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CCNA1_Capítulo4

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CCNA Exploration Network Fundamentals

Capítulo 4 OSI Camada de Transporte
Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 - 1

Objetivos
• Explicar a necessidade da camada de Transporte. • Identificar o papel da camada de Transporte, visto que, ela proporciona a transferência fim-a-fim de dados entre aplicações. • Descrever o papel de dois protocolos TCP/IP da camada de Transporte: TCP e UDP. • Explicar as funções principais da camada de Transporte, incluindo confiabilidade, endereçamento de porta e segmentação. • Explicar como o TCP e o UDP gerenciam funçõeschave. • Identificar quando é apropriado usar o TCP ou o UDP e apresentar exemplos de aplicações que usam cada um desses protocolos.
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Funções da Camada de Transporte
• A camada de Transporte é o link entre a camada de Aplicação e a camada inferior, que é responsável pela transmissão na rede. • A camada de transporte aceita dados de diferentes conversações e os passa para as camadas inferiores como segmentos gerenciáveis que podem ser finalmente multiplexados no meio. • As aplicações não precisam saber dos detalhes operacionais da rede em uso. • As aplicações geram dados que são enviados de uma aplicação a outra, sem considerar o tipo de host de destino, o tipo de meio sobre o qual o dado deve trafegar, o caminho tomado pelo dado, o congestionamento em um link, ou o tamanho da rede. • As camadas inferiores não estão a par de que existem múltiplas aplicações enviando dados na rede. Sua função é entregar os dados ao dispositivo apropriado. A camada de transporte então organiza esses segmentos antes de entregá-los à aplicação apropriada.
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Funções da Camada de Transporte • Habilita a comunicação de múltiplas aplicações na rede ao mesmo tempo em um único dispositivo • Assegura que todos os dados serão recebidos de forma confiável e em ordem pela aplicação correta. • Emprega mecanismos de tratamento de erros Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .4 .

5 .Funções da Camada de Transporte (cont’d) Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .

. Suas responsabilidades primárias para realizar isto são: • Rastrear a comunicação individual entre as aplicações nos hosts de origem e destino.Funções Camada de Transporte (cont’d) • A camada de Transporte proporciona a segmentação de dados e o controle necessário para reagrupar esses segmentos em fluxos de comunicação.6 . • Segmentar dados e gerenciar cada segmento – As aplicações criam um fluxo de dados para ser enviado a uma aplicação remota. – Estes dados são preparados em segmentos gerenciáveis.0 Ch 4 . – Cada uma destas aplicações irá se comunicar com uma ou mais aplicações em hosts remotos. – Os hosts podem ter múltiplas aplicações que se comunicam através da rede. – É responsabilidade da camada de Transporte manter fluxos múltiplos de comunicação entre estas aplicações. – Cada segmento requer a adição de cabeçalhos da camada de Transporte para indicar a qual comunicação ele está associado. Copyright © 2008 Version 4.

0 Ch 4 . estes segmentos precisam ser reconstruídos em um fluxo completo de dados que seja útil para a camada de Aplicação.7 . Para isto. Copyright © 2008 Version 4.Funções Camada de Transporte (cont’d) • Reagrupar os segmentos em fluxos de dados de aplicação • No host de destino. cada segmento de dados deve ser direcionado para a aplicação apropriada.

Funções da Camada de Transporte (cont’d)
• Identificando as diferentes Aplicações
– Para passar os fluxos de dados para as aplicações apropriadas, a camada de Transporte deve identificar a aplicação de destino. Para realizar isso, a camada de Transporte designa à aplicação um identificador. – Os protocolos TCP/IP chamam esse identificador de número de porta. – A cada processo de software que precise acessar a rede é designado um número de porta único naquele host. – Este número de porta é usado no cabeçalho da camada de transporte para indicar a qual aplicação aquele segmento de dado está associado.

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Funções da Camada de Transporte (cont’d) Gerenciamento da Informação
• A Camada de Transport e segmenta os dados e gerência a separação e entrega destes dados para as diferentes aplicações.
– Múltiplas aplicações coexistem num mesmo dispositivo. – A Camada de Transporte garante que os dados da chamada telefônica não serão direcionadas para o web browser.

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Funções da Camada de Transporte (cont’d) Gerenciamento da Informação
• E-mail e páginas web
– Um e-mail ou página web devem ser completamente recebidos e apresentados para que a informação seja considerada útil. – Pequenos atrasos são considerados aceitáveis para assegurar que a informação completa seja recebida e apresentada. – A Camada de Transporte gerência e retransmite os segmentos perdidos.

• Conversasão Telefônica
– Pequenas perdas de uma conversa telefônica pode ser considerada aceitável, desde que o receptor possa inferir a perda de áudio a partir do contexto da conversa. – O receptor pode solicitar a outra pessoa para repetir o que foi dito. Isto é considerado preferível a atrasos que resultariam de pedido à rede para gerenciar e reenviar os segmentos perdidos.
• Neste caso, o usuário - não a rede - gerencia o reenvio ou substituição da informação perdida.
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Copyright © 2008 Version 4. o vídeo em streaming.Funções da Camada de Transporte (cont’d) Segmentação • A divisão de dados em partes pequenas. – Sem segmentação.0 Ch 4 . e o envio dessas partes a partir da origem.11 . – A segmentação de dados fornece meios para enviar e receber dados quando se executam múltiplas aplicações concorrentemente em um computador. cada conjunto particular de segmentos que flui entre uma aplicação de origem e uma aplicação de destino é conhecido com uma conversação. apenas uma aplicação. por exemplo. ou exibir páginas web enquanto estivesse exibindo o vídeo. – Na camada de Transporte. seria capaz de receber dados. conversar em um programa de mensagens instantâneas. habilita muitas comunicações diferentes que podem estar intercaladas (multiplexadas) na mesma rede. – Isto significa dizer que não seria possível receber e-mails.

12 . Copyright © 2008 Version 4.Funções da Camada de Transporte (cont’d) Segmentação • A Camada de Transporte adiciona um cabeçalho o qual é responável por identificar cada segmento.0 Ch 4 .

a camada de Transporte reagrupa os dados antes de enviálos à aplicação ou serviço de destino. – A camada de Transporte divide os dados da aplicação em blocos de dados que estão em um tamanho apropriado.Funções da Camada de Transporte (cont’d) Controle das Conversações • Segmentação e Reagrupamento – As redes tem uma limitação da quantidade de dados que podem ser incluídos em uma única PDU. • Multiplexação de Conversação – Podem haver muitas aplicações ou serviços sendo executados em cada host na rede.0 Ch 4 .13 . Copyright © 2008 Version 4. – Cada uma destas aplicações ou serviços é designado a um endereço conhecido como uma porta para que a camada de Transporte possa determinar com qual aplicação ou serviço o dado é identificado. – No destino.

14 .Funções da Camada de Transporte (cont’d) Controle das Conversações Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .

sabe quando a conexão é estabelecida (pois uma pessoa é ouvida do outro lado da linha) e coloca no gancho (terminado a conversação quando a troca de informações termina). que é desfeita ao final da comunicação. Copyright © 2008 Version 4. O serviço garante que os pacotes de dados enviados serão entregues em ordem. Ex: TCP Protocolos Orientados a Conexão: É estabelecida inicialmente uma conexão lógica entre a origem e o destino.Funções da Camada de Transporte (cont’d) Controle das Conversações Protocolo Confiável: Protocolo que possui recursos de correção de erros. Provê remessa ordenada.0 Ch 4 . Ex: TCP Ex. didático: Chamada telefônica – Aquele que chama inicia a chamada. controle de fluxo e controle de erros. controle de fluxo e de retransmissão encorporados em si mesmo. Situações anormais serão sinalizadas aos participantes da comunicação. Este tipo de transferência é preferível se as estações exigirem um intercâmbio de dados mais extenso ou certos detalhes de seus protocolos tiverem que ser trabalhados dinamicamente.15 . sem duplicações.

0 Ch 4 .Funções da Camada de Transporte (cont’d) Controle das Conversações • Controle de Fluxo – Os hosts de rede têm recursos limitados. Copyright © 2008 Version 4.16 . – Isto é feito na camada de Transporte regulando a quantidade de dados que a origem transmite como um grupo. – A Camada de solicita que a aplicação de envio reduza a taxa de fluxo de dados. como memória e largura de banda. – O controle de fluxo previne a perda de segmentos na rede e evita a necessidade de retransmissão.

17 .Funções da Camada de Transporte (cont’d) Controle das Conversações Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .

Copyright © 2008 Version 4. existem protocolos que especificam métodos que garantam uma entrega confiável ou uma entrega de melhor esforço. • Então. – Na Camada de Transporte. mais dados de controle são trocados entre os hosts de envio e recepção.0 Ch 4 . • Confiabilidade significa assegurar que cada segmento de dado enviado pela origem chegue ao seu destino. rastreamento e retransmissão. • Na camada de Transporte.Funções da Camada de Transporte (cont’d) Comunicação Confiávél • O protocolo da camada de Transporte pode implementar um método para assegurar a entrega confiável dos dados. as três operações básicas de confiabilidade são: – Rastreamento de dados transmitidos – Confirmação de dados recebidos – Retransmissão de quaisquer dados não confirmados • A confiabilidade requer uma sobrecarga aos recursos de rede devido à confirmação.18 .

mas o serviço não irá detectar estas condições e não informará os envolvidos na comunicação. duplicados. na camada de aplicação. um aplicativo de camada mais alta.0 Ch 4 . entregues fora de ordem. deve colocá-los na ordem apropriada e solicitar retransmissão dos pacotes com erro ou os que não chegaram.Funções da Camada de Transporte (cont’d) Entrega de Melhor Esforço • Protocolo não Confiável: Depende do protocolo de camada mais alta para fornecer confiabilidade. Não incluem remessa ordenada. controle de fluxo ou de erros. Não estabelecimento de nenhuma conexão antes da transferência de dados ser iniciada. • Protocolo sem Conexão: Cada pacote de dados é tratado de forma independente pela rede. Copyright © 2008 Version 4.19 . Pacotes de dados podem ser perdidos. A entidade receptora enxerga os pacotes como completos porém.

em ordem.Determinando a Necessidade de Confiabilidade • As aplicações. – Portanto.0 Ch 4 . Copyright © 2008 Version 4.reliability • Outras aplicações são mais tolerantes com a perda de pequenas quantidades de dados. – Isto pode parecer como uma distorção na imagem. isso cria apenas uma interrupção momentânea no fluxo.20 . mas pode até mesmo não ser notado pelo usuário. – A sobrecarga adicional de rede é considerada como uma necessidade para essas aplicações. – Por exemplo. como as bases de dados. páginas web e e-mail. para que os dados sejam úteis. se um ou dois segmentos de um fluxo de vídeo falharem ao chegar. necessitam de que todos os dados enviados cheguem ao destino em seu estado original. – Perdas de dados causam uma comunicação corrompida que é incompleta ou ilegível. estas aplicações são projetadas para usar um protocolo da camada de Transporte que implemente confiabilidade.

Determinando a Necessidade de Confiabilidade Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .21 .

0 Ch 4 .Camada de Transporte Protocolos mais Conhecidos • Os dois protocolos da camada de Transporte mais comuns da pilha de protocolos TCP/IP são o Protocolo TCP . – As diferenças entre os dois são as funções específicas que cada protocolo implementa.Transmission Control Protocol e o Protocolo UDP – User Datagram Protocol . – Ambos os protocolos gerenciam a comunicação de múltiplas aplicações. Copyright © 2008 Version 4.22 .

23 . descrito na RFC 768. – Ele tem a vantagem de fornecer uma entrega de dados de baixa sobrecarga. – As segmentos de comunicação em UDP são chamados datagramas.0 Ch 4 . – Possui 8 bytes de cabeçalho. Copyright © 2008 Version 4.Camada de Transporte Protocolos mais Conhecidos • UDP é um protocolo simples e sem conexão. – Estes datagramas são enviados como o "melhor esforço" por este protocolo da camada de Transporte.

sendo portando não confiável e sem conexão. BOOTP. enquanto o TCP possui um overhead de 20 bytes. – Os protocolos SNMP. – Possui um overhead de 8 bytes. – . – Não implementa confirmações.Camada de Transporte Protocolos mais Conhecidos – O UDP – User Datagram Protocol – É um protocolo de Transporte desenvolvido para aplicações que não devem gerar volume muito alto de tráfego na Internet. TFTP utilizam o UDP como protocolo de transporte. janelas e seqüenciamento. de modo que mantém as mesmas características de serviço não confiável e sem conexão de entrega de Datagramas provido pelo IP.0 Ch 4 . Copyright © 2008 Version 4.24 . – O UDP simplesmente introduz esta possibilidade de identificar Protocol Ports de origem e de destino.

entrega confiável e controle de fluxo. – Cada segmento TCP tem 20 bytes de overhead no cabeçalho que encapsula o dado da camada de Aplicação. – As funções adicionais especificadas pelo TCP são as ditas entrega ordenada. – O TCP causa sobrecarga adicional para adicionar funções. Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 . descrito na RFC 793.Camada de Transporte Protocolos mais Conhecidos (cont’d) • O TCP é um protocolo orientado à conexão.25 .

garantindo a integridade dos mesmos. que é controlado por ambos os envolvidos na comunicação (fonte e destino). – O TCP foi criado para fornecer uma entrega de dados de forma virtual. – Para evitar a duplicação dos dados. pode ser utilizado com outros tipos de rede). – O TCP é um protocolo full-duplex. – O TCP compatibiliza tamanhos dos segmentos de dados recebidos dos níveis superiores para os níveis inferiores.0 Ch 4 . pode finalizar sua transmissão e continuar recebendo dados de Y até que este também finalize.26 . de forma transparente para as aplicações. ou seja. implementando ainda a confirmação dos mesmos através desta mesma numeração. Copyright © 2008 Version 4.Camada de Transporte Protocolos mais Conhecidos (cont’d) – O TCP foi idealizado para proporcionar uma forma segura de transferência de dados provenientes de diversas aplicações. portanto uma determinada aplicação X que comunica-se em dado monento com outra aplicação Y. portando adotando um sistema de controle de fluxo e checagem de erros. – O TCP utiliza a técnica Sliding Windows (janela deslizante). esta técnica propicia o envio de vários segmentos de dados encapsulados sem seus próprios datagramas IP. o TCP gera uma número seqüencial para cada segmento. utilizando vários meios de comunicação (nível físico). sem a necessidade de confirmação imediata.

– Uma porta destino pode ser uma porta padrão ou definida manualmente. – Para diferenciar os segmentos e datagramas de cada aplicação. mensagens instantâneas.0 Ch 4 . Copyright © 2008 Version 4. acessando páginas web e processando uma chamada VOIP os segmentos e datagramas precisam ser diferenciados. o TCP e o UDP têm campos de cabeçalho que podem identificar unicamente essas aplicações.Endereçamento de Porta • Em um computador que esteja simultaneamente recebendo e enviando e-mails. – O número da porta de origem é o número para a comunicação associado à aplicação originada no host local. – O número da porta de destino é o número para essa comunicação associada à aplicação destino no host remoto.27 . – Estes identificadores únicos são os números de porta. Contanto que ela não entre em conflito com outras portas em uso no sistema. – A porta de origem em um cabeçalho de segmento ou datagrama de uma solicitação de cliente é gerada aleatoriamente.

O número de porta da aplicação solicitante é usado com o número de porta de destino na resposta que volta do servidor.168.20:80 – 192.100. • O número da porta de origem age com um endereço de retorno para a aplicação que faz a solicitação.1. de modo que quando uma resposta é retornada. • Esta combinação é chamada de soquete. • A combinação do número de porta da camada de Transporte e do endereço IP da camada de Rede designada ao host identifica exclusivamente um processo particular sendo executado em um dispositivo de host específico. Muitas aplicações comuns têm designações de porta padrão.168.0 Ch 4 . – 192. Isso acontece porque a porta 80 TCP é a porta padrão designada a aplicações web. ela pode ser encaminhada para a aplicação correta.– Endereçamento de Porta Exemplo: • Quando uma aplicação de navegador web faz uma solicitação a um servidor web.40:49152 Copyright © 2008 Version 4.28 . A camada de Transporte rastreia esta porta e a aplicação que iniciou a solicitação. a menos que um outro seja especificado. o navegador usa o TCP é número de porta 80.

Endereçamento de Porta Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .29 .

Os Números das Portas • A Internet Assigned Numbers Authority (IANA) designa números de porta. • Portas Dinâmicas ou Privadas: 49152 to 65535 – São designadas dinamicamente a aplicações de cliente quando se inicia uma conexão. – Estes processos são principalmente aplicações individuais que um usuário escolheu para instalar em vez de aplicações comuns que receberiam uma Porta Conhecida. – São comumente usados para aplicações como o HTTP (servidor web) POP3/SMTP (servidor de e-mail). – Não é muito comum um cliente se conectar a um serviço usando uma Porta Dinâmica ou Privada (embora alguns programas de compartilhamento de arquivos peer-to-peer o façam). A IANA é um órgão de que padroniza de esquemas de endereçamento. • Portas Registradas: 1024 to 49151 – São designadas para processos ou aplicações de usuário.30 . Copyright © 2008 Version 4. etc. • Portas mais Conhecidas: 0 to 1023 – Esses números estão reservados para serviços e aplicações.0 Ch 4 .

Os Números das Portas Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .31 .

0 Ch 4 .32 .TCP e UDP Port Numbers Copyright © 2008 Version 4.

TCP/UDP Common Ports Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .33 .

0.0.11. pois o Port é amarrado ao endereço IP gerando então o endereço do canal virtual. sendo assim a conexão virtual entre X e Y tem seu endereço representado da seguinte forma: (125.0.0 Ch 4 . e não especifica a aplicação.11.0.12 Gateway Imagine uma aplicação X o Host A e uma aplicação Y no Host B.TCP.3.12: 4) Version 4. o port que o sistema operacional designou à aplicação X é o 1024 e o da aplicação y é o 4.3: 1024) Copyright © 2008 (1. O endereço de Port é entregue a determinada aplicação apenas quando esta irá iniciar uma conexão.TRANSMISSION CONTROL PROTOCOL Cada aplicação recebe um número lógico de identificação denominado Port.3 Host B 11. Host A 125.3.34 . O endereço do canal virtual refere-se ao Host onde determinada aplicação roda.

– Adicionalmente. reduzindo a velocidade de desempenho do host. protocol used address or name of remote host Copyright © 2008 Version 4. o número de porta e o estado da conexão.Netsat • As vezes é necessário conhecer quais conexões TCP ativas estão abertas e sendo executadas em um host de rede. • Conexões TCP inexplicáveis podem ser uma grande ameaça de segurança. – O Netstat é um utilitário de rede importante que pode ser usado para verificar essas conexões.0 Ch 4 . – Isto acontece porque elas podem indicar que algo ou alguém está conectado ao host local. – O Netstat lista o protocolo em uso.35 . as conexões TCP desnecessárias podem consumir recursos valiosos do sistema. o endereço externo. o endereço local e o número de porta. destination port connection state source port – O Netstat deve ser usado para examinar as conexões abertas em um host quando o desempenho parecer comprometido.

O limite varia dependendo da tecnologia de rede e do meio físico específico que está sendo usado. muitos gigabytes.0 Ch 4 . – Se ocorresse algum erro. o arquivo inteiro seria perdido ou reenviado. – Um segmento muito grande de dados pode levar minutos ou mesmo horas para ser enviado.Segmentação e Reagrupamento • Algumas aplicações transmitem grandes quantidades de dados em alguns casos.36 . • Dividir os dados da aplicação em segmentos assegura que os dados sejam transmitidos dentro dos limites do meio e que os dados de diferentes aplicações possam ser multiplexadas no meio. – Seria impraticável enviar todos estes dados em um segmento muito grande. Copyright © 2008 Version 4. – Dispositivos de rede não teriam buffers de memória grandes o suficiente para armazenar estes dados enquanto eles fossem transmitidos ou recebidos. – Nenhum outro tráfego de rede poderia ser transmitido enquanto estes dados estivessem sendo enviados.

– No TCP. Este número seqüencial confere as funções da camada de Transporte no host de destino para reagrupar segmentos na ordem em que eles foram transmitidos. ou na manutenção de uma conexão. Copyright © 2008 Version 4. cada cabeçalho de segmento contém um número sequencial. Isso assegura que as aplicações de destino tenham os dados na forma exata pretendida pelo remetente. – A informação pode chegar em ordem diferente da qual ela foi transmitida porque diferentes pacotes podem tomar diferentes caminhos através da rede.37 . resultando em uma transferência mais rápida de dados.Segmentação e Reagrupamento • O TCP e o UDP Lidam com a Segmentação de Maneira Diferente. – No UDP. Uma aplicação que usa o UDP precisa tolerar o fato de que os dados podem não chegar na ordem em que foram enviados. Não existe número seqüencial no cabeçalho UDP. porém eles não estão preocupados com a ordem que a informação foi transmitida. os serviços também rastreiem as conversações entre as aplicações.0 Ch 4 . O UDP é um esquema mais simples e gera menos overhead do que o TCP.

ela retransmite aqueles dados para o destino. ela sabe que os dados foram entregues com sucesso e pode parar o rastreamento daqueles dados. – À medida que a origem recebe uma confirmação. – Uma conversação TCP completa exige o estabelecimento de uma sessão entre os hosts em ambas as direções. • Confirmações • • Parte do overhead adicional do uso do TCP é o tráfego de rede gerado por confirmações e retransmissões. – Se a origem não recebe uma confirmação dentro de um período pré-determinado de tempo. o destino envia confirmações para a origem para os segmentos que ele recebe. ou um fluxo de comunicação entre os hosts. Copyright © 2008 Version 4. – Este processo assegura que cada host está ciente e preparado para a comunicação.38 . connection enables the tracking of a session Após uma sessão ter sido estabelecida.0 Ch 4 . a camada de Transporte inicia um processo para criar uma conexão com o destino.TCP – Comunicação Confiável • TCP – Orientado a Conexão • A confiabilidade da comunicação TCP é realizada com o uso de sessões orientadas à conexão. – Esta conexão habilita o rastreamento de uma sessão. – Antes que um host usando o TCP envie dados para outro host. – Estas confirmações formam a base da confiabilidade dentro de uma sessão TCP.

utilizado para efetuar o controle de fluxo do TCP. identificam o Port de origem e destino. sendo o resultado desta somatória o próximo Sequence Number do que o transmissor deve enviar. • Sequence number – 32 bits. refere-se a confirmação do dado recebido. sendo que efetua a somatória do Sequence Number ao número de octetos do campo Data. • Acknowledgement number – 32 bits.39 . • Header length – 4 bits.Cabeçalho • Source Port / Destination Port – 16 bits. Os dados acondicionados no pacote TCP são numerados de octeto em octeto sendo que o número inicial é aleatório. que somados aos respectivos endereços IP identificam o soquete.TCP . Copyright © 2008 Version 4. especifica o tamanho do header do TCP.0 Ch 4 .

• Checksum – 16 bits. SYN. Copyright © 2008 Version 4. • Flags (URG.SINCRONIZAR A NUMERAÇÃO SEQUENCIAL (NÚMEROS ALEATÓRIOS) – SYN .40 . reservado para uso futuro. • Window size – 16 bits. tamanho da janela que o emissor esta apto a trabalhar.CAMPO URGENT POINTER É VÁLIDO – ACK . utilizado na checagem de erros. PSH. ACK.TCP .CAMPO ACKNOWLEDGEMENT É VÁLIDO – PSH -ESTE SEGMENTO INDICA UM “PUSH” (ENTREGA DOS DADOS AOS NÍVEIS SUPERIORES SEM ESPERAR PELO TOTAL PREENCHIMENTO DO BUFFER) – RST . RST.Cabeçalho (cont’d) • Reserved – 6 bits.FIM DO FLUXO DE TRANSMISSÃO (EM UM DOS SENTIDOS). FIN) – URG .0 Ch 4 .INÍCIO DE CONEXÃO – FIN .

a qual precisa ser processada antes de qualquer outra informação. possui tamanho variável.Cabeçalho (cont’d) • Urgent pointer – 16 bits. tiver uma informação de 24 bits.41 . • Options – Tamanho variável de acordo com a opção utilizada. • Padding – Utilizado para completar o campo Options. Copyright © 2008 Version 4.TCP . o campo padding deverá ter 8 bits 1s. Se o campo options que deve ter 32 bits.0 Ch 4 . sinaliza a aplicação a existência de uma informação urgente no campo Data. • Data – Destinado a acomodação dos dados. Viabiliza a negociação de facilidades entre os dois TCPs.

42 . • Cada processo de aplicação sendo executado no servidor é configurado para usar um número de porta.TCP Server Processes • Os processos de aplicações são executados nos servidores. Copyright © 2008 Version 4. • Estes processos esperam até que um cliente inicie a comunicação com uma solicitação de informação ou outros serviços.0 Ch 4 .

43 .0 Ch 4 . Copyright © 2008 Version 4. – O cliente que inciou a conexão responde com um valor de confirmação igual ao valor seqüencial que ele recebeu mais um. – O servidor responde com um segmento contendo um valor de confirmação igual ao valor seqüencial recebido mais 1.TCP – Estabelecimento da Conexão • Os hosts executam o three-way handshake para estabelecerem uma conexão. – O cliente que inicia a conexão envia um segmento contendo um valor seqüencial inicial. Isso completa o processo de estabelecimento da conexão. mais seu próprio valor seqüencial de sincronização. O valor é maior do que o número seqüencial porque o ACK é sempre o próximo Byte ou Octeto esperado. que serve como uma solicitação ao servidor para começar uma sessão de comunicações. Este valor de confirmação habilita o cliente a submeter à resposta de volta ao segmento original que ele enviou ao servidor.

Número inicial de seqüência randomizada válido (valor relativo é 0) Porta de origem aleatória 1069 e Porta de destino HTTP 80 Version 4.Three-Way Handshake (SYN) – – – FLAG SYN configurado para validar o número da seqüência inicial.44 Copyright © 2008 .0 Ch 4 .

ACK) – – – – Copyright © 2008 ACK significa um número de Reconhecimento Válido Número de reconhecimento em resposta ao número inicial de seqüência com valor relativo de 1) A configuração do FLAG SYN indica o número inicial da sequencia para a sessão do servidor com o Ch 4 .0 .Three-Way Handshake (SYN.45 cliente.45 Porta de origem aleatória 1069 e Porta de destino HTTP 80 Version 4. Ch 4 .

Three-Way Handshake (ACK) – – – ACK significa um número de Reconhecimento Válido Número de reconhecimento em resposta ao número inicial de seqüência com valor relativo de 1) Porta de origem aleatória 1069 e Porta de destino HTTP 80 Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .46 .46 Ch 4 .46 Ch 4 .

0 Ch 4 . – O cliente responde com um ACK para confirmar a recepção do flag FIN. – O servidor responde com um ACK para confirmar a recepção do flag FIN. – O servidor envia um FIN para o cliente para terminar a sessão. – Quando o cliente não possui mais dados para transmitir ele envia um segmento com o flag FIN. Copyright © 2008 Version 4.47 .TCP – Finalização da Conexão • O término da sessão TCP envolve 4 passos.

48 .Encerramento da sessão(FIN) • Servidor envia o flag FIN flag para indicar o término da sessão • Número da Sequencia é 440 Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .

Encerramento da Sessão (ACK) • Flag ACK é enviado para validar a sequencia • Número da sequencia ACK é 414 • Porta origem é 1069 e porta destino é 80 (http) Copyright © 2008 Version 4.49 .0 Ch 4 .

50 . • O campo Sequence Number do TCP identifica os segmentos e possibilita a reordenação dos mesmos. • Para qualquer segmento recebido é solicitada a retransmissção Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .TCP – Reagrupamento dos Segmentos • Os segmentos podem chegar ao destino for a de ordem.

51 . Isto é chamado de confirmação esperada.TCP Acknowledgement and Windowing • O número de sequência do cabeçalho do segmento e o número de confirmação são usados juntamente para confirmar o recebimento dos bytes de dados contidos nos segmentos. • O número de sequência é o número relativo de bytes que foram transmitidos nessa sessão mais 1 (que é o número do primeiro byte de dado no segmento corrente).0 Ch 4 . O TCP usa o número de confirmação em segmentos enviados de volta à origem para indicar o próximo byte que o receptor espera receber nessa sessão. Copyright © 2008 Version 4.

Retransmissão • O TCP provê um mecanismo de retransmissão para segmentos não confirmados.0 Ch 4 .TCP . – ACK seletivo permite o reconhecimento de segmentos discontínuos. – Os dispositivos retransmitim os dados após não receberem confirmação (dentro do tempo de time out). Copyright © 2008 Version 4.52 .

53 . ela pode continuar a enviar mais dados para essa sessão. O tamanho de janela inicial é determinado durante a inicialização da sessão através do handshake triplo. • O mecanismo de feedback do TCP ajusta a taxa efetiva de transmissão de dados até o fluxo máximo que a rede e o dispositivo de destino podem suportar sem perda. O TCP tenta gerenciar a taxa de transmissão de modo que todos os dados sejam recebidos e as retransmissões sejam minimizadas.TCP – Controle de Fluxo • O controle de fluxo ajuda na confiabilidade de transmissões TCP através do ajuste da taxa de fluxo de dados efetiva entre os dois serviços na sessão. • Quando a origem é informada de que uma quantidade especificada de dados nos segmentos é recebida. • O campo Tamanho de Janela no cabeçalho TCP especifica a quantidade de dados que podem ser transmitidos antes que uma confirmação precise ser recebida. Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 .

0 Ch 4 .54 .TCP – Controle de Fluxo Copyright © 2008 Version 4.

1 2 JANELA 3 4 5 6 7 8 9 10 1 • Fonte 2 3 4 JANELA 5 6 7 8 9 10 Escorregamento da Janela e destino negociaram janela de tamanho 5. Copyright © 2008 Version 4.0 Ch 4 . 4 e 5 podem ser transmitidos sem a necessidade de confirmação imediata.55 . • O pacote 6 só pode ser transmitido se houver a confirmação de algum pacote componente da janela. 2. • Esta confirmação fará com que a janela deslize. 3. pois pode ser alterado conforme a necessidade de transmissão.TCP – JANELA DESLIZANTE O tamanho da janela é móvel. • Os pacotes 1.

ele trabalha com três ponteiros: Octetos já tx e já confirmados P1 P2 P3 Fluxo de octetos P1 . Copyright © 2008 Version 4. Para tanto.PRIMEIRO OCTETO AINDA NÃO TRANSMITIDO P3 .ÚLTIMO OCTETO COM TRANSMISSÃO AUTORIZADA Ao destinatário é permitido controlar o tamanho.TCP – JANELA DESLIZANTE O TCP trabalha com o número de octetos passíveis de ficarem pendentes de confirmação.56 . em octetos .0 Ch 4 .PRIMEIRO OCTETO JÁ TRANSMITIDO E AINDA NÃO CONFIRMADO P2 . da janela de autorização. de modo a controlar o fluxo fim-a-fim.

0 Ch 4 .TCP – JANELA DESLIZANTE Copyright © 2008 Version 4.57 .

Estes 3 octetos são encapsulados em três datagramas sendo que cada um contém 1000 octetos.TCP – FUNCIONAMENTO Retransmissões e Reconhecimentos: Ex: Determinada fonte gera um segmento contendo 3000 octetos. Então o transmissor envia os segmentos a partir de 1000. 1000 Seq. ele pode enviar uma ACK 3000. 2000 Supondo que o destinatário não receba os segundo datagrama. Seq. 0 Seq. e quando o receptor recebe o segmento contendo os octetos 1000 a 1999. independente de ter recebido ou não o terceiro datagrama.Numb. ou seja.Numb. o receptor indica a seqüência esperada.0 . Copyright © 2008 Version 4.Numb. a confirmação para esta situação será um ACK 1000. numerados a partir de 0.

antes do limite ser atingido.0 . no mesmo pacote. O host receptor confirma o SYN e. envia o seu próprio SYN. o segmento será retransmitido. O valor deste tempo é calculado pelo TCP através dos atrasos ocorridos nas transmissões. é inicializado um contador de tempo. O host que originou a sessão confirma o SYN. Ele só será resetado quando ocorrer a recepção da confirmação do mesmo. Se o contador chegar ao limite.TCP – FUNCIONAMENTO Time Out de Retransmissão: Cada vez que o TCP envia um segmento. Copyright © 2008 Version 4. Estabelecimento da Conexão IP: É utilizado o three-way handshake: O host que quer inciar a sessão envia um SYN.

ou o somatório da seqüência recebida mais a quantidade de dados. mantendo-se sempre um sincronismo entre os envolvidos.TCP – FUNCIONAMENTO Fluxo de Troca de Dados: Durante a troca de dados TCP. Um ACK indica qual a próxima seqüência que o destinatário aguarda receber. no caso do segmento não conter dados. sendo esta somada a seqüência recebida mais 1. os números seqüenciais vão sendo alterados.0 . Copyright © 2008 Version 4.

16 bits. Copyright © 2008 Version 4. identifica o número do Port da aplicação destino. identifica o número do Port da aplicação origem.UDP – User Datagram Protocol Source Port Destination Port Length UDP Checksum DATA • Source Port: 16 bits. • Length: 16 bits.0 Ch 4 . • Destination Port: 16 bits.61 . abrange o seu header e os dados transportados. • Checksum: Opcional. especifica o tamanho total da mensagem UDP (header + dados).

Copyright © 2008 Version 4. • O UDP possui overhead menor que o TCP. seqüenciamento e controle de fluxo sofisticados. ele terá que identificar a sequência apropriada dos dados e determinar como os dados devem ser processados. Se a sequência dos dados é importante para a aplicação. já que não é orientado à conexão e não fornece mecanismos de retransmissão.UDP – User Datagram Protocol • Datagramas podem ser entregues por caminhos diferentes e podem sem entregues for a de ordem. • O UDP simplesmente reagrupa os dados na ordem que eles foram recebidos e os encaminha para a aplicação.0 Ch 4 .62 .

eles aceitarão os dados correspondentes ao número de porta designado.0 Ch 4 . ele encaminha os dados à aplicação apropriada com base em seu número de porta. Copyright © 2008 Version 4. • Quando estas aplicações ou processos estão sendo executados.63 . • Quando o UDP recebe um datagrama destinado a uma destas portas.Solicitações UDP • Do mesmo modo que com as aplicações baseadas em TCP. aos aplicações de servidores baseados em UDP são designados números de porta Conhecida ou Registrada.

• O processo cliente UDP seleciona aleatoriamente um número de porta a partir de uma faixa dinâmica de números de porta e o usa como a porta de origem para a conversação.0 Ch 4 . • A porta de destino será geralmente o número de porta Conhecida ou Registrada designado ao processo do servidor.64 .Processos do Cliente UDP • A comunicação cliente/servidor é iniciada por uma aplicação cliente que está solicitando dados de um processo servidor. Copyright © 2008 Version 4.

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