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2500 KM DE PENETRAÇÕES

Meu nome é Dário, tenho 33 anos, 1,78m, corpo malhado, loiro e olhos verdes, com a pele bem
branca no momento, pois há muito não vou à praia, tenho uma ferramenta que sempre é elogiada,
pela sua espessura e beleza. Fui casado com uma mulher muito simpática, gostosíssima e
inteligente, que só não deu certo devido ela ser de Pernambuco e eu do Rio de Janeiro, como não
conseguiu emprego aqui no Rio, voltou para Pernambuco. Ai durou mais um ano e terminamos
como amigos. Hoje moro sozinho na Cidade Maravilhosa. Numa das minhas viagens a
Pernambuco, resolvi retornar de ônibus, pois gosto de ler e seria uma forma de ter um bom tempo
dedicado a leitura. Como era véspera de carnaval, o ônibus estava muito vazio, com apenas oito
pessoas, que entre elas estava uma morena de 26 anos maravilhosa, com uma bunda durinha,
grande e arrebitada, uns peitinhos pequeninos. Ela estava com uma calça bailarina e um top
colorido. Os cabelos anelados, compridos e uma boca carnuda que adorava beijar... maravilhosa.
Ela estava a duas cadeiras da minha e entre nós não havia ninguém. Peguei um livro para ler,
tentando me concentrar na leitura. Na primeira parada, já era noite, desci para ir ao banheiro, e
tomar um café, quando fui abordado pela mesma, querendo confirmar o meu nome, se era Dário,
como falei que sim, ela me disse que tinha me visto na casa de um amigo em comum, onde é um
centro de esportes de aventura, do qual eu escrevo para uma revista nacional. Ai o papo fluiu, ela
me falou que ia passar umas férias no Rio e que pretendia escalar alguns picos por lá, e eu já
estava ficando com quintas intenções naquela linda e gostosa mulher. Foi quando a convidei para
sentar ao meu lado. O papo sobre esportes fluiu até que ela ficou meio sonolenta e adormeceu. Eu
acabei adormecendo também, acho que por uns 15 min. Quando acordei eu estava deitado em seu
ombro, olhei para ela e ela estava de olhos abertos e sorriu para mim, como sua boca estava bem
próxima da minha, arrisquei um beijo, o que foi plenamente correspondido e intensificado numa
guerra de línguas e chupões. Comecei a beijar seu pescoço e massagear seus mamilos, que já
estavam durinhos, foi quando ela procurou o meu pau e começou a massageá-lo, olhou nos meus
olhos com um ar de espantada, me disse que queria vê-lo, me afastei e ela já colocou-o para fora e
começou a chupá-lo. Segurei o gozo, deitei-a na poltrona, pois o ônibus era semi-leito, chupei sua
xana, que era bem depilada, até ela gozar na minha boca e me lambuzar com o seu mel, coloquei
uma camisinha, que eu tinha na minha mochila, sentei na poltrona e mandei ela vir, por cima, me
cavalgar de frente para mim, ela me cavalgando e eu beijando onde minha boca alcançava e
massageava todo o seu corpo, apertava sua bunda e massageava o seu cuzinho carequinha.
Ficamos nessa posição até ela gozar duas vezes. Levantamos e fomos para as últimas cadeiras do
ônibus, pois os passageiros estavam concentrados nas primeiras poltronas. Coloquei ela de quatro
na última cadeira e comecei a lamber o seu cuzinho que não parava de piscar, quando encostei a
cabeça do meu pau no seu botãozinho apertado ela reclamou e jogou seu corpo para frente,
dizendo que meu pau era muito grosso e que ela não iria aguentar. Convenci-a a deixar eu tentar,
que pararia a qualquer momento, era só ela pedir. Coloquei-a de quatro novamente e comecei
lambendo seu cuzinho, depois enfiei um dedo e lambia seu grelinho por trás, ao mesmo tempo, ela
ia nas nuvens, ela enfiava a cara na poltrona e empinava cada vez mais a bunda, se soltando por
completo, eu mexia e remexia o dedo, minha língua não parava com lambidas e chupadas
alternadas em sua vulva para secá-la. Foi quando ela gemeu alguma coisa colocando uma perna e
sua cabeça para baixo, como se fosse procurar alguma coisa embaixo da poltrona, deixando uma
perna para cima e seu cuzinho a minha disposição. Ela insistiu no gemido, me aproximei e ela
disse bem baixinho, “Arromba o meu cú com essa pica maravilhosa seu filho-da-puta, me
preencha por completo, vai me arromba rápido que meu cú está querendo muito”. Coloquei a
cabeça e fui empurrando, mesmo totalmente lubrificada, foi difícil, mas ela aguentou firme,
mordia a poltrona para não gritar. Quando a metade estava dentro, ela levantou a cabeça, me olhou
com uma cara de coitada, depois deu um sorrizinho maroto e jogou a bunda para traz, engolindo
tudo. Comecei a bombar lentamente, depois aumentei as estocadas, ela desesperada mordia a
poltrona, abria a boca como se estivesse gritando, se esfregava na poltrona e me proporcionou um
gozo avassalador, onde eu gozei bombando o seu cú bem fundo. Quando acabei ela estava
desfigurada, pois gozamos juntos, a poltrona estava toda molhada com a sua seiva, pois o seu grelo
ficou roçando o tecido do assento proporcionando-lhe, como ela disse, um tesão redobrado. Não
parou por ai. Meu pau continuou duro, mas como ficamos com medo de termos acordado alguém,
sentamos comportados. Todavia o meu tesão ainda era grande, começamos a nos beijar e em
minutos ela já estava me pagando uma gulosa e eu uma siririca nela. Gozamos de novo, onde ela
não desperdiçou nenhuma gota. Foi ai que reparamos que já estava clareando e o ônibus estava
parando, que ela estava apenas com o top, e assim mesmo levantado. Ela vestiu a calça
rapidamente e eu me recompuz, já descemos como namorados, e durante toda a viagem transamos
o tempo todo. Durante todo aquele dia, ficamos nos bolinando, quando estávamos acordados, e a
noite, ela colocou uma sainha, uma mini-blusa sem nada por baixo e eu permaneci com uma calça
de tactel nas mesmas condições. Comi seu cuzinho e xoxota novamente e fomos flagrados, mas
essa eu conto depois. Obs: Essa é uma História verídica.
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A sua mulher
Cheguei na casa do Fabio e da Vanessa um pouco antes do almoço para bater um papinho e passar
o tempo. Eles são meus amigos ha muito tempo, e ficamos por horas conversando e nos divertindo
entre brincadeiras, filmes e outras coisinhas. Quando iniciou-se a tarde, ele foi para o computador
pois tinha que fazer uns trabalhos. Ficamos, eu e a Vanessa na sala discutindo, bebendo alguma
coisa, vendo fotos. O tempo passou e ela me dizia que o Fabio era sempre assim, que ele deveria
ter casado com o computador, pois quando o ligava nao saia mais da frente. Eu nao sei ao certo
como foi, lembro-me ter concordado com ela e em seguida comecamos a conversar sobre as
dificuldades e os prazeres de se ter um companheiro. A conversa acabou por entrar no campo do
sexo. Como tinhamos muita liberdade um com o outro, não víamos nenhum problema nisso.
Conversamos bastante e em seguida começamos, inevitavelmente a nos fletar. Sem que eu me
desse conta já estava a seu lado, beijando-a. Neste momento tive um sentimento de culpa, mas ao
mesmo tempo de prazer pois Vanessa era realmente linda e percebi que ela despertava muita coisa
dentro de mim. Ela me beijava com um fogo, me apertava, me acariciava, as vezes parava e me
olhava fundo nos olhos. Aquilo mexia comigo, mas não conseguia parar de pensar no Fabio, que
estava tão próximo e poderia chegar a qualquer momento. Ela me dizia coisas lindas, como se
estivesse apaixonada por mim. Apos um longo beijo ela me fitou nos olhos por um bom tempo e
depois me pegando pela mão me levou ate seu quarto. Naquele momento eu me dei conta que
estava prestes a fazer amor com aquela mulher. Em uma velocidade incrível ela me despiu
todinho, eu ainda estava em pe quando ela começou a beijar todo o meu corpo, de cima em baixo,
em pouco tempo ela pagava um delicioso boquete. Eu a peguei pela cabeça enquanto ela fazia que
o meu duro pau latejasse. Neste momento resolvi entrar na dança. Deitei-a e comecei a beija-la por
inteiro. Dei muita atenção aos teus pés, tornozelos e joelhos. Enquanto a beijava eu a acariciava
com minhas mãos. Ela mordia o lençol e se contorcia. Sua bucetinha estava toda molhadinha e
pronta pra receber meu membro. Mas, eu continuei a lambe-la e beija-la. Seus quadris de
movimentavam de uma forma incrível. beijei teu umbigo, lambi tuas pernas. Louco pra sentir o
gosto da sua pererequinha entre meus lábios, mas me contive e fiquei ainda alguns bons minutos
sem provar daquela bucetinha quente. Ela gemia muito, e a cada vez que eu lambia os arredores da
sua xaninha ela me puxava pra dentro, mas eu a evitava. Ate que dei uma longa lambida seguida
de deliciosos pequenos beijos na tão cobiçada e bonita buceta. Ela estava toda molhada. Comecei a
beijar, a foder com um dos dedos, e a acarinhar com outro. Em pouco tempo ela gozou. Não parei
e a impressão que tinha era que ela não parava de gozar. Ela me implorava pra fude-la. Ainda
acarinhando tua bucetinha eu parti na exploração do teu cuzinho. Dei um delicioso beijo enquanto
acariciava tua bucetinha molhada. Continuei a beija-la e passei as suas costas, nuca, orelha e por
fim a sua boca. Neste momento estava sobre ela, quando me pediu que a possuísse. Não pensei
duas vezes. Posicionei meu cacete na sua grutinha e comecei a roca-lo na portinha. Sem deixar que
ele entrasse comecei a rebolar, qoue lhe retirou gemidos e sussuros. Ela me implorava pra enfiar
tudo e tenta-va me puxar pela minha bunda. Mas eu resistia, e brincava com meu cacete na sua
xoxota que não parava de rebolar. Ela gozou e vi que teus olhos imploravam pelo meu cacete. Eu
estava louco pra sentir ele todo dentro dela! Nem pensei em preservativo, meti o ferro! Quando o
pau entrou ela gemeu alto! Tive medo que o Fabio entrasse no quarto dirigente! Taquei o fodas!
estava muito delicioso e comecei a foder aquela fêmea! Ela dizia coisas obsenas, eu a tratava de
putinha. Ela me implorava pra fude-la e dizia que queria passar o resto de sua vida com minha pica
dentro dela. Ela mexia e remexia que era um estouro! Sua bucetinha estava quente e parecia que
ela não gozava a séculos! Quando senti que iria gozar, ela me pediu pra gozar dentro dela, oque eu
fiz com todo o prazer! Gozei como um louco, tive que fazer um esforço danado pra não fazer
barulho! Passados alguns minutos entre beijos e caricias, nos demos conta do Fabio. O quarto
cheirava a sexo, e rapidamente tomamos um banho juntos e nos vestimos. Eu tinha um medo
imenso de abrir a porta e ver o Fabio lá fora. Quando saímos, fomos a sala ligamos o radio. Em
seguida ouco o Fabio nos chamando ate onde ele estava. Fomos os dois juntos, eu estava com
medo, confesso. Pra minha grata surpresa ele me diz: "Olhem aqui o que eu encontrei na internet,
um site de contos eroticos!". Eu nao conhecia o site, e prestei atencao no que ele dizia. Ele abriu
um conto e brincou: "Aqui tem muita historia de viado e de corno!". Lembro-me de termos lido
alguns contos e resolvi memorizar o endereco pra vir aqui lhes contar esta historia. Obviamente
mudei o nome dos personagens, pois e quase certoq ue ele vai ler este conto aqui. So vai ficar com
a pulga atras da orelha a pensar se e a sua mulher que foi deliciosamente comida. Conselho: Cuide
bem da sua mulher, ela pode estar fodendo com outro neste exato momento!

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A Dama de vermelho
Sentada em um bar, numa tarde como outra qualquer, lá estava ela, linda, com um vestido
insinuante, vermelho, bem decotado mostrando seus seios volumosos, cabelos longos ao vento.
Tomava um drinque, sozinha, refletindo sobre sua vida. De repente, ela percebeu um olhar quente,
sensual, vindo de um homem sentado a 3 mesas ao lado, encarando-a como se estivesse
hipnotizado. Ela o olhou com seu jeitinho sexy mas ao mesmo tempo inocente, o qual deixava-o
mais excitado. Sorriram um para o outro e, do nada, ela se levantou e sentou-se à mesa dele. Por
alguns segundos somente se encararam mas pareciam conversar por telepatia. Seus olhares
transmitiam seus impulsos, suas vontades, seus desejos mais picantes e estranhos. Com seu
jeitinho especial, ela percebeu que ele pedia algo somente para confirmar essa atração tão sexy,
sem haver uma palavra. Sabem o que ela fez? Com seu salto alto, fino, pisou com muita força na
parte superior do pé dele. Mesmo com muita dor, ele quase gozou de tanto prazer, confirmando
que ela também era do tipo mazoquista. Ficou de quatro por essa mulher, pagou a conta, tomo-a
em seus braços com força colocando-a no seu carro, praticamente jogando-a para dentro. Foram
para o apartamento dele, onde havia vários acessórios para sado-mazoquistas. Ela tirou seu vestido
vermelho, ficando somente com a lingerie, também vermelha, sutiã meia-taça de renda, calcinha
tipo asa-delta, sem retirar o sapato de salto fino. Primeiro, ele prendeu suas mãos com suas
algemas na cama, afastou suas pernas e começou a beijá-la com delicadeza, seios, umbigo, nuca,
clitóris, vagina, coxas, pés, mas ela implorava por violência. Quanto mais delicado ele agia, mais
nervosa ela ficava. Com isso, debatia-se na cama, o que o excitava cada vez mais. Seu pênis estava
duro somente de vê-la sofrendo, implorando para que ele a mordesse, a chupasse com força
mordendo o bico dos seus seios. Ele começou a bater com seu chicote em sua bunda, como se
estivesse castigando uma escrava dos tempos antigos. Quanto mais ela sangrava, mais tesão sentia.
Ela estava completamente extasiada de tesão querendo que ele a penetrasse com vontade, como se
quisesse que seu pênis saísse pela sua boca, mas não, ele queria mais sofrimento. Ao vê-la no seu
limite, ele retirou as algemas e a situação se inverteu. Ela agora o prendeu e chegou a sua vez de
fazê-lo sofrer. Acendeu velas e começou a gotejar em seu peito, cada grito dele, uma chupada em
seus mamilos deixando-o louco de prazer. Prazer que nunca tinha tido antes, dessa forma. Derreteu
quase a vela toda sobre ele, então derramou vinho branco por sobre seu próprio corpo e sobre o
corpo dele. Se insinuava como se ele pudesse lambê-la, mas a 1 milímetro de distância, se
afastava. Fez várias vezes, até que derramou vinho no pênis e o chupou com tanta vontade que
parecia querer arrancá-lo. Ele gritava tanto que pode até ter acordado o prédio todo, quarteirão
todo, toda a cidade. Ela o mordiscava causando dor, mas ele pedia mais, muito mais. Então,
mesmo algemado, ela se posicionou em 69, onde ela jogava vinho em sua vagina fazendo como
uma cachoeira que molhava todo o rosto dele. Então se abaixou para que ele a chupasse com tanto
desejo, tanta vontade, que puxava seus lábios vaginais como se também quisesse arrancar um
pedaço. Se chuparam tanto, tanto, que ela o soltou, se colocou de quatro e ele a penetrou como se a
violentasse. Tanto tesão que após alguns segundos, ele gozou tanto que não parava de sair
esperma. Ela se virou rapidamente, e recebia em sua boca aquele leite do prazer, se extasiou,
lambuzou rosto, cabelo, seios, tudo.....mas ela queria mais.
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A filha da minha funcionária
Eu trabalho em uma empresa, que me transferiu do sul para o norte do país, para gerenciar um
projeto novo e piloto pra a empresa. Cheguei no local não fui tão bem recebido, porque um destes
funcionários, gostaria de ter este cargo. Mas com o tempo passando e com o relacionamento as
coisas foram mudando, e comecei a ser convidado para jantares e reuniões com a turma, numa
destas oportunidades, fui convidado para um churrasco, num sábado, na casa de uma das minhas
funcionárias, cheguei lá por volta das 10:00 hs, para ajudar nos preparativos, pois churrasco é
também minha especialidade, quem veio me atender no portão foi Luciana (16 anos), loirinha,
baixinha, tipinho mignom, olhinhos verdes (alucinantes), filha da Aurora (dona da casa), no ato
senti que a pequena me olhou de cima abaixo, já tremi nas estruturas, mas como a situação era
inusitada fiquei na minha e fomos ao churrasco, a festa rolou solta, assuntos sobre o serviço e
sobre os lugares por onde passamos. A cerveja começava fazer efeito e a romaria ao banheiro
começou, e a Luciana dava um geitinho sempre de ficar por perto do caminho, quando eu passava,
eu sempre cuidando, sempre para não dar bandeira e criar alguma encrenca, a festa já estava bem
incendiada, lá pelas 17:00 hs, quando resolvi que estava na hora de ir-me, pois a garotinha estava
dando uma bandeira do cão e só não via quem era cego, e ela estava um pouco altinha (a vi
tomando uns goles, meio que escondida da mãe), me despedi de todos e rumei para a saída, coisa
que a Luciana fez questão de acompanhar, saímos da parte dos fundos, passamos pela cozinha,
entramos no corredor em direção à porta da frente, no meio do corredor existe uma entrada que
para um lado dá para o lavabo e o outro para o escritório, fui literalmente empurrado para dentro
desta entrada, pela Luciana, que por sua vez já abriu a porta do escritório, me empurrando com seu
corpinho angelical todinho colado no meu, enquanto seus lábios procuravam pelos meus, já estava
com o corpo todo ofegante, com meu membro saltando para fora da bermuda, tamanho era o tesão
que estava sentindo, a afastei um pouco receoso do que pudesse acontecer, pois a gatinha já estava
gemendo e arfando em volume meio alto.
- Querida está todo mundo em casa acho melhor a gente não fazer isto, podem nos pegar, e aí vai
ser o maior barraco.
- Deixa de ser bobo, tu acha que quando papai construiu esta biblioteca ele não se preocupou com
o isolamento de som.
- Mas se derem falta de você, na festa, vão pensar o que..
- Mais uma vez tolo, no estado que estão, acha que dariam por minha falta e ainda por cima, eu
não fui convidada para a festa, apenas moro na casa. Respondeu me beijando e mordendo meu
pescoço, descendo para o peito, arregaçando a camiseta regata.
Tirou minha camiseta e foi descendo beijando, peito, cujos biquinhos estavam estourando de
duros, passou a língua pela barriga, foi descendo até o umbigo, enquanto abria o cinto, eu
rencostado na escrivaninha me beliscava, seguidas vezes, achando que estava tendo um sonho
dentro de uma alucinação doida e ao mesmo tempo doída, me deixava todo melado de saliva.
Abriu a minha bermuda, tirando meu membro, que estava explodindo de tesão, mais riste que uma
tora de madeira, e começou a beija-lo de leve, aqueles lábios juvenis me levaram aos mais
deliciosos devaneios da minha vida, aos poucos foi chupando, lambendo, passando a língua em
toda sua extensão, abocanhando, mordiscando, já estava quase gozando, quando ela começou um
vai e vem, sugando como uma profissional no assunto, cada vez com mais velocidade, não
agüentei e falei que iria gozar.
- Goza querido, dá todo este leitinho para sua gatinha, que está louca por leitinho.
Quando ela disse isso explodi de tesão, não lembrava de ter gozado assim na minha vida toda,
também acho que o tesão todo era pelo perigo, por aquele corpinho, com certeza não sabia, pois o
êxtase era tão grande que quase desmaiei tombando de costas na escrivaninha.
- Gostou, sempre gostei de homens mais velhos que eu, quando minha mão falou que você tinha
vindo do sul, de uma cidade de praia, loiro, com 40 anos, cabelos longos, fiquei toda molhadinha
só em pensar como você seria, e se tinha uma marquinha de sunga no seu corpo, aí delirei, bati
algumas siriricas, punhetas, masturbei, pensando como você seria, agora quero toda sua lingüinha
dentro de mim. Não respondi, apenas fui baixando seu shortinho que estava com a base da
pombinha toda melada, tirei-lhe a calcinha encharcada e levei aos meus lábios sugando aquele
melzinho agridoce, e levando aos seus lábios também, ficando assim um beijo selado com uma
calcinha no meio, aquilo deixou a sua bucetinha quase gotejando de novo, fui baixando bem de
leve, passando a lígua por toda extensão de seu pescoço, parei nos seus peitinhos que pareciam que
iam explodir como dois pequenos vulcões prestes a entrar em erupção, fui descendo bem de leve
quando cheguei naquela delicia de bucetinha, comecei a passar a ponta da língua bem devagar,
bem de leve, mas a volúpia era tão grande que não me contive, fui introduzindo naquela grutinha
fazendo a Luciana grunir de tesão, passei a sugar todo aquele melzinho com a boca ocupando todo
o espaço externo, parecia um bebe sugando leite materno, ela gozou tanto que inundou minha
boca, escorrendo pelo queixo e laterais da boca, ela gemia, contorcia-se toda, urrava, me chamava
de seu macho, que queria ser comida ali mesmo. Não me fiz de rogado, deitei-a de bruços na mesa
e penetrei aquela coisinha maravilhosa, lubrificada, apertada, piscando, angelical, foi quando
encontrei um pouco de resistência... – Não para, não para, me rasga, me rasga, me guardei só para
você, quero ser sua putinha, quero ser sua vaquinha, quero ser sua vadiazinha, empurra...
empurra... AAAAAAAÍÍÍÍÍÍÍ´, HHHHRRRRRRRGGGGG .. aí aí aí aíaíaí... me empala meu
macho, foi numa estocada só que entrou o restante, ela gemia gritava num misto de prazer e dor,
tentei tirar, e recebi um NÃO tão grande que quase gozei de imediato, comecei um vai e vem de
leve que foi aumentando até que estava galgando como louco naquele corpinho de deusa, foi
quando senti que estava escorrendo um líquido viscoso e quente nas milhas cochas, tinha acabado
de tirar todo o cabacinho da Luciana, que só tinha até então ficado com dois garotinhos mais novos
que ela. Gozamos alucinadamente quase desfalecendo, preenchi todas as entranhas dela com uma
esporrada imensa. Foi aí que nos demos conta que na nossa loucura esquecemos da camisinha.
- Não tem problema meu gato, não estou num período fértil. Disse, me puxando de encontro ao seu
corpo, me beijando no canto da boca, com um misto de choro, gozo, soluços e espasmos, enquanto
que eu achei que iria morrer, tal era as palpitações que eu estava tendo. Nos recompusemos, estava
na hora de ir embora tínhamos passado quase uma hora ali dentro, fiquei pensando, será que
alguém viu, percebeu...
Luciana foi até a porta abriu, me fez sinal para esperar, e entrou no lavabo, as palpitações cresciam
a cada segundo da batida do relógio, 2s, 3s, 4s, 5s, ......... 1m, 2m, estava quase tendo um ataque
cardíaco. Luciana entrou e fechou a porta rapidamente atrás de si.
- Parte do pessoal está na cozinha, parte está tomando licor na sala...
- Meu caralho, como vou sair daqui, já que todas as janelas tem grade.....
- Vais ter que ficar aqui, até o caminho estar livre..
..- To fudido, alguém pode entrar e nem sei....
- Não só o papai e eu que usamos a biblioteca, e ele está viajando, só volta amanhã, já volto...
Fechou a porta por traz de si, e eu fiquei mergulhado em incertezas, fiquei observando os livros, os
charutos, as bebidas e o mobiliário, estava com um sono do cão, que podia fazer, puxei a cadeira
da escrivaninha e me recostei sentado no chão por detrás da mesma, adormeci......
- Acorda já é 21:30 hs, só agora a barra ficou livre...
Levantei fui até o lavabo, lavei a cara, dei uma ajeitada no cabelo e voltei para a biblioteca, dei-lhe
um beijo de despedida e ela me disse: - Vai não, agora que todo mundo está dormindo bêbado, não
vão acordar nem que fizermos amor do lado deles...
Mas isto é para uma outra ocasião......
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A filha da minha funcionária – II
Como prometi, voltei para relatar e completar o conto anterior, para os que não leram vá até “A
filha da minha funcionária”, pois este é o seguimento do texto. Como relatei anteriormente, estava
quase de saída e a Luciana não quis que eu fosse embora, como estava todo mundo que participou
da festa estava dormindo ou tinha ido embora, a Lú queria algo mais, nesta sua primeira vez,
primeira transa, primeiro conhecimento como mulher completa.
Fomos à cozinha para fazer um lanche, pois a última vez que eu tinha comido foi o churrasco da
tarde, e já iam lá pelas 22:00hs, conversamos muito, sobre a vida sobre o que tinha ocorrido
conosco, etc........
Estava uma noite daquelas, com um luar espetacular, e como não poderia deixar de ser a
temperatura estava muito alta.
- A gente podia tomar um banho de piscina, ainda estou toda meladinha.
- Será que sua mãe e a amiga dela, não vão acordar.
- Se estiverem acordadas, não é hoje que saem daquele quarto.
- Ela costuma desmaiar, deste jeito.
- Vem comigo, vou te mostrar que não seremos incomodados hoje.
Passamos pelo lado de trás da casa e fomos dar na janela da suíte principal da casa, antes de
chegar, já se ouvia alguns rumores e gemidos, pelo canto da mesma dava para vislumbrar o que
ocorria na parte de dentro, da janela onde estávamos conseguia-se ver a banheira da suíte, quase
que inteira, estava borbulhando cheia de espuma, numa borda estava Aurora semideitada e a amiga
completamente enterrada na espuma, com a boca no meio das pernas dela, lambia, chupava,
mordia, enfiava o dedo naquela bucetona, enquanto Aurora massageava o bico dos seios elevando
até a boca e mordia-os alucinadamente. Aí pude ver que a coroa (se dá para chamar uma mulher de
43anos de coroa), que sempre usa roupas largas e fechadas, tinha um corpo escultural, roliço, com
uma marquinha diminuta de tanga, altamente bronseada sema a marca da parte de cima, e que
peitões, pareciam dois melões maduros, nunca tinha percebido, também levo sempre aquele ditado
à risca; “onde se ganha o pão não se come a car!ne”, mas naquela hora, por aquela mulher, questo
ditado foi por terra. Enquanto apreciava aqueles dois corpos deslizando um no outro, meu tesão foi
crescendo, já estava com meu mastro, quase arrebentando o zíper da bermuda e eu estava estático,
boquiaberto e viajando na cena, pois nunca tinha presenciado algo assim ao vivo espiando por uma
janela. A Lú estava com uma das mãos dentro do shortinho e a outra massageando os biquinhos
dos peitos. Eu viajando na cena na banheira, de repente a Lúzinha ajoelhou no gramado abriu
minha bermuda, tirou meu pau para fora, que quase explodia de tanto tesão, começou lamber a
cabeça e mordiscar logo abaixo dela passava a língua com uma maestria, que antes (de tarde) não
tinha mostrado, e o meu tesão aumentava, olhava sua mãe que agora na cama com a amiga, caia
num 69 espetacular, as duas de posse de brinquedinhos sexuais, se penetravam, chupavam,
lambiam, gemiam de puro prazer. No meu caso já estava partindo também para um 69 com a Lú,
aquela gatinha não parecia que tinha sido descabaçada no mesmo dia.... “dá leitinho pra sua
gatinha”, ela já tinha gozado mais uma vez, aquele seu néctar agridoce estava invadindo minha
garganta não agüentei mais e gozei, estava arfando e gemendo tão alto que fiquei com medo de
alguém estivesse escutado. Desflecemos ali mesmo no gramado, atrás da janela da suíte de sua
mãe, ela veio por cima e deitou no meu peito dizendo, “não sabia como era bom ser possuída por
um macho, carinhoso e tão gostoso, queria ter te encontrado antes”. Levantamos e fomos para a
piscina, tanto eu quanto ela, precisávamos relaxar. Dentro da piscina ela veio de ao meu encontro
se jogou no meu pescoço e ficou me beijando, sua língua quase tocava minhas amigdalas, ficamos
longo tempo nos beijando, foi quando ela disse, “já transei com uma amiga de minha mãe, e ela
sabia pois foi ela que arrumou, que prometeu que meu cabacinho só iria ser estourado por quem eu
escolhesse e não por um brinquedinho, e ao contrário de minha mãe, que gosta dos dois sexos, eu
só gosto de um, gosto mesmo é de homem, e hoje vi que só um macho pode me satisfazer, e estou
muito feliz por ter escolhido você”, disse me beijando ternamente, “agora eu sou só sua, e
enquanto este tesão durar só quero você, meu amado”. Sabia eu que era apenas tesão de pica, e que
quando saísse dali, poderia acabar tudo, pois era lógico que aquela gatinha não seria só de um, e
que também deveria ter um monte de gatinhos em sua volta, mas fui o primeiro homem da sua
vida, e isto já era o melhor e meu último delírio, será que eu acordaria, não queria pensar nisto,
bastava estar recebendo aqueles lábios carnudos unido aos meus, ainda com o gosto de todo o seu
néctar não mais virginal, mas quase.....
Quarta feira seguinte, batem a porta, fui abrir....... OOOiii, Luciana..... Mas este é um outro
momento...........

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A imobiliária
A aproximadamente um ano atrás minha vida sexual deu uma guinada de 180 graus, começou a
trabalhar na imobiliária em que eu sou corretor, aqui em SP, um mulherão de 24 anos, muito bonita
e gostosa, mas como eu casada. Certo dia ela chegou p/ trabalhar c/ os olhos inchados, parecia que
havia chorado muito e estava muito nevosa, conversa vai e vem, eu acabei convidando-a para
almoçarmos juntos naquele dia, durante o almoço ela me confidenciou que tinha apenas um ano de
casamento, mas seu marido era um verdadeiro cavalo no trato c/ ela. Dali em diante sempre que
era possível nós almoçávamos juntos e começamos a trocar nossas confidências. Aquilo foi
gerando uma atração muito grande entre nós, mas ao mesmo tempo tímida. As vezes quando não
dava p/ almoçarmos juntos sempre ela me trazia um bombom e coisas assim; e sempre no final do
expediente eu era o último a sair, Patrícia todos os dias antes de ir embora passava pela minha sala
e deixava um boa noite acompanhado de um sorriso todo especial para mim. Passado uns 15
minutos após ela ter ido embora, eu recebia uma ligação típica dos famosos mudinhos, porém com
um suspiro profundo e assim foram várias semanas. Logo nos primeiros dias imaginei que poderia
ser ela, o que mais tarde se tornou uma certeza. Mas ao mesmo tempo eu pensava comigo, o que
um mulherão daqueles poderia ter visto em um quarentão e casado? Só que por outro lado , sempre
que surgia uma oportunidade Patrícia me elogiava dizendo que eu era muito charmoso e atraente e
que me cuido bem. Até que um sábado tivemos que fazer horas extras juntos, só nós dois. Eu já
não estava mais agüentando a resistir aquela forte atração por ela e muito sem jeito fui me
declarando mas c/ um receio enorme que tudo não passasse de um engano e que estivesse
confundindo a sua amizade, porém p/ minha felicidade ela também já não estava mais resistindo e
confessou que não agüentaria mais ser manter anônima ao telefone. Em seguida conversamos um
pouco e resolvemos passear num shopping próximo e durante o caminho, eu na ansiedade de
comê-la a convidei p/ o motel, o que resultou numa negativa que me deixou meio desconcertado,
aí pensei c/ os meus botões que havia desandado tudo, fui com muita sede ao pote. Passeamos por
lá como dois amigos, sem o menor contato. Quando ela estava p/ ir embora me confessou: mesmo
que quisesse não daria para ir ao motel, pois estava menstruada e foi embora prometendo pensar
melhor sobre a minha proposta. Passaram-se uns 3 dias que quase não nos falávamos quando ela
me surpreendeu c/ um bilhete dizendo que aceitava ir aquela noite ao motel comigo depois do
expediente porque seu marido estava a serviço fora de SP. Aquilo me deixou numa tesão o resto do
dia, não conseguia mais trabalhar direito, a ansiedade era demais. Chegou a hora fomos p/ o motel,
lá sentamos num sofá e começamos a nos beijar e trocar carinhos, mas tudo c/ muito acanhamento
por parte dela, pois era a primeira vez que estava se relacionando c/ outro homem fora o marido.
Nisso eu percebendo a situação usei de minha experiência e fui aos poucos desnudando aquele
corpo maravilhoso, "um violão", fazendo tudo c/ muito carinho, a certo momento ela pediu p/ que
eu ficasse bem relaxado e abaixando-se na cama começou a chupar a minha pica, mas num rítmico
frenético, descia pela cabeça dando umas mordidinhas deliciosas até encontrar meu saco, o qual
chupava meus grãos como estivesse querendo engoli-los, de repente a minha pica começou a dar
aquelas fisgadas pré ejaculatório onde eu ao mesmo tempo tentava tirá-la daquela boca
maravilhosa, só que a Patrícia não permitia, aí não teve jeito, conforme eu ia gozando ela me
sugava mais, não desperdiçou sequer um pingo! Que sensação! E assim foram os encontros
seguintes, até que numa tarde de sábado no próprio escritório após trabalharmos extra resolvemos
trepar lá mesmo, no carpetão. Que delicia, Patrícia era insaciável, dizia para mim que eu a tinha
descoberto p/ o orgasmo, coisa que nunca antes até então tinha sentido c/ tanta intensidade e
freqüência c/ aquele marido arrogante e estúpido. Já ao anoitecer eu e ela tínhamos gozados juntos
umas 3vz e ela sozinha umas 4 vez, embalada pelos meus dedos e língua que ela diz serem
maravilhosos. Naquela altura sua xoxota estava todinha molhada de tanto gozo e eu brincando c/ a
cabeça da minha pica (que ainda estava meio mole) na portinha daquele bumbum exuberante, ela
percebendo minhas intenções, perguntou : Marcos o que vc está pretendendo? Mas com um ar de
sacanagem. No qual eu prontamente disse: estou louco p/ foder esse seu cuzinho lindo e
maravilhoso! Patrícia com um certo receio disse que uma de suas fantasias era ter uma transa anal,
mas tinha medo que doesse e foi dizendo p/ mim como vc é muito carinhoso vc vai ter o privilégio
de descabaçar o meu cuzinho, mas vai devagar viu! Só que não tinha nenhuma pomada por lá, foi
quando eu já estava c/ a pica quase estourando de tanta tesão, que comecei a lambusá-la na xoxota
dela que se encontrava bem lubrificada de tantos orgasmos e parti c/ a ajuda de Patrícia p/ a foda
mais esperada de minha vida, continuando tudo c/ muito carinho, porque um cuzinho apertadinho
como aquele vc sente um misto de dor na cabeça da pica com uma sensação estonteante a cada
milímetro de penetração, depois de muito esforço conjunto estava todinha lá dentro daquele
bumbum formidável e num vai e vem sensacional chegamos ao êxtase. Que orgasmo a dois! A
impressão é que fui até outra galáxia de prazer! Agora o arrogante maridão está sendo transferido
p/ outra cidade, mas Campinas é logo ali, uma vez por semana eu dou uma escapadinha e vou
alimentá-la c/ o carinho especial de um quarentão muito sortudo e feliz da vida após conhecer a
inigualável Patrícia, que mulherão!!
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A primeira vez que comi Marília
Essa história aconteceu quando tinha 15 anos de idade. Sou filho único e na época, morava
conosco uma prima mais velha com quem eu perdi a minha virgindade. Havíamos deixado de
trepar porque, ela era de casa, e feijão com arroz todo dia é foda! Mais vez por outra ela vinha
pedir arrego e eu mandava ver. Essa minha prima tinha uma amiga chamada Marília. Ela tinha
minha idade e sempre que chegava em casa ficava me olhando mas nunca tive oportunidade de me
chegar porque sempre que ela ia em casa minha mãe estava lá. Só falava oi e ela me repsondia
com um sorriso. Quando perguntava a minha prima sobre Marilia ela apenas dizia que ela tinha
namorado e era moça... que não mexesse com ela e a história se encerrava por ali. Certo dia estava
eu em casa, tinha chegado da escola, e minha prima tinha saído com minha mãe para o dentista. A
campainha tocou e quando fui atender... para minha surpresa era Marília! Claro que achei super
legal. Ela perguntou pela minha prima e quando soube que ela não estava fez uma carinha de
decepção. Então eu, claro querendo criar um clima, falei para que ela esperasse que minha prima
logo chegaria. Ela sorriu e entrou. Dentro de casa comecei a conversar com ela e a convidei para ir
na cozinha tomar um suco. Ela veio. Seriv a ela e a mim e continuamos a conversar. Quando pedi
pra ela colocar mais suco no meu copo, ela derrubou um pouco de suco na minha camisa. Então,
lógico, minha primeira reação foi tirar a camisa, pois o suco estava muito gelado. Então ela me
pediu desculpas e disse que embora desastrada acabou sendo muito bom ela ter feito aquilo, pois
sempre me via de camisa, e era curiosa para ver meu peitoral... Fiquei meio sem graça e ela disse
que não ficasse pois eu era muito gostosinho...
Ai claro, devolvi o elogio:
- Mas você também é muito gostosinha...
- Você acha? O que você mais gosta em mim?
- Posso falar mesmo?
- Pode.. Mas vê lá hein..
- Ah.. Então é melhor não falar...
- Fala.
- Hum gosto de ver você passando.. andando...
- Por que?
- Por causa da sua bundinha empinada... gosto quando você vem aqui de shortinho...
- Eu sei..
- Você sabe?
- Sei, só sendo idiota pra não notar você me comendo com os olhos.. mas eu gosto! Você é bem
taradinho..
- Então se você gosta você também deve ser bem safadinha né?
Ela riu e disse: - Por que você não vem aqui descobrir?
Já parti pra ela com mais de mil, assim que comecei a beijá-la já fui tirando a camisa dela e pra
minha surpresa ela logo foi tentando tirar meu short. Quando pegou no meu pau disse: - Bem que a
Ana disse que você tinha o pau grande. Agora já sei por que ela chega na escola toda esfolada...
Cólica o cacete!
Desceu e foi me chupar.. Caraca foi uma das melhores chupetas que recebi.. Ela chupava como
ninguem... fazia biquinho, cuspia e melava o rosto... depois colocava na boca de novo.... Então
quando já tava bem duro, tirei o pau da boca dela e embora ela reclamasse, coloquei ela no colo e
levei pra cama. Lá, tirei o shortinho dela e descobri que ela estava sem calcinha. A puta tinha
tramado tudo. Ela só me pedia pra chupar meu pau e eu mandei ela calar a boca. Comecei a chupar
o grelo dela e logo logo ele já estava molhadinho. Então resolvi atender o pedido dela e fomos
fazer um 69. Depois de nos chuparmos mutuamente, coloquei meu pau na porta da boceta dela, e
pensei em enfiar devagar, mas ela deu uma mexida no quadril e o pau entrou de vez.. Ai ela olhou
pra mim e disse: - Se você pensa que vai meter devagar, você tá engandado. Gosto com força!
Fode com força tá ouvindo? Quanto mais metia, mais ela gemia... Começou a falar palavras sem
nexo! Cara quando essa mulher gozou.. nunca tinha tinha visto uma gozada daquela... manja um
jatinho de gozo.. eu tava de joelhos e ela deitada... pude ver aquela cena... inesquecivel.. cara eu
tirei o pau e o jatinho jorrando... e ela com o dedinho mexendo no grelo... Uma das cenas mais
linda que já vi! Claro que logo fui chupar a bucetinha... Ai pedi a ela pra comer o cuzinho... Ela fez
um doce mas acabou topando... Virou de quatro, colocou uns travesseiros na barriga e mandou eu
meter de devagar. Mas eu meti com força.. Quando ela fez mençaõ em reclamar disse: - Você gosta
com força lembra? Ela riu e eu comecei a estocar! Passou um tempinho e eu disse que ia gozar...
- Onde quer que eu goze?
- Na minha boca...
- Então pede..
- Goza minha boca... por favor!
Tirei o pau do cú dela e mandei ela masturbar de novo. Pus o pau na boca dela e comecei a foder a
boca... Gozei tudo na boca dela..
Foi quando percebi que a porta da casa estava se abrindo. Graças a Deus era minha prima.Ela nos
pegou nús e ficou rindo. Ela disse que minha mãe tinha ido no médico e logo chegaria. Ai Marilia
saiu pela porta dos fundos e minha prima ficou rindo...
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A Primeira Vez
" Minha primeira e única transa com uma mulher até o ano passado, ocorreu em 1980, quando eu
cursava o terceiro ano de odontologia, foi num sábado a tarde, eu e Maria Teresa estávamos na
república sozinhas. Todas as outras garotas haviam voltado para a casa e naquele fim de semana
resolvemos ficar estudando para as provas da semana seguinte. O calor era intenso e não tínhamos
ar condicionado, o ventilador pouco adiantava. Ficamos só de calcinha e soutien, primeiro para
nos sentirmos mais a vontade, depois para provocarmos os rapazes que moravam no prédio
vizinho à nossa república, que com certeza estavam nos observando pelos binóculos. Em dado
momento Maria Tereza queixou-se dizendo que a alça do soutien estava machucando seu ombro
devido sua pele estar queimada pelo sol que pegamos pela manhã, ela acabou tirando o soutien e
pediu para que eu passasse creme Nívea em suas costas para aliviar a irritação. Sempre tive tesão
por minha amiga, dormíamos no mesmo quarto e eu a via freqüentemente nua, porém jamais
declarei minha tara, não sabia como seria recebida. Comecei a espalhar o creme com muito
cuidado para que as queimaduras não ardessem muito, estávamos no banheiro, ela sentada sobre a
tampa do vaso sanitário com as costas voltadas para mim. eu estava em pé me concentrando em
seus ombros e no pescoço. Ela deu um pequeno gemido e segurou minha mão, cheguei a pensar
que eu havia esbarrado em alguma parte mais sensível da queimadura. Porém ela lentamente
puxou minhas mãos em direção aos seus seios. Não pronunciamos uma palavra sequer, agarrei os
dois seios e passei a massageá-los com o creme. Os mamilos imediatamente ficaram arrepiados e
duros, ela gemia de tesão. Acabei tirando meu soutien para que ele não roçasse nas costas ardidas
de Maria Tereza, agora os meus seios esbarravam em sua pele quente e escorregadia por causa do
creme. Fiquei completamente louca de tesão. Mesmo sentada ela se virou de frente para mim e
abocanhou um de meus seios, sugava o mamilo como um bebê, enquanto suas mãos agarravam
firmemente minhas nádegas. Não demorou muito e eu já me encontrava totalmente molhada, sua
boca quente em meus seios me fazia gemer de prazer. Suas mãos hábeis foram baixando minha
calcinha, ela mantinha sua boca em meus seios, ora um ora outro. Quando minha calcinha estava
nos joelhos ela levantou-se do vaso e se sentou no chão, sua língua invadiu minha vagina quente e
escorregadia, depois seus lábios passaram a sugar meu clitóris e ao mesmo tempo seus dedos iam e
vinham dentro de minha caverna. Eu queria retribuir as carícias mas, não conseguia, pois me
encontrava em pé. Ela parecia conhecer meu corpo mais do que eu mesma, a cada instante tocava
em pontos que me deixavam maluca. Um de seus dedos ficou forçando a entrada em meu ânus,
que se contraia a cada sugada em meu clitóris. Eu mesmo massageava os meus seios, minhas
pernas tremiam de tanto tesão, Maria Tereza friccionava as paredes superiores de minha vagina à
procura do ponto G (estava na moda no começo dos anos 80 procurar o ponto descoberto pelo
ginecologista Ernest Grafenberg). Mal sabia ela que eu já havia tocado várias vezes em meu ponto
G e cada vez que isso acontecia durante uma masturbação eu ejaculava fartamente, jorrando como
se fosse um homem. Os dedos de uma de suas mãos se concentravam em minha vagina, os da
outra mão depois de lambuzados de creme Nívea estavam enterrados em meu ânus que pulsava
como um coração. Não me contive e senti que estava para gozar, cheguei a avisá-la para tirar sua
boca de perto da vagina para não ejacular em seu rosto, ela não me obedeceu e sugou ainda mais
meu clitóris. Comecei a ejacular, parecia que eu estava urinando, o rosto de Maria Tereza ficou
completamente molhado, sua boca tentava engolir tudo o que saia de minha vagina. Minhas pernas
tremiam, contrai os músculos das coxas e das nádegas, três de seus dedos estavam em meu ânus
mas, eu não sentia nenhuma dor ou desconforto, apesar de naquela época ser virgem atrás (essa
virgindade só perdi no ano passado e não foi Marc, meu marido, o homem que me desvirginou o
ânus). Aos poucos fui me sentando no vaso sanitário, eu não conseguia parar em pé. Eu estava
ofegante a respiração descompassada. Logo Maria Tereza se posicionou em pé ao meu lado, baixei
sua calcinha até os pés e abocanhei sua vagina, era a primeira vez que eu sentia o gosto de uma
mulher. O cheiro era indescritível e o sabor um tanto adocicado. Ela abriu bem as pernas e colocou
um dos pés sobre o bidê, ficando com a vagina totalmente escancarada. Não tive dúvidas em
retribuir a penetração em seu ânus, lambuzei minha mão no creme e enfiei primeiro um dedo,
depois mais um. Ela se contraia toda e não demorou muito senti seu libido aumentar até o gozo.
Ela urrava de prazer, friccionei o quanto pude as paredes sua vagina e cheguei a localizar o tal
ponto, mas ela não ejaculou como eu. Nos sentamos no chão e ficamos abraçadas por um bom
tempo. Não pronunciamos uma palavra sequer sobre o que havia acontecido entre nós. Meia hora
depois acabamos indo para o chuveiro, nos ensaboamos mutuamente, senti vontade de fazer xixi e
quando estava saindo do box para ir ao vaso ela segurou meu braço: - Onde você vai? - Fazer xixi,
- respondi. Ela me puxou de volta e aproximou sua vagina da minha dizendo que para eu fazer xixi
ali mesmo. Fiquei um tanto sem jeito mas acabei fazendo o que ela me pediu, primeiro tentei
conter mas em seguida desagüei tudo que podia. (Maria Tereza, descobri depois, era vidrada em
urofilia, tinha tara em sentir alguém fazendo xixi em sua vagina e as vezes nos seios). Enquanto eu
fazia xixi ela roçava sua vagina contra a minha. Quando anoiteceu fomos até a única diversão na
cidade, a chopperia da praça. Ficamos por lá até duas da manhã, voltamos para casa e nos
deitamos na mesma cama, transamos a noite inteira. Nós éramos em seis na república, duas em
cada suíte eu e ela repartíamos uma das suítes e quando íamos dormir acabávamos na mesma cama
a partir desse dia. A princípio tive medo em me tornar uma homossexual, mas com o tempo fui
administrando a idéia e concluí que eu era uma bissexual. Tanto eu quanto ela tínhamos
namorados (acabei me casando com Marc), eles moravam em uma outra república e nos
encontrávamos na faculdade e duas ou três vezes por semana a noite. As regras eram claras em
nossa república, nada de homens nos quartos, mas regras sempre foram feitas para serem
desrespeitadas, eu fingia que não via as outras garotas indo para os quartos com os namorados e
elas fingiam que não me viam. Ficou mais ou menos estabelecido um calendário entre eu e Maria
Tereza, as terças, quintas e sábados eu podia usar a suíte com Marc, às quartas, sextas e domingos
ela podia ficar com o Júlio. As taras de Maria Tereza sempre foram estranhas, além de xixi ela
tinha uma outra que de certa forma me deixou com ciúme no início, mas depois acabei aceitando.
Marc e eu ficávamos na sala ou no jardim até dez e meia ou onze da noite, quando estávamos a
fim de transar eu ia até o quarto abria a janela e Marc entrava pela janela, depois que transávamos
ele ia embora também pela janela. Maria Tereza dava um tempo para a gente, ia até o quarto de
uma das meninas enquanto nós dávamos uma rapidinha. Em troca do acobertamento, ela exigia
que eu não tomasse banho depois de transar e vinha sugar o leite de Marc diretamente em minha
vagina. Ela implorava para que eu fizesse anal com Marc para poder se deliciar também em meu
ânus, mas isso era impossível, devido as dimensões nada comum do meu namorado e agora
marido. Eu nunca falei para Maria Tereza sobre as dimensões de Marc, não queria despertar sua
curiosidade e quem sabe perder o namorado, mas ele é enorme, tentamos fazer anal várias vezes,
mas simplesmente, não entra. Só uma mulher conseguiu transar anal com Marc, mas isso é uma
outra história. Eu nunca suguei Maria Tereza depois de uma transa com seu namorado, não curtia
esse tipo de coisa e ela também nunca me forçou a nada. Tomávamos banho juntas e
invariavelmente eu acabava fazendo xixi em sua vagina e vez ou outra eu pedia para que ela
fizesse em mim só para contentá-la. Ficamos juntas até a formatura, voltei para São Paulo e ela
acabou indo morar em Campinas. Ela se casou e eu também, continuamos amigas, mas nunca mais
transamos.
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A professora Carol
Começo a contar aqui um fato curioso e muito excitante que passou comigo no ano de 1996
quando tinha meus 17 anos; Nunca gostei muito de Inglês, na escola eu era sempre o aluno que
tirava as piores notas nessa matéria, mas um belo dia decidi juntar dinheiro e ir tentar a vida nos
EUA; Me matriculei em um curso de Inglês aqui na Barra da Tijuca próximo de onde moro; Para
minha sorte minha professorinha de Inglês, Carolina, uma loira Uruguaia de 28 aninhos, cabelos
ondulados, estatura mediana, unhas largas, pés perfeitos, alegre, com aquele jeitinho de
safadinha... Realmente era uma Deusa, e sempre era minha vítima favorita na hora de tocar uma
punheta...Depois de 1 ano com nossa turma ela teve que largar as aulas do curso por que estava na
fase final de uma gravidez; Eu continuei ali estudando, fazendo o meu papel pois ela já era casada,
era uma mulher fiel ao marido, estava grávida e além do mais nunca me deu bola... Passado mais 1
ano ela me ligou dizendo que voltaria a dar aulas de Inglês, só que em particular na casa dela e não
mais no curso; Como ela era a melhor professora do curso não pensei duas vezes e na mesma hora
topei; Começamos a estudar três vezes por semana no apto. dela eu um luxuoso condomínio na
Barra da Tijuca(RJ); Minhas fantasias estavam a mil! Sempre assistia as aulas de pau duro mas
nunca dava bandeira por que sou muito tímido e como já disse antes, ela era casada, estava com
um filho pequeno em casa... Enfim, não via como realizar minha maior fantasia sexual e ficava só
na punheta, até que um certo dia eu cheguei no apto. dela um pouco adiantado e ela ainda não
tinha chegado do seu outro trabalho, pois trabalhava longe em uma joalharia em Copacabana na
parte da manhã; A empregada como já me conhecia abriu a porta para mim e me pediu que
esperasse por que a Carolina já estaria chegando; Não demorou muito e chegou aquela Deusa
maravilhosa com seu perfume de mulher vadia, um batom escuro na boca, uma maquiagem bem
detalhada, um vestidinho curto e um salto daqueles... O tipo de roupa que uma mulher já coloca
pensando em instigar um homem, já coloca pensando em foder como uma verdadeira puta...Ela
chegou, fez o que tinha que fazer e começamos mais um dia normal de aula até que a empregada
teve que sair para ir buscar o filho pequeno dela na casa da cunhada; A aula seguiu normalmente
até ela começar a fazer-me perguntinhas e piadinhas indiscretas em Inglês, na hora senti que
aquele era o meu momento e que tinha que atuar senão nunca mais iria ter outra oportunidade
como aquela de comer minha professorinha, afinal estávamos sozinhos no apto. dela; Chegou uma
hora que ela levantou-se para ir a cozinha buscar algo para beber pois fazia muito calor naquela
tarde de outono; No momento em que ela se levantou pude ver aquela calcinha branca linda toda
enfiadinha no rabo, daí não agüentei, fui até a cozinha onde ela estava em pé de costas, agarrei-a
com força por traz e direto tasquei uma de minhas mãos naquela tão sonhada bucetinha; No início
ela relutou pois agarrei-a com muita força e brutalidade como se tivesse violentando-a, ela dizia...
Não... Eu sou casada... Não posso, meu marido vai chegar daqui a pouco... Mas depois que que eu
realmente comecei a enfiar os dedos na xana dela, e sentia que ela estava ficando cada vez mais
molhadinha, ela começou a mudar de idéia, e começou a esfregar aquele rabo maravilhoso na
minha pica já quase rasgando a cueca; Não perdi muito tempo com medo do marido dela ou a
empregada chegarem, e depois de chupar aquelas tetas de vaca maravilhosas e lambuzar toda
aquela xaninha com a minha língua, fui logo botando a pica dura pra fora; Ela me fez uma
espanhola maravilhosa, e como uma boa puta não perdeu tempo e mesmo dizendo que aquilo não
era correto começou a fazer a melhor chupeta da minha vida... Aquela boquinha com aquele batom
escuro... Mamava como uma puta profissional, passava a língua do saco a cabeça e em seguida
engolia tudo fazendo meu pau desaparecer naquela boca quente... Eu acabei dando a primeira
esporrada dentro da boca dela, foi delicioso ver ela engolindo gota por gota da minha porra... O
cheiro de sexo estava forte no ambiente... Mas minha tarefa não estava realmente concluída e
mesmo depois de gozar na boca dela, coloquei a potranca em pé encostada na parede, levantei um
pouco o vestidinho, cheguei a calcinha para o lado e comecei a meter naquela xaninha quente e
molhada com força e sem piedade, ela rebolava gostoso com meu caralho inteiro dentro daquela
bucetinha lambuzada, dava uns gêmidinhos baixos e sussurrava no meu ouvido dizendo que
realmente era uma puta safadinha e que ia querer que eu sempre a fode-se daquela maneira com
força, me pedia para xingá-la de puta e mandava dar uns tapinhas de mão aberta na bunda dela... E
eu pra variar atendi o pedido com muito prazer,ela fodia como uma cadela no cio e tragava todo
meu pau com muita vontade...Foi demais, com o pau já lubrificado com o suco da buceta dela
ainda meti um pouco no cuzinho que por sinal já estava bem arrombadinho...Depois tirei do
cuzinho, deitei-me no tapete de sala, e imediatamente botei aquela fêmea para cavalgar com sua
buceta quente em cima de mim... Acabei gozando dentro, encharcando aquela grutinha de porra
fazendo com que o leite
escorresse entre suas pernas até cair naqueles lindos pezinhos de salto... Mas para nossa sorte ela
não engravidou novamente; Depois dessa foda maravilhosa, me vesti e fui encontrar minha
namorada que estava me esperando em um shopping próximo dali, e além do mais o marido dela
já estava pra chegar... Continuamos fazendo as aulas e fodendo escondido por mais uns três meses
e depois segui meu rumo e fui fazer minha vida nos EUA com um Inglês fluente...
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A Sobrinha De Minha Mulher
" Tenho 27 anos, casado com um tesão de mulher(que não divido) somos inexplicavelmente felizes
na cama mas, sou homem, e adoro as mulheres, de seu cheiro, dos arrepios, da carinha de safada
quando sabe que está sendo desejada e amada como merece..... O que vou contar agora aconteceu
há 2 anos atrás, quando a irmã de minha esposa mudou-se para nosso prédio ela, que era separada,
e Sarah...sua doce filhinha... senti que nos seus 18 anos, 1.55 de altura e 45 quilinhos.... existia
uma verdadeira mulher. Nos dois meses seguintes e nas poucas vezes que a vi ela mal me
cumprimentava, e eu retribuía.....mas olhava... e no elevador imaginava aqueles seios em minha
boca, meus lábios em seus mamilos...com a ponta da língua... eles durinhos...O elevador parava, e
eu descia. Nas áreas comuns quando ela passava contra o vento, seu vestido, colado ao corpo,
denunciava uma bucetinha onde já imaginava seu grelinho pulsando na minha boca....Na piscina
do prédio, deitada ao sol, pensava se os segredos da sua nuca, descoberta pelos cabelos curtos,
loiros e lisos já tinham sidos desvendados e se os encantos de sua bundinha empinada já tinham
sido totalmente explorados... Neste meio tempo fomos tendo um maior contato com minha
cunhada (Sarah raramente aparecia) que, honrando a família, também é uma bela mulher.....Eu
sempre me comportando muito bem tanto com minha cunhada quanto Sarah nada de "olhares" ou
sorrisos, mas uma noite, conversando sobre internet minha cunhada disse que Sarah precisava
aprender a lidar com computadores, prontamente minha esposa se ofereceu dizendo que ela podia
vir nas manhãs de sábado o único dia que minha mulher estava em casa. O "curso" começou e eu,
totalmente imobilizado, inventava algo para fazer e sumia... Mas em uma bela sexta-feira, minha
mulher pede para que eu ligue para Sarah, desmarcando a "aula", pois iríamos a um casamento e
ela iria ao cabeleireiro, e só voltaria após o almoço....Honestamente, não tive
dúvidas...esqueci....9hs da manhã...pontualmente a campainha toca...fingindo que tinha "não sabia"
que ela viria, abri a porta de cueca (daquelas "larguinhas")...ela toma um susto, fica vermelha, mas
seus olhos correm meu corpo e certamente viu meu cacete, duro, palpitando...viro e saio em
direção ao quarto, coloco uma bermuda, e volto explicando que minha mulher não estava mas se
quisesse usar o computador, tudo bem.....ela fica.....Entro no chuveiro para esquecer tudo
aquilo....já imaginou ela contando a minha cunhada uma investida mal sucedida?....Mas meu
cacete não pensava assim e eu inconscientemente arquitetava alguma maneira de sentir aquela
menininha junto a mim....de "viajar" naquele corpinho de faze-la tremer, de faze-la feliz...Resolvi,
a pretexto de "tomar água" ir somente de toalha, do banheiro a cozinha, trajeto via computador, e
testar sua reações.....Assim que saí do banheiro, senti seus olhos sobre meu corpo, quando disse
que ia pegar água seu olhar estava quase que hipnotizado, fixo em meu pau, que preso a toalha
latejava fazendo movimentos de ir e vir...Quando fecho a geladeira escuto: "Tio, me ensina
Internet?", minha mente era um turbilhão imaginando minha mulher entrando e vendo seu marido
de toalha e pau duro com sua sobrinha, mas aquela palavra: "Tio" estava na minha mente.... aquela
menininha, com aquela carinha de anjo um corpinho se definindo, pequenininha, levinha...tinha
que arriscar..... ajeitei a toalha, deixando apenas uma "camada" sobre meu cacete e lá fui eu...assim
que cheguei perto, ela levanta e puxa outra cadeira em seus olhos podia ver refletido minha pica
que pulsava por ela... Iniciamos a "aula"...na primeira "explicação" de onde clicar, ela diz "Vou
falar"....e se levantando continua a dizer: "Acha que nunca notei como você olha para
mim...?....quase me comendo....e eu sempre ouvindo a titia dizer para mamãe como você é tarado,
gostoso....não agüento mais ser criança Tio.....quero ser mulher...com você...me ensina?.....sua
carinha já não era mais angelical, seus lábios mordiam um ao outro....seus olhos em meu
pau....naquela fração de segundos pude ver os pelinhos das pernas e braços arrepiados imaginava
que aquela mini-saia escondia o pecado, o paraíso.....uma barriguinha perto da perfeição......e seu
"topzinho"...... único impedimento para aqueles peitinhos deliciosamente pontiagudos sentirem
minha língua, minha pica ..... Ainda sentado peço para Sarah se aproximar.....ela chega perto... seus
seios estavam na altura de minha boca....podia sentir seu gosto...minha boca percorre
carinhosamente o seio esquerdo....coloco lentamente seu biquinho, durinho entre meus lábios,
pressiono....ela puxa minha cabeça....quer mais... segurando seus braços presos a cintura, e
roçando nossos corpos, fazendo-a, sentir meu peito, meu pau... enquanto minha boca, percorria seu
colo, pescoço...sentindo aquele cheiro de menina/mulher até sua orelhinha, que cabia inteira na
minha boca e sussurrei firmemente....."Quietinha!...Você é minha e vou fazer o que quiser com
você...entendeu...?" ..Sarah tremia, gaguejava....coloquei minha mão em sua nuca com seus curtos
cabelos entre meus dedos e viril, mas carinhosamente, coloquei-a de lado para mim....e ela
obedeceu.....mansinha como uma cadelinha no cio....tirei delicadamente o "topzinho" e seus seios
estavam novamente em minha boca .... levo minhas mãos a seus tornozelos...apenas com as pontas
dos dedos...bem de leve....subindo.... sentindo suas pernas....com cuidado, enfiei a calcinha e
acariciei polpinha por polpinha daquela bundinha que tinha contrações...ora deixando, ora não, eu
sentir seu cuzinho piscando......a outra mão tateava aquela bucetinha "rasinha", fazendo com os
dedos leves movimentos de "vai e vem" com carinho especial onde se deve.....minhas mãos se
encontraram entre ela ...subindo e descendo.....indo e vindo....minha boca mamando..Sarah
intercala gemidos, gritos e frases sem sentido, suas mãos segurando meus cabelos, querendo que
eu engula seus dois seios que estavam na palma de minha mão aproximando os biquinhos ...quase
unindo-os.. passava a ponta da língua em um, depois outro....mordiscava, de leve, aqui, engolia
inteiro ali....na outra mão "carregava" Sarah por trás...com minha mão entre sua bundinha e
sentindo sua bucetinha jorrar.... .Sarah amolece....suas pernas estão bambas.... Seguro-a pela
cintura para que não caia e coloco-a no meu colo de frente para mim....meu cacete praticamente
levantava e abaixava aqueles 45 quilinhos.......até que gozei gostosamente e violentamente.
Ficamos ali parados, recuperando o fôlego, para mais uma rodada de prazer., que continuaria por
longos meses... Mas isso eu conto outra vez.
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A 1ª vez a gente nunca esquece...
Uma fantasia imensa envolve a primeira experiência sexual de homens e mulheres. Já falaram
tanto a respeito do assunto, para o bem e para o mal, que até me pareceu um pouco vulgar tratar
desse tema. Mas acabei achando que valia a pena escrever, pois a história que se segue é a da
minha própria primeira vez, quando eu – já meio atrasado – tinha 17 anos.
No meu caso, a primeira vez foi uma experiência muito prazerosa e divertida. Primeiro porque não
transei nem com uma prostituta nem com a empregada (não tenho qualquer preconceito com essas
duas personagens, mas é que elas já fazem parte do imaginário da primeira vez de um garoto) e,
segundo, porque – escapando de um problema comum dos garotos – não tive ejaculação precoce.
Bom, a história começa pelo começo, isto é, pelo primeiro encontro que tive com a menina que iria
me dar o pioneiro prazer sexual. Não vou dizer o nome dela, como aliás escondo minha
identidade, para preservar nossos pudores intactos. A verdade é que conheci a garota no Carnaval
do ano passado, quando ficamos juntos, apenas nos amassos.
Nesse dia já ocorreu uma história engraçada. Como a menina estava acompanhada dos irmãos
chatos, combinei com ela de eu ir até a esquina a fim de esperá-la, até que ela conseguisse escapar
dos irmãos guarda-costas. Quando virei a rua, aproveitei para tirar aquela água do joelho, já que
tinha tomado várias cervejas durante a noite. Não é que a menina me aparece, quando eu estava lá,
todo e todo, com o camarada pra fora da bermuda?...
É certo que eu estava de costas, mas a situação embaraçosa era inevitável. Disfarcei um pouco,
pensando que ela fosse embora depois de me ver naquela situação. Mas acabou esperando que eu
terminasse o ato, para em seguida ficarmos juntos numa boa.
Depois desse primeiro encontro, combinamos de sair mais umas vezes, no shopping e no cinema, e
os amassos foram pouco a pouco evoluindo.
Quando chegou o mês de maio, acontecia em minha cidade uma série de shows de "grandes"
artistas nacionais, como Raimundos, Zezé de Camargo e Luciano, Titãs, Chiclete com Banana e
outros. Detesto-os.
Combinamos, eu e a garota (que tinha 20 anos) de nos encontrarmos novamente. Dessa vez, os
beijos e abraços avançaram um pouquinho mais, e o tesão já não conseguia esperar. Senti que
minha primeira vez estava prestes a acontecer... Então, o problema passou a ser arranjar um lugar
onde a minha noite inesquecível pudesse ser devidamente concretizada.
Foi aí que me lembrei de uma casa da qual eu tinha acabado de me mudar, que estava desocupada.
E o melhor : ficava perto do local onde os shows estavam acontecendo.
Quando acabou o espetáculo daquela noite, saímos de fininho para cometermos o crime. Quando
já estávamos no meio do caminho até a minha antiga casa, nos demos conta de um detalhe ao
mesmo tempo estúpido e importante: não tínhamos camisinha. E, de comum acordo, não iria rolar
sexo se não fosse com proteção.
O problema é que, naquele horário, não tinha nenhumazinha farmácia aberta nas imediações.
A solução? Numa primeira tentativa, pedi que ela esperasse um pouco e fui abordando casais de
namorados e uns caras que iam passando pela rua: "Ô, é o seguinte, tô com um probleminha. Será
que você não tem um camisinha para me arrumar?" Mas ninguém tinha! Fiquei impressionado
com a incompetência daquele pessoal. Não vinham que era uma caso de vida ou morte? Uma
questão de ser ou não ser mais virgem?
Outro meio que usamos para conseguir a camisinha (e que, ufa!, deu certo) foi eu entrar numa casa
de programa e comprar o preservativo na "recepção" por um real.
Quando pedi a camisinha para a "recepcionista" falei que o caso era urgente. "Sei dessa
urgência..." - ela respondeu - com um sorrisinho sarcástico.
E aí, resolvido o problema, prosseguimos o caminho, com o clima tendo esfriado um pouco,
naturalmente pelo problema da camisinha. Mas, quando chegamos ao nosso ninho de amor,
tratamos logo de reaquecer os amassos...
Como a casa estava desocupada (e, portanto, sem móveis), não tivemos opção: o sexo rolou ali
mesmo, no chão frio da varanda dos fundos da casa. E, para completar, numa escuridão quase
total, que era parcialmente diminuída pelo luar, que saudava radiante a minha primeira vez.
Apesar da falta de experiência, foi muito especial. As preliminares deram o tom: fomos tirando a
roupa um do outro bem devagar, com muito carinho e sensualidade. Quando ela colocou a
camisinha em mim, soltou uma risadinha marota, como quem dissesse: "que custo para
conseguirmos, hein?". Detalhe: não contei a ela que eu era virgem.
Valeu a pena. Não vou esquecer tão cedo os instantes de aventura e prazer de que desfrutei naquela
noite. Foi divertido e nem um pouco traumático. Era o que eu esperava para a minha primeira vez.
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ALUNA APLICADA NAS QUADRAS E NA CAMA
Meu professor de tênis é um tesão. Escrevo isso pensando naquelas pernas musculosas que um dia
tocaram as minhas e me fizeram conhecer a paixão. Estava sem namorado e Cláudio passou a ser o
meu objeto de desejo mais próximo. Nos encontrávamos quatro vezes por semana e a aproximação
foi inevitável. Ele sabia que eu estava carente e não teve muito trabalho para conquistar meu
coração. Era mais velho e tinha a determinação dos homens de verdade. Estava treinando para um
torneio e o empenho dele foi fundamental para o meu sucesso. Na véspera da partida final, vendo
meu estado de tensão, me levou até a casa dele, onde preparou um jantar divino, com uma receita
italiana. Na sobremesa, contou histórias divertidas e, entre um relato e outro, pousava os olhos nas
minhas coxas. As mesmas coxas que ele estava acostumado a ver nas quadras. O detalhe é que
estávamos sentados bem próximos, com as mãos dele ao alcance das minhas pernas. Quando
Cláudio tocou uma delas, fiquei toda arrepiada. Senti um calor por dentro e a vontade
descontrolada de beijá-lo, experimentar aquela boca maravilhosa. Quando notei, ele já me beijava
e agarrava meu corpo com toda força. Transpirava nervosa e com vontade de dar para aquele
homem gostoso. Cláudio sabia disso mas me instigava, adiando o ataque. Já sentia meus pelinhos
molhados quando ele alcançou minha bocetinha com os dedos, por cima da calcinha. Meio sem
querer comecei a rebolar em cima da mão dele, louca para ser penetrada com força e com vontade.
A mão de Cláudio era uma raquete, hábil e precisa. Os dedos foram afastando a calcinha e, em
pouco tempo, deixando meu grelinho mais duro ainda. Eu gemia baixinho, pedindo pica,
implorando por um caralho. Aí ele surgiu em flor, na altura da minha boca, pronto para ser
chupado como um pirulito de cereja. Esqueci a ansiedade da partida final e me entreguei por
completo ao prazer daquela chupação. Nas bolas, nas veias, em toda a extensão do mastro, na
cabeça inchada de tesão... A minha língua não poupava nada, nem um centímetro daquele músculo
pulsante. Meu professor de tênis se retorcia no sofá, com o pau mais grosso que no início. Estava a
ponto de gozar e aquilo tudo ia encher minha boca. Não desisti, continuei a postos, esperando o rio
caudaloso. Quando veio, recebi tudo com vontade. Nunca tinha feito aquilo, mas Cláudio merecia.
Depois de alguns segundos admirando os olhos da minha paixão, levantamos e começamos a
dançar, ao som de uma música suave e romântica. Com os corpos bem coladinhos, o pau dele foi
dando sinais de reação e a minha excitação cresceu. Queria ser penetrada e não agüentava mais
esperar. Cláudio arriou a calcinha e passou a roçar o pau na minha vulva. Eu já ia me ajoelhando
para um novo boquete, mas ele me segurou e me jogou no sofá. Veio por cima, esfregando o pau
na bundinha. Pensei que fosse se engraçar por ali, só que ele estava procurando mesmo era a
rachinha, pronta para ser comida. Não demorou a encontrá-la e muito menos a invadí-la. Foi ótimo
sentir tudo aquilo dentro. Queria gritar mas tinha medo de acordar a vizinhança. O jeito foi chupar
meus dedos, lembrando do gosto do cacete de Cláudio. À medida que ele aumentava o volume da
trepada, eu mordia as unhas, fora de órbita. Aquilo me machucava a xota apertadinha mas eu
gostava muito. E posso dizer a vocês que não há melhor sensação para uma fêmea do que ver a
porra escorrendo pelas pernas depois do gozo do macho.
No dia seguinte, ganhei o jogo por três a zero. Mas o melhor game foi disputado entre a minha
xoxota e a pica de Cláudio. Um duelo de amor e muito gozo.
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A Vizinha Peituda
" Aos 18 anos, Carla tinha um par de seios que chegava a ser desproporcionais a sua altura (1,72).
Minha vizinha a anos, sempre a imaginava em todas as minhas posições na minha cama, e já tinha
uma bela noção de seus dotes, já que somos vizinhos de muro e ela costuma desfilar de biquíni
pelo quintal no verão. Tudo começou quando minha mãe pediu para que, mais tarde, quando
estivesse sozinho, fosse até a casa da minha vizinha devolver um pacote. Claro que concordei,
chegando lá contemplei minha vizinha com apenas uma camiseta por cima da langerie.
- Entre. - disse ela. Entrando na sala de estar dela, falei que só tinha vindo pra devolver o pacote, já
estava de pau duro e não queria que ela notasse. Ela porém, pediu que eu ficasse porque ela se
dizia "tão sozinha naquela tarde". Fiquei conversando com ela um tempão, até que ela disse para
mim esperar um pouquinho que ela queria tomar banho, puxa! ela já tava me provocando! Foi ela
entrar no banheiro que eu fiquei de vigia na fresta da porta, mal podia esperar para ver aquele par
de seios deliciosos caírem fora daquele sutiã incômodo. Só que enquanto ela se despia, ela viu meu
vulto na fresta, eu me apavorei, mas ela não reagiu, tomou um demorado banho acariciando os
seios o tempo inteiro. Já havia tido uma pequena ereção quando ela saiu do banheiro só de toalha.
Ela sentou de toalha mesmo na cozinha completamente quieta, acho que tão envergonhada quanto
eu, que por sinal não consegui me controlar. Pousei a mão na coxa dela de dei-lhe um beijaço
comentando depois (já com a mão lá onde o sol não brilha):
- Carla...
- O que. - disse ela aos gemidos.
- Você já mediu os seus seios?
- Já, 92 cm. Quadril 90 e coxa 53. (lembro as medidas bem distribuídas naqueles 17 aninhos) Tirei
a toalha e enviei minha mão naquela xota linda q cheirosa enquanto mamava naquele par de seios.
- Marcelo, eu sou virgem acho que é melhor você por atrás. - disse Carla sem saber o que estava
dizendo. Peguei ela no colo e atirei no sofá da sala, baixei minhas calças punhetando enquanto
lambia aquele cuzinho apertado e medroso. Meti com delicadeza a cabeça do meu pau naquele
cuzinho, Enquanto via Carla delirar de dor e prazer com urros altíssimos. Gozei dentro do cu da
vizinha quando ela disse:
- Vc gosta tanto dos meus seios, esfrega o teu pau neles. Botei meu pau entre aquelas maravilhas
enquanto ela pressionava e esfregava os seios nele. Já de pau duro novamente ela mandou a
virgindade a merda e mandou eu comer sua xota. Sem piedade eu meti com toda força até ela
gozar aos berros. vendo que eu ainda não havia gozado, ela pôs meu pau na boca e logo nas
primeiras chupadas gozei na cara dela enquanto ela engolia aquilo tudo. Quando comecei a mamar
novamente o portão da garagem rugiu anunciando a chegada dos seus pais. Foi então que eu Pedi
para que ela guardasse minhas roupas e pulei o muro para quase me quebrar do outro lado. Carla
acabou me devolvendo os roupas nos nossos próximos encontros. Transamos nos quartos, na
piscina, no chuveiro, na banheira e até no carro da minha vizinha. Hoje, ambos namoramos outras
pessoas, mas Carla continua minha vizinha, e quando queremos alguma coisa diferente sempre
pulo o muro para dar umas mamadas. Essa rotina já tem dois anos.

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AMARRADA!
Tudo começou na sala de Chat de Contos Eróticos.... Conheci uma gata (morena, 1.72, cintura
fina, coxas grossas) e muito tesuda. Após alguns papos e transas virtuais que sempre terminavam
em gozos alucinantes de ambas as partes, eu decidi que tinha que encontrá-la, mas a dificuldade
era grande pois sou casado e ela mora longe da minha cidade. Um dia tomei coragem e fui atrás
dela, não aguentava mais de tesão por aquela gata, na verdade era uma mistura de tesão e paixão
mútuas. Chegando na casa dela, tive a visão mais maravilhosa da minha vida, ela estava vestindo
uma tanguinha amarela minúscula, que era sugada por aquele corpo escultural, nos abraçamos, nos
beijamos loucamente, e a carreguei para o seu quarto, ela tinha um desejo, ser chupada e fodida
como uma putinha safada, só que amarrada na cama, sem nada poder fazer só gemer e gozar
loucamente na minha boca. Após amarrá-la na cama de bumbum pra cima, (e que bunda), comecei
a passar minha língua pelo seu corpo inteiro, alternava as carícias, ora chupava, ora dava
mordidinhas de leve, ela se contorcia inteirinha, gemia como uma louca e tinha orgasmos
sucessivos, até que cheguei até a sua bundinha maravilhosa, que engolia aquela tanguinha amarela,
puxei sua tanguinha de lado e lambi aquele cuzinho virgem como nunca tivera feito antes,
chupava, passava minha língua, escorregava minha língua até aquela xana carnuda, ela ali,
amarrada, olhava fixamente nos meus olhos e mordia os lábios, até que ela me disse: Me bata,
quero sentir essa mão enorme na minha bundinha gostosa, a cada palmada que tava, eu sentia se
corpo estremecer, alternava palmadas fortes com lambidas no seu cuzinho, que já implorava pelo
meu cacete. Aproximei meu cacete perto da sua boca, desabotoei minha calça e ela engoliu meu
pau inteirinho, foi a melhor chupada da minha vida, meus 25 cm de pica sendo devorados por
aquela putinha, que chupava meu pau e pedia pra apanhar na bunda, enchi sua boquinha com meu
esperma, recolhi a porra do seu rosto e ela chupava meu dedo sem perder uma gota...Isso foi só o
começo...
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Amasso, gostoso, no ônibus!
Acho que sempre fui meio saidinha e muito curiosa. Quando tinha uns 12/13 anos, tinha que pegar
o ônibus para a escola. Fora-se o tempo em que meus pais podiam me levar e buscar. Meus pais
trabalhavam e não tinham tempo. No início, eu detestava. Depois fui me acostumando e por fim
até já gostava de pegar. Tinha paisagem, tinha ruas, tinha tudo e eu prestava atenção. Adorava
tudo. Morávamos em um bairro bom e cheio de gente bonita. Alguns eram estudantes assim como
eu que tinham que ir para a escola muito cedo. Porém, na maioria eram gente mais velha, homens
e mulheres que iam cedo para o trabalho. O ponto do meu ônibus ficava bem em frente da minha
casa, porém longe do ponto final ou inicial. Dessa forma, acabava que eu o apanhava sempre
cheio. A primeira vez que alguém ficou encostado em mim achei que era normal. Sentia o calor da
pessoa e gostava. Às vezes olhava pra trás e via que era alguém mais velho que eu, ou até mesmo
uma mulher. O que me importava era aquele calorzinho gostoso de inverno e um corpo quente
encostando. Pela minha pouca idade não via nada. Sentia às vezes alguém encostando com mais
força, mas nunca ligava nada. Na verdade... gostava e... gostava. Sempre tinha o mesmo cara.
Entrava no ônibus cantando, sacaneando todo mundo e sentava perto de mim. Sempre o olhei. Ele
levantava, brincava, cantava um Rap e sentava de novo e ficava me olhando. Eu sempre gostei de
andar em pé no ônibus. Ficava ali pendurada olhando para os lados, pelas janelas pra ver o ponto.
Em duas semanas, ele começou a me olhar. Um dia levantou-se e ficou por trás de mim. Fiquei
quieta, mas senti um calor muito grande. Ele se encostou em mim. Senti teu calor. Por instinto, eu
arredei para a frente quase encostando no ombro do senhor que estava sentado. Ou melhor cheguei
a encostar nele. Olhei para baixo e vi que ele era bonito parecido até mesmo com meu pai. Olhei
para os lados, ninguém estava nos observando e o ônibus estava realmente muito cheio. Olhei para
trás. Seu hálito queimava minhas costas. Suas mãos já estavam sobre as minhas... Quando cheguei
para a frente, ele se afastou um pouco. Mas depois ele voltou a encostar bem de leve. Meu rosto
começou a queimar e minhas perninhas ficaram meio bambas. Eu estava gostando. Acho que
empinei um pouco o corpo para trás como que consentindo. Ele forçou e pude sentir aquele
volume duro nas minhas nádegas, quase nas minhas costas e era quente. Minhas mãos suavam.
Elas estavam apoiadas nos bancos de forma que eu podia regular a pressão que fazia para trás.
Senti que ele me pressionava e com o balançar do ônibus aquela coisa parecia passear no meu
corpo. Ele descia um pouco, flexionando as pernas de forma que aquilo se encaixava bem no meio
das minhas nádegas, depois ia para os lados. Quase passei do ponto. Desci assustada e trêmula.
Naquele dia as aulas demoraram a se acabar. Na volta procurei pela pessoa. Não estava lá. Na
manhã seguinte acho que até cheguei mais cedo no ponto. Passou um ônibus, mas estava muito
vazio e eu verifiquei, ele não estava lá. Dois ônibus depois eu o vi. Parecia que estava no mesmo
lugar e abaixado me procurando. Nossos olhos se encontraram. Acho que fiquei vermelha feito um
pimentão e os olhos dele brilharam muito. Quase sorriu. Eu subi, passei pela roleta e me posicionei
uns dois lugares depois dele, isso sem contar que ao passar por ele raspei minha perna nas coxas
dele. Fiquei esperando. Se fosse impressão minha ele continuaria no lugar dele. Não demorou mais
que 1 minuto e ele já estava bem por trás. Minhas mãos agora estavam em cima e não nos bancos.
Ele encostou a mão dele na minha e se aproximou. Senti seu calor. Quando encostou aquilo em
mim parecia brasa. Ele estava sem nada, só pode. Eu estava com um vestido colegial e ele é muito
fino. Sentia toda a saliência do seu pênis. A cabeça, que parecia enorme, encostando e forçando.
Ele me empurrou com tanta força, porém lentamente, que fui me encostando no ombro de um
jovem que estava sentado. Ele olhou para mim, acho que ceder o lugar. Dei-lhe um sorriso e
pressionei mais. Seu ombro estava exatamente na minha perereca e era tudo que eu precisava
naquele momento. Por trás eu sentia aquele membro forçando por sobre meu vestido esquentando
minha alma e na frente eu me esfregava naquele garotinho de uns 17 anos. Ele forçava o ombro
para cima e o balançava para frente e para trás masturbando-me. As duas mãos de quem estava
atrás agora estava sobre minhas mãos.... e senti o rosto junto ao meu, sua respiração ofegante e
seus movimentos para cima e para os lados... senti que ele estava.... minhas pernas começavam a
bambear demais, um líquido escorria da minha vagina pelas minhas pernas... eu estava quase
montando o ombro do rapazinho na minha frente... tudo começou a ficar confuso, minhas pernas
tremiam e tive o meu primeiro orgasmo. Meu corpo começou a ficar mole. Alguém se levantou e
eu me sentei. Estava envergonhada. Olhei de relance para o rapazinho. Ele estava nas nuvens.
Olhei para aquele que tinha começado tudo. Ele me olhava fixamente. Vi que sua calça estava
molhada, ele havia ejaculado ali. Parecia que ele estava me despindo com os olhos. Me vi nua,
com meus seios de limões e corpo de criança completamente nua.

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Tarada Aprisionada por três
Como eu queria... Ser sequestrada por um rapaz com cara de mau. Levada para o cativeiro e
descobrir que lá seria obrigada saciar os seus mais intimos desejos e claro com a participação de
mais dois de seus parceiros. Queria que tudo fosse preparado como um ritual, onde a oferenda
fosse eu. Totalmente nua, velas espalhadas por todo local, os caras de mau me olhando como quem
quer me devorar... A luz se apaga, ficam apenas as velas acesas, estou a espera não sei do quê. O
meu raptor começa a me dar as ordens. 1º) Deite-se. Eu obedeço. 2º) Agora relaxe e deixe o resto
conosco. Sinto a presença dos três se aproximando do meu corpo. Começo a sentir o toque deles
em mim. Um começa a dar pequenas mordidinhas nas minhas coxas, outro passa a lingua
delicadamente em meus seios, o outro mais atrevido coloca seu dedo contra minha buceta. Ai,
estou começando a me excitar. Eles começam a querer tudo mais rápido e de forma mais violenta.
Sem querer estão me matando de tesão. Sinto uma boca chupar o bico do meu seio com força.
Agora não é apenas um dedo, aos poucos ele penetra, um, dois, três e começa a fazer movimentos
rápidos. O outro me lambe completamente, muitas vezes me sugando. Agora me viram de quatro.
O brincadeira finalmente vai começar. Sinto um pau quente e duro entrar na minha boca.
Aproximadamente 22 cm, minha boca não consegue alcançar todo, mas chupo com vontade. Nesse
momento outro cacete ainda maior e duro feito uma tora roçando em meu rabinho. O outro
capanga desliza por baixo do meu corpo e sinto uma verdadeira arma, calibre 38 se é que pode
existir, roçando minha bucetinha. Pensei, hoje literalmente estou fodida. Chupo aquele caralho
delicioso, enquanto sinto minha buceta sendo invadida por esse cacete absurdo, enquanto na parte
de trás meu rabinho está piscando para ser fodida também. Estou sendo penetrada por três ao
mesmo tempo, tudo o que eu sempre quis. Deixei todos os meus tabus de lado e me entreguei
como uma vagabunda, puta mesmo a aqueles deuses maravilhosos. O que estava com o caralho na
minha boca gozou tanto que quase engasguei. Mas os outros dois estavam me fodendo de todo
quanto é jeito, pela frente por tras, gozavam em cima de mim, me faziam chupar de novo e foda-
se, melhor dizendo, fodam-me. Depois de saciados, para minha surpresa, entra no local um homem
de mais ou menos 1,95 de altura totalmente nu. Já pude ver o tamanho daquele caralho. Mais um
para me comer. Só que agora eles queriam ficar olhado e batendo uma punheta. O animal me
olhou fixamente e disse que agora eu ia conhecer um caralho de verdade. Sem me dar tempo
algum me puxou já abrindo minhas pernas e enfiou sua lingua totalmente dentro da minha buceta.
Que lingua enorme, ele ficava rodando ela e me sugando. Gozei em sua boca. Em seguida
anunciou, ela está pronta. Me virou de quatro e enfiou toda aquela tora dentro da minha bucetinha
que já estava enorme. Colocava tão forte que eu quase perdia os sentidos, foi então que ele tirou da
buceta para enfiar no meu rabo, eu não aguentaria tamanho estrago. Ainda bem que ele também
concordou e convidou um dos rapazes para ajudá-lo a fazer um sanduiche, ele me comendo pela
frente, eu no meio e o outro me fudendo por tras. Foi um delirio, ainda mais quando eu olhava para
os outros dois cheios de desejo em me possuirem de novo. E assim foi, todos os dias durante
minha estadia no cativeiro.... Acordei !!!!!!!!
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A Virgem Que Esquentou A Suruba
"Eu tinha 18 anos e estava de férias no colégio. Nessa época, tinha duas amigas inseparáveis: Vera,
do tipo mignon, morena e também com 18 anos, e Andréa, de 17, loura, um mulherão. Minha
aparência é um tanto frágil, tenho cabelos negros compridos, despertando a curiosidade dos
homens.
Mas, voltemos à história. Minhas duas amigas fizeram amizade com um casal de empresários de
Petrópolis enquanto estavam de férias. Ele se chamava Paulo, tinha a pele morena, cabelos
encaracolados e usava bigode. Silvia era mais alta do que ele, morena jambo, cabelos longos.
Ambos tinham 37 anos.
Assim que começamos a nos divertir, convidaram Vera e Andréa para passarem uma semana na
mansão deles. Eu, que sempre fui muito entrona, pedi para ir junto com eles. A casa era grande e
luxuosa, com uma piscina linda. Nós três ficamos acomodadas, cada uma, em um quarto. No
primeiro dia, houve churrasco, vôlei e banhos descontraídos de piscina. Com toda essa atividade,
resolvi dormir mais cedo, só que acabei perdendo o sono e fui para o quarto das minhas amigas.
Levei um susto: elas não estavam lá. Saí da casa dos hóspedes em direção à principal, onde vi a
luz acesa. Tentei entrar pela varanda, mas antes disso vi uma cena de completa orgia. Fiquei
excitada e permaneci escondida vendo Paulo deitado de costas enquanto Andrea cavalgava no
mastro dele. Ao mesmo tempo, Silvia estava ajoelhada diante de Vera chupando-lhe os seios e
enfiando dois dedos na vagina. Depois de uma espécie de orgasmo coletivo, eles descansaram. Já
refeita, Silvia engatinhou na direção de Andréa e começou a percorrer o corpo dela com a língua,
no momento em que Paulo passava a enrabar Vera. Esta gritava de dor, mas não parava de rebolar.
Silvia e Andréa iniciavam um sessenta-e-nove. Eu comecei a sentir medo e voltei para meu quarto.
Depois, minhas amigas chegaram evitando fazer barulho para não me acordar. Comecei a me
imaginar naquela orgia que nunca havia experimentado. Para reforçar minha timidez em relação ao
sexo, as amigas não me contavam nada do que faziam.
Na noite seguinte, fiquei novamente espionando a suruba, escondida por trás da janela. No outro
dia, o casal foi convidado para um churrasco na casa de outros amigos, Carlos e Sandra. E, à noite,
eles também participavam da bacanal. Agora, eram seis numa alegre trepação. Vera chupava o pau
de Carlos e Sandra passava a língua no cuzinho dela. Paulo e Silvia faziam um verdadeiro
sanduíche de Andréa, como se dançassem uma lambada erótica. De novo, assisti a tudo e fiquei
pensando por que só eu não participava daquilo. Acho que, embora eu tenha os seios grandes e a
bunda arrebitada, minha aparência é muito infantil. Para negar isso a mim mesma, resolvi entrar
nessa orgia. Só na véspera de irmos embora tomei coragem e fui até a casa principal só de
camisola, mas não encontrei ninguém. Comecei a procurar por eles e ouvi barulhos vindos do
vestiário da piscina. Percebi que todos se preparavam para mais uma suruba, respirei fundo e senti
meu coração bater forte. Antes que eu desistisse novamente, tirei a camisola e entrei nua. Eles se
espantaram e ficaram me olhando em silêncio. Eu continuei parada até que Sandra se destacou do
grupo e me tomou pela mão. Levou-me até o chuveiro, enquanto os outros fizeram um círculo em
volta de mim. Revelei a todos que era virgem, para espanto geral. Mas logo o susto deu lugar à
sacanagem. Sandra começou a acariciar meus seios e convidou os outros a me bolinarem. Passei a
sentir mãos por todo meu corpo — bunda, costas, coxas, vagina, barriga. Sandra se ajoelhou e
meteu a cara entre minhas pernas; Andréa sugava meus seios; Vera passava a língua em minhas
costas e Silvia também deslizava a língua quente no meu cuzinho. Depois, todos se afastaram de
mim. Andréa foi até um canto, voltou com um consolo preso à cintura e começou a enrabar
Sandra. Nisso, Carlos me agarrou por trás e apertou meus seios com força, me mandando olhar
para Sandra e Andréa, dizendo que ia fazer o mesmo comigo. Fiquei apavorada e tentei fugir, mas
ele continuou me segurando com firmeza. Quando parei de me debater, Carlos pôs a cabeça de seu
pau na entrada do meu cuzinho e começou a me penetrar. Senti uma dor terrível e comecei a gritar.
Quando ele enterrou tudo, comecei a sentir calafrios e ele enfiou um dedo em minha vagina
iniciando os movimentos de entra e sai. Pouco depois, senti o leite quente inundar minhas
entranhas e tive o primeiro orgasmo da minha vida. Assim que Carlos retirou o pau lambuzado de
minha bunda, foi a vez de Paulo me agarrar por trás e me enrabar também, depois de colocar a
camisinha. Embora o seu membro fosse menor, ele enfiava com mais violência, causando mais
dor, me fazendo chorar. Mesmo assim, eu não pedia para parar, pois naquele instante encarei tudo
como um desafio e rebolei. Ele e eu gozamos aos berros. Sandra pegou o consolo com Andréa e
me tomou pelo braço, nos levando para um canto do vestiário atrás dos armários, onde ninguém
nos via, e começou a chupar todo o meu corpo. Depois que gozei, ela prendeu o consolo e me
colocou de quatro. Logo entendi o que ela queria e, como fosse um novo desafio, deixei que ela
enrabasse minha pobre bundinha. Durante uns poucos minutos achei que ia desmaiar de dor, até
porque ela não fez o movimento de entra e sai, deixou o consolo direto lá dentro, só tirando
quando voltei a chorar. Ela riu e me levou de volta à suruba.
Quando cheguei, vi um colchonete de plástico estendido no chão. Carlos, com o membro em ponto
de bala, e me mandou deitar. Assim que deitei, ele enfiou a cara entre minhas pernas ao máximo e
deitou em cima. Quase tive uma síncope quando ele começou a penetrar minha vagina. O membro
duríssimo foi forçando passagem e parecia que ia me rasgar. Quando Carlos iniciou os
movimentos de penetração, enlacei minhas pernas nas costas dele e comecei a mexer também.
Para minha felicidade, ele só gozou uns vinte minutos depois, quando eu já estava no terceiro
orgasmo, quase desfalecendo. Carlos não agüentou o tranco e se jogou para o lado, adormecendo.
Descansei alguns segundos e fiquei de pé, mas logo Paulo me agarrou por trás novamente. E dessa
vez meteu na boceta com toda força. 'Vai mais devagar, pois quero gozar também', pedi. Ele
diminuiu um pouco o ritmo e comecei a sentir prazer, ao mesmo tempo em que Sílvia e Sandra
faziam um sanduíche em Andréa e Vera sugava o pau de Carlos, que continuava deitado, enfiando
um dedo no cuzinho dela. Quando Paulo gozou, me sentei no chão e fiquei olhando aquela suruba
digna da corte de Calígula e não transei com mais ninguém. Por minha causa, nossa estada em
Petrópolis foi estendida em mais uma semana e todos, nesse período, disputavam quem mais vezes
transava comigo. A garotinha que chegou virgem e assustada, voltou para casa feliz e disposta a
experimentar todos os prazeres que a vida pode oferecer."
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A REUNIÃO DE PT - UM HOTEL 5 ESTRELAS (por Safadinha)

" É uma história fictícia e dedico a um amigo que não posso revelar o nome. Ele sugeriu o conto e
aí vai: Por falar vários idiomas e usar a língua muitíssimo bem, em todas as situações se você me
entende, procuro sempre trabalhar com o público, mais precisamente na área de Turismo. Sou
Executiva, ocupo um alto cargo na Diretoria de um conceituado Hotel. Não menciono nomes,
muito menos a cidade, porque seria fácil me localizar. Este meu último emprego, o mais prazeroso
deles até o momento, é um hotel 5 estrelas. Ótimo cargo, excelente salário, e ao iniciar como
Gerente há dois anos e meio, fui informada das chances de crescer profissionalmente no
estabelecimento, e assim está sendo, não somente pelos meus dotes físicos, mas pela parte
intelectual, pois fujo do estereótipo de "loira burra". Sou muito comunicativa, sem dificuldades
para fazer amizades e em poucos dias, conhecia todos os funcionários do Hotel. O Vice-presidente,
de nome Renato, logo chamou a minha atenção, pela beleza, um moreno claro, alto, traços grego,
elegante, culto, corpo malhado, porém casado. Simpatizamo-nos assim que nos vimos. O máximo
que poderia conseguir dele seria uma transa, transas somente. Não estava interessada em ligar-me
a alguém. Melhor ser amante que esposa. O meu interesse era apenas o sexo. Com a esposa deixo
os problemas e a monotonia do lar. Se tornara um hábito, depois do expediente, às sextas-feiras,
sairmos em grupo para um H² (happy hour), perto do hotel, muito bem freqüentado por
empresários de vários setores. Notei que eventualmente uma vez na semana, Renato e outros
colegas evitavam nos acompanhar e literalmente sumiam. Sabia que estavam no hotel, pois os
carros continuavam na garagem e impossível encontrá-los em suas salas ou mesas. Aonde iriam?
O trabalho que implantei e que estava desenvolvendo com ótimos progressos foi de encontro ao
que os Diretores e a Superintendência esperavam e em pouco tempo comecei a participar das
reuniões de Diretoria e a fazer negociações internacionais que me levaram ao cargo que ocupo
hoje. Tenho um corpo quase perfeito, digo quase porque não acredito na perfeição, visto-me
elegantemente escolhendo roupas que melhor sobressaem as pernas e acentuam os seios, nada
vulgar. Malho três a quatro vezes por semana, sem celulites e estrias, para um corpo de 1,70m,
60kg muito bem distribuídos, seios 44 e bunda gostosa. Uma noite mal dormida me fez chegar ao
escritório mais cedo. Tranquei-me em minha sala, mantive fechada a persiana que dava para a
mesa de Paula, a minha secretária. Liguei o computador e comecei a trabalhar. Passados 15
minutos, ouvi vozes femininas. Uma identifiquei como a de Paula, a outra não conseguia ouvir
muito bem, falava quase que sussurrando. Percebi que a secretária falava de mim, a maneira como
falo, gesticulo, como me visto, falava bem por sorte - ainda bem -, e disse à amiga: - Renato (na
minha frente sempre usa o Dr. na frente) está louco para meter nela. Das que passaram pela
Gerência é a mulher mais gostosa. Se a noite não tinha sido as das melhores, a manhã estava
começando muito bem. Paula ainda disse: - Você faltou ontem, Sandra, a Reunião de PT, foi
ótima! Neste exato momento, passei a colocar o ouvido na porta para ouvir mais claramente. Que
reunião de PT estavam falando? Sandra é a funcionária que serve cafezinho e água nas salas, não
muito bonita de rosto, mas tem um corpo de engarrafar qualquer trânsito, com uma bunda enorme,
qualquer um se perderia nela. Ouvia perplexa o que Paula falava que Renato estivera magnífico,
Dr. William mais solto, que a orgia tinha sido muito boa, da boceta da Norma que recebeu duas
picas, a balzaquiana de todas nós, com um belo corpo apesar da idade. E ela ainda: - Senti falta da
tua bocetinha quente Sandra. Sabe que adoro chupar uma boceta grande e gostosa como a tua.
Ouvi um beijo. A minha secretária era casada e descobrira naquele momento que era bi. PT seria
uma suruba? Perguntava-me. Que orgia foi esta que fiquei de fora? A vontade que tive foi abrir a
porta e perguntar pela tal Reunião de PT. Acalmei os meus instintos e quieta fiquei. A secretária, a
moça da copa, a Rachel - Secretária do Presidente, loira, olhos azuis, parece uma sueca, Norma,
orgias com Renato e William, Advogado do Hotel, um pouco gordo, cerca de 50 anos, cabelos
grisalhos, porém charmoso. Quem mais faria parte do PT? Fiquei com muito tesão, ao ponto de
não me agüentar em pé. E quando fico deste jeito, tenho que me masturbar. Sentei-me na cadeira,
abri as pernas, afastei a calcinha e meti o dedo. A boceta estava molhadinha e ficou mais gostoso
massagear o clitóris, pois o dedo deslizava e depois enfiava dentro. O gostoso é enfiar dois dedos
fechados e abri-los dentro da boceta, abrindo e fechando, abrindo e fechando. Pensava em Renato
por estar louco de desejo por mim. Pensava que os meus dedos eram os dele. Se continuasse iria
gozar e quando gozo, grito. Tive que parar a masturbação gostosa. Paula e Sandra continuavam a
falar e se afastaram. Peguei a minha bolsa, desliguei o monitor apenas, abri a porta, saí sem fazer
qualquer barulho e fui até a porta de saída, chamei o elevador e fiquei na escada de incêndio.
Quando o elevador chegou, saí da escada como se nada tivesse ocorrido. Entrei e fui novamente
para a minha sala, desta vez fazendo algum barulho. Abri a porta, deixei-a aberta como sempre
costumo fazer e fui ao banheiro me lavar. Por sorte sempre carrego duas calcinhas dentro da bolsa.
Paula retornou ao seu lugar com uma xícara de café e nos cumprimentamos. Perguntei se havia
chegado há muito tempo, se tinha algum recado, entrei na sala e fiquei pensando na orgia. Paula
trabalhava há 3 anos no Hotel, a chamei pelo inter para que viesse à minha sala e termos uma
conversa informal. Tinha que começar de algum ponto e como iniciar? Conversávamos sobre
amenidades, o trabalho no Hotel, e Paula ficou à vontade em responder as perguntas, como se
fôssemos amigas há anos. Deveria perguntar o que uma mulher sente ao foder a boceta de outra?
Não, não, não assim. Não deveria ser tão explícita, poderia desconfiar que não cheguei depois
dela. Como dizer alguma coisa para despertar Paula e fazê-la falar? Ou melhor, para que ela
comentasse com Renato o meu interesse, pareciam tão íntimos. A tratei como minha confidente,
perguntando se há muito o conhecia, se era bem casado, o achava atraente e parecia ser muito
gostoso... De fato era muito bem casado com uma mulher da sociedade e era interessante para ele
manter o matrimônio. Paula sentindo o meu interesse por ele, contou-me o que eu já sabia. Ele está
muito interessado em você também! Fingi surpresa. Queria Renato e agora, mais que nunca, queria
a orgia também. Nunca tinha participado de uma, apesar de ter uma vida sexual ativa. O máximo
que realizei foi uma transa com dois homens e desde então passei a fantasiar com três (um na
boceta, outro na bunda e o terceiro na boca). Na minha cabeça só aparecia a palavra SURUBA,
SURUBA, SURUBA como um grande letreiro luminoso e piscando, como estavam a minha
boceta e o cuzinho. A boceta latejava tanto que estava pensando em ir ao banheiro e masturbar-me
novamente. Decidi que o melhor seria parar e começar a trabalhar. Mais tarde tocaria no assunto
com Paula. Antes dela sair da sala, disse-lhe: - Você tem pernas bonitas! Olhou-me de uma
maneira que fiquei totalmente sem graça, como se tivesse me despindo completamente. Foi um
olhar de desejo. Paula tem 1,68m, macérrima, uma tábua, bonitinha, olhos verdes, e tem muito
charme. Se havia jogado as cartas certas, Renato logo iria saber. Dito e feito, e não esperava que
fosse tão rápido porque uma hora depois, Renato chamou-me até a sua sala. Entrei, começamos a
conversar, havia levado os Planos que preparei nos últimos dias para ser mostrado na Reunião de
Marketing naquela tarde, mas o que ele queria não era exatamente os planos. Márcia, a secretária,
muito bonita, sabia que ninguém poderia nos interromper. Estaríamos em reunião, segundo ele, e
ninguém em hipótese alguma poderia entrar na sala. Márcia também participa das reuniões de PT.
Enquanto falávamos, expondo as minhas idéias, Renato foi se aproximando, chegou bem próximo
passando as mãos pelos meus cabelos, agarrou-me e disse que sentia muito tesão por mim.
Comecei a sentir um calor pelo corpo e nossas bocas se encontraram, as línguas se tocaram,
loucamente se cruzaram. Nossas mãos escorregavam por nossos corpos, nos alisávamos, apertava
a minha bunda e me puxava mais para si. Passava a língua no meu pescoço e novamente entrava
em minha boca. Ao respirar, fui certeira: - Soube de uma orgia, quero participar. Quer uma prévia
agora? É o mesmo que perguntar ao macaco se quer banana. Era uma quarta-feira, Renato notando
o meu entusiasmo disse que para entrar no clube, teria que fazer tudo e prometer segredo.
Perguntei o que significava tudo, se incluía o sadomasoquismo. Não era uma regra, mas se
gostasse e o outro parceiro quisesse, poderia rolar. Mário tirou o pau para fora das calças. Que bela
visão, abocanhei aquela gostosura com os meus lábios carnudos, enfiando-o na boca. Enquanto
satisfazia a mim e a ele, Renato tentava contar o que rolava nas orgias, conhecida entre eles de
Reunião de PT (Reunião de Putas e Tarados). Sexo oral, anal, DP, tudo. Ele sentado no sofá e eu
ajoelhada também no sofá para não desfiar as meias caríssimas compradas em Nova Iorque.
Passava a mão na minha bunda, por cima da minha calcinha, e afastando aquele pedacinho de pano
esfregava e enfiava os dedos na boceta, tirando-me alguns gemidos. O pau aumentava de tamanho
a medida que o sugava, enfiando-o totalmente até a minha garganta, passando a língua na
cabecinha macia e escorregando até a base, subindo e enfiando novamente, estava fodendo na
boca. Precisávamos ser rápidos e nem teve tempo de sentir o gosto da minha amiguinha
inseparável. Estava mais que lubrificada com o meu néctar, arriou a minha calcinha, levantei a
saia, subi no sofá e fui descendo para sentar naquela gostosura. O cacete encaixou
maravilhosamente bem na boceta e estava delirando cavalgar em Renato. Sem tirar o pau, pegou-
me e colocou-me em cima da mesa. Maravilhoso como estávamos nos fodendo. Estava totalmente
arreganhada e depois coloquei uma das minhas pernas em seu ombro. Não me contive, e comecei a
gritar. Renato colocou a mão sobre a minha boca para abafar o meu gozo e enfiando cada vez mais
fundo, dando estocadas. Um delírio e eu estava gozando, me contorcendo toda e a mão de Renato
na minha boca. Na vez dele, gozou no balde de gelo, para não sujar o chão ou a mim. E eu? Ahh,
permaneci de pernas abertas, ainda na mesa, maravilhada com aquela pica gostosa e permitindo
que a minha respiração voltasse ao normal. Renato aproximou-se, deu um beijo na boceta, enfiou a
língua lambendo o meu gozo junto ao dele, chupando tudo. Levantou-me e fomos ao banheiro de
sua sala para nos lavar. Continuou a falar da orgia, a próxima seria em dois dias, na sexta-feira e
que para participar, a minha primeira vez seria registrado em vídeo e que na iniciação todos iriam
me foder, homens e mulheres. A fita seria muito bem guardada para que jamais alguém
denunciasse a reunião. Imagine a manchete dos jornais sensacionalistas: "DIRETORIA FAZ
FUDELANÇA NO MAIOR E MAIS CARO HOTEL DA CIDADE". Já o Estadão seria mais light:
"FUNCIONÁRIOS FAZEM DO HOTEL, UM MOTEL". Um escândalo, sem dúvida alguma. A
minha bocetinha voltou a latejar e dei um tapinha nela, dizendo para se acalmar que à noite teria
todo o tempo do mundo com o meu namorado que me fodia de todas as formas. Renato riu,
aproximou-se e meteu a mão na minha boceta apertando com vontade, lascando-me outro beijo na
boca. - Você é das minhas e muito gostosa! Disse-me. No dia seguinte, Paula entrou na sala: -
Bem-vinda ao clube. Serei a primeira das mulheres a te comer! Sorri, agradeci e com uma certa
raiva retruquei: - Paula, não vá misturar trabalho com prazer. Deixe os seus comentários para a
reunião de PT. Entre na sala somente quando lhe chamar. Nunca tinha transado com uma mulher e
em horas não sabia quantas iriam de uma só vez colocar as mãos em mim. Passei os dois dias
tensa. Notava que quando ia conversar com alguém que participava da orgia, logo reconhecia, pois
fazia entender que iria participar. Eram comentários no ouvido: "Estou louco para te comer!" ou
"Bem-vinda ao clube!", recebia uma passada de mão na bunda etc. Seis da tarde do outro dia. Era
hora. Paula me chamou e pediu que a acompanhasse. Como suspeitava, era no próprio hotel, nas
duas melhores suítes. As duas eram interligadas. Ao chegarmos, havia outros funcionários, já
despidos, bebericando e beliscando o que o Hotel tem de melhor. Isto mesmo, tudo do bom e do
melhor. Não precisei ser apresentada como um novo membro do clube, todos já sabiam e ao me
verem, me comeram com os olhos, principalmente quando tirei a roupa. Parecia um campo de
nudismo. Todos nus, alguns já arriscavam carícias nos parceiros escolhidos. E mais funcionários
entrando, tirando as suas roupas, com a maior naturalidade e vieram em minha direção. Olharam-
me, apertaram os seios, passaram a mão, apertaram a boceta, esfregaram o pênis na bunda e
sempre com o BEM-VINDA na frente! Senti medo e muito tesão. Entra Renato e parece que o
show vai começar, pois Rubens que trabalha na Recepção ligou a filmadora pedindo que dançasse
para ele, que eu fizesse poses, abrisse as pernas e a bunda para dar um zoom. Como adoro me
exibir, fiz o que me foi pedido com desenvoltura, esfregando-me, abrindo bem as pernas para que
filmasse a minha boceta e virando-me de costas abri a bundinha para que desse um close no
cuzinho. Estava muito sensual. Passava a língua nos bicos dos seios, as mãos inquietas percorriam
todas as minhas curvas. Deitei no chão, abri as pernas simulando uma masturbação, soltei gemidos
e com isto aticei a libido de todos. Levantei-me, contorcia-me como uma cobra desejosa de
pecado. Paula, com a tulipa de champanhe derramou o líquido gelado nos meus seios e começou a
lambê-lo em meu corpo, a chupá-los. Estava cumprindo o que dissera, que seria a primeira a
transar comigo. Terezinha aproximou-se por trás, acariciando as minhas costas, passando as unhas
na minha bunda, ajoelhou-se, abriu-a com as mãos e enfiava a língua. Gemi. Sentia prazer e ao
mesmo tempo vergonha de estar sendo tocada por mulheres. Todos, sem exceção estavam com os
olhos voltados para mim, a mais nova putinha do clube, sendo iniciada naquele momento e que
como regra, teria que passar por todas as mãos, bocas e picas. Eram mulheres que seguravam os
paus dos parceiros, homens que massageavam as ferramentas ou seguravam em alguma bunda
feminina ou massageava o clitóris de outras. Outras mulheres foram se aproximando e Paula
queria que eu deitasse na cama. Deitaram-me, Paula abriu as minhas pernas, jogou mais
champanhe e começou a sugar a minha boceta. Sandra lambia os meus pés, dedo a dedo, enquanto
outra batia nela com um chicote. As outras ficaram nos meus seios, pernas. Já não conseguia
identificar a quem pertencia as mãos que via. Paula mordia o clitóris e puxava com os dentes,
enfiava 2 dedos na boceta e outro no cú. Fazia muito barulho e gozei a primeira com ela, a
segunda na boca de Rachel. Só pedia para não me beijarem na boca e nada de sadomasoquismo.
Gemia muito e alto, gritava - Fode o meu clitóris. Me chupa toda! E a câmera filmando, com
áudio. Passei parte desta etapa fechando os olhos, imaginando que elas fossem homens. O meu
corpo implorava por mãos masculinas. Tenho que dizer que senti um certo nojo quando Paula
metia a língua na boceta e puxava com os dentes o clitóris, mas este nojo se transformava em
prazer quando olhava para os homens e imaginava que logo os teria dentro de mim. Depois do
segundo gozo, Renato veio ao meu encontro, com a pica em riste. As mulheres foram se afastando
de mim e os homens se aproximando. Oito homens para o meu deleite, todos usando camisinhas.
Se imaginava-me transando com três, iria realizar esta fantasia quase em triplo. Renato pediu que
eu deitasse no chão e que duas mulheres, cada uma suspendesse as minhas pernas e as segurasse,
abrindo-as o máximo possível. E assim foi feito. Renato alisando o seu pau que eu já provara,
passou o dedo na boceta, viu que estava lubrificada e o enfiou. Que delícia ser penetrada por
homens. São verdadeiros deuses. Estava me fodendo com mais vontade que no escritório. Gritava
para me foder mais fundo, já sabia que gostava de enfiar tudo. Era uma posição que ainda não
havia tentado e fiquei louca. Aquelas mulheres me segurando, arreganhando totalmente as minhas
pernas suspensas e recebendo uma gostosa pica vibrante. Como eu gemia. E veio outro homem, e
foram se alternando, fazendo a mesma coisa e mais outro até completar o oitavo. Todos enfiaram
em mim com vontade. Depois eles deitaram-se no chão, as mulheres praticando o sexo oral para
deixar o pau bem duro e a minha tarefa era sentar na pica de cada um, com os braços levantados,
sem abaixá-los, com a bunda virada para eles e deveria cavalgar alguns minutos em cada pica.
Uma verdadeira ginástica sexual. No 2º não resisti e tive outro orgasmo, gritando como uma louca.
Levantaram-me, colocando-me na direção do 3º, a boceta deslizando no pau, depois do 4º e assim
sucessivamente. Cleyton era o que tinha o pau maior e mais grosso e sentia um pouco quando me
fodia. Exausta, porém feliz, perguntei se havia terminado. Riram. Queriam-me de quatro e ainda
faltava o botãozinho. De 4 fiquei, desta vez, sendo segura por 4 mulheres e eles vieram, com mais
vontade ainda. O tesão aumentava em cada estocada e gritava para me foderem mais e mais, a
câmera registrava todos os detalhes. Putinha para lá, putinha da boceta gostosa para cá era o que
ouvia. Agora seria a vez do cuzinho. O meu cú perfeito estava esperando. Pensei em resistir,
aguentaria oito cacetes? Mas este desejo incontrolável que tenho por sexo não permitiu. Renato
lideraria novamente a fila e as mulheres passando um spray nas picas dos homens enquanto outras
me mantinham na famosa posição. Enfiou dois dedos para o anus ir abrindo aos poucos e
lubrificava com o spray. Mordia, lambia a minha bunda enquanto os seus dedos eram enfiados.
Paula, neste momento ficou por baixo e pedia para fazermos um 69. Bem que tentei e não
consegui meter a língua em sua boceta. Prefiro chupar a pica de um homem Mas, quem está na
chuva tem que se molhar e passava a mão, esfregava o clitóris dela, puxava entre os dedos e de
repente senti uma pressão muito forte no meu cú. Olhei e Renato estava enfiando a vara em mim,
sem pena, sem piedade. Gritei, pedi para ir com calma. Um outro spray foi passado no local e a
dor foi diminuindo, menos a vontade de foder e ser fodida. Parecia que todos ficaram loucos.
Talvez o efeito da droga em alguns. NÃO TOMEM DROGAS. COM O TEMPO A DROGA
PREJUDICA O SEXO. Renato foi empurrando o pau no meu cú, metendo, eu rebolava e jogava a
bundinha de encontro a ele e começamos um vai e vem muito louco e quando estava acostumando,
tirou o pau e veio o segundo homem a foder o meu rabinho e o mesmo ritual até o oitavo. Gritava
muito, misto de prazer e dor. No final estava gostando e queria mais. - Metem mais, seus filhos da
puta! Eu dizia. E meteram mesmo, pois partimos para a DP (dupla penetração). Trocaram as
camisinhas. Tinha perdido as contas de quantas vezes havia gozado e não agüentava mais e pedi
para pararem e Rubens enfiando no meu cú sem parar, chamando-me de puta gostosa. E
perguntava: - Gosta que eu foda o teu cú? Olha, estou fodendo o teu cú apertado de novo, safada,
puta gostosa. Quis entrar para o clube, não é. Agora aguenta. Pedi para parar, não aguentava mais e
ele atendeu. Terminada esta sessão, mais que exausta e terrivelmente feliz, realizada, pediram que
eu ficasse quieta no sofá enquanto todos iriam foder na enorme cama king size. Uma orgia, uma
putaria geral, todo mundo transando, se entregando. A ordem era que quando fossem gozar, que o
fizessem em cima de mim. Se em todo batizado tem que haver água benta, o meu foi inusitado, as
porras quentes dos homens e algumas mulheres, entre elas a mais safada, a Paula, que abria as
bocetas, passava a mão e vinha lambuzar o meu corpo. O meu rosto e corpo viraram um emplastro
de porra. E assim foi a iniciação. Nas orgias seguintes quando não havia nenhum novo membro,
transávamos com quem tínhamos vontade ou com aqueles que tirávamos os nomes no saquinho.
Prefiro a segunda opção porque não mais quis transar com os oitos homens de uma vez. O gostoso
disto tudo é que todos se entregam aos caprichos dos parceiros, alimentando cada um as suas
necessidades. As orgias ainda continuam, levamos quando possível, quando alguém tem idéias,
coisas novas, posições jamais imaginadas. Poderíamos nós mesmos criar um novo Kama Sutra.
Que loucura, que delícia! safadinha@iamyours.com
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A VIAGEM
" Nas minhas últimas férias, fiz duas reservas numa pousa-da em Porto Seguro: para mim e para
meu amigo. Uma sema-na antes, ele teve problemas e não pode ir. Eu não queria ir sozinho, en-tão
resolvi convidar uma ami-ga, que estava muito triste por ter terminado seu noivado. Ela aceitou na
hora. Jô era uma deliciosa morena, Bonita, 22 anos e bem liberal. E uma boneca de seios grandes e
bem durinhos, além de seu bumbum maravilhoso. Viajamos e como eu adoro di-rigir, fomos de
carro. Na es-trada, começaram algumas ex-citantes brincadeirinhas. Es-tava muito calor e ela
usava somente uma mini-blusa e uma saia curta. Não usava calcinha nem sutiã. Depois de quatro
horas de vi-agem e uma supergulosa que acabou com uma esporrada em sua boquinha, eu estava
exaus-to e como Jô também dirigia, nós trocamos de lugar. Quando ela estava na direção, eu não
me contive e comecei a sugar suas tetas, seu umbigo e depois sua xoxota. A cada lambida, eu dava
uma peque-na mordida em seu clitóris para acordá-la. Por volta das 23 horas, re-solvemos parar
num motel para descansar e retomar a vi-agem. Assim que chegamos, to-mamos uma ducha e
voltamos para o "crime"'. Primeiro fizemos um 69 de-licioso e depois coloquei meu pau em sua
chana carequinha; ela depilou-se pois sabia que eu adorava uma xoxotinha sem pelos. A cada
estocada, ela gemia e implorava: "Me fode gostoso" . Ela chegou ao clímax duas ve-zes. Depois
virou-se e começou a mamar no meu pau até ga-nhar uma gozada na cara. Descansamos um pouco
e após outro banho, coloquei-a de qua-tro, passei lubrificante em seu cuzinho e enfiei minha jeba.
No início doeu um pouco mas de-pois que seu rabinho engoliu meu pau inteiro, eu mandei ver. Jô
dedilhava seu clitóris e acariciava meus bagos; não demorou muito e chegamos jun-tos a outro
orgasmo maravilhoso. Pela manhã, acordei com ela chupando meu cacete e acaba-mos dando
outra bem dada. Seguimos viagem e chegando à Porto Seguro, tiramos a baga-gem do carro e
fomos à praia. Estávamos tomando sol e aca-bamos fazendo amizade com Lú-cia. Loira, bonita,
hiper bronze-ada, chamava a atenção de todos. Convidei-a para tomar uma ducha em nosso hotel.
Jô adorou a idéia. Com um sorrisinho, Lúcia aceitou. Chegando lá, tomamos uns drinks e pintou o
clima. Fomos os três para o chuveiro. Acabamos depilando a chana da Lú, que ficou uma gracinha.
Fomos para cama molhados. Primeiro deixei as duas se melarem. Uma chupando a ou-tra... que
visão excitante. Jô chupava tudo, do meu saco até a cabeça do meu pau. Então caí de boca no sexo
da loira, que estava lambendo a nova amiga. Após algum tempo, Lú abriu as pernas e me chamou.
Meti a rola naquela linda carequinha enquanto ela chupava a Jô, que se deliciava com o oral. Lúcia
gozou e ficou de quatro para que eu colocasse em seu bumbum. Jô veio por baixo e enquanto eu
penetrava o loló da loira, elas faziam um 69 e se melaram de novo. Foi uma gozada a três. Fica-
mos os 10 dias trepando sem parar e no último dia demos uma super saideira. Em Porto Seguro, eu
passei as melhores férias da minha vida. Eu nunca mais vi a loirinha fo-gosa. De vez em quando,
Jô vai em casa para nós matarmos saudades da viagem... Meu e-mail p/ contato é
odla@cosmo.com.br
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AH... EU TÔ MALUCO

"Meus amigos, minhas amigas internautas, a história que passo a relatar agora, é muito
recente aconteceu à apenas um mês. Sou um universitário tenho 21 anos, e estou me formando
neste ano, durante o trote da nossa Faculdade acabei conhecendo três "bichetes" lindas, todas com
19 anos. Durante o primeiro semestre saímos muitas vezes, fomos a várias danceterias, fomos ao
litoral, mas nunca rolou nada a mais (para minha infelicidade). Só que tudo isto mudou a apenas
um mês, estávamos em uma inocente festa junina, bebendo quentão e vinho quente, quando
decidimos dar uma esticadinha e as 23:00hs fomos a uma choperia. Por onde eu passava o público
parava e olhava afinal eu estava acompanhado de três mulheres lindíssimas, as quais aqui vou
chamar apenas de "Princesa", "Gata" e "Sereia". Bebemos mais um pouco, jogamos muita
conversa fora e quando já eram 02:00hs da madrugada, decidimos ir embora, fui então levá-las
para casa da Sereia pois elas já haviam combinado com suas mães, que iriam dormir todas lá, pois
os pais e o irmão da Sereia estavam viajando. Quando cheguei na porta do prédio, enquanto me
despedia da Gata e da Princesa, ela percebendo que eu estava um pouco alto, pediu que também
dormisse em seu apartamento, pois tinha medo que eu dirigisse naquele estado, com eu estava um
pouco cansado decidir aceitar. Subimos todos para o seu apartamento, Princesa e a Gata se
acomodaram no quarto dos pais, eu no quarto do irmão e a Sereia foi ao seu quarto. Quando o
relógio já apontava às 3:00hs, acordei com uma tremenda vontade de ir ao banheiro afinal já havia
bebido muita cerveja aquela noite. Enquanto estava no banheiro sem querer acabei derrubando um
vidro e shampoo, e acabei acordando a Sereia, que veio ver oque tinha acontecido. De repente ao
abrir a porta acabei vendo minha amiga de uma maneira que nunca tinha visto antes, ela estava
com seus cabelos louros longos soltos, vestida com um baby doll de seda marfim, que delineavam
as suas curvas como nunca, a sua bundinha era empinada desafiando a bendita lei da gravidade, e
os seus seios estavam durinhos eu conseguia ver a sua auréola rosada por traz da seda. Com aquela
visão o meu membro ficou ereto de imediato, que eu quase não entendia oque ela falava comigo, e
aquela hora eu apenas pensava eu agarrá-la e devorá-la. Sem falar nada apenas cheguei perto dela
e dei-lhe um beijo profundo, e para minha surpresa fui prontamente retribuído, sentindo as nossa
línguas se entrelaçarem. As minhas mãos começaram a deslizar por aquele corpo tentador, minhas
mãos se deliciavam em sua bundinha enquanto com a língua ela quase que me tira o fôlego. Entre
beijos e muito esfrega levei-a até o meu quarto, chegando lá mais do que prontamente ela me
sentou na beirada da cama, e ajoelhada ao chão me livrou de minha bermuda juntamente com a
cueca fazendo saltar o meu pênis totalmente ereto, que foi abocanhado e sugado como um pirulito
de criança, não sobrava muito oque fazer a não ser me deliciar com aquele "bola gato", cada vez
que eu era sugado o meu pinto crescia até chegar um ponto que eu não agüentava faz, pedi a ela
para eu comei sua bocetinha, mas ela disse que era o seu escravo e ela iria fazer oque gostava
comigo, sem muita reação apenas me inclinei para trás e aguardei o gozo chegar, lambuzando
aquela boquinha toda, que continuou me sugando até acabar com toda a porra, alguns minutos
depois quando ela já havia acabado o serviço oral todinho, ela simplesmente se levantou, me deu
um beijo na testa e falou um "durma bem". Me deitei e fiquei com aquelas palavras "Durma Bem"
na cabeça, não conseguia pregar os olhos, decidi então ir até a sacada do apartamento para tomar
um ar fresco. Chegando a sacada encontrei a Princesa debruçada olhando para a lua, a minha visão
era maravilhosa pois ela tinha a bundinha mais gostosa que já havia visto (melhor que da Carla
Perez), perguntei a ela se também havia perdido o sono, ela me respondeu que sim e pelo mesmo
motivo meu. Pois havia escutado os sussurros ofegantes meus e da Sereia. E ela disse que tinha
muita vontade de fazer também pois ainda era virgem, pois era noiva a 4 anos, e juntamente com
seu noivo juraram se casar virgens. Ouvindo tudo aquilo não me contive e cheguei perto dela
dando-lhe um beijo e descendo minhas mãos pelos seus seios, até encontrarem a sua boceta. De
imediato ela se afastou de mim, pois ela me disse que era um juramento. De imediato falei a ela
que iria respeitar, mas se ela estava mesmo com vontade, ela poderia confiar em mim que eu não
iria ultrapassar os limites. Ela voltou a se aproximar me beijou, e de repente se virou de costas,
falando que já tinha uma solução, a boceta seria do seu noivo, mas aquele cuzinho aquela noite
seria todinho meu. Comecei então a deslizar as minhas mãos pelos seus seios, enquanto o meu
pênis encostava em sua bundinha, mesmo estando vestidos, enfiei a minha língua em sua orelha, e
sussurrei a ela, que aquela noite seria inesquecível. Fui levando ela ao meu quarto, mas antes
passamos pelo banheiro e peguei um vidro de Óleo Johnsons, chegando ao quarto nos livramos de
nossas roupas pude então ver a 8° maravilha do mundo ali, na minha frente, ela era muito linda, já
estávamos doidos de tanto tesão, coloquei ela de quatro na cama, mesmo sem o meu caralho no
seu cú, ela já gemia e se contorcia feito uma serpente, peguei o óleo, passei em minha piroca,
coloquei mais um pouco óleo nas mãos e lambuzei naquele cuzinho que estava fervendo. Primeiro
encostei a cabecinha bem devagarinho, a Princesa deu um pequeno gemido, aos poucos fui
sentindo aquele cuzinho, e colocando a cabeça e com muito cuidado coloquei todo o meu pau, ela
chorava de sentir dor, perguntei se queria que parasse, ela ordenou que não, fui aos poucos dando
pequenas estocadas até ela se acostumar com o meu pau em suas entranhas, depois de algumas
estocadas ela já se sentia na liberdade de rebolar, e pedir que eu fosse mais rápido, comecei a
acelerar, ela se contorcia e retorcia feito uma potranca no cio, cada estocada minha ela soltava um
suspiro, um gemido, o nosso ritmo cada vez mas acelerado, até que ela disse que devia estar
gozando, tendo um orgasmo, pois esta era a primeira vez, e ela não sabia que aquela sensação era
mesmo um orgasmo, a cada segundo o nosso ritmo aumentava até que eu não estava agüentando
mais, e ela juntamente comigo teve mais um orgasmo sensacional, enchi aquele cuzinho com tanta
porra, que chegava a escorrer lambuzando aquela bundinha deliciosa. Aos poucos fomos no
recompondo, quando percebi ela já havia dormido nos meus braços. Durante mais de uma hora
fiquei no que já havia acontecido comigo, mas eu ainda não tinha fudido nenhuma bocetinha, foi
quando tomei coragem e decidi ir até o quarto onde estava a Gata, como um ladrão fui abrindo a
porta bem devagar e tive uma visão maravilhosa, uma gata loura, com uma bundinha de dar inveja
a muitas garotas e uns seios daqueles bem pequenininhos mas tentadores e deliciosos. Fui me
aproximando e cada vez chegando mais perto, comecei a acariciar o seu rosto, e acordei ela. Ela
achou estranho, afinal oque eu fazia no quarto dela, falei que eu estava doido por ela, que já fazia
muito tempo que eu já não olhava para ela apenas como amigo, mas sim como uma mulher, uma
linda mulher, e logo em seguida sem deixar muita alternativa, comecei a beijá-la. Ela encostou no
meu ouvido e me falou bem baixinho que também era doida por mim à algum tempo. Ficamos nos
beijando por um bom tempo sentia a sua língua carnuda e quente chegar até a minha garganta, as
nossas mãos deslizando pelos nossos corpos, eu beijando a sua boca, seu pescoço acariciando os
seus seios a sua bundinha, e ela me retribuindo tudo. Aos poucos fui descendo até chegar nos seus
seios, os biquinhos estavam durinhos, chupei-os como nunca tinha chupado os de nenhuma outra
garota, enquanto isto ela delirava, pois ela adorava ser chupada, fui descendo até chegar na sua
boceta que aquele dia estava raspadinha, parecendo uma pré-adolescente, o cheiro de uma
bocetinha molhada é sensacional, com a língua fui abrindo aquela rosa até encontrar o seu
grelhinho, que passei a mordiscar e chupar fazendo que que ela gozasse a primeira e a segunda
vez, continuei chupando aquela bocetinha e aos poucos fui me virando até que o meu caralho ficou
ao seu alcance e ela o abocanhou ficamos num delicioso 69 por um bom tempo, e ela gozou mais
uma vez. o meu pau já latejava de tanto tesão, então coloquei-a de quatro e fui, até que enfim
penetrando aquela bocetinha úmida, aos poucos fomos aumentado o nosso ritmo, ela cada vez
rebolava mais, e pedia que eu fosse mais, eu de imediato atendi. Naquela posição e que estava eu
tinha a visão privilegiada de ver o seu cuzinho piscando, mas a minha piroca estava sendo sugada
pela sua bocetinha. Percebendo que nós dois iríamos gozar dentro de mais alguns instantes,
naquela posição que estávamos, cada vez mais aumentando o ritmo, e conforme aumentava o
nosso ritmo comecei a acariciar o seu cuzinho com o meu dedo indicador, primeiro apenas
acariciava depois enfiava até que enfiei o dedo todinho, e aos mesmo tempos enchi aquela boceta
de porra, e ela desfaleceu em outro orgasmo sensacional. Depois de mais esta foda, eu estava
morto e o sol já estava raiando, eu decidi ir embora já que cada uma estava em um quarto, me
despedi de todas e fui embora para casa, naquele dia eu tirei o sono dos deuses.

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Amantes de Carnaval
De vez em quando leio revistas ou acesso algum site erótico para saber o que acontece de bom no
gênero, e claro, para ver até aonde vai a imaginação e ação das pessoas no que se refere às
preferências sexuais. Confesso que na maioria das vezes não acredito nos relatos expostos quanto
às experiências sexuais das pessoas, pois em grande parte as coisas acontecem muito facilmente.
Isso mudou um pouco em relação a mim até o dia em que um fato aconteceu comigo no carnaval
de : Moro em Palmas-TO e tive que ir a serviço a Fortaleza-CE justamente na semana que
antecedia o carnaval. Como não consegui resolver tudo naquele período, tive que permanecer até a
quarta-feira de cinzas. Fato posto, só tive que agradecer por ter que passar mais uns dias naquela
maravilhosa cidade. Liguei para minha esposa e expliquei a ela, que claro, não ficou nada
satisfeita. Assim, no último dia de carnaval, fui assistir ao desfile dos blocos e maracatus. Durante
o desfile surgiu uma mulher próximo onde eu estava, e como sou tarado por natureza, comecei a
apreciar seu corpo mignon , pele clara, pernas grossas, seios pequenos e de uma bundinha
arrebitada que me deixou pensando loucuras. Sou um cara simples, anos, apenas simpático,
moreno, somente hetero, não-fumante, .m, kg, nível superior, discreto, bem casado, mas tarado por
sexo (seguro). Após alguns momentos de trocarmos olhares começamos a conversar sobre o
desfile. Ela estava sozinha e um pouco zangada, pois seu marido não gosta de carnaval. Minha
nova paixão tinha combinado de ir com uma amiga que desistira. Mas ela não perdeu a viagem e
foi sozinha.
Ofereci cerveja, mas ela recusou, bem como refrigerante. A essa altura já estávamos bem íntimos
no papo. Ela me contava que tinha anos, que casou aos e que estava ali sozinha porque o
casamento não estava nada bem. Seu marido não lhe procurava para sexo. Fiquei até surpreso pela
sua disposição em revelar sua vida pessoal, etc. Ao saber que a garota era casada fiquei ainda mais
entusiasmado, pois tenho tara por mulheres comprometidas. A partir dessas revelações comecei a
insinuar conversas. Que ela era bonitinha, tinha um corpo bonito, inteligente e que não merecia ser
mal amada. Já estávamos conversando de pertinho, e de vez enquanto minhas pernas tocavam as
delas, mas com cautela, pois não queria estragar nada. Já eram quase dez da noite e tinha que ir
para o hotel esperar uma ligação da minha esposa. Falei que tinha sido bom conhecê-la, mas que
tinha que ir. Neide (vou chamá-la assim), brincou comigo, dizendo que eu já ia porque estava com
medo da mulher. Falei que não, pois a mesma estava longe. Ofereci-lhe carona, mas ela recusou
dizendo que não costumava pegar carona com estranhos. Mas depois acabou cedendo. Já dentro do
carro, após alguns minutos, tomei coragem e falei que estava sentido a maior vontade de beijá-la.
Toquei em suas coxas, e como ela não recusou, peguei uma de suas mãos e pus em cima da minha
coxa direita. Logo Neide começou a acariciar meu pau que naquele momento já estava nos seus
Xcm. Resolvi parar em uma rua escura e começamos um sarro de acabar. Beijávamos com
volúpia, língua com língua, num tesão enorme. Sugava seus seios com calma e com fome, fome de
sexo. Abri o zíper de seu short e quando encontrei aquele monte de pêlos macios e cheirosos, fui às
nuvens. Pude sentir sua calcinha e xoxotinha molhadas. O ambiente era ainda mais provocador,
pois corríamos o perigo de ser flagrados. Pedi para ela me chupar, mas Neide recusou. Me garantiu
que faria tudo o que eu quisesse, mas só no dia seguinte. Levei-a para casa e parei próximo a sua
residência. Combinamos de nos encontrar no dia seguinte para irmos a um motel. No outro dia
apanhei-lhe no local combinado e partimos para um motel. Lá chegando, tomamos um banho e
bebemos um drink para relaxarmos. Minha amante estava com uma calcinha de renda branca
pequenininha que mal lhe cabia e que ficava enfiada na bundinha. Começamos a nos acariciar e
logo estávamos num louco . Como ela me chupava ! Meu pau era sugado com a experiência de
uma puta decente. Daquelas que quase todo homem sonha ter um dia.... Enfiava minha língua em
sua grutinha e passeava pelo seu reguinho, pois não dispensava seu cuzinho maravilhoso. Nesses
momentos ela pedia para que eu não parasse ; ah, o que eu não faria para atender minha putinha-
amante. Após gozarmos loucamente, inclusive eu lambuzando seu rosto e seus seios com meu leite
quente, fomos tomar um banho para relaxar. Voltamos a nos acariciar e minha amiga me contou
que a partir daquele momento seria totalmente submissa a mim. Assim, pedi para que me chupasse
novamente. Neide fez isso até meu pau ficar em ponto novamente. Pedi que ela ficasse de costas
para mim, o que fui atendido. Passei minha língua em sua xoxotinha e novamente em seu cuzinho.
Enfiei um dedinho no seu anelzinho e ela entendeu o que eu queria. Pus uma camisinha lubrificada
e comecei a penetrá-la em seu orifício anal. No início foi difícil, mas logo meu cacete já tinha
penetrado o bastante para nos deliciarmos. Após umas estocadas pus meu membro para fora, e
depois de trocar de camisinha penetrei em sua xoxota quente e lubrificada. A partir daí começamos
um vaivém gostoso e com troca de palavras carinhosas e obscenas, o que aumentava mais o tesão.
Neide cavalgava-me com maestria. Sentava em meu pau que era sugado com vigor. Era uma
sensação maravilhosa ! Gozamos loucamente. Tomamos um novo banho e partimos para a casa
dela, pois não podíamos demorar muito. Neide pediu para que parasse em frente da sua casa. Pois
queria ver a cara de seu esposo com chifre. Tentei recusar, queria parar antes. Mas ela preferia
assim. Me apresentou ao seu marido como um novo colega de trabalho e que estava procurando
um local para morar e que queria conhecer o seu bairro. Confesso que tremi de medo, mas o que
senti mesmo foi um tesão diferente, pela sua coragem e ousadia. Nunca mais nos vimos, mas
espero um dia retornar aos braços de minha amante de carnaval.
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A GRANDE SURUBA- PRÓLOGO

" O tesão vibrava no ar. Trixie tremia, eu sentia o cheiro do líquido que encharcava a sua calcinha.
Meu pau parecia que ia explodir. Ney, com um sorriso que mostrava o separado de seus dentes
nem tentava disfarçar a tenda na frente da sua calça. Aí ele disse: -Vamos ficar aqui parados que
nem bobos? Trixie, dá um show de strip para nós, para começar. Trixie suspirou fundo e começou.
Desabotoou a blusa e deixou que víssemos só o começo dos seus seios. Desabotoou o jeans e
baixou o zíper, dando só uma mostra da calcinha evidentemente encharcada. Girou veloz,
mostrando os seios por baixo da blusa esvoaçante. Virou de costas para nós e baixou,
sinuosamente o jeans. Virou de frente, com a blusa entreaberta e a calcinha com uma puta mancha
na frente. Fez a blusa escorregar pelos ombros e cair, e começou a acariciar os seios. Os bicos
estavam duros e enormes, e ela beliscava sem dó. Eu e Ney estávamos arfando. Aí ela abaixou a
calcinha, de costas para nós e se curvou, mostrando a sua buceta brilhante de suco e o seu cu, que
piscava. Na mesma posição, ajoelhou e começou a passar o polegar de uma mão no grelo e enfiou
dois dedos bem fundo na buceta, enfiando o indicador da outra mão no cu. Como se masturbava
aquela gostosa! Gemeu, gemeu e gritou: -Eu quero pica! Eu quero pica, seus putos! Imediatamente
eu e Ney arrancamos as nossas roupas e fomos até aquela siririca tesuda, já com os paus molhados.
O cacete do Ney, bem maior e mais peludo do que o meu, avançou para a boca de Trixie, que tirou
o dedo do cu para me bater uma punheta. Cansada, ela tirou a mão da buceta e, sem largar meu
pau e de chupar o do Ney, ela deitou de costas. Eu safei meu pau daquela mão e caí de boca
naquela buceta como só eu sei fazer. Lambi o grelo, chicoteando super velozmente pra lá e pra cá
enquanto enfiava o dedo no teto da buceta, no Lugar que chamam de ponto G. Ela tirou o pau do
Ney da boca o tempo bastante para gritar: -Enfia um dedo no meu cu! Enfiei. E ela -Enfia outro!
Fode o meu cu com o dedo seu puto! Me chupa! Eu fodi e chupei, como ela pediu. Aí o Ney falou:
- Para, que eu não quero gozar agora. Não estamos sendo democráticos. Vem, Trixie, vamos dar
um trato nesse cara. Me viraram de costas e vieram. Trixie chupava e lambia meu mamilo direito,
e Ney, o esquerdo. Aí foram descendo e começaram a brigar, com a boca, pelo meu pau. As duas
bocas se alternavam , indo da cabeça até o fim. Aí a Trixie desceu de vez, deixando meu caralho
inteiro na boca do Ney, e foi me lamber as bolas e o cu . Eu estava louco, nunca tinha sentido um
tesão tão grande. Foi a minha vez de pedir para parar. se eu gozasse ali, ia demorar muito tempo
para me recuperar. A Trixie virou o Ney de costas se agachou na frente dele e, a 15 centímetros dos
meus olhos, foi enfiando toda a sua enorme pica buceta adentro. E devagar, subia e descia,
gemendo de tesão. O pau do Ney parecia que crescia ainda mais naquela buceta de fogo. Eu já
estava mais tranquilo, e aí fui para frente da boca da Trixie, para que ela me chupasse. e como
chupou! ela fazia alguma coisa com a língua que me deixava doido. O Ney alcançou uma
almofada e pos debaixo da cabeça, sem parar de meter na Trixie, para alcançar o meu saco e o meu
cu com a língua. Meu pau já estava mais roxo que nunca, quando Trixie disse: -Vai, mete no meu
cu, vamos logo fazer esse sanduíche! Corri para trás dela, tirei o pau do Ney da buceta dela e com
dois dedos, raspei da pica dele o suco que o envolvia, e pus de novo o pau na buceta dela. Com os
dedos melecados, enfiei ambos no cu dela e devagarinho, fui pondo o caralho para dentro. Não sei
o que era mais gostoso, se o cu dela mastigando minha pica ou sentir o pau do Ney raspando o
meu por dentro da buceta. A Trixie gritava como louca, nos chamava de putos, dizia que a gente
tava arrombando ela, mas que queria mais cacete: - Vai seu puto, me enraba, fode o meu cu, mete
tudo, até o fundo. Ney, rasga minha buceta, encontra o caralho do Mike lá dentro, ME FODAM!!!
E a gente lá, até que falei, junto com o Ney, que ia gozar. Aí a Trixie deu um pulo e falou: -Não!
Eu quero que vocês esporrem na minha cara, na minha boca, um batendo punheta pro outro. Aí ela
se ajoelhou, meteu uma mão na buceta e outra no cu e ficou de frente pra gente. Eu agarrei o
caralho do Ney e ele o meu, e começamos a nos punhetar. Em segundos , a gente estava gritando,
junto de novo: -Ah vou esporrar! Dito e feito: lavamos a cara da Trixie, que ficou com porra na
testa, no cabelo, nos olhos, no nariz, pingando no queixo, fora o tanto que engoliu. Dormimos um
pouco, e acordei com aquele casal de tarados me chupando de novo. Como não fico atrás deles em
tara, meu pau subiu rapidinho. Os dois estavam quietos demais, e percebi que deviam ter alguma
coisa combinada. Aí a Trixie me deitou de costas no chão e veio trazendo o Ney de costas para
mim. Vi tudo: eu ia enrabar o Ney. A Trixie fez questão de pegar o meu cacete e, ela mesma, enfiá-
lo no cu do Ney. Que cu gostoso! Era peludo demais, mas era uma delícia. Depois que já estava
com a pica bem atochada no cu dele, a Trixie levantou as minhas costas e Ney foi ajoelhando, de
forma que eu passei a comê-lo de quatro. Passei a mão no pau dele, que estava duríssimo e em
brasa. A Trixie, então foi para a frente dele e de quatro, e eu enfiei o caralho dele na buceta dela.
Um trenzinho de foder! Quanto mais eu fodia o Ney, mais ele fodia a Trixie. Ela quanto mais
fodida, mais apertava a buceta, mais dava tesão no Ney, que mais rebolava. Eu gritava, o Ney
gritava, a Trixie gritava, e de repente, gozamos os três, juntos como se tivessemos combinado.
Enchi o cu do Ney de porra, e ele a buceta da Trixie, que aí veio nos limpar com a língua Eu e a
Trixie dissemos que essa tinha sido a maior foda das nossas vidas. O Ney disse. -Vamos dormir,
porque vocês não viram nada. Amanhã chega um casal amigo meu, e aí vocês vão ver o que é
foda. CONTINUA....

A GRANDE SURUBA- INTERMEZZO

" No dia seguinte, acordamos, eu e Trixie - dormimos juntos - e descemos tarde. Ney nos esperava
para o café e eu perguntei, em seguida ao bom dia, que casal era aquele. -Que fogo, cara! Senta e
toma café, que eu não vou explicar nada. Quando eles chegarem vocês vão ver. Dali uma hora e
meia chegou o casal : Carmen Celina, que gostava de ser chamada de Mi, uma garota pequenina
mas gostosa, lembrando um pouco a Marina Lima, bundinha redonda e apetitosa, seios médios,
cara sapeca. Com ela, chegou ...CLÁUDIA!! Uma morena, tipo levemente índio, cabelos
escorridos, bem negros, seios médios e uma bunda muito, muito boa. Apresentações feitas,
ficamos sabendo que o Ney tinha contado para as duas, logo que fomos dormir, as loucuras da
noite, pelo que o "casal" já chegou muito afim. O Ney então fechou as cortinas da sala e disse que
iria voltar no tempo e ser iluminador de espetáculos de novo, e mandou a Mi tirar a roupa. Apagou
as Luzes e, com um spot, passou a iluminar só a Mi. Ela começou tirando a blusa, ficando com um
sutiã meia taça de renda, que não escondia os seus enormes mamilos. Tirou então a saia, e notamos
que as suas pernas, junto da buceta, eram bem separadas, e a xana estranhamente volumosa, mas o
Ney desviou a Luz para os seus seios, que sensualmente eram descobertos pela Mi, que de repente
arrancou o sutiã e o jogou na minha cara, enquanto se contorcia e acariciava fortemente os seios.
Virou-se de costas para nós e começou tirar a calcinha, curvando-se. Parou no meio, deixando ver,
bem exposto, um róseo cuzinho, que ela fazia abrir e fechar, nos deixando loucos de tesão.
Repentinamente, abaixou a calcinha e virou-se de frente, com as mãos tampando a vulva. Muito
devagar, começou a se descobrir, de baixo para cima. Dei um grito: ela era raspada, coisa que eu
adoro. Os lábios eram grandes e vermelhos. Mi então descobriu o clitóris, e a Trixie deu um berro.
Era enorme, devia ter um centímetro e meio no mínimo. A Trixie: - Puta que pariu, que tesão, é o
maior que eu já vi! A Cláudia deu uma gargalhada e disse: -Você acha? Espera um pouco. Foi até a
Mi e caiu de boca naquele grelo, com a mi de pé mesmo. Ela gemeu por um minuto e a Cláudia
saiu dali. Eu e a Trixie quase caímos para trás: tinha mais que dobrado. A Trixie já ia avançar, mas
o Ney falou que era uma falta de respeito com a Cláudia. Apesar do tesão, fomos forçados a
concordar. Foi então a Cláudia para o "palco" e começou o seu strip. Usava um sutiã semelhante
ao da Mi, mas seus mamilos eram menores. Tirou a saia e virou de costas, rebolando e ameaçando
tirar a calcinha várias vezes, até que tirou um pouco e disse: - Aquelas piscadinhas, eu que ensinei
a Mi... E começou a abrir e fechar aquele cu escuro com tanta abertura que ficamos de queixo
caído. O Ney então gritou - Quero buceta! Ela então abaxou a calcinha e girou dizendo. -Dançou!
Eu e a Trixie quase morremos. Ela tinha um caralho maior que o do Ney. Era o mais feminino
travesti que eu já tinha visto.O Ney acendeu as Luzes e veio de trás do spot já nu, com o pau pra
cima. Foi até a Cláudia, agarrou a pica dela e tacou-lhe um baita beijo na boca, enquanto Cláudia
agarrava o pau dele e o esfregava no seu. Lutavam espada, os dois sacanas.A mi veio até eu e
Trixie, ainda pasmos, e começou a arrancar as nossas roupas, enquanto nos beijava. Levantou-se e
pôs a buceta na frente da boca da Trixie e arreganhou bem os lábios, de modo que aquele
gigantesco grelo ficasse ainda mais pra fora e disse: -É isso, sua putinha, que você quer? Pode
chupar, que eu gosto. A Trixie foi pra cima, me deixando com a boca cheia d'água.Eu tava louco
pra chupar aquela bucetinha lisa, sem pelos e com aquele grelaço. A Mi deitou, com a Trixie ainda
com o grelo na boca e me chamou: -Traz esse caralho gostoso aqui pra eu chupar. Eu dei e ela
chupou gostoso, não tanto quanto a Trixie, que é a maior chupadora de cacetes que eu já vi, mas
tava um tesão. Olhei de lado e vi o Ney e a Cláudia numa espécie de 69, cada um com pau na boca
do outro. Caí também de boca na buceta da Trixie, fazendo um triângulo: eu chupava Trixie, Trixie
a Mi e Mi me chupava. De repente a Mi falou: -Trixie, deixa o Mike me chupar, que ele parece
que faz isso muito gostoso, e vai ajudar aqueles dois a trepar logo, que eu tô louca pre ver uma
foda. A Trixie foi e eu caí de boca. Que tesão de buceta! Lisinha, com aquele grelão todo, que eu
enfiei inteiro na boca e circundava com a língua, enquanto metia um dedo na buceta e outro no cu
da Mi, que arfava: - Ahhhh... que tesão... uuuhhhh mete mais o dedo no cu que eu vou mastigar...
uuhhmmm... mete outro dedo no cu e outro na buceta vou mastigar esses dedos no cu, olha
aaaahhhh! - Tesão - respondi - eu quero comer esse cu, pra ter meu pau mastigado também. - Vou
mastigar o teu caralho, o do Ney e o da Cláudia, porque eu sou pra lá de depravada. Que que
aqueles viados e a puta da tua amiga tão fazendo? Olhamos de lado e vimos. A Trixie tava deitada
de costas, com o pau do Ney enfiado até o cabo na buceta, e a Cláudia fodia o cu do Ney. A Mi
parou de me chupar, tirou o dedo do meu cu e me arrastou pela pica até aquela trinca. Lambeu o cu
da Cláudia e foi enfiando meu pau naquele buraquinho, sem piedade, enquanto a Cláudia gritava:
-Enfia logo esse caralho, tesão e depois me acaricia as bolas. Enquanto eu fazia o que a Cláudia
pediu, a Mi deu a volta e sentou na cara da Trixie, pra ser chupada. Loucura!!! Eu enrabava a
Cláudia, que enrabava o Ney, que fodia a buceta da Trixie, que chupava a Mi, que disse: -Não
ousem esporrar fora da minha cara! Eu quero a porra dos três, todinha na minha cara. Continuamos
fodendo até que o Ney disse: -Eu não vou aguentar, um pau no cu e uma buceta na pica é demais,
vou gozar! A Cláudia: - Tou na mesma que você, tou com a porra na ponta do saco. Deixa eu dar
uma rebolada pra puxar a porra do Mike também. Fomos os três para cima da cara da Mi, que
continuava chupada pela Trixie, masturbando pra gozar na cara dela, mas ela falou que tava
errado, mandando eu bater punheta pra Cláudia, a Cláudia bater pro Ney e o Ney bater pra mim. O
Toque dos três no pau do outro foi elétrico: esporramos os três, em jatos super fortes, na cara da
Mi, que depois de ter a cara toda esporrada levantou-se e curvou-se na cara da Trixie, esfregando a
nossa porra na cara dela. De repente, a Mi deixou cair de dentro da sua boca dentro da da Trixie, a
porra que tinha ido pra sua boca. Nessa, a Trixie não aguentou e gozou de novo.

A GRANDE SURUBA-FINALE

" Estávamos os cinco nus e exaustos. o Ney então disse: -Vamos nos dar as mãos e tentar recuperar
o tesão sem toques íntimos. Eu quero o tesão da palavra. Histórias de tesão. Mike, o que você
sugere? - Olha, eu queria ouvir da Mi como ela começou no sexo. Você conta pra gente? -Nem
precisa insistir. Minha história é muito louca. Eu tinha uns dez anos e o Plínio, meu irmão que
daqui a pouco tá aqui, uns quinze. Eu ouvi um barulho no quarto dele e fui lá espiar: ele tava
batendo punheta, enquanto lia um livro. Fiquei fascinada vendo o cacete duro e ele mexendo e
gemendo, dizendo que tava bom, que era um tesão e tal. Eu comecei a suar e sentir um calor
danado, mas não conseguia tirar os olhos da cena. De repente ele gemeu mais e gozou, e eu vi um
mundo de porra voando. aquilo me deixou abalada e morta de curiosidade. Esperei então ele se
recuperar e olhei bem para ver onde ele guardava o livro. Assim que ele saiu, voei pra gaveta e
peguei. Chamava "Sexo e Orgia em Família", a maior putaria. abri e comecei a ler, mas não
entendi nada. Esperei o Plínio chegar e falei pra ele que tinha visto o que ele tinha feito e que tinha
escondido o livro, que se ele não explicasse o que tinha lá, eu entregava pra mãe. Ele ficou puto
mas com medo, e aí explicou o que era foda, e todos os etcéteras. Disse que eu ainda não tinha
idade pra ficar molhada e gozar, mas ele sim. Eu pedi pra ver o pau dele e ele falou que não, eu
disse que nunca ia aprender como era se ele não mostrasse. Convencido, ele tirou, e estava meio
duro. Perguntei porque e ele disse que era porque uma garota - eu - tava olhando, e isso era
excitante. Aí eu disse: pô, se só olhar excita, se eu pegar então... Ele ficou pasmo, e eu avancei
minha mãozinha . Era macio, quente, gostoso. Só de eu pegar ficou superduro. Ele não aguentou e
pediu pra eu bater uma punheta pra ele. Eu não sabia o que era e ele disse que era o que eu tinha
visto ele fazer. Aí eu bati, até que ele não aguentou e esporrou, parte na minha cara. Eu fiquei
fascinada, achei lindo. Perguntei então se comigo acontecia aquilo também e ele falou que eu
podia sentir o gozo, mas não esporrar. perguntei como fazer e ele disse que era esfregando a
buceta, e o grelo que ia aparecer, mas achava que eu era nova demais para conseguir gozar.
Resolvi deixar para depois. Quando o Plínio saiu, peguei o livro de novo e, sabendo o que era cada
coisa, comecei a ler e esfregar a buceta. Percebi, então, que eu já tinha um grelo, embora mínimo,
mas esfreguei com fúria, enquanto lia que a garota do livro era desvirginada pelo seu pai, enquanto
sua mãe lhe chupava a buceta. era uma sensação deliciosa, mas não o que o meu irmão tinha
sentido. Fiquei triste: era ainda muito nova. mas não esqueci a sensação gostosa da siririca. passei
a fazer aquilo todo dia, toda hora. Percebi, depois de um mês, que o meu grelinho aumentava a
olhos vistos. Mais quinze dias, eu sentia nas minhas mãos uma gosminha. Fiquei apavorada e fui
falar com meu irmão, que deu risada e disse que era assim mesmo, e que eu estava quase
preparada para gozar. Ele perguntou como é que eu estava me masturbando e eu comecei a contar
e ele disse: não adianta contar, me mostra. Aí eu falei que só se ele fizesse também. Aí ele tirou a
roupa, eu também, e começamos. Dali a pouco, ele falou para eu fazer nele, que ele faria em mim.
Era um tesão sentir o meu irmão mexer na minha bucetinha enquanto mexia no pau dele. Eu
percebia que a sensaçao era mais forte, mas não achava que fosse gozar e falei isso pro Plínio. Ele
disse pra eu parar que ele ia tentar me fazer gozar. Me mandou abrir bem as pernas e veio me
lamber a buceta. Fiquei inicialmente chocada, mas senti um tesão indescritível. Comecei a sentir
mais e mais forte e gozei, gozei pela primeira vez, na boca do meu irmão. o Plínio continuava com
o pau duro e pediu para eu chupar. Eu não sei fazer, porra, eu disse. Ele falou que era fácil e foi me
ensinando. Eu peguei fácil e fui chupando. Uma hora ele falou para eu parar que ele estava quase
gozando e que eu não ia gostar de ele esporrar na minha boca. Eu não quis nem saber e continuei
mamando e arranhando as bolas do saco. Aí eu me lembrei do que tinha lido no livro e enfiei um
dedo no cu dele. Parecia um botão elétrico: foi enfiar o dedo e ele esporrar. Dei uma engasgada
mas me recuperei e chupei tudinho. Assim ficamos mais de um ano, nos punhetando e nos
chupando, primeiro isoladamente e depois no 69. Um dia ele me telefonou e disse :Mi, eu tou na
casa do André. Lembra que eu te falei que tava comendo a empregada dele, a Dalva? Eu vou
comer ele daqui a pouco, e ela mandou eu te chamar pra ver como é. Vem voando! Eu fui mais que
voando. era férias, e ela tava sozinha, quer dizer, com o Plínio. Era uma mulata meio gordota, mas
com uma bunda gostosa e uns peitões de arrepiar. Quando eu cheguei no apartamento, o Plínio
abriu a porta já pelado e com o pau nas nuvens. Me levou pro quarto dos pais do André, Onde tava
a Dalva, peladona e tocando a maior siririca. O Plínio me jogou na cama e mandou ficar olhando.
A Dalva então começou a chupar o pau do Plínio e eu fui aprendendo mais. Ela lambia o caralho
da ponta até o saco, voltava e, de repente, enfiava tudo, tudo mesmo até a garganta. Eu falei, pô, cê
não engasga? Ela falou que era só esticar o pescoço que não engasgava. Antes que eu pudesse
pensar ela enfiou a pica do meu irmão garganta adentro e puxou meu pescoço. Que tesão, entrava
tudo! AÍ ela abriu as pernas e mandou eu pegar o pau do Plínio e enfiar na buceta dela, que ela não
aguentava mais. Eu fui enfiando, cheia de tesão, tava vendo uma foda pela primeira vez na vida, a
cinco centímetros dos meus olhos. A dalva levantou minha saia, arrancou a minha calcinha e
começou a me chupar. Era demais!!! O plínio fodendo ali, aos meus olhos, e aquela língua louca
varrendo a minha bucetinha, gozei, gozei demais e o Plínio esporrou na minha boca e cara. Aí a
Dava ajoelhou na cama, tirou a minha blusa e o meu sutiã - coisa babaca, eu usava pra dizer que
era mocinha, não tinha quase nada- e foi lambendo e dizendo: o Plínio me falou que anteontem foi
seu aniversário, você fez doze anos, né? Tá na hora de você ganhar o seu maior presente: vamos
tirar o teu cabaço. Eu gelei. Gostava de sacanagem, mas tinha medo, eu tinha poucos pelinhos na
buceta e o Plínio tinha um senhor caralho. Ela nem deu tempo, começou a me chupar de novo, e ia
enfiando o dedinho para sentir a abertura. Aí trocou o dedinho pelo anular, dpois o indicador e pôs
um pouco do médio e mandou o Plínio fodê-la, pra Lubrificar o pau. Aí arranjou dois travesseiros
debaixo da minha bunda, pra escancarar mais a racha e foi trazendo o pau do meu irmão pra minha
bucetinha. Foi esfregando a cabeça na entrada e pondo, com mão, bem devagar, enquanto ia
lambendo meu grelo. Doía, eu reclamava ela tirava mas deixava esfregando. Aí voltava a por a
cabeça e um pouco mais. Uma hora eu reclamei e ela, em vez de tirar, pôs mais um pouco e
lambeu mais depressa, e foi pondo. Eu reclamava e ela punha mais, e aí ela começou a mexer o
pau do Plíno, para dentro e pra fora, de repente a dor sumiu e eu comecei a gostar. Pedi pra ela sair
da minha bucetinha que eu queria ver a minha primeira foda, e ela saiu e trouxe o espelho da
parede pra eu ver melhor. Foi lindo! Eu tava deixando meu cabaço na pica do meu irmão, era
demais. De repente, veio uma onda quente, que me sacudia, eu não acreditava, aquilo é que era
gozo! Plínio não parava, o gozo continuava até que explodiu, eu vi estrelas. aos poucos, me
recuperei e o Plínio tava fodendo ainda, bem devagar. Aí a Dalva falou vai depressa agora Plínio,
esporra na tua irmã, ai que delícia ver essa foda em família! Aí ela "apertou o botão": enfiou o
dedo no cu dele e ele foi à loucura, scudiu o caralho dentro de mim umas quatro vezes e esporrou.
Eu senti a esporrada dele e gozei de novo, e apaguei. Assim foi a minha primeira vez, com meu
irmão aos doze anos. Tão vendo agora porque é que eu disse que sou pra lá de depravada? Bom,
nesse ponto estavam todos, menos a Mi e a Cláudia, boquiabertos. A Mi estava com a buceta
literalmente pingando. A Trixie se masturbava freneticamente. Eu, Ney e Cláudia com os paus
enormes e cobertos de líquido. O Ney: -Puta que pariu, nunca ouvi uma história tão tesuda! Eu
preciso gozar senão meu saco estoura! A Cláudia se ofereceu para dar pra ele, desde que pudesse
comer a Trixie ao mesmo tempo. Ney topou, deitou a Trixie perto dele e deu umas chupadas na
buceta dela e no pau da Cláudia e carinhosamente foi enfiando o caralho dela na encharcada Trixie
. Feito isso, foi para trás da Cláudia e devagarinho foi enfiando o pau peludo cu da Cláudia
adentro. Sobramos eu e a Mi, que ainda não tinha levado vara uma vez sequer . a Mi partiu para
um 69 comigo dizendo que nunca tinha sido chupada tão gostoso, pelo que queria um pouco. A Mi
lambia gostoso as bolas e o cu, enfiando o dedo, no que a imitei: -Porra Mike, como você chupa
gostoso! Só que enfia o dedo mais devagar porque, por incrível que pareça, nunca dei o cu.
-Estamos empatados, porque eu também nunca dei o meu. Mas agora eu quero meter nessa
bucetinha gostosa, vem. Ela deitou de costas abrindo bem aquela buceta lisinha. Eu via o buraco
da vagina, de tanto que ela abriu, dizendo doce: -Traz esse caralho gostoso aqui, traz! À medida
que eu trazia, ela substituia a doçura pela sacanagem: -Mete, enfia essa pica até o fundo, me fode,
seu puto, morde os meus peitos, enfia um dedo no meu cu, mete esse caralho até o fundo, porra!
Do nosso lado, a Trixie gemia: -Ai que tesão ter o caralho de uma mulher na minha buceta! Eu
chupo esses peitões e levo vara ao mesmo tempo! A Cláudia : - Tesão é ter uma buceta gostosa
como a tua mastigando a minha pica e um caralhão como o do Ney enfiado no cu! Eu vou gozar!
O Ney : - Vai gozar na minha boca, que eu adoro engolir porra! A Trixie protestou: -Eu também
quero porra! O Ney disse: - Tudo bem, me chupa que eu te dou a minha, mas não engole.
Trocaram: O Ney passou a chupar o pau da Cláudia , que chupava a buceta da Trixie que chupava
o pau do Ney, histérica: -Esporra na minha boca, pau tesudo, Ney puto, caralhudo! A Cláudia tava
quase gozando, mandou o Ney abrir a boca. E$le abriu e ela esporrou um monte na boca dele, que
só deixou escapar uma gota que foi no olho,tão forte foi a gozada, Nessa hora, o ney esguichou na
boca da Trixie . Juntou-se com ela e foram os dois passar, num beijo sacana a porra das suas bocas
para a da Cláudia. Ela engoliu e imediatamente seu pau subiu de novo, enquanto ela berrava: -Puta
merda, que tesão, eu bebi a minha própria porra e a do pau que fodia o meu cu há segundos! ë
demais!!!! Te vira Trixie que eu vou comer o teu cu A Trixie virou dizendo que era o que ela mais
queria, e montou na cara da Mi para que ela lhe chupasse a buceta. Ficou assim: Eu comia a Mi,
que chupava a Trixie que era enrabada pela Cláudia . Eu aproveitei a posição e passei a chupar as
bolas e o cu da Cláudia . E assim ficamos até gozar. A Mi, para variar, bebeu a minha porra e a da
Cláudia.

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A namorada dando para outro

Apesar deste ser meu desejo, minha namorada nunca deu indícios de que estaria me traindo.
Mesmo quando me disse que ficou com um cara em um curto período em que ficamos separados,
não acreditava que ela fosse capaz de ter trepado com ninguém. Eu confiava nela mesmo morando
em outra cidade. Ela em Minas e eu no Rio. Uma vez, porém, resolvi aparecer de surpresa em sua
cidade. Sai do trabalho à tarde e cheguei lá por volta das h. Deixei minhas coisas em um hotel e fui
até o local onde ela tinha me dito (por telefone) que iria. Isso era por volta da meia-noite quando as
coisas começam a acontecer. Chegando lá, me escondi, e vi que ela estava com um vestido preto
curtíssimo (que eu tinha dado para ela de presente). Ela já estava meio tonta e tinha saído do
banheiro para ir de encontro a um cara (o tal que ela tinha ficado). Aí, começou uma sessão de
beijos incontroláveis, ela começou a se enroscar no cara de uma maneira que ele sarrava sua
bunda. Ficaram nesse agarra-agarra durante umas duas horas. Quando percebi que os dois
decidiram deixar o local onde estavam. Os dois entraram em um carro e saíram dali. Decidi pegar
um táxi e seguí-los. Eles pararam em uma rua deserta e começaram a se beijar. Não acreditei
quando ela resolveu tirar as calças do rapaz e começar a chupar seu pau. Vi que ela abocanhava o
membro com volúpia coisa que nunca tinha feito comigo. Enquanto mamava o caralho, ela olhava
com cara de safada para o homem que delirava de prazer. Após isso, ela levantou a saia, ficou de
quatro e pediu que o cara fodesse sua buceta (comigo, ela não gostava de dar de quatro). Ela nem
tirou a calcinha. O cara foi e enfiou tudo de uma vez e minha namorada soltou um grito. Ele
começou a puxar os cabelos dela que rebolava intensamente.
Depois disso, ela tirou toda a sua roupa e ficou peladinha na frente dele. O cara começou a chupá-
la, principalmente seus peitões que estavam com os bicos bem duros. O cara deitou no banco, com
o pau para cima e minha namorada resolveu sentar no caralho e iniciou uma cavalgada frenética
que só acabou quando o cara explodiu em gozo. Mas a surpresa estava para o final. De longe e
sobre os vidros, podia ver ela de quatro e o cara lambendo o cuzinho dela, tinha momentos em que
ele enfiava o dedo no rabinho dela. Não acreditei quando o cara resolveu meter o pau no cu dela.
Ela parecia que estava gostando (nunca deu o rabo para mim) e o cara foi enfiando, foi enfiando e
ela gemia que nem louca. Minha namorada decidiu mudar de posição, ficou de frango assado,
abriu bem as pernas e pediu para o homem atolar a pica no seu cú. Foi o que ele fez. O cara socava
forte e no final gozou nos peitos dela. Acompanhei toda a transa e bati a punheta mais gostosa da
minha vida. No mesmo dia, retornei a minha cidade e uma semana depois me encontrei com ela
que agiu naturalmente. Ainda não sei se falo para minha namorada que vi ela dando para outro
cara mas quero muito que ela saiba.
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A NAMORADA DO MEU AMIGO

"Renato, um amigo de faculdade, convidou- me para passar um final de semana no seu


apartamento do Guaruja. Aceitei. Na hora combinada, fui ao encontro e me surpreen di ao ve-lo
acompanhado de Andrea. Ela namorava um outro amigo nosso da escola e iria viajar conosco.
Fiz questao de leva-los em meu carro. Du rante a viagem,percebi que os dois se da vam muito
bem. Andrea era uma garota de corpo escultural, loira, alta, tinha 23 anos, olhos verdes, seios
fartos e coxas grossas.
De calcas jeans, era dificil alguem nao notar sua bunda gostosa e dura. Imagine essa menina so de
tanga!, pensava. De fa to, mal consegui disfarcar minha excita- cao quando a vi em trajes de
banho.A mer da era que Renato estava sempre por per- to, como fosse um seguranca ou protetor
particular de Andrea.
Ainda no sabado, resolvi dar umas paque radas na bonita Praia da Enseada. O movi mento era
fraco, mesmo assim voltei para casa de pau duro so de ver algumas bun- das apetitosas espalhadas
pela praia. No momento em que entrei no apartamento, Re nato nao havia trancado a porta.
Por isso nao percebeu minha presenca. Ou vi risadas no banheiro.Senti um calafrio na espinha e
entendi por que o Renato e- ra tao amavel com Andrea. Os dois transa vam e ninguem jamais
desconfiara. Perce- bi o som dos beijos,chupadas e ouvi eles se dizendo: "gostosa", "meu cavalo",
e "para!... vou gozar!".
Nao sabia o que fazer ate o momento em que os dois sairam abracados do banhei- ro. A surpresa
foi geral. ficamos embara cados, principalmente Andrea, que correu para o quarto e culpou Renato
por ter deixado a porta aberta.
Renato me explicou que eles transavam ha muito tempo e pediu-me que nao contasse aquele
segredo para ninguem.Respondi-lhe que o assunto morreria ali mesmo. Um cli ma de
constrangimento nos envolveu ate a noite. Resolvi dormir, fui para meu quar to, deitei-me e ouvi
alguem bater a por- ta. Abri. Era Andrea! ela entrou e, sem dizer nada, passou os bracos em meu
om- bro, acariciou meu pescoco e me beijou ardentemente.
Aos poucos relaxei e me vi sobre ela em minha cama. Beijava-a e acariciava seu lindo corpo.
Ela soutou um grito de prazer no momento em que Renato entrou no quarto nu, segu- rando seu
enorme cacete.Confesso que nun ca tinha visto um pau tao avantajado. Fi quei excitaissimo
quando Andrea segurou aquele peru rolico e o enfiou quase in- teiro em sua boca.Enquanto ela
fazia uma "gulosa" em Renato,posicionei-me no meio de suas coxas e comecei a chupar seu gre
linho rosado e umido. Foi uma sensacao incrivel, principalmente porque ela goza va feito louca.
Renato saiu de sua garganta e lhe jogou uma quantidade enorme de porra nos pei- tos. Andrea
gemia como uma gata no cio.
Aquela cena me deixou maluco.Levantei-me e coloquei Andrea de quatro sobre a ca- ma. Em
pouco tempo,eu estava fodendo gos toso aquela deliciosa xaninha. Ela pare- cia descontrolada,
gritava e pedia-me pa ra que a fodesse com forca! Quando eu es tava prestes a gozar, Renato
voltou segu rando novamente seu cacete duro apontado para o teto. Num movimento esquisito,ele
se posicionou de costas para a cama e An drea, com dificuldade , sentou-se em ci- ma daquele
enorme caralho. Eu me acomo- dei para poder comer aquele lindo cuzi- nho que piscava sem
parar.
Na primeira tentativa,Andrea implorou pa ra eu parar, dizendo-me que meu pau era muito grosso e
iria acabar com suas pre- gas. Renato, sem parar de fode-la, me in centivou a continuar,avisando-
me que ela queria mesmo era se sentir como um san- duiche. Untei minha jeba com creme hidra
tante e fui a luta.Na primeira estocada, senti a carne da sua bundinha se abrindo e meu pau ali
deslizando gostoso como nunca. Andrea chegou a chorar de dor. De pois confessou que nunca
tinha sentido uma sensacao tao boa quanto aquela.
A noite foi longa, cansativa e de muito prazer. No domingo, fomos a praia e ate hoje somos
grandes amigos. as vezes, repetimos o "menage a trois".

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A MESTIÇA DA FACULDADE DE ECONOMIA

" Eu sou estudante de Economia e ingressei a pouco tempo no mercado de trabalho. Quero
compartilhar com vocês a minha experiência de vida quando se entra no meio acadêmico e no
meio profissional. Eu estava na primeira semana de aula na faculadade e, para ser sincero, ainda
era virgem. Mas, na verdade, estava mais preocupado com meu futuro na faculdade. Assim, fui
procurando conhecer melhor a faculdade e o que ela oferecia. Aí, andando pela campus da
faculade, descobri a minha musa: Era uma mestiça maravilhosa, com olhos levemente puxados,
pele suavemente morena e que não tinha sequer uma marca no rosto.Era alta, com coxas do
tamanho ideal e cabelos longos extremamente lisos. Lembro-me até hoje a sua roupa naquele dia:
Taileur preto, com meia calça preta que realçava suas lindas pernas e rabo-de-cavalo que deixavam
a mostra a nuca mais deliciosa que já vi, com aqueles fios de cabelo bem finos e lisos, uma
perdição. Logo pensei...Taí uma mina pra namorar. E aí fui pra casa pensando nela. Os dias se
passaram e sempre que podia, ficava perto do prédio em que ela estudava apenas a olhando sem
que sequer ela me notasse. Até que um dia ela me olhou e ficou me olhando fixamente por alguns
segundos...Aquilo me fez perceber que estava vivo, que eu existia pra ela. Aí pensei...Vc tem que
ser homem e se aproximar dela de alguma forma, bater um papo etc... Aí naquele instante, nem eu
acredito, fui até ela...Chegando perto ela percebeu e também me olhou nos olhos..Eu disse oi e ela
disse oi também. Sem saber o que dizer, apenas disse : Vc é muito bonita, e eu gostaria de te
conhecer melhor... Ela respondeu: O que vc vai fazer agora? Eu disse: nada, minha aula já acabou
e eu to indo pra casa..."O que vc acha de um choppinho"?, ela disse. Não acreditei e fiquei bem
nervoso: Claro que aceitei. Ela foi caminhando ao meu lado e sugeriu um lugar perto da casa
dela...Eu tava sem o carro do meu pai naquele dia então fomos até ao estacionamento e descobri
seu nome:Juliana eu estava conversando com a mina mais gata e gostosa da escola e ela ia me
deixar em casa...Aquilo já era uma loucurapra mim...Chegamos ao estacionamento e, pra minha
surpresa, a mina era cheia da grana:Entrei no Chrysler Stratus dela (O carro é enorme) e
saímos...Ela ia sentido marginal e, pra minha surpresa, parecia se agradar do papo, porque dava
risadas e sorrisos para mim, chegando a bater de leve em minhas coxas...Meu coração batia
forte...No caminho, ela disse que ia me levar pra casa dela, pois tinha cervejas geladas em sua
geladeira... Era o fim do mundo pra mim...Chegamos no apê dela...E que apê, tudo acarpetado,
tinha que se tirar os sapatos para entrar...Foi aí que ela foi me encostando na parede, face a face
comigo, e me disse que eu era muito gostoso...E foi falando isso e chegando perto da minha boca e
eu imóvel...E falava baixando o tom de voz e, sem me beijar, apenas lambia os meus lábios
falando que me desejava...Eu tava excitado demais...E lambia o meu queixo e minha boca...Aí me
deu um beijo demorado e não muito forte com aqueles lábios carnudos e língua macia...Aos
poucos foi abrindo os botões de minha camisa me encostando mais na parede...Aí passava as mãos
de cima pra baixo no meu peito, fazendo bastante carinho nos meus pelos do peito...Eu tava com o
pau duríssimo e ela sentia em suas pernas...Aí ela me beijou de leve no meio dos meus peitos ,
olhou pra mim lá de baixo, se virou, pegou-me pela mão e me levou ao quarto...A cama era
enorme, e ela falou pra eu me deitar...Ficou na porta, com as mãos nos batentes e me olhando
fixamente...Aí, foi abrindo sua blusa, entào pude ver seus peitos cobertos com um sutiã preto de
rendinhas Abriu o zíper da saia por trás e tirou-a e veio em minha direçao...Entrou na cama com o
joelho e veio até mim de quatro, sempre me olhando...Me beijou, e pude sentir seu corpo quente e
sua pele macia tocar meus peitos e minhas pernas...Ela lambeu to meu peito e foi descendo até
minha calça e disse: Eu quero te beijar e te lamber todo...Abriu o zíper da minha calça e
disse..Cuequinha azul hein...?Adoro essa cor...Ai ela pegou com a mão e acariciou aquele volume
embaixo da cueca...E começou a lamber e a beijar de leve o meu pau com a cueca...Minha cueca
ficou bem molhada pela saliva dela até eu pedir..Tira a cueca...Nisso, ela tirou o suitiã dela e vi
seus lindos seios com os bicos totalmente duros apontando pra mim... Nisso ela desceu de novo e
continuou a lamber meu pau com a cueca por cima...isso me deixava maluco pois as tetas dela
roçavam em minhas coxas peludas e os bicos faziam carícias em mim enquanto ela me lambia com
extremo carinho...Ela tirou minha cueca que estava toda molhada e melecada e começou a lamber
de leve meu pau...Sua língua era macia e quente...Aquela sensação era demais...Aí depois ela
chupou só a cabeça, chupava e dava beijinhos..Nisso, aquele líquido inicial mais transparente
começou a sair do meu pau...E ela beijava a cabecinha, e o mel grudava na boqinha dela e no meu
pau, fazendo uma fina ponte melada Ela começou a lamber e a me chupar cada vez mais forte,
aquilo era demais..Levantei e lhe dei uma beijo suave e a deitei naquela imensa cama...E beijei e
chupei aqueles peitos morenos lindose duros e fui descendoa té o umbigo que enchi da minha
saliva e beijava todos os cantos da calcinha dela..Cada lambida que eu dava, ela dava um
gemidinho e falava, ai Ro, ai Ro.... Eu dei o troco...Comecei a lamber a xana quente dela por cima
da calcinha..Era incrível como o meio das pernas dela estava quente...Eu sentia aquele calor no
meu nariz...E chupava e lambia e ela gemia e mordia os dentes com força..Até que fiquei com dó e
tirei a sua calcinha..Era uma buceta maravilhosa e quente..Dei a primeira linguada e senti aquele
mel quente e salgado em minha língua..Que gosto bom tinha aquela xana.... Fui beijando e
lambendo com muito carinho aquela gata gostosa da faculdade....Ela dizia... Vai...Vai...Nào pára,
Não Pára....UUUii, uuiii, aiiiiUhmmm....Não parava de gemer e de de se contorcer na cama....Até
que ela, chegou ao êxtase, levantando a bundinha da cama, flexionando as pernas...Ela disse, Vc é
um tesão...Me deu um beijo e ficou de costas pra mim, de quatro... Eu, que nunca tinha metido, vi
aquela bunda maravilhosa virada pra mim e ela dizia...Vai, coloca esse pauzão gostoso dentro de
mim...Eu fui colocando devagar, e ela ia gemendo e eu sentindo aquela xana quente e toda
molhada...Eu coloquei tudo e ela levantou um pouco a perna gemendo de leve...Comecei o vai e
vem delicioso com meu pau entrando e saindo dela e fazia aquele barulhinho dos líquidos com a
pica entrando e saindo...Eu nunca tinha trepado, aquilo era uma delícia...E ela olhava pra trás e
dizia..Vaaiii...Mete mete em mim, vai... Eu já nào tava mais aguentando, eu já ia gozar...Aí ela
disse pra eu deitar...Ela veio por cima de mim, sempre me olhando e sentou bem devagar em meu
pau...Aquele barulhinho fez de novo...Aí ela se apoiou em meus peitos e começou a ir pra frente e
pra trás, sempre mordendo os dentes bem forte...Aí ela disse, vai goza, eu quero que vc esporre
dentro de mim, eu quero...Eu tava louco mas pensei que ela era louca, eu podia deixa-la
grávida..Deitei ela de novo e meti na xana fazendo o papai-mamae...Estava há um mes sem bater
uma bronha, tinha porra até no meu cérebro...Ela falava..Vai goza tudo dentro, goza bastante em
mim...Aí tirei minha rola e comecei a gozar em cima dela...A primeira esporrada foi até o cabelo
dela...Aí depois fechei os olhos e continuei gozando..Gozando muito...Quando abri os olhos,
ofegante, vi que seu rostinho estava todinho cheio do meu leite viscoso e quente, que seus peitos e
barriga também estavam todos esporrados e ela sorria e falava;Que maravilha ....E esfregava a
porra no corpo todo, na barriga e nos peitos, no pescoço e na nuca...Ela sorrindo veio de quatro até
meu pau e começou a lamber de leve..Com bastante carinho...Fazendo de novo aquele fiozinho de
porra grudar em sua língua...Aí, eu uma só chupada sugou a porra que restava em minha rola e me
olhava lá de baixo, sorrindo, e mordendo a cabeça levemente inchada e vermelha de minha pica...
Essa foi a minha primeira foda...E começou assima minha vida academica..Depois contarei como
comecou a minha vida profissional

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A NOVA FUNCIONÁRIA

" Meu nome é Caio, tenho 30 anos, 1,68m, 72kg, moreno e nível universitário. Tra-balho num
supermercado aqui em Manaus. Sou supervisor de operações e o meu dia a dia é sempre muito
agitado. Numa bela noite, quando eu estava passando pela gerência, vi uma funcionária nova.
Tinha 1,68m, morena clara, ca-belos longos, seios pequenos que ficavam salientes em sua
blusinha. Usava uma calça bem apertada que destacava suas coxas grossas e seu bumbum
arrebitado e durinho. Seu olhar refletia todos os seus pensamentos mais sacanas, que a . deixavam
mais sensual. Cheguei perto de um funcioná-rio e perguntei quem era aque-la funcionária e
também qual era seu nome. Fui para minha sala, peguei meu celular, liguei para a recepcionis-ta,
coloquei um pano, disfarcei a voz e pedi pra falar com a Nete. Quando ela atendeu, eu disse que
trabalhava com ela e tinha que ter uma conversa muito importante. Marquei uma hora, um local e
desliguei. Nos encontramos perto da loja. Eu fa-lei que estava afim dela desde o mo-mento que a
vi. Nete disse que também prestava atenção em mim, mas eu sem-pre me mostrei muito distante.
Fomos tomar um chopp e de-pois de duas horas de conver-sa ela falou: "Caio, me prova que você
é homem, me leva para um motel agora! Aquelas palavras me deram um tesão incontrolável. Meu
Deus, fi-quei olhando aquela mulher tirar a roupa na minha frente. Seu corpo era realmente lindo,
maravilhoso. Minha língua se per-dia naqueles seios pequenos, fir-mes e bicudinhos. Fui beijando
aquela barriguinha macia e fui abaixando sua calcinha vermelha. Vi surgir na minha frente aque-la
boceta de poucos pelos. Coloquei-a deitada na cama e chupei bastante sua boceta, seu grelinho
gostoso. Depois, virei-a de costas, abri sua bunda linda e meti mi-nha língua bem no fun-do do seu
cu. Nete ficou toda arrepi-ada, suspi-rou e disse: "Meu marido nunca fez isso comi-go" Só então
eu soube que ela era casada, mas pouco me importei, Parei de chupar aquele cuzinho e fui
abaixan-do sua cabeça em direção a meu cacete. Nete gemia sem parar, estava morrendo de tesão
de sentir aquela boquinha meu cacete. Então eu falei: "Agora você éminha puta. Eu faço com você
o que eu quiser". Nete deu um sorrisinho. Então lambuzei bem o meu pau na sua boceta e en-fiei
no seu rabo. Ela quis fugir, eu não deixei, dei um tempo para ela se acos-tumar e depois ela foi
gostando. Eu dava estocadas cada vez mais fortes e Nete gemia, sem parar, até gozarmos juntos.
Comi aquela mulher em todas as posições Meu e-mail é odla@cosmo.com.br

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A PARTIR DAQUELE DIA VIROU MINHA PUTA.......

" Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar essa HP que é muito legal. Vou me apresentar: me
chamo Francisco (chico), 36 anos, moreno claro, olhos castanhos, um metro e oitenta e cinco,
oitenta e dois quilos e tenho um sexo de cumprimento normal (dezenove cm), mas bastante grosso.
Há um ano e meio atras, estava numa discoteca aqui do Rio quando vi Fernanda pela primeira
vez.....Ela é realmente uma mulher muito gostosa! Loura, vinte e sete anos, um metro e sessenta e
sete, cinquenta e quatro quilos, seios grandes e uma bundinha pequena, mas durinha....Estava de
minisaia preta com botas pretas e um pequeno colete cinza que mostrava o quanto era
peituda....Fiquei olhando ela dansar (eu e os outros homens da discoteca, e claro..). Foi quando
decidi aproximar-me dela, tambem dansando....ela foi respectiva, sorriu, dansou comigo e depois
paramos para tomar um drink.....Ai veio minha surpresa...entre um gole e outro de whisky (ela
tomando tequila!), ela disse: - Vem que vou te apresentar a meu marido! Fiquei sem saber o que
dizer e o que fazer...e ela me vendo daquele jeito disse: - Nao tem problema, ele esta
acostumado........ Quase nao acreditei e a segui.....Chegando na mesa vejo o marido, Carlos, seus
quarenta e muitos anos, certa barriga, nem alto nem baixo, sentado bebendo whisky.......Nos
apresentamos e ele me convida para sentar e beber com eles...... Papo vai, papo vem (eu
disfarcadamente olhando para as coxas dela que, sentada de minisaia deixava "quase tudo " a
mostra), comecamos a falar de sexo........a conversa ficou cada vez mais picante, quando
comecaram a dansar um slow.....nesse momento entendi, pois o Carlos disse: - Voce nao quer
dansar com a Fernanda? Ela adora dansar slow...... Evidentemente disse que sim e sabia desde
aquele momento que algo ia rolar....Dansamos gostoso, eu me esfregando nela, meu pau ja
acordando legal, e ela de vez em quando olhando fixamente para mim e me sorrindo como quem
diz 'continua que estou gostando'.......Foi nesse momento que ela me disse: - Eu ja estou cansada
de dansar, nao quer ir conosco tomar uns drinks em casa? Claro que aceitei....vinte minutos depois
estavamos na casa deles.....Carlos disse que ia providenciar os drinks, me deixando a sos com
Fernanda que colocou uma musica bem calma e sentou-se a meu lado.......e, de repente, se virou
para mim e me deu um beijo....correspondi, ja passando as maos nos seios dela e perguntei: - e seu
marido? - nao liga nao, ele esta acostumado.... E foi a partir desse instante que ela virou minha
vagabunda e eu seu dono absoluto... O Carlos voltou com os drinks e nos vendo nos beijar disse: -
Ei, pera ai, poderiam ter me esperado antes de comecar né? Nesse momento, eu estava passando a
mao nas coxas dela subindo para sua buceta quando me dei conta que nao usava calcinha!!!!! e
disse: - cala a boca seu corno! voces me trouxeram aqui para isso mesmo e a Fernanda que nao usa
calcinha, de minisaia e botas esta vestida feito uma vagabundinha e vai dar para mim...e voce senta
ai e olha como se da um trato numa vadia assim! Ele esbocou uma reacao dizendo que estava
sendo grosso e que isso era so uma brincadeira....eu me levantei (tenho uma cabeca a mais do que
ele), cheguei perto dele e disse: - senta ai seu corno de merda, é a ultima vez que te digo
isso......depois disse: Fernanda, vem ca na minha frente, vamos mostrar a esse corno viado com
quem voce se casou como se fode..ajoelhe-se na minha frente, VAMOS! ela veio, se ajoelhou e
sem eu dizer coisa alguma, foi abrindo minha calca.... - olha corno como ela gosta de ser tratada
feito puta, nao pedi nada e ja esta abrindo minha calca essa piranha....notei que Fernanda estava
excitadissima e quanto mais xingava ela e a Carlos, mais ela ficava excitada...tirou meu pau para
fora e comecou a me chupar feito profissional...levantou meu pau, comecou a beijar e lamber meu
saco e foi subindo ate abocanhar ele e comecar um boquete dos Deuses.....e eu dizendo coisas do
tipo: - mama sua vaca, mama, mas vai tirando esse seu colete pois quero ver suas tetas....vamos
piranha, mama no meu cacete que vou esporrar na sua boca e seios pois estou com vontade de me
esvaziar a primeira vez emcima de voce e fazer seu marido te limpar toda, vamos!!!!!! Ela tirou
seu colete, seios lindos pularam para fora: grandes, duros com biquinhos rosas e ja durinhos....com
essa visao, disse para ela me fazer uma espanhola.....foi uma delicia e rapidamente dei minha
primeira gozada emcima dela.... - agora lambe bem meu pau, sua vadia, quero ele bem limpo e vai
se limpar na boca desse corno ai sentado, vai.... Ela estava me obedecendo a tudo o que eu dizia
sem pestanejar e, para testa-la mais ainda, pois ja tinha uma ideia legal, disse: - vamos vai la ser
limpa pelo corno viado que gosta de porra de homem e vai dizendo que ele é um merda, pois fica
ai se masturbando enquanto ve a mulher dele chupa outro homem e ainda por cima lambe essa
porra, diz para ele que ele é um corno manso, que merece ser chifrado sempre, vamos..... Eu vi o
quanto Fernanda ficou excitada com isso..., pois ela se levantou, foi em direcao a ele e disse: - olha
seu corninho, fique de joelhos e comece a limpar com a lingua esse esperma de meu macho,
vamos seu merda, limpe tudo para que meu macho possa depois me tocar onde quiser e que esteja
tudo limpinho, vamos seu chifrudo, lambe onde meu macho esporrou.... Ela estava super agressiva
com ele, e adorando a nova situacao....enquanto isso, fui tirando minha roupa e disse para ela: -
quando acabar, vem pagar um boquete de novo para deixar meu cacete de novo em posto de bala,
vamos...... Quando acabou de ser limpa pelo marido corno, totalmente temeroso nao somente de
mim, mas agora dela tambem, pois sacou que se resistisse ia se ver comigo, veio em minha
direcao, se esfragando em mim e dizendo: - hum meu macho gostoso, como eu gosto de estar com
voce.... - cala a boca, vagabunda, paga um boquete pois agora vou te comer inteirinha....como voce
merece e gosta sua puta ninfomaniaca!!!! Ela se abaixou de novo e comecou a me
chupar.....rapidamente ja estava pronto e disse: - se levanta sua biscate, vamos! agora vai ate a
mesa de jantar, deite-se de costas nela, chame esse seu marido chifrudo perto de voce e faca ele
levantar suas pernas por cima de sua cabeca bem abertas e me pedir para comer sua buceta,
vamos!!!!! Ela sem dizer nada, feito uma escrava submissa fez exatamente o que eu disse: - vem
ca chifrudo covarde, vem ca arreganhar sua mulher para que esse macho que é homem de verdade
me comer inteirinha, vamos seu merda! O chifrudo foi, com olhar de espanto e com as calcas no
chao e com um piruzinho em riste....tambem estava gostando de ser mandado, de ser corno na
frente dele e de poder deixar seu lado viado desabrochar, uma vez que tinha tido prazer em lamber
minha porra.....Fez o que ela disse, eu me posicionei na entradinha de sua buceta quando eu vi que
a buceta dela tinha pentelhos negros, que portanto era uma falsa loura: - sua puta, fica disfarcando
que é loura nao? agora vou te fuder feito uma piranha de rua..... - ai me fode gostoso meu macho,
mostra para o chifrudo como se mete numa femea, mostra.... aquilo foi me deixando louco de
tesao, encostei a cabecorra (que é grossa) na entradinha, segurei ela pela ancas, olhei para o
chifrudo que estava encostando o pau dele na cara da Fernanda para ser chupado e disse: -
Fernanda, nao chupa esse viado nao, deixa ele se acabar na mao, sozinho, pois tambem nao vou
come-lo, pois nao gosto de boiola, mas depois vou arrumar uns machos para ele e quero que ele
olhe atentamente agora.... nesse momento, de uma tacada so, enfiei meu cacete inteiro na buceta
de Fernanda....bucetinha apertadinha..so ouvi um "ahhhh" da parte dela e depois vi um sorriso em
sua cara e comecei a falar: - e disso que voce gosta nao é sua puta, voce gosta mesmo é de um
cacete nao é sua depravada? - sim adoro Francisco, me fode gostoso, aiiiiiiiiii. - de hoje em diante
voce so me chamara de meu macho entendeu? - sim mete gostoso, meu macho, aiiii que pau
gostoso, nao esse pauzinho do meu marido que acha que eu gozo com ele..... Enfim, depois de uns
cinco minutos, ja estava gozando feito uma louca...... ai eu disse: - voce agora vai dar o cuzinho
para seu macho nao vai? ela estava excitadissima e me disse: - faco o que voce me mandar! -
entao, de hoje em diante voce sera minha para o que eu bem entender, ouviu sua vadia? - sim meu
macho! - primeiro: quero voce depilada depois que eu for embora para casa! segundo: nao quero
que voce de para esse corno hoje quando for embora, ouviu? qualquer coisa voce me liga e eu
encho esse boiola de porrada! quero que voce continue com ele, pois ele vai ser o trouxa que vai
arcar com suas despesas e com nossas despesas em outros lugares.....e quero agora que fique de
quatro e que diga para o chifrudo que quer ser enrrabada por mim, olhando bem para a cara dele,
para que ele veja a cadela com quem casou e para que ele veja sua expressao quando eu meter em
voce, mas antes quero que ele lamba bem seu cuzinho para mim..... Dito e feito, ela ficou de
quatro, ele veio por tras dela e comecou a lubrifica-la...depois empurrei ele com o pe e disse para
ele ir para a frente dela e olhar e ela disse, quando me posicionei atras ela: - olha corninho,
chifrudo frouxo! olha como sua mulher vai ser enrrabada por um macho, olha bem e ve se
aprende! Esta com inveja ne? queria estar no meu lugar? pede para ele me comer, vamos corno
manso! Ele que ate entao estava calado disse: - come ela, por favor, mete nesse cuzinho que ate
agora era so meu! Nesse momento fui enfiando e ouvindo ela comecar a chorar mas ficando la e
dizendo: - ai, esta doendo, mas fode sua cadela meu macho, mete tudo, sou sua para sempre, ai que
gostoso, mete na sua puta...... aquilo estava me deixando louco e fui entrando e bombeando e
bombeando e ela rebolando no meu pau e xingando o marido e falando coisas do tipo.... - olha
corninho, meu macho parou de me foder, sou eu que vou e volto na pica dele enterrada no meu
rabo e rebolando nele...voce queria me ver com outro homem, arriscou e perdeu, agora sou
inteiramente desse macho maravilhoso que me enrraba divinamente..... Pois bem, gozamos feito
loucos, ela se acariciando o clitoris, eu no rabo dela e ele na mao..... Desde de aquele dia Fernanda
é minha, como ela quando e onde eu quero, empresto ela para amigos, (tem um que se delicia
comendo a bunda do corno manso), ja aluguei ela duas vezes (em duas "reunioes" de executivos),
bem baratinho e sempre damos o dinheiro para o chifrudo sair e comprar umas garrafas de whisky
para agente, etc..... Nunca pensei que aquela noite na discoteca ia me propiciar essa maravilha de
femea.....disse a ela que ia escrever isso aqui, ela ficou excitadissima......é uma femea e tanto,
minha escrava e vadia gostosa e esta adorando levar pica por tudo quando é lado. Nunca sabe
quando vou chama-la e depois daquela noite, nunca mais usou calcinha (a nao ser quando esta
menstruada) para assumir seu papel de puta dadeira, papel para o qual veio ao mundo. Sempre sei
quando esta menstruada, pois institui uma regra: sempre que estiver menstruada, passa em casa as
nove da noite, me paga um boquete e da a bunda. Quem estiver interessado em saber de outras
estorias dessa vadia que ha um ano e meio e minha, me mande um mail....quem sabe nao alugo ou
empresto ela a voce...... meu mail: carloscarlosm@yahoo.com

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A MÃE DO MEU AMIGO
"Vivi uma experiencia muito louca no mes passado. Estava na casa do meu amigo(não revelarei o
nome)e fazia muito calor, era uma sexta de tarde. Almoçamos e uma hora depois fomos nadar, meu
amigo foi para a piscina enquanto eu fui fazer xixi. Ao sair do banheiro já de sunga, dei de cara
com a mãe dele e ela estava só de biquíni. Ela continuou o trajeto ate a piscina e chegando lá,
deitou-se e ficou a tomar sol enquanto nadávamos. O meu amigo me convidou para ir fazer sauna
e eu aceitei. Passados vinte minutos, eu saí e ele disse que ia ficar mais um pouco. Tomei uma
ducha e quando ia para a piscina, vi a mãe dele deitado de barriga para cima só com a parte de
baixo do fio dental. Ela me viu e naturalmente me pediu para passar protetor solar em suas costas.
Cheguei perto e ela virou-se e comecei a ir e vir com a mão em suas costas tentando excita-la. Ela
é uma morena de trinta e nove anos e tem um corpo muito bonito, alem de ser linda de rosto.
Terminado o serviço nas costas, ouvi o barulho da ducha da sauna e entrei na piscina para meu
amigo não achar ruim. A mãe dele continuou de bruço fingindo que nada havia acontecido.
Ficamos nadando até que ela vestiu o biquíni e entrou na água. Ficamos os três conversando e eu
percebi que as vezes ela olhava para meu peito com cara de vontade. Fomos de novo para a sauna
e ela não quis ir, mais uma vez eu saí da sauna primeiro e fui para a piscina. Ela estava como da
outra vez, mas o pedido foi outro: pediu que eu passasse protetor nas pernas. Ainda de barriga para
cima ela pediu que eu iniciasse nos pés e fosse subindo, acariciei aqueles pés macios e vi que ela
começava a sentir prazer mas tentava esconder. Na altura das coxas, dei uma escapulida com a
mão e toquei aquela buceta maravilhosa. Ela se assustou e virou para eu passar na parte de trás das
pernas, debaixo para cima com antes, fui acariciando aquela pele macia até chegar na bunda. Ela
pediu para eu parar mas continuei e ela começou a se contorcer suavemente. Ficamos naquilo por
um bom tempo até que ouvimos a ducha de novo. Fui para a piscina e tive uma surpresa, meu
amigo disse que ia ao centro da cidade pois tinha dentista e estava atrasado. Falei que ficaria
esperando ele. Ele foi tomar banho e ao mesmo tempo sua mãe também foi. Pensei que era o fim
do meu sonho de poder comer aquela delicia. Ele tomou um banho rápido e se foi enquanto eu
assistia televisão. Quando ele já estava longe, eu fui para o quarto da mãe dele que estava com a
porta fechada mas não trancada, entrei e vi a "titia" pelada se preparando para o banho. Ela
assustou-se e ao saber que seu filho já tinha saído pediu que eu trancasse a porta por causa da
empregada. Ela correu para o chuveiro e pediu que antes de tudo eu tirasse o protetor solar do
corpo dela, com ajuda da água fui tirando o protetor e ela gemia de tesão.
Tirado todo o produto, ela pediu que eu saísse do chuveiro só para ela lavar o cabelo. Ela tomou
um belo banho e depois, disse para eu tomar enquanto ela se secava e se vestia. Tomei banho e
quando saiu ela estava na cama penteando o cabelo enrolada em uma toalha. Me sequei e saí com
a toalha amarrada na cintura, ela pôs o pente na cama se levantou e veio me beijar. Tirou minha
toalha e segurou firme meu pinto levando-o até a boca e ficou chupando até que eu entrasse em
ponto de bala, ela desenrolou-se da toalha e deitou-se de costas com as pernas arreganhadas.
Quando cheguei perto da cama ela alisava minha barriga com os pés até que eu peguei suas pernas
abri e ralava o pinto naquele buraquinho que já estava molhadinho. Ela não agüentava mais e
pediu que eu metesse logo, abriu sua caverninha e eu meti sem dó. Num avivem frenético,
gozamos juntos e começamos a nos beijar. Eu sugava seus seios e ela segurava meus cabelos e
puxava-os de tanto tesão. Virou-se de bruço e deixou aquela bundinha para cima, me convidando a
penetra-la. Comecei com o dedo naquele cuzinho que ardia, passei um pouco de saliva e ela pediu
para ir devagar. Posicionei a cabeça do meu pinto naquele buraco quente e fui entrando, ela com a
boca no travesseiro gritava e se retorcia. Para acabar com seu sofrimento, meti tudo de uma vez e
ela não agüentou, desmaiou e eu continuei com tudo lá dentro, até que ela acordou e começou a
rebolar. Como um cavalo e uma égua, fodemos por um bom tempo ate que avisei que eu ia gozar,
ela pediu tudo lá dentro e eu atendi seu pedido. Tirei o pinto e meu leite escorria por suas pernas.
Ela limpou meu pinto com a língua e foi se lavar. Quando ela voltou, deitamos e ficamos
abraçados por um bom tempo até que ela pediu que eu saísse para ninguém desconfiar, me deu um
beijo e eu saí. Ela disse que um dia me ligava para irmos ao motel. E ligou mesmo, mas isso é
outra historia. Meu amigo chegou e eu estava cochilando, ele me acordou e disse que pediu ao
meu pai para trazer minhas roupas para eu dormir lá .Na hora do jantar, sentei-me ao lado da "titia"
e as vezes roçava minha perna na dela, ela se controlava para nenhum dos filhos desconfiar. O
marido dela, tinha viajado para um seminário de medicina. Outro dia eu escrevo sobre nosso
segundo encontro e sobre a amiga dela que ela me apresentou.
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A FILHA DO PATRÃO
" Tenho 29 anos e trabalho com informática. Um belo dia, logo pela manhã, meu patrão entrou na
minha sala e, com aquela cara brava de sempre, exigiu que eu fosse a sua casa para dar "um jeito"
em seu micro que, segundo ele, não funcionava mais. Diante de tão severa ordem, atendi
prontamente e fui direto para sua casa. Chegando lá, a empregada que atendeu a campanhia me
acompanhou até o quarto onde ficava o tal micro. Quando, para minha surpresa, naquele quarto se
encontrava dormindo, simplesmente a filha do "homem". Uma gatinha de 18 anos, cabelos loiros
compridos e um corpo escultural. Apesar da penumbra pude observar que ela dormia com uma
camisola transparente e sem sutiã, pois conseguia ver o contorno de seus seios durinhos e os
biquinhos apontados para o céu. No momento em que eu "viajava" admirando aquele corpinho
angelical, ouvi uma voz macia dizendo "Bom dia", acordei do sonho e lá estava ela sentada na
cama com um sorriso maroto. Perguntou-me se o seu micro tinha conserto. Respondi gaguejando
que sim, ela sorriu e me pediu para ficar a vontade pois ela iria tomar um banho, mau sabia ela que
minha vontade era a de come-la ali mesmo. Enquanto eu tentava ressuscitar aquele micro senti que
outra coisa também precisava de uma manutenção urgente, era meu pau que doía muito de tão
duro. Foi então que ela saiu do banheiro, linda e um pouco molhada ainda. Percebi que somente
uma toalha me impedia de vislumbrar aquele majestoso corpinho, virei-me em sua direção e
perguntei se ela não queria que eu saísse para que pudesse vestir a roupa. Ela sorriu
maliciosamente enquanto direcionava seus olhinhos para o volume indisfarçável que meu pau
fazia sob a calça, e sem nenhuma cerimônia ela deixou a toalha cair no chão. E eu, como que
acompanhando a toalha, caí de joelhos entre suas coxas e abocanhei aquela grutinha molhada,
chupei, mordi e a sensação era a de que eu poderia sumir dentro daquela caverninha apertada. A
gata gemia baixinho para empregada não escutar enquanto agarrava meus cabelos, forçando minha
boca naquela entradinha apertada. Até que ela gozou intensamente e ainda com as mãos cravadas
em meus cabelos, me puxou para cima e me engoliu com um beijo apaixonante. Sem perder
tempo, foi a vez dela ajoelhar diante de mim e, como um animal no cio, abriu meu zíper, desceu
minha calça e, abraçada a minha cintura, engoliu meu pau e com seus braços, forçou meus
movimentos de vai e vem. Senti que ela queria que eu fudesse aquela boquinha e, ao seu controle,
meus movimentos foram aumentando vertiginosamente até que gozei abundantemente inundando
aquela boquinha a ponto dela não conseguir reter toda aquela porra. Agarrei seus cabelos, tirei meu
pau da sua boca e admirei aquele rostinho satisfeito me olhando ajoelhada com minha porra
escorrendo por entre seus lábios. Peguei aquela Deusa no colo, deitei-a na cama e saltei em cima
dela, beijei aquela boca melada e fui descendo até aqueles peitinhos durinhos. E fiquei ali hora
chupando, hora mordendo aqueles biquinhos até que meu pau deu sinal de vida novamente e
novamente doía de tão duro. Coloquei a vara na direção daquela caverninha e, sob seus pedidos de
"Pelo amor de Deus, enfia logo esse cacete na minha bocetinha", eu enterrei sem piedade e
comecei a estocar minha vara com uma força tão grande que achei que rasgaria aquela princesa no
meio. Ela cravou suas unhas nas minhas costas e falava um monte de obscenidades no meu ouvido
me deixando com mais tesão ainda até que, aos berros, gozamos juntos. Preocupada com o barulho
que fizemos, ela correu para a porta e abriu devagar para certificar-se que a empregada não ouvira.
Em seguida trancou a porta, e saltou de volta para a cama. Ela percebeu que minhas costas
estavam sangrando (tenho a cicatrizes até hoje). Nem liguei pra isso, e ela voltou a abocanhar meu
membro até que ele ficasse em ponto de bala novamente, coloquei a gata de quatro e encostei meu
pau no seu cuzinho. Ela, a princípio, rejeitou a idéia, então agarrei novamente seus cabelos puxei
até que seu boca ficou pertinho da minha, dei-lhe um beijo e disse que eu comeria aquele cuzinho
de qqer jeito e aquilo era uma ordem. Ela obedeceu como uma serva submissa e eu fui enterrando
meu mastro naquele cuzinho apertadíssimo e ela chorava e gemia numa mistura de dor e prazer.
Aquela cena me excitava muito e quando consegui enterrar todo o meu pau naquele cuzinho ela,
gritando, dizia "fode o cú da tua serva..uhh... fode...assim...não pára...ahhh eu tô gozando". E
novamente gozamos alucinadamente. Consertei o micro daquela gatinha maravilhosa, mas sempre
deixava alguma coisa que viria a dar problemas mais tarde. Daí era só esperar o patrão entrar na
sala, me chamar de incompetente, e ordenar que eu fosse consertar o micro da casa dele. Eu, como
um funcionário dedicado e submisso, obedeço sem reclamar.

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A DESCOBERTA DO OUTRO LADO

" Nos ultimos meses, Caio, meu marido, vinha-me "procurando" (como dizem as esposas bem
comportadas), bem pouco. Nem parecia o homem que, nos tempos de namoro nao se conteve e me
desvirginou dentro da agua. Ah, como me lembro daquela trepada! Ate entao, Caio e eu nos
bolinavamos muito, numa encoxacao sem fim, em carinhosas punhetas reciprocas, mas ele nunca
levara o ato ate o fim. No auge do tesao, quando estavamos a sos, ele acabava entre minhas coxas
apertadas, depois de me chupar os peitos, o cu e a buceta ate me levar a desvairados orgasmos.
Mas naquele dia em que fomos para a praia com meus pais, tudo aconteceu. Haviamos tomado
umas caipirinhas e acho que isso nos liberou para darmos vazao ao desejo reprimido. Fomos para
o fundao, onde quase ninguem ousava ir. So nossas cabecas ficaram fora da agua. Entao ele me
beijou, com o corpo colado ao meu. Depois, abaixou meu sutia liberando os seios, que ele
acariciou durante longos minutos. Cada vez que seus dedos tocavam os biquinhos, eu sentia minha
xoxota um pouco mais molhada.
Quando estavamos "no ponto", Caio livrou meu corpo da parte inferior do biquini. Como dentro
da agua eu nao pesava quase nada, ele me agarrou pela cintura e me levantou, ajeitando-me ate
que nossos sexos se tocassem. Levantei as pernas e enlacei seu corpo forte e masculo. A
penetracao, mesmo facilitada pelos sucos vaginais que minavam da minha profundeza, foi
demorada e doida. Mas, enfim senti a cabeca da rola de Caio me rasgando, me arrombando, me
fodendo... e desmaiei de gozo! Afundei a cabeca na agua e foi a frialdade do mar que me
despertou. Retendo a ejaculacao. Caio tirou o caralho e mudou de posicao. Desta vez, me enfiou
na periquita por tras, esmagando meus peitos com as maos, enquanto metia. O mar parecia
acariciar nossos corpos, e alcancei outro orgasmo. Ele tirou antes de acabar e deixou sua porra
fecundar o oceano. Mas, como eu disse no comeco da carta, ultimamente quase nao faziamos
amor. Uma ou duas vezes por mes, quando muito, ele esquecia a cerveja e futebol, e se dignava a
entregar o pau as minhas caricias de mao e de boca e depois me fodia num prosaico papai-e-
mamae. Se partia de mim a iniciativa de encostar a bunda em seu caralho, numa insinuacao obvia,
numa indireta bem direta Caio fingia dormir ou simplesmente me ignorava. Comecei a achar que
meu corpo ja nao era desejavel, embora eu tivesse apenas 25 anos. Na rua, os homens me olhavam
com cobica, mas, como nunca transara com ninguem alem de Caio, eu nao sabia se esses
depravados realmente me desejavam ou apenas nao podiam deixar uma bunda passar em branco.
Passei entao a fazer ginastica. Matriculei-me numa academia, perto de casa e "malhava" de
segunda a sexta, duas horas por dia. Achei que meu corpo ficou durinho e bem comivel, um tempo
depois. Mas Caio continuava no batidao de uma vez por mes. Em desespero de causa, numa sexta-
feira, fui mais cedo para a academia, disposta a me exercitar o dobro do tempo. Estava fazendo
abdominais como uma doida quando Karen, a professora, chegou. Ela me perguntou o que eu fazia
ali tao cedo. Como eu estava precisando desabafar, me abri com ela mesmo. Afinal, Karen era uma
mulher distinta que nao conhecia Caio nem qualquer de seus amigos. Portanto, nao sairia
fofocando. Karen me ouvia com atencao, sem interromper. Mas, quando lhe disse que me achava
feia e pouco gostosa, ela nao se conteve: - Imagine! Voce e a mais gostosa de todas as minhas
alunas. Nao se deixe abater por um desentendimento com seu marido. Isso... Essa falta de tesao
depois de alguns anos de casamento costuma acontecer com quase todo mundo... - Mas eu nao
consigo viver sem paixao e sexo - retruquei. E entao notei, pelo olhar de Karen que meu corpo
vestido com o justo colant quase transparente, devido ao suor, lhe provocava paixao e desejo
sexual. Embaracada, nao querendo acreditar, pensei em me afastar, pretextando que precisava falar
com alguem. Mas nao havia mais ninguem na academia.So o guarda que me abrira a porta, e ele
estava dois andares abaixo de nos. A mao direita de Karen espalmou carinhosamente meu seio
esquerdo e ela comentou: -Voce nao imagina como eu queria ter peitos grandes como os seus. Nao
havia mais o que fazer. Ou eu a repudiava ou me entregava ao apelo sexual da professora, a
possibilidade de ser feliz com aquela mulher de corpo forte e bem proporcionado,de cabelos curtos
e expressao quase amigavel. Na verdade, desde o primeiro dia de aula, eu me sentira atraida por
ela, mas nunca pensei que pudesse haver algo mais que amizade entre nos duas. Nao pensei mais.
Agarrei os dois peitinhos e disse que os dela, sim, eram bem bonitos. Karen entao os despiu e
deixou que eu os experimentasse na boca, enquanto me acariciava a precheca por cima do colant.
Quando estavamos sendo devoradas pelo fogo da paixao, ela trancou a porta me despiu, me deitou
num tatami e enfiou um de seus peitos no buraco empapado da minha buceta. Ela brincou desse
modo ate que eu gozasse e depois deixou que eu mamasse nela, sentindo o gosto de meu prazer,
que lhe umedecera gosmentamente o mamilo. Desci os labios ate seus grandes labios vaginais e,
obedecendo as instrucoes da professora, chupei e lambi sua buceta, enfiei minha lingua
profundamente dentro dela, mordisquei seu grelo. Karen tambem teve seu orgasmo, semelhante a
um terremoto. Desde esse dia memoravel, temos saido juntas da escola,depois das aulas. Vamos
para seu apartamento e Karen me ensina as sutilezas do amor de duas mulheres. Colocamos nossas
aranhas para se devorarem, com um grelo acariciando o outro, ate que o prazer irrompa e se
manifeste em nossas bucas, em nossos gritos, em nossos gemidos. As vezes, monto em sua coxa
forte e cavalgo ate que meu sexo se liquefax e a deixa molhadinha. Em outras ocasioes, ela me
deita de bunda para cima e esfrega sua xoxota em minhas nadegas e, principalmente, no ossinho
que fica acima do cu. Uma noite, depois de uma dessas farras, cheguei em casa e encontrei Caio ja
na cama, de pica dura. Eu estava de perna bamba, de tanto gozar a boca, os dedos, a xoxota. Entao,
disse que estava com dor de cabeca. Justo eu, que so faltava implorar para que meu maridinho
fizesse o favor de me comer. Karen tambem acha que pinto e uma coisa dispensavel na vida de
uma mulher que busca o prazer total, e provavelmente vou dispensar o Caio e dividir um
apartamento com ela, que me faz mais feliz do que jamais fui.
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A APOSTA (por Marido Corno)
" Em primeiro lugar quero nos apresentar. Somos Fábio maridocorno@starmedia.com e Claudia
cadelinha@usa.net (nomes fictícios) temos 35/32 anos, 1,80/1,67 M, 85/55 Kg, brancos, ambos
com olhos e cabelos castanhos. Ela é de parar o comércio malha todo o dia, peitinhos rijos,
cinturinha, coxões que se fundem com uma bunda maravilhosa e uma barriguinha que mais parece
uma tábua de passar roupa. Ela sempre se veste como se fosse sair de casa para encontrar seu
amante. Langerie finíssima, ínfima e roupas sexy. Sua bucetinha é quase totalmente depilada. Na
zona do agrião até o cuzinho não há pelo algum. Só um tufinho pequenininho acima da rachinha, e
assim mesmo bem aparadinho. Ela diz que como gosta de usar biquíni fio dental que seriam do
tamanho adequado para crianças de 8 anos, sua pombinha não pode Ter quase pelo nenhum. E eu
também gosto pois a ausência de pelos na racha dela faz com que o biquíni se enfie por entre as
suas dobrinhas deixando a mim e a todos doidos de tesão. Ä coisa de 2 anos atrás fui transferido
temporariamente pela minha firma para uma cidade do estado de São Paulo. Era uma cidade com
grande incidência de trabalhadores e uma falta enorme de mulheres. A maioria destes
trabalhadores são solteiros. Lá fui apresentado a um circulo de amizades constituídos em sua
maioria de jovens solteiros de cerca de 27 anos, e dentre eles havia o Eduardo. Desde a primeira
vez que bateu os olhos em Claudia, Eduardo deixou transparecer sua cobiça, mas mantinha a
discrição, pela qual não me incomodava (olhar pode bulir é que não podia). Um dia Ele nos
convidou para um churrasco em seu sítio no Sábado, e como o evento seria mais demorado,
Claudia levou várias mudas de roupa. Ela sente um prazer enorme de provocar a galera e tem bala
para isso. Minha mulher só veste vestidinhos curtinhos super insinuantes que lhe favorecem
bastante, top e chortinhos ínfimos e super apertadinhos e sua langerie é em sua totalidade calcinhas
fio dental e soutien meia taça. O dia transcorreu normalmente em volta da piscina e como Claudia
era a única mulher no meio de mais de dez homens, ela caprichou e pôs seu biquíni fio dental mais
pequeninimho. A galera ficou indócil mas todos respeitaram a mim e a ela. Ao entardecer após a
piscina, minha mulher pôs uma saia de um tecido bem fininho e transparente, bem curtinha e
bastante cheia de pregas e rodada. Junto com ela vestia um top bem folgadinho de um tecido
transparente tipo pele, com um soutien meia taça e uma calcinha fio dental ambos pretos e ínfimos.
O soutien era nitidamente visível e a calcinha se entrevia entre as pregas da saia. Estava um
furacão e o efeito era nítido entre os homens. E eu? Eu apreciava a situação. Gostava e gosto de
exibir minha mulher. Até então ela fora somente minha. Mas... Em todos os eventos que esta turma
patrocinava sempre rolava muita bebida e minha mulher que sempre bebeu moderadamente, neste
dia se excedeu um pouco mais que o normal. Ficou bastante alegre e ousada e começou a atiçar
todo mundo principalmente Eduardo. Eu também não estava em meu juízo perfeito e estava
excitado com as provocações de minha mulher. Fui convidado por Eduardo para jogar uma partida
de poquer , o que sempre acontecia nestes churrascos, e minha mulher veio se sentar junto a mim
para acompanhar a partida. Eu já estava para lá de Marraquesh e minha mulher não estava atrás. A
partida transcorreu normalmente até um ponto em que eu recebi um four a ases e comecei a subir
as apostas a um nível que nunca havíamos chegado Eduardo num gesto definitivo apostou seu
sítio. Eu fiquei paralisado, o sítio valia seguramente mais de 100.000 dólares. Não tinha nada que
fizesse frente a esse valor. Eduardo, Já completamente desinibido pela bebida, num lance de
ousadia, propôs que eu apostasse minha mulher para fazer frente a aposta. Eu já ia recusar quando
minha mulher disse que, caso eu perdesse a aposta, ela seria dele mas eu estaria sempre presente a
acompanhando, a presenciando tudo que acontecesse. Diante disso eu concordei com o trato, e
paguei para ver. Para ver mesmo! Eduardo baixou o jogo. Era um Royal strit flesh, portanto perdi a
aposta. Todos pararam para ver o que Eduardo ia fazer. Eduardo levantou, pegou minha mulher ,
tirou-lhe a blusa, a saia arriou sua calcinha, deitou-a na mesa, despiu-se e foi para junto dela.
Minha mulher ficou apreensiva. O pau dele era seguramente o dobro do meu devia Ter uns 25Cm
tranqüilamente. Ele mandou minha mulher pega-lo e direcionar para sua boceta. O bicho era tão
grosso que minha mulher empalmou o bicho mas não conseguiu encostar os dedos ao polegar. Ela
olhou para mim, arreganhou as pernas, encostou a ponta do pau na sua bucetinha e me pediu para
abrir sua bucetinha e disse com um sorriso maroto no rosto. Aposta é aposta. Eu tive que ir lá e
abrir a bucetinha de minha esposa. Ela em seguida fechou os olhos pois Eduardo começou a forçar
passagem para dentro dela. Eu ali parado na frente de todo mundo presenciando o inicio de uma
foda de minha mulher sem poder fazer nada. Ela agüentou sorrindo toda a manjuba do Eduardo, e
ele entrou até o talo. Eduardo olhou para mim e disse para todo mundo tirar a roupa que a
cadelinha dele ia dar para todo mundo no sítio. Eu diante dos olhares de gozação de todos tirei
minha roupa também pois já estava de pau duro. Eduardo socou freneticamente o pau dele na
bucetinha de Claudia e gozou abundantemente. Uma fila já havia se formado para, depois dele,
todos comerem minha mulher. E assim foi um por um todos fincaram a geba na boceta dela.
Começaram a chama-la de cadela, de puta, e ela estava adorando. Olhava para mim e perguntava:
Está gostando meu corninho? Eduardo foi chamar os empregados do sítio e entre eles havia um
crioulo que tinha um pau descomunal. Era pouco maior que o pau de Eduardo mas a grossura era
sensivelmente maior o crioulo se posicionou entre as pernas de minha mulher e perguntou para
mim se minha putinha tinha uma boceta apertadinha. Eu respondi que sim. Ele perguntou para ela
se ia agüentar o pau dele, e ela respondeu que agüentaria sim e o mas que fosse, que nunca tinha
tido a oportunidade de foder com um preto (uma fantasia antiga dela), e ele seria o primeiro. Ele
olhou para mim e disse-me sorrindo que nem ela nem eu íamos esquecer mais ele que toda a vez
que eu fosse foder minha mulher a boceta folgada dela ia me fazer lembrar que ela havia trepado
com ele. E então ele começou a entrar lentamente em Claudia. Ela urrava e gozava a cada
centímetro que aquela vara ganhava dentro de sua já não tão delicada bucetinha. Em todos os
momentos que se seguiram até então Claudia sempre se preocupava em olhar para mim e dar um
sorrisinho bem cafajeste ela trepava com uma cara de cadela mesmo, num misto de excitação e
nojinho, cara que toda puta faz na hora de dar a boceta. Quando o crioulo gozou ele saiu de dentro
de minha mulher e mandou eu comer minha cadela, para ver como ela tinha mudado. Ele disse que
depois dele ela jamais ficaria satisfeita com a linguicinha que eu tinha. Que eu poderia fode-la a
vontade que a partir deste dia ela sempre procuraria uma mega-rola para foder.. Eu meti meu pau
nela e percebi que minha apertadinha mulher de apertadinha não tinha mais nada. Ela estava
irremediavelmente arrombada. Meu pau nadou folgado naquele mar de porra e sempre que eu
comesse ela ambos lembraríamos do negro que arregaçou a boceta dela. Então eu tratei de cravar
meu pau no cuzinho dela. Ela, como sempre faz quando eu como o cu dela, começou a me xingar.
Ela além de todos os palavrões que costumava a dizer nestas ocasiões começou a me xingar de
corno filho da puta, que eu me acostumasse pôs dali em diante ela não era mais só minha que faria
todas as vontades do Eduardo, e eu que ficasse quieto pois aquilo era culpa minha. Propuseram
que ela sentasse na rola do Eduardo que estava deitado de pau para cima, e ela prontamente
atendeu os pedidos e se sentou naquela vara enorme. Enquanto ela cavalgava o crioulo veio por
trás. Ela entendeu o que o crioulo queria, se curvou para a frente e o negro começou a enfiar sua
geba no cú dela. Claudia se contorcia e olhava para mim e dizia baixinho: Tá gostando meu
corninho? Eu acenava com a cabeça que sim e ela ficava satisfeita e tranqüila. E assim um por um
todos comeram o cú de Claudia terminando por Eduardo. É claro que dormimos lá. E em vários
momentos da noite eu acordava com a cama sacudindo. Era alguém fodendo a boceta ou o cú de
minha mulher. Eu virava para o lado e continuava dormindo certo de que ela nunca mais seria
exclusividade minha. E no dia seguinte tudo se repetiu. Ela permaneceu o dia inteiro totalmente
nua hora dando para um hora fodendo com outro ou outros. Eu também a fodi pois ela estava no
máximo do seu tesão. Quando fomos embora do sítio nos deram uma fita com tudo que tinham
feito com minha mulher. Era apenas uma das várias cópias que eles tinham feito para reviver os
acontecimentos do fim de semana. Eduardo manteve sua propriedade (minha mulher) morando
comigo por pura conveniência mas avisou que ela esperasse por ele ou qualquer amigo dele a
qualquer hora e que ela os aguardasse pronta. Desde este dia minha mulher, quando está em casa,
veste somente uma ínfima calcinha fio dental e mais nada. Cansei de chegar em casa e vê-la
fodendo com um ou mais homens. A coisa de um ano voltamos para nossa cidade, mas ela já
arrumou alguns homens de pica colossal para saciar o sangue de cadela que injetaram nela naquele
dia. Outros nem precisam de ter pica tão grande assim, pois o que a deixa com tesão mesmo é que
eu veja ou tome ciência de suas fodas (ela me conta tudo). E eu não posso fazer nada. Pois afinal,
Eu quis ganhar um sítio e acabei ganhando uma cadela, que me deixa hiper tezudo. Os cornios
doeram mas eu já acostumei e até gosto. E ela continua colecionando picas pelo menos umas dez à
quinze diferentes por semana. E assim nós vivemos e somos felizes. Se algum casal tem vontade
de transformar sua vida na maravilha que se transformou a minha eu tenho condições de prestar
qualquer esclarecimento e até apresentar alguns dos homens que comem a minha mulher ou eu
mesmo posso (com discrição pois minha mulher não pode saber. Ela morre de ciúmes de mim.).
Outros que queiram adquirir senha para entrar na fila para foder a bocetinha arrombada da minha
mulher, escrevam para mim via E-Mail.
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1ª CLASSE
" Eu finalmente tinha chegado lá. Anos de trabalho duro construindo meu nome no meio da
publicidade finalmente haviam sido recompensados. Eu era o diretor mais novo de toda a história
da companhia. Junte a isso uma mudança de New York para Los Angeles como um profissional
bem sucedido e otimamente remunerado e é fácil de entender porque tudo ia muito bem na minha
vida. Cada dia parecia com um novo dia no paraíso. Clima lindo, transporte de helicóptero da
minha casa em Newport Beach para o escritório em LA, título dos melhores clubes de tênis e de
golfe... perfeito. E as mulheres. Nenhum lugar dos USA tem mulheres tão fantásticas como o sul
da Califórnia. Sempre em grande forma... e com grandes formas! Bronzeadas, cabeça aberta e
sempre prontas pra diversão. Meus primeiros meses foram repletos com as responsabilidades da
minha nova função, mas o tempo passou e eu passei a sentir necessidade de um relacionamento
mais profundo que os casos superficiais que estava tendo. Então eu encontrei Lynn. Linda,
maravilhosa, inteligente, super doidinha. Eu estava em um vôo retornando de uma reunião em
Atlanta. De alguma maneira acabei tendo que trocar de avião em Dallas e tinha duas horas pra
gastar. Dei uma olhada no Admirals Club, achei um lugar e um cinzeiro e fiz algumas ligações.
Enquanto eu fumava e observava a multidão uma morena estonteante entrou no bar. Ela tinha mais
de 1,70m e vestia um taiuller branco de linho (sem blusa por debaixo do casaco), com a saia uns
15cm acima do joelho. Suas pernas pareciam perfeitas sobre os saltos que lhe adicionavam pelo
menos mais uns 7cm em altura. Olhos verdes, lábios carnudos e características italianas que com
certeza lhe asseguraram um lugar em minha galeria de "Gatas que eu comeria sem pensar mais de
um segundo". Ela rapidamente olhou pelo bar e viu que o único telefone que não estava sendo
utilizado é o que eu havia acabado de desligar. Ela atravessou a multidão e se sentou no banco ao
lado do meu. Sorriu e me perguntou se eu ainda estava utilizando o telefone e sem esperar por
minha resposta começou a discar. Eu a escutei dizendo a alguém que ela acabou conseguindo
apenas um vôo mais tarde e que só chegaria em Laguna Beach de noitinha. Somando dois mais
dois adivinhei que ela e eu estaríamos no mesmo avião. O resto do seu papo ficou centrado no seu
trabalho. Seu perfume chegou até mim e me cercou: Poison. Nada me deixa mais louco. Depois de
desligar ela me agradeceu e disse que esteve fora por 2 semanas e que a sua empresa parecia estar
uma confusão sem ela por perto. Eu disse que ela devia se considerar uma sortuda pois acontecia o
mesmo em todos os lugares mas nem todos resistiam duas semanas. Continuamos a conversar e
descobrimos muitas coisas em comum incluindo o fato de que iríamos no mesmo vôo. Naquela
hora eu posso lembrar como ela me atraiu e como eu pensava que aquilo poderia se tornar mais do
que um simples caso. Eu tinha a sensação que ela pensava o mesmo. Saímos do bar e tentamos
trocar os assentos para nos sentarmos próximos um do outro, mas todos os lugares da 1a classe já
estavam ocupados. A atendente sugeriu que tentássemos trocar de lugar no avião mesmo.
Enquanto embarcávamos notei que todos os homens e mulheres a encaravam quando passávamos.
Ela se portava como alguém que tem extrema segurança com tudo no mundo. Foi fácil trocar de
lugar no avião embora tivéssemos que ficar nos primeiros lugares. Até aquele momento eu
considerava aqueles como só piores lugares nos MD80, mas rapidamente mudei de opinião. Lynn
teve que se abaixar um pouco para chegar no seu assento sem bater a cabeça no bagageiro. Quando
ela fez isso seu paletó se afastou e me permitiu ver seus seios perfeitos apertados pelo tecido
delicado de seu sutiã. Antes dela sentar ela me olhou e viu a direção que eu encarava, me pegando
no ato. Apesar dela sorrir, senti que havia perdido um ponto por revelar as minhas segundas
intenções. As aeromoças nos serviram bebidas antes da decolagem e deram todas aquelas
instruções de emergência. A aeromoça que atendia a primeira classe era uma loira na casa dos 30.
Bem como dizia o slogan, ela adorava voar e mostrava isso. Mais de uma vez eu a espiei enquanto
ela se curvava para servir os passageiros. Ela era quase tão gostosa quanto minha acompanhante.
Pouco depois, já estávamos a caminho. Lynn e eu continuamos a conversar e a rir e eu sempre
dava umas olhadas nas suas pernas cruzadas, quando não estava hipnotizado pela beleza de seu
rosto. Nosso papo começou a ficar mais íntimo depois de um tempo e passar a conversar sobre
nossos romances e perdas ao longo dos anos. Espantoso que Lynn tivesse ficado tão focada na sua
carreira nos anos anteriores. Por isso era tão descompromissada quanto eu. As coisas iam bem.
Depois de servir a janta e recolher as bandejas as luzes foram diminuídas para o restante do vôo
até Orange County. Foi então que a Lynn se levantou para ir a toilette e me deu outra maravilhosa
visão de seus seios perfeitos. Dessa vez, como eu estava sentado, tive mais tempo para observá-la
enquanto passava por mim. Quando ela voltou eu tive a mesma visão, tão demorada quanto e
sentindo uma dose do seu perfume. Quando ela se sentou ela tinha um leve sorriso na face. "Você
ainda não viu o suficiente de mim?", perguntou timidamente. "Nem de perto!", foi minha resposta
imediata. Lynn me falou que embora ela evitasse homens em aeroportos e aviões como a uma
praga, ela estava se divertindo comigo. Eu não sei o que me aconteceu, mas me aproximei e a
beijei. O que recebi em troca foi o contato dos lábios mais sensuais e macios e sua língua quente.
"Eu estava esperando por isso desde que entrei no avião", ela me confessou. "Fiquei com muito
tesão quando com você olhando meus peitos. Eu queria puxar o seu rosto para eles. Durante todo o
jantar eu te olhei e ficava imaginando meus biquinhos na sua boca... Quando me levantei pra ir no
banheiro foi só pra te dar outra chance de me ver. Eu quase gozei antes de chegar no corredor..."
Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Ela estava quase gemendo estas palavras em meu
ouvido. Antes de continuar, ela beijou minha orelha e lentamente passou a língua por dentro dela.
"Eu sempre tive fantasias sobre me expor para estranhos, mas eu nunca tinha tido coragem. Vendo
você me olhar me deu um negócio e eu queria fazer mais. Eu trouxe um presente pra você do
banheiro." Olhei pra ver o que ela tinha colocado no meu colo e vi uma calcinha com rendas que
combinavam perfeitamente com o sutiã que ela estava usando. Ela era bem cavada e só de pensar
no tecido desaparecendo no meio da bundinha dela fez o meu pau ficar mais duro do que nunca.
Peguei a peça e senti que o forro estava ensopado. Olhei para as cadeiras à direita e vi que o cara
na outra janela tinha visto o que estava no meu colo. A pessoa ao lado dele estava dormindo. Beijei
Lynn de novo. "O cara do outro lado viu que você pôs a sua calcinha no meu colo. O que você
acha que ele vai fazer quando eu a colocar no meu rosto? Ele sabe que você está nua por debaixo
da saia. Talvez eu devesse dar essa calcinha pra ele guardar como uma lembrança da mulher
maravilhosa que estava pelada no avião." Lynn estremeceu um pouco na cadeira. Seu jeito me
mostrou que ela estava ficando ainda com mais tesão com as coisas que eu estava falando. Eu me
virei de frente para ela e peguei a calcinha, trazendo-a próximo ao meu rosto e sentindo o aroma
do seu perfume e da sua bucetinha. Enquanto ela me olhava eu lambi na parte molhada. Ainda com
seus sucos em minha boca a beijei mais uma vez. Ela sugou selvagemente minha língua e gemeu
em minha boca. Quando interrompemos nosso beijo coloquei a calcinha em sua boca. Ela chupou
e pôs uma de suas mãos por dentro do casaco. A cena dessa gata linda e sensual chupando sua
própria lingerie e tocando seu seio por sobre o sutiã, com centenas de pessoas atrás de nós dentro
do avião, era incrivelmente excitante. Eu tirei a calcinha da sua boca e a beijei de novo, desta vez
colocando minha mão nos seus seios como ela estava fazendo. Enquanto eu a beijava, perguntei se
pensar que outras pessoas tinham visto sua calcinha a deixavam com tesão. Falei que o cara do
outro lado ainda estava observando e que tinha visto ela chupando a calcinha e brincando com os
peitinhos. "Eu me sinto uma piranha. E estou adorando. Sentada aqui sem calcinha, provando meu
próprio gosto nela, chupando sua língua enquanto o cara nos olha... eu nunca fiquei com tesão em
toda a minha vida." "Eu quero te deixar louca, Lynn. Eu quero que esse seja o início do
relacionamento mais erótico e satisfatório que nós dois já tenhamos tido, tá certo?" Tudo que ela
podia fazer era me olhar com os olhos entorpecidos de luxúria e confirmar com a cabeça que seu
desejo era exatamente o mesmo. Peguei a calcinha dela e joguei no corredor. Lynn engasgou
sabendo que certamente alguém a veria lá. Nesse momento a sensual aeromoça saiu da cabine. De
canto de olho eu a vi parar e olhar para a peça incomum que encontrara no chão. Me virei como se
fosse pedir um drink. Fingi surpresa quando a vi encarando a roupa íntima e me fiz de sem graça
quando ela perguntou se eu sabia de onde aquilo tinha saído. Falei que tínhamos ficado um pouco
desatentos e com muito tesão para perceber onde nossa roupa estava. Ela não entrou no meu jogo,
ao contrário começou um dela mesmo. Ela pegou a calcinha e se curvou sobre Lynn e eu. "Esta
roupa é sua, Ms Longanezi?" (ela aprendeu nosso nomes quando conseguiu o lugar para a gente)
"Não tem problema se ela for porque francamente minha bucetinha fica muito quente também
quando eu estou no avião. Eu estou indo lá para a frente agora para tirar a minha também, você
não gostaria de me ajudar? Você não tem que responder agora, apenas apareça lá e feche as
cortinas se você estiver interessada. Assim, ela trouxe a calcinha até perto do seu nariz e respirou
profundamente. "Eu vou guardar essa aqui pra mim. Adoro o seu perfume. Será que o gosto é tão
bom assim?" Enquanto ela se afastava, Lynn começou a gozar. Eu podia dizer pelo seu olhar que a
aeromoça tinha colocado mais lenha na fogueira. Quando a primeira onda de orgasmos se
aproximou, eu coloquei a minha mão por debaixo da sua saia. Podia sentir as tiras da cinta liga
enquanto enfiava a mão até alcançar sua bucetinha. Estava encharcada. Ela levantou a bundinha
para ir de encontro a minha mão e puxar a saia até a cintura. Agora qualquer um que olhasse
poderia vê-la, com a cabeça jogada para trás e com uma mão tapando a boca para evitar que todos
a escutassem gozando. Quando minhas mãos encontraram seu sexo para minha surpresa não
haviam pelos. Completamente depilada, sua buceta estava perfeitamente moldada em meio à cinta-
liga e o elástico da sua meia-calça branca. Com dois dedos da minha mão direita enterrados em sua
buceta, eu usava meu polegar para alisar seu clitóris. Assim que um clímax acabava, um outro se
iniciava, até que um tremor violento ela gozou de novo e não podia mais. "Eu tenho que sentir seu
pau dentro de mim!", ela gemeu. Respondi que ela iria, na hora certa. Mais uma vez a lembrei do
cavalheiro do outro lado e como ele tinha visto tudo. "Eu quero que ele veja onde minha mão
estava e como sua buceta é bonita." Lynn deslizou pela cadeira té o chão e se ajoelhou de frente
para o outro lado do avião. Lentamente afastou as pernas até que tocassem no assento do lado
direito e no anteparo do lado esquerdo. Como estava escuro era difícil ver com clareza. "Você
gostaria que acendesse as luzes de leitura para que ele possa ver melhor?", perguntei para ela.
"Acende, deixa ele ver minha buceta!" ela sussurrou. Liguei as 3 luzes e fiquei embasbacado com
a cena diante de mim. A bucetinha depilada de Lynn reluzia maravilhosamente sob as luzes.
Enquanto nós olhávamos ela enfiou parcialmente 3 dedos na sua racha. Apoiada na parede lateral
ela começou a acariciar metendo os dedos cada vez mais fundo, parando para acrescentar mais um
quarto dedo e por fim o polegar. Enfiando praticamente a mão inteira ela tirava, lambia seus
líquidos e metia de novo. Encarando o homem que a observava ela tirou a mão e voltou usando
somente dois dedos. O que veio em seguida levou o pobre senhor à loucura: Lynn enfiou os outros
dois dedos no reguinho. Lentamente eles foram introduzidos até que os quatro dedos estavam
enfiados ao limite dentro da sua vulva e seu cuzinho. Enquanto ela se masturbava o cara gemeu e
deve ter gozado nas calças. Lynn se levantou e voltou para o assento. Beijando-a profundamente
eu desabotoei seu paletó para revelar seu sutiã a quem quisesse ou fosse sortudo o suficiente para
olhar. A peguei pela mão e levantei. Ela não fez nada para tentar se cobrir enquanto me seguia pelo
corredor até a galeria na frente. De pé na entrada estava nossa aeromoça preferida. "Vieram me
ajudar?", ela perguntou. Ela passou por nós em direção ao interfone. "Vou estar ocupada aqui na
galeria por um instante. Vê se você me cobre para eu não ser interrompida, tá? Obrigado benzinho,
você sabe que eu vou cuidar bem de você hoje à noite. Claro que eu vou contar tudinho em
detalhes pra você. Obrigado." Então ela voltou e fechou a cortina atrás de si. Ela estava vestindo
um uniforme que ia abaixo dos joelhos e era abotoado em toda a frente. Um cinto largo na cintura
acentuava suas formas, deixando o vestido bem justo apertando os peitos e revelando a curva do
seu traseiro perfeito. A etiqueta no vestido dizia que seu nome era Bev. Apontando para o armário,
sorrindo, ela disse: "Chá, café ou eu? Pensei que vocês dois iriam recusar minha oferta." Ela tirou
a calcinha de Lynn do bolso e a aproximou do rosto. "Eu levei comigo pro banheiro e coloquei no
meu rosto. Seu cheiro é maravilhoso. Espero que você goste do meu também." Com isso ela
começou a desabotoar o vestido da barra, a todo instante encarando Lynn nos olhos. Lynn por sua
vez não conseguia desviar os olhos da cena à sua frente. Ela se apoiou em mim e começou a tocar
seus mamilos por sobre o sutiã. Eu peguei o vestido dela e levantei até a cintura. Enquanto uma
mão abria minha calça, a outra foi sentir a bucetinha quente e lisa de Lynn. Bev desabotoou todo o
vestido e o deixou cair por suas coxas deslumbrantes. Virou de costas para nós e levantou o
vestido, que ainda estava preso pelo cinto, se curvando e empinando seu traseiro. Podíamos ver
por sob a meia-calça uma calcinha preta de renda enfiada bem fundo no reguinho. Bev se apoiou
no armário e olhou para trás por sobre o ombro. "Desce minha meia até o joelho, querida", ela
disse a Lynn. Quando a Lynn se abaixou para fazer o que ela mandava eu empurrei meu cacete de
encontro a abertura da sua buceta. Mexendo apenas a cabecinha num entra e sai lento eu a observei
tirando a meia de Bev. "Eu quero que você beije meu cuzinho. Lambe minha bunda enquanto ele
te fode", sugeriu Bev. Lynn estava empurrando seu corpo para trás em direção ao meu pau e
lambendo as nádegas de Bev. A aeromoça pegou minha garota pelo cabelo e enfiou o rosto dela
bem na racha do seu rabo. "Tira minha calcinha e lambe meu cuzinho", comandou Bev. Enquanto
a Lynn atendia ao comando eu deslizei toda minha extensão dentro dela. Ela não conseguiu se
controlar e enterrou sua cara na bundinha fantástica de Bev. Lynn jogava o corpo para trás de
encontro a minhas metidas e enquanto chupava o anelzinho de Bev. O tempo todo Bev ficava
gemendo como era bom sentir a língua de uma mulher tão bonita banhando seu buraquinho. Bev
se curvou um pouco mais sobre o armário e com as pernas bem abertas afastou as nádegas com as
duas mãos. Lynn saiu do meu pau e se pôs de joelhos. Virando seu rosto para mim, se curvou para
trás e começou a lamber a buceta de Bev por baixo. Que cena! Duas mulheres lindíssimas, uma de
joelhos com dois dedos de sua mão enfiados na racha da outra enquanto a lambia, a outra de costas
com a calcinha e a maia-calça nos tornozelos, segurando o vestido acima da cintura. Inacreditável.
Logo Lynn acrescentou mais pimenta ao quadro. O rabo de Bev estava brilhando com a saliva
dela. Usando um pouco dos sucos da vagina de Bev e a umidade das suas lambidas, Lynn começou
a meter outros dois dedos no cuzinho da loira. Bev ficou tão excitada que começou a lamber seu
próprio braço. Era como se ela estivesse sonhando que aquilo fosse um caralho implorando por sua
atenção. Eu me posicionei de modo que a Lynn pudesse chupar meu pau enquanto acariciava a
Bev. Ela me engoliu inteiro na primeira enfiada e então deixou ele sair lentamente enquanto o
banhava com sua língua felina. As sensações me deixavam louco. Enquanto procurava nos
satisfazer aos dois, Lynn formava uma das cenas mais bonitas que já vi. Ela mantinha o mesmo
visual clássico mas adicionada de uma dimensão de sexualidade desenfreada. Lynn tirou meu pau
da sua boca e ficou de pé. Se curvou pra frente e pingou um pouco mais de saliva no buraquinho
de Bev. Enfiou novamente seus dedos até o fundo, alargando ainda mais o anel de Bev. "Come o
cuzinho dela, deixa ela sentir seu pau duro no rabo dela." Lynn puxou Bev do armário e a beijou
profundamente. Quando pararam de se beijar, ela curvou Bev até ela ficar com as mãos no chão.
Lynn passou por cima das costas dela, deu uma última lambida no meu cacete e o colocou na
entrada do cuzinho dela. Quando a ponta do meu pau começou a forçar a abertura, Lynn empurrou
seu quadril contra as costas de Bev, fazendo meu membro entrar em um único movimento rápido e
doloroso. "Agora fode ela com força. Come esse cuzinho! "Eu pensei que eu iria partir a Bev no
meio, mas o jeito que ela estava jogando seu corpo contra meu pau me diziam o contrário. Na
posição que a Lynn tinha deixado Bev era fácil meter com força. Ela mal conseguia se equilibrar
nos seus saltos altos e o fato de suas mãos estarem próximas a seus pés a deixavam de um jeito
perfeito para fazer seu corpo ir e voltar sobre a minha vara. Lynn tinha levantado a saia de novo e
estava tocando sua bucetinha depilada. "Goza pra mim, baby. Eu quero que você encha o cuzinho
dela com sua porra." Aquilo era o máximo que eu podia agüentar. Meti meu cacete bem fundo no
cuzinho dela e me aliviei. Parecia como a gozada mais longa de toda a minha vida. Quando meu
pau amoleceu eu tirei do rabinho da Bev. A Lynn logo se ajoelhou e mantendo uma mão na entrada
do cuzinho da Bev lambeu meu pinto até ele ficar limpo. Virando a cabeça, pôs sua boca no
cuzinho da loira. Bev se levantou um pouco e se contorceu ao toque da língua, certamente enfiada
uma vez mais no seu no anel da aeromoça. Lynn se levantou e puxou Bev para cima também.
Curvou a cabeça dela para trás e se virou para beijá-la. Quando a boca de Bev se abriu ao invés de
beijá-la Lynn abriu sua boca e deixou a porra que ela chupou do cuzinho escorrer da sua língua.
Bev puxou seu vestido para o lado e passou a se masturbar, obviamente enlouquecida pelo ato
lascivo de Lynn. Bev a puxou para si e lambeu o resto da minha porra da língua de Lynn. O clima
foi quebrado quando o fone tocou. Bev respondeu e então falou nos microfone: "Senhores
passageiros, o capitão ligou o assento de apertar cintos para nossa descida a Orange County. Por
favor chequem se seus cintos..." Terminou assim: "Gostaríamos agradecer esta oportunidade de
voarem conosco e esperamos que na sua próxima viagem mantenham a preferência." Vendo a Bev
fazendo este anúncio enquanto uma gota da minha porra pingava do cuzinho dela e caia sobre a
sua meia, sabendo que seu rabinho estava preenchido pelo meu leite e que o resto estava cobrindo
sua garganta, era praticamente uma garantia de que no que dependesse de mim eu nunca mais
voaria por outra companhia aérea. Com seu casaco ainda desabotoado, Lynn me pegou pela mão e
me levou de volta para nosso lugares. "Minha limousine vai estar no terminal. Vamos dar os nosso
tiquetes de bagagem para o motorista e ir direto para o carro, ok?" Sorri para Lynn e disse que
onde quer que ela fosse, eu estaria logo atrás.
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Ensinando Um Menino Bem Mais Novo

Eu tenho 24 anos sou loira, 1m72, 63kg e modéstia à parte sou bem gostosa.Tenho seus grandes,
minha bunda não é arrebitada mas é bem firme por causa da malhação. Sou do interior do RS e
moro sozinha em Porto Alegre, onde estudo. Tenho um vizinho no mesmo andar que tem 16anos, e
sou bem amiga dele e da família. Ele tem namoradinha, e vive me pedindo conselhos. Às vezes,
quando estou em casa no fim de semana, os pais dele pedem para eu ficar cuidando do Rui e da
namorada. Na semana retrasada, ele veio ao meu apartamento contar que está indo fazer um
intercâmbio nos Estados Unidos. Ele estava bem chateado, e estava pensando em não ir por causa
da namorada. Falei para ele que essa não era a solução, e ele não poderia perder uma chance como
essa. No sábado à tarde, eu estava sem ter o que fazer e entrei na Internet. Depois de um tempo
achei esse site e fui ficando bem excitada. Ainda mais porque eu não transava há 4 meses desde
que terminei meu namoro! Nisso toca a campanhia de casa e era a vizinha pedindo para eu dar
uma olhada no Rui, porque a namorada dele ia passar por lá e eles iam viajar. Falei que não havia
problema, mas pensei - vou empatar outra vez. tadinhos! Fiz um bolo e enquanto ele esfriava,
voltei para o computador. Há essa hora eu não agüentava mais de tesão. Me contive, desliguei o
computador e fui dar uma olhadinha no que eles estavam fazendo. Peguei o bolo e um refrigerante
e entrei na casa dele. Não tinha ninguém nas salas, e pensei. quer ver que os dois estão quarto.
Quando cheguei na porta me assustei. O Rui estava deitado na cama se masturbando. Ele tem
1m80, é magro, mas tem uma ferramenta daquelas. Encostei-me na parede, respirei fundo e saí
levando o bolo junto para não deixar vestígios. Em casa eu viajava pensando no meu vizinho
gatinho se masturbando. Eu que já estava a perigo, agora que não me agüentava. Fui tomar um
banho e me masturbei. Isso me causou um alívio temporário, mas o tesão continuava. A campanhia
tocou e era ele. Disse que ia alugar um dvd e que a namorada não ia poder vir. Falei que tudo bem,
e que a gente podia assistir na minha casa. Assistimos ao filme, conversamos, jantamos e eu cada
vez mais excitada, mas meu pudor não deixava eu fazer nada. Até que ele falou que era tarde e ia
para casa dormir. Tomei a iniciativa e falei: dorme aqui. Ele se assustou, mas aceitou na hora.
Coloquei um top que deixava boa parte dos meus seios a mostra e uma calcinha amarela do tipo
asa delta. Ele ficou só de cueca e vi o volume ir aumentando. Comecei a falar de namorados, fui
contando coisas picantes. Perguntei o que ele fazia com a namorada, e ele disse que ela nunca
deixou ele fazer nada e que era virgem. Perguntei se ele já havia visto uma mulher nua e ele falou
só na Playboy. Eu sorri e falei.. como hoje à tarde na sua cama. Ele riu, e falei tira minha roupa
então. O menino tremia. Falei no ouvido dele: vou te ensinar coisas bem gostosas. Tirei a cueca
dele e falei para ele deitar. Vim por cima dele e o beijei carinhosamente e pedi para ele bolinar
meus seios.. mostrando com a mão como fazer.
Empurrei a cabeça dele para baixo, e ele começou a chupar meus seios, bem do jeito que eu gosto..
passando a ponta da língua nos mamilos e dando beijos gulosos. Eu já estava me acabando de
tesão, ensinando aquele menino de como fazer as coisas. Ele foi descendo e me chupou, como
poucas vezes fui chupada. Foi muito gostoso, ele começou pelos pequenos lábios e depois pelos
grandes lábios. Tocava levemente o clitóris e parava. Em pouco tempo eu estava gozando. Puxei
ele para cima e falei: agora me come gostoso. Ah todo aquele tempo sem um pau. Eu queria mais
era foder. Ele meio desajeitado enfiou tudo de uma vez. E com todo aquele fogo de garoto gozou
rápido, mas não perdeu a ereção. Depois de varias vezes naquela noite eu estava cansando, foi
engraçado, ele estava acabando comigo. Pedi para irmos tomar banho. Dei um banho bem gostoso
nele, e cai de boca naquele pau outra vez. Eu estava com vontade de trepar outra vez! Virei-me de
costas, e me apoiei na parede e falei vem me comer. Ele apontou o pinto para minha bucetinha e eu
disse: nesse buraco não. Nesse momento vi que o tesão dele foi tao grande que o pau ficou ainda
maior. Com pau bem ensaboado ele encostou no buraquinho do meu rabo. Como doeu, pensei em
desistir mas depois que a cabeça entrou ele foi metendo e comecei a adorar.
Que fogo! Meia hora depois ele ainda estava me comendo. Eu ja tinha gozado e estava mole. Me
virei e nos beijamos. Fomos para a cama exaustos, e naquela madrugada acordei algumas vezes
com ele querendo me comer. O que eu nao neguei. Uma semana depois ele viajou. Daqui a seis
meses ele volta do intercâmbio e eu vou estar na porta ao lado esperando por meu gatinho
insaciável.
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Delírio
Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
- Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
- Mais abaixo, meu bem! - num frenesi.
No seu ventre pousei a minha boca,
- Mais abaixo, meu bem! - disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci....
Olavo Bilac
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Usada e abusada por meu macho

Tenho 20 anos, sou morena jambo, cabelos e olhos castanhos escuros e 1,67 de altura; meu amado
tem 30 anos, cabelos e olhos castanhos escuros, moreno claro, 1,73 de altura e peito peludo. Nos
conhecemos pela internet e nos correspondemos sem nunca termos visto um ao outro durante seis
meses aproximadamente. Mas finalmente o grande dia havia chegado. Estávamos sozinhos e
cheios de tesão dentro de um quarto de "hotel". Fomos para o chuveiro. Lá nos beijávamos e
acariciávamos o tempo todo. Ele me virou do costas, beijava minha nuca, dava mordidinhas, me
chamava de puta, piranha;
recebia tapas na bunda e adorava. Ia ao delírio. Ele abaixou-se e beijou minha bunda, logo em
seguida passou a língua em meu rego, o que me fez delirar de prazer. Pegava em meus peitos e
chupava-os com vontade, dava mordidas e os apertava com certa força, me fazendo gemer e muito.
Estava louca de vontade de chupar o pau dele que a toda hora encostava em mim e eu fazia de tudo
para tocá-lo. Abaixei-me e fiquei cara a cara com o meu objeto de desejo e não mais resistindo
comecei a chupar com toda a vontade que havia guardado por meses. Engolia tudo, tirava, chupava
com certa rapidez,
beijava apenas a cabeça, lambia tudo, passava a língua em volta e deixei que ele fodesse minha
boquinha. Por estar já há algum tempo sem ter um cacete a minha disposição, a ansiedade por
aquilo tudo me deixava arrepiada, aumentando ainda mais o meu tesão. Queria chupar o máximo
que pudesse, colocá-lo todo em minha, senti-lo todo dentro de minha boca. A sensação era ótima!
Ter aquele cacete duro enchendo minha boca, indo até a garganta, me deixando com a boca toda
tomada por aquele pau que eu tanto esperei. Tudo isso sempre estimulada por ele, meu macho, me
chamando de puta, vagabunda, dizendo que eu era boqueteira e tudo mais. Sempre disse a ele para
que fizesse isso comigo, mas não imaginava o quanto ficaria excitada com ele me dizendo essas
coisas. Chupei até ele gozar em minha boca e engoli tudo; toda aquela porra quentinha e gostosa.
Estava com tanta vontade de porra que até me engasguei. Mas não deixei escapar nada. Após este
banho maravilhoso, ele me enxugou, sempre me beijando e fomos para a cama, e nela
continuavam as
carícias e as chupadas. Me chamava de piranha e dava tapas em mim pedindo pra que eu o
chupasse da forma que ele quisesse e eu adorava pois estava em minha boca aquilo que tinha
esperado por tempo. Mandou que me deitasse e
começou a penetrar a minha buceta, ainda virgem, com os dedos. Ele colocava e tirava com força;
dois, três dedos... sentia uma mistura de dor e tesão. Na verdade, nem sabia direito o que estava
sentindo, mas não queria que ele parasse. Doía mas era bom. Estava mais molhada do que nunca.
Em certo momento disse que não agüentava mais e pedi que ele parasse, mas foi inútil. Ele
penetrou também o meu cuzinho com os dedos! Colocou três dedos dentro de meu cu e a outra
mão, por inteiro, em minha buceta. Me sentia aberta, arreganhada, mas mesmo assim sentia muito
tesão. Em certas horas, em que ele mexia dentro de mim com força, me faltava o ar mas a sensação
era ótima. Eu gemia, pedia pra ele ir devagar e ele me dizia que eu era a sua puta, a sua piranha e
era assim que estava me tratando. Disse para que eu me tocasse,
fizesse uma siririca, mas não conseguia nem me mover direito. Sabia que tinha que atender aos
desejos do meu macho e assim o fiz, meio sem jeito, pois mesmo estando super molhada e com o
tesão a mil, a dor também era bem grande. Mesmo sentindo dor por estar sendo invadida daquele
jeito, eu sentia que iria gozar... na verdade, não sei bem o que acontecia, todas as sensações eram
boas, mesmo a dor sendo quase que constante, parecia que ia gozar a todo tempo: qdo ele me
tocava, qdo eu me tocava, qdo ele estava com a mão toda em minha buceta, fazendo movimentos
fortes e intensos, ou qdo ele tinha enfiado os dedos nos meu dois buracos ao mesmo tempo. Ele
mandou ficar de quatro e colocou novamente a sua mão toda em minha buceta, que à esta altura já
estava bem maior do que ela era de início, e continuou colocando no meu cu os dedos, mandando
que eu continuasse a siririca. Eu estava exausta, e já não suportava nem ficar mais naquela
posição... caí de bruços na cama. Ele me disse que queria que eu gozasse, mas eu não tinha mais
forças pra nada. A dor e o tesão se misturavam, minhas pernas estavam meladas, eu estava
totalmente acabada, quase chorei, mas não conseguia nem chorar, pois no fundo estava contente.
Nunca pensei que fosse capaz de suportar algo desse jeito, fiquei surpresa comigo mesma. Ele me
beijou, tomamos banho novamente, mas desta vez apenas trocando carícias e logo depois voltamos
pra cama, onde ficamos nos acariciando e nos beijando. Estava exausta e feliz, nos braços do meu
amor.
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Comendo uma Menina Virgem
Me chamo Bruno, tenho 20 anos, sou moreno claro, 1,68m, 60 Kg, cabelos e olhos castanhos
escuros e sou de Salvador. Tudo aconteceu em dezembro de 2001 no auge de meus 19 anos, lá
estava eu chegando em casa quando encontrei uma menina perto de minha casa, ela mais parecia
uma fada, olhos azuis, cabelos loiros, com os peitinhos durinhos e uma bundinha que enlouquecia
qualquer homem, perguntei a ela se estava perdida ela respondeu que estava na casa de sua tia, que
por sinal era minha vizinha, conversa vai, conversa vem, fiquei sabendo que se chamava Kelly,
tinha apenas 17 anos, e era de uma cidade do interior. Convidei-a para conhecer o bairro e
imediatamente ela recusou parecia temer os minhas pretensões, para minha sorte sua tia apareceu e
falou que era uma boa idéia ela passear comigo, meio desconfiada ela foi e conversamos muito,
resistir e não tentei nada por consideração a minha vizinha, quando retornamos e entreguei-a em
casa, ela me pediu para passar lá a noite para conversamos. A noite retornei e ela apareceu com
uma saia curta e um camiseta folgada que desenhava aqueles peitinhos, quando vi meu pau
endureceu como nunca, ficamos conversando e eu a convidei para escutar músicas na minha casa e
deixei claro para ela que estava sozinho em casa, minha família tinha ido para uma festa e iam
demorar, com uma cara de menina levada ela respondeu que era bom que poderíamos escutar
músicas bem alto e lá fomos, tratei de deixa-la bem a vontade, sentamos no sofá e fui logo
perguntando se ela tinha namorado e ela respondeu que só tinha dado uns beijinhos num menino e
que ela gostava muito desse menino, mas ele tinha a magoado, sem querer, mas querendo
perguntei se era porque ele tinha forçado a barra, ela ficou calada por uns instantes e disse que era
virgem e que não era hora ainda, fiquei sem graça e tentei contornar a situação coloquei uma
música romântica e a convidei para dançar, ela deu um sorrisinho e veio e dançamos com o rosto
bem colado e quando percebi já estávamos nos beijando. A cabeça do pau já estava querendo dar o
ar da graça, eu estava com um short um pouco apertado e uma cueca que estava pequena, sem
contar os pentelhos que iam repuxando. Passei a mão em sua bunda e fui levantando sua saia e
para minha surpresa ela deixou; a deitei no sofá e tirei sua camisa, ela fez uma cara de assustada e
pediu para que eu parasse, disse a ela que eu também tinha pouco experiência que só tinha
transado duas vezes “e o pior é que era verdade” e que tudo iria corre bem e seria o
melhor momento de sua vida, com a fisionomia mais tranqüila ela me puxou para cima dela e
continuei a tira-la a roupa, tirei a camisa e não acreditava que aqueles peitos com os biquinhos
rosados estavam em minha boca, lambi a barriga e seguir seus pelinhos até chegar a saia que puxei
com uma certa euforia, tirei sua calcinha pequenina e branquinha já úmida que só aumentava meu
tesão, vi aquela bucetinha pequena, com os lábios bem rosados e bem fechadinha e com os
cabelinhos ralinhos toda molhada, de onde escorria uma seiva alucinante. Comecei a lambe-la
vorazmente e metia a língua naquela racha toda molhada “primeira vez que eu chupava
uma buceta”, entrei em um verdadeiro transe, não pude resistir em lamber o cuzinho
cheiroso e rosado. Que cheiro... A xoxotinha e o cuzinho dela estavam inalando tudo, os pentelhos
bem ralinhos só aumentavam meu tesão. Eu fazia movimentos variados, hora chupava sua
bucetinha, hora chupava seu cuzinho, até que senti que seu corpo sofreu um tremor intenso e
houve um aumento de seu liquido, percebi que ela estava tendo múltiplos orgasmos. Olhei para ela
e via sua cara de espanto mas satisfeita. Eu não acreditava naquilo, eu estava levando ela as
nuvens. Ela gemia e pedia para não parar e quanto mais ela gemia mais eu chupava até que o gozo
dela parecia mel em minha boca, era lindo aquela buceta toda molhada e ela gemendo de tesão.
Tirei meu short e coloquei sua mão em meu pau de 19 cm e a mandei chupar, ela teve um certo
receio fez cara de nojo, meu pau já estava todo melado com aquele liquidozinho lubrificante, ela
tomou coragem e meteu a boca, dava para se perceber que nunca tinha chupado uma pica,
arranhava meu pau com os dentes. Aos poucos e timidamente ela começou a pegar prática e
chupou até meus ovos e só parou quando comecei a gozar, ela fechou a boca e gozei em seu rosto
todo e quando acabei pedir para ela lamber meu pau, imediatamente ela negou e foi direto para o
banheiro. Quando Kelly voltou já vestida conversamos um pouco, ela estava bastante
envergonhada, comecei a caricia-la e novamente fui tirando sua roupa, eu já com o pau duro
novamente e a chamei para terminar, ela disse que estava com vergonha e queria ir embora,
cheguei perto dela e dei um beijo e meti a mão em sua buceta e ela deu um gemido a joguei em
cima do sofá abrir suas pernas, tive dificuldades para enfiar, devido a minha certa inexperiência e
pela virgindade dela, mas continuei tentando e devagarinho fui metendo meu pau e quando a
cabecinha entrou, ela deu um grito e começou a chorar, pediu para que eu parasse, tapei sua boca
com um beijo e terminei de meter meu pau, ficamos no movimento do vai e vem, senti seu gozo se
espalhando e lambuzando todo meu pau e meu saco. Ela alternava em gritos e gemidos, quando
percebi já tinha gozado dentro de sua bucetinha, não tive coragem de tirar meu pau todo gozado e
ficamos naquela mesma posição alguns minutos nos beijando e quando tirei meu pau e a vi deitada
no sofá nua toda suada e ainda tonta e com as pernas abertas com o meu esperma misturado com
um pouco de sangue saindo de dentro de sua bucetinha, essa cena que marcou minha vida que toda
vez que lembro meu pau lateja atrás de buceta. Chamei-la para tomar banho e bastante assustada e
tímida ela veio “ela não estava acreditando no que tinha acontecido” ela disse que
era a primeira vez que ela tomava banho com um homem e eu falei que também era a minha
primeira vez. Entramos debaixo do chuveiro e ele foi logo me perguntando se eu iria contar para
alguém, eu lhe disse que não, que era para ela ficar despreocupada que ninguém iria saber e o que
tinha acontecido era normal e que um dia teria que acontecer. Já bem mais tranquila e atrevida eu a
abracei e dei-lhe uns beijos e ela começou a dar mordidinhas em meu pescoço e peito e com uma
voz suave ela me disse que tinha gostado apesar da dor e que eu a tinha transformado em mulher.
Minha pica latejava novamente e o tesão subia para a cabeça e então devagarinho virei ela de
costas para mim e encostei ela na parede, e o seu rabinho com os pelinhos que subiam das coxas e
rodeavam o cuzinho que piscava querendo pica, entrelacei minhas pernas na dela e encostei meus
caralho super duro e molhado na sua linda e carnuda bunda, chupava sua orelhas a nuca afagando
seus cabelos lindos, coloquei um pouco de xampu nas bordas de seu cuzinho, até que ela não se
conteve e posicionou meu pau em seu cuzinho rosado, fui devagar e quanto mais eu forçava ela
gritava, mas depois que a cabeça começou a entrar ele pedia chorando para parar que estava
doendo muito. Resolvi parar também estava com medo, era a primeira vez que eu tentava comer o
cuzinho de alguém e temia que ela não aguentasse, então virei ela de frente, voltamos a nos beijar,
abrir suas pernas e enfiei meu pau em sua xaninha, ela só deu um gemidinho, mais me pediu que
não parasse, então comecei a enfiar tudo, depois do meu pau já todo dentro dela comecei a enfiar o
dedo em seu cuzinho ela dobrava os olhos de tanto tesão. Kelly passava a mão no meu saco e na
base do meu pau, notando que ele estava todo enterrado em sua buceta. Tirei meu pau, virei ela de
costas, bati uma punheta apreciando o cuzinho dela rosadinho e gozei jogando um jato de porra
quente nas bordas de seu cuzinho, confesso que nunca tinha gozado tanto em minha vida. Passei a
mão espalhando esperma por toda sua bundinha. Terminamos de tomar banho e fomos para a sala
e conversamos muito sobre o que fizemos, percebi que ela não era tão tímida como eu imaginava
”ela comentava sobre o assunto com mais naturalidade que eu”. Isso me deixou
fascinado pela aquela menina e durante suas férias que ela passou na casa da tia transamos várias
vezes, até comi o anelzinho dela (depois eu conto). Hoje Kelly está com nove meses de gravidez,
não estamos juntos, ela voltou para a cidade dela e mesmo assim dou a maior assistência a ela e ao
meu filho. Quem gostou da história e quiser saber mais me escreva.

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COMI A MINHA CUNHADA E SUA AMIGINHA.
Esse fato que passo a relatar, a conteceu comigo em 1996, eu namorava com Karla, que era uma
Deusa de cabelos loiros ondulados, seios médios, uma bunda enorme, junto com uma também
enorme buceta, porém ela era virgem e não estava a fim de perder a virgindade antes do
casamento, ficávamos sempre sarrando, quando eu ia dormir em sua casa. Karla tem uma irmã
chamada Poliana, que na época tinha 14 anos, porém com um corpo de mulher (tipo falsa magra)
seios maiores que o de Karla uma bocetinha que quando usava os shortinhos apertados ficava
dividida deixando todos os meninos da rua loucos (inclusive eu que não era mais menino, pois já
tinha 26 anos), Poli tem uma amiga que se chama Valéria, uma baixinha de cabelos negros, seios
fartos, bundinha bem empinada, também com uma linda boceta, Poli e Valéria sempre saiam juntas
para shows e festas, Karla como era mais caseira sempre pedia que ficasse-mos com seus pais em
casa, eu achava um pouco ruim más como não rolava transa com agente ficava sem reclamar, pois
quando não dormia em sua casa eu sempre encontrava logo após sair de lá com uma turma de
amigos e amigas e saímos para a noite e sempre rolava umas transas muito loucas. Sempre que
dormia na casa dela ficávamos num sarro legal, sempre após o sarro eu dormia nas sala e quando
as meninas chegavam da noite eu era quem abria aporta para elas entrarem e voltava a dormir pois
elas com a excitação da noite ainda iam comer tomar banho até dormir. Certa noite eu estava sem
sono e quando as meninas chegaram em abria porta elas me cumprimentaram e foram para a
cozinha como sempre, fiquei na penumbra da sala ouvindo elas conversarem, Poli dizia que um
rapaz com quem ela dançou ficou se esfregando nela com o pau duro e ela ficou doidinha, e
Valéria disse que deixou um dos rapazes que dançou com ela pegar em seus seios (as duas são
virgens), logo após ouvi Poli fazer um comentário sobre os seios de Valéria e um silêncio
repentino, logo após as duas passaram para o quarto e voltaram nuas para o banheiro, eu ouvi
quando Valéria disse Karla era uma sortuda, burra, por me ter como namorado, Poli pergunta por
que Valéria responde que se fosse minha namorada já tinha perdido a virgindade não só da
bocetinha como também do cu. E as duas entraram no banheiro, eu fui até a cozinha onde tinha o
basculante do banheiro e fiquei ouvindo as duas no banho. Tentando imagina-las e tocar um
punheta por elas. E qual não foi a minha surpresas quando ouvi as duas na maior gemessão, Poli
pedindo que Valéria enfiasse a língua com mais força em sua boceta pois ela iria gozar. Valéria
pediu que Poli mamasse em seus seios, e lhe masturba-se pois estava com um fogo que passaria a
noite toda sarrando com Poli ou então iria me acordar para perder a virgindade comigo. Poli
perguntou se ela era doida a esse ponto, Valéria perguntou se ela duvidava, ai eu voltei correndo
para a sala e esperei para ver o que acontecia. Logo após a porta do banheiro se abre e as duas
saem dela só de toalha, Valéria vem em minha direção e se ajoelha junto a mim, Poli fica ajoelhada
do outro lado e Valéria passa a mão sobre minha pica que a essa altura ainda estava dura pois
fiquei muito excitado com tudo, Valéria sdiz a Poli que acha que eu estou sonhando com
sacanagem pois estou de pau duro, Poli diz para que para pois eu poderia me acordar, que ela a
chuparia até ela gozar, Valéria aceita porém tem de ser ali mesmo. Ela topa e faz junto a mim uma
chupação que eu por estar dormindo (fingindo) tenho apenas que ouvir os gemidos. Após muita
chupação Valéria dá um gemido mais forte e elas vaio para o quarto. Semanas depois eu tenho que
levar Karla para fazer as provas do Vestibular, seus pais tinham viajado com uma caravana do
grupo da paróquia e ficamos nós quatro em casa sozinhos. Tinha ficado acertado o seguinte eu
levaria Karla para fazer as provas e ficaria esperando, enquanto Poli e Valéria ficariam em casa
fazendo comida e arrumando a casa, porém quando cheguei no local da prova disse a Karla que
estava meio ruim da barriga e que voltaria para casa e assim que terminasse a prova ela me liga-se
que eu iria busca-la. Voltei de imediato para casa já imaginando o que estaria acontecendo lá. Ao
chegar parei o carro junto a casa do vizinho peguei a chave da casa que estava no carro e fui
entrando em casa ouvi o Ar-condicionado do quarto das meninas ligado e saiba que as duas estava
na maior pegassão, abria porta que quarto e vi as duas no maior 69, com Poli por cima de Valéria.
Passei uns 10 minutos apreciando a cena e tocando uma, foi quando Valéria para de chupar Poli
para pedir para mudar de posição e me vê parado a porta. Ela toma um susto daqueles, e avisa Poli,
que sai correndo de cima dela. Elas perguntam como entrei e o que estou fazendo ali e não no local
da prova de Karla. Eu disse que nada disso importava e sim que eu tava ali e vendo tudo o que elas
estavam fazendo. Elas pediram que eu não contasse nada para os pais delas e que elas iriam fazer
tudo o que eu dize-se. Eu disse que o que eu queria era exatamente o que Valéria iria querer no dia
em que elas vieram me apaupar. Elas ficaram sem entender e eu espique tudo. Após terminar disse
que estávamos perdendo tempo coloquei novamente o pau duro para fora da bermuda e disse a
Valéria que viesse chupa-lo ela de imediato veio em minha direção e baixou iniciando um belo
boquete, Poli ficou olhando a desenvoltura da amiga e eu a chamei dizendo que gostaria de mamar
nos seus seios ela veio e eu dei um belo beijo nela e passei a mama-los. Ela se contorcia de tesão
Valéria vendo a cena passou a meter a mão na bocetinha de minha cunhada que passou a gemer
mais alto. Mandei que Valéria chupasse minha cunhada pois gostaria de ver ela gozar. Passei a
colocar a minha pica na boca de Poli, ela também chupou como se já tivesse chupado várias rolas
na vida. Deitei Poli no chão e mandei Valéria abrir suas perninhas chupei sua bocetinha e mandei
que Valéria sentasse com a boceta bem aberta na boca de Poli. Passei a pincelar a bocetinha de
minha cunhada com minha rola e a forçar a entrada. Ela começou a choramingar dizendo meio
abafado (pois estava ainda com a boceta de Valéria na boca) que estava doendo, Valéria disse que
gostaria de ser a primeira a perder a virgindade, pois isso com certeza encorajaria Poli. Passei
então a chupar junto com Poli a boceta de Valéria e a pincelar o meu pau na entrada Poli ficava
lambendo a minha rola e a boceta de Valéria para que tudo ficasse mais lubrificado. Quando
comecei a enterrar a cabeça da rola na boceta de Valéria ela começou a gemer muito auto, mandei
que Poli a beijasse e que sentasse na boca de Valéria para abafar o gemidos quando Poli sentou em
enfiei de uma só estocada minha rola na boceta dela tirando com toda a força seu cabacinho, ela se
contorcia de dor e prazer lágrima escorriam de seus olhos Poli gemia tanto pois ela dizia que
Valéria nunca tinha chupado-a com tanta voracidade como naquela ora, ela chegou a gozar na boca
de Valéria. Perguntei de Valéria queria que eu tirasse de dentro dela minha rola ela num gesto
desesperado vez sinal que não e um sinal de que eu continua-se fui metendo socando a rola nela,
passei uns 15 minutos só metendo, foi quando pedia que ela senta-se na minha rola para me
cavalgar. Deitei no chão e ela veio por cima ainda chorando de prazer. Começou a sentar e a gemer
novamente pedia a Poli que abrisse sua Boceta na minha boca. Foi quando Valéria disse o quanto
Karla era burra de não querer ter uma rola daquelas dentro dela e que se eu estivesse afim ela todas
as noites após o meu sarro com Karla ela viria e transaria comigo, Valéria após isso passou a
gemer mais alto e disser que iria gozar, ela gozou lambuzando todo o meu pau. Poli disse que já
estava bom e mandou Valéria sair de cima de mim que agora era elas que iria perder a virgindade
como eu já estava a ponto de gozar peguei uma camisinha e coloquei pois não queria que nada
atrapalha-se tudo. Eu mandei que Valéria fosse na sala e liga-se o som pois eu gostaria que Poli
mesmo tirasse sua virgindade, sentando na minha rola. Enquanto Valéria ligava o som bem auto eu
lambia e tentava enviar o dedo no cuzinho de minha cunhada, pois eu não estava só querendo as
bocetinhas delas, Valéria voltou e eu pedi que ela chupasse meu pau e sentisse seu próprio gosto
ela me chupou, eu me deitei no chão e disse a Poli que senta-se na minha rola, Poli foi tentando
sentar más toda a vez que a rola começava a forçar ela choramingava e parava, eu chamei Valéria e
falei para ela fazer uma massagem nos ombros de Poli (porém em seu ouvido disse, quando Poli
estivesse distraída ela força-se o corpo para baixo para que a rola entrasse toda de uma vez), ela
obedeceu e foi fazer a massagem quando Poli menos esperava ela empurro com tanta força Poli
para baixo que eu tive a impressão que a camisinha tinha se rompido dentro Poli deu um grito que
se não fosse o som muito alto todos os vizinhos teriam ouvido. Ela começou a chorar e Valéria
passou a beija-la e a mamar em seus seios, passou a fazer com que Poli rebola-se em cima de
minha rola para se acostumar com a dor e sentir mais prazer. Aos poucos Poli foi se acostumando e
foi mostrando a potranca sedenta de sexo que ela é. E foi confirmando o quanto a sua irmã era
burra de não ter ainda ter sentido o prazer de ter uma rola dentro de si. Ela ne cavalgou tanto que a
certa altura campeonato eu disse queria gozar, e que gostaria de gozar na boca delas para que as
duas dividissem meu gozo. Elas ficaram de joelhos a minha frente em quanto eu gozava elas
engoliam todo e as gotas que caiam nos seios delas elas passaram a se lamber. Eu disse que agora
gostaria de comer o cuzinho delas, que gostaria que elas brincassem com minha rola até ela voltar
a ficar dura, para que eu tirasse também o cabacinho co cu delas. Elas ficaram chupando minha
rola com tanta vontade de que ela ficasse logo dura que, não demorou muito e lá estava eu pronto
para outra, Poli desta vez disse que gostaria de ser a primeira. Então eu a coloquei de quatro e
Valéria e eu começamos a chupar aquele cuzinho lindo, quando eu coloco a camisinha e estou
pronto para tirar o selinho daquele cu. Minha namorada liga dizendo que tinha terminado a prova.
As duas ficaram putas, adiamos a trepada para outro dia, porém elas fizeram questão deque eu
gozasse antes de sair. E chuparam minha rola até que eu gozasse. Fui buscar Karla e na volta
comecei a passar a mão ma sua boceta, ela pediu que parasse pois estava com fome e que tinha
sido uma prova de cão. Ao chegarmos em casa disse as duas o que tinha acontecido na volta e elas
disseram, que era por isso que nessa matéria ela era sempre reprovada. Nossa trepada por traz
ficou para outro dia e essa eu vou contar para vocês logo. Aos leitores que gostaram e que querem
entrar em contado comigo, principalmente garotas novas que gostem de sexo, não só com homens
escrevam para hairterjunior@aol.com estarei esperando.
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comadre e compadre
Sou casado, 40 anos , moro em Porto Alegre. Em meados de 2001 minha comadre vera (fictício)
uma morena tesuda , coxas grossas, seios médios e uma boca linda, me ligou e num papo de quem
não quer nada me fez elogios, fiquei meio sem saber o que pensar. Alguns dias depois novamente e
aí arrisquei uma brincadeira, dizendo que o Paulo era um cara de sorte, ela quis saber porque, e eu
lhe disse que " com uma mulher gostosa que nem vc", ela riu e disse - Não sabia que você me
achava gostosa.
Num certo dia, com a desculpa de vermos as fotos que havias tirado do afilhado, ela me ligou e
pediu para ir na casa deles tomar uma cervejinha e eu fui.Quando cheguei, estranhei que so
estavam ela e o marido nada das crianças. Ela usava um vestidinho leve, curto de alcinhas e sem
sutiã e ele de bermuda e sem camisa. Entramos e como ja eramos amigos de tempos falamos de
tudo , futebol, politica. Nessa altura ha haviamos tomado algumas cervejas e a vera, sentada em
minha frente com o vestido praticamente mostranto a calcinha, não pude deixar de olhar
discretamente, mas o Paulo percebeu e sorrindo disse: - É um belo par de coxas né? Eu fiquei meio
sem jeito mas disse que realmente eram lindas e ela como que para me provocar abriu as pernas
deixando entrever uma pequena calcinha branca, nesta altura eu ja estava de pau duro. Paulo
percebendo meu estado, me disse para relaxar , dizendo que ele sabia que eu achava a Vera gostosa
e que ela estava louca para dar pra mim.- Uau , pen!
sei, vou comer essa potranca.
Nisso o Paulo levantou o vestido dela enquanto a beijava, e eu que não sou bobo, ajoelhei e
afastando a calcinha comecei a lamber aquela buceta deliciosa. Vera estava com a buceta ensopada
de tanto tesão, e enquanto eu a chupava ela tirou o cacete do marido e começou a lamber.
Trocamos de posição, ela me chupando e o paulo lambendo a buceta dela. Gente que tesão.
Paulo foi buscar mais uma cerveja e nos fizemos um 69, eu por baixo e ela por cima, quando o
Paulo voltou ela sem tirar meu pau da boca, com uma das mnão acariciava o pau dele . Quando me
dei conta tinha duas bocas lambendo meu pau, enquanto ela lambia meu saco ele chupava meu
cacete. Logo em seguida ele se posicionou por traz dela e começou a enfiar o pau na buceta dela,
enquanto eu a chupava, e com a proximidade acabei com o pau na boca tambem. Ainda fimos DP
nela. Ela gemendo como uma cadela no cío, me chamando de gostoso e mandando foder a puta.
Gozei nos peitos dela e o marido na boca dela.
Isso que acabei de relatar aconteceu de verdade, alias ainda continua a acontecer e se algum casal
quiser me escrever para realizar fantasias ou somente para um papo estou aqui.
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DE VIRGEM A PUTA
Enfim, realizada a vocação casei-me virgem aos 20 anos de idade e 3 anos depois eu, que sempre
fui fogosa me sentia fria e frustada. Nesse tempo, veio trabalhar a noite e morar conosco numa
casa que alugávamos no fundo do pátio, um primo meu, solteiro e com 21 anos. Notei que ele me
dirigia olhares de cobiça e desejos e, então, pensei: "por que não me satisfazer com o meu primo?"
Numa tarde mostrei a ele uma revista sueca onde um homem chupava a xoxota de uma mulher.
Começamos a conversar sobre aquilo e ele terminou confessando que ha muitos anos desejava
fazer o mesmo comigo. Ao ouvir aquelas palavras ao mesmo tempo doces e picantes pronunciada
com uma voz suave e rouca bem próxima ao meu ouvido, entendi que havia chegado a hora de me
entregar aquele homem, de deixar que ele me fizesse sua fêmea. Achei que finalmente voltaria a
sentir a felicidade que fica estampada no rosto da mulher satisfeita. Quando nos beijamos, descobri
que meu marido não sabia nem mesmo beijar. Meu primo quase me sufocou com sua língua, que
percorria o céu da minha boca, meus dentes e se enrolava em minha língua. Em pouco tempo já
estávamos em minha cama, deitados e complemente nus. Continuamos nos beijando, nos
acariciando. Logo ele estava chupando os bicos dos meus rijos e volumosos seios, levando-me
quase ao orgasmo, tamanha era a minha excitação. Quando sua boca encontrou minha xoxota e sua
língua áspera e experiente penetrou a ardentemente, quando seus lábios chuparam meu clitóris,
senti uma onda elétrica percorrendo meu corpo, da ponta dos cabelos a ponta dos dedos dos pés.
Explodi num orgasmo indescritível. Meu primo continuou me chupando e quando eu estava para
gozar novamente, ele mergulhou seu membro enorme e duro como ferro em minha xoxota
esfomeada e gulosa. Não vou esquecer nunca aquela trepada. Cheguei a desfalecer de gozo, ao me
sentir inundada por um rio de esperma quente e pegajoso. Após um breve descanso, confessei a
meu primo que gostaria de oferecer-lhe minha bundinha para ser penetrada, uma fantasia antiga e
não realizada. Ele lubrificou seu enorme cacete com vaselina e, depois de percorre-lo por todas a
extensão do meu rego, começou a enfia-lo no meu anelzinho virgem. No inicio eu quase morri de
tanta dor, mas depois fui recompensada por um prazer que nunca havia experimentado. Uma
torrente de esperma invadiu o meu relato. Demos uma pausa e fomos tomar banho juntos, entre
muitos e longos beijos. Seus lábios macios e ágeis sugavam meus seios e lambiam minha
xoxotinha embaixo do chuveiro. De volta a cama, olhei aquele mastro rijo que não amolecia nunca
e o abocanhei. Chupei, chupei, chupei com gulodice. Enquanto sentia o gosto daquela peca
maravilhosa, pensava que era verdade o que minhas amigas diziam em ser chupada, chupar um
pênis, dar o rabinho, botar a guampa em marido, ser puta, tudo isso era a melhor coisa do mundo.
Meus pensamentos foram bruscamente interrompidos. Pareceu-me que o membro de meu primo
explodiu dentro de minha boca, senti seu semem escaldante jorrar aos borbotões em minha
garganta. Foi uma tarde maravilhosa e o inicio de uma vida nova, em que eu me satisfiz
sexualmente. Faz 2 anos que eu e meu primo somos amantes. No mínimo trepamos 2 vezes por
semana e não desconfiaram ou descobriram. Meu marido nem sonha que e mais guampudo do que
alce.
Incentivada por meu primo, já trepei com outros homens. Sou puta (este era meu sonho), me
orgulho disso. Se um dia eu me separar ou enviuvar, vou me casar com meu primo, e ele quer que
eu seja a mulher mais puta do mundo e com certeza eu vou ser.
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De ingenua a putinha
Agora que tomei coragem de relatar o que aconteceu comigo quando eu tinha 15 anos (hoje tenho
23), meu nome é Lídia, eu era uma menina muito inocente para minha idade, tinha beijado apenas
3 meninos e não tinha nenhuma experiência sexual... ainda! Era uma menina jeitosa (ainda sou,
risos!), cabelos loiros na altura dos ombros, olhos verdes, meio magrinha (não lembro meu peso,
mas já era meio alta), com aparelho nos dentes. Meu pai é empresário de uma firma de ônibus,
onde sempre fui ao seu serviço desde criança, pois gostava muito de ajudar meu pai. Minha mãe e
ele viajam muito, era muito carente, vivia com a Cida (governanta) e sozinha com meus livros de
literatura inglesa e poucos amigos. Numa noite de sexta eu e meus pais fomos ao teatro com
alguns amigos deles, Rafael era seu amigo há anos e meu pai confiava muito nele. Depois do
teatro eu queria ir pra casa, pois tinha acordado cedo para ir à escola e meus pais queriam esticar a
noite, então Rafael disse que estava indo pra casa e que me levava. Meu pai não viu nada demais,
eles eram amigos desde o tempo que eram trocadores de ônibus. Eu também não. Entrei no carro
dele e fomos numa boa até o Jardim Botânico, ele disse que ia passar em casa e ia voltar para onde
meus pais estavam. Subimos e enquanto ele procurava uns papéis eu fiquei vendo TV, sua mulher
era médica e estava de plantão naquele dia. Depois ele chegou na sala com uma garrafa de vinho e
eu queria experimentar, pois eu era muito certinha e estava cansada daquilo. Bebemos, e depois ele
disse que era para eu ficar por lá mesmo que pela manhã ele me levava pra casa, pois tinha bebido
muito. Não queria, mas ele me convenceu, ficamos vendo TV e ele com as mãos em meus ombros,
eu já estava desconfortável, então disse que estava com sono, e ele me deu um blusão pra dormir,
me troquei e ele disse que não queria ficar só e que ia pegar um filme, quando ele botou no vídeo,
era um filme pornô, gritei de susto, mas fiquei curiosa. Ele pediu desculpas e disse que se
enganou, mas não tirou o filme e disse: \"Vê como são as coisas, você vai gostar\". Eu fiquei
calada, enquanto o cara metia gostoso na mulher. Aí ele tirou o filme. E começou a me acariciar,
eu dura, mas deixei (estava excitada). Quando ele foi por a mão dentro da minha calcinha eu disse:
\"Que isso? Você é amigo do meu pai e tá abusando da filha dele\". Ele tirou com força minha
calcinha e disse que estava querendo me possuir há anos, eu comecei a gostar da idéia... Ele ficava
acariciando meu grelinho, e pedia para eu abrir cada vez mais as pernas, eu atendia. Me beijava
todinha, eu delirava. Boatava a lingua todinha na minha bucetinha, e ficava entrando e saindo
devagarinho, com a lingua \"mole\", ia lá no fundo e voltava, depois ficou só no meu grelinho,
gozei duas vezes na boca dele, meus primeiros orgamos na vida, mas ainda tinha medo e pudor.
Então pedi que parasse e que fossemos dormir, pois aquilo não era certo. Então ele botou minha
mão sobre seu membro e perguntou se eu não queria ver, eu estava muito curiosa, e balancei a
cabeça em gesto positivo. Ele tirou e era um pica imensa e grossa, ele disse pra fazer igual picolé,
igual era no filme. Não sei o que me deu, eu abocanhei aquele caralho e chupava, eu tava com
medo que meu aparelho o machucasse, mas ele gemia muito, vi que tava fazendo direitinho, nem
sabendo o que tava fazendo mais, sai da minha razão. Ele gozou na minha boca, segurando minha
cabeça, tive vontade de vomitar, mas depois ele me deu um beijo que senti o salgadinho gostoso.
Ele é muito violento, me pegou pelas pernas me jogou em cima da mesa e de uma só vez meteu na
minha bucetinha, eu urrei de dor, sangrou e tudo, mas ele estocava forte, me chamava de puta,
falava cada coisa que eu gozei, depois disso gozei mais umas 5 vezes direto, eu ia desmaiar. Eu
chamava ele de meu garanhão, mandava ele meter na virgem dele, muitas obscenidades. Ele me
virou de costas, escorrendo todo meu líquido entre as pernas, botou o dedo na minha bucetinha e
botava o liquido no meu cuzinho, nessa hora percebi as intensões dele e disse: Nem pensar! Ele
disse, que ia ser com carinho, mas eu não saia dali sem dar o rabinho pra ele, ele botou um dedo,
dois, tava gostoso... Mas eu não queria, depois ele botou a cabecinha, quase morri de dor, mas de
prazer, porque ele tava massegeando meu grelinho com a outra mão, ele disse pra eu rebolar que
entrava facinho, rebolei como uma louuucaaa, muito tesão.... Ele gozou no meu cuzinho, eu gozei
junto pelo cuzinho e pela bucetinha que ele mexia como um louco, tava toda ardida, mas satisfeita.
Que amigo meu pai foi me arrumar, ual. Depois desse dia descobri a tarada que tinha dentro de
mim, até hoje, eu dou mesmo, adoro dar e não tenho vergonha disso, quero ser feliz. Depois desse
dia, teve um dia que ele me comeu na sala do meu pai e quase fomos flagrados e ele foi quem me
levou pro meu primeiro bacanal, fui enrabada gostoso. Sou uma mulher distinta, mas na cama (ou
em qualquer lugar), sou um vulcão e pra trepar não tem hora ruim. Tenho várias histórias picantes,
que outro dia conto a vocês.
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O Chefe do meu Marido

Ola amigos! Meu nome é Elayne, tenho 24 anos, 1,68m, 52kg, cabelo castanho-claro, olhos azuis,
seios pequenos, rostinho de menininha sapeca, bumbum grande e arrebitadinho, bocetinha
deliciosamente apertadinha... Sou casada há quatro anos com um homem maravilhoso de 35 anos,
generoso, compreensivo e que aprendeu, com o tempo, a incentivar minhas fantasias. Minha maior
tara é trepar com homens muito bem dotados, especialmente na grossura de seus membros. Adoro
sexo anal mas só o pratico com meus amantes, pois gosto de ter meu cuzinho rasgado por um pau
bem grande e muito grosso, coisa que meu marido não pode fazer já que tem um dote considerado
normal para muitas mulheres mas que para mim, esta muito longe de ser o ideal. Durante toda
minha vida de solteira fui uma recatada garotinha de família, tinha transado apenas com um cara,
antes do meu marido, mas depois que casei resolvi liberar todos os meus desejos e realizar todas as
minhas fantasias, descobri que sempre quis ser a putinha safada que sou hoje. Hoje em dia meu
marido sabe, aprova e incentiva a realização das minhas fantasias, participando, como espectador,
de algumas delas. Mas nem sempre foi assim, como numa ocasião em que meu marido estava
tentando uma promoção há algum tempo, mas aquelas intermináveis reuniões de negócios em
nossa casa, em plena sexta-feira, já estavam esgotando a minha paciência. Ficavam horas
discutindo sobre trabalho e quando terminavam os assuntos de negócios, resolviam beber e
continuar a falar de trabalho. Invariavelmente meu marido ia pra cama tarde, bêbado demais para
fazer outra coisa além de dormir, o
que me frustrava profundamente, pois tinha todo o fogo dos meus 22 anos queimando dentro de
mim, clamando por uma deliciosa noite de sexo. Carlos, chefe do meu maridinho, estava para ser
transferido para o Rio de Janeiro e deixaria o seu cargo em São Paulo vago. A esperança do meu
querido maridinho era de que ele o indicasse para ficar no seu lugar, e por
isso, se desdobrava para impressioná-lo com sua eficiência e exagerava nas gentilezas. Carlos é
um homem 45 anos, muito longe ser bonito, grandalhão, grosseiro, fala alto, gestos rudes, era
sempre o último a sair de nossa casa. Tinha acabado de se divorciar mas não demonstrava nenhum
indício de estar triste ou confuso, parecia até que estava mais feliz sem sua ex
esposa. O que mais me irritava nele era o fato de ser extremamente folgado, chegava em nossa
casa e já ia mandando que eu buscasse gelo, servisse um whisky, preparasse um aperitivo como se
eu fosse a sua esposa ou empregada. O pior é que o meu marido, em vez de botar ordem na casa,
nada fazia, pelo contrário, me mandava ser gentil com o seu chefe pois, para ele, não custava nada
agradar o Carlos e conquistar a sua simpatia. O fato é que a passividade do meu marido abriu
espaço para que o seu chefe ultrapassasse alguns limites e assim... Em casa eu gosto de ficar a
vontade, isso significa estar apenas de calcinha, que aliás é sempre minúscula pois adoro usar
calcinhas que ficam enfiadinhas no meu bumbum. Nessa noite eu estava usando uma camisolinha
transparente que não escondia meus seios e revelava a indecência da minha calcinha
completamente enterrada no meu bumbum, esperava que meu marido terminasse a reunião e
viesse para a cama me comer bem gostoso. Já eram mais de 02:00 da madrugada quando meu
maridinho veio até o quarto me chamar para ir até a sala para beber com eles. Ele estava tão
bêbado que nem reparou que eu estava quase nua, insistiu tanto que fui. Já
havia uma garrafa de whisky vazia e outra pela metade sobre a mesinha da sala. Carlos estava com
sua camisa aberta sentado no sofá, todo a vontade. Quando me viu abriu um sorriso malicioso e foi
logo me servindo uma dose, me
convidando a sentar ao seu lado. Ele me secava, olhava descaradamente para os meus seios,
passava a mão em minha perna, estava quase me agarrando ali na frente do meu maridinho. Me
levantei e sentei ao lado do meu marido, fingindo nada ter acontecido. Carlos continuava me
secando, não tirava os olhos de mim. Meu marido estava animado, tinham fechado um grande
negócio, estava mais próximo da promoção e o seu chefe estava em sua casa bebendo com ele. A
bebida (ele sempre foi fraco para beber) fazia com que meu maridinho falasse pelos cotovelos.
Carlos falava pouco e já nem disfarçava, passava a mão em seu pau, por sobre a calça, olhando
fixamente para mim. Parecia estar me comendo com os olhos. Sentia minha bocetinha molhadinha,
meu maridinho bêbado, falando sem parar, o chefe dele me secando, passando a mão em seu pau...
Eu não estava agüentando mais e me levantei dizendo que ia até a cozinha para buscar mais gelo.
É lógico que o Carlos veio atrás, nem bem entrei na cozinha e ele foi logo me agarrando, me
prensando contra a parede e me dando um beijo safado. Sua língua invadia minha boquinha
enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpinho. Seu pau, duro como pedra, parecia querer
rasgar a sua calca. Tentei reagir àquela investida inesperada mas ele era muito forte, me segurava
pelos braços e me obrigava a beijá-lo. Aquilo me deu mais tesão ainda e passei a colaborar. Eu me
abria toda e sentia seu pau roçando em minha bocetinha, ainda que escondido pela calca podia
adivinhar que era de um tamanho fora do normal, parecia um braço me cutucando, duro como
rocha, potente... Era tudo que eu precisava naquela noite. Carlos me
segurou pelos pulsos, abrindo os meus braços, me encostando na parede e caiu de boca em meus
peitinhos. Ele lambia meus seios e mordia meus mamilos como um selvagem faminto (por sexo)
me levando a loucura mas, lembrei que o meu
marido estava na sala e, num gesto rápido escapei das mãos do Carlos, peguei o gelo e voltei para
sala. Meu marido continuava a falar sem parar, o Carlos mais do que nunca só olhava pra mim.
Tratei de arrumar uma maneira de Ter aquele homem pra mim. Criei coragem e falei para o meu
marido convidar o seu chefe para dormir em casa, argumentando que ele tinha bebido demais para
dirigir. Meu marido, apesar de estar bêbado, concordou comigo e ofereceu o quarto de hóspedes ao
seu chefe. É lógico que o Carlos concordou na hora e olhando fixamente para mim, disse:
- Vou aceitar porque eu realmente não estou em condições de sair daqui, assim neste estado. E se
vocês não se importam, eu gostaria de tomar um banho e me deitar agora. Entreguei uma toalha a
ele e fui preparar o quarto de hóspedes. Meu
maridinho veio até a mim e agradeceu por eu estar sendo gentil com o seu chefe. Mal sabia ele que
as minhas intenções eram outras... Mandei meu maridinho tomar um banho e me esperar no
quarto, enquanto eu terminava de fazer a cama do nosso hóspede. Me demorei propositadamente
até o Carlos chegar. Assim que me viu agarrou meus braços e me deu outro beijo de tirar o fôlego,
me jogou na cama e partiu para cima de mim. Pedi a ele para esperar até meu marido dormir mas...
Ele se levantou, deixou a toalha cair e me mostrou o seu pau dizendo:
- Olha como você me deixou! Você só sai daqui depois que eu gozar. Chupa!
Nem precisou mandar 2 vezes, ajoelhei no chão do quarto, peguei aquela tora com as duas mãos e
comecei a passar minha língua naquela cabeçona inchada. O Pau dele não era tão grande assim,
devia ter uns 18cm mas era muito grosso, um exagero em grossura, exatamente como eu gosto.
Passava minha língua no saco dele e ia subindo até chegar na cabeçona
daquela pica gostosa, abria bem a boca e tentava engolir o pauzão do Carlos, mas era muito grosso
e só cabia a cabeça do pau dele dentro da minha boquinha gulosa. Ao mesmo tempo, eu punhetava
o mastro dele com as duas mãos. Não demorou mais do que 5 minutos para eu sentir os jatos de
porra quentinha dentro da minha boca. Quanta porra! Quase engasguei, mas bebi tudinho,
deixando aquele pau maravilhoso limpinho. Sai apressada, deixando o meu novo amante
descansando, recuperando as energias e fui até o meu quarto. Encontrei o meu maridinho
roncando, dormindo a sono solto, tentei acordá-lo mas, ele realmente dormia o "sono dos cornos",
deixando a sua esposinha livre para gozar com outro homem. Nem perdi tempo e voltei para o
chefinho dele, disposta a dar a ele o melhor "tratamento" possível. Carlos estava nu, a visão do seu
pauzão, mesmo mole, acendeu meu fogo. Tirei a camisolinha, a calcinha e fui pra cima dele,
beijando-o da cabeça aos pés. Sua pica deu sinais de vida e ficou completamente dura, novamente
chupei gostoso, como se fosse um delicioso picolé gigante. Ele me virou, abriu minhas pernas e
meteu sua língua em minha bocetinha. Gozei uma, duas três. sua linguinha brincava com o meu
clitóris. ia fundo em minha bocetinha. cutucava o meu cuzinho. Como ele me lambia gostoso! Eu
gemia como uma cadelinha e já estava implorando para ele meter a pica dele em mim. Eu dizia:
- Por favor, come minha bocetinha!!! Eu quero sentir você dentro de mim!!!
- Calma putinha!!! Que foi? Teu maridinho não come você direito? É por isso que você chifra
ele?
- Sim! Sim! Ele não sabe meter, o pau dele é muito pequeno pra mim.
- Gosta de pau grande, não é? Então toma.
E meteu aquela picona grossa de uma só vez em minha bocetinha. Gritei tão alto que fiquei
com medo de acordar meu maridinho e a todos os vizinhos. Seu corpanzil pesado sobre mim
seu pau entrando e saindo de dentro da minha bocetinha, suas mãos fortes apertando os meus
seios... Gozei mais um monte de vezes ouvindo ele me chamar de putinha, cadelinha, vaquinha
dizendo que agora eu era dele e ia fazer tudinho que ele quisesse fazer comigo. Ele deitou-se de
costas, com aquele pauzão apontando para cima e me mandou sentar nele. Agora eu me
movimentava livremente, subia e descia
violentamente sobre o pau do Carlos, estava super excitada, minha bocetinha ensopada fazia
com que aquele mastro grosso deslizasse sem nenhuma dificuldade para dentro de mim,
rebolando gostoso fiz aquele macho tesudo gozar dentro de mim, inundando minha bocetinha
com o seu esperma, fazendo com que eu tivesse outro orgasmo maravilhoso. Ainda estava
ofegante quando ele me colocou de bruços e meteu sua língua no meu reguinho, explorando
meu cuzinho enquanto me dava tapinhas no bumbum. Se tem algo que me deixa
completamente submissa a um homem, é levar tapas na bundinha. Gosto de ser dominada,
gosto que me tratem como uma putinha safada, gosto de ter um macho me dominando, mesmo
que pra isso ele use de alguma violência. Empinei minha bundinha e recebi seus tapinhas com
gemidos, rebolando de leve, dando sinais de aprovação. As investidas de sua língua em meu
cuzinho apertado foram aumentando a intensidade, assim como os tapinhas se tornaram
verdadeiros tapas, estalando em meu bumbum e fazendo com que meu gemidinhos se
transformassem em gritos de dor, tesão e prazer. Ele me pôs de quatro e ajoelhou-se ao meu
lado. Colocou o pau dele me minha boca, segurou meus cabelos com uma das mãos e com a
outra continuou a me bater. A cada tapa eu gritava, mas meu grito era silenciado pelo seu pau
que, aproveitando que minha boquinha se abria mais, era enfiado até minha garganta, com
violência. Minha bundinha estava ardendo... O pau dele mais duro do que pedra, minha
bocetinha ensopada... Eu rebolava, gemia, gritava, chupava, apanhava e gozava. Estava
gozando com o pau do chefe do meu marido em minha boca, tendo minha bundinha espancada
pelas suas mãos. O que mais me excitava era o que ele dizia:
- Tá gostando, putinha safada? Coitado do seu marido! Será que ele sabe o quanto você é puta?
Faz tempo que eu quero comer o seu cuzinho, vou encher seu rabinho com minha porra e você
nunca mais vai esquecer disso.
Ainda de quatro, ele se posicionou atrás de mim, agarrou minha cintura, posicionou seu pau na
entrada do meu cuzinho e forçou. O pau dele era tão grosso que a cabeçona não queria entrar.
Ele fazia força, me puxava, mas não entrava. Ele ficou nervoso e voltou a bater em minha
bunda, mais forte que antes, me xingava de vagabunda, mandava eu empinar a bunda e forçava.
Eu não conseguia ficar parada, quando o pau dele começava a entrar sentia uma dor imensa e
fugia. Ele foi ficando mais bravo, estava enfurecido. Segurou firme em minha cintura e foi me
puxando ao mesmo tempo que empurrava sua pica. Comecei a me debater e gritar, fazendo um
verdadeiro escândalo, mas não adiantou. Numa estocada firme e certeira o pau dele entrou,
inteirinho, em meu cuzinho, arrombando completamente o meu rabinho. Ele ficou imóvel por
alguns instantes mas logo começou a socar, socar, socar... Cada vez mais forte. Tirava quase
tudo e voltava a enterrar no meu cuzinho. Eu estava gozando tanto que não conseguia fazer
outra coisa além de gemer. Ele me puxava pela cintura de encontro ao seu corpo, com tanta
violência que parecia querer me partir ao meio. Eu sentia meu cuzinho sendo rasgado pelo seu
pau. A dor que eu sentia só não era maior que o prazer daquela "curra". Carlos estava me
proporcionando prazer, muito prazer, do tipo que uma putinha como eu estava precisando. A
todo tempo ele me xingava e me provocava, falando que ia contar pro meu maridinho que ele
era corno, que a esposa dele gostava de dar a bunda pro outros, que ia espalhar para todos na
firma que tinha me comido... Isso aumentava o meu tesão, pensava no meu maridinho
dormindo em nosso quarto enquanto eu estava levando aquela picona na bundinha. Ele gozou
forte em meu cuzinho me levando a um último orgasmo. Caí, meio desfalecida, exausta de
tanto gozar, com o meu macho sobre mim, seu pau pulsando e expelindo as últimas gotas de
esperma dentro do meu cuzinho. Que sensação maravilhosa é sentir o pau grosso de um macho,
pulsando dentro do cuzinho! Estava satisfeita, realizada e completamente arrombada. Fui
cambaleando para o meu quarto. Meu marido nem tinha se mexido, ainda dormia, alheio ao
cheiro de sexo que meu corpo saciado exalava. Tomei um delicioso banho, acariciando minha
bocetinha e o meu
cuzinho, arrombados pelo chefinho do meu maridinho.
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Festa de Gala no Clube dos Oficiais da Aeronáutica
Meu nome é Vanessa e essa é mais uma de minhas aventuras, para os que não me conhecem vou
me descrever, tenho 18 anos, na época que esta história aconteceu eu tinha 17. Sou morena clara
de cabelos lisos um pouco abaixo dos ombros, castanhos claros, olhos cor de mel, 1,70m e 58 kg,
tenho um corpinho bem modelado pois gosto de esportes, volley natação e já fiz karatê. Tenho um
bumbum redondinho e arrebitado, seios médios e redondinhos e durinhos com os bicos rosadinhos
e bicudinhos do tipo que ficam quase furando a camiseta quando estou sem sutiã, o que é quase
sempre. Os homens vivem mexendo comigo, dizendo que sou linda e maravilhosa. Bem vamos à
aventura... Uma amiga minha filha de um oficial da Aeronáutica estava fazendo 15 anos e eu fui
convidada, a festa ia ser no Clube dos Oficiais da Aeronáutica, uma festa de muito luxo e gala. Me
arrumei linda e maravilhosa com um vestido longo preto todo brilhante, só de alcinhas sem sutiã é
claro, e com um decote generoso na frente e um decote em V atrás que ia quase até a minha bunda.
Se alguém ficasse bem juntinho de mim e olhasse pelo decote, veria a minha calcinha e minha
bunda. A calcinha era uma tanguinha minúscula toda enfiada na bundinha e ficava marcado no
vestido, todo mundo que olhasse saberia o tamanho da minha calcinha. Coloquei uma sandália
com um salto bem alto e prendi meu cabelo, deixando meus ombros e decotes todos à mostra. Meu
pai (padrasto) ficou até com ciúmes, mas disse que eu estava muito linda, ele me levou à festa e
iria me buscar no final. Cheguei na festa e entrei no salão, todos olharam para mim, depois uma
amiga me disse que eu tinha arrasado na minha entrada. Os homens ficaram babando, e ví alguns
olhares de reprovação de algumas mulheres e até mesmo de algumas "amigas" invejosas. O pai da
minha amiga veio logo me receber, me deu um beijo no rosto e me levou até a aniversariante que
estava no centro do salão recebendo os convidados, ela também estava maravilhosa. O pai dela
ficou me elogiando dizendo que eu estava deslumbrante e que eu era muito linda, e não tirava os
olhos dos meus decotes e da minha bunda. Cumprimentei minha amiga e fui me juntar a alguns
amigos num canto do salão, os garotos me elogiaram muito. Eu olhava para o salão e sempre tinha
um homem me olhando, se eu ficava um tempinho olhando o cara já ia me cumprimentando de
longe. Até que um deles, um coroa muito bem apanhado, depois de me cumprimentar veio
andando em minha direção, era um tipão, muito bonito, de barba e cabelos meios grisalhos e olhos
azuis. Ele estava fardado, era um oficial da Aeronáutica, ficamos conversando um pouco até que
ele me convidou para beber alguma coisa e darmos uma volta pelo jardim do clube. Ficamos
andando e conversando, ele me perguntava um monte de coisas, e eu ficava olhando para os lados,
sempre tinha alguém nos olhando, alguns homens com inveja dele. Ele me perguntou se eu tinha
namorado, quantos anos eu tinha e se estava desacompanhada na festa, disse que sim, mas tinha
muitos amigos por ali. Ele me disse que ele estava sozinho e estava meio deslocado na festa, ele
era Tio da minha amiga, mas tinha muito tempo que eles não tinham contato, ele fica baseado em
Manaus e veio só para a festa. Falei para ele que ia dar uma volta pelo salão, ele me segurou pelo
braço e me fez prometer que ia voltar para conversarmos mais. Fui curtir a festa com meus
amigos, e via que ele ficava me olhando o tempo todo, ele e muitos outros homens. Enquanto eu
dançava muitos homens vinham dançar perto de mim e ficavam me dizendo gracinhas e até
propostas indecentes. Eu saía para beber alguma coisa e logo vinha um garoto ou um homem dar
em cima de mim. Eu estava adorando, é claro, era a garota que mais chamava a atenção, mas não
queria nada com ninguém. No hora da valsa, o Tio da minha amiga veio ficar perto de mim, e
depois me tirou para dançar uma valsa com ele. Ele me apertou contra ele e não tirava os olhos dos
meus peitinhos, olhava de novo para mim e sorria. Ele foi ficando soltinho e se encostou
totalmente no meu corpo, pude sentir que ele estava excitado o pau dele estava duríssimo e ficava
roçando em mim. Como eu não falei nada ele ficou apertando o pau dele contra mim e me dizia
que eu era muito gostosa,
logo vieram outros homens e garotos para dançarem comigo, todos de pau duro encostando em
mim e de olho em meu decote. Recebí muitas cantadas, me chamando para sair dalí com eles, que
eles dariam carona para mim no fim da
festa, e até mesmo para passar o resto da noite com eles. Recusei todos, apesar de quase todos
serem lindos e charmosos, era uma tentação. Mas acho que o Oficial tinha me deixado mais
ligadona. Acabando a valsa, ele veio me chamar de novo para dar uma volta pelo jardim, ele me
enlaçou pela cintura e fomos caminhando, quando estávamos mais no escuro ele começou a enfiar
a mão pelo meu decote de trás, eu não sabia se deixava ou se mandava ele parar. Vendo que eu não
tinha achado ruim ele continuou e me abraçou, a mão dele desceu até a minha bunda e ficou
apertando, mexendo na minha calcinha e dizendo que eu era a garota mais gostosa que ele já tinha
visto, e me deu um beijo na boca que quase me tirou o fôlego. Estávamos num canto onde
ninguém podia ver a gente, estava escuro, a não ser que chegasse alguém muito perto.
Ele abaixou as alças do meu vestido e deixou meus seios à mostra, ficou pegando neles e depois
começou a chupá-los, devagarinho, um depois o outro, ficou brincando com meus biquinhos e
apertando minha bunda, eu estava delirando, fechava os olhos e gemia baixinho. Que loucura,
estava deixando um homem que acabava de conhecer ficar e chupando e bolinando, num lugar
cheio de gente, se pegassem a gente era uma ferrada só, afinal ele era um oficial da aeronáutica e
eu era de menor, ia ser um escândalo. Ele foi levantando meu vestido e tirando minha calcinha, eu
olhava em volta para ver
se não havia alguém nos vendo. Ele enfiou a cara por baixo do vestido e ficou chupando minha
xaninha, enfiava um dedinho e chupava. Depois ele se levantou e me beijou, com a boca toda
molhada do meu suco, que já escorria pelas pernas. Ele abriu a calca e tirou o pau para fora, duro
como ferro, eu peguei nele para ver o tamanho, era enorme, a cabeça pulsava na minha mão. Eu
arrepiei quando ele colocou o pau no meio das minhas pernas e ficou roçando. Ele me beijava,
pegava nos meus peitinhos e tentava enfiar o pau dentro de mim. Mas na posição em que
estávamos estava difícil, então ele me virou de costas para ele e me inclinou, fiquei com a bunda
empinada para ele. Ele alojou a cabeça na minha xaninha e começou a forçar, ela foi entrando
devagarinho e eu gemia, ele ficou sussurrando um monte de coisas na minha orelha, mordia ela e
ia empurrando, lambia meu pescoço e me deixava arrepiada, empurrava mais um pouco da pica,
pegava em meus seios e brincava com eles. Ele então me pegou pela cintura e começou o vai e
vém, de repente ele meteu o resto da pica para dentro de mim, soltei um grito que ele logo abafou
com a mão, me chamou de louca e ficou preocupado se alguém teria
ouvido, mas continuou bombando e tampando a minha boca. Ele metia com vontade, me socava
com força, o pau dele encostava no meu útero quando entrava todo, era muito grande. Eu comecei
a gozar e ele acelerou os movimentos, me chamava de putinha e de gostosa, gozei muito, acho que
fiquei mais de cinco minutos gozando sem parar, e ele bombando, e me beijando as costas,
amassando meus peitinhos. Estava com as pernas bambas, mas ele continuava a meter, me disse
que tinha que aproveitar ao máximo a minha bucetinha porque não ia mais me ver. Então ele disse
que ia gozar, eu pedi
para ele gozar na minha boca, mas ele disse que ele só gozava dentro da minha bucetinha, que ele
queria me ver com a buceta toda cheia de porra. Ele só me perguntou se eu tomava pílula, mas
quando eu disse eu não ele se assustou e chegou até a parar de bombar, mas já era tarde, o primeiro
jato bateu lá no fundo do meu útero, e depois outro e outro, então ele disse: "agora foda-se, já foi".
Ele ficou com o pau dentro de mim até ele murchar, depois tirou e me virou me beijando. Me
chamou de maluca, como eu podia Ter feito isso sem tomar pílula? Eu disse a ele que sempre fazia
sem camisinha e nunca tomava pílulas, mas nunca tinha ficado grávida. Ele disse então que
mesmo assim eu era maluca, e que ele poderia ser o primeiro a me engravidar, e que ele não
poderia assumir o filho pois era casado. Que canalha heim? Só
quis se aproveitar de uma garotinha, mas tudo bem, eu também tinha aproveitado. Ele ficou
olhando a minha bundinha e disse que queria comer meu cuzinho, eu falei que a gente já estava a
muito tempo longe da festa e que alguém poderia desconfiar e vir nos procurar. Ele insistiu e disse
que queria comer meu rabinho de qualquer jeito. Veio me agarrando por trás e metendo o cacete
dele, ele forçou e entrou me rasgando, ele ficou parado um tempinho esperando eu me acostumar
com o pau dele no meu cú, nesse momento o irmão dele, a pai da minha amiga aniversariante
passou perto de nós chamando por ele. Ficamos quietinhos com medo de sermos vistos. Nos
abaixamos, e ele com o pau dentro do meu cuzinho ainda. Eu quis sair e me ajeitar, mas ele ficou
me segurando dizendo que não podia sair agora sem ser vista. Pediu para esperar mais um pouco e
começou a bombar no meu cuzinho, o safado queria era gozar no meu cuzinho antes de irmos.
Ajeitei a parte de cima do vestido e ele ainda bombando meu cuzinho, pedi a ele para parar, mas
ele não parava, comecei a andar tentando tirar o pau dele de dentro de mim, mas ele me agarrava
pela cintura e não deixava eu sair. Ameacei gritar, ele teve que concordar em me largar. Vesti
minha calcinha e ajeitei meu vestido, estava com a porra dele escorrendo pelas pernas abaixo. Ele
me beijou e disse que foi a melhor foda da vida dele. Eu saí e fui direto para o banheiro me limpar.
Voltei para o salão e ele já estava lá. Olhei para as calças dele e ví que estava manchada de porra,
ele nem tinha visto, comecei a rir e uma amiga veio me dizer que todos tinha sentido a minha falta,
que estavam todos comentando. Aí eu falei para ela ver a mancha na calça do oficial, para ela
enternder porque eu tinha sumido, ela entendeu e começou a rir, disse que eu era muito doida e me
pediu para contar a ela tudo com detalhes. Na hora de ir embora muitos vieram me oferecer
carona, mas já tinha combinado com meu paizinho (padrasto)para ele me buscar. Para quem não
sabe, meu padrasto me come desde que eu tinha 14 anos. Ele me iniciou nessa vida deliciosa, e
somos amantes até hoje, sem ninguém saber. Quando eu entrei no carro ele me perguntou se a
festa tinha sido boa, eu disse que tinha adorado. Ele me disse que a festa devia estar muito boa
mesmo pois eu estava toda marcada nos ombros e pescoço. Depois ele me disse que eu estava
cheirando a sexo, e
que ele estava sentido o cheiro da porra que vinha do meio das minhas pernas. Então eu contei a
ele tudo o que tinha acontecido, foi aí que ele ficou com mais ciúmes ainda e cheio de tesão. Ele
parou o carro num locar deserto e disse que queria me comer, pois eu estava muito linda e gostosa,
e que eu não poderia recusar, depois de ter dado para o oficial. Ele me comeu em cima do carro e
em pé no meio da rua. Cheguei em casa exausta e toda cheia de porra, fui tomar banho e dormir
feliz da vida.
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Esperando o ônibus
Este é um caso que ocorreu comigo, em Curitiba, à aproximadamente 6 meses atras. Eu havia
combinado com um amigo pra fazermos um trabalho da faculdade na casa dele, sábado à tarde.
Esse meu amigo mora do outro lado da cidade e
como eu tive que vender meu carro para pagar o IPTU, que por sinal é um verdadeiro assalto nessa
cidade, tive de apelar pro ônibus mesmo. Quando estava chegando na parada de ônibus, o
motorista arrancou, e deixou eu e uma moça parados feito bobos. A moça, uma jovem de uns 20
anos, cabelos castanho claro e com um belo rostinho ficou desconjurando o dito cujo do motorista
e reclamando da falta de educação das pessoas. Observei que ela usava aliança de casada e não
alimentei qualquer esperança de que algo diferente pudesse vir a acontecer. Já estávamos papeando
a mais de quarenta minutos e nada do ônibus aparecer, coisas típicas de uma cidade que só é legal
nas propagandas da TV. Fazia muito sol nesse dia e como o ponto do ônibus, que eles chamam de
estação tubo, é feito de lata e vidro eu estava quase derretendo dentro daquela estufa, e já
pensando em voltar pra casa. Nesse momento entrou uma moça alta de cabelos longos e ruivos,
pele clara e vestindo uma calça preta de couro, muito sensual, completamente colada no corpo e
uma micro blusa vermelha. Fiquei olhando aquele corpo sexy e pensando que o rosto poderia ser
mais bonito pra combinar com o corpo. A gata se encostou no apoio de ferro e parecia estar
posando para uma seção de fotos devido a maneira de agir. A roupa que ela usava lhe permitia
mostrar todas as suas formas maravilhosas e eu não conseguia tirar o olhos de cima dela. Pensei
com meus botões: - Uma gata dessas jamais dará bola pra um cara como eu. Lá pelas tantas eu não
agüentei mais e levei a mão em direção ao punho para perguntar as horas. Nem bem comecei a
falar e ela já sorrindo disse as horas. Então pensei: acho que essa gata ta prestando atenção em
mim. Mas logo cai na real e fiquei na minha. Ela permaneceu sem falar mais nada, e continuou a
se exibir com gestos nada comuns, parecendo novamente estar numa seção de fotos. Não dava
mais pra disfarçar meu interesse por ela e mil coisas estavam passando pela minha cabeça, pelas
duas cabeças. O ônibus finalmente chegou e como o tubo já estava lotado fiquei esperando a
minha vez de entrar no ônibus. A garota com a qual eu conversara momentos atras entrou no
ônibus e quando eu foi entrar ouvi uma voz dizer: - Tem certeza que quer entrar
nesse ônibus lotado? Virei pra ver se era comigo e vi a ruiva ainda sentada no ferro sorrindo pra
mim. Ela então disse: - Vamos esperar o próximo? Antes mesmo de eu refletir na situação o ônibus
fechou a porta e então falei: - Acho que não temos outra opção mesmo. - Esse ônibus esta muito
lotado e não gosto de ficar sendo espremida no meio desses tarados que andam por ai. - Mas eu
acho que vamos acabar assados aqui dentro com esse calor. - Isso é mesmo terrível não é? Veja
como estou completamente molhada de suor. Ela então pegou a minha mão e levou a até a sua
barriga, que realmente estava molhada. - Acho que não vamos agüentar vivos aqui dentro mais
uma hora. comentei. Que tal tomarmos um refrigerante? Eu pago a sua nova passagem. Ela aceitou
o convite sem hesitar. Enquanto tomávamos um refri bem gelado,
começamos um animado papo, que em resumo foi mais ou menos esse. - Estou indo pra casa de
um colega da faculdade, fazer um trabalho de biologia. - Eu adoro biologia, e acredite, também
estou indo pra casa de uma amiga, estudar pro simulado. Bem que você poderia vir estudar com a
gente. O que você faria numa situação dessas? Dava pra recusar o convite? - A minha amiga vai
adorar te conhecer. Quando a gente chegar na casa dela você pode ligar por seu amigo, pra ele não
ficar te esperando. Decidimos dividir uma corrida de taxi até a casa da amiga dela. Ao chagarmos
lá a Andreia, tocou a campainha e uma garota morena, cabelos curtos e olhos verdes atendeu a
porta. - Finalmente cheguei, e trouxe uma surpresa. disse ela me puxando pelo braço pra dentro da
sala. A morena se chamava Luana e olhou pra Andreia com um olhar de aprovação que me deu
calafrios. Andreia pediu licença à amiga pra tomar um banho, porque estava toda suada. E
perguntou se eu também poderia fazer o mesmo. Nessa hora quase gozei só em pensar no que
estava por vir. Mas minha
alegria acabou quando a Andreia falou: - Enquanto eu tomo meu banho, você e Luana podem se
conhecer melhor, ou você pensou que iríamos tomar banho juntos? - Fiquei meio sem graça e já
sem saber qual era a daquela garota. - Luana me contou que estavam se preparando pro vestibular
e haviam combinado de estudar, mas que ela não estava nem um pouco afim disso hoje e que com
a minha presença seria mais fácil convencer Andreia pra deixar o estudo pra outro dia. Quando
Andreia retornou a sala, vestia uma camisola de renda transparente, sem calcinha nem sutiã. tive
uma ereção na mesma hora e Luana comentou: - Assim você vai matar seu amigo do coração.
Mostre a ele onde é o banheiro e faça ele tomar uma ducha fria. As duas riram e eu fiquei
vermelho que nem camarão. Fui tomar um banho e não agüentando mais acabei me
masturbando no chuveiro. Quando voltei pra sala não encontrei ninguém e resolvi esperar um
pouco, mas as duas estavam demorando muito e decidi procura-las pela casa. Ao chegar no
corredor ouvi um barulho na cozinha e ao chegar na porta vi Luana e Andreia se beijando na boca.
Fiquei parado observando aquele espetáculo, pois sempre tive o maior tesão por lésbicas. Adriana
me viu e falou: - Pode entrar, espero que não se assuste, mas nós somos muito mais que simples
amigas. - Ta limpo, na verdade achei lindo ver vocês duas se beijando. - Gosta de olhar? - Pra
dizer a verdade é a primeira
vez que vejo duas mulheres lindas se amaçando. Luana protestou e disse que não estavam se
amaçando, só se beijando. -Amaço é outra coisa. disse ela colocando a mão sobre o seio da
Andreia e com a outra mão lhe acariciando o braço. Todos rimos. Andreia pediu pra eu sentar
numa cadeira e perguntou se eu queria assistir a uma coisa incrível. Claro que respondi que sim.
Ela foi até a geladeira e pegou um pote de sorvete. Levou-o dançando, em direção da amiga que a
olhava fixamente nos olhos. Abriu o pote, passou um dos dedos no sorvete e deu pra Luana
lamber. Em seguida as duas começaram a se beijar e se esfregar, Luana tirou a blusa e ofereceu os
seus fartos seios para Andreia. Andréa por sua vez tirou a camisola e começou a mamar nos seios
da amiga. Ela mamava como se quisesse tirar leite deles, mordia, sugava, cuspia e lambia os seios
rosados da amiga. Não agüentei ver aquilo e gozei, lambuzando toda minha calça. Tirei a roupa,
fui na direção da Andreia e comecei a passar meu cacete nas sua bunda enquanto apertava seus
seios. Acabei gozando novamente, nas costas dela. Luana olhou pra mim com ar de reprovação e
disse: - Ainda não terminamos, senta lá e espera tua vez. Protestei mas obedeci. Andreia se virou e
Luana lambeu toda minha porra que estava nas contas dela. Ela foi lambendo a Andreia desde o
pescoço até a bunda. Quando foi chupar a buceta da Andreia, parou, virou a ruiva de
frente, enfiou um dedo no pote de sorvete e enfiou o mesmo dedo na buceta da amiga. Repetiu isso
uma quatro vezes. sempre olhando a amiga bem nos olhos. Andreia por sua vez olhava pra mim e
sorria sem parar. Comentou com Luana
algo sobre o meu pênis, que eu não entendi bem e continuou sorrindo. Luana continuava a enfiar
seus dedos dentro da Andreia e alargava cada vez mais sua buceta. Luana olhou pra mim e falou: -
Vem cá, preciso da tua ajuda pra arrombar a Andreia. Ela pegou no meu cassete e deu uma bela
chupada, engolindo todo aquele liquido incolor que lubrifica e pênis quando agente fica excitado.
Cuspiu no meu cassete e colocou ele na buceta da ruiva. Andreia já estava deitada sobre a mesa e
eu comecei um maravilhoso movimento de vai e vem. Luana foi até a outra ponta da mesa e deitou
sobre Andreia
chupando os seios dela, nessa posição Andreia também podia chupar os seios de Luana. Andreia
gemia baixinho e rebolava toda, como se estivesse pra gozar. Quando eu ia gozar dentro dela a
Luana me arrancou de dentro da amiga e disse que já estava bom. Com meu pinto no ar e vendo
aquela linda bucetinha se fechar diante dos meus olhos esporeei na barriguinha da Andreia, Luana
lambeu tudo e depois cuspiu minha porra na boca da amiga. Voltou e lambeu todo meu cassete.
Andreia e eu nos beijamos e senti em sua boca o gosto da minha própria porra. Quando olhei pra
Luana ela estava com três dedos dentro da buceta da Andreia e fazia força pra abrir ainda mais
aquela fantástica bucetinha quente e raspadinha. Luana então me pediu pra apanhar uma colher na
gaveta e o pote de sorvete, que nessas alturas já tinha derretido. Segurei aberta a buceta da Andreia
e Luana começou a derramar o sorvete dentro dela. Andreia gemia e gritava alto pra parar porque
estava muito gelado. Luana parou, foi até a pia e apanhou um copo de leite. Derramou leite dentro
da amiga, que agora só gemia e mordia os lábios. Meu cacete já estava duro novamente e dei ele
pra Andreia chupar. E como ela chupava gostoso! Andreia se levantou da mesa e segurava e buceta
com a mão. Luana se agachou entre as pernas dela e começou a beber o leite
que escorria da buceta da Andreia. Andreia estava urinando leite e Luana bebia. Repetimos isso
com Luana e foi a minha vez de beber leite mijado quentinho. Fomos então todos tomar um banho
e transamos no chuveiro. Luana fez xixi na minha cara e eu bebi seu mijo. Nos encontramos outras
vezes e aprontamos muito. Essas novas transas eu contarei num próximo conto.
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Festinha com os caminhoneiros Tesudos
Tenho 19 anos, sou loira 1,70m, 58kg, muito tesuda. Namoro um cara a 2 anos, mas meto desde os
13 anos( bom isto fica para outra estória), acontece que ele é muito devagar na cama, uma vez
estávamos metendo gostoso e pedi para ele comer meu cuzinho até então virgem, ele falou que
aquilo era coisa de mulher a toa. Fiquei chateada e jurei me vingar, se ele não queria outro iria
comer. Sempre gostei de ser tratada como cadela na cama, ele sabe disto tratava até certo ponto.
Então me arrumei, vesti uma mini-saia minúscula, não vulgar coloquei uma blusa legal e sai
deliciosa e sem calcinha, minha bucetinha estava pegando fogo, minha bundinha mais ainda. fui
para um barzinho longe de minha casa. Sentei na mesa pedi um refrigerante, fiquei ali saboreando
e minha "presa", havia uma mesa com 2 sujeitos gordos de bermuda, barbados um deles negro
imenso, suados me notaram e se aproximaram, pediram para se sentarem contaram que eram
caminhoneiros e estavam no posto a dois quarteirões, minha xoxota ficou mais quente ainda. Eram
caras agradáveis apesar da aparência, então comecei a me contorcer na cadeira para abrir as
pernas, eles rapidamente notaram minha inquietação, o negro colocou a mão no meu joelho
debaixo do forro, não falei nada ele subiu até minha xoxota e cochichou para o amigo que eu
estava sem calcinha, começou a meter o dedo no meu grelo.....na minha bucetinha tirava e
chupava, depois veio o amigo negro.....fez a mesma coisa. Chamaram para sairmos dali, estava
com tanto tesão que não tive medo deles, fomos os 3 de caminhão uns 25 min pararam em lugar
deserto e descemos. Arrancaram minha roupa sem rasgar, famintos começaram a mamar nos meus
peitinhos deliciosos como bebês famintos até os biquinhos incharem, o branco mamou na minha
bucetinha até au gozar na boca dele, desceram as bermudas e meteram os paus na minha boca,
mandando eu chupar, eu chupava e gritava pedindo para me comerem eles diziam chupa puta
gostosa, eu mamava adoro mamar, mamei tanto que pensei que os caralhos deles iam explodir...o
caralho do negro era enorme delicioso, grosso cabeçudo como eu gosto o outro também só que era
menor, até que um o negro falou que queria me enrabar, abri bem a bundinha para ele ele foi por
trás, disse que adora comer puta branca, chupou meu cuzinho encheu de saliva mandou molhar
bem o caralho dele e começou a meter aquela vara negra imensa na minha bundinha , gritei muito,
quanto mais gritava mais ele metia e dizia arreganha puta....que delicia.....meteu até as bolas
baterem na minha bundinha. Quando saiu, meu cuzinho estava queimando, depois o amigo me
deitou no chão e meteu na minha bucetinha, mas meteu como se mete numa puta com força e me
xingando eu gritava mamava no caralho do amigo dele...até ele tirar depois disseram que queriam
sanduíche de puta, um meteu no meu cuzinho de novo e outro na minha xoxotinha.....ficamos
assim enquanto eles quiseram nunca fui tão fudida quanto esta noite....quando gozaram deitei no
chão e me lambuzaram de porra como um puta sem vergonha, que delicia. Pena nunca , mais os vi.
Agora quando quero dar a bundinha dou para quem quiser comer....a propósito é uma delicia
impinadinha, durinha, cuzinho apertadinho....quem quiser entra em contato.
Aninha_p@bol.com.br TPS: No dia seguinte não aguentei me sentar, estava com o peitinho rôxo, e
xoxota latejando e meu namorado côrno nem desconfiou.
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FODA-SE
Foda-se! Esta é a frase que mais ouvi em minha vida. Quando nasci, prematura, fui apartada de
minha mãe e colocada em uma incubadora - FODA-SE - murmurou satisfeita minha irmã, louca de
ciúmes, por não ser mais o centro das atenções.

Ainda menina, levaram-me para estudar balé com uma professora de renome internacional. D.
Vera, assim chamava-se, brindava-me com aulas especiais pois reconhecia um talento nato em
minha pequena figura - FODA-SE - disse o pediatra, ao proibir-me de dançar. Alegava, do alto de
sua empáfia, que a poeira levantada pela profusão de sapatilhas só faria desencadear minha
bronquite asmática. Matriculada aos quatro anos no colégio de freiras, era perseguida pelas
colegas mais velhas e pelas irmãs de caridade - FODA-SE - gritavam sem dó nem piedade, ao
surrarem-me sistematicamente. As primeiras, por me considerarem um "bezerro desmamado" ,
sempre a chorar. As freiras, por simples impaciência, frente ao eu despreparo infantil. Na
adolescência, todas colegas usavam e abusavam da maquiagem, namoravam e davam beijo de
língua. Experientes e enturmadas adotavam um dialeto próprio para se referir à ereção dos
namorados: - Ontem eu vi Aurora! Eu, que era a mais nova da turma, obrigada por ordem materna
a andar de cara lavada, não tinha namorado e perguntava, ingênua, o que significava Aurora -
FODA-SE - gargalhavam as meninas, debochando da minha ignorância e marginalizando-me por
ser pura demais. Com 18 anos, ao fazer vestibular para Biologia, depois de ter passado com
facilidade pelas provas mais difíceis, abandonei a última delas. Quis, com isso, tornar patente meu
amor extraordinário pelo namorado ( o primeiro), reprovado logo de início - FODA-SE - xingou o
dito cujo, ao esbofetear-me com violência, por não tê-lo deixado me desvirginar. Ainda jovem, na
faculdade, apaixonei-me por meu melhor amigo, que veio a ser meu primeiro homem - FODA-SE
- riu-se ele sarcástico, rodando como trunfo minha calcinha na mão, ao trocar-me pela feia herdeira
de um rico fazendeiro de sua terra natal. Quando mulher, já diplomada em Biologia, apaixonei-me
por meu chefe, homem mais velho e casado - FODA-SE - esbravejou ele, quando fui obrigada a
abortar nosso filho. Em hipótese alguma admitia abandonar a pobre esposa. Afinal, ela era sua
companheira, sempre o apoiara, principalmente na época do dinheiro curto. Aos 35 anos, casada
por carência e amizade, com um homem com idade suficiente para ser meu pai (complexo de
Electra assumido), fui obrigada a acompanhar de perto a degeneração de sua personalidade, pela
instalação de uma arteriosclerose precoce - FODA-SE - maldisseram as amigas invejosas. Quem
mandou dar o golpe do baú? Agora segura o tranco! Viúva, na idade da loba, caí nas garras de um
farsante, mau caráter, que namorei na Internet - FODA-SE - cuspiu ele, ao dar-me um chute na
bunda, depois de apoderar-se de todos os bens que meu marido me deixara. Velha, perto de morrer,
resolvi passar minha vida a limpo. Ouço, repetidamente e com impressionante nitidez, todos os
FODA-SE com que fui brindada até hoje. Agradeço a deferência e faço questão, em nome de uma
reciprocidade um pouco tardia, de brindar todos aqueles que, de uma forma ou outra, me
desfeitearam. Assim sendo dedico a vocês, meus queridos, minhas últimas palavras:
- FODAM-SE!
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FULMINANTE
Nos conhecemos na sala de bate-papo através de uma brincadeira inocente. Rapidamente
identificamos muitas coisas em comum e iniciamos uma bela amizade que foi parar na mesa de um
bar na semana seguinte. Ela era bonita e cheia de vida e o papo rolou naturalmente até o garçom
nos expulsar. O carro estava na garagem do meu prédio, mas não houve abertura para um “drink”.
Fomos para outro bar. Papo vai, papo vem, eu estava totalmente desencanado quando o segundo
bar tb fechou. Caímos para um boteco para beber pinga. Depois da segunda dose ela virou e me
beijou de supetão. Instantaneamente fui contagiado por aquele beijo e nos agarramos por alguns
segundos que pareceram horas. Os braços e pernas naturalmente foram se encontrando,
entrelaçando, cruzando e apertando enquanto ignorávamos os espectadores. Ainda estava tímido e
não avancei muito o sinal. Em plena Faria Lima ela tirou minha mão da sua coxa e a colocou por
dentro da sua calcinha úmida, esfregando-a na sua bucetinha completamente molhada. Comecei a
massageá-la e ela prontamente começou a gemer de prazer, com os olhos fechados, me deixando
louco de tesão. Penetrei-a com os dedos e acariciei o seu clitóris fazendo sua bucetinha ficar mais
encharcada ainda enquanto dirigia com a outra mão e os joelhos. A cada sinal eram beijos
inflamados que se espalhavam pelo pescoço e pelo peito e se transformavam em mordidas e
chupadas. Ela abriu minha calça e começou a me masturbar com exímia habilidade aumentado
ainda mais o meu desejo. Cheguei na garagem do prédio e estacionei na primeira vaga possível,
pois já estava explodindo de tesão. O elevador balançou de um lado para o outro movido pelos
amassos e quase esqueci de fechar a porta após entrar em casa. A cama ficou pequena para tanto
tesão. Rapidamente já estava penetrando-a e ouvindo seus gemidos de prazer que ecoaram cada
vez mais fortes até gozar implorando para que eu não parasse. Continuamos no “papai e mamãe”
até ela gozar novamente e depois a pus sentada sobre mim para ela rebolar e cavalgar
deliciosamente. Quando ela estava quase gozando a segurei pela cintura e mesmo por baixo apoiei
os pés na cama e elevando a cintura comecei a penetrá-la com força até ela gritar de prazer.
Perguntei então o que ela queria. Ela respondeu se colocando de quatro e apontando sua bundinha
deliciosa na minha direção. A segurei pelas coxas e penetrei-a num ritmo alucinante, desta vez
para ambos gozarmos juntos. Depois de um intervalo para nos recuperarmos percebi que não havia
mais nenhuma camisinha em casa. Fomos na farmácia comprar mais e continuamos até as forças
acabarem pela manhã...
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DICA PARA APLICAR ANTES DA TRANSA
Antes de transar, coloque a sua mulher de quatro, com o rosto no travesseiro, quadril bem
empinado para cima e pernas abertas. Faça uma massagem na bunda da menina durante uns 10 a
20 minutos. Morda, passe a língua, aperte, brinque de todas as formas. Ao final, faça uma
massagem no ânus. Sentindo receptividade penetre um dedo no reto da parceira. Tente bem
devagar penetrar o segundo dedo. O dedo tem que estar bem lubrificado com saliva ou com um
lubrificante a base de água.
DICA PARA APLICAR DURANTE A TRANSA
Durante a transa, coloque a mulher sentada no seu pênis. Quando ela estiver muito excitada traga
ela para perto de você, como se ela fosse deitar sobre o seu tronco, sem no entanto, tirar o pênis de
dentro. Mantenha os movimentos de entrar e sair. Nesse instante segure com as duas mãos a bunda
da mulher e abra bem ela, abra na base, perto da vagina, é ali que fica o ânus. Abrindo bem o
bumbum, ela vai sentir um vento no ânus, um friozinho, e talvez sinta uma vontade de ser
penetrada ali. Depois feche e abra a bunda da menina, e mantenha as penetrações. Então você
começa a massagear a região anal com um dedo, depois penetre um pouco o reto e mantenha a
massagem. Depois de algum tempo pare as penetrações e aumente a intensidade da massagem
anal. Você pode fazer essa massagem movimentando o dedo em círculos, ou apenas vibrando ele
de cima para baixo e de um lado para o outro. Algumas mulheres poderão atingir o orgasmo com
esse movimento.
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ENCONTROS PERVERSOS 1
Com esta fina espátula rasgo minhas veias, doces canais submersos, deixando fluir o sangue
quente, límpido e rutilante.
Imersa em água tépida, descanso, anemiada, sorvendo vinho branco gelado, seco e rascante.
Bendito prazer voluptuoso que me toma, me consome, qual o êxtase de um orgasmo prolongado.
Embalada pela sonolência que, aos poucos, turva-me a visão e insiste em cerrar minhas pálpebras,
aguardo meu fiel amante. Sinto-o próximo, muito próximo. Seu hálito bafeja minha face. Veio
tomar posse!
Sorrio. Lânguida, entrego-me ao devaneio. Me rendo. Me esvaio. Morro. Meu desespero
converteu-se em alumbramento.
ENCONTROS PERVERSOS 2
Ah, deixa-me que estou cansada, doída, ferida de morte. Meu braço mutilado, ferramenta
imprópria e destoante, impele-me ao confinamento. Não tenho condições de duelar. Vestida de
desgraça enfrento meu destino: morrer dilacerada pelas feras que me aguardam no circo dos
horrores. Nada temo, já morri em vida. Os leões famintos só terão meu cadáver para se alimentar.
Diviso ao longe um altar - minha pira funerária - lá serei reverenciada como grande guerreira. O
mar, meu derradeiro amante, acolherá as cinzas, único vestígio de minha passagem insana, por esta
vida sorvida até a última gota.
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ESSA MENINA é DEMAIS! by Olavo
Vou contar um fato que aconteceu comigo a 3 meses atrás. Eu tenho 37 ano sou casado e tenho
uma filha de 13 anos. Minha filha se chama Luciana, mas até pouco tempo atrás nossa relação era
normal eu via ela simplesmente como minha filhinha querida. Um dia eu estava em casa a noite e
eu fui dar um beijo de boa noite e ela estava com um shorts bem curtinho que aparecia todo o
formato de sua bundinha bem durinha era perfeita e estava de camiseta que deixava amostra sua
barriguinha era uma doçura salientavam seu peitinhos durinhos parecia duas maçãs suculentas ela
tem apenas 1,55 e eu apesar da minha idade sou bem conservado, pois sou do exercito e tenho
1,80.Ao vela na cama me esperando para dar boa noite aconteceu algo que nunca tinha acontecido,
começou a me dar um tesão que eu fique de pau duro, na hora fiquei meio atordoado e dei um
beijo em seu rosto e sai do quarto rapidamente. Aquilo não podia estar acontecendo estava sendo
um tesão que eu nunca tinha sentido antes e era pela minha filhinha.Apos aquele dia passei a
repará-la mais quando ela estava em casa, se corpinho de uma criança que já estava virando
mulher me fascinava, aquela bundinha nào me saia da cabeça, comecei a tentar vê-la nua, eu
tomava a maior precaução para que minha mulher não percebesse. Uma semana depois eu já não
aguentava mais, acabou acontecendo o que eu nunca havia imaginado. Era um dia em que chovia
muito forte, eu cheguei do trabalho e vi que minha mulher não havia chegado ainda, fui até o
encontro de minha queria e gostosinha filha e dei um abraço e perguntei pq que sua m~e não havia
chegado ainda , aí ela disse a mamãe havia ligado e que por causa da chuva nào iria conseguir
chegar em casa hoje e iria dormir num hotel ao lado do serviço. Tentando não pensar em bobagens
fui dormir, dei boa noite a ela e fui para cama. De madrugada minha queria filhinha bate na porta
do meu quarto e pede se pode dormir na cama comigo pois estava com muito medo dos trovões e
eu meio sonolento disse que sim e ela deitou e eu continuei dormindo. Tempo depois eu começo a
sentir o calor de um corpo perto de mim e pensando que fosse minha esposa eu abraço minha filha
por trás e puxo até o calor do meu corpo. aí eu abro os olhos e vejo que é minha filha, na hora eu
começo a sentir um tesão muito forte meu pênis começa a ficar duro eu fico olhando para aquela
menina em meus braços minha mente se enche de fantasias eu começo a olhar para seu corpo e
vejo que ela está só de camiseta e calcinha e eu normalmente durmo só de cueca. E minha pequena
menina continua dormindo e eu sem acordá-la começo a encostar meu pênis na sua bundinha
deliciosa, a sensação é maravilhosa , meu pau lantejava de tanto prazer (21cmx6cm),eu começo
carinhosamente e bem devagar a passar a mão em seu corpo quase nu, O tesão é tanto que eu
decido que eu iria comer minha propria filha, eu começo a passar a mão em sua barriguinha e
enfio por debaixo da camisa e vou ao encontro ao seus seios qdo eu encosto no seu seio minha
filha solta um gemidinho hummm!!! e se mexe pressionando sua bundinha contra meu pauzão , eu
quase gozo na hora de tanto prazer.Apos massagear seus seios eu desso minha mão ate sua
calcinha e começo a massagear os pelinhos de sua bucetinha virgem,ela começa a gemer bem
baixinho, fico um pouco assustado mas continuo , essa experiência está sendo maravilhosa, aquela
pequena mulher em meus braços. sem que ela acorde eu pego e vou abaixado sua calcinha até tirá-
la completamente, pronto eu estava quase conseguindo come-la, e como fazer isso agora que ela
estava nua, eu tirei minha cueca e comecei a olhar para aquela bundinha macia e durinha eu trouxe
seu corpo bem junto ao meu comecei a sentir no meu pau um calor insaciável vindo de sua
bucetinha, enquanto ela dormia eu abri suas pernas o suficiente para por minha perna entre as suas
já estava na hora de fazer amor com minha filhinha querida encostei meu peito cabeludo em suas
costas de menina passei minha mão que estava em baixo suavemente até alcançar um de seus
peitinhos durinhos, com a minha perna levantei a perna dela deixando o caminho livre para meu
pau entrar com outra mão comecei a acariciar sua barriguinha e fui guiando meu pau até aquela
bucetinha virgem quando eu encostei a cabeça na entrada ela deu um gemido forte e acordou ,sem
que ela tivesse tempo de perceber o que estava acontecendo guiei meu pau até a entrada da buceta
da minha filha e fui colocando pra dentro bem devagarinho ela começou a gemer e a gritar, eu
estava louco de tesão, e eu fui introduzindo os 21 cm de puro prazer naquela grutinha eu fui
pressionando sua bunda contra meu pau quando entrou tudo eu tirei quase tudo pra fora, ela deu
um gemido e eu dei uma estocada com toda força e ela começou a gemer de prazer, afinal era um
pau de 21 cm numa menina de 13 anos, eu dava estocadas num ritmo alucinante quando eu
diminuia o ritmo eu enfiava até meu pubis pressionar a bunda de minha filha. Aquele momento era
inesquecível eu transando com minha filha no meu quarto era muito gosto, ela falou pai eu não sei
o que você está fazendo mas está muito gostos continue assim enfia todo esse pauzão eu abraçava
com toda força acariciava seus peitinho e bombava com toda força aí ela começo a jogar sua
bunda contra meu pau ela rebolava bem devagar e pressionava sua bucetinha contra meu pau,aí eu
comecei a gozar naquela bucetinha e ela gozou junto comigo. Dormimos naquela posiçào
abraçados sentindo o calor da sua bunda ao meu pau.De manhã acordei e ao ver aquela menina em
meus braços me senti o homen mais feliz do mundo. fui Tomar banho, de repente ela entra no
banho e pede para tomar banho comigo e eu é claro deixo ao ver aquela água percorrendo aquele
copinho de mocinho meu pau fica duro na hora eu abraço ela levanto ela ela prende suas pernas na
minha cintura eu começo a chupar os peitinhos da minha filha ela começa a gemer e pede: pai me
come de novo enfia essa vara na minha bucetinha eu levanto seu corpo coloco meu pau na direçao
de sua xana e solto seu corpo em cima de meu pau ele entra numa so estocada ela começa a mexer
seu corpo bem devagar subindo e descendo ela gemia de tanto prazer nem a mãe dela gemia
daquele jeito. eu encosto ela na paredo do banheiro pressiono meu corpo contra o dela e começo a
dar estocadas até ela gozar , vai filha goza que eu to gozando aí ela goza mais uma vez e eu
também . Depois do banho fomos espera minha esposa chegar como se nada tivesse acontecido.
Transamos toda vez que a mãe dela não esta em casa, estou planejando ir viajar só eu e minha
filha, para mim poder come-la a vontade. Não sei se isso é normal, mas como descobri esse site,
resolvi compartilhar minha deliciosa experiência.
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Eu não podia mais trair meu marido. Rumo à Central.
Não há mesmo jeito. Parece que eu acabo atraindo esses acontecimentos. Deve ser por no fundo eu
gostar mesmo. O que vocês acham? Aquele caso com os internautas só serviu para atiçar em mim
a velha chama. Senti que ficou faltando alguma coisa. E assim, em casa à toa, começo a querer
passar da imaginação à ação e pronto, acontece. E sempre acontece alguma coisa inusitada,
imprevista, o que me enlouquece ainda mais. E em um dia desses eu aqui em casa relembrando,
relembrando...Quando vi, estava em frente ao enorme espelho que meu marido colocou no quarto
só de calcinha e sutiã e pensei: por quê não dar umas voltas por aí para me excitar com os olhares
pidões, com os assovios, etc? Desta vez coloquei uma saia com uma abertura bem generosa na
lateral e saí. Os olhares vinham e iam e eu não sabia ainda para onde estava indo. Eram umas
dezoito horas quando vi passar um desses ônibus superlotados em direção ao subúrbio. Entrei em
um deles cujo letreiro indicava “CENTRAL”. Muitos olh!
ares se viraram em minha direção, inclusive os da trocadora que tinha um jeitão meio másculo. Fui
me espremendo, espremendo até que alcancei mais ou menos o meio do ônibus. Logo dois homens
que não vi os rostos se aproximaram e foram se encostando a mim, um encostou bem atrás de mim
e outro na lateral, justamente na abertura de minha saia. Bom, era aquilo que eu queria, mas fiquei
temerosa porque muitas pessoas nos olhavam. Comecei a achar que não foi uma boa idéia e me
mexi com intenção de descer. O que estava bem atrás pensou que eu me mexia com a intenção de
excita-lo e colocou o braço entre o meu pescoço e meu ombro, se apoiando com a mão na lateral
do ônibus e falou baixinho, “Que loucura de mulher você, hem? Vai pra central?” Estava com
medo e um tanto envergonhada, continuei muda. Mas já estava molhada com aquela coisa se
esfregando e crescendo atrás de mim. Ele continuava o movimento e percebeu que eu apesar de
muda e quieta, estava gostando da coisa. A essa altura !
eu me sentia toda, meu corpo levemente suado, a calcinha entrando mais com a ajuda do suor, a
saia levemente levantada pelo roçar do homem e paralisada para que as pessoas não percebessem
que eu estava querendo mais. Só quando eles começaram a conversar para disfarçar foi que eu
percebi que eles se conheciam. “Hoje tava tranqüilo no banco né Geraldo?”. Falou o que estava
atrás. “É, se todo dia fosse assim”.Respondeu o outro. O ônibus foi enchendo mais e cada vez nós
ficávamos mais no meio e distante da visão dos outros. Percebi que o de trás se desencostava e
pensei que ele saltaria; mas não, foi para me tocar com a mão que estava livre. Sua mão começou
suspendendo vagarosamente a parte de trás de minha saia, entre minhas coxas e foi subindo bem
lentamente. Eu não tinha idéia de onde aquilo poderia chegar, mas estava excitadíssima para me
opor. Parecendo virar-se para o outro o ouvi murmurar, “Olha só”. Pude sentir o suspiro profundo
do outro, o que parecia chamar-se Geral!
do, percorrendo minhas costas. Ele se virou um pouco mais dando a impressão que fazia uma
espécie de parede para que o seu amigo pudesse atuar sem que nos vissem. Eu já estava
completamente extasiada pela situação. Aquela situação de luxúria fazia com que eu não sentisse o
resto do mundo. Aos poucos fui me entregando cada vez mais. O que fazia a “parede” encostou a
mão esquerda espalmada na parte direita da minha nádega, apertou levemente e desceu com um
dos dedos onde minha calcinha estava enfiada, até tocar por baixo e encontrar a entrada da minha
bocetinha completamente ensopada. Fez um movimento de que queria entrar com o dedo e eu
instintivamente abri um pouco as pernas e ele iniciou um movimento de via-e-vem com o dedo
dentro da minha bocetinha. O de trás puxou suavemente meu braço esquerdo querendo que
descesse com minha mão que segurava o ferro de cima do ônibus. Fiquei com medo de perder o
apoio, embora louca para segurar aquela coisa dura, e retive o braço. “Pode!
ficar tranqüila que a gente te dá apoio, pode soltar a mãozinha”. Timidamente eu fui soltando
minha mão e descendo lentamente meu braço esquerdo até segurar por cima da calça aquela coisa
completamente dura. Suavemente ele pegou minha mãozinha e foi colocando devagarzinho por
dentro da sua calça cujo sinto se encontrava afrouxado. Com meus dedos eu fui abrindo caminho
por dentro da cueca, por entre os pentelhos e segurei a carne do seu pau que latejava sem ser
completamente envolvido pela minha mãozinha ávida e quente. Completamente alucinada, fiz o
movimento de masturba-lo quando ele me envolveu com o braço direito me puxando com um
tranco para junto do seu corpo. “Você é demais!”. Eu não sei se segundos, minutos; não sei, sei
que viajei me movimentando lentamente, assim, com as pernas entreabertas, com a saia levantada
na parte de trás, um dedo enfiado na minha bocetinha, com o braço esquerdo virado para trás,
masturbando uma pica quente e dura por dentro de uma calça, de!
ntro de um ônibus superlotado. Acelerei os movimentos e percebi que o homem ia gozar. “Goza”.
Pensei, mas não falei. O homem gozou babando na minha nuca. Nisso, veio um casal abrindo
caminho, passando entre nós e me olhando com cara de censura, o que me conscientizou da
situação. Envergonhada e me refazendo fui passando com rispidez sem olhar para trás, para nada,
para ninguém e consegui descer. Nem sequer olhei para o ônibus que partia, atravessei a rua e
peguei um táxi retornando para casa. Ao chegar em casa transtornada, entrei no chuveiro e me
masturbei gozando alucinadamente. Meu marido quando chegou em casa naquela noite,
encontrou-me mais sedenta do que nunca. Que loucura eu posso mais tornar realidade?
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EXAME MÉDICO E LEITE MATERNO by MÉDICO DO RIO

OLÁ LEITORES! SOU UM MÉDICO DO RIO DE JANEIRO,35 ANOS, BRANCO, COXAS


GROSSAS E BEM DOTADO NA GROSSURA (DEZESSEIS X QUATORZE ) . APESAR DE
SEMPRE ATENDER MINHAS PACIENTES COM ÉTICA E RESPEITO, SEI QUE HÁ
AQUELAS QUE TÊM FANTASIAS COM EXAMES MÉDICOS. SEMPRE FUI MUITO
LIBERAL E TENHO VERDADEIRA ADORAÇÃO POR PACIENTES QUE TENHAM SEIOS
GRANDES OU ESTEJAM AMAMENTANDO. HÁ CERCA DE 6 MESES ATRÁS RECEBI A
PACIENTE DAS 16:30 HS. LOGO AO ENTRAR NO CONSULTÓRIO, NÃO PUDE DEIXAR
DE NOTAR ALGO ESPETACULAR. ELA ERA MORENA CLARA,+-1,65 ALTURA,E VESTIA
UMA BLUSA BRANCA BEM JUSTA,REALÇANDO SEUS ENORMES SEIOS. SUA BLUSA
ESTAVA COM MANCHAS DE UMIDADE LOGO ACIMA DOS MAMILOS.ELA DURANTE
AS PERGUNTAS DE PRAXE,NOTEI PERCEBIA O MEU OLHAR DIRECIONADO AOS
SEUS SEIOS. PARA A MINHA SORTE, O MOTIVO DA CONSULTA ERA DIFICULDADES
PARA AMAMENTAR.ELA DISSE QUE ERA CASADA E HAVIA TIDO UM BEBÊ HÁ 2
MESES E QUE SEU MARIDO ESTAVA COM SEU FILHO NO CARRO. FOI ENTÀO QUE EU
DISSE QUE PRECISARIA EXAMINÁ-LA. QUANDO ELA TIROU A BLUSA,PUDE SENTIR
O FORTE AROMA DE LEITE.SEUS SEIOS ERAM REALMENTE FARTOS, MAMILOS BEM
ESCUROS E AS VEIAS MUITO REALÇADAS,TÍPICAS DE UMA LACTANTE. EU ME
APROXIMEI E DISSE QUE IRIA DAR TODAS AS ORIENTAÇÕES. COMECEI PALPANDO
SEUS SEIOS E MASSAGEANDO.COMO ELA ESTAVA MUITAS HORAS SEM
AMAMENTAR, EM POUCOS MOVIMENTOS, SEU LEITE ESGUICHAVA EM PEQUENOS
JORROS. OS MAMILOS ESTAVAM BEM DUROS. ELA PARECIA GOSTAR DO QUE EU
FAZIA, POIS FECHOU SEUS OLHOS E COMEÇOU A SUSPIRAR FUNDO.MEU PÊNIS JÁ
ESTAVA COMPLETAMENTE ENRIJECIDO E JÁ MOLHAVA MINHAS CALÇAS. JÁ ESTAVA
HÁ QUASE 5 MINUTOS FAZENDO O EXAME, QUANDO ELA,COM A VOZ BEM
TRÊMULA,ME DISSE QUE ACHAVA QUE O LEITE DELA NÃO ERA MUITO BOM,
POIS,SEU FILHO MAMAVA MUITO POUCO TEMPO E LOGO LARGAVA O PEITO. DISSE
ENTÀO QUE PRECISAVA SENTIR O SABOR PARA SABER SE HAVIA ALGO DE ERRADO.
ELA DISSE: O SENHOR SABE QUE GOSTO O LEITE TEM? EU LHE RESPONDI
DIZENDO: CLARO QUE SIM,POIS ,COMO MÉDICO TENHO QUE CONHECER TUDO.
ELA CONTINUOU COM OS OLHOS FECHADOS E DISSE: ENTÃO,SE É
NECESSÁRIO....FUI ME ABAIXANDO ATÉ ALCANÇAR O SEIO ESQUERDO. LAMBIA
SEUS MAMILOS E SUGAVA COM FORÇA. MINHA BOCA ENCHEU DE LEITE E TIVE
QUE TER CUIDADO PARA NÀO ENGASGAR. ELA COLOCOU SUA MÃO EM MINHA
CABEÇA E A PRESSIONAVA EM DIREÇÃO AO SEU SEIOS. PASSAVA A LÍNGUA NOS
LÁBIOS. COMEÇOU A ME PERGUNTAR SE ESTAVA BOM E SE EU ESTAVA GOSTANDO.
ENQUANTO ME AMAMENTAVA,DESCEU SUA MÃO E COMEÇOU A MASSAGEAR MEU
PAU POR CIMA DA CALÇA. NÃO RESISTI MUITO TEMPO E GOZEI ....COMO EU
GOZEI....ELA ME DISSE QUE SEMPRE TEVE MUITA SENSIBILIDADE NOS MAMILOS E
QUE ERA UMA PENA QUE SEU MARIDO NÃO GOSTAVA. DISSE A ELA QUE SEMPRE
QUE QUISESSE , ERA SÓ VOLTAR,POIS,O SIGILO SEMPRE SERIA MANTIDO. SE VOCÊ
TEM FANTASIAS COM EXAME MÉDICO,POSSUI SEIOS FARTOS E/OU ESTÁ
AMAMENTANDO,

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FÉRIAS FICAM MAIS GOSTOSAS COM INCESTO by Max
Meu nome é Roberto. Hoje tenho 20. Aos 17, aconteceu uma coisa muito gostosa comigo que eu
jamais esquecerei. Sou amigo de uma família que tem uma filha. Sua mãe, duns 36 anos, é uma
loira gostosíssima, e por várias vezes me masturbei pensando nela. A filha, por sua vez, que tinha
na época uns 15 anos, tem cabelos castanhos-claros e também é apetitosa. Sempre sonhei em tirar-
lhe a virgindade. Nas férias de verão daquele ano, esta família me convidou para seu apartamento
na praia, lá no Rio de Janeiro. Fiquei muito feliz com a idéia e logo arrumei minhas malas para
chegar o mais rápido possível. No primeiro dia, fomos à praia. A mãe e a filha usavam dois
biquínis apertadíssimos, e eu ficava observando aquelas duas bundinhas deliciosas. Só me
controlei para não comê-las pois havia muita gente na praia. À tarde, seguimos para a piscina, e eu
estava com um desejo incontrolável de foder as duas. Não pude fazer isso novamente pois o
marido estava lá. Foi nesse momento que ganhei uma ereção e a mãe e a filha perceberam e
cochicharam alguma coisa que não pude ouvir. À noite, na minha cama, pensei em me masturbar.
Mas não foi preciso. A mãe, chamada Luciana, após todas as luzes da casa estarem desligadas, foi
ao meu quarto. Estava de camisola. Chegou à minha cama e disse: "Desde que te conheci sempre
te achei um gato". Falei para ela fechar a porta, mas ela disse que não era necessário. Tirei sua
camisola e fomos para o chão(estávamos em minha cama). Aquela calcinha e aquele sutiã brancos
me deram mais prazer ainda.Como, por causa do calor, eu dormia sem camiseta, ela tirou meu
short do pijama. Meu pau quase estourava a cueca de tão duro que estava. Tirei seu sutiã e comecei
a lamber aqueles seios, que estavam com os bicos duros. Depois tirei sua calcinha e disse:
"Sempre sonhei com este momento....". Vi seu maravilhosos pêlos pubianos loiros e fiquei mais
excitado ainda. Ela tirou minha cueca e comecei a penetrar seu maravilhoso cú. Ela gemia muito,
berrava de prazer. Eu a penetrava com tanta vontade que nem percebi quando sua filha, Cláudia, e
seu pai Júlio tinham entrado. Só percebi que os dois estavam se beijando após gozar litros naquele
cu gostoso. Foi aí que descobri que aquela família praticava incesto: Júlio metia no cuzinho da
filha, ambos pelados. Penetrei na boceta de Luciana. Ambos estávamos suados e cheios de prazer.
Enquanto eu e Júlio metíamos nas duas mulheres, elas se beijam na boca, o que comprovava que
eles já haviam transado em família anteriormente. Esporrei duas vezes naquela mulher que cada
vez gemia mais. E finalmente ela gozou, gritando como se fosse morrer de tanto prazer que eu
havia lhe concedido. Trocamos de posição: Luciana fazia sexo oral em mim enquanto Cláudia
chupava seu cú e seu pai continuava a penetrar-lhe pelo rabo. Agora, os quatro gemiam pra valer.
Depois que gozei, Luciana fez questão de engolir meu esperma até a última gota. "Eu precisava de
alguém para tirar a virgindade da minha filha" disse Luciana. "Você foi a melhor opção que
encontrei. Mas eu queria transar com você também porque nos últimos anos só tenho transado com
meu marido e minha filha". Desta vez, trocamos de posição e de casal. Luciana sentou no pau do
marido e fez uma anal gostoso enquanto assistia à filha perder a virgindade. Apesar de estar com
muito prazer acumulado, fui calmo com Cláudia. Primeiro, beijei-lhe na boca por quase um
minuto. Depois, mexi naqueles seios gostosinhos, mesmo estando em desenvolvimento. Chupei-
os, e mexi naquele cuzinho. Depois, enfiei minha mão em seu pelinhos pubianos castanho-claro.
Estava na hora de começar a penetrar naquele bucetinha virgem, já lubrificada. Depois de um
tempo, gozei e logo após ela teve o primeiro orgasmo. Gemeu como nunca, e finalmente perdeu a
virgindade. E tinha sido eu o sortudo! Era o suficiente por aquela noite. Na noite seguinte, fiz anal
e oral nela. Só que não parou por aí. Aquelas férias estavam apenas começando. Mas isso já é uma
outra história...
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FODENDO E CONVERSANDO COMO PAI
" Ah ...! O início de namoro ...! Que coisa gostosa , o tesão era tanto que as vezes nem dava tempo
de chegar ao lugar marcado da trepada , acontecia no meio do caminho. De minha parte nunca
negava , também aquela loirinha gostosíssima com aquele olharzinho de safada ninguém resistiria
e sem falsa modéstia também desperto um certo tesão na mulherada , com a Aninha não era
diferente. A história começou quando seu pai nos convidou para irmos ao seu sítio ver o seu novo
cavalo. De cara a sacanagem já bateu na cabeça : -- seu Pedro vai na frente que depois a gente vai.
Demos uma desculpa esfarrapada ele engoliu e se foi. Esperamos uma meia hora em sua casa sob
os olhares de sua mãe e partimos em meu carro. Nem bem saímos do perímetro urbano e aninha já
estava de boca no meu pau enquanto já abaixava a tanguinha que usava por baixo da mini saia . Eu
nem conseguia dirigir, com uma mão no volante e outra na bundinha dela , eu só procurava um
lugar na estrada que pudesse parar para estuprar aquela tarada. Um quilômetro de boquete e achei
uma estradinha secundária encoberta por uma moita de bambu . Descemos apressados e sem falar
uma só palavra eu a empurrei sobre o capou do carro e meti a rola com força , do jeito que ela
gosta e a gemeção foi grande : -- vai filho da puta , fode , fode fode, aiiiiiii , aiiiiiii , que delícia !
Eu aproveitei e enfiei um dedo no seu cuzinho e outro brincava com o grelinho , ela rebolava e
empurrava a bunda para trás, quando estava quase gozando eu parava e ela enlouquecia: -- Não
para , não para , mete mais seu puto ! Eu passava a mão com força nas suas costas , chupava sua
nuca dava uns tapinhas na sua bunda , tudo com o pau fora aí ela não aguentava agarrava meu pau
a força e enfiava de novo na sua xoxotinha e rebolava . Repeti isso umas três vezes até que não
agüentei e praticamente mijei na sua bucetinha , tanta era a quantidade de porra , ela Não parava
de gemer e rebolar , até minha rola amolecer dentro dela. Ficamos abraçados nesta posição um
tempinho , depois trocamos um beijo gostoso e continuamos rumo ao sítio. Paramos o carro na
porta da casa e entramos sem encontrar ninguém . Pronto, mais sacanagem. Ela olhou pra minha
bermuda que já estava estufada de novo e quando foi dar o bote ouvimos seu pai nos chamar a uns
200 metros da casa onde o cavalo estava sendo selado. Chegamos na janela , que era da altura do
nosso tórax e nos debruçamos para conversar com seu Pedro enquanto dava um trato no cavalo,
porem minhas mãos abaixo da janela já passeavam pela bundinha da Aninha que também segurava
o meu pau e tudo com a maior naturalidade. Aí começou a esquentar , ela se abaixou botou minha
rola pra fora e ficou mamando e eu tentava disfarçar elogiando o tal cavalo , de repente parou o
boquete e disse para trocar de lugar comigo. Inacreditável, ela estava com a calcinha no meio das
pernas e esfregava a própria bundinha com as mãos levantando um pouco a sainha. Ela virou a
bundinha para o lado que ,era para min não aparecer na janela e abriu as pernas , eu não acreditei,
meti-lhe a rola enquanto ela conversava com o pai , rebolava e sussurrava : -- olha lá o seu
sogrinho , penteando a crina do cavalo enquanto a filhinha goza na sua piroca ! De repente
levantava a voz gozando : -- Monta nele pai ! Montaaaa ! Montaaaaaaa ! E enchi de novo aquela
xoxotinha de porra enquanto o seu pai a repreendia pela sua pressa em o ver montar no animal :
Calma filha já vou ! Santa ingenuidade ... Por fim acabamos de nos vestir e fomos para perto dele
,quando ela fez questão de montar antes do pai e melar a sela com minha porra que escorria da sua
bucetinha. Ficamos por lá o resto da tarde em tempo ainda de irmos até a horta apanhar verduras
porem adivinhem o que Aninha levou atras da horta ?
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DEPOIS DA PRIMEIRA... by Priminha Elza
Oi! Num relato anterior, contei como meu primo, calmamente tinha-me convencido de abrir-lhe às
pernas. Até ali tudo bem. Apos as primeiras vezes, superei a educação e a vergonha e os tabus. Era
muito gostoso trepar! E ele me ensinou primeiro de a papai-e-mamai, e deitada, abraçar-lo com
braços e pernas ao me enfiar. E a dar ajoelhada de quatro. E de pé, apoiada. E em motel, e no
carro, na rua, em estacionamentos, ou circulando. Mas algo do melhor, foi trepar nas nossas casas.
Sempre de olho em que alguém não nos surpreendesse. Muito emocionante e excitante.E rapidinho
aprendi a mexer os quadris, a rebolar... A primeira vez, ele comentou: "estas mexendo...!, Sim,
respondi. Não te agrada?" Muito... é assim... mexe mais meu amorzinho... Na segunda etapa, me
ensinou a mamar, com cuidado: "assim, coloca a língua assim. Isso. Agora os lábios na frente dos
dentes... E apos aprender cada vez, eu iniciava a trepada primeiro com uma chupetinha. As vezes
seguíamos ate me encher de porra. Dede ando me...E com freqüência pelada... E Na terceira etapa,
me diz: " agora será a minha putinha... Mas eu não sou..." Sim, você é a minha putinha, a minha
cadelinha... eu te monto como a minha égua... Considerei a situação e decidi que gostava... que ser
apelidada de puta, me excitava. E aceitei. Eu lhe dizia: mete, meu amor, come tua puta, me enche
de porra, assim, eu rebolo. Sim, já sabes que esta é tua bunda, mete... Por onde? Por onde você
quiser... E as vezes era pela xota, ou na boca o comia meu cuzinho. Mas de qualquer modo, eu
alucinava... Um dia, viajou a trabalho por uns meses e ao ligar, me diz: " Um amigo de outra
cidade, vira por uns dois meses. Podes ajudar-lo a se instalar?" Sim, sem problema. Eu não sabia
que o sacana já tinha falado para o amigo que eu dava... e que era muito gostosa, muito boa para
chupar e abrir as pernas. e eu de boboca diz que sim. E depois de uns dias, me diz. Meu amigo
conta contigo para sua instalação, Ta firme? Sim, respondi. Manda brasa. Para então o amigo já
sabia que eu era uma putinha gostosa... e andava impaciente por chegar... Eles se conversaram.
Depois me diz: Se ele te convidasse ao cinema. Você aceitaria? sim. E deixaria ele te abraçar?
...(qual é a jogada deste sacana...?) Sim, respondi de novo.eu deixo. Passaram mais uns poucos
dias. O cara chegou, nos encontramos, era um cara bonito, robusto, claro, alto, maduro. Gostei!
Fomos ao cinema e... a mão boba... e os amassos... e os beijos... Mas não passou dali. Contei como
tinha sido, toda quente e meu primo soltou a idéia que tinha desde o inicio: " Se ele te convidar
para ir à cama, aceitarias? Respondi sem demora: Sim, se ele me convidar, eu dou. Novamente
sem me dizer, falou com o amigo: Olha, ela gostou de você. E se convidar, te entrega a xaninha. só
não digas que eu te diz. Eu te avisei que era uma boa putinha... E assim foi. Na seguinte vez que o
amigo falou, me convidou para ir a dançar. Me aqueceu e a seguir sugeriu ir a um lugar mais
reservado. E fomos a um motel por perto... Ali, foi quando soube que tão puta já era...! E como
gostava de dar a bunda...! Não comeu o cuzinho porque não quis.. nesse momento e teria dado...
mas mamei ele, uma pica não muito cumprida, mas muito grossa. Apenas cabia na minha
boquinha... coitadinha de mim. Agora, na xoxota... era de festa! Me enchia muito bem. E eu
rebolei. Tive muito cuidado de lembrar todo para contar ao meu primo uns dias depois o puta que
sua priminha tinha virado...

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Depositei na poupança dela.

Todos dizem que brasileiro é tarado por bumbum. Tudo bem, não discuto, pois sinto água na boca
ao pensar em um belo traseiro. No entanto, para mim, nada como um belo, lindo e provocante par
de seios. Fico atônito, alucinado, excitado diante de um destes exemplares. Tudo aconteceu
durante as compras de Natal, num shopping próximo a Porto Alegre.
Depois de percorrer muitas lojas, sentei na praça de alimentação para descansar e reparei numa
bela loura. Era alta e usava um elegante vestido transparente. O decote provocante estava recheado
por duas verdadeiras luas cheias. Pena que a dama estivesse sentada ao lado de uma criança e de
um homem... Recolhi meus sonhos eróticos e voltei a me concentrar no estômago, quando passou
na minha frente um carrinho elétrico e derrubou minha pasta no chão. Logo em seguida, apareceu
um menino desculpando-se, acompanhado pela mãe, a Diva do decote magnífico. Ela me lançou
um olhar significativo e voltou para a mesa, onde o homem já não estava mais. Após o lanche, fui
comprar um blazer numa loja masculina. Ao provar a roupa, tirei a camisa em busca de uma
reação da vendedora que me atendia. Ela também era uma potranca de respeito, mas, ao sair do
provador, me deparei com Diva, que procurava algo entre as prateleiras. Tomei coragem e fui
puxar conversa. Ela foi simpática e educada, sem deixar margem para um avanço...
Sem esperanças, escolhi o que queria, paguei e voltei para casa. Dois dias depois, recebi um
telefonema em que uma voz afrodisíaca chamava por meu nome. Logo percebi que era Diva. Ela
me disse que ligava respondendo a um impulso diferente, pois não tirava meu peito cabeludo da
cabeça, principalmente quando transava com o marido. É claro que fiquei de pau duro na hora,
com o ego inflado e a excitação em maravilhosa explosão. Tentando manter algum equilíbrio,
disse que também simpatizara com ela. Deixamos a lenga-lenga de lado e marcamos o encontro
num parque de Porto Alegre, na hora do almoço. Diva chegou num carrão, despertando a atenção
de homens e mulheres.
Ao abrir a porta, reparei logo nas belas coxas, que teimavam em não se acomodar na saia justa,
enquanto os seios lutavam para participar da conversa. Ela chegou mais perto do meu rosto,
lambendo o canto da minha boca. Puxei a fêmea para o calor do meu corpo e o pau estremeceu ao
sentir os seios dela tocando o meu peito. A língua macia de Diva fazia movimentos circulares em
minha boca. Percebi que a mulher era bem mais selvagem do que parecia. Tirara a sorte grande!
Freando a emoção, Diva pediu que a seguisse em meu carro e, duas quadras depois, estávamos
num moderno apartamento de uma amiga dela. Após um drinque, foi ao banheiro e, ao voltar,
vestia apenas uma toalha na cintura, mostrando aqueles seios perfeitos. Grandes, mamilos
levemente rosados, bicos completamente petrificados... Aquilo era mais que um almoço, era um
banquete! Tratei aqueles seios com todo o tesão, apetite e devoção possíveis. Ela gemia e rebolava,
enquanto tocava os lábios vaginais com as pontinhas dos dedos. Era toda sensibilidade e tesão.
Mergulhei minha boca entre as pernas escancaradas de Diva, lambendo tudo que via pela frente.
Com a xerequinha ensopada, a mulher gozava em meus lábios com fúria, esfregando meu rosto na
própria boceta. Os gemidos viravam gritos e eu, diante da torcida, fazia gols em profusão como
um artilheiro. Aquela fêmea queria cavalgar e eu me prontifiquei a ceder meu alazão. Disposta,
colocou uma almofada sob a minha bunda e deixou meu membro ainda mais ereto com uma bela
chupada. Acomodou-se no meu caralho com leveza, mas logo tornou vigorosos os movimentos.
'Mexe gostoso, querido', pediu, enquanto eu sentia minhas bolas sendo massageadas por aquela
bunda inesquecível. O orgasmo veio doce e meigo, descansando o corpo sobre o meu. Em seguida,
perguntou onde eu iria derramar meu leite, já adivinhando que estava de olho no cuzinho dela.
Sorriu, fincou os cotovelos na poltrona, abriu as pernas e empinou o bumbum. Beijei a nuca de
Diva, lambi as costas sem pressa e enterrei minha língua naquele cuzinho, dando voltas e mais
voltas com a boca aprisionada no bumbum divino. A vadia já pedia mais um gol e a galera parecia
ir à loucura.
Passei a dar estocadas mais fortes, o barulho das coxas tocando as dela era gostoso e excitante.
Meu pau desaparecia e reaparecia, enquanto ela fazia mágicas com aquela bundinha gostosa. Em
pouco tempo, ouvi o grito de gol — era o orgasmo que retornava com plena intensidade e eu me
limitei a acompanhá-la. Foi um gozo forte, maravilhoso e abundante. Retirei meu caralho de
dentro de Diva e o deixei preso entre as coxas dela, sentindo o leite que já saía do cuzinho
espalhando-se pelo bumbum. O relógio fez com que fôssemos ao banho, quando novamente pude
fazer uma aplicação naquela maravilhosa poupança. E este não foi o segundo, nem o último
investimento que fiz em nome do prazer.
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Amarrado na Perversão

Há algum tempo, eu estava disposto a realizar uma fantasia que sempre cultivei: entrar em contato
com uma dominadora. Após algumas tentativas frustradas, recebi uma carta assinada apenas como
Rainha, mandando que eu fizesse uma lista dos horários em que poderia encontrá-la. A carta era
acompanhada da foto de uma mulher com mais ou menos 30 anos, bonita, com um corpo perfeito.
Embora ressabiado, atendi à ordem e, uma semana depois, recebi outra carta com o nome de um
motel, o telefone, o dia e o horário em que deveria estar lá. Além disso, mandava-me depilar os
pêlos do tórax, das axilas e do pênis e avisava que eu só poderia falar o estritamente necessário.
Mais uma vez, cumpri tudo o que me foi ordenado. Quando minha rainha entrou no quarto, foi
logo mandando que eu me despisse para verificar se eu tinha obedecido as regras. Atou minhas
mãos às costas e prendeu meus mamilos com um mecanismo ligado a uma corrente. Comecei a
tirar a roupa e, se eu demorasse um pouco, ela puxava a corrente. 'Beija', ordenava, apontando para
baixo. Fui forçado a beijá-la nos pés, peitos, axilas, xoxota e ânus. Tudo com os puxões da
corrente a me orientar. Finalmente, livrou-se das engenhocas e se sentou sobre meu rosto, fazendo
com que eu a chupasse e lambesse. 'Mete', ordenou, colocando em mim um preservativo. Com
determinação, me fez penetrá-la, o que fiz com máxima disposição. Depois, me mandou tomar
banho. Quando saí, ela já tinha ido embora. Dias depois, recebi uma carta dizendo que ela estava
voltando para os EUA, onde morava. Tinha dois escravos e me agradeceu, dizendo que eu tinha
sido muito útil. Só lamentei não poder falar o mesmo para ela pessoalmente.
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A imobiliária
A aproximadamente um ano atrás minha vida sexual deu uma guinada de 180 graus, começou a
trabalhar na imobiliária em que eu sou corretor, aqui em SP, um mulherão de 24 anos, muito bonita
e gostosa, mas como eu casada. Certo dia ela chegou p/ trabalhar c/ os olhos inchados, parecia que
havia chorado muito e estava muito nevosa, conversa vai e vem, eu acabei convidando-a para
almoçarmos juntos naquele dia, durante o almocço ela me confidenciou que tinha apenas um ano
de casamento, mas seu marido era um verdadeiro cavalo no trato c/ ela. Dali em diante sempre que
era posível nós almoçavamos juntos e começamos a trocar nossas confidências. Aquilo foi gerando
uma atraçãomuito grande entre nós, mas ao mesmo tempo tímida. As vezes quando não dava p/
almoçarmos juntos sempre ela me trazia um bombom e coisas assim; e sempre no final do
expediente eu era o último a sair, Patricia todos os dias antes de ir embora passava pela minha sala
e deixava um boa noite acompanhado de um sorriso todo especial para mim. Passado uns 15
minutos após ela ter ido embora, eu recebia uma ligação típica dos famosos mudinhos, porém com
um suspiro profundo e assim foram várias semanas. Logo nos primeiros dias imaginei que poderia
ser ela, o que mais tarde se tornou uma certeza. Mas ao mesmo tempoeu pensava comigo, o que
um mulherão daqueles poderia ter visto em um quarentão e casado? Só que por outro lado , sempre
que surgia uma oportunidade Patricia me elogiava dizendo que eu era muito charmoso e atraente e
que me cuidade bem. Até que um sábado tivemos que fazer horas extras juntos, só nós dois. Eu já
não estava mais aguentando a resistir aquela forte atração por ela e muito sem jeito fui me
declarando mas c/ um receio enorme que tudo não passasse de um engano e que estivesse
confundindo a sua amizade, porém p/ minha felicidade ela também já não estava mais resistindo e
confessou que não aguentaria mais ser manter anônima ao telefone. Em seguida conversamos um
pouxo e resolvemos passear num shopping próximo e durante o caminho, eu na ansiedade de
comê-la a convidei p/ o motel, oque resultou numa negativa que me deixou meio desconcertado, aí
pensei c/ os meus botões que havia desandado tudo, fui com muita sêde ao pote. Passeamos por lá
como dois amigos, sem o menor contato. Quando ela estava p/ ir embora me confessou: mesmo
que quisesse não daria para ir ao motel, pois estava menstruada e foi embora promentendo pensar
melhor sobre a minha proposta. Passaram-se uns 3 dias que quase não nos falavamos quando ela
me surpreendeu c/ um bilhete dizendo que aceitava ir aquela noite ao motel comigo depois do
expediente porque seu marido estava a serviço fora de SP. Aquilo me deixou numa tesão o rsto do
dia, não conseguia mais trabalhar direito, a ansiedade era demais. Chegou a hora fomos p/ o motel,
lá sentamos num sofá e começamos a nos beijar e trocar carinhos, mas tudo c/ muito acanhamento
por parte dela, pois era a primeira vez que estava se relacionando c/ outro homen fora o marido.
Nisso eu percebendo a situação usei de minha experiência e fui aos poucos desnundandoaquele
corpo maravilhoso, "um violão", fazendo tudo c/ muito carinho, a certo momento ela pediu p/ que
eu ficasse bem relaxado e abaixando-se na cama começou a chupar a minha pica, mas num rítimo
frenético, descia pela cabeça dando umas mordidinhas deliciosas até encontrar meu saco, o qual
chupava meus grãos como estivesse querendo engulí-los, derepente a minha pica começou a dar
aquelas fisgadas pré ejaculatória onde eu ao mesmo tempo tentava tirá-la daquela boca
maravilhosa, só que a Patricia não permitia, aí não teve jeito, conforme eu ia gozando ela me
sugava mais, não desperdiçou sequer um pingo! Que sensação! E assim foram os encontros
seguintes, até que numa tarde de sábado no próprio escritório após trabalharmos extra resolvemos
trepar lá mesmo, no carpetão.Que delicia, Patricia era insaciável, dizia para mim que eu a tinha
descoberto p/ o orgasmo, coisa que nunca antes até então tinha sentido c/ tanta intensidade e
frequencia c/ aquele marido arrogante e estúpido. Já ao anoitecer eu e lea tínhamos gosados juntos
umas 3vz e ela sózinha umas 4 vz, embalada pelos meus dedos e lingua que lea diz serem
maravilhosos. Naquela altura sua xoxota estava todinha molhada de tanto gozo e eu brincando c/ a
cabeça da minha pica (que ainda estava meio mole) na portinha daquele bumbum exuberante, ela
percebendo minhas intensões, perguntou : Marcos o que vc está pretendendo? Mas com um ar de
sacanagem. No qual eu prontamente disse: estou louco p/ foder essse seu cuzinho lindo e
maravilhoso! Patricia com um certo receio disse que uma de suas fantasias era ter uma transa anal,
mas tinha medo que doesse e foi dizendo p/ mim como vc é muito carinhoso vc vai ter o privilégio
de descabaçar o meu cuzinho, mas vai devagar viu! Só que não tinha nenhuma pomada por lá, foi
quando eu já estava c/ a pica quase estourando de tanta tesão, que começei a lambusá-la na xoxota
dela que se encontrava bem lubrificada de tantos orgasmos e parti c/ a ajuda de Patricia p/ a foda
mais esperada de minha vida, continuando tudo c/ muito carinho, porque um cuzinho apertadinho
como aquele vc sente um misto de dor na cabeça da pica com uma sensação estonteante a cada
milímetro de penetração, depois de muito esforço conjunto estava todinha lá dentro daquele
bumbum formidável e num vai e vem sensacional chegamos ao êxtase. Que orgasmo a dois! A
impressão é que fui até outra galaxia de prazer! Agora o arrogante maridão está sendo transferido
p/ outra cidade, mas Campinas é logo alí, uma vez por semana eu dou uma escapadinha e vou
alimentá-la c/ o carinho especial de um quarentão muito sortudo e feliz da vida após conhecer a
inigualável Patrica, que mulherão!!
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Grande Experiência

Conheci Cátia(nome ficticio) em uma festa, apresentada por minha irmã, eram colegas de
Faculdade . Senti um tesão natural por ela, linda, aproximadamente 1,65m, toda certinha olhos e
cabelos castanhos claros e um bronzeado que me deixou imaginando o tamanho do biquíni...
Conversamos muito, mas nessa noite nada rolou. Nossas vidas prosseguiram sem maiores contatos
até que num fim de semana prolongado veio uma oportunidade. Minha irmã organizou um
encontro da turma em uma casa de praia, não precisa dizer que me candidatei na hora pra ir
também. Era uma casa grande, cedida por um amigo da família, que não iria utiliza-la nesse fim de
semana, após nos instalarmos, fomos para a praia, pegar um solzinho(Cátia também estava com a
gente, éramos ao todo, cerca de oito pessoas), lá na areia, pude apreciar o visual de minha musa,
ela estava usando um fio dental, todo rendado(aquele de cordinhas) estava demais!!! Apesar da
emoção, me controlei pensando que não podia tomar uma iniciativa mais ousada, porque até ali
não havia havido clima(minha irmã, sempre por perto). Tomamos algumas cervejas, dançamos,
enfim, uma festa, fomos dormir tarde(alguns casais se formaram...), e enquanto eu estava deitado
na rede, imaginem o que me acontece? Sinto alguém me cutucar por baixo, levei o maior susto,
pesando que era minha irmã(ela estava com o namorado e eu tinha ficado só nesse quarto)quando
vou dar a maior bronca, eis que vejo Cátia, com a maior cara de safada, rindo. Ainda cheguei a
pensar que estava sonhando, mas não, era mesmo verdade, ela falou que estava morrendo de tesão
e tinha reparado nos meus olhares na praia, o que eu pude pensar??? Nos beijamos na hora ,
tiramos a roupa e eu comecei a beijar todo aquele corpo lindo da cabeça aos pés, queria ver aquela
gata gozar, gozar muito, fui descendo pelo pescoço, pelos seios que já estavam com os biquinhos
duros e fui descendo por seu ventre até chegar em seus pelos pubianos, ai foi que vi algo inusitado,
Cátia tinha o maior clitóris que já havia visto na vida era do tamanho do meu dedo mindinho e já
começava sair pra fora daquela pelezinha. Cai de boca chupando até que ela gozou, uma, duas
vezes, parei pra olhar seu grelo de novo, ele estava totalmente pra fora, maior do meu dedo
mindinho e bem grosso, vermelho e pulsante, confesso que nunca tinha encontrado uma mulher
com essa característica e fiquei ainda mais excitado, com o pau duro penetrei sua vagina, trepamos
como loucos, até que aquela gata no cio me fez gozar em sua boca. Ficamos grudados o fim de
semana e emendamos um namoro, que durou até a pouco tempo, quando ela viajou para o exterior,
para fazer pós graduação, ainda nos correspondemos e somos bons amigos. Gostaria de encontrar
uma gata que tenha o clitóris avantajado, pra trocar experiências, quero saber se toda mulher com
essa característica(que adoro) tem realmente mais tesão, pois eu vou falar, nunca encontrei
ninguém com o mesmo fogo que Cátia.
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Primeiro pecado de Isaías

Sempre morei em Marabá, interior do Pará, e foi exatamente a alguns quilômetros dali que passei
por minha mais excitante aventura. Eu tinha 19 anos, cabelos castanhos até o ombro e um corpo,
modéstia à parte, escultural, de deixar os rapazes da vizinhança loucos de tesão. Numa
determinada tarde, resolvi acompanhar meus pai e meu irmão a uma fazenda, onde eles iriam
comprar algumas cabeças de gado. Enquanto os dois tratavam de negócios com o fazendeiro,
aproveitei para conhecer o local. Depois de me encantar com as belas casas dos peões, dei de cara
com o filho caçula do dono da fazenda, um rapaz forte, bonito e com a pele bem queimada de sol.
Fiquei um bom tempo observando aquele esplendor de homem musculoso, que não parava de
trabalhar um só minuto. Através da esposa de um dos peões, descobri que seu nome era Isaías e
que tinha apenas 20 anos, embora aparentasse um pouco mais. Tentei me aproximar dele, mas
percebi que sequer me notava. Entretanto eu não estava disposta a desistir tão facilmente de minha
presa e no dia seguinte voltei á fazenda, pedi a nossos pais que deixassem Isaías me ensinar a
montar cavalos e galopamos durante várias horas. Ele parecia cumprir uma mera obrigação, mas já
pressupondo este obstáculo, levei escondidas comigo três revistas erótica do meu irmão. Como o
calor era intenso, resolvemos descansar na beirada de um arroio de águas cristalinas. Sentamos
debaixo de uma árvore e achei que estava em hora de atacar. Saquei as revistas de dentro da blusa
e comecei a mostrar a ele todas aquelas sacanagens. Mas para meu espanto, Isaías afirmou que era
crente e praticamente se recusou a apreciar as fotos. Insisti, fiz uma voz dengosa e ele acabou,
cedendo, passando a observar a revista com rabo de olho. A cada fotografia, Isaías ficava
assombrado e numa delas em que aparecia um homem chupando a xoxota de duas mulheres ao
mesmo tempo, acho que era montagem do fotógrafo. Ele dizia que na sua religião aquilo era
proibido, mas, com calma, lhe expliquei que no amor qualquer coisa é permitida. Aproveitei a
mistura de espanto e excitação de Isaías, tirei a minha blusa e fui para a água. Chamei-o e com
muito receio ele veio, porém sem se despir. Já com os trajes molhados, comecei a acariciar seu
belo corpo e imediatamente percebi que seu pau crescia dentro da calça, com uma volúpia
arrebatadora. Tirei sua apertada camisa e passei a lamber freneticamente seu peito. Isaías não
falava nada e eu me deliciava com tantos músculos. Depois de beijar-lhe o umbigo, pedi a meu
rude peão que desabotoasse o seu jeans e abrisse o zíper. Quando vi aquele trabuco de quase 20
cm, capaz de encher qualquer rabo, passei a massageá-lo incessantemente. Com o objetivo de
deixar Isaías à vontade, enquanto eu gemia, contei a ele que em minha cidade já havia namorado
um rapaz crente, que fazia de tudo comigo. Na verdade, apenas uma mentira para que ele não
ficasse com medo de algum castigo. Com Isaías mais tranqüilo, ensinei-o a me masturbar. No
início, ele me machucou, mas como todo aluno aplicado, aprendeu rapidamente a lição. Fomos
para fora d'água, deitamos na grama e comecei a chupar aquele pau gostoso e grosso. Ele tremia e
urrava enquanto sua glande praticamente tocava minha garganta. Eu já estava entalada de tanto
prazer quando senti jato quente e viscoso, que de tão forte parecia porra de cavalo. Fiquei
totalmente lambuzada com aquele leite maravilhoso. Isaías era um verdadeiro garanhão que tinha
orgasmos pela primeira vez. Porém, a noite caiu rapidamente e decidimos voltar para a fazenda
antes que tudo se tornasse um breu. Para minha sorte, no dia seguinte papai resolveu dormir no
casarão de visitas da fazenda de Isaías. Na mesma noite marcamos um encontro num curral
desocupado e às duas horas da madrugada, pulei a janela do quarto em que dormia - na verdade,
que não dormia - e fui para o local do encontro. Isaías estava lá deitado sobre um colchão velho e
enrolado numa toalha. Tirei a calcinha e fiquei com um camisão que uso como vestido. Com
paciência, ensinei Isaías como se dá uma chupada gostosa em uma xoxota, e como usar o dedo em
um cuzinho. De início, ele quase me mordeu o grelo, mas aos pouquinhos foi dominando a técnica
de lamber e chupar. Esta insegurança dele me deixava ainda mais molhada de tesão. Resolvi então
retribuir seu esforço com uma autêntica aula e passei mordiscar-lhe a barriga, o saco e a bunda. Ele
urrava como um cavalo doido. Quando finalmente os dois já estavam em ponto de bala, fiquei
sobre Isaías e ardentemente fui enfiando em minha fenda aquele mastro enorme. Seu pau era tão
grosso que eu , mesmo encharcada, tive de forçar passagem para abocanhar todo o seu falo. E
comecei a cavalgar em cima do meu garanhão até atingirmos orgasmos sucessivos. Era bom
demais tirar o cabaço daquele homem rústico. Assim foi até o sol raiar, quando voltamos
rapidamente a nossos quartos para que ninguém desconfiasse da aventura. Chegamos a nos
encontrar outras vezes durante dois meses, até que o destino nos separou e eu me casei. Entretanto,
jamais vou esquecer do Isaías e de suas palavras quando gozou pela primeira vez: "Lene, isto é
pecado......
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Tadinha de mim...
Tadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas vamos do começo. Sou uma
garota de corpo fino, 1,60m, 50 kg, e pelo que dizem muito sexy. Tenho cabelos pretos e pele bem
clara, 21 anos, estudo comunicação, e minha turma é super legal e unida. Fazemos muitos
programas juntos, e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear. Muitas vezes
o tema descamba para sacanagem, e um belo dia o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega
nosso que perguntou a queima roupa a todas as garotas do grupo se achávamos isso importante.
Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que
volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim. Meu noivo aliás não é
muito bem dotado assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e
desejo em saber como seria transar com um pau bem grande. Renato então disse que mesmo as
gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 a 30 cm, além de
ser tala larga. Quase engasguei ao ouvir isso, e entre gargalhadas e exclamações de espanto todas
pularam fora. O papo acabou mas aquilo ficou na minha cabeça, pois desde garota tinha sonhos
eróticos envolvendo superdotados. Quase um mês depois, estava só eu e Renato conversando,
quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu primão. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado
curiosa. Gaguejei mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade
de pelo menos ver. Renato achou graça e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer
sem me comprometer ou ao meu noivado. Fiquei logo exitada com a idéia, e passei a ouvir o seu
plano, que concordei imediatamente. No sábado seguinte, disse ao meu noivo que faria um
trabalho com colegas pela manhã e fui para a casa do Renato buscar um “livro”. Coloquei uma
roupa super sensual e, cúmulo da ousadia, dispensei as peças íntimas, apesar de não planejar fazer
nada além de ver. Eram 9:00 da manhã quando cheguei, e encontrei os dois de calção voltando da
praia. Renato foi tomar banho e disse para eu ficar a vontade pois depois me daria o livro. Danilo
era muito bonito e amável e enquanto me fazia companhia, notei que ele se deliciava com minha
blusa, que por ser super cavada, deixava ver parte dos meus seios. Vi que ele foi ficando excitado
mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas
com uma bermuda larga. Ficamos conversando e estávamos ambos visivelmente excitados. Foi
quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda, e ele meio sem graça percebendo meu
olhar, perguntou se eu queria ver. Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda que
foi ao chão e eu me deparei com algo enorme e lindo. O danado falava do primo mas o seu pênis
tinha uns 23 cm contra uns 16 do meu noivo. Fiquei maravilhada com aquilo e com a permissão do
dono resolvi segurá-lo. Sentia sua consistência rija e macia e seu calor nas minhas mãos. Coloquei
as duas mãos em volta da coisa e ainda assim sobrava pau prá muita coisa. Puxei a pele para trás
liberando a cabeçona brilhante e convidativa, e começei a masturbá-lo quando apareceu Danilo.
Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou dizendo que eu estava apenas fazendo uma
pesquisa científica e disse que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou,
deixando cair a toalha. Quase tive um troço, aquilo era maior do que podia imaginar. Minha
curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha
28,5 cm além de super grosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar e pensava se seria
possível ter aquilo tudo dentro da bucetinha. Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas
com carinho, e me senti simplesmente poderosa ao constatar que eu os tinha sob meu poder de
fêmea. Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mau cabia em minha boca.
Troquei para Renato e mamava os dois um pouquinho de cada vez. Se me deixassem ficaria
mamando a manhã inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sofá, o que me
obrigou a ficar de quatro para continuar mamando. Ele puxou minha blusa, soltando meus seios,
enquanto Danilo levantava minha sainha e manipulava minha bunda macia. Ficamos nisso um
bom tempo, até que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clitóris e minha xaninha
até que com um dedo foi me penetrando, depois dois, até que um terceiro me penetrou, sabia eu,
para me preparar para o que eu já não negaria, dado ao meu grau de tesão e curiosidade. Senti a
cabeçona me alargando toda e passando, depois a veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente,
abrindo espaço e me invadindo, numa foda para mim incalculável. Eu já não chupava, só gemia e
me contorcia pedindo piedade e cuidado. Estava toda entupida de pica, que entrava e saia
lentamente para não me machucar muito. Quando Danilo gozou quase tive um troço sentindo as
esguichadas no meu útero. Ele se retirou e botou seu pintão na minha boca para eu lavá-lo na base
da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar. Renato reclamou do primo que ele
tinha me alargado e que aquilo estava um pântano, e tomou outro caminho dizendo que queria algo
mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a buceta e a bunda toda lambrecada e enfiou ou
dedo no meu ânus. Como já fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi
deixá-lo aproveitar, já que não era o gigante, e foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante
quando entrou, afinal era bem maior do que o eu estava acostumada, mas fui acomodando e
curtindo aquela gostosa enrabada enquanto o caralhão de Danilo já endurecia em minha boca de
novo. Danilo me puxava para cima dele, e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato
do meu cú. Foi uma loucura. Os dois metiam com força e eu me sentia uma puta sendo estuprada.
Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como é que eu aguentava aquilo com um
sorriso na cara. Gozava sem parar e estava tonta, tão tonta e enlouquecida de tesão que resolvi
fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente: “troquem de lugar”.
Danilo não acreditou e disse que eu não aguentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer
sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esforçaria, e que queria e lhe dar
essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos. Renato tirou de mim
lentamente e depois de alguns preparativos pensando na melhor forma de acolher aquela picona,
colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços colocando-os sob a bunda.
Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina e colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no
meu cuzinho que já estava alargado por ele. Ainda passou bastante por fora do cú, e deu uma
enfiada funda e forte com o próprio cacete, preparatória para o bruto que viria. Aí veio Danilo. Ele
esfregava, tentava, e eu sentia a ponta da cabeça me alargando o traseiro. Eu relaxava ouvindo
palavras doces e sendo acariciada por Renato, e derrepente senti a cabeça entrando naquele terreno
pantanoso. Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais rápido e disse: “agora que
cheguei até aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até rasgar o teu cú”. Dizendo isso me
segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando e meteu “metros” de pica no meu rabo, me
encaixando e impedindo minha fuga. Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me
surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bucetinha, era possível enterrar tudo, já que
cú não tem fundo. Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me
colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim para meter na minha buceta ao mesmo
tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos. Deram então início ao bombardeio, que
foi impiedosamente cumprido pelos dois tarados até que entre jorros de porra me largaram
prostrada na cama. Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Eles, bestificados e saciados, diziam
que nunca imaginaram também que uma mulher pudesse suportar o que aguentei, e que aquilo
tudo era superior a qualquer filme de putaria já visto pelos dois. Quando me levantei, estava
quebrada, com o corpo literalmente moído e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade.
Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro, e nos despedimos.
Nem é preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra
colega “muito curiosa” para quem sigilosamente contei o lance e que tive o enorme prazer de
assistir sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter também aos seus caprichos. Hoje
sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha fome sempre que tenho
vontade
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Sexo em família

Em janeiro desse ano comecei a namorar o Carlos. Um cara muito legal, gostoso, que tem uma
família tarada por sexo. Explico melhor. Recentemente Carlos me convidou para conhecer sua
casa. Era um Sábado de muito sol e quando chegamos lá tive minha primeira surpresa. A mãe e a
irmã dele tomavam banho de piscina inteiramente nuas. Fiquei meio sem graça, mas Carlos disse
para eu me acostumar com aquilo. Antes de ele me levar para cumprimentá-las, fomos trocar de
roupa. Coloquei um biquini fio-dental que quase não escondia nada. Mais que isso, feito de crochê
e deixava à mostra os bicos dos meus seios e os cabelinhos da boceta. Quando me viram, ambas se
levantaram e vieram me cumprimentar com beijinhos. A mãe de Carlos, uma mulher muito bonita
e com um corpo de dar inveja a qualquer ninfeta, encostou seu rosto no meu. No contato, tive o
prazer também de sentir seus seios roçarem nos meus. Aquilo me deixou arrepiada e os bicos das
minhas tetas se levantaram. A irmã de Carlos também me beijou e comentou que meu biquini era
muito sensual. Mas não ficou apenas no elogio, ela colocou a mão sobre meus seios dizendo que
gostaria de sentir o tecido do biquini. A mãe pediu que eu desse uma voltinha e não economizou
palavras para elogiar meu corpo. Olhei para Carlos e percebi que ele estava excitado, seu pinto já
estava duro por baixo da sunga. Foi quando fui surpreendida pela irmã dele, que me pediu que
deixasse experimentar meu biquini. Fiquei sem ação, pois não sabia se tirava o biquini ali mesmo.
Carlos olhou para mim e em encorajou dizendo: "Vá em frente". Fiquei nua na frente de todos.
Carlos já passava a língua nos lábios de tesão. A irmã que também tinha um corpo magnífico,
vestiu o biquini e ficou muito bem com ele. E assim como em mim, os pelinhos da boceta ficavam
à mostra nas laterais. Quando pedi meu biquini de volta, ela disse que eu não precisava recolocá-
lo, já que todos ali ficavam nus. Novamente Carlos me acenou positivamente. Em pouco tempo eu
já estava mais à vontade. Deitei-me ao lado do Carlos e ele elogiou meu corpo. A mãe dele olhou
para nós e comentou com o filho que ele também deveria tirar a sunga, que não havia razão para
vergonha. O que despontou foi uma pica quase dura, grossa e comprida apontando para mim. Meu
corpo estremeceu inteiro, minha xoxota ficou molhada. O ambiente de erotismo estava me
deixando maluca e cheia de tesão. Carlos pegou um bronzeador e se aproximou de mim. Senti sua
mão deslizar pelo meu corpo passando pelos seios, barriga e boceta. Enquanto me massageava
aplicando o bronzeador, Carlos aproveitou para brincar com meu clitóris e enfiar dois dedos em
minha vagina, toda encharcada. Depois virei-me de costas e ele passou o bronzeador na minha
bundinha, onde dedilhou meu cuzinho. Mãe e filha não perdiam tempo, dedicavam-se a uma
deliciosa masturbação vendo o filho me acariciar. Quando Carlos enfiou o dedo em meu rabinho,
fazendo movimentos circulares, não pude evitar uma gozada maravihosa. Precisei me levantar para
respirar melhor. Então perguntei à mãe e a irmã do Carlos se elas conheciam a massagem
tailandesa. Pedi a Carlos que se deitasse para fazer uma demonstração. Ele ficou com a barriga
para cima, exibindo seu caralho duro e grosso. Iniciei a massagem passando o bronzeador em seu
peito e fui descendo. Quando cheguei àquele pauzão, comecei a punhetá-lo levemente e acariciar
seu saco. Carlos se contorcia de prazer e seu pinto latejava. Foi quando dei início, de fato, à
massagem tailandesa. Esparramei bastante bronzeador no corpo dele e no meu. Deitei-me por cima
dele e comecei a esfregar meu corpo no dele. Deslizei-me até seu cacete e o coloquei entre minhas
tetas. Subi meu corpo e rocei minha bunda em seu peito, em seu rosto e em sua boca. Aproveitei e
esfreguei também minha boceta na cara dele. Carlos não se conteve e deu umas lambidas no meu
grelinho. A mãe dele se contorcia na cadeira, enquanto a irmã metia o dedo na xoxota e outro no
cu. Meu namorado não agüentava mais de tesão. Fui arrastando novamente meu corpo até o cacete
para esfregar a boceta nele, mas sem deixá-lo me penetrar. O segredo da massagem era esse.
Quando percebi, Carlos não seguraria uma gozada por muito tempo, pedi que ele se levantasse e
ficasse em pé na minha frente. Ajoelhada, segurei o mastro pela base e, mesmo banhado de
bronzeador, o coloquei na boca por inteiro. Comecei a chupar freneticamente, batendo-lhe uma
gostosa punheta. Meu tesão era redobrado, pois o espetáculo tinha como platéia a mãe e a irmã
dele. Acelerei o ritmo de entra-e-sai na minha boca e ele despejou golfadas de porra na minha
garganta. Eu engolia tudo sem parar de chupar gemendo alucinadamente. As duas começaram a
bater palmas para mim. Mas eu queria mais do que isso. Puxei Carlos e nos deitamos ali mesmo.
Ele veio por cima de mim e colocou sua pica todinha em minha xota. A mãe dele parecia endoidar
de tanto tesão. A irmã gemia feito doida com dois dedos na xoxota e olhando a gente trepar. Carlos
fazia um vaivém rápido, quase violento, e estava a ponto de gozar. Debaixo daquele sol forte,
nossos corpos estavam mais quentes ainda. Meu namorado soltou um grito de prazer e despejou
sua porra dentro da minha vagina. Eu balançava as ancas freneticamente, fazia aquele pinto entrar
e sair cada vez mais rápido de minha bocetinha para chegar a mais um gozo delicioso. Relaxamos
com mais um banho de piscina e no deitamos em cadeiras. Já se passavam das seis da tarde, mas o
sol continuava brilhando. Eis que surge um coroa bonito, elegante, vestindo terno e gravata. Era o
pai do Carlos, que acabava de chegar do escritório. Ele se aproximou de nós. A mãe de Carlos
estava ansiosa em vê-lo, pois seu tesão era incontrolável. Ela foi até o marido e deu-lhe um beijo
quente e molhado na boca, antes de apresentá-lo para mim. Fiquei paralisada ao ver que o homem
me examinou dos pés à cabeça, parando por um momento em minha boceta. Ficou admirando
meus lábios vaginais, que estavam saltando para fora devido à metida que acabara de dar com seu
filho. O coroa me cumprimentou com um beijinho no rosto, mas sua mão boba roçou levemente
meus seios. Ele se retirou dizendo que precisava tomar um banho, porque estava muito cansado.
Ao despedir-se convidou-me para que eu voltasse para tomar sol no dia seguinte. Respondi que
teria o maior prazer e dei-lhe mais um beijinho. Em seguida, pedi a Carlos que me levasse embora,
pois já estava ficando tarde. Vestimos as nossas roupas e formos para minha casa. Carlos
comentou que tinha adorado aquele Sábado e esperava que o Domingo fosse ainda melhor. Nos
despedimos depois de trocar carícias dentro do carro, o que nos deixou loucos para mais uma foda.
Mas combinamos que ficaria para o dia seguinte. No Domingo bem cedo, Carlos passou me casa
para me pegar. Fui para a casa dele e desta vez nem me preocupei em levar biquini. O trio já estava
a minha espera na piscina. Todos nus. O pai de Carlos estava deitado de barriga para cima,
ostentando um caralho tão grande quanto o do filho, também muito grosso, mas semiduro. O coroa
logo se levantou para me cumprimentar. Aproveitou para comentar que ficara sabendo da
massagem tailandesa e que gostaria muito de experimentar. Fiquei sem graça e provavelmente com
o rosto vermelho. Carlos, mais uma vez, olhou para mim e disse que não tinha problema. Sua mãe
reforçou o estímulo dizendo que ficaria muito contente em me ver massageando o marido. Ainda
assim, estava um pouco embaraçada. O pai de Carlos se deitou, passei um óleo em seu corpo e
logo a sua pica ficou dura. Eu ainda não me sentia à vontade. A coisa só começou a melhorar para
mim quando o namorado da irmã do Carlos também chegou à piscina e logo foi tirando a roupa.
Havia agora três cacetes para admirar. E logo pensei comigo que a irmã do Carlos era uma garota
de sorte, pois seu namorado também tinha um caralho maravilhoso. Não era assim tão comprido,
mas tinha um grosso calibre, era robusto e cheio de veias. Fiquei morrendo de tesão. A mãe do
Carlos percebeu minha excitação e veio ajudar a massagear o seu marido. Brincamos em dupla
com o pinto dele e decidimos abocanhá-lo juntas. O coroa ficou enlouquecido com os movimentos
de minha língua. Enquanto eu lhe chupava a cabeça e a esposa lambia! o seu saco e aproveitava
para passar a língua delicadamente em seu cu. Não demorou muito e o homem começou a gozar,
espirrando abundantemente sua porra em todas as direções. Foi maravilhoso. Era a primeira vez
que eu experimentava uma porra tão doce na minha vida. Bebi tudo o que pude, numa disputa
acirrada com a verdadeira dona daquele caralho delicioso. Para completar, ela disse que queria me
ver fodendo com seu marido. Já que a coisa tinha chegado àquele ponto, não me fiz de rogada e
nem ao menos consultei meu namorado. Mas quando a mãe do Carlos me colocou sentada em
cima daquela vara, que insistia em permanecer dura mesmo depois da tremenda gozada, Carlos
não resistiu e veio participar. Foi aí que aconteceu a transa mais incrível de toda a minha vida. Fui
fodida por pai e filho ao mesmo tempo. Senti-me em estado de graça. Sentei-me naquela pica
enorme e a atolei na boceta, enquanto Carlos se colocava por trás e atolava sua ferramenta na
minha bunda. Jamais imaginava ser ensanduichada daquela maneira. Estava adorando Ter dois
cacetes monumentais dentro de mim. A cena, naturalmente, deixou todos na piscina em ponto de
explodir em gozo. Enquanto metia alucinadamente, olhei para o lado e tive mais uma surpresa. A
mãe e a irmã do Carlos comiam literalmente o rapaz que havia chegado á pouco. Elas chuparam o
cara e depois ficaram de quatro para levar rola na boceta. Não resisti ao prazer e gozei junto com
Carlos e meu sogrão. Os dois despejaram uma torrente de esperma dentro da minha bunda e
xoxota. Ao lado o namorado da irmão do Carlos também gozava em cima das duas mulheres, que
esparramavam a porra em seu seios, rosto e boca. Devo dizer que aquele final de semana foi o
mais incrível e prazeroso da minha vida. Trepamos o dia toda à beira da piscina, entre um
mergulho e outro. Trepei gostoso também como o namorado da minha cunhadinha, numa transa
muito gratificante. O rapaz tinha um cacete delicioso, principalmente para chupar, já que não era
muito comprido e se encaixava perfeitamente dentro da minha boca. O melhor de toda história é
que essas transas se repetiram durante todo o verão.
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Taras de uma Irmã.

Aqueles que tiverem a felicidade de crescer ao lado de uma irmã supergostosa, como eu , com
certeza irão entender melhor o meu relato. Minha mana, Sheila, tem l6 anos, é morena, não muito
alta, tem cabelos curtos, cinturinha fina, coxas grossas, uma bunda arrebitada e peitos cheios e
rijos. Nas poucas vezes que eu saía com Sheila me irritava quando galanteadores gritavam de
longe que ela era um tesão. Mas com o tempo fui me acostumando e aceitando numa boa qualquer
tipo de gracejo. Um dia, Sheila ficou caidinha por um amigo meu da faculdade. Não gostei nada
do interesse dela por Alex, pois ele tinha a fama de grande comedor e bem-dotado. Bem, o tempo
foi passando e o namoro dos dois se firmou. Minha raiva pelo Alex aumentou na mesma
proporção. Nossas conversas se limitavam a cumprimentos com poucas palavras e a um ou outro
comentário sobre provas e trabalhos. Mas, decididamente, Alex tinha conquistado minha irmã, que
lhe dava muita atenção. Os dois saiam sempre juntos, freqüentavam barzinhos, shows. Estavam,
enfim, juntos o tempo todo. Foi num Domingo de carnaval que tive uma grande surpresa. Eram
quase 3 da madrugada, o calor era muito forte. Acordei e fui até a cozinha beber água quando ouvi
um barulho na garagem, que fica embaixo da área de serviço. Eu tinha certeza de que Alex e
Sheila estavam lá, voltando de mais uma noite de folia. Desci silenciosamente as escadas que
levam á garagem e parei perto da porta. Alex parecia querer acender as luzes da escada, mas foi
interrompido por Sheila: "Cuidado, pode aparecer alguém". Envolvido por aquele clima de
erotismo e tomado por grande curiosidade, resolvi me esconder e bisbilhotar o que estava para
rolar. Estava parado num lugar onde eles não poderiam me ver. Sheila estava de costas para Alex,
que a encoxava deliciosamente. Ela roçava e se esfregava no pinto dele, querendo excitá-lo ainda
mais. Fiquei tão tarado que me interessei mais ainda por aquele show particular. Estava ansioso à
espera do que viria a seguir. Alex corria suas mãos fortes e ágeis pelas coxas da minha irmã,
enquanto a beijava na boca, lambia suas orelhas e mordia sua nuca. O clima esquentou quando
Alex pegou a mão da minha irmã e a conduziu até seu cacete. Sheila parecia conhecer os gostos do
macho, pois não demorou muito para ela se virar e delicadamente abaixar a calça e a cueca de
Alex. Minha reação foi de espanto ao ver o calibre daquele cacete. As pessoas comentavam na
faculdade, mas nunca imaginei que ele tivesse um caralho tão grande. Sheila se ajoelhou na frente
dele e correu os dedos carinhosamente sobre a delicada pele daquele mastro gigante. A cabeçorra
vermelha e brilhante despontou como uma ameixa chilena. E foi talvez imaginando uma fruta
dessas que minha esfomeada irmã se pôs a chupar avidamente aquela chapeleta. Mostrava
habilidade, sabia como fazer o trabalho direitinho. Sheila segurava com firmeza aquele nervo e a
sua boca deslizava rapidamente desde a cabeça até um pouco mais da metade, subindo e descendo.
Alex gemia baixo e pedia a ela que mostrasse o rosto, pois queria ver o seu pau quase todo dentro
daquela boquinha gulosa. Sheila obedecia com prazer às ordens do seu macho. Lambia, chupava,
mordia, dava beijos no saco com maestria. E quando Alex gozou parecia que seu pau iria explodir.
Minha irmã levou jatos fortes de porra dentro da boca. A danada, quem diria, engoliu cada gota,
gemendo alucinadamente. Eu não sabia o que fazer, estava confuso, dominado pelo tesão. Tentava
controlar-me a todo custo para não bater uma punheta, afinal como poderia me masturbar vendo
minha própria irmã fodendo? Perturbado por essa indecisão, nem percebi quando os dois
avançaram para outro sarro. Ambos caminharam até o carro do meu pai e se atracaram novamente
sobre o capô. Alex tirou a roupa da minha irmã, colocou-a deitada sobre o carro e passou a chupar
todo o corpo dela. Ele dedicou maior atenção aos seios e a bocetinha. Aliás, era a primeira vez que
eu via a xoxota de Sheila. Era gordinha, fofinha e com poucos pelinhos. Alex lambia minha irmã
com muita técnica. Sua língua passeava agilmente pelo grelinho e chegava ao cuzinho em
movimentos rápidos e excitantes. Sheila movimentava a boceta na cara dele em movimentos de
vaivém, como se estivesse trepando. O pinto do Alex estava em ponto de bala outra vez. Fiquei
doido ao ouvir o pedido de Sheila: "Enfia em mim....Quero seu pinto inteiro na minha bocetinha".
Alex a colocou de quatro e pincelou o cacete na xoxotinha dela. Como eles estavam de lado,
acompanhei nitidamente a invasão daquele caralho descomunal na boceta dela. Desta vez, não me
contive, saquei meu pau e passei a bater uma punheta, saboreando com os olhos aquela foda
incrível, louco para gozar junto com eles. Ele atolou a vara em Sheila, que rebolava e gemia
pedindo mais. Estocava o pinto com força, vigorosamente, fazendo-o desaparecer na bocetinha
dela. Os dois estavam enlouquecidos de tara, de desejos. E eu não agüentava mais. Sheila passou a
balançar a bunda para a frente e para trás, num frenético vaivém. Era claro sinal de que estava
gozando como nunca. Quando Alex começou a derramar o leite dentro dela. Sheila virou o rosto
para o lado para poder vê-lo. Seus olhos, no entanto pararam no meio do caminho, atraídos para
um outro foco, pela minha presença. Meu olhar cruzou como o dela justamente no momento em
que eu também gozava com minha punheta. O que sucedeu deixa para a imaginação dos leitores.
Só posso dizer que rolou muita aventura depois desse dia
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Meu Amor na Tv.

Tenho 25 anos, sou um intelectual atuante, não tenho aparência de principie ou a beleza dos atores
de Hollywood, sou inseguro e pessimista, trágico e mal-humorado, poeta e meio esquizofrênico,
cínico e sério, profundamente mau-carater e infinitamente fiel. Tenho um pênis inferior a dezesseis
centímetros, mas, meus caros amigos de Contos Eróticos. Br, isso não me impossibilitou de fazer
amor com uma das melhores mulheres deste nosso maravilhoso Brasil. Informando melhor (sem
contudo entregar o ouro aos bandidos), a moça é atriz de uma conhecidissima empresa de TV
tupiniquim. É loira e jovem, só atua nos horários semi-nobres e é simplesmente fissurada em
cérebros privilegiados - assim como o meu. Nosso caso começou, como tudo que acontece
comigo, de uma maneira singular. Por um destes acasos que ninguém ousa explicar, eu estava
tomando um cafezinho em um certo bar - que detesto -, quando ela, ao meu lado, pediu um
refrigerante. Fiz uma cara tipo espanta-fantasma pra ela, não suportei a cotovelada que ela me
aplicou, sem querer, ao se debruçar no balcão. Educada, se desculpou, porém não Ihe dirigi
palavra. Terminei meu café e sai. A poucos passos ouvi o seguinte comentário: 'Você viu, Regina,
que sujeito deseducado? Esbarrei nele, me desculpei e tudo que consegui com o meu pedido de
desculpas foi aquele silencio antipático.' Achei o troco engraçado, isso de ela ter ficado ofendida.
Resolvi então me desculpar. Aproximei-me e argumentei que havia sido grosso e queria pedir
desculpas. Disse também que naturalmente eu não era assim, mas tem certos dias... Ela acabou
entendendo e se despediu. A segunda vez que a vi foi numa dessas festinhas idiotas que
infelizmente tenho de freqüentar (não queiram saber por que tenho que estar presente). Sei que ela
veio para o meu lado e iniciou um papo. Disse-me que havia lido uns trabalhos meus e que havia
gostado. Disse a ela que ficava feliz em saber, mas que detestava conversar a respeito. Dai ela
perdeu a esportiva e começou a gritar que definitivamente eu era um deseducado metido a besta.
Todo mundo já estava olhando pra gente, e foi quando apliquei-Ihe um beijo (era a única maneira
de faze-la calar) na boca. Ela, em principio, rejeitou, mas, como insisti, acabou se entregando.
Peguei-a pelo braço e a levei comigo, sob os olhares de uma pequena multidão estupefata, para a
beira da piscina. Sem deixa-la dizer uma palavra recitei-lhe, sem que ela soubesse o autor, um
poema em prosa do Pablo Neruda, e ela achou um barato, pensando que era meu. E disse-me que
não conseguia entender como eu era ao mesmo tempo tão sensível e tão ignorante. Tentei explicar
as razoes das minhas mudanças de humor e o fiz de tal maneira que ela se apiedou de mim. Fomos
caminhando em torno da piscina, peguei duas doses de uísque e continuamos a conversar. Mas eu
já estava meio inquieto, querendo me livrar daquele lugar. Nisto, tentei, sem mais nem menos, me
despedir, mas ela não deixou. Começamos, não sei a propósito de que, a falar sobre Hermann
Hesse, e ela me contou que havia adorado o Lobo da Estepe e tal. Não acreditei muito: como uma
mulher linda, sensual, curtidora desses insuportáveis surfistas decadentes de Ipanema poderia
saborear tal literatura? Ao mesmo tempo que a ouvia, pensei em fazer algo inédito, como, por
exemplo, leva-la até a varanda da casa - lugar que estava deserto - e tentar uma investida, não
intelectual, mas sexual. Ela aceitou e fomos. Lá, muito meigamente, Ihe propus que se debruçasse
na varanda. Ela nåo entendeu a razão do meu pedido, mas me atendeu. Imediatamente, me abaixei
e com toda agilidade me enfiei debaixo de seu vestido branco, abraçando-me a suas pernas de
modo que minha boca ficou á altura de sua vulva. Ela tentou, em vão, se livrar, mas quando sentiu
minha língua quente em seu sexo acabou cedendo. Em poucos segundos de caricias (sou um
irrepreensível amante oral) ela jå estava molhadinha. Tirei um pouco meu rosto de entre suas
pernas e mandei que ela escolhesse no jardim embaixo um idiota que julgasse atraente e ficasse
olhando pra ele até gozar. Reiniciei a chupada. A gatinha esfregava sua pélvis contra minha boca e
soltava gemidos de prazer. Aos poucos ela me avisou que ia gozar. Uma verdadeira orquestra de
gemidos e pequenos gritinhos. E entre isso tudo ela ia me contando que estava olhando para um
sujeito loiro, depois um moreno, um coroa, um outro moreno. E quando fitou um adolescente
gozou. Suas mãos desceram e seguraram minha cabeça entre suas pernas, enquanto dizia baixinho:
"Delicia, gostoso." Tirei meu rosto e a abracei forte. Ela estava tremula e me confessou estar cheia
de tesão. Sem hesitações, tirei meu pênis e, pegando-a pela cintura (ela já havia tirado a calcinha) e
fazendo com que trancasse suas pernas em torno de minhas nádegas, a penetrei de uma só vez..
Entre os sons mais excitantes que se pode imaginar, gozei, sem no entanto conseguir satisfaze-la.
Segundos depois nos descolamos e comecei a chupar-Ihe os seios, maravilhosamente bem
delineados. Ela, louca de desejo e meio insatisfeita, começou a massagear meu pênis, que logo
enrijeceu. Novamente pronto, nos deitamos no mármore da varanda e ela, pegando meu membro, o
encaminhou até a sua vagina sedenta. Em três violentas estocadas a penetrei, arrancando-Ihe urros
e soluços abafados. Em poucos instantes ela atingia um clímax alucinante, chegando ao ponto de
cortar minhas costas com suas unhas. Acelerei meus movimentos e em mais umas cinco estocadas
gozei. Inundei suas entranhas com o meu leite. Nos beijamos demoradamente. Suas paredes
vaginais ainda se contrairam sobre meu pênis semi-ereto. Ao ouvirmos passos na escada, nos
descolamos e nos recompusemos. Resolvemos mudar de lugar para reiniciarmos nossa transa.
Desta vez fomos para o outro lado do jardim e nos escondemos atrás de um arbusto. Começamos a
nos acariciar e pude alisar demoradamente suas coxas peludas, estendendo-me até sua gruta
embrasada. Foi então que ela me pediu para chupar-me. Como não entendi, ela me empurrou e
com agilidade abocanhou meu membro. Imediatamente eu estava pronto. Ela não esperou e
montou sobre meu corpo, sentando-se em cima de meu sexo. Quando se sentiu inteiramente
penetrada, começou a me cavalgar. Seu rosto estava diferente. Não parecia mais aquela menina-
moça de momentos atrás. Era agora uma fêmea no cio, com um brilho alucinado nos olhos. Pelos
seus movimentos, percebi que estava gozando. Fiquei imóvel. Ela se agarrou no meu ombro.
Soluçava, dizia coisas que eu me esforçava inutilmente para compreender. Meu pênis estava
duríssimo e eu não conseguia gozar. Sentia dores, e ela, depois de relaxar um pouco, recomeçou os
movimentos. Em segundos me agarrava de novo. Sei que teve múltiplos orgasmos. Com
dificuldades consegui mudar de posição: agora era eu que a cavalgava. Iniciei meus movimentos e
em pouco tempo começamos a gozar. Gritamos os dois, fizemos um escândalo dos diabos (mas
creio que, exceto um cão pastor, ninguém nos ouviu). Ficamos abraçados uns quinze minutos.
Depois nos levantamos, ajeitamos nossas roupas e voltamos - primeiro ela, depois eu, para o salão
onde a festa se realizava. Como que saídos de um sonho, recomeçamos a conversar, só que agora
estávamos interessados um no outro e havia entre nós uma certa dose de carinho e muita de
atração. Lembro-me que ficamos mais algumas horas na festa. Depois ela me levou em casa e nos
tornamos amantes. As vezes, quando não posso encontra-la por falta de tempo, ligo a TV e a vejo,
linda e gostosa. E me masturbo. Sei que ela está beijando um lenhador, um bonitão, mas estou
convicto de que é a mim que ela se entrega por inteiro."
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Casal 30

Sou publicitário, 32 anos, e a experiência que estou vivendo agora é a primeira do gênero na
minha vida. alias, tenho me sentido tão bem com a novidade que é por isso que me empolgo a
escrever para vocês ai da CE. Br. Seguinte: quando solteiro, participei de muitas noitadas do que
hoje se chama de sexo grupal, mas que na época chamávamos de suruba. Eu não me inibia, e meus
colegas chegavam mesmo a elogiar minhas performances, apelidando-me de "o rei do bacanal".
Depois de casado, porém, no máximo que fiz foi cometer uma aventurazinha discreta vez ou outra,
com as meninas da agencia onde trabalho, tudo sem maiores conseqüências. Minha mulher, um
pedaço de garota de 24 anos, morena alta, corpo de menina, com tudo muito bem distribuído, sexy,
atraente, atende por inteiro todas as minhas necessidades sexuais, e o tipo de vida social que
levamos, bem intensa, pouco tempo deixa para eu dar escapulidas fora do leito conjugal. Assim,
foi com ela - e com a ajuda dela - que experimentei o famoso ménage å trois, que vocês dai tão
brasileiramente traduziram para baiao-de-tres. Acontece que temos um apartamentozinho de
condominio em Cabo Frio, e sempre que podemos vamos para lá curtir o fim de semana, se
possível levando amigos que tornem nosso lazer mais agradável. Em janeiro, aproveitando uns
poucos dias de sol desse chuvoso verão carioca, minha mulher. Selma, convidou uma amiga de
que gosta muito desde os tempos da escola normal, e IA fomos os três apertadinhos em meu Puma
em busca dos prazeres cabo-frienses. Do Rio até lá, as mulheres nåo pararam de tagarelar,
lembrando velhas historias do colégio, tipo quem transava com quem, aquelas coisas de
lesbianismo adolescente, namorinhos etc., casos que Selma nunca me contara, e que eu ficava
sabendo agora, pelo papo das duas. Silencioso, eu deixava que as duas falassem, e pude perceber
que a vida antes do casamento de minha mulher tinha sido bem menos inocente do que eu
imaginava. Na piscina do condominio, estimuladas por sucessivas caipirinhas de vodca que eu
mesmo ia preparando, Selma e Nélia passaram a mostrar muita intimidade, acompanhando com as
mãos os contornos uma da outra, å medida que se elogiavam mutuamente. De fato, são duas
mulheres e tanto. Nélia, então, é uma graça. Da mesma idade de Selma, ela tem, porém, um
corpinho de ninfeta, que seus cabelos louros e escorridos acentuam ainda mais. Do tipo falsa
magra, tem as pernas roliças e cobertas de pelos louros, e a bundinha arrebitada, de nádegas
separadas, deixando o reguinho bem visível sob o biquíni curtíssimo, quase inexistente. Pelo fim
da tarde, jå meio de noite, estávamos só nós na piscina. Todos os demais moradores do
condominio já tinham se retirado. Estávamos de pileque. Eu, excitado por tudo que tinha visto e
ouvido, me juntara a elas dentro da Água, e fazíamos como que uma ciranda, os braços enlaçando
os corpos. Nossas coxas se tocavam por baixo da Água, e tínhamos consciência de que esse
contato era forçado, e não casual. Vez por outra um de nós se agachava para molhar o rosto e os
cabelos, e deixava que as mãos escorressem pelas nádegas dos outros dois. Era o que se pode
chamar de um belo sarro, que nossas risadas, conversinhas e apalpadelas tornavam mais e mais
excitante. Não preciso dizer que eu estava em ponto de bala. Meu membro bem proporcionado
lutava para escapar da prisão da pequenina sunga, e eu o libertei. Selma e Nélia logo perceberam
que eu estava com tudo de fora, e entre novas risadas passaram a tocar de leve e intermitentemente
no mastro que hás vezes vinha mostrar-se fora da Água. Não podíamos continuar mais ali. Era já
noite, ninguém nos via, mas era necessário ir adiante, levar a coisa a bom termo. Fomos para o
apartamento, cada um revelando na cara o ar matreiro da sacanagem em andamento, trocando
olhares cúmplices, como crianças "fazendo arte". Era divertido. Era excitante. Era um barato. Eu
estava para tudo, levado pela bebida e a excitação, mas não sabia até onde minha mulher
consentiria que eu fosse, ou - o melhor - até onde ela também gostaria de ir. Dentro do
apartamento, com o som ligado, resolvi trocar de bebidas. Em lugar de caipirinha, um bom vinho
branco bem gelado passou a ajudar a fazer nossa cabeça, já bem alta. Selma e Nélia puseram-se a
dançar, primeiro separadas, depois bem juntinhas, e finalmente agarrando-se e beijando-se, ao que
parecia lembrando-se dos bons tempos da escola normal. Eu me surpreendia pela maneira como as
coisas corriam tåo råpidas, mas podia entender tudo quando raciocinava que afinal elas não
estavam ali iniciando nada, mas apenas retomando uma ligação hå muito interrompida. Eu deixara
a sala meio hás escuras, e foi na penumbra que Selma e Nélia se despiram, cada uma tirando
lentamente, ao som da musica, o biquíni da outra. 0 espetáculo que tinha diante de mim me
fascinava e excitava. Minha mulher, morena, alta, esguia, envolvente; Nélia, pequena, loura, tipo
bonequinha. As duas se beijavam na boca, nos olhos, no pescoço, e só me restava aderir. Arranquei
minha sunga e refizemos nossa ciranda da piscina, agora de maneira muito mais efetiva, porque
não precisávamos fingir que apenas brincávamos. A coisa agora era a sério, pois estávamos
dispostos a ir ás ultimas conseqüências. A fita acabou, o som se extinguiu, mas permanecemos
enlaçados, trocando beijos e caricias, descendo lentamente para o chão, até nos deitarmos
embolados no tapete leve da casa de praia. Foi então que as duas resolveram dedicar-se a mim,
cada uma escolhendo para si uma parte de meu corpo. Nélia veio beijar-me, envolvendo-me a
cabeça em sua vasta cabeleira loura, enquanto Selma se pås a praticar a arte em que é mestra:
sugar-me o membro até levar-me h loucura, beijar-Ihe cada centímetro, chupar os testículos um de
cada vez, delicadamente, depois voltar ó extremidade para morde-lo, passar a língua na fenda,
voltar com os dentes h dobra da glande, ao mesmo tempo que as mãos percorriam toda a extensão
do pênis. Deitado de costas no chão, pude receber na boca o sexo róseo e cheiroso de Nélia, que
chupei com sofreguidão. A moça se mexia freneticamente, esfregando a vulva por toda a minha
cara, desde a boca até a testa, passando pelo nariz. Ela gemia e me apertava a cabeça, molhando-
me todo com seu suco. Selma, que percebia que eu jå estava próximo do gozo, parou de chupar-me
e veio sentar-se gostosamente em meu mastro, que a penetrou fundo, enchendo-a toda. Nós três
nos movimentávamos como loucos, entre gemidos e pequenos gritos de prazer. Eu poderia dizer
que gozamos juntos, mas Nélia teve uma sucessão de gozos que parecia interminável. Selma
estava já parada, relaxando, com as mãos apoiadas sobre meu ventre, conservando meu membro
satisfeito em suas entranhas, e Nélia ainda gemia e se rebolava, esfregando seus lábios vaginais em
minha cara toda lambuzada. Penso que eu nunca antes tivera tanto prazer, e pela expressão feliz de
minhas amantes podia calcular que também elas estavam tendo uma experiência impar.
Descansamos um pouco, e logo fui pegar na geladeira uma nova garrafa de vinho. Servimos,
trocando poucas palavras, apenas para não deixar que o silencio nos fizesse constrangidos. Então,
Selma veio para mim e, sentados no chão, pusemo-nos a trocar caricias e beijos, de modo a nos
excitarmos de novo, e também para atrair mais uma vez nossa pequena companheira. Mais uns
minutos, e novamente o trio estava formado. Agora era Nélia quem cuidava do meu membro,
enquanto Selma me namorava, beijando-me de leve e olhando com prazer a maneira gulosa como
sua amiga me chupava. Atraída pelo que via, minha mulher foi juntar-se a Nélia, e suas cabeças se
embolaram sobre meu baixo-ventre. Pude sentir suas bocas percorrerem-me o pênis, disputando
cada pedaço. E, a cada momento, uma interrupção. Eram as duas que se beijavam, esfregando a
cara no membro super-duro. 0 movimento seguinte foi de iniciativa de Selma. Erguendo-se, ela
posicionou Nélia de maneira a sentá-la sobre meu pênis, pegando-a pelos ombros e comprimindo-a
para a frente e para trás, dirigindo seu ritmo. Então, minha mulher veio sentar-se sobre meu peito,
virada para sua amiga, e beijando-Ihe os seios e a boca preparava-a para mais uma série de gozos.
Pegando Selma pelas ancas, puxei seu traseiro para meu rosto, e fiz minha língua acariciar-Ihe o
ånus, a vulva, os lábios e o clitóris, provocando-Ihe gemidos e incentivos para que continuasse.
Desta vez a coisa foi mais demorada. Todos os três nos contínhamos, procurando prolongar ao
máximo o prazer que aquilo nos oferecia. Formávamos um verdadeiro triângulo: eu era a base; as
duas mulheres, beijando-se, uma com a vulva em minha boca e outra com meu membro todo
enterrado em si, formavam os dois outros lados. Um triângulo de prazer. A primeira a gozar foi
Nélia. Um gozo demorado, farto, entrecortado de gritos e gemidos de choro. Depois foi a minha
vez, uma loucura. Enfim, Selma derramou-se em minha boca, deixando a cabeça cair para trás
enquanto se pendurava nos ombros da amiga. Aquela foi nossa primeira noite. No dia seguinte
fomos para a praia das Conchas, num ponto deserto, e reiniciamos nossas brincadeiras
preparatórias do ménage no apartamento. De lå para cá, nosso triângulo tem-se repetido muitas e
gostosas vezes. Alguns amigos tem reclamado que não os convidamos mais para Cabo Frio, mas
eu e Selma temos reservado aquele cantinho para nossa amiguinha
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O marido corno e a esposa puta

Trabalho num grnade banco e sou um cara descontraído e gosto de muita sacanagem. Minha
esposa é loira e muito bonita. Sempre tive vontade de ver minha loirinha branquinha tomando uma
pica grossa e diferente de outro homem e assistir tudo. Um dia fomos a um bar e o clima de tesão
que rolou quando chamei um cara pra se sentar na nossa mesa foi demais. Logo fomos pra casa e
minha esposa apressou-se em tirar a roupa de Alessandro, cujo caralho me deixou morto de inveja
e tesão. Ele sentou no sofá e ela sentou em cima daquele pau enorme e grosso de Alessandro que
passou a acariciá-la e mamar nos seus peitinhos rosados. Tirei meu pau pra fora e dei pra ela
chupar mas o Alessandro preferiu fuder minha esposa no quarto. Fiz um 69 com ela por cima e o
nosso macho a comendo por trás. Enquanto ela chupava meu pinto eu podia me deliciar ao ver
minha esposinha sendo enrabada por outro homem, com aquela pica entrando e saindo da sua
bucetinha. Não resistindo a uma antiga vontade, lambi suas bolas e seu pau enquanto ele socava na
xota da putinha. Alessandro não resistiu e gozou na buceta dela e eu a lambia sentindo o gostinho
de porra do macho que havia me sacaneado . Minha esposa estava surpresa e se sentiu a maior
galinha ao ver seu maridinho corno fazendo isso.
"Eu já desconfiava que você era um corno mas viado eu não sabia !"
Ela me mandou chupar a pica de Alessandro e quando o pau já estava roxo de tanto tesão , ela
virou o rabo pro nosso macho e disse:
"Enfia este cacete no meu cú pra este chifrudo virar um corno completo".
O Alessandro arregaçou minha putinha de tanto meter e não parava de me chamar de corno e
bicha. Tirou a pica pra fora e gozou na boca da minha mulher. Ela virou pra mim e me disse :
"Me come agora seu corno ! Goza na buceta da puta da sua esposa. Esporra na buceta que o meu
macho arregaçou meu chifrudo . Vem meu corninho...vai meu corno manso...viadinho... me faz
gozar ... corno... chifrudinho... corninho... vai viado !"
Passei a tomar chifre direto e hoje adoro ser chamado de corno pela minha mulher mesmo na
presença de estranhos.
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A secretária

Eu estava trabalhando há pouco tempo naquele escritório de produções artísticas, mas já tinha
criado uma gostosa intimidade com a secretária do chefe. Sandra é o nome dela, e não sei se
continuará minha amiga se vier a ler esta carta. Mas tudo bem, é um risco que vou correr, mesmo
porque a vida não tem a menor graça sem riscos, mesmo os planejados. Vamos lá: uma tarde
estávamos quase ao final do expediente, e eu conversava, na minha mesa, ao lado de uma janela,
com a Sandrinha. O tema da conversa era sexo, e de repente ela disse: "Eu sei dar a bunda".
Levantou-se da cadeira, encostou na janela, empinou a bunda, que aliás é muito gostosa, e disse:
"É assim...". Desse dia em diante, fiquei com a idéia fixa e só pensava em comer aquela bunda.
Comecei a convidá-la para tomar um chope, para almoçar, enfim, para tudo que pudesse nos
deixar sozinhos. Depois de várias saídas, comecei a falar da minha fixação por motéis e a dizer
que era um lugar tranquilo para almoçar, sem necessariamente ter de trepar. Ela concordou e no
outro dia fomos a um motel não muito perto do trabalho, é claro. Nesse dia ela veio de minissaia.
No quarto, enquanto comíamos - eu não conseguia engolir nada, só pensava em comer a Sandrinha
- fiquei, sem disfarçar, olhando fixamente para as suas morenas e arredondadas coxinhas. Estava
com o pau duríssimo, e mesmo de calças deslizava a minha própria mão pelo pau, sem me
importar com o que Sandrinha viesse a dizer. Ela levantou-se, foi ao banheiro, de onde voltou
enrolada numa toalha. Não resisti mais e a agarrei, arrancando a toalha fora. Comecei a beijá-la no
pescoço, fui descendo e, de joelhos, comecei a lamber aquela buceta, ao mesmo tempo em que
acariciava aquela bunda durinha. Ela gemia e, de repente empurrou a minha cabeça para trás,
dizendo: "Você chupa muito gostoso, e eu já gozei:. Levou-me para a cama e começou a chupar
meu pau, sua respiração quente esquentava ainda mais a cabeça do meu cacete. Eu estava quase
gozando em sua boca quando ela parou de me chupar, levantou-se, foi até a janela, arrebitou
aquela bunda, exatamente como tinha feito no escritório, e me ofereceu como se fosse um
banquete. Dei uma última olhada, encostei naquele reguinho e, devagarinho, fui procurando seu
cuzinho. O pau entrou de uma só vez. Percebi que tinha doído, mas ela não disse nada, deixou que
eu ficasse entrando e saindo, até gozar uma nunca vista quantidade de porra. Outros almoços,
lanches e jantares continuam acontecendo, o que quer dizer que, de vez em quando, damos uma
boa trepada, mas ela nunca mais quis me dar a bunda. Agora ela quer que eu me masturbe olhando
para aquela bunda e pede: suja ela com a tua porra, suja... Assim mesmo, continua sendo muito
bom
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Telefonema oportuno

Meu nome é Amanda. Sou morena, olhos esverdeados e tenho um corpo bem torneado, modéstia á
parte. Adoro me vestir bem e cuidar da minha aparência. Tenho 19 anos, sou liberal e louca por
novas aventuras. Talvez seja por isso que não tenha nenhum namorado fixo. Faço questão de
preservar minha independência e odeio a idéia de ter compromissos de qualquer espécie com
qualquer pessoa. HA dias eu tive uma experiência excitante. Talvez a mais importante de minha
vida. Tudo começou na segunda-feira, quando lavava o carro de meu pai, em frente de casa, na
descida da garagem. Eu vestia um short branco e uma camiseta punk aberta na frente, de malha
fina e quase transparente. Os biquinhos de meus seios provocavam montinhos sensuais sob o
tecido e o short de náilon entrava sutilmente entre as nádegas, moldando minhas formas perfeitas.
Eu estava simplesmente tentadora. Talvez seja por isso que Augusto, um gatão que mora no
sobrado em frente, me espreitava pela fresta da janela. Eu já o havia notado ha um bocado de
tempo mas me fiz de desentendida, å medida que me esfregava sobre o carro em movimentos
provocativos - me debruçando sobre o capo, a pretexto de lustrar o parabrisa ou me agachando
para escovar os pneus, deixando aparecer em rápidos relances as dobras secretas de minhas carnes.
Fiquei completamente atônita quando Augusto apareceu na porta da frente e disse que minha mãe
me chamava ao seu telefone. Numa hora como essa a gente até agradece a Deus por nåo ter
telefone em casa. Imediatamente fechei a torneira, calcei os chinelos e fui atender ao chamado
providencial de minha querida mäezinha. Como se fosse conivente com o que iria acontecer,
mamãe informou que chegaria muito tarde em casa devido a um jantar arranjado de ultima hora.
Disse também que papai iria direto do trabalho e que ambos chegariam por volta da meia-noite.
Meu rosto estampava um sorriso de felicidade que não pude disfarçar. Augusto também estava de
short e, enquanto eu falava ao telefone, pude observar o enorme badalo que oscilava entre as suas
coxas. Tinha pernas fortes e cabeludas e um tronco bem desenvolvido, de proporções atléticas.
Depois que desliguei o telefone, passei um bom tempo como que hipnotizada, olhando aquele
homem que eu conhecera ainda criança e que agora me aparecia másculo e atraente. Ele me
convidou a sentar e eu objetei que estava molhada. Ele sorriu e disse que não havia nenhum
inconveniente, pois sua måe, seu irmåo, a empregada e o cachorro haviam saído e não havia hora
mais própria para eu estar 'molhadinha'. Me fiz de desententida e sentei. Durante todo o tempo, a
conversa girou em torno de nossas experiências sexuais. Guto me contou suas aventuras com a
namorada e eu descrevi, meio sem jeito, minhas bolinações inocentes, confessando que meu
namorado, Beto, não tinha coragem de chegar hás vias de fato, pois não queria envolvimentos
mais sérios. Nessa altura Guto sacou seu membro de dentro do short e passou a alisa-lo ao mesmo
tempo em que confessava ser apaixonado por mim já ha algum tempo e que estava me olhando
pela janela, louco de tesão, desejando ser o carro sobre o qual eu me esfregava. Diante de tanta
sinceridade, não dei nenhuma resposta verbal, apesar de ter usado a boca para explicar minhas
intenções. Ele se estirou no sofá, enquanto eu o sugava, maravilhada pelo volume e pelo calor de
seu sexo. Suguei-o com volúpia, sentindo cada curva daquela carne tenra e pulsante. Foi quando
ele me pediu para não o fazer com tanta força, pois não gostaria de gozar logo, e queria desfrutar
ao máximo aquele momento. Comecei a me despir, retirando a camiseta com intencional lentidão,
para provoca-lo ainda mais. Quando começava a retirar o short, ele me atacou como um bárbaro,
me derrubando sobre o sofá e me afogando de beijos, sugando meus seios, mordiscando minhas
coxas, lambendo e arranhando meu dorso eriçado. Depois, seus punhos agarraram meu short e o
arrancaram com violência. Quando sua língua tocou meu sexo latejante, não pude deixar de conter
um suspiro de prazer. Suas mãos seguravam minhas nádegas enquanto sua língua percorria meus
grandes lábios, passando aos pequenos lábios, me provocando urros de prazer. Gozei em sua boca
sabendo que nunca mais iria a um motel com o Beto, meu ex-namorado. Após um intervalo de
caricias moderadas em que me recompus das ultimas sensações, Guto me implorou que eu Ihe
deixasse colocar apenas a cabeça de seu membro em minha grutinha. Confiante, abri minhas
pernas enquanto observava sua penetração em minhas entranhas. Ele me dissera que só colocaria a
cabeça, mas seu mastro já estava a meio caminho andado a penetrar minhas carnes macias, que
cediam lentamente. Com um gritinho de dor e prazer, resisti á estocada definitiva que rompeu meu
hímen e permitiu a entrada total daquele falo. Ele caiu por cima de mim, dizendo coisas doces ao
meu ouvido. Ao retirar seu membro, percebi que ele ainda estava rijo, com a prova de minha
pureza a Ihe tingir a pele. Foi quando resolvi limpá-lo sugando-o ritmicamente, procurando
devolver-Ihe o prazer com o qual me havia contemplado. Subitamente, Gugu retirou seu membro
de minha boca e inundou meu rosto, meus seios e minha barriga com seu sêmen viscoso. Fiquei
maravilhada, pois nunca vira nada como aquilo. Subimos para nos lavar, e,quando se aproximava
das seis da tarde, percebemos que a mãe de Augusto chegava do trabalho. E Já colocava o carro na
garagem. Nos vestimos as pressas. Ao cruzar com ela na saída, eu disse que viera atender ao
telefone; desculpa imediatamente aceita e que não deixava de ser verdade, não é mesmo?
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Minha Lolita

É com vergonha - e felizmente oculto por um pseudônimo - que conto aos leitores da CE.br uma
aventura (será que posso chama-la assim?) que até hoje me cobre de arrependimento. É a historia
de um desejo incontrolável de um homem maduro por uma jovem mal saída da puberdade, e por
isso vou chamar o objeto de minha paixão inconfessável de... Lolita. Minha vizinha e minha
loucura. Ela se aproximava sempre quando eu estava espichado na cadeira do papai, lendo o jornal
da manha. A intimidade de que eu gozava na casa permitia que me chamasse de tio, o que me
agradava muito. A principio se limitava a umas poucas perguntas. Queria saber tudo sobre os
programas da televisão, anúncios de cinemas. Interrompia minha leitura para Ihe dar atenção.
Indagava-Ihe sobre o cursinho pré-vestibular, os deveres de casa e da sala de aula, e sempre Ihe
pedia que me mostrasse o que estudava durante a semana. Ela falava dos colegas, dos professores,
das lições, e eu procurava ajudá-la nos exercícios. E foi numa dessas aproximações que ela se
acomodou nos meus joelhos, muito ó vontade. 0 short, curtinho, deixava suas coxinhas rosadas
com as penugens á vista. Lolita era loirinha, os cabelos finos até o pescoço, faces coradas,
narzinho pequeno e a boca bem delineada que se abria num riso inocente. Uma gracinha, para
quem eu era o tio em todas as horas, para mil e uma conversas, para uma ida ao cinema. Tudo isso
passou pela minha mente quando a vi sentada inocentemente no meu colo. Muito h vontade,
mostrava-me os livros, os cadernos, e quando se levantava para apanhar algo, sentava-se com mais
comodidade no meu colo. Era uma provocação involuntária aos quase 50 anos do tio. A
incontrolåvel coisa dura que procurava conter, disfarçar, fazia-Ihe pressão nos tenros traseiros. Ela
olhava-me nos olhos e eu me fazia de distraído enquanto apontava uma ou outra palavra no
caderno. Lolita prosseguia acompanhando os gestos e a conversa, para desespero do tio, que
estranhamente não a mandava sair e sentar-se noutro lugar ao lado da cadeira. Lolita acabou por se
dar conta da coisa dura que a fustigava por trás, e parece que decidiu tirar a limpo suas incertezas.
Colocava a mão sobre minha perna, e entre um e outro comentário, aproximava a apalpadela do
ponto critico, numa investigação deliberada e continua. Chegava a deitar-se sobre meu dorso a
pretexto de um beijo agradecido na minha face. Nessas ocasiões a minha excitação aumentava, e
foi assim que levei minha mão hás suas coxas numa caricia que não pude conter. Minhas mãos
medrosamente, mas com suavidade, deslizavam pelas suas coxas e subiam com audácia até
próximo ås suas nádegas. Quanto mais cedia a minha insensatez, mais minhas mãos se
aventuravam na exploração daquela pele macia, que afagava o dorso por baixo da blusinha e ao
mesmo tempo puxava o corpinho para um maior contato com a coisa dura, que ela procurava tocar
com a mão, sem querer-querendo. Nesses momentos Lolita ficava silenciosa, com os olhos
arregalados, entregando-se ós caricias das minhas mãos, que tocavam seu busto quase inexistente.
Não havia duvida de que eu era um canalha. Quando passava a excitação, sentia-me o ultimo dos
homens, que usava a inocência de um moça, sua natural curiosidade pelo sexo, para conduzi-la por
caminhos pecaminosos. Meu Deus! Onde estava com a cabeça para só me dar conta dos meus atos
quando Lolita se retirava, e aplacava meu desejo num orgasmo solitário? Sempre prometia a mim
mesmo que me controlaria na próxima vez e nåo permitiria que ela se sentasse no meu colo e nem
a tocaria. Ela me parecia uma gatinha inocente, vitima da minha mente doentia. Após cada visita
de Lolita, eu me prometia que não voltaria a dar vazão å minha tara, que me levava a mordiscar-
Ihe o pescoço, beijar-Ihe as espáduas, os braços. Via-a abandonar os cadernos, os livros e aquietar-
se, encolhendo os ombros, como a sentir cócegas. Minhas mãos infames percorriam seu corpo, das
coxinhas ao tórax meio contraído, á barriguinha, descendo até encontrar suas nádegas sobre o short
justo, que ainda não ousara desabotoar, mas forçava por penetrar com os dedos tensos, sentindo a
quentura da carne juvenil. A constância quase diária da presença de Lolita deixava-me totalmente
perturbado, e era eu agora quem a chamava para sentar-se no meu colo com um simples gesto de
dedo indicador. Ela inocentemente perguntava: 'Você vai me fazer massagem?' E eu novamente
lançava-me ó hedionda libidinagem. Sempre que sentia a iminência do prazer pecaminoso, um
estranho receio assaltava-me e eu a afastava bruscamente. Ai ela se mostrava surpresa e eu fazia
com que fosse embora. Foram dias de pavor e desconforto. Tentava acalmar minha culpa,
interrogando-me: será que Lolita é tåo inocente, tão ingênua, sem consciência das coisas que
pratico por estar tomado de desejo pelo seu corpinho virgem? Não. Não podia ser que nos seus
dezoito anos existisse maldade. E por que não? As moças nessa fase tem colegas da mesma idade
ou mais velhas que Ihes contam coisas proibidas. E, novamente, durante essas cogitações, jurava
mais uma vez que a impediria de sentar no meu colo. Entretanto, bastava que surgisse á porta,
risonha e saltitante, com os cadernos e lápis na måo, que me esquecia dos meus juramentos e, em
pânico comigo mesmo, fazia como de costume. Ela se aproximava beijando-me a face, e minhas
mãos a faziam sentar-se sobre meu sexo, começando tudo de novo. Uma vez tentei levar minha
boca aos seus lábios e ela se esquivou. Disse: 'Você não é meu namorado'. E eu, tremulo, falei:
'Então vou ser de hoje em diante'. Mas Lolita não cedeu, resistiu sempre, como se soubesse do
perigo de um beijo na boca. Permitia-me todas as caricias, mas desviava a boca e afastava minha
måo quando tentava atingir com os dedos sua grutinha. Um dia, descontrolado, esperei-a e ela não
veio. Lolita não apareceu nunca mais. Mudara-se, graças a Deus
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Comi a casada do curso de Adm. RH da FIC


Tudo aconteceu no segundo semestre da faculdade, Paula estava casada a oito meses com um
rapaz aparentemente gente boa, ela é uma morena muito charmosa, gostosa por sinal e uma boca
muito sensual também. As coisas não estavam indo muito bem para o lado dela, o marido viajava
muito a trabalho, ficava duas semanas fora a trabalho todos os meses. Isso fazia com que a relação
deles fossem ficando desgastadas. Varias vezes a vi triste e até chorando. Eu como sempre tive
muito tesão em Paula comecei a me sentar perto dela puxar assunto e ela aos poucos foi se abrindo
para mim, contando seus problemas. Com o tempo ela foi confiando cada vez mais em mim e
começamos a nos comunicar por telefone tb, nos dias em que seu marido estava viajando. Sempre
insistia para sairmos juntos mas ela relutava por ser uma mulher casada e fiel ao marido. Estava
louco que ela fosse para nosso churrasco da sala ia ser em um sítio perto aqui da cidade e
voltaríamos no mesmo dia, nesse dia eu ia tentar dar uma investida na Paula. Nós já
conversávamos sobre tudo e eu me declarei todo para ela, disse todo meu tesão que eu sentia, ela
tentava se sair, dizia para que eu não tentasse, estava carente e não queria trair seu marido. Tive
muita sorte, Paula aceitou ir para o churrasco, ia só pois seu marido viajava. Chegou o dia,
estávamos todos lá, Paula conversava com nossas colegas, deixou-me distante, mas eu notava que
ela estava bebendo muita cerveja e olhava muito para mim, ela tinha ido uma amiga nossa que por
motivo maior teve que ir embora logo no começo, deu-me um frio na barriga, mas Paula não foi e
disse que talvez pegaria um ônibus. Era minha grande chance. O pagode rolava sem parar, muita
cerveja e cachaça. Cheguei perto de Paula dançamos um pouco, disse que gostaria de leva-la em
casa, ela aceitou. Resolvemos sair mais cedo quando chegamos no estacionamento fui abrir a porta
para ela e quando passou por mim agarrei-a por trás mordendo seu pescoço, começou a gemer,
pedindo para eu parar, segurei seus seios, apertei sua xoxota, virando seu rosto chupando com
muito tesão sua boca e língua. Entramos dentro do carro e continuamos a nos agarrar. Ela estava
com chortinho jeans curto e um top muito sensual. Pediu para eu ir agora para sua casa, então corri
direto para o motel, chegando lá nós não conseguíamos desgrudar fomos para baixo do chuveiro e
tiramos nossas roupas, seu corpo era de tirar o fôlego, fomos para cama abri suas pernas e comecei
a chupar sua xoxota, ela gritava, gemia, pedia para ser comida, eu não conseguia para chupar os
vários gozos de sua vagina. De repente ela se vira e começa chupar meus peitos, minha barriga e
chupar deliciosamente meu pau e meus ovos, chupava com muito gosto e eu estava para gozar em
sua boca. Trocamos novamente de posição, sentou em cima de minha pica e gozou como uma
louca, terminei colocando-a de quatro e comendo seu cuzinho, ela gemia muito e pedia para eu
gozar e foi quando eu gozei, gozei e gozei muito... Deu 7 horas da noite eu fui deixa-la em casa,
ela estava muito alegre e eu pedi para ela não esquecer meu cheiro, ela riu e disse que foi
inesquecível. Na segunda feira, Paula disse que não poderia continuar com isso, era casada e não
queria problemas com isso. Eu aceitei, me conformei, porém foi por pouco tempo, no primeiro dia
em que o marido de Paula viajou novamente, ela ligou para mim muito triste, fiquei de passar em
sua casa para ela desabafar um pouco, ela não quis mas fui,...resistiu minha entrada, porém não
tinha jeito entrei quase a força e ficamos conversando na sala e bebendo um pouco de uísque, ela
estava com um vestidozinho bem curtinho, sempre dando para ver a calcinha que era minúscula e
todinha na bunda. Teve uma hora que nos abraçamos, ela estava chorando e começamos a nos
beijar, com o dedo, afastei sua calcinha e coloquei meu pau, meu pau roçava sua xoxota enquanto
ela gemia, levei-a para seu quarto e novamente ela quase teve um troço de tanto gozar... Agora ela
perdeu a vergonha, independente de amigo ou não trepamos sempre que nos dá vontade, inclusive
na faculdade
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A SECRETÁRIA
Eu estava trabalhando há pouco tempo naquele escritório de produções artísticas, mas já tinha
criado uma gostosa intimidade com a secretária do chefe. Sandra é o nome dela, e não sei se
continuará minha amiga se vier a ler esta carta. Mas tudo bem, é um risco que vou correr, mesmo
porque a vida não tem a menor graça sem riscos, mesmo os planejados. Vamos lá: uma tarde
estávamos quase ao final do expediente, e eu conversava, na minha mesa, ao lado de uma janela,
com a Sandrinha. O tema da conversa era sexo, e de repente ela disse: "Eu sei dar a bunda".
Levantou-se da cadeira, encostou na janela, empinou a bunda, que aliás é muito gostosa, e disse:
"É assim...". Desse dia em diante, fiquei com a idéia fixa e só pensava em comer aquela bunda.
Comecei a convidá-la para tomar um chope, para almoçar, enfim, para tudo que pudesse nos
deixar sozinhos. Depois de várias saídas, comecei a falar da minha fixação por motéis e a dizer
que era um lugar tranquilo para almoçar, sem necessariamente ter de trepar. Ela concordou e no
outro dia fomos a um motel não muito perto do trabalho, é claro. Nesse dia ela veio de minissaia.
No quarto, enquanto comíamos - eu não conseguia engolir nada, só pensava em comer a Sandrinha
- fiquei, sem disfarçar, olhando fixamente para as suas morenas e arredondadas coxinhas. Estava
com o pau duríssimo, e mesmo de calças deslizava a minha própria mão pelo pau, sem me
importar com o que Sandrinha viesse a dizer. Ela levantou-se, foi ao banheiro, de onde voltou
enrolada numa toalha. Não resisti mais e a agarrei, arrancando a toalha fora. Comecei a beijá-la no
pescoço, fui descendo e, de joelhos, comecei a lamber aquela buceta, ao mesmo tempo em que
acariciava aquela bunda durinha. Ela gemia e, de repente empurrou a minha cabeça para trás,
dizendo: "Você chupa muito gostoso, e eu já gozei:. Levou-me para a cama e começou a chupar
meu pau, sua respiração quente esquentava ainda mais a cabeça do meu cacete. Eu estava quase
gozando em sua boca quando ela parou de me chupar, levantou-se, foi até a janela, arrebitou
aquela bunda, exatamente como tinha feito no escritório, e me ofereceu como se fosse um
banquete. Dei uma última olhada, encostei naquele reguinho e, devagarinho, fui procurando seu
cuzinho. O pau entrou de uma só vez. Percebi que tinha doído, mas ela não disse nada, deixou que
eu ficasse entrando e saindo, até gozar uma nunca vista quantidade de porra. Outros almoços,
lanches e jantares continuam acontecendo, o que quer dizer que, de vez em quando, damos uma
boa trepada, mas ela nunca mais quis me dar a bunda. Agora ela quer que eu me masturbe olhando
para aquela bunda e pede: suja ela com a tua porra, suja... Assim mesmo, continua sendo muito
bom
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A TARA DE MINHA PUTINHA POR UM PAU GRANDE
Eu já namorava Celinha a pouco mais de dois anos quando as coisas começaram a esfriar. Apesar
dela ser uma coisa de louco (18 anos, 1,60m, 45kg, loirinha de cabelos lisos com cachinhos nas
pontas, olhos grandes e castanhos, um rostinho que ia de anjinho a diabinha, peitinhos de médios
para grandes, uma bundinha super arrebitada, enfim, uma princesa, um encanto) eu já não tinha
mais tanto tesão quanto no começo do namoro. Acho que o mesmo valia pra ela. Não entendia
como perdera o tesão por uma garota tão linda. Como ainda nos gostávamos, tentei conversar,
afim de melhorar a situação, e a convenci de que tínhamos que apimentar um pouco mais nosso
namoro. Começamos a fazer algumas brincadeirinhas excitantes, como trepar à força, em locais
perigosos, com alguém por perto. Nossas trepadas melhoram mesmo, e nossa intimidade também.
Eu já a chamava de puta, piranha, pistoleira e ela rebatia com puto, pintudo, caralhudo e outras
sacanagens. Víamos filmes pornô, e nossas fantasias começaram a aparecer mais. Fantasiávamos
principalmente com uma terceira pessoa na cama. Às vezes eu dizia que estava comendo outra,
que ia comer outra na frente dela, que a estava fazendo de otária, comendo as amigas dela, e ela
adorava, gozava como uma putinha. Mas acontecia também o contrário, ela fantasiava dizendo que
dava pra todo mundo, que era fácil, que estava estourada de tanto levar pica, que eu era corno, e eu
também gostava. Comecei a comprar algumas revistas em que vinham contos eróticos e
classificados sexuais. Nós adorávamos as histórias com putas e cornos. E Celinha também passou
a admirar os anúncios. Quando via um cara de pau bem grande falava opa!!;pra esse eu dava!
Como eu tinha sido seu primeiro namorado, ela nunca tinha experimentado outro pau. E ela
freqüentemente falava em dar para um cara de pau bem grande, como dos anúncios e de alguns
filmes. Não que eu tenha o pau pequeno ; tem 17cm de comprimento por 13cm de circunferência,
ela mesma mediu; mas ela falava em mais de 20x15cm. Comecei a ficar enciumado, desconfiando
de tudo. Confundia as fantasias com a realidade, achava que ela estava dando pra todo mundo.
Mas colocava a cabeça no lugar, não havia evidência nenhuma disso. Ela ainda parecia me amar,
apenas tinha aquelas fantasias. Confessei a ela meu ciúme e preocupação com suas fantasias, e
durante uma conversa franca ela disse que me amava, mas tinha suas fantasias. E disse algo que
foi, no início, uma ducha de água fria, mas que com o tempo me deixou mais confuso, com ciúmes
e tesão. - Carlos, você trepa gostoso comigo, me faz gozar, faz tudo perfeito. Seu pau não é
pequeno, é gostoso, ótimo, mas não me arregaça, parece que eu não fico cheia! Eu queria
experimentar um pau bem grande que me deixasse ardida, arregaçada, esfolada, que realmente me
fodesse! Fiquei mudo. Não sabia o que dizer. Eu estava com raiva, mas não era culpa dela. Estava
sendo sincera. E percebendo que eu não estava à vontade com aquilo, tentou consertar dizendo que
não era assim uma fantasia tão importante e que na verdade o tamanho não devia fazer muita
diferença.
Parte 2
FANTASIANDO CADA VEZ MAIS Mesmo depois de alguns meses, as palavras de Celinha ainda
estavam na minha cabeça. Lembrava daquilo e ficava irritado, mas ao mesmo tempo, me excitava
com a humilhação de minha namorada precisar dar para outro para se satisfazer. Tentei evitar
fantasias durante nossas trepadas, mas não conseguia. Ela não precisava abrir muito a boca no
boquete, chupava sem dificuldades. Parecia precisar de algo maior. Quando a penetrava também.
O pau entrava fácil. Ela ficava tranqüila, como quem agüentaria e gostaria de muito mais. Acabava
traído por minhas próprias fantasias, e tomava a iniciativa, perguntando se ela não queria algo
maior. Ela hesitava um pouco, devido ao meu ciúme, mas acabava cedendo e liberando suas
fantasias. Quando ela estava de quatro, me provocava como uma puta: - Se não tem pau pra me
arregaçar pelo menos tenta me foder, porra! No papai-e-mamãe me dizia com carinho e um
jeitinho de menininha safada: - Carlinhos, você vai ter que ser corno. Eu te amo demais, mas uma
garota gostosa como eu não pode ficar sem uma piroca grande. Eu preciso ficar entupida, cheia. E
eu tinha que concordar. Uma gata daquelas merecia a melhor trepada possível. No fim da trepada,
se eu ficava com um pouco de ciúmes ela dizia que era só fantasia, brincadeirinha que deixava
nossas trepadas mais gostosas. E por mais algum tempo foram realmente só fantasias, eu já nem
sentia mais tanto ciúme, e minha desconfiança já havia reduzido bastante. Até ela passar no
vestibular em uma cidade próxima, e se mudar para lá.
Parte 3
A POSSIBILIDADE DA FANTASIA SE REALIZAR Celinha passou no vestibular para
veterinária numa cidade próxima, e apesar da minha insistência acabou se mudando. Nos víamos
nos finais de semana, e meu ciúme e desconfiança aumentaram muito. Começamos a discutir
freqüentemente, principalmente por causa das amizades que ela fez. Ela arrumou uma amiga
chamada Cíntia, que, pelo que me contava, era uma verdadeira vagabunda. Eu ficava irritadíssimo.
Brigava com Celinha, dizendo que;me diga com que tu andas, que te direi quem és;. Ela alegava
que já era adulta, sabia o que estava fazendo, não tinha que fazer tudo que a outra fazia. Acabei
engolindo o sapo e decidi não me importar mais com sua nova amiga. Conheci Cíntia
pessoalmente numa visita que fiz a Celinha. Tentei ser simpático para não arrumar confusão, e
deixei as duas amigas bem à vontade. Depois de beber um pouco dava pra ver que Cíntia era
safada, bem vulgar, completamente diferente de minha namorada. Comentava de ex-amantes com
a maior naturalidade, dizendo que fulano ou ciclano eram bons de cama. E acabou fazendo um
comentário que deixou minha namorada sem graça, dizendo que um tal de Bituca era o preferido
dela. Que o cara tinha o maior pau que ela já tinha visto. Depois de algum tempo retomei o assunto
com Celinha, que me falou já ter visto o cara com Cíntia, e que havia emprestado seu apartamento
pra eles uma vez. Disse que Cíntia chegou uma vez na faculdade andando com as pernas abertas, e
que ela já até sabia o que tinha acontecido. O pior é que esse assunto sempre voltava à tona,
Celinha sempre tinha alguma coisa pra comentar da Cíntia com o tal de Bituca. - A Cíntia falou
que o pau do Bituca é deste tamanho! - Porra, Celinha! E o que você tem a ver com isso? - Calma!
Só tô comentando! Ela fala nisso o tempo todo. Outro dia cheguei em casa e ela tava na maior
gritaria com o cara. - Porra, na sua casa? - É, eu tinha emprestado o apartamento pra ela. Essas
histórias me deixavam louco, e mesmo assim ela às vezes deixa escapulir alguma coisa: - Ele é um
cara baixinho, difícil de acreditar que ele tem um pau tão grande, deve ser exagero dela. Eu ficava
morrendo de ciúmes dessa proximidade entre Celinha e o tal do Bituca, mas como ficava sem
argumentos quando ela dizia que o cara era caso da amiga dela, que não tinha nada a ver, acabava
deixando pra lá. Num fim de semana, Celinha me disse ter brigado feio com Cíntia, que não queria
mais papo com ela, mas não sabia me dizer muito bem o motivo. Cíntia acabou ligando para a casa
de minha sogra, xingando todos, dizendo que Celinha era uma vagabunda e muito mais. Não me
preocupei muito, sabia que isso era o que se podia esperar de uma garota tão vulgar, e que agora
não precisaria mais me preocupar com sua má influência sobre Celinha. Com isso, o assunto de
Cíntia e Bituca morreu. Passei a discutir menos com Celinha, e voltamos a transar todos os finais
de semana.
Parte 4
DA FANTASIA PARA A VIDA REAL Voltamos a transar normalmente, porém quando eu tentava
começar a fantasiar, perguntar se ela queria um pau grande, ela ficava pouco à vontade, não era
mais como antes. E passou a pedir que fizesse mais sexo anal, coisa que ela até gostava, mas
nunca havia sido sua preferência. Evitava o sexo convencional. E às vezes reclamava só de eu pôr
o dedinho na bocetinha dela. Já estava pra lá de desconfiado quando encontrei um papel com o
nome Bituca e um número de celular em sua bolsa. Fiquei acabado, pensei em terminar, em
agredi-la, mas não tinha provas ainda, apesar das evidências. Ela alegou que estava ali desde antes
de brigar com a Cíntia, que eu estava paranóico. Podia ser, mas eu não tinha certeza de mais nada,
estava completamente inseguro. Como sabia de seus horários de aula na faculdade, resolvi viajar
para a cidade onde ela estava estudando, e chegar de surpresa num momento em que ela
provavelmente estaria em casa. Estava na porta de seu apartamento por volta das 19h. Toquei
campainha e ouvi Celinha conversando com alguém dizendo que viria atender. Ela abriu a porta e
quando me viu ficou atônita. E uma voz masculina perguntava lá do quarto quem era. Entrei sem
falar nada, ela ficou tentando se explicar. Fui até seu quarto, tinha um cara deitado na sua cama. O
cara ficou desesperado, começou a tentar a se explicar também. Eu disse que não tinha nada a ver
com ele, que queria conversar com ela. Fomos para sala, eu e Celinha, e o cara permaneceu no
quarto. Eu perguntei a ela com a voz embargada: - Esse aí que é o tal do Bituca? - É. –
Disse ela olhando pro chão. Fiquei com os olhos cheios de lágrimas, não conseguia falar nada
naquele momento. Ela disse que eu não precisava ficar assim, que me amava, que foi só uma
aventura, que ela nunca tinha feito isso, que jamais faria de novo, me pediu perdão inúmeras
vezes. Fui me acalmando e perguntei a ela: - É por isso que você não queria trepar comigo? Ela
continuou com aquela expressão de arrependimento, olhando para o chão, e não me respondia.
Perguntei de novo: - É por isso? - É. – Respondeu ela, agora olhando nos meus olhos.
Fiquei com uma raiva indescritível, mas ao mesmo tempo comecei a me excitar com aquela
situação. - Ele era tudo que você esperava? - Eu não acho que a gente deve ficar falando sobre
isso... - Era ou não era? - Era. Satisfeito? Minha raiva e meu tesão aumentavam cada vez mais.
Meu coração parecia que ia explodir. - Por isso você só queria fazer anal, não é? - Eu passei a
gostar mais disso com você. É mais gostoso fazer isso com você. - Anal é mais gostoso comigo?
Ou é por que você estava com a bocetinha esfolada? - Eu estava transtornado. Com um tesão que
nunca havia sentido. Ela não me respondeu. Apenas se aproximou e me beijou. Não consegui
resistir. Ela pegou no meu pau, que estava duro como pedra, punhetou só um pouco, bem de leve,
e falou: - Espera aqui que eu já volto. – E foi para o quarto onde estava o cara. Até que me
chamou. Entrei no quarto e fui apresentado a quem eu preferia não ter conhecido. Era um cara bem
mais baixo que eu, devia ter em torno de 1,70m, não era boa pinta, estava fora de forma, um cara
normal. O cara não falava nada, e eu também. A única a agir era Celinha. Não acreditei no que ela
começou a fazer. O cara parecia não acreditar também. Ela tirou o short dele, pegou no seu pau,
começou a punhetá-lo, se agachou, e começou um boquete com toda vontade. O pau do famoso
Bituca parecia ser normal, apenas um pouco grosso, e, acho que porque ele estava sem graça, não
estava dando sinais de vida. Criou-se um clima tenso no quarto. Meu tesão também diminuiu um
pouco, mas Celinha continuava mamando naquele pau. O cara evitava me olhar, parecia tímido, e
passou a olhar fixamente para Celinha. A única coisa que se ouvia no quarto era a respiração de
Celinha e os barulhos que fazia chupando aquele pau. Até que Bituca começou a gemer baixinho
também. Seu pau já aumentara um pouco, e estava, mesmo ainda bem mole, do tamanho do meu
duro e não parava de crescer. Celinha já estava com a boca bem aberta, parecia estar finalmente
com a pica que tanto desejava. Quando o pau dele finalmente ficou duro, era realmente de
impressionar. Devia ter uns 22cm, mas o que impressionava mais era a grossura, mais de 16cm
tranqüilamente. Celinha lambia o pau dele por baixo, desde o saco até a cabeça, e Bituca às vezes
batia com o pau na cara dela, que batendo na língua davam estalos que ecoavam no silêncio do
quarto. Ela estava linda com aquele pau na boca. Estava com os peitinhos durinhos de fora, e
usava apenas uma minissaia preta curtinha e um tamanquinho. Ela tentava prender os cabelos
loiros para trás para não atrapalharem no boquete. Eu já estava com meu pau pra fora, um pouco
envergonhado, e Celinha fez sinal para me aproximar. Cheguei com o pau perto da cara dela e ela
passou a chupar os dois. Eu ficava incomodado, tamanha era a diferença. Ela olhou pra mim e
disse: - Tenho que chupar o seu um pouco, pra descansar. O dele é muito grande, dói a minha boca.
Enquanto ela chupava o meu, o cara ficava esfregando o pau na cara dela, como se quisesse que
ela voltasse a chupar o dele. E ela dizia pra ele: - Calma! Você sabe que eu gosto de chupar é pau
grande, eu tô descansando. E tenho que chupar o do meu namorado também, né? Ela punhetava o
pau dele enquanto chupava o meu. O pau dele devia ser quase do tamanho do antebraço dela (em
comprimento era um pouco menor, mas era mais grosso) e ela não conseguia fechar a mão em
torno dele. O cara estava alucinado e a puxou pelo cabelo. Ela protestou um pouco, mas se apoiou
sobre a escrivaninha e arrebitou aquela bundinha se oferecendo para ser penetrada. Estava sem
calcinha, com a minissaia preta lá em cima, deixando a bundinha de fora. O tamanquinho tinha um
salto que fazia ela arrebitar ainda mais. Ficava tão arrebitada que dava para ver sua bocetinha por
trás. Ele pincelava o pau na entradinha da bocetinha rosada dela, que estava molhada como eu
nunca havia visto, chegando a escorrer pelas pernas. Isso tudo na minha frente, a menos de meio
metro. Eu tocava uma devagar, vendo tudo nos mínimos detalhes. Não acreditava que aquilo tudo
iria entrar nela, ela parecia pequena demais pra aquilo tudo. E ela adivinhou o que eu estava
pensando, falando com cara de putinha: - Tá pensando que não vai caber? Então fica olhando.
Você vai ver como eu agüento tudinho, igual a uma putinha! O cara começou a enfiar a cabeça,
empurrando os lábios da bocetinha dela para dentro. Ela gemia baixinho, parecia estar fazendo
esforço para suportar. Ele deu um tempo para ela acostumar, ficou enfiando e tirando a cabeça.
Quando ela já parecia ter se acostumado ele forçou e enfiou todo o resto de uma só vez. Ela deu
um gritinho e começou a gemer um pouco mais alto. Não dava pra acreditar que aquilo cabia na
bocetinha dela. E ela ainda me provocava: - Não falei que entrava tudo. Agora tô entupida! Me
fode, Bituca. Fode com esse pauzão pra ele ver como eu gosto! E Bituca já bombava com força,
deixando a xotinha dela vermelhinha. Ela gritava, dizendo que estava sendo arregaçada, que o pau
dele estava batendo no fundo, que aquilo que era pau de verdade. E Bituca que estava quieto
começou a falar também: - Cara, tua namorada é uma piranha. Nunca vi ninguém gostar tanto de
um pau grande. Depois que ela viu meu pau queria me dar o dia inteiro. Ela não para enquanto não
estiver toda esfolada. E nisso foi diminuindo a velocidade das bombadas, para que pudessem pegar
fôlego. Ela pediu pra ele tirar, dizendo que agora era a minha vez. Posicionei-me atrás dela e
comecei a colocar. A bocetinha dela estava visivelmente mais aberta e, dava pra sentir, um pouco
mais larguinha. Assim que enfiei tudo ela começou a rebolar: - Ai, tenho que rebolar senão não
sinto seu pau direito. É por isso que pau grande é bom. Dá pra sentir tudo dentro. Comecei a
bombar mais rápido e chamá-la de piranha, ao que ela respondeu rapidamente: - Piranha mesmo! E
você é um corno! Você sempre soube que eu era puta, que queria um pau grande. Agora quem tiver
pau grande vai me comer, e na sua frente! Agora chega! Tira esse pauzinho daí que eu quero ser
arregaçada! Eu já estava quase gozando, ainda mais com ela falando aquilo, mas tirei o pau. O Tal
do Bituca deitou na cama e ficou com a pica apontando pro teto. Celinha tirou o que restava de sua
roupa e foi se sentar naquela tora. Ela abria a bocetinha com os dedos e ia tentando fazer o pau
entrar. Ela estava encharcada, e mesmo assim o pau ia deslizando com dificuldade. Depois de
muito gemer, ela já estava com o pau todo dentro e começou a cavalgar. Ela começou a gritar
muito, chamando o cara de caralhudo, me chamando de corno - acho que ela estava gozando. Ela
então diminui o ritmo, tinha mesmo gozado como eu nunca tinha visto, e Bituca a empurrou e a
colocou de quatro. Ela protestou: - Devagar, porque você sabe que assim machuca! Acho que não
adiantou muito, porque ele começou a bombar rápido e com toda a força, fazendo ela gritar, como
nunca tinha gritado comigo. A cena era humilhante, mas me dava um tesão incrível. Minha
namorada recebendo um pau daquele tamanho, levando estocadas que faziam seu corpo todo
vibrar e seus peitos balançarem no ar, gritando como se estivesse sendo estuprada, enfim, sendo
fudida realmente, da forma que sempre quis e que eu nunca fui capaz de fazer. E começou a berrar
que ia gozar de novo. Não acreditei! Quando trepava comigo ela demorava um bom tempo pra
gozar de novo, e nunca conseguia gozar de quatro. Mas era verdade, ela estava gozando, e parecia
ser um gozo ainda mais forte que o primeiro. Senti-me humilhado - ela gozava mais com ele que
comigo - mas estava ao mesmo tempo maravilhado. E não era só eu que estava maravilhado com
aquilo. Bituca pareceu se excitar ainda mais com o gozo dela e também anunciou que ia gozar. Ele
tirou o pau gigante de dentro dela e deu uma gozada impressionante. Fiquei com inveja! Além de
ter o pau imenso o cara parecia uma mangueira! Celinha virou o rosto para trás para apreciar o
espetáculo. Ele deu várias esguichadas, talvez 8, 9, não sei, mas foram muitas e todas potentes e
fartas. Esguichou até no cabelo e por pouco não foi no rostinho dela. Ficou banhada de esperma,
que escorria pelas costas. - Nossa, é muita porra! Ela disse baixinho, ofegante, com a voz cansada.
Bituca caiu deitado na cama e ela ainda ficou na mesma posição, com a bundinha arrebitada e a
respiração ofegante. Eu disse que também queria gozar e fui aproximando o pau da bocetinha dela.
Celinha chegou um pouco pra frente, como se tentasse fugir: - Põe no meu cu então. Na boceta eu
não agüento mais nada. Tá ardendo ; E me ofereceu a bundinha. Enfiei o pau desesperadamente
em seu cuzinho e comecei a bombar a toda. Ela só soltou um gritinho na hora que o pau entrou e
depois continuou indiferente, apenas com a respiração ofegante e balançando com as estocadas
que eu dava. Parecia que mesmo colocando no rabinho dela eu não conseguia causar o mesmo
impacto que o pau do Bituca fazia na xotinha dela. Eu sempre gostei de gozar fora, só pra
lambuza-la de porra, mas acabei gozando dentro do rabinho dela, mesmo. Preferi não tirar na hora
pra não passar por mais uma comparação desagradável, com aquele monte de porra que escorria
pelas costas dela. Caí deitado na cama também, e em seguida ela também se deitou. Mas se deitou
devagarzinho e gemendo, como se sua bucetinha doesse ao fazer qualquer movimento. Ficamos
deitados os três, ela no meio, virada pra mim e punhetando meu pau de leve. Até que Celinha
chegou no meu ouvido e disse baixinho que me amava. Bituca pareceu enciumado, agora ela
estava dando mais atenção a mim. Então ele se levantou, meio sem jeito, dizendo que tinha sido
legal, mas que tinha que ir embora. Celinha pegou a pica dele, que tava na meia bomba, chupou a
cabeça ainda escorrendo porra e disse olhando pra ele: - Depois a gente trepa mais. Agora ninguém
precisa esconder mais nada. Ele terminou de se vestir, se despediu de longe e foi embora. Celinha
veio se deitar ao meu lado de novo. Começou a punhetar meu pau e falou toda carinhosa: -
Carlinhos, gostou de ser corno? Pois eu gostei de ser puta! É a melhor coisa do mundo! - Então vai
continuar sendo puta, mas sempre na minha frente. Não quero nada sem eu estar por perto. - Tudo
bem. Eu te amo. Não quero te esconder mais nada. Mas se prepara, viu? Porque agora que eu sei
como é bom, eu vou ser cada vez mais puta. Se tiver um pau grande na jogada, eu dou mesmo!
Você vai ser o namoradinho corno da Celinha putinha! Vai ter que aceitar eu dando pra tudo
quanto é caralhudo! Porque se você me ama vai querer que eu goze gostoso, que eu fique
satisfeita, não vai? Respondi que sim e gozei como um louco na mão dela, confirmando mais uma
vez o tesão que aquilo me dava.
Parte 5
E A VIDA CONTINUA... Depois de algum tempo, acabamos transando com Bituca mais uma vez,
mas ele parecia não estar mais à vontade, agora que eu estava sabendo, e acabou se afastando. Mas
eu e Celinha continuamos nosso namoro, agora melhor do que nunca. Ela já transou com outros
caras bem dotados na minha frente, inclusive, um deles, que conhecemos através de uma revista,
tinha um pau realmente gigante, ainda maior que o de Bituca. Ele fez um verdadeiro estrago nela.
Tivemos também alguns desentendimentos. Quase terminamos por falta de discrição dela. Celinha
deu para um cara da faculdade que acabou espalhando e ela ficou com uma certa fama durante um
tempo. Curto todas essas sacanagens, mas ainda prezo muito a discrição. Uma coisa é sacanagem
entre quatro paredes, outra é ser apontado como corno no meio da rua. Mas acabamos superando
isso também. Hoje estamos com quase cinco anos de namoro, e aprendemos a ser mais discretos.
Preferimos pessoas de outras cidades ou que, no mínimo, não façam parte de nosso círculo social.
Mas ela está cada vez mais putinha! Se você tem um pau grande! Quem sabe você não é próximo a
encher a minha putinha?
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CASAL 30
Sou publicitário, 32 anos, e a experiência que estou vivendo agora é a primeira do gênero na
minha vida. alias, tenho me sentido tão bem com a novidade que é por isso que me empolgo a
escrever para vocês ai da CE. Br. Seguinte: quando solteiro, participei de muitas noitadas do que
hoje se chama de sexo grupal, mas que na época chamávamos de suruba. Eu não me inibia, e meus
colegas chegavam mesmo a elogiar minhas performances, apelidando-me de "o rei do bacanal".
Depois de casado, porém, no máximo que fiz foi cometer uma aventurazinha discreta vez ou outra,
com as meninas da agencia onde trabalho, tudo sem maiores conseqüências. Minha mulher, um
pedaço de garota de 24 anos, morena alta, corpo de menina, com tudo muito bem distribuído, sexy,
atraente, atende por inteiro todas as minhas necessidades sexuais, e o tipo de vida social que
levamos, bem intensa, pouco tempo deixa para eu dar escapulidas fora do leito conjugal. Assim,
foi com ela - e com a ajuda dela - que experimentei o famoso ménage å trois, que vocês dai tão
brasileiramente traduziram para baiao-de-tres. Acontece que temos um apartamentozinho de
condominio em Cabo Frio, e sempre que podemos vamos para lá curtir o fim de semana, se
possível levando amigos que tornem nosso lazer mais agradável. Em janeiro, aproveitando uns
poucos dias de sol desse chuvoso verão carioca, minha mulher. Selma, convidou uma amiga de
que gosta muito desde os tempos da escola normal, e IA fomos os três apertadinhos em meu Puma
em busca dos prazeres cabo-frienses. Do Rio até lá, as mulheres nåo pararam de tagarelar,
lembrando velhas historias do colégio, tipo quem transava com quem, aquelas coisas de
lesbianismo adolescente, namorinhos etc., casos que Selma nunca me contara, e que eu ficava
sabendo agora, pelo papo das duas. Silencioso, eu deixava que as duas falassem, e pude perceber
que a vida antes do casamento de minha mulher tinha sido bem menos inocente do que eu
imaginava. Na piscina do condominio, estimuladas por sucessivas caipirinhas de vodca que eu
mesmo ia preparando, Selma e Nélia passaram a mostrar muita intimidade, acompanhando com as
mãos os contornos uma da outra, å medida que se elogiavam mutuamente. De fato, são duas
mulheres e tanto. Nélia, então, é uma graça. Da mesma idade de Selma, ela tem, porém, um
corpinho de ninfeta, que seus cabelos louros e escorridos acentuam ainda mais. Do tipo falsa
magra, tem as pernas roliças e cobertas de pelos louros, e a bundinha arrebitada, de nádegas
separadas, deixando o reguinho bem visível sob o biquíni curtíssimo, quase inexistente. Pelo fim
da tarde, jå meio de noite, estávamos só nós na piscina. Todos os demais moradores do
condominio já tinham se retirado. Estávamos de pileque. Eu, excitado por tudo que tinha visto e
ouvido, me juntara a elas dentro da Água, e fazíamos como que uma ciranda, os braços enlaçando
os corpos. Nossas coxas se tocavam por baixo da Água, e tínhamos consciência de que esse
contato era forçado, e não casual. Vez por outra um de nós se agachava para molhar o rosto e os
cabelos, e deixava que as mãos escorressem pelas nádegas dos outros dois. Era o que se pode
chamar de um belo sarro, que nossas risadas, conversinhas e apalpadelas tornavam mais e mais
excitante. Não preciso dizer que eu estava em ponto de bala. Meu membro bem proporcionado
lutava para escapar da prisão da pequenina sunga, e eu o libertei. Selma e Nélia logo perceberam
que eu estava com tudo de fora, e entre novas risadas passaram a tocar de leve e intermitentemente
no mastro que hás vezes vinha mostrar-se fora da Água. Não podíamos continuar mais ali. Era já
noite, ninguém nos via, mas era necessário ir adiante, levar a coisa a bom termo. Fomos para o
apartamento, cada um revelando na cara o ar matreiro da sacanagem em andamento, trocando
olhares cúmplices, como crianças "fazendo arte". Era divertido. Era excitante. Era um barato. Eu
estava para tudo, levado pela bebida e a excitação, mas não sabia até onde minha mulher
consentiria que eu fosse, ou - o melhor - até onde ela também gostaria de ir. Dentro do
apartamento, com o som ligado, resolvi trocar de bebidas. Em lugar de caipirinha, um bom vinho
branco bem gelado passou a ajudar a fazer nossa cabeça, já bem alta. Selma e Nélia puseram-se a
dançar, primeiro separadas, depois bem juntinhas, e finalmente agarrando-se e beijando-se, ao que
parecia lembrando-se dos bons tempos da escola normal. Eu me surpreendia pela maneira como as
coisas corriam tåo råpidas, mas podia entender tudo quando raciocinava que afinal elas não
estavam ali iniciando nada, mas apenas retomando uma ligação hå muito interrompida. Eu deixara
a sala meio hás escuras, e foi na penumbra que Selma e Nélia se despiram, cada uma tirando
lentamente, ao som da musica, o biquíni da outra. 0 espetáculo que tinha diante de mim me
fascinava e excitava. Minha mulher, morena, alta, esguia, envolvente; Nélia, pequena, loura, tipo
bonequinha. As duas se beijavam na boca, nos olhos, no pescoço, e só me restava aderir. Arranquei
minha sunga e refizemos nossa ciranda da piscina, agora de maneira muito mais efetiva, porque
não precisávamos fingir que apenas brincávamos. A coisa agora era a sério, pois estávamos
dispostos a ir ás ultimas conseqüências. A fita acabou, o som se extinguiu, mas permanecemos
enlaçados, trocando beijos e caricias, descendo lentamente para o chão, até nos deitarmos
embolados no tapete leve da casa de praia. Foi então que as duas resolveram dedicar-se a mim,
cada uma escolhendo para si uma parte de meu corpo. Nélia veio beijar-me, envolvendo-me a
cabeça em sua vasta cabeleira loura, enquanto Selma se pås a praticar a arte em que é mestra:
sugar-me o membro até levar-me h loucura, beijar-Ihe cada centímetro, chupar os testículos um de
cada vez, delicadamente, depois voltar ó extremidade para morde-lo, passar a língua na fenda,
voltar com os dentes h dobra da glande, ao mesmo tempo que as mãos percorriam toda a extensão
do pênis. Deitado de costas no chão, pude receber na boca o sexo róseo e cheiroso de Nélia, que
chupei com sofreguidão. A moça se mexia freneticamente, esfregando a vulva por toda a minha
cara, desde a boca até a testa, passando pelo nariz. Ela gemia e me apertava a cabeça, molhando-
me todo com seu suco. Selma, que percebia que eu jå estava próximo do gozo, parou de chupar-me
e veio sentar-se gostosamente em meu mastro, que a penetrou fundo, enchendo-a toda. Nós três
nos movimentávamos como loucos, entre gemidos e pequenos gritos de prazer. Eu poderia dizer
que gozamos juntos, mas Nélia teve uma sucessão de gozos que parecia interminável. Selma
estava já parada, relaxando, com as mãos apoiadas sobre meu ventre, conservando meu membro
satisfeito em suas entranhas, e Nélia ainda gemia e se rebolava, esfregando seus lábios vaginais em
minha cara toda lambuzada. Penso que eu nunca antes tivera tanto prazer, e pela expressão feliz de
minhas amantes podia calcular que também elas estavam tendo uma experiência impar.
Descansamos um pouco, e logo fui pegar na geladeira uma nova garrafa de vinho. Servimos,
trocando poucas palavras, apenas para não deixar que o silencio nos fizesse constrangidos. Então,
Selma veio para mim e, sentados no chão, pusemo-nos a trocar caricias e beijos, de modo a nos
excitarmos de novo, e também para atrair mais uma vez nossa pequena companheira. Mais uns
minutos, e novamente o trio estava formado. Agora era Nélia quem cuidava do meu membro,
enquanto Selma me namorava, beijando-me de leve e olhando com prazer a maneira gulosa como
sua amiga me chupava. Atraída pelo que via, minha mulher foi juntar-se a Nélia, e suas cabeças se
embolaram sobre meu baixo-ventre. Pude sentir suas bocas percorrerem-me o pênis, disputando
cada pedaço. E, a cada momento, uma interrupção. Eram as duas que se beijavam, esfregando a
cara no membro super-duro. 0 movimento seguinte foi de iniciativa de Selma. Erguendo-se, ela
posicionou Nélia de maneira a sentá-la sobre meu pênis, pegando-a pelos ombros e comprimindo-a
para a frente e para trás, dirigindo seu ritmo. Então, minha mulher veio sentar-se sobre meu peito,
virada para sua amiga, e beijando-Ihe os seios e a boca preparava-a para mais uma série de gozos.
Pegando Selma pelas ancas, puxei seu traseiro para meu rosto, e fiz minha língua acariciar-Ihe o
ånus, a vulva, os lábios e o clitóris, provocando-Ihe gemidos e incentivos para que continuasse.
Desta vez a coisa foi mais demorada. Todos os três nos contínhamos, procurando prolongar ao
máximo o prazer que aquilo nos oferecia. Formávamos um verdadeiro triângulo: eu era a base; as
duas mulheres, beijando-se, uma com a vulva em minha boca e outra com meu membro todo
enterrado em si, formavam os dois outros lados. Um triângulo de prazer. A primeira a gozar foi
Nélia. Um gozo demorado, farto, entrecortado de gritos e gemidos de choro. Depois foi a minha
vez, uma loucura. Enfim, Selma derramou-se em minha boca, deixando a cabeça cair para trás
enquanto se pendurava nos ombros da amiga. Aquela foi nossa primeira noite. No dia seguinte
fomos para a praia das Conchas, num ponto deserto, e reiniciamos nossas brincadeiras
preparatórias do ménage no apartamento. De lå para cá, nosso triângulo tem-se repetido muitas e
gostosas vezes. Alguns amigos tem reclamado que não os convidamos mais para Cabo Frio, mas
eu e Selma temos reservado aquele cantinho para nossa amiguinha
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Carnaval de putaria
No domingo de carnaval rolou uma muito legal que eu vou contar agora pra voces. Eu tava no
calçadão do posto com a minha mina e comecei a dar um amasso nela entao pintou o tesao e nós
fomos pra areia, bem perto do mar.
Ela ainda vai fazer anos (eu fiz esse mes) mas ja é bem putinha, quando eu conheci ela nao era
mais cabaço e eu ja fudi ela até na orelha, mas pros outros ela se faz de inocente, a mae dela pensa
que ela nunca deu, imagina.
Então nós fomos pra junto daquelas canoas de pesca e eu disse pra ela que tava tudo limpo entao
eu botei o pau pra fora e mandei ela pagar um boquete pra começar. Ela baixou a minha bermuda e
a minha cueca e foi bocando o carcará que tava muito duro e ja tava pingando, eu nem mandei ela
tirar a roupa, disse que primeiro queria gozar na boca dela.
Ela mamou legal e eu nem demorei e comecei a esporrar na cara dela e na boca tambem porque ela
curte muito beber a minha porra, a puta gemia com a mao enfiada dentro do short dela, tava
gozando no dedo entao de repente eu ouvi um barulho atrás da canoa entao dei um pulo e agarrei
um cara que na hora nem deu pra ver direito pois estava escuro mas depois eu vi que era um garoto
que devia ter a idade da minha mina.
Ele começou a chorar e pedir pra eu deixar ele ir embora mas eu vi que ele estava com o pau de
fora da calça durinho. Entao eu perguntei 'tu tava se punhetando às custas da gente seu puto, tu
queria ser eu botando a pica na boca dela nao é?' entao ele se ajoelhou na areia e esfregou a cara
no meu pau 'não, bate em mim nao, eu nao vou falar com ninguem eu juro'.
Entao eu olhei direito pra ele, o boy até que era bonitinho, lourinho e de olhos claros e começou a
me dar tesao de botar ele na putaria, entao eu falei pra mina 'dá um tempo que eu vou ensinar esse
puto a nao ficar olhando as sacanagens dos outros, tu me espera na calçada'.
Ela falou 'Cissa voce vai dar porrada nele?' eu respondi 'cala a boca e obedece galinha, eu vou agir
pra ele nao sair por aí contando que viu tu chupando minha piroca ou tu quer que todo mundo
saiba que tu é uma puta?'
Aí ela foi andando pro calçadão e eu falei pro moleque 'então agora tu vai é ficar no lugar dela,
chupando meu caralho' 'nao, deixa só eu ir embora, eu nao conto pra ninguem' entao eu segurei o
queixo dele pra ele abrir a boca e fui enfiando o cacete na boca dele. 'Eu quero me garantir, tu
chupa bem legal que eu te libero. Primeiro tira a roupa' que assim pelado ele nao ia poder fugir
entao ele obedeceu e tirou a roupa e depois começou a chupar o meu pau.
Ele tava mamando muito gostoso e eu falei 'tu ja chupou um bocado de caralho nao é?' ele só disse
que sim com a cabeça e pos as duas maos atras nas minhas coxas pra me puxar pra junto, eu sentia
a cabeça do pau la no fundo da garganta dele e ja tava quase gozando entao segurei ele pelos
cabelos e comecei a fuder a boca dele com mais força 'toma putinho, eu vou esporrar na tua boca,
tu bebe a porra toda' e comecei a gozar, eu esporrei ainda mais do que tinha esporrado na boca da
mina.
Quando eu acabei de gozar, levei o viadinho pra dentro duma canoa e deitei no fundo e puxei a
cabeça dele pra junto dos meus pentelhos e ele ficou só me lambendo então eu disse que o pau ja
ia ficar duro de novo, pra ele chupar com bastante saliva que eu ia fuder o cu dele, ele disse que no
cu ele era cabaço. Entao eu perguntei se ele preferia chupar de novo porque eu nao queria
machucar ele, o meu pau é um bocado grosso mas ele falou 'se a tua mina aguenta, eu tambem
posso, só mete devagar falou'.
Aí é que eu fiquei muito doidao, mordi a orelha dele chamei ele de meu putinho, ele disse sou sim
e entao eu nao resisti, tapei a boca dele e soquei o caralho até o talo de muma vez só. O carinha até
que tentou se safar mas eu tava montadão nele e disse 'aguenta firme que logo para de doer, tu vai
gozar que nem a minha mina goza quando eu enrabo ela, eu vou destapar a tua boca, se tu gritar eu
te mato de porrada'.
Então eu tirei a mao da boca dele e fui descendo até o pintinho dele que tava murcho, eu passei a
mao no saquinho e no piru tudo junto e comecei a fazer carinho, o puto chorava baixinho, eu disse
'eu to com muito tesao em ti, ve se tu faz eu gozar, relaxa pro teu piru ficar duro' e comecei a tirar
o pau do cu dele e botar de novo, bem devagarinho e ele foi parando de chorar e o pinto dele foi
ficando duro entao eu comecei a punhetar ele com força porque ja tava quase gozando.
Entao eu falei 'eu vou gozar, goza tambem' e comecei a esporrar no cu dele, ele tambem começou
a gemer 'ai eu to gozando' e esporrou no chao do barco do pescador, quando ele acabou de gozar e
eu tambem eu sentei no banco do barco e ele ficou ajoelhando chupando meu pau, eu ainda dei
outra foda nele e depois eu disse 'eu tenho que ir embora, amanhã tu aparece aqui na mesma hora'
ele falou 'ta bem, tu nao quer trazer a tua mina pra ver a putaria?'
Caralho, o filho da puta era bem safado mesmo, na segunda-feira eu levei a mina, ela nao queria ir
mas foi e ele tava la, assim que me viu foi tirando a roupa, ele tinha levado um lençol de casal pra
forrar a areia e pediu pra chupar a buceta da minha mina, eu mandei ela tirar a roupa e eu tambem
tirei.
Entao eu mandei ela deitar de barriga pra cima bem arreganhada e soquei a cara do viado na
buceta dela, o cara começou a chupar o grelo dela e a puta se torcendo toda de tesao 'mete essa
lingua toda na minha buceta' e o viadinho se punhetando eu nao aguentei mais ficar só olhando e
fui por trás dele e soquei o caralho duma tacada só no cu dele, ele nem tirou a boca da buceta da
mina e começou a rebolar e pedir mete tudo meu macho, me arromba todo, a mina começou a
berrar de tanto tesao 'fode ele meu amor vamos gozar nesse puto' e logo nós tres gozamos juntos
puta que pariu nessa noite a gente gozou demais.
Entao eu perguntei pra ele 'tu ja fudeu mulher?' ele disse que nao e eu falei 'tu quer fuder a minha
mina?' ele disse 'quero mas hoje nao dá meu piru nao fica mais duro' aí eu marquei com ele pra
terça feira, 'amanhã tu fode ela, falow, vai um na buceta dela outro no cu da puta'.
Na terça, o viadinho ja tava esperando quando nós chegamos.
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Carnaval de putaria
No domingo de carnaval rolou uma muito legal que eu vou contar agora pra voces. Eu tava no
calçadão do posto com a minha mina e comecei a dar um amasso nela entao pintou o tesao e nós
fomos pra areia, bem perto do mar.
Ela ainda vai fazer anos (eu fiz esse mes) mas ja é bem putinha, quando eu conheci ela nao era
mais cabaço e eu ja fudi ela até na orelha, mas pros outros ela se faz de inocente, a mae dela pensa
que ela nunca deu, imagina.
Então nós fomos pra junto daquelas canoas de pesca e eu disse pra ela que tava tudo limpo entao
eu botei o pau pra fora e mandei ela pagar um boquete pra começar. Ela baixou a minha bermuda e
a minha cueca e foi bocando o carcará que tava muito duro e ja tava pingando, eu nem mandei ela
tirar a roupa, disse que primeiro queria gozar na boca dela.
Ela mamou legal e eu nem demorei e comecei a esporrar na cara dela e na boca tambem porque ela
curte muito beber a minha porra, a puta gemia com a mao enfiada dentro do short dela, tava
gozando no dedo entao de repente eu ouvi um barulho atrás da canoa entao dei um pulo e agarrei
um cara que na hora nem deu pra ver direito pois estava escuro mas depois eu vi que era um garoto
que devia ter a idade da minha mina.
Ele começou a chorar e pedir pra eu deixar ele ir embora mas eu vi que ele estava com o pau de
fora da calça durinho. Entao eu perguntei 'tu tava se punhetando às custas da gente seu puto, tu
queria ser eu botando a pica na boca dela nao é?' entao ele se ajoelhou na areia e esfregou a cara
no meu pau 'não, bate em mim nao, eu nao vou falar com ninguem eu juro'.
Entao eu olhei direito pra ele, o boy até que era bonitinho, lourinho e de olhos claros e começou a
me dar tesao de botar ele na putaria, entao eu falei pra mina 'dá um tempo que eu vou ensinar esse
puto a nao ficar olhando as sacanagens dos outros, tu me espera na calçada'.
Ela falou 'Cissa voce vai dar porrada nele?' eu respondi 'cala a boca e obedece galinha, eu vou agir
pra ele nao sair por aí contando que viu tu chupando minha piroca ou tu quer que todo mundo
saiba que tu é uma puta?'
Aí ela foi andando pro calçadão e eu falei pro moleque 'então agora tu vai é ficar no lugar dela,
chupando meu caralho' 'nao, deixa só eu ir embora, eu nao conto pra ninguem' entao eu segurei o
queixo dele pra ele abrir a boca e fui enfiando o cacete na boca dele. 'Eu quero me garantir, tu
chupa bem legal que eu te libero. Primeiro tira a roupa' que assim pelado ele nao ia poder fugir
entao ele obedeceu e tirou a roupa e depois começou a chupar o meu pau.
Ele tava mamando muito gostoso e eu falei 'tu ja chupou um bocado de caralho nao é?' ele só disse
que sim com a cabeça e pos as duas maos atras nas minhas coxas pra me puxar pra junto, eu sentia
a cabeça do pau la no fundo da garganta dele e ja tava quase gozando entao segurei ele pelos
cabelos e comecei a fuder a boca dele com mais força 'toma putinho, eu vou esporrar na tua boca,
tu bebe a porra toda' e comecei a gozar, eu esporrei ainda mais do que tinha esporrado na boca da
mina.
Quando eu acabei de gozar, levei o viadinho pra dentro duma canoa e deitei no fundo e puxei a
cabeça dele pra junto dos meus pentelhos e ele ficou só me lambendo então eu disse que o pau ja
ia ficar duro de novo, pra ele chupar com bastante saliva que eu ia fuder o cu dele, ele disse que no
cu ele era cabaço. Entao eu perguntei se ele preferia chupar de novo porque eu nao queria
machucar ele, o meu pau é um bocado grosso mas ele falou 'se a tua mina aguenta, eu tambem
posso, só mete devagar falou'.
Aí é que eu fiquei muito doidao, mordi a orelha dele chamei ele de meu putinho, ele disse sou sim
e entao eu nao resisti, tapei a boca dele e soquei o caralho até o talo de muma vez só. O carinha até
que tentou se safar mas eu tava montadão nele e disse 'aguenta firme que logo para de doer, tu vai
gozar que nem a minha mina goza quando eu enrabo ela, eu vou destapar a tua boca, se tu gritar eu
te mato de porrada'.
Então eu tirei a mao da boca dele e fui descendo até o pintinho dele que tava murcho, eu passei a
mao no saquinho e no piru tudo junto e comecei a fazer carinho, o puto chorava baixinho, eu disse
'eu to com muito tesao em ti, ve se tu faz eu gozar, relaxa pro teu piru ficar duro' e comecei a tirar
o pau do cu dele e botar de novo, bem devagarinho e ele foi parando de chorar e o pinto dele foi
ficando duro entao eu comecei a punhetar ele com força porque ja tava quase gozando.
Entao eu falei 'eu vou gozar, goza tambem' e comecei a esporrar no cu dele, ele tambem começou
a gemer 'ai eu to gozando' e esporrou no chao do barco do pescador, quando ele acabou de gozar e
eu tambem eu sentei no banco do barco e ele ficou ajoelhando chupando meu pau, eu ainda dei
outra foda nele e depois eu disse 'eu tenho que ir embora, amanhã tu aparece aqui na mesma hora'
ele falou 'ta bem, tu nao quer trazer a tua mina pra ver a putaria?'
Caralho, o filho da puta era bem safado mesmo, na segunda-feira eu levei a mina, ela nao queria ir
mas foi e ele tava la, assim que me viu foi tirando a roupa, ele tinha levado um lençol de casal pra
forrar a areia e pediu pra chupar a buceta da minha mina, eu mandei ela tirar a roupa e eu tambem
tirei.
Entao eu mandei ela deitar de barriga pra cima bem arreganhada e soquei a cara do viado na
buceta dela, o cara começou a chupar o grelo dela e a puta se torcendo toda de tesao 'mete essa
lingua toda na minha buceta' e o viadinho se punhetando eu nao aguentei mais ficar só olhando e
fui por trás dele e soquei o caralho duma tacada só no cu dele, ele nem tirou a boca da buceta da
mina e começou a rebolar e pedir mete tudo meu macho, me arromba todo, a mina começou a
berrar de tanto tesao 'fode ele meu amor vamos gozar nesse puto' e logo nós tres gozamos juntos
puta que pariu nessa noite a gente gozou demais.
Entao eu perguntei pra ele 'tu ja fudeu mulher?' ele disse que nao e eu falei 'tu quer fuder a minha
mina?' ele disse 'quero mas hoje nao dá meu piru nao fica mais duro' aí eu marquei com ele pra
terça feira, 'amanhã tu fode ela, falow, vai um na buceta dela outro no cu da puta'.
Na terça, o viadinho ja tava esperando quando nós chegamos.
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AMOR DENTÁRIO
Silvia. Se não me engano era esse o seu nome. Uma mulher experiente do alto de seus 35 anos, um
monumento de mulher. Os seios duros e arrebitados como duas pêras maduras a espera de uma
boca esfomeada.
Suas pernas torneadas e morenas, como se vivesse na praia. Lábios vermelhos e carnudos
esbarravam em dentes brancos e bem tratados.
O seu rosto e seu corpo, jamais denunciaria o que Silvia passou em sua vida.
Casada duas vezes, mãe de dois filhos, um em cada casamento, expulsa de casa aos 16 anos,
quando se viu jogada no mundo e se casou com um caminhoneiro bêbado que a maltratava muito.
Com ele teve um filho, Pedro.
Mas Silvia não aquentou muito tempo e caiu no mundo com Pedro no colo a procura de um amor,
de alguém que tratasse essa bela mulher, da forma que ela merecia.
Como em um passe de mágica, o amor bateu na porta de Silvia. Ela encontrou Jonas, um
empresário rico que não ligou para o passado da bela Silvia e casou com ela.
Juntos, Jonas e Silvia viveram anos maravilhosos, tiveram mais uma filha, Raquel.
Uma menina doce e bonita como a mãe.
Pedro foi criado por Jonas como se fosse seu filho. Estudou em colégios caros na capital paulista e
foi fazer faculdade na Inglaterra aonde se casou é só volta para o Brasil nas festas de fim de ano.
Mas, após 15 anos de felicidade, o mal bateu a porte de Silvia novamente. O seu marido, Jonas,
faleceu subitamente vitima de um infarte. Todos os bens do empresário estavam nas mão de Silvia.
A bela mulher agora cuidava dos negócios de seu ex-marido e de sua filha, Raquel, já adolescente
com a idade de 18 anos.
E foi nessa época que conheci Silvia. Me chamo Fernando e tenho um consultório odontologico,
bastante badalado na Av paulista. Posso dizer que sou respeitado no meio e que venci na minha
profissão.
Silvia veio ao meu consultório em um Sexta-feira chuvosa carregando ao seu lado Raquel. A mãe
reclamava de uma dorzinha no ciso e a filha veio apenas para fazer uma consulta de rotina.
Pedi para Silvia entrar no consultório e me deparei com uma bela mulher a minha frente. Trajando
um vestido negro e com um decote bastante abusado, a bela mulher parecia realmente uma viúva
alegre.
Ela me explicou o que sentia e pedi para que sentasse na cadeira, que eu a examinaria. Silvia
sentou-se, e seus lábios vermelhos foram se abrindo, se entregando todo para que eu pudesse
vislumbrar aquele paraíso. Não conseguia pensar nos estudos que tive na faculdade e não
conseguia prestar atenção naqueles dentes brancos e bem tratados. apenas imaginava o meu pau
dentro daquela boca, em uma deliciosa chupeta. Foi quando ouvi:
- É muito grave Doutor?
- Ah , acredito que não – respondi ainda meio tonto com a beleza de Silvia.
A bela mulher sorriu e percebeu o meu desejo sobre ela e os meus olhos percorrendo pelo seu
corpo inteiro até parar naquele decote ousado que usava, novamente Silvia me perguntou:
- Os meus dentes ficam mais para cima – exclamou um tanto zangada Me desculpei e prossegui
com a consulta até que tive que me aproximar de sua boca e senti a sua respiração forte sobre o
meu rosto. Nesse momento toda a minha vida, a minha carreira não importava mais, joguei longe
os aparelhos ortodonticos e a beijei como a muito tempo não beijava ninguém. Para a minha
surpresa a bela empresária me respondeu da mesma maneira, com um beijo forte e ardente, onde
nossas bocas se encontravam e nossas línguas se trombavam em um doce balanço como o mar. As
coisas foram ficando quentes. e em poucos minutos já estávamos nus rolando pelo chão do
consultório, minha boca já havia percorrido todo aquele corpo se deliciando com o mel que saia de
sua bureta, uma coisa loca !!! Silvia pegou no meu membro, que já estava explodindo e começou a
me masturbar em um ritmo desenfreado, até que colocou a cabeça do meu pau em sua boca e
começou a sugá-lo e sugá-lo, aquela viúva me deixava complemente maluco. Peguei Silvia pela
cintura e a virei de bruço, com a bundinha arrebitada virada para que eu pudesse desfrutar daquela
gruta cheia de prazer, tentei penetrar Silvia em seu buraquinho, mas a bela mulher resistiu
bravamente. Desisti da minha tara pelo seu roscofe e passei a investir em sua bucetinha já
encharcada, foi quando penetrei forte em Silvia que gemeu com toda força. Tapei a sua boca com a
minha mão, para que a sua filha e nem a minha secretária pudessem ouvir o som referente ao
nosso amor que saia do consultório. Não deu certo, Silvia não parava de gemer. Novamente me
esqueci do mundo e comecei a estocar o meu pau naquela bucetinha apertada até que gozei
profundamente. Estávamos nos dois deitados sob o chão do meu local de trabalho, quando a porta
se abriu e tomamos um susto, era Raquel, a filha de Silvia. Meus olhos viam uma moça de 18
anos, com um sorriso maroto, os cabelos negros e lisos trajando um vestido rosa, a moça parecia
ser uma adolescente muito comportada e ingênua. Parecia apenas. Ao me ver deitado nu ao lado de
sua mãe, a jovem Raquel despiu-se do vestido, ficando apenas com uma calcinha de algodão,
branca em minha frente. Os seus seios pequenos, os biquinhos rosados, a sua pele macia e o seu
rosto de criança novamente me levaram a ereção. Silvia percebeu o meu entusiasmo e começou a
beijar a filha enquanto eu chupava aqueles seios de menina. A garota apenas apreciava e fechava
os olhos, sentindo muito prazer, Até que desvencilhando da boca da mãe agarrou o meu pau e
começou a chupar como se fosse um picolé. Silvia ria enquanto tirava a calcinha da filha que
aprovava tudo com um olhar de tesão muito forte. A bucetinha de Raquel piscava em um ritmo
frenético com a sua mãe chupando todo o seu grelo e quem se dava bem era eu, que era sugado por
aquela boquinha virgem intensamente. Agarrei Raquel em meus braços e ameacei penetrar naquele
túnel de prazer, que sua mãe já tinha deixado todo molhado para min, mas, para minha surpresa,
Silvia me pediu que não fizesse isso, que a penetrasse por trás, gostaria que a filha se casasse
virgem. Era um pedido de seu ex-marido, Jonas. Consenti na hora o pedido de Silvia e virei a
bundinha de Raquel para min enquanto a menina se apoiava na minha cadeira de dentista. Preparei
bem o buraquinho da garota e comecei a colocar a cabeçinha do meu pau, bem devagar, para que a
bela menina não sentisse dor. Foi quando Silvia me empurrou e o meu pau entrou com tudo no
cuzinho da menina, que até aquele momento não havia murmurado nada, mas não agüentou e
soltou um grito cheio de dor e prazer. Passei a estocar meu pau no buraquinho de Raquel enquanto
Silvia beijava a boca de sua filha e chupava os seios da menina. Gozei de uma maneira mais
intensa do que com Silvia, estava comendo o cú da filha da cliente que eu havia acabado de fazer
sexo!!!! Percebendo que eu tinha gozado, Silvia começou a se vestir e Raquel passou a fazer o
mesmo. As duas se levantaram, abriram a porta do meu consultório e foram embora me deixando
nu, sentado no chão de meu local de trabalho. Nunca mais ouvi falar de Silvia ele nunca mais veio
ao consultório. Tentei ligar inúmeras vezes para o telefone que tinha deixado para cadastro, mas
ele, e o endereço de de Silvia, não existiam. Minha vida continua solitário, me dedico cada vez
mais ao trabalho quem sabe uma nova viúva e a sua filhinha desamparada não vem ao meu
consultório para fazer uma obturação, por exemplo.
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AMOR DENTÁRIO
Silvia. Se não me engano era esse o seu nome. Uma mulher experiente do alto de seus 35 anos, um
monumento de mulher. Os seios duros e arrebitados como duas pêras maduras a espera de uma
boca esfomeada. Suas pernas torneadas e morenas, como se vivesse na praia. Lábios vermelhos e
carnudos esbarravam em dentes brancos e bem tratados. O seu rosto e seu corpo, jamais
denunciaria o que Silvia passou em sua vida. Casada duas vezes, mãe de dois filhos, um em cada
casamento, expulsa de casa aos 16 anos, quando se viu jogada no mundo e se casou com um
caminhoneiro bêbado que a maltratava muito. Com ele teve um filho, Pedro. Mas Silvia não
aquentou muito tempo e caiu no mundo com Pedro no colo a procura de um amor, de alguém que
tratasse essa bela mulher, da forma que ela merecia.
Como em um passe de mágica, o amor bateu na porta de Silvia. Ela encontrou Jonas, um
empresário rico que não ligou para o passado da bela Silvia e casou com ela. Juntos, Jonas e Silvia
viveram anos maravilhosos, tiveram mais uma filha, Raquel. Uma menina doce e bonita como a
mãe. Pedro foi criado por Jonas como se fosse seu filho. Estudou em colégios caros na capital
paulista e foi fazer faculdade na Inglaterra aonde se casou é só volta para o Brasil nas festas de fim
de ano. Mas, após 15 anos de felicidade, o mal bateu a porte de Silvia novamente. O seu marido,
Jonas, faleceu subitamente vitima de um infarte. Todos os bens do empresário estavam nas mão de
Silvia.
A bela mulher agora cuidava dos negócios de seu ex-marido e de sua filha, Raquel, já adolescente
com a idade de 18 anos. E foi nessa época que conheci Silvia. Me chamo Fernando e tenho um
consultório odontologico, bastante badalado na Av paulista. Posso dizer que sou respeitado no
meio e que venci na minha profissão. Silvia veio ao meu consultório em um Sexta-feira chuvosa
carregando ao seu lado Raquel. A mãe reclamava de uma dorzinha no ciso e a filha veio apenas
para fazer uma consulta de rotina. Pedi para Silvia entrar no consultório e me deparei com uma
bela mulher a minha frente. Trajando um vestido negro e com um decote bastante abusado, a bela
mulher parecia realmente uma viúva alegre. Ela me explicou o que sentia e pedi para que sentasse
na cadeira, que eu a examinaria.
Silvia sentou-se, e seus lábios vermelhos foram se abrindo, se entregando todo para que eu
pudesse vislumbrar aquele paraíso. Não conseguia pensar nos estudos que tive na faculdade e não
conseguia prestar atenção naqueles dentes brancos e bem tratados. apenas imaginava o meu pau
dentro daquela boca, em uma deliciosa chupeta. Foi quando ouvi:
- É muito grave Doutor?
- Ah , acredito que não – respondi ainda meio tonto com a beleza de Silvia.
A bela mulher sorriu e percebeu o meu desejo sobre ela e os meus olhos percorrendo pelo seu
corpo inteiro até parar naquele decote ousado que usava, novamente Silvia me perguntou:
- Os meus dentes ficam mais para cima – exclamou um tanto zangada.
Desculpei-me e prossegui com a consulta até que tive que me aproximar de sua boca e senti a sua
respiração forte sobre o meu rosto. Nesse momento toda a minha vida, a minha carreira não
importava mais, joguei longe os aparelhos ortodonticos e a beijei como a muito tempo não beijava
ninguém.
Para a minha surpresa a bela empresária me respondeu da mesma maneira, com um beijo forte e
ardente, onde nossas bocas se encontravam e nossas línguas se trombavam em um doce balanço
como o mar.
As coisa foram ficando quentes. e em poucos minutos já estávamos nus rolando pelo chão do
consultório, minha boca já havia percorrido todo aquele corpo se deliciando com o mel que saia de
sua bureta, uma coisa loca !!!
Silvia pegou no meu membro, que já estava explodindo e começou a me masturbar em um ritmo
desenfreado, até que colocou a cabeça do meu pau em sua boca e começou a sugá-lo e sugá-lo,
aquela viúva me deixava complemente maluco.
Peguei Silvia pela cintura e a virei de bruço, com a bundinha arrebitada virada para que eu pudesse
desfrutar daquela gruta cheia de prazer, tentei penetrar Silvia em seu buraquinho, mas a bela
mulher resistiu bravamente. Desisti da minha tara pelo seu roscofe e passei a investir em sua
bucetinha já encharcada, foi quando penetrei forte em Silvia que gemeu com toda força. Tapei a
sua boca com a minha mão, para que a sua filha e nem a minha secretária pudessem ouvir o som
referente ao nosso amor que saia do consultório. Não deu certo, Silvia não parava de gemer.
Novamente me esqueci do mundo e comecei a estocar o meu pau naquela bucetinha apertada até
que gozei profundamente. Estávamos nos dois deitados sob o chão do meu local de trabalho,
quando a porta se abriu e tomamos um susto, era Raquel, a filha de Silvia. Meus olhos viam uma
moça de 18 anos, com um sorriso maroto, os cabelos negros e lisos trajando um vestido rosa, a
moça parecia ser uma adolescente muito comportada e ingênua. Parecia apenas. Ao me ver deitado
nu ao lado de sua mãe, a jovem Raquel despiu-se do vestido, ficando apenas com uma calcinha de
algodão, branca em minha frente. Os seus seios pequenos, os biquinhos rosados, a sua pele macia e
o seu rosto de criança novamente me levaram a ereção. Silvia percebeu o meu entusiasmo e
começou a beijar a filha enquanto eu chupava aqueles seios de menina. A garota apenas apreciava
e fechava os olhos, sentindo muito prazer, Até que desvencilhando da boca da mãe agarrou o meu
pau e começou a chupar como se fosse um picolé. Silvia ria enquanto tirava a calcinha da filha que
aprovava tudo com um olhar de tesão muito forte. A bucetinha de Raquel piscava em um ritmo
frenético com a sua mãe chupando todo o seu grelo e quem se dava bem era eu, que era sugado por
aquela boquinha virgem intensamente. Agarrei Raquel em meus braços e ameacei penetrar naquele
túnel de prazer, que sua mãe já tinha deixado todo molhado para min, mas, para minha surpresa,
Silvia me pediu que não fizesse isso, que a penetrasse por trás, gostaria que a filha se casasse
virgem. Era um pedido de seu ex-marido, Jonas. Consenti na hora o pedido de Silvia e virei a
bundinha de Raquel para min enquanto a menina se apoiava na minha cadeira de dentista. Preparei
bem o buraquinho da garota e comecei a colocar a cabeçinha do meu pau, bem devagar, para que a
bela menina não sentisse dor. Foi quando Silvia me empurrou e o meu pau entrou com tudo no
cuzinho da menina, que até aquele momento não havia murmurado nada, mas não agüentou e
soltou um grito cheio de dor e prazer. Passei a estocar meu pau no buraquinho de Raquel enquanto
Silvia beijava a boca de sua filha e chupava os seios da menina. Gozei de uma maneira mais
intensa do que com Silvia, estava comendo o cú da filha da cliente que eu havia acabado de fazer
sexo!!!! Percebendo que eu tinha gozado, Silvia começou a se vestir e Raquel passou a fazer o
mesmo. As duas se levantaram, abriram a porta do meu consultório e foram embora me deixando
nu, sentado no chão de meu local de trabalho. Nunca mais ouvi falar de Silvia ele nunca mais veio
ao consultório. Tentei ligar inúmeras vezes para o telefone que tinha deixado para cadastro, mas
ele, e o endereço de de Silvia, não existiam. Minha vida continua solitário, me dedico cada vez
mais ao trabalho quem sabe uma nova viúva e a sua filhinha desamparada não vem ao meu
consultório para fazer uma obturação, por exemplo.
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13 anos e não sou mais virgem
OI, meu nome é guilherme, tenho 13 anos, sou loiro, olhos castanhos, 1,68 de altura, 51,5kg. A
historia q vou contar aqui é veridica e aconteceu a cerca de 20 dias. Vamos começar a historai do
inicio: em Janeiro eu, minha familia e alguns amigos meus viajamos para uma pusada em Goias,
fikamos cerca de uma semana por la... e tive a oportunidade de fikar com 3 garotas... mas a ultima
delas eu acabei me apaixonando, ela é loira tem olhos verdes com um tom de mel, seios um pouco
maior do que o costume para a idade dela (14 anos) uma bunda de arrasar e umas pernas bem
grossas. Acabei pedindo a garota em namoro... mas o problema é q ela mora em São Paulo e eu
moro em Minas Gerais. mas mesmo assim começamos a namorar, com nossas familias ja sabendo
decidimos q eu iria pra casa dela em fevereiro ;.... eu ja não via a hora desse dia chegar..... meus
amigos me deram uma camisinha, para caso algo ocorresse entre nos, mas eu não esperava q
acontecesse algo desse tipo. Finalmente o dia chegou... peguei o voo e fui encontrar minha
gatinha... meu pai foi junto mas apenas me deixaria na casa dela e seguiria para o Paraná (eu iria
me hospedar na casa dela). cheguei no aeroporto e me dei de cara com ela... Lílian (nome fictício)
toda linda com uma blusa rosa e branca transparente q deixava a mostra seu sutiã e uma calça...
meu pau ja dava sinal de vida... fomos para casa dela e meu pai foi para o aeroporto... seus pais
foram trabalhar e ficou eu, lilian a minha cunhada e a empregada.... logo a empregada foi embora e
ficamos apenas nos tres jogando um jogo de tabuleiro (WAR) quando uma amiga da minha
cunhada chegou e a chamou para estudar na casa dela, assim q a cunhadinha saiu continuamos o
jogo mais eu estava em um estado de tesão muito grande e ja nem pensava direito, ela percebeu o
volume q meu pau fazia e ficou meio envergonhada dando um sorrisinho timido. Pedi desulpa pela
situação e a dei um beijo deixando ela sentir meu volume na sua "area dourada". Dessa vez ela não
ligou e eu comecei a deslizar minha mão pelas suas costas sem para de beija-la, ela pos a mão em
minha bunda e vi q esse era o sinal verde, desci minha mão para suas deliciosas nádegas e comecei
a apalpalas, ela deu um pequeno gemidinho e me chamou para ir a seu quarto fomos bem
coladinos ela na frente e eu a abraçando por tras encaixando meu pau em sua bunda o q a deixou
um poco nervosa... cheguei no quarto e comecei a beija-la, tirei sua blusa e apalpei seus seios por
cima do sutiã, ela gemia baixinho e passou sua mão pelo meu pau, dei alguns beijos no peitinho
dela e tirei o sutiã e pude o ver o que desejava a tantos dias... aqueles biquinhos rosados durinhos
esperando minha boca... não demorei e cai de boca em seus peitinhos enquanto ela tirava minha
blusa deixando meu peito nu... me ajoelhei na sua frente e tirei sua calça deixando aquela buceta
virgem apenas com a calcinha por cima, fiquei louco de tesão ao sentir o aroma gostoso da sua
"filinha", meu pau latejava dentro da minha bermuda doido pra sair... dei alguns selinhos na sua
buceta em cima da calcinha e a tirei com a boca (vi isso em um filme e sempre quis faze-lo) fiquei
louco quando vi aquela bucetinha esperando por meu pau e meti a lingua nela, explorei cada canto
da bucetinha ora lambia o grelinho ora o clítores e ela gemendo baixinho pedia pra eu continuar
anunciando seu gozo.... senti quele sucu na minha boca e quase delirei de tezão... pedi pra ela fazer
o mesmo comigo ela meio sem jeito se abaixou e tirou minha bermuda me deixando so de cueca
quando viu minha cueca com um volume enorme não pensou duas vezes e abaixou minha cueca e
caiu de boca em minha rola..... meio desajeitada mas batendo um boquete maravilhoso... senti q ia
gozar e falei pra ela q nem ligou e segundos depois eu liberei todo meu liquido dentro da boca dela
q se engasgoue não teve coragem de engolir;;; sentindo meu pau murxar na boca dela eu disse pra
ela não deixar ele cair... em qustão de sgundos ela deu uma chupada q ele logo estava a ponto de
bala de novo... a ditei na cama e deitei por cima dela ela disse para ser carinhoso q ela ainda era
virgem... e encostei a cabeça na entrada da buceta e ela ja começaou a gemer um pouco mais
alto.... sem muita dificuldade penetrei mais um pocosentindo a brreira do hímen chegar... mas
derrepente ela saiu de perto de mim me assustando e perguntei o q foi... ela disse q tinha esquecido
q eu estava sem camisinhame assustei e lembrei q estava com a camisinha em minha carteira e a
coloquei e penetrei de novo nela chegando novamente a barreira do hímen.... per guntei se podia
forçar e ela disse pra mim meter de uma vez antes q ela explodisse em tesão não esperei muito e
forcei rompendo a barreira ela gritou de dor e tesao ao mesmo tempo e eu comecei um vai-e-vem
começou devagar mas depois aumentei o ritmo matando ela de tesao ela gemendo alto eu fiquei
preocupado se alguem cheguasse. Depois de algum tempo coloquei ela de quatro e meti com força
em sua bucetaela gemeu muito e gozou no meu pau... eu anunciando gozar tbm! aumentei o ritimo
e despejei todo meu estoque na camisinha... depois tirei meu pau de dentro dela e joguei a
camisinha no lixo... fos tomar um banhu e depois saimos juntos a noite.... mas essa não foi nossa
unica transa... ja ate arrombei seu cuzinho mas essa é outra historia..... se vc quiser ler me mande
um e-mail q lhe enviarai o texto... gatinhas enteressadas me escrevam...
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FODENDO E CONVERSANDO COMO PAI

" Ah ...! O início de namoro ...! Que coisa gostosa , o tesão era tanto que as vezes nem dava tempo
de chegar ao lugar marcado da trepada , acontecia no meio do caminho. De minha parte nunca
negava , também aquela loirinha gostosíssima com aquele olharzinho de safada ninguém resistiria
e sem falsa modéstia também desperto um certo tesão na mulherada , com a Aninha não era
diferente. A história começou quando seu pai nos convidou para irmos ao seu sítio ver o seu novo
cavalo. De cara a sacanagem já bateu na cabeça : -- seu
Pedro vai na frente que depois a gente vai. Demos uma desculpa esfarrapada ele engoliu e se foi.
Esperamos uma meia hora em sua casa sob os olhares de sua mãe e partimos em meu carro. Nem
bem saímos do perímetro urbano e aninha já estava de boca no meu pau enquanto já abaixava a
tanguinha que usava por baixo da mini saia . Eu nem conseguia dirigir, com uma mão no volante e
outra
na bundinha dela , eu só procurava um lugar na estrada que pudesse parar para estuprar aquela
tarada. Um quilômetro de boquete e achei uma estradinha secundária encoberta por uma moita de
bambu . Descemos apressados e sem falar uma só palavra eu a empurrei sobre o capou do carro e
meti a rola com força , do jeito que ela gosta e a gemeção foi grande : -- vai filho da puta , fode ,
fode fode, aiiiiiii , aiiiiiii , que delícia ! Eu aproveitei e enfiei um dedo no seu cuzinho e outro
brincava com o grelinho , ela rebolava e empurrava a
bunda para trás, quando estava quase gozando eu parava e ela enlouquecia: -- Não para , não para ,
mete mais seu puto ! Eu passava a mão com força nas suas costas , chupava sua nuca dava uns
tapinhas na sua bunda , tudo com o pau fora aí ela não aguentava agarrava meu pau a força e
enfiava de novo na sua xoxotinha e rebolava . Repeti isso umas três vezes até que não agüentei e
praticamente mijei na sua bucetinha , tanta era a quantidade de porra , ela Não parava de gemer e
rebolar , até minha rola amolecer dentro dela. Ficamos abraçados nesta posição um tempinho ,
depois trocamos um beijo gostoso e continuamos rumo ao sítio. Paramos o carro na porta da casa e
entramos sem encontrar ninguém . Pronto, mais sacanagem. Ela olhou pra minha bermuda que já
estava estufada de novo e quando foi dar o bote ouvimos seu pai nos chamar a uns 200 metros da
casa onde o cavalo estava sendo selado. Chegamos na janela , que era da altura do nosso tórax e
nos debruçamos para conversar com seu Pedro enquanto dava um trato no cavalo, porem minhas
mãos abaixo da janela já passeavam pela bundinha da Aninha que também segurava o meu pau e
tudo com a maior naturalidade. Aí começou a esquentar , ela se abaixou botou minha rola pra fora
e ficou mamando e eu tentava disfarçar elogiando o tal cavalo , de repente parou o boquete e disse
para trocar de lugar comigo. Inacreditável, ela estava com a calcinha no meio das pernas e
esfregava a própria bundinha com as mãos levantando um pouco a sainha. Ela virou a bundinha
para o lado que ,era para min não aparecer na janela e abriu as pernas , eu não acreditei, meti-lhe a
rola enquanto ela conversava com o pai , rebolava e sussurrava : -- olha lá o seu sogrinho ,
penteando a crina do
cavalo enquanto a filhinha goza na sua piroca ! De repente levantava a voz gozando : -- Monta
nele pai ! Montaaaa ! Montaaaaaaa ! E enchi de novo aquela xoxotinha de porra enquanto o seu
pai a repreendia pela sua pressa em o ver montar no animal : Calma filha já vou ! Santa
ingenuidade ... Por fim acabamos de nos vestir e fomos para perto dele ,quando ela fez questão de
montar antes do pai e melar a sela com minha porra que escorria da sua bucetinha. Ficamos por lá
o resto da tarde em tempo ainda de irmos até a horta apanhar verduras porem adivinhem o que
Aninha levou atras da horta ?
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Estupro Gostoso
Oi meu nome è Fernando, a alguns meses atras fiz uma coisa que não me arrependo, estuprei
minha prima, vou contar como foi, eu e alguns primos e primas fomos passar o carnaval em uma
casa de praia em Porto de galinhas, la observei minha prima Carolina que tinha apenas 14 anos de
biquini e fiquei de pau duro, depois deste dia figuei paquerando ela e a mesma sempre me
provocando e uma noite a turma foi brincar carnaval e eu preferi ficar sozinho em casa e para
minha surpresa depois de meia hora carolina a gostosa volta e diz que prefere ficar comigo e que
sempre me achou gostoso, ai eu não me fiz de rogado dei um beijo e começou os amassos e depois
de algum tempo ela parou e disse que iria ficar comigo, mas não iria transar pois era virgem e
queria casar-se virgem e eu disse a ela que apenas iria ficar mexendo com ela, ai começamos a
sarrar e nos beijar loucamente tentei enfiar o dedinho na buceta dela mas ela não deixou, ela
passou a mão na minha rola e se assustou e perguntou quantos centimetros tinha e eu disse 21 cm e
ela se assustou mas ainda e disse que nunca iria transar comigo, depois começamos a sarrar
novamente e eu pedi para dar uma chupada na sua buceta e ela sem pensar muito
disse que não, pois nunca tinha sido chupada, eu insisti e ela tentava tirar minhas mãos da sua
calcinha e cada vez mais excitado com aquela situação até que com força rasquei sua calcinha e
coloquei meu dedinho naquela buceta quente ela pedindo desesperadamente para parar e cada vez
que ela pedia com mais tesão ficava, enfiei meu dedo na sua xota e ela deu um grito de dor tirei
sua mini blusa e chupei seus peitos e tirei minha roupa e quando ela viu meu pau pediu para eu
parar pq não queria ser comida a força e por um pau grande deste jeito, tirei o resto das suas
roupas dei uma chupada na sua buceta enfiando minha lingua na sua xota e no seu cuzinho
maravilhoso ela
chorando pedia desesperadamente para parar e eu dizendo vou enviar bem devagar para não doer
muito, quando me posicionei para enfiar naquela buceta ela conseguiu correr para o quarto e corri
atras dela dando mas tesão ainda, consegui pega-la antes dela fechar a porta do quarto, joquei ela
na cama abrir suas pernas e enfiei minha rola bem devagar para ver ela sofrer, a cada pedaço de
rola que enfiava ela gritava de dor , ate que não aguentei e enfiei de vez e quanto ela mais gritava
eu enfiava com mais força, segurei o gozo, quando tirei minha rola de dentro estava toda cheia de
sangue, quando ela pensava que o pesadelo tinha acabado, coloquei ela de quatro e comecei a
come-la de novo dando estocadas fortes, estava com uma visão maravilhosa daquela bunda, então
resolvi comer seu cuzinho, mas ela pediu que o cuzinho não, podia comer sua buceta de todo jeito
ja que não era mais virgem podia come-la a vontade, coloquei ela para cavalgar em mim e ela
cavalgava que dava gosto ate que fiz ela gozar pela primeira vez da sua vida e logo depois enchi
sua buceta de gozo. Depois fui para meu quarto e esperei ela contar para alguem, mas para minha
surpresa ela não contou, sera que tenho algum problema, pois sinto mais prazer quando transo com
uma mulher e vejo que ela esta sofrendo?.
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Minha mulher
Eu e minha mulher - Renata, 22 anos, loira natural, cabelos longos, seios pequenos, rosto de
revista, timida mas sapeca na intimidade - nos mudamos há dois anos para Miami, onde estamos
trabalhando numa multinacional, ela como secretária bilingue e eu como tradutor.
No mes passado, recebemos a visita da filha de uma prima da Renata, que veio para os EUA e
(como tantos outros amigos e amigas brasileiros) passou uns dias com a gente em Miami. Nossa
casa as vezes parece hotel! Mas dessa vez eu não posso me queixar, pois a Luciana me deu
motivos para querer que ela ficasse em definitivo por aqui. Esse menina fez 18 anos há pouco
tempo. É linda, de parar gente na rua para olhar. Clara de pele, com longos cabelos escuros e lisos,
olhos azuis e um corpinho de modelo, sempre com um sorriso nos lábios bem delineados. Desde
que eu a vi fiquei sonhando com aquela bundinha deliciosa. Ela estava fazendo um curso de inglês,
numa escola que fica meio longe de nossa casa e por isso saia bem cedo, levando uma chave. Eu e
a Renata trabalhamos das 11 às 17 horas somente e muitas vezes gostamos de dar uma trepadinha
de manhã, na luz do dia. Pois meu paraíso começou quando, na semana passada, nós estávamos
nos amassando na cama, a Renata cheirosa depois de um banho de banheira e linda na sua
camisolinha e calcinha de seda azul-bebê. Estávamos de lado, a Renata me passando a língua no
rosto e nos lábios, me deixando de pau duro, passando uma perna por cima de mim e roçando a
xoxotinha no meu cacete. De repente, olho para a porta entreaberta do quarto e vejo a Luciana nos
olhando. Tinha esquecido alguma coisa em casa e voltado para apanhar. Nós nem tínhamos ouvido
ela entrar, entretidos que estávamos no início da nossa transa. Eu não sabia se parava, se falava
para a Renata ou se continuava, fingindo que não tinha percebido nada. Eu já estava com tesão e
fiquei muito mais tarado vendo aquela belezinha ali nos espiando. Resolvi tocar em frente sem
dizer nada para a minha mulher, que já estava louquinha querendo que eu a penetrasse logo.
Afastando a calcinha para o lado, coloquei a cabeça do meu pau bem na entrada e deixei que ela,
se esfregando e mexendo gostoso, fizesse o pau entrar, enquanto eu a pressionava apertando o seu
bumbum contra mim. Meti fundo e fiquei passando o meu dedo em volta do cuzinho dela (ela
adora isso), sendo beijado com tesão por ela, que me pedia para fazê-la gozar. Eu fazia tudo isso
sem tirar os olhos da porta. A Luciana continuava lá e ia ficando mais atrevida. Já tinha aberto
mais a porta e estava passando uma mão nos peitinhos deliciosos e outra na xoxotinha, por cima da
calcinha branca. Que tesão! Ela, é claro, sabia que eu a tinha visto e ficou ali me provocando ainda
mais. E eu me exibindo para ela! Ela passava a língua nos lábios e mexia os quadris como se
estivesse trepando comigo. A Renata gozou e se deixou cair na cama ao meu lado, pedindo para
que eu a deixasse me chupar. Passei para cima dela e dei meu pau para ela se divertir. Nessas
alturas eu também estava quase gozando e não precisou muito para que eu molhasse o seu rostinho
lindo com minha porra quente. E foi bem naquela hora que minha mulher olhou para o lado e viu a
Luciana. Ficou congelada, sem saber o que fazer, com minha porra toda no seu rosto e lábios e
meu pau pingando ainda nas mãos. Foi a Luciana quem tomou a iniciativa e veio para a nossa
cama. Fez com o dedo nos lábios o sinal de silêncio, deu um dos seus sorrisos de derreter e se
colocou de mansinho ao lado da Renata. Começou acariciando os cabelos da minha mulher e foi
aproximando seu rosto devagar, até chegar bem pertinho. Olhando a Renata bem nos olhos ela
começou a lamber a minha porra que estava no rosto, passando para os lábios. A Renata não se
mexeu no início, mas quando a Luciana passou a língua em volta dos seus lábios e depois dentro
de sua boca, ela começou a gemer e a se mexer, abrindo as pernas e deixando sua xoxota
molhadinha à mostra. A Luciana, sem parar de beijar e lamber, colocou sua mão na xana da minha
mulher e começou a bolinar. Eu estava pasmo, tanto pela ousadia da menina quanto pela reação da
minha mulher, que eu nunca tinha imaginado que fosse gostar de transar com outra mulher. E o
garanhão aqui que tinha pensado que a gatinha estava com tesão por mim! Ainda bem que ela se
revelou bisexual - e das mais gostosas! Enquando deixava minha mulher bem doida, ela voltou seu
rosto para mim e, fazendo movimentos com a língua me deu a entender que queria me chupar.
Cheguei o pau perto daquele rostinho de anjo e ela me deixou durinho de novo, passando a língua
devagar em volta da cabecinha, ao longo do cacete todo e na virilha. A Renata gemia como nunca
e eu estava duro de novo, doido para meter. A Luciana me surpreendeu mais uma vez, se
colocando por cima da minha mulher e levantando o seu bumbumzinho para mim. Eu não quis
nem saber: tirei logo a calcinha dela, dei umas lambidas no seu cuzinho para lubrificar e pus a
cabeça do meu pau bem na entradinha do buraquinho dela, que piscava com vontade. Ela não
parava de beijar a Renata e de enfiar o dedo da bucetinha da minha mulher, que, eu acho, já tinha
gozado mais de uma vez. Quando a cabeça entrou no cuzinho da Luciana, ela emitiu um som pela
primeira vez - e foi um gemido tão tesão que me deixou maluco. Empurrei tudo sem dó. Ela agora
gemia alto e a Renata, vendo aquilo, também. Ficamos os três nos mexendo juntos, com a Renata
também passando a mão e metendo o dedo na xoxota da Luciana. até que a Lu gozou. Eu segurei,
pois não queria parar por ali.
A Luciana rolou para o lado e, abrindo as pernas da Renata, me convidou para foder a minha
mulher. Não me fiz de rogado. Deitei por cima e meti tudo. A Renata parecia nas nuvens com o
beijo triplo que ficamos nos dando, três línguas se tocando, três bocas juntas com muito tesão.
Depois a Luciana encostou seu corpo no meu, por trás, e ficou mexendo junto comigo, como se
estivesse fodendo a Renata também. Sem falar nenhuma palavra ela me fez deitar de lado e entrar
na Renata exatamente como estavamos fazendo quanto ela chegou da rua e nos viu transando. Só
que agora ela lambia e chupava a xoxotinha da Renata, que com o meu pau dentro ela e o seu
grelinho sendo chupado pela Luciana, gozava sem parar. A danadinha da Lu de vez em quando
tirava o meu pau de dentro da minha mulher, dava uma chupadinha na cabecinha, lambia o
grelinho inchado da Renata e colocava de novo o meu cacete para dentro. Numa dessas chupadas
não resisti e gozei. Ela esfregava meu pau na bucetinha da minha mulher e lambia a porra que saia
em jatos, fazendo nós dois gozarmos ao mesmo tempo. E depois veio dar mais um beijo a três,
com minha porra na boca, que nós lambemos juntos até acabar. Juro que foi a melhor transa da
minha vida. Já fizemos outros menage-a-trois, mas a primeira vez foi a melhor. Agora as duas
estão íntimas demais e eu estou desconfiado que andam transando entre elas quando eu não estou
por perto. Será que isso é ser corno? De qualquer maneira, não quero que a Luciana volte logo
para o Brasil. Está bom demais!
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