Venerador de Mulheres A MENINA E O ESTUPRADOR

* Por venerador de Mulheres

Kátia era uma moça loira de 21 anos que morava numa pacata cidade litorânea do Nordeste, vivia com seus pais numa casa simples quase a beira mar e todas as manhãs, antes de começar o seu dia de labuta para ajudar a mãe; punha um biquíni e saía para “pegar” um pouco dos primeiros raios de sol na areia do mar. Aquela moça era um monumento a beleza: 21 anos, loira, corpinho violão, um par de seios que sempre ameaçavam furar a blusa e uma bundinha mais do que atraente, mas naquele lugar pequeno e esquecido, poucos homens se ousavam a cortejá-la; seu pai era policial daqueles brabos e sua mãe marcava firme a fiscalização em volta da única filha.

Certa ocasião, quando ela estava banhando-se numa manhã quente de verão, uma rapaz aproximou-se e eles começaram a conversar sobre tudo; o papo ficou agradável, mas o moço forasteiro começou a insinuar algumas coisas que conotavam sexo e Kátia, desconfiada, despediu-se e voltou para casa. Depois daquele fora, todas as manhãs seguintes ele tentou desculpar-se pelo mau jeito e insistia em quere ser amigo da deliciosa Kátia, mas ela apresentou-se relutante, até que um dia o jovem foi à praia com outras pessoas, dentre elas, duas de suas irmãs e algumas amigas. Kátia resolveu dar uma chance a turma e fez amizade com eles.

A turma que acompanhava o jovem forasteiro era grande; eles alugaram uma casa de um pescador à beira mar para passarem as férias de verão; todos eram universitários e no conjunto havia amigos e parentes; notava-se cumplicidade em todos e no geral, pareciam ser unidos e interessantes, enfim, uma turma legal que queria diversão num local diferente.

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Venerador de Mulheres Kátia passou a freqüentar a casa dos amigos com o consentimento dos pais; apesar de seus 21 anos, ela era virgem e jamais havia namorado sério com alguém; a moça não sabia ao certo o que era uma noite de prazeres com sexo, não sabia como de fato ocorria uma penetração de um pênis numa buceta, sexo anal então, nem pensar. Mas uma das jovens que estavam no grupo, irmã daquele seu primeiro amigo, tratou de começar a encaminhar Kátia ara o conhecimento sexual. Norma era o nome daquela morena linda de cabelos longos e corpo de parar o trânsito, ela tinha 19 anos e já havia feito miséria na cama.

Certa tarde quando todos estavam em outra localidade, Norma chamou Kátia para lhe fazer companhia e após alguma conversa a morena colocou um DVD picante e ambas assistiram e deram muita risada das cenas. O filme falava de um triângulo amoroso onde uma mulher casada permitia que seu marido levasse pra casa algumas de suas amigas; era uma verdadeira suruba do início ao fim e ambas se disseram excitadas.

Norma notou que os seios de Kátia estavam duros e ela passava ligeiramente os dedos por cima do pequeno short, como se tentasse acalmar a bucetinha virgem. Norma foi ao sanitário e masturbou-se para aliviar a excitação e ao voltar para a sala, notou que Kátia havia saído. Norma foi até a casa de Kátia e lá não havia ninguém; a morena deu a volta na casa e ao chegar à janela do quarto de Kátia viu por uma fresta a moça loira se acariciando por cima da pequena calcinha até gozar; Norma ficou ainda mais excitada, mas resolveu voltar para casa sem dar sinais de que viu tais cenas eróticas.

Quando a turma voltou pra casa Norma contou sobre o ocorrido e foi uma algazarra generalizada; os homens ficaram de paus duros e as mulheres queriam subir pelas paredes; a conversa sobre a cena presenciada por Norma acabou com quase todos se ausentando da sala; alguns foram para os quartos e outros ocupavam os sanitários, parecia que todos queriam se masturbar ou fazer sexo ao mesmo tempo, tamanho era a excitação com a narrativa.

No dia seguinte, Kátia voltou a encontrar o grupo sem saber de nada e eles a convidaram para uma caminhada numa praia distante; Kátia que já estava íntima de todos, aceitou de plano o convite. Eles entraram em dois carros e foram para um local onde de tão distante, alguns casais costumavam fazer amor ao ar livre; ao chegarem, Norma disse a Kátia que iria a uma lagoa próxima após as dunas; Kátia seguiu a morena e quando elas chegaram à dita lagoa,

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Venerador de Mulheres Norma tirou a parte de cima do biquíni e fez topless; Kátia ficou envergonhada, mas aceitou ficar com a amiga e depois de alguns minutos ela também fez o mesmo.

Duas deusas incrivelmente gostosas expondo seus belos seios para contemplação da natureza local; Norma disse a Kátia que seus seios eram os mais lindos que ela já havia visto e Kátia apenas riu; a morena continuou seu plano de deixar Kátia à vontade e disse ainda que ela faria o maior sucesso numa cidade grande, que vários de seus amigos da universidade pagariam qualquer coisa para poder passar uma noite de amor com ela, mas aloira disse a Norma que ela não era moça capaz de fazer isso, se vender. Norma disse que não era sua intenção afirmar que ela fosse uma prostituta, que aquele era um modo de falar que ela era uma das mulheres mais lindas e interessantes já vistas. Depois disso Norma tirou a calcinha do biquíni e entrou na lago e chamou Kátia para entrar também; a loira parecia estar contagiada com tanta cena erótica e acabou fazendo o mesmo.

Quando ela tirou o biquíni de baixo, Norma notou que sua buceta era peluda, enquanto a dela, finamente depilada com um corte do tipo MOICANO, mas com pelos ralinhos. Kátia disse que jamais pensou em depilar e afirmou que a buceta da Norma tinha um aspecto bonito, mas que lhe faltava coragem para fazer o mesmo. Norma disse a ela que quando os outros saíssem novamente da casa que ela ajudaria a depilá-la e para surpresa geral, Kátia aceitou. No dia seguinte, Kátia chamou Norma em sua casa e disse que seus pais haviam saído e somente voltaria à noite, que ela poderia ser depilada. Norma visivelmente alegre com o convite foi buscar alguns apetrechos; em casa Norma comentou a incumbência que teria e disse que faria de tudo para que o ato fosse sacramentado no quarto de Kátia, que se os rapazes quisessem, poderia ir lá e com um pouco de sorte veriam a virgem gostosa sendo depilada.

Ao chegar à casa de Kátia, Norma levou-a para seu quarto e pediu para ela despir-se; primeiro acariciou sua buceta levemente com os dedos para ter precisão do corte e depois cortou com uma tesoura os pelinhos loiros da buceta virgem, deixando-os por igual proporção de tamanho. Em seguida fez espuma e com um barbeador começou a dar forma naquela buceta maravilhosa; Kátia mantinha-se deitada com as pernas abertas; Norma depilou a moça até o ânus e o resultado foi uma obra prima de arte capilar pubiana; Kátia havia se transformado numa ninfeta avassaladora e sua combinação corporal, com as marcas de biquíni, o corpo bronzeado e a buceta moicano, era tudo que qualquer homem queria ver em sua frente.

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Venerador de Mulheres Depois de depilada Norma arriscou uma bolinação no clitóris disfarçadamente e notou que Kátia virou os olhos soltando um leve suspiro; sem que Norma percebesse, Kátia entrou em êxtase durante a depilação e quando a morena tocou-lhe o sexo, a loira havia gozado. Norma perguntou-a se poderia fazer alguma coisa e Kátia respondeu em silêncio balançando a cabeça para dizer que nada poderia ser feito. A loira levantou-se como um raio e vestiu a roupa.

Norma foi atrás de Kátia e quando conseguiu alcançá-la, apertou-a contra a parede e beijou-a na boca; as duas se deliciaram de um longo e divino beijo; se despiram e no chão da cozinha, rolaram se acariciando, se beijando e roçando seus sexos divinos um contra o outro. Norma passou a mão na buceta de Kátia para tirar os pelos soltou e enfiou sua língua naquela buceta molhada de prazer esfregando a pontinha do clitóris da loira; a cena durou vários minutos até que a loira contorcendo-se de tanto tesão, gozou pela segunda vez e soltou um gritinho arrepiador. As duas continuaram por muito tempo; tempo suficiente para que ambas gozassem pelo menos mais três vezes.

Recompostas do ato sexual, as duas deusas saíram e cada uma ficou em sua casa. Ao chegar em casa, Norma foi surpreendida por sua turma que fazia sexo coletivo na sala; eram quatro mulheres e dois homens metendo como animais; ela só não participou da orgia por causa de seu irmão, mas foi para o quarto voltar a pensar na cena que acabara de ver e da que participara.

Na ultima noite na comunidade eles fizeram um lual como forma de despedida e Kátia não poderia deixar de ir; durante a festa, eles conversaram com a loira e tentaram de tudo fazê-la participar de uma festinha, mas loira disse que não faria isso; que ela deixara sua virgindade para um pênis lindo, grande e grosso que no futuro lhe aguardaria em algum lugar; ela queria que sua primeira penetração fosse com amor, mas a turminha da pesada não se deu por vencida e disse a Kátia que ela poderia participar sim, mas sem que ninguém a penetrasse. As horas se passaram e Kátia que havia bebido algumas cervejas, perdeu o controle da situação, ela foi vomitar no quintal, quando alguém a dominou por trás, imobilizando-a e fazendo-a não saber quem era. Kátia tentou reagir, mas ela estava bêbada e foi facilmente impedida; ela foi posta contra uma mureta e apenas prostrou-se e esperou pela ação.

Kátia notou que seu vestido havia levantado e que sua calcinha puxada para baixo, ela chorava baixo com medo de ser violentada de modo mais agressivo, portanto, apenas manteve-se o

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Venerador de Mulheres mais lúcida possível. Estava escuro e nada dava para notar senão a respiração ofegante do violentador. Ela imaginou ser o irmão de Norma ou ainda o amigo dele, que era de estatura média, um dos dois teria que ser. Notou no meio de suas pernas uma mão roçando sua buceta e em seguida uma ponta cônica de algo que pretendia invadir-lhe; ela pediu, por favor, para não comê-la, ela não queria ser penetrada, mas a ponta cônica continuava a forçar a entrada de sua buceta que já estava molhada há muito tempo.

Sem que houvesse piedade ela enfim percebeu que se tratava de um pênis e ele estava entrando na sua buceta virgem; duas mãos mantinha suas costas contra a mureta e o pênis a aquela altura já havia entrado pelo menos a metade; começava então os movimentos de vai-evem e o pau já dava sinais de prazer na jovem loira, ex-virgem. Por alguns minutos ela sentiu dor, mas depois relaxou e deixou que aquele membro fizesse seu trabalho até que ela urrou de prazer; a loira havia gozado pela primeira vez em sua vida num pau, pena que não foi do jeito que ela queria.

Deixada sobre a mureta Kátia permaneceu ali por alguns minutos e voltou pra festa cabisbaixo; passou por todos sem dizer nada e tomou o rumo de casa. Norma a seguiu perguntando o que acontecera, mas ela não disse nada. Na porta de sua casa, ela disse a Norma que havia sido estuprada por um dos rapazes; a morena perguntou se ela havia gostado e ela disse que não, que mentira na festa e que desejava mesmo era ter outra noite de amor consigo antes de decidir transar com um homem; Norma riu e disse-a: - Fui eu quem te comeu lá no quintal!

- Como foi você? Um pênis grande me rasgou a buceta; você não tem pênis! Norma puxou da bolsa uma calcinha com um pênis de silicone preso na frente e disse: - Este foi o pau que te rasgou agora a pouco e quem estava com ele fui eu. Eu não consegui me segurar e como já utilizo isso com algumas amigas, resolvi usar em você por ciúmes; queria que a primeira vez fosse comigo, só isso.

As duas riram e até hoje continuam se encontrando até hoje. Kátia casou com um cara da Itália e sempre que podem o italiano tem relações sexuais com as duas na mesma cama, fazendo o mesmo que aquele filme do passado que provocou toda esta explosão sexual entre aquelas duas deusas divinas.

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Venerador de Mulheres Só para encerrar, as duas hoje depilam totalmente suas bucetinhas, deixando-as lisinhas e cheirosas para deleite de quem consiga prová-las. Kátia e Norma moram na mesma cidade, uma destas cidades lindas do Nordeste...

Espero que tenham gostado deste conto!

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