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FÍSICA 2 EDITORADA

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Caro Aluno

 

O Vestibular por Assunto é uma publicação do Colégio MOTIVA Campina Grande e João Pessoa Colégio MOTIVA Direção Prof Carlos Barbosa Profª Jane Eyre Vice Direção Prof Stellio Mendes Companhia do Vestibular Édson Fernandes Assessoria de Comunicação Zélio Sales Vestibular por Assunto Coordenação Editorial Stellio Mendes Editoração Eletrônica Scheila Pereira Capa Júlio César

Esta edição do Vestibular por Assunto contempla as questões de Física referentes aos conteúdos de 2º Ano. É mais uma oportunidade de você revisar, através dos exercícios, os conteúdos vistos em sala. Na página 34, você encontrará os gabaritos e resoluções dos quesitos aqui propostos. Bom estudo! Sua Escola

Este caderno contém questões selecionadas das seguintes Universidades: UFF UFPE ITA UFC UNICAMP FUVEST UEPB ESPCEX UFPI UFCG UECE UFPB UPE UFBA UFRN

(*) Todos os direitos reservados ao Colégio MOTIVA

40

 

1

 

 
8. (FUVEST 2008 – 2ª etapa) a) Pela propriedade do foco imagem, aplicada à lente convergente, temos:

 

b) Pela propriedade do centro óptico, aplicada à lente convergente, temos:

c) Pela propriedade do centro óptico, aplicada à lente convergente, vem:

2

 

39

 

temos:v = ΔS = 0. (UECE 2009 – 2ª etapa) A 3.ΔH d . no referencial de Gauss p = 90 cm e p' = 45 cm são positivos.16 ⋅ 4. a partir do esquema representado. Nessas condições. (UFPE 2009 – I Etapa) Duas escalas termométricas. (UFPI 2009 – 2º ano) D 7. Portanto. a uma variação de: a) 10 °Y b) 20 °Y c) 30 °Y d) 40 °Y e) 50 °Y 2.2 m. Desejando medir a temperatura de uma substância X com o termômetro. Como os raios são paralelos ao eixo das lentes a imagem formada por L1 estará no seu foco a uma distância s = f . 1 1 1+2 3 1 = + = + = = = f p p ' 90 45 90 90 30 1 1 1 V = D Logo. colocando o termômetro em gelo fundente. temos: b) Como Δt a 2 distância entre duas cristas V = λf ⇒ 0. Baseado nessas informações. (UFF 2009 – 2ª etapa) + 1 s' = f 1. e uma haste de cobre de comprimento LC tem coeficiente de dilatação linear αC. quando as hastes estão sendo aquecidas ou resfriadas.1 ⋅ 0. (UPE 2009) Uma haste de aço de comprimento LA tem coeficiente de dilatação linear αA. Pode-se afirmar que uma variação de temperatura de 30 °X corresponde. é de a) 65 °C b) 52 °C c) 48 °C d) 40 °C d) 32 °C Q ΔE p = M A ⋅ g ⋅ Δ H ⇒ Q = m ⋅ C p (T 2 − T1 ) m = d ⋅ S ⋅ H1 R = M A . ele adotou o seguinte procedimento: sob a condição de pressão normal (1 atm). o comprimento da coluna de mercúrio passou a ser de 2 cm. 0 ⋅ 1. (ESPCEX 2009) Um cientista dispõe de um termômetro de mercúrio com a escala totalmente ilegível.5 Hz c) Entre os instantes 2 s e 6 s. está completamente cheio de mercúrio a 20 °C. 3 = D 6−2 ⇒ D = 1. °X e °Y. (UFPI 2009 – 2º ano) B 6. Ambas se encontram a uma temperatura inicial de 0ºC. (UFF 2009 – 1ª etapa) E 4. TX e TY. A distância entre a imagem e a lente L2 é calculada pela equação: Termologia – Dilatação 1. O sinal negativo indica que a imagem está no lado direito de L2. 6 ⇒ V = 0.  R = ΔE p   Termologia – Termometria 1. 6 ⋅ f ⇒ f = 0. 2 m A distância focal da lente é f= 30 cm. em t = 2s. Resolvendo a equação d) obtemos s’= -f(f .H 1 . Logo. Após esse procedimento. que corresponde a dois quadrículos. 3 m/s sucessivas é λ = 0.40 cm . têm suas respectivas temperaturas. ele colocou o termômetro em contato com a substância X e encontrou o comprimento de 5. ⇒ R = 3% 21. Utilizando o conceito de fonte imagem (P’). em graus Celsius. a quantidade de mercúrio que transbordará do recipiente ou dilatação aparente será de: 38   3   . é CORRETO afirmar que L vale a) LC ⎜ ⎛ αA ⎞ − αA ⎟ ⎝ αC ⎠ ⎛ αC ⎝ αA ⎞ − 1⎟ ⎠ b) LC ⎜1 − ⎝ ⎛ αC ⎞ ⎟ αA ⎠ c) LC ⎜1 + ⎝ ⎛ αC ⎞ ⎟ αA ⎠ 1 f −D Óptica Geométrica: Lentes 1.S .C p (T 2 − T1 ) ⇒R = 160 ⋅ 10 ⋅ 2. (FUVEST 2008 – 2ª etapa) a) De acordo com as figuras dadas. a diferença ΔL = LA – LC entre seus comprimentos permanece constante. posteriormente. da equação fundamental da ondulatória. mergulhou o termômetro na água em ebulição e observou que a coluna de mercúrio atingiu o comprimento de 10 cm.2 cm para a coluna de mercúrio. pirex.g . a frente de onda percorre 1 quadrículo em ∆t = 2s. 0 ⋅ 103 ⋅ ( 450 − 300 ) a) A área da sombra aumenta (diagrama) b) Os pontos F1 e F2 do diagrama abaixo são os focos da lente. (UFPI 2009 – 2º ano) B 5. (UFC 2009 – 1ª ETAPA) Um recipiente de vidro. 3 = 0.D para a lente L2. (UFPE 2009 – 2ª etapa) 40 Justificativa: A imagem formada por L1 atuará como o objeto para a lente L2. Quando a temperatura do recipiente e do líquido for de 120 °C. relacionadas pela expressão 2TX – 3TY + 5 = 0.6 m. a frente de onda percorreu 1. a frente de onda percorreu uma distância D dada por: c) Objeto e imagem são reais. podemos representar o seguinte esquema: Δt ' ⇒ 0. Sabendo-se que.D)/D = . 2. Como 1 quadrículo corresponde a 0. 0 ⇒ 1. na escala °Y. cujo volume é 100 cm3. a temperatura da substância X medida pelo cientista.6 m. LC ⎜ e) LC (α A + αC ) 2.

marcando as forças que atuam sobre a plataforma. os coeficientes de dilatação superficial βX. βZ>βW e βY= βZ. 0. βY. (UFPE 2009 – 1ª etapa) D 13. Portanto. vem: V1 V 2 = S ⋅ H1 S ⋅ H 2 4 6 T1 T 2 ⇒ = ⇒ = ⇒ T1 T2 300 T 2 V = S ⋅H ⇒ T 2 = 450 K sen θ = (l 1 − l2 ) Portanto. vem: Do equilíbrio. (UFPI 2009 – 2º ano) D 2. À temperatura ambiente.1 . Se as duas peças forem aquecidas uniforme e simultaneamente. e) Z for o metal do anel e X for o metal do pino. já que o k1 + k2 comprimento sem deformação somado das duas molas é 2L. Temos k = 2 π / λ e ω = λ é o comprimento de onda e T 4   37   . S = MA . é correto afirmar que o pino se soltará do anel se a) Y for o metal do anel e X for o metal do pino. (UEPB 2009) A 3. βZ e βW. g + P 0 . (UFC 2008 – 1ª etapa) E 7. 10 + +1. Ondas 1.00 . (UEPB 2009) A 4.2. b) Y for o metal do anel e Z for o metal do pino. 0. da Lei de Charles. (UFPE 2009 – 1ª etapa) A 10.2. em que k1=2k2. (UECE 2009 – 2ª etapa)C 16. construídas de materiais diferentes. 34 m f 10 θ corresponde a = 0.91 cm3 e) 2. (ESPCEX 2009) Quatro metais diferentes X. A figura abaixo mostra uma peça onde um anel envolve um pino de forma concêntrica. respectivamente. (UFPE 2009 – 2ª etapa) 85 Justificativa: O primeiro EPE = k1k2 1 1 1 K eq L2 = L2 = k1 L2 = k2 L2 2 2(k1 + k2 ) 6 3 l1 − l 2 = λ mínimo . sua velocidade pode ser obtida igualando a energia potencial armazenada no conjunto de molas com a energia cinética da massa M no instante da perda de contato. Com base na figura abaixo.25 = 4 m e T A velocidade da onda é λ /T = 3 m/s. (UFCG 2009 – 1ª etapa) E 11. a energia armazenada no sistema é 18. tem uma constante elástica equivalente é o período. onde Dilatação 1. O ângulo V 340 = 3 = 0. 3   3. II.82 cm3 d) 1. são aquecidas de 0 a 100 °C. d) X for o metal do anel e W for o metal do pino.3. (UECE 2009 – 2ª etapa) A 17. (UFC 2008 – 1ª etapa) D 6. (UFPB 2009 – PSS1) B 15. 105 . As relações entre os coeficientes de dilatação são: βX>βY. Y. 0. 105 Pa b) Sendo a transformação isobárica. 085x 10 = 0. (UFC 2008 – 2ª ETAPA) Duas barras. S. Portanto. (UFC 2009 – 2ª etapa) a) O conjunto composto pelas duas molas de constantes elásticas k1 e k2.16 ⇒ ⇒ P1 = 1. onde ocorre e quando são as .00 cm3 3.4 8.10-5 ºC-1 a) 0. (FUVEST 2008 – 2ª etapa) a) Sabendo-se que F = P . o pino está preso ao anel. determine: c) A eficiência R é dada por: ω t). e o anel e o pino são feitos de metais diferentes. (UFPB 2009 – PSS1) A 12.1.09 cm b) 1. (UFC 2009 – 1ª etapa) C 5.16 = 160 . 085 ≅ tgθ 2 Portanto: Y = (tg θ ) D = 0.73 cm3 c) 1. (UPE 2009) B 9. temos: P 1 . 2 3 distâncias das fontes ao primeiro mínimo e λ é o comprimento de onda dado por λ= 2 l1 l2 . a qual fornece informações sobre as dilatações lineares sofridas pelas barras. c) W for o metal do anel e Z for o metal do pino. Assim: 2 Mv0 1 = k2 L2 . = 1/0. (UFPE 2009 – 2ª etapa) 03 Justificativa: A forma da função de onda é do tipo y = Asen(kx – 2 π /T. 85 m = 85 cm 19.75 = 4/3 s. b) Ao ser liberada a massa M.  Dados: coeficiente de dilatação volumétrico do mercúrio γHg = 18. kk keq = 1 2 e está comprimido de L. (UPE 2009) I.9. dada por: v = λ = 1/0. 2k2 L2 k L2 = 1 v0 = 3M 3M . A e B.10-5 ºC-1 e coeficiente de dilatação volumétrico do vidro pirex γvp = 0. (UFC 2009 – 1ª etapa) C 20. (UFCG 2009 – 1ª etapa) E 14. Z e W possuem. associadas em série. os quais são constantes para a situação a ser considerada e a seguir. S ⇒ ⇒ P1 .

0 kg de gelo a . 106 J/kg. b) determine a quantidade de calor que deve ser adicionada ao calorímetro para transformar o gelo a 0 °C em líquido a 0 °C. para qualquer ângulo igual ou superior a L. anualmente. 105 Pa). logo a 8 4 velocidade angular do prisma deve ser igual a ω= π π = = 3272. portanto. como sendo Lv = 2. 3 de volta para que o feixe encontre a 9. Ondas – Acústica 1. b) A razão entre os coeficientes de dilatação linear das barras A e B.26 . 4 ⋅ 10 −4 s . (UFRN 2009) D 4. Nesse caso.1 × 103 J/kg °C • Calor latente de fusão do gelo: Lfg = 3. . o processo de transformação dessa quantidade de gelo em água. (FUVEST 2009 – 1ª etapa) C Ondas – MHS 1. 3. onde n1 é o índice de refração do meio onde está o raio incidente. deve existir uma diferença de índice de refração do cristalino (a lente convergente do olho humano) e o meio. então f ≅ 5. (UFPE 2009 – 1ª etapa) C 2. Considerando o calor latente de vaporização da água. c) considerando que. n1 é denotado por n. e n2 é o índice de refração do ar.18 ⋅ 102 Hz 5. Seu volume no estado líquido é VL = 1. 7. nada passa pela face BC. determine a quantidade de calor necessária para realizar. Sabe-se que 1 8 de volta corresponde a um deslocamento angular de 2π = π rad. IV 5. para essa pressão. o aquecimento global deve-se a fatores tais como o processo de decomposição natural de florestas.75 L. vale a) 2500 b) 1320 c) 3200 d) 2093 e) 2403 ≥ 1 n ou ainda n≥ 1 8 2 3.00 g de água evapore isobaricamente à pressão atmosférica (1. (UECE 2009 – 2ª etapa) A face B em condições de refleti-lo para a luneta. Portanto. portanto a condição sobre n será: sen 600 a) Os coeficientes de dilatação linear das barras A e B. (UFPE 2009 – 1ª etapa) C 2. v 300000 Nesse intervalo de tempo o prisma deverá girar igual ou superior ao ângulo crítico. O Homem Invisível não poderia enxergar! Para tornar-se invisível todo o seu corpo deveria ter o mesmo índice de refração do ar.30 ºC. (UFCG 2009 – 2ª etapa) O relato não está correto. observa-se que o ângulo de incidência do raio na superfície interna BC é também 60°. (UFC 2008 – 2ª etapa) Uma vez que os ângulos internos do prisma são todos iguais a 60°. (UFPB 2009 – PSS1) I.3 L)/2 = 0.3 ×105 J/kg A partir dessas informações. a variação de energia interna. (UFRN 2009) Segundo pesquisadores.atm = 75 J. um estudante utilizou um calorímetro contendo um bloco de 1. 6 ⋅ 10 −4 ω=2π f. o raio é refletido com um ângulo de 60° e. No nosso caso.0 x 1013 kg/ano. III. com conseqüente derretimento das calotas polares e aumento do nível médio dos oceanos. Q = (5p ∆V)/2 = =5 (1 atm x 0. (UFPE 2009 – 1ª etapa) A 4. sendo a velocidade da luz igual a 300 000km/s. emergindo pela face AC. Tentando simular o processo de derretimento das calotas polares em escala de laboratório. (UECE 2009 – 2ª etapa) B 8.00 cm3 e no estado de vapor é Vv = 1671 cm3. o tempo para o feixe ir e voltar é igual a t = d = 72 = 2. (UEPB 2009) D 2. haverá reflexão total. os quais contribuem para as alterações climáticas.5 rad/s 4t 9. Dados: • Quantidade de calor sensível recebido ou cedido por uma substância: Q = mc∆T • Quantidade de calor latente recebido ou cedido por uma substância durante uma mudança de estado físico: Q = mL • Calor específico do gelo:cg = 2. por geometria. (UFF 2009 – 1ª etapa) D 7. no caso. (UEPB 2009) B 3. fazendo um ângulo de 90° e.0 . quando a água se transforma em vapor. as erupções vulcânicas. como o ângulo de incidência na superfície BC é 60°. sendo que. a temperatura média do gelo é cerca de -30 ºC e que a massa média de gelo derretida (entre 2003 e 2007) foi de 8. 2. II 6. no norte da Groenlândia. temos W = p∆V e ∆E = cv ∆T = cv (p ∆V/R) = (3R/2) (p ∆V/R) = (3p ∆V)/2. Para o caso do olho. (UFRN 2009) C Óptica Geométrica – Fundamentos 1.  Da primeira Leia da Termodinâmica podemos escrever ΔE = Q – W Q = ΔE + W Em uma transformação isobárica de um mol de gás ideal. O ângulo crítico é dado pela fórmula:   sen L = n2 n1 . incide na superfície AC. (UFPB 2009 – PSS1) I. Se esse ângulo for 36   5   . para que o raio não passe pela face BC. Por outro lado. (ITA 2009) A 3. e n2 é o índice de refração do outro meio. o ar. em joules. admitido como igual a 1. (UFPE 2009 – 1ª etapa) E 6. (UPE 2009) A Óptica Geométrica 1. o aumento da atividade solar. (UFBA 2009 – 2ª etapa) A distância de ida e volta do prisma até o espelho é de 72km. além das atividades humanas. ao qual foi adicionada certa quantidade de calor. esse deve ser o ângulo crítico. a) determine a quantidade de calor que deve ser adicionada ao calorímetro para elevar a temperatura do gelo de -30 ºC para 0 ºC. (UPE 2009) Suponha que 1.

(ITA 2009) Processo BC: Como o volume permaneceu constante. (UFF 2009 – 1ª etapa) B 2. O coeficiente de atrito entre os esquis e a neve é de 0. que ele deve percorrer para derreter 1 kg de neve vale a) 3. mesmo sabendo-se que todos foram cozidos juntos e saíram ao mesmo tempo da panela? Assinale a alternativa que traz a explicação correta desse fato: a) As diferentes substâncias precisam da mesma quantidade de calor para chegar à mesma temperatura. (ESPCEX 2009) A 15. (UFPB 2009 – PSS1) A 9. colocam-se 10 litros de água.0 x 105 cal Q = 4. A distância. sem que haja perda de calor. mantida a uma vazão de 12 litros por minuto.TG) = 0. (UFC 2009) Três recipientes A. na qual a serpentina está enrolada. e) A capacidade térmica da batata é independente de sua massa. c) 3T/8. V x 103 x 1 x 20 x 4. (UPE 2009) Um esquiador de massa 60 kg desloca-se na neve. b) 3T/4. 1cal/g °C. (UFC 2008 – 1ª etapa) B 7. a uma temperatura T/4. R = 102 = 5.2 = 16. Os três líquidos são misturados.30 ⇒ Qciclo = 30J O calor total trocado no ciclo é a soma dos calores em cada processo do ciclo QTOTAL= QAB+ QBC + QCA Substituindo-se os valores já calculados: 30 = QAB + (-40) + 0 ∴ QAB = 70J 6. A água entra na serpentina à temperatura ambiente (20 ºC) e sai mais quente. 3x 102 L 4. (UFPE 2009 – 2ª etapa) 75 Justificativa: 6   35   .5 c) 1. No recipiente A. quando vai se servir em um “cozidão” que acabou de sair do fogo. a Primeira Lei da Termodinâmica fica: ΔUBC=QBC . (UFPB 2009 – PSS1) C 12.2 Portanto. Q = mc∆T = 20 x 103 x 1 x 20 = 4. Supondo que não há perdas de calor e considerando a densidade absoluta da água igual a 1kg/litro. Com isso. (UECE 2009 – 2ª etapa) B 11. será possível estimar que a água da tubulação principal esteja saindo a uma temperatura T de. e o calor o latente de fusão do gelo é de 3.2 e) 2.τciclo ⇒ 0 = Qciclo .2. 6 V = = 4. respectivamente.105 J/kg. B e C contêm. (FUVEST 2009 – 1ª etapa) C 9. bastante carne. a) T/2 . (FUVEST 2009 – 1ª ETAPA) Um trocador de calor consiste em uma serpentina.6 x 103 500x 3. (FUVEST 2009 – 1ª etapa) D 4. Substituindo (2) em (1). poucas vagens. pela qual circulam 18 litros de água por minuto. 8x 105 Q = P x Δt ⇒ Δt = = = 3. (UECE 2009 – 2ª etapa) C 14. (UEPB 2009) E 11.2 = = 500 x 2 x 10 x 3. um grupo de estudantes realiza um experimento que consiste em resfriar um volume de água usando-se cubos de gelo.0 d) 2. (UECE 2009 – 1ª etapa) D 13. no recipiente B. (UFPI 2009 – 2º ANO) C 17. mG c A (TG − T ) + m Ac A (T A − T ) = mG 4000(0 − 20) + 10000(60 − 20) = 80 cal/g 4000 7. 2 1. o mais quente? Como alguns ingredientes de um prato podem estar mais quentes que outros. depois. (UFBA 2009 – 2ª ETAPA) Para determinar o calor latente de fusão do gelo. a uma temperatura T/2. (UFPE 2009 – 1ª etapa) A 3. (UFPI 2009 – 2° ANO) Você já percebeu que. Portanto. 0x 103W 2 b) A massa específica da água é 1 g/cm3 ou 1 kg/L. Termologia – Condução e Calor 1. (UPE 2009) A Termologia – Propagação de Calor 1. 8. e o calor específico. à temperatura de 60 °C. a 85 ºC. Quando a temperatura de saída da água da serpentina for 40 ºC.0 b) 1. Assinale a alternativa que contém o valor correto de Tf. d) O calor específico da batata é menor do que o calor específico dos demais ingredientes do cozidão. em quilômetros. de todos os ingredientes. Após serem colocados 40 cubos. Logo: τBC =0. (UEPB 2009) D 10. e) 2T/3.5 são as temperaturas iniciais da água e do gelo e T a temperatura final de equilíbrio. 7. adicionam-se cubos de gelo. a temperatura de equilíbrio atinge 20 °C. cada um de massa igual a 100g. no recipiente C. etc. massas m. (UFF 2009 – 2ª etapa) a) P = V 2 6. e. A primeira lei da termodinâmica fica: ΔUciclo=Qciclo . Considere que toda a neve embaixo de seus esquis esteja a 0 °C e toda energia interna gerada pelo atrito seja adicionada à neve que adere aos esquis até derreter. a batata parece ser. o líquido a ser resfriado na tubulação principal é também água. (ESPCEX 2009) C 16.  4. O calor específico da água é 1 cal/g °C. 36 x 102 s = 3.6x107 J d) O volume V em litros aquecido de 20°C a 40°C por uma quantidade Q (em Joules) de energia é dado por Q = mc∆T = V x 103 x 1 x 20 x 4. b) O calor específico da batata é maior do que o calor específico dos demais ingredientes do cozidão.8 x 105 J Q 16. Portanto.0 x 105 x 4. temperos. aproximadamente. Em um o recipiente. (UEPB 2009) B Termodinâmica   LG = 5. não há trabalho realizado pelo gás neste trecho.6 x 103 x 100% J Q = 3. o líquido encontra-se a uma temperatura T. resfria-se o líquido que passa por uma tubulação principal. 0 x 103 c) A energia solar captada pelas placas por dia é Q = 500 x 2 x 10 x 3. tem-se mAcA(T . escreva — identificando todos os termos — a expressão referente às trocas de calor e calcule o valor do calor latente de fusão do gelo. d) 5T/16.TA) + mGLG(T . 4 x 102 s P 5.τBC ⇒ ΔUBC=QBC ⇒ QBC= -40J Ciclo ABCA: em um ciclo ΔUciclo=0. 20 L de água tem 20 kg de massa. (UFPE 2009 – 1ª etapa) C 10. (UFPI 2009 – 2º ano) B 8. Em uma fábrica. Logo. atingindo uma temperatura final de equilíbrio Tf. m/2 e m/4 de um mesmo líquido. (UFRN 2009) B 8. (UFCG 2009 – 1ª etapa) B 5. contendo algumas batatas. o que difere entre elas é a sua massa. à temperatura de 0 °C. c) É mais fácil elevar a temperatura da batata a valores mais altos do que a temperatura dos demais ingredientes do cozidão. portanto.

0022 L0 L − 1 = 1. TA e TG   a) 75 ºC d) 45 ºC b) 65 ºC e) 35 ºC c) 55 ºC 9.TA ) QG =mGLG + mGcA ( T . Para o cálculo de αA e L0 αB. Dispondo de 1 litro (1000 g) de água que se encontrava a 22 °C. os termos L − 1 e ΔT .3 x 105 J = (0. para se elevar a temperatura do gelo de -30°C até 0°C.2 x 104 J + 3.2 J.3 x 105 J/kg Qlatente = mL = 1 kg x 3. (UFC 2008 – 2ª etapa) Para uma barra de comprimento L0 que sofre uma variação de temperatura ΔT. e) Num país como o Brasil. d) A travessa de alumínio e os panos secos estão numa mesma temperatura. Portanto. Logo. αA = 22x10-6/°C.TG) em que mA e mG são as massas de água e de gelo respectivamente.1x103J/kg°C x [0-(30)= 6.  Gabarito: Termologia – Termometria 1. mas a travessa é melhor condutora de calor. (UPE 2009) D 2.3 x 105 J b) Considerando que. 0011 − 1. para as barras A L0 relação e B. é determinada por: Q = 8 x 1013 kg x 3. a) Calcule a potência consumida pelo aquecedor quando ligado. Portanto. b) A travessa de alumínio e os panos secos estão numa mesma temperatura. tenho sensações diferentes: a travessa está mais fria. b) Um banho que use 20 litros de água está dentro dos limites recomendados para evitar o desperdício.1x103J/kg°C x [0-(30)] 34   7   . colocados na água quente receberão calor da água e derreterão. 0000 = 0. a quantidade de calor necessária anualmente. é necessária uma quantidade de calor equivalente a Q/kg – Qsensível + Qlatente Q/kg = Qsensível + Qlatente = 6. a dona de casa utilizou um aquecedor de 200 W de potência para aquecer a água do café. durante quanto tempo o aquecedor deverá ficar ligado? d) Considere 1 cal = 4. podem ser extraídos do gráfico mostrado na figura.92 x 105 J/kg. Para a barra B. (UFBA 2009 – 2ª etapa) Os cubos de gelo. temos e Consequentemente. (UFF 2009 – 2ª ETAPA) Um aquecedor elétrico usa um resistor de 2 Ω ligado a uma diferença de potencial de 100 V para aquecer a água. Por que isso acontece. cA é o calor especifico da água e LG o calor latente do gelo. mas os últimos são melhores condutores de calor. QA e QG são dados por: QA =mAcA (T . e se a temperatura da água antes de ser aquecida é de 20° C.3 x 105 J/kg = 3. 0022 − 1. a superfície da Terra recebe cerca de 500 W/m2 de radiação solar por aproximadamente 10 horas diárias. α A 22 x10−6 / °C = = 2. 0011 L0 ΔT=1000C. impede que o calor seja transmitido para o balcão. e supondo que apenas 80% dessa potência foi usada no aquecimento da água.136 x 1019 J 3. é dada por: Qlatente = mL Qlatente = mL = 1k x 3. a dona da casa questionou: “Estranho isso! Quando coloco minha mão direita nesta travessa de alumínio e a mão esquerda sobre estes panos secos. α B 11x10−6 / °C 2. porém a travessa. αB=11x10-6/°C. (ESPCEX 2009) A Dilatação 1. (UFRN 2009) a) A quantidade de calor que deve ser adicionada ao calorímetro.3) x 105 J = 3. (2) c) Se uma pessoa usa esta quantidade de água a 40° C para seu banho. (UFC 2009) B 6. por ser um bom isolante térmico. (UPE 2009) D 4. 11. b) ΔT=1000C. se tanto um como o outro estão sobre este balcão numa mesma temperatura?” A explicação para a curiosidade desta dona de casa é: a) A dona de casa jamais poderia estar espantada com esta situação. para 1 kg. é dada por: Qsensível = mCΔT Qsensível = mCΔT =1 kg x2. (UPE 2009) E 5. c) A travessa de alumínio e os panos secos estão numa mesma temperatura. A água resultante da fusão do gelo será então aquecida até atingir a temperatura de equilíbrio. (UFC 2009 – 1ª etapa) B 3. pois esta sensação só seria possível se a travessa de alumínio estivesse em temperatura inferior à dos panos secos. (UEPB 2009) Ao trabalhar com alguns utensílios quando preparava uma comida. (UEPB 2009) Por ter acabado o gás de cozinha. Usando placas captadoras de radiação solar com uma área total L − 1 = 1. vale a Qsensível = mCΔT= 1kgx2. a) Para a barra A. temos e 10. para realizar o processo de conversão de uma massa de 8 x 1013 kg de gelo a – 30 °C em água. (ESPCEX 2009) D Termologia – Dilatação 1.3x104J a) A quantidade de calor que deve ser adicionada ao calorímetro para se transformar o gelo a 0 °C em líquido a 0 °C. 0000 = 0. Como não há perdas de calor para o meio pode-se escrever QA + QG = 0 (1) em que QA é o calor cedido pela água quente e QG o calor recebido para fundir o gelo e aquecer a água resultante. (UFPE 2009 – 1ª etapa) B 2.62 + 3. e) A travessa de alumínio e os panos secos estão numa mesma temperatura. mas a dona de casa estava em temperatura diferente de ambos. qual a temperatura atingida pela água após um instante de 30 mim? (Adote 1cal = 4.0 J e calor especifico da água c = 1 cal/g °C) a) 60 °C d) 94 °C b) 313 °C e) 72 °C c) 30 °C L − 1 = αΔT .92 x 105 J/kg = 3.

traçando as linhas de construção necessárias e indicando as imagens de C e D. parte da luz solar que antes era refletida. c) Construa a imagem completa que a bandeirinha B1 projeta sobre a tela. a posição do foco da lente. com área total (incluindo a tampa) de 0. IV.46 Termologia – Propagação de Calor 1. inicialmente a uma temperatura de 0 °C. na segunda montagem. (UPE 2009) Com o objetivo de manter bebidas frias. Dados: k = 0.00 d) 6. está(ão) correta(s): a) Somente I b) Somente III c) Somente II d) Somente IV e) Somente I e II   a) Determine.24 b) 2. respectivamente. é utilizada uma caixa de isopor.  de 2 m2. porque a intensidade da radiação solar na cozinha diminuiu.80 m2 e espessura da parede de 2 cm.48 e) 4. assim a intensidade da radiação solar no interior da cozinha aumentou. a partir da imagem correspondente à primeira montagem (em linha tracejada). na segunda montagem.(UEPB 2009) Num dia de sol intenso. por A’ e B’. Ela não teve sucesso. uma vez que a intensidade da radiação solar no interior de sua cozinha permanece constante.2 . a quantidade de gelo que se liquefaz durante um dia vale em kg a) 3.43 c) 8. 8   33   . analise as seguintes proposições: I. Com base nesta atitude. Ela não teve sucesso com este procedimento. já que os raios solares são concentrados na cozinha pela porta de vidro. porque a intensidade da radiação solar diminuiu devido à convecção solar provocada pela radiação. por C’ e D’. quantos litros de água poderiam ser aquecidos de 20° C a 40° C diariamente. °C (condutividade térmica do isopor) Lf = 3. agora não é mais.01 W/m. identificando-a na figura pela letra F. Ela foi feliz com tal procedimento. II. b) Construa a imagem completa que a bandeirinha B2 projeta sobre a tela. usando apenas energia solar? Suponha que as placas tenham eficiência de 100%. Ela está cheia de gelo e latas de refrigerante. com o intuito de diminuir a intensidade da radiação solar que penetra em sua cozinha. Termologia – Condução e Calor 1. III. Ela foi feliz com tal procedimento. a dona de casa decidiu abri-la. respectivamente. traçando as linhas de construção necessárias e indicando as imagens de A e B. através de uma porta de vidro transparente. pois ao abrir a porta de vidro. Das proposições acima apresentadas. 105 J/ kg (calor de fusão do gelo) Se a temperatura da parede externa for mantida a 30 °C.

ao observar o planeta Vênus. o decorador deslocou a lente para baixo. 32   9   . utilizando o esquema da folha de respostas: 4. real.3 cm. aumenta no trecho CD. maior e direita. em torno de . No laboratório. b) divergente. verificou que sua imagem era formada a 10 cm da lente. muitas vezes. de distância focal . então. diminui no trecho CD. permanece constante no trecho BC.13. apenas a imagem de B1 pôde ser vista na tela (primeira montagem). b) aumenta no trecho AB. ambas de distância focal igual a 10 cm. corretamente. em linhas tracejadas. a uma temperatura de 200 K. diminui no trecho CD. maior e direita. O desenho mostra os diagramas PV e TS (Temperatura x Entropia) para um ciclo do seu funcionamento ideal. o oftalmologista deve ter prescrito ao paciente uma lente corretiva com as seguintes características: a) divergente. Termodinâmica   1. um decorador propôs a projeção.3 cm. É correto afirmar que o volume do gás: a) diminui no trecho AB. de distância focal . b) + 13. real.3 cm. em: a) . está à temperatura do ambiente. A posição e a natureza da imagem vista pelo estudante no laboratório estão dadas. sobre uma tela. Nesse caso. aumenta no trecho BC. da imagem de duas bandeirinhas luminosas. (UFF 2009 – 1ª ETAPA) Uma amostra de um gás ideal sofre a seqüência de processos descrita pelo gráfico pressão versus temperatura mostrado. obtendo. menor e invertida.   2.3 cm. devido à diminuição da pressão interna. As bandeirinhas encontram-se reproduzidas na folha de respostas. de distância focal 50 cm e vergência 2. Tal gás sofre uma transformação isobárica.0 dioptrias. sendo a primeira convergente e a segunda divergente.2. permanece constante no trecho CD. em um ambiente a 27C e pressão atmosférica P0. e) convergente. assim.100 cm e vergência 0. é rapidamente resfriado até a temperatura de operação. (UFPE 2009 – 2ª ETAPA/2° DIA) Duas lentes delgadas (L1 e L2).10. (UFPI 2009 – 2° ANO) Um estudante de Física.5 cm e vergência . Determine a distância à direita de L2. ao final da qual a sua temperatura é de 100 K. no entanto. (UFPE 2009 – 1ª ETAPA) Um gás ideal confinado num recipiente fechado possui. permanece constante no trecho CD. c) aumenta no trecho AB.3 cm. Em sua primeira tentativa. de distância focal .  5. (FUVEST 2009 – 1ª ETAPA) Em um “freezer”. bem vedado. no instante em que a porta é fechada. com uma lente convergente. Para visualizar as imagens que passam a ser observadas na segunda montagem. Na investigação. através de uma lente pendurada em um suporte fixo. pouco tempo após ter sido fechado. Considerando um “freezer” doméstico. c) convergente. de distância focal 5 cm e vergência 2. na qual a luz incidente de raios paralelos será focalizada. as imagens das duas bandeirinhas sobre a tela (segunda montagem).2 dioptrias. o especialista encontrou o ponto remoto do paciente a uma distância de 50 cm. menor e direita. Essa diminuição ocorre porque o ar que entra.0 cm.0 dioptrias. estão separadas pela distância D = 2. assim como.1. volume de 2 m3 e está sob uma pressão de 105 N/m2. (UFPI 2009 – 2° ANO) Um míope foi consultar um oftalmologista. 6.50 cm e vergência . d) .0 dioptrias. real. B1 e B2. à temperatura ambiente. permanece constante no trecho BC.18 °C. menor e invertida. em centímetros. 8. aumenta no trecho BC. de 280 L. e) permanece constante no trecho AB. é a que maior aproximação tem com o rendimento da máquina de Carnot. inicialmente. a pressão interna poderia atingir o valor mínimo de a) 35 % de P0 b) 50 % de P0 c) 67 % de P0 d) 85 % de P0 e) 95 % de P0 Considere que todo o ar no interior do “freezer”. diminui no trecho BC. (FUVEST 2008 – 2ª ETAPA) Na montagem de uma exposição. é difícil repetir a abertura da porta. real. e) + 10. Suponha que um gás ideal seja a substância de trabalho do sistema. c) + 13. d) permanece constante no trecho AB. sua proposta. a posição da lente e a imagem obtida na primeira montagem. nas condições de trabalho.0 dioptrias. Para viabilizar. real. O volume final do gás após essa transformação é igual a: a) 1 m3 b) 2 m3 c) 3 m3 d) 4 m3 e) 5 m3 3. o estudante usou a mesma lente e observou um objeto localizado a 40 cm da lente. defeituoso. portanto. (UFCG 2009 – 1ª ETAPA) Pretende-se utilizar em sondas espaciais uma máquina térmica inventada no século XIX por Stirling e que. d) divergente. 7.

não nos revelam sua própria forma. Este arranjo produz uma imagem nítida da lâmpada sobre a tela. 4. 2. O processo BC ocorre a volume constante com decréscimo de 40 J de energia interna e. (ITA 2009) Três processos compõem o ciclo termodinâmico ABCA mostrado no diagrama P × V da figura.4 3. c) posicionado num ponto à esquerda muito afastado da lente e a imagem será virtual.2 d) 36. e) posicionado entre a lente e o foco e a imagem será virtual.0 b) 30. calcule a quantidade de calor trocado durante o processo AB. é correto afirmar que. e) as quantidades de energia trocadas. a velocidade média das moléculas do gás ideal X é maior que a velocidade média do gás ideal Y. por exemplo.    Em relação a essa máquina térmica. d) posicionado num ponto à esquerda do foco. Sobre isso. em centímetros. auxiliando. b) Apenas I e II são verdadeiras. c) Apenas I e III são verdadeiras. este deve ser: 6. d) Apenas II e III são verdadeiras. e) as superfícies lisas e bem polidas somente nos mostram imagens de objetos postos diretamente à sua frente. Essa regularidade da reflexão é que permite a formação de imagens nítidas. (UFF 2009 – 1ª ETAPA) Uma lente convergente de pequena distância focal pode ser usada como lupa. localize no diagrama os focos da lente convergente delgada. 10   31   . a distância. no diagrama PV. em superfícies rugosas e em superfícies perfeitamente lisas. e) I. (UFC 2008 – 1ª ETAPA) Um recipiente contém uma mistura de um gás ideal X. e a imagem será virtual.9 cm de distância focal como ocular. Se MX > MY . Supondo que o objeto esteja à esquerda da lente. Sabendo-se que a distância entre as lentes ocular e objetiva é de 60 cm. por calo. no processo CA.2 cm de distância focal como objetiva e uma lente convergente com 1. d) as superfícies rugosas. no entanto.6 c) 34. b) posicionado entre a lente e o foco e a imagem será real. ou na capa de um livro fosco. d) a energia interna do sistema aumenta na transformação 2 3. ou lente de aumento. quando iluminadas. aproximadamente. Assinale a alternativa correta. (UFPI 2009 – 2° ANO) Você pode ver-se refletido numa bandeja de inox bem plana ou numa colher metálica. b) a luz é. é correto afirmar que: a) a reflexão difusa ocorre. Sabendo-se também que em um ciclo completo o trabalho total realizado pelo sistema é de 30 J. entre a imagem final de um astro observado e a ocular? a) 10. Todos estes materiais refletem (devolvem) parte da luz que recebem. para produzir uma imagem maior que o objeto. pode-se afirmar. O processo AB ocorre a temperatura constante. a transformação 3 4 é isotérmica. a uma dada temperatura T. predominantemente refletida de forma regular. com um gás ideal Y. por calor. a) colocado sobre o foco e a imagem será real. adiabático. cuja massa molar é MX. textura e cor. c) pode-se afirmar com segurança que. Com a ajuda do traçado de raios luminosos. Considere as afirmações abaixo: A energia cinética média das moléculas dos gases ideais X e Y depende apenas da temperatura absoluta em que se encontram. um trabalho de 40 J é efetuado sobre o sistema. b) a diminuição da entropia (S) do sistema durante a transformação 4 1 significa que há transferência de energia. EXCETO. cuja massa molar é MY. a) Apenas I é verdadeira. em superfícies polidas. A velocidade média das moléculas dos gases ideais X e Y depende da temperatura absoluta em que se encontram e da natureza de cada gás. mas não pode ver-se numa tábua de cortar carne de madeira. nas transformações 2 3 e 4 1 são iguais. que a) na transformação 2 3 há transferência de energia. (UECE 2009 – 2ª ETAPA) Uma estudante constrói uma luneta usando uma lente convergente de 58. II e III são verdadeiras. c) a reflexão regular ou especular e a reflexão difusa podem formar imagens nítidas dos objetos. mas próximo deste. qual é. de forma diferente. 5. c) Calcule a distância focal dessa lente. da vizinhança para o sistema. pessoas com deficiências visuais a lerem textos impressos em caracteres pequenos. da vizinhança para o sistema. por calor. predominantemente.

0 c) 45.5 9. Nesse contexto. a pressão nos pneus passará a ser: a) 35. colocando uma pressão de 30bars (considere 1 bar igual a 105 N/m2). Nessa figura. e uma tela. que são separados por uma válvula inicialmente fechada. de forma semelhante à luz refletida por um espelho. a menos que a temperatura da fonte fria seja diferente de 0 °C . refletidas por uma borda vertical e plana. é correto afirmar que. e o da direita está completamente vazio (ver a figura). e a sua energia interna permanece constante. mesmo que funcione em condições mínimas de atrito. que pode ser considerada como pontual. a temperatura dos pneus sobe para 81 °C. de volume V. 8. poderia converter em trabalho útil praticamente toda a energia térmica a ela fornecida. Nesse momento. c) A entropia do gás aumenta. O novo arranjo é mostrado no diagrama a seguir. Abre-se então a válvula. a) Se retirarmos o bloco de plástico da frente da tela. a fração máxima que pode ser convertida em trabalho útil depende da diferença de temperatura entre a fonte quente e a fonte fria e é dada por: e = T 2 − T1 . Desprezando-se o pequeno aumento no volume dos pneus e tratando o ar no seu interior como um gás ideal.   7. mesmo que funcione em condições mínimas de atrito. (UFPE 2009 – 1ª ETAPA) Um recipiente rígido e termicamente isolante. Porém. d) não pode converter em trabalho útil toda a energia térmica a ela fornecida. b) A entropia do gás permanece constante. e T2 é a temperatura da fonte quente. já estão representadas as cristas das ondas visíveis no instante t = 2. d) A entropia do gás e a sua energia interna diminuem. e) A entropia do gás e a sua energia interna aumentam. c) pode converter em trabalho útil toda a energia térmica a ela fornecida. em bar. T2 Dessas afirmações.  NOTE E ADOTE: Ondas. como mostrado na vista lateral a seguir. qual das afirmativas abaixo está correta? Esse arranjo produz uma zona de sombra sobre a tela. Sadi Carnot (1796-1832) mostrou que. um motorista vai ao calibrador e infla os pneus do seu carro. e o gás se expande livremente até ocupar todo o volume disponível nos dois compartimentos. em se tratando da energia fornecida a uma máquina térmica. o motorista verifica que a temperatura dos pneus é de 27 °C. e a sua energia interna diminui. onde T1 é a temperatura da fonte fria. diminuirá ou permanecerá a mesma? Justifique sua resposta com o uso de um diagrama de raios luminosos. O compartimento da esquerda contém um gás ideal. Um bloco de plástico transparente é encostado na tela. (UFRN 2009) Até o século XVIII.0 e) 54. b) não pode converter em trabalho útil toda a energia térmica a ela fornecida.0 s a) V = b) f = m/s Hz Óptica Geométrica: Lentes 1. (UFF 2009 – 2ª ETAPA) Um anteparo retangular opaco é colocado entre uma lâmpada muito pequena. é dividido em dois compartimentos. 30   11   .4 b) 90. Depois de dirigir por algum tempo. propagam-se como se tivessem sua origem em uma imagem da fonte. b) A lâmpada muito pequena é agora substituída por uma lâmpada fluorescente e o anteparo por uma lente convergente delgada. na superfície da água. a) A entropia do gás e a sua energia interna permanecem constantes. pode-se concluir que uma máquina térmica: a) pode converter em trabalho útil toda a energia térmica a ela fornecida.5 d) 70. a área da zona de sombra aumentará. desde que a temperatura da fonte fria seja 0 °C. pensava-se que uma máquina térmica. (UFPB 2009 – PSS1) Ao chegar a um posto de gasolina. operando numa condição mínima de atrito.

assim. porque o processo é irreversível. F.00 x 105 Pa. podendo ser visualizadas através de suas cristas. no enunciado da Segunda Lei da Termodinâmica.  10. para um determinado instante t0 =0 s e para outro instante posterior. (UFPB 2009 – PSS1) Em uma experiência envolvendo gases. Sabendo-se que o calor molar à pressão constante do gás é (7R)/2. a partir de uma temperatura T. 11. e assinale a opção que contem a sequência correta. em um ponto P. c) a energia interna do gás diminui. F d) F. (UECE 2009 – 2ª ETAPA) Imagine um sistema termicamente isolado. Classifique as afirmações anteriores como verdadeiras (V) ou falsas (F). K) Densidade do ar a 300 K ≈ 1. V c) F. com freqüência constante. pois não há troca de calor. V 13.Ao incidirem na borda do tanque. fazendo com que o seu volume quadruplique. e no outro. F b) V. quatro mols de um gás diatômico são aquecidos à pressão constante. sua temperatura diminui. Patmosférica = P0 = 1. em Hz. F. é correto afirmar que a energia transmitida para esse gás. Considerando tais esquemas: a) Estime a velocidade de propagação V. das ondas produzidas na superfície da água do tanque.0 s. (__) A energia do universo sempre se mantém constante. Abrindo-se a válvula a) o gás se expande e. essas ondas são refletidas. somente. as cristas das ondas que seriam visualizadas em uma foto obtida no instante t = 6. onde se representam as cristas (regiões de máxima amplitude) das ondas. na folha de respostas. (FUVEST 2008 – 2ª ETAPA) Em um grande tanque.1 kg/m3   ≈ 1. tem-se vácuo. gerando ondas. b) Estime a freqüência f. é: a) 14RT d) 64RT b) 42RT e) 70RT c) 56RT NOTE E ADOTE: PV = nRT. incluindo as ondas refletidas pela borda do tanque. F. mantido à pressão de 1 atm. (__) O calor sempre flui espontaneamente de um corpo quente para um corpo frio. Dois desses esquemas estão apresentados a seguir. V. inicialmente fechada. porque sua pressão diminui. 21. c) Represente.0 x 103 12. podem ser construídos esquemas. b) a entropia do sistema se mantém constante. V. de cima para baixo. em m/s. F. d) a entropia do sistema aumenta. V. a) V. das ondas produzidas na superfície da água do tanque. estudando física térmica. uma haste vertical sobe e desce continuamente sobre a superfície da água. V. Um dos cilindros contêm um gás perfeito. A partir dessas fotos. (UECE 2009 – 1ª ETAPA) Um aluno. 1 Pa = 1 N/m2 Calor específico do ar a pressão constante Cp J/(kg . fez as seguintes afirmações: (__) A variação da energia interna de um sistema em um processo termodinâmico é a diferença entre o trabalho realizado e o calor trocado com o meio. t = 2 s. (UECE 2009 – 2ª ETAPA) Observando o diagrama de fase PT mostrado a seguir. (__) O rendimento máximo de uma máquina térmica é 1. baseando-se. composto por cilindros conectados por uma válvula. que correspondem a círculos concêntricos com centro em P. em forma de calor. 12   29   . que são fotografadas em diferentes instantes. voltando a se propagar pelo tanque.

quando ela se desloca da altura H1 para a altura H2. que funciona como um pistão. o gás é aquecido a pressão constante até atingir um volume de 1. (UFC 2009 – 1 etapa) Duas fontes puntiformes. a temperatura de ebulição da água fica abaixo de 100 °C. II e III. estime: a) A pressão P1 do ar dentro do cilindro. quando aquecido. (UFPE 2009 – 2ª ETAPA/2° DIA) Um mol de um gás ideal mono-atômico. Em um ponto Q. o ar passa a uma temperatura T2. indicada pela razão R =∆Ep/Q. b) A temperatura T2 do ar no cilindro. Ao se aquecer um gás isobaricamente. nessa transformação. em kelvins. que ocorre nas máquinas térmicas. todo calor recebido é utilizado para a variação da temperatura do gás. a) Apenas as afirmações I e III estão corretas. Considerando as afirmativas I. assinale a alternativa correta. II. à pressão constante. pode provocar a elevação de uma plataforma A. pois. a partir da queima de um combustível. fornecendo-se energia ao sistema através de compressões rápidas do êmbolo da bomba. 17. (UFPI 2009 – 2° ANO) Analise as afirmativas sobre os seguintes sistemas termodinâmicos descritos. (ESPCEX 2009) Um motor térmico funciona segundo o ciclo de Carnot. enquanto que.atm = 100 J. d) V ou X. b) Apenas as afirmações II e III estão corretas.16 m2 . A partir deste estado. corretamente. percebe-se que a bomba se aquece. em pascals. com calor específico molar a volume constante cv = 3R/2.0 m (situação II). Para verificar em que medida esse é um processo eficiente. Ao ser aquecido. 19.430 J b) . Esse fenômeno pode ser explicado.    Pode-se concluir.215 J c) 0 J d) 215 J d) 430 J 15. separadas por uma distância l. sustenta uma plataforma de massa MA = 160 kg a uma altura H1 = 4. a água poderá entrar em ebulição durante alguns instantes.0 L. que uma substância que passou pelo processo de sublimação segue a trajetória a) X ou Y. com ar inicialmente à pressão P1 e temperatura ambiente (T1 = 300 K). Suponha que o meio não absorva energia. com a diminuição da pressão. b) Y ou U. numa transformação isovolumétrica. c) A eficiência do processo. onde ∆Ep é a variação da energia potencial da plataforma.8 L. as intensidades das duas ondas são iguais. c) Apenas a afirmação III está incorreta. durante a operação. se P1 = 4P2. em função de l. ocupa inicialmente um volume de 1. Determine o calor cedido ao gás durante este processo. 28   13   . (ESPCEX 2009) Um gás perfeito expande-se adiabaticamente e realiza um trabalho sobre o meio externo de módulo igual a 430 J. situado entre as duas fontes sobre a linha que as une. até uma posição mais alta. na situação II. expandindo-se e empurrando a plataforma até uma nova altura H2 = 6.0 m do chão (situação I). Considere 1. Ao se encher uma pequena seringa com água destilada a 98 °C. A variação da energia interna sofrida pelo gás. III. O rendimento desse motor é de a) 8% b) 13% c) 50% d) 70% e) 92% 16.5 L à pressão de 1. fechando-se o bico da seringa e puxando bruscamente o êmbolo. Em uma dessas situações. Tal processo exemplifica a transformação de calor em trabalho. e Q. (FUVEST 2008 – 2ª ETAPA) Um grande cilindro. é de a) . a) 4l/5 b) l/5 c) 2l/3 d) l/3 e) 3l/5 20. d) Todas as afirmações estão corretas. I. a quantidade de calor recebida pelo ar do cilindro durante o aquecimento. c) U ou V. Assinale a alternativa que contém a distância do ponto Q à fonte de potência P1. aproximadamente. o calor fornecido é utilizado para aumentar sua temperatura e receber trabalho do ambiente. emitem ondas esféricas em um meio homogêneo e isotrópico. 14. Ao se usar uma bomba de ar para encher um pneu de bicicleta. por uma transformação adiabática. com potências P1 e P2. cuja área da base S é igual a 0.0 atm. em joules. e) Apenas as afirmações I e II estão corretas. A temperatura da fonte quente vale 323 ºC e a da fonte fria vale 25 ºC. o ar contido em um cilindro.

18. b) 60 ≤ NI ≤ 120 e 100 ≤ f ≤ 5000. f. para obter máxima eficácia na região da música. ele consultou o gráfico da figura abaixo. em decibéis. c) dependente da posição na corda. sempre na direção horizontal ou nula.0 m. d) dependente da posição na corda. Se um gás de índice de refração n for introduzido no cano. Determine a velocidade desta onda. respectivamente. em centímetros.I. sons acima de 85 decibéis aumentam os riscos de comprometimento do ouvido humano. emitindo uma nota musical de freqüência f =1. (UFPE 2009 – 1ª ETAPA) Um raio de luz monocromática (raio I) passa de um meio A para um meio B. presa horizontalmente por suas extremidades. a) raio difratado e raio refratado. (UECE 2009 – 2ª ETAPA) Uma corda de piano de comprimento L. Considerando que a velocidade do som é v = 340 m/s. Os raios II e III são respectivamente denominados. b) raio refratado e raio difratado. em função da Freqüência. d) 60 ≤ NI ≤ 120 e 50 ≤ f ≤ 5000.  Ondas . adotando o Sistema Internacional de Unidades (S. onde a unidade de comprimento é o metro e a unidade de tempo é o segundo. nos intervalos a) 20 ≤ NI ≤ 80 e 50 ≤ f ≤ 5000. com comprimento de onda igual ao seu comprimento.04 sen[2 π p(0. NI. (UFPE 2009 – 2ª ETAPA/2° DIA) A função de onda para uma onda harmônica que se propaga em uma corda é y(x.0 kHz. Uma onda estacionária de freqüência f e comprimento de onda λ é formada. Óptica Geométrica: Fundamentos 1. (UECE 2009 – 2ª ETAPA) Uma onda de luz monocromática se propaga ao longo de um cano retilíneo com suas extremidades fechadas por espelhos refletores perfeitos. (UFRN 2009) De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). c) 60 ≤ NI ≤ 80 e 100 ≤ f ≤ 5000. a função horária que melhor representa o movimento dessa onda é: a) y= Asen[4 π (2x – t)] c) y= Asen[4 π (x – t)] e) y= Asen[4 π (4x – t)] b) y= Asen[4 π (x – 2t)] d) y= Asen[4 π (x – 4t)] existe vácuo.Acústica 1. c) raio refletido e raio refratado. obedecendo às orientações da OMS. a audibilidade média do ouvido humano.25x – 0. No instante em que ela se mostra totalmente na horizontal.   O estudante ajusta o vibrador para gerar ondas que se propagam com velocidade de 0. Para isso. Com base na figura acima e na orientação da OMS.5m/s e freqüência angular w=4 π rad/s. conforme mostra a figura. c) f aumenta. a partir de medições estatísticas. 16.75t)]. e de freqüência. em Hertz. e) raio dispersivo e raio difratado 14   27   . b) diferente de zero em toda extensão da corda. está vibrando. pode-se afirmar que o jovem. Nessas circunstâncias. que mostra. qual entre as seguintes mudanças ocorre? a) 15. em m/s. verticalmente. e em cujo volume interno b) λ diminui. um jovem deseja regular o sistema de som do seu carro.). a velocidade de cada ponto ao longo da corda é a) zero em toda extensão da corda. determine a distância Y. regulou o som do seu carro para os níveis de intensidade. correspondente ao primeiro mínimo de interferência sobre um anteparo colocado à distância D = 10 m? λ aumenta. NI. (UFPE 2009 – 2ª ETAPA/2° DIA) A figura mostra dois auto-falantes separados por 2. expressa em termos do Nível de Intensidade do som. d) raio refletido e raio difratado. Preocupado em prevenir uma futura perda auditiva e em garantir o direito ao sossego público. sempre na direção vertical ou nula. d) f diminui. 17. f.t) = 0.

  sobre ondas transversais. O eixo x é perpendicular ao espelho. II. e) todas as explicações são falsas. Assinale a seguir a única relação incorreta entre essas grandezas. a velocidade de propagação e o comprimento de onda de uma onda se propagando numa corda. Uma menina estica e prende uma corda metálica de baixa densidade linear e a faz emitir. d) p2= 15p1/7.2t2 e) xi = 6 + 0. b) p2= 9p1/4. A freqüência de vibração de seu terceiro harmônico não será audível para um ser humano com audição normal. a) T = 1/f c) b) v = f λ d) f =   2. ondas com freqüências e velocidades desejadas (ver figura abaixo). (UFBA 2009 – 2ª ETAPA) A medida da velocidade da luz.2t2 4. em quilogramas. resultado da reflexão do som na parede da mina. porque as dimensões da parede não permitem a difração do som produzido pela pessoa. uma freqüência de 40 Hz. no qual é nova ente refletida. Para isso. A luz é refletida na face A do prisma e caminha cerca de 36. a qual se propaga até o topo. Então. perceber o eco. (UFCG 2009 – 1ª ETAPA) Considere as seguintes situações: I. c) p2= 9p1/7. é: a) 1/4 b) 5/4 c) 5/2 d) 7/2 e) 9/2 12. dada por a) p2= 9p1 .5 + 0. mas uma outra pessoa. é correto afirmar que a massa do fio de prumo.0 km atingindo o espelho.4t2 b) xi = . c) apenas as explicações I e III são falsas. intrigou os homens. (UFPE 2009 – 1ª ETAPA) Um espelho plano se aproxima de uma partícula em repouso na posição xp = 6m (ver figura). O ponto de interseção entre o eixo x e o espelho tem equação horária xe = -1 + 0. pôde. Em relação ao valor de verdade das explicações apresentadas em cada situação pode-se dizer que a) as explicações I e II são verdadeiras. ao gritar. 26   15   . enquanto a outra extremidade está presa a um vibrador que produz. (UFPE 2009 – 1ª ETAPA) Denotam-se respectivamente por T. físico americano nascido na antiga Prússia. Desprezando-se a tensão no fio produzida pela sua massa e considerando g =10m/s2. Uma pessoa conversa por trás dela.4t2 c) xi = . porque terá freqüência acima de 20 kHz.5 segundos para chegar até ele. próximo ao bloco de cimento pendurado no fio. durante muitos séculos. f. o objeto deverá se situar a uma distância p2 do espelho. a equação horária da posição xi da imagem da partícula refletida por tal espelho. fazendo uso de uma corda.4t2. na corda. porque a parede estava localizada a 10 m de distância. λ = VT λ /v e) v = λ /T 13. a freqüência. Uma das extremidades dessa corda foi fixada a uma parede. A figura mostra um diagrama de um procedimento utilizado por Albert Michelson. na frente da parede. e) p2= -15p1/7. O estudante que se situa na base aplica uma pequena perturbação lateral no fio. 3. O estudante que se encontra no topo observa que essa onda leva 0. b) apenas a explicação III é verdadeira. a) xi = -8 + 0. d) todas as explicações são verdadeiras.4t2 d) xi = 5 + 0. 14. v e λ o período. Uma parede tem altura de três metros e comprimento de 10 m. enquanto o outro fica na base. para o seu modo de vibração fundamental. Um prisma octogonal regular com faces espelhadas é colocado no caminho óptico de um raio de luz. retornando em direção ao prisma espelhado onde sofre uma terceira reflexão na face C e é finalmente detectada na luneta. eles sincronizam os seus relógios e um dos estudantes sobe até o topo do prédio. um estudante pretende estudar o fenômeno de propagação de ondas. para que essa imagem seja refletida com apenas 1/4 da sua altura. (ITA 2009) Um espelho esférico convexo reflete uma imagem equivalente a 3/4 da altura de um objeto dele situado a uma distância p1.6 + 0. Antes do encontro entre a partícula e o espelho. com xe expresso em metros e t em segundos. não poderá jamais ouvi-la. III. (UFPB 2009 – PSS1) Em um laboratório de Física. Um estudante relata que durante excursão a uma mina. no instante previamente determinado.

sob tensão constante. e) 3. • calcule o tempo que um pulso de luz gasta para percorrer.10 fm (1. Wheeler e Niels Bohr inventaram. a) 60 b) 80 c) 40 d) 20 e) 100 9. que consiste de uma parte mais grossa ligada a outra mais fina.7 x 1021 Hz. a freqüência de oscilação do núcleo de Urânio 236 será a) 5. Dessa forma.  O procedimento de Michelson consiste em girar o prisma de modo que. e) a velocidade do pulso refletido é menor do que a do pulso incidente. Quando um nêutron é absorvido. quando o pulso de luz retornar. c) 5. ele fixa uma das extremidades desse fio em um suporte localizado no topo do prédio. (UFF 2009 – 1ª ETAPA) Um raio luminoso. grosso modo. dando-se um arranco em uma extremidade do cabo.80s.00 m de comprimento e massa 0. o mestre-de-obras utiliza um fio do prumo resistente.3 x 1017 Hz. a distância do prisma espelhado até o espelho. de densidade de massa menor. P3 e P4. (UFPE 2009 – 1ª ETAPA) Quatro placas horizontais P1. b) a velocidade do pulso transmitido é menor do que a do pulso incidente. O pulso realiza quatro deslocamentos de ida e volta ao longo do cabo em 0.4 e n4 = 1. (UFPE 2009 – 1ª ETAPA) A figura mostra uma corda esticada. chegue à extremidade direita sem escapar das placas no seu percurso?   8. A energia do sistema necessária para a fissão vale 1. com a finalidade de verificar se uma das paredes laterais desse edifício apresenta algum tipo de defeito. (UPE 2009) Um cabo de telefone tem 4. ida e volta. conforme 15 esquematizado na figura. pendura um bloco de cimento de 6 kg de massa.0 x 1011 Hz. Quando a deformação do núcleo atinge 0.0 x 1044 Hz. aproximadamente. o modelo da gota líquida para o núcleo atômico. Dois estudantes de Física que passavam pelo local resolvem comprovar a veracidade dos conceitos teóricos. Para isso. d) 4. Sabe-se que o tempo que a luz leva para percorrer uma certa distância em A é menor que o tempo que ela leva para percorrer a mesma distância em B. abordados pelo professor na aula 16   25   . e a distância entre elas é o comprimento de onda da luz incidente. Um pulso é estabelecido na extremidade esquerda da corda e se propaga para a direita. está na figura ao lado. no ponto A. n3 = 1. n2 = 1. encontre a face B exatamente no lugar da face C. após várias reflexões. a distância entre as duas extremidades é de. • calcule a freqüência de giro do prisma de modo que a face B esteja na posição da face C.6.0 x 10-25 kg) em oscilação como um sistema massa-mola clássico. a) a velocidade do pulso refletido é maior do que a do pulso incidente. na outra extremidade. atinge a interface entre os meios A e B. Considere. podemos afirmar que: a) Placas P1 e P2 b) Placas P2 e P3 c) Placas P1 e P3 d) Placas P1 e P4 e) Placas P2 e P4 6. Raios de luz incidem na extremidade esquerda das placas. quando o pulso de luz retornar. Quando o pulso incidente atinge a corda mais fina. o núcleo oscila até que ocorra a fissão. c) os pulsos incidente e transmitido têm a mesma velocidade. A representação esquemática desse prédio.0 . Um pulso ondulatório transversal é produzido. 5. (UFCG 2009 – 1ª ETAPA) John A. encontram-se imersas no ar. (UFPB 2009 – PSS1) Em uma construção de um prédio de apartamentos com quatro andares. e. um núcleo de Urânio 236 (4. com velocidade constante v. b) 2.0 x 10-12 joules.0 x 10-16 m). d) a velocidade do pulso refletido é maior do que a do pulso incidente.5. feitas de substâncias com índices de refração n1 = 1. As linhas tracejadas representam as frentes de onda associadas ao raio. P2. juntamente com o fio de prumo. 12 metros.20 kg. 10. na primeira metade do século passado.2 x 1023 Hz. Ele permite compreender o fenômeno de divisão de um núcleo — fissão nuclear. Em quais placas existe a possibilidade de que a luz fique confinada de tal forma que. propagando-se num meio A.3. A propagação da onda refratada no meio B é corretamente representada pelo diagrama: 11. Com base nesses dados. 105 km/s e que a aresta do prisma é muito menor do que a distância entre o prisma e o espelho. A tensão no cabo vale em newtons. como mostrado na figura. Considerando que a velocidade da luz é igual a 3. ele é parcialmente refletido e parcialmente transmitido.

Assinale a alternativa que fornece a sonoridade (em dB). analise e conclua. Suponha que o meio não absorva energia. b) l/5. com potências P1 e P2 . b) Ondas transversais são aquelas para as quais as oscilações coincidem com a direção da propagação. d) l/3. assinale a alternativa correta. (1) (1) O ângulo de refração da luz é sempre menor que o ângulo de incidência. a) 4l/5. é correto afirmar que a) n0 > n1 > n2 > n 3. a) 400000 b) 20000 c) 8000 d) 400 e) 80 7. Assinale a alternativa que contém a distância do ponto Q à fonte de potência P1. conforme mostra a figura a seguir Nestas condições. em função de l. emitem ondas esféricas em um meio homogêneo e isotrópico. formando ondas estacionárias. mantém seu comprimento de onda e muda sua freqüência. c) Ondas luminosas e ondas de rádio são exemplos de ondas longitudinais. separadas por uma distância l . e) Apenas ondas longitudinais se propagam no vácuo. (UFC 2008 – 1ª ETAPA) Sonoridade ou intensidade auditiva é a qualidade do som que permite ao ouvinte distinguir um som fraco (pequena intensidade) de um som forte (grande intensidade). 24   17   .   8. (0) (0)Ondas luminosas e ondas sonoras se deslocam no vácuo com a mesma velocidade. 7. c) n0 = n1 < n2 < n3. a) Ondas longitudinais são aquelas para as quais as vibrações ocorrem numa direção que é ortogonal à direção de propagação da onda. (4) (4) Quando uma onda luminosa passa de um meio para outro. situado entre as duas fontes sobre a linha que as une. Pode-se dizer que a frequência fundamental do som emitido em Hz vale: a) 10 b) 101/2 c) 10-1/2 d) 1 e) 102 4. Considere que o índice de refração absoluto do ar é igual a 1. se 10000 torcedores gritam “gol” ao mesmo tempo e com a mesma intensidade. (UFC 2009 – 1ª ETAPA) Duas fontes puntiformes. um torcedor grita “gol” com uma sonoridade de 40 dB. d) Apenas ondas transversais podem ser polarizadas. n 2 e n3 . Em um jogo de futebol. (UFC 2008 – 1ª ETAPA) Usando seus conhecimentos sobre ondas longitudinais e transversais. Obtenha a condição sobre n para que haja emergência do raio de luz apenas pela face AC. cujos lados do mesmo tamanho. as intensidades das duas ondas são iguais. se P1 = 4P2. esta vibrou e transmitiu vibrações aos pontos.  à corda. b) n0 = n1 > n 2 > n3. (UFC 2008 – 2ª ETAPA) Considere um raio de luz monocromático incidindo perpendicularmente em uma das faces (AB) de um prisma de seção reta triangular. (UECE 2009 – 2ª ETAPA) Um raio luminoso monocromático propaga-se através de quatro meios materiais com índices de refração n0. (3) (3) Apenas as ondas longitudinais podem ser polarizadas. 5. e) 3l/5. d) n0 < n1 < n2 < n3. Suponha que o prisma está mergulhado no ar e possui índice de refração absoluto n. (UPE 2009) Em relação às afirmações abaixo. c) 2l/3. Em um ponto Q. n1 . 6. (2) (2) Difração é o fenômeno de uma onda contornar um obstáculo.

Considerando que a escala de medida da figura que representa as ondas X e Y são iguais. O comprimento do apito do primeiro colega é a metade do comprimento do apito do segundo colega. respectivamente. medir a freqüência fundamental do som emitido pela corda deste instrumento. c) A amplitude da onda Y é maior que a amplitude da onda X.” (Gaspar. (Adaptado de Máximo. IV. que ocasionam defeitos de visão. podemos considerar o olho humano como constituído de uma lente biconvexa. e) refração e reflexão total. d) A freqüência da onda X é maior que a freqüência da onda Y. ao segurar uma corda. Alberto. III e IV são corretas. ele deverá aumentar a amplitude de vibração de sua mão. vol.) Um sistema óptico tão sofisticado como o olho humano também sofre pequenas variações ou imperfeições em sua estrutura. Utilizando-se de uma corda que tem massa igual a 50 gramas. Antonio & Alvarenga. “(. variando sua distância focal. (UEPB 2009) Um menino. Os comprimentos dos dois apitos construídos pelos colegas são iguais. prendeu-a horizontalmente entre dois pontos distantes de 50 cm. recebidas pela retina.vol.279). a intensidade (I) do som deste apito será de I0 = 105W/m2. b) As afirmações I e IV são falsas. p. 18   23   . pode-se concluir que ocorrerá a) reflexão total. e) As afirmações I.  9. 2 São Paulo: Scipione. a respeito desse fenômeno. 2004.   I. Considerando as afirmativas I. sob ângulo de incidência igual a 60 °C. Igualmente ele pode fazer variar a freqüência da onda alterando a freqüência com que sua mão oscila. situada na região anterior do globo ocular (figura abaixo). III. São Paulo: Ática. A figura ao lado é uma representação de duas ondas. Dados: intensidade padrão de referência I0 = 105W/m2. Quando os dois colegas apitam e correm um ao encontro do outro. (UPE 2009) Um raio de luz monocromática propaga-se num vidro de índice de refração igual a 2 e incide num dioptro plano vidro-ar.. denominada cristalino. X e Y. e. d) apenas refração. que funciona como anteparo sensível à luz. Se o apito de maior freqüência gera um som de 70 dB. p. conforme sejam Verdadeiras ou Falsas. II. (UEPB 2009) Certo músico que tinha conhecimentos em física acústica decidiu construir um instrumento musical e. aproximadamente a 25 cm. d) Apenas as afirmações II e III são falsas. que se propagam nesta corda. aplicando uma força de tensão igual a 10 N 1. 1ª ed. b) apenas reflexão. 3. II. é correto afirmar: a) As amplitudes das ondas X e Y são iguais. 2000.. 2. c) Apenas a afirmação III é correta. Texto De maneira simplificada. c) reflexão e refração.. de modo a ver nitidamente objetos muito afastados até aqueles situados a uma distância mínima. se o menino desejar produzir uma onda de maior amplitude. único. 311) a) Apenas as afirmações I e III são corretas. Sabendo-se que a amplitude e freqüência do movimento ondulatório são determinadas pelo movimento da mão. Física. Considerando o índice de refração do ar igual a 1. ambos escutam o som do colega numa freqüência mais alta do que quando ambos estavam em repouso. O olho humano sem problemas de visão é capaz de se acomodar. são levadas ao cérebro pelo nervo ótico. Física. desloca sua mão continuamente para cima e para baixo. 5ª ed. III e IV. b) A amplitude da onda X é maior que a amplitude da onda Y. Acerca do assunto tratado no texto III. No fundo deste globo está localizada a retina. assinale a alternativa correta. Óptica Geométrica (UEPB 2009) Leia o texto para responder às questões 01 e 02. Até há pouco tempo não havia outro recurso para corrigir esses defeitos senão acrescentar a esse sistema uma ou mais lentes artificiais – os óculos. As sensações luminosas. em relação ao olho humano e defeitos na vista. durante essa construção. escrevendo V ou F. analise as proposições a seguir. e) A freqüência da onda Y é 3 vezes menor que a freqüência da onda X. Beatriz.

Sobre este assunto. Um estudante observou a passagem de luz através das lentes polaróides. O primeiro colega fez um apito. analise as afirmações abaixo: 22   19   . os raios de luz paralelos que incidem no globo ocular são focalizados depois da retina. b) Determine a velocidade da massa M quando ela perde o contato com o sistema de molas. e k2(ou k1). Isso causa dificuldade para enxergar objetos próximos e principalmente para leitura de textos. obtendo um som de freqüência quatro vezes maior do que a freqüência obtida pelo segundo colega.    (__) Na hipermetropia. Uma pessoa. V. (UFC 2008 – 2ª ETAPA) A figura abaixo descreve a situação inicial de um sistema onde duas molas estão comprimidas por uma massa M. em termos das grandezas L. e soprou na embocadura.0 e) 3. capaz de corrigir esse defeito? a) 3. e sua correção é feita com lentes convergentes. cujas extremidades a serem assopradas eram semelhantes a embocaduras de flauta (veja figura abaixo). (__) Na formação das imagens na retina da vista humana normal. de dois óculos superpostos. F. F. (UFRN 2009) Considerada como uma onda eletromagnética. invertidas e diminuídas. Dada uma velocidade inicial ao bloco. Posteriormente.5 d) 4. então a lente que usa deverá ser alterada para menos divergente. V. As molas têm constantes elásticas k1 e k2. V c) F. ao perceber que a menor distância focal em que consegue ler um livro é 50. a) Calcule a energia armazenada no sistema na situação inicial. Desconsidere atritos. resolva a seguinte situação-problema: A hipermetropia se deve ao encurtamento do globo ocular em relação à distância focal do cristalino. no seu apito. o cristalino funciona como uma lente convergente.0 cm de sua vista. V b) V. V. (UFPI 2009 – 2° ANO) Dois colegas curiosos resolveram fazer apitos com pedaços de bambu de mesmo diâmetro. (__) Se uma pessoa míope ou hipermétrope se torna também presbíope. fechou a extremidade e soprou na embocadura.5 3. As lentes polaróides se caracterizam por bloquear uma dessas componentes e transmitir a outra. os raios de luz paralelos que incidem no globo ocular são focalizados antes da retina. Ainda acerca do assunto tratado no texto III. F e) V. (__) Na miopia. foi a um oculista que. deixando a outra extremidade aberta. formando imagens reais. seus comprimentos sem deformação somados resultam.0 cm. idênticas. este vibrará com freqüência angular igual a Assinale a alternativa que corresponde à seqüência correta: a) V. e a massa M é lançada. V. A opção que representa corretamente duas dessas observações é: a) k 1k 2 m (k1 + k 2 ) (k 1 − k 2 ) 2m b) (k 1 + k 2 ) 2m c) d) (k 1 + k 2 ) m 3. O segundo colega. a fim de que ela pudesse ler livros a uma distância mínima confortável de 25. V. Ondas 1. se hipermétrope. Suponha sons fundamentais nos dois casos. F 2. em duas posições diferentes. F d) V. com seus comprimentos somados resultando L. percebendo que ela estava com hipermetropia. receitou lentes de correção para o defeito de sua visão. V. Qual é a vergência. o sistema é liberado. e a sua correção é feita com lentes divergentes. F. sendo que k1 = 2k2. na direção do eixo-x.0 c) 2. em dioptrias (em graus) dessa lente.0 b) 2. V. e as molas possuem massas desprezíveis. a luz visível pode ser decomposta em duas componentes perpendiculares entre si. M.

um estudante entra em um compartimento fechado que simula um submarino. poderia o relato estar correto ou. (UFPB 2009 – PSS1) Em uma feira de Ciências de sua escola. seguirá uma trajetória paralela à direção de incidência. (UFCG 2009 – 2ª ETAPA) Ao descrever suas experiências. [. identificando as corretas: I. IV. Ondas . está preso por duas molas de constantes elásticas k1 e k2 e massas desprezíveis com relação ao bloco. A velocidade da luz no interior da placa será a mesma que no vácuo. V.” Considerando o princípio óptico de funcionamento do olho humano. uma partícula massiva oscila em pequenos ângulos. emitida por um indicador incorporado a uma pequena estrutura. 5. (UECE 2009 – 2ª ETAPA) Um bloco de massa m. Sabendo que essa placa encontrase em uma câmera de vácuo e que o ângulo formado entre o raio de luz e a normal à placa é de 30° . identifique as afirmativas corretas: I. ao longo das direções tracejadas. III. Por um momento. d) é reduzida pela metade. Ted”. O tamanho da imagem vista pelo estudante não depende das distâncias h e x. Wells. 20   21   . Levando-se em conta o desvio da luz pela refração. após atravessar a placa. (UFPE 2009 – 1ª ETAPA) Num pêndulo simples. Em uma análise. (FUVEST 2009 – 1ª ETAPA) Dois sistemas óticos. aquela que poderia corresponder à localização real dessa estrutura no tecido é a) A b) B c) C d) D e) E Suponha que o tecido biológico seja transparente à luz e tenha índice de refração uniforme.MHS Considerando que a colega está a uma distância x do espelho superior. Eu olhei para baixo e vi imediatamente a negra sugestão dos contornos de meus pés esboçados em lama salpicada. Utilizando o periscópio desse “submarino”. O ângulo de refração do raio independe da cor da luz incidente. A imagem formada no espelho superior é virtual. A imagem formada no espelho inferior é real. que se move sobre uma superfície horizontal sem atrito. A imagem formada no espelho inferior será direta. presente no tecido. 6. 1. um raio de luz monocromático. presa à extremidade de um fio ideal (ver figura). analise as afirmativas abaixo.  4. Esse periscópio compreende dois espelhos planos paralelos separados por uma distância h. no interior da placa. A imagem final será formada a uma distância 2x + h do espelho inferior. do conto de H. IV. O ângulo entre o raio refletido e a normal à placa é maior do que 30°.. são utilizados para analisar uma lâmina de tecido biológico a partir de direções diferentes. ele observa uma colega de sua classe que está fora do compartimento. b) dobra. entre duas paredes fixas. pelos dois sistemas. II.. (UFPB 2009 – PSS1) Em um laboratório de óptica. II. um estudante faz incidir. Quando a massa da partícula é quadruplicada. e a aceleração da gravidade local é denotada por g. V. é captada. inclinados 45° em relação ao eixo do tubo opaco com aberturas nas extremidades (ver figura abaixo). D1 e D2. semelhante ao da água. simultaneamente. O raio de luz. dentre as posições indicadas. As forças dissipativas são desprezíveis. relata um momento em que foi flagrado na rua: “Veja. III. G. é menor do que 30°. conforme a figura. eu estive paralisado. poderia o Homem Invisível enxergar? Justifique sua resposta. o Homem Invisível. c) permanece a mesma. sobre uma placa retangular de vidro de espessura d. e) é reduzida à sua quarta parte.] disse o mais jovem com ar de surpresa em sua voz e apontando diretamente para os meus pés.   7. a frequência do pêndulo simples: a) quadruplica. a luz fluorescente. 2. O ângulo que o raio de luz faz com a normal.

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