DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS: GRADUAÇÃO

SÃO PAULO 2011

NÚCLEO DE BIBLIOTECAS UNIBAN

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS: GRADUAÇÃO

SÃO PAULO 2011

NÚCLEO DE BIBLIOTECAS UNIBAN Comitê de Normatização: Organização: Ilíria Ruiz Pilissari, Coordenadora do NBU Pesquisa e Redação: Ilíria Ruiz Pilissari, Coordenadora do NBU Isabel Cristina Hipólito, Bibliotecária do Campus ABC Luciana Torres Nogueira, Bibliotecária do Campus Osasco Maria José Perón, Bibliotecária do Campus Maria Cândida Diagramação e Revisão: Luciana Torres Nogueira, Bibliotecária do Campus Osasco

Pilissari, Ilíria Ruiz Diretrizes para elaboração de Trabalhos Acadêmicos: Graduação / Ilíria Ruiz Pilissari, Isabel Cristina Hipólito, Luciana Torres Nogueira, Maria José Perón. – São Paulo: [s.n.], 2011. 93 f ; il. ; 30 cm.

1. Trabalhos acadêmicos 2. Normatização 3. Metodologia científica I. Hipólito, Isabel Cristina II. Nogueira, Luciana Torres III. Perón, Maria José IV. Título

Coordenação do Núcleo de Bibliotecas UNIBAN Janeiro de 2011 . tombados e inseridos nos acervos das Bibliotecas. Este Comitê reuniu todas as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) pertinentes ao assunto. Para facilitar sua compreensão cada item foi exemplificado. e no final das Diretrizes foi montado um exemplo com modelos concretos das partes de um Trabalho Acadêmico. a Coordenação criou um Comitê de Normatização específico para elaboração destas Diretrizes. cujo intuito principal é auxiliar usuários na árdua tarefa de elaborar um Trabalho Acadêmico.PREFÁCIO Em reunião realizada entre os profissionais do Corpo de Bibliotecários do Núcleo de Bibliotecas UNIBAN – NBU. Os Alunos e o Corpo Docente da Instituição podem segui-lo como parâmetro para que os Trabalhos de Conclusão de Curso sejam depositados. Com o apoio do Conselho de Graduação. estas Diretrizes serão divulgadas pelos meios de comunicação da Instituição. com dicas simples do que se pode fazer.

..............2 4.......................1.............1 4................. Lombada ..1........................................................... Lista de ilustrações .1 4.................................................. DEFINIÇÕES .........................1.............................................1........1.............1 OBJETIVO ......................................... Regras gerais para apresentação de referências ............................. Epígrafe .....1 4..................................................... Verso da folha de rosto ............ Referências ............... Elaboração de referências ..... 6 7 8 9 10 10 13 14 16 19 20 21 21 21 22 22 22 23 23 24 24 24 25 25 26 26 26 27 27 28 .............................................................................................1...............................................3.....1........................................1 4......................................................................2............... Desenvolvimento ............1.. Conclusão ................... REGRAS GERAIS ....3...................15 4......1 4........6 4..................13 4.............................1..................................................................... Sumário .............. Folha de aprovação ......1 4................................................................................. Folha de rosto ............. Resumo em português (língua vernácula) ...........................1.............1..............2..................................5 4...................................... Lista de tabelas .............................4 4..........................3 4....1.....SUMÁRIO 1 2 3 4 4......................................... Publicações monográficas .........................................................1..................10 4........................................................1..........1..........................2...............................................................................12 4.2 4...............................................1..... Errata ............................14 4....................... Lista de símbolos .............................................................................1........................... Dedicatória(s) .........3 4.......................................3....................1.................3..........2 4............................................................................. ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ............ Lista de abreviaturas e siglas ...............................................2........3 4..................... ESTRUTURA ....................................3............................7 4......................................8 4............... Agradecimento(s) .... Introdução .........................................................................................1......... ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS .................. Capa .............9 4.............. Resumo em língua estrangeira .................11 4.2 4................................................. ELEMENTOS TEXTUAIS ..

... boletins etc... Anexo(s) .........3......... 31 33 36 37 37 37 38 38 39 39 40 40 41 41 42 42 44 44 44 45 46 46 46 46 47 47 47 48 48 48 49 50 50 ................6 5....8 4.....................3...3........6 4................16 4.......................3.2................................14 4.........................2 5........1.............3 5............5 5.......................3................6..1.2......................2............................................................3...............................10 4......................................................1...............................1........................ REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ..........3................2.........3....3................................................................9 4. Documentos iconográficos ..........................................2...................3.........17 4......... Trabalhos acadêmicos e monografias ............ Bibliografia ......2 4.......... Documentos sonoros ...........3..1....1................................... Dissertações e teses ....4 4.......................5 4................................................... Outros materiais .......................................................................................................2... Notas de rodapé ..................3.....3........ CITAÇÕES ....5 5...2............................................. Entrevista ............ Glossário ...............1....................... Títulos sem indicativo numérico ...........................................4 5................. Patentes ....3..............................1......................3.3......................... Doutrina ......3 4....................................................................1..........................................................3.................1 5. Materiais em meio eletrônico ............................................................... NUMERAÇÃO PROGRESSIVA ...1....1.......................................... FORMATO ...........1..................... MARGEM .....................................2 5........................2.......1 Publicações periódicas (revistas................2..............3....1 5................................................................2...1....................... Elementos sem título e sem indicativo numérico ............ Legislação ........ Citação direta .2.................................................2.... Imagem em movimento .3 5...13 4....... Documentos cartográficos ............ Evento ..................2....................................................................... ESPACEJAMENTO ....... Apêndice(s) ......................3..................................................................................................5 5 5.......) ...............4...................... Bíblia .1.......................................3.........................3 4........................3...3.............15 4........7 4...............................................2 4....................................................................4 4.......1....4 5. Jurisprudência ...2..........11 4........3..........................3......... jornais...........3....1..... Parágrafo ..................................2.............................12 4............................................................................... PAGINAÇÃO ... Indicativos de seção ........................2...

..............................................4................... Para documentos de autores diferentes............................... SEQUÊNCIA DOS ELEMENTOS DE ACORDO COM A NBR 14724 ....... EQUAÇÕES E FÓRMULAS ...................................2............6...6...2 5...............11 6 7 8 Citação indireta .............................................8 5.... Para documentos de autores diferentes.................................6............................................. ILUSTRAÇÕES ............ publicados em anos diferentes ...........................................................................2 5..................... ENTREGA DOS TRABALHOS ...............................................................................................................6..4 5................ EXPRESSÕES LATINAS .............4 5......9 5......................... Citação de citação ......................................................................................4..6.....10 5............. Para diversos documentos da mesma autoria........................1 5................................................................................5 5. Sistema de chamada para citação ........ .......................7 5........ de mesmo sobrenome e mesma data ..............6..................................................................................................... Citação de comunicação pessoal .........4.............................. TABELAS .....3 5.................................. Para dois autores diferentes..................3 5.........4........ SIGLAS .. no mesmo ano de publicação ..........6.................................................. Para autor com duas obras diferentes e mesma data ............ BIBLIOGRAFIA ...5......................................1 5.................................6.......................................................................................................................................................... publicados em anos diferentes ..................4............ MODELOS ..............6..... 51 52 52 52 53 53 54 54 54 55 57 57 58 62 64 65 66 92 93 REFERÊNCIAS ...........................................................................

6 1 OBJETIVO Auxiliar a comunidade discente UNIBAN na apresentação e envio de Trabalhos de Conclusão de Curso ao acervo das Bibliotecas UNIBAN. . para registro e tombamento sem os quais o aluno não obterá o grau ou titulação desejada.

. Ao corpo de Bibliotecários da UNIBAN compete apenas a verificação dos itens: capa e lombada.7 2 REGRAS GERAIS Os critérios adotados seguem as regras estabelecidas nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). As normas citadas no decorrer do trabalho contém disposições que constituem prescrições para estas Diretrizes.

devendo expressar conhecimento do assunto escolhido. módulo.8 3 DEFINIÇÕES Para efeito destas Diretrizes aplica-se a seguinte definição: • TRABALHO ACADÊMICO (TCC. visando a obtenção do título de graduado. curso. . que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina. TFG e outros): documento que representa o resultado de estudo. programa e outros ministrados. estudo independente. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador.

Anexo Apêndice Glossário Bibliografia Referências Elementos pós-textuais Páginas contadas e numeradas Elementos textuais Conclusão Discussão Resultado Material e método Revisão da litetarura Proposição Introdução Sumário Lista de símbolos Lista de abrev. a disposição de elementos se dá conforme Figura 1.9 4 ESTRUTURA De acordo com a NBR 14724 (ABNT. Com a finalidade de orientar os usuários. Lista de ilustrações Abstract Resumo Epígrafe Agradecimentos Dedicatória Folha de aprovação Errata Folha de rosto Páginas contadas mas não numeradas Capa Elementos pré-textuais Lombada NO VERSO ficha catalográfica Figura 1 – Disposição dos elementos no trabalho acadêmico Fonte: Acervo pessoal . elementos textuais e elementos pós-textuais. 2005) a estrutura do trabalho acadêmico compreende: elementos pré-textuais.

10 4. b) nome do autor. . onde as informações são transcritas na seguinte ordem. 4.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Elementos que antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho.1 Capa Proteção externa do trabalho e sobre a qual se imprimem as informações indispensáveis à sua identificação (Figura 2).1. grafadas em Arial 14. c) título e subtítulo. e) número de volumes (se houver mais de um. deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume). g) ano de entrega. Elemento obrigatório. f) local (cidade) da Instituição onde deve ser apresentado. se houver (ambos em caixa alta). Veja modelo na página 67. caixa alta (letra maiúscula) e espaço simples: a) nome da Instituição.

com capa dura em papel percalux.11 3 cm UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO NOME DO ALUNO NOME DO ALUNO ARIAL 14 ESPAÇO SIMPLES!!!! 3 cm TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO ESPAÇO SIMPLES!!!! 2 cm ARIAL 14 CIDADE ANO ESPAÇO SIMPLES!!!! ARIAL 14 2 cm Figura 2 – Modelo de capa Fonte: Acervo pessoal É obrigatória a encadernação da obra nas cores pré-determinadas pelo Conselho de Graduação (Figura 3). Os textos da capa e da lombada devem ser impressos com caracteres dourados.5 cm de largura x 30 cm de altura. . Sugestão de formato da capa frontal: 21.

12 CORES DAS CAPAS Cursos Administração e suas habilitações Arquitetura Artes Cênicas Biomedicina Ciências Contábeis Comunicação Social – Jornalismo Comunicação Social – Publicidade e Propaganda Design Direito Educação Física (Graduação) Enfermagem Engenharias Farmácia Fisioterapia Fonoaudiologia Medicina Veterinária Nutrição Odontologia Pedagogia Psicologia Tecnologia em Comunicação Empresarial Tecnologia em Design e Negócios da Moda Tecnologia em Gestão Ambiental Tecnologia em Gestão Comercial Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Tecnologia em Gestão de Segurança Empresarial Tecnologia em Gestão de Seguros e Previdência Tecnologia em Gestão em Rádio e TV Tecnologia em Hotelaria Tecnologia em Logística Tecnologia em Marketing Turismo Figura 3 – Paleta de cores para encadernação Fonte: Acervo pessoal Cores Azul marinho Vinho Vermelho Verde musgo Azul marinho Azul royal (“BIC”) Azul marinho Vinho Vermelho Azul marinho Verde musgo Marrom escuro Verde musgo Verde musgo Verde musgo Verde musgo Verde musgo Verde musgo Cinza claro Azul marinho Azul claro (celeste) Vinho Preto Azul marinho Azul marinho Azul marinho Azul marinho Azul claro (celeste) Azul royal (“BIC”) Azul marinho Azul marinho Azul royal (“BIC”) .

também no sentido horizontal. Veja modelo na página 68. no sentido horizontal.13 4. Conforme Figura 4.2 Lombada Parte da capa do trabalho que reúne as margens internas das folhas. c) o título da lombada deve ser o mesmo da folha de rosto da publicação.UNIBAN .em caixa alta (letra maiúscula) a 3 cm da margem superior. o que facilita a leitura quando o livro está deitado com a face voltada para cima. grafadas em Arial: a) sigla da Universidade . . b) a 1 cm do rodapé deve constar o ano. d) o espaço para o título deve obedecer a uma margem de 5 cm na parte inferior onde está reservado o espaço para a etiqueta. Caso o título seja muito extenso. O mesmo deve ser escrito longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada. Deve conter as informações abaixo. sejam elas costuradas ou coladas.1. colocar somente o assunto principal do trabalho.

Elemento obrigatório. todos grafados em fonte Arial 14 (exceto o texto onde se identifica a natureza do trabalho.14 UNIBAN Elaborada pela gráfica/encadernadora. em Arial 12) e espaço simples: a) nome do(s) autor(es). Os elementos devem figurar na seguinte ordem. com os dados e o formato fornecidos pelo aluno. que precede o corpo do trabalho ou seja. é a primeira folha impressa depois da capa (Figura 5). ANO Figura 4 – Modelo de lombada Fonte: Acervo pessoal 4. .3 Folha de rosto Folha que contém os elementos essenciais à identificação do trabalho.1.

h) ano de depósito (da entrega). grau pretendido e outros). c) título principal do trabalho: deve ser claro e preciso. nome da Instituição a que é submetido. e) natureza (trabalho de conclusão de curso) e objetivo (aprovação em disciplina. identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação. Devem ser alinhados do meio da mancha para a margem direita (Arial 12). precedido de dois pontos. g) local (cidade) da Instituição onde deve ser apresentado. área de concentração. Veja modelo de folha de rosto para graduação na página 69. deve ser evidenciada a sua subordinação ao título principal. f) nome do orientador e.15 b) nome do curso. d) subtítulo: se houver. em caixa alta (letra maiúscula). ambos com sua respectiva titulação. se houver do co-orientador. .

3. ARIAL 12 CIDADE ANO ESPAÇO SIMPLES!!!! ARIAL 14 2 cm Figura 5 – Modelo de folha de rosto Fonte: Acervo pessoal 4. Orientador: .. ..1. deve ser impressa no verso da folha de rosto.16 3 cm NOME DO 1º ALUNO NOME DO 2º ALUNO NOME DO CURSO ESPAÇO SIMPLES!!!! ARIAL 14 ESPAÇO SIMPLES!!!! TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO 3 cm 2 cm ARIAL 14 ESPAÇO SIMPLES!!!! Trabalho de Conclusão de Curso apresentado .1 Verso da folha de rosto A ficha catalográfica.. elaborada de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. Para os Trabalhos de Conclusão de Curso sua confecção é opcional..

coloca-se apenas o primeiro. em ordem direta e seguida de ponto. A seguir são registrados os nomes dos demais autores e a palavra “Título”. garantindo que o trabalho seja recuperado em qualquer biblioteca.) deve-se colocar a indicação “il. e o ano. fotos. Nos casos com mais de um autor. Nos casos com mais de um autor. a Universidade e o curso.17 A ficha deve estar dentro de um quadro com medidas 12. na 2ª margem. Os sobrenomes com indicativos de parentesco como: Filho. c) descrição física – iniciar na 2ª margem com o total de páginas. . por extenso. Após o título e o subtítulo (se houver).] esclarecendo que o trabalho não foi editado comercialmente por uma editora. a cidade onde foi apresentado.” A seguir. gráficos etc.n. 30 cm. 10 ou 12). e a indicação [s. Na área da Biblioteconomia. abaixo da 4ª letra do sobrenome do autor (2ª margem). Mesmo em trabalhos em grupo. por qualquer forma de busca. Os campos obrigatórios são: a) autoria – aparece na segunda linha da ficha catalográfica (abaixo de uma linha em branco) e deve conter o sobrenome seguido do prenome do autor. precedidos por algarismos romanos maiúsculos.5 cm. : il. Sobrinho etc. b) título/autoria e imprenta – este parágrafo inicia-se pelo título do trabalho. Em primeiro lugar registram-se as palavras-chave (as mesmas destacadas no resumo) indicadas em algarismos arábicos. usa-se vírgula entre os nomes. indicar o número de volumes. em fonte Arial. uma barra inclinada e o nome do autor. deve-se voltar para a 1ª margem. A seguir. A margem deste campo se inicia a 1 cm da borda (1ª margem). . Junior. . e) desdobramento/palavras-chave – lista de fichas secundárias que serão feitas para a obra. a altura padrão da encadernação em centímetros. a titulação. Exemplos: 98 f.5 cm x 7. 75 f. 30 cm. O nome do orientador deve aparecer na linha abaixo. d) notas – informar o tipo de trabalho. Se o trabalho tiver mais de um volume. são mencionados em seguida ao sobrenome. os demais serão citados no corpo da ficha. A partir da 2ª linha deste parágrafo. de acordo com o espaço da ficha (8. Se houver ilustrações (figuras. somente um autor aparece. entende-se que para cada item desta parte será feito um desdobramento no sistema de pesquisa. dois pontos. Veja modelo na página 70. Neto.

Zaira Bárbara da Silva 1. Descrição 49 f . Descrição física Notas Nome do primeiro Autor Título do trabalho. 49 f .n. física Notas Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Bandeirante de São Paulo. Métodos contraceptivos I. -. Orientador Orientadora: Profa. Ms. il. . Contraceptivo oral 2. il. . 30 cm. Autoria e Imprenta Sete espaços (1cm) Oliveira. Curso de Enfermagem. Francisca Maria de Orientações de enfermagem quanto ao uso correto de contraceptivos orais para mulheres jovens em idade fértil (entre 16 a 35 anos) / Francisca Maria de Oliveira. Orientador Orientadora: Profa. Lopes. 2006. Pílula anticoncepcional 3. Título Desdobramento/ Palavras-chave Exemplo com 2 autores Sete espaços (1cm) Oliveira. Nomes dos autores e Imprenta Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Bandeirante de São Paulo. Joana Lopes. Ms.].São Paulo: [s. Joana II. -. 2006. Título Desdobramento/ Palavras-chave/ 2º Autor . 31 cm. Contraceptivo oral 2.18 EXEMPLOS DE FICHA CATALOGRÁFICA Graduação – opcional Exemplo com 1 autor Nome do Autor Título do trabalho.n. Francisca Maria de Orientações de enfermagem quanto ao uso correto de contraceptivos orais para mulheres jovens em idade fértil (entre 16 a 35 anos) / Francisca Maria de Oliveira.].São Paulo: [s. Curso de Enfermagem. Pílula anticoncepcional 3. Métodos contraceptivos I. Zaira Bárbara da Silva 1.

Ms. Francisca Maria de Orientações de enfermagem quanto ao uso correto de contraceptivos orais para mulheres jovens em idade fértil (entre 16 a 35 anos) / Francisca Maria de Oliveira. Autoria e Imprenta Sete espaços (1cm) 1. Orientadora: Profa. Maria Severina Cruz. Francisca Maria de Orientações de enfermagem quanto ao uso correto de contraceptivos orais para mulheres jovens em idade fértil (entre 16 a 35 anos) / Francisca Maria de Oliveira. 2006. Joana II. Lopes.]. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Bandeirante de São Paulo. il.]. Zaira Bárbara da Silva Orientador 1. Zaira Bárbara da Silva Orientador Nome do Autor Título. Título Título do trabalho. 31 cm. .19 Exemplo com 3 ou mais autores Nome do primeiro Autor Sete espaços (1cm) Oliveira. Curso de Enfermagem. -São Paulo: [s. Maria Severina III. Ms. acrescido ao trabalho depois de . 30 cm.n. Contraceptivo oral 2. seguidas das devidas correções.1. 2006. Descrição física Notas 49 f . Apresenta-se quase sempre em papel avulso. Métodos contraceptivos I. Nomes dos autores e Imprenta Desdobramento/ Palavras-chave/ Demais autores Pós-Graduação . Joana Lopes. Contraceptivo oral 2. Pílula anticoncepcional 3. Cruz.São Paulo: [s. . Pílula anticoncepcional 3. Título Desdobramento/ Palavras-chave/Autoria 4.4 Errata Lista das folhas e linhas em que ocorrem erros. il. Curso de Enfermagem. Métodos contraceptivos I. Orientadora: Profa. 49 f . Descrição física Notas Monografia (Pós-Graduação) – Universidade Bandeirante de São Paulo.obrigatório Oliveira.n. -.

seu título aparece centralizado na página. portanto. colocado logo após a folha de rosto. grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. f) nota final.20 impresso. Elemento obrigatório. Elemento opcional que deve ser inserido logo após a folha de rosto. constituído por: a) nome do autor do trabalho. Veja modelo na página 71. e) nome de cada membro da banca examinadora.1. g) visto do Bibliotecário do Campus onde o trabalho será entregue. constituído pelo texto da errata e disposto da seguinte maneira: Exemplo: ERRATA Folha 32 37 43 Linha 3 7 2 Onde se lê publicacao Paciência Souza Leia-se Publicação Parcimônia Sousa Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico. d) nome da Instituição a que é submetido. b) título do trabalho e subtítulo (se houver).5 Folha de aprovação Folha que contém os elementos essenciais à aprovação do trabalho. titulação. Veja modelo na página 72. . instituições a que pertencem e assinaturas. referente à conferência dos elementos pré e pós-textuais descritos neste Manual. e objetivo. 4. h) local e data de aprovação. c) tipo do trabalho.

somente o texto. seu título aparece centralizado na página. relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho.21 4. Elemento opcional. Veja modelo na página 75. somente o texto.1. grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. colocado após a folha de aprovação. .7 Agradecimento(s) Folha onde o autor faz agradecimentos dirigidos àqueles que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho. Parte do trabalho que não apresenta o título (Dedicatória). Elemento opcional. Parte do trabalho que não apresenta o título (Epígrafe).6 Dedicatória(s) Folha onde o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho. 4.8 Epígrafe Folha onde o autor apresenta uma citação. Veja modelo na página 74.1. colocado após os agradecimentos. elemento opcional.1. 4. Podem também constar epígrafes nas folhas de abertura das seções primárias. seguida de indicação de autoria. Veja modelo na página 73. portanto. colocado após a dedicatória. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico.

11 Lista de ilustrações Elemento opcional. seu título aparece centralizado na página. grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. portanto. Veja modelo na página 76.22 4. 4. As três palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo. acompanhado do . 4. antecedidas da expressão Palavras-chave. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico. digitado em folha separada (em inglês Abstract. constituído de uma sequência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos.1. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico.1.1. separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. em espanhol Resumen. Elemento obrigatório. Recomenda-se o uso de parágrafo único. portanto. com as mesmas características do resumo em português.10 Resumo em língua estrangeira Versão do resumo para um idioma de divulgação internacional. grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. em francês Résumé. O resumo pode ser precedido da referência do trabalho. por exemplo). com cada item designado por seu nome específico. Deve ser escrito na terceira pessoa do singular. de 150 a 500 palavras. Estas palavras-chave deverão ser utilizadas na ficha catalográfica. seu título aparece centralizado na página.9 Resumo em português (língua vernácula) Elemento obrigatório. em voz ativa e fornecer uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho. Deve ser seguido das três palavras-chave na língua da versão. que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto. Veja modelo na página 77. O abstract pode ser precedido da referência do trabalho.

12 Lista de tabelas Elemento opcional. esquemas.1. 4. acompanhado do respectivo número da página. grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo.1. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico. fotografias. fluxogramas. elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto. grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. Veja modelo na página 80. quadros. retratos e outros). gráficos. Veja modelo na página 78. plantas. com cada item designado por seu nome específico. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. .13 Lista de abreviaturas e siglas Elemento opcional. seu título aparece centralizado na página. que consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos. organogramas. Veja modelo na página 79. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico. seu título aparece centralizado na página. portanto. Quando necessário. seu título aparece centralizado na página. 4. portanto.23 respectivo número da página. grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. mapas. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico. portanto.

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4.1.14 Lista de símbolos

Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com o devido significado. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico, portanto, seu título aparece centralizado na página, grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. Veja modelo na página 81.

4.1.15 Sumário

Enumeração das divisões, seções e outras partes de uma publicação, na mesma ordem e grafia em que a matéria nela se sucede. Elemento obrigatório, cujas partes são acompanhadas dos respectivos números das páginas. Havendo mais de um volume, em cada um deve constar o sumário completo do trabalho, conforme NBR 6027 (ABNT, 2003b). Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico, portanto, seu título aparece centralizado na página, grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. Veja modelo na página 82.

4.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

Parte do trabalho em que é exposta a matéria. Os elementos textuais são constituídos de três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão.

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4.2.1 Introdução

Parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. Por ser a parte inicial do trabalho recebe sempre o número 1 e não apresenta subdivisões (1.1, 1.2). A primeira página da Introdução é também a primeira página numerada. Veja modelo na página 83.

4.2.2 Desenvolvimento

Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e detalhada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método. Como discorre sobre o tema central e suas particularidades, geralmente recebe o título muito próximo ao do trabalho em si, e os títulos de suas seções e subseções vão mostrando ao leitor o direcionamento/enfoque dado ao tema. Pode ser realizado de diversas formas, variando de acordo com a metodologia aplicada, por exemplo: a) revisão da literatura; b) estudo de caso; c) pesquisa de campo; d) campanha publicitária; e) projetos (de produtos, de equipamentos etc.). Exemplo de sumário mostrando o DESENVOLVIMENTO a partir da segunda seção do trabalho (número 2):

26 1 2 2.1 2.1.1 2.1.2 2.1.3 2.1.3.1 INTRODUÇÃO ............................................................................ AUTOMAÇÃO E CONTROLE .................................................... CHUVEIRO AUTOMATIZADO .................................................... Especificações técnicas .............................................................. Controle de vazão ....................................................................... Aquecimento da água ................................................................. Temperatura média ..................................................................... 9 11 14 15 17 19 19

Veja modelo na página 84.

4.2.3 Conclusão

Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses, e as respostas ao problema do tema exposto. O autor deve manifestar seu ponto de vista sobre os resultados obtidos e seu alcance. Deve ser clara e concisa, não permitindo o uso de citações. Veja modelo na página 85.

4.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

4.3.1 Referências

Referências são o conjunto de elementos que permitem a identificação de documentos impressos ou registrados em qualquer tipo de suporte, utilizados como fonte de consulta e citados nos trabalhos elaborados. Elemento obrigatório, relacionando somente referências das publicações citadas no texto. Segundo NBR 6023 (ABNT, 2002b), não se usa mais o título Referências Bibliográficas e sim Referências, pois existem outros tipos de referências que não são bibliográficas, como as dos documentos online, objetos, DVDs e outras mídias.

1.br:8080/more/ remete ao software gratuito. somente da segunda em diante (2. 1 . em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples.3. 4. seu título aparece centralizado na página. _____________ Os exemplos de referências mostrados neste documento estão digitados com margem alterada para melhor visualização.2 Elaboração de referências As principais regras necessárias para a elaboração de referências estão relacionadas neste documento. ed. no entanto. independente do tipo de material referenciado. todas devem ser alinhadas à esquerda.). grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. ordenadas alfabeticamente.3. Na digitação os endereços eletrônicos ficam em azul. Desenvolvido com o objetivo de auxiliar pesquisadores.. Veja modelos a partir da página 86.ufsc. bastando que o usuário selecione o formato e preencha uma planilha na tela com os dados do material.1 Regras gerais para apresentação de referências As referências são alinhadas somente à margem esquerda1 e de forma a se identificar individualmente cada documento.27 Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico. Na parte “REFERÊNCIAS”. portanto. Não é necessário indicar quando a edição consultada for a primeira daquela obra. para facilitar esse processo o aluno pode utilizar duas ferramentas: a) MORE (Mecanismo Online para Referências).1. 4. produz automaticamente referências dos 15 tipos de documentos mais utilizados. o link http://rexlab. A partir do hotsite do Núcleo de Bibliotecas. ed. para melhor qualidade da impressão em preto e branco é necessário selecionar o texto e mudar a cor da fonte para automática ou preta e tirar o sublinhado. 3.

ed. . Regina Célia Cazaux. editora. 6. 465 p.1 Publicações monográficas Elementos essenciais: autor(es).2. título (em negrito). local. edição. em maiúsculas. 1997. Indicam-se os autores pelo último sobrenome.28 b) Scielo. abreviados ou não.1. 159 p.scielo. São Paulo: Ática. Recomenda-se seguir um único padrão para toda a lista de referências (abreviado ou não). Sobrados e mucambos: decadências do patriarcado rural no Brasil. Depois de feita a consulta em http://www. 1936. Gilberto. Avaliação do processo ensinoaprendizagem.org/php/index. Deve-se indicar o número total de páginas da publicação no final de cada referência.php. 178 p. data de publicação e número de páginas (estes dados devem ser retirados da folha de rosto e do verso da folha de rosto). para não repetir o mesmo autor com títulos de livros diferentes deve-se colocar um traço (equivalente a seis espaços) e ponto. Exemplo: FREYRE. a) publicação com um autor HAIDT. 1943. Casa grande & senzala: formação da família brasileira. ______. 4. Rio de Janeiro: José Olympio. seguido dos prenomes e outros sobrenomes.3. Rio de Janeiro: José Olympio. basta selecionar o formato ABNT no menu à esquerda da tela do artigo. A base de dados que pode ser consultada a partir do hotsite do Núcleo de Bibliotecas fornece a referência do artigo consultado. subtítulo. Na relação das referências.

2008. Bárbara M. GALLO. ed. 1013 p. São Paulo: Frase. ÁVILA. Cuidados intensivos de enfermagem: uma abordagem holística. São Paulo: Instituto Pasteur. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Peter. CHABARIBERI. Rio de Janeiro: Campus. Universidade Bandeirante de São Paulo. Chuveiro automatizado: para pessoas portadoras de necessidades especiais.” (e outros). WILTON. 28 p. nos quais a menção dos autores for indispensável. d) publicação com mais de três autores – indica-se somente o primeiro. Jairo Mar quês dos. NORTON. (ponto e vírgula). 6. 78 f. Richard. 2000. tais como Projetos de Pesquisa Científica. 640 p. 288 p. Edenilson. Ewerton Oliveira de.29 b) publicação com dois autores – são separados com . 1994. c) publicação com três autores – são separados com . QUERINO. Osasco. 1997. HUDAK. 1996. Ubiratan José. Carolyn M. é facultado indicar todos os autores. .. Richelli. Anjos. (ponto e vírgula). Peter. AITKEN. 2008. BRITO. 6. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) – Curso de Engenharia Mecatrônica. MOTA. acrescentando-se em seguida a expressão latina “et al. Peter Norton: a bíblia do programador. Edson Vianna et al. ed. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. e) publicação sem autor – a entrada deve ser feita pelo título e somente a primeira palavra escreve-se em letra maiúscula EDUCAÇÃO e promoção da saúde no programa do controle de raiva. Em casos específicos.

h) publicação em que o autor do capítulo é o mesmo autor da publicação – quando foi utilizado somente um capítulo da publicação. Rio de Janeiro: Atheneu.. X.. p. 8. Clínica e laboratório: interpretação clínica das provas laboratoriais. C. SPOERRI. editor (Ed.1988.30 f) publicação em que o autor é organizador (Org. ed. Sobrinho). Jaboticabal: Funep. G. Reações psicogênicas e neuroses.) etc.). 1976. 8. CARVALHO. Doenças produzidas por fungos.). 5. p. N. GARCIA MÁRQUEZ. . 424 p. C. cap. G. G. 2000. E. El general em su laberinto. Tecnologia da cerveja. Campinas: Fundação Cargill. 159-182. Habana: Casa de las Americas. cap. GUERRA. In: ___. Manual de psiquiatria: fundamentos da clínica psiquiátrica. 1989. M. VENTURINI FILHO. 83 p. W. Sementes: ciência. Filho. T. NAGAKAWA. i) publicação em que o autor tem sobrenomes compostos – adota-se a entrada pelo penúltimo sobrenome. compilador (Comp.). R. 1988. J. (Org. substitui-se o nome do autor por um travessão de três toques após o “In:”. g) publicação em que o autor do capítulo é diferente do autor da publicação DEL NEGRO. São Paulo: Sarvier. In: GUIMARÃES. 255-300. 3. tecnologia e produção. 286 p. Neto. coordenador (Coord. j) publicação em que o sobrenome indica parentesco – não são considerados como entrada (Júnior.). ed.

4. jun. data e número de páginas. São Paulo: Brasiliense.) Elementos essenciais: nome do periódico (em letra maiúscula e negrito).2 Publicações periódicas (revistas. 20th ed. a) periódico no todo REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. A abreviatura dos meses em exemplares de periódicos deve ser feita de acordo com a Figura 6. volume. Dewey decimal classification and relative index. 514 p. jornais. 2005. (Coleção Primeiros Passos. COMAROMI. tables.). número do fascículo. Brasília: ANVISA. 2004.31 k) publicação em que o autor é entidade AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA.2. 67). 1989.E. 47 p. Albany: Forest. Albany: Forest. m) publicação editada em volumes COMAROMI. (Ed. O que é comunicação. . J. Guia de estabilidade de produtos cosméticos. 2006.3. 4 v. J.). local de publicação. 5. 87 p. boletins etc. J. 12. 105 p. 1989. Rio de Janeiro: IBGE.P.1. v. Dewey decimal classification and relative index: introduction. l) publicação pertencente à coleção DÍAZ BORDENAVE. v. 20th ed.P. 1. (Ed. n. editora.

p. nome do periódico (em negrito). mar. 231-236. ott. Roberto. 1999. 1999. apr. set. v. 2. mar. número do fascículo. agosto sept. jul. 13. mayo jun. 28 jun. F. p. set. juin. marzo abr. p. título do artigo. 38. DF. Feb. Consulex. c) artigo de jornal NAVES. febbr. Inglês Jan. P. Mar. n. 18-23. out. CATÂNEO. 17. févr. Brasília. juil. abr. Sept. AS 500 maiores empresas do Brasil. Francês janv. 1. Dano ambiental. 1. Marz Apr. TORRES. Antonio. fev. v. août. Mai Juni Juli Aug. Apr. maio jun. Abreviatura dos meses: Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Português Espanhol jan. . paginação inicial e final. magg giugno luglio ag. Okt. Mars Avril mai. Lagos andinos dão banho de beleza. Rio de Janeiro. Alemão Jan. sept. May June July Aug. Feb. local de publicação. Folha Turismo. Elaboração de um sistema integrado de computação para quantificação da biomassa florestal. oct. Sept. TOURINHO NETO. Oct. 9. cct. Manoel. enero feb. Conjuntura Econômica. sett. fev. Caderno 8. mês. volume. Científica. abr. Edição especial. Italiano genn. ago.32 b) artigo de periódico Elementos essenciais: autor(es) do artigo. v. jul. 1997. 2005. n. n. Folha de São Paulo. São Paulo. ano e informações complementares. São Paulo. C. VEIGA.

Cássio Leite. . 2007.33 Novembro Dezembro nov. 06 jul. n. Antonio (Ed. 5 CD-ROM.br/divulga/noticias/2007/060707. LOPES. nov. Brasília. dic. 1998. 1998. André. Neo Interativa.]: Virtual Books.terra. HOUAISS.htm>. PRODUTOS sem registro são suspensos pela Agência. déc. [s. 2002. Nov. Acesso em: 29 set.br/virtualbooks/freebook/port/navionegreiro.l. Disponível em: <http://www.).anvisa. São Paulo: Delta. dic. Disponível em: <http://www. Notícias da ANVISA. Dez. c) parte de uma obra MORFOLOGIA dos artrópodes. 1 CD-ROM. Nov. A queda do cometa. 22) 4. [s. Figura 6 – Abreviatura dos meses do ano Fonte: Adaptado de ABNT (2002b. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. b) obras consultadas online ALVES. 2000. d) artigo de revista em meio eletrônico VIEIRA. Marcelo.htm>. dez.1.l. nov.3. Direção geral de André Koogan Breikmam.gov. Acesso em: 10 jan. Navio negreiro. CD-ROM 9. p.3 Materiais em meio eletrônico a) enciclopédia eletrônica KOOGAN. Castro.]: Planeta DeAgostini. 1994.2. Dec. Enciclopédia e dicionário digital 98.com. nov. 2007. 2. Rio de Janeiro.

4. 2009. L.htm>. 1998.providafamilia. g) artigo de jornal em meio eletrônico SILVA. 4. Acesso em: 30 nov.ufpe. 1998. P. dez. Revista de Saúde Pública. Pena de morte para o nascituro. Disponível em: . 23.br/trata/hemo. 6.. 2003. p. Crimes na era digital.. h) evento em meio eletrônico CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.br/contexts>. n. Acesso em: 10 set. 19 set.com.. São Paulo. Recife: UFPe. M. f) informações da internet sem autoria específica HEMODIÁLISE. Mesa-redonda. Rio de Janeiro: ABRASCO. M. Recife. 1998..org/penademorte_nascituro. 1998.propesq. São Paulo.34 SILVA. Disponível em: <www. Anais eletrônicos.NET. Acesso em: 19 set. Globalização e saúde: impacto nos perfis epidemiológicos das populações. Acesso em: 28 dez.htm>. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA. Acesso em: 21 jan. Disponível em: <http://www. 1998..htm>. C. 1996. Disponível em: <http://www. 1998.br/anais/anais. Ives Gandra da. i) trabalho apresentado em evento em meio eletrônico SABROZA. Fanny Viviana. Anais eletrônicos. . O Estado de São Paulo.php?script=sci_arttext&pid=S003489101989000600005&lng=en&nrm=iso>.com.scielo. 1997. 473-477. e) artigo de revista localizado em bases de dados LOPEZ ALEGRIA. Rio de Janeiro.. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://brazilnet. 1996.br/scielo. v. nov. 1989. Gravidez na adolescência: estudo comparativo.rimonline. Rio de Janeiro.

2006. Disponível em: <http://www. inscrição em concurso para cargo público. BRASIL.br/jsumusurisnet/STF. Acesso em: 17 jan. k) documento iconográfico em meio eletrônico ESTAÇÃO da Cia.saude. Disponível em: <http://www.ed. 1 CD-ROM. color. m) software MICROSOFT Windows NT Workstation: sistema operacional versão 4. Acesso em: 19 nov.pdf>. [s. restringir.flmnh.araraquara.truenetm. . p&b.sp.abrasco. 2007. 1 fotografia. 1998. 1999. Disponível em: <ftp://ftp. Gainnesville.html>.]: Microsoft Corporation. 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 1 mapa.julho . 1999.br/eventos/abrasco/php>. Súmula nº 14.0. bibliografia brasileira de Direito. 1985-1966. Paulista com locomotiva elétrica e linhas de bitola larga. Senado Federal. Araraquara: Prefeitura do Município de Araraquara. Memória fotográfica de Araraquara. Acesso em: 29 nov.com.000. 2005.ufl.929.35 <http://www.gov.06/iels124/E_DC-50929_300606. Não é admissível.edu/map/Brazil. Disponível em: <http://www. Acesso em: 05 nov. j) documento jurídico em meio eletrônico LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais. por ato administrativo. Escala 1:40. l) documento cartográfico em meio eletrônico FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. DF.gov.jpg>.l. 7. Acesso em: 15 jan. 2000. Brasília. em razão de idade. de 30 de junho de 2006. Decreto nº 50.br>.000. Supremo Tribunal Federal. 1999. SÃO PAULO (Estado).sp.org. 1 CD-ROM.br/ftpsessp/bibliote/informe_eletronico/2006/iels.

Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. v. acrescenta-se a palavra Constituição. Decreto n. de 20 de janeiro de 1998. Medida provisória n. 1.1. Delphi interprise: help. Seção 1. n) documentos recebidos por e-mail ALMEIDA. Constituição (1988).0. Doumento eletrônico disponibilizado com o ambiente GOOGLE EARTH. Documento eletrônico disponibilizado com o ambiente Delphi 3. 1997. p. no caso de se tratar de normas). 62. data e dados da publicação. ESTADO ou MUNICÍPIO. 1998.282. 3. No caso de constituições e suas emendas. numeração. 42. seguida do ano de promulgação entre parênteses.P. 1988.S. DF. [s.com. 217-220.3. p. Em virtude do caráter informal. n. M. 14 dez. 29514.br> em 12 jan. Mensagem recebida por <mtmendes@uol. Órgão da administração governamental direta (ministérios. Version 3. etc. título. 2002. 1997. Fichas para MARC [mensagem pessoal]. 2009. Brasília: Senado Federal. Acesso em: 10 set. SÃO PAULO (Estado).2. Note que mensagens eletrônicas devem ser citadas e constar nas referências somente quando não houver outra forma de obter o documento. BRASIL. não é recomendável seu uso como fonte científica ou de pesquisa. Brasília. São Paulo.36 PRAÇA São Cristóvão. Poder Executivo. BRASIL. .569-9.0.l. Constituição da República Federativa do Brasil.): entra-se pelo nome do lugar que indica a esfera de subordinação (em letra maiúscula) – PAÍS.4 Legislação Elementos essenciais: jurisdição (ou cabeçalho da entidade. secretarias. de 11 de dezembro de 1997.]: Borland. 540 p. entre o nome da jurisdição e o título. BORLAND SOFTWARE CORPORATION. 4.

Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados.1.3. BRASIL. R. livro de resumos etc. ago.6 Doutrina Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais (livros.7 Evento a) evento no todo Elementos essenciais: nome do evento.3. seguidos dos dados de local de publicação. 103. etc. p.441PE (94. ano e local (cidade) de realização. mar. título (natureza da decisão ou ementa) e número. artigos de periódicos. BARROS. 4 de março de 1997. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. Em seguida deve-se mencionar o título do documento (anais. local. 558-562.10.01629-6). n. Tribunal Regional Federal (5ª Região).2.).5 Jurisprudência Elementos essenciais: jurisdição e órgão judiciário competente. data e dados da publicação. 19. editora e data da publicação. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco.37 4. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife. numeração (se houver).2. . São Paulo.1. 53-72. v.G. Apelação cível nº 42. partes envolvidas (se houver).2. v.3. 4.05. n. relator. atas. 1995. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. São Paulo.). p. Apelante: Edilemos Mamede dos Santos. 139. periódicos.1. 4. 1998.

1994. b) trabalho apresentado em evento Elementos essenciais: autor(es). 30 maio 1995. 2004. 751 p. BR n. São Paulo: Universidade de São Paulo. título do trabalho apresentado seguido da expressão “In”:..8 Patentes Elementos essenciais: entidade responsável e/ou autor. ano local (cidade) de realização. 2004. BRAYNER. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. Rodrigo Ferreira. local. PI 8903105-9..2. Anais. atas.1. EMBRAPA. Química: academia. p.. número da patente e datas (do período de registro). São Paulo: Sociedade Brasileira de Química.).3. 4. MEDEIROS.2. 20. 9. 1989. Osasco. numeração do evento (se houver). 4. B. 1997. 15 p.9 Trabalhos acadêmicos e monografias BUENO.. editora. Paulo Estevão Cruvinel. Mobiliário modular para quarto. R. 1994. A. nome do evento. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS. Universidade Bandeirante de São Paulo. São Paulo. Trabalho Final de Graduação (TFG) – Curso de Design. 16-29.1. título do documento (anais. Unidade de Apoio. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos. 26 jun. C. indústria. 1997. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos.38 REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA.. sociedade: livro de resumos. SP). Poços de Caldas. data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. tópico temático etc. A. . 142 f.3. título.

fotografia. 121 f. 92 f. E. Coleção particular. Universidade Bandeirante de São Paulo.2.1. Posturas de drenagem. 1997.2. Elementos essenciais: autor(es). D. São Paulo. ilustração. Catalogação de postais. 4. 1999. cartaz entre outros. material estereográfico.10 Dissertações e teses ARAÚJO. 1999. Estudo clínico comparativo entre próteses totais montadas sem articuladores totalmente ajustáveis (T. 1989. entre colchetes). L. esquina da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio: nº 1930-33. diapositivo. 1999. 1 original de arte. 87 f. Paisagem .T.3. R. data e especificação do suporte. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) – Curso de Fisioterapia. A. transparência.1. . 1989.3. 1999. K. Universidade de São Paulo. Universidade de São Paulo.) regulados com base na curva de compensação individual pela técnica de Hanau. 41 f. óleo sobre tela. 1 fotografia. MATTOS. Plantas diversas. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni à Rua da Paz. Dissertação (Mestrado em Odontopediatria) – Faculdade de Odontologia.11 Documentos iconográficos Inclui pintura.39 SANTOS. São Paulo. J. CIAMPONI. A. E. desenho técnico. Bauru. color. gravura. LEVI. ALENTEJO. 1987. Avaliação de desempenho clínico de restaurações de resina composta em molares decíduos: dois anos de acompanhamento. KOBAYASHI. M. 1992. 1992. 4. diafilme. 40 cm x 50 cm. 16 cm x 56 cm.Quatro Barras. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem título. 108 f. título (quando não existir. Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Monografia (Especialização) – Faculdade de Biblioteconomia. Gessem V.. Tese (Doutorado em Clínicas Odontológicas) – Faculdade de Odontologia. Doença dos xavantes. Originais em papel vegetal. São Paulo. 1980.

DATUM CONSULTORIA E PROJETOS.2. ALCIONE. Escala 1:2. 15 jul. data e especificação do suporte. Revelação. . Desenhista: Pedro. ATLAS Mirador Internacional. 1 disco sonoro. 1912. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. [sem título]. título.000. 1988. 4.3. central de água gelada. 1988. PEREIRA. 12 cm x 24 cm. Escalas variam. MPB especial. Ouro e cobre. 1 atlas. data de publicação. entre outros. Elementos essenciais: compositor(es) ou intérprete(s). título. 1 CD. local. designação específica e escala. 1824. C. 1 atlas. Regiões de governo do Estado de São Paulo.40 SILVA. Hotel Porto do Sol São Paulo: ar condicionado e ventilação mecânica: fluxograma hidráulico.2. N º da obra: 1744/96/Folha 10. 1 fotografia. 1 fotografia. Projeto final. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay. FAGNER. local. R. 4. 1996. [Família Silva]. 1 cassete sonoro. 1994. São Paulo. L. p&b. Rio de janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. 10 cm x 15 cm. p&b. 1995. cassete.1. São Paulo: RCA Victor. editora. SP). gravadora (ou equivalente).1.3.12 Documentos cartográficos Elementos essenciais: autor(es).13 Documentos sonoros Inclui disco. CD (compact disc). 1981. Rio de Janeiro: CBS.

Direção: Walter Salles Júnior. OS PERIGOS do uso de tóxicos. São Paulo: CERAVI. DVD.nyu. local.V. 1528.3.2. título. 1 videocassete. 2005. 1991]. Garcia. 2 cassetes sonoros. New York: NYU Medical Center. . Entrevistadores: V.1.2. Veja. Produção: Martire de Clemont-Tonnerre e Arthur Cohn. Luiz Inácio Lula da.15 Entrevista Elementos essenciais: Nome do entrevistado.1. nota da entrevista. videocassetes. E. n. 2008. CENTRAL do Brasil.41 4. 9-11.med. produtor. produtora. referência da publicação. Produção de Jorge Ramos de Andrade. diretor. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP. Rio de Janeiro: Riofilme.14 Imagem em movimento Inclui filmes. internet. 4 set. São Paulo: SENAI-SP. 1998. Elementos essenciais: título.3. a) entrevista impressa MELLO. 1 bobina cinematográfica. Tremel e M.edu/cvsurgery/cardiac/physicians/videos/>. Acesso em: 02 jan. Department of Cardiothoracic Surgery. São Paulo. entre outros. b) entrevista gravada SILVA. O passado no presente. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima. 1991. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. 1998. 1983. 4. MINIMALLY invasive aortic valve replacement (mechanical prosthesis). p. data e especificação do suporte em unidades físicas. Disponível em: <http://www.

Bastos. Bíblia. 1 CD-ROM. Bula de medicamento. O organismo da tribo. São José dos Campos: Johnson & Johnson.2. São Bernardo do Campo: [s.3. b) em parte JÓ. b) cartaz FARIA. Responsável técnico Delosmar R. Roma: Galeria La Pigna. 4. Português.].389-412. Português. 1980. In: Bíblia sagrada.1. Edição Ecumênica. [15 mar. Panorama da comunicação interna na Empresa X. Aloísio.42 c) entrevista informal MACHADO. 2007. 1997. 2007]. p. . Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. 1980. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. 1 cartaz. 1915 p. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. N.l. Edição Ecumênica.M. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. 4.16 Bíblia a) no todo BÍBLIA. Bíblia sagrada.2.17 Outros materiais a) bula de medicamento RESPRIN: comprimidos.3. Entrevistadores: Ana Paula Santos e Cláudio Barbosa. 1993.1.

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c) folheto LABORATÓRIO SCHERING. Planejamento familiar. São Paulo: Laboratório Schering, 2007. Não paginado. 1 folheto.

d) folder SÃO PAULO (Cidade). Secretaria do Verde e do Meio Ambiente. A fauna silvestre da cidade. São Paulo: Prefeitura da Cidade de São Paulo, 2006. 1 folder.

e) manual MANUAL de instruções e operações: moinhos USI-180. Farroupilha: USIFER, 2004. 519 p.

f) apostila TEODOROWITSCH, Roland. Manual de ética, estilo e português para a elaboração de trabalhos acadêmicos. Gravataí: Ulbra, 2003. 10 f. Disponível em: <http://www.ulbra.tche.br/~roland/pub/etica-est-port-2003-1.pdf>. Acesso em: 17 mar. 2003. TEODOROWITSCH, Roland. NC - Uma Biblioteca para Gerência de Threads no Sistema Operacional MS-DOS. Canoas: [S.n.], 1999. (Apostila da disciplina Projeto de Sistemas Operacionais, Curso de Ciência da Computação, Universidade Luterana do Brasil).

g) dicionário/enciclopédia/index no todo MERCK Index, The : an encyclopedia of chemicals, drugs, and biologicals. 12. ed. Whitehouse Station: Merck & Co., 1996. Paginação irregular.

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h) verbete de dicionário/enciclopédia/index DISOFROL. In: COMPÊNDIO médico: dicionário brasileiro de medicamentos. 34. ed. São Paulo: Organização Andrei, 1999.

4.3.2 Bibliografia

Elemento opcional que se refere aos itens apenas consultados, mas que não foram citados para a elaboração da pesquisa/estudo. Sua formatação deve seguir as mesmas normas das referências. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico, portanto, seu título aparece centralizado na página, grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. Veja modelo na página 88.

4.3.3 Glossário

Relação de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições. Elemento opcional, elaborado em ordem alfabética. Parte do trabalho que não apresenta indicativo numérico, portanto, seu título aparece centralizado na página, grafado em caixa alta (letras maiúsculas) e negrito. Veja modelo na página 89.

4.3.4 Apêndice(s)

Texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. Elemento opcional, identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.

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Excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos apêndices, quando esgotadas as letras do alfabeto. Aqui devem ser colocados os questionários, termos de autorização para publicação de imagem, plantas de arquitetura, fichas de anamnese etc. Veja modelo na página 90. Exemplos: APÊNDICE A – Modelo de questionário aplicado aos professores da rede pública APÊNDICE B – Modelo de questionário aplicado aos pais dos alunos

4.3.5 Anexo(s)

Texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração. Elemento opcional, identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos apêndices, quando esgotadas as letras do alfabeto. A fonte de onde foi extraído o conteúdo deve ser indicada logo abaixo dele, alinhado à esquerda e nos mesmos padrões da citação, e a referência completa deve aparecer na parte Referências. Veja modelo na página 91.

Exemplos: ANEXO A – Avaliação numérica de células inflamatórias totais ANEXO B – Avaliação de células musculares presentes nas caudas

As referências devem ser separadas entre si por dois espaços simples.7 cm). referências. notas de rodapé. natureza do trabalho.1 FORMATO Segundo a NBR 14724 (ABNT. paginação e legendas das ilustrações e das tabelas que devem ser digitadas em tamanho menor e uniforme em todo o trabalho. formato A4 (21 cm x 29. legendas das ilustrações e das tabelas. excetuando-se as citações de mais de três linhas. 5. As folhas devem ser digitadas somente na parte da frente. objetivo. ficha catalográfica. deve-se digitar com espaçamento simples. A digitação do trabalho deve ser feita utilizando-se da fonte Arial tamanho 12 para todo texto. nome da Instituição a que é submetida e área de concentração. O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho.3 ESPACEJAMENTO Todo o texto deve ser digitado com espaço 1. .46 5 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO 5. 5. notas de rodapé.2 MARGEM As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm. direita e inferior de 2 cm. com exceção da folha de rosto que contém a ficha catalográfica no verso.5. 2005) os textos devem ser apresentados em papel branco. Para as citações com mais de três linhas.

5.3 Indicativos de seção O indicativo numérico de uma seção precede seu título (introdução.47 Os títulos das seções primárias devem começar na parte superior de uma página nova e serem separados do texto que os sucede por dois espaços 1. Veja modelo na página 28.5 entrelinhas. 5.) devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços 1.25 cm (1 TAB). ficando separadas do texto por um espaço simples entrelinhas e por filete de 3 cm. Na folha de rosto a natureza do trabalho.1 Parágrafo Parte do texto que tem por finalidade expressar as etapas do raciocínio. . 5.3. não sendo recomendado mudar de página. toda vez que se avança na sequência do raciocínio marca o fim de uma etapa e o começo de outra.5.5.3.2 Notas de rodapé As notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens. a partir da margem esquerda. o nome da Instituição a que é submetido e a área de concentração devem ser alinhados do meio da página para a margem direita. Os parágrafos são iniciados por um espaço de 1. A mudança de parágrafo. Entre um parágrafo e outro o espacejamento continua sendo 1. o objetivo. terciárias etc. Os títulos das subseções (secundárias.3. objetivo.

2. conforme NBR 6024 (ABNT. anexo) devem ser centralizados. Exemplo: 1 INTRODUÇÃO . glossário. 5.48 revisão da literatura. 78. 89. lista de tabelas. resumo. lista de ilustrações.5 Elementos sem título e sem indicativo numérico Fazem parte desses elementos a dedicatória (modelo na página 73) e a epígrafe (modelo na página 75). abstract. 80. A numeração é coloca- .3. 79. 91. 77. 76. 86. 74.3.. 2. lista de abreviaturas e siglas.4 Títulos sem indicativo numérico Os títulos sem indicativo numérico (errata. 81.1 DIABETES MELLITUS . material e método. Veja modelos nas páginas 71. apêndice.. separado por um espaço de caractere sem pontuação após o número. sumário.4 PAGINAÇÃO Todas as folhas do trabalho. referências. agradecimentos.3. 5.. As folhas correspondentes aos elementos pré-textuais não são numeradas. discussão e conclusão) alinhado à esquerda. resultado.. nem mesmo com algarismos romanos. a partir da folha de rosto (inclusive) devem ser contadas sequencialmente. 90. 2003a).1 Diabetes no idoso 5. 82. lista de símbolos.

No caso do trabalho ser constituído de mais de um volume. as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.49 da a partir da primeira folha da Introdução. indicada por uma letra minúscula e seguida de parênteses. b) as alíneas são ordenadas alfabeticamente. no texto e de forma idêntica no sumário. Destacam-se gradativamente os títulos das seções. Todas as seções devem conter um texto relacionado a elas. A disposição gráfica das alíneas deve obedecer ao que segue: a) o trecho final anterior às alíneas termina em dois pontos. e) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria alínea. As seções primárias. exceto a última que termina em ponto. . devem iniciar em folha distinta. no canto superior direito da folha a 2 cm da borda superior. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. deve ser mantida uma única sequência de numeração das folhas. d) o texto da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula. Havendo apêndice e anexo. 5. do primeiro ao último volume. deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. por serem as principais divisões de um texto. c) as letras indicativas são alinhadas com os parágrafos (1 TAB). esta deve ser subdividida em alíneas: cada uma das subdivisões de um documento. em algarismos arábicos (Arial 10). utilizando-se os recursos de negrito e caixa alta (letra maiúscula).5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção.

99. 1985. mais recomendada para trabalhos da áreas de Ciências Humanas. 2002ª. . os pacientes são obrigados a comparecer nas reuniões trimestrais[. p. “Para enfatizar trechos da citação. As transcrições de até três linhas devem estar entre aspas duplas (“. p..50 5. faça de conta que está morta” (SÁ.6. Os sobrenomes dos autores citados devem estar em caixa alta (letra maiúscula) se colocados entre parênteses e somente com a primeira letra maiúscula (demais minúsculas) se estiver fora dos parênteses. enquanto nas citações indiretas a indicação das páginas é opcional. 2008. de uma informação extraída de outra fonte”.. “apesar das aparências. A apresentação no texto deve acontecer de acordo com o tipo de citação. 1) citação é a “menção.. grifo nosso). e a indicação da página consultada é obrigatória após a data. separada por vírgula.”). Nas citações diretas a indicação da página consultada é obrigatória. “Não se mova. após a idealização da citação” (ABNT. p.1 Citação direta Transcrição textual (cópia) dos conceitos do autor consultado. 2002a. BONNIN. “Desta maneira. Exemplos: Segundo Derrida (1967.. p. deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão grifo nosso entre parênteses. Veja modelo de citação direta no início desta seção e de citação indireta nas páginas 51 e 52. 3). 72). 5. a desconstrução do logocentrismo não é uma psicanálise da filosofia”.] (SILVA. p. 293).6 CITAÇÕES De acordo com a NBR 10520 (ABNT.

1993. 181). Segundo Bekouf (2008). Exemplos: Depois. p. Através de áudio conferência. 1978. em espaço simples e sem aspas. comforme a classificação proposta por Authier-Reiriz (1982). a elaboração do projeto arquitetônico tomou partido da disposição geográfica dos equipamentos instalados até o momento. 5. um sinal de áudio pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão (NICHOLS.51 As transcrições com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda. Exemplo: A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem. tudo isso deve ser responsável pela arquitetura meio livre e sensual que prefiro (SANTOS.2 Citação indireta Transcrição livre (interpretação) do texto do autor consultado. separada por vírgula. com letra menor que a do texto. as velhas igrejas barrocas de Minas Gerais.6. considerando as características topográficas e o traçado original da obra. e a indicação da página consultada é obrigatória após a data. Nas citações indiretas a indicação da página consultada é opcional. e computador. é o ambiente em que vivemos: as montanhas do Rio. . A ironia seria assim uma forma implícita de heterogeneidade mostrada. as mulheres bonitas passam pela vida. telefone. utilizando a companhia local de telefone. p. relacionando o intervalo de páginas consultadas para elaboração daquele pensamento. 101-114). Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão.

Neste caso.52 5. deve-se esclarecer somente em nota de rodapé.6.3 Citação de citação Transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. 29 apud GONZAGA. Albuquerque relata a eficácia da experiência com o método mãe canguru no Sertão Nordestino (2006. 214). G. p.6. 115). p. extraído de comunicação pessoal (aulas. 1993. indicando a fonte pelo sobrenome/instituição/título (da mesma forma que .2. não é feita referência. USP – Campus de São Paulo) Comunicação pessoal.6. 4 VOLPATO. p. 2009. (Instituto de Biociências. Exemplo: Volpato4 constatou que a correspondência entre ambos era perfeita. Exemplos: O fato de ler envolve um processamento serial que começa com uma fixação ocular do texto (PASTRO. 172 apud LIMA. palestras etc. 5. 5. sendo o último (autor da publicação) que vai aparecer em Referências.1 Citação de comunicação pessoal Quando for necessário citar texto não publicado.4 Sistema de chamada para citação O método para indicar as citações no texto utilizado pela UNIBAN é o Sistema autor-data.). p. Neste caso utiliza-se a expressão latina apud entre o autor citado e o consultado. 1995. 2008.L.

6. de mesmo sobrenome e mesma data Quando coincidirem dois autores diferentes.. Se ainda assim houver coincidência. coloque os prenomes por extenso. 314). deve-se acrescentar a inicial do prenome. acrescente letras minúsculas sem espacejamento.. p. mantendo a ordem alfabética nos títulos.53 a entrada na referência). Exemplo: Segundo Gimenez (2006. Bruno. 2002b) . 5. seguido da data de publicação.2 Para autor com duas obras diferentes e mesma data Quando o autor aparece nas suas referências com duas ou mais obras publicadas na mesma data. B. B. 1993) 5. sempre entre parênteses e separando-os por vírgula. “a maioria dos alunos em fase de elaboração do TCC se diz confusa em relação ao uso das normas [de metodologia científica]”. 2002a) (CRUZ.4..6.. Exemplo: (NOGUEIRA. Exemplo: (CRUZ. 1993) .. 1993) (NOGUEIRA. 1993) (NOGUEIRA. com a mesma data.4. Bárbara.1 Para dois autores diferentes. de mesmo sobrenome. (NOGUEIRA.

1999.4. 2007) (MACARTHUR. em ordem cronológica. GOMES. têm as respectivas datas separadas do sobrenome por vírgula.. 2002. 2005.4 Para documentos de autores diferentes. em ordem cronológica. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente.6.5 Para documentos de autores diferentes. 2004).54 5. 1989. CORREA. 5. COSTA.6. REIS. 2000) 5. 1999. têm as suas datas separadas por vírgula.6. GARCIA et al.4. Exemplos: (BATISTA. 1998. Exemplos: (DREYFUSS. SACKS et al.3 Para diversos documentos da mesma autoria. 1991.4. COLEMANN. MONTENEGRO. publicados em anos diferentes Citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria. publicados em anos diferentes Citações indiretas de diversos documentos de autores diferentes. 2003. no mesmo ano de publicação Exemplo: (ANDRADE.. 2010) . 1995) (CRUZ. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente.

conforme. 5. Usada somente em notas..7.7 EXPRESSÕES LATINAS Algumas expressões latinas são utilizadas em notas de rodapé. Exemplo: DURKHEIM. segundo. Exemplo: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. p. 190 . 3) diz ser.176 Ibid. 1999. (EVANS.55 5. 1992. p. 1989. Usada em notas e no texto. 2-3) Veja modelo na página 62. – mesmo autor.3 Ibidem ou Ibid. – na mesma obra.2 Idem ou Id. 9 Id.1 Apud – citado por. 2000.7. 1987 apud SAGE. 19 5. 1925. Exemplos: Segundo Silva (apud ABREU.7. no texto ou em referências para normalização da redação científica. 5. Usada somente em notas... p.. p. p. p.

4 Opus citatum. p. Exemplo: Cf.7 Cf. – no lugar citado.8 Sequentia ou et seq. conforme.7. . 1996. confronte. 33-46 TOMASELLI.7. Usada somente em notas.. 1997. p. 38 ADORNO. 17 et seq. CALDEIRA. cit.56 5. Exemplo: RIBEIRO. cit.7.5 Passim – aqui e ali. – confira. loc. p. 40 5.7. cit. passim 5.6 Loco citato ou loc cit. op. Usada somente em notas. 1992. – obra citada. Exemplo: TOMASELLI. PORTER. Exemplos: ADORNO. 1992 5. Usada somente em notas. Usada somente em notas. opere citato ou op. 1994. 1992. PORTER. 5. p. Exemplo: FOULCAULT. Usada somente em notas.7. – seguinte ou que se segue.

128 p. 5. Exemplos: x2 + y2 = z2 (x2 + y2)/5 = n . 2007.(1) .9 Et al.57 5.(2) . et al. colocada entre parênteses. ed.. se necessário.9 EQUAÇÕES E FÓRMULAS Para facilitar a leitura. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. Exemplos: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) 5.8 SIGLAS Reunião das letras iniciais dos vocábulos fundamentais de uma denominação ou título. São Paulo: Atlas. Usada em referências com mais de três autores. devem ser destacadas no texto e. Na sequência normal do texto. P. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes. a forma completa do nome precede a sigla. Exemplo: SILVA.. índices e outros). alinhados à direita. 15.7. Quando aparece pela primeira vez no texto.. J. Organização de sistemas decimais para classificação.. – e outros.

ou de um terreno ou de uma pequena área da superfície terrestre que mostra a região em que está localizado.58 5. onde são indicados prazos para cada atividade.10 ILUSTRAÇÕES Imagem que acompanha um texto. país. Mês/Atividades mar abr mai jun jul ago set out nov dez Escolha do tema Levantamento bibliográfico Fundamentação teórica Aplicação da pesquisa Coleta de dados Análise e interpretação dos dados Redação do relatório da pesquisa Entrega do trabalho Apresentação à Banca Examinadora Figura 32 – Cronograma para desenvolvimento das atividades em 2007 Fonte: Acervo pessoal . qualquer que seja seu tipo: a) planta – representação gráfica do corte horizontal de um edifício. território etc.. de um terreno. b) mapa – representação. c) cronograma – representação gráfica da previsão da execução de um trabalho. em superfície plana e escala menor.

com objetivo lúdico. científico. pontos e manchas.59 d) desenho – representação de formas sobre uma superfície. Figura 15 – Ensaio a lápis sobre papel manteiga Fonte: Moraes (2005) e) esquema – figura que representa. artístico. não a forma dos objetos. mas as suas relações e funções. por meio de linhas. ou técnico. C1 A B1 B2 C2 C3 Figura 9 – Esquema de distribuição das variáveis Fonte: Silva (1999) .

diagrama de fluxo. Figura 31 – Fluxograma dos transplantes realizados até 2005 Fonte: SANTA CASA DE MISERICÓRDIA (2006) g) fotografia – imagem obtida pelo processo de formar e fixar a representação de um objeto com emulsão fotossensível.60 f) fluxograma – representação gráfica da definição. econômicos. análise e solução de um problema na qual são empregados símbolos geométricos e notações simbólicas. e que indica os arranjos e as inter-relações de suas unidades. sociais ou outros. i) organograma – quadro geométrico representativo de uma organização ou serviço. Presidência Administração Almoxarifado Compras Contabilidade Pessoal Figura 28 – Organograma básico da empresa de médio porte Fonte: Santana (2001) . h) gráfico – representação gráfica de fenômenos físicos.

seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. Para utilização de imagens de pessoas. o mais próximo possível do trecho no texto a que se refere. A ilustração deve ser inserida centralizada na página. é necessário o preenchimento de um termo de autorização para divulgação assinado pela pessoa que serviu de modelo.”. A fonte de onde foi extraída a ilustração deve ser indicada abaixo da identificação. Laboratório Fundação de Ciência e Tecnologia Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Biologia Celular Instituto de Pesquisas Energética e Nucleares Quadro 1 – Localização geográfica dos Núcleos de pesquisa Fonte: Abrahão (1996) Estado RS AM DF SP Sua identificação aparece em algarismos arábicos na parte inferior. gráficos e texto. gravura ou pela fotografia. . alinhada à esquerda e precedida da palavra designativa. conforme o projeto gráfico. deve constar “Fonte: Adaptado de.61 j) retrato – representação da imagem de uma pessoa real. tornando-os facilmente visíveis ao observador. pintura. deve constar “Fonte: Acervo pessoal”. em geral com essa forma. Quando o material foi retirado de uma publicação e alterado pelo autor do trabalho. do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara dispensando consulta ao texto. que deve ser anexado ao trabalho. alinhada à esquerda e nos mesmos padrões da citação. Quando o material for produzido pelo autor do trabalho. k) quadro – moldura ou cercadura gráfica. que limita externamente pinturas.. mapas.. pelo desenho.

2005) as tabelas apresentam dados estatísticos.62 Exemplos: Figura 22 – Logotipo do Núcleo de Bibliotecas UNIBAN Fonte: NUCLEO DE BIBLIOTECAS UNIBAN (2007) FÉ CAMPANHA DE LEITURA NAS FÉRIAS APROVEITE. com os respectivos resultados. Os livros que você levar a partir de 03 de feverei dezembro só devolverá em 14 de fevereiro! Figura 15 – Sugestão de cartaz para divulgação de notícias Fonte: Acervo pessoal 5.. do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara dispensando consulta ao texto.11 TABELAS Relação. lista. alinhada à esquerda e precedida da palavra “Tabela”. Sua identificação aparece em algarismos arábicos na parte superior. registro ordenado de cálculos feitos antecipadamente.. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. apresentados sem moldura. Segundo IBGE (1993 apud ABNT. rol. .

ibge.gov.br mapas. conforme o projeto gráfico.725. Exemplo: Tabela 5 – Estatística de uso do site www.957 Total de usuários no mês Total de usuários em 2006 Usuários 1. A tabela deve ser inserida o mais próximo possível do trecho no texto a que se refere.gov.ibge.282.484 1.br Hits 122.sidra.gov.550 Fonte: IBGE.958.174. Quando o material for produzido pelo autor do trabalho. 2006.br www.498.ibge.492.535 13.175 105.486.br em novembro de 2006 Servidores WWW Total no mês www.102 56.442 15. alinhada à esquerda e nos mesmos padrões da citação.835 51.776 1.421 1.ibge. deve constar “Fonte: Acervo pessoal”.63 A fonte de onde foi extraída a tabela deve ser indicada abaixo da identificação. .gov.745.

A data de entrega final do Trabalho de Conclusão de Curso nas Bibliotecas segue calendário acadêmico publicado na Folha Universitária. de acordo com a determinação do Conselho de Graduação da UNIBAN Brasil.64 6 ENTREGA DOS TRABALHOS Depois de submetido à Banca Examinadora e ter todas as alterações e correções realizadas. um exemplar do Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser depositado pelo autor na Biblioteca do Campus onde foi desenvolvido. .

65 7 SEQUÊNCIA DOS ELEMENTOS DE ACORDO COM A NBR 14724 Anexo Apêndice Glossário Bibliografia Referências Elementos pós-textuais Páginas contadas e numeradas Elementos textuais Conclusão Discussão Resultado Material e método Revisão da litetarura Proposição Introdução Sumário Lista de símbolos Lista de abrev. Lista de ilustrações Abstract Resumo Epígrafe Agradecimentos Dedicatória Folha de aprovação Errata Folha de rosto Páginas contadas mas não numeradas Capa Elementos pré-textuais Lombada NO VERSO ficha catalográfica .

na sequência em que devem aparecer. e se ela é obrigatória ou opcional na estrutura do Trabalho. desde os pré-textuais até os pós-textuais. Exemplos: MODELO DE ERRATA OPCIONAL MODELO DE FOLHA DE ROSTO OBRIGATÓRIO MODELO DE CONCLUSÃO OBRIGATÓRIO .66 8 MODELOS Nesta parte são apresentados modelos de todos os elementos de um Trabalho Acadêmico. Na barra de identificação superior da folha existe a indicação do nome da parte.

São Bernado do Campo.MODELO DE CAPA OBRIGATÓRIO 67 UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO FRANCISCA MARIA DE OLIVEIRA INSTITUIÇÃO NOME DO 1º AUTOR NOME DO 2º AUTOR Arial 14 Espaço Simples Caixa alta Sem negrito A MORTE NA PSICOLOGIA: ESTUDO DE CASO TÍTULO: SUBTÍTULO Arial 14 Espaço Simples Caixa alta Sem negrito CIDADE (São Paulo. Osasco) ANO Arial 14 Espaço Simples Caixa alta Sem negrito SÃO PAULO 2006 .

MODELO DE LOMBADA OBRIGATÓRIO 68 UNIBAN Elaborada pela gráfica/encadernadora. TÍTULO: SUBTÍTULO ou tema principal Arial (tamanho suficiente) Caixa alta Sem negrito Gravado do alto para baixo 2006 . com os dados e o formato fornecidos pelo aluno.

: João Carlos de Souza e Silva CIDADE (São Paulo. Osasco) ANO Arial 14 Espaço Simples Caixa alta Sem negrito SÃO PAULO 2006 . Orientador. Arial 12 Espaço Simples Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Bandeirante de São Paulo.MODELO DE FOLHA DE ROSTO OBRIGATÓRIO 69 FRANCISCA MARIA DE OLIVEIRA CURSO DE PSICOLOGIA NOME DO 1º AUTOR NOME DO 2º AUTOR NOME DO CURSO Arial 14 Espaço Simples Caixa alta Sem negrito A MORTE NA PSICOLOGIA: ESTUDO DE CASO TÍTULO: SUBTÍTULO Arial 14 Espaço Simples Caixa alta Sem negrito Natureza e objetivo do trabalho. como exigência do Curso de Psicologia. São Bernado do Campo. Orientador: Prof. Dr.

.].n. il. Deus. Ms. -. Contraceptivo oral 2. Curso de Enfermagem. Orientadora: Profa. Métodos contraceptivos I. João de II. 30 cm. 49 f . Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Bandeirante de São Paulo. Pílula anticoncepcional 3. João de Deus.MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA OPCIONAL 70 IMPRESSO NO VERSO DA FOLHA DE ROSTO Souza. Zaira Bárbara da Silva 1. Antônio Maria de Orientações de enfermagem quanto ao uso correto de contraceptivos orais para mulheres jovens em idade fértil (entre 16 a 35 anos) / Antônio Maria de Souza. Título . 2006.São Paulo: [s.

MODELO DE ERRATA OPCIONAL 71 ERRATA Folha 24 40 Linha 9 13 Onde se lê Esperiencia Código Civil Leia-se Experiência Código de Processo Civil .

MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO OBRIGATÓRIO 72 MARIA DE FÁTIMA DOS SANTOS LAGE ACOMPANHAMENTO FISIOTERAPÊUTICO DO PACIENTE COM ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO APRESENTADO À UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO COMO EXIGÊNCIA DO CURSO DE FISIOTERAPIA Presidente e Orientador Nome: _____________________________________________________ Titulação: ___________________________________________________ Instituição: __________________________________________________ Assinatura: __________________________________________________ 2ª Examinador Nome: _____________________________________________________ Titulação: ___________________________________________________ Instituição: __________________________________________________ Assinatura: __________________________________________________ 3ª Examinador Nome: _____________________________________________________ Titulação: ___________________________________________________ Instituição: __________________________________________________ Assinatura: __________________________________________________ NOTA FINAL: ___________ Biblioteca Bibliotecário: _________________________________________________ Assinatura: _________________________________ Data: ___ / ___ / ___ São Paulo. ___ de ________________ de 20____ .

para que sigam estes passos nos seus estudos e à minha esposa. que me apoiaram e incentivaram quando quase desisti. Aos meus avós. Aos meus filhos.MODELO DE DEDICATÓRIA OPCIONAL 73 Dedico este trabalho aos Mestres que acompanharam esta minha jornada que agora chega ao fim. . sempre muito perto de mim. força constante e amorosa.

no apoio às pesquisas e na orientação quanto às inúmeras normas brasileiras. que me suportaram em momentos de angústia. muitos incansáveis. Meus sinceros agradecimentos a todos. Professor José da Silva. por ter conseguido terminar mais esta etapa da minha vida. correção e compreensão. Agradeço aos meus professores. pelas horas de leitura. . marido e filhos. de fraqueza e finalmente de alegria. Ao meu orientador. Não poderia deixar de agradecer aos Bibliotecários da UNIBAN. Depois à minha família.MODELO DE AGRADECIMENTO OPCIONAL 74 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus. que não me deixaram desistir.

Isaac Newton (1643-1727) . O que ignoramos é um oceano.MODELO DE EPÍGRAFE OPCIONAL 75 O que sabemos é uma gota.

O traçado de previsão manual permite decidir a melhor técnica e tipo de aparatologia ortodôntica que será utilizada. . T. 176 f. e o traçado de previsão computadorizado. O traçado de previsão cefalométrico. Universidade Bandeirante de São Paulo. facilitando a comunicação e orientação ao paciente sobre a cirurgia. O objetivo do estudo presente foi demonstrar os diversos métodos de traçado cefalométrico manual e os programas computadorizados utilizados no diagnóstico e planejamento de tratamento de paciente com deformidade dentofacial. o tipo de cirurgia a ser realizado. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) – Curso de Odontologia. 2003. Traçado cefalométrico. permite a visualização dos objetivos de tratamento de forma mais realista. Traçado de previsão cefalométrico para pacientes ortodônticocirúrgicos. 2003. S. Palavras-chave: Cirurgia ortognática. Deformidade dentofacial. além de auxiliar estudos científicos. permitindo ao ortodontista e cirurgião buco-maxilo-facial obter indicações concretas e mais precisas das manobras cirúrgicas. São Paulo.MODELO DE RESUMO OBRIGATÓRIO 76 Referência do trabalho é opcional RESUMO OGUSHI. e o método de planejamento de tratamento ortodôntico cirúrgico que tem por objetivo a simulação de resultados pela movimentação de estruturas ósseas e mudanças do tecido mole.

S. Cephalometric tracing. 176 f. becoming easy the communication to the patients and knowledge about the surgery. Dentofacial deformities. 2003. Key-words: Orthognathic surgery. T Cephalometric prediction tracing on the surgical treatment planning. Cephalometric prediction tracing is a method for orthodonthic and orthognathic treatment planning which simulates the outcomes of skeletal movements and soft tissue changes.MODELO DE ABSTRACT OBRIGATÓRIO 77 Referência do trabalho é opcional ABSTRACT OGUSHI. permits visualization of the treatment objective more realistically. it permits the orthodontist and surgeon to have more concrete and accurate indications of the surgery. . and computerized prediction tracing helps forward scientific study. The purpose of the present study was to demonstrate the several techniques for manual cephalometric prediction tracing and computerized prediction used in diagnosis and treatment planning of patients with dentofacial deformities. 2003. Universidade Bandeirante de São Paulo. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) – Curso de Odontologia. São Paulo. The manual prediction tracing is a method of orthodonthic surgery planning that permits to choose the better surgical technic and orthodonthic treatment to be used.

.................................................................... 15 Figura 3 – Micrografias para a liga de fusão atacada quimicamente ....................................................MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES OPCIONAL 78 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Diagrama de equilíbrio para o sistema binário .......................... 25 Gráfico 3 – Imagens obtidas por elétrons para as ligas retro-esoalhadas após recozimento ..... Figura 2 – Curvas de análise térmica diferencial......... obtidas a duas velocidades 8 de resfriamento ........................ 18 Gráfico 2 – Difratogramas de raios X para a liga homogeneizada ................... 32 ........... 12 Gráfico 1 – Micrografias para a liga nas formas brutas .........................................................................

25 ............... 21 Tabela 4 – Relação entre classe social e período letivo ........ 23 Tabela 5 – Relação entre classe social e número de evasão ...................................................................................... 10 Tabela 2 – Número de alunos matriculados na Rede Pública ...................................MODELO DE LISTA DE TABELAS OPCIONAL 79 LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Número total de alunos matriculados no Município .......................... 13 Tabela 3 – Quantidade por períodos letivos ..........

MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS OPCIONAL 80 LISTA DE ABREVIATURAS A ANB Co Em FMA Gn ILS L1/LI MxP N Pn S SNA SP TVL VTO Ponto mais profundo da curvatura da maxila entre a espinha nasal anterior e o rebordo do alvéolo dentário Ângulo formado pela intersecção da linha NA com NB Condílio: ponto mais posterior e superior da cabeça da mandíbula Nasal: ponto mais anterior do tecido mole do nariz Ângulo entre plano mandibular com Frankfurt Gnátio: ponto formado pela intersecção do plano mandibular com uma tangente à borda posterior do ramo mandibular Ponto B’ Incisivo inferior Plano maxilar Násio: ponto anterior da sutura frontonasal Ponto ENP Sela: localizado no centro da sela túrsica Ângulo formado pela intersecção da linha SN com NA Ponto subpupilar Linha vertical verdadeira Visualização dos objetivos de tratamento .

MODELO DE LISTA DE SÍMBOLOS OPCIONAL 81 LISTA DE SÍMBOLOS {Xt} B C Ck Dab F(x.y. ou da parte MA de modelo ARMA Coeficiente ou parâmetro média móvel de um modelo ARMA Estimativas para os coeficientes de autocorrelação Matriz de estimativas para os coeficientes de autocorrelação Região de suporte bidimensional de rótulo p não incluindo a origem Região de suporte bidimensional de rótulo p Domínio do tempo em séries temporais Vetor aleatório Série temporal Variável aleatória Transformada z Conjunto dos números inteiros Série temporal ruído branco . ou da parte AR de modelo ARMA Projeção sobre um espaço linear fechado Ordem de modelo MA.z) H M M O(n) P Psp Q Qn Rxx Rxx S’p Sp To X Xt Xt Z Z Zt Série temporal vetorial Operador atraso Conjunto dos números complexos Estimativa para a autocovariância Distância euclidiana Função das variáveis independentes x. y e z Representação de um filtro H Número de pixels dos segmentos a concatenar Média de um processo estacionário estocástico Ordem de um algoritmo Ordem de modelo AR.

..........2 2.........................................................1 2................................................................................................................................... 26 2.............) Seção secundária Seção terciária/quaternária/quinária Caixa alta (letras maiúsculas) e negrito Caixa alta (letras maiúsculas) sem negrito Só primeira letra em caixa alta (letra maiúscula) ................................ CONCLUSÃO ............................. Como descrever estruturas de dados ..................................................................... BIBLIOGRAFIA ...........2.............. 2...........................2 INTRODUÇÃO ........................................ Listagens ordenadas ................................................ 17 DICIONÁRIO MANUAL VERSUS AUTOMATIZADO ............3 2........................... 41 REFERÊNCIAS ................2................2......1........ APÊNDICES ................................................................................ 13 21 23 30 33 34 35 46 49 53 57 67 70 72 79 DESENVOLVIMENTO (TEMA) ................................................2..................................... Relatórios compostos ..4 2......3 2........................................................................................................................................................................ APLICABILIDADE DE DICIONÁRIOS DE DADOS PARA TODA A EMPRESA OU ENTRE PROJETOS ......................................... ANEXOS .......................... 2...................................2.................................................................................................... 71 OBSERVAÇÃO: A apresentação gráfica dos títulos de cada parte do texto deve seguir o seguinte formato: Seção primária (Introdução...............1 2.......... etc...............1 Classes de entrada com detalhe parcial ....2....................................................................................... GLOSSÁRIO ...2 Classes de entrada com detalhe total .............. Classes de entrada ..........................................................................4 3 Cruzando referências ..2........ O PROBLEMA DA DESCRIÇÃO DE DADOS ...........2...1 2...........................MODELO DE SUMÁRIO OBRIGATÓRIO 82 SUMÁRIO 1 2 2............................ LÓGICA DE PROCESSO ..........................................................

Pensando assim. Para tratar adequadamente esses documentos. armazenamento. juntamente com a necessidade do homem de buscar cada vez mais informação. torna-se necessária a utilização de uma linguagem documentária apropriada como o tesauro. .MODELO DE INTRODUÇÃO OBRIGATÓRIO 83 1 INTRODUÇÃO A evolução do homem e os avanços tecnológicos proporcionaram a criação de grandes quantidades de documentos especializados. decidimos elaborar esta estrutura de micro tesauro terminológico monolíngue em fotografia para dar subsídios que venham proporcionar um tratamento adequado junto ao processo de indexação. Neste trabalho será desenvolvida uma estrutura que prioriza o vocabulário empregado em fotografia. A fotografia é um ramo científico pertencente a classe das Artes como indicam as obras especializadas de referência e Códigos de Classificação – CDD e CDU. recuperação e disseminação da informação. em uma linguagem específica dessa área.

na maxila ou em conjunto mandíbula e maxila. O ortodontista avaliará a necessidade de um tratamento ortodôntico e ou cirúrgico. E ainda. tanto manual como computadorizada. Para que os objetivos sejam alcançados será necessário fazer o correto diagnóstico e planificação do tratamento ortodôntico. descrever vários tipos e técnicas de traçados de previsão cefalométrico para pacientes com deformidades dentro-crânio-facial. . mas sim na composição de análises.MODELO DE DESENVOLVIMENTO OBRIGATÓRIO 84 2 TRAÇADO DE PREVISÃO CEFALOMÉTRICO (TEMA DO TRABALHO) A proposta deste trabalho é verificar a necessidade e a importância de se fazer o traçado de previsão cefalométrico manual ou computadorizado. Conhecer a história do paciente e sua queixa principal durante o exame clínico. que dividirá responsabilidades com o cirurgião buco-maxilo-facial. cujo planejamento é ortodôntico-cirúrgico: na mandíbula. tanto para o ortodontista como para o cirurgião buco-maxilo-facial. Ambos amparados por uma investigação detalhada. com ou sem complementação de genioplastia. como também fazer análises por meio de fotografias. selecionar a técnica cirúrgica mais apropriada. modelos de estudo. radiografias panorâmicas e telerradiografias em norma lateral e frontal da cabeça e não se basear apenas em determinada análise. Ao ortodontista caberá a documentação inicial e ao cirurgião.

na tentativa de se realizar o traçado de previsão cefalométrico o mais próximo possível do resultado a ser obtido. permite a visualização dos objetivos de tratamento de forma mais realista. além de auxiliar estudos científicos. contudo muitos estudos ainda se fazem necessário. permitindo ao ortodontista e ao cirurgião buco-maxilo-facial obterem indicações mais precisas das possíveis manobras cirúrgicas. facilitando a comunicação e orientação ao paciente. o tipo de cirurgia a ser realizado.CONCLUSÃO MODELO DE REVISÃO DE LITERATURA OBRIGATÓRIO OBRIGATÓRIO 85 3 CONCLUSÃO Baseado no exposto. Vários tipos de técnicas de traçado cefalométrico de previsão foram descritos. Já o traçado de previsão computadorizado. . pode-se concluir que o traçado de previsão manual é o método de planejamento ortodôntico cirúrgico que permite decidir a melhor técnica e tipo de aparatologia ortodôntica que será utilizada.

2. 2000. 20. 1996. TORRES.ebscohost. Disponível em: <http://www. M. J. M.. São Paulo. v. 14. NOGUEIRA. 2006.br/farmacia>. Higienização das mãos em serviços de saúde. Acesso em: 12 jul. n. Entrevista concedida a Raquel Teixeira. NOVAES FILHO.med. 2006. Toxicologia dos medicamentos. São Paulo. A.php?script=sci_arttext&pid=S0101-32004en&nrm=iso>. METCALF. N. da G.br/scielo. ed. Toxicology.scielo. São Paulo: Atheneu. Revista Psiquiatria Clínica. ed. Acesso em: 05 jun. 2208 p. Fundamentos de toxicologia. p. Rio de Janeiro: Fundação Carlos Chagas. MODELO DE REFERÊNCIAS / continua . MARCOLIN. 51 p. Disponível em: <http://www. 2006. 10-18. Folha de São Paulo. 2. A.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. apr. p. 31. 424 p. A.. v. Brasília: ANVISA. p. São Paulo: Atheneu. p. M.. 1988. 2002. OGA. 12 jun. Jaboticabal: Funep.com/ehost/detail?vid=30&105&sid=a597d447fe6f-49d8-b223-7747399f1b5c%40sessionmgr103>. R. P. 2005.23-30. Acesso em: 17 jul. G. Farmácias e medicamentos. 384-389. S.farmacia. P. n. 2004. European Journal of Human Genetics. GENNARO. 2006. 3. PROENÇA. Racine.). Caderno 5. 2006. São Paulo. 515 p. 83 p. S. Medicamentos. A. 10. CANTARELLI. 678 p. ______. BARION. 2006. M. AITKEN. Folha Ciência. A. P. 4. 6 ago. GASON. ago. v. FARMÁCIA on line. It’s ‘back to school’ for genetic screening. ed. (Org. tecnologia e produção. Disponível em: <http://web. Remington: a ciência e a prática da farmácia.. Medicamentos: ciência. 18. 4. n.MODELO DE REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIO 86 REFERÊNCIAS AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. GARCIA JUNIOR. Interações farmacológicas entre medicações clínicas e psiquiátricas. 2004. M. N.

REVISTA FARMÁCOS & MEDICAMENTOS. KUMAR. São Paulo: Racine.. 1998.. 692 p. ed.. Rio de Janeiro: ABRASCO. Farmacologia. COTRAN. S. Mesa-redonda. E. 2003. 5. C. Bula de medicamento. Globalização e saúde: impacto nos perfis epidemiológicos das populações. L. 5. v. et al. São José dos Campos: Johnson & Johnson. ROBBINS. 2. 5. Reações psicogênicas dos medicamentos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA. Acesso em: 17 jan. SABROZA. 159-182. P.br/eventos/abrasco/php>. Rio de Janeiro: Elsevier. p.abrasco. DELFINO. . VALE. RESPRIN: comprimidos. 4. 35. 53. Anais eletrônicos. S. In: ___. jul. 339 p. T. cap.. Manual de psiquiatria: fundamentos da clínica psiquiátrica. n. F. ed. B. p. O conhecimento de diferenças raciais pode evitar reações idiossincráticas na anestesia? Revista Brasileira de Anestesiologia. Bastos.org. Patologia estrutural e funcional. Rio de Janeiro: Atheneu. 1997. VALE. 1988.MODELO DE REFERÊNCIAS / continuação 87 RANG. 258-277. J. H. 2005. Responsável técnico Delosmar R. 8. SPOERRI. R. 1999. Rio de Janeiro. 2004. 1998.. abr. Disponível em: <http://www. N. P. V.. v./ago. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. B.. L. n. ed. 1996. 6. 66 p. São Paulo.

ufpe. A. 1998. indústria.. EDUCAÇÃO e promoção da saúde no programa do controle de raiva.propesq. São Paulo. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. C. São Paulo: Sarvier. Dicionário terapêutico Guanabara.06/iels1 24/E_DC-50929_300606. R. 1 videocassete. A. 139. G.929. Doenças produzidas por fungos. F. SÃO PAULO (Estado). 1999.). FRANÇA. F. Recife: UFPe.gov. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 4. 1014 p. Poços de Caldas.julho. SANTOS. Acesso em: 21 jan. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. DEL NEGRO. KOOGAN. 28 p. 2000.saude. p.br/anais/anais. Produção de Luis Carlos de Carvalho. 72 f. 1998. 1996. n. São Paulo: Delta. 1997. 8. de 30 de junho de 2006. Disponível em: <ftp://ftp. A. Decreto nº 50. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química. 19.. E. Acesso em: 19 nov. 2000. 20. In: GUIMARÃES. 1996. REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA. 4. 2007. 1999. HOUAISS.sp..MODELO DE BIBLIOGRAFIA OPCIONAL 88 BIBLIOGRAFIA BARROS. 5 CD-ROM. Direção geral de André Koogan Breikmam. Recife. KOROLKOVAS..htm>. Disponível em: <www. São Paulo: Videoteca da Rede Globo.G. Universidade de São Paulo. Estudo clínico comparativo toxicológico. 1997. p. (Ed.. X. Anais eletrônicos. Enciclopédia e dicionário digital 98. GUERRA. ago. v. 255-300.pdf>. 53-72.br/ftpsessp/bibliote/informe_eletronico/2006/iels. 1997. C.. . Tese (Doutorado em Farmácia) – Faculdade de Farmácia. São Paulo: Instituto Pasteur. sociedade: livro de resumos. Clínica e laboratório: interpretação clínica das provas laboratoriais. M. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. Química: academia.ed. 1976. 1995. São Paulo. A. OS PERIGOS do uso de medicamentos sem receita médica. cap. C.. R.

Ao chegar ao destinário. Modem – Equipamento acoplado ao computador. Backbone – Em português. . FAQ – Abreviação em inglês para Frequent Asked Questions. o arquivo pode ser copiado para o computador. que permite a ligação da linha telefônica. Serviço online – Empresa dedicada à venda de acesso ou conteúdo de uma rede de computadores. Existem programas de chat que permitem fazer conversas em tempo real.MODELO DE GLOSSÁRIO OPCIONAL 89 GLOSSÁRIO Attachment (Arquivo atachado) – Envio de um arquivo associado a uma mensagem. espinha dorsal. Hacker – Fanático por computação. uma espécie de tiradúvidas com respostas para perguntas mais comuns. Equivale a pirata de computador. Chat – Em inglês significa bater papo. Fazer download equivale a copiar determinado arquivo da Internet para o computador. IP – Internet Protocol é responsável pelo roteamento de pacotes entre dois sistemas que utilizam a mesma família de protocolos. Gateway – Sistema que faz a ponte entre dois sistemas incompatíveis. especializado em desvendar códigos de acesso a computadores. O backbone é o trecho de maior capacidade da rede e tem por objetivo conectar várias redes locais. Download – Transferência de arquivo.

Acha pertinente a existência de um Centro de Documentação? ( ) Sim ( ) Não 4. Porque que motivos recorre normalmente à Biblioteca? a) _____________________________________________________________ b) _____________________________________________________________ c) _____________________________________________________________ 3. Com que frequência recorre à Biblioteca? ( ) Diariamente ( ) Semanalmente ( ) Mensalmente ( ) Raramente ( ) Nunca recorreu 5. No âmbito da Biblioteconomia e Documentação.MODELO DE APÊNDICE OPCIONAL 90 APÊNDICE A – Questionário de avaliação do Centro de Documentação QUESTIONÁRIO 1. Para que fins utiliza mais frequentemente uma Biblioteca? ( ) Nunca vou a uma Biblioteca ( ) Ler livros ( ) Ler revistas ou jornais ( ) Estudar ( ) Pesquisar ( ) Emprestar livros 6. que atividade desenvolve? ( ) Docente ( ) Formador(a) ( ) Auxiliar ( ) Funcionário(a) público(a) 2. Que sugestões tem para a Biblioteca? _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Nome:____________________________________________________________ E-mail: ___________________________________________________________ Curso:____________________________________________________________ Universidade: ______________________________________________________ .

Já consumiu “carne de vitelo”? ( ) Sim ( ) Não 3. a carne de vitelo foi: ( ) Melhor ( ) Semelhante ( ) Pior 7. Qual o sabor? ( ) Muito saborosa ( ) Saborosa ( ) Sem sabor ( ) Desagradável 5. Já ouviu falar de “carne de vitelo”? ( ) Sim ( ) Não 2. Em relação à carne bovina usualmente consumida pelo(a) Sr.Questionário utilizado na pesquisa de opinião QUESTIONÁRIO 1. p. Qual a impressão do produto? __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Público pesquisado: ( ) Externo ( ) Interno Profissão: _________________________________________________________ Nome: ____________________________________________________________ Fonte: EMBRAPA (2002.MODELO DE ANEXO OPCIONAL 91 ANEXO A . 99) .(a). Suculência ( ) Muito suculenta ( ) Suculenta ( ) Pouco suculenta ( ) Seca 6. Qual a característica que mais lhe chamou a atenção? __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ 4.

NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. ______. ABNT. ______. NBR 10520: informação e documentação: apresentação de citações em documentos. 2005. 2003b. 2003a. Rio de Janeiro: ABNT.92 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro: ABNT. ______. 2002a. 2002b. . Rio de Janeiro: ABNT. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: ABNT. ______. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação.

de A. ______. 2009. 2003. ______. Rio de Janeiro: ABNT. RIBEIRO. 2004. Rio de Janeiro: ABNT. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. H. 2004. A. Rio de Janeiro: ABNT.A. FERREIRA. de C. Curitiba: Positivo. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. NBR 6034: informação e documentação: índice: apresentação. A. 2nd edition: descrição e pontos de acesso. de H. NBR 12225: informação e documentação: lombada: apresentação. PRADO. AACR2: Anglo-American cataloguing rules. Rio de Janeiro: ABNT. 2004. ______. 2003. . Novo dicionário da língua portuguesa.M. São Paulo: T. 2. ed.M. Organização e administração de bibliotecas.Queiroz. ed.93 BIBLIOGRAFIA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.B. 1995. Brasília: CEDIT. 3.

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