Pastores, Igrejas e Entidades Evangélicas A Serviço de Satanás?

Descubra quem eles são e o que estão fazendo

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Europa: a Prostituta (Babilônia) montada sobre a besta escarlate Segundo a profecia do Apocalipse

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Portugal: “E na sua cabeça está escrito: Mistério”. Esse país é turisticamente conhecido como a capital dos mistérios; Espanha é a cabeça, e isso tem muito haver com a profecia; Paris- França é o coração da babilônia; Inglaterra – Reino Unido é o braço esquerdo; Roma- Itália é o braço direito; A Ilha de Sicília é o cálice da prostituta; A Alemanha é o seu ventre; A Russia, antiga União Soviética, é a própria Besta sobre a qual a prostituta cavalga.

Há uma canção popular que diz:

“Pois se eles querem meu sangue, Terão o meu sangue só no fim. E se eles querem meu corpo, Só se eu tiver morto, só assim”.

Apresentação

E

m Mateus 11.12 está escrito que homens inescrupulosos fazem violência ao Reino de Deus e à força se apoderam dele.

Foi por essa razão, portanto, que fiz desta presente missiva parte da minha contribuição aos verdadeiros defensores do Evangelho. Eles que, separados pelo tempo e pelo espaço, dedicaram ou dedicam as suas vidas ao bom combate da fé, e que apesar de serem a minoria, têm feito aberta oposição aos vampiros que usurpam as sagradas dádivas do Reino nesta sofrível, porém inevitável guerra de louças onde evangélicos combatem ―evangélicos‖ e o grande adversário vai lucrando pela manifestação da hipocrisia e da soez que julgávamos não existirem entre os cristãos.

Relutei, insistindo em não tomar partido neste combate a fim de que o meu discurso não viesse a servir de pedra de tropeço àqueles aos quais chamamos de fracos na fé, mas fui aos poucos percebendo que os vampiros maior proveito tiravam da ignorância dos crentes, já que não encontravam oponentes à altura, e compreendi que os mesmos fiéis inevitavelmente não terão chance alguma, a não ser que alguém, movido de compaixão altruísta e desamor próprio, levante a voz, e, contrariando a tudo e a todos, faça declarada oposição a estes inescrupulosos sanguessugas. Minha decisão de entrar para a guerra surgiu depois de ter assistido a uma pregação do famigerado pastor-vampiro Abílio Santana. Estou me referindo à sua mensagem intitulada “Provocadores de Milagres”, onde esse endiabrado homem faz violência ao Reino de Deus, à sua Santa Palavra e à própria doutrina

evangélica, proferindo aberrações e conduzindo a igreja a crer em ensinamentos demoníacos. Indignado, escrevi este livro que gratuitamente ponho nas mãos de todo o povo de Deus, para que conheçam mais das artimanhas de Satanás e tomem consciência destes inimigos que tão de perto nos rodeiam. Por muito tempo me calei, mas vi avançarem os servos de Satanás, pela conivência e covardia de pastores que embora conhecendo a Palavra de Deus, fazem vistas grossas diante de todas as bizarrices que estes perversos pregadores cometem, enganando, pilhando e privando os santos da genuína e abençoadora Graça do Senhor. Minha sincera oração é para que outras vozes se levantem em protesto e que jovens pregadores recebam inspiração e motivação para abandonarem o ilusório sonho da fama e da fortuna por meio da vida fácil que o ofício da pregação possa lhes proporcionar.

Que se ponham de pé, desdenhando da própria sorte de se fazerem odiosos para aqueles que usurpam da fé, mas alegrando-se por fazerem parte daqueles poucos nomes que despontam como inimigos na lista negra de Satanás. As páginas que se seguem estão repletas de revelações chocantes que podem contrariar a inicial percepção do leitor, mas seja paciente e vá até o fim, pois é de inestimável importância que um número cada vez maior de pessoas (sejam elas evangélicas ou não) tome conhecimento dos fatos aqui narrados. A tua vida, creias nisso ou não, dependerá muito da maneira pela qual reagirás a estas revelações. Tua família, igreja e sociedade em geral precisam estar preparadas para o assalto final. Protege-te, pois dos vampiros evangélicos que abundam por toda parte. Nossa grande arma para essa luta é o conhecimento da Verdade, pois

apenas Ela é que verdadeiramente livre.

torna

o

homem

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A Sociedade dos Profetas Mortos

O

s vampiros estão na moda. Aliás, eles sempre estiveram na moda. A diferença é que atualmente eles usam ternos caros, falam com eloqüência, gozam do prestígio e da popularidade e têm permissão para sugar todas as vítimas que desejarem. Quem haveria de acreditar que a religião iniciada por um humilde camponês da longínqua e mui desprezada Nazaré há cerca de dois mil anos, e que teve um grupo de empobrecidos e maltrapilhos pescadores como seus principais

disseminadores, um dia viria a se tornar o maior e mais abjeto antro de sanguessugas e usurpadores empresários da fé? Em uma de suas parábolas, o Senhor Jesus simbolicamente ordenou aos seus discípulos: “Negociai até que eu venha” 1. Mas aqueles que em posteriores épocas se apoderaram do controle da igreja preferiram levar o assunto ao pé da letra e passaram a mercadejar a fé, vendendo a peso de ouro o Evangelho que o Divino Mestre categoricamente determinou que fosse distribuído de graça2. Dentre todos aqueles primeiros pais da Igreja, o que melhor compreendeu o espírito das palavras de Jesus deve ter sido o apóstolo Paulo, que havendo se recusado de receber os donativos que os cristãos de Corinto voluntariamente lhe enviavam, retorquiu:

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Lucas 19.13 Mateus 10.8

“... Isso não está certo. Os pais devem entesourar aos filhos, mas os filhos não devem enriquecer aos pais” 3. Há um milhão de pastores em todo o mundo que juram haverem aprendido a doutrina de Paulo, mas na prática fazem exatamente o contrário. Esses extraem tudo dos seus rebanhos e nada lhes dão em câmbio. Pelo que, foi com descomunal assombro, que há alguns anos ouvi dos lábios de um líder evangélico a seguinte frase: “Não tem jeito. Se quisermos elevar o status da igreja ao nível de religião, teremos de transformá-la em empresa”. Isso foi no ano de 1996, mas a descarada declaração jamais iria se apagar da minha memória, trazendo-me maior trauma pelo fato de terem sido pronunciadas por um amigo.

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II Coríntios 12.14

Não tenho o menor interesse em abandonar a minha fé, e os meus inimigos devem permanecer salivando de fúria contra mim, mas afirmo que é exatamente assim que a grande maioria dos pastores contempla as suas igrejas. Para os tais, as congregações nada mais são do que máquinas de fazer dinheiro que eles podem operar a qualquer momento, como quiserem e sem nenhum custo. Há os que fazem isso com o máximo de descaração, e há aqueles que o fazem inconscientemente, até que acabam se familiarizando com a prática, tornam-se cauterizados e igualmente réprobos. O Pastor Santos era presidente da Igreja Evangélica dos Filhos de Deus em salvador, e seguramente, foi um dos homens mais dignos que o nossa país já conheceu. Ele tinha um programa diário na antiga Rádio Cruzeiro e muitos cristãos verdadeiramente espirituais de

todas as denominações podiam ser edificados na fé através das mensagens que ele ministrava. Certo dia (falo apenas aos que crêem) ele nos contou de uma desanimadora revelação que recebera do Senhor Jesus, a saber: que a Babilônia, aquela grande meretriz do Apocalipse, haveria de ser uma igreja evangélica. _ Impossível! – há de exclamar alguém, pois de acordo com a escatologia dos comuns, a real identidade da babilônia mística é a igreja católica romana. Acho engraçado, mas me contaram a mesma coisa quando eu era criança. Mas os crentes não dão fé de que os verdadeiros vampiros se alimentam muito mais da ignorância de suas vítimas. Existe um adágio tão antigo quanto a própria humanidade e que até hoje não foi levado a sério, isso é, que o principal truque do demônio é fazer com as pessoas pensem que ele não existe.

Nero, o endiabrado imperador romano, tinha uma teoria que servia de nutrição ao seu ódio contra a comunidade cristã da época. Para ele, todos os homens eram corruptíveis, pois entendia que toda dignidade tem o seu preço e que qualquer ser humano pode se vender se lhe for apresentada a equivalente oferta. Então é assim que as coisas são, e é desta maneira que Satanás contempla os nossos pastores: todos são honestos, mas só até a página três; daí em diante é possível fazer barganhas. Que diremos? Não deve a igreja oferecer salários aos seus pastores? Sinceramente, não é o que pensamos ou pretendemos, e há um mandamento genuinamente bíblico que nos orienta a contribuir para o sustento físico daqueles que nos participam os bens espirituais. Ainda assim, existem observações que devem ser mais bem avaliadas, pois o mesmo Senhor que determinou que o pastor fosse digno do seu

salário, expressamente o proibiu se enriquecer a custa do Santo Evangelho. Eu mesmo conheço inúmeros pastores que nunca receberam um só centavo em todos os seus anos e até décadas de trabalhos prestados junto ao rebanho de Deus. E há aqueles que segundo a prescrição bíblica são mantidos pela congregação, mas que em não raros casos recebem um salário tão diminuto que mal dá para arcar com as despesas mais elementares do lar. Em contrapartida, existem os marajás, digo, os donos das igrejas, que faturam demais sem derramar uma única gota de suor. À semelhança deste que te fala, tu também és cristão, mas será que podes com franqueza me responder se achas justo perante Deus que uma pessoa que mora em um barraco de papelão e que se alimenta de biscoito e mortadela deva fatiar a sua minguada economia, adquirida a muitas penas, para engordar as rendas de um

vampiro (pastor) que sem nada fazer embolsa até cinqüenta mil reais todos os meses? Se a tua resposta para essa questão for positiva, então é igualmente certo que mereças a opressão à qual estás sendo submetido. Mas esses vampiros dizem: “Deus dará cem vezes mais em recompensa aos que contribuírem.” – Bandidos! Que o mesmo sirva para vós! Houve alguma vez na vida em que você precisou de ajuda financeira e foi socorrido pela igreja? Os vampiros costumam fechar a cara nessas horas, pois em tais casos exclamam que a igreja não é banco. Mas eu já precisei da ajuda financeira da igreja. Foi há muitos anos. O pastor que liderava a minha congregação estava terminantemente proibido de mexer nos cofres, e se o fizesse, podia incorrer no risco de perder o seu pastorado. Mas ele deu provas de

sua grandeza de alma e liberdade de espírito, quando, sem a expressa autorização de seus superiores, abriu os cofres, e sem que houvéssemos a ele recorrido, nos entregou uma soma que não era muito, mas que bastava para resolver o nosso problema. Foi um dos gestos mais nobres já feitos por um pastor no tocante à minha pessoa. Estávamos mesmo em uma situação precária, pois os meus pais haviam acabado de se separar e o meu genitor nos tinha aplicado um duro golpe ao vender a nossa casa sob o pretexto de comprar uma melhor. Mas fugiu com uma amante e ficamos desamparados e falidos. Ainda hoje sou grato àquele jovem pastor que arriscou a reputação e a carreira no cumprimento do dever bíblico para socorrer uma ovelha em apuros. Atualmente ele não está lidando com o rebanho, o que vem a ser uma pena, pois por seu exemplo me ponho a sonhar que no dia em que

contarmos com meia-dúzia de pastores como ele o mundo há de ser um lugar melhor. Nem todos têm a mesma sorte. Um presbítero de cuja amizade desfrutei, e que foi banido de suas atividades ministeriais por haver se amparado na autoridade do Evangelho para descumprir as mesquinhas ordenanças da alta cúpula (falei sobre ele no meu livro “O Dízimo Sem Frescuras”) em favor de uma ovelha desesperada. Aconteceu assim: Na igreja que ele liderava havia um membro com mais de cem anos de idade que estava enfrentando muitas dificuldades para sobreviver (muitos remédios) com o que sobrava de sua defasada aposentadoria. Esse meu amigo, comovido pelas agruras do pobre homem, orientou-o com as seguintes palavras:

“Meu querido irmão, dada a situação em que te encontras, mais digno seria se em vez de recebermos as doações que trazes, nós o ajudássemos com as tuas despesas. Portanto, que assim se faça, e que doravante estejas desobrigado do compromisso de trazeres os teus dízimos para a igreja”. Seja mil vezes abençoado esse homem por tão ousada atitude! Qualquer pastor verdadeiramente cristão deve fazer o mesmo. Mas esse mundo de perfeito não tem nada e o sistema eclesiástico do qual participamos não conhece a generosidade, pois aconteceu que filhos da rapina foram contar ao Ministério sobre a ―descabida irresponsabilidade‖ cometida pelo presbítero, de modo que aquele genuíno pastor de ovelhas foi sem demoras arrancado da liderança de sua posição junto ao rebanho. Outro dia assisti a uma entrevista com o atual presidente do Santos Futebol Clube na qual ele listava as razões pelas quais se recusara negociar a transferência do jogador Neymar para ir jogar

em um importante clube europeu. Se aquele raciocínio foi sincero, devia ser igualmente de uma dignidade na qual muitos líderes evangélicos podem se espelhar. Ele se justificou dizendo que: “A torcida quer é títulos e não dinheiro. Até porque o Santos não é banco”. Ouso ratificar que tal mentalidade me surpreende, pois quem desta maneira pensa dá provas de que não pretende se apoderar do bem comum. Tais pastores, tão espirituais quanto se julgam, deveriam igualmente saber que as igrejas não são bancos e que o Evangelho não é paraíso fiscal. Os bens da Igreja pertencem a todos e se alguém descumpre esse sagrado princípio é por usurpação e abuso de poder. Mas por que repartir, se é mais fácil amontoar? É próprio da lei dos saqueadores: você fica com o que você pega!

Eles são caras de pau e o povo adora ser enganado. Imagem que outro dia vi na TV um pastor que descaradamente pedia dinheiro para comprar um ―jatinho‖ para fazer a ―obra de Deus‖. – Picareta miserável!

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O Mercado da Fé

O

apóstolo Pedro profeticamente nos declara que no fim dos tempos muitos pastores se tornarão hipócritas4 (há quem diga que eles sempre o foram) e que usarão de palavras fingidas (fé enganosa) para transformar o Evangelho em um grande negócio. O que deseja ele com isso nos dizer? Responderei com outra pergunta: Já notaram que via de regra, os principais líderes das denominações evangélicas são grandes empresários? Eles possuem escolas teológicas, gravadores, estúdios, grifes, editoras, agências de
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II Pedro 2. 1-3

viagens, redes de rádios, transmissoras de televisão, hotéis, acampamentos... E que ninguém caia no ridículo de imaginar que tais empreendimentos constam na lista de prováveis patrimônios da igreja, pois é tudo cascata. Para se ter uma idéia do que estou dizendo, basta lembrar que há em uma de nossas capitais uma rádio à qual a igreja já comprou e pagou duas vezes, mas que continua pertencendo à iniciativa privada. Os vampiros evangélicos são muito irresponsáveis com o dinheiro alheio e agora já se especializaram em prover desse sangue para uma clientela de sugadores menores. São os chamados agenciadores da pregação, que para todos os efeitos são os mais inescrupulosos mercadejadores da Palavra de Deus. Trata-se de um negócio sujo e espiritualmente obsceno que no geral funciona desta maneira: Uma igreja precisa de um orador para determinada ocasião, ela então procura um

pregador e prontamente acertam todos os detalhes que, mormente incluem transporte aéreo e terrestre, hospedagem e cachêgeralmente depositado com antecedência. O pregador deu a sua palavra, mas isso não significa que ele vai cumpri-la. Em muitos dos casos ele sabe de antemão que não poderá (ou não quererá) comparecer na data combinada. A sua agenda já estava fechada para aquele dia; a cidade não é convidativa; a igreja não é grande; o cachê não é dos melhores... Mas os valores combinados já foram depositados na sua conta pessoal. Sabem o que ele vai fazer? Simplesmente, há de combinar com outro pregador, de fama menos expressiva, e o enviará como substituto, repassando-lhe apenas um terço do dinheiro embolsado. A maioria dos crentes pode achar isso normal e eu não estranho, pois tenho constatado que as maiores bizarrices ocorrem exatamente no meio

evangélico, onde o estranho mesmo é não ser bizarro. Alguns vampiros são doutores na arte de mentir e enganar. Imagine que outro dia nos trouxeram um moço que jurou não nos cobrar coisa alguma pela sua pregação, já que segundo ele mesmo dizia: ―Jesus sempre pregou e salvou de graça‖. Aconteceu, porém, que ao findar o culto ele orientou alguns para que distribuíssem envelopes na igreja para que cada um colocasse uma ―oferta de amor‖. – Sincero, não? De volta á profecia de Pedro, lemos de pastores que devem converter o Evangelho em negócio e os cristãos em produtos. Mas as coisas não precisam ser rigorosamente nessa ordem. O apóstolo ainda nos afirma que tais pastores agirão dessa maneira motivados apenas pela avareza. E eles inventaram maneiras e técnicas pelas quais podem surrupiar os bens alheios, pois não satisfeitos com os dízimos e ofertas

convencionais, trataram de criar ―votos‖, ―compromissos‖, ―desafios‖, ―propósitos‖ e até leilões do tipo ―quem dá mais‖. Tudo com o fim de arrancarem até o último centavo, em troca de bênçãos e benefícios materiais que nunca irão receber. E de fato existem depoimentos de pessoas que juram haver ficado rica depois de terem feito grandes doações à igreja (leia-se pastores), mas isso também é mentira. Eu mesmo conheço pessoas que venderam carro, casa, móveis e outros pertences para cumprir com os seus ―votos de fé‖, até descobrirem que tinham caído no conto do vigário. Normalmente as pessoas enriquecem de três maneiras: por herança, por trabalho ou por meios ilícitos. Sou cristão há muitos anos e já liderei igrejas e grupos, mas não conheci uma só pessoa que tenha acumulado fortuna apenas contribuindo com as suas ofertas e dízimos.

Alegarão os ensaiáveis vampiros que a Bíblia promete retribuir cem vezes mais a qualquer um que contribuir com fidelidade, mas isso é deveras contraditório, pois se assim fosse, não deveria existir necessitados na igreja, conquanto eu esteja bem consciente de que pelo menos oitenta por cento dos crentes contribuem regularmente com seus dízimos e ofertas, e, creiam-me, esses fiéis colaboradores são justamente aqueles que mais sofrem com as dificuldades financeiras. E como já foi abordado em “O Dízimo Sem Frescuras”, tais doutrinadores devem rever seus conceitos e interpretações sobre os textos das Escrituras que tratam desse tema.

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Manipuladores do Povo

T

ive em minhas mãos um documento oficial que foi distribuído por representantes de certo partido político de nossa cidade. Nele constavam os nomes de quarenta e seis dirigentes de igrejas que eram funcionários fantasmas da Prefeitura. Número bastante expressivo por se tratar de uma única cidade. Como seria possível que tantas pessoas ligadas à liderança da igreja pudessem obter semelhantes e ilícitos favores políticos? Ora,

estamos falando de homens e mulheres de caráter corrupto, e há, não negamos, uma gama considerável de líderes que se põem acima de nossas próprias leis, negociando os votos de seus respectivos rebanhos com qualquer candidato que esteja disposto a recompensá-los; é que chamamos de toma lá da cá. Esses indignos dirigentes agem como eficientes agentes eleitorais, convencendo os fiéis a votarem no candidato que eles resolveram apoiar. Normalmente eles usam de insinuações, alegando que é da ―vontade de Deus‖ que determinada pessoa seja eleita. Caso não funcione, eles partem para as chantagens, ameaças e até usam maldiçoar a qualquer um que votar nos seus escolhidos. De um jeito ou de outro, eles acabam vencendo, pois como já os ouvi dizer: ―crestes têm a mente fraca‖, e no geral, os eleitores não costumam possuir opinião própria. Isso é abuso de poder. Os que assim agem bem merecem o

conforto de uma escura e úmida prisão. Nosso país é ―democrático‖ e o eleitor tem plena liberdade de votar em quem ele bem desejar. Pelo que, qualquer tentativa de coação por parte de quem quer que seja, é criminosa e passível de punição. Isso, porém, não os impede de manipular a vontade alheia, e eu tenho amigos (tentaram fazer o mesmo comigo) que foram eximidos de suas atividades eclesiásticas por não promoverem ou votarem nos chamados ―candidatos da igreja‖. Assim, eles vão passando de uma contravenção à outra, conquanto eu tenha testemunhado casos nos quais os ―candidatos da igreja‖ não conseguiram se eleger, e esses vampiros oportunistas tiveram de afiar os seus dentes para degustar de uma nova vítima, já que por força das circunstâncias viram-se obrigados a se amparar em um dos candidatos que haviam de antemão descartado.

Foi o que aconteceu na minha própria cidade, quando igrejas de várias denominações se uniram em plebiscito para uma prévia geral onde alguns pré- candidatos disputaram a preferência de eleitores cristãos. A conclusão seria que no final apenas os três mais votados é que deveriam concorrer às eleições municipais. E assim aconteceu. Os candidatos contemplados receberam aprovação geral dos ministérios para representar a igreja, pois a idéia original consistia em que não muitos crentes concorressem para que os votos evangélicos não ficassem por demais fatiados, de modo que nenhum deles fosse eleito e os vampiros ficassem privados de suas ―tetas‖ junto à administração. O resultado final do plebiscito organizado por aqueles líderes determinou que os candidatos derrotados naquela prévia abandonassem imediatamente o sonho do embate político. Mas não foi isso que aconteceu. Um dos que haviam sido rejeitados na enquete inicial resolveu

encarar as urnas sem o apoio dos pastores, e para sua infelicidade recebeu uma chuva de maldições que foram acompanhadas de sua exclusão da igreja. Mas a justiça não demorou, e quando as eleições aconteceram, ele foi o único crente a ser eleito para uma cadeira na Câmara de Vereadores. Conseguem imaginar o que fizeram os vampiros tão logo souberam da vitória daquele irmão? Eles se organizaram em comitiva para irem á casa do novo vereador a realizarem um culto de ações de graças pela conquista obtida. – Como é humilde essa gente! Enfim, e depois de tanto apoiarem a segundos e a terceiros, eles entenderam que era já chegada a hora de também ingressar no páreo da política. E assim acontece, pois todo pastor ou dirigente de igreja, quando quer externar a sua corrupção, entra para a carreira política. Que montem as suas defesas e tracem os seus argumentos; a

pedrada há de ser sempre a mesma: lugar de pastor é atrás do rebanho! Por inúmeras vezes escutei pastores a dizerem que para o ser humano não existe maior dignidade do que a honra de haver sido escolhido para apascentar o rebanho de Deus. Mas será que disseram a verdade? A mentalidade atual é bastante oposta, pois cada vez mais pastores estão usando de suas influências eclesiásticas para galgarem um lugar ao Sol do governo. Eles garantem que é para ajudarem ás igrejas, mas desde quando a igreja de Jesus Cristo precisa de cobertura política para se firmar e desenvolver como o organismo vivo que sempre foi? A meu ver, se estas coisas estão acontecendo é porque está chegando a hora final e os filhos da iniqüidade não estão sendo capazes de conter os ímpetos de suas paixões carnais e de suas ambições humanas. Agora eles demonstram

claramente o que as igrejas representam aos seus olhos.

realmente

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Babilônia Evangélica?

V

ou me ocupar um pouco com a revelação da qual nos falou o Pastor Santos, quando enfim concluiu que a Babilônia Prostituta do Apocalipse deve ser o resultado do ajuntamento das decadentes igrejas evangélicas. Quem é do ramo sabe e entende perfeitamente que os governantes invisíveis desse mundo há muito vem trabalhando a unificação e globalização das massas. Ou seja, estamos aos poucos nos mudando para um mundo sem fronteiras, com um governo único, uma mesma

moeda, um idioma universal e uma religião miscigenada. O processo está bastante adiantado e tais coisas serão possíveis em um futuro próximo. No que tange à unificação religiosa, a situação é bastante visível e está mais avançada do que se possa imaginar. E não estamos falando apenas em concentrar as diferentes expressões religiosas sob o mesmo teto, mas em fundir todos os credos para que disso resulte a babilônia do futuro. O princípio dessa miscigenação religiosa consiste em fazer com que todos os homens bebam de um mesmo cálice vicioso que os mantenha embriagados e desatentos da realidade em volta. A esse ajuntamento de diferentes credos a Bíblia chama ―meretrício‖; os governantes secretos, porém, preferem denominá—lo de Ecumenismo, que é uma maneira sutil de produzir incompreensão religiosa, perda de identidade cristã e substituição da verdadeira fé.

Os pastores, inclusive aqueles que considero com homens sérios, torcem o nariz quando dizemos estas coisas, mas é bem verdade que eles mesmos de certa forma têm contribuído e até se unido aos vampiros que espoliam e destroem o cristianismo protestante, principalmente quando cruzam os braços diante da onda de heresias que está desabando sobre os rebanhos. Em muitos casos eles não apenas se calam frente o perigo, como também nada fazem para proteger os fiéis, ou ao menos alertá-los acerca da tragédia espiritual que já se tornou inevitável. Pior que isso; muitos até se divertem com a situação e tiram proveito da ignorância geral. Deveriam eles, ao lerem estas páginas, investigar se o que estamos a dizer não merece um pouco de atenção. Porque (falo como cristão) todas as formas de cristianismos existentes estão permeadas de fortes influências satânicas que apontam para uma e mesma direção: a milenar maçonaria babilônica, a qual, de acordo com as

sagradas profecias apocalípticas, despontará de repente como solução religiosa para um mundo sem fronteiras. Os vampiros evangélicos mantém um pacto com Satanás no que se refere à divisão do despojo; eles ficam com os bens físicos e o demônio se encarrega das almas imortais. Eles mesmos estão sendo de fundamental importância para a implantação da filosofia babilônica como atitude religiosa que apoiará a elevação ―mundial‖ do Anticristo, e eles mesmos são aqueles que estão abrindo as portas de nossas igrejas a todos os tipos de movimento e manifestações heréticas que cegam aos crentes e os conforma à vigente degradação espiritual. Há como provar que exista um pacto entre os grandes líderes evangélicos e os patrocinadores do demônio? Na verdade, provas é o que não faltam, mas aqueles para os quais tais provas devem ser encaminhadas fazem vistas grossas aos fatos; assim, esses filhos do diabo se sentem à

vontade para continuarem com a tarefa de corromper a igreja cristã. Ao crente verdadeiramente espiritual é bastante usar a fé bíblica para se certificar de que a cristandade há muito que vem sendo vendida ao príncipe das trevas. O meu velho amigo Sandro Rogério, com quem compartilho a mesma fé e raciocínio, brilhantemente documentou em “A Teoria da Conspiração de Adam Weishaupt,” vários detalhes de um plano diabólico que foi elaborado há séculos e que vem sendo posto em prática com o fim de subjugar o cristianismo, e, por meio deste, o mundo. Ali o meu leitor se inteirará de fatos que unem o desenvolvimento da política mundial à decadência espiritual do cristianismo. Vale a pena conferir. Em seu livro ―O Diário de Um mago”, Paulo Coelho narra um pouco da conversa que teve com o seu guia espiritual enquanto cumpria o

ritual de iniciação através dos caminhos de Santiago: _ Que relação existe entre a igreja católica e a bruxaria?- ele pergunta. Ao que o outro responde: _ Todas! Muitos crentes podem bater palmas diante de afirmações como essa, afinal se trata da igreja romana. Mas as igrejas evangélicas não fogem á regra. Um olhar sincero através da história será capaz de perceber que o cristianismo protestante igualmente se compromete com a bruxaria desde as suas origens mais recentes a partir da reforma Luterana, e em todas as suas ramificações. Não nos dissera, por exemplo, que Lutero foi grandemente usado por Deus para provocar a reforma que originou a igreja evangélica?Mas isso é o que eles querem que acreditemos. A verdade é que Lutero recebia orientações, patrocínio e cobertura de príncipes europeus

maçons que queriam fazer oposição à mitra do Papa. Ele mesmo usava um símbolo da maçonaria rosacruz como selo pessoal, e depois da sua morte veio Francis Bacon, o iluminado líder da maçonaria européia, e assumiu as rédeas do cristianismo recém-nascido. Aliás, os crentes nunca se perguntam pela razão de a reforma de Lutero ser comemorada justamente no Dia das Bruxas. E isso não é por acaso. A igreja Presbiteriana de Calvino nasceu deste mesmo fogo cruzado entre os maçons e a igreja romana. E a grande ventura de John Wesley foi justamente o haver ele rompido com o anglicanismo inglês que tinha como patronos os reis da maçonaria britânica que iam revezando no trono entre a imagem do Papa e os signos do demônio Baphomet.

Os mórmons de Joseph Smith surgiram sob os olhos da maçonaria européia e há quem testifique que a família Rotchild foi a verdadeira patrocinadora do livro de Mórmon, supostamente supervisionado pelo anjo Moroni e escrito originalmente em lâminas de ouro. Quanto às testemunhas de Jeová, essas corujas que enxergam tão bem na escuridão e que são cegas à luz, evitam comentar que o seu fundador Charles Taze Russell viveu e morreu entre maçons. A informação que se dá é de que morrera em um trem, mas pesquisadores há que afirmam que Russell na verdade foi assassinado em ritual satânico durante as comemorações do Dia das Bruxas5 em 1916. Russell foi sepultado sob um símbolo maçônico e os servos da conspiração internacional elegeram o maçom Fred Franz para a presidência dessa entidade que também conhecemos como Sociedade Torre de Vigia. O
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Novamente essa data!

pesquisador David Icke dá testemunho de que a revista oficial das Testemunhas de Jeová é um compêndio de simbolismo esotérico e de imagens subliminais. – Quem diria! A Igreja Batista e a Assembléia de Deus nasceram em berços de pureza e as histórias de suas origens bem o comprovam. Mas com o passar do tempo, foram igualmente aliciadas pelas forças sedutoras e sombrias, e hoje (eles o negam) andam de mãos dadas com a babilônica maçonaria européia. Seus mais destacados representantes querem esconder os fatos e até ameaçam processar a qualquer um que tocar no assunto, mas sabe-se de pastores de ambas as denominações que ocupam graus importantes dentro da maçonaria. Os representantes batistas da América do Norte estão em maior grau de comprometimento, de sorte que um ex-satanista que se refugia na Alemanha garantiu-nos que é muito grande o número de pastores batistas que

freqüentam a maçonaria na terra do ―Tio‖ San, além daqueles que pertencem a diversas facções do satanismo corrente nesse país. A Assembléia de Deus, tão forte aqui no Brasil, adotou uma tocha como símbolo de sua denominação. Seus líderes atestam que a chama representa o movimento pentecostal que essa igreja desencadeou a partir de 1910, mas perguntem a um maçom ou a um satanista qual o verdadeiro significado da tocha erguida pela Estátua da Liberdade e surpreendam-se com a resposta. Embora seus pastores afirmem repudiar a maçonaria, a prática é vidente e não é nova no seio desse clero, pois em 1992, representantes de uma antiga família assembleiana me confirmaram que um dos presidentes estaduais da entidade era maçom, e que ao falecer, recebeu sepulturas com exéquias da maçonaria, sendo que a pessoa a sucedê-lo na presidência estadual

da igreja freqüenta a os círculos maçônicos até hoje. Mas isso também é coincidência. O fato é que no Brasil existe uma maçonaria abertamente evangélica e que está unificando as denominações sob as égides da heresia sem que lhe façamos a devida oposição. É claro que estamos nos referindo à Adhonep (Associação dos Homens de Negócios do Evangelho Pleno). Um foco de hereges que administram o seu veneno a todas as denominações cristãs do Brasil. E sabem quem foi o seu patrono? – Um ex-presidente da Assembléia de Deus que ao que tudo indica, estava em plena atividade na época em que a fundou. Mas os que simpatizam com a Adhonep não conseguem ver o diabólico malho no qual estão a se envolver. Eu, porém, afirmo e sustento que o seleto grupo de pregadores que dão palestras em suas reuniões não possuem verdadeira espiritualidade e nem desfrutam da

credibilidade dos genuínos observadores da Bíblia. Tenho um amigo que freqüentou as reuniões da Adhonep e ele me garantiu conhecer representantes dessa entidade que assumem elevados graus dentro da maçonaria. Aliás, já observaram bem os símbolos nas flâmulas da Adhonep? Será que alguém pode ali reconhecer os símbolos da lua e da tocha que incrementam a imagem do demônio Baphomet, um ídolo autenticamente venerado na maçonaria e no satanismo? _ Ora, digam, vampiros, que isso também é mera coincidência! Foi mencionado por Rogério em “O Semeador de Joio no campo de Trigo” aquela caduca afirmação que todos já se fartaram de escutar: ―O maior truque do demônio é fazer com que as pessoas não acreditem que ele existe‖. Mas a despeito da caduquice dessas palavras, dia após dia ouço figurões da pregação

―evangélica‖ dizer que a Adhonep é uma bênção e que pessoas desinformadas vivem a difamá-la. Não faz muito tempo, um amigo contou-me haver escutado do pastor Silas Malafaia (sempre ele) que “Não existem pastores maçons; o que existe são pessoas mal informadas falando do que não sabem”. Contraditória declaração! Amigos meus que freqüentavam a Adhonep dizem que já participaram de palestras em ambientes reconhecidamente maçons (Lions Club e Rotary Club6), onde o palestrante era o mencionado pastor. Mas ele nega o que os próprios maçons fazem questão de afirmar. Recentemente, assisti à enfadonha palestra de um autor cristão que escreve a respeito de guerras espirituais e me surpreendeu o fato de
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Um aprofundado pesquisador da maçonaria que usa o pseudônimo de Van Helsing, diz o seguinte: “Entre os francomaçons e também entre os cristãos, 90% são usados pela elite, e não tem idéia, na maioria das vezes, do que se trama na cúpula.
Acontece o mesmo com o Lions Club e o Rotary, etc...”

ele atestar que houve um tempo em que os satanistas se infiltravam nos círculos cristãos, mas que tal já não acontece em nossos dias. – Estamos ficando loucos?

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Filhos da Babilônia

A

verdade é que o satanismo nunca esteve tão presente em todas as formas de cristianismos que proliferam no mundo como nos dias atuais. Ocorre que essa gente tonta e metida a espiritualizada vive a falar sobre guerras espirituais, mas não têm a menor idéia do que isso significa. Voltemos a citar o escritor Sandro Rogério, quando faz alusão às palavras que um espírito imundo dirige a um jovem pastor no impressionante romance de Frank E. Peritti7:

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Este mundo Tenebroso

_ Toda essa cidade me pertence. Menos você, homem de oração! Desnecessário é dizer que praticamente todas as formas de cultos evangélicos que conhecemos hoje estão impregnadas de ideologias e influências satânicas, e no que se refere aos cristãos, são aliciados, entorpecidos e entregues ao demônio todos os dias; e isso se faz através dos seus principais pregadores. Caio Fábio já expôs publicamente8 que os mais destacados pregadores evangélicos da atualidade são figos podres, e apesar disso, há um número cada vez maior de crentes incautos que os veneram como se fossem o próprio Cristo. A Adhonep e seus monitores sabem como atrair a tolos cristãos para os seus malhos, usando o artifício da satânica credibilidade que esses pregadores desfrutam junto à imensa nuvem de crentes desprevenidos. O exemplo
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Está no YouTube

disso pode ser visto nas atuações de pessoas como Morris Cerullo e Benny Hinn, dois famosos pregadores de heresias que vivem a semear cizânia por onde passam. Mas os incontinentes pastores, com seus rebanhos embriagados, dão testemunhos a plenos pulmões, e garantem que foram abençoados durante as ministrações destes curandeiros inescrupulosos. Por razões como essa é que tenho me perguntado: o que essa gente não fará quando aparecer o Falso Profeta, operando tão grandes milagres e prodígios? Há quatro anos ocorreu um fato que deve ilustrar a triste condição de alguns de nossos pastores, tão cegos e acomodados, e serve para descrever a falta de discernimento espiritual dos chamados ―profetas‖ da igreja. Eu havia recebido uma ligação de outro Estado. Era um amigo que tinha acabado de sair de uma reunião da Adhonep onde um famoso pregador pentecostal

de minha cidade (Vitória do Espírito Santo) esteve ministrando. Segundo me disse aquele rapaz, havia acontecido uma explosão de milagres, e ele, julgando que iria me encher de orgulho pelo fato de estar testemunhando em favor de um pastor da minha igreja, passou a contar os detalhes do ocorrido. Assim que encerrou o seu eufórico relato, eu lhe disse que alguma coisa não estava correta naquela história, pois o pregador do qual ele estava tratando havia cometido um escândalo público naqueles mesmos dias e o fato tinha sido noticiado até na televisão. O tal pregador tinha se envolvido numa briga durante uma partida amistosa com o seu próprio time de futebol e tinha espancado a um homem em cuja face esfregara os órgãos genitais depois de havê-lo lançado ao chão. Como eu poderia acreditar que o Santíssimo Deus haveria de usar a alguém cujo espírito era tão baixo, e por meio deste realizar uma

―explosão de milagres‖? – Mas os crentes não conseguem ver problema algum em episódios como esse! David Icke, um pesquisador que tem pavor a crentes, é destacado investigador da história do satanismo e de suas atividades ao longo dos séculos; Ele dá detalhes de como as sociedades secretas (maçonaria) agem para evitar que as pessoas mais atentas se apercebam de suas atitudes sombrias em todas as repartições de nossas comunidades. No tocante à relação satanismocristianismo, ele diz o seguinte: “Quando um satanista deseja destruir uma igreja cristã, ele se faz passar por cristão e finge estar combatendo o satanismo”. É o que estão fazendo os vampiros evangélicos. Olhem para a igreja Universal e a Renascer em Cristo, por exemplos. Quantos rituais e ensinamentos da magia negra não foram

detectados e identificados em seus cultos e práticas? E ainda assim, eles seguem dizendo que estão desfazendo as obras do diabo. - Grande piada! Essa gente sabe se justificar por meio de muitos milagres, mas o apóstolo Paulo nos advertiu que no fim dos dias aparecerão pregadores de magias que através de suas operações miraculosas hão de resistir à palavra da Verdade e levarão muitos à perdição. Notaram que os templos da IURD adotaram como fachada as edificações em forma de panteão romano? É emblemático, já que a palavra é de origem grega e significa ―casa de (todos) deuses‖. E não me venham dizer que é pura coincidência, pois neste negócio tão bem planejado nada acontece sem prévio motivo. Mesmo porque neste tenebroso mundo da maçonaria nenhum símbolo é adotado por acaso. Atentem, por exemplo, às marcas que os maçons deixaram nos Estados Unidos, onde muitos prédios de órgãos governamentais ou

foram construídos à moda romana e em homenagem aos seus deuses, ou então ocupam posições estrategicamente simbólicas que são sagradas para os tais. Portanto, e que ninguém duvide, as marcas e símbolos da maçonaria presentes nas edificações de nossas denominações não estão ali por acaso, mas para dar testemunho de que existem entidades secretas por trás dos mais elevados líderes que representam o protestantismo. E que não nos deixemos enganar; não existem símbolos cristãos! Será igualmente coincidência o fato de igrejas como a IURD empregarem músicas de cantores profanos (muitos deles satanistas confessos) e vídeos de produtoras hollywoodianas (reconhecidamente satanistas) em seus programas de televisão ou mesmo nas pregações de seus cultos? O que realmente pretendem com isso, senão afastar o povo de Deus do aprendizado da palavra que salva?

Satanás tem transformado as igrejas evangélicas numa verdadeira Babilônia e os pastores sabem perfeitamente disso. Eles nada fazem porque estão lucrando demais com essa degradação. Como diz um amigo meu: “Essa é uma miséria que os enriquece, e ninguém mata uma galinha que bota ovos de ouro”. Neste exato momento as Assembléias de Deus podem se gabar de estarem completando o primeiro centenário de sua existência, mas a denominação que hoje conhecemos, com seus milhares de pastores carniceiros, corruptos e enriquecidos, nada tem a ver com aquela congregação de santos que os abnegados missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren vieram fundar no Brasil. O que agora conhecemos é uma igreja espiritualmente falida e fatiada pela ambição de dirigentes que tratam o rebanho como propriedades particulares. Quanta imundície eles escondem sob os seus tapetes!

Somos totalmente orientados a não tocar nesse assunto, mas conheço um pastor em Fortaleza que me confidenciou que o atual manda-chuva das Assembléias de Deus é maçom e que por meio de falcatruas vem se mantendo no controle dessa igreja. Não confirmo nem desminto, mas afirmo que sempre estranhei o fato de o representante da maior expressão evangélica da América do Sul manter tão forte amizade com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que é um ateu confesso. Tal combinação é no mínimo contestável. Mas se for verdade, também não terá importância. Ninguém está interessado no assunto e quem o menciona é logo ameaçado de processo judicial. Para os crentes dessa denominação, mais precisamente os pastores, o importante é que as suas igrejas continuem crescendo (inchadas), mesmo que para tanto tenham de abandonar os princípios que fazem uma denominação ser verdadeiramente cristã.

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Águias no Evangelho?!

C

omo são dados à modernidade, os vampiros substituíram o signo do morcego pelo emblema da águia. O simbolismo se ajusta bem, pois é profético e representa perfeitamente a natureza dessa rapina que está a devorar o rebanho de Deus. Dentre todos os que podemos enumerar, o mais voraz é o intrépido pastor Abílio Santana, que por curiosidade, é um dos personagens que fazem chover na Adhonep. Conheço esse indivíduo há mais de vinte anos e

congregávamos na mesma igreja quando ele ainda era pobre, lá no interior da Bahia. Nunca conheci um ser tão arrogante, mal educado e dado à mentira. Ele é um dos maiores expoentes de heresias ao qual os pastores por displicência e cumplicidade deram permissão para enganar o povo cristão por meio das mentiras e invencionices que prega. Ele também foi o pregador que popularizou no Brasil o malfado simbolismo que afirma existir entre o crente e a águia. Mas aqui também se exige sabedoria, porquanto, esse perverso anunciador de heresias venha implantando entre os crentes a filosofia que os satanistas chamados ―Sábios de Sião‖ ardilosamente e exclusivamente projetaram há séculos para através dela corromper o cristianismo de nossos dias. Essa heresia que pregadores como o pastor Abílio chamam de ―visão de águia‖ outra coisa não é senão a extensão da filosofia satanista difundida pelo não menos corrompido e

enganador evangelista Benny Him. Trata-se, na verdade, da manifestação do original pensamento da antiga e sempre atual maçonaria norte-americana, à qual qualquer pesquisador realmente sério sem dificuldades identificará como sendo a continuidade do Império Romano que profeticamente ressurgirá no fim dos tempos para apresentar o Anticristo ao mundo como seu único dominador e senhor. Usurpador, esse império romano nunca caiu de fato. Ele apenas transmutou e entrou em estado de hibernação, deixando que uma sociedade secreta muito antiga ficasse a dar as coordenadas no mundo a partir da penumbra que projetara pelo cristianismo católico. Caso o meu leitor seja um verdadeiro amante da palavra de Deus, não terá problemas para entender que segundo as profecias que não podem mentir o Império de Roma deve estar em pleno vigor nos dias que antecederão o glorioso regresso do Senhor Jesus.

Mas como seria isso possível? Na verdade, satanás se ocultou e permitiu que o tempo passasse até que o seu plano amadurecesse. Mas disfarçadamente, Roma continuou (e continua) a governar o mundo sem se deixar ser vista. Quando os colonizadores europeus seguiram para ocupar a América do Norte, sempre encabeçados por líderes satanistas que iam deixando as suas impressões por toda parte, os pais fundadores dos estados Unidos tinham a intenção de reconstruir a nova base física do antigo Império Romano para a dominação total do mundo. É por isso que na cédula do Dólar lemos uma frase em latim que traduzida é ―Nova Ordem Mundial‖. Isso porque, originalmente, os maçons que lançaram as bases dos Estados Unidos da América, batizaram o continente e o chamaram de Novo Mundo, e Washington, sua capital, era entre eles conhecida como Roma. O rio que corta a cidade, como na antiga, passou a ser chamado

de Tibre. O Palácio do Governo recebeu o nome de Capitólio, à semelhança da sede imperial dos Césares, que é uma alusão e homenagem a Júpiter Capitolino, deus por excelência entre os romanos. Por essa mesma razão, os principais prédios que representam os poderes daquele país foram erguidos segundo a arquitetura romana. E a própria Casa Branca tem origens místicas, já que esse também era o título que se dava ao espiritual e secreto poder por trás dos governadores egípcios e romanos desde as mais remotas antiguidades. Entre outros monumentos pagãos que foram levantados nesse Novo Mundo, vai despontando a imponente Estátua da Liberdade, um presente dos franceses aos americanos pelas comemorações do centenário de Independência desse país. Diz-se que foi emblema da fantasiosa guerra que os americanos teriam vencido contra a Inglaterra, mas há controvérsias.

Autores mais românticos acreditaram que a imagem da Senhora Liberdade foi espelhada na deusa Sophia (sabedoria), mas isso também é fantasioso. Na verdade, a Estátua da Liberdade é um monumento maçom e isso está comprovado em todos os símbolos que a compõem. A representação é da Rainha Semíramis da Babilônia, ou ―Dama das Águas‖, como é descrita na profecia. Merece destaque a tocha que tem na mão, pois se distingue como o fogo sagrado de Baal; o mesmo fogo que o legendário (?)Enéias teria transportado de Tróia quando de sua destruição, para com ele mesmo acender a pira da deusa Vesta durante a fundação da histórica cidade de Roma. O simbolismo da tocha é de grande importância para os maçons da conspiração universal, já que remonta as origens de sua irmandade, bem como o desenvolvimento e consolidação dos seus firmes propósitos de possuírem o mundo.

Na outra mão dessa estátua está um livro que tem a data da Independência dos Estados Unidos; escrita em algarismos romanos, como não podia ser diferente. No antigo pedestal que suporta a estátua existia a seguinte inscrição: “Dá-me os teus cansados, os teus pobres, as tuas massas ansiando por respirar livres... Eu ergo a minha tocha diante da porta Dourada...” Poeticamente falando, a inscrição dizia respeito aos imigrantes que buscavam abrigo no Novo Mundo, e a Estátua posta como vigia no porto de Nova York lhes servia de guia, empunhando a tocha que qual farol dava o rumo às massas perdidas. A Miss Liberty ficava estrategicamente guardando a entrada (Porta Dourada) para o coração dos Estados Unidos e não foi sem motivos que a cidade às suas costas (New York) passou a ser chamada de Big Apple, ou: A Grande tentação, posto que pessoas do mundo inteiro corressem para os seus braços,

alucinadas com aquilo que hoje chamamos de sonho americano. Digno de nota, também, é o detalhe da coroa na cabeça da estátua. Quiseram os românticos acreditar que os seus sete raios representam as várias lutas da humanidade em busca da paz e da liberdade através dos séculos. Mas isso também é surreal, porque não são raios, mas chifres, tal como é mencionado na profecia apocalíptica, já que nenhum pesquisador ousará discutir que as coroas com chifres sempre representaram os poderes políticos que governaram ou governam o mundo. Assim, os sete chifres na coroa da estátua da Liberdade são representações dos sete reinos por meio dos quais a mais antiga sociedade secreta da história tem sobrevivido. Há quem queira duvidar, mas existem muitas e fortes evidências de que uma poderosa organização secreta tenha surgido na Suméria logo depois das águas do dilúvio bíblico. Falar abertamente sobre o

assunto é bobagem, mas muitos autores cristãos têm abordado o tema de forma indireta. É suficiente um olhar mais abrangente para que entendam que Satanás começou bem cedo o seu projeto de subjugar o mundo e entregá-lo nas mãos de Anticristo. A irmandade da Babilônia que surgiu na Suméria antes dos dias de Abraão está entre nós exatamente para esse fim. Mas o que isso tem a ver com o herético ensinamento da ―visão da águia‖? – Tudo. A águia era uma personificação de Júpiter (Zeus entre os gregos), o deus-maior do panteão romano. Mas, sobretudo, a águia simbolizava o próprio Império Romano, Razão pela qual o Senhor Jesus, profeticamente falando, anunciou que as águias (exércitos de Roma) se ajuntariam ao redor de Jerusalém para destruírem a cidade e o templo9.

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Mateus 24.28

Como não podia ser diferente durante a fundação dos Estados Unidos, que é a extensão do Império Romano, os pais organizadores cunharam a moeda do seu Dólar com a imagem de uma águia –insígnia dos antigos Césares. E até hoje poucas são as pessoas que se deram por conta de que o símbolo da empresa American Express seja justamente um soldado romano. Por ter sido gerada em berço maçom e por sua própria sede de poder, a nação dos norteamericanos é em todo o mundo conhecida como capitalista e usurpadora; ou seja, ela tem uma visão de águia (simbolizada pelo Dólar). Isso é bastante para simplificar que o chamado sonho americano se resume em adquirir riquezas, que é próprio da filosofia maçônica. Para os pregadores da prosperidade, tais como Silas Malafaia, Edir Macedo e Abílio Santana, entre tantos outros, o ter visão de águia é justamente o amar e viver em função das riquezas, que é o sonho americano.

Mas para quem ainda desconhece, vale assinalar que essa filosofia do sonho americano que já está arraigada nas igrejas evangélicas, foi projetada pelos mesmos satanistas que criaram os Estados Unidos, e à mesmíssima época (1773) eles registraram que viria o dia em que haveriam de substituir a verdadeira fé por um pensamento materialista, sendo que o primeiro passo seria fazer com que os pastores evangélicos trocassem a mensagem bíblica por cálculos matemáticos. Deste modo, e só para exemplificar, quando a Adhonep importa seus pregadores endiabrados da América do Norte para as palestras de suas reuniões eles espontaneamente expõem os neófitos cristãos aos inflamados dardos do maligno.

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O Ceifeiro e o Espantalho

E

xistem duas classes de obreiros na seara de Deus. Há os que pertencem ao grupo de ceifeiros, e há aqueles que se identificam com os espantalhos. Para que servem os ceifeiros? – São responsáveis pela proteção e pela colheita dos trigais; os espantalhos para nada servem. No começo eles até que conseguem espantar os passarinhos, mas depois de algum tempo as aves percebem que estes não têm vida e que podem

defecar sobre as suas cabeças sem que eles reajam. Para a colheita da hora final o Senhor não dispõe de muitos ceifeiros; e eles estão desaparecendo cada vez mais, e à mesma velocidade em que vão se multiplicando os espantalhos sobre o imenso campo. E isso não é por acaso. É significativo, pois os espantalhos às vezes são confundidos com os ceifeiros, e assim como aconteceu ao pastor de Laodicéia, eles também têm nome de quem vive, embora estejam mortos. O demônio sabe que eles estão mortos e que nada farão para impedi-lo de avançar com a sua ação danosa sobre os trigais do Senhor. Os verdadeiros ceifeiros enfrentam, resistem e expulsam os obreiros da iniqüidade; os espantalhos, ao contrário, não se importam com a sua presença. Assim, são poucos os pastores que ainda batem as portas de suas igrejas na cara

de pregadores como Morris Cerullo, Benny Hin e Abílio Santana, bem como todos aqueles que compõem a seleta grade de paroleiros do fabuloso teatro chamado ―Gideões‖. Quem são os espantalhos? – são os irresponsáveis líderes que os convidam para pregar em suas igrejas, que não combatem abertamente às suas heresias e nem orientam às suas ovelhas acerca dos perigos que essa casta de endiabrados pregadores. Os que se calam por covardia são culpados de omissão; os que fingem desconhecer os fatos comprometem a salvação dos fiéis, e, portanto, não escaparão da grande condenação que se reserva para os vampiros, dos quais por displicência se tornaram cúmplices.

Pastores, despetai para o Bom Combate da Fé!Cristãos, resisti firmes às portas do Inferno e a todos os seus emissários!

E que os vampiros saibam que nem todos estão dormindo...

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