ICMS – TEORIA E PRÁTICA

Autor: Júlio César Zanluca

Introdução Siglas Utilizadas Origem do ICMS Aspectos Constitucionais Não Cumulatividade Isenção ou Não Incidência – Vedação do Crédito Seletividade Alíquotas Mínimas e Máximas Alíquotas Internas - Piso Alíquotas – Consumidor Diferencial de Alíquotas Incidência sobre Importação e Serviços não Alcançados pelo ISS Não Incidência - Exportação Não Incidência – Petróleo, Energia Elétrica, Ouro e Radiodifusão IPI – Não Inclusão na Base de Cálculo Regulamentação Complementar Subordinação à Constituição Lei Kandir Conflito Lei Complementar x Legislação Estadual do ICMS Isenção ou Benefício – Condicionada a Convênio e Edição de Lei Estadual Incidências Não Incidências Contribuinte Fato Gerador Base de Cálculo Substituição Tributária Local da Prestação ou da Operação Mercadorias ou Bens Serviços de Transporte Serviços de Comunicação Oneroso Serviços Prestados ou Iniciados no Exterior Não Cumulatividade do Imposto Vedação de Crédito Estorno de Crédito Prescrição do Crédito Liquidação das Obrigações Saldos Credores Acumulados Formas Diferenciadas de Apuração A “Guerra Fiscal” São Paulo publica sua “Lista Negra” Contribuinte “Pagando o Pato” Convênios Internos CONFAZ 1

COTEPE SINIEF Cadastro de Contribuintes CNAE-Fiscal Inscrição Centralizada Código Fiscal de Operações e Prestações – CFOP Código de Situação Tributária - CST Documentos Fiscais Características dos Documentos Fiscais Documento Inidôneo Permissões Indicações de Isenção, Imunidade, Não Incidência, Diferimento ou Suspensão Numeração e Indicação dos Documentos Fiscais Série Única Nota Fiscal a Consumidor ECF Nota Fiscal de Produtor Nota Fiscal de Serviço de Transporte Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário Nota Fiscal Eletrônica Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas - CTRC Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Ordem de Coleta de Carga Retorno de Mercadoria não Entregue Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-E - e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - DACTE Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem Aeroviário Bilhete de Passagem Ferroviário Nota Fiscal – Emissão pela Entrada Cancelamento do Documento Fiscal Exigência pelo Adquirente e Transportadores Autorização de Impressão de Documentos Fiscais Obrigatoriedade de Emissão de Nota Fiscal Momento de Emissão da Nota Fiscal Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Depósito Fechado Saída para Depósito em Armazém Fechado – Mesmo Estado Retorno ao Estabelecimento Depositante Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Mesmo Estado Saída de Mercadorias Depositadas em Armazém Geral – Outro Estado Vendas à Ordem ou para Entrega Futura Industrialização por Encomenda Redespacho de Cargas Despacho de Transporte 2

Resumo de Movimento Diário Transbordo Remessa para Formação de Lotes em Recintos Alfandegados Exportação Direta com Entrega em País Diverso Consignação Mercantil Partes e Peças Substituídas em Virtude de Garantia Demonstração e Mostruário Carta de Correção Livros Fiscais Registro de Entradas Registro de Saídas Registro de Controle da Produção e Estoque Registro de Impressão de Documentos Fiscais Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Registro de Inventário Registro de Apuração do ICMS Fiscalização de Livros e Documentos Fiscais Guia de Informação e Apuração do ICMS Emissão de Livros e Documentos por Sistema Eletrônico Amplitude Autorização Condições Contribuinte do IPI Arquivo Magnético Nota Fiscal Impossibilidade Técnica de Emissão por Processamento de Dados Local de Emissão Vias de Documento Fiscal Formulários Mais de um Estabelecimento no Estado Autorização de Impressão Escrituração Fiscal Escrituração Fiscal Digital - EFD Autenticação Escrituração Mensal ou em Períodos Inferiores Registro do Controle da Produção e do Estoque Utilização de Códigos Fiscalização Emissão de Registros Exercício de Apuração Denúncia Espontânea Súmulas do STF e STJ Alíquotas Tabela Resumo de Alíquotas Interestaduais Alíquota - Prestação de Transporte Aéreo Interestadual de Passageiro, Carga e 3

antecessor do ICMS ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (Lei Complementar 87/1996) GPS: Guia da Previdência Social IN: Instrução Normativa INSS: Instituto Nacional de Seguridade Social IPI: Imposto sobre Produtos Industrializados IR: Imposto de Renda IRF: Imposto de Renda na Fonte IRPF: Imposto de Renda – Pessoa Física IRPJ: Imposto de Renda – Pessoa Jurídica ISS: Imposto sobre Serviços (Lei Complementar 116/2003) LC: Lei Complementar MDIC: Ministério do Desenvolvimento.311/1996) CSL ou CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Lei 7.172/1966) CTRC: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas DANFE: Documento Auxiliar da NF-e DF: Distrito Federal DOU: Diário Oficial da União EC: Emenda Constitucional ICM: Imposto sobre Circulação de Mercadorias.2001 Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente – CIAP CIAP – Modelo C CIAP – Modelo D Restrições dos Créditos Materiais de Uso e Consumo Energia Elétrica Serviços de Comunicação Restrições de Créditos de Estados que Concedem Incentivos Fiscais Fornecimento de Materiais e Prestação de Serviços ICMS e IPI Recuperáveis .Contabilização Crédito Presumido . Indústria e Comércio Exterior NF: Nota Fiscal NF-e: Nota Fiscal Eletrônica 4 .Mala Postal ICMS – Base de Cálculo – Inclusão do IPI Crédito do Ativo Permanente a Partir de 01.689/1988) CTN: Código Tributário Nacional (Lei 5.01.Transportes Drawback SIGLAS UTILIZADAS ADIN: Ação Direta de Inconstitucionalidade CCICMS: Cadastro de Contribuintes do ICMS CF: Constituição Federal do Brasil de 1988 CIAP: Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente CNPJ: Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica COFINS: Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Lei Complementar 70/1991) CONFAZ: Conselho Nacional de Política Fazendária COTEPE: Comissão Técnica Permanente do ICMS CPMF: Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (Lei 9.

Houve a incorporação dos aludidos produtos ao campo de incidência do ICMS. onde cada venda era tida como um fato gerador distinto. 5 .544/2002) RIR/99: Regulamento do Imposto de Renda (Decreto 3./88 (na redação da EC nº 3/93). O IVC possuía natureza mercantil. dos impostos sobre serviços de transportes e de comunicação. b. ao estabelecer o campo de incidência do ICMS. de competência federal. energia elétrica.048/1999) RUDFTO: Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência SINIEF: Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais SRF: Secretaria da Receita Federal STF: Supremo Tribunal Federal STJ: Superior Tribunal de Justiça TJLP: Taxa de Juros a Longo Prazo ORIGEM DO ICMS IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações Da Constituição de 1934 surgiu o IVC – Imposto sobre Vendas e Consignações. 155. em cada uma das sucessivas vendas de uma mesma mercadoria. ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias Pela Emenda Constitucional 18. uma vez que tais bens são mercadorias suscetíveis de circulação. A inovação do ICM advém de que.000/1999) RPS: Regulamento da Previdência Social (Decreto 3. da C. portanto um imposto com incidência “em cascata”. nele incluiu as prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. de 01 de dezembro de 1965. Surgimento do ICMS Através da Constituição Federal de 1988. Sendo assim.PIS: Programa de Integração Social (Lei Complementar 7/70) RIPI: Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (Decreto 4. o IVC era exigido. Tal fato se deu em virtude da retirada da esfera de competência tributária da União. isto é. incidindo em todas as fases de circulação. o atual sistema tributário nacional entrou em vigor em 1º de março de 1989. repetidamente sobre a Base de Cálculo integral (preço da mercadoria). substituindo o IVC. Era. diferentemente do IVC. desapareceram ao impacto da Constituição Federal de 1988. Os três impostos únicos federais sobre: 1) 2) 3) combustíveis e lubrificantes líquidos e gasosos. e minerais do País. a começar do produtor até o consumidor final. próprias dos impostos em “em cascata”. Já o art. de incidência única.F. surge o ICM – Imposto sobre Circulação de Mercadorias. extinguindo os impostos especiais. a diferença maior entre o valor da operação tributada e o da operação anterior. O pagamento do ICM era feito sobre o valor agregado. I. do produtor até o consumidor. não apresenta as características de cumulatividade. pela Assembléia Nacional Constituinte.

decretos legislativos até as resoluções. impondo limitações ao poder de tributar. leis complementares....... como um processo legislativo........ A Constituição Federal é a fonte primeira do Direito Tributário.. II .. intermunicipal e de comunicação) é de competência dos Estados e do Distrito Federal...03. as diversas características do ICMS. leis delegadas... a nossa Carta Magna estabelece.. da Constituição Federal. inciso II.... (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3/93 – DOU de 18. ou seja. A lei. Do ponto de vista tributário.... ICMS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual....... As Emendas Constitucionais são atos que se incorporam à própria Constituição Federal. ainda.. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. leis ordinárias...... A Constituição Federal atribui a competência tributária... envolvendo desde a Constituição Federal. submetendo todas as demais normas jurídicas... .. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal.. emendas constitucionais.... que nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça... mas que passamos a apresentar a seguir. onde abate-se do montante devido 6 .Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I -... NÃO CUMULATIVIDADE O ICMS será não-cumulativo. nem sempre respeitadas pelos entes federados.. em razão de introduzirem modificações em seu texto..... medidas provisórias..ASPECTOS CONSTITUCIONAIS CONSTITUIÇÃO – A NORMA TRIBUTÁRIA MÁXIMA De acordo com o artigo 5. Sua base constitucional é o artigo 155.....operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.1993... senão em virtude da lei. § 2º. no artigo 155.. no inciso 1 do artigo 150..) A Constituição Federal determina..... Este sistema é conhecido como “débito x crédito”. deve ser compreendida no seu sentido amplo.. ninguém pode ser obrigado a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa. a seguir reproduzido: Artigo 155 .

daí surgindo as famosas “guerras fiscais”. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. nesta obra. Este e outros princípios constitucionais visam dar coerência ao trato tributário do ICMS entre diferentes Estados. salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. e 17% a 18% para outras mercadorias e serviços). Para maiores detalhes.pelo contribuinte o valor pago por este em etapas anteriores. ISENÇÃO OU NÃO INCIDÊNCIA – VEDAÇÃO DE CRÉDITO A isenção ou não-incidência. b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. acesse o tópico Alíquotas. ALÍQUOTAS INTERNAS . agricultor etc. SELETIVIDADE O ICMS poderá ser seletivo. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. e também de acordo com a quantidade de energia elétrica consumida (12% até 200 kWh. Dependendo do Estado. É facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. Esta seletividade é aplicada tributando-se com alíquotas diferentes mercadorias diferentes.progressivamente). Para maiores detalhes sobre a fixação de alíquotas. energia elétrica e comunicações são oneradas pelo ICMS com alíquota superior à aplicável às demais mercadorias e serviços (entre 25% a 33% para as mercadorias e serviços citados. aprovada pela maioria absoluta de seus membros. seletivamente). em suas compras de bens ou serviços já tributados pelo imposto. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. nem sempre respeitados pelos entes federativos. 25% para consumo superior a 200 kWh . por exemplo. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. fumos. iates. acesse o tópico “Não Cumulatividade do Imposto”. interestaduais e de exportação.PISO 7 . O Estado de São Paulo. bebidas. ALÍQUOTAS MÍNIMAS E MÁXIMAS Resolução do Senado Federal. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. onera o consumo de energia elétrica com alíquotas variáveis de acordo com o tipo de consumidor (residencial.

quando o destinatário não for contribuinte dele. "g".00 menos R$ 120. 8 . de mercadorias para consumo próprio. 155 da CF (que trata da necessidade de Lei Complementar para regular a forma como.00 = R$ 60. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual. chamando-se esta diferença. INCIDÊNCIA SOBRE IMPORTAÇÃO E SERVIÇOS NÃO ALCANÇADOS PELO ISS O ICMS incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. ALÍQUOTAS – CONSUMIDOR Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado.00. no valor de R$ 1. como “diferencial de alíquotas”. Diferencial de ICMS (2 – 1) = R$ 180. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Na hipótese de aplicação da alíquota interestadual. Portanto. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. neste caso. b) a alíquota interna. quando o destinatário for contribuinte do imposto. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. o ICMS pela diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual do Estado de origem. art. teremos os seguintes cálculos relativamente ao diferencial do ICMS: 1. deverá este recolher. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e interestadual.00 – sendo o ICMS destacado em nota fiscal de R$ 120. Assim.000. quando da entrada da mercadoria no Estado de destino.000. bem ou serviço. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria.00 x 18% = R$ 180.Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal nos termos do disposto no inciso XII. isenções. Valor do ICMS na operação interestadual: R$ 120. A alíquota interna do ICMS no estado que se localiza o contribuinte “A” é de 18%.00 3. assim como sobre o serviço prestado no exterior. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados) as alíquotas internas do ICMS não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. quando o destinatário for contribuinte do imposto.00 2. qualquer que seja a sua finalidade. por parte de contribuintes do imposto. oriundos de outro estado da federação. Valor do ICMS pela alíquota interna no Estado de localização do contribuinte “A”: R$ 1. Exemplo: Determinado contribuinte “A” do ICMS recebeu mercadorias para consumo.00. quando da aquisição.

tendo por finalidade. 3. apenas. Súmula 163 STJ – O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. configure fato gerador dos dois impostos. OURO E RADIODIFUSÃO Também não incide ICMS sobre: 1. 2. sobre o ouro. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. NÃO INCIDÊNCIA – EXPORTAÇÃO O ICMS não incidirá sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. 9 . o Distrito Federal e os Municípios. IPI – NÃO INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO Não compreenderá. 153. 146. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. ENERGIA ELÉTRICA. NÃO INCIDÊNCIA – PETRÓLEO. por pessoa física.b) sobre o valor total da operação. tendo o STJ expedido as seguintes súmulas relativamente ao ICMS-Importação e do conflito tributário com o ISS: Súmula 155 STJ – O ICMS incide na importação de aeronave. CF): I — dispor sobre conflitos de competência. dentre outras (Art. está sujeita. o montante do imposto sobre produtos industrializados. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. Súmula 156 STJ – A prestação de serviço de composição gráfica. § 5º da CF (quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial). REGULAMENTAÇÃO COMPLEMENTAR SUBORDINAÇÃO À CONSTITUIÇÃO A Lei Complementar é imposta pela CF. personalizada e sob encomenda. Alguns conflitos surgiram sobre a aplicação dos dispositivos constitucionais. e energia elétrica. os Estados. na base de cálculo do ICMS. nas hipóteses definidas no art. inclusive lubrificantes. em matéria tributária entre a União. nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. quando a operação. operações que destinem a outros Estados petróleo. ao ISS. para uso próprio.

inciso XII. determinou a necessidade de regulamentação do ICMS. crédito. CONFLITO LEIS COMPLENTARES X REGULAMENTAÇÃO ESTADUAL DO 10 . mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal.cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. "a". 99/99. 102/2000. compete à lei complementar a atribuição de. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. e) excluir da incidência do imposto. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior.II — regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. nas exportações para o exterior. Hierarquicamente. bem como. 114/2002. mas apenas explicitando-os e/ou normatizando-os. em seu artigo 155. a lei complementar está acima da lei ordinária e abaixo da Constituição (Lei Maior). nestes termos: XII . f) prever casos de manutenção de crédito. d) fixar. b) obrigação. Esta LC foi alterada posteriormente por várias outras Leis Complementares. lançamento. a lei complementar é uma norma de integração entre os princípios gerais da Constituição Federal e os comandos de aplicação da legislação ordinária (infraconstitucional). em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. a dos respectivos fatos geradores. como a 92/97. g) regular a forma como. Tem aplicação em âmbito nacional. Como o próprio nome diz. sem alterálos. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. LEI KANDIR A atual regulamentação constitucional do ICMS está prevista na Lei Complementar 87/1996 (a chamada “Lei Kandir”). complementar os dispositivos e princípios contidos no texto constitucional. isenções. A própria CF. de serviços e de mercadorias. bases de cálculo e contribuintes. Na verdade. tão-somente. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. 120/2005 e 122/2006. prescrição e decadência tributários. b) dispor sobre substituição tributária. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. III — estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. c) disciplinar o regime de compensação do imposto.

proclamado de forma expressa no artigo 97 do CTN. vários conflitos legais entre tais regulamentações e as normas superiores. 11 . por exemplo. Qualquer norma que estiver em conflito com tais Leis Complementares é ilegal. Ato de governador de Estado que. relatora do processo. nas regulamentações estaduais do ICMS. devem subordinar-se à LC 87/1996 e suas alterações posteriores. e adotar a medida legal que julgar pertinente. sendo a primeira delas o princípio da legalidade.art. se o convênio pode autorizar a concessão de favores fiscais pelos Estados-membros. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . concede benefício tributário é passível de nulidade. mandato de segurança visando elidir o pagamento de imposto sobre uma operação tributada pela norma estadual quando a LC não a alcança a mesma. o qual estabelece. este deve ser aprovado pela Assembléia Legislativa do respectivo Estado.287. porque este não se ateve à norma legal para criar remissão de ICMS. A ministra Eliana Calmon. mediante simples Decreto do Executivo. A LC 24/75 é clara ao exigir que as isenções do ICMS serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. parágrafo 2º inciso XII. deve procurar avaliar seus efeitos financeiros (maior custo tributário) sobre si próprio. Em processo Resp 556. não tem respaldo legal o argumento do Estado de que. pode o decreto do governador conferir o mesmo benefício. letra "g". mediante decreto. sofrendo ambos de limitações cujas raízes estão na Constituição. a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sentenciou contra o Estado do Rio Grande do Norte. Para a ministra. antes de entrar em vigor no mesmo. na área do ICMS. O contribuinte. pois não pode uma regulamentação de um ente federado conflitar com a própria norma federativa que lhe é superior. que só à lei é dado estabelecer a hipótese de exclusão do crédito tributário. como. Temos. Para detalhamentos sobre Convênios. Os entes federativos devem ater-se às restrições fixadas pela Lei Complementar 24/75. observou que o poder de isentar é da mesma categoria do poder de tributar. por exemplo. decretos ou atos normativos). ao se deparar com tais ilegalidades. todas as normas estaduais (sejam leis. ISENÇÃO OU BENEFÍCIO – CONDICIONADA A CONVÊNIO E EDIÇÃO DE LEI ESTADUAL No afã de proporcionar benesses a contribuintes.ICMS Hierarquicamente. Após a edição do Convênio. alguns Estados extrapolam os limites legais e concedem isenções ou benefícios fiscais. vedações de créditos e atribuição de fato gerador que não estão previstas nas Leis Complementares. como. veja o tópico respectivo. O governador daquele Estado concedeu isenção do ICMS à COSERN. 155. no inciso VI.

a emissão. de competência dos Municípios. mercadorias ou valores. porque o ato que determina efetivamente a outorga é o decreto legislativo pela qual é aprovado o convênio. concluiu a relatora. por qualquer via. é unânime a doutrina em dizer que os convênios são uma fase peculiar do processo legislativo. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. Dentro desse enfoque. jornais. e de energia elétrica. em matéria de isenção do ICMS. II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. a retransmissão. por pessoa física ou jurídica. ou serviços. VI – sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior. periódicos e o papel destinado a sua impressão. decorrentes de operações interestaduais. quando destinados à industrialização ou à comercialização. II – operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento 12 . por qualquer meio. III – operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo. quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. não se há de comparar decreto do governador. qualquer que seja a sua finalidade. inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados. cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente. Aliás. com convênio aprovado por decreto legislativo". ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. de petróleo. INCIDÊNCIAS O ICMS incide sobre: I – operações relativas à circulação de mercadorias. bens. IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. de pessoas. III – prestações onerosas de serviços de comunicação. IV – operações com ouro. VII – sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior."Ocorre que o convênio não é capaz de conceder ou retirar favor de ninguém. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. NÃO INCIDÊNCIAS O imposto não incide sobre: I – operações com livros. VIII – sobre a entrada. a transmissão. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares. inclusive a geração. no território do Estado destinatário. V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços. restaurantes e estabelecimentos similares. a recepção.

VIII – operações de arrendamento mercantil. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I – importe mercadorias ou bens do exterior. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. IX – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras.cambial. EQUIPARAÇÃO A EXPORTAÇÕES Equipara-se às exportações. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que. V – operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação. não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário. CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa. física ou jurídica. que realize. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar.da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte. VI – operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial. II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. inclusive tradings ou outro estabelecimento da mesma empresa. ainda que para outro 13 . inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor. qualquer que seja a sua finalidade. a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior. para fins de não incidência. IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços. VII – operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia. de competência dos Municípios. pelo próprio autor da saída. comercial ou de outra espécie. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. destinada a: a) empresa comercial exportadora. III – adquira em licitação mercadorias ou bens apreendidos ou abandonados. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do ICMS no momento: I .

Notas: 1. exigir a comprovação do pagamento do imposto. Nota: quando o serviço for prestado mediante pagamento em ficha. II . VI .do ato final do transporte iniciado no exterior. V . de serviço prestado no exterior.do recebimento. de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço. quando não destinados à comercialização ou à industrialização.estabelecimento do mesmo titular. salvo disposição em contrário.da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado. X . VII . Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro. cartão ou assemelhados. como definido na lei complementar aplicável. a entrega. 2. a recepção. a emissão. quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente. salvo disposição em contrário. IX – do desembaraço aduaneiro de mercadorias ou bens importados do exterior. XII – da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. ou de título que a represente.do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios. inclusive a geração. b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual.do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal.da transmissão de propriedade de mercadoria. devendo a autoridade responsável. que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro. IV . bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento. pelo depositário. III . de qualquer natureza. a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza. 14 . a retransmissão. XI – da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados.do fornecimento de alimentação. considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do fornecimento desses instrumentos ao usuário. no Estado do transmitente. Após o desembaraço aduaneiro.das prestações onerosas de serviços de comunicação. feita por qualquer meio. VIII . pelo destinatário. a transmissão. considera-se ocorrido o fato gerador neste momento.

O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação. a soma das seguintes parcelas: a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação.no do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços. como definido na lei complementar aplicável. 3 . d) imposto sobre operações de câmbio. contribuições e despesas aduaneiras. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. o valor da operação. Notas: 1. o valor da operação.na hipótese de serviço prestado no exterior. III e IV anteriores. o valor da prestação do serviço. O valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do imposto de importação. sem qualquer acréscimo ou devolução posterior se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço.na hipótese de importação de bens ou mercadorias. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ICMS é: 1 . 2. b) imposto de importação. taxas. nos termos da lei aplicável.na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.da utilização. por contribuinte. acrescido.no caso da aquisição em licitação pública de mercadorias ou bens importados do exterior e apreendidos ou abandonados. 15 . c) imposto sobre produtos industrializados.na hipótese do item II anterior. a) o valor da operação.na saída de mercadoria prevista nos itens I. compreendendo mercadoria e serviço. 6 . substituirá o preço declarado.XIII . e) quaisquer outros impostos. o preço do serviço. na hipótese de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual. b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada. 5 . se for o caso. o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente. 4 . de todos os encargos relacionados com a sua utilização. 2 . 7 . na hipótese de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios.

bem como descontos concedidos sob condição. nas operações ou prestações antecedentes ou concomitantes é beneficiado pelo diferimento do imposto e nas operações ou prestações subseqüentes sofre a retenção.na hipótese da entrada no território do Estado de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado. Assim temos na legislação 2 modalidades de contribuintes: 1) Contribuinte Substituto: é aquele eleito para efetuar a retenção e/ou recolhimento do ICMS.8 . o valor da operação de que decorrer a entrada.na hipótese da utilização. inclusive na hipótese de importação: I . juros e demais importâncias pagas. Dependência de Convênio e Aplicação A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelos Estados interessados. caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. A atribuição de responsabilidade dar-se-à em relação a mercadorias. concomitantes ou subseqüentes. O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. 16 . FRETES E OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS Integra a base de cálculo do ICMS. recebidas ou debitadas. inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. por contribuinte. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento. hipótese em que assumirá a condição de substituto tributário. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. bens ou serviços previstos em lei de cada Estado. b) frete. 9 .o montante do próprio imposto. SEGUROS. constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. sejam antecedentes. quando não destinados à comercialização ou à industrialização. que seja contribuinte do imposto. 2) Contribuinte Substituído: é aquele que.o valor correspondente a: a) seguros. II . o valor da prestação no Estado de origem.

Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador. seja fixado por órgão público competente. será: I . Base de Cálculo A base de cálculo. margem de valor agregado e demais normas aplicáveis ao recolhimento do ICMS da substituição tributária. Exemplo: Valor das mercadorias: R$ 1. para fins de substituição tributária. deverá observar às disposições da legislação paulista.240. no que se refere à alíquota. Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor. c) a margem de valor agregado. é o referido preço por ele estabelecido. único ou máximo. inclusive lucro. o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído. base de cálculo.em relação às operações ou prestações subseqüentes. trata-se de um valor a ser cobrado do adquirente.00 Tributação Única Em relação às operações subseqüentes. Este valor será somado na fatura/duplicata. b) o montante dos valores de seguro. relativa às operações ou prestações subseqüentes.Exemplo: Empresa situada no estado do PR. as posteriores operações e prestações internas realizadas pelos contribuintes substituídos 17 . para fins de substituição tributária.00 Valor do ICMS substituto: R$ 240.000. em razão da sistemática substitutiva do ICMS. Portanto. junto com o valor das mercadorias ou serviços faturados. a base de cálculo do imposto. II .00 Valor total da fatura: R$ 1. obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário. poderá a lei estabelecer como base de cálculo este preço.em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes. Valor do ICMS Substituto O imposto a ser pago por substituição tributária corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista para as operações ou prestações internas do Estado de destino sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço. remetendo mercadorias sujeitas à substituição tributária para SP.

estabeleceram que. na saída da mercadoria ou bem depositado por pessoa física ou jurídica. a legislação atribui a determinado contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em relação às operações anteriores. Nesta espécie se encontra o diferimento do lançamento do imposto. as Unidades da Federação. parágrafo 1º. 18 . exceto se produtor rural ou microempresa. 1. por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da prestação. 1. e não àquele que esteja realizando a operação ou prestação de serviço. da Lei Complementar 87/1996). concomitantemente à ocorrência do fato gerador. 2 – Sobre serviço de transportes O ICMS sobre o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação. por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90. Observe que.2 – Operações subsequentes A ST em relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição a determinado contribuinte (normalmente o primeiro na cadeia de comercialização. Nesta espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas. b) – ao destinatário da mercadoria. 6º. na prestação interna.1 – Operações anteriores Nesta hipótese de substituição tributária. encerrando-se o ciclo de tributação. Também não cabe restituição ou cobrança complementar do imposto quando a operação ou a prestação subseqüente à cobrança do ICMS se realizar com valor inferior ou superior àquele estabelecido – desde que a operação seja realizado dentro do próprio estado do contribuinte substituído.desde que o Estado destinatário das mercadorias exija tal procedimento.não mais terão recolhimento do ICMS.2 – Operações concomitantes Esta espécie de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte. haverá necessidade de calcular novamente o ICMS substituição . quando contribuinte do ICMS. a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser atribuída : a) – ao alienante ou remetente da mercadoria. quando contribuinte do ICMS. o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria. até sua saída destinada a consumidor ou usuário final (art. ESPÉCIES DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NO ICMS 1 – Sobre Mercadorias 1. c) – ao depositário da mercadoria a qualquer título. se a mercadoria for objeto de nova saída interestadual. Considerando este fato. exceto se produtor rural ou microempresa.

do valor objeto do pedido. também devidamente atualizados. fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que deveria ter sido retido. além das indicações exigidas pela legislação. mercadoria sujeita à substituição tributária. Havendo decisão contrária irrecorrível.CONTRIBUINTES Contribuinte Substituto É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável quando: a) b) – da entrada ou recebimento da mercadoria ou serviço. concomitantes ou subsequentes. devidamente atualizado segundo os mesmos critérios aplicáveis ao tributo. inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. Exemplo de Cálculo: 19 . Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. de dentro ou de fora do Estado. sem que tenha sido feita a retenção total na operação anterior. o contribuinte substituído poderá se creditar. NOTA FISCAL A nota fiscal emitida pelo contribuinte substituto conterá. – da saída subsequente por ele promovida. c) – ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. procederá ao estorno dos créditos lançados. em sua escrita fiscal. Contribuinte Substituído É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto. A falta dessas informações implica exigência do imposto nos termos que dispuser a legislação da Unidade Federada de destino. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes . ainda que isenta ou não-tributada. RESPONSÁVEL O contribuinte que receber. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido. o contribuinte substituído. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar. Restituição É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária.

de posse da nota fiscal. Deverá ser utilizada GNRE especifica para cada Convênio ou Protocolo. O preço de venda. (2 . Base: artigos 6 a 10 da LC 87/1996. Base de cálculo da substituição tributária: R$ 2. 3.00 = R$ 240. Operações Interestaduais já Tributadas Anteriormente Nas operações interestaduais entre contribuintes do ICMS com mercadorias já alcançadas pela substituição tributária. para atacadista situado em outro estado da federação.00 = R$ 360. emitir uma nota fiscal exclusiva para esse fim. o contribuinte que der a nova saída interestadual terá direito ao ressarcimento do imposto retido na operação anterior. ou na sua falta. a referida relação poderá ser exigida em meio magnético. Teremos então: 1.GNRE. ou.00.Determinada empresa vende mercadorias sujeitas à substituição tributária do ICMS.00 – R$ 120. poderá deduzir o valor do imposto retido. A alíquota interna do estado destinatário das mercadorias é 18%. para tanto. o valor a ser retido do contribuinte a ser ressarcido será deduzido daquela parcela anteriormente retida. A Lei estadual da unidade de federação de destino das mercadorias fixa a base de cálculo como o preço final sugerido a consumidor pelo fabricante.000. A nota fiscal emitida para fim de ressarcimento deverá ser visada pelo órgão fazendário em cuja circunscrição localiza-se o contribuinte substituído. O estabelecimento fornecedor.000. FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O imposto retido pelo contribuinte substituto deverá ser recolhido por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . A alíquota interestadual é de 12%.00.00 2. localizada na praça do estabelecimento remetente. devendo. na próxima operação.ASBACE. ICMS já destacado em nota fiscal pelo vendedor = R$ 1. em agência de banco credenciado pela Unidade Federada interessada. no valor de R$ 1.00 x 12% = R$ 120. para o lote das mercadorias.00.000. fixado a varejo.000. do próximo recolhimento à unidade federada do contribuinte que tiver direito ao ressarcimento. sempre que o 20 .3) = ICMS substituto a cobrar do adquirente-atacadista = R$ 360. A critério do fisco de cada unidade federada. em conta especial.00.00. a crédito do Governo em cujo território se encontra estabelecido o adquirente das mercadorias. ainda. em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . em nome do estabelecimento fornecedor que tenha retido originalmente o imposto. Ou seja. 4. acompanhada de relação discriminando as operações interestaduais. ICMS total = alíquota interna x base de cálculo = 18% x R$ 2.000. é de R$ 2. em agência do banco oficial da Unidade Federada destinatária. na falta deste.

o do estabelecimento que transfira a propriedade. LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO É imprescindível que o local da operação ou da prestação estejam corretamente determinados. • • • 21 . O contribuinte substituto para cálculo e recolhimento do ICMS da substituição tributária observará as normas da legislação da unidade da Federação de destino da mercadoria. como dispuser a legislação tributária. desde que inclua todas as operações citadas. importado do exterior. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. no momento da ocorrência do fato gerador. mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária. em conformidade com a cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. a do estabelecimento onde ocorrer a entrada física. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado. o do domicílio do adquirente.Substituição Tributária (GIAST). b) Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS . O arquivo magnético acima substitui o exigido pela cláusula oitava do Convênio ICMS 57/95. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da realização das operações. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação inidônea. Bases legais: CF.contribuinte substituto operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas. onde se encontre. ou com seus registros totalizadores zerados. Finanças ou Tributação das unidades da Federação de destino. 150. LC 87/1996. ENVIO DE INFORMAÇÕES O estabelecimento que efetuar retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda. importado do exterior. a atribuição do local da seguinte forma: MERCADORIAS OU BENS Tratando-se de mercadoria ou bem o local da operação será: • • o do estabelecimento onde se encontre. Temos então. ou o título que a represente. inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária. § 7º. em conformidade com o parágrafo único da cláusula oitava e cláusula décima do Ajuste SINIEF 04/93. quando não estabelecido. no caso de não terem sido efetuadas operações no período. art. para que o imposto seja atribuído ao Estado onde tal local ocorra. Convênio ICMS 81/1993. mensalmente: a) arquivo magnético com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior.

• • aquele onde seja realizada a licitação. emissão. SERVIÇOS DE TRANSPORTE • • Tratando-se de prestação de serviço de transporte. o do estabelecimento destinatário do serviço. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. o do estabelecimento destinatário do serviço. crustáceos e moluscos. o do Estado onde estiver localizado o adquirente. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. como dispuser a legislação tributária. lubrificantes e combustíveis dele derivados. ou assemelhados com que o serviço é pago. inclusive consumidor final. na hipótese da utilização. o local da prestação será: • • onde tenha início a prestação. onde seja cobrado o serviço. repetição. o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. o local de prestação será: • o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. na hipótese de captura de peixes. NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO 22 • • • • . o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ficha. ampliação e recepção. SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO ONEROSO • Tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação. por contribuinte. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial. transmissão e retransmissão. o do Estado de onde o ouro tenha sido extraído. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação inidônea. quando prestado por meio de satélite. o de desembarque do produto. assim entendido o da geração. onde se encontre o transportador. nos demais casos. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. por contribuinte. na hipótese da utilização. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. SERVIÇOS PRESTADOS OU INICIADOS NO EXTERIOR Tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outro Estado e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente. cartão. o local da prestação é o do estabelecimento ou do domicílio do destinatário.

00 Valor do imposto anteriormente cobrado. real ou simbólica. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. Exemplo: Total do ICMS devido pelo sujeito passivo: R$ 50.00 = R$ 40. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou por outro Estado. decorrentes de entradas de mercadorias R$ 10. III – vier a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento. exceto se tratar-se de saída para o exterior.00.O imposto é não-cumulativo.000. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. 20 da Lei Complementar 87/96). deteriorar-se ou extraviar-se.000. Salvo prova em contrário. quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto.000. no estabelecimento. É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural. IV – vier a perecer. Veja também o tópico ICMS – Restrições aos Créditos.00 – R$ 10. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art.000. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. II – para comercialização ou prestação de serviço. 23 .000. II – for integrada ou consumida em processo de industrialização.00 VEDAÇÃO DE CRÉDITO Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente. ESTORNO DE CRÉDITO O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento: I – for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. exceto as destinadas ao exterior. É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. Valor do ICMS a pagar: R$ 50. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço.

01. a mesma não foi lançada no registro de entradas. transferidos pelo sujeito passivo a outros 24 . 23 da LC 87/96). se for o caso.000.00 Se o montante dos créditos superar os dos débitos. a diferença será transportada para o período seguinte.00 R$ 10.000. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior. por um lapso da escrita fiscal do adquirente.00 de créditos.000.00.000. até 16.000. o respectivo direito deixará de existir.imputados pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu no Estado.NÃO APLICAÇÃO DE ESTORNO Até 31. E. não se estornam créditos referentes a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior ou de operações com o papel destinado à impressão de livros. não foi creditado o ICMS respectivo.00 R$ 40.11.havendo saldo remanescente.00 R$ 50. Exemplo: A nota fiscal de aquisição das mercadorias foi emitida em 16. LIQUIDAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES As obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos escriturados no mesmo período mais o saldo credor de períodos ou períodos anteriores.11. Se. Na ocasião. Exemplo: Contribuinte apurou débito total de ICMS no período de R$ 100. de R$ 10.2005. PRESCRIÇÃO DO CRÉDITO O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento (parágrafo único do art. II .00.2006 (5 anos passados da emissão da nota fiscal) o adquirente não efetuar o lançamento de crédito extemporâneo. No período de apuração. por força da LC 120/2005. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento: I .000.12. do período anterior. A liquidação ocorrerá no valor de: Débito Total no Período de Apuração Saldo Credor do Período Anterior Créditos do Período de Apuração Saldo do ICMS R$ 100.2001. jornais e periódicos. Tinha um saldo credor acumulado.000. e por conseguinte.2006. teve R$ 50. a partir de 01. SALDOS CREDORES ACUMULADOS Saldos credores acumulados por estabelecimentos que realizem operações e prestações de exportações para o exterior podem ser.

§ 1º da LC 87/1996. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. revogando a restrição. caso contrário. tendo como base determinados benefícios. a partir de 26.12.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado período. Aos contribuintes lesados só resta a alternativa de recorrer ao judiciário. mas.que o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação. Lamentável. para um determinado período.contribuintes do mesmo Estado. e em 23.2005. o imposto seja pago em parcelas periódicas e calculado por estimativa. § 1º da LC 87/1996. que pagará a diferença apurada. pelo repasse das perdas de arrecadação decorrentes da desoneração das exportações. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. a atitude dos governos envolvidos.10. Obviamente que não se deve repudiar tais esforços.que. mediante a emissão pela autoridade competente de documento que reconheça o crédito. FORMAS DIFERENCIADAS DE APURAÇÃO Em substituição ao regime de apuração genérico por período. especialmente na área do ICMS. produzem uma legislação de incentivo. buscando resguardar seus direitos líquidos e certos. A “GUERRA FISCAL” Vários Estados. Os governos voltaram à sensatez. 26 da LC 87/1996. Entretanto. aguçados pela politicagem e 25 . os últimos resolveram não autorizar novas transferências de créditos de ICMS acumulados em decorrência da desoneração das exportações. no afã de atrair investimentos. ao fim do período. II . Base: art. assegurado ao sujeito passivo o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. III . A inclusão de estabelecimento no regime de que trata o item III não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de obrigações acessórias. temos conhecimento que vários estados estão aplicando limites às transferências. previstos no art. que tantos empregos gera e traz tantas divisas para o país. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. Na hipótese do item III. Base: art. 25. em todos os aspectos. mediante a publicação do malfadado Protocolo ICMS 30/2005. VEDAÇÃO DE TRANSFERÊNCIAS Em decorrência da briga entre Governo Federal e Governos Estaduais. Demonstra a falta de sensibilidade na gestão pública para o desenvolvimento e crescimento de nossa economia exportadora. 25. a lei estadual poderá estabelecer em relação ao ICMS: I .2005 foi publicado no DOU o Protocolo CONFAZ 40/2005. se positiva.

representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. Receita ou Tributação. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. em outro estado! Onde está a segurança jurídica em nosso país? Que descalabro mais os entes tributantes farão sobre os contribuintes? A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador. recepcionada pela Constituição Federal de 1988 .art. a qualquer título. Ou seja: a fiscalização dos estados poderá “desqualificar” os créditos do ICMS. Minas Gerais. Rio Grande do Sul. Paraná. pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. conforme o caso.2004. a um contribuinte situado em seu território. Trata-se de uma disputa predatória. letra "g". desde que as outras sejam cientificadas com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias. pelos investimentos privados. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais. a disponibilizar informações sobre os contribuintes envolvidos e as operações ou prestações interestaduais nas situações nele definidas. sem 26 . porque houve incentivo fiscal concedido a outro contribuinte. parágrafo 2º inciso XII. ainda. O Protocolo entrou em vigor em 12 de abril de 2004 e terá vigência por prazo indeterminado. somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. Onde estão os direitos do contribuinte? Quem defenderá a legitimidade neste país? Até onde o terrorismo fiscal irá comprometer nosso crescimento econômico? As unidades signatárias do presente protocolo obrigam-se mutuamente.pela má gestão de recursos públicos – tais ações tem resultado num efeito pernicioso – chamado vulgarmente de “guerra fiscal”. a qualquer custo. Diante da gritaria geral. Rio de Janeiro. entre os Estados da federação. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo.04. 155. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. adquire mercadorias em outro estado. típico de legislação autoritária. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. O nível da guerra está tão baixo que os Estados do Ceará. sem ciência. Nesta obra. mas da punição sofrida por aquele que. É um verdadeiro absurdo. entretanto. podendo ser denunciado por qualquer das partes signatárias. Finanças. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. as bases da restrição continuam válidas. A falta da informação no documento da operação ou prestação. Entretanto. remetida. não estou questionando a validade ou não da restrição do crédito. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. Santa Catarina e São Paulo.

DISTRITO FEDERAL Atacadistas e Distribuidores.2156-7. fazendo a necessária publicidade para que inocentes não venham ser vítimas da guerra fiscal. acertem os ponteiros entre si. GOIÁS Programas de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominados Fomentar ou Produzir e todos os demais programas deles decorrentes . A “Lista Negra” paulista inclui os seguintes incentivos e benefícios de outros Estados: MINAS GERAIS Programas que instituem benefícios de caráter geral ou destinados a determinados setores econômicos. Financiamentos vinculados ao ICMS . por se creditar de algo que acreditava ser legítimo! É dever do estado (e não do contribuinte) controlar tais abusos. Crédito em operações interestaduais com bobinas e tiras de aço. Insumos para a fabricação .Paulo.dar-se conta de que existe empecilhos ao crédito do ICMS. Redução de base de cálculo em operações interestaduais com farinha de trigo . RIO DE JANEIRO Indústria e Agroindústria .ADIN 2441-8.ADIN nº. visando coibir a tomada de crédito pelos contribuintes. industrialização de pescados.ADIN nº 2157-5 e Produtos de informática eletrônica e telecomunicação . produtos de informática e automação. Empreendimentos do PRO-DF .ADIN nº 2548-1. restringiu o aproveitamento de crédito do ICMS ao montante efetivamente cobrado.ADIN nº 2155-9 e crédito outorgado de 7% para abate de aves. gado bovino. PARANÁ Produtos de informática. MATO GROSSO DO SUL 27 .ADIN nº 1179-1. bubalino ou suíno. Resta um apelo ás autoridades dos estados signatários: tenham mais respeito aos seus contribuintes e procurem legislar com mais justiça! Se querem acabar com a guerra fiscal. descontados os incentivos fiscais concedidos pelos Estados de origem. através do Comunicado CAT 36/2004. mas não joguem a culpa sob as costas dos contribuintes! São Paulo publica a sua “Lista Negra” O Estado de S.Financiamento de 70% do ICMS . Produtos do abate de aves.ADIN nº 2440-0 e 2543-0. gado. um determinado contribuinte pode sofrer penas de "sonegador". coelho. Assim. BAHIA Cobre e derivados do cobre . por entender que a guerra fiscal o estava prejudicando.ADIN nº 2561-9.

AMAZONAS . aparelhos e equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Setor industrial . i) de máquinas. o Comunicado CAT nº 36/2004 no seu anexo II. k) de produtos de higiene pessoal (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). c) de frutas. exemplifica os benefícios fiscais dos Estados que não foram autorizados por convênio e que estão sujeitos à glosa de créditos fiscais do ICMS: .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Financiamento.BAHIA . f) de pescados e frutos do mar (crédito presumido de 16. . h) de outros produtos alimentícios (crédito presumido de 16. l) de Cosméticos e produtos de perfumaria (crédito presumido de 16.Programa Geral de Incentivos Fiscais .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). raízes. limpeza e conservação domiciliar.Atacadistas: a) de leite e seus derivados (Crédito presumido de 16. n) de produtos de higiene.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). com atividade de fracionamento e acondicionamento associada (crédito presumido de 16.Programa de concessão de incentivos fiscais e financeiros denominado PROAÇÃO e todos os programas dele decorrentes .667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). limpeza e conservação domiciliar (crédito presumido de 16. tubérculos. hortaliças e legumes frescos (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). concedidos por produto e região do Estado.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).Política Estadual de Incentivos Fiscais e Extrafiscais . e) de carnes e produtos de carnes (Crédito presumido de 16. renúncias fiscais e créditos presumidos de até 100% do valor do imposto devido.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). g) de massas alimentícias em geral (crédito presumido de 16. b) de farinhas.ADIN nº 2439-6. m) de produtos de higiene.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). d) de aves vivas e ovos (crédito presumido de 16. amidos e féculas (crédito presumido de 16. 28 . verduras.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais até 28/05/2003). j) de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico (crédito presumido de 16.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). Em relação aos demais incentivos.

exceto carnes. alho. aves. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais) Obs. (crédito presumido de 10% sobre o montante das operações interestaduais). r) de equipamentos de informática e comunicação (crédito presumido de 16. farinha de mandioca. f) de outros produtos de higiene e limpeza não enquadrados no subitem "e" acima (crédito presumido de 9. café torrado e moído.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). no período de 23/06/99 a 19/12/99.5% sobre o montante das operações interestaduais). . leite em pó. bufalinos.Componentes. halvarina. rãs. c) de bebidas não sujeitas ao regime de substituição tributária. p) de móveis (crédito presumido de 16. eletrônica e telecomunicações importados-crédito presumido de 70. Cream Craker. coelhos. arroz. os produtos e os subprodutos comestíveis resultantes do abate desses animais. g) de outros produtos do gênero alimentício.crédito presumido de 55% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. ovinos. . caprinos. polvilho. macarrão tipo comum. e) de produtos farmacêuticos constantes do Convênio ICMS 76/94.5% sobre o montante das operações interestaduais). suínos.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). e pescado. sabonete. óleo de soja. água sanitária. papel.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais).667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais) s) de mercadoria em geral sem predominância de artigos para uso na agropecuária (crédito presumido de 16.Artigos esportivos importados . fubá de milho. d) ou distribuidor de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (crédito presumido de 9. pescados e seus derivados 29 . partes e peças destinados à fabricação de produtos de informática. açúcar refinado e cristal. bem como as carnes. (crédito presumido de 9. sabão em barra. exceto os glicerinados. .: para carnes.5% sobre o montante das operações interestaduais). sal de cozinha.Atacadista ou distribuidor: a) de biscoitos do tipo Água e Sal. concentrado ou simples concentrado. rapadura.667% do valor do imposto incidente nas operações interestaduais). feijão. (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).DISTRITO FEDERAL . creme vegetal. hidratante ou adicionados de óleos especiais. leite tipo C. Maisena e Maria. margarina. b) de animais vivos das espécies: bovinos. pão francês de 50g. pescados e seus derivados.o) de artigos de escritório e papelaria. crédito presumido de 11%. extrato de tomate.834% do valor do ICMS incidente nas saídas interestaduais. papel higiênico. q) de embalagens (crédito presumido de 16. papelão e seus artefatos (crédito presumido de 16.

804.410.070 (crédito presumido de 2%) Obs. exceto café. produção ou industrialização (crédito presumido. 4807. quando não seja elaborado sob encomenda.RIO DE JANEIRO: a) Tecidos.5% a 52.Qualquer mercadoria. lubrificantes.100. m) de papel . mercadorias para consumidor final e aquelas sujeitas à substituição tributária promovidas por estabelecimento comercial atacadista estabelecido no estado. roupas em geral e bijuterias (crédito presumido de 10% do ICMS incidente nas vendas decorrentes do lançamento de novas coleções às 30 . (crédito presumido de 10. energia elétrica. . de higiene e bebidas (crédito presumido de 3.(crédito presumido de 10. e a partir de 01/08/2000 de 3%). o) de outras mercadorias não relacionadas nos acima (crédito presumido de 9.5% sobre o montante das operações interestaduais). .Estabelecimento de comércio atacadista que destine mercadoria para comercialização. . 4817 e 4823.25% aplicáveis sobre o valor de aquisição dos produtos por estabelecimento atacadista pernambucano).códigos NBM-SH 4802.PERNAMBUCO : a) Comércio atacadista de produtos importados . 40. (crédito presumido de 11% do valor da operação nas saídas interestaduais).ESPÍRITO SANTO . 4811.902 e 41.(crédito presumido de 3% a 8%). . de 2%. que pode excluir determinada mercadoria. 40. 40. lingerie. exceto jogos (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).MATO GROSSO DO SUL .5%).5% sobre o montante das operações interestaduais). l) de material de construção (crédito presumido de 11% sobre o montante das operações interestaduais).: Dependente de autorização. no período de 21/11/94 a 31/07/2000. e.GOIÁS .(crédito presumido de 47.25% a 19. h) de móveis e mobiliário médico cirúrgico (crédito presumido de 9. 4809. 4810. de limpeza. . combustíveis.5% sobre o montante das operações interestaduais). c) Produtos alimentícios.5% sobre o montante das operações interestaduais). b) Central de distribuição . bolsas. calçados. k) de produtos de perfumaria e cosméticos (crédito presumido de 9. 40.5% sobre o montante das operações interestaduais).130. j) de artigos de papelaria (crédito presumido de 9.5% sobre o montante das operações interestaduais). n) de produtos da indústria de informática e automação e suporte físico e programa de computadores.Mercadoria recebida de estabelecimento atacadista (CAE 40.5% sobre o montante das operações interestaduais) i) de vestuário e seus acessórios (crédito presumido de 9. 4804.

indústrias de fiação e tecelagem e do setor de moda e confecções . 24.857/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria Química do Estado do Rio de Janeiro .Pró-Indústria Financiamento vinculado ao ICMS. b) Atacadistas e Centrais de Distribuição . desodorante.RIOPETRÓLEO Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.Programa de Atração de Estruturantes . h) Fármacos e Químicos .858/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. l) Geral . d) Geral .de 22/09/2000 a 31/12/2002).Programa de Desenvolvimento dos setores Têxtil e de Confecções no Estado do Rio de Janeiro Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 24.RIOTELECOM Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. cosmético e produto de toucador (Anexo Único do Decreto nº.Programa de Desenvolvimento Industrial das Regiões Norte e Noroeste Fluminenses. j) Têxteis .RIO INVEST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº. 23. 24. e) Geral . c) Importadores .FUNDES Financiamento vinculado ao ICMS (Lei nº. 4. k) Telecomunicações e Eletro Eletrônicos .RIOPLAST Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa).Programa de Desenvolvimento da Indústria de Transformação de Resinas Petroquímicas .Rio Portos . 24. o) Industrial.Programa de desenvolvimento dos Setores de Autopeças e Navipeças do Estado do Rio de Janeiro .012/97) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. g) Plástico e Resinas Plásticas .Rio Logística (crédito presumido de 2% sobre o valor das vendas interestaduais realizadas pelas empresas beneficiárias .até 9% do valor da importação (Lei nº. m) Geral .584/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social . distribuidor ou atacadista de perfume e água de colônia de qualquer tipo. 24.Programa Setorial de Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no estado do Rio de Janeiro . Decreto 23.Programa de Desenvolvimento do setor Eletro-Eletrônico e de Telecomunicações .184/03) e Termo de Acordo de Regime Especial.RIOFÁRMACOS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.RIO EMPRESA EMERGENTE.862/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.270/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa.Crédito presumido de 2% sobre o valor das entradas interestaduais a título de compra ou transferência). talco.RIOPEÇAS Financiamento vinculado ao ICMS (Decreto nº.823/97. i) Autopeças e Navipeças . 24. 2.Financiamento vinculado ao ICMS . f) Petróleo e Derivados .863/98) e Termo de Aprovação de Ingresso no Programa. 31 . n) Programa de Desenvolvimento do Setor de Empresas Emergentes no Estado do Rio de Janeiro .Programa Básico de Fomento à Atividade Industrial no Estado do Rio de Janeiro .

os convênios que entre si celebrem a União. para efeito de concessão ou revogação de isenções. Só após aprovados legislativamente. CONFAZ É de responsabilidade do CONFAZ . O Contribuinte “Pagando o Pato” Portanto. O Conselho é constituído por representante de cada Estado e Distrito Federal e um representante do Governo Federal.418/04) Crédito presumido de 4% sobre o valor da operação interestadual. dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos. diretamente no site do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária .TOCANTINS . em assunto técnico. . isoladamente.RIO GRANDE DO NORTE . Cabe a cada contribuinte. conhecendo ou não a situação tributária de outro estado.Conselho Nacional de Política Fazendária promover a celebração de convênios. o Distrito Federal e os Municípios.br/confaz.COTEPE/ICMS para decidir. O Conselho pode. pois é o Poder Legislativo de cada Estado e do Distrito Federal que.35. exceto sobre deliberação para concessão e revogação de isenções.Alimentos. CONVÊNIOS INTERNOS Nos termos do artigo 100. expressamente. observa-se que. o estabelecem como válido naquele Estado ou DF. são normas complementares das leis.gov. verificar as situações em que é prejudicado pela guerra fiscal e efetuar as ações administrativas e jurídicas cabíveis para a defesa de seus direitos. ratificando o Convênio. já que este corre o risco de ter um crédito glosado.COTEPE/ICMS. O leitor pode acompanhar a edição de Convênios. incentivos e benefícios fiscais do imposto. delegar.Comércio atacadista (Crédito presumido de 11% e de 2%) Obs. inciso IV. com sede no Distrito Federal. incentivos e benefícios fiscais. COTEPE A Comissão Técnica Permanente do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . o mesmo deverá ser.fazenda. do CTN. pelo comportamento lesivo entre os Estados. sendo punido pela irresponsabilidade política e administrativa de terceiros. tem por finalidade realizar os trabalhos relacionados com a política e a administração do ICMS.http://www.: não se aplica às mercadorias sujeitas à substituição tributária. competência à Comissão Técnica Permanente do ICMS . . quem “pagará o pato” será o próprio contribuinte. ratificado (ou não) pelas respectivas Assembléias Estaduais. bebidas alcoólicas e artigos de armarinho (crédito presumido de 3% a 5% sobre as aquisições interestaduais e de 1% a 3% sobre as saídas interestaduais). visando ao estabelecimento de medidas uniformes e harmônicas no tratamento 32 . os Estados. Uma vez firmado um Convênio entre 2 ou mais Estados ou DF. os convênios passam a ter eficácia.

bem como desincumbir-se de outros encargos atribuídos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária . IX . O SINIEF tem como objetivos: 1 .opinar sobre questões tributárias relacionadas com o ICMS.apreciar. VIII .opinar sobre questões relacionadas com a aplicação das normas previstas no Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais .: 18. Protocolos e Ajustes SINIEF.apreciar e deliberar sobre pareceres relacionados com homologação para uso de equipamentos emissores de documentos fiscais.CONFAZ.propor medidas de padronização de processamento das informações relativas ao ICMS.promover permuta de informações de natureza econômico-fiscal entre as unidades federadas. XVI . Compete à COTEPE/ICMS: I . SISTEMA NACIONAL INTEGRADO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS – SINIEF O SINIEF foi criado através do Convênio CONFAZ S/Nº de 15. XIII . 33 .apreciar as proposições de Convênios. XII . Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal em assuntos e diretrizes básicas sobre a política do ICMS.assessorar o Ministro de Estado da Fazenda e os Secretários de Fazenda. formalmente. pertinentes ou relacionados ao ICMS.criar e extinguir Grupos e Subgrupos de Trabalho.orientar as Secretarias de Fazenda.U. Ajustes SINIEF e outros atos a serem submetidos ao CONFAZ.propor medidas que visem à simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. XI .O.executar outros encargos atribuídos pelo CONFAZ.12.promover estudos com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema Tributário Nacional como mecanismo de desenvolvimento econômico e social. III . XV .1971).a obtenção e permuta de informações de natureza econômica e fiscal entre os signatários. IV . VII .02. XIV .1970 (D. Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal na aplicação de medidas previstas em Convênios. II . V .executar os serviços de apoio técnico ao CONFAZ. os Protocolos firmados entre os Estados e o Distrito Federal.propor medidas visando à uniformização e simplificação de procedimentos na administração do ICMS.do referido imposto em todo o território nacional. X .SINIEF. VI .acompanhar o desenvolvimento da política do ICMS junto aos Estados e Distrito Federal. nos aspectos de inter-relação da tributação federal e da estadual.

CONCLA.a simplificação do cumprimento das obrigações por parte dos contribuintes. manter uma única inscrição em cada unidade da Federação. III . UNIFORMIZAÇÃO Para implantação do sistema SINIEF.o estabelecimento mantenha controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão. na internet.CNAE.Fiscal.número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).gov.instituição de relação referente às saídas de mercadorias.no campo “observações” ou no verso da AIDF sejam indicados os locais. 34 .instituição do código de classificação das situações tributárias. constituída pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas . d) Unidade da Federação. III . b) Distrito ou subdistrito.cnae. a critério do Fisco estadual. no mínimo. composto.ibge.endereço. interestadual e internacional. os seguintes elementos básicos: I .br.IBGE e da Comissão Nacional de Classificação .número de inscrição estadual. operações e prestações.2 .definição dos dados básicos dos respectivos Cadastros de Contribuintes. o endereço é http://www. serão adotadas as seguintes medidas: I .instituição do Código Nacional de Atividades Econômicas. IV . IV . V . desde que: I . INSCRIÇÃO CENTRALIZADA As empresas prestadoras de serviço de transporte rodoviário intermunicipal.instituição da guia de informação e apuração do imposto.Fiscal . aprovada por resolução do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . CADASTRO DE CONTRIBUINTES As unidades da Federação manterão cadastro de contribuintes que conterá. mesmo que através de códigos.Código de Atividades Econômicas.unificação dos documentos e livros fiscais. CNAE-Fiscal – CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS FISCAL As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a Classificação Nacional de Atividades Econômicas . II . poderão. V .firma ou razão social. no mínimo. de passageiros. em que serão emitidos os Bilhetes de Passagem Rodoviário. II . VI . de: a) Rua e número.CNAE . II . Para consulta do CNAE-Fiscal. c) Município.

nesta obra.Suspensão 51 .CST O Código Fiscal de Operações e Prestações .ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 . nas guias de informação e em todas as análises de dados. Base: artigo 65 do Convênio SINIEF 6/1989.Isenta 41 .Diferimento 60 . TABELA CST O Código de Situação Tributária composto de três dígitos na forma ABB.Com redução de base de cálculo 30 . as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do IPI e ICMS. com base na Tabela B. CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES – CFOP E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA .Importação direta 2 .Tributada integralmente 10 . com base na Tabela A e os 2º e 3º dígitos a tributação pelo ICMS.o estabelecimento inscrito centralize os registros e as informações fiscais e mantenha à disposição do Fisco estadual.Estrangeira .Adquirida no mercado interno Tabela B .Estrangeira .Tributação pelo ICMS 00 . onde o 1º dígito deve indicar a origem da mercadoria ou serviço.Não tributada 50 . os códigos CFOP e respectivas aplicações.Nacional 1 . TABELA CFOP Veja.CFOP e o Código de Situação Tributária CST visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais. em arquivo próprio. Tabela A .Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 – Outras 35 .Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 20 .III .Origem da Mercadoria 0 .Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 . os documentos relativos a todos os locais envolvidos.

PERMISSÕES Relativamente aos documentos fiscais é permitido: 1. contenha declarações inexatas. 4. não36 . CARACTERÍSTICAS DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais referidos deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado.1970. devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápistinta. não seja o legalmente exigido para a respectiva operação. modelos 1 ou 1-A. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo.Nota Fiscal de Venda a Consumidor. os seguintes documentos fiscais: I . IMUNIDADE. 3. o documento que: 1.Cupom Fiscal emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). desde que atendidas as normas da legislação de cada tributo. conforme as operações que realizarem. que não lhes prejudiquem a clareza. com alterações posteriores. 2. modelo 4. DIFERIMENTO OU SUSPENSÃO Quando a operação esteja beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. INDICAÇÕES DE ISENÇÃO. os contribuintes do IPI e/ou ICMS emitirão. a supressão dos campos referentes ao controle do Imposto sobre Produtos Industrializados.Bases: Ajustes SINIEF nº 06/00. não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Convênio. devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis. DOCUMENTOS FISCAIS De acordo com o Convênio CONFAZ s/nº de 15. fazendo prova apenas em favor do Fisco.Nota Fiscal. NÃO INCIDÊNCIA. Nota: É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A. II . 4. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. 03/94 e 6/2008.12.Nota Fiscal de Produtor. a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. omitir indicações. IV . esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO". em todas as vias. 3. 2. III . modelo 2. DOCUMENTO INIDÔNEO É considerado inidôneo para todos os efeitos fiscais. hipótese em que nada será anotado neste campo. exceto o campo "VALOR TOTAL DO IPI". salvo quando adotadas séries distintas. o acréscimo de indicações de interesse do emitente.

III . acesse o tópico “Emissão de Documentos por Processamento de Dados”. ou já tenham sido usados. devendo constar a designação "ÚNICA" após a letra indicativa da série. indicando-se o dispositivo legal respectivo. por espécie. filial.o nome. depósito ou qualquer outro. e 50 (cinqüenta). do estabelecimento emitente. em ordem crescente de 1 a 999. é permitido o uso de jogos soltos ou formulários contínuos para a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor.o número de ordem. contínuos ou em jogos soltos. a emissão dos documentos poderá ser dispensada. sucursal. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. Os blocos serão usados pela ordem de numeração dos documentos. SÉRIE ÚNICA Na hipótese de emissão de documentos fiscais por processamento de dados. 37 . Cada estabelecimento. Os estabelecimentos que emitam documentos fiscais por processo mecanizado ou datilográfico. os de numeração inferior. o endereço e os números de inscrição. a numeração deverá ser recomeçada com a mesma designação de série e subsérie. Em relação aos produtos imunes de tributação.999 e enfeixados em blocos uniformes de 20 (vinte).999. no mínimo. IV . Para maiores detalhes. podendo. mediante prévia autorização dos fiscos estadual e federal. estadual e no CNPJ. sem distinção por subsérie. no máximo. englobando operações para as quais sejam exigidas subséries especiais. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. seja matriz.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor".incidência. Atingido o número 999. série e subsérie e o número da via. agência. II . NOTA FISCAL A CONSUMIDOR A Nota Fiscal de Venda a Consumidor conterá as seguintes indicações: I . em substituição aos blocos. terá talonário próprio. observados os requisitos estabelecidos pela legislação específica para a emissão dos correspondentes documentos.a data da emissão. Nenhum bloco será utilizado sem que estejam simultaneamente em uso. NUMERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. poderão usar formulários. em equipamento que não utilize arquivo magnético ou equivalente. modelo 2. numerados tipograficamente.

Impossibilidade de Emissão Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior.números. IV e VII serão impressas. que exerça atividade 38 . 50. VI . em substituição aos mesmos. modelo 2. portando o seu estoque de mercadorias.ECF. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO). inclusive o manual. a data e a quantidade da impressão. ou da Nota Fiscal de Venda a Consumidor. será permitida a emissão por qualquer outro meio. da Nota Fiscal. em que o contribuinte esteja impossibilitado de emitir pelo equipamento ECF o respectivo Cupom Fiscal ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será extraída. II . quebra ou furto do equipamento. e o número da autorização de impressão de documentos fiscais.a discriminação das mercadorias. modelo 2. tais como falta de energia elétrica.o nome. d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. inicial e final.00 (cento e vinte mil reais). c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. VII . com receita bruta anual de até R$ 120. II. marca. para exibição ao Fisco. do impressor da nota. art. unitário e total. em ordem crescente. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. com ou sem utilização de veículo.motivo e data da ocorrência.1970. ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. das mercadorias e o valor total da operação. estadual e no CNPJ. Desobrigação O contribuinte. tipo. sendo a 1ª via entregue ao comprador e a 2ª via presa ao bloco. modelo.V . impresso após a letra indicativa da série. modelo 2: a) será adotada a série "D". sem estabelecimento fixo ou permanente. § 3º e artigos 51 e 52 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. modelo 1 ou 1-A. em 2 (duas) vias.ECF Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens. modelo 6: I .000. a partir de 1. o endereço e os números de inscrição. Na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série e subsérie.os valores. estão obrigados ao uso de equipamento emissor de Cupom Fiscal . EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL .12. dos documentos fiscais emitidos. quando exigida. b) poderá conter subséries com algarismo arábico. pessoa física ou jurídica. no mínimo. As indicações dos itens I. espécie. Bases: Ajuste SINIEF nº 09/97. quantidade.

às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações. Sem prejuízo da emissão do Cupom Fiscal: I . sem a autorização ou que não satisfaça os requisitos desta.por exigência de legislação federal. feirante. modelo 1 ou 1-A. no lugar deste. poderá ser apreendido pela Secretaria da Receita Federal ou pela Secretaria de Fazenda. Também não se aplica a utilização obrigatória do ECF: I . CUPOM FISCAL Nas operações em que o adquirente seja pessoa natural ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. a critério da unidade federada. e utilizado como prova de infração à legislação tributária. em ambos os casos. modelo 1 ou 1-A. Bases: Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores. mascate. no recinto de atendimento ao público. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.indicar na coluna "Observações". Nas hipóteses previstas acima.por solicitação do adquirente. Integração de Equipamento A utilização. modelo 2. ambulante. de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento. II . do livro Registro de Saídas. Finanças ou Tributação das unidades federadas. nas vias do documento fiscal emitido. tenda e similares. modelo 2. b) realizadas fora do estabelecimento. c) realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com fornecimento de energia. II . o contribuinte deverá: I . emitidos por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). O equipamento em uso. fornecimento de gás canalizado e distribuição de água. apenas o número e a 39 .às operações: a) com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial. os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. este atribuído pelo estabelecimento. o contribuinte emitirá Nota Fiscal. será emitido o Cupom Fiscal ou. O Cupom Fiscal emitido por ECF deve obedecer ao disposto Convênio ECF 01/1998 e alterações posteriores.comercial na condição de barraqueiro. ou a Nota Fiscal. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. II . poderá ser desobrigado do uso de ECF pelas unidades federadas. poderá o contribuinte emitir a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.anotar.

em 4 (quatro) vias. b) a 2ª. Na Nota Fiscal de Produtor.em outras hipóteses previstas na legislação. modelo 4: I . para separar as operações de entrada das de saída. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. Número de Vias A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias: I . b) a 2ª. pelo transportador. no estabelecimento.sempre que promoverem a saída de mercadorias. entrarem bens ou mercadorias. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. via ficará presa ao bloco. b) sem prejuízo do disposto no item anterior. 50 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. ao destinatário. c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. quando houver interesse por parte do contribuinte. via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. NOTA FISCAL DE PRODUTOR Os estabelecimentos de produtores agropecuários emitirão Nota Fiscal de Produtor. via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. III .1970. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª. via ficará presa ao bloco. pelo transportador. modelo 4: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Fatura de Produtor ou. vedada a utilização de subsérie. 40 .12. em ordem crescente. III .anexar o Cupom Fiscal à via fixa do documento emitido. quando houver determinação por parte do Fisco. II .sempre que.na transmissão da propriedade de mercadorias. II . IV . c) a 3ª. poderá ser permitida a utilização de séries distintas.nas operações internas ou nas saídas para o exterior em que o embarque se processe na própria unidade federada do emitente. a partir de 1.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. Bases: Ajuste SINIEF nº 10/99 e art. para fins de controle do Fisco da unidade federada do emitente. em 3 (três vias). ao destinatário.série do documento. real ou simbolicamente.

que terão a seguinte destinação: I . além do que se achar registrado em nome da pessoa. as prestações executadas no período de apuração do imposto. d) a 4ª.pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. II . III . via terá a destinação prevista na unidade da Federação do emitente. em relação a cada tomador de serviço. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês.pelos transportadores de valores.a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. É obrigatória a emissão de uma Nota Fiscal. em 4 (quatro) vias. via acompanhará a mercadoria para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino.1ª via será entregue ao contratante ou usuário.1970. III . no mínimo. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte. II . aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. para fins de controle no Estado de destino. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida.pelos transportadores ferroviários de cargas. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. 41 . Na prestação interna de serviço de transporte. desde que devidamente autorizado pelo fisco estadual. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida antes do inicio da prestação do serviço.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. até o final do período de apuração do imposto. as prestações realizadas. para englobar. II .pelos transportadores de passageiros. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida no mínimo em 3 (três) vias. IV . por veículo. No transporte de pessoas com característica de transporte metropolitano mediante contrato.a 2ª via acompanhará o transporte. V – pelos transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal. Na prestação interestadual de serviço de transporte. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas.12. Base: Ajuste SINIEF nº 09/97 e art. no final do período de apuração do imposto. em relação a cada tomador de serviço. para cada viagem contratada. que terão a seguinte destinação: I . 58 a 60 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. modelo 7. desde que dentro do período de apuração do imposto. para englobar.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. para englobar. III . em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico. será utilizada: I . em veículos próprios ou afretados. Nota: considera-se veículo próprio. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização.c) a 3ª.

Base: artigos 10 a 15 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a data da emissão.o número de ordem.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. de modo que permita sua perfeita identificação. III . o endereço. a data e quantidade de impressão. o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie. modelo 7. bem como os acréscimos a qualquer título.o valor total dos serviços prestados. as seguintes indicações: I .a natureza da prestação do serviço. o endereço. X . VIII . e os números de inscrição estadual e no CNPJ. acrescido do respectivo código fiscal de operação. II .a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário". o endereço. XI . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. a série e subsérie e o número da via. poderão ser exigidas tantas vias da Nota Fiscal de Serviço de Transportes.a alíquota aplicável. XIV . e o número da autorização 42 .o nome. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. poderá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO A partir de 1º de janeiro de 2007. do impressor da nota fiscal. XIII . quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores.a identificação do emitente: o nome. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte.a discriminação do serviço prestado. V .a identificação do tomador do serviço: o nome. no mínimo. Nas prestações internacionais. A NF conterá.IV .a base de cálculo do ICMS. VII . IV .o valor do ICMS. a critério de cada unidade federada. os números da inscrição estadual e no CNPJ. VI . XII .origem e destino. modelo 27. IX .o valor do serviço prestado.

o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. de existência apenas digital. Vedação É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. será entregue ao tomador do serviço. A Nota Fiscal Eletrônica – NF-e poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica – NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. Base: Ajuste SINIEF 7/2006. A Nota Fiscal de Serviços de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm em qualquer sentido. As indicações dos incisos I. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias. 2ª via. será credenciado pela administração 43 . a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. XIV e XV serão impressas. XV . Na prestação de serviço de transporte ferroviário. previamente. quando o Estado fizer uso da prerrogativa prevista no § 2º do artigo 16 do Convênio S/N de 15 de dezembro 1970. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. antes da ocorrência do fato gerador. que terão a seguinte destinação: 1ª via. NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) O Ajuste SINIEF 7/2005. Registro Prévio Para emissão da NF-e. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte.para a impressão dos documentos fiscais. Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e.a data limite para utilização. alterado pelo Ajuste SINIEF 8/2005. II. O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e. instituiu a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. o contribuinte deverá solicitar. pelos contribuintes do IPI e/ou ICMS. V. com o intuito de documentar operações e prestações.

999. destina-se para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95.999. juntamente com o CNPJ do emitente. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. II – a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. mediante prévia autorização da administração tributária. em ordem crescente. IV – a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. Séries Distintas O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e. 44 . com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária.tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. número e série da NF-e. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. Documento Auxiliar da NF-e – DANFE O Documento Auxiliar da NF-e – DANFE. vedada a utilização de subsérie. Transmissão A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. As séries serão designadas por algarismos arábicos. Especificações A NF-e deverá conter as seguintes formalidades: I – o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. Leiaute A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. contendo o CNPJ do emitente. por estabelecimento e por série. III – a NF-e deverá conter um “código numérico”. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. a fim de garantir a autoria do documento digital. a partir de 1.

o Protocolo ICMS 24/2008 estendeu esta obrigatoriedade para os contribuintes: I . II . IV . inclusive para fins de escrituração fiscal. O DANFE emitido em unidade federada que tenha implantado o sistema de NF-e. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.produtores. exceto papel jornal. a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta pública relativa à NF-e.distribuidores de combustíveis líquidos. Posteriormente. III . devendo ser apresentadas à administração tributária.distribuidores ou atacadistas de cigarros. O DANFE deverá ser impresso em papel. A consulta à NF-e será disponibilizada. Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. formuladores e importadores de combustíveis líquidos. A administração tributária do emitente da NF-e deverá disponibilizar consulta pública que possibilite a verificação da regularidade na emissão do DANFE.fabricantes de cigarros. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. O contribuinte destinatário deverá conservar o DANFE com o respectivo número da Autorização de Uso da NF-e. quando solicitado. Arquivamento e Substituição da NF O remetente e o destinatário das mercadorias deverão manter em arquivo as NF-e’s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. podendo ser utilizadas folhas soltas. devendo ser apresentadas à administração tributária. Consulta pela Internet Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. 45 . em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e. pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. quando solicitado. no tamanho A4 (210 x 297 mm). Obrigatoriedade O Protocolo ICMS 10/2007 estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 90 (noventa) dias. formulário de segurança. será aceito pelo contribuinte destinatário.No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e.

interestadual e internacional. caminhões.fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. será utilizado por quaisquer transportadores rodoviários de cargas que executarem serviço de transporte rodoviário Intermunicipal. Características Específicas As demais características e exigências da NF-e DANFE estão especificadas no Ajuste SINIEF 7/2005. se for o caso. modelo 8. Subcontratação O transportador que subcontratar outro transportador para dar início à execução do serviço....CTRC O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.fabricantes de cimento.. fazendo constar no campo “Observações” deste ou. suínas.fabricantes de semi-acabados. laminados planos ou longos. VII . do Manifesto de Carga. em veículos próprios ou afretados.. Veículo Próprio – Conceito Considera-se veículo próprio. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS .. a expressão: “Transporte subcontratado com . proprietário do veículo marca . E o Protocolo ICMS 68/2008 ampliou novamente a lista de contribuintes obrigados à emissão da NF-e.12. Manual da NF-e O Ato Cotepe/Confaz 14/2007 aprova o Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica .fabricantes de ferro-gusa. XI . XIII . 01.2008 e 01. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma. UF. relaminados.. XIV .04.fabricantes de automóveis. bufalinas e avícola.. 46 .NF-e.fabricantes. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano. ônibus e motocicletas. com as alterações promovidas pelo Ajuste SINIEF 8/2005.2008. camionetes.fabricantes de refrigerantes. no Ambiente de Contratação Livre (ACL).. VI .V .. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.. de cargas..09... X ... além do que se achar registrado em nome da pessoa. com vigência a partir de 01.2009. utilitários.. refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas.. Os contribuintes do ICMS e IPI credenciados como emissores de NF-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 1º de outubro de 2007.. emitirá Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. IX . VIII ... trefilados e perfilados de aço.agentes que..transportadores e revendedores retalhistas . placa nº.TRR.. XII .. vendam energia elétrica a consumidor final..frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas..

com destino à Zona Franca de Manaus. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. bem como a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do transportador contratante. interestadual e internacional de cargas. modelo 9.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. em 4 (quatro) vias.a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. que terão a seguinte destinação: I . a informação de que se trata de serviço de subcontratação. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado no mesmo Estado.Subcontratação de serviço de transporte é aquela firmada na origem da prestação do serviço. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). no campo “Observações”. II . A empresa subcontratada deverá emitir o Conhecimento de Transporte indicando. podendo servir de comprovante de entrega. será utilizado pelos transportadores aquaviários de cargas que executarem serviços de transporte intermunicipal. Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. em qualquer sentido. 47 . III .9 x 21. Bases: artigos 16 a 21 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido. Na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. IV . a prestação do serviço ser acobertada somente pelo conhecimento. Emissão O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido antes do início da prestação do serviço.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. no mínimo.0 cm. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. podendo. a critério do fisco.

IV . CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento Aéreo. com a seguinte destinação: I . no mínimo em 3 (três) vias. III . II . no mínimo.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. podendo servir de comprovante de entrega.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. será utilizado pelas empresas que executarem serviços de transporte aeroviário intermunicipal. será emitido o Conhecimento Aéreo. interestadual e internacional de cargas. para destinatário localizado no mesmo Estado. que terão a seguinte destinação: I . Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido com uma via adicional (5ª via). segundo acordos internacionais. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino.O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido antes do início da prestação de serviço. bem como os valores serem expressos em moeda estrangeira. Na prestação de serviço de transporte aquaviário. II .a 4ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. 48 . III . Bases: artigos 22 a 29 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. Na prestação de serviço de transporte aeroviário de cargas. em 4 (quatro) vias. o Conhecimento Aéreo será emitido com uma via adicional (4ª via). Na prestação de serviço de transporte aquaviário. com destino à Zona Franca de Manaus. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. para destinatário localizado em outro Estado. mod. podendo servir de comprovante de entrega. será emitido o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. Na prestação de serviço aeroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. 10.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. para destinatário localizado no mesmo Estado. que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. No transporte internacional o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas poderá ser redigido em língua estrangeira.a 3ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente.

será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. interestadual e internacional de cargas.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco.a 2ª via será entregue ao remetente.a 4ª via terá o destino previsto na legislação do Estado do emitente. Bases: artigos 37 a 41 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. emitirá o documento “Ordem de Coleta de Carga”. ORDEM DE COLETA DE CARGA O estabelecimento transportador que executar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. do 49 .a 2ª via será entregue ao remetente. em 3 (três) vias com a seguinte destinação: I . modelo 11. havendo necessidade de utilização de via adicional de Conhecimento Aéreo. IV . intra ou intermunicipal. da carga coletada. Na prestação de serviço de transporte ferroviário de cargas para destinatário localizado em outro Estado. II . será utilizado pelos transportadores. III . II .a 5ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. será emitido o Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. os valores expressos em moeda estrangeira. Na prestação de serviço de transporte ferroviário para destinatário localizado no mesmo Estado. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do Conhecimento Aéreo quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. V . sempre que executarem o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. bem como. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino.a 1ª via acompanhará o transporte até o destino. em 5 (cinco) vias. modelo 20. no mínimo. Bases: artigos 30 a 36 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. no mínimo. III . No transporte internacional o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em língua estrangeira. segundo acordos internacionais.a 3ª via acompanhará o transporte para fins de controle do Fisco de destino. com destino à Zona Franca de Manaus. quando deverá ser entregue ao destinatário. quando deverá ser entregue ao destinatário. com a seguinte destinação: I . A Ordem de Coleta de Carga será emitida antes da coleta da mercadoria e destina-se a documentar o trânsito ou transporte.Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais.

com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. a Ordem de Coleta de Carga será emitida. que terão a seguinte destinação: I . cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso correspondente. e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte EletrônicoDACTE. CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e – E DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO . modelo 57. modelo 8.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. será emitido.DACTE O Ajuste SINIEF/CONFAZ 9/2007 instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e. A critério do fisco estadual. o conhecimento de transporte correspondente a cada carga coletada. de existência apenas digital. desde que observado o motivo no seu verso. poderá ser utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição aos seguintes documentos: I . Quando do recebimento da carga no estabelecimento do transportador que promoveu a coleta.endereço do remetente até o do transportador. Base: artigo 72 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. obrigatoriamente. II . no mínimo em 3 (três) vias.a 2ª via será entregue ao remetente. modelo 57.a 1ª via acompanhará a mercadoria coletada desde o endereço do remetente até o do transportador. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de carga. Quando da coleta de mercadoria ou bem. O CT-e. II . CT-E Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico . 50 .CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. para efeito de emissão do respectivo conhecimento de transporte. modelo 9. RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE No retorno de mercadoria ou bem. poderá ser dispensada a Ordem de Coleta de Carga. III . por qualquer motivo não entregue ao destinatário.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. o Conhecimento de Transporte original servirá para acobertar a prestação de retorno ao remetente. Base: artigo 71 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.

Conhecimento Aéreo.III .ICP-Brasil. modelo 27. A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. O contribuinte. o contribuinte deverá solicitar. podendo ser utilizadas folhas soltas. modelo 10. modelo 7. impresso em papel.poderá conter outros elementos gráficos.será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. quando utilizada em transporte de cargas. que contenha o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. modelo 11. dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada.conterá código de barras. IV .Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. previamente. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. II .deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo A4 (210 x 297 mm).Nota Fiscal de Serviço de Transporte. papel de segurança ou formulário contínuo. a fim de garantir a autoria do documento digital. bem como ser pré-impresso. O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. exceto papel jornal. O DACTE: I .DACTE. Assinatura Digital Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte. VI . seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. IV . III . para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. Para emissão do CT-e. V . DACTE Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e . 51 .

o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. quando solicitado. observadas as demais normas da legislação pertinente. Anulação de Valores Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. fora do DACTE. Arquivamento e Crédito do Imposto O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. O tomador do serviço deverá. podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet. É permitida a impressão. para adequá-lo às suas prestações. alternativamente. por meio de Carta de Correção Eletrônica . A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e. previsto em Ato COTEPE. este não poderá ser cancelado. quando solicitado. Carta de Correção Eletrônica Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. em 52 .A do art. devendo ser apresentados à administração tributária. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto.poderá alterar o leiaute do DACTE. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e. Cancelamento Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute. observado o disposto no §1º.CC-e. o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE.

observada a legislação de cada unidade federada. deverá ser observado: I . c) o transportador deverá emitir novo CT-e. em virtude de (especificar o motivo do erro)". e desde que não descaracterize a prestação.virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto na anulação de valores. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". às empresas autorizadas à sua emissão. referenciando o CT-e original. II . pelos valores totais do serviço e do tributo. consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade..... devendo observar as disposições deste ajuste. b) após receber o documento referido na alínea "a" e do seu registro no livro próprio. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte".. A consulta poderá ser efetuada pelo interessado. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . O transportador poderá. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. os valores anulados e o motivo. mediante legislação própria.na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio.. o transportador deverá emitir conhecimento de transporte eletrônico. e data . devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. b) após receber o documento referido. o transportador deverá emitir novo CT-e..na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão. informando o número do documento fiscal emitido com erro. pelos valores totais do serviço e do tributo. pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. na Internet. Consulta pela Internet A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site. 53 . em virtude de (especificar o motivo do erro)". referenciando o CT-e original. e data .. conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE. bem como o motivo do erro. mediante informação da "chave de acesso" do CT-e. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . Confirmação As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. devendo observar as disposições no Ajuste SINIEF 9/2007.

de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributárias regentes relativas a cada modal. Cancelamento No caso de cancelamento de bilhete de passagem.0. o documento fiscal deverá conter assinatura. que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico .0. com a devida justificativa. no mínimo. Escrituração e Exigência Os CT-e cancelados. posto ou veículo que efetuou a venda.conforme procedimento padrão estabelecido em ato COTEPE. destinatário e transportador. Versão 1. modelo 13 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte rodoviário intermunicipal. vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. as empresas de transportes rodoviários de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. sem valores monetários. Emissão O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. Especificações Técnicas O Ato Cotepe/ICMS 8/2008 aprovou o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico . de passageiros.CT-e. Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. Aplicações Específicas Aplicam-se ao CT-e. interestadual e internacional. do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . Cancelamento. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro. pelo recebedor.CT-e. havendo direito à restituição de valor ao usuário. modelo 8.DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. que terão a seguinte destinação: 54 . da entrega das cargas constantes do CT-e. exigir a confirmação. BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO O Bilhete de Passagem Rodoviário. de acordo com a legislação tributária vigente. Excesso de Bagagem Nos casos em que houver excesso de bagagem. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão. para acobertar o transporte da bagagem. bem como a do chefe da agência. em 2 (duas) vias. escriturado antes do início da prestação de serviço. as normas do Convênio SINIEF 06/89. identificação e endereço do adquirente que solicitou o cancelamento. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados. no que couber.

a 1ª via ficará em poder do emitente. modelo 9. Nos casos em que houver excesso de bagagem. as empresas de transporte aeroviário emitirão o Conhecimento de Transporte Aeroviário de Cargas. interestadual e internacional de passageiros. para exibição ao fisco. que terão a seguinte destinação: I . interestadual e internacional. para exibição ao fisco. para acobertar o transporte da bagagem. para exibição ao fisco. que deverá conservá-la durante a viagem. as empresas de transporte aquaviário de passageiros emitirão o Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. BILHETE DE PASSAGEM AEROVIÁRIO O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. no mínimo em 2 (duas) vias. 55 . que terão a seguinte destinação: I . Na prestação de serviço de transporte aeroviário de passageiros. Nos casos em que houver excesso de bagagem. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aquaviário intermunicipal. Bases: artigos 47 a 50 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. Bases: artigos 51 a 54 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.a 2ª via será entregue ao passageiro. II .a 1ª via ficará em poder do emitente.a 2ª via será entregue ao passageiro. BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO O Bilhete de Passagem Aquaviário. II . Bases: artigos 43 a 46 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes.I . modelo 10. o Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido no mínimo em 2 (duas) vias.a 2ª via será entregue ao passageiro. que deverá conservá-la durante a viagem. modelo 15. modelo 16 será utilizado pelos transportadores que executarem transporte ferroviário intermunicipal. BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO O Bilhete de Passagem Ferroviário. interestadual e internacional de passageiros. de passageiros. será utilizado pelos transportadores que executarem transporte aeroviário intermunicipal. para acobertar o transporte da bagagem. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. II . que deverá conservá-la durante a viagem. modelo 14.a 1ª via ficará em poder do emitente.

2. Em substituição ao documento.O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço. Acobertamento do Trânsito das Mercadorias O documento servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. II . com base em controle diário de renda auferida. II . no mínimo em duas vias. O campo "HORA DA SAÍDA" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de mercadorias.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. que terão a seguinte destinação: I . a qualquer título. nos casos do item V anterior. IV . Bases: artigos 55 a 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. até o local do estabelecimento emitente.a 2ª via será entregue ao passageiro. do mesmo ou de outro Município.novos ou usados. emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias. bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público.em retorno. III . remetidas a qualquer título por particulares. segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. desde que. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. 3. inclusive por meio de veículos. A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de 56 .importados diretamente do exterior.em outras hipóteses previstas na legislação. aos quais tenham sido enviados para industrialização.em retorno de exposições ou feiras. por estação. real ou simbolicamente: I . quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. mediante prévia autorização do Fisco. VI . V . nas seguintes hipóteses: 1. excetuado o produtor agropecuário. no final do período de apuração emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. que deverá conservá-la durante a viagem. produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais. nos retornos a que se referem os itens II e III anteriores. quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias. NOTA FISCAL – EMISSÃO PELA ENTRADA O contribuinte. remetidas por particulares ou por produtores agropecuários.

mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Momento de Emissão A nota fiscal de entrada será emitida, conforme o caso: I - no momento em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; II - no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; III - antes de iniciada a remessa. Bases: Ajuste SINIEF nº 03/94 e artigos 54 a 56 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. CANCELAMENTO DO DOCUMENTO FISCAL Quando o documento fiscal for cancelado, conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias, com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência, se for o caso, ao novo documento emitido. Base: art. 12 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. EXIGÊNCIA PELO ADQUIRENTE E TRANSPORTADORES Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais, aqueles a quem se destinarem as mercadorias são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emitilos, contendo todos os requisitos legais. Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Base: art. 13 e 14 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. FIXAÇÃO DE PRAZO DE USO As unidades da Federação poderão, igualmente, fixar os prazos para a utilização de impressos de documentos fiscais (Ajuste SINIEF nº 03/94). AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS As unidades da Federação disporão de forma que os documentos fiscais os documentos aprovados por Regime Especial só possam ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do Fisco estadual (art. 16 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970). OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL Os estabelecimentos, excetuados os de produtores agropecuários, emitirão Nota Fiscal: I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; 57

II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente. III - sempre que em seu estabelecimento entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente: - novos ou usados, remetidas a qualquer título por particulares, produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais; - em retorno, quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos, aos quais tenham sido enviados para industrialização; - em retorno de exposições ou feiras, para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público; - em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos; - importados diretamente do exterior, bem como as arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público; - em outras hipóteses previstas na legislação. Notas: a) A nota fiscal emitida servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, até o local do estabelecimento emitente, quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias, a qualquer título, remetidas por particulares ou por produtores agropecuários, do mesmo ou de outro Município. Também servirá no acompanhamento do retorno e transporte dos bens importados/arrematados ou adquiridos em concorrência. b) A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de mercadorias não entregues ao destinatário, hipótese em que conterá as indicações do número, da série, da data da emissão e do valor da operação do documento original. Base: art. 18 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. MOMENTO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL A Nota Fiscal será emitida: I - antes de iniciada a saída das mercadorias; II - no momento do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, em restaurantes, bares, cafés e estabelecimentos similares; III - antes da tradição real ou simbólica das mercadorias: • nos casos de transmissão de propriedade de mercadorias ou de títulos que as represente, quando estas não transitarem pelo estabelecimento do 58

transmitente; nos casos de posterior transmissão de propriedade e de mercadorias, que tendo transitado pelo estabelecimento transmitente, deste tenham saído sem o pagamento do ICMS, em decorrência de locação ou de remessas para armazéns gerais ou depósitos fechados.

Nota: Na Nota Fiscal emitida no caso de posterior transmissão de propriedade de mercadorias, deverão ser mencionados o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal emitida anteriormente por ocasião da saída das mercadorias. IV - relativamente à entrada de bens ou mercadorias, nos seguintes momentos: • • • em que os bens ou as mercadorias entrarem no estabelecimento; no momento da aquisição da propriedade, quando as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente; antes de iniciada a remessa, nos casos em que a nota fiscal for emitida para acompanhar as mercadorias.

V - no caso de mercadorias cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez, desde que o ICMS deva incidir sobre o todo; Notas: 1. a Nota Fiscal inicial será emitida se o preço de venda se estender para o todo sem indicação correspondente a cada peça ou parte; a Nota Fiscal especificará o todo, com o lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, devendo constar que a remessa será feita em peças ou partes. 2. a cada remessa corresponderá nova Nota Fiscal, sem lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e destaque do Imposto de Circulação de Mercadorias, mencionando-se o número, a série e subsérie e a data da Nota Fiscal inicial. VI - no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito de que decorra acréscimo do valor das mercadorias; Nota: a Nota Fiscal será emitida dentro de 3 (três) dias da data em que se efetivou o reajustamento do preço. VII - na regularização em virtude de diferença de preço ou de quantidade das mercadorias, quando efetuada no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; VIII - para lançamento do ICMS, não pagos nas épocas próprias, em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal, quando a regularização ocorrer no período de apuração dos respectivos impostos em que tenha sido emitida a Nota Fiscal originária; IX - no caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário, pelas repartições do Fisco federal, para aplicação em seus produtos. Notas: 59

a 2ª via ficará presa ao bloco. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO DO PRÓPRIO CONTRIBUINTE Na saída de mercadorias com destino a depósito fechado do próprio contribuinte. pelo transportador.natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. NÚMERO DE VIAS A nota fiscal será extraída. o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. Vedação Fora dos casos previstos nas legislações do IPI e do ICMS é vedada a emissão de Nota Fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadorias. Base: art. deverão o importador ou arrematante emitir Nota Fiscal. II . 2. a 3ª via: a) nas operações internas.valor das mercadorias. b) nas operações interestaduais. acompanhará as mercadorias para fins de controle do Fisco na unidade federada de destino. especialmente: I . a destinação prevista na legislação da unidade da Federação do emitente. a 4ª via terá o destino previsto na legislação da unidade da Federação do emitente. No caso de mercadorias de procedência estrangeira que. que terão a seguinte destinação: a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue.1. c) nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada.12. A emissão da Nota Fiscal somente será efetuada antes de qualquer procedimento do Fisco.905.12. ao destinatário. 3. sejam por este remetidas a terceiros. acompanhará as mercadorias para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. 45 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.1970. Bases: artigos 20.1970. sem entrar em estabelecimento do importador ou arrematante. em quatro vias. localizado na mesma unidade da Federação. será emitida Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. com a declaração de que as mercadorias sairão diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. no mínimo. 21 e 44 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de Nota Fiscal e sem pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados e do Imposto de Circulação de Mercadorias. para fins de controle do Fisco da unidade da Federação do emitente. 60 .

II .dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal de retorno simbólico 61 .III . III .12. com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa. Base: art. remetidas por depósito fechado. Bases: artigos 22 e 23 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.valor das mercadorias.destaque do ICMS. 4. especialmente: 1. endereço e números de inscrição. do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. nome. que deverão acompanhar as mercadorias.12. V .907. estadual e no CNPJ. contendo os requisitos exigidos e. no ato da saída das mercadorias.dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do IPI e a nãoincidência do ICMS. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado. o número. SAÍDA DE DEPÓSITO FECHADO Na saída de mercadorias armazenadas em depósito fechado. a data de sua efetiva saída. se devido. sem lançamento do ICMS.906.1970. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5. o estabelecimento depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. O depósito fechado indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. especialmente: I .valor da operação. Retorno ao Estabelecimento Depositante Na saída de mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante. 22 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. deste. II . especialmente: I .natureza da operação. este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e. número. 2. III . estadual e no CNPJ. valor das mercadorias. O depósito fechado. se devido.circunstância em que as mercadoria serão retiradas do depósito fechado.1970. IV .lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados.907 ou 6. mencionando-se endereço e números de inscrição. 3.

ainda. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. o número. a série e subsérie e a data da Nota Fiscal referida no item 2 anterior. o estabelecimento destinatário será considerado depositante.como destinatário. contados da saída efetiva das mercadorias do depósito fechado.no corpo da Nota Fiscal o local da entrega. remetendo-a ao estabelecimento depositante. na coluna própria do Registro de Entradas.de mercadoria. do depósito fechado. contendo resumo diário das saídas.1970 e Ajuste SINIEF nº 04/78. registrar a Nota Fiscal na coluna própria do Registro de Entradas. à vista da via adicional de cada Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. dispensada a obrigação prevista no item 4 mencionado acima. 2. Bases: artigo 24 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. dentro de 5 (cinco) dias. indicando: I . que permanecerá arquivada no Depósito Fechado. 2. 3. emitir Nota Fiscal relativa à saída simbólica. SAÍDA A DEPÓSITO FECHADO PERTENCENTE À MESMA EMPRESA Na saída de mercadorias para entrega a depósito fechado. na forma do exposto no tópico Saída a Depósito Fechado do Próprio Contribuinte.12. Poderá ser emitida Nota Fiscal de retorno simbólico. O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do Registro de Entradas. Todo e qualquer crédito do IPI e/ou do ICMS. na coluna própria do Registro de Entradas. localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento destinatário. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. O estabelecimento depositante deverá: 1. ambos pertencentes à mesma empresa. o estabelecimento depositante. remeter a Nota Fiscal aludida no item anterior ao depósito fechado. dentro de 10 (dez) dias. estadual e no CNPJ. contados da data da entrada efetiva das mercadorias no depósito fechado. II . registrar a Nota Fiscal que acompanhou as mercadorias. dentro de 10 (dez) dias. mencionando. contados da respectiva emissão. dentro de 10 (dez) dias. apor na Nota Fiscal referida no item anterior a data da entrada efetiva das mercadorias. quando cabível. será conferido ao 62 . devendo o remetente emitir Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos. O depósito fechado deverá: 1. endereço e números de inscrição. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la. número e data do documento fiscal emitido pelo remetente.

estabelecimento depositante. Base: art. 25 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA PARA DEPÓSITO EM ARMAZÉM GERAL – MESMO ESTADO Na saída de mercadorias para depósito em armazém geral localizado na mesma unidade da Federação do estabelecimento remetente, este emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Remessa para depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.905; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor. Retorno ao Estabelecimento Depositante Nas saídas das mercadorias em retorno ao estabelecimento depositante, o armazém geral emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor das mercadorias; II - natureza da operação: "Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" – CFOP 5.906; III - dispositivos legais que prevêem a suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados e a não-incidência do ICMS. Base: art. 26 e 27 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL NO MESMO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado na mesma unidade da Federação do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal em nome do destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - lançamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, se devido; IV - destaque do ICMS, se devido; V - circunstância em que as mercadoria serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento depositante, sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 63

1. valor das mercadorias, que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral; 2. natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral " – CFOP 5.907 ou 6.907; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, na forma do caput deste artigo; 4. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento a que se destinarem as mercadorias. O armazém geral indicará no verso das vias da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, que deverão acompanhar as mercadorias, a data de sua efetiva saída, o número, série e subsérie e a data da Nota Fiscal. A Nota Fiscal será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la, na coluna própria do Registro de Entradas, dentro de 10 (dez) dias, contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. Depositante Produtor Agropecuário Se o depositante for produtor agropecuário, emitirá Nota Fiscal de Produtor, em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - indicações, quando ocorrerem uma das hipóteses abaixo: a) dos dispositivos legais que prevêem a imunidade, não-incidência ou isenção do ICMS; b) do número e da data da guia de recolhimento e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando o produtor deva recolher o ICMS; c) dos dispositivos legais que prevêem o diferimento ou a suspensão do recolhimento do ICMS; d) da declaração de que o ICMS será recolhido pelo estabelecimento destinatário; IV - circunstância em que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. valor da operação, que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor agropecuário; 2. natureza da operação; 64

3. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário, bem como nome, endereço e número de inscrição estadual deste; 4. número e data da guia de recolhimento do ICMS, quando cabível o imposto, e identificação do respectivo órgão arrecadador, quando for o caso. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pela Nota Fiscal de Produtor e pela Nota Fiscal do armazém geral. Estabelecimento Destinatário O estabelecimento destinatário, ao receber as mercadorias, emitirá a Nota Fiscal de Entrada contendo os requisitos exigidos e, especialmente: 1. número e data da Nota Fiscal de Produtor emitida pelo produtor agropecuário; 2. número e data da guia de recolhimento do Imposto de Circulação de Mercadorias, quando for o caso; 3. número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo armazém geral, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Bases: artigos 28 e 29 do Convênio CONFAZ s/nº de 15.12.1970. SAÍDA DE MERCADORIAS DEPOSITADAS EM ARMAZÉM GERAL – OUTRO ESTADO Na saída de mercadorias depositadas em armazém geral, situado em unidade da Federação diversa do estabelecimento depositante, com destino a outro estabelecimento, ainda que da mesma empresa, o depositante emitirá Nota Fiscal contendo os requisitos exigidos e, especialmente: I - valor da operação; II - natureza da operação; III - circunstância de que as mercadorias serão retiradas do armazém geral, mencionando-se endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste. Na Nota Fiscal emitida pelo depositante, não será efetuado o lançamento do IPI e nem o destaque do ICMS. O armazém geral, no ato da saída das mercadorias, emitirá: 1. Nota Fiscal em nome do estabelecimento destinatário, contendo os requisitos exigidos e, especialmente: a) valor da operação, que corresponderá ao da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante; b) natureza da operação; c) número, série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante, bem como nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, deste; d) lançamento do IPI e destaque do ICMS, se devidos, com a declaração: "O 65

das mercadorias.CFOP 6. pelo adquirente originário: com destaque do ICMS. b) natureza da operação: "Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral" .recolhimento do IPI e do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". do estabelecimento destinatário e número. com lançamento do IPI. O IPI será destacado antecipadamente pelo vendedor por ocasião da venda e o ICMS será recolhido por ocasião da efetiva saída da mercadoria. vedado o destaque do ICMS. contados da saída efetiva das mercadorias do armazém geral. Base: art. O estabelecimento destinatário. quando devido. bem como número. por ocasião da entrega global ou parcial das mercadorias a terceiros. quando devido. endereço e números de inscrição. bem como nome. para simples faturamento.907.922 ou 6. data e valor da operação da nota relativa ao simples faturamento. bem como nome. com destaque do ICMS. dentro de 10 (dez) dias. além dos requisitos exigidos. 2. por ocasião da efetiva saída global ou parcial. estadual e no CNPJ. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ. c) número. especialmente: a) valor das mercadorias. estadual e no CNPJ do armazém geral e lançando nas colunas próprias. nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1.12. indicando-se. os créditos dos impostos pagos pelo armazém geral.922. ao receber as mercadorias. registrará no Registro de Entradas a Nota Fiscal do depositante. d) nome. quando for o caso. deverá ser emitida Nota Fiscal: 1. No caso de venda para entrega futura. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. o vendedor emitirá Nota Fiscal em nome do adquirente. endereço e números de inscrição. As mercadorias serão acompanhadas no seu transporte pelas Notas Fiscais do depositante e do armazém geral emitida contra o destinatário (item 1 anterior). como natureza da operação. "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" – CFOP 5. No caso de venda à ordem. contendo os requisitos exigidos e. VENDAS Á ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Nas vendas à ordem ou para entrega futura. acrescentando na coluna "Observações" o número.1970. deste. poderá ser emitida Nota Fiscal. série e subsérie e data da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. 30 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. em nome do 66 . A Nota Fiscal do armazém geral emitida contra o depositante (item 2 anterior) será enviada ao estabelecimento depositante que deverá registrá-la na coluna própria do Registro de Entradas. série e subsérie e data da Nota Fiscal a que alude o item 1 anterior (nota fiscal do armazém geral).

endereço e números de inscrição. do adquirente. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item 1 e nome. emitir Nota Fiscal. além das exigências previstas. que serão aproveitados como Crédito pelo adquirente. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. “Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros.destinatário das mercadorias. além dos requisitos exigidos. mencionando. o valor das mercadorias empregadas. na qual. com fornecimento de matérias-primas. emitir Nota Fiscal.923 ou 6. sobre o valor total cobrado do autor 67 . sem destaque de impostos. constarão o nome. Base: art. do estabelecimento que irá promover a remessa das mercadorias. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. na qual. constarão também nome. para acompanhar o transporte das mercadorias. série e subsérie e data da Nota Fiscal de que trata o item anterior. 3. nome do titular. o estabelecimento fornecedor deverá: 1. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização e o valor total cobrado do autor da encomenda. sem destaque do valor do ICMS. efetuar na Nota Fiscal referida no item anterior. estadual e no CNPJ. pelo vendedor remetente: a) em nome do destinatário. além das exigências previstas. estadual e no CNPJ. 2. INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadorias. b) em nome do adquirente originário. do seu emitente. série e subsérie da Nota Fiscal citada no item “a” anterior.12.923. estadual e no CNPJ. do fornecedor e número.1970. estadual e no CNPJ. endereço e números de inscrição. além dos requisitos exigidos. quando devido. do estabelecimento em que os produtos serão entregues. endereço e números de inscrição. da qual. consignando-se. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. além dos requisitos exigidos. emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. número. para acompanhar o transporte das mercadorias ao estabelecimento industrializador. em venda à ordem" – CFOP 5. série e subsérie e data da Nota Fiscal por este emitida. Estabelecimento Industrializador O estabelecimento industrializador deverá: 1. produtos intermediários e materiais de embalagens. bem como o nome. o número. endereço e números de inscrição. destacando destes. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. constarão como natureza da operação. estadual e no CNPJ. os quais. adquiridos de outro. com destaque do ICMS. 2. endereço e números de inscrição. número. da qual. autor da encomenda. além das exigências previstas. 40 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. 2. se for o caso. quando devidos.

emitir Nota Fiscal para acompanhar o transporte das mercadorias ao industrializador seguinte. sem lançamento do IPI e sem destaque do ICMS. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . do seu emitente. estadual e no CNPJ. b) a indicação do número. se for o caso. 42 e 43 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. à 68 . série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome.12. endereço e números de inscrição. se for o caso. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte emitido na forma do item anterior. além das exigências previstas para a nota fiscal: a) a indicação de que a remessa se destina a industrialização por conta e ordem do adquirente.emitir Nota Fiscal em nome do estabelecimento adquirente. antes de serem entregues ao adquirente. também. que serão aproveitados como crédito. c) o valor das mercadorias recebidas para industrialização.o transportador que receber a carga para redespacho: a) emitirá o competente conhecimento de transporte. b) a indicação do número. do seu emitente.1970. REDESPACHO DE CARGAS Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. o lançamento do IPI e o destaque do ICMS. do IPI e o destaque do ICMS. pelo autor da encomenda. destacando deste o valor das mercadorias empregadas. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. II . contendo: a) a indicação do número. série e subsérie e data da Nota Fiscal referida no item anterior. endereço e números de inscrição. e o valor total cobrado do autor da encomenda. estadual e no CNPJ. d) o lançamento. se exigidos. Trânsito por mais de um Estabelecimento Industrializador Se as mercadorias tiverem que transitar por mais de um estabelecimento industrializador. autor da encomenda. Base: art. que será qualificado nessa nota. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento. autor da encomenda. que serão aproveitados como crédito pelo autor da encomenda. se exigidos.da encomenda. bem como os dados relativos ao redespacho. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar. autor da encomenda. cada industrializador deverá: I . série e subsérie e data da Nota Fiscal e nome. contendo. pela qual foram as mercadorias recebidas em seu estabelecimento.

b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador para o qual redespachou a carga. poderá emitir em substituição ao conhecimento apropriado. modelo 18. a empresa transportadora que contratar transportador autônomo para complementar a execução do serviço. no livro Registro de Saídas.a 3ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao Fisco. se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado de início da complementação do serviço. dentro de 5 (cinco) dias. para efeito de comprovação de crédito do ICMS. 69 .o transportador contratante do redespacho: a) anotará na via do conhecimento que fica em seu poder (emitente).2ª via do conhecimento de transporte que acobertou a prestação do serviço até o seu estabelecimento. interestadual e internacional. Somente será permitida a adoção do documento de Despacho de Transporte. a 1ª via do documento. contados da data do recebimento da carga. o “Despacho de Transporte”. cujo preço tenha sido cobrado até o destino da carga. modelo 17. a série e subsérie e a data do conhecimento emitido pelo redespachante. dos documentos emitidos pelas agências. bem como o número. no mínimo. O Despacho Rodoviário será emitido. postos. Base: artigo 59 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. emitido na forma do item “a” anterior. após o transporte. O Despacho Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço e individualizado para cada veículo. com a seguinte destinação: I . para fins de escrituração. Base: artigo 60 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. II . RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Os estabelecimentos que executarem serviços de transporte intermunicipal. as quais acompanharão a carga até o seu destino. será enviada à empresa contratante. II . filiais ou veículos. deverão adotar o “Resumo de Movimento Diário”. que possuírem inscrição centralizada. em meio de transporte diverso do original. o nome.a 1ª e 2ª vias serão entregues ao transportador. quando for o caso. em 3 (três) vias. para efeitos de apropriação do crédito do imposto retido. ao transportador contratante do redespacho. referente à carga redespachada. o endereço de quem aceitou o redespacho. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso da execução do serviço. c) entregará ou remeterá a 1ª (primeira) via do conhecimento de transporte. DESPACHO DE TRANSPORTE No caso de transporte de cargas. em prestações interestaduais.

no prazo de 3 (três) dias. 70 . registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. no mínimo. Cada estabelecimento. emitirá o Resumo de Movimento Diário. utilizados como suporte para elaboração dos resumos de Movimento Diário. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos por quaisquer postos de vendas. seja matriz. Emissão O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido diariamente. filial. Transportador de Passageiros Quando o transportador de passageiros. para efeito de emissão de documento fiscal. terão numeração e seriação controladas pela empresa e deverão ser conservados por período não inferior a 5 (cinco) exercícios completos.a 2ª via ficará em poder do emitente. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. realizados pela empresa transportadora. o estabelecimento remetente deverá anotar no livro de Registros de Utilização de Documentos Fiscais. deverão retornar ao estabelecimento de origem para serem escriturados no livro Registro de Saídas. o número inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. que terão a seguinte destinação: I . As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. o início de nova prestação de serviço de transporte. estabelecendo os Estados prazo não inferior ao 10º (décimo) dia do mês seguinte para sua escrituração. localizado no Estado. para exibição ao Fisco. no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da sua emissão. agência ou posto. que após emitidos pelo estabelecimento localizado no outro Estado. remeter blocos de bilhetes de passagem para serem vendidos em outro Estado.Remessa ao Estabelecimento Centralizador O Resumo de Movimento Diário deverá ser enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. modelo 6. que deverá mantê-lo à disposição do Fisco estadual. Os demonstrativos de vendas de bilhetes. os casos de transbordo de cargas. por unidade da Federação. contados da data da sua emissão. em 2(duas) vias. Base: artigos 61 a 64 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. para registro no livro Registro de Saídas. TRANSBORDO Não caracteriza. inclusive do Resumo de Movimento Diário. o Resumo de Movimento Diário.a 1ª via enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador. II . ainda que através de estabelecimentos situados no mesmo ou em outro Estado e desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram. modelo 2-A. na sede da empresa.

correspondentes às saídas para formação do lote. nos casos em que não se efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote: I . sinistro. REMESSA PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS PARA POSTERIOR EXPORTAÇÃO A partir de 1º de novembro de 2006.após decorrido o prazo de 90 (noventa) dias contados da data da primeira Nota Fiscal de remessa para formação de lote. por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. além dos requisitos previstos na legislação de cada Unidade Federada: a) a indicação de não-incidência do imposto.em razão de perda. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. II . II . O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido. Além dos demais requisitos exigidos. 2 . perecimento. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do item 2 anterior. sujeitando-se aos acréscimos legais. inclusive multa. furto da mercadoria. monetariamente atualizado. c) os números das notas fiscais referidas na cláusula primeira. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. poderão os números de notas fiscais serem indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal.emitir nota fiscal relativa a entrada em seu próprio nome. sem destaque do valor do imposto. segundo a respectiva legislação estadual.a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. extravio. indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação". a nota fiscal deverá conter: I . Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento remetente deverá: 1 . sem destaque do valor do imposto. 71 . o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome.emitir nota fiscal de saída para o exterior.Base: artigo 73 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações subseqüentes. no campo "Informações Complementares". contendo.a indicação de não-incidência do imposto.

no campo do CFOP: o código 7. situada em país diverso. uma única vez. b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. EXPORTAÇÃO DIRETA COM ENTREGA EM PAÍS DIVERSO Nas operações de exportação direta em que o adquirente da mercadoria. II . o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de saída de remessa de exportação em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente. determinar que essa mercadoria seja destinada diretamente à outra empresa. conforme o caso. 2) Por ocasião do transporte.no campo natureza da operação: “Operação de exportação direta”.949 (Outras saídas de mercadorias não especificadas). b) demais obrigações definidas nas legislações das respectivas unidades federadas. situado no exterior. por igual período. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). O prazo estabelecido no item I poderá ser prorrogado. bem como o número. a série e a data da nota fiscal citada no item 1. a critério do fisco do Estado do estabelecimento remetente. II – no campo do CFOP: o código 7. III – no campo Informações Complementares: a) o número do Registro de Exportação (RE) do Siscomex (Sistema Integrado do Comércio Exterior). 72 . deverá observado o seguinte: 1) Por ocasião da exportação da mercadoria o estabelecimento exportador deverá emitir nota fiscal de exportação em nome do adquirente. Base: Convênio ICMS 59/2007. Uma cópia da nota fiscal prevista no item 1 deverá acompanhar o trânsito até a transposição da fronteira do território nacional. na qual constará: I .102. situado no exterior.III . na qual constará: I – no campo natureza da operação: “Remessa por conta e ordem”. Base: Convênio ICMS 83/2006.101 ou 7.

o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo. sem destaque do ICMS e do IPI.)/".)/(.. d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação . quando permitido.)/ (.. o seguinte: a) natureza da operação: Venda. além dos demais requisitos exigidos. quando devidos.. b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente 73 . II .. c) registrar a Nota fiscal de que trata o item II. além dos demais requisitos exigidos. Venda de Mercadoria Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I .. creditando-se do valor do imposto. II . creditando-se do valor do imposto. indicando nesta a expressão "Compra em consignação .o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo......o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas. II ... b) registrar a nota fiscal de que trata o item seguinte. Reajuste de Preço Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil: I . além dos demais requisitos exigidos.. quando devidos... contendo.o consignatário lançará a nota fiscal no Livro Registro de Entradas.o consignante emitirá nota fiscal.NF nº (.)de (../.).NF nº (..)/(... a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação".CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil: I . no Livro Registro de Entradas. b) base de cálculo: o valor do reajuste. b) destaque do ICMS e do IPI. apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações". apenas nas colunas " Documento fiscal" e "Observações". de./. indicando nesta a expressão "Compra em consignação .. de (. quando permitido.)".NF nº . o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em consignação".. o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação. além dos demais requisitos exigidos.o consignante emitirá nota fiscal contendo. no Livro Registro de Entradas. c) destaque do ICMS e do IPI... como natureza da operação.

se for o caso) reajuste de preço ..NF nº (.. d) a expressão "Devolução (parcial ou total. as seguintes indicações: I . sem destaque do imposto.. Substituição Tributária As disposições contidas neste tópico não se aplicam a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Base: Ajuste SINIEF 02/1993 e 9/2008. O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o item II.o consignatário emitirá nota fiscal contendo.) (e.)/(. além dos demais requisitos.. no livro Registro de Entradas.)". no Livro Registro de Saídas.. Devolução de Mercadoria Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil: I .a discriminação da peça defeituosa...de (. II .NF nº (... quando for o caso. apenas nas colunas "Documento Fiscal".)/(.).vendida..)/(.)". neste incluído. c) destaque do ICMS e indicação do IPI nos valores debitados.). c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação .o valor atribuído à peça defeituosa. que será equivalente a 10% (dez por cento) do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada 74 ....NF nº (.. além dos demais requisitos exigidos. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal...)/(.. NOTA FISCAL – INDICAÇÕES A nota fiscal conterá.. "Observações".)... o valor relativo ao reajuste do preço.. na entrada da peça defeituosa a ser substituída. conforme o caso) de mercadoria em consignação . indicando nesta a expressão "Venda em consignação . b) base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida...o consignante lançará a nota fiscal. de (. de (.)/(. PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia por fabricantes ou por oficinas credenciadas ou autorizadas..... sobre o qual foi pago o imposto.NF nº (./(.. o seguinte: a) natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação.)".)/(.)/ (... por ocasião da remessa em consignação.). de .. II .. Os procedimentos a seguir listados são válidos para operações realizadas a partir de 01/05/2007. creditando-se do valor do imposto..

2 .ou autorizada.na ordem de serviço ou na nota fiscal. NOTA FISCAL ENGLOBADORA A nota fiscal poderá ser emitida no último dia do período de apuração. III . conste: a) a discriminação da peça defeituosa substituída. REMESSA DA PEÇA NOVA Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. APLICABILIDADE Os procedimentos aplicam-se: I . desde que: 1 . b) o número. ao fabricante.o número. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade.ao estabelecimento fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. das peças defeituosas substituídas. quando devido. IV . Ficam dispensadas as indicações referidas nos itens I e IV anterior na nota fiscal englobadora.o número da ordem de serviço ou da nota fiscal . que conterá. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça e a alíquota será a aplicável às operações internas da unidade federada de localização do estabelecimento ou da oficina credenciada ou autorizada.ao estabelecimento ou à oficina credenciada ou autorizada que. seja efetuada após o encerramento do período de apuração. com permissão do fabricante. II . Na remessa da peça defeituosa para o fabricante. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. 75 . com destaque do imposto.a remessa. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário da mercadoria. o estabelecimento ou a oficina credenciada ou autorizada deverá emitir nota fiscal. desde que a remessa ocorra até trinta dias depois do prazo de vencimento da garantia.ordem de serviço. além dos demais requisitos. promove substituição de peça em virtude de garantia. REMESSA PARA O FABRICANTE Fica isenta do ICMS a remessa da peça defeituosa para o fabricante promovida pelo estabelecimento ou pela oficina credenciada ou autorizada. o valor atribuído à peça defeituosa (item II anterior).

em todo o território nacional.no campo Informações Complementares: Mercadoria remetida para demonstração O trânsito de mercadoria destinada a demonstração.912. Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. Na saída de mercadoria destinada a mostruário o contribuinte deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o seu empregado ou representante. acabamento e numeração diferente. desde que retornem ao estabelecimento de origem em 60 dias.no campo do CFOP: o código 5. mesmo modelo. meias. deverá ser efetuado com a nota fiscal desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Demonstração Considera-se demonstração a operação pela qual o contribuinte remete mercadorias a terceiros. tais como.O disposto não se aplica às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia. conforme o caso. quando devido. as seguintes indicações: I .949. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem. além dos demais requisitos. conforme o caso. II . calçados. II .no campo natureza da operação: Remessa de Mostruário.no campo natureza da operação: Remessa para Demonstração. brincos. seus concessionários ou oficinas autorizadas.do valor do ICMS. a critério da unidade federada de origem da mercadoria.do valor do ICMS. além dos demais requisitos. O prazo poderá ser prorrogado. por igual período. quando devido. o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá. em quantidade necessária para se conhecer o produto. com valor comercial. espessura.no campo Informações Complementares: Mercadoria enviada para compor 76 . III . a empregado ou representante. Na saída de mercadoria destinada a demonstração.949 ou 6.no campo do CFOP: o código 5. IV . calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem. III . por fabricantes de veículos autopropulsados. mesma cor. Mostruário Considera-se operação com mostruário a remessa de amostra de mercadoria. IV .912 ou 6. que conterá. Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. luvas. tais como. Base: Convênio ICMS/CONFAZ 27/2007. as seguintes indicações: I . desde que retorne ao estabelecimento de origem em 90 dias.

ALÍQUOTAS A Resolução do Senado Federal nº 22. CARTA DE CORREÇÃO É permitida a utilização de carta de correção. nas operações e prestações interestaduais. para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. Também não é permitido a utilização da carta de correção para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. alíquota.a data de emissão ou de saída. Eis a íntegra da respectiva resolução: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 22. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. O disposto aplica-se. O disposto não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria em demonstração seja para contribuinte do ICMS. deverá ser efetuado com a nota fiscal prevista desde que a mercadoria retorne no prazo previsto. Base: Ajuste SINIEF/Confaz 1/2007 e Ajuste SINIEF 2/2008.no campo Informações Complementares: os locais de treinamento. o contribuinte deverá emitir nota fiscal relativa a entrada das mercadorias. II . Base: Ajuste SINIEF 08/2008. valor da operação ou da prestação. devendo na nota fiscal emitida constar: I . ainda. calculado pela alíquota interna da unidade federada de origem.do valor do ICMS. (DOU 22/05/1989).como natureza da operação: Remessa para Treinamento. em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada.a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. II . de 19 de maio de 1. estabelece alíquotas do ICMS. III . IV . quantidade.mostruário de venda. DE 1989 77 .989. quando devido. III . desde que o erro não esteja relacionado com: I . diferença de preço. na hipótese de remessa de mercadorias a ser utilizadas em treinamentos sobre o uso das mesmas.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. Retorno No retorno das mercadorias. em todo o território nacional. O trânsito de mercadoria destinada a mostruário.como destinatário: o próprio remetente.

nas operações de exportação para o exterior.Esta Resolução entra em vigor em 1º de junho de 1.Nas operações e prestações realizadas nas regiões Sul e Sudeste. será de doze por cento. Artigo 3º . em 19 de maio de 1. Artigo 2º . nas operações e prestações interestaduais. Nordeste e Centro-Oeste e ao Estado do Espírito Santo. destinadas às regiões Norte. oito por cento. segue adiante uma tabela constando os Estados de origem e destino: TABELA RESUMO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS DO ICMS D AC AC AL AM AP BA CE DF O R I G E M ES GO MA MT MS MG PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 7 12 12 12 7 12 12 7 12 7 12 12 AL 12 AM 12 12 AP 12 12 12 BA 12 12 12 12 CE 12 12 12 12 12 DF 12 12 12 12 12 12 ES 12 12 12 12 12 12 12 GO 12 12 12 12 12 12 12 12 MA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 MT 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 E MS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 S MG 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 T PA 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 I PB 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 N PR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 O PE PI 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RN 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RS 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RJ 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 RO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 RR 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 SC 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SP 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 SE 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 TO 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 78 .a partir de 1990. será de treze por cento. II .A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. as alíquotas serão: I .em 1989.989. sete por cento. 1º. Visando facilitar a aplicação prática das alíquotas do ICMS.A alíquota do imposto de que trata o art. Parágrafo Único .Artigo 1º .989. Senado Federal.

configure fato gerador dos dois impostos (ICMS e IPI). o montante do IPI. na base de cálculo do ICMS. Artigo 2º .PRESTAÇÃO DE TRANSPORTE AÉREO INTERESTADUAL DE PASSAGEIRO. a alíquota de 4% (quatro por cento) na prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro. Idem art. adiante transcrita.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. quanto ao imposto de que trata o inciso II do "caput" do artigo 155 da Constituição Federal. CARGA E MALA POSTAL A Resolução Senado Federal Nº 95. carga e mala postal. em seu artigo 155. 13.É estabelecida. ICMS – BASE DE CÁLCULO – INCLUSÃO DO IPI A Constituição Federal. carga e mala postal: RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 95. de 13 de Dezembro de 1996 (D. DE 1996 FIXA ALÍQUOTA PARA COBRANÇA DO ICMS. dispõe que não compreenderá.16/12/1996).PB PR PE PI RN RS RJ RO RR SC SP SE TO 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 12 7 12 12 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 7 7 12 12 7 7 12 12 12 12 12 12 12 12 Atenção: Observar no Regulamento do ICMS de seu Estado sobre alíquotas a serem utilizadas quando o destinatário não for contribuinte do ICMS e sobre produtos com alíquotas diferenciadas ALÍQUOTA . 79 .U.O. parágrafo 2 da Lei Complementar 87/96. quando a operação. . realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. XI. O Senado Federal resolve: Artigo 1º . fixou em 4% a alíquota da prestação de transporte aéreo interestadual de passageiro.

teremos que aplicar a equação abaixo sobre o preço líquido do produto visando nos proporcionar um coeficiente conforme as alíquotas de ICMS e IPI aplicadas em cada operação.37931 Prova real: A – Preço do produto sem o ICMS embutido (líquido) : R$ 7. (b) integra a base de cálculo do ICMS se ocorrer qualquer das seguintes condições: (1) a operação não for realizada entre contribuintes. respectivamente.37931 C – Preço do produto com o ICMS embutido (1.48 E – Valor total (C + D) = R$ 11.37931 x R$ 7.FÓRMULA Para determinar o valor da operação. e (3) a operação não configurar fato gerador de ambos os impostos.379.500. (2) o objeto da operação for produto não destinado à industrialização ou à comercialização.25 x (1 + 0.30) = R$ 2.379.10)] Coeficiente = 1/0.344. CÁLCULO . (2) o objeto da operação for produto destinado à industrialização ou à comercialização.844.00) = R$ 10. teremos o seguinte coeficiente: Coeficiente = 1/1-[0.034.500.O IPI: (a) não integra a base de cálculo do ICMS somente quando concorrerem as seguintes condições: (1) a operação for realizada entre contribuintes.82 D – IPI (10%) = R$ 1. e (3) a operação configurar fato gerador de ambos os impostos. levando-se em consideração a inclusão do IPI na base de cálculo do ICMS.82 80 .30 F – Valor do ICMS (25% x R$ 11.725 Coeficiente = 1. Coeficiente = 1/1-[% ICMS/100 x (1 + % IPI/100)] Exemplo: Operação cujas alíquotas do ICMS e IPI sejam 25% e 10%.00 B – Coeficiente para determinação do preço do produto com o ICMS embutido = 1.

12. que é exatamente o que deve ser destacado no documento fiscal a titulo de ICMS. não será admitido o creditamento de que trata o item. O montante do crédito a ser apropriado será o obtido pela seguinte fórmula: Valor total do crédito x 1/48 x valor das operações de saídas e prestações tributadas/total das operações de saídas e prestações. O saldo a creditar do ICMS (R$ 5. jornais e periódicos.2001 Relativamente aos créditos decorrentes de entrada de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. equiparam-se às tributadas. equiparam-se às tributadas.01.000 = R$ 833.000.00 R$ 48. deverá ser observado: I .00 Valor das operações de saídas total: R$ 1.a apropriação será feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. Valor das operações de saídas tributadas e equiparadas: R$ 1.82.000.2001. Exemplo: Aquisição de uma ferramenta.000. com ICMS de R$ 5. II .em cada período de apuração do imposto. ocorridas a partir de 01. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento.000.000. A partir de 01.000. CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE – CIAP O contribuinte que adquirir bem para compor o ativo permanente deve utilizar o CIAP para fins de controle de crédito do ICMS do Ativo Permanente. em janeiro/2004. a partir da data da alienação.CRÉDITO DO ATIVO PERMANENTE A PARTIR DE 01.200. as saídas e prestações com destino ao exterior. esta ferramenta foi vendida. as saídas e prestações com destino ao exterior ou as saídas de papel destinado à impressão de livros.2005.01.00 : 48 x 36 parcelas a creditar) = R$ 3. com um ICMS total de R$ 48.00. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES TRIBUTADAS Até 31.Subtraindo-se C de A. para fins deste cálculo.2006.844. o creditamento da fração que corresponderia ao restante do quadriênio.00. Exemplo: Aquisição de uma máquina. não poderá mais ser utilizado como crédito.200.01.000 : 1.33 Na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente. não será admitido. encontramos o valor de R$ 2. ICMS .000.750.000. por força da LC 120/2005. 81 .00 x 1/48 x 1. Em janeiro/2005.00.

endereço. conforme dispuser a legislação de cada unidade federada. coluna NÚMERO OU CÓDIGO . conforme o caso. seguido de dois algarismos 82 . extravio ou deterioração do bem. nos quadros e nas colunas próprias. IV . devendo a sua escrituração ser feita nas linhas. por livro ou similar que contenha. O documento fiscal relativo a bem do ativo permanente. devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo. relativamente à escrituração do CIAP: I . II .quadro 1 .a manutenção dos dados em meio magnético. também.IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE: o nome. além de sua escrituração nos livros próprios.linha ANO: o exercício objeto de escrituração. c) ocorrência do perecimento. b) emissão da nota fiscal referente à saída do bem.quadro 2 . II . a critério do contribuinte. no mínimo. Será permitida. da seguinte forma: I . consoante a ordem seqüencial de entrada.no último dia do período de apuração. escriturado no CIAP. que será seqüencial por exercício. a critério de cada unidade federada.Referido controle foi instituído pelo Ajuste SINIEF 08/97. III . A escrituração do CIAP deverá ser feita: I .atribuição do número ou código ao bem. não podendo atrasar-se por mais de 05 (cinco) dias. ao estorno ou ao crédito do imposto.até o dia seguinte ao da: a) entrada do bem. A adoção dos modelos do CIAP será feita de acordo com o disposto na legislação de cada unidade federada Poderá o contribuinte optar pelo modelo adotado pela unidade federada em que estiver localizada a sua matriz.DEMONSTRATIVO DA BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO: a) colunas sob o título IDENTIFICAÇÃO DO BEM: 1.a utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. II . CIAP – MODELO C No CIAP modelo C o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. e inscrição estadual do estabelecimento. III . será.a substituição.linha NÚMERO: o número atribuído ao documento. com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes. os dados do documento. com alterações posteriores pelo Ajuste SINIEF nº 03/01.

DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO: a) coluna MÊS .valor base do crédito a ser apropriado mensalmente.o número do documento fiscal relativo à aquisição ou entra ocorrência.indicando o exercício. coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO) . pelo saldo acumulado (alínea "d" deste inciso) e pela fração mensal (alínea "e" deste inciso). ainda.COEFICIENTE DE CREDITAMENTO . as seguintes disposições: 83 .CRÉDITO A SER APROPRIADO .TOTAL DAS SAÍDAS .o valor das saídas (operações e prestações) tributadas e de exportação escrituradas no mês.o valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês.o mês objeto de escrituração. a transferência.TRIBUTADAS E EXPORTAÇÃO . anteriormente escriturado na coluna ENTRADA (CRÉDITO PASSÍVEL DE APROPRIAÇÃO). coluna DESCRIÇÃO RESUMIDA . d) coluna 4 . no final do período de apuração. transferência. f) coluna 6 . findo o qual ser reiniciada a numeração. encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação (item 1 da alínea anterior) pelo valor total das saídas e prestações (item 2 da alínea anterior). de forma sucinta. caso o período de apuração seja mensal. relativo à aquisição do bem. passível de apropriação. e) coluna 5 . coluna 2 . passível de apropriação. 3.o valor correspondente ao imposto. baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização. Na escrituração do CIAP modelo C deverão ser observadas. ainda. 4. serve de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. aquisição. b) colunas sob o título OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (SAÍDAS): 1. o perecimento.o valor do imposto. quando houver completo o quadriênio de sua utilização. c) coluna 3 . BAIXA OU PERDA . 4 (quatro) casas decimais. subtraindo-se desse o somatório da coluna SAÍDA.a data da ocorrência de qualquer movimentação do bem.SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . o extravio ou a deterioração do referido bem. 2. transcrito da coluna com o mesmo nome do quadro DEMONSTRATIVO DO CRÉDITO A SER APROPRIADO. quando ocorrer a alienação. coluna SAÍDA.a identificação do bem. acrescido. quando for o caso. coluna NOTA FISCAL .FRAÇÃO MENSAL . tais como. b) colunas sob o título VALOR DO ICMS: 1. vinculados à aquisição do bem.o somatório da coluna ENTRADA. 2. coluna 1 . cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista na legislação de cada unidade da Federação. ou. V .o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) caso o período de apuração seja mensal. coluna SALDO ACUMULADO (BASE DO CRÉDITO A SER APROPRIADO) . do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas.o índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês. considerando-se. 2. 3.quadro 3 . no mínimo. BAIXA OU PERDA. relativo à aquisição. coluna DATA .o valor do crédito a ser apropriado é encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento (alínea "c" deste inciso). cujo resultado.

na utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. encadernadas e autenticadas até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente.IDENTIFICAÇÃO: destina-se à identificação do contribuinte e do bem. c) Nº DO LRE: o número do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. III .o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriado mensal do crédito.campo Nº DE ORDEM: o número atribuído ao documento. 84 . II . baixa ou outra movimentação de bem. transferência. b) INSCRIÇÃO: o número da inscrição estadual do estabelecimento. nos quadros e nas colunas próprias. extravio deterioração. somente se alterado com nova aquisição ou na ocorrência de alienação.ENTRADA: as informações fiscais relativas à entrada do bem.quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal. contendo os seguintes campos: a) FORNECEDOR: o nome do fornecedor. II . nos campos. o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado. As folhas do CIAP modelo C relativas a cada exercício serão enfeixadas. que será seqüencial por bem. se houver. contendo os seguintes campos: a) CONTRIBUINTE: o nome do contribuinte. e) DATA DA ENTRADA: a data da entrada do bem no estabelecimento do contribuinte. vinculados à aquisição do bem. salvo quando a legislação da unidade federada permitir a manutenção dos dados em meio magnético. perecimento. modelo. d) FOLHA DO LRE: o número da folha do livro Registro de Entradas em que foi escriturado o documento fiscal. c) BEM: a descrição do bem.quando 2 . acrescido.quadro 1 . f) VALOR DO ICMS: o valor do imposto relativo à aquisição. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. efetuando-se as adaptações necessárias nas colunas MÊS e FRAÇÃO MENSAL do quadro 3. CIAP – MODELO D No CIAP modelo D o controle do créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado individualmente. o quadro 3 DEMONSTRATIVO DA APURAÇÃO DO CRÉDITO A SER EFETIVAMENTE APROPRIADO poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração. III . da seguinte forma: I .I . números da série e da plaqueta de identificação. devendo a sua escrituração ser feitas nas linhas. b) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal relativo à entrada do bem. quando for o caso.

do seu próprio estabelecimento. numa afronta direta à Carta Magna.quadro 4 . de aquisição de bens destinados ao uso e/ou à integração. Mais surpreendente ainda é que o judiciário. o FATOR de 1/48 (um quarenta e oito avos) deverá ser ajustado as adaptações necessárias no quadro 5 APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO. O CIAP modelo D. b) FATOR: o fator mensal será igual a 1/48 (um quarenta e oito avos) da relação entre a soma das saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. ou de utilização de serviço de comunicação ou. ainda.SÃO PAULO Relator(a): Min. Precedentes. Firme o entendimento do Supremo Tribunal no sentido de não reconhecer o direito de creditamento do valor ICMS. posicionando-se pela legitimidade de tais restrições: ICMS: CREDITAMENTO. V .quadro 3 .APROPRIAÇÃO MENSAL DO CRÉDITO: destina-se à escrituração.AI 488374 AgR / SP .Julgamento: 15/06/2004 . no ativo fixo. 85 . c) VALOR: o valor do crédito a ser apropriado. outra situação estabelecida na legislação de cada unidade da Federação. b) MODELO: o modelo do documento fiscal relativo à saída do bem. RESTRIÇÕES DO CRÉDITO Apesar de a Constituição Federal assegurar o princípio da não cumulatividade. deverá ser mantido à disposição do fisco. VI . caso o período de apuração seja mensal. SEPÚLVEDA PERTENCE . que será obtido pela multiplicação do fator pelo valor do imposto de que trata a alínea "f" do inciso III. ou.Órgão Julgador: Primeira Turma . b) a data da ocorrência do evento. conforme previsto na legislação de cada unidade federada. c) DATA DA SAÍDA: a data da saída do bem do estabelecimento do contribuinte.IV . o legislador complementar entendeu restringir determinados créditos.SAÍDA: as informações fiscais relativas à saída do bem. quando pago em razão de operações de consumo de energia elétrica. do crédito a ser apropriado proporcionalmente à relação entre as saídas e prestações tributadas e de exportação e o total das saídas e prestações escrituradas no mês. ter-se vergado a esta fraude legislativa. ainda.PERDA: as informações relativas à ocorrência de perecimento. contendo os seguintes campos: a) Nº DA NOTA FISCAL: o número do documento fiscal à saída do bem. nas colunas sob os títulos correspondentes do 1º ao 4º ano. contendo os seguintes campos: a) o tipo de evento ocorrido. deterioração do bem.quadro 5 . quando chamado a resguardar a norma constitucional. com sumária do mesmo. Quando o período de apuração do imposto for diferente do mensal.DJ DATA-25-06-2004). contendo os seguintes campos: a) MÊS: o mês objeto de escrituração. extravio. (STF .

na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. Receita ou Tributação. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. remetida.2004. ou prestada por contribuinte que se beneficie de incentivos concedidos 86 . O Protocolo estabelece que o crédito do ICMS correspondente à entrada de mercadoria ou recebimento de serviço em estabelecimento localizado nesses estados. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006). representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda. RESTRIÇÃO DE CRÉDITOS DE ESTADOS QUE CONCEDEM INCENTIVOS FISCAIS Os Estados do Ceará. com efeitos para todos os contribuintes. ENERGIA ELÉTRICA A partir de 01.2001*. Santa Catarina e São Paulo. celebraram o Protocolo ICMS 19/2004 publicado em 12. nele entradas a partir de 1º de Janeiro de 2011 (Lei Complementar 122/2006). Rio Grande do Sul. b) quando consumida no processo de industrialização.01. e c) a partir de 1º de janeiro de 2011. SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO A partir de 01. Referido instrumento dispõe sobre a vedação da apropriação de crédito do ICMS nas entradas decorrentes de operações interestaduais.04. e d) a partir de 1º de janeiro de 2011.2001*. Rio de Janeiro. * Prazo que vigora por força da liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade 2325-0. atualmente vigoram as seguintes restrições de uso de créditos do ICMS. somente dará direito a crédito a entrada de energia elétrica no estabelecimento (LC 102/2000): a) quando for objeto de operação de saída de energia elétrica. b) quando sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. somente dará direito a crédito o recebimento de serviços de comunicação utilizados pelo estabelecimento (LC 102/2000): a) ao qual tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza. Paraná. a qualquer título. Finanças.01. além das constitucionais: MATERIAIS DE USO E CONSUMO Somente darão direito de crédito as mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento.Portanto. Minas Gerais. de mercadorias cujos remetentes estejam beneficiados com incentivos fiscais concedidos em desacordo com a legislação de regência do imposto. c) quando seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. nas demais hipóteses (Lei Complementar 122/2006).

somente será admitido até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela unidade da federação de origem. 289 e inciso I do art. quando então se tributará pelo ICMS o valor das mercadorias fornecidas: 7. 290 do RIR/99). FORNECIMENTO DE MATERIAIS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM FORNECIMENTO DE MERCADORIA Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa á Lei Complementar 116/2003. 7. hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes. pavimentação. terraplanagem. a vedação ao creditamento do imposto relativo à operação ou prestação e/ou a parcela que este está autorizado a se creditar ou a deduzir. as bases da restrição continuam válidas. conservação e reforma de edifícios.nas atividades comerciais e de prestação de serviços em desacordo com a Lei Complementar 24/1975. concretagem e a instalação e montagem de produtos. as exceções previstas. portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços. Entretanto. que fica sujeito ao ICMS). recepcionada pela Constituição Federal de 1988 . pois sua origem é a Lei Complementar 24/1975. de obras de construção civil. letra "g". A título de esclarecimento ao destinatário ou tomador.05 – Reparação. o IPI e o ICMS pagos na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas. drenagem e irrigação. perfuração de poços.02 – Execução. então. FORNECIMENTO DE MERCADORIAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NÃO ESPECIFICADOS NA LISTA O fornecimento de mercadoria com prestação de serviços não especificados na lista anexa á Lei Complementar 116/2003 fica sujeito ao ICMS. que fica sujeito ao ICMS).CONTABILIZAÇÃO De acordo com a legislação do Imposto de Renda (§ 3º do art. A falta da informação no documento da operação ou prestação. parágrafo 2º inciso XII. fora do local da prestação dos serviços. a fiscalização poderá informar no documento fiscal que acobertar a operação ou a prestação. peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços. quando forem recuperáveis mediante crédito nos Livros fiscais pertinentes. empreitada ou subempreitada. por administração. 87 . os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao ICMS. Seguem. conforme o caso.art. 155. estradas. não autoriza o destinatário a se creditar do ICMS destacado em desacordo com os preceitos do Protocolo. materiais intermediários e embalagens) não devem integrar o respectivo custo. Referido Protocolo foi tornado sem efeito pelo Despacho 02/2004 do CONFAZ. escavação. pontes. inclusive sondagem. ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. ICMS e IPI RECUPERÁVEIS . entretanto.

IPI E ICMS NA IMPORTAÇÃO A segregação do custo de aquisição aplica-se inclusive aos impostos recuperáveis (IPI/ICMS) pagos na importação de mercadorias destinadas à revenda ou matériasprimas e outros materiais destinados à industrialização.00 de ICMS: D. ALCANCE A opção pelo crédito presumido deverá alcançar todos os estabelecimentos do 88 .000.000.00 D.000.IPI a Recolher (Passivo Circulante) C.00 ICMS Líquido: R$ 1.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) e D. transferindo-se o saldo das contas respectivas para a conta do passivo: D.000.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 12.Estoque de Matérias-primas (Ativo Circulante) R$ 78.000. sendo recuperáveis R$ 10. pelo contribuinte. em substituição ao sistema de tributação previsto na legislação estadual. por ocasião da aquisição desses bens. CONTABILIZAÇÃO Uma forma de contabilizar os impostos recuperáveis pagos na aquisição de mercadorias e insumos da produção é o registro.00 = R$ 200.00 – R$ 200. intituladas “IPI a Recuperar” e "ICMS a Recuperar”.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) R$ 10. Exemplo: Aquisição de R$ 100.00 = R$ 800.00 Lançamento por ocasião do término do período de apuração do IPI e do ICMS.00 ICMS Crédito Presumido: 20% x R$ 1. classificáveis no ativo circulante. opcionalmente.00 C. que será adotado.000.00 VEDAÇÃO DE OUTROS CRÉDITOS O contribuinte que optar pelo benefício previsto não poderá aproveitar quaisquer outros créditos.000.00 D.IPI a Recuperar (Ativo Circulante) CRÉDITO PRESUMIDO – TRANSPORTES O Convênio ICMS 106/1996 permite aos estabelecimentos prestadores de serviço de transporte um crédito de 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido na prestação.00 de IPI e R$ 12. Exemplo: ICMS Devido pelo transportador: R$ 1.000.000. em contas próprias.000.Fornecedores (Passivo Circulante) R$ 100.00 de materiais para a produção.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) C.

ser exigido de estabelecimento de contribuinte de outro setor. INAPLICABILIDADE O benefício não se aplica às empresas prestadoras de serviços de transporte aéreo. modelo 2-A. LIVROS FISCAIS Salvo legislação especial.12.Registro de Saídas. com as adaptações necessárias. será utilizado por estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação federal. modelo 2-A. III .Movimentação de Combustíveis . modelo 5. 51. modelo 2. IV . IX . V . Os livros Registro de Entradas. Convênio SINIEF s/nº de 15. modelo 1. modelo 1-A.Registro de Controle da Produção e do Estoque. o contribuinte do ICMS deverá manter.Registro de Entradas. modelo 5.contribuinte localizados no território nacional e será consignada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências de cada estabelecimento. VI . O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. Os livros Registro de Entradas.LMC. serão utilizados por contribuinte sujeito. os seguintes livros fiscais (art. serão utilizados por contribuinte sujeito apenas à legislação do ICMS. simultaneamente. modelo 7.Registro de Impressão de Documentos Fiscais. e Registro de Saídas. em cada estabelecimento. e por atacadista. O prestador de serviço não obrigado à inscrição cadastral ou à escrituração fiscal apropriar-se-á do crédito previsto nesta cláusula no próprio documento de arrecadação. modelo 2. art. conforme as operações ou prestações que realizar. VII .Registro de Inventário.Registro de Entradas. X . modelo 89 . VIII . 63. e Registro de Saídas. art. modelo 9. modelo 1.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. podendo.Registro de Apuração do ICMS. será utilizado por estabelecimento que confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro ou para uso próprio.Registro de Saídas. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque.1970. modelo 6. à legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados e do ICMS. e Convênio SINIEF 6/89. modelo 3. modelo 1-A. a critério do Fisco. modelo 3. II . 87): I .

Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão somados nos prazos estipulados. só serão usados depois de visados pela repartição competente do Fisco estadual.6 será utilizado por todos os estabelecimentos. os livros fiscais serão somados no último dia de cada mês. nos livros fiscais. a critério do Fisco. Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após se esgotarem. se for adotada a Guia de Informação e Apuração do ICMS. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de 5 (cinco) dias. como contribuintes do respectivo imposto. O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. com clareza. que serão impressos e de folhas numeradas tipograficamente em ordem crescente. se o estabelecimento recolher o ICMS com base no regime de estimativa. O livro Registro de Inventário será utilizado por todos os estabelecimentos que mantenham mercadorias em estoque. Escrituração Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta. Autenticação Os livros fiscais. desde que os livros tenham sido registrados na Junta Comercial. As unidades da Federação poderão dispensar o "visto". desde que não lhes prejudiquem a clareza. Não se tratando de início de atividade. 2. O livro Registro de Apuração do ICMS será utilizado por todos os estabelecimentos inscritos. que deverá registrar as operações na forma estabelecida pela Secretaria de Fazenda Estadual. será exigida a apresentação do livro anterior a ser encerrado. As disposições acima não se aplicam a produtor não equiparado a comerciante ou industrial. ressalvados os livros a que forem atribuídos prazos especiais. ou substituí-lo por outro meio de controle previsto na legislação estadual. ser dispensado: 1. Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e encadernadas. 90 . de forma a impedir sua substituição. indicações de seu interesse. Quando não houver período expressamente previsto. É facultado ao contribuinte acrescentar. Dispensa O livro Registro de Apuração do ICMS poderá.

Será permitida a escrituração por processo mecanizado. Os agentes do Fisco arrecadarão mediante termo todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes.1970. das entradas efetivas no estabelecimento ou à data da aquisição ou do desembaraço aduaneiro na hipótese do parágrafo anterior. veja o tópico “Emissão de Documentos e Livros por Sistema Eletrônico”. documento por documento. Bases: artigos 63 a 69 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. Incorporação. assumindo a responsabilidade pela sua guarda. mediante prévia autorização do Fisco estadual. vedada a sua centralização. quando solicitado. depósito. fábrica ou outro qualquer. Retirada dos Livros Fiscais Sem prévia autorização do Fisco estadual. seja filial. Os lançamentos serão feitos. incorporação. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento sob pretexto algum.12. modelos 1 ou 1-A. A repartição competente do Fisco estadual poderá autorizar a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. no prazo de 30 (trinta) dias da data da ocorrência. os livros fiscais em uso. as providências fiscais cabíveis. a fim de serem lavrados os termos de encerramento. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. agência. no ato da devolução. adotando-se. Ajuste SINIEF nº 03/85 e os referenciados no texto. em ordem cronológica. Fusão. Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao Fisco. dentro de 30 (trinta) dias contados da data da cessação da atividade para cujo exercício estiverem inscritos. Ajuste SINIEF nº 01/92. por intermédio da repartição competente do Fisco estadual. os livros fiscais. desdobrados em tantas linhas 91 . Transformação ou Aquisição Nos casos de fusão. destina-se à escrituração do movimento de entradas de mercadorias. sucursal. Os lançamentos serão feitos operação a operação. manterão em cada estabelecimento escrituração em livros fiscais distintos. a qualquer título no estabelecimento. Cessação da Atividade Os contribuintes ficam obrigados a apresentar à repartição competente do Fisco estadual. para o seu nome. salvo para serem levados à repartição fiscal. conservação e exibição ao Fisco. transformação ou aquisição. Mais de Um Estabelecimento Os contribuintes que mantiverem mais de um estabelecimento. REGISTRO DE ENTRADAS O livro Registro de Entradas. Para maiores detalhes.

bem como o nome do emitente e seus números de inscrição. dispensar a escrituração das duas últimas colunas referidas neste item. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. 3. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do ICMS. colunas sob os títulos "ICMS . nas colunas próprias. coluna "Valor Contábil": valor total constante do documento fiscal. 8. colunas sob os títulos "ICMS . da seguinte forma: 1. coluna "Procedência": abreviatura de outra unidade da Federação. b) coluna "Código Fiscal” – correspondente ao CFOP. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. segundo o Código Fiscal anexo. deduzida a parcela do IPI se consignada no documento fiscal. série e subsérie. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utiliza no seu plano de contas contábil. número e data do documento fiscal correspondente à operação. b) coluna "Outras": valor da operação. c) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. quando for o caso. coluna "Data da Entrada": data da entrada efetiva da mercadoria no estabelecimento ou data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. 5. coluna sob o título "DOCUMENTO FISCAL": espécie. 6. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. se for o caso. 92 . b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item “a” anterior. às unidades da Federação. 7. b) coluna "Imposto Creditado": montante do imposto creditado. estadual e no CNPJ. 4.quantas forem as naturezas das operações. onde se localiza o estabelecimento emitente. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS. 2.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto de Circulação de Mercadorias.Valores Fiscais" e "Operações com Crédito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o Imposto sobre Produtos Industrializados. colunas sob os títulos "IPI .Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. facultado.

REGISTRO DE SAÍDAS O livro Registro de Saídas. A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. a qualquer título. 01/82. Os estabelecimentos prestadores de serviços de transporte. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. Ajustes SINIEF nº 01/80. "base de cálculo. ou quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados.9. segundo a data de emissão dos 93 . 10. modelos 2 ou 2-A. Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedade das mercadorias que não tenham transitado pelo estabelecimento. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. poderão escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. "outras" e na coluna "observações". do estabelecimento. totalizando-os. no último dia do período de apuração.12. pelo total mensal. colunas sob os títulos "IPI . que optarem por redução da tributação condicionada ao não aproveitamento de créditos fiscais. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil".Valores Fiscais" e "Operações sem Crédito do Imposto": a) coluna "Isenta ou não Tributada": valor da operação. coluna "Observações": anotações diversas. o valor do imposto pago por substituição tributária. 16/89 03/94 e 06/95. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. destina-se à escrituração do movimento de saídas de mercadorias. b) coluna "Outras": valor da operação. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. para efeito de lançamento global. Bases: artigo 70 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. quando se tratar de entrada de mercadorias que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do IPI. Serviços de Transporte Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente. quando for o caso.1970. deduzida a parcela do IPI. se consignada no documento fiscal. segundo a natureza da operação. Entradas de Materiais de Consumo Os documentos fiscais relativos às entradas de materiais de consumo poderão ser totalizados. segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. quando se tratar de entrada de mercadorias cuja saída do estabelecimento remetente tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência.

2. colunas sob o título "Codificação": a) coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no seu plano de contas contábil. série e subsérie. nas colunas próprias. emitidos em talões da mesma série e subsérie. deduzida a parcela do IPI.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o IPI. c) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. b) coluna "Alíquota": alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior. 6. Os lançamentos serão feitos. b) coluna "Código Fiscal” – o código CFOP. colunas sob os títulos "IPI . quando for o caso: b) coluna "Outras": valor da operação. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do IPI ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação.documentos fiscais.Valores Fiscais" e "Operações sem Débito do Imposto": a) coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da operação. colunas sob os títulos "ICMS . b) coluna "Imposto Debitado": montante do imposto debitado. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. sendo permitido o registro conjunto dos documentos. quando for o caso. de acordo com o CFOP. da seguinte forma: 1. 5. números inicial e final e data do documento fiscal emitido.Valores Fiscais" e "Operações com Débito do Imposto": a) coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incide o ICMS. 3. coluna "Valor Contábil": valor total constante dos documentos fiscais. 7. de numeração seguida. colunas sob os títulos "ICM . se consignada no documento fiscal. b) coluna "Outras": valor da operação. se consignada no documento fiscal. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com isenção do ICMS ou esteja amparada por imunidade ou não-incidência. deduzida a parcela do IPI se consignada no 94 . 4. colunas sob o título "Documento Fiscal": espécies. deduzida a parcela do IPI. bem como valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. pelos totais diários das operações da mesma natureza. colunas sob os títulos "IPI . quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do recolhimento do ICMS.

Os lançamentos serão feitos operação a operação.12. coluna "Observações": anotações diversas. Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprios. correspondentes às entradas e às saídas. 2. "base de cálculo" e na coluna "observações". 4. o valor do imposto cobrado por substituição tributária. quadro "Classificação Fiscal": indicação da posição. modelo 3. 6.No próprio Estabelecimento": quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. da seguinte forma: 1. 8. litros. 3. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais.documento fiscal. Bases: artigo 71 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. quadro "Produto": identificação da mercadoria. Substituição Tributária Ao final do período de apuração. quando se tratar de mercadorias cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com suspensão do recolhimento do IPI. dúzias etc). metros. tipo e modelo de mercadorias. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. colunas sob o título "Entradas": a) coluna "Produção . correspondente a cada operação.1970 e Ajuste SINIEF nº 06/95. 95 . deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias. 5. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. de acordo com a legislação do IPI. quadro "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. inciso e subinciso e alíquota previstos pela legislação do IPI. quando for o caso. Encerramento da Escrituração A escrituração do livro deverá ser encerrada no último dia de cada mês. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. separando as destinadas a não contribuintes. colunas sob o título "Documento": espécie. à produção. série e subsérie do respectivo documento fiscal e/ou documento de uso interno do estabelecimento. Nota: O disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. colunas sob o título "Lançamento": número e folha do livro Registro de Entradas ou do Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. marca.

inclusive as recebidas de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiros para industrialização e posterior retorno. a qualquer título. ao invés de após cada lançamento de entrada ou saída. 7. imunidade ou não-incidência. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. a quantidade saída. produto intermediário e material de embalagem. a quantidade saída. nesta última hipótese. com mercadorias anteriormente remetidas para esse fim. não compreendidas nas alíneas anteriores. e) coluna "IPI": valor do imposto. a qualquer título. na coluna "Estoque". será registrado o valor total atribuído às mercadorias.Nota: é facultado o lançamento de totais diários. Se a saída estiver amparada por isenção. imunidade ou não-incidência do mencionado tributo.No próprio Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima.Em outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. em se tratando de produto acabado. Nota: é facultado o lançamento de totais diários. 96 . Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data". consignando-se o fato. coluna "Estoque": quantidade em estoque. quando de direito. quando a entrada das mercadorias originar crédito desse tributo. em se tratando de produtos acabado. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias saídas. Se a entrada não gerar crédito ou quando se tratar de isenção. colunas sob o título "Saídas": a) coluna "Produção . será registrado o valor total atribuído às mercadorias.Em outro Estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. a qualquer título. para industrialização no próprio estabelecimento. c) coluna "Diversas": quantidade de mercadorias não classificadas nas alíneas anteriores. Fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento" e "Lançamento" exceção feita à coluna "Data" b) coluna "Produção . Nota: é facultado o lançamento diário. de produto industrializado em estabelecimento de terceiros. de produto industrializado no próprio estabelecimento. quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente. b) coluna "Produção . e) coluna "IPI": valor do imposto creditado. quando remetidos do almoxarifado para o setor de fabricação para industrialização no próprio estabelecimento. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. d) coluna "Valor": base de cálculo do IPI. após cada lançamento de entrada ou de saída. produto intermediário e material de embalagem. quando devido. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiros. na coluna "Observações". 8.

as quais deverão ser: 1. em que. A Secretaria da Receita Federal. será registrada a utilização de cada ficha. desde que se enquadrem numa mesma posição da tabela do IPI. a agrupá-los numa mesma folha. a critério da autoridade competente do Fisco estadual. coluna "Observações": anotações diversas. mantidas as outras simplificações. Agrupamento As mercadorias que tenham pequena expressão na composição do produto final. Prazo de Escrituração A escrituração do livro ou das fichas referidas não poderá atrasar-se por mais de 15 (quinze) dias. observada a ordem numérica crescente. quando se tratar de produtos da mesma posição da Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. prévia e individualmente autenticadas pelo Fisco estadual ou pela Junta Comercial. ficam dispensados da escrituração das colunas "Valor" e "IPI''. que será transportado para o mês seguinte. impressas com os mesmos elementos do livro substituído. Estabelecimentos Atacadistas Os estabelecimentos atacadistas não equiparados a produtores industriais e obrigados à adoção do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque modelo 3. Não serão escrituradas neste livro as entradas de mercadorias a serem integradas no ativo fixo ou destinadas a uso do estabelecimento. poderão ser agrupadas numa mesma folha ou ficha. poderá autorizar o industrial. No último dia de cada mês deverão ser somados as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". ser substituído por fichas. numeradas tipograficamente. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas nas alíneas "a" do item 6 e na primeira parte da alínea "a" do item 7. Autenticação Deverá ainda ser previamente visada pela repartição competente do Fisco estadual ou pela Junta Comercial a ficha-índice. acusando o saldo das quantidades em estoque. tanto quanto em termo físicos quanto em valor. Possibilidade de Utilização de Controles Quantitativos de Mercadorias Os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação do IPI e os 97 . 2. Substituição por Fichas O livro de Controle de Produção e Estoques poderá.9. ou a ele equiparado. 3.

b) a comunicação deverá ser feita através do órgão local da Secretaria da Receita Federal. modelo 5. utilizar estes controles em substituição ao livro modelo 3. b) coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado.atacadistas.Número": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". da seguinte forma: 1. poderão independentemente de autorização prévia. à Superintendência Regional da Receita Federal de sua jurisdição. Os lançamentos serão feitos. tanto nas entradas quanto nas saídas de mercadorias. Bases: Ajuste SINIEF nº 02/72 e art. os estabelecimentos industriais ou a eles equiparados poderão adaptar aos seus modelos. 72 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. que jurisdicionar o estabelecimento optante. c) coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor. f) os estabelecimentos que optarem pela substituição deverão manter sempre atualizada uma ficha-índice ou equivalente. colunas para indicação do "Valor" e do "IPI". REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais. 98 . desde que atendam ao seguinte: a) o estabelecimento que optar pela substituição deverá comunicar essa opção. que possuírem controles quantitativos de mercadorias que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. quando solicitados. aos fiscos federal e estadual. e) ficam dispensados da obrigatoriedade de prévia autenticação as fichas adotadas em substituição ao livro modelo 3. Os lançamentos serão feitos operação a operação. em ordem cronológica das saídas dos documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. quando exigida pelo Fisco.12. anexando modelo dos formulários adotados. colunas sob o título "Comprador": a) coluna "Número de Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. destina-se à escrituração das impressões de documentos fiscais. nas colunas próprias. os controles quantitativos de mercadorias substitutivos. por escrito. 2.1970. e à Secretaria de Fazenda do Estado. para posterior confecção dos documentos fiscais. d) para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de informações do IPI. c) os estabelecimentos que optarem pelos controles ficam obrigados a apresentar. coluna "Autorização de Impressão .

em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. vendas a contribuintes de outras unidades da Federação etc. mês e ano da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. da seguinte forma: 1. quando exigida pelo Fisco. b) coluna "Notas Fiscais": série. b) coluna "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário. Os lançamentos serão feitos operação a operação.3. coluna "Autorização de Impressão": número da "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". quadro "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. Os lançamentos serão feitos. pelo fisco. folhas soltas. folhas soltas. vendas a não contribuintes. Nota Fiscal de Produtor.12. 5. série e subsérie de documento fiscal. d) coluna "Numeração": números dos documentos fiscais confeccionados. subsérie e o número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. 4. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". formulários contínuos etc. para posterior confecção do 99 . c) coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal respectivo. bem como a lavratura. nos quadros e colunas próprios. destina-se à escrituração das entradas de documentos fiscais. quadro "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota fiscal. modelo 6. formulários contínuos etc. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. colunas sob o título "Impressos": a) coluna "Espécie": espécie do documento fiscal confeccionado: Nota Fiscal. quadro "Tipo": tipo do documento fiscal confeccionado: talonário.1970. REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. 3. de termos de ocorrências. Base: artigo 74 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. 5. 2. 4. coluna "Observações": anotações diversas. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. quadro "Finalidade da Utilização": fins a que se destina o documento fiscal: vendas a contribuintes. colunas sob o título "Entregas": a) coluna "Data": dia. Nota Fiscal de Entrada.

coluna "Impressos . os produtos intermediários. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". coluna "Observações": anotações diversas. existentes no estabelecimento à época do balanço. 7. perda ou inutilização de blocos de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulários contínuos. No livro serão também arrolados. 8. c) coluna "Inscrição": número da inscrição estadual e número da inscrição no CNPJ. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. as matérias-primas.Numeração": os números dos documentos fiscais confeccionados. c) entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. Serão consignados também os documentos fiscais em uso no estabelecimento à data em que se tornar obrigatória a escrituração do livro. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação de terceiros. em 100 . serão destinadas para lavratura. b) supressão da série e subsérie. os materiais de embalagem. 50% (cinqüenta por cento). deverão ser incluídas no final do livro. os produtos intermediários. Do total de folhas deste livro. colunas sob o título "Fornecedor": a) coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. 9. as quais devidamente numeradas. inclusive: a) extravio. b) coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. do estabelecimento impressor. b) coluna "Nota Fiscal": série e subsérie e número da Nota Fiscal emitida pelo estabelecimento impressor por ocasião da saída dos documentos fiscais confeccionados. os materiais de embalagem. separadamente: 1. REGISTRO DE INVENTÁRIO O livro Registro de Inventário. 2. de termos de ocorrência. modelo 7. as matériasprimas. pelo fisco. mês e ano do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. as mercadorias. as mercadorias. em poder de terceiros. colunas sob o título "Recebimento": a) coluna "Data": dia. no mínimo. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. as mercadorias. 6. os produtos intermediários. as matérias-primas.documento fiscal. destina-se a arrolar.

6. coluna "Unidade": especificação da unidade (quilogramas. REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS 101 .12.poder do estabelecimento. c) coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos "valores parciais" constantes da mesma posição. inciso e subinciso em que as mercadorias estejam classificadas na Tabela anexa ao Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados. coluna sob o título "Valor": a) coluna "Unitário": valor de cada unidade das mercadorias pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. tais como: espécie. contados da data do último dia do ano civil ou da data determinada pela legislação. deverá ser consignado o valor total de cada grupo e. coluna "Observações": anotações diversas. metros. Os lançamentos serão feitos. quando este for inferior ao preço de custo. 4. 3. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. de acordo com a legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados.1970. ou nas hipóteses especiais determinadas pela legislação. o total geral do estoque existente. ainda. Nota: o disposto não se aplica aos estabelecimentos comerciais não equiparados aos industriais. o valor será o de seu preço de custo. 5. inciso e subinciso referidos no item 1. dúzias etc). O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da Tabela prevista na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados. Prazo de Escrituração A escrituração deverá ser efetivada dentro de 60 (sessenta) dias. Base: artigo 76 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. litros. b) coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação "quantidade" pelo "valor unitário". coluna "Discriminação": especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. Após o arrolamento. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. coluna "Classificação Fiscal": posição. da seguinte forma: 1. no caso de matérias-primas e/ou produtos em fabricação. coluna "Quantidade": quantidade em estoque à data do balanço. 2. nas colunas próprias. Data de Escrituração O inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. tipo e modelo. marca.

II .informações relacionadas com entradas e saídas de mercadorias.1970. em 2 (duas) vias. destinada a apurar a balança comercial interestadual.GI/ICMS. em campos próprios. em função da periodicidade das apurações do ICMS. também. uma das quais será entregue ao contribuinte ou seu preposto. no mínimo. Deverá ser informado. das operações de entradas e saídas. As unidades da Federação exigirão dos contribuintes do ICMS a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . documento de informação e apuração do imposto. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o CFOP. modelo 9. bem como outros papéis. de acordo com a periodicidade estabelecida pela respectiva unidade da Federação. que constituam provas de infração à legislação tributária.denominação: Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS. que conterá. os valores relativos á base de cálculo.identificação do contribuinte. Base: artigo 78 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. separadamente. as seguintes indicações: I . em duas vias com a seguinte destinação: a) a 1ª via. por unidade federada.1970. podendo conter outros elementos previstos na legislação. imposto e demais informações de apuração do ICMS. poderão ser apreendidos pelas autoridades fiscais estaduais e federais. 102 . no mínimo. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS As unidades da Federação poderão exigir dos contribuintes do ICMS. bem como outros papéis relacionados com o ICMS poderão ser retirados do estabelecimento pelas autoridades fiscais estaduais e federais. para a repartição fiscal competente. No livro serão registrados. V .O livro Registro de Apuração do ICM. As unidades da Federação poderão dispor que o livro seja escriturado por períodos inferiores a um mês.inscrição estadual. A guia será preenchida.12. Base: artigos 88 e 89 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. os débitos e os créditos fiscais do ICMS. FISCALIZAÇÃO DE LIVROS E DOCUMENTOS FISCAIS Os livros e documentos fiscais. IV . III . aquisições e prestações de serviços.12. Os livros e documentos fiscais. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração do ICMS e de recolhimento. Será lavrado termo de arrecadação.período de referência. destina-se a registrar os totais dos valores contábeis e dos valores fiscais relativos ao ICMS.

não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. III – Registro de Controle da Produção e do Estoque. VI – Livro de Movimentação de Combustíveis – LMC. que tenha condições de gerar arquivo magnético. AMPLITUDE Fica obrigado às disposições deste Convênio o contribuinte que: 1. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. de microempresa e produtor agropecuário. alteração do uso ou desistência do uso do sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de documentos fiscais e/ou escrituração de livros fiscais. Ajuste SINIEF nº 01/96 e 07/96. conforme a legislação específica de cada unidade federada. compreendendo as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. de 15 de dezembro de 1970. a seguir enumerados. II – Registro de Saídas. EMISSÃO DE DOCUMENTOS E LIVROS POR SISTEMA ELETRÔNICO O Convênio ICMS 57/1995 e alterações subseqüentes dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados.GI/ICMS: 1. Bases: artigos 80 e 81 do Convênio CONFAZ s/nº de 15. de 21 de fevereiro de 1989.b) a 2ª via. emitir documento fiscal e/ou escriturar livro fiscal em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente.1970. 2. ao contribuinte como prova de entrega ao fisco. que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais – SINIEF. far-se-ão de acordo com as disposições deste Convênio: I – Registro de Entradas. e V – Registro de Apuração do ICMS. IV – Registro de Inventário. bem como a escrituração dos livros fiscais.12. serão 103 . A emissão por sistema eletrônico de processamento de dados dos documentos fiscais previstos no Convênio S/Nº. 3. e no Convênio SINIEF 06/1989. As unidades da Federação poderão dispensar a apresentação da Guia de Informação das Operações e Prestações . 2. A GI/ICMS será de periodicidade anual. utilizar equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). devendo ser entregue pelo contribuinte. quando possuírem documentos próprios para coleta dos dados exigidos. AUTORIZAÇÃO O uso. por si ou quando conectado a outro computador.

b) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. nas aquisições. nos demais casos. CONTRIBUINTE DO IPI O contribuinte do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI deverá manter arquivadas. f) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. completa e atualizada do sistema. por equipamento. documentação minuciosa. contendo descrição. o pedido/comunicação de uso do sistema poderá ser exigido por empresa. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. d) Conhecimento Aéreo. A critério de cada unidade da Federação. quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de carga. III – por total diário. modelo 7. gabarito de registro (lay-out) dos arquivos. por espécie de documento fiscal. modelo 22. IV – por total diário. modelo 9. PDV e de Máquina Registradora. CONDIÇÕES O contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados deverá fornecer. c) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. em requerimento preenchido em formulário próprio. I – por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). nas entradas. Nota: O registro fiscal por item de mercadoria fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal. nas saídas. O contribuinte estará obrigado a manter. modelo 8. modelo 6. NOTA FISCAL 104 . as informações a nível de item (classificação fiscal). referentes à totalidade das operações de entrada e de saída e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração. modelos 1 e 1-A. quando se tratar de: a) Nota Fiscal de Serviços de Transporte. quando se tratar de Nota Fiscal. em meio magnético. quando se tratar de Cupom Fiscal ECF. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período.autorizados pelo Fisco da unidade da Federação a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. quando solicitado. pelo prazo previsto na legislação da unidade federada a que estiver vinculado. e) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. abrangendo todos os seus estabelecimentos localizados em seu território. conforme dispuser a legislação específica deste imposto. II – por totais de documento fiscal. modelo 10.

a expressão "Folha XX/NN – Continua". quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. prevista no Convênio SINIEF 06/89. deverá constar. salvo o disposto no item 3 abaixo. ARQUIVO MAGNÉTICO DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS O contribuinte remeterá às Secretarias de Fazenda. 4. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias da mercadoria. em substituição à via adicional para controle do Fisco de destino. de 15 de dezembro de 1970. ARQUIVO MAGNÉTICO O contribuinte deverá fornecer. no referido campo "Informações Complementares". Fica limitada em 98 a quantidade de itens de mercadoria por nota fiscal emitida. exceto o último. o contribuinte. nos formulários que antecedem o último. com o número de vias e destinação previstos no Convênio S/Nº. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação vigentes na data de entrega do arquivo. no mínimo. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. de 21 de fevereiro de 1989. 5. com registro fiscal. a expressão "Folha XX/NN". ARQUIVO MAGNÉTICO . A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. arquivo magnético contendo as informações previstas nesta cláusula. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. das operações interestaduais efetuadas no trimestre anterior. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos (*). em cada formulário. até o dia quinze (15) do primeiro mês de cada trimestre civil. arquivo magnético das prestações interestaduais efetuadas 105 . será emitida. os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto e Transportador/Volumes Transportados" só deverão ser preenchidos no último formulário.EMISSÃO DO CTRC ELETRÔNICO Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. modelo 1 e 1-A. 2. nos casos estabelecidos neste Convênio. arquivo magnético. até o dia 15 (quinze) do primeiro mês de cada trimestre civil. no campo Informações Complementares do quadro Dados Adicionais.A Nota Fiscal. que também deverá conter. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. 3. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. remeterá às Secretarias de Fazenda. Finanças ou Tributação das Unidades da Federação destinatárias das mercadorias. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. obedecido o seguinte: 1. o número total de folhas utilizadas (NN). omitir-se-á.

facultado às unidades da Federação autorizar a emissão em local distinto.999. estadual e no CNPJ. a data e a quantidade da impressão. obedecida sua ordem numérica seqüencial. LOCAL DE EMISSÃO Os documentos fiscais devem ser emitidos no estabelecimento que promover a operação ou prestação.001 a 999. em ordem consecutiva de 000. que devem ficar em poder do estabelecimento emitente. FORMULÁRIOS Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais por sistema eletrônico de dados deverão: I – ser numerados tipograficamente. por estabelecimento. c) do número de inscrição estadual. III – ter o número do documento fiscal impresso por sistema eletrônico de processamento de dados. reiniciada a numeração quando atingido este limite. o número da Autorização para Impressão de 106 . por sistema eletrônico de processamento de dados. do impressor do formulário. b) do número de inscrição no CNPJ. o endereço e os números de inscrição.no trimestre anterior. poderá o documento ser preenchido datilograficamente. IV – conter o nome. A unidade da Federação poderá exigir que o arquivo magnético seja previamente consistido por programa validador por ela fornecido. Não deverão constar do arquivo os Conhecimentos emitidos em função de redespacho ou subcontratação. serão enfeixadas em grupos de até quinhentas (500). independentemente da numeração tipográfica do formulário. no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. hipótese em que deverá ser incluído no sistema. II – ser impressos tipograficamente. por modelo. facultada a impressão por sistema eletrônico de processamento de dados da série e subsérie e. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos. O arquivo remetido a cada unidade da Federação restringir-se-á aos destinatários nela localizados. em caráter excepcional. em ordem numérica seqüencial consecutiva. VIAS DE DOCUMENTO FISCAL As vias dos documentos fiscais. IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DE EMISSÃO POR PROCESSAMENTO DE DADOS No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos fiscais a que se refere a cláusula primeira.

AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO Os estabelecimentos gráficos somente poderão confeccionar formulários destinados à emissão de documentos fiscais. antes de se transformarem em documentos fiscais. MAIS DE UM ESTABELECIMENTO NO ESTADO À empresa que possua mais de um estabelecimento na mesma unidade da Federação. os formulários mensalmente e reiniciar a numeração. pelo prazo de cinco (5) anos. Registro de Inventário. os formulários serão numerados por sistema eletrônico de processamento de dados. desde que sejam separados por 107 . É permitida a utilização de formulários em branco. O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário. reiniciada a numeração quando atingido este limite. Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão. O uso de formulários com numeração tipográfica única poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. mensal ou anualmente. desde que. com exceção do Livro de Movimentação de Combustíveis que atenderá o modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis – DNC. em ordem numérica seqüencial. é permitido o uso do formulário com numeração tipográfica única. ESCRITURAÇÃO FISCAL Os livros fiscais escriturados eletronicamente serão adotados com base nos modelos especificados pelo Convênio 57/1995. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. de 15 de dezembro de 1970. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. Registro de Saídas. ser enfeixados ou encadernados por exercício de apuração. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema eletrônico de processamento de dados. 2. 500 (quinhentas) folhas. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos (200) jogos. Relativamente aos livros Registro de Entradas. em ordem numérica consecutiva de 000.Documentos Fiscais – AIDF. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado.001 a 999. segundo a legislação de cada unidade federada. Registro de Apuração do ICMS e livro de Movimentação de Combustíveis. Obedecida a independência de cada livro. em grupo de até 500 (quinhentas) folhas.999. mediante prévia autorização da repartição competente dos Fiscos das unidades da Federação a que estiverem vinculados os estabelecimentos usuários. nos termos previstos no Convênio S/Nº. no máximo. V – quando inutilizados. fica facultado enfeixar ou encadernar: 1. dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. em cada um deles. Registro de Controle da Produção e do Estoque.

a critério de cada unidade da Federação. marca. e respectivas datas de ocorrência. quando exigido. AUTENTICAÇÃO Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamentos de dados. O exercício da faculdade prevista não excluirá a possibilidade de o Fisco exigir. marca. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. os documentos e arquivo magnético de que trata este Convênio. a apuração dos estoques. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. Havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. elaborando-se Lista de Códigos Emitentes. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser enfeixadas por exercício. equipamentos e informações em meios magnéticos. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. em emissão específica de formulário autônomo. FISCALIZAÇÃO O contribuinte fornecerá ao Fisco. UTILIZAÇÃO DE CÓDIGOS É facultada a utilização de códigos: I – de emitentes – para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. serão enfeixados ou encadernados e autenticados em até 120 (cento e vinte) dias. 108 . no prazo de cinco (5) dias úteis contados da data da exigência. REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque podem ser feitos de forma contínua. se houver.contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. II – de mercadorias – para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. elaborando-se Tabela de Código de Mercadorias. juntamente com cada livro fiscal. tipo ou modelo de mercadoria. contados da data do último lançamento. contendo apenas os códigos neles utilizados. decorridos dez (10) dias úteis contados do encerramento do período de apuração. tipo ou modelo de mercadoria. sem prejuízo do acesso imediato às instalações. tomar-se-á por base o menor. com observações relativas às alterações. ESCRITURAÇÃO MENSAL OU PERÍODOS INFERIORES É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração por meio de emissão única.

III . tais como. MANUAL DE ORIENTAÇÃO E LEIAUTE O Ato Cotepe 9/2008 institui o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital – EFD. IV .Registro de Inventário.ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados .Registro de Apuração do ICMS. observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos.Registro de Entradas. O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária.Registro de Apuração do IPI. O manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal. EXERCÍCIO DE APURAÇÃO Entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1° de janeiro e 31 de dezembro.EFD O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração Fiscal Digital – EFD. bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração. senhas. 109 .IPI.Por acesso imediato entende-se inclusive o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e/ou extração de quaisquer dados. os registros ainda não impressos.Registro de Saídas. V . VALIDAÇÃO A EFD somente terá validade para efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contenha. EMISSÃO DE REGISTROS O contribuinte que escriturar livros fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados fornecerá ao Fisco. manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco. de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . por meio de emissão específica de formulário autônomo. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I . II . quando exigido.

a responsabilidade por infrações excluída pela denúncia espontânea da infração. a partir de 01.Desta forma. Fica facultado ao contribuinte não mencionado o direito de optar pela Escrituração Fiscal Digital. se for pagamento do tributo devido e dos juros de mora. Receita. relacionados com a infração. A nova modalidade de escrituração fiscal é exigida a partir de 01. Para tais fins. Finanças ou Tributação o seu credenciamento.2008. A dispensa poderá ser revogada e o perfil poderá ser alterado a qualquer tempo por ato das Secretarias signatárias deste protocolo. instituído pelo Decreto 6. tributárias é o caso. por força do Protocolo ICMS/CONFAZ 76/2008. devendo requerer à Secretaria de Fazenda. Os contribuintes não relacionados neste protocolo estão dispensados da obrigatoriedade da EFD. 3º. com imediata retransmissão à respectiva unidade federada. DENÚNCIA ESPONTÂNEA De acordo com o artigo 138 do CTN. será disponibilizado pelos fiscos das unidades federadas e fisco federal programa para validação do conteúdo. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Entretanto. podendo os mesmos serem dispensados dessa obrigação.01. incluindo-se aí o ICMS. art. e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. assinatura digital e transmissão do arquivo. o arquivo digital passará. por validações que analisarão o conteúdo dos registros. de forma irretratável. 110 . do importância dependa de Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização. conforme o Ato Cotepe ICMS 9/2008.06. acompanhada. ou do depósito da arbitrada pela autoridade administrativa. Antes de ser recebido. CERTIFICAÇÃO DIGITAL O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . a obrigatoriedade será aplicada somente aos contribuintes relacionados no respectivo protocolo. não basta a escrituração.022/2007. OBRIGATORIEDADE A EFD é de uso obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI.2009. portanto. A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital . de acordo com a forma estabelecida por cada UF.ICP-Brasil pelo contribuinte. quando o montante do tributo apuração. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. Obviamente que tais disposições valem para todos os tributos. é necessário o envio e a confirmação do seu recebimento para que a EFD se torne válida.SPED.

Frise-se que a simples notificação por parte da Fazenda Estadual tira o caráter espontâneo. para uso próprio. Segue adiante um modelo de denúncia espontânea. contribuinte do ICMS. Curitiba. por pessoa física. respeitosamente. portanto. Atenciosamente.999. Portanto. Outrossim. de bens salvados de sinistros. apresentado a fisco estadual: Ilustríssimo Senhor Delegado da Receita Estadual – em Curitiba Senhor Delegado Cia. por entender equivocadamente que a venda para esse tipo de destinatário fruía de isenção. com isenção de ICMS. de 05 de dezembro de 2003. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. Justa S/A. 02 de dezembro de 2004.00.00. pessoa jurídica de direito privado. de recolher R$ 180. 111 . no valor de R$ 1. Deste modo. incide o ICMS. STJ Súmula nº 155 O ICMS incide na importação de aeronave. não destacou o imposto na Nota Fiscal nº 999. ora lhe beneficiam.000.999-99. à presença de Vossa Senhoria com fundamento no artigo 138 do Código Tributário Nacional. vem. com a respectiva correção monetária e juros. inscrita no CNPJ sob nº 99. denunciar espontaneamente que realizou operação de venda de produção do estabelecimento ao Lar de Idosos Bom Pastor. que ora favorecem o contribuinte. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares.999.999/0000-01 e no Cadastro Estadual de Contribuintes sob nº 99. deixando. (Nome e Assinatura do Administrador) SÚMULAS DO STJ E STF Seguem algumas Súmulas do STJ e STF. o que faz nesta data. declara que não existe contra si nenhum ato iniciante de Processo Administrativo Fiscal – PAF nem qualquer outro ato de fiscalização relativo à mencionada infração. no trato do conflito constitucional do ICMS em relação às normas inferiores (inclusive da própria LC 87/1996): SÚMULAS DO STJ STJ Súmula nº 152 Na venda pelo segurador. a iniciativa da denúncia deve ser antecedente a qualquer ato do fisco.

é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. personalizada e sob encomenda. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. apenas. Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. gravados em fitas de videocassete.1.24/09/2003 – conforme republicação DJ 30/03/2006. STJ Súmula nº 237 Nas operações com cartão de crédito. STJ Súmula nº 135 O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes.24/09/2003 É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. Súmula nº 660 . p. STJ Súmula nº 163 O fornecimento de mercadorias com a simultânea prestação de serviços em bares. STJ Súmula nº 95 A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS.STF . está sujeita.STF . GUIA NACIONAL DE RECOLHIMENTO DE TRIBUTOS ESTADUAIS – GNRE 112 . ainda que envolva fornecimento de mercadorias.STJ Súmula nº 166 Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. STJ Súmula nº 80 A taxa de melhoramento calculo do ICMS. STJ Súmula nº 129 O exportador adquire o direito ICMS quando realiza a exportação matéria-prima. destinado a uso próprio.24/09/2003 Na entrada de mercadoria importada do exterior. dos de do transferência de credito do produto e não ao estocar a portos não se inclui na base de STJ Súmula nº 156 A prestação de serviço de composição gráfica. Súmula nº 661 . incide o ICMS. STJ Súmula nº 198 Na importação de veículo por pessoa física. os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. ao ISS.STF . SÚMULAS DO STF Súmula nº 662 .

a firma ou a razão social. XII – Campo 11 – Reservado: para uso da UFs. XVII – Campo 16 – Nome. X – Campo 9 – Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração. VI – Campo 5 – Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela. conforme o caso. XIV – Campo 13 – UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida. que será utilizada para recolhimento de tributos devidos a unidade federada diversa da do domicílio do contribuinte. da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação. incluindo o ICMS. VIII – Campo 7 – Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal. VII – Campo 6 – Valor principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo. atendendo as necessidades de cada UF. XVIII – Campo 17 – Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o 113 . conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE. A GNRE deverá conter os seguintes dados: I – Denominação "Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE". XV – Campo 14 – Data de Vencimento: indicar o dia.O Convênio SINIEF 06/89 instituiu a GNRE. V – Campo 4 – Nº do Documento de origem: será identificado somente o número do auto de infração. II – Campo 1 – Código da unidade federada favorecida. III – Campo 2 – Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte. IX – Campo 8 – Juros: será indicado o valor dos juros de mora. conforme o caso. XI – Campo 10 – Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9. XIII – Campo 12 – Microfilme. do parcelamento. Firma ou Razão Social: será indicado o nome. XVI – Campo 15 – Número de Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo. quando se tratar de parcelamento. mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido. IV – Campo 3 – CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ/MF ou CPF/MF. do contribuinte.

Acre 02 – 7 .Rondônia 24 – 8 . Códigos de unidades da Federação 01 – 9 .Sergipe 28 – 0 .Santa Catarina 26 – 4 .Piauí 20 – 5 .Roraima 25 – 6 .Pará 16 – 7 .Paraná 18 – 3 .Maranhão 13 – 2 . XXIII – Campo 22 – DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte.Espírito Santo 10 – 8 .Pernambuco 19 – 1 .Mato Grosso 14 – 0 . IX – Campo 18 – Endereço Completo: será indicado o logradouro. XXI – Campo 20 – UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte.Tocantins 114 .Ceará 07 – 8 .Amazonas 05 – 1 .Rio de Janeiro 23 – 0 .Amapá 04 – 3 .Goiás 12 – 4 . XXVI – Campo 25 – Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras. XXIV – Campo 23 – Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias.Distrito Federal 08 – 6 .Rio Grande do Norte 21 – 3 .Mato Grosso do Sul 29 – 9 .São Paulo 27 – 2 .Alagoas 03 – 5 . XXII – Campo 21 – CEP: será indicado o Código de endereçamento Postal do contribuinte.Rio Grande do Sul 22 – 1 . XX – Campo 19 – Município: será indicado o Município do contribuinte. XXV – Campo 24 – Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador.Minas Gerais 15 – 9 .Bahia 06 – 0 .número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida.Paraíba 17 – 5 . o número e complemento do endereço do contribuinte.

g) ICMS Autuação Fiscal . k) Taxa .DDE. cópias da Declaração de Importação. a entrada no estabelecimento de mercadoria importada sob o regime de "drawback". expedido pelas autoridades competentes. f) ICMS Importação . Obriga-se. O benefício previsto: 1. j) Multa p/infração à obrigação acessória .Código 10003-0. Comprovação Fica condicionada à efetiva exportação.Código 10002-3. de documento equivalente.Código 10001-3. o importador a proceder à entrega. comprovada mediante a entrega. d) ICMS Transporte . pela repartição federal competente.Código 15001-0.Código 10009-9 Base: art. até 45 dias após o término do prazo de validade do Ato Concessório. quando prevista na legislação estadual. e) ICMS Substituição Tributária por Apuração . c) ICMS Energia Elétrica . b) das quais resultem. pelo importador do produto resultante da industrialização da mercadoria importada. para exportação.Código 10006-4. do regime ou. na inexistência deste. DRAWBACK Ficam isentas do ICMS o recebimento pelo importador ou. Entrega de Cópias da Declaração de Importação O importador deverá entregar na repartição fiscal a que estiver vinculado. na inexistência deste.Código 10005-6. da cópia da Declaração de Despacho de Exportação . de 25 de abril de 1991. somente se aplica às mercadorias: a) beneficiadas com suspensão dos impostos federais sobre importação e sobre produtos industrializados. i) ICMS Dívida Ativa . à repartição a que estiver vinculado. devidamente averbada com o respectivo embarque para o exterior.Código 10007-2. m) ICMS Substituição Tributária por Operação .Especificações / Códigos de Receita: a) ICMS Comunicação . no prazo de 30 (trinta) dias contados da respectiva emissão: 115 . produtos industrializados ou os arrolados na lista de que trata a cláusula segunda do Convênio ICMS 15/91.Código 50001-1. ainda.Código 10008-0. de cópias dos seguintes documentos. da correspondente Nota Fiscal de Entrada e do Ato Concessório do regime ou. em qualquer caso. h) ICMS Parcelamento . 88 do Convênio SINIEF 6/1989 e alterações posteriores.Código 100048. com a expressa indicação do bem a ser exportado.Código 60001-6. até 30 (trinta) dias após a liberação da mercadoria importada. l) ICMS recolhimentos especiais . de documento equivalente.

devendo o imposto devido ser recolhido com a atualização monetária. resultando na descaracterização do benefício previsto.Consolida as disposições regulamentares das operações de exportação. o número do correspondente Ato Concessório do regime de "drawback". Bases Legais: Convênios ICMS CONFAZ 27/1990 e alterações posteriores. estando conectado à internet. consignando-se. Amplitude A isenção estende-se. conforme o caso. Descaracterização A inobservância das disposições acarretará a exigência do ICMS devido na importação e nas saídas isentas. resultante da transferência dos saldos de insumos importados ao abrigo de Ato Concessório original e ainda não aplicados em mercadorias exportadas. Entretanto. Indústria e Comércio Exterior As seguintes portarias consolidam normas sobre os regimes especiais de operações de importação e exportação (clique no link. também. multa e demais acréscimos legais. 2. tal circunstância deverá ser informada na respectiva Nota Fiscal. também. novo Ato Concessório. Regulamentação do Regime pelo Ministério do Desenvolvimento. ato Concessório aditivo. emitido em decorrência da prorrogação do prazo de validade originalmente estipulado. para acessar a respectiva norma): Portaria SCE/MDIC 14/2004 . às saídas e retornos dos produtos importados com destino à industrialização por conta e ordem do importador.Consolida as disposições regulamentares das operações de importação e do regime aduaneiro especial de drawback. Informação na Nota Fiscal Nas operações que resultem em saídas.1. a isenção não se aplica às operações nas quais participem estabelecimentos localizados em unidades da Federação distintas. calculados a partir da data da entrada do produto importado no estabelecimento ou do seu recebimento ou das saídas. e do vencimento do prazo em que o imposto deveria ter sido recolhido caso a operação não fosse realizada com a isenção. inclusive com a finalidade de exportação. de produtos resultantes da industrialização de matéria-prima ou insumos importados. Portaria SCE/MDIC 15/2004 . 116 .

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