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19441613 Manual de Metodologia Cientifica

19441613 Manual de Metodologia Cientifica

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  • 2 - Diferenças entre trabalhos científicos
  • 2.1 - TCC, TFC e TTC
  • 2.5 - Artigo científico
  • 4 - Tipos de Pesquisa
  • 4.1 - Organograma da classificação de tipos de pesquisas
  • 4.2 - Pesquisa quanto à natureza
  • 4.3 - Pesquisa quanto aos objetivos
  • 4.4 - Pesquisa quanto aos procedimentos
  • 4.5 - Pesquisa quanto ao objeto
  • 5 - Desenvolvimento da pesquisa
  • 1. Projeto de pesquisa
  • 5.1 - Projeto de pesquisa
  • 5.2 - Coleta de dados
  • 5.3 - Análise de dados
  • 5.4 - Abordagem quantitativa
  • 5.5 - Abordagem qualitativa
  • 5.5.1 - Complementaridade de ambos os métodos
  • 5.6 - Elaboração da escrita
  • 6 - O Projeto da Pesquisa
  • 6.1 - Escolha do Tema
  • 6.2 - Levantamento ou Revisão de Literatura
  • 6.2.1 - Sugestões para o Levantamento de Literatura
  • 6.9.1 - Material permanente
  • 6.9.2 - Material de Consumo
  • 6.11 - Referências Bibliográficas
  • 6.13 - Esquema do Trabalho
  • 6.14 - Resumindo
  • 7 - Instrumentos de Coletas de Dados
  • 7.1.1 - Conteúdo de um questionário:
  • 7.2.1 - Sugestões de planejamento
  • 7.3.1 - Sugestões para uma observação
  • 7.3.2 - Diferentes configurações de observação
  • 7.4 - Análise de Conteúdo
  • 8 - Estruturas de Apresentação do Trabalho
  • 8.3 - Folha de aprovação
  • 8.4 - Dedicatória (opcional)
  • 8.5 - Agradecimento (opcional)
  • 8.6 - Epígrafe (opcional)
  • 11.1.2 - Autor pessoal
  • 11.1.3 - Até três autores
  • 11.1.4 - Mais de três autores
  • 11.2 - Sobrenome(s) composto(s)
  • 11.2.1 - Sobrenomes que indicam parentesco
  • 11.3 - Autor Entidade
  • 11.3.1 - Entidades independentes
  • 11.4 - Autor Desconhecido
  • 11.5 - Responsável Intelectual
  • 11.6 - Título e subtítulo
  • 11.7 - Edição
  • 11.8 - Local da publicação
  • 11.9 - Editora
  • 11.10 - Data
  • 11.11 - Descrição física - Paginação
  • 11.11.1 - Publicação em 1 volume
  • 11.11.2 - Publicação em mais de um volume
  • 11.12 - Documentos impressos
  • 11.12.1 - Dissertações, Teses, Monografias
  • 11.12.2 - Mapas e Cartas Topográficas
  • 11.12.3 - Atlas, Globo terrestre, Fotografia aérea e Imagem de satélite
  • 11.12.4 - Fotografia, Transparência, Pintura e Slide
  • 11.12.5 - Cartaz, Rótulo, Folder
  • 11.12.6 - Entrevistas e Palestras
  • 11.12.7 - Eventos: Congresso, Encontros e Conferências
  • 11.12. 8 - Fitas, Filmes, Vídeo e DVD
  • 11.12.9 - Monografia no todo – impressa 1
  • 11.12.10 - Monografia no todo – impressa 2
  • 11.12.11 - Monografia no todo – impressa 3
  • 11.12.12 - Monografia no todo – impressa 4
  • 11.12.13 - Monografia considerada em partes
  • 11.12.14 - Normas Técnicas
  • 11.12.15 - Periódico considerado em partes
  • 11.12.16 - Periódico considerado no todo
  • 11.12.17 - Documentos Eletrônicos
  • 11.13 - Dicionários
  • I. REFERÊNCIAS
  • II. APÊNDICES
  • III. ANEXOS

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAFELÂNDIA

MANUAL DE METODOLOGIA CIENTÍFICA
COMO ELABORAR TRABALHOS ACADÊMICOS
Ms. Neuza Moretti Colaboradores: Afonso Correia Gomes Noronha Hugo Leonardo Prado Isabel de Souza Pereira Tondo Marly de F. G. Tavares Biezus Neri Emílio Dariva Selma França Rodrigues Silvia Maria Sorbar Valdeci A. de Oliveira março/2008

Este documento é uma coletânea de Normas da ABNT e textos de autores renomados, que visa apresentar-se como um meio facilitador no desenvolvimento da pesquisa, auxiliando na formatação e escrita dos trabalhos acadêmicos e trabalhos de conclusão de curso (TCC) da UNICA.

1- INTRODUÇÃO 2 - DIFERENÇAS ENTRE TRABALHOS CIENTÍFICOS
2.1 - TCC, TFC e TTC 2.2 - Monografia 2.3 - Dissertação 2.4 - Tese 2.5 - Artigo científico

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8 8 9 9 9

3 - FORMATAÇÃO 4 - TIPOS DE PESQUISA
4.1 - Organograma da classificação de tipos de pesquisas 4.2 - Pesquisa quanto à natureza 4.3 - Pesquisa quanto aos objetivos 4.4 - Pesquisa quanto aos procedimentos 4.5 - Pesquisa quanto ao objeto

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11 11 12 14 15

5 - DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA
5.1 - Projeto de pesquisa 5.2 - Coleta de dados 5.3 - Análise de dados 5.4 - Abordagem quantitativa 5.5 - Abordagem qualitativa 5.5.1 - Complementaridade de ambos os métodos 5.6 - Elaboração da escrita

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16 17 20 20 21 21 22

6 - O PROJETO DA PESQUISA
6.1 - Escolha do Tema 6.2 - Levantamento ou Revisão de Literatura 6.2.1 - Sugestões para o Levantamento de Literatura 6.3 - Problema 6.4 - Hipótese

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23 23 23 24 24

6.5 - Justificativa 6.6 - Objetivos 6.7 - Metodologia 6.8 - Cronograma 6.9 - Recursos 6.9.1 - Material permanente 6.9.2 - Material de Consumo 6.9.3 - Pessoal 6.10 - Anexos 6.11 - Referências Bibliográficas 6.12 - Glossário 6.13 - Esquema do Trabalho 6.14 - Resumindo...

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7 - INSTRUMENTOS DE COLETAS DE DADOS
7.1 - Questionário 7.1.1 - Conteúdo de um questionário: 7.2 – Entrevista 7.2.1 - Sugestões de planejamento 7.3 - Observação 7.3.1 - Sugestões para uma observação 7.3.2 - Diferentes configurações de observação 7.4 - Análise de Conteúdo

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30 30 31 32 33 33 33 34

8 - ESTRUTURAS DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO
8.1 - Capa 8.2 - Folha de Rosto 8.3 - Folha de aprovação 8.4 - Dedicatória (opcional) 8.5 - Agradecimento (opcional) 8.6 - Epígrafe (opcional)

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Interpolações. acréscimos.Sumário 8.Anexos 8.Referências (NBR 6023) 8.Resumo em Língua Estrangeira (opcional) 8.Ênfase ou destaque 9.2 .8.Glossário 41 41 41 41 42 42 42 42 43 43 43 43 43 9 .12 .1 .Introdução 8.1 .2 .16 .Resumo em Língua Portuguesa 8.10 .5 .Texto 8.Supressões.9 .1 . comentários.2 .Lista de Ilustrações 8.2 .Conclusão / Considerações Finais 8.12.4.7 .11 .ILUSTRAÇÕES 10.Citações indiretas 9.Formatação da tabela 10.12.15 .2 .Localização das Citações 43 44 44 45 45 46 46 46 47 47 47 10 .2 .REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA E BIBLIOGRAFIA 11.8 .1.1.4.3 . ênfase ou destaques 9.CITAÇÕES 9.Supressões 9. interpolações.3 .Citações diretas com mais de três linhas 9.1.13 .14 .Lista de Abreviações e Siglas 8.12. explicações ou comentários 9.Figuras 48 49 50 50 11 .1 .1 .Autoria 51 52 .Apêndice 8.Tabelas 10.Citações diretas com menos de três linhas 9.1 .Citações diretas 9.3 .4 .Citações de citação 9.4.Desenvolvimento do Texto 8.

1.Monografia considerada em partes 11.3 .12 . Encontros e Conferências 11.Monografia no todo – impressa 4 11.12.12.7 .5 . Monografias 11.Data 11.Periódico considerado em partes 11.Fitas. Rótulo.11 .2.Normas Técnicas 11.14 .Monografia no todo – impressa 3 11.12. Transparência.1.12.8 .Editora 11.Dissertações.Edição 11.3 .Sobrenome(s) composto(s) 11. Vídeo e DVD 11.1 .2 .11 .Entrevistas e Palestras 11.Mapas e Cartas Topográficas 11.Dicionários 52 52 52 53 53 53 54 54 54 54 55 55 55 56 56 57 57 57 57 57 58 58 59 59 60 60 61 62 62 63 63 64 64 65 66 69 .Periódico considerado no todo 11.Monografia no todo – impressa 2 11.9 .Entidades independentes 11.17 .4 .Mais de três autores 11.Atlas.Sobrenomes que indicam parentesco 11.12.Publicação em 1 volume 11.5 .11.13 .12.10 . Filmes.11.Autor Desconhecido 11.12.Até três autores 11.Monografia no todo – impressa 1 11.3 .12.6 .Paginação 11.12 . Fotografia aérea e Imagem de satélite 11.11.Responsável Intelectual 11.7 .Fotografia.10 .12.12.12.Cartaz.6 . Pintura e Slide.Documentos impressos 11.Publicação em mais de um volume 11.15 .2 .12.9 . 11.8 .Descrição física .Título e subtítulo 11.12.4 .Autor pessoal 11.Autor Entidade 11. Folder 11.13 .12.Eventos: Congresso.2 .2 .12. Globo terrestre.16 .4 .1 . Teses.1 .12.12.Local da publicação 11.1 .Documentos Eletrônicos 11.3.1.

15 .14 .1 .ARTIGO EMPRESARIAL 22 .COMO FAZER RESENHA 17 .2 .PALAVRAS OU EXPRESSÕES LATINAS 14 .3 .COMO FAZER PAPER 18 .Anuários 69 69 12 .Elementos Pré-textuais 14. APÊNDICES III.COMO FAZER ARTIGO CIENTÍFICO 20 .MODELO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO 14.RESUMO 16 . ANEXOS 70 70 71 72 73 76 76 76 77 15 .Elementos textuais 14.PAGINAÇÃO 13 .COMO FAZER PROJETO 19 .Elementos pós-textuais I.Enciclopédias 11. REFERÊNCIAS II.11.MODELO DE ARTIGO CIENTÍFICO 21 .BIBLIOGRAFIA 77 78 86 86 87 89 90 90 .

. por si serve de modelo para as atividades realizadas em sala de aula. Trata-se de um manual para consulta por parte dos acadêmicos dos cursos de graduação. parece que fica claro que Metodologia Científica não é um simples conteúdo a ser decorado pelos estudantes. procura-se apresentar e explicar as regras para cada parte de um trabalho científico. Qualquer aprofundamento teórico ou prático deverá ser buscado na bibliografia sugerida no final deste manual. as respostas aos problemas de aquisição de conhecimento deveriam ser buscadas através do rigor científico e apresentadas por meio das normas acadêmicas vigentes. como tal. como sugerem os conceitos mais modernos da Pedagogia. para elaboração de trabalhos científicos. Dito isto.7 1.ABNT.Introdução Este trabalho tem a intenção de abordar sobre questões que envolvem a Metodologia Científica. Procura-se. na medida do possível. Trata-se então de aprender fazendo. Além disso. A estrutura deste trabalho. naturalmente está se dizendo respeito a uma Academia de Ciência e. para ser verificado num dia de prova. dos professores das mais diversas áreas e podendo também contribuir aos estudantes de pós-graduação. Nossa intenção foi apenas facilitar a busca dos acadêmicos no que diz respeito aos trabalhos de pesquisa acadêmica. A disciplina Metodologia Científica é eminentemente prática e deve estimular os universitários para que busquem motivações para encontrar respostas às suas dúvidas. trata-se de fornecer ao educando um instrumental indispensável para que sejam capazes de atingir os objetivos da Academia que são o estudo e a pesquisa em qualquer área do conhecimento. Se este documento se refere a um curso superior. seguir rigorosamente as regras definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas .

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A presente obra procura não dificultar as questões que envolvem a elaboração de um projeto (Monografias, TCC, TFC, Artigo e Artigo Empresarial), portanto pode ser entendida como uma facilitadora da aprendizagem, em que os estudantes poderão consultar, a qualquer hora, para suprimir suas dúvidas quanto aos procedimentos, técnicas e normas de pesquisa. Quando se fala de um curso superior, refere-se, indiretamente, a uma Academia de Ciências, já que toda Faculdade nada mais é do que o local próprio da busca incessante do saber científico. Neste sentido, esta disciplina tem uma importância fundamental na formação profissional. Se os alunos procuram a Academia para buscar saber, precisamos entender que Metodologia Científica nada mais é do que a disciplina que "estuda os caminhos do saber", se entendermos que "método" quer dizer caminho, "logia" quer dizer estudo e "ciência" quer dizer saber. Com estes conceitos claros é fácil entender que o método de pesquisa é um grande aliado na elaboração dos trabalhos científicos. Aprender a pesquisar é muito fácil.

2 - Diferenças entre trabalhos científicos 2.1 - TCC, TFC e TTC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e/ou Trabalho de Final de Curso (TFC) e/ou Trabalho de Término de Curso (TTC), não exige uma descrição detalhada da estratégia de investigação e identificação de variáveis, limita-se a algumas notas metodológicas. Sua estrutura é dividida em capítulos. São preferencialmente utilizados em cursos de graduação e podem ou não serem apresentados a uma banca. Isto fica a critério da instituição. Obs.: Quando esta pesquisa for delegada a uma banca usa-se o termo “apresentar o trabalho a banca” e, não “defender o trabalho a banca”. A defesa é usada apenas em tese de doutoramento.

2.2 - Monografia
A monografia é um estudo científico de uma questão bem determinada e limitada, realizado com profundidade e de forma exaustiva. É um estudo mais aprofundado que um trabalho de graduação como citado acima no item 2.1. Sua estrutura é dividida em capítulos. Geralmente são utilizados em cursos de

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pós-graduação e também fica a critério da instituição sua apresentação a uma banca. Obs. Quando esta pesquisa for delegada a uma banca usa-se o termo “apresentar o trabalho a banca” e, não “defender o trabalho a banca”. A defesa é usada apenas em tese de doutoramento. A quantidade de páginas deve estar entre 40 a 60 páginas.

2.3 - Dissertação
Uma dissertação de mestrado é condição exigida para obtenção do grau de “mestre”. De acordo com o Conselho Federal de Educação, possui uma originalidade e um aprofundamento maiores em se tratando das questões abordadas no trabalho científico, quando comparada com a monografia. Sua estrutura é dividida em capítulos. Obs.: Quando esta pesquisa for delegada a uma banca usa-se o termo “apresentar o trabalho a banca” e, não “defender o trabalho a banca”. A defesa é usada apenas em tese de doutoramento. Devem conter de 80 a 120 páginas.

2.4 - Tese
Uma tese refere-se ao estudo de uma hipótese formulada com originalidade e de real contribuição para a comunidade científica. Além de apresentar todas as características (enquanto pesquisa científica) presentes em uma monografia e em uma dissertação, uma tese de doutorado destaca-se quanto ao aspecto profundidade. Ou seja, o tema é investigado e delimitado com hipóteses mais específicas e, conseqüentemente, mais fortes e mais informativas. Sua estrutura é dividida em capítulos. Para a apreciação da banca usa-se o termo “defesa da tese”.

2.5 - Artigo científico
O artigo se caracteriza por ser um trabalho extremamente sucinto, exigese que tenha algumas qualidades: linguagem correta e precisa, coerência na argumentação, clareza na exposição das idéias, objetividade, concisão e fidelidade às fontes citadas. É necessário, que o autor tenha certo conhecimento a respeito do que está escrevendo. O rigor científico segue as regras dos outros trabalhos, porém sua estrutura de apresentação textual é seqüencial, sem divisão em capítulos. Deve conter de 20 a 30 páginas.

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3 - Formatação
Todos os tipos de trabalhos especificados acima, devem seguir a seguinte formatação: 1 - Papel formato A-4 (210 X 297 mm) – branco 2 - Margens de: 3,0 cm na parte superior; 2,0 cm na inferior; 3,0 cm no lado esquerdo; 2,0 cm no lado direito; 3 - Corpo da letra: 12; 5 - Espaço entrelinhas: 1,5; 6 - Fonte Arial ou Times New Roman.

4 - Tipos de Pesquisa
Pesquisa é o mesmo que busca ou procura. Pesquisar, portanto, é buscar ou procurar resposta para alguma coisa. No que se diz respeito à Ciência, a pesquisa é a busca de solução a um problema que alguém queira saber a resposta. Não é interessante dizer que se faz ciência, mas que se produz ciência através de uma pesquisa. Pesquisa é, portanto, o caminho para se chegar à ciência, ao conhecimento. É na pesquisa que utilizaremos diferentes instrumentos para se chegar a uma resposta mais precisa. O instrumento ideal deverá ser estipulado pelo pesquisador para se atingir os resultados ideais. Num exemplo grosseiro, eu não poderia procurar um tesouro numa praia cavando um buraco com uma picareta; eu precisaria de uma pá. Da mesma forma eu não poderia fazer um buraco no cimento com uma pá; eu precisaria de uma picareta. Por isso a importância de se definir o tipo de pesquisa e da escolha do instrumental adequado a ser utilizado. A Ciência, através da evolução de seus conceitos, está dividida por áreas do conhecimento. Assim, hoje temos conhecimento das Ciências Humanas, Sociais, Biológicas, Exatas, entre outras. Mesmo estas divisões têm outras subdivisões cuja definição varia segundo conceitos de muitos autores.

11 4. Figura 01: Classificação da pesquisa 4. Aos procedimentos e Ao objeto. Aos objetivos.Pesquisa quanto à natureza A pesquisa pode constituir-se em trabalho científico original ou em um resumo de assunto. Trata-se de pesquisa fundamentada em trabalhos mais avançados. publicados por autoridades no assunto. Naturalmente.2 . segue abaixo um organograma de suas aplicações. e que . esse tipo de pesquisa é desenvolvido por cientistas e especialistas em determinada área de estudo. O resumo de assunto é um tipo de pesquisa que dispensa a originalidade. Para um esclarecimento e entendimento do emprego da classificação da pesquisa. mas não o rigor científico. Por trabalho científico original entende-se uma pesquisa realizada pela primeira vez. que venha a contribuir com novas conquistas e descobertas para a evolução do conhecimento científico.Organograma da classificação de tipos de pesquisas Noções introdutórias da classificação da pesquisa quanto: À natureza.1 .

Busca conhecer as diversas situações e relações que ocorrem na vida social. não se fundamenta nos métodos adotados. A análise e interpretação dos fatos e idéias. analisa e correlaciona fatos ou fenômenos (variáveis) sem manipulá-los. nas ciências humanas e sociais. pode-se classificá-las em exploratória. a pesquisa exploratória. principalmente.Pesquisa quanto aos objetivos Do ponto de vista dos objetivos da pesquisa. com precisão possível. Procura descobrir. a) Pesquisa exploratória: A pesquisa exploratória é o primeiro passo de todo trabalho científico. O resumo de assunto é um tipo de pesquisa que contribui para a ampliação da bagagem cultural do estudante. São finalidades de uma pesquisa exploratória. facilitar a delimitação de um tema de trabalho. a utilização de metodologia adequada. 4. sua relação e conexão com outros. Através da pesquisa exploratória avalia-se a possibilidade de desenvolver uma boa pesquisa sobre determinado assunto. sobretudo quando bibliográfica. bem como o enfoque do tema de um ponto de vista original são qualidades necessárias ao resumo de assunto. A pesquisa descritiva desenvolve-se. abordando aqueles dados e problemas que merecem ser estudados e . desenvolver pesquisas mais amplas e trabalhos originais. econômica e demais aspectos do comportamento humano. b) Pesquisa descritiva: A pesquisa descritiva observa. A diferença entre trabalho científico original e resumo de assunto. política. na maioria dos casos. descritiva e explicativa. Portanto.12 não se limita à simples cópia de idéias. futuramente. definir os objetivos ou formular as hipóteses de uma pesquisa ou descobrir novo tipo de enfoque para o trabalho que se tem em mente. preparando-o para.3 . constitui um trabalho preliminar ou preparatório para outro tipo de pesquisa. proporcionar maiores informações sobre determinado assunto. sua natureza e características. mas nas finalidades da pesquisa. tanto do indivíduo tomado isoladamente como de grupos e comunidades mais complexas. registra. a freqüência com que um fenômeno ocorre. portanto.

propriedades ou relações existentes na comunidade. para examinar aspectos variados de sua vida. grupo ou realidade pesquisada. como também os estudos que visam identificar estruturas. por exemplo. pontos de vista e preferências que as pessoas têm a respeito de algum assunto. na pesquisa mais ampla e completa. funções e conteúdos. Pesquisa de opinião: procuram saber atitudes. registrados ordenadamente para seu estudo propriamente dito. Os dados. opiniões contra ou a favor de temas polêmicos. II. como intenções de votos. com o objetivo de tomar decisões. família. formas. assim como os exploratórios. precisam ser coletados. III. . Pesquisa de motivação: busca saber as razões inconscientes e ocultas que levam. Estudo de caso: é a pesquisa sobre determinado indivíduo. o consumidor a utilizar determinado produto ou que determinam certos comportamentos ou atitudes.13 cujo registro não consta em documentos. de compras e de consumo. por ocorrerem em seu hábitat natural. pena de morte. pois permite: tratar de temas do cotidiano. grupo ou comunidade que seja representativo do seu universo. favorecem. entre as quais se destacam: I. Comumente se incluem nesta modalidade. A pesquisa descritiva pode assumir diversas formas. redução da idade penal. verificar tendências da opinião pública e mesmo permitir que se crie. por meio da manipulação de dados. Os estudos descritivos. como aborto. os estudos que visam identificar as representações sociais e o perfil de indivíduos e grupos. Esta modalidade de pesquisa é a mais divulgada pelos meios de comunicação. IV. as tarefas da formulação clara do problema e da hipótese como tentativa de solução. Estudos descritivos: trata-se do estudo e da descrição das características.

A maioria das pesquisas explicativas utiliza o método experimental. VIII. A pesquisa explicativa tem por objetivo aprofundar o conhecimento da realidade. suas causas. ou seja. procurando a razão. livros e outros. c) Pesquisa explicativa: Esse é um tipo de pesquisa mais complexo. analisar e interpretar os fenômenos estudados. e não o passado. Contudo. Pesquisa experimental: é toda pesquisa que envolve algum tipo de experimento. com o objetivo de identificar qual variável independente que determina a causa da variável dependente ou do fenômeno estudado. Nesta modalidade incluem-se a pesquisa bibliográfica e a documental. pois além de registrar. A diferença entre uma e outra está na espécie de documentos que constituem fontes de pesquisas: enquanto a pesquisa bibliográfica utiliza fontes secundárias. está mais sujeita a cometer erros. tendências. pode-se afirmar que os resultados das pesquisas explicativas fundamentam o conhecimento científico.4 . O que caracteriza a pesquisa experimental são a manipulação e o controle das variáveis. Pesquisa social: é toda pesquisa que busca respostas de um grupo social. Pesquisa histórica: é toda pesquisa que estuda o passado. IX. diferenças e outras características. o “porquê” das coisas. VII. como nas Ciências Sociais. Pesquisa documental: são investigados documentos a fim de se poder descrever e comparar usos e costumes. procura identificar seus fatores determinantes. a maneira pela qual se obtêm os dados necessários para estabelecer a distinção entre pesquisa de campo e pesquisas de fontes “de papel”. a documental utiliza documentos . como ocorre com a pesquisa histórica. ou seja. por isso mesmo. ou seja.Pesquisa quanto aos procedimentos Os procedimentos. Pesquisa teórica: é toda pesquisa que analisa uma determinada teoria.14 V. Estuda a realidade presente. 4. VI.

Pesquisa bibliográfica . Seminários. esse tipo de pesquisa. III. isto não institui uma exclusividade. Laboratório. Uma pesquisa de laboratório ou de campo implica. na delimitação do tema de um trabalho ou pesquisa. embora a grande maioria das pesquisas de laboratório seja experimental. os formulários e as entrevistas. que todo trabalho científico pressupõe uma pesquisa bibliográfica preliminar.15 primários. aqui. documentos históricos. Para a realização da coleta de dados são utilizadas técnicas específicas. A pesquisa bibliográfica é habilidade fundamental nos cursos de graduação. resumos críticos. Tais documentos. painéis. também. Bibliográfica. I. debates.Pesquisa de laboratório não é sinônimo de pesquisa experimental e. A pesquisa de campo baseia-se na observação dos fatos tal como ocorrem na realidade. Ela é obrigatória nas pesquisas exploratórias. deverão empreender pesquisas bibliográficas. e de III. chamados “de primeira mão”. ainda não foram utilizados em nenhum estudo ou pesquisa: dados estatísticos. originais. . para elaborar os diversos trabalhos solicitados. isto é. nas citações. Psicologia. monografias não dispensam a pesquisa bibliográfica. Nas ciências humanas e sociais faz-se. a pesquisa bibliográfica preliminar. II. Pesquisa de campo A pesquisa de campo. correspondência epistolar de personalidades etc. sem exceção. Campo. O pesquisador efetua a coleta de dados “em campo”. Já se disse. 4. como: Sociologia.5 . não é menos verdadeiro que todos.tanto pode ser um trabalho independente como constituir-se no passo inicial de outra pesquisa. Pesquisa de laboratório . II. como a observação direta. no desenvolvimento do assunto. diretamente no local da ocorrência dos fenômenos. Portanto. necessariamente. desenvolvida principalmente pelas Ciências Sociais. na apresentação das conclusões. se é verdade que nem todos os alunos realizarão pesquisas de laboratório ou de campo.Pesquisa quanto ao objeto As pesquisas quanto ao objeto podem ser: I.

técnica) Feito por quem? (Pesquisadores) Conclusão (Pode ser confirmada ou não) Referencial bibliográfico (Bibliografia utilizada) . Elaboração da escrita 5. não se caracteriza como experimental. Projeto de pesquisa 2.Projeto de pesquisa É a primeira etapa a obter um conhecimento sistematizado acerca da realidade. problema e delimitação do assunto) Por que fazer? (Justificativa da escolha do tema e problema) Para que fazer? (Propósito do estudo: Objetivo) Quando deverá ser feito? (Cronograma: início. O projeto de pesquisa deve responder as seguintes questões: O que fazer? (Definição do tema. É um documento que explicita as ações que serão desenvolvidas ao longo do processo de pesquisa. método. 5 . mas ao ambiente em que elas são realizadas.Desenvolvimento da pesquisa O desenvolvimento de uma pesquisa envolve quatro etapas marcantes. Todas implicam desdobramentos e procedimentos específicos. A pesquisa de campo assim denominada porque a coleta de dados é efetuada “em campo”. meio e fim) Onde fazer? (Local: campo de pesquisa) Com o que fazer? (Recursos: custeio) Como fazer? (Metodologia. Coleta de dados 3. Economia e Antropologia.1 . Vale lembrar que as denominações “pesquisa de laboratório” e “pesquisa de campo” não se referem ao tipo ou às características da pesquisa. uma vez que não há interferência do pesquisador sobre eles. pois não tem como objetivo produzir ou reproduzir os fenômenos estudados. onde ocorrem espontaneamente os fenômenos. em determinadas circunstâncias. 1. Análise de dados 4.16 Política. seja possível realizar pesquisa de campo experimental. embora.

notas. deve-se procurar na biblioteca.Coleta de dados A coleta de dados pode ser dividida em duas partes: (1) Localização das informações.17 Apêndice (material confeccionado pelo autor da pesquisa) Anexo (material anexado ao final do trabalho feito por outras pessoas. 5. Fenômeno é o fato. elaboração de pesquisa que pretende ser do cunho científico. artigos. em seguida.: revistas. fotos. à localização das informações necessárias. que fornecerá os dados essenciais para a elaboração do trabalho. dos dados sobre o assunto em estudo. Quando existe um observador. de maneira ordenada.. Método – grego Methodos Hodos – caminhos Meta – rumo. procede-se. Método experimental: método científico: conjunto de procedimentos racionais mediante os quais se extraem dos fatos particulares leis científicas. independentemente de haver ou não quem os conheça.) A pesquisa significa conhecer. ex. tal como é percebido por alguém. . fatos ou dados da realidade. abstracts. a percepção que este tem do fato é que se chama fenômeno. catálogos. Fato acontece na realidade. Selecionadas as obras que poderão ser úteis para o desenvolvimento do assunto. direção Método é um conjunto de procedimentos e regras para chegar ao resultado desejado (geralmente o conhecimento verdadeiro). Metodologia: parte da lógica que estuda os métodos das diversas disciplinas científicas. descobrir ou estabelecer relações entre os fenômenos. Ex. e (2) recolhimento e registro..: um viciado em drogas pode ser visto por um médico como um fenômeno fisiológico. Localização das informações De posse do tema.2 . através de fichários. uma bibliografia sobre o assunto. por um psicólogo no aspecto psicológico. Metodologia da produção do conhecimento científico. 1.

assim. Leitura crítica/analítica: agora a leitura deve objetivar a intelecção do texto. pesquisando-se a existência das informações desejadas. pela facilidade do manuseio. Logo após esta primeira leitura faz-se uma seleção das obras que serão examinadas mais detidamente. na hora necessária. funcionais. Caso seja necessário ampliar o levantamento bibliográfico. Leitura prévia ou pré-leitura: procura-se o índice ou sumário. ou agenda ou bloco. através de anotações. só interessa para o trabalho. documentadas. As anotações tornam-se mais acessíveis. o prefácio ou a introdução. nas notas de rodapé. Uma leitura “por alto”. se forem feitas em um caderno ou fichas. b. a contracapa. de páginas salteadas pode fornecer pistas sobre o conteúdo da obra. deve-se procurar na bibliografia de cada obra. procura-se estabelecer relações. Às vezes. com auxílio das leituras. a uma nova seleção. As leituras realizadas numa pesquisa bibliográfica devem ser registradas. remoção. exclusivamente separado para anotações da pesquisa. procedendo-se. renovação ou acréscimo de informações. confrontar idéias. refutar ou confirmar opiniões. d. c. Faz-se uma leitura mais detida dos títulos. os títulos e subtítulos. Além disso. as obras que contêm informações úteis para o trabalho. Leitura interpretativa: entendido e analisado o texto. a apreensão do seu conteúdo que será submetido à análise e à interpretação. a. as orelhas do livro. procura-se localizar as informações úteis. lê-se o prefácio. subtítulos e do conteúdo das partes e capítulos. A vantagem de se utilizar o método de anotações para registro da documentação dos dados está na possibilidade de obterem-se informações exatas.18 Tendo em mãos uma lista de obras identificadas como fontes prováveis para determinado assunto. . mais atentamente. Leitura seletiva: o objetivo desta leitura é verificar. a indagação de outras obras e autores que poderão ser consultados. nas referências bibliográficas.

com base na análise e interpretação dos dados. A coleta de dados constitui uma etapa importantíssima da pesquisa de campo. dos dados sobre o assunto em estudo Para a coleta de dados deve-se elaborar um plano que especifique os pontos de pesquisa e os critérios para a seleção dos possíveis entrevistados e dos informantes que responderão aos questionários ou formulários. Caso seja verificada alguma falha ou discrepância. torna-se indispensável averiguar se houve lapso ou inabilidade do pesquisador ao coletar os dados. analisados.19 Neste documento reservado para anotações deve ser registrado o nome do autor. páginas que eventualmente poderão ser usadas e ano da publicação do livro. mas não deve ser confundida com a pesquisa propriamente dita. No primeiro caso. se foi atribuído um número ou letra para identificar . para corrigir alguma distorção ocorrida na coleta. Procura-se. interpretados e representados graficamente. Os dados coletados serão posteriormente elaborados. editora. será feita a discussão dos resultados da pesquisa. A codificação ou transformação dos dados em símbolos facilita a contagem e tabulação dos resultados. os questionários e formulários devem conter campos próprios para este fim. de maneira ordenada. 2. b) Categorização: A categorização dos dados realiza-se mediante um sistema de codificação. Depois. deve-se retornar ao campo e reaplicar os instrumentos de pesquisa. a fim de facilitar o desenvolvimento da pesquisa. categorização e tabulação. bem como assegurar uma ordem lógica na execução das atividades. a) Seleção: A seleção dos dados visa à exatidão das informações obtidas. evitar informações confusas ou incompletas. título do livro. A elaboração dos dados compreende: seleção. Neste caso. Ao elaborar-se o planejamento da pesquisa já se decide se a codificação será efetuada antes ou depois da coleta. A maneira de aplicar formulários e questionários ou conduzir entrevistas deverão também ser definidos e planejados. Por exemplo. dessa maneira. Recolhimento e registro. Todas as etapas da coleta de dados devem ser esquematizadas. edição. local da publicação.

5. A tabulação pode ser manual ou eletrônica. ou ///// = 5. em seguida. 5. o formulário ou questionário conterá essa informação. (M) ou (A).20 o sexo do informante. Ex. os custos elevados desaconselham seu emprego em pesquisas que não envolvam dados numerosos.4 . principalmente. como traços e riscos. ou ∟ = (2). Este procedimento. além de facilitar a contagem e a tabulação. para maior facilidade de representação e verificação das relações entre eles.: categoria: sexo – Masculino (1). que são cotejados com outros conhecimentos anteriormente adquiridos. atribui-se um código. a codificação consiste em classificar os dados. (F) ou (B). Porém. é preferível lançar mão de processos de contagem mais simples. Neste caso. Feminino (2). para garantir uma boa análise num espaço de tempo mais curto. A codificação posterior é empregada quando os dados exigem julgamento mais complexo.Análise de dados Utilizando os dados fornecidos na sua pesquisa com ajuda da tabulação. será possível a elaboração da escrita. número ou letra a cada categoria. quadrados ou retângulos: Ex. A tabulação eletrônica é indicada no caso de dados muito numerosos. agrupando-os em categorias. porém os critérios dessa codificação devem ser determinados no planejamento. pela forma de abordagem do problema . ou □= 4. e. tornando mais clara sua representação. c) Tabulação: Consiste em dispor os dados em tabelas. transforma dados qualitativos em quantitativos. Com a análise dos dados a pesquisa pode ter uma abordagem quantitativa e/ou qualitativa.3 .Abordagem quantitativa A abordagem quantitativa e a qualitativa são dois métodos diferentes pela sua sistemática. A interpretação procura um sentido mais amplo nas respostas. Portanto. estabelecendo uma rede de ligações entre os resultados da pesquisa. # = 1.

Complementaridade de ambos os métodos Embora existam diferenças ideológicas profundas. assim como a investigação da relação de causalidade entre os fenômenos: causa efeito. mercadológicas. dessa maneira. nas formas de coleta de informações. de comunicação. uma forma de garantir a precisão dos resultados. O método quantitativo também é empregado no desenvolvimento das pesquisas de âmbito social. O quantitativo. No planejamento da pesquisa. econômico. podem-se identificar três instâncias de integração entre ambos os métodos: no planejamento da pesquisa. em linhas gerais. moda. de opinião. é a natureza do problema ou seu nível de aprofundamento que irá determinar a escolha do método. precisando. na qual se procura descobrir e classificar a relação entre variáveis. dados. análise de regressão e outros.1 . como percentagem. média. conforme o próprio nome indica. e evitando com isso distorções de análise e interpretações. normalmente utilizados em defesas de teses. Entretanto. até as de uso mais complexo. o uso de entrevistas e a observação podem melhorar a . na coleta dos dados e na análise da informação. estar adequado ao tipo de pesquisa que se deseja desenvolver. significa quantificar opiniões. assim como também com o emprego de recursos e técnicas estatísticas desde as mais simples. 5. O método quantitativo é muito utilizado no desenvolvimento das pesquisas descritivas.5.5 .Abordagem qualitativa Com relação ao emprego do método ou abordagem qualitativa esta difere do quantitativo pelo fato de não empregar dados estatísticos como centro do processo de análise de um problema. a discussão com o grupo que participará da investigação. A diferença está no fato de que o método qualitativo não tem a pretensão de numerar ou medir unidades ou categorias homogêneas. de administração. representado. 5.21 que está sendo objeto de estudo. como coeficiente de correlação. mediana e desvio padrão.

argumentar. prejudicando o equilíbrio entre as partes e. pois pode parecer cópia. dispersões ou mudanças de rumos. particularmente pela profundidade e pelo detalhamento das técnicas qualitativas. Para uma boa escrita podem-se seguir estas orientações: não usar eu. não usar etc. opinar.Elaboração da escrita Para se obter uma boa escrita é preciso organizar as idéias. sente-se que determinado tópico do plano empolga o autor. que inadvertidamente pode alongá-lo sem necessidade. por . usar três autores diferentes na seqüência para poder repetir o primeiro citado.6 . Na análise da informação. não usar palavras chavões do título. estabelecendo-se um esquema de redação. o levantamento de hipóteses e a determinação da amostra.. as técnicas qualitativas permitem verificar os resultados dos questionários e ampliar as relações descobertas. O plano de redação deverá ser bem especificado. não usar estrangeirismo. evitando divagações. Na coleta de dados. pois servirá como guia. orientando o desenvolvimento do trabalho e. De posse do material selecionado. Muitas vezes. informar. entrevistas. não escrever na seqüência a idéia de um mesmo autor. não usar gírias. 5. elabora-se o plano provisório do trabalho. ao mesmo tempo. não repetir idéias. fazer parágrafos curtos. observações e discussões em grupo podem enriquecer as informações obtidas. não usar palavrões.22 formulação do problema. não terminar com interrogação. não repetir palavras. criticar.

. 6. é preciso tempo disponível para realização do mesmo e.2 .2.Locais de coletas Determine com antecedência que bibliotecas. apresentando um plano minucioso.Sugestões para o Levantamento de Literatura 6.2. a partir de uma série de interrogações.2. 6.1. Este levantamento é realizado junto às bibliotecas ou serviços de informações existentes.1 .Levantamento ou Revisão de Literatura O Levantamento de Literatura é a localização e obtenção de documentos para avaliar a disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de pesquisa.1 . agências governamentais ou particulares. 6 . bem elaborado de informações desnecessárias.Escolha do Tema Existem alguns fatores que interferem na escolha de um tema para o trabalho de pesquisa.Registro de documentos Esteja preparado para copiar os documentos. 6. Para se trabalhar uma pesquisa é preciso ter um mínimo de prazer nesta atividade.1. ficar atento na existência e disponibilidade de material para investigação. instituições. fotografia ou outro meio qualquer. indivíduos ou acervos deverão ser procurados.2 .1 . seja através de xérox. escolher um tema agradável.O Projeto da Pesquisa A pesquisa tem por finalidade tentar conhecer e explicar os fenômenos que ocorrem nas suas mais diferentes manifestações e a maneira como se processam os seus aspectos estruturais e funcionais. a harmonia global do trabalho. 6.23 conseguinte. de seu interesse.

Nível específico a ser tratado Relação somente das obras ou documentos que contenham dados referentes à especificidade do tema a ser tratado. TTC (Trabalho de Término de Curso). O autor. Anotar onde se encontra a obra. que será confirmada ou negada através do trabalho de pesquisa. no caso. Não há regras para se criar um Problema. O trabalho de pesquisa. Problema: A mulher é tratada com submissão pela sociedade? 6. título do livro. criará um questionamento para definir a abrangência de sua pesquisa. irá confirmar ou negar a Hipótese (ou suposição) levantada. ano e outras observações que possam ser importantes. TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). b . dissertações e teses. TFC (Trabalho de Final de Curso). que tenta responder ao Problema levantado no tema escolhido para pesquisa.1. Hipótese é uma afirmação categórica (uma suposição). autor. Neste sentido. monografias. Depois de definido o tema. editora.Hipótese Hipótese é sinônimo de suposição.3 . .Organização Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa. levanta-se uma questão para ser respondida através de uma hipótese.24 6. páginas de interesse.Problema O problema é a mola propulsora de todo trabalho de pesquisa. Exemplo: Tema: A educação da mulher: a perpetuação da injustiça. É uma pré-solução para o Problema levantado.2. 6.3 .4 . Para uma melhor organização do material é interessante fazer um fichamento dos levantamentos de bibliografias. mas alguns autores sugerem que ele seja expresso em forma de pergunta. O levantamento de literatura pode ser determinado em dois níveis: a . O Problema é criado pelo próprio autor e relacionado ao tema escolhido. A hipótese pode ser utilizada em artigos.Nível geral do tema a ser tratado Relação de todas as obras ou documentos sobre o assunto. então.

Mas. como o próprio nome indica. Através do resultado ter-se-á a confirmação positiva ou negativa. para a sociedade ou para alguns indivíduos. isto vai depender do assunto explorado. e não a estratégia de análise dos dados. demonstrar alguma coisa. um detalhamento do objetivo geral. pesquisar. ou seja. não existe uma regra geral. procurar aquilo. Deve-se tomar o cuidado. Objetivo é sinônimo de meta. o conjunto dos objetivos específicos nunca deve ultrapassar a abrangência proposta no objetivo geral. 6.6 . isto é. Geralmente os trabalhos apresentam de três a quatro objetivos específicos. definir tal assunto. ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento. representada pela força masculina. Um macete para se definir os Objetivos é colocá-los começando com o verbo no infinitivo: esclarecer tal coisa. na elaboração da Justificativa.5 . A Justificativa exalta a importância do tema a ser estudado. fim. levantar. O tema escolhido pelo pesquisador e a Hipótese levantada são de suma importância. Geralmente os Objetivos são divididos em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos.Objetivos A definição dos Objetivos determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa. de ser comprovada. 6. tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa. . Desta forma. sendo que os objetivos específicos caracterizam etapas ou fases de um projeto. é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. exclui as mulheres dos processos decisórios? Sim ou não? Não se sabe. de não se tentar justificar a Hipótese levantada.Justificativa A Justificativa num projeto de pesquisa. permitir aquilo outro.25 Exemplo: (em relação ao Problema definido acima) Hipótese: A sociedade patriarcal.

). Exemplo: ATIVIDADES 1 2 3 4 5 6 7 / PERÍODOS 1 X X X X X X X X X X X X X X 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Levantamento de literatura Montagem do Projeto Coleta de dados Tratamento dos dados Elaboração do Relatório Final Revisão do texto Entrega do trabalho 6. quinzenas.Cronograma O Cronograma é a previsão de tempo que será gasto na realização do trabalho de acordo com as atividades a serem cumpridas. Os períodos podem estar divididos em dias. Os recursos só serão incluídos quando o Projeto for apresentado para uma instituição financiadora de Projetos de Pesquisa. trimestres. meses. Material de Consumo e Pessoal. rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. do instrumental utilizado (questionário. enfim.8 . das formas de tabulação e tratamento dos dados. sendo que esta divisão vai ser . as dissertações e as teses acadêmicas não necessitam que sejam expressos os recursos financeiros.7 . É a explicação do tipo de pesquisa.Recursos Normalmente as monografias.26 6. As atividades e os períodos serão definidos a partir das características de cada pesquisa e dos critérios determinados pelo autor do trabalho. da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho. Os recursos financeiros podem estar divididos em Material Permanente. de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa. entrevista etc. detalhada. 6. Estes serão determinados a partir dos critérios de tempo adotados por cada pesquisador.9 . do tempo previsto. semanas. bimestres.Metodologia A Metodologia é a explicação minuciosa.

3 . 6. incluindo despesas com impostos. Normalmente é definido como bens duráveis que não são consumidos durante a realização da pesquisa. tinta para impressora.9. Exemplo: .00 500. Normalmente é definido como bens que são consumidos durante a realização da pesquisa. gasolina.700.1 .00 6.00 650.00 6.Material permanente São aqueles materiais que têm uma durabilidade prolongada.Pessoal É a relação de pagamento com pessoal. caneta etc.00 950. Podem ser: geladeiras. Exemplo: ITEM 10 caixas de disquete para computador 10 resmas de papel tipo A4 10 cartuchos de tinta para impressora TOTAL: CUSTO (R$) 100.9. ar refrigerado. computadores.2 .00 200. material de limpeza.00 200.100.00 300.27 definida a partir dos critérios de organização de cada um ou das exigências da instituição onde está sendo apresentado o Projeto.00 3.Material de Consumo São aqueles materiais que não têm uma durabilidade prolongada. Exemplo: ITEM Computador Impressora Scanner Mesa para o computador Cadeira para a mesa TOTAL: CUSTO (R$) 1. Podem ser: papel.00 400.9. impressoras etc.

11 .00 13.00 2. segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas . 6.12 . O Esquema do Trabalho guia o pesquisador na elaboração do texto final.000.Referências Bibliográficas As referências dos documentos consultados para a elaboração do Projeto é um item obrigatório. ou não. 6. 6. Nela normalmente constam os documentos e qualquer fonte de informação consultados no Levantamento de Literatura.Anexos Este item também só é incluído caso haja necessidade de juntar ao Projeto algum documento que venha dar algum tipo de esclarecimento ao texto. o pesquisador elaborará um Esquema do Trabalho que é uma espécie de esboço daquilo que ele pretende inserir no seu Documento Final da pesquisa. acompanhadas de definição. Quando se consegue dividir o tema genérico em pequenas partes. ou itens. Exemplos para elaboração das Referências. Por se tratar de um esboço este Esquema pode ser totalmente alterado durante o desenvolvimento do trabalho.00 6.000.000.Esquema do Trabalho Concluído o Projeto. caso haja necessidade de explicar termos que possam gerar equívocos de interpretação por parte do leitor.10 .00 4. A inclusão. fica a critério do autor da pesquisa. pode-se redigir .ABNT para elaboração das Referências estão expressas no Anexo 1 deste trabalho.Glossário São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor.13 .00 MENSAL CUSTO (R$) (10 meses) 5.00 2.28 ITEM 1 estagiário pesquisador 1 datilógrafo 1 revisor Impostos incidentes (hipotético) TOTAL: CUSTO (R$) 500. Sua inclusão fica a critério do autor da pesquisa. Também não é um item obrigatório.00 TOTAL 700.000.000.00 200. Os anexos são produtos de outros autores e não se refere a algo que o próprio autor da pesquisa realizou.

2 O mito da Virgem Maria 4 O PROCESSO DE EDUCAÇÃO 5 O PAPEL DA MULHER NA FAMÍLIA 5.Problema (obrigatório) 4 . este Esquema irá se tornar o Sumário do trabalho final.Delimitação do tema 9 .5 A violência 6 UM CAPÍTULO MASCULINO 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS 6..14 .1 A questão da maternidade 5.Resumindo. facilitando significativamente o desenvolvimento do texto.Cronograma (se achar necessário) 10 . deveria ter as seguintes características: 1 .Objetivos (obrigatório) 6 .4 Casamento: um bom negócio 5. Um Projeto de pesquisa. então.Hipótese (opcional) 5 ..2 Direitos e deveres 5.Levantamento de Literatura (obrigatório) 3 .Recursos (se achar necessário) 11 .Justificativa (obrigatório) 7 .1 O mito de Lilith/Eva 3.Anexos (se achar necessário) .3 A moral da família 5.Metodologia (obrigatório) 8 .Introdução (obrigatório) 2 . Exemplo: Título: Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça 1 INTRODUÇÃO 2 HISTÓRICO DO PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE 3 O PODER DA RELIGIÃO 3.29 sobre cada uma das partes. Depois de concluída a pesquisa.

Glossário (se achar necessário) Observação: O documento final do Projeto de Pesquisa deve conter: .Referências (obrigatório).1.Carta Explicação Carta Explicação deve conter: A proposta da pesquisa.30 12 . 7.Texto do projeto (baseado nas características enunciadas acima) (obrigatório). A linguagem utilizada no questionário deve ser simples e direta para que o respondente compreenda com clareza o que está sendo perguntado. .1 . . Para coletar os dados pode utilizar-se de: 7. A coleta de dados ocorre após a escolha e delimitação do assunto. a formulação do problema e das hipóteses e a identificação das variáveis. a definição dos objetivos. . Não é recomendado o uso de gírias.Todo questionário a ser enviado deve passar por uma etapa de préteste.Conteúdo de um questionário: 7. . num universo reduzido. seu preenchimento é realizado pelo informante. por exemplo).Questionário O questionário. Este planejamento envolve também a tarefa de coleta de dados.Folha de Rosto (obrigatório). a não ser que se faça necessário em virtude das características de linguagem do grupo (grupo de surfistas. 7 .Referências (obrigatório) 13 .1. é um instrumento ou programa de coleta de dados. . numa pesquisa.Sumário (obrigatório). revisão bibliográfica.1 . para que se possam corrigir eventuais erros de formulação.Instrumentos de Coletas de Dados Toda pesquisa em geral deve ser bem planejada se quiser oferecer resultados úteis e fidedignos.1.Capa ou Falsa Folha de Rosto (obrigatório). Se sua confecção é feita pelo pesquisador.1 . .

TELEFONE.1. Incentivo para o preenchimento e.3 . Ex.2 . abertas ou curtas.: Trabalha? ( ) Sim ( ) Não Respostas livres.Itens sobre as questões a serem pesquisadas Formulário de itens sim-não. a não ser que haja extrema necessidade. ENDEREÇO. 7.1. Agradecimento.: Renda Familiar: ( ) Menos de 1 salário mínimo ( ) 1 a 3 salários mínimos ( ) 4 a 6 salários mínimos ( ) 7 a 11 salários mínimos ( ) Mais de 11 salários mínimos Questões mistas. Ex. certo-errado e verdadeiro-falso.: Bairro onde mora: ______________________________ Formulário de múltipla escolha.2 – Entrevista Observações iniciais: .: Quem financia seus estudos? ( ) Pai ou mãe ( ) Outro parente ( ) Outra pessoa ( ) O próprio aluno Outro: _____________________________________ 7.1. Ex. A criação dos itens do formulário segue as regras abaixo. como para selecionar alguns questionários para uma posterior entrevista (trataremos das técnicas de entrevistas posteriormente). 7. Instruções para devolução.31 Instruções de preenchimento. Ex.1.Itens de Identificação do Respondente Para que as respostas possam ter maior significação é interessante não identificar diretamente o respondente com perguntas do tipo NOME.

já que entrevistas muito longas podem se tornar cansativas para o entrevistado.Sugestões de planejamento a) Quem deve ser entrevistado: Procure selecionar pessoas que realmente têm o conhecimento necessário para satisfazer suas necessidades de informação. Vá anotando as informações do entrevistado. ou ainda que a entrevista se torne um "questionário oral". evitando que a entrevista assuma um caráter de uma inquisição ou de um interrogatório policial. Não demonstre insegurança ou admiração excessiva diante do entrevistado para que isto não venha prejudicar a relação entre entrevistador e entrevistado. 7. d) Diante do entrevistado: Estabeleça uma relação amistosa e não trave um debate de idéias. a de coleta de informações é altamente estruturada. Procure encorajar o entrevistado para as respostas.1 . c) Pré-teste: Procure realizar uma entrevista com alguém que poderá fazer uma crítica de sua postura antes de se encontrar com o entrevistado de sua escolha. enquanto você escreve. as informações necessárias não deixem de ser colhidas.32 É necessário ter um plano para a entrevista para que no momento em que ela esteja sendo realizada. Deixe que as questões surjam naturalmente.2. Se a de caráter exploratório é relativamente estruturada. b) Plano da entrevista e questões a serem perguntadas: Prepare com antecedência as perguntas a serem feitas ao entrevistado e a ordem em que elas devem acontecer. . As entrevistas podem ter o caráter exploratório ou ser de coleta de informações. evitando que ele se sinta falando sozinho. sem deixar que ele fique esperando sua próxima indagação. Seja objetivo.

que não eram esperados no seu planejamento. planejada ou controlada. É dela que depende o valor de todos os outros processos.3.Sugestões para uma observação Conhecimento prévio do que observar: antes de iniciar o processo de observação. com antecedência. uma espécie de lista ou mapa de registro de fenômenos. Observação sistemática: Também chamada observação estruturada. livre ou ocasional. caso o objeto de sua observação sejam indivíduos ou grupos de pessoas.3. Eles não devem ser pegos de surpresa.Diferentes configurações de observação Observação assistemática: Também chamada espontânea. Lembramos que o uso do gravador pode inibir o entrevistado.1 . sem planejamento. informal. para dele adquirir um conhecimento claro e preciso. filmes. vídeos etc. Sem a observação. 7.2 . sem controle e sem quesitos observacionais. simples. Fenômenos não esperados: esteja preparado para o registro de fenômenos que surjam durante a observação. Previamente elaborados. prepare-os para tal ação. tem como característica básica o planejamento prévio e a utilização de anotações. Procure enumerar algumas categorias dignas de observações. 7. o estudo da realidade e de suas leis seria reduzido à simples conjetura e adivinhação.3 .Observação Observar é aplicar atentamente os sentidos físicos a um objeto. Registro fotográfico ou vídeo: para realizar registros iconográficos (fotografias. de controle do tempo e da . A observação é de importância capital nas ciências. Planejamento de um método de registro: crie. não deixe de pedir sua permissão para tal.33 Caso use um gravador. procure examinar o local.). 7. caracteriza a observação sem o emprego de qualquer técnica ou instrumento. Determine que tipo de fenômenos mereça registros.

Observação individual: Em diversas situações de pesquisa a observação só pode ser realizada individualmente. deliberadamente. simultânea ou concomitantemente. dada a inexistência de controles externos. Observação laboratorial: De caráter artificial. Observação em equipe: Quando um objeto de pesquisa é. precisa. podem ser de fontes primárias ou secundárias. mas fundamental para isolar o objeto da pesquisa de interferências externas e para descobrir os mecanismos internos de funcionamento do objeto. como fontes de pesquisa. Sugestões para análise de documentos: a . como nas pesquisas destinadas à obtenção de títulos acadêmicos. a observação deve ser: atenta. por exemplo). evitando se envolver ou deixar-se envolver com o objeto da observação.34 periodicidade. As fontes primárias são os documentos que gerarão análises para posterior criação de informações. mecânicos e eletrônicos. passando a fazer parte dele. tendo o observador de submeter o objeto da pesquisa ao crivo dos seus próprios conhecimentos. Observação não-participante: Quando o observador deliberadamente se mantém na posição de observador e de expectador. 7. Podem ser decretos oficiais.4 . ainda que em tempos e lugares distintos. monografias e outros. cartas. se envolve e deixa-se envolver com o objeto da pesquisa. fotografias. apostilas.Locais de coletas: . sucessiva e metódica. Em qualquer das modalidades. recorrendo também ao uso de recursos técnicos. exata e completa. Observação-participante: Quando o observador. As fontes secundárias são as obras nas quais as informações já foram elaboradas (livros. observado por várias pessoas com o mesmo propósito. artigos e outros. teses.Análise de Conteúdo Os documentos.

b . 7. o que não acontece com a apresentação de um artigo científico. Trata-se de uma rede mundial de comunicação via computador. no ano de 1325". em que as informações são trocadas livremente entre todos. dizer que o Brasil foi descoberto "por Diogo da Silva.4. sem que ninguém o impeça. 8 . .Separe os documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa. a Internet representa uma revolução no que concerne à troca de informação. todos podem informar a todos. agências governamentais ou particulares. Mas. indivíduos ou acervos deverão ser procurados.1 . c . Sem dúvida. Sendo assim. devemos levar em conta que toda e qualquer informação colhida na Internet deverá ser confirmada antes de divulgada. pois sua totalidade segue um texto corrido com apresentação de subtítulos.Estruturas de Apresentação do Trabalho Geralmente esta seqüência é utilizada em monografias.Organização: . instituições.Esteja preparado para copiar os documentos. ao mesmo tempo oferece alguns perigos. Os seus elementos são divididos em capítulos. as informações passadas por essa rede não têm critérios de manutenção de qualidade da informação. fotografia ou outro meio qualquer. seja através de xérox. Explicando melhor: qualquer um pode colocar sua "Home page" (ou sua página na rede). Vamos supor que um indivíduo coloque sua página na "net" (rede) e o objetivo desta página seja falar sobre a História do Brasil: ele pode perfeitamente.35 - Determine com antecedência que bibliotecas. na verdade.Registro de documentos: . se ela pode facilitar a busca e a coleta de dados. Trabalhos de Conclusão de Curso e Trabalhos de Final de Curso. A partir dela.A Internet A Internet representa uma novidade nos meios de pesquisa.

36 ESTRUTURA DE UM TRABALHO (monografias) Estrutura Elemento .epígrafe (*) .lista de tabelas (*) .anexos ou apêndices (*) Pré-textuais Textuais Pós-textuais (*) .folha de aprovação .conclusão .lista de abreviações e siglas (*) .introdução .resumo em língua portuguesa .Elementos adicionados de acordo com as necessidades (opcionais).dedicatória (*) .sumário .agradecimentos (*) . .desenvolvimento .lista de ilustrações (*) .glossário (*) .capa (*) .referências .folha de rosto . Os demais elementos são obrigatórios.resumo em língua estrangeira .

se houver) do trabalho . Esta distribuição deve ser definida pelo professor ou pela Instituição.Capa Deve conter: .Instituição onde o trabalho foi executado (opcional) .Nome do autor . a especificação do respectivo volume . para uniformização de seus trabalhos acadêmicos.Título (e subtítulo.1 .37 Modelo de estrutura de um trabalho completo: 8. .Cidade e ano de conclusão do trabalho OBSERVAÇÃO: A Associação Brasileira de Normas Técnicas não determina a disposição destes dados na folha.Se houver mais de um volume.

As informações essenciais da origem do trabalho.2 .38 José Luiz de Paiva Bello Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça Cafelândia 2008 Modelo de uma Capa 8. .Folha de Rosto Deve conter: As mesmas informações contidas na Capa.

Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Administração.39 José Luiz de Paiva Bello Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça Monografia apresentada. tendo como orientador Orlando Pamplona Eing. tendo como orientadora a professora Neuza Moretti. . à Faculdade de Cafelândia. com habilitação em Comércio Exterior. do curso de Letras. como pré-requisito de conclusão do curso de Administração. Cafelândia 2008 Modelo de uma Folha de Rosto Exemplos de informações essenciais sobre a origem do trabalho: Trabalho apresentado para avaliação do rendimento escolar na disciplina de Metodologia Científica. como pré-requisito de conclusão do Mestrado. Orientação: Prof. Monografia apresentada como pré-requisito de conclusão de curso de Bacharelado em Sistemas de Informação. ministrada pelo Professor João da Silva. da Faculdade de Cafelândia.ª Maria da Silva. da Faculdade de Cafelândia. da Universidade de São Paulo.

José Luiz de Paiva Bello Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça FACULDADE DE CAFELÂNDIA Curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa. João Machado Doutor em Educação. UNICA _______________________ Prof.40 8. José da Silva Mestre em Educação. Este item é dispensável. se houver) do trabalho Natureza Objetivos Nome da instituição Área de concentração Data da aprovação Nome. Maria dos Santos Doutora em Educação. UNICA ________________________ Profa.Folha de aprovação Deve conter: Nome do autor Título (e subtítulo. assinatura dos componentes da banca e as instituições a que fazem parte. . titulação.Dedicatória (opcional) Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a alguém. Língua Inglesa e respectivas Literaturas Data de aprovação: __ de _________ de 20__ ________________________ Prof.3 . UNICA Modelo de uma Folha de Aprovação 8.4 . como uma homenagem de gratidão especial.

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8.5 - Agradecimento (opcional)
É a revelação de gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. Também é um item dispensável.

8.6 - Epígrafe (opcional)
É a citação de uma frase de algum autor que expresse, de forma consistente, o conteúdo do trabalho. A localização fica a critério da estética do autor do trabalho. Deve vir acompanhada do nome do autor da frase. Podem estar localizadas também nas folhas de abertura das seções primárias. É um item dispensável.

8.7 - Resumo em Língua Portuguesa
Texto (e não tópicos) que represente um resumo conciso do trabalho. Não deve ultrapassar 500 palavras. É um item obrigatório.

8.8 - Resumo em Língua Estrangeira (opcional)
Tradução, para o inglês, espanhol ou francês, do resumo em língua portuguesa. É um item obrigatório em caso de dissertações e teses. Para conclusão de curso depende da Instituição.

8.9 - Lista de Ilustrações
Apresentada na ordem em que aparece no trabalho, com o nome da ilustração e a página onde se encontra. Caso haja mais de um tipo pode ser apresentado separadamente (fotografias, gráficos, tabelas etc.). É um item opcional.

8.10 - Lista de Abreviações e Siglas
Abreviações e siglas apresentadas no texto, em ordem alfabética. É um item opcional. Exemplo: ABED - Associação Brasileira de Educação a Distância ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas ANDIFES - Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior.

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ANPED - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação. APM - Associação de Pais e Mestres.

8.11 - Sumário
"Enumeração das principais divisões, seções e outras partes de um documento, na mesma ordem em que a matéria nele se sucede" (NBR 6027). O título de cada seção deve ser datilografado com o mesmo tipo de letra em que aparece no corpo do texto. A indicação das páginas localiza-se à direita de cada seção. 7.11.1 - Divisão de um Sumário 1 - SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 - SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.1.1 - Seção Terciária 1.1.1.1. - Seção Quaternária 1.1.1.1.1 - Seção Qüinqüenária

8.12 - Texto
É a parte em que todo o trabalho de pesquisa é apresentado e desenvolvido. O texto deve expor um raciocínio lógico, ser bem estruturado, com o uso de uma linguagem simples, clara e objetiva. 8.12.1 - Introdução Na introdução, o tema é apresentado e esclarecido aos leitores, as indicações de leitura do trabalho. 8.12.2 - Desenvolvimento do Texto O corpo do trabalho é onde o tema é discutido pelo autor. As hipóteses a serem testadas devem ser claras e objetivas. Devem ser apresentados os objetivos do trabalho. A revisão de literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo assunto.

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Deve-se mencionar a importância do trabalho, justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento. Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões. 8.12.3 - Conclusão / Considerações Finais A conclusão é a parte onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando os resultados obtidos e propondo soluções e aplicações práticas. A conclusão não admite nenhum fato, idéia e argumento novos, pois consiste na síntese interpretativa dos argumentos dos elementos contidos no desenvolvimento. Caso o trabalho não seja conclusivo aconselha-se intitular no final, “Considerações finais”.

8.13 - Anexos
Todo material suplementar de sustentação ao texto. Elementos de outros autores. Ex.: uma lei discutida no corpo do texto.

8.14 - Apêndice
Material confeccionado pelo próprio autor da pesquisa Ex.: itens do questionário aplicado, roteiro de entrevista ou observação.

8.15 - Referências (NBR 6023)
Conjunto de indicações que possibilitam a identificação de documentos, publicações, no todo ou em parte. Os exemplos estão expressos no Anexo 1 .

8.16 - Glossário
É a explicação dos termos técnicos, verbetes ou expressões que constem do texto. Sua colocação é opcional.

9 - Citações
Citação é a menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte, de um documento, ou seja, é dar o devido crédito ao autor da idéia. Assim as citações poderão ser: a. Diretas: Transcrição TEXTUAL dos conceitos do autor consultado. Transcrição FIEL, ipsis litteris, reprodução EXATA do original,

Poderá ser necessária quando se tratar de texto muito longo. Poderá ser colocada a expressão [sic] imediatamente após o erro . 9. p. 187). por outro autor. Observa-se que deverão ser seguidas as normativas para cada tipo de citação realizada. foram aumentando dia a dia. “A manutenção da flora que consome os nutrientes da superfície das plantas. O texto da citação deve ser destacado entre “aspas duplas”. Indiretas: Transcrição livre do texto do autor consultado. b. seguido da data de publicação do documento. fundamentais.1 . O sobrenome do autor deve ser indicado com a primeira letra em maiúscula seguida de minúsculas.1 . É citar um autor que foi citado. Citação de citação: Transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. No desenvolvimento da pesquisa o acadêmico deverá indicar as fontes consultadas no texto. além de acarretar a . b. do qual se querem extrair apenas algumas idéias básicas. no documento que se tem em mãos. c. na sua maioria.44 respeitando-se até eventuais incoerências. dentro do parágrafo. afirma que. Exemplos: Conforme Machado (1998.1. sendo a indicação da autoria feita pelo sobrenome de cada autor ou nome de cada entidade responsável pela autoria da obra. A citação deve ser inserida na frase. p. sem recuo.”. 380).Citações diretas com menos de três linhas Estas citações deverão ser apresentadas da seguinte forma: a. erros de ortografia e/ou concordância. c.Citações diretas 9. “As cidades brasileiras. Consiste em um resumo ou paráfrase de um trecho de determinada obra. Ou Dickinson (apud Melo 1977.significa: estava assim mesmo no original. d. O fenômeno da urbanização não se processou de modo a respeitar a qualidade de vida dos recém-chegados à cidade. O tamanho de letra deve ser o mesmo do texto.

tratando-se de uma síntese dessa idéia e é feita pelo . (2002.Citações indiretas Citações indiretas são aquelas que não transcrevem.45 diminuição das doenças causadas por patógenos necrotróficos. c) O tamanho da fonte da citação deve ser menor do que a utilizada no texto. 1977.380) A manutenção da flora que consome os nutrientes da superfície das plantas. d) Não se usa aspas..Citações diretas com mais de três linhas As citações diretas com mais de três linhas são apresentadas da seguinte forma: a) A citação deve obedecer a um recuo de 4 cm da margem esquerda. O ordenamento urbanístico ficou ao sabor de improvisações e de pressões locais. b) Quando apresentar o sobrenome do autor todo em maiúscula. p. (MACHADO.]”. Ou Goldmann. foram aumentando dia a dia. pelas mesmas letras. tais como a inativação dos fungicidas e a diminuição da inibição da fotossíntese na planta. 187). a idéia de outrem. deve estar dentro dos parênteses e no final da referência. utilizando a mesma fonte do texto. Exemplos: As cidades brasileiras. pode ter outros efeitos. Não havia uma norma nacional de Direito Público exigindo um mínimo de condições para a criação de loteamentos.1. O fenômeno da urbanização não se processou de modo a respeitar a qualidade de vida dos recém-chegados à cidade.. pode ter outros efeitos [.2 . 12) aborda que “o papel de Silva na história do Brasil é o exercício de sua extrema capacidade de atuação”. (tamanho da fonte 10). e o espaçamento é simples.2 . e) O texto deverá ser justificado. p. 1998. et. 9. al. na sua maioria. 9. além de acarretar a diminuição das doenças causadas por patógenos necrotróficos. p. fato que pode ocorrer pelo acúmulo de exsudatos na superfície das plantas (DICKINSON apud MELO.

. 1986.3 . estejam elas no início. 9. interpolações.Citações de citação Há casos em que não se tem acesso ao documento original utilizado por um autor que será citado no decorrer do trabalho. Ou . ênfase ou destaques 9. no meio ou no fim do parágrafo e/ou frases [. Exemplo: Rocha (2002) analisa a proposta lembrando que há no Brasil uma tradição em se debater questões do ensino superior. sendo a página opcional.13). assim estar-se-á realizando uma citação de citação.. p. A indicação da fonte é feita pela identificação do autor e do ano de publicação do documento. Ou No molde serial de Gough (1972 apud NARDIR.46 autor do trabalho. 72) assinala [.. 1990.] pretende ser sinóptica”. comentários. p.. Ou Recentemente a obra do artista plástico enfatizando o instante fotográfico (SILVA...] “o viés organicista da burocracia” (VIANNA. p..1 . 1993) o ato envolve. 9. 2002).4 . p. embora não pretenda ser mais a ciência capaz de incluir toda a sociedade [. 1999. assim realiza-se uma supressão.4. conforme exemplo a seguir: Segundo Bottomore (1987.Supressões. apud SEGATTO.3) ou Segundo Silva (1983 apud ABREU. 214). Ou [. a qual deverá ser escrita conforme os exemplos a seguir: Segundo Silva (apud ABREU..Supressões Ao realizar-se uma citação direta poderá ocorrer de que não se deseja utilizar determinadas palavras ou frases. 1995...]. cuja indicação deverá ser por meio de reticências dentro de colchetes.] “a Sociologia.

1916. acréscimos. (BOTTOMORE... quer physicos quer Moraes.” (SOUTO.. p. após a chamada da citação. explicações ou comentários Interpolações. devendo-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão: grifo nosso entre colchetes.. costuma serem difíceis dois aquiescentes se ajudarem mutuamente” (CLOUD. p. 1993.5 .12). 46) [grifo nosso].. é que o historiador freqüentemente fornece o material usado pelo sociólogo..2 .]“o primeiro ponto. Como suas raízes são semelhantes. conforme nos exemplos acima. Exemplos: “[. p. Ou “Os aquiescentes [os que sempre concordam com tudo].. . negrito ou itálico. [grifo do autor]. ser seu próprio historiador”[. e poderão ocorrer nas citações diretas.Ênfase ou destaque As ênfases ou destaques são realizados utilizando-se grifo. conforme exemplos a seguir: “A igreja luterana de Domingos Martins [o mais antigo templo protestante do Brasil.]. ou grifo do autor. aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [..].3 ....4. p.. de vez que. acréscimos. 9.]”Desejo de criar uma literatura independente.] para que não tenha lugar a produção de degenerados. em sua história passada. 85). 155).Localização das Citações a) No texto A citação vem logo após o texto. 9. com torre] foi fundada no ano de 1866” (ANDRADE.... [.] É certo que o sociólogo deve. deverão ser indicados entre colchetes [.. 1998.Interpolações.2. caso o destaque já faça parte da obra consultada. por vezes. Ou [.. misérias verdadeira ameaças à sociedade. diversa. e o mais simples. 9. explicações. v.]” (CANDIDO. p. 1987. comentários próprios..4. 28). tiveram de evitar dizer ‘não’ só para agradar..47 [.

Ilustrações A ABNT (NBR6822) chama de ilustrações as tabelas e as figuras que eventualmente. c) No final de cada parte ou capítulo As citações aparecem em forma de notas no final do capítulo.48 b) Em nota de rodapé No rodapé da página onde aparece a citação. Esta regra depende da orientação. d) No final do trabalho Todas as citações aparecem no final do trabalho listadas em ordem numérica crescente. é necessária a prévia autorização do autor. etc. isto é. quando isso não for possível. no todo ou por capítulo. disto. Devem ser numeradas em ordem crescente. também é importante que quaisquer ilustrações obedeçam às dimensões do trabalho e as margens estabelecidas para o Trabalho Científico. Quando forem utilizadas no corpo do trabalho. 10 . bem como a indicação da respectiva fonte. devem ser autoexplicativas. As ilustrações podem figurar no corpo do trabalho ou anexadas no seu final. desenhos técnicos. As ilustrações devem estar inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem e é importante que sejam observadas as condições mínimas necessárias para que. Esta regra depende da orientação. elas próprias deverão conter os dados e informações de modo que não obriguem o leitor a consultar o texto constantemente. deverão constituir-se num auxiliar para o esclarecimento e apoio das idéias que estão sendo apresentadas. posteriormente. mapas. Caso sejam utilizadas ilustrações de outros documentos. Neste caso coloca-se um número ou um asterisco sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página. poderão ser utilizadas num Trabalho Científico para ilustrá-lo e completá-lo. Em vista. seja possível a obtenção de cópias do trabalho.) estes deverão ser dobrados de forma que resultem no formato A4 (NBR 5339). quando forem utilizados outros formatos de papel (plantas. Quando as ilustrações forem localizadas no anexo. Esta regra varia conforme a orientação. Devem ser um elemento a mais e não uma mera repetição do que foi dito. . isto é.

mas de maneira que. contém a indicação da fonte e dados necessários para a explicação de algum de seus aspectos. na folha seguinte. d) Coluna indicadora – a primeira coluna é a que indica o conteúdo de cada linha.: Tabela 1 Tabela 2 Tabela 3 Se a largura da tabela exigir. repete-se seu título e cabeçalho. e) Rodapé – localizado imediatamente após o fechamento da tabela. Ex. Devem ser numeradas consecutivamente com algarismos arábicos seguindo a palavra tabela. a rotação do volume se efetue no sentido dos ponteiros do relógio. c) Corpo da tabela – composto por linhas e colunas separadas por traços verticais. pode-se colocá-la no sentido longitudinal da folha. para sua leitura.49 10.1 . b) Cabeçalho – conjunto de títulos de cada coluna.Tabelas As tabelas constituem um tipo específico de ilustração e se constituem numa unidade autônoma.”. colocá-las lado a lado. escrita com letras minúsculas. Pode-se utilizar “Nota” para um esclarecimento de ordem geral – quando houver mais de uma podem ser numeradas. Se a extensão da tabela for superior à página. As partes que compõem uma tabela são: a) Legenda – constitui-se do número de ordem da tabela e seu respectivo título. ela pode ser dividida verticalmente em partes iguais. Neste caso. . não se delimita a tabela e. No caso de uma tabela ser extensa e com poucas colunas. ou “Chamadas” para explicação de dados relativos às linhas ou colunas. acrescentando a palavra “continuação” ou abreviadamente “cont. pode-se continuar na seguinte. separadas por um traço vertical duplo. As chamadas serão feitas sempre em algarismos arábicos colocados entre parênteses.

por traços contínuos. diagramas. em espaço simples e colocado na parte superior. Nos lados permanecem abertas. . etc. As colunas devem ser separadas por traços verticais. centrado. As figuras devem aparecer o mais próximo possível do local do texto onde foi mencionada pela primeira vez. 10.2 . 10. Os títulos devem ser centrados em relação à coluna a que pertencem. no alto e embaixo.1. As tabelas devem ser fechadas. gráficos.50 Tabela 1 .2 . porém com tamanho 10 e espaço simples. lâminas. mapas. A tabela deve estar formatada com o mesmo tipo de fonte. Os totais de uma tabela não são separados das parcelas. exceto quando se tratar de quadros. centrada na folha.Formatação da tabela O título das tabelas deve ser escrito em letras minúsculas.Figuras As figuras igualmente se constituem num tipo específico de ilustração e compreendem: quadros. fotografias. desenhos.Legenda Cabeçalho Corpo da tabela Fonte: Normas da ABNT. organogramas. esquemas. fluxogramas. Nota: os dados são informais (1) Excluídos os valores (2) Englobam: os dados necessários. distante três espaços do texto não podendo ser emolduradas.

Bibliografia é a relação dos documentos que . permitem caracterizar melhor os documentos e podem tornar-se essenciais. editora e data. Bibliografia Parte de uma obra na qual se listam as referências bibliográficas de obras recomendadas para leitura complementar. retirados de um documento. título. 2). As informações indispensáveis à identificação do documento são: autor.Referência Bibliográfica e Bibliografia Referência Bibliográfica “Conjunto padronizado de elementos descritivos. considerando o alinhamento justificado e sem recuo da margem. que permite sua identificação individual”. Todos os documentos listados devem obrigatoriamente estar citados e. As obras citadas e consultadas devem ser organizadas de modo a constituírem uma lista única. (ABNT. 2000.51 Figura1: Estudando as normas da ABNT. subtítulo. A diferença existente entre referência bibliografia e bibliografia é: referência bibliográfica é a relação dos documentos que foram efetivamente utilizados na redação do trabalho. local de publicação. Parte de uma obra na qual se listam as obras utilizadas pelo autor para elaboração do texto. O referencial das obras também possui elementos complementares e. Fonte: Clip-art. acrescentadas as informações indispensáveis. edição. em ordem alfabética. p. 2008 11 .

A. 1989.Autoria Autor é o responsável intelectual pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de um documento. Brasileira. R.Até três autores Documento elaborado por até três autores. Exemplo: COOK-GUMPERZ. A. faz-se a referência de todos. indica-se apenas o primeiro. D.Mais de três autores Documento elaborado por mais de 3 autores. acrescentando a expressão latina et al. M. ZANIN. 2.. J. separados com ponto e vírgula (. 11. em função da idade e .. SOBRENOME vírgula Nome ponto Título em negrito ponto número da edição ponto Local dois pontos Editora vírgula ano ponto 11. Porto Alegre: Artes Médicas. Qualidade fisiológica de sementes de pepino cv. ed. J. W. seguido pelo(s) prenome(s) abreviado(s) ou não. A.. porém não foram efetivamente utilizados na redação do trabalho. A construção social da alfabetização. C. BRASIL. pode-se considerar como literatura sugerida ou leitura complementar. A. Rio de Janeiro: Civ. Elaboração de um sistema integrado de computação para quantificação da biomassa florestal. 11. C.2 .1. A. NAKAGAWA. A.. em letras maiúsculas. et al. Pérola..52 foram lidos. BARBEDO.).1. Exemplo: RIBEIRO. S. C. Emprega-se vírgula entre o sobrenome(s) e o(s) prenome(s).1 .4 .3 . Abaixo segue uma relação de formas diferenciadas de apresentação da bibliografia ou referencial bibliográfico. Ele pode ser: 11. São Paulo. BARBEDO. J. Exemplo: EIGA. CATÂNEO. Maíra. 1978. 1991. A cognição.1.Autor pessoal Inicia-se a entrada pelo último sobrenome. A.

5773-5782. Habana: Casa de las Americas. Tradução de S.Jr. Microbiologia: conceitos e aplicações. Exemplo: LARA PALMA.D. G. ESTADO ou MUNICÍPIO. S.53 do tempo de repouso pós-colheita de frutos.D.2. Structural transitions in methane+ethane gas hydrates-part II: modeling beyond incipient conditions. Jaboticabal: Funep.F. 51. p.. BALLARD. NOTA: Conservar o grau de parentesco conforme o uso no idioma documento.. W.Sobrenomes que indicam parentesco (Júnior. C.V. GARCÍA MÁRQUEZ. 905-13. Dias Filho. 32. Piracicaba. E.Autor Entidade As obras de entidades coletivas são indicadas da seguinte forma: Órgãos da administração governamental direta (ministérios.Sobrenome(s) composto(s) Sobrenome espanhol: adota-se a entrada pelo penúltimo sobrenome. Determinação de propriedades elásticas e de resistência em compensados de Pinus elliottii.1 .Jr. etc. 2 v. 1996. 2000.Jr. v.Jr. 1997. 11. Neto. Amsterdan. Em Português: FERREIRA NETO. 83 p. 37-48. Nakamura.3 . G. C. n. 2000. Yamada. n. Filho. São Paulo: Makron Books. SOARES FILHO. T.P. 11. Em Inglês: SLOAN.. . é facultado indicar todos (projetos de pesquisa científica. 1997.). 286 p. p. indicação de produção científica em relatórios etc. Tecnologia de cerveja. Scientia Forestalis. Chemical Engineering Science. secretarias. H. 55. El general em su laberinto.2 . A. Exemplo: PELCZAR.S. 11.). E. Sobrinho) não são considerados como entrada deve aparecer após o sobrenome do autor. 26. B. Pesquisa Agropecuária Brasileira. separados por ponto e vírgula (. p. 1989.PAÍS. VENTURINI FILHO.L. Brasília. 2. v. SLOAN.F.M. L. ed. A. NOTA: Quando a menção de todos os nomes for indispensável para certificar a autoria.) entra-se pelo nome do lugar que indica a esfera de subordinação (em letra maiúscula) . SMITH. J.

1992. São Paulo. 327 p. 1978. 1. Campinas: Fundação Cargill.4 . 11. conclusões e recomendações. p. A primeira letra deve ser escrita em maiúscula. Relatório. NBR 6023: informação e documentação. editor. referências. 1988. 11. Manual de catalogação: exemplos ilustrativos do AACR2.54 Exemplo: BRASIL. Brasília. compilador. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. rev.). 2000.). J.5 . 1986. 424 p. 31. 11. 167 p. coordenador. Exemplo: UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. 11. São Paulo: Nobel. 22 p. (Org. Sementes: ciência. n. a primeira palavra do título escreve-se sempre em maiúscula (CAIXA ALTA). (Org. São Paulo: Saraiva. 2001. Anuário estatístico 2001. Coordenação de Publicações. Rio de Janeiro. Exemplo: INSETICIDA com efeito prolongado. elaboração. 1987. NAGAKAWA. separados por dois pontos. entra-se diretamente pelo título. Constituição do Estado de São Paulo. DF: Câmara dos Deputados.). seguida da abreviatura entre parênteses no singular. Dirigente Rural.3. tecnologia e produção. ed. 479 p.Entidades independentes Entra-se diretamente pelo nome da entidade. São Paulo. 2. FALDINI. Relator Lygia Lessa Bastos. Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para Examinar a Situação da Mulher em Todos os Setores de Atividade.Responsável Intelectual Indica-se a entrada pelo nome do responsável do conjunto da obra (organizador. Exemplo: CARVALHO. G. as demais em . etc. 205 p.. escrito em maiúscula. 46-50.6 .1 .Autor Desconhecido Publicação com autoria desconhecida ou não assinada. N.Título e subtítulo Devem ser reproduzidos tal como aparecem no documento. SÃO PAULO (Estado). M. Congresso. v. 3. Neste caso. ed.

Se o nome da cidade não for identificado: utilizar a expressão sine loco.368.l. . Exemplo: HOMEM. Tóxicos: prevenção-repressão.. R. Se o nome da cidade não constar na folha-de-rosto: quando o local não aparece no documento. indica-se entre colchetes. Exemplo: GOTO. seguida de vírgula. 2nd ed. 2. Quanta. ed. BONACELLA. 1991. b. 2. 319 p.H. 392 p. 3rd ed.. 348 p.1976.8 .l. a partir da segunda. 11. 159 p.]: Edições Salmo e Cordel.W. 5. 15 p. quando não localizar o local de publicação.9 . de 21. São Paulo: Saraiva. 1978.).. P. 56 p.W.55 minúsculas. 1990.R. em algarismo(s) arábico(s) seguido de ponto e abreviatura da palavra edição no idioma da publicação: 2. suprimindo-se palavras que designam a natureza comercial. de forma abreviada entre colchetes [S. ed. com exceção dos nomes próprios ou científicos e devem ser apresentados em negrito. Exemplo: LESSA. 11.10. UNESP. S. aufl. TIVELLI. ed. Oxford: Oxford University Press. quando mencionada na obra. Neste e noutro natais. 11. 4th ed. a. 14. 6. 1998.Local da publicação Corresponde ao nome da cidade da publicação e deve figurar como aparece no documento. mas pode ser identificado.. ed. H.. 2nd ed. ATKINS. Exemplos: MAGOSSI.7 . 1986. Poluição das águas.Edição Indica-se edição. comentários à Lei n. desde que dispensáveis à sua identificação. (Org. São Paulo: Moderna. O índio cor de rosa: evocação de Noel Nutels. Produção de hortaliças em ambiente protegido: condições subtropicais. São Paulo: Ed. GRECO FILHO. L. V.Editora Indica-se o nome da editora tal como aparece na publicação referenciada. 1987.]. P. [S. O. [Rio de Janeiro]:Codecri. seguido de dois pontos.

Indica-se “f” para documentos impressos apenas no anverso. respeitando-se a forma utilizada (algarismo romano e arábico). Não se indica o nome do editor quando é também o autor. G.: 320 p. seguido da abreviatura “p” ou “f”. abreviada. 239 p.Paginação Indica-se o número da última página ou folha.11 .]. . [199-] década certa. UNESP e não UNESP Academic Press e não Academic Exemplo: FALDINI. Só se indicam as páginas prefaciais numeradas em algarismos romanos quando contém matéria relevante. 479 p. Ex. NOTAS: 1. [19--] século certo. escrevendo-se em minúscula. São Paulo: Nobel. seguida de ponto final.10 . conforme os exemplos: [1985?] data provável. 1987. ou 86 f. [1985] data certa. [1985 ou 1986] ano ou outro. Ex. (Org.Descrição física . se não houver nenhuma data na publicação. quando utilizou-se a obra toda. indica-se a mais destacada ou a que aparecer em primeiro lugar. 11.Data Indica-se o ano de publicação em algarismos arábicos. [19--?] século provável.d] não indicada. utiliza-se a expressão sine nomine. 11.56 Kosmos e não Editora ou Livraria Kosmos Ed. registre uma data aproximada entre colchetes. 2.) Manual de catalogação: exemplos ilustrativos do AACR2. Quando a editora não é identificada. 3. Quando houver mais de uma editora.n. [s. NOTA: 1. 2.: xxvi. entre colchetes [s.

1 .) .Dissertações.. Belo Horizonte.11. 1990.120 f.. Araraquara. Instrumentação sísmica para centrais nucleares.2 . CRUZ.12. 11. indica-se a quantidade de volumes.Instituto de Química. 11. Título: subtítulo.. Universidade.2 .Documentos impressos 11. não repetir) b. Tese (Livre – Docência) – Faculdade de Filosofia e Ciências. Marília. L. Universidade Estadual Paulista.. I.Publicação em mais de um volume Quando o documento for publicado em mais de um volume. data de depósito. modelo: AUTOR. seguida da abreviatura “v”. Monografia (Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em. (quando for diferente da data de depósito . indica-se o número total de páginas ou folhas seguido da abreviatura “p” ou “f”.. (ou) Instituto de.. E. de uso na Odontologia: modelo experimental com cepas cariogênicas Streptococcus mutans e Streptococcus sobrinus.. 1997. 1989..) (ou) Monografia (Especialização em. Marília.12. modelo: .) (ou) Tese (Doutorado em.12 .Escola de Engenharia. A. Bibliotecas eletrônicas digitais ou virtuais? 2000. Tese (Doutorado em Biotecnologia) .. 118 f. A escola pública como local de trabalho.: 5 v. M.. SENNE JUNIOR.11. 63 f. Monografia (Trabalho de Conclusão do Curso de Biblioteconomia) . ano da defesa.: 120 p.Faculdade de. PIZZOLITTO. Universidade Estadual Paulista. Ex.C.. Universidade Federal de Minas Gerais.Faculdade de Filosofia e Ciências. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia) . Teses.) (ou) Dissertação (Mestrado em.. 1988.. Ex.se for igual. 126 f.Publicação em 1 volume Quando o documento possui apenas um volume. 136 f.Mapas e Cartas Topográficas a. 11. Universidade Estadual Paulista.1 .57 11. C. Monografias a. Contribuição ao estudo in vitro da corrosão induzida por microrganismos sobre liga metálica a base de cobre. Cidade da defesa. Número de volumes ou folhas. exemplos: SILVA JUNIOR.

1973.Fotografia. POLITANO.849. Mapa p&b. Itajaí: UNIVALI. 1987-1988.GIF: 557 Kb.12. 4 mapas. Atlas – exemplo: PAUWELS. Fotografia aérea e Imagem de satélite a. 1984. R. SPOTO.600. National Oceanic and Atmospheric Administration. 11. P.000. ano.Atlas. Escala 1:100. 4 e 5.3 . Edição. Canais 3. a. Jaboticabal: FCAV.4 . S. Número de unidades físicas: indicação de cor.58 AUTOR. 17:45Z.12. Globo terrestre – exemplo: HARIG. K. Notas. B. Baseada na cobertura aerofotogramétrica de 1972. Fotografia aérea BASE AEROFOTOGRAMETRIA E PROJETOS S/A. J. J. altura x largura em cm x cm. b. 1990. São Paulo. 30 cm de diâm.000. Escala 1: . 88 cm x 120 cm. Franca/Batatais: foto aérea. P.. São Paulo: Geomapas.. 1958. n. CORSINI.000. Cidade de publicação: Editora. W. 33. Notas. Cidade de publicação: Editora. 1999. Campinas: Instituto Agronômico.4 e composição colorida 3. Descrição física. Copenhague: Scan Globe Danmark. Mapa pedológico do Estado de São Paulo. color. 11. C. c. ed. Título do documento iconográfico: subtítulo. 1 carta. Escala 1:35. São Paulo: Melhoramentos.. Acompanha uma legenda expandida. Escala 1:500. b. Scan globe A/S. G. MAPA do Brasil físico. Escala: 1:500. b. 1999.. exemplos: OLIVEIRA. Pintura e Slide. (Série ou Coleção). Título do documento cartográfico: subtítulo. IR. 1 globo terrestre. d. 68 cm x 98 cm. 99 p. (Série ou Coleção). ano. exemplos: = Fotografia . Fx 11. 97 cm x 86 cm. Carta da erosão acelerada das terras do município de Taiaçu-SP. Escala 1:41. modelo: AUTOR. ESTADOS UNIDOS. 14. UNESP.000. Atlas geográfico melhoramentos. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. F. 13 jun. color. Globo terrestre. Imagem de satélite. Imagem satélite – exemplo: LANDSAT TM 5. et al. 1976. cópia heliográfica. Transparência. Imagem de satélite: 1999071318. GOES08: SE.

M. EMBRAPA. . [199-]. Entrevistador: E. p.Cartaz. óleo sobre tela. 2001. 11 jun. Paulo. Coleção particular. Rio Maior: Idimark Publicidade e Marketing. São Paulo: Ceravi. = Pintura PORTINARI. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2001. v. 1 folder. 11. 9. Rótulo.. Campinas: CATI. exemplos: = Cartaz FRIMOR: Feira Nacional da Cebola: Rio Maior de 1 a 5 de setembro de 2001. [mês abreviado. [maio. Slides gerados a partir do software PowerPoint. 1 cartaz.. (Série ou Coleção). 16. 97 cm x 134 cm. Gustavo Kuerten comemora o terceiro título em Roland Garros. M. 1999. Seção Saúde. N. PROGRAMA estadual de microbacias hidrográficas. 1 fot. Teresina: Centro de Pesquisa Agropecuária do Meio-Norte. C. data da publicação. p. 22 transparências. modelo: NOME DO ENTREVISTADO. C. Descrição física do suporte. C.. 2001]. Baile na roça.5 ... LINS.. Entrevistadores: . ética médica e bioética.6 . Folder a. 11. 1985. 2001. Graviola: mudas frutíferas.A1. Notas. Ano da entrevista]. M. 1 original de arte. A.. = Transparência O QUE acreditar em relação à maconha.59 FRANCE PRESS. 37. 1 rótulo. S. Assis. color. com a camiseta que ele mesmo desenhou na véspera. Saúde da mulher: profissionais avaliam o atendimento neste dia de luta das mulheres. = Folder CÂMARA. J. b. R. e . 13 slides: color. 29 maio 2001. 1924. Voz da Terra. = Rótulo TODDY instantâneo: alimento achocolatado em pó.12.Entrevistas e Palestras a. n. Ética. exemplos: NASCIMENTO. SOARES.12.. Folha de S.435. (Em ordem direta dos nomes) Local da publicação: Editora/Produtora/Gravadora. J. São Paulo. Elias. Título da entrevista: subtítulo... 1 folder. S. Guarulhos: Quaker do Brasil. 2001. = Slide Goldim..

M. Encontros e Conferências a. 1. (número do evento em algarismo arábico).. Formación. ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE NUTRICIONISTAS. PECKMANN. ano. M. Cidade de publicação: Editora. Entrevista a Victor José Pratta.O. Porto Alegre: FECOTRIGO.. política e constituição. Entrevistador: F.. 8 . 11. Filmes. 1 Fita de vídeo (30 min).. 3. 1990. classicismo e literatura. colonização. 283-292. 11.7 .. Realidade social. [jan. 8. Belém. M.. 4 mar. romantismo. 1988. 1965. b. [1976?].(número do evento em algarismo arábico). p.P. Descrição física. SOUZA..Eventos: Congresso. VHS. 1968. 2. data de publicação. = exemplos GARCIA M.M. OLIVEIRA. Descrição física. P. Literatura.. L.12. = exemplo CONGRESSO SOJA BRASILEIRA – REALIDADE E PERSPECTIVAS. revolução. L. capitalismo. antropologia. Anteprojeto de construção da nova sede para a Biblioteca Central da UNIFOR. R. A. industrialização.. 178 p. Araraquara. liberdade de escolha.Fitas. Soja brasileira: realidade e perspectivas: produção. Faculdade de Ciências e Letras. Saúde. A. VHS. C. son. Cidade onde se realizou o evento. pesquisas. modelo .. Anais. Notas. v. 1989.12. ano de publicação. A Empresa frente aos desafios da AIDS. In: NOME DO EVENTO. actividades y perspectivas de las profesionales en nutrición. n. ELTZ. 1 Fita de vídeo (30 min). FERREIRA. ano. São Paulo: TV Cultura. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. Título da publicação do evento. son. duração 1:58 min. cultura: Universidade. 1976. evento considerado no todo: = modelo NOME DO EVENTO... C. Título de trabalho. Notas. 1989..139-156. Mendonça. Assis: Seção de Audiovisual. Belém: Universidade Federal do Pará. C... [jan. Vídeo e DVD a. Anais. B. 1988]. p. 1986. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Nutricionistas. consumo: anais. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE NUTRICIONISTAS.60 PRESTES. Cidade de publicação: Editora. Programa Roda Viva. comercialização. 1986]. Porto Alegre. ASSUMPÇÃO. UNESP. Cidade onde se realizou o evento. Jornal Regional. trabalhos publicados em eventos científicos = modelo AUTOR. duração 5:12 min. Rio de Janeiro. n. Título da publicação do evento..

1 DVD (115 min). Intérpretes: Dustin Hoffman. FALDINI. Direção:. Título da monografia: subtítulo. Manaus: Flashstar Home Video. 1995. New York: Holt. O. Mark Wahlberg. color. duração em minutos. leg. São Paulo: Nobel.Monografia no todo – impressa 1 a. ano. V. Local: Manaus: Videolar. 197 p. sob licença de Flashstar Home Video.. b. Scott Kroopf . Intérpretes: Julia Roberts . (Coleção Caras..) Coordenação: (se houver). Rio de Janeiro: Globo Vídeo.. Anne Kopelson. ed.. W. [S. (Série ou Coleção).61 TÍTULO completo. características físicas. COMO reduzir o custo de energia elétrica na indústria. John Travolta. 1987. QUINE. Produção:. Cidade: Produtora. Produção: Arnold Kopelson. 1981. C. 1998.. todos os nomes na ordem direta: Diretor. color.. Methods of logic. 1 fita de vídeo (102 min). color. Edição na língua do texto. Eric Willians. VHS. Rinehart and Winston. Notas. . 1999. Produzido no Pólo Industrial de Manaus por Videolar. son. 479 p. (Agroindústria). Produção de Teo Field . português. Direção de Marcos Orlando de Oliveira. 1 DVD (101 min). Bruno Kirby. Grandes Filmes em DVD). Produtor. Robert Cort. (Org. (indicação de responsabilidades relevantes. Direção: Garrv Marshall. Distribuidora. Descrição física. ..9 . 163 p. ano. 1967. NOIVA em fuga: agarre-a se puder. exemplos OS GIRASSÓIS da Rússia. Produção do Centro de Produção Técnica . Rev. Coordenação de Nelson Fernandes Maciel. Direção de Vittorio de Sica.. ed. L. son. 1 DVD (117 min). color. son.). Roteiro:.l. Especificação do suporte com detalhes. Venda Nova: Bethânia. son.. son. Intérpretes: Leonardo DiCaprio. Lorraine Branco. Cidade de publicação: Editora. . 1969. [199?]. Música:. G. Música: James Newton Howard. (Série ou Coleção). Roteiro: Tom Matthews. modelo AUTOR. Realizador. Viçosa: CPT. legendas e gravação.] : Warner Home Video do Brasil. color. Filmes técnicos.o.CPT. sonoro ou mudo. Intérpretes:. A psiquiatria de Deus: fórmulas seguras para se conseguir e manter a saúde mental e espiritual. Richard Gere. Roteirista. 1 fita de vídeo (58 min). italiana. DIÁRIO de um adolescente. 5. História de Tom Mathews. Manual de catalogação: exemplos ilustrativos do AACR2. Notas. exemplos ALLEN. Trilha sonora disponível pela Varèse Saraband. v. Música: Thomas Newman. b. O QUARTO poder. 11.12. Produzido no Pólo Industrial de Manaus. outros.

.11 . Petrópolis: Vozes. 140 p.. East Rutherford: Roehrs. GONZÁLEZ-BONORINO. ALEIXO. c. F. (Os Pensadores). BACCAN. São Paulo: Abril Cultural. A construção social da alfabetização. 1975. Organizador. [199?]. J. ALEIXO. mais de três autores (É opcional citar todos ou indicar somente o primeiro seguido de et al. RENWICK.. The genus aspergillus: from taxonomy and genetics to industrial application. BACCAN.. 11. M. TROPICA color encyclopedia of exotic plants and trees from the tropics and subtropics. um autor Exemplo: RUDIO. 1999. Campinas: Papirus.62 COOK-GUMPERZ. K. 21 p. separados entre si por ponto e vírgula (. 1992. Compilador. três autores Exemplo: POWELL. et al. dois autores Exemplo: GADOTTI. 1972. Introdução ao projeto de pesquisa científica. M. W. N. b. nº 69) d. (Educação Internacional do Instituto Paulo Freire). M. STEIN. J. a. T. 283 p.) Exemplo: BENJAMIN. DC: Organización de los Estados Americanos. POLICONTROL INSTRUMENTOS DE CONTROLE AMBIENTAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO. 1994. ed. 122 p..Monografia no todo – impressa 3 Responsável Intelectual. N. et al. M. J. L. HABERMAS. Washington. Editor. (FEMS Symposium.12. C.12. 25.Monografia no todo – impressa 2 a. TORRES. Estado e educação popular na América Latina. 144p. L.. A. B. Diadema.10 . 1978. F. E. 1991. Manual turbidímetro Ap1000/II. et al.) BACCAN. 1119 p. F. 380p. New York: Plenum. F.. Loparié e O.. . PEBERDY. W. Ou TODOS. Porto Alegre: Artes Médicas. A. N. ADORNO. et al. Introduccion a la geoquimica. exemplos: . Arantes. Coordenador. Textos escolhidos. 11. HORKHEIMER. V. A. Seleção de Z.

A.). Local de publicação: Editora. 1997.12 .capítulo Autor do capitulo é diferente do autor da obra a. Informação e documentação . 186p. Tradução de E.12.) Stress tolerance of fungi. Nº de volume. 22p. (Publicacións en Ciencias Médicas. GALEAZZI. Nome do Órgão. Local de publicação: Editora. Rio de Janeiro: Ed. Título. b. Nº. (Indicação de série) b.. Campinas. 1992. página inicial e final da parte.) 26 poetas hoje. A fome no prato. Rio de Janeiro. (Comp.Monografia considerada em partes impressa . H. 182 p. Labor do Brasil. Departamento de Obras Sociais. Servicios Publicacións Científico. Data de publicação. 2000. In: AUTOR da monografia. Edição. New York: Marcel Dekker. A. LÓPEZ CRUZ. 11. SP: Mercado de Letras. (Ed.) Drogas del mar: sustancias biomédicas de algas marinas. capítulo. . Secretarias. 53p. A. de volume ou total de páginas da parte. Nº. modelo AUTOR do capítulo.referências . Santiago de Compostela. H. A. 359p. Brasília. 1996. Edição. 352p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. MUÑOZ CREGO. DF: CORDE. Entidades independentes a. Data de publicação. 1) JENNINGS. 1990.) Segurança alimentar e cidadania: a contribuição das Universidades Paulistas.Monografia no todo – impressa 4 Órgãos da administração governamental direta (Ministérios. Adaptação de ocupações e o emprego do portador de deficiência. B. 11. exemplo ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. (Org. de volume ou total de páginas da parte. etc. modelo NOME DA ENTIDADE.elaboração: NBR 6023. Univ. (Indicação de série). (Coleção de Bolso Labor. (Coord. 1993. modelo NOME GEOGRÁFICO. Data de publicação. Edição.12. 1976. 206p.13 . D. da Cunha. a. Título. Local de publicação: Editora.63 HOLLANDA. Título do capítulo. Exemplo: SÃO PAULO (Cidade). Título. São Paulo. Santiago de Compostela: Ed. M. 39). M.

6 p. Citrobacter. In: OGA. exemplos BRITISH STANDARDS INSTITUTION. 305-312.12. Praguicidas. 77 : Gráfico 6-1. E. Descrição física. 1995. 1996. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado. Data de Publicação. Título do Capítulo. Collins and Lyne’s microbiological methods. 11. de volumes ou páginas inicial-final da parte. seguido do número .64 b. 33-55. São Paulo: Atheneu. 22 p. Sociedade de consumo: ou o consumo de preconceitos. modelo AUTOR do capítulo. Methods of analysis of fats and fatty oils. O preconceito. 2000. Determination of anesidine value: BS 684: section 2. modelo ÓRGÃO ORGANIZADOR.] 1989. W. In: LERNER.14 . 2.).15 . P. Oxford: Butterworth-Heinemann. Título do periódico. Título da monografia. Título. Rio de Janeiro: Atheneu. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 11. ed. C.Periódico considerado em partes Revistas. seguido do número do volume. Título do artigo. 7. H. Cap. modelo AUTOR do artigo. nº da Norma. p. Variações na ocorrência de doenças no espaço e no tempo. A1 –92: standard specification for carbon steel tee rails. exemplo COLLINS. In: ______. v. Rio de Janeiro.Artigos Artigos em Periódicos a. Incidência de Poliomielite no Município de São Paulo. cidade de publicação. Parte2: other methods. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.l. Local de publicação: Editora. ano. BUCCI. etc. Escherichia. AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. et al. exemplo LARINI.475-496. [S. Notas.24. L. In:________. P. p. Klebsiella and Enterobacter. J. West Conshohocken. Autor do capitulo é o mesmo autor da obra a. N. (abreviado ou não). Elementos de epidemiologia geral. Edição. 1996/1997. (Indicação de série) b. In:________ . n. (Ed. b. 2000. LESER. Local de publicação.Normas Técnicas a. S. (Série ou Coleção). Fundamentos de Toxicologia. .12. 1988. Jornais.

2001. Índice acumulado.Periódico considerado no todo Revistas. Dallas: American Heart Association. Seção ou Suplemento. v. 2001. 83. Periodicidade. seguido dos números da página inicial e final. NAHAS. v..65 do fascículo. 135 p. M. São . Supplement. seguido dos números da página inicial e final. Campinas. Paulo. n. 3341. DÓLAR tem alta de 0. V. Local (cidade): Editora. n. Título do fascículo. apr. Rio de Janeiro: IBGE. p. b. a.. 1999. número e data. suppl.17%. The utility of complete genome sequences in the study of pathogenic bacteria. n. F. 13. Rio de Janeiro: FGV. 11. exemplo ASSIS. separados entre si por hífen. v. Paulo. Tipo de fascículo. Mental stress as a Trigger of cardiovascular events. mês abreviado (se houver). B. volume. CIRCULATION.12. Título do jornal. HOOD. modelo TÍTULO DA COLEÇÃO. Nutr. 10. set. dia. M. Jornais. 30 jun. Fascículos e Suplementos a.1. D.52% e bolsa sobe 1. Folha de S. N. Aspectos motivacionais em programas de mudança de comportamento alimentar. Título do artigo. b.16 . Cambridge. Edição Especial. 1999. Caderno B. Artigos em Jornais a. mês abreviado. modelo TÍTULO DA PUBLICACÃO. p. p. Folha Ciência. 1939 Trimestral. cidade de publicação. Ano. ISSN 0034-723X. Ano. separados entre si por hífen. Local : Editora. b. Parasitology. 9. 38. 1984. Número ou Título do Caderno. Ovelhas nascem de ovários congelados. v. exemplo REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA.12. São Paulo. de páginas. p. Nº. ano do primeiro volume. O Estado de S. exemplo CONJUNTURA ECONÔMICA. modelo AUTOR do artigo. Paulo. Absorveu: Boletim Geográfico do IBGE. p. exemplo LEITE.118. 2. W. 19391983. S3-S9. 1991. 30 jun. p. Rev. b. As 500 maiores empresas do Brasil.

jun. exemplo AMORIM. v. Diário do Nordeste Online.datavenia. 11.br/cidade. b. seguido do número do fascículo. Oxford. Disponível em: <http://e5500.inf. p.. Ano. . p. Título do jornal. Ano. Campina Grande. E.1 . 5 jun. a. separados entre si por hífen. Acesso em: 31 jul. p. 25. n. exemplos SOUZA. 2001.com. 33.Acesso em: 5 fev. Disponível em:<www. modelo AUTOR do artigo. cidade de publicação. Energy.17 .html>. MAGALHÃES SOBRINHO. separados entre si por hífen. 4. p. 2001.encontros-bibli.2 . dia. mês abreviado (se houver). Jornal. mês abreviado. SOUZA. Acesso em: 30 jun. 672. Número de CD-ROM (ou) Número de disquete (ou) Disponível em: <endereço eletrônico>. Formação de bibliotecários para uma sociedade livre = University education or librarians for a free society.br>. pdf>. F. A. Encontros BIBLI. 4 fev. S. 1-13. n. De penhora e avaliação.Artigo de Periódico . 2000. Número ou Título do Caderno. Analysis of aluminum plates under heating in electrical and natural gas furnaces. modelo AUTOR do artigo. Acesso em: dia mês abreviado. seguido do número do volume. Título do periódico.jornaldehoje..diariodonordeste. Título do artigo.br/frame-artig. Número de CD-ROM (ou) Número de disquete (ou) Disponível em: <endereço eletrônico>. 2001.Documentos Eletrônicos 11. 2000.2000. Florianópolis.br/cgi-bin/sciserv. n.br>. Disponível em: <http://www. Natal. Acesso em: 29 jun.17. 975-987. jun. 11. b.C. v. 2000.pl? collection= journals& journal=03605442&issue=25i0010&article=075aopuhieangf&form=pdf&file=file. Revista de Biblioteconomia e Ciência da Informação. (abreviado ou não).ufsc.com.. cidade de publicação. P. Acesso em: 5 jun. Disponível em: <http://www. Título do artigo.htm>. Acesso em: dia mês abreviado. 2001. n. Ano.fapesp. seguido dos números da página inicial e final. Ano.66 11. Dataveni@.12. 2001. Paciente da primeira angioplastia recebe alta em menos de 24 horas. Seção ou Suplemento.12. 2000.17. ACM se recusa a depor sobre fraudes na SUDAM. O Jornal de Hoje. v.Revista. Disponível em:<http://www.Artigos de Jornais a. Fortaleza. et al.12. seguido dos números da página inicial e final.

Entrevista concedida no lançamento do CD-ROM STRAUD-2000: manual de serviços aos usuários.E-mail a. data. <natalina@fcfar. C.com. <msouto@marilia.unesp. <vnovelli@iq.67 11.4 .unesp. G.5 . Ano. Mensagem recebida por <celiainoue@fca. S. quando houver).br>.unesp. Cidade da publicação: Editora / Produtora / Gravadora..inf. e. J. coordenação. <joao@adm. b.br> em 8 maio 2001. Título.bibliotecarias. B.feis. SOARES. [mensagem pessoal]. 2001.br>.17.12. Entrevistadores:. Entrevistador: Fabio Fernandes.novae.) se for mais de 1> em dia mês abreviado ano.HOMEPAGE a. Disponível em: <endereço eletrônico>.br>. modelo AUTOR do e-mail. 2000. e encara com esperança um futuro melhor para a humanidade. (é o assunto tal como está no campo assunto) [mensagem pessoal]. SOARES.17.3 . exemplos MADEIRA. b. 2000]. etc. Piracicaba: Agripoint. Mensagem recebida por <e-mail(s) do(s) destinatário(s) separados por (.htm>.br> em 15 jun. Disponível em: <http://www. 2001.br/sueli. Disponível em: <http://www. Disponível em: < http://www. P.. apresentação. data da publicação. Normalização documentária.unesp.Entrevista Online a. [mês abreviado.. Ano da entrevista]. Acesso em: 1 nov. Disponível em: < endereço eletrônico >.com. <coluccim@fclar.unesp. Título: sub-título. 2000. 11. . desenvolvimento.milkpoint. 2001. Lâmpadas e economia [mensagem pessoal].12.htm>. Open Source e budismo. b. Título da entrevista: subtítulo. exemplos LÉVY.unesp. [maio 2001]. <luzibib@marilia. Florianópolis: Estande da USP/UNESP/UNICAMP.unesp. exemplos VASCONCELOS.. C. modelo NOME DO ENTREVISTADO.br>. Acesso em: dia mês abreviado.L. Acesso em: dia mês abreviado. (Em ordem direta dos nomes). em entrevista exclusiva para o Nova-E. 11. modelo AUTOR. Acesso em: 4 jun. Lugar: Editora.br/exclusivas/ pierrelevy. Apresenta textos sobre pecuária de leite no Brasil. Em defesa da inteligência coletiva: o filósofo mais importante do ciberespaço fala de Napster. S.17.br>. Ano.. Acesso em: 13 jun.br > .M. 2001. Influência da nutrição sobre performance reprodutiva em gado leiteiro (energia. Dados complementares e/ou Créditos (Responsáveis pela produção. Mensagem recebida por <celiainoue@fca. 2ª parte).unesp. B.12.br>. N. [27 abr.

17. = lista de discussão COMUT-on-line. Data de publicação. Relatórios.cmg. Relatórios. Os sertões.Acesso em: 8 mar.org..bdt. (se houver) Mensagem disponível em: <endereço eletrônico da lista>. 11. São Paulo: Três. Disponível em: <listserver@ibict. a.17.v.12.8 . S. Acesso em: 4 jun.6 . Título. 2001. CUNHA.Livros. ITAÚ CULTURAL. Disponível em: < http://www. Local de publicação: Editora. Folhetos. São Paulo. São Paulo: FNP online. Enciclopédia Itaú Cultural de artes visuais. Tipo de mídia.1999 11. < endereço eletrônico >. modelo AUTOR(es).. a. Acesso em: 1 jun. Secretaria do Meio Ambiente. Título da monografia.Livros.org.7 . Disponível em: < http://www.68 TENDÊNCIA do mercado de café. Título: subtítulo. Lista de Discussão a.12. E. Local: Editora. 2001. exemplo . exemplos = mensagem MAFFIA. 2001.br >. 2001..17. 2001. Data de acesso .itaucultural. Comut-on-line. b. Entendendo o meio ambiente.Monografia no Todo CD-ROM . Folhetos.htm>. data de publicação. Coordenado por Ricardo Ribenboim. 11. exemplo SÃO PAULO (Estado).br/~secult/ >. 1984. Apresenta informações especializadas em agronegócios. Disponível em: < http://users. 2000. b. Acesso em: 4 jun. Edição. Notas.Monografia no Todo Online .. 2001. Mensagem disponível em:<comut-on-line@ibict.12. 1999. Acesso em: 14 jun.l Disponível em: <http://www. modelo AUTOR do e-mail original (mesmo que seja resposta). b. Comunicado CCN/Comut.com.br/sma/entendendo/atual. Edição.com. modelo AUTOR.br>.br >.Mensagem. Acesso em: 4 jun. Acesso em: dia mês abreviado ano. São Paulo. Lista de discussão mantida pelo IBICT para a discussão do Programa Comut. (é o assunto tal como está no campo assunto) Nome da lista de discussão.fnp.br>.

atherosclerosis and myocardial infarction. . 3. 1986. 2001. Zygmunt. Relatórios.14 . 1992.ed. 11. 358-389. BRANDÃO. pp. pp. Rio de Janeiro: Zahar. 37. página inicial e final da parte.Enciclopédias THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Chigago: Encyclopaedia Britannica.DC: Novartis. 1980. p.5 11. In:______ Testing teacher candidates: the role of licensure tests in improving teacher quality. et al. Atherosclerosis and coronary heart diseases: coronary anatomy.). 11. BOFF. Petrópolis: Vozes. exemplos Parte de monografia MITCHELL. Testing and licensing beginning teachers. Disponível em: <http://www.9 . 30 v. (Série ou Coleção). 1 CDROM. 2001. n. Rio de Janeiro: Delta.Anuários ARENDT Hannah.34-69. ano. Margarida Souza. capítulo. 2001. 1 CD-ROM. Título do capítulo. Título da monografia: subtítulo. São Paulo: Perspectiva. Edição. Acesso em: 26 nov. Clodovis. Departamento de Teologia.. São Paulo.105-106. 1998. (Ed.Monografia. J.º 1. b. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. Teoria do Método Teológico. 1998. BAUMAN.13 . Modernidade Líquida. 1992. conceitos. Notas.. F.. Capoten: hipertensão arterial. classificações e aspectos clínicos epidemiológicos. p. PUC-Rio. Número do volume. Entre o passado e o futuro. modelo AUTOR do capítulo.Dicionários AULETE. In: AUTOR da monografia. 11.edu/books/0309074207/html>. Folhetos. Cidade de publicação: Editora.Capítulo a. Disponibilidade e acesso. 1998. Caldas. BRISTOL. Editorial da Revista CRE Atividade. Whashington.17.69 NETTER. K.v. Washington: National Academic Press. Livros.MYERS SQUIB BRASIL.12. .15 .nap.

Os algarismos arábicos. Napoleão "citado por" Loi et al. a partir da primeira folha da parte textual. (et alli): Significa "e outros". a partir da folha de rosto.70 12 .Palavras ou expressões latinas apud: Significa "citado por". ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. Havendo apêndice e anexo.: (Napoleão apud Loi) ou seja. devem ser contadas seqüencialmente. A numeração é colocada.Paginação A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT assim define a paginação dos trabalhos. Ex. as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento ao texto principal. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume. (NBR 14724.: Numa obra escrita por Helena Schirm.4). ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra". idem ou id: Significa "igual a anterior". mas não numeradas. In: Significa "em". Ex. Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores. no canto superior direito da folha. . Todas as folhas do trabalho. Helena et al. 13 . escreve-se: SCHIRM. Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro. deve ser mantida uma única seqüência de numeração das folhas. do primeiro ao último volume. item 5. Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari. a 2 cm da borda superior.

MODELO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO As orientações abaixo apresentadas foram organizadas com base nas seguintes normas da ABNT: NBR 14724: 2005 . supra: Significa "acima". ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras". NBR 6027: 2003 .g.: Significa “exemplo”.71 e.cit.numeração progressiva das seções de um documento. Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade. sic: Significa "assim". NBR 6024: 2003 . Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic. referindo-se a nota imediatamente anterior. "literalmente".sumário.apresentação de trabalhos acadêmicos. É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra. 14 .: Significa "obra citada" passim: Significa "aqui e ali". ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis. opus citatum ou op. NBR 6023:2002 – referências. Optouse em se fazer algumas alterações e/ou supressões de conteúdos indicados . mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem. "textualmente".

com subordinação até o nível de autoria (centralizado).ano: da entrega do relatório. formação profissional d) local: da entrega do relatório. preencher no espaço pontilhado o algarismo "I" ou "II".Elementos Pré-textuais Consideram-se como elementos pré-textuais: capa. . textuais [introdução.1 . agradecimentos (opcional). II. letra maiúscula. função. O texto deve iniciar a 2 cm abaixo. sendo que: "I" representa estágio curricular interno e "II" representa estágio curricular externo d) informações referentes ao local e supervisor onde o estágio foi desenvolvido: empresa. AGRADECIMENTOS Iniciar em folha distinta apresentando o título centralizado à margem superior. I. conclusão] e pós-textuais [referências. c) subtítulo: RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR ___ (margem direita). O relatório de estágio compreende: elementos pré-textuais [capa. total de dias. CAPA (ELEMENTO OBRIGATÓRIO) É a cobertura externa de papel contendo os seguintes elementos: a) nome da Instituição responsável.72 nas normas visando adequá-las as finalidades específicas do relatório de estágio. total de horas. Deve ter em média. apresentação da empresa. relatório descritivo. período de realização. o período de duração e as atividades desenvolvidas pelo estagiário. 14. agradecimentos (opcional) e o sumário. e) mês . setor. É o documento que visa apresentar a descrição do local onde foi realizado o estágio. b) título: título do relatório (centralizado). síntese da carga horária semanal. (apêndices e anexos são opcionais)]. fonte tamanho 12 em negrito. 15 páginas. sumário]. nome do supervisor.

O texto deve iniciar a 2 cm abaixo. relatório descritivo. Exemplo de objetivo geral: Desenvolver um programa para gerenciamento e controle da produção de conservas no setor de Olericultura do Colégio Agrícola de Camboriú. INTRODUÇÃO A parte introdutória abre o relatório propriamente dito. apresentação da empresa. É um elemento opcional. Delimitação do estágio realizado. A palavra sumário deve ser centralizada negrito. letra maiúscula. fonte tamanho 12 em negrito. fonte tamanho 12 em 14. na mesma ordem e grafia que aparece no corpo do trabalho e com a respectiva indicação de página. I. b) Selecionar o instrumento de programação ideal às necessidades detectadas. Exemplo de objetivos específicos (caminho a ser seguido para alcançar o objetivo geral): a) Reconhecer a rotina do setor de conservas. síntese da carga horária semanal. devendo ser consideradas sucintamente as seguintes informações: Importância do estágio para a formação profissional. III.73 O agradecimento pode ser dirigido à empresa pela oportunidade e ao(s) supervisor(es)/orientador(es) da empresa e. nominar aqueles que contribuíram de maneira relevante ao estágio. informar pontualmente onde o estágio foi realizado e o período utilizado. d) Instalar o programa no setor de conservas. ou seja. e sem indicativo numérico. Apresenta a enumeração das divisões e seções (capítulos) presentes no relatório. c) Elaborar o programa de gerenciamento e controle da produção.Elementos textuais Os elementos que compõem a parte textual do relatório são: introdução. Apresentação dos objetivos traçados pelo aluno para o seu estágio. conclusão. SUMÁRIO Iniciar em folha distinta apresentando o título centralizado à margem superior.2 . . no tempo e espaço.

o(a) estagiário(a) deverá apresentar de forma mais detalhada o setor/departamento onde desenvolveu seu estágio.74 No caso do estágio envolver uma prestação de serviços geral pode-se optar e explicitar o objetivo geral e relacionar em tópicos as principais atividades desenvolvidas. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA (SETOR) Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (2). . IV. As atividades desenvolvidas no estágio deverão ser redigidas em forma de texto e para melhor organização das informações. Nesta etapa deverá ser relacionada a carga horária das atividades desenvolvidas em ordem semanal. Exemplo de um texto introdutório: O setor de conservas do Colégio Agrícola de Camboriú produz em média 500 vidros de conservas/mês. alinhado à margem esquerda.Organização estrutural do relatório II. alinhado à margem esquerda. RELATÓRIO DESCRITIVO Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (4). a 3 cm de borda superior e o texto deve iniciar 2 cm abaixo. Exemplo do objetivo: Prestar serviços técnicos na área de manutenção de jardins buscando colocar em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula e assim desenvolver atitudes profissionais de forma monitorada. O controle da produção. pode-se subdividir o texto em subseções. indicando a data e o número de horas trabalhadas em cada período. Deverá conter um histórico da empresa e suas principais áreas de atuação. a 3 cm de borda superior e o texto deve iniciar 2 cm abaixo. SÍNTESE DA CARGA HORÁRIA SEMANAL Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (3). III. Nos últimos parágrafos. Ao final de cada página deverão constar as assinaturas do estagiário(a) e do(a) supervisor(a)/orientador(a) do estágio. a 3 cm de borda superior e o texto deve iniciar 2 cm abaixo. alinhado à margem esquerda. .

Espera-se que a implementação do sistema contribua. data) e apresentar a referência completa do material na lista de referências constante no final do relatório. como: aspectos administrativos. Obs. Na seqüência. as dificuldades encontradas na realização do estágio e ficará a critério do(a) supervisor(a)/orientador(a) estabelecer quais as atividades que deverão ser descritas e analisadas . sites. aspectos éticos. revistas.: ficará a critério do(a) orientador(a)/supervisor(a) estabelecer quais as atividades que serão descritas e analisadas criticamente. deverá citar a fonte (AUTORIA. relacionamento com pessoas de diferentes níveis sociais e postos de trabalho. filosofia da empresa. a 3 cm de borda superior e o texto deve iniciar 2 cm abaixo.. Faz parte do estágio curricular agregar “valores” – conhecimentos que vão além da técnica. o professor responsável do setor solicitou o desenvolvimento de um programa que possibilitasse o melhor gerenciamento dessas informações. Obs. o aluno descreverá as atividades desenvolvidas durante o estágio. alinhado à margem esquerda. V.: criticamente. CONCLUSÃO Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (5).75 armazenagem e distribuição dos produtos é realizado Visando em fichas manuais a e apresenta dos diversas falhas no sistema. etc. fundamentando-as com os referenciais teóricos pesquisados. Descrever sobre a importância do estágio realizado para a sua formação. melhorar qualidade procedimentos. o(a) estagiário(a) deverá aproveitar a oportunidade para observar a “vida da empresa”. Ao fazer uso de informações contidas em livros. Enfim.

etc) utilizadas na elaboração do relatório devem ser arroladas alfabeticamente em uma lista. editora. fita de vídeo. Essa descrição deve ser elaborada seguindo a normalização nacional descrita na NBR 6023:2002. APÊNDICES Todos os documentos elaborados pelo autor e que servem para complementar as informações fornecidas no corpo do trabalho podem ser colocados em apêndices. que permita identificá-lo de forma única.76 finalizar com comentários. margeadas à esquerda e separadas entre si por espaço. Fazer a referência de uma obra significa reunir um conjunto de dados (tais como autoria. REFERÊNCIAS Iniciar em folha distinta apresentando o título centralizado à margem superior. travessão e pelos respectivos títulos e devem ser apresentados no sumário. II. letra maiúscula.: As fotografias apresentadas no Apêndice A. Ex. Todas as fontes de informação (livro. ilustram como ficaram dispostos os equipamentos adquiridos. apêndices e anexos. 14.3 . apresentando sugestões se achar necessário. É um elemento obrigatório. CD-ROM. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. O texto deve iniciar a 2 cm abaixo. . supervisor(a) e orientador(a) do estágio. título. I. revista. home-page. digitadas em espaço simples. fonte tamanho 12 em negrito.Associação Brasileira de Normas Técnicas. No corpo do relatório deve-se fazer citação dos apêndices. Ao final da página deverão constar as assinaturas do(a) estagiário(a). produzida pela ABNT. local e ano de publicação) sobre o documento. Exemplo: APÊNDICE A – Fotografia dos equipamentos adquiridos para o setor de avicultura.Elementos pós-textuais Consideram-se como elementos pós-textuais: referências.

Exemplo: ANEXO A – Decreto nº 2. conseguinte... faz-se o resumo parágrafo por parágrafo. de outro). Já o método comparativo ocupa sua atenção com a estrutura geral do texto e com as informações que respondem às expectativas que o texto criou . em conclusão. por semelhança?. por enumeração?. o leitor ocupar-se da inter-relação das idéias. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas.208.. travessão e pelos respectivos títulos e devem ser apresentados no sumário. sobre como elas se articulam no texto: proposição (contraste)?.: O artigo 3º do decreto nº 2. que deverá refletir fielmente as idéias do texto original. por isso. portanto. A compreensão implica análise do texto e checagem das informações colhidas com aquilo que já conhece. Deve. A compreensão das idéias do texto deriva de dois métodos distintos: o analítico e o comparativo. em segundo lugar. Ex. de um lado. de 17 de abril de 1997. ANEXOS Todos os documentos não elaborados pelo autor. (ver ANEXO A) 15 .. por causa e conseqüência? Segundo o mesmo método. No corpo do relatório deve-se fazer citação dos anexos.77 III.208 de 17 de abril de 1997 esclarece sobre os níveis de abrangência da educação profissional.Resumo Resumo é um tipo de redação informativo-referencial que se ocupa de reduzir um texto a suas idéias principais. comprovação e ilustração podem ser colocados em anexos. em primeiro lugar. Em princípio. mas que servem de fundamentação. O método analítico recomenda atenção com os instrumentos lingüísticos de coesão e com os marcadores de tópicos discursivos (logo. o resumo é uma paráfrase e pode-se dizer que dele não devem fazer parte comentários e que engloba duas fases: a compreensão do texto e a elaboração de um novo.

Editora.COMO FAZER RESENHA Quando se fala em "texto" corresponde a um conjunto de coisas bastante diversas. O resumo deve destacar: Elementos bibliográficos do texto. O mesmo acontece com todos os outros tipos de texto. Um conjunto ordenado de frases sobre determinado tema não garante ao editor um editorial: é preciso que esse conjunto ordenado de frases convença o leitor de alguma coisa. conclusões do autor da obra resumida. para que a certidão tenha valor legal. didático. Tipo do texto. sua extensão será de até 250 palavras. o resumo é constituído de um só parágrafo. nome.78 no leitor. mas o que se observa é que em geral um texto é muito mais do que isso. Página. Uma certidão de nascimento não é apenas um conjunto ordenado de frases sobre o lugar e a data do seu nascimento e quem são seus pais e avós: essas coisas devem ser ditas de determinada forma. Resumo do conteúdo: assunto do texto. Recomenda-se também. tudo é "texto". e assinadas por um tabelião. deve-se evitar o uso de parágrafos no meio do resumo. acadêmico). da Associação Brasileira de Normas Técnicas. que o resumo tenha até 100 palavras se for de notas e comunicações breves. o gênero a que se filia (literário. as falas de uma personagem em uma telenovela. o romance à venda nas livrarias. métodos. Problemática então é a definição do que é "texto". Segundo a NBR 6028. Título da obra. Somos mesmo tentados a dizer que qualquer conjunto (ordenado) de palavras ou frases constitui um texto. bastante rígida. um editorial publicado em um jornal. objetivo. 16 . critérios utilizados. Resumo de relatórios e teses pode ter até 500 palavras. pois é exatamente para isso que servem os . Se tratar de resumo de monografias e artigos. Portanto. Ano. O uso desse método subentende leitor possuidor de informações sobre o assunto. Sua certidão de nascimento. Local de publicação do texto. e sua ficha técnica: Sobrenome do autor. um bilhete deixado na porta da geladeira.

atas. acordos. Ou seja.) ou produzir textos que não servem para nada (bilhetes que nada informam. A definição do dicionário pode ser dividida em três partes. uma opinião. e do momento em que o bilhete foi escrito. ela. e é possível que você encontre interpretações divergentes para as mesmas regras dentro de sua própria Faculdade. Enfim: há regras socialmente estabelecidas para a produção de textos. a resenha tem por finalidade: (1) fazer uma análise. .79 editoriais. duplo. Essas regras não são tão rígidas quanto as que governam a produção de textos legais (atas e certidões. se você quer que as suas resenhas possam ser publicadas. ainda que vagas. o bilhete não cumpre a sua função. pois. as regras existem. O primeiro elemento a ser destacado nas resenhas é o fato de que tratam. A resenha pretende decompor o objeto 1 FERREIRA. procurações. por exemplo). a segunda parte é a que concerne ao adjetivo "breve". 1996. B. 1. todas elas. A primeira parte está representada pela palavra "apreciação". O que é uma resenha? Resenha. uma "apreciação breve de um livro ou de um escrito"1. é fundamental que você siga as regras. O objetivo da resenha é. um exame. em muitos casos. é. Se você quer que as suas resenhas efetivamente resenhem alguma coisa. segundo o dicionário. Infringir essas regras pode significar. que devem servir de orientação para que você possa entender o que é uma resenha. Tudo isso vale também para as resenhas. e elas variam de acordo com o tipo de texto a ser produzido. de uma apreciação. ou editorais que não convencem ninguém. A. se isso não acontece. por exemplo). Mas é importante que você perceba que. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. e a terceira e última parte diz respeito ao sintagma "de um livro ou de um escrito". etc. produzir textos sem valor legal (caso das certidões. Um bilhete na geladeira que diga apenas: "Fui lá com ela e volto em dez minutos" somente se torna interpretável se o leitor compartilha com o autor os referentes de lá. e são essas regras que definem o que é e o que não é uma (boa) resenha. ou recensão. São Paulo: Nova Fronteira. Assim como para todos os outros textos. e (2) emitir um julgamento. se você quer receber boas notas do professor pelas suas resenhas. há regras para a produção de resenhas.

pequeno. Trata-se de um outro texto. Você deve fazer a análise e emitir o julgamento em um tempo consideravelmente restrito (geralmente em torno de duas a três laudas em espaço duplo). a partir dessa análise. e. superficial. O objeto da resenha não é. apenas um texto escrito. avaliá-lo. Por fim. desde o início. a expressão "de um livro ou de um escrito". A principal implicação das limitações de tempo e espaço é que você deve ser seletivo. a resenha deve se posicionar em relação ao objeto resenhado. Quando um professor pede a você que faça uma resenha de um texto X sobre um tema Y. É extremamente comum encontrarmos hoje nos jornais resenhas de discos e filmes. Perceba . A resenha é um texto rápido. e a finalidade da análise é exatamente fornecer elementos para o julgamento. Você sabe. deve julgá-lo. Fazem-se resenhas de textos e obras.80 resenhado em suas unidades constituintes. investigá-lo a fundo. porque o uso normal das resenhas ultrapassa muito o texto escrito. portanto. o que se pede é que você examine e julgue o texto X. O que é importante perceber aqui é que todas as resenhas têm um ponto de partida bastante definido. em vez de tentar dar conta de tudo. É importante que você perceba que esses dois objetivos estão combinados: para que você tenha elementos para julgar alguma coisa. qualquer objeto é passível de uma apreciação nos moldes de uma resenha. examinar tudo pormenorizadamente. Este é um ponto controverso. e não de temas. esses dois objetivos são solidários: um não existe sem o outro. deve investigar em detalhe apenas um dos pontos do objeto resenhado. investigar todos os seus pontos. Logo. Na resenha. como a tese do autor ou um de seus principais argumentos. Não é isso. ou que o seu julgamento possa ser precipitado. Em princípio. proceder a um exame pormenorizado. a definição apresenta um terceiro elemento. você deve eleger um ou outro aspecto mais saliente do texto para análise. é preciso que seja feita antes uma análise. Mas é importante que a sua escolha recaia sobre um ponto efetivamente relevante do texto. O segundo elemento presente na definição é o adjetivo "breve". que não vai conseguir esgotar a obra. ou de uma obra qualquer. Isso não significa que sua análise deva ser rasa. ele não quer que você faça uma análise e emita uma opinião sobre o tema Y.

também chamada técnica. Por tudo o que foi dito. o que as diferencia é a natureza do julgamento proferido acerca do texto. Nos dois casos. você deve dialogar com o autor do texto. 2. mas sobre o texto X. e a resenha crítica. por exemplo). com a apresentação das principais idéias do autor. Você não deve jamais se esquecer do texto que serve de ponto de partida para a resenha: esse texto é a própria razão de ser da sua resenha. escolhido pelo resenhista. . podemos dizer que resenha é um tipo de texto em que há. isto é. c) A resenha deve sempre indicar a obra que está sendo resenhada. ou científica. Exigências de forma a) A resenha deve ser pequena. concomitantemente. em que você recupera as idéias centrais do autor. observam-se as mesmas exigências quanto à forma e quanto ao conteúdo listadas no item anterior. análise e julgamento. Nas resenhas há mesmo um resumo do texto. que tem pelo menos duas outras partes: a parte da análise do texto e a parte do julgamento do texto. Mas não confunda: resenha não é resumo. um resumo do texto resenhado. não devem ser feitas separações físicas entre as partes da resenha (com a subdivisão do texto em resumo. é importante que saiba também que há pelo menos dois tipos de resenha: a resenha descritiva. b) A resenha é um texto corrido. exigências de forma e de conteúdo: Exigências de conteúdo a) Toda resenha deve conter uma síntese. Quais são os tipos de resenha? Agora que você já sabe o que é uma resenha.81 a diferença: o professor não está querendo saber a sua opinião sobre o tema Y. c) Toda resenha deve conter um julgamento do texto. o resumo é apenas uma parte da resenha. ocupando geralmente até três laudas de papel A4 com espaçamento duplo. b) Toda resenha deve conter uma análise aprofundada de pelo menos um ponto relevante do texto. também conhecida como opinativa. feito a partir da análise empreendida no item b. Você deve retomá-lo sempre.

e julga-se a obra (classificando-a em excelente. e (2) avaliar a pertinência das idéias do autor. mas é preciso diferenciá-los. das músicas que compõem o CD). Talvez um exemplo o ajude a entender a separação. se vale a pena a leitura ou não). Os dois julgamentos são próximos. se o que ele diz faz ou não sentido. e recomendando-a ou não ao leitor. No primeiro caso. e que a análise deve decompor pelo menos uma dessas idéias em suas partes constituintes. Perceba que um bom texto pode conter várias imprecisões e inverdades. ruim. No entanto. É mais ou menos o que acontece sempre que é lançado um novo romance. através das . (b) uma análise. e (c) um julgamento. que pode assumir significados bastante diferenciados: o julgamento pode ser entendido como um julgamento de valor. estaríamos diante de uma resenha crítica. Os dois procedimentos são equivalentes para todas as resenhas. Há duas formas de julgar esse texto: (1) avaliar o seu valor literário. em que se discute se o autor tem razão ou não. os arranjos de uma música). Você pôde ver também que o resumo deve trazer as principais idéias do autor do texto. um novo filme. a sua consistência. há uma terceira parte. dizer se o texto é bom ou ruim. o julgamento. Considere um texto literário.82 No item anterior. por exemplo. ou o julgamento pode ser entendido como um julgamento de verdade. A qualidade de um texto geralmente depende de sua consistência. e estão mesmo relacionados. em que se afirma a qualidade do texto (se o texto é bom ou ruim. regular. você pôde perceber que toda resenha deve conter (a) um resumo. um conto de Machado de Assis (O Alienista) que procura discutir a idéia de loucura no final do século XIX. e que um mau texto não contém necessariamente idéias mal desenvolvidas. se foi ou não bem escrito. boa. se de fato são aplicáveis àquilo que o autor pretende. mas nem sempre isso acontece. Procure nos jornais (geralmente no caderno de cultura) e perceba: faz-se um resumo da obra (do enredo do livro ou do filme. a atuação de uma atriz. para que você possa entender exatamente a diferença entre uma resenha descritiva e uma resenha crítica. a sua clareza. se as idéias de fato são verdadeiras. um novo disco. péssima. Há sempre alguém (um resenhista) que ocupa um espaço nos jornais para fazer a apreciação da nova obra. elegem-se alguns pontos para análise (a qualidade da escrita.

83 carinhas (que ora sorriem. por exemplo. do bonequinho (que ora aplaude. como supõe Machado de Assis no texto. No primeiro caso. Esta é basicamente a tarefa de uma resenha descritiva. há sempre alguém que comenta os resultados atingidos: se a metodologia foi correta ou não. como o descrito por Machado. que avaliássemos a pertinência das idéias do autor. se os resultados são ou não são confiáveis. Faríamos. enfim. ou se o autor faz uma descrição grosseira. interessante. Discutiríamos. por exemplo. se o que se passa com a personagem principal é ou não verossímil. ou de qualquer outro indicador de qualidade. O mesmo texto (de Machado de Assis) poderia conduzir a uma resenha crítica positiva (que julga a qualidade do texto) e a uma resenha descritiva negativa (que julga a verdade do texto). A questão aqui é outra. admite-se que o texto não é . Imagine agora que procedêssemos à segunda forma de julgamento. No segundo caso. por exemplo. se as conclusões que o autor retira do episódio são ou não pertinentes. Quando alguém divulga os resultados de uma pesquisa. e não a qualidade do texto. e está geralmente restrito às publicações mais técnicas. instigante. um julgamento de verdade do texto: se o texto é verdadeiro (no sentido de conter uma verdade) ou não. ora abandona o cinema no meio da sessão). se é bem escrito ou não. agradável de ler. se o autor foi ou não foi fiel às instituições que pretendia retratar. se a pesquisa é ou não relevante. E teríamos feito uma resenha crítica. fora da realidade. prazeroso. Não se trata mais de dizer se o texto é bom ou ruim. Ou poderíamos discutir se os médicos eram efetivamente dotados da autoridade de internar toda a cidade. que vale a pena ser lido. era realmente aquela. ora dormem). diríamos então que se trata de um texto bom. reconhece-se que é um bom texto. Deveríamos discutir se as idéias do autor são ou não são válidas. Este tipo de resenha é menos comum nos jornais. No caso do texto de Machado de Assis. se a situação dos asilos. e colocaríamos um bonequinho aplaudindo. Perceba as diferenças entre as duas propostas. No caso de O Alienista poderíamos discutir. se merece uma carinha sorrindo ou um bonequinho deixando a sessão. bem escrito.

macetes ou receitas prontas sobre como fazer uma resenha. com as palavras do autor. é alguma coisa que aprendemos por experiência e erro. técnica. em grande medida. a sua beleza. 3. apesar de tudo o que viram. e o importante é não desanimar nesse trajeto. e são duas coisas diferentes. fazendo. Selecione as idéias principais do autor do texto e monte um outro texto. É o primeiro passo e o fundamental.84 fundamentado. lembre-se que toda resenha deve conter resumo e análise do texto que serve de ponto de partida. seu. é aquela cujo objetivo é julgar o valor do texto. Como se faz uma resenha? É importante saber que não há fórmulas mágicas. É preciso ter em mente. seguem algumas dicas para uma resenha descritiva: 1) Leia o texto que serve de ponto de partida para a resenha. A qualidade da sua resenha depende. Responde basicamente à pergunta: O que o autor diz faz sentido? Em ambos os casos. O julgamento do texto é apenas uma parte. que há dois tipos de resenha. ainda não sabem por onde começar. Como todos os outros tipos de texto. Serão muitos exercícios de resenha até você poder produzir boas resenhas. Em resumo. portanto. investigar a consistência de seus argumentos e a pertinência de suas conclusões. pode-se dizer que: resenha crítica. que cumprem a objetivos diferentes. e que essa diferença está relacionada à maneira como se entende a idéia de "julgamento". em que você diz o que entendeu do texto. É importante ter cuidado: não restrinja a resenha ao julgamento. Mas cuidado: resumo não é cópia de alguns trechos do texto. da qualidade da leitura que você fizer desse texto. Responde basicamente à pergunta: O texto é bom? Resenha descritiva. é aquela cujo objetivo é julgar a verdade das proposições (idéias) do autor. 2) Faça um resumo do texto. leia mais de uma vez. é importante salientar que esses julgamentos (de valor ou de verdade) devem ser sustentados por elementos retirados do texto através de sua análise. que apresenta uma visão apenas caricatural da loucura no século XIX. um texto seu. a sua relevância. Um não compromete o outro. treinando. e quais são as idéias principais . Para aqueles que. opinativa. Se necessário. Resumo é um outro texto. científica.

decida. aí sim. Se você não sabe ainda como resumir um texto. as conseqüências que se pode retirar dessa idéia. ou você pode misturar as três coisas. Se você não conseguir lembrar de nada a respeito do texto. O importante é que seu texto tenha .85 do autor. que estão postas em uma hierarquia. procure definir o que significa "relativo" para o autor e. não responda que essa idéia é verdadeira porque "o conceito de normal é muito relativo". se o autor diz que "ninguém é normal" e usa como argumento a colocação de que "o conceito de ‘normal’ é muito relativo". você estaria apenas repetindo o autor do texto. e não uma mera reprodução do que o autor pensa. e decidir sobre a sua organização. periféricas. Há idéias principais e há idéias secundárias. 6) Faça tudo isso antes de começar a redigir o texto. Procure traçar quais são os seus pressupostos. com quais outras idéias ela dialoga. 3) Eleja uma entre as principais idéias do texto. Apenas depois de resolvidos os passos de 1 a 5 é que você estará pronto para escrever o texto. e depois explicá-la para o leitor (através da análise) e terminar por uma apreciação mais genérica do texto (o resumo). É você que decide. 5) Emita um julgamento de verdade a respeito dessa idéia. ao julgamento. em seguida. 4) Analise a idéia escolhida. Use um rascunho. por quê? Procure responder a essas perguntas com outros argumentos que não os usados pelo autor do texto. pense em como você o apresentaria para alguém que estivesse acabando de chegar à sala e lhe perguntasse: Sobre o que é esse texto que você está lendo? Outra estratégia interessante é ler o texto em um dia e tentar resumi-lo alguns dias depois. se necessário. Olhe para a maneira como o autor usa os conceitos. Não há ordem predeterminada: você pode começar o texto pela sua conclusão. por quê? Se é falsa. o que o autor pressupõe para formular essa idéia. As idéias de que você conseguir lembrar serão seguramente as principais idéias do autor. ou você pode começar pelo resumo. Por exemplo. Ela é verdadeira ou não? Se é verdadeira. passar à análise e. Todo texto contém várias idéias. você não o entendeu. É crucial que o julgamento seja "seu". Procure traçar também as suas implicações. Volte ao texto e o leia novamente. Verifique quais as relações que a idéia estabelece no texto. Eleja uma idéia principal.

Enfim. objetivos. Este conteúdo é inserto num documento que contém: folha de rosto. pressupõe-se que o apresentador tenha conhecimento do tema.COMO FAZER PAPER Paper ou comunicação científica define-se como a informação que se apresenta em congressos. sinopse. todavia. que não seja apenas um amontoado de parágrafos sobre o texto que está sendo resenhado. correta e precisa. O que diferencia um projeto de pesquisa de um anteprojeto é a intervenção da revisão da literatura. Em tais encontros são expostos. significa todo o processo de pesquisa.86 organização. justificativa. e unidade.COMO FAZER PROJETO Projeto é um documento escrito que tem por função explicitar o planejamento de uma pesquisa científica. academias. 17 . No anteprojeto ou pré-projeto o pesquisador esboça suas primeiras tentativas de sistematização da pesquisa. 18 . O conteúdo de paper inclui: Introdução: formulação do tema. sociedades científicas. delimitação do problema. Logo. abordagem e exposição lógicas das idéias apresentadas. é uma fase essencial para o iniciante que. bibliografia. saiba precisar a terminologia e adequá-la à platéia e esteja preparado para responder as questões que surgirem durante o evento. Como o tempo é restrito. a linguagem deve ser concisa. os resultados realizados. Conclusão: busca da síntese dos resultados da pesquisa. Desenvolvimento: exposição detalhada do que se disse na introdução e fundamentação lógica das idéias apresentadas. reuniões. A finalidade é difundir resultados de pesquisa. conteúdo. . em reduzido espaço de tempo. De um ponto de vista mais amplo. metodologia. pode ser ignorada por um pesquisador experiente. simpósios. passando pela execução e terminando na elaboração do relatório ou monografia. desde a fase de planejamento.

anexos. o projeto tem um padrão de organização das categorias que o constitui. Formalmente. as categorias textuais e as categorias pós-textuais. autor. 1. anais ou outro órgão de divulgação científica especializado. Estruturalmente são compostos de: Identificação: título do trabalho. abordagens atuais e. A redação de um artigo deve antever o público a que se destina o periódico. classificam e definem o assunto e levam em conta a forma e o objetivo que se tem em vista. . desenvolvimento e conclusão. apresentando resultados de estudos e pesquisas. temas novos. apêndice. 19 . então. Os classificatórios fazem uma ordenação de aspectos de determinado assunto e a explicação de suas partes. se a clientela é especializada. obtê-los para que depois possa reavaliar o anteprojeto à luz dos conhecimentos adquiridos. 3. Os analíticos descrevem. classificatórios ou argumentativos. Uma das características básicas é sua dinamicidade.COMO FAZER ARTIGO CIENTÍFICO O artigo trata de problemas científicos. 2. data. credenciais e procedência do autor.87 O iniciante não tem ainda conhecimentos mais aprofundados sobre o tema. Elementos referenciais: bibliografia. o documento possui três partes: as categorias pré-textuais. agradecimentos. terminologia e nível da linguagem são mais apurados. Os artigos veiculam agilmente informações. sobre a metodologia adequada de implementação da pesquisa e de análise e interpretação dos resultados. um projeto é construído a partir da revisão do anteprojeto. Os argumentativos enfocam um argumento e depois apresentam fatos que provam ou refutam o mesmo. Se a clientela é mais ampla. sinopse. a linguagem é mais acessível. Costuma ser publicado em jornais. Ele precisa. Isto posto. Os artigos podem ser de três tipos: analíticos. Como todo documento escrito. revistas. por vezes. Corpo do artigo: introdução. derivada da extensão reduzida.

2. Parágrafos: justificados. 8. é necessário seguir orientações conforme adaptação das Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas para Trabalhos Acadêmicos NBR`s 6022/1994.1 Superior 3cm.3 Esquerda 3cm. Estruturas de parágrafos: iniciar sempre o parágrafo com uma tabulação para indicar o início (apor um recuo no começo do parágrafo). 3. 7. desenvolvimento e conclusão) = 12.88 Metodologia para elaboração de um artigo científico Para a elaboração do artigo científico. 6023/2002 e 10520/2002. 8. 5. Espaçamento: entre linhas e entre parágrafos é 1.5 cm. 8. 8.7 Nas citações longas = 10 8. 4. 8.4 Direita 2cm. 3. Citação: 9. quando citação breve de até três linhas no mesmo parágrafo. Numeração de páginas: no canto superior direito iniciando na introdução do trabalho. 3.8 Nas referências = 12 9.2 No nome do(s) autor(es) = 10.1 Destacar a fonte em negrito itálico.2 Inferior 2cm. Margens: 3. 6. 3. 1. 8. Tipo de fonte: Arial ou Times New Roman. Tamanho da fonte: 8. 8. Papel formato A4: 210mm X 297mm.5 Nas palavras-chave = 12.6 Na redação do texto (introdução.4 No resumo = 10. .1 No título do artigo (em letras maiúsculas) = 12.3 Na titulação (nota de rodapé) = 10.

e apor como palavras-chave do artigo. parágrafos justificados). sobre o tema indicando os objetivos do estudo desenvolvido com espaço entre linha simples.5 Palavras-chave: escolher entre três e cinco palavras importantes sobre o tema que foi desenvolvido. quando citação longa.5 Iniciar a redação sobre o tema com estruturação de parágrafos. CENTRALIZADO EM LETRAS MAIÚSCULAS. Apor dois espaços 1. Apor dois espaços 1. desenvolvimento e conclusão de forma clara e ortograficamente correta. 20 .5.5.2 Utilizar um recuo maior do parágrafo. aplicar espaço simples no parágrafo (não é necessário negrito nem itálico). com tamanho da fonte 10.89 9. TAMANHO DA FONTE 12) Neuza Moretti (Apor sem espaço o(s) nome(s) do(s) autor(es).5 Resumo: elaborar um resumo para convidar o leitor para a leitura do artigo. espaço entre linhas 1. (fonte 12. tamanho da fonte 10. parágrafo justificado).4 Apor o sobrenome do autor. (tamanho da fonte 12.3 Atentar para NBR 10520/2002. inserir notas de rodapé com a(s) titulação(ões) do(s) autor(es) [1] Apor dois espaços 1. ano da publicação da obra e número da página. espaço entre linhas 1. introdução. 9. 9. tamanho da fonte 10. um parágrafo estruturado de cinco a dez linhas. com parágrafo justificado. direita. .MODELO DE ARTIGO CIENTÍFICO TÍTULO DO ARTIGO CIENTÍFICO (Modelo de estrutura) (APOR O NOME DO TEMA ABORDADO.

BERVIAN. concentração em Ergonomia. Professora de ensino superior e Mestre em Engenharia de Produção.. ed. 2007. BASTOS.. 2002. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. UFSC. [1] 21 . . 8. (org. FERNANDES. Pedro Alcino. Lucia Monteiro. 22 . Graduada em Biologia pela UNIOESTE. CASTRO. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. A prática da pesquisa. __________. ISBN 978-85-224-4828-9 BARROS. 1988. conforme modelo e adaptação da NBR 6023/2002. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. pela Universidade Federal de Santa Catarina. Lília da Rocha. Cláudio Moura. teses e dissertações. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. P. 1977. 211 p.) Pesquisa participante. Pós-graduada em Manejo de animais silvestres em cativeiro pela UNB. Estrutura e apresentação de publicações. Amado Luiz. São Paulo: Prentice Hall.90 Apor dois espaços 1.5 Iniciar em ordem alfabética as Referências. Rio de Janeiro: Zahar. São Paulo: Brasiliense.ed. 1977. São Paulo: Atlas. PAIXÃO. 5 ed. São Paulo: McGrawHill do Brasil. J. A. Fundamentos de metodologia. 1986. Carlos Rodrigues. Gestão ambiental pela UNIOESTE e Gestão e educação ambiental pela ESAP de Londrina.BIBLIOGRAFIA ANDRADE. 1982.S. Maria Margarida de.ARTIGO EMPRESARIAL O Artigo Empresarial trata-se de um estudo de caso que pode ser elaborado utilizando apenas um autor como referencial. 7. Lyra. 3. Introdução à metodologia do trabalho científico. Segue a estrutura do artigo científico e deve ter de 15 a 20 páginas. LEHFELD. BRANDÃO. ed. CERVO. N.A.

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