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Gramática da Infografia - Morfologia e Sintaxe para o Design de Informação - Gabriela Portilho - ECA / USP

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Apesar de existir como tal desde o século XVIII, a infografia volta com novo fôlego ao jornalismo, principalmente nesta primeira década do novo milênio. Mas, apesar de séculos de empirismo, ainda não há muitas compilações teóricas a respeito dos usos dos gráficos e técnicas em infográficos. O presente trabalho é o esboço de um guia prático de infografia baseado em teorias cognitivas e semiológicas a fim de proporcionar uma comunicação mais eficaz entre leitor e jornalista.
Apesar de existir como tal desde o século XVIII, a infografia volta com novo fôlego ao jornalismo, principalmente nesta primeira década do novo milênio. Mas, apesar de séculos de empirismo, ainda não há muitas compilações teóricas a respeito dos usos dos gráficos e técnicas em infográficos. O presente trabalho é o esboço de um guia prático de infografia baseado em teorias cognitivas e semiológicas a fim de proporcionar uma comunicação mais eficaz entre leitor e jornalista.

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Published by: Gabriela Portilho on Aug 22, 2011
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Mesmo utilizando os melhores ingredientes e seguindo à risca o modo de preparo,
nem sempre os pratos funcionam, ou saem com o sabor desejado. É necessário que
haja uma boa receita. No entanto, o que é considerado um infográfico de excelência?
O que faz com que ele transmita sua mensagem com clareza, precisão e eficiência?

Para Tufte (2001), os gráficos devem sempre:

- Mostrar os dados

- Induzir os leitores a pensar mais sobre a informação contida do que na metodologia
utilizada na sua publicação: seja o design ou a tecnologia aplicada

- Evitar distorcer o que os dados têm a dizer

- Apresentar uma grande quantidade de dados em um espaço relativamente pequeno.

- Tornar o conjunto de dados coerente.

- Encorajar os olhos a comparar diferentes porções de dados.

- Revelar os dados em diferentes níveis de detalhamentos: de uma visão ampla a uma
estrutura mais fina.

- Servir a uma finalidade razoavelmente clara: descrição, exploração, tabulação ou
decoração.

- Estar fortemente integrado com as descrições verbais e estatísticas de um conjunto
de dados.

Excelência gráfica é fornecer ao leitor o maior número de ideias, no menor tempo,
utilizando o mínimo de tinta possível dentro do menor espaço. (TUFTE, 2010, p. 51,
tradução nossa)

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