Almeida Garrett

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Nascimento Morte Nacionalidade Ocupação Escola/tradição

4 de Fevereiro de 1799 Porto, Portugal 9 de Dezembro de 1854 Lisboa, Portugal Português Escritor, dramaturgo, poeta, político Romantismo

João Baptista da Silva Leitão de Almeida e mais tarde visconde de Almeida Garrett, (Porto, 4 de Fevereiro de 1799 ² Lisboa, 9 de Dezembro de 1854) foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, Par do Reino, ministro e secretário de Estado honorário português. Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.

2 Presença nas lutas liberais o 1.6 Discursos o 4.1 Poemas o 4.1 Teatro o 2.Índice [esconder] y y y y y 1 Biografia o 1.4 Garrett sedutor 2 Obras o 2.3 Vida política o 1. cancioneiros e contos o 4.5 Cartas e diários o 4.4 Romances. ensaios.3 Artigos.1 Primeiros anos o 1.7 Participação em publicações periódicas 5 Relevância na literatura portuguesa [editar] Biografia [editar] Primeiros anos .2 Peças teatrais o 4.3 Poesia 3 Cronologia das obras o 3.1 Publicações periódicas 4 Bibliografia ordenada e completa o 4.2 Prosa o 2. biografias e folhetos o 4.

após a Vilafrancada. tomou parte no Desembarque do Mindelo e no Cerco do Porto em 1832 e 1833. Foi também aí que engravidou sua companheira Luisa Midosi. É também neste ano que ele e sua família passam a usar o apelido de Almeida Garrett. Teria de deixar Portugal novamente em 1828. quando as tropas francesas de Napoleão Bonaparte invadiram Portugal e onde era instruído pelo tio. Em 1824. onde acabou por se matricular no curso de Direito. No ano de 1826 foi chamado e regressou à pátria com os últimos emigrados dedicando-se ao jornalismo. poemas geralmente considerados como as primeiras obras da literatura romântica em Portugal. que tinha apenas 14 anos. Juntamente com Alexandre Herculano e Joaquim António de Aguiar. bispo de Angra. João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799. Walter Scott e outros autores e visitando castelos feudais e ruínas de igrejas e abadias góticas. nessa viagem escreveu o muitíssimo conhecido Camões (1825) e Dona Branca (1826)não tão conhecido mas não menos importante. [editar] Vida política . Em 1821 publicou O Retrato de Vénus. de seguida foi para o exílio na Inglaterra em 1823. Miguel. pode partir para França e assim o fez. Antes casou-se com uma muito jovem senhora Luísa Midosi. trabalho que fez com que lhe pusessem um processo por ser considerado materialista. em 1816 foi para Coimbra. na Ilha Terceira. No período de sua adolescência foi viver para os Açores. Ainda no ano de 1828 perdeu a sua filha recém-nascida. Novamente em Inglaterra. vivências que se reflectiriam na sua obra posterior. fundando e dirigindo o jornal diário O Português (1826-1827) e o semanário O Cronista (1827). Foi em Inglaterra que tomou contacto com o movimento romântico. [editar] Presença nas lutas liberais Almeida Garrett participou na revolução liberal de 1820.Litografia de Almeida Garrett por Pedro Augusto Guglielmi (Biblioteca Nacional de Portugal). publica Adozinda (1828). Alexandre. com o regresso do Rei absolutista D. descobrindo Shakespeare. De seguida. ateu e imoral. D.

Alexandre Herculano e José Estêvão de Magalhães nos Passos Perdidos.Foi um homem de muitos amores. Revolucionário nos anos 20 e 30. do Panteão Nacional e do Teatro Normal (actualmente Teatro Nacional D. após curta estadia em Bruxelas como cônsul-geral e encarregado de negócios. Foram de sua iniciativa a criação do Conservatório de Arte Dramática. Assembleia da República Portuguesa. distinguindo-se nos anos 30 e 40 como um dos maiores oradores nacionais. em 1841. Garrett procurou sobretudo renovar a produção dramática nacional segundo os cânones já vigentes no estrangeiro. Em Portugal exerceu cargos políticos. [editar] Garrett sedutor A vida de Garrett foi tão apaixonante quanto a sua obra. da Inspecção-Geral dos Teatros. Contudo. Mais do que construir um teatro. uma espécie de homem fatal. tornando-se árbitro de elegâncias e príncipe dos salões mundanos. onde lê Schiller. distinguiu-se posteriormente sobretudo como o tipo perfeito do dândi.Almeida Garrett. Separado da esposa. em Lisboa). Goethe e Herder. em 1850 subscreveu. com quem se casou. . mais conhecida por ³lei das rolhas´. ou janota. com mais de 50 personalidades. Almeida Garrett afasta-se da vida política até 1852. um protesto contra a proposta sobre a liberdade de imprensa. em 1822. Com a vitória cartista e o regresso de Costa Cabral ao governo. Adelaide Pastor até a morte desta. A vitória do Liberalismo permitiu-lhe instalar-se novamente em Portugal. passa a viver em mancebia com D. Maria II. Luisa Midosi. quando esta tinha 14 anos de idade.

romance histórico inspirado por Notre Dame de Paris de Victor Hugo.A partir de 1846. a sua musa é a viscondessa da Luz. em Lisboa. em 1842. Em 1852 sobraça. em Campo de Ourique. Em 1843. Em 1844 é publicada a sua obra-prima. e em 1845 o primeiro volume d'O Arco de Santana (o segundo apareceria em 1850). Frei Luís de Sousa. O Alfageme de Santarém. Garrett publica o Romanceiro e o Cancioneiro Geral. Rosa Montufar Infante. vítima de cancro. [editar] Obras [editar] Teatro Dá início ao seu projecto de regeneração do teatro português. andaluza casada. por poucos dias. que privilegiam a história nacional em vez da antiguidade clássica. levando à cena em 1838 Um Auto de Gil Vicente. [editar] Prosa Almeida Garret pelo escultor Barata Feyo. inspiradora dos arroubos românticos das Folhas caídas. Otto Antscherl. Pedro V de Portugal datado de 25 de Junho de 1851 Garrett é feito Visconde de Almeida Garrett em vida (tendo o título sido posteriormente renovado por 2 vezes). considerou a "obra mais brilhante que o teatro romântico produziu". Estas peças marcam uma viragem na literatura portuguesa não só na selecção dos temas. "Falar a Verdade a Mentir". Por decreto do Rei D. que um crítico alemão. desde 1837. Falece em 1854. a pasta do Negócios Estrangeiros em governo presidido pelo Duque de Saldanha. pouco antes Filipa de Vilhena e. na sua casa situada na actual Rua Saraiva de Carvalho. colectâneas de poesias populares portuguesas. todas sobre temas da história de Portugal. Esta obra seduz . como sobretudo na liberdade da acção e na naturalidade dos diálogos e em 1845 foi representada a peça. com o oficial do exército português Joaquim António Velez Barreiros.

livro híbrido em que impressões de viagem. de 1853) introduziram uma espontaneidade e uma simplicidade praticamente desconhecidas na poesia portuguesa anterior. A liberdade da metrificação. Catão (representação). narradores e temas muito diversos. A naturalidade da narrativa disfarça a complexidade da estrutura desta obra. estilos. próximas da poesia popular quando não das cantigas medievais. em que alternam e se entrecruzam situações discursivas. mas sobretudo pela qualidade da prosa. A obra que se lhe seguiu deu expressão ainda mais vigorosa a estas tendências: Viagens na minha terra. As duas coletâneas publicadas na última fase da sua vida (Flores sem fruto. o vocabulário corrente. em que predominava o romance histórico). longe das convenções anteriores e muito mais próxima da linguagem falada. de arte. Primeiras edições ou representações y y y y y 1819 Lucrécia 1821 O Retrato de Vénus. paisagens e costumes se entrelaçam com uma novela romântica sobre factos contemporâneos do autor e ocorridos na proximidade dos lugares descritos (outra inovação para a época. e sobretudo Folhas Caídas. o ritmo e a pontuação carregados de subjectividade são as principais marcas destas obras. [editar] Poesia Na poesia. [editar] Cronologia das obras Almeida Garret pelo escultor António Pinheiro. Garrett não foi menos inovador. Mérope (representação) 1822 O Toucador 1825 Camões 1826 Dona Branca . de 1844.não só pela recriação do ambiente medieval do Porto. Ao lado de poemas de exaltada expressão pessoal surgem pequenas obras-primas de singeleza ímpar como «Pescador da barca bela».

Flores sem fruto 1846 Viagens na minha terra. poema. poesia inédita de Garrett. Lisboa 1932 (redac. Londres. D. Porto. 1829 Miragaia. 1821 Camões. Paris.tomo 2. poesia. Filipa de Vilhena (inclui Falar Verdade a Mentir e Tio Simplício) 1848 As profecias do Bandarra. Coimbra 1821 Retrato de Vénus. 1845 Os Exilados. poema. poema. poesia. Porto. 1851 Romanceiro e Cancioneiro Geral . 1854 Obras póstumas y y y y y y Dona Branca ou a Conquista do Algarve. de F. Porto. Frei Luís de Sousa (representação) 1845 O Arco de Sant'Ana . 1859 Dona Branca ou a Conquista do Algarve. Londres. poema. E. Nova York. 1826 (pseud. poesia. A sobrinha do Marquês 1849 Memória Histórica de J. poema. 1877 Odes Anacreônticas: Ilha Graciosa.tomo 1. revista. poema. 1948 . poema.y y y y y y y y y y y y y y 1828 Adozinda 1829 Lírica de João Mínimo. Porto Alegre. 1820 Ao corpo académico. 1828 Lyrica de João Mínimo. Lisboa. Paris.1853 Camões. Um Noivado no Dafundo.tomos 2 e 3 1853 Folhas Caídas 1871 Discursos Parlamentares e Memórias Biográficas (antologia póstuma) [editar] Publicações periódicas y y 1827 O cronista 1830 " Memórias de uma África sofrida [editar] Bibliografia ordenada e completa [editar] Poemas y y y y y y y y y y y y Hino Patriótico.tomo 1. Lisboa. Xavier Mouzinho da Silveira 1850 O Arco de Sant'Ana . 1844 (eBook) Flores sem Fruto. poema. poema. Da Educação (ensaio) 1830 Portugal na Balança da Europa (ensaio) 1838 Um Auto de Gil Vicente 1841 O Alfageme de Santarém (1842 segundo algumas fontes) 1843 Romanceiro e Cancioneiro Geral . poesia. À Senhora Rossi Caccia . poema Coimbra.. Évora. 4ª ed. 1903 A Anália. Lisboa.) Adozinda. 1845 Folhas Caídas. Rio de Janeiro e depois Lisboa. 1860 Bastardo do Fidalgo. 1825 Dona Branca ou a Conquista do Algarve. poema. Coimbra. com estudo de Camilo Castelo Branco. Porto 1819) Magriço ou Os Doze de Inglaterra.

Lisboa 1985 (pseud. Lisboa.. drama. poema. Coimbra 1974 (redac. 1914 (redac. Guimarães. Lisboa. 1820. Coimbra. comédia. 1914 Conde de Novion. ensaio político. 1985 Magriço e os Doze de Inglaterra. folheto. Lisboa. drama. 1846 Falar Verdade a Mentir. 1847) Átala. Lucrécia. 1877 (redac.: Josino Duriense. Coimbra.. Sintra 1822) Impronto de Sintra. Rio de Janeiro.. 1914 [editar] Peças teatrais y y y y y y y y y y y Catão. Angra 1815-16) Poesias Dispersas. tragédia. 1852 (co-autoria de Inácio Feijó) Obras póstumas y y y y y y y y y y y y y y Um noivado no Dafundo ou cada terra com seu uso cada roca com seu fuso: provérbio n'um acto. Lisboa. ópera bufa. 1848 Camões do Rossio.. Lisboa. elogio dramático. 1842 Um Auto de Gil Vicente. Angra do Heroísmo 1816) Falar Verdade a Mentir. 1952 (redac. 1914 Édipo em Colona. 1857 (redac. Lisboa. Sintra. biografias e folhetos y y y y Proclamações Académicos. Lisboa. 53 p. 1843 (eBook) Dona Filipa de Vilhena. 1914 Sofonisba. Lisboa. Lisboa. folhetos O Dia Vinte e Quatro de Agosto... 1914 La Lezione Agli Amanti. 1822 Da Europa e da América e de Sua Mútua Influência na Causa da Civilização e da Liberdade. Lisboa. Lisboa. 1822) [editar] Artigos. Lisboa. 1ª ed. Rio de Janeiro.: Porto 1820) Ifigénia em Tauride. 1952 (redac. Libanio. poemas libertinos I. Lisboa. ensaio político. ???? (redac. tragédia. tragédia. comédia. 1914 Afonso de Albuquerque. Lisboa. Londres. comédia. 1914 O Amor da Pátria. Lisboa. Jornal da Sociedade Literária Patriótica. tragédia. Coimbra 1817). Lisboa. Lisboa. 1830 Catão. tragédia. 1841 O Alfageme de Santarém ou A Espada do Condestável. tragédia.. comédia. comédia. ensaios. Aos Mortos no Campo da Honra de Madrid. 1821. Lisboa. 1842 Frei Luís de Sousa. 1858 As Profecias do Bandarra. Lisboa. Lisboa. poema incompleto. Lisboa. Londres 1826 . redac. comédia. Lisboa. ou Fundação do Império Lusitano. tragédia. tragédia. 1833 Mérope. Lisboa 1846 A Sobrinha do Marquês. tragédia. Lisboa 1845) Os Namorados Extravagantes.y y y y Roubo das Sabinas. comédia. 1822 Catão. 1968 Afonseida. Lisboa.

1838 Relatório ao Projecto de Lei sobre a Propriedade Literária e Artística. Lisboa.y y y y y y y y y y y y y y y y Da Educação. Lisboa. 1ª ed. Xavier Mousinho da Silveira. 1830 Relatório dos Decretos nº 22. à cabeça. Lisboa. Lisboa. Imprensa Nacional. Lisboa. Monumento ao Duque de Palmela. II e III. canção. folheto Manifesto das Cortes Constituintes à Nação. Porto. 1848) Apontamentos Biográficos do Visconde d'Almeida Garrett. contra o projecto de «lei das rolhas» apresentado pelo governo) Obras póstumas y y y y y y Discursos Parlamentares e Memorias Biographicas. 1904 (redac. de Almeida Garrett. Lisboa 1850 (subscrito. romance. vols. Lisboa. Vieira de Castro. Lisboa. Lisboa. vol. II (eBook). I. p. Lisboa. abaixo-assinado/folheto. 1954 (redac. 1843 O Arco de Sant'Ana. vol. 1837 Necrologia do Conselheiro Francisco Manuel Trigoso de Aragão Morato. 2 v. na Imprensa Nacional. Leocádia Teresa de Lima e Melo Falcão Vanzeler. na Imprensa Nacional. Empreza da História de Portugal. 2 Romanceiro e Cancioneiro Geral. cancioneiros e contos y y y y y y y Bosquejo da História da Poesia e da Língua Portuguesa. Eugénia Francisca Xavier Telles da Gama. Lisboa. Lisboa. 1846. Lisboa. Londres. 1899 (redac. Memória Histórica de J. B. Lisboa. Londres. romance. romance. I (eBook) . autobiografia. Typ. por Alexandre Herculano e mais cinquenta personalidades. Lisboa. 1849 Necrologia de D. 1 Viagens na Minha Terra. 1841) [editar] Romances. Francisco Krus. 1845 Da Poesia Popular em Portugal. 1844 Memória Historica da Duqueza de Palmella: D. 1832. 1845. Lisboa. 1916 Entremez dos Velhos Namorados que Ficaram Logrados. autobiografia. Lisboa. 176 p. 1848. 2 vol. Pedro de Sousa Holstein. Lisboa 1851 . 1839 Memória Histórica do Conselheiro A. Necrologia do Sr. 1950 Protesto Contra a Proposta sobre a Liberdade de Imprensa. Lisboa. Administração Pública e Justiça). Lisboa. 1846 Sermão pregado na dedicação da capela de Nª Srª da Bonança. 1839).ª Maria Teresa Midosi. 1829 Portugal na Balança da Europa: do que tem sido e do que ora lhe convém ser na nova ordem de coisas do mundo civilizado. ensaio literário. 438. 1847 A Sobrinha do Marquês. Lisboa. Lisboa. Vol. Gazeta dos Tribunais. ou a Vitória da Terceira.. Memórias Biográficas. D.. vol. (Vol. Lisboa. 1826 Lealdade. Londres. juntos (eBook)) O Arco de Sant'Ana. 1850. 1904 Necrologia à Morte de D. Lisboa. folheto.. Paris. 1829 Romanceiro e Cancioneiro Geral. Lisboa. Lisboa. Bem Logrados. folheto. 1843 Conselheiro J. L. 23 e 24 (Reorganização da Fazenda. 1845 Memória Histórica do Conde de Avilez.. 1871. M.

Lisboa. de Almeida Garrett nas sessões de 9 a 12 de Outubro de 1837. 1941 Komurahi . B. 1834) Cartas Íntimas. 1956 (redac.. Imprensa Nacional. 1823 Cartas a Agostinho José Freire. Lisboa. 1826-1827. 1955 Correspondência do Conservatório. 5 v. Lisboa. Lisboa. 1904. 1995 (redac. pronunciado na sessão de 8 de Fevereiro de 1840. Lisboa 1881 (redac.: Lisboa 1836 ± 1841) Cartas de Amor à Viscondessa da Luz [editar] Discursos y y y y y y y y y Oração Fúnebre de Manuel Fernandes Tomás. Lisboa. Birmingham. edição revista. Londres. de Almeida Garrett. 1830 (pseud.. 1881 (redac. Lisboa. Elogio Fúnebre de Carlos Infante de Lacerda. Lisboa. B. coordenada e dirigida por Teófilo Braga. 1840 Discurso do Sr. Lisboa. 1837 Discurso do Sr. 1904. 1846 (dito Parecer sobre a Neutralidade Literária. na discussão da Lei da Decima. 1987 (redac. da Associação Protectora da Imprensa Portuguesa. 1822 Parnaso Lusitano ou Poesias Selectas de Autores Antigos e Modernos. das Qualidades para Deputado e do Modo de as Conhecer.. 1841 Discussão da Resposta ao Discurso da Coroa. Lisboa.Obras póstumas y y y y y Helena: fragmento de um romance inédito. 1840 Elogio Histórico do Sócio Barão da Ribeira de Saborosa. (redac. 1825) Cancioneiro de romances. Cartas de Amor à Viscondessa da Luz. 1843 Parecer da Comissão sobre a Unidade Literária. Lisboa. Paris. 1830 Da formação da segunda Câmara das Côrtes: discursos pronunciados pelo deputado J. Deputado por Lisboa J. Deputado pela Terceira J. Barão de Sabrozo. Lisboa. panfleto político. Lisboa. 1844 Obras póstumas y y y y y y Diário da minha viagem a Inglaterra. Lisboa. Cévola ao futuro editor do primeiro jornal liberal que em português se publicar. em Que se Trata da Opinião Pública. xácaras e soláus e outros vestígios da antiga poesia nacional.. Lisboa. Lisboa. B. ensaio literário. 172 p. 1871 Memórias de João Coradinho.História Brasileira. Lisboa.: Múcio Cévola) Carta sobre a origem da língua portuguesa. 1825) Joaninha dos Olhos Verdes. 1824) [editar] Cartas e diários y y y Carta de Guia para Eleitores.. de Almeida Garrett na discussão. aventuras picarescas. Londres. ensaio político. Empresa da História de Portugal. 1826 Carta de M. Bruxelas. Lisboa. assinado por . conto. 132 p.

2 v. correspondência diplomática. 1845 ± 1846 (fundação) [editar] Relevância na literatura portuguesa Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema: Textos originais no Wikisource Imagens e media no Commons No século XIX e em boa parte do século XX. 1843 ± 1846 (fundação) Ilustração . Lisboa. ciências e artes. Visconde de Juromenha. 1822 (direcção e redacção) Heraclito e Demócrito.Semanário de política. inferior apenas à de Camões. 1841 (fundação) Jornal das Belas-Artes. Lisboa. 1837 (fundação.Jornal Universal. Lisboa. A crítica do século XX (notavelmente João Gaspar Simões) veio questionar esta apreciação. 1827 (direcção e redacção) Chaveco Liberal. Lisboa. Londres. Lisboa. . Lisboa. Lisboa.Diário político. direcção e redacção) Jornal do Conservatório. [editar] Participação em publicações periódicas y y y y y y y y y y y Toucador . 1904. Lisboa. 1823 Português . Lisboa. literário e comercial. Alexandre Herculano e João Baptista de Almeida Garrett) Obras póstumas y Política: reflexões e opúsculos. a obra literária de Garrett era geralmente tida como uma das mais geniais da língua. Lisboa. 1826 ± 1827 (direcção e redacção) Cronista . literatura. Jornal de Teatros.Periódico sem política. 1831 Português Constitucional. 1836 (direcção e redacção) Entreacto. dedicado às senhoras portuguesas. 1829 (direcção e redacção) Precursor.Rodrigo da Fonseca Magalhães. assinalando os aspectos mais fracos da produção garrettiana. Londres.

Garrett. [Esconder] v‡e Biografias A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z y Portal Literatura . a sua obra conservará para sempre o seu lugar na história da literatura portuguesa. até pelo acentuado individualismo que atravessa toda a sua obra.No entanto. merece ser considerado o autor mais representativo do romantismo em Portugal. pelas inovações que a ela trouxe e que abriram novos rumos aos autores que se lhe seguiram.

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