Uma grande maioria tem essa reposta na ponta da língua, a Amazônia é o pulmão do planeta, portanto sua vocação é ecológica

com uma biodiversidade numerosa é a maior área de floresta tropical ainda inexplorada tendo menos de 10% de sua fauna e flora conhecida e catalogada. Mas o mundo econômico não vê a Amazônia como área a ser preservada na verdade até aqui mesmo já temos adeptos a outro tipo de vocação para Amazônia a vocação mineral. Debaixo da reluzente e rica floresta amazônica existem outras riquezas que deixam muitos ambientalistas preocupados, apesar desse assunto não estar na mídia ou pelo menos não como deveria o mundo inteiro tem interesse na Amazônia não para preservação e sim para exploração, quando você vê 100.000 ONGs só na Amazônia sendo que muitas praticam a biopirataria essa menos invasiva mais a grande maioria estão na Amazônia com interesses bem mais ocultos, algumas até por ironia defendem os direitos dos índios essa é duro de acreditar, até tem ONGs com boas intenções, mas com 100.000 ONGs da pra contar no dedo as que se salvam, tem ONGs que lutam em promover reservas indígenas em áreas de interesses minerais.

Elementos que são passíveis de exploração com concentrações que permite sua exploração econômica são: ouro, estanho, petróleo, gás natural, potássio, manganês, calcário, ferro, alumínio, cromo, diamante, linhito, urânio, cobre, zinco, níquel, titânio,
fosfato, prata, platina, paládio, ródio, tungstênio, tântalo, zircônio, terras -raras,

nióbio esse ultimo bem polêmico. Fora o interesse na madeira e no comercio da fauna e flora, comercio esse promovido por algumas ONGs. Qual a maior riqueza que temos a biodiversidade ou a riqueza que existe no seu solo. Prefiro manter a floresta viva a usufruir da riqueza mineral, mais estamos correndo riscos, pois nosso governo é anêmico e mutável sempre pendendo em causas próprias deixando sempre em risco o interesse conscientemente natural. Precisamos ficar atentos ao novo código florestal.

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