto Nacional-TO. Química: academia. 1996.75 11) Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico.. T.teses. 1996. 2002.br>. 1996. 14) Evento como um todo (inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do próprio evento. dissertações e outros trabalhos acadêmicos. 20. dissertações e outros trabalhos acadêmicos em meio eletrônico.. P. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Oceanografia) – Centro de Geociências. S. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) . físicos e sócio-econômico. ARRANJO tributário.. Belém. 12) Teses. 13) Teses. Disponível em: 21 mar.Universidade Federal do Pará. Disponível em: <http://www.br>. Electronic publishing at APS: it’s not just online journalism. Disponível em: <http://www. 1998. R.org/apsnews/1196/11965. Dissertação (Mestrado em Geoquímica e Petrologia) – Centro de Geociências. A.usp. 1998. Universidade de São Paulo. Nivaldo Alves. Poços de Caldas. anais. indústria. 1 CD-ROM. KELLY. 2003. Belém-Pa. 2004. Tese (Doutorado em Geoquímica e Petrologia) . P. Acesso em: 28 nov. P. como: atas.com. Recife. M. 2003. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química. REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA. Universidade Federal do Pará.diariodonordeste. 2002. Universidade Federal do Pará. Belém. MOURÃO. Tese (Doutorado em Geologia) – Instituto de Geociências. 27 nov. Los Angeles. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Recife: UFPe.Universidade Federal do Pará. ROSA. Descrição da pesca artesanal e industrial no município de Vigia. Centro de Geociências. Avaliação dos impactos da ocupação urbana sobre as águas da bacia hidrográfica do igarapé Mata Fome.aps. K. 1997. nov. 2003. 1996. Diário do Nordeste Online. 1996. sociedade: livro de resumos. Fortaleza. proceedings. APS News Online. Belém. 45 f.. Acesso em: 25 nov.

1 CD-ROM. L. F. Ceará. Proposta de um Gondwana Tropical no Neopaleozóico. C. COSTA.. Acesso em: 21 jan.23 – Y – D – II – 3).cptec. BACCHIEGA. 1996.. 1993. W... 1982. Anais eletrônicos. 1997. 106 p. 1996. O. 13. 106 p. Boletim de resumos. R. 2 v. Brasília. J... 11). CRUZ. 41.. SIMPÓSIO PALEONTOLÓGICO DO CONE SUL. 2002.htm>.ufpe. A.76 15) Evento como um todo em meio eletrônico.. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA.. 14. (Série Geologia Básica. Acesso em: 21 set. INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS-IPT..br/pesquisa/pessoal/andre. . In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PALEONTOLOGIA. Anais. Escola de Ciência da Informação.. Estado de São Paulo. Aplicação de mascaramento de nuvens e correção atmosférica na geração do índice de vegetação por diferença normalizada no CPTEC/INPE. São Leopoldo: CPRM. BIONDI. Reflexão sobre a criação de cursos de licenciatura em geologia/geociências com vistas aos ensinos fundamental e médio. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. (Série Geologia Básica. Brasília... COSTA. SOUZA. v. 1993. GIAROLLA. São Paulo. 1982. Geologia das Folhas Jacareí (SF. 1 CD-ROM. DF: MME. J. F. ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO..htm>. B. 1. 2.. Recife. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais. 18) Relatório técnico no todo. 11). J. A. 236.. p. FRANÇA. MACHADO. São Leopoldo.. 32.Projeto Jaibaras. escala 1:50. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. João Pessoa: SBG-NO.000.. LINS. DF: MME.br/anais/anais. Disponível em: <http://www. 2002. 1992.23 – Y – D – II – 2) e Pindamonhangaba (SF. João Pessoa.. 17) Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico.. 2005. HABEKOST.inpe. J. Resumos expandidos. 2003.propesq.. Piauí e Maranhão . Salvador: SBG. RÖSLER. A.. M. 16) Trabalho apresentado em evento (parte do evento). 452-464. p. 1990. Campinas. Geologia da Bacia de Jaibaras. Ceará. Belo Horizonte. et al. Kimberlitos. GONDIM. Recife: UFPe.. RICARDI. Piauí e Maranhão . B. Tremembé (SF. C. Geologia da bacia de Jaibaras. Anais. (Relatório nº 28732). C. Anais. M. 2003. 5. F. Salvador. M. C. Disponível em: <http://satelite.Projeto Jaibaras.23 – Y – B – VI – 3). 1992. 4. 2006... R. I. A.

). BRASIL. 1997. p. de. 1981. GROSSISAD. 1989. Unidade de Apoio..22 Tocantins. ato normativo. Uso potencial da terra. SANTOS. MAMEDE. Seismic delineation of oil and gas reservoirs using borehole geophones. C. 26 jun. p.24 Fortaleza. 3). Medidor digital multissensor de temperatura para solos. S. L. 1973. BR n. 2000. J. Folha SA. medida provisória. BRASIL. Brasília. 29514. Canadian Patents 1 106 957 and 1 114 937. 197-248. 22).23 São Luís e parte da Folha SA.569-9. instrução normativa. M. PI 8903105-9. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 26 jul. lei. Suplemento. Brasília. 1943. São Paulo. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos. AZEVEDO. In: Projeto RADAM BRASIL.in. PINTO. Lex: coletânea de legislação: edição federal. J. P. Decreto-lei nº 5. L. (Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil). J.br>. N. de 25 de julho de 2000. ROSS. v. H. EMBRAPA. (Org. Poder Executivo. L. V. C.452. ANSTEY. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. CUNHA. 7. (Levantamento de Recursos Naturais. Belo Horizonte: COMIG. Projeto Espinhaço em CD-ROM: texto e cartografia multimídia. DF. 30 maio 1995. Paulo Estevão Cruvinel. de 11 de dezembro de 1997. 2000. Seção 1. In: Projeto RADAM BRASIL. J. Belo Horizonte: CPRM. SP). (Ed. TUYAMA. 20) Relatório técnico em meio eletrônico. portaria. . p. Geomorfologia. 1976. 2000.995. Lei nº 9. Disponível em: <http://www.. Medida provisória nº 1. decreto. 21) Patente. 23) Legislação em meio eletrônico. L. Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2001 e dá outras providências. 1997. resolução do Senado Federal. BRASIL. Projeto Leste. 3-47. entre outros). (Levantamento de Recursos Naturais. Rio de Janeiro: MME. DF. 1 CD-ROM. 14 dez. Acesso em: 11 ago. G. Desvendando as riquezas de Minas Gerais: mapa geológico integrado – etapa 1. 1 CD-ROM contendo 27 mapas.).. Folha SC. de 1 de maio de 1943. Rio de Janeiro: MME. emenda constitucional.gov. 22) Legislação (inclui a Constituição.77 19) Parte de relatório técnico.

Escala 1:40.bdt. 1999. Inclui resumos padronizados das normas jurídicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999. COMPANHIA DE PESQUISAS E RECURSOS MINERAIS. ATLAS Mirador Internacional. ÁCAROS no Estado de São Paulo. 4 e 5. Ministério das Minas e Energia. programas. 1 DVD. Escalas variam.br/acaro/sp/>. listas de discussão. DA MAGIA à sedução. Escala 1:5. 26) Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico (inclui bases de dados.flmnh. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY.250. Base de Dados Tropical. Segundo a ABNT (NBR-6023.jpg>. e desaparecem rapidamente. 2000. Departamento Nacional de Produção Mineral. 1 mapa. arquivos em disco rígido. Escala 1:1. 1 fotografia aérea. 1985.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil. Disponível em: <http://www. Atlas dos recursos hídricos subterrâneos do Ceará.000. 1 atlas. 2000.l. bibliografia brasileira de Direito.). conjuntos de programas e mensagens eletrônicas entre outros). Fortaleza.ufl. A. 1999. Gainesville. 1 mapa.000. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.000. 2002. 1 mapa. P. Mapa tectônico do Brasil. 1987-1988. 4 e composição colorida 3. BRASIL. ed. Mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal. sites.]: Warners Bros. ed. DF: Senado Federal.org. Acesso em: 30 maio 2002. não sendo recomendável seu uso como fonte científica ou técnica de pesquisa. DVD. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 1971.fat. p.000. LANDSAT TM 5: imagem de satélite. fotografia aérea etc. Mapa gemológico do Estado da Bahia: texto explicativo. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks.000. col. atlas. Salvador: CPRM. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ANDRÉ TOSELLO”. Disponível em: <http://www. interpessoal e efêmero. 7. 24) Materiais especiais (mapa. assim como textos integrais de diversas normas. Rio de Janeiro: DNPM.78 LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais. Escala 1: 100. . Canais 3. col. Brasília. A.000. Produção de Di Novi Pictures e Fortis Films. 1 CD-ROM. color. 13) as mensagens que circulam por intermédio do correio eletrônico devem ser referenciadas somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o assunto em discussão. 1981. COUTO. Direção de Griffin Dunne. [S. 2. 100 cm x 110 cm.. 1 CD-ROM. 1 CD-ROM. Acesso em: 15 jan. [2000?]. 25) Materiais especiais em meio eletrônico.

. CAMPAL. M. P. trabalhos não publicados. MENICUCCI FILHO. 1984. Apostila. 1107. 130-134. H. em geral. 5 disquetes. temos: publicações no prelo.n. do livro e do evento. 1994. 1986. A study of the influence of magnetic susceptibility on MT response. K. Geologia. 1962. P. Inédito. J. p. como resenhas. Ensaios sobre mineração. 1987. Isotop and Geology. de livros. n. Journal of Geophysics. Cosmochronology. 2005. 32 f. v. Entrevista concedida a Ricardo Barbosa. Valores de pH de águas amazônicas. Como notas. P. recensões. No prelo. T. (Ed. 5. N. Tubarão. 1952. São aquelas que acrescentam informações complementares para melhor identificar um determinado documento. Mensagem recebida por UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. KAWASHITA. Notas de aula. LI. Belém. 1960. São Paulo: Ícone. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. M. Belo Horizonte: Escola de Engenharia da UFMG. abr. Abstracts… . W. jan. 2000. J. Apresentado em International Conference on Geochronology. RENNE. e outros.com.. C. Berkeley.]. v. Vitória: [s. Essas informações devem ser apresentadas ao final da referência e. Geological Survey of the United States. P. 1981. Recife: [s.].79 ACCIOLY. Cometas: do mito à ciência. X. 27) Referências com notas especiais. SIOLI. S. B. São Paulo. apostilas. R. C. Biblioteca Central. I. entrevistas. Separata de: Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi: Nova série. p.. MATSUDA. separatas. Curitiba. Separata de: FERREIRA. Pedro Nava: inédito.). F. destaca-se o título do periódico. São Paulo. entre outras. BOSSI. separatas (tiragens avulsas de parte de uma publicação) de periódicos. 1998. 8. NAVA. A.doc. em alguns casos. p. Estradas de ferro e rodagem. 1994. SATO. 40 Ar – 39 Ar and RBLSR geochronology of the proterozoic Uruguayan dike swarm (Uruguay) South America: tectonic significance. Juiz de Fora: Esdeva. sem destaque tipográfico. 30. Exploração do ferro está proibida.. Publicação eletrônica [mensagem <mtmendes@uol. SC. Normas. K. TEIXEIRA. COELHO. p. pessoal]. 20. J. 318. 1.. Espectrometria de massas em geologia isotópica. Circular. CAO.n. FERREIRA. 2. Vitória: Minerar. RIBEIRO. n. Resenha de: SANTOS. Compêndio de mineração. de anais de eventos. 2000. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje.. n..br> em 26 jan. Geologia USP: Série Científica. 1978. porém. 1-37. In press MARQUES.

BIODIVERSIDADE: (i) Abrangência de todas as espécies de plantas. é o estrato superior da formação vegetal da região. ABSORÇÃO: de energia radiante. Aplicável. expressa em porcentagem. Retirada de radiação de um feixe de radiação solar ou terrestre.80 ANEXO R – MODELO DE GLOSSÁRIO GLOSSÁRIO ABIÓTICO: (i) dos compostos que formam o meio. ALBEDO: Relação entre a quantidade de radiação solar refletida por uma superfície e a radiação solar incidente sobre ela. sobretudo. É uma totalidade . por exemplo. diversidade em espécies e diversidade de ecossistemas. estendendo-se por um determinado espaço de dimensões variáveis. É exatamente essa variação intra-específica que permite que a evolução se processe entre formas semelhantes. ou seja. espécies ou gens. BALANÇO DE ENERGIA: (i) Equação que relaciona o fluxo de radiação em uma parte da superfície da Terra. composta pelo conjunto das copas das plantas lenhosas mais altas. incluindo número e freqüência de ecossistemas. que caracterizam um determinado lugar. animais e microorganismos. a parte que não é viva. química ou térmica). caracterizando determinadas estruturas e funções. O albedo do sistema Terra-atmosfera. Compreende também a grande variação genética que normalmente existe no âmbito de cada espécie. Camada de folhagem contínua de uma floresta. em uma visão coletiva. nos organismos vivos existentes em nosso planeta. ecológicos e bióticos. por evaporação ou condensação. arvoredo ou cerradão. (ii) componente do ecossistema que não inclui os seres vivos. à vegetação mais fechada. (ii) Fluxo de ganho. x. numa dada assembléia. é estimado em cerca de 30%. ECOSSISTEMA: (i) Sistemas naturais ou artificiais. Grau de variedade da natureza. e dos ecossistemas e processos ecológicos dos quais são parte. ao calor perdido ou ganho por condução para/ou de uma camada abaixo. Geralmente consideram-se três níveis: diversidade genética. limitados por um espaço físico. O calor é perdido ou ganho para/ou da atmosfera. perda e armazenamento de energia por um organismo. onde interagem fatores bióticos e abióticos. convertendo-a em outra forma de energia (elétrica. e a perda ou ganho da superfície. (ii) É a variabilidade genética que existe na biosfera. DOSSEL: Na estrutura da vegetação. população ou ecossistema. diversidade biológica. Ver pág. (ii) Conjunto integrado de fatores físicos. por processos de difusão molecular. Sin. (iii) substrato físico sem seres vivos.

impedindo o movimento ascendente do ar atmosférico. considerando-se pequenas áreas. Além das clorofilas a e b. INSOLAÇÃO: Exposição à radiação solar. entre muitas outras). porém a porcentagem de variação dessa constante é. MICROCLIMA: Variação local de parâmetros climáticos. ficoeritrinas e ficocianinas são pigmentos que participam do processo. utilizando água e gás carbônico e produzindo glicose e oxigênio. com grande variação de salinidade. Em locais industrializados. às quais se associam outros componentes vegetais e animais. O ecossistema forma uma unidade fundamental do meio físico e biótico. poeira e umidade na atmosfera estão continuamente alterando a quantidade de energia radiante transmitida para a Terra. brejo. floresta de terra firme. com horizonte glei dentro de 60 cm da superfície. adaptados a um solo periodicamente inundado pelas marés. podendo ocasionar problemas de saúde em muitos indivíduos. INVERSÃO TÉRMICA: Condição em que uma camada de ar quente se sobrepõe a uma camada de ar frio. pequena. MANGUEZAL: Ecossistema costeiro tropical. As mudanças nas condições de nebulosidade. que geram produtos utilizáveis a curto ou longo prazo. isto é. cerradões e pradarias. EVAPOTRANSPIRAÇÃO: Perda combinada de água de uma dada área. em que coexistem e interagem uma base inorgânica e uma base orgânica. GLEISSOLO: Classe de solos minerais. turfeira. dominado por espécies vegetais típicas (mangues). FOTOSSÍNTESE: Processo em que um organismo transforma energia luminosa em energia de ligação química. utilizando simultânea e sucessivamente. expressa em mm ou cm por dia. gerando produtos específicos (manguezais.81 integrada e sistêmica que envolve fatores abióticos e bióticos em sua funcionalidade e processos metabólicos. onde a ciclagem dos recursos através de um ou vários níveis tróficos é feita por agentes mais ou menos fixos. varia com a energia real emitida pelo Sol. na maioria das vezes. carotenóides. biogeocenose. constituídas por organismos vivos. Constitui um dos ecossistemas mais produtivos do planeta. hidromórficos. (iii) Espaço limitado. . processos mutuamente compatíveis. a inversão térmica leva à retenção dos poluentes nas camadas mais baixas. por evaporação através da superfície do solo e pela transpiração dos organismos. A quantidade de insolação recebida varia com a constante solar. Sin.

PRESSÃO DE VAPOR: Pressão exercida pelo vapor d’água na atmosfera. ii) Aquela caracterizada por um clima com altas temperaturas. PRESSÃO DE SATURAÇÃO DE VAPOR: Valor máximo que pode atingir a pressão de vapor d’água no ar. Sin. umidade e chuva. Pressão de vapor quando o ar está saturado. confinado a um certo volume de ar. através de uma membrana ou dos poros. A umidade específica é normalmente expressa em gramas de vapor d’água por quilogramas de ar. . e ocasionalmente geadas fracas. RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL: Aquela solar direta mais a difusa do céu. a uma dada temperatura. UMIDADE ESPECÍFICA: Massa de vapor d’água contida na unidade de massa de ar.82 MICROMETEOROLOGIA: Ramo da Meteorologia que estuda os fenômenos meteorológicos em pequena escala. TRANSPIRAÇÃO: Perda d’água por um organismo. recebida por uma unidade de área da superfície terrestre horizontal. radiação global. e que contribui para a pressão atmosférica. ZONA TROPICAL: i) Aquela situada entre o Trópico de Câncer (23o27’N) e o Trópico de Capricórnio (23o27’S).

314. p. p. 20 Anhangá (Mito). 288-289.83 ANEXO S – MODELO DE ÍNDICE DE ASSUNTOS ÍNDICE DE ASSUNTOS A Ajuricava ver Guerreiros Ajuru. p. Rio. 299 Anambé. 179. p. 243-250. 309. 293. 162-163. 157 B Baitagogo ver Caciques . p. 336 Akaké ver Homens Akalapijéima ver Caçadores Amantes. 112. p. 147 Amendoim. 210 Amazonas. 218. p. 176 Amazonas (Lenda).

Fonte: Ribeiro (2001) .84 ANEXO T .MODELO DE FIGURA an em ôm etro direção solarím etro psicrôm etro Saldo radiôm etro FIGURA 4 .Esquema da estação meteorológica automática instalada no topo da torre micrometeorológica no manguezal.

MODELO DE TABELA TABELA 21 – Razão iônica entre Na+ / CT e SO4 2-/Na+ em amostras de água de chuva coletadas no ponto INMET.48 SO4 2.51 1 . ocorridas em Belém durante o ano de 2005. Data do evento Jan (28) Fev (18) Fev (25) Mar (2) Out (3) Dez (15) Fonte: Sanjad (2007) Na+ / CT 0.39 0.72 0.31 0.95 0 0 0 0./ Na+ 1.19 0.85 ANEXO U .63 0.

8 Fonte: Sena (2006) .86 ANEXO V .5 30.02 32.83 5.9 30.66 40.86 5.0 59.3 56.4 51.2 53.02 5.9 6.66 39.8 29.33 38.6 Alcalinidade (mg/l CaCo3) 12 12 12 10 11 9.07 6.2 11.33 38.85 mps 35.8 21 32.0 55.66 Condutividade (µS/cm) 26.14 5.33 37 28.95 6.8 36 35. Empresas A1 A2 A3 Distância da margem (m) 0 50 100 200 0 50 100 200 0 50 100 200 Cor verdadeira 83 71 83 98 72 94 90 105 72 74 75 98 pH (25ºC) 6.1 54.66 39.5 10 10 12 9 10 12 Empresas A1 A2 A3 Turbidez (NTU) 57.MODELO DE TABELA TABELA 6 – Parâmetros medidos em maio de 2005.0 39.33 41 43.8 52.74 5.1 56.5 52.3 51.07 5.04 31.9 5.7 27.0 39.77 5.9 55.

1 . Monografia de Curso de Especialização. siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução Desenvolvimento Dependendo da natureza do estudo(experimental e/ou de campo) estrutura-se: TEXTUAIS Revisão da Literatura Metodologia Resultados Discussão Conclusão Referências (obrigatório) Glossário (opcional) PÓS -TEXTUAIS Apêndice (s) (opcional) Anexo (s) (opcional) Índice (s) (opcional) __________________________ Recomendações do Sistema de Bibliotecas da UFPA para serem adotadas nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação da UFPA. Dissertação e Tese) é imprescindível a observância de normas sobre Documentação1 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). figuras (opcional) Lista de Tabelas (opcional) Lista de abreviaturas. 2006 Na elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos de cursos de graduação e pós-graduação (TCC.87 ANEXO W – ESTRUTURA E FORMATAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ BIBLIOTECA CENTRAL DIVISÃO DE PRODUÇÃO DA INFORMAÇÃO SEÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS Conforme NBR 14724 de jan. elaboradas pela Divisão de Produção da Informação da BC/UFPA. Quadro 1 -Síntese da estrutura do trabalho acadêmico PARTES ELEMENTOS INTEGRANTES Capa (obrigatório) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafe (opcional) PRÉ-TEXTUAIS Resumo na língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (obrigatório) Lista de Ilustrações: lista de quadros.

Utilizar apenas o anverso da folha. embora só devam ser numeradas a partir da primeira folha da parte textual. orientador e a área de concentração. legendas das ilustrações e tabelas. Os títulos das Seções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços 1.7 cm). contar também a folha que traz a ficha catalográfica. notas de rodapé. a ficha catalográfica. exceto o verso da folha de rosto.5 cm. . Para referências. paginação e legendas das ilustrações e tabelas. Digitar as notas de rodapé dentro do espaço das margens. a nota de natureza do trabalho. espaço 1. o orientador e a área de concentração utilizar espaço simples. 2006 PAPEL Cor branca. ficha catalográfica. Conta-se a partir da folha de rosto. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3cm. que traz a ficha catalográfica. ENTRELINHAS Para o texto corrido. MARGENS Superior Inferior Esquerda Direita 3cm 2cm 3cm 2cm TIPO E CORPO DE LETRA Recomenda-se o uso da fonte tamanho 12 Arial ou Times New Roman para o texto e tamanho menor para as citações de mais de três linhas. espaço simples e entre elas espaço duplo. a 2 cm das bordas superior e direita da folha. a partir da margem esquerda. Para citações longas com mais de 3 linhas. no canto superior direito. com algarismos arábicos. formato oficial A4 ( 21 cm x 29. NÚMEROS DE PÁGINAS Numerar as páginas seqüencialmente. ou seja.88 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ BIBLIOTECA CENTRAL DIVISÃO DE PRODUÇÃO DA INFORMAÇÃO SEÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO FORMATAÇÃO GRÁFICA: recomendações Conforme NBR 14724: jan. notas de rodapé. da folha da Introdução. nota de natureza.5.

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