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Sections

  • 1 TRABALHOS CIENTÍFICOS
  • 1.1 Tese
  • 1.2 Dissertação
  • 1.3 Projeto de pesquisa
  • 1.3.1 Estrutura dos projetos de pesquisa
  • 1.3.1.1. Capa
  • 1.3.1.2 Folha de rosto
  • 1.3.1.3 Listas
  • 1.3.1.4 Sumário
  • 1.3.1.5 Introdução
  • 1.3.1.6 Objetivos
  • 1.3.1.8 Material e métodos (metodologia)
  • 1.3.1.9 Plano de execução
  • 1.3.1.10 Recursos
  • 1.3.1.11 Plano de trabalho
  • 1.3.1.12 Referências
  • 1.3.1.13 Anexos e/ou apêndices
  • 1.4 Relatórios técnico-científicos
  • 1.4.1 Etapas do relatório
  • 1.4.2 Estrutura dos relatórios
  • 1.4.2.1 Capa
  • 1.4.2.2 Folha de rosto
  • 1.4.2.3 Texto
  • 1.4.2.4 Anexos e apêndices
  • 1.4.2.5 Referências
  • 1.4.2.6 Ficha de identificação
  • 1.5 Monografias
  • 1.5.1 Estrutura das monografias
  • 1.5.1.1 Capa
  • 1.5.1.2 Folha de rosto
  • 1.5.1.3 Ficha catalográfica
  • 1.5.1.4 Errata (deve ser evitada)
  • 1.5.1.5 Folha de aprovação
  • 1.5.1.6 Dedicatória
  • 1.5.1.7 Agradecimentos
  • 1.5.1.8 Epígrafe ou pensamento
  • 1.5.1.9 Resumo
  • 1.5.1.10 Resumo em língua estrangeira
  • 1.5.1.11 Listas de ilustrações, tabelas e abreviaturas
  • 1.5.1.11.1 Lista de ilustrações
  • 1.5.1.11.2 Listas de tabelas
  • 1.5.1.11.3 Lista de abreviaturas e siglas
  • 1.5.1.12 Sumário
  • 1.5.1.13 Introdução
  • 1.5.1.14 Objetivo ou proposição
  • 1.5.1.15 Justificativas
  • 1.5.1.16 Revisão de literatura
  • 1.5.1.17 Material e métodos
  • 1.5.1.18 Resultados
  • 1.5.1.19 Discussão
  • 1.5.1.20 Conclusão
  • 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS
  • 2.1 Digitação
  • 2.2 Tipo de letra
  • 2.3 Tamanho da letra
  • 2.4 Margens e espaços
  • 2.5 Paginação
  • 2.6 Seções do trabalho científico
  • 2.6.1 Títulos
  • 2.6.2 Alíneas
  • 2.6.3 Subalíneas
  • 2.6.4 Padrão de letras
  • 2.7 Notas de rodapé
  • 2.8 Parágrafos
  • 2.9 Espacejamento
  • 2.9.1 Título do capítulo
  • 2.9.2 Título das seções
  • 2.9.3 Entre as linhas do texto
  • 2.9.4 Entre parágrafos
  • 2.9.6 As referências bibliográficas NÃO podem ser justificadas
  • 2.10 Numerais em textos científicos
  • 2.11 Ilustrações
  • 2.11.1 Figuras
  • 2.11.2 Gráficos
  • 2.11.3 Tabelas e quadros
  • 2.11.3.1 Recomendações para tabelas e quadros
  • 2.11.3.2 Partes de uma tabela e quadro
  • 2.12 Anexos e apêndices
  • 2.12.1 Anexos
  • 2.12.2 Apêndices
  • 3 CITAÇÕES
  • 3.1 Citação direta
  • 3.2 Citação indireta
  • 3.3 Formulando uma citação
  • 3.3.1 Citação de trabalhos de um autor
  • 3.3.2 Citação de trabalho de dois ou três autores
  • 3.3.3 Citação de trabalhos com mais de três autores
  • 3.3.4 Citação de trabalhos de autores anônimos
  • 3.3.5 Citação de documentos cujo autor é uma entidade coletiva
  • 3.3.7 Citação de citação
  • 3.3.8 Citação de obras sem data
  • 3.3.9 Suprimir partes de uma citação
  • 3.3.10 Colocação de interpolações, acréscimos ou comentários ao texto
  • 3.3.11 Citação de textos em língua estrangeira
  • 3.3.12 Citação de informação oral
  • 3.3.13 Citação de obras em fase de elaboração
  • 3.3.14 Bula de remédio
  • 3.4 Sistema de chamada das citações
  • a) sistema numérico;
  • b) sistema alfabético (autor-data);
  • c) sistema alfa-numérico
  • 3.4.1 Sistema numérico
  • 3.4.2 Sistema alfabético (autor-data)
  • 3.4.3 Sistema alfa-numérico
  • 3.5 Recomendações em texto (expressões latinas)
  • 3.5.1 Sic: erros gráficos
  • 3.5.2 Apud: citado por, conforme ou segundo
  • 3.5.3 Ibidem ou Ibid.: na mesma obra
  • 3.5.4 Idem ou Id.: do mesmo autor
  • 3.5.5 Opus citatum ou Op. cit.: na obra citada
  • 3.5.6 Loco citato ou Loc. cit.: no lugar citado
  • 3.5.7 Sequentia ou Et seq.: seguinte ou que se segue
  • 3.5.8 Passim: aqui e ali; em várias partes ou passagens (trechos)
  • 3.5.9 Confira ou Cf.: confira, confronte
  • NORMAS TÉCNICAS)
  • 4.1 Norma NBR 6023
  • 4.1.1 Objetivos
  • 4.2 Conceito de referência
  • 4.3 Elementos essencias e complementares
  • 4.3.1 Elementos essenciais
  • 4.3.1.1 Comentários aos elementos essenciais
  • 4.3.2 Elementos complementares
  • 4.4 Modelos de referências bibliográficas
  • 4.4.1 Livro
  • 4.4.2 Autor entidade
  • 4.4.3 Autoria desconhecida
  • 4.4.4 Comentários aos modelos
  • 4.4.5 Capítulo de livro
  • 4.4.6 Monografias, dissertações e teses
  • 4.4.7 Artigo de revista não científica
  • 4.4.8 Artigo de revista científica
  • 4.4.9 Artigo de jornal assinado
  • 4.4.10 Artigo de jornal sem autoria
  • 4.4.11 Resumo de trabalho apresentado em evento
  • 4.4.12 Resumo de congresso publicado em revista científica
  • 4.4.13 Bula de remédio
  • 4.5 Referências de documentos eletrônicos
  • 4.5.1 Sites
  • 4.5.2 CD-ROM
  • 4.5.3 Banco de dados
  • 4.5.4 Lista de discussão
  • 4.5.5. e-mail (mensagem pessoal)
  • 4.5.5.1 Livro eletrônico
  • 4.5.6 Fitas e filmes de vídeo
  • 4.5.7 Discos (long play), cd e fitas cassetes
  • 4.5.8 Programa de televisão e rádio
  • 4.6 Mapas e cartas topográficas
  • 4.7 Material iconográfico
  • 4.8 Documento tridimensional
  • 4.9 Documento jurídico 1
  • 4.9.1 Documento jurídico impresso
  • 4.9.1.1 Constituição Federal
  • 4.9.1.2 Emenda constitucional
  • 4.9.1.3 Medida provisória
  • 4.9.1. 4 Decreto
  • 4.9.1.5 Resolução
  • 4.9.1.6 Leis
  • 4.9.2 Jurisprudência (decisões judiciais)
  • 4.9.2.1 Apelação cível
  • 4.9.2.2 Habeas corpus
  • 4.9.2.3 Súmula
  • 4.9.2.4 Recurso especial
  • 4.9.2.5 Acórdão especial
  • 4.9.2.6 Enunciados
  • 4.9.2.7 Sentença
  • 4.9.2.8 Parecer
  • 4.9.2.9 Portaria
  • 4.9.3 Documento jurídico on-line
  • 4.9.3.1 Constituição
  • 4.9.3.2 Emenda constitucional
  • 4.9.3. 4 Lei ordinária
  • 4.9.3. 5 Projeto de lei
  • 4.9.3.6 Parecer
  • 4.9.3.7 Portaria
  • 4.9.3.8 Resolução
  • 4.9.3.9 Habeas corpus
  • 4.9.3.10 Acórdão
  • 4.9.4 Documento jurídico em CD-ROM
  • 4.9.4.1 Constituição
  • 4.9.4.3 Parecer, portaria, resolução etc
  • 4.9.4.4 Resolução
  • 4.9.4.5 Acórdão
  • 4.9.5 Doutrina
  • REFERÊNCIAS
  • APÊNDICES
  • ANEXOS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS

Alfenas 2010

Organizador Prof. Dr. Mário Sérgio Oliveira Swerts Diretor de Pesquisa e Pós-graduação UNIFENAS Colaboradoras Defátima Aparecida Silva Pessoa Zélia Fernandes Ferreira Miranda Bibliotecárias Campus de Alfenas/MG Cláudia Regina de Jesus Janete Cristina Lucas Bibliotecárias Campus Boaventura de Belo Horizonte/MG Kely Aparecida Alves Bibliotecária Campus Pampulha de Belo Horizonte/MG Meire Cristina da Silva Bibliotecária Campus de Campo Belo/MG Nilmara Gontijo Silveira Bibliotecária Campus de Divinópolis/MG Anna Luíza Silveira K.Schwartz Bibliotecária Campus de Poços de Caldas/MG Renata Alves Grego Bibliotecária Campus de Varginha/MG Comissão de elaboração instituída pela Portaria n.º 199 de 18 de junho de 2010.

Como citar o documento: SWERTS, Mário Sérgio Oliveira et al. Manual para elaboração de trabalhos científicos. Alfenas: UNIFENAS, 2010. Disponível em: <http://www.unifenas.br/pesquisa/manualmetodologia/normasdepublicacoes.pdf> Acesso em: data de acesso

Swerts, Mário Sérgio Oliveira Manual para elaboração de trabalhos científicos/ Organização de Mário Sérgio Oliveira Swerts. -- Alfenas : Unifenas, 2010. 99 f. 1. Normalização de trabalhos científicos I. Schwartz, Anna Luíza Silveira K, colab. II. Jesus, Cláudia Regina de, colab. III. Pessoa, Defátima Aparecida Silva, colab. IV. Lucas, Janete Cristina, colab. V. Alves, Kelly Aparecida, colab. VI. Silva, Meire Cristina da, colab. VII. Silveira, Nilmara Gontijo, colab. VIII. Grego, Renata Alves, colab. IX. Miranda, Zélia Fernandes Ferreira, colab.

CDU : 001.89(035)

A reprodução e a divulgação total ou parcial deste manual podem ser realizadas, exclusivamente, com finalidade de estudos e pesquisas, desde que citada à fonte.

............................... 15 1..................1 Capa ......................................................1 Etapas do relatório ............................................................................................................3........5.....................12 Referências ......... 13 1....3....................................4..1 Estrutura dos projetos de pesquisa ..5..... Capa ...............................................................3...1..2 Folha de rosto ..........................................................7 Referencial teórico (revisão de literatura) ......1................1.........................................................................6 Ficha de identificação .................1...............1....................... 15 1....................................... 15 1.1...............................................1.............. 14 1....... 11 1.... 16 1...............................10 Recursos .........................................1 Capa ...................4.....................1 Tese .....3........................................................................................4........3...........................................5 Introdução ............11 Plano de trabalho .......................... 13 1............4.................3...................................................................................................... 17 1.....1....... 11 1............................................... 16 1......................................... 16 1............................................. 17 1.... 12 1.............................................. 12 1....3.......................1............................................... 17 1......1.............4.3...2.........................8 Material e métodos (metodologia) ......................................................................1.1 Estrutura das monografias ...................................................................................2 Dissertação .. 12 1..............................9 Plano de execução ........................ 11 1.............1....3..............................................................2...................................................................3.......................13 Anexos e/ou apêndices ................2.........4 Sumário ....... 13 1.........3 Listas ...........................................................5...................................3......................1..................................... 14 1.........................................................................................5 Monografias ...............................2..... 17 1........... 15 1........... 17 1................................................................................................................2 Folha de rosto ..............................................................................................4..............2............................. 16 1....................4 Anexos e apêndices ........2.........4 Relatórios técnico-científicos ...............................3 Texto ...........3 Projeto de pesquisa ...................................................................................................... 12 1...................1.......3. 19 .................SUMÁRIO 1 TRABALHOS CIENTÍFICOS ...5 Referências .................2 Estrutura dos relatórios .......... 15 1.....4........................................................................................2 Folha de rosto ............................................................6 Objetivos ........................................................ 19 1.....1............. 12 1. 11 1..................................4.............3....... 13 1...........1...3.

.. 28 2.....................................................5......... 24 1...........11................... 23 1..... 23 1... 29 2............... 28 2..........5.......................................6....8 Parágrafos............13 Introdução .6............6 Dedicatória ...........................2 Listas de tabelas..............................5..................4 Errata (deve ser evitada) ....14 Objetivo ou proposição ...5......3 Lista de abreviaturas e siglas .............................6..1.......1.................18 Resultados .......12 Sumário .................... 23 1....................................................................................................................... 28 2....................................................................................................................................................................................................... 26 1................ 22 1... 21 1.........9 Resumo ................................10 Resumo em língua estrangeira ..6 Seções do trabalho científico .........5.............................5.........................2 Alíneas .............1 Títulos.......... 30 2................................................6................................... 28 2...1................................. 27 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS ..........................................1..... 22 1.............20 Conclusão ................16 Revisão de literatura................................................................................................................................................7 Notas de rodapé .......... 22 1........................................3 Tamanho da letra ............................................................1 Lista de ilustrações ...................5............................................................................5.................5..................................................... tabelas e abreviaturas ...11...................................................3 Subalíneas ...........11...................................................................................................................... 29 2...........................5....... 20 1............... 20 1.............................5.......8 Epígrafe ou pensamento ...................5..................................5....1........................1 Digitação ............................................4 Padrão de letras ..................5 Paginação ... 24 1.......... 25 1... 21 1............................5.........................................................................1.....19 Discussão ..........................................1........15 Justificativas ............ 21 1..1............................................................1.......5...5 Folha de aprovação .....................1.........................................................1............1....................................1......................................................................................5.... 26 1...................................................................................5...................................... 30 2.....1................... 29 2............................................ 21 1........... 25 1...............................................................1... 30 2.........................1......................17 Material e método ........1.....................4 Margens e espaços ........................... 26 1............1........................................................................................................5...........................................1...11 Listas de ilustrações...... 32 2..........5. 32 ...................................... 28 2...........................................................1..............7 Agradecimentos .............1..............5...............................................3 Ficha catalográfica . 20 1........................................................1............................2 Tipo de letra .......5.......

....1 Citação de trabalhos de um autor ..2 Título das seções .......................46 3.............................................. 34 2.............3 Entre as linhas do texto .......................................... 45 3..... 37 2............. 33 2..............................9..................................................12.............. 36 2..................3.......................9 Espacejamento ...............10 Numerais em textos científicos ............................9.........2 Citação de trabalho de dois ou três autores ................................................................................3 Tabelas e quadros ...............4 Citação de trabalhos de autores anônimos ................................ 35 2......... 37 2....3....3..11................................ 44 3........ acréscimos ou comentários ao texto ................. 40 3 CITAÇÕES .........................................................2 Partes de uma tabela e quadro ...............................................................................5 Citação de documentos cujo autor é uma entidade coletiva ......................................3......3 Citação de trabalhos com mais de três autores ......... 44 3..............6 Citação de documentos de autoria de órgão da administração direta do governo ...........................................................................3...................................1 Anexos ....... 34 2..............................................................................9......... 47 .............. 35 2.......................6 As referências bibliográficas NÃO podem ser justificadas..8 Citação de obras sem data............................ 33 2....................3.....................................................5 Entre as linhas de citações longas.................................3......................................................4 Entre parágrafos ... resumos..... 47 3...3.......... 42 3..............10 Colocação de interpolações...3.......3 Formulando uma citação ....3..... obras consultadas ou rodapé ...................9..3......................................... 33 2.... 38 2...................................1 Figuras ...................................................................................................9.......................................11. 46 3.... 33 2............1 Título do capítulo ......................11.......................................... 47 3...................................................... .............................. 45 3.......... 40 2................................................12........... 40 2..........1 Citação direta.........................................................7 Citação de citação ............................................................. 43 3................................................................................2 Apêndices..............................................2 Citação indireta ..........................................3........... 42 3.............................. 44 3......................1 Recomendações para tabelas e quadros ..... 45 3....................................................................9........12 Anexos e apêndices .................9 Suprimir partes de uma citação ....................11........................................................................ 33 2................................................... 34 2...................................... notas.................................................... 47 3..........11 Ilustrações .....................................................11 Citação de textos em língua estrangeira ...... legendas das ilustrações e tabelas............................................... referências...2 Gráficos ..........3...................11....................2..............

............................. 53 4.... 50 3.............4 Sistema de chamada das citações ..4......1 Elementos essenciais ...1 Livro............................................................................ 53 4..... 53 4..... 51 3...............................: na obra citada ....2 Conceito de referência ............12 Citação de informação oral .............3........5..............................................3...... 53 4...... 59 4..........................8 Passim: aqui e ali.............................. 49 3. dissertações e teses .............1..... cit.....................48 3...........: confira.............1 Objetivos .... 58 4....................................................... 56 4..7 Sequentia ou Et seq............... 49 3...............................1 Sistema numérico ..2 Sistema alfabético (autor-data) ............... em várias partes ou passagens (trechos).......................................................................4.......................................................5..............4........................................................4 Idem ou Id...5....... 60 4.........................5 Capítulo de livro ................4...... 52 3..................................... 62 ....1..........................2 Apud: citado por.............................................3..................................4.....3................. 61 4.....4.......4 Modelos de referências bibliográficas ..................... 52 3.....3 Elementos essencias e complementares ....... 60 4......... 56 4............................................................................................5............................................................................. 48 3.............................................. 52 4 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (NORMA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) ..................................................................7 Artigo de revista não científica .....................5........... cit............................................: na mesma obra ...............................................................4... 51 3......................................3 Autoria desconhecida .....4.....: seguinte ou que se segue ................ 52 3.................................3. 49 3................. 58 4.......................................... 54 4.............................................5....................................................9 Confira ou Cf.........6 Monografias.......5..........................1 Sic: erros gráficos ..........2 Elementos complementares ...................... 49 3.........................5..............5 Opus citatum ou Op..................................... 50 3........................................................: no lugar citado ..............................1 Norma NBR 6023 ....................................................3 Ibidem ou Ibid................... 51 3...........................5......... 48 3..............14 Bula de remédio.........4 Comentários aos modelos .............................13 Citação de obras em fase de elaboração ...............................................................3 Sistema alfa-numérico ..5 Recomendações em texto (expressões latinas) ....................................3.........................................................................................6 Loco citato ou Loc.......................................................1 Comentários aos elementos essenciais . 59 4....................4....... conforme ou segundo ....3.......... 50 3...2 Autor entidade ....................................................................... confronte ......................4..................................................: do mesmo autor........................ 53 4.................................

........9...2 CD-ROM..... 67 4................................................ e-mail (mensagem pessoal) ..................................................... 68 4.....5........9 Documento jurídico .................2...........................................................2......5........................ 67 4.................................5......................................................4.....................4........................ 73 4......9..........................................3 Banco de dados ................... 75 4...........1 Sites ...... 74 4.....................2................................................................................................................... 64 4................................. 65 4........... 73 4......9.........................1.6 Leis ..5..................5.....1 Apelação cível ..3 Medida provisória ...............................................5............................. 66 4......... 73 4............................ 72 4........................................................................................................ 74 4.. 4 Decreto ................... 76 ...6 Enunciados ..................9............1 Livro eletrônico ...........................................2 Jurisprudência (decisões judiciais) ...........................4 Recurso especial .........................................9.....8 Documento tridimensional ...................................................4............................................................................ 76 4..................5....................5 Acórdão especial ........7 Material iconográfico ........................... 63 4................5............ 70 4.................................................................9...........9......................6 Mapas e cartas topográficas ......................1................................9 Artigo de jornal assinado ......9............. 66 4........10 Artigo de jornal sem autoria ...............................................6 Fitas e filmes de vídeo...12 Resumo de congresso publicado em revista científica ...........................................2........... 63 4...9........9.................................................................9..5 Referências de documentos eletrônicos...........................................................4..............................................................7 Discos (long play)..............................1....... 76 4..............4...9.............................................................4 Lista de discussão .....................................................................................2..................................................5......1.........................4...5...2 Habeas corpus ..................8 Programa de televisão e rádio .....................................................................9............................ 62 4..............................................................................................1........... 62 4..... 75 4...........5........................................................................................5 Resolução ........................................... 64 4....................2 Emenda constitucional .................4........................ 63 4.. 70 4........................................................................................ 75 4.......................... 71 4...............................1 Documento jurídico impresso ...9.............................1................................................. 73 4......2........ 73 4.................... 62 4................ cd e fitas cassetes ....... 74 4.....................................................8 Artigo de revista científica ........................11 Resumo de trabalho apresentado em evento ............................. 76 4.....................12 Bula de remédio .........3 Súmula .............1 Constituição Federal......................... 65 4...............

..........8 Parecer .....9.9..................... 4 Lei ordinária ..........................................3 Lei.......5 Acórdão .......5 Doutrina .9...........9............................ decreto........ 79 4..................3..3 Documento jurídico on-line ..............3.............................................................. 96 .........9...................9. 79 4.................................................. ......................................6 Parecer ...1 Constituição ...... etc......................................................2................................................................... 81 4.4.................................................................... 79 4...................4.............................................2.........3...........9.............................................. 81 4..........................................10 Acórdão ........ 77 4......3........7 Portaria ..................................................................................................4.9.................................................8 Resolução ............3............... 80 4.................................................................. ........ ............ portaria..................... 78 4............................. etc..........................................................3.9.......................9.2 Emenda constitucional .............................................................................................................1 Constituição ...........................4.....9.. 78 4................. 78 4............................ decreto............... 80 4.................. 83 APÊNDICES..................................3............................... 81 4..9. 80 4....... 78 4...4........................ 77 4........................ 79 4.2.9.............3.....................................9....................2 Lei...................................... 80 4..................9 Habeas corpus ........................4 Resolução .........................................................................................................................................................................................9.....................................3 Parecer.....9...............................................................................................................4 Documento jurídico em CD-ROM .........................9................3......... 5 Projeto de lei ............4.9........................ 81 REFERÊNCIAS ...........................9........................................9......................................9................ 77 4....................... 85 ANEXOS ..... 77 4. resolução etc...............................................3.... 77 4.........................7 Sentença .........................................................................9 Portaria ................................................

As normas são de responsabilidade dos Comitês Brasileiros e dos Organismos de Normalização Setorial.ABNT é o Fórum Nacional de Normalização. É intuito fornecer. Mário Sérgio Oliveira Swerts . constituídas por representantes dos setores envolvidos. monografias às dissertações para os cursos Stricto sensu. desde relatórios. aos acadêmicos de graduação.APRESENTAÇÃO A Associação Brasileira de Normas Técnicas . Este Manual traz uma normalização baseada nas últimas revisões. Prof. sempre pautada em organização. as quais são elaboradas por Comissões de Estudo. abrangente e de fácil compreensão para os trabalhos no meio acadêmico. surgiu o Manual para Elaboração de Trabalhos Científicos da Universidade José do Rosário Vellano – UNIFENAS. estruturação e divulgação da pesquisa científica na UNIFENAS. facilitando e orientando acadêmicos e profissionais quanto à elaboração dos textos científicos. Diante da falta de uniformidade destas normas e a confusão sobre sua compreensão em grande número de instituições de ensino. Espera-se que este manual consiga atingir seus objetivos. uma normalização atual. promovida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas . consumidores e neutros (Universidades.ABNT. deseja-se contribuir para o planejamento. pós-graduação e profissionais de áreas correlatas. produtores. Longe de querer comparar este manual a expoentes publicações nacionais sobre a Normalização de Trabalhos Científicos. divulgando as normas técnicas. faculdades e outros). Dr.

(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. projetos de pesquisa. com o intuito de reunir. avaliando a capacidade de investigação do candidato. 33). É diferente dos demais trabalhos científicos por não possuir capítulos. mas embasado na ciência (ESTRELA. Serão foco neste manual as normas para elaboração de dissertações. visando a obtenção do título de MESTRE. procurando solucionar problemas. de tema único e delimitado em sua extensão. original e bem delimitado. analisar e interpretar informações. SABINO. p. É realizado sob orientação de um professor doutor.11 1 TRABALHOS CIENTÍFICOS O trabalho científico deve ser realizado com metodologia criteriosa. 2005a) De acordo com França e Vasconcellos (2004. relatórios técnico-científicos e trabalhos escolares. Dentre os trabalhos científicos encontram-se as teses. 2001). visando a obtenção do título de DOUTOR. . defendida na conclusão do curso de doutoramento”. 1.2 Dissertação Trabalho que apresenta o resultado de um estudo experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo. “a diferença entre tese e dissertação refere-se ao grau de profundidade e originalidade exigido na tese. 2005a). Deve possuir real contribuição para a área de estudo ou especialidade. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. monografias. 1. 1. É realizado sob orientação de um professor doutor. dissertações.3 Projeto de pesquisa Trabalho que apresenta o planejamento da pesquisa científica a ser realizada. os trabalhos monográficos ou monografias e relatórios.1 Tese Trabalho que apresenta o resultado de um estudo experimental ou abordagem de um estudo científico de tema único.

12

1.3.1 Estrutura dos projetos de pesquisa

1.3.1.1. Capa

Não é elemento obrigatório, mas se existente deverá possuir dados para identificação do projeto de pesquisa, devendo ser padronizada em conformidade com as normas da UNIFENAS, dispostas neste manual.

1.3.1.2 Folha de rosto

Deve incluir os seguintes elementos de identificação: a) autor: nome completo do autor e/ou do coordenador, bem como dos membros da equipe de pesquisa. Acrescenta-se também o nome do orientador; b) título e subtítulo: deve ser simples e conciso, visando, com poucas palavras, informar o que se pretender estudar; c) entidade à qual destina e finalidade: traz a informação que indique a que setor se destina o projeto de pesquisa e a finalidade do mesmo; Exemplo: Projeto de pesquisa apresentado à UNIFENAS, como parte das exigências da coordenação de pós-graduação para seleção à bolsa de iniciação científica. d) local e data: deverão constar na parte inferior central da folha de rosto. 1.3.1.3 Listas

Elaborada de acordo com a ordem do texto, com cada item designado por seu nome específico e número de página. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2005b) Listas de ilustrações, tabelas e abreviaturas

1.3.1.4 Sumário

Facilita a consulta da estrutura do projeto de pesquisa. É elemento obrigatório.

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1.3.1.5 Introdução

a) relato histórico do problema (tema): mencionar a origem do tema e quais as principais motivações para que ele se desenvolva; b) justificativas: explica-se o porquê do estudo, qual a sua importância científica e social; o interesse para o desenvolvimento do projeto; c) definições dos termos do problema: alguns projetos mencionam termos complexos, fazendo-se necessária a definição clara e precisa dos conceitos a serem adotados, que deve ser apoiada na revista de literatura; d) definições das variáveis: as variáveis referem-se aos diferentes aspectos dos tema a ser analisado e são empregadas para conferir maior precisão às definições científicas; e) hipóteses: neste item deve-se oferecer uma solução aos objetivos; elas podem ser consideradas verdadeiras ou falsas ao término do experimento ou estudo.

1.3.1.6 Objetivos

Indica-se o que se pretende estudar com a execução da pesquisa. Podem-se mencionar objetivo geral e específico, separando-os.

1.3.1.7 Referencial teórico (revisão de literatura)

Considerações teóricas que o ajudarão a melhor definir e delimitar seu problema de pesquisa.

1.3.1.8 Material e métodos (metodologia)

a) métodos e técnicas de pesquisa: a pesquisa pode ser EXPLORATÓRIA quando um problema é pouco conhecido, ou seja quando as hipóteses ainda não foram claramente definidas, quase sempre assume a forma de pesquisa bibliográfica. Tem como objetivo principal, apresentar informações sobre o objeto de pesquisa, proporcionando maior intimidade com o problema, com vistas a torná-lo mais claro. A pesquisa pode ser DESCRITIVA, tratando-se da descoberta e observação de fenômenos, procurando descrevê-los, classificá-los e observá-los; pode ser

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pesquisa de opinião, estudo de caso e pesquisa documental ou bibliográfica. A pesquisa também pode ser EXPERIMENTAL, que descobre o modo e as causas que levam o fenômeno a ser produzido; pode ser de campo ou de laboratório. As pesquisas podem ser QUALITATIVAS, apresentando dados que geram

interpretação e reflexão; QUANTITATIVAS, que possuem dados contáveis e mensuráveis; NATURALISTAS, em que são coletados dados no ambiente natural e LONGITUDINAIS, nas quais se delimitam os períodos de observação (MARTINS; LINTZ, 2000; FRANÇA; VASCONCELLOS, 2004); b) descrição do objeto da pesquisa: deve-se descrever detalhadamente o tamanho da amostra para o experimento; c) definição da amostra e área física: definir o tipo, tamanho e formas de composição da amostra e, quando for pesquisa de campo, deve-se delimitar a área física com precisão; d) procedimentos de coleta de dados: indicar os instrumentos necessários para a coleta dos dados, como questionários, formulários, roteiro para as entrevistas, observação e manuais de tabulação; e) análise de dados: indicar o tempo previsto para a realização da apuração dos dados, bem como sua análise e interpretação.

1.3.1.9 Plano de execução

Cronograma: devem-se descrever as etapas e os passos para a execução do experimento correspondendo aos objetivos.

1.3.1.10 Recursos

a) humanos: mencionar o pessoal envolvido no projeto, como, por exemplo, técnicos de laboratórios, acadêmicos de iniciação e outros professores colaboradores, informando suas funções e atividades a serem desenvolvidas; b) materiais: citar os materiais de consumo e permanentes úteis à pesquisa; c) financeiros: devem ser previstas todas despesas do experimento, desde gastos com o pessoal, origem dos recursos e entidades de financiamento, como agências de fomento e amparo à pesquisa.

Ele apresenta.1. . 1. a informação suficiente para que um leitor possa fazer recomendações e conclusões.4. prepara-se o programa de desenvolvimento. b) organização do material: na execução do estudo.3.1. sistematicamente. 1.3. simultaneamente.1.12 Referências Relacionar todas as fontes que foram consultadas para a elaboração do projeto. 1.13 Anexos e/ou apêndices Material complementar que deve ser adicionada ao projeto para enriquecer o experimento.3.1 Etapas do relatório a) planejamento: nesta fase se estabelece a natureza do seu conteúdo que pode ser sigiloso. É estabelecido em função e sob responsabilidade de uma entidade ou de uma pessoa a quem será enviado. c) redação: desenvolvimento das etapas. citando-se todas as etapas da pesquisa. reservado.4 Relatórios técnico-científicos De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) o relatório é um trabalho que relata formalmente os resultados obtidos em uma pesquisa ou a descrição de sua situação e desenvolvimento. d) revisão: momento de análise e revisão crítica do relatório.11 Plano de trabalho É a descrição detalhada das formas de atuação para alcançar os objetivos determinados. e.15 1. se faz a ordenação do material empregado ao desenvolvimento. secreto e confidencial. avaliando-se: conteúdo e seqüência das informações. 1.

d) nome do autor: localiza-se abaixo do título. de maneira mais completa. c) discussão: etapa em que se descrevem e analisam.16 1.4. dentro do possível. centralizado. dispostas neste manual. o mês e ano da publicação figurando sempre na parte inferior da folha. O texto de um relatório deve possuir: a) introdução: momento em que se descrevem os objetivos do trabalho e as finalidades.1 Capa Possui dados para identificação do relatório. Esta indicação deve aparecer no alto da folha de rosto. formal. Podem-se empregar ilustrações para facilitar o entendimento. indicando-se sua qualificação e função. objetiva e. 1. b) número do relatório: os relatórios devem ser numerados seqüencialmente. em que etapa se encontra. com parágrafos simples e curtos.2 Folha de rosto Deve conter os seguintes elementos: a) faculdade ou departamento: figura-se no alto da página.2. devendo ser padronizada em conformidade com as normas da UNIFENAS. e) número do volume e da edição: indicar se houver mais de uma.4. os detalhes dos resultados.4. c) título e subtítulo: são expressos por meio de uma palavra ou frase discriminando o assunto do relatório. Notas: entende-se por notas: local (cidade). 1. na borda superior direita.3 Texto O texto de um relatório deve possuir uma linguagem clara.2. b) metodologia: etapa em que se descrevem os tipos de estudos e como se desenvolveu o experimento. .2. informando a situação do trabalho. comenta a conduta e os processos da investigação.4.2 Estrutura dos relatórios 1.

número de páginas e outras informações ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) 1. sob a orientação de um professor. bem como outros dados necessários à sua identificação. possuindo alguns elementos essenciais. cursos observações. tais como análises. VASCONCELLOS.5 Monografias Significa monós (um só) e graphein (escrever).17 d) conclusões e/ou considerações finais: devem-se mencionar as comprovações claras dos fatos observados. disciplinas.2. resultados complementares.4.2.4 Anexos e apêndices Informações complementares. palavraschave.5. seguindo as normas disponíveis no item 4 deste manual. Os trabalhos monográficos constituem-se dos produtos de nos leituras.4. de investigações. trabalho a respeito de um único assunto. 1. 2003). 1. e reflexões e críticas desenvolvidas graduação pós-graduação (FRANÇA. 1.2. de modo determinado e específico. 1. entidade executora.5 Referências De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002a).4. resumo. As monografias estão relacionadas aos cursos. .1 Estrutura das monografias Sua estrutura se assemelha à das dissertações e teses.6 Ficha de identificação Elemento opcional aos relatórios. autores. Na ficha deve conter: Título e subtítulo do relatório. contendo informações bibliográficas do documento.

A estrutura da monografia adotada pela Universidade José do Rosário VellanoUNIFENAS deve possuir: a) elementos pré-textuais Capa – obrigatório Folha de rosto – obrigatório Errata (deve ser evitada) Folha de aprovação – obrigatório Dedicatória Agradecimentos Epígrafe ou pensamento Resumo na língua do texto – obrigatório Resumo em língua estrangeira – obrigatório Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas Sumário – obrigatório b) elementos textuais Introdução – obrigatório Objetivos – obrigatório Justificativas – obrigatório Desenvolvimento (deverá possuir capítulos de acordo com o tipo de estudo) Pesquisa bibliográfica Revisão de literatura Discussão ____ ____ Conclusões Pesquisa experimental Revisão de literatura Material e métodos Resultados Discussão ____ Pesquisa de campo Revisão de literatura Material e métodos Resultados Discussão ____ c) elementos pós-textuais .18 De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). as monografias podem ser denominadas trabalhos de conclusão curso – TCC e/ou trabalhos de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento.

. b) nome por extenso do(s) autor(es). em letras maiúsculas. 1. centralizado. c) nota: consiste na explicação de que se trata o trabalho científico. centralizados. centralizados. centralizados.2 Folha de rosto Contém os seguintes dados úteis à identificação: a) nome por extenso do(s) autor(es) em letras maiúsculas.1 Capa Elemento que identifica o trabalho científico e deve conter os seguintes itens: a) nome da Universidade. em letras maiúsculas. devendo ser redigido com objetividade. com tamanho de letra 12 respeitando a margem inferior. centralizado a partir do meio da folha. c) título do trabalho científico. centralizado. letras minúsculas.1. tamanho de letra 12. distante a 16 cm do topo da página. em letras maiúsculas.1.5. preferencialmente em letras maiúsculas. tamanho de letra 12 respeitando a margem superior.19 Referências – obrigatório Anexos Apêndices Glossário 1. Instituição e/ou Faculdade seguida da sigla.5. d) local e data: colocar o nome da cidade e estado de publicação (quando houver ambigüidade no nome da cidade). devendo ser redigido com objetividade. b) título do trabalho científico. centralizado. precisão e clareza. tamanho de letra 14 ou 16 e distante a 11 cm do topo da página. tamanho de letra 12. alinhado à direita e justificada:  deve conter as informações como: Monografia apresentada a Universidade José do Rosário Vellano. somente as primeiras letras maiúsculas. tamanho de letra 14 ou 16 e distante a 11 cm do topo da página. Usar somente o ano da defesa do trabalho científico (APÊNDICE – A). precisão e clareza. Essa nota deve figurar em tamanho de letra 10. como parte das exigências do Curso de xxxxxxxx para conclusão do curso de graduação.

É um elemento opcional e não traz prejuízos ao seu trabalho. elaborada somente pelo(a) Bibliotecário(a). 1.5 Folha de aprovação Elemento obrigatório em qualquer trabalho científico de acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). justificada.3 Ficha catalográfica Elemento obrigatório.20  projeto de Pesquisa apresentado à Coordenação de Pós-Graduação da Universidade José do Rosário Vellano para avaliação ao PIBIC/PROBIC – CNPq.1. (ANEXO – A). tamanho de letra 12 e distante a 19 cm do topo da página. f) local e data: colocar o nome da cidade e estado de publicação. Deve figurar logo após a folha de rosto. como por exemplo. somente as primeiras letras maiúsculas. d) nome por extenso do orientador em letras minúsculas (somente as iniciais em maiúsculas. não propriamente ao conteúdo do trabalho científico. além da indicação: onde se lê.5 cm de altura dentro de um retângulo.5. e) nome por extenso do Co-orientador (se houver) em letras minúsculas (somente as iniciais em maiúsculas. centralizado a partir do meio da folha. 1. alinhado à direita. .5 cm de largura por 7.1.1. Usar somente o ano da defesa do trabalho científico. respeitando a margem inferior.5.4 Errata (deve ser evitada) Destina-se a pequenas correções relacionadas à apresentação gráfica dos trabalhos científicos. 1. com dimensões 12. alinhado à direita. justificada. ou simplesmente em folha avulsa a ser distribuída durante a avaliação do autor do trabalho. (APÊNDICE – B). e leia-se para o quê está correto.5. devendo figurar no verso da folha de rosto. erros de digitação e ortografia. para o quê está grafado errado. com tamanho de letra 12. centralizados. (APÊNDICE – C). centralizado a partir do meio da folha. contendo informações bibliográficas (catalogação na fonte). A errata deve conter a página e a linha do erro. tamanho de letra 12 e distante a 21 cm do topo da página.

com recuo de 8 cm. Conforme sua extensão pode-se apresentar em forma de texto ou conforme dedicatória. margem inferior.5. Trata-se da apresentação concisa de todos os pontos relevantes do trabalho. 1. b) título do trabalho e subtítulo se houver por extenso.21 Na folha de aprovação deve conter: a) nome do autor (ou autores) do trabalho.5.8 Epígrafe ou pensamento Menção de um pensamento que relacione-se com a obra.9 Resumo O resumo deve ser preparado após a conclusão do trabalho científico.6 Dedicatória Breve texto em que o autor dedica ou oferece o seu trabalho a alguém. Deve vir na margem inferior. Recuo de 8 cm. c) local e data da aprovação. margem inferior. bem como relações e efeitos novos verificados. 1.1.. 1. conforme os achados da pesquisa: o surgimento de fatos novos. letra 12.5. Lembra-se não abusar dos pensamentos. O resumo deve ressaltar a problemática que se pretendeu solucionar e explicar. bem como a origem da obra. (ANEXO – B). Os resultados devem evidenciar.. 1. os resultados e as conclusões. O resumo deve ser composto de uma seqüência corrente de frases concisas. (APÊNDICE – D). o que pode depreciar o trabalho científico. letra 12. Visa fornecer elementos capazes para permitir ao leitor decidir sobre a necessidade de consulta integral do texto. descobertas significativas.1.1.5. d) nome. assinatura e instituição dos componentes da banca de exame. Pode ocorrer no início de cada capítulo. (ANEXO – C).7 Agradecimentos Texto que esboça o agradecimento do autor às pessoas e instituições que colaboraram para a realização do trabalho. contradições com teorias anteriores. e não de uma enumeração . Tamanho de letra 12. os objetivos. a abordagem metodológica empreendida.1.

fotografias e outros.11 Listas de ilustrações. desenhos. mapas. recomenda que os resumos tenham as seguintes extensões: a) para notas e comunicações breves. organogramas. c) para trabalhos acadêmicos (dissertações. de 50 a 100 palavras. 1. equações e diagramas. 1.5.1.5. a identificação dos elementos. de 100 a 250 palavras. Entende-se por ilustrações: gráficos. Dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa. lâminas. Palavras-chave: palavras representativas do conteúdo do documento. tabelas e abreviaturas As listas de qualquer natureza são considerados elementos opcionais. . parágrafo único (APÊNDICE – D). quadros. O resumo é digitado com espaços simples entre linhas. fórmulas. tem que ser escolhidas em vocabulário controlado. na ordem em que aparecem no texto. b) para artigos de periódicos. esquemas. fórmulas. para facilitar a localização. A versão do resumo para a língua inglesa é o abstract. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2003c). teses e outros) e relatórios técnicocientíficos de 150 a 500 palavras.10 Resumo em língua estrangeira A descrição do resumo em língua estrangeira.1. Seguido pelas palavras-chave que serão finalizadas e separadas entre si por ponto final. gravuras. retratos.22 de tópicos.1 Lista de ilustrações Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. seu título e a página que se encontra.5.11. Deve-se evitar o uso de frases negativas. seguido pelas palavras-chave que serão finalizadas e separadas entre si por ponto final.1. 1. deve conter. símbolos.

Não se usa abreviaturas nos títulos e resumos. com indicação da página correspondente. de acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2003b). constando as abreviaturas utilizadas na obra.5. (APÊNDICE – E). São indicadas no sumário as divisões primárias.3 Lista de abreviaturas e siglas As siglas e abreviaturas devem aparecer em ordem alfabética.5. secundárias e terciárias. 1. pois. sendo mencionada quando for figura.5. tabela ou quadro. etc. 1.23 A lista de ilustrações deve especificar o número. por extenso.11. deve estar entre parênteses e ser precedida pelo nome escrito por extenso.1.2 Listas de tabelas Esboça a relação numérica das tabelas na ordem em que aparecem no texto. que localiza e remete para informações contidas no texto.12 Sumário Trata-se da enumeração das principais divisões. porcentagem. seguidas das palavras ou expressões correspondentes.1.1. 12 ml. para evitar problemas na tradução e compreensão dos mesmos. nas demais vezes pode vir apenas à abreviatura ou sigla. (APÊNDICE – G).11. Montagem do sumário: . seções e capítulos. devem ser escritas por extenso: grama. A primeira vez que a uma abreviatura ou sigla aparecer no texto. o índice é uma lista de palavras ou frases. Não se confunde sumário com índice. a legenda e página que se encontra a ilustração. na mesma ordem em que a matéria é apresentada no corpo do trabalho científico. (APÊNDICE – F). 1. mililitro. mas se vierem isoladamente. Unidades de medias e pesos são abreviadas quando vem depois de numerais: 75 g. ordenadas segundo determinado critério.

O sumário é identificado pela palavra SUMÁRIO. A paginação deve ser indicada pela página inicial do capítulo e os indicativos numéricos dos capítulos. preferem-se os objetivos dispostos separadamente. permitindo ao leitor a visão lógica e concisa do trabalho a ser desenvolvido.13 Introdução A introdução dos trabalhos científicos deve expor claramente o problema.5.1. devendo ser informados de forma clara e precisa. Em artigos científicos a serem publicados em periódicos e projetos de pesquisa incluem-se no final da introdução os objetivos do estudo. assim ele não deve incluir os elementos pré-textuais. escrita em letras maiúsculas. Nas monografias.5. não se usa qualquer tipo de sinal após o indicativo de seção ou de seu título. 2003a) de numeração progressiva. mencionando as informações sobre o que se pretende estudar.24 Incluem-se no sumário apenas as partes da publicação que lhe sucedem. 1. Os capítulos e seções devem ser indicados no sumário da mesma forma que figuram no texto. centralizada na página. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar os objetivos: a) que perguntas específicas este estudo procura responder? b) quais hipóteses serão testadas? c) para que? Para quem? . com o mesmo tipo de fonte adotado para as seções primárias do texto. (APÊNDICE – H). Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar uma introdução: a) de que se trata o assunto? b) quais as principais motivações para que ele se desenvolva? Ou como nasceu a idéia de desenvolvê-lo? c) quais os elementos envolvidos neste estudo? 1. demonstrando o conhecimento atual sobre o assunto selecionado.14 Objetivo ou proposição Os objetivos devem ser claros e diretos. seções e outras partes do texto representados no sumário devem ser alinhados à esquerda separando o título por um espaço de acordo a (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.1.

explorar os trabalhos mais clássicos. familiarizar-se. acreditar. interessar. desejar. conhecer. avaliar. resolver. Exemplo de verbos menos precisos: aprender. construir. Procurase responder às seguintes perguntas para elaborar a justificativa: a) porque se pretende estudar o tema ou assunto? b) é importante? c) é necessária? Para a região? Para o estado? Para o país? Para a humanidade? d) há relevância científica.25 d) quais são os objetivos gerais? Os objetivos devem ser elaborados com verbos mais precisos que indicam sentido único de interpretação (MARTINS. estimular. comparar.1. acertar e refletir.16 Revisão de literatura Momento do trabalho científico em que se expõem os trabalhos mais representativos e pertinentes ao assunto. orientar. mas com ordenação lógica de assunto. descrever. propor. ilustrar. ou seja. instrumentalizar. indicar.15 Justificativas Informações que demonstrem a necessidade ou importância do estudo. saber. resumir. relacionar. encaminhar. classificar. compreender.1. escrever. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar a revisão de literatura: a) o que já se conhece do assunto? . fiel ao texto original. interpretar. selecionar.5. motivar. verificar. respeitar. tolerar. valorizar. distinguir. 2000) Exemplo de verbos mais precisos: discutir. As referências devem ser relevantes e expostas em ordem cronológica dentro do assunto. elaborar. integrar. investigar. apreciar. enumerar. capacitar. questionar e qualificar. identificar. captar. 1. pensar. reconhecer. participar. localizar. aumentar. intervir. caracterizar. desfrutar. melhorar. Deve-se obedecer a transcrição indireta e expressar as idéias do autor com as próprias palavras. confeccionar. entender. temer.5. traduzir. formular. social e o interesse para o desenvolvimento do trabalho? 1. conscientizar. passando aos mais recentes. aplicar. assinalar.

1. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar o material e método: a) quando foi feito? (época de execução do trabalho). Este capítulo deve ser elaborado de modo claro.26 b) o que já foi pesquisado? c) como foi pesquisado? d) quando foi pesquisado? e) com que resultados? 1.18 Resultados Representam as interpretações do que foi realizado e obtido. 1.5.1. Neste momento não cabe a discussão!!! 1.1. descrição de técnicas e métodos científicos). simples e objetivo. c) O que se utilizou. gráficos e figuras. os quais são auto-explicativos. com o que se fez? (material empregado ou equipamentos adotados no estudo). as descrições das amostras.5. apoiadas nos resultados ou na revisão de literatura (quando for trabalho de pesquisa bibliográfica).17 Material e métodos Parte do trabalho que expressa o tipo de estudo. A imparcialidade na menção dos resultados e dados obtidos é essencial. de maneira que leitores possam entender e reproduzi-lo futuramente em outro experimento.5. b) onde foi feito? (local de execução do estudo científico). . emprego de questionários.19 Discussão A discussão é considerada uma etapa fundamental ao trabalho científico. Os resultados são descritos por meio de tabelas. Pode-se elaborar uma representação esquemática por meio de diagramas e tabelas que favoreçam o entendimento. o material empregado. d) como foi elaborado? (metodologia. na qual se exploram as idéias centrais da pesquisa.

Devem-se estabelecer relações e associações. 2001) 1.27 Para se redigir uma discussão. Deve-se concluir somente sobre o que foi comprovado e não com base em suposições. faz-se comentários sobre o trabalho. inicia-se explorando o porquê da pesquisa e da metodologia empregada. concernentes à proposição ou objetivo e à metodologia. chegando a considerações lógicas e objetivas. bem como nos resultados colhidos (ESTRELA.1. evoluindo à interpretação dos resultados. pode-se ainda mostrar concordâncias e discordâncias.5. esclarecendo as limitações dos métodos e.20 Conclusão Síntese direta e concisa das confirmações obtidas nos resultados ou na discussão. Neste texto. propor novos métodos e técnicas. mas apoiados na literatura. analisando causas e efeitos. se for pertinente. . SABINO.

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2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS

2.1 Digitação

De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a), os trabalhos acadêmicos devem digitados em papel branco, formato A4 (210 mm x 297 mm), apenas no anverso da folha, exceto folha de rosto que deve conter a ficha catalográfica; usa-se a cor preta para o texto e o colorido para as ilustrações.

2.2 Tipo de letra

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS não se refere ao qual tipo de letra utilizar, no entanto, para padronizar os trabalhos acadêmicos da UNIFENAS, recomenda-se as letras: ARIAL ou TIMES NEW ROMAN.

2.3 Tamanho da letra

A fonte a ser utilizada deve ser tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas, notas de rodapé, paginação, legenda e fonte das ilustrações e tabelas.

2.4 Margens e espaços

Em conformidade com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a), as margens para o trabalho científico devem ser: a) margem superior: 3 cm; b) margem inferior: 2 cm; c) margem direita: 2 cm; d) margem esquerda: 3 cm. O alinhamento da margem direita não é obrigatório, mas é terminantemente proibido o uso de qualquer tipo de tapa-margem, como travessões, barras e hífens para tentar fazer esse alinhamento.

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2.5 Paginação

Os trabalhos científicos têm suas páginas numeradas seqüencialmente, no canto superior direito, em algarismo arábicos, a partir da primeira página de elementos textuais, a 2 cm da borda superior e direita; entretanto todas as páginas são contadas a partir da folha de rosto. Por conclusão, as páginas de elementos pré-textuais são contadas, mas não numeradas. Contendo anexo ou apêndice, suas páginas serão igualmente numeradas de maneira que dêem seqüência à numeração do trabalho. Esses capítulos somente não serão numerados se possuírem estrutura física diferente das páginas textuais.

2.6 Seções do trabalho científico

Todo trabalho científico possui divisões. A primeira divisão, chamada de primária, são os capítulos, como, por exemplo, o sumário, resumos, introdução, revisão de literatura e outros. Cada capítulo poderá ser dividido em seções secundárias, terciárias, quaternárias, respectivamente. Deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária. Cada seção pode ser dividida em alíneas e estas por sua vez são divididas em subalíneas. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, (2003a) recomenda uma seqüência lógica de apresentação e numeração progressiva das seções.

2.6.1 Títulos

Os títulos das seções primárias devem sempre figurarem em páginas novas e estarem distantes a 3 cm da borda superior da página, distantes do texto por dois espaços (1,5), entre linhas, sendo em tamanho 12, letras maiúsculas, em negrito e alinhadas a margem esquerda. Os títulos das secções secundárias, terciárias, etc. ficam na margem esquerda, seguindo a numeração progressiva e separadas do texto que as precede e ou que as sucede por dois espaços (1,5), entre linhas. Os títulos dos elementos textuais devem ser numerados seqüencialmente a partir do número 1, estando alinhados à margem esquerda.

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Os elementos pré-textuais são centralizados e não são numerados: (errata, folha de aprovação, epígrafe, dedicatória, lista de ilustrações, listas de tabelas, listas de abreviaturas e siglas, resumos e sumário) Não se usa pontuação no final dos títulos. A folha de aprovação, a dedicatória e a epígrafe ou pensamento não possuem o título e nem o indicativo numérico. A dedicatória como a epígrafe ou pensamento devem figurar abaixo da metade da página e a direita desta, justificada.

2.6.2 Alíneas

O texto de cada seção pode possuir vários parágrafos e o autor pode utilizar alíneas, representadas por letras minúsculas do alfabeto latino seguidas de parênteses. As alíneas devem apresentar conteúdos pouco extensos. O texto que antecede uma alínea deve terminar em dois pontos; as alíneas devem ser recuadas da margem esquerda, sendo alinhadas pela primeira letra de seu texto. As alíneas são iniciadas por letras minúsculas e pontuadas por ponto-e-vírgula, com exceção da última, que recebe ponto final.

2.6.3 Subalíneas

As alíneas podem ser divididas em subalíneas, cujo texto é antecedido por hífen. As frases das subalíneas são iniciadas por letras minúsculas e são pontuadas por vírgula. A última subalínea recebe o ponto. As subalíneas, a exemplo das alíneas, são alinhadas pela primeira letra do seu texto.

2.6.4 Padrão de letras

Entre o numeral indicativo das seções e o seu respectivo título não se deve pontuar e sim separá-los por meio de UM espaço.

em letras minúsculas sem o negrito.1. são finalizadas em vírgula e a última termina em ponto. As subalíneas são antecedidas por dois pontos. 1.1. tamanho 12. 2 OBJETIVOS preventivos: a) químicos. tamanho 12. São exemplos de métodos As alíneas são antecedidas por dois pontos. em letras minúsculas sem o negrito. 1. 1. dos elementos textuais. a última que termina em ponto. em letras MAIÚSCULAS e NEGRITO.escovação dentária. e são finalizadas em ponto-evírgula.1. REFERÊNCIAS ANEXO Os elementos pós-textuais não recebem o indicativo numérico e são centralizados .1.raspagem dental. .1 Métodos preventivos As seções quinárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda. As subalíneas devem começar com hífen. tamanho 12.31 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS LISTA DE ABREVIATURAS RESUMO ABSTRACT 1 INTRODUÇÃO As seções primárias. tamanho 12.1 Saúde bucal As seções terciárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda. 1. tamanho 12.1.1 Saúde geral As seções secundárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda. devem ser centralizadas e não numeradas. em letras MINÚSCULAS e NEGRITO. dos elementos prétextuais. em letras As seções primárias. tamanho 12. b) mecânicos. em letras minúsculas sem o negrito. são numeradas e alinhadas à margem esquerda.1 Prevenção As seções quaternárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda.1. MAIÚSCULAS e NEGRITO. Os métodos mecânicos podem ser: .

As notas são alinhadas à esquerda e separadas do texto por um traço contínuo de 3 cm e digitadas em espaço simples. Traço 3 cm. prefere-se relacioná-las no fim do trabalho científico e não como notas de rodapé. espaço simples e letra tamanho 10. Não devem ocupar mais que 50% do espaço total da página. 2. Incluem-se informações sobre patrocínios para pesquisa científicas. sem parágrafo. que não devem ser incluídas no texto. Para as referências. comentários e observações. 2. data da publicação e outros dados. Caso ocorra deve-se dividir as informações em duas páginas.8 Parágrafos . caso tenha sido utilizado o sistema numérico para citação. Deve conter o sobrenome do autor. As notas de rodapé são colocadas na parte inferior da página. para não confundir com outra numeração.112-120 A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) recomenda que as remissões para o rodapé sejam feitas através de asteriscos. como bolsas para projetos de pesquisa. b) as notas explicativas relacionam-se as explicações. p. com tamanho 10 de letra. iniciando-se com o número sobrescrito recebida em texto. universidades e outros.32 APÊNDICE GLOSSÁRIO na página. pessoais do autor. Existem dois tipos de notas de rodapé: as de referência e as explicativas. ______________ 1 2 Trabalho apresentado no III SEMIC ARAÚJO. nomes de faculdades. como: volume e página. a) as notas de referências são necessárias para expor as informações sobre as obras citadas no texto.7 Notas de rodapé As notas de rodapé são úteis para fornecer informações adicionais ou esclarecimentos. 1992.

9. nomes de ilustrações e tabelas.9. citações longas. Exceto notas de rodapé. 2. dependentes do tipo de parágrafo a ser adotado. 2. como podemos ver em 2.2 Título das seções Entre as seções secundárias. 2.5 entre as linhas do texto.9. 2. legendas.1 Título do capítulo Como já mencionado. .9. terciárias e outras. permitindo deixar a critério do autor o tipo de parágrafo a ser adotado. bem como do orientador.5 entre linhas.3 Entre as linhas do texto Espaço de 1.5 entre linhas.9 Espacejamento 2. se houverem são separadas de seu texto por dois espaços de 1.4 Entre parágrafos Os parágrafos devem ou não ser separados uns dos outros. deve estar localizado à 3 cm da borda da página e a mesma distância deve ser dada entre o título de capítulo ao seu texto. referências. isto é dois espaços de 1.33 A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a) menciona que a disposição gráfica é de responsabilidade do autor. Duas opções de parágrafos: a) parágrafo tradicional: distante 2 cm da margem esquerda sem deixar espaço duplo entre um parágrafo e outro.8. b) parágrafo moderno: todo o texto alinhado à margem esquerda e o parágrafo marcado por dois espaços entre eles.

81. São alinhadas à margem esquerda do texto.. Exemplo: 34 % f) quando se mencionam números de páginas e volumes. digitadas com espaço simples entre as linhas e separadas entre si. 100 g d) não se inicia frases com numerais. nas referências no final do trabalho separa-se uma da outra por dois espaços simples ou um espaço duplo.. Exemplo: 10 ml. Exemplos: v. 2. obras consultadas ou rodapé Devem ser deixados espaços simples entre as linhas.9. indicar sempre o número cardinal. e) somente se usa o símbolo de % precedido de número cardinal. Exemplo: Serão avaliados oitenta voluntários. c) em unidades padronizadas é obrigatório o número cardinal.. legendas das ilustrações e tabelas. três. 2 p.10 Numerais em textos científicos a) em textos científicos recomenda-se escrever por extenso os numerais de uma palavra e usar algarismos cardinais para números de duas palavras. 27. por espaço duplo. Exemplo: Um.6 As referências bibliográficas NÃO podem ser justificadas. dois. usa-se sempre o número ordinal. no entanto. no entanto. 2.5 Entre as linhas de citações longas. 53 g) quando se referir ao primeiro dia do mês.. Exemplo: primeiro de março.34 2.9. b) a forma por extenso é escrita para indicar quantidades. referências. notas. para os demais dias adotam-se os números cardinais. resumos. . 45...

.. gráficos. os estudos de. h) para horas sempre empregar o número cardinal.. A palavra FIGURA. mas explicativo.. quadros e gráficos. Exemplo: FIGURA 3 – Aspecto microscópico do túbulo dentinário bovino. com exceção de tabelas. f) o título da figura deve ser breve. esquemas. 5 e 6). c) prefere-se sempre abreviar a palavra figura em texto: FIG. localizado abaixo da figura respeitando sua margem. Exemplo: TABELA 2 Não se usa plural e nem ponto depois dos símbolos. gravuras e outros. . desenhos. e) as figuras são numeradas no texto com algarismos arábicos por ordem seqüencial e progressiva.] aspecto interno do túbulo dentinário (FIG. somente o título será em letras minúsculas à exceção da primeira letra da frase.11.1 Figuras a) são consideradas figuras em textos científicos: fotografias. b) as figuras são mencionadas em texto. sempre como figuras. [. não deve ser abreviada e escreve-se em letras maiúsculas. tabelas sempre mencionar por algarismos arábicos. A indicação pode estar integrada ao texto ou entre parênteses no final do parágrafo. 5. Exemplo: 11 h e 53 min 22:30 h i) para indicar figuras. Exemplo: 2 espaço h = 2 h 2. pois eles não são abreviaturas e sim sinais convencionais. g) o número da figura é separado de sua legenda por um hífen. neste momento. Exemplo: De acordo com a FIG. Sempre depois número colocar espaço.11 Ilustrações 2.35 em 29 de março. d) esta abreviatura sempre é utilizada no singular..

. seguido de número a que se refere. Exemplo: FIGURA 2 – Face vestibular do dente 12. devendo conter os dados e informações. data e página de onde se retirou esta figura. 2. constituindo-se por traços. sendo observadas as condições mínimas necessárias (5 x 7 cm) para que seja possível sua reprodução. as páginas devem ser dobradas para que fiquem no tamanho A4. sendo desnecessário recorrer ao texto para compreendê-las.11. geralmente confeccionados com o auxílio de programas eletrônicos (softwares). k) quando as figuras forem localizadas em anexo ou apêndice. São informações como: autor. Segundo ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a). i) as figuras podem ser inseridas no corpo do trabalho ou colocadas como elemento complementar. O título do gráfico deve vir na sua porção inferior e precedido da palavra GRÁFICO. devem ser autoexplicativas. endereços eletrônicos.2 Gráficos Os gráficos são desenhos. e como toda as demais citações devem ser referenciadas no final do trabalho. A menção em texto será pela indicação GRAF. ou seja. abaixo da legenda. entram como apêndices e se forem de autoria de outros autores figuram como anexos. periódicos. em letras maiúsculas. .36 h) toda figura que já tenha sido publicada. j) devem ser inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem. deve conter. quando não for possível. Qualquer figura deverá se restringir às margens e as dimensões das folhas. no entanto. a fonte. pontos e numerados em algarismos arábicos. Caso forem de autoria do próprio autor do texto. extraída de livros. pode-se utilizar outros tamanhos de papéis para inserir figuras maiores (além margem).

2.11. 35. sem abreviações. Para as tabelas apresentadas em apêndice ou anexo apresentá-las: (TAB. com símbolos entre parênteses.3. e) medidas e grandezas devem obedecer à NBR 6029 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.  Série não consecutiva: indicar as datas separadas por barra Exemplo: datas 2001 e 2004 = 2001/2004 Junho de 2005 e julho de 2005 = Jun. b) quando houver necessidade de mencionar datas no título.  Quando for relacionar período de dois anos consecutivos. 2. não devendo abreviá-lo.1 Recomendações para tabelas e quadros a) devem possuir um título conciso. para TABELAS e simplesmente QUADRO.3 Tabelas e quadros De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (1993). c) o quadro e a tabela não devem ser fechados lateralmente e nem se colocam traços horizontais separando os dados numéricos. Exemplo: período de 1998 a 2005 = 1998-2005.2005. citar os anos abreviados Exemplo: 00/01 (referindo ao início em 2000 e término em 2001). APÊNDICE A).11. (m) ou (metro) (t) ou (tonelada) (R$) ou (real) (1000t) ou (1000t) Metro Tonelada Real Indica dados numéricos em toneladas que foram divididos por mil . as tabelas apresentam dados estatísticos.37 As dimensões e disposições dos gráficos são as mesmas já relatadas para as figuras. d) no texto faz-se menção à TAB. APÊNDICE – K. localizado na porção superior. procede-se:  Série consecutiva: indicar data inicial e final separadas por hífen. 2002b) que estabelece:  Os dados numéricos a serem abreviados. enquanto que os quadros contêm informações de texto agrupadas em colunas.2005/Jul.

Prefere-se mencionar apenas as médias numéricas em tabelas.  não se deve deixar nenhuma célula sem informação ou valor numérico. adota-se: .38 (1000R$) ou (1000R$) (%) ou (percentual) (%) ou (por mil) (1/1000) Indica dados numéricos em reais que foram divididos por mil Indica dados numéricos proporcionais a cem Indica dados numéricos proporcionais a mil Indica dados numéricos que foram divididos por 1/1000. Devem ser escritos no mesmo tamanho de letra do título e devem estar centralizado na coluna a que se referem. multiplicados por mil f) as tabelas e quadros devem figurar bem próximas ao texto a que se referem. p. 2. O título da tabela deverá ser grafada em letras minúsculas.11. d) corpo da tabela: as células de uma tabela devem possuir dados numéricos dos resultados verificados. c) coluna indicadora: a primeira coluna a que se indica o conteúdo de cada linha. g) as tabelas devem ser elaboradas preferencialmente em uma única página. de acordo com a convenção internacional e baseado em França e Vasconcellos (2004. A palavra tabela deverá ser escrita em letras maiúsculas e deve ser centralizada tamanho 12.2 Partes de uma tabela e quadro a) legenda: corresponde ao número de ordem da tabela e seu respectivo título. as tabelas pequenas podem ser centralizadas.3. evitando assim grande número de dados repetitivos. ou seja. quando for uma tabela longa aconselha-se dividi-la e quando for mais larga que página pode ser impressa no sentido horizontal. somente em maiúscula a primeira letra da palavra inicial e também centralizado. 106). Exemplo: TABELA 1 Percentual de raízes que acometem os primeiros molares superiores b) cabeçalho: trata-se do conjunto de títulos de cada tabela.

39 Quando o dado não existir quando o dado for rigorosamente zero Z quando não se aplicar dado numérico . mencionar a referência abreviada do documento. -0. Quando os dados anteriores ao símbolo não forem / ou -0. traço simples vertical. e) rodapé: Localizada imediatamente após o fechamento da tabela.. quando não se dispuser de dado .. separando a coluna indicadora das demais e estas entre si. ..   dois traços duplos horizontais limitando superior e inferiormente as tabelas e/ou quadros. caso seja retirado de outras fontes.    traços simples horizontais para separar o cabeçalho. caso uma linha representar soma ou total. caso queira destacar parte do cabeçalho. contém a indicação da fonte e dados necessários para a explicação de algum de seus aspectos. no corpo das tabelas e dos quadros evitar traços verticais para separar as colunas.0 ou –0. É constituído por:  fonte: refere-se aos dados de coleta das informações. usar um ou mais traços verticais paralelos.00 comparáveis aos anteriores quando o dado numérico for igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente negativo quando o dado for omitido para evitar individualização da X informação  para construir tabelas e quadros pode-se adotar a seguinte convenção. destacá-la tipograficamente.

Em conformidade com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). seguidas de um hífen e o respectivo título. mas apenas elementos que vem ilustrar as idéias.2 Apêndices Os apêndices.12.12. Não se trata de uma parte de trabalho. centraliza-se o título do anexo.40  notas: registram observações ou comentários para esclarecer os conteúdos da tabela ou quadro. são elaborados pelo próprio autor do trabalho.1 Anexos Os anexos constituem elementos opcionais e de suporte ao texto. nesse caso. acrescentar alguma outra informação. 2. Exemplos: ANEXO A – Parecer do Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFENAS ANEXO B – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas. na identificação dos anexos. 2. Considera-se anexo quando o material NÃO for elaborado pelo próprio autor. Segundo ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS . Essa identificação pode ser feita numa folha anterior para não interferir na estrutura física do anexo. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Exemplo: ANEXO A – Parecer do Comitê de Ética em Pesquisa da UNICAMP 2.  devem ser expressões em tamanho da letra 10. artigo ou outro material qualquer. textos. considerados material suplementar.12 Anexos e apêndices São documentos complementares do texto científico. quando esgotadas as 26 letras do alfabeto. podendo ser documentos. a identificação dos ANEXOS deve ser realizada com letras maiúsculas e não com números. Devem ser citados no texto para facilitar uma ligação entre as informações adicionais. seguida de hífen e o título.

41 TÉCNICAS (2005a). excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas. na identificação dos apêndices. . quando esgotadas as 26 letras do alfabeto.

dependendo do caso. o qual foi retirado o texto. extraídas de uma outra fonte. p. salivarius” (SWERTS.42 3 CITAÇÕES Descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto. sanguis e S. Exemplos: “A solução associada de própolis e clorexidina possuiu efeito sinérgico sobre a inibição e aderência S. Nas citações diretas deve-se indicar. São utilizadas para sustentar e dar embasamento teórico ao trabalho apresentado. As citações diretas podem ser expressas em citações diretas curtas e citações diretas longas. a página da obra consultada. Exemplo: Swerts (2005. p. S. Exemplos: Swerts (2005) = citação de início de parágrafo (SWERTS. 2001). 36) ou (SWERTS. 47). seguido do sobrenome do autor da obra e página. quando se quer transcrever o que um autor escreveu. deve vir entre aspas duplas. devem ser em letras maiúsculas. a) citação direta curta: quando o trecho transcrito não for superior a 3 linhas. 36). quando estiverem entre parênteses. p. 2002.1 Citação direta É a transcrição literal do texto consultado que reproduz completamente as características da redação original (ESTRELA. p. As citações são expressas indicando-se o último sobrenome do autor principal da obra (letras maiúsculas ou minúsculas). 2005) = citação para o fim do parágrafo 3. As aspas simples são usadas para indicar citação no interior da citação..] de que a locomoção „é a translação do centro de gravidade através do espaço ao longo de uma trajetória que exige o . 229): “[. As citações bibliográficas podem ser DIRETAS (textuais) ou INDIRETAS e podem aparecer no texto e. 2005. seguido do ano de publicação. obrigatoriamente. após o ano de publicação (data). mutans.. em notas de rodapé. SABINO. Segundo Davies (1996. ou seja.

2002). in vitro. As citações indiretas são expressas da seguinte forma: a) quando (o)s nome(s) do(s) autor(es) integram o texto do parágrafo (início ou meio de parágrafo).06% para verificar. seguido de ano de publicação entre parênteses. Exemplo: Baseado nos estudos anteriores. . com tamanho de letra 10 e com espaçamento simples ou 1 entre as linhas de seu texto. De acordo com Estrela e Sabino (2001). mutans. Já para S.06% acrescida de própolis a 0. deve constituir um parágrafo independente e recuado a 4 cm da margem esquerda. os dentes bovinos são mais calibrosos. as soluções de digluconato de clorexidina (Periogard Colgate) e a solução associada diferiram estatisticamente (SWERTS. mas. Exemplo: A aderência de S.43 dispêndio mínimo de energia‟ ou as definições [. salivarius. sanguis foi drasticamente reduzida pelas soluções de digluconato de clorexidina (Periogard Colgate) e solução associada (p>0.2 Citação indireta Indica a reprodução do conteúdo do texto. Com relação ao diâmetro dos túbulos.05). mutans e S. mas expressando idéias e informações.]” b) citação direta longa: quando o trecho transcrito for superior a 3 linhas. sanguis e S. devem figurar em letras maiúsculas entre parênteses. (2000) compararam o número e o diâmetro de túbulos dentinários bovinos quanto à sua similaridade com dentes decíduos humanos. sem transcrever literalmente as palavras do autor do texto. S.. a) citação indireta tipo paráfrase: no qual se expressam as idéias do autor com as palavras próprias.. (APÊNDICE – I) 3. não havendo necessidade de colocar a página de onde o conteúdo foi extraído. salivarius. b) quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) estiverem no fim do parágrafo. Swerts (2002) formulou um composto associado de clorexidina a 0. as citações indiretas podem ser do tipo paráfrase e condensado. o possível efeito sinérgico sobre a inibição e aderência de S. com o(s) nome(s) e data. menciona-se o(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) em letras minúsculas. Exemplo: Schilke et al.

LE GOFF et al.1 Citação de trabalhos de um autor Estes documentos são indicados pelo sobrenome do autor e o ano de publicação.2 Citação de trabalho de dois ou três autores No inicio do parágrafo e meio.3. Exemplos: Koo (2003a). podendo levar a processos infecciosos periodontais (PEREZ et al. Koo (2003c) e assim por diante. os sobrenomes dos autores devem ser ligados pôr e. seguidos do ano de participação. devido à semelhança desse tecido ao tecido dentinário humano. propuseram a utilização in vitro de espécimes bovinos. seguido do ano separado por vírgula. 1993. LOVE et al. SIQUEIRA-JÚNIOR et al. 3. Bassler e Morril (1991) No final de parágrafo a citação deve vir entre parênteses e os nomes dos autores separados por ponto-e-vírgula e com letras maiúsculas.3 Formulando uma citação 3. a diferença entre dentina bovina e humana não foi significativa. início ou meio: Park (2005) Citação para o fim do parágrafo (PARK. são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas após a data e sem espacejamento e em ordem alfabética. 1992. 2000) e endodônticos (SUNDQVIST.1996.... 2005) As citações de diversos documentos de um mesmo autor.. 3.3. publicados em um mesmo ano. b) citação indireta tipo condensado: no qual são sintetizadas as idéias do autor.44 referindo-se ao número. Como conclusão. 1997). Exemplo: Dois autores: Fiorini e Swerts (2004) Exemplo: Três autores: Silverstein. Koo (2003b). . Exemplo: A característica tubular da dentina garante o contato com tecidos adjacentes. Exemplos: Citação no parágrafo.

.3. (2003) Caso o título inicie com artigo (indefinido ou definido). O. ou monossílabo.. Exemplo: Silva. 5).4 Citação de trabalhos de autores anônimos Quando se tratam de obras sem indicação de autoria ou responsabilidade conhecida. Carlos (2005) e Silva. também em maiúsculas. p. São Paulo. acrescentam-se os prenomes por extenso. 2003) Caso persista a coincidência. 3) Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data de edição... Folha de S.. Exemplos: Título: Própolis um antibacteriano bucal Citação: PRÓPOLIS. a citação é feita colocando-se a primeira palavra do título em letras maiúsculas. 2003 e Oliveira. ALVES. seguida de reticências e data entre parênteses.. 3.3. 1999.3 Citação de trabalhos com mais de três autores Citar apenas o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina et al. p.45 Exemplo: Conceitua-se política como um modo de agir com o propósito da obtenção de algo pretendido. 1999. 16 abr. Clóvis (2005) 3. a norma recomenda a entrada da referência pelo título. (2002) ou (KOO et al. 2002) 3. Exemplos: Koo et al.. Citação: (A ROSA..3.5 Citação de documentos cujo autor é uma entidade coletiva . Paulo. Exemplo: Título: A ROSA Prometida. C. p. acrescenta-se as iniciais de seus prenomes. 1999. 5. Exemplo: Oliveira. (OGUSHI. deve incluir na indicação da fonte.

Exemplo: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS. Esta ideia. Jornal Brasileiro de Apicultura. n. mencionar os dados do documento original. Pedro. quando se esgotarem as possibilidades de recuperação do original. Para se promover a citação de citação adota-se: a) citar o sobrenome do autor do documento não consultado.7 Citação de citação Só deve ser usada em último caso. 2005). 3. usa-se a expressão apud .6 Citação de documentos de autoria de órgão da administração direta do governo A citação se inicia pelo nome geográfico do país. Informação da obra original consultada em rodapé: 1 __________________ SOUZA.46 Deve-se citar o nome por extenso acompanhado da sigla na primeira citação em texto. A indicação da fonte de uma citação de citação pode ser apresentada na forma textual ou após a descrição da ideia. estado ou município. a partir daí citar apenas a sigla. 44. 2003) = primeira citação OMS (2003) = segunda citação em diante. v. Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. Posteriormente em nota de rodapé ou na referência.3. DIAS-COSTA. São Paulo. conforme ou segundo. Exemplo: BRASIL (2005) 3. (apud SWERTS. por sua vez. descreve que a própolis possui atividade antimutagênica e antibacteriana.3. Exemplo: Citação de citação no texto científico: Souza1. e o sobrenome do autor do documento que foi realmente consultado. 23. 1997. Ação da própolis sobre bactérias. pode ser expressa como citação direta ou indireta. . Para explicar que o autor da ideia original é citado por um outro autor/obra que se está consultando. seguido da data do documento.“citado por”. p. seguido das expressões apud ou citado por ou segundo. 45-47. Quando não houver sigla citar o nome da entidade por extenso sempre que aparecer.

v. 2005. 45-47. 44. 2001). 2.3. n.1978] = data aproximada 3.8 Citação de obras sem data Deve registrar uma data provável ou aproximada. entre colchetes. 3. São Paulo. acréscimos ou comentários ao texto Quando houver a necessidade de algum comentário adicional à citação. 3. n. Pedro. Exemplos: Aragão [1978?] = data provável Aragão [ca.10 Colocação de interpolações.]” (SWERTS et al. 1997. usam-se reticências entre colchetes.3. Exemplo: “[. v. SWERTS. Jornal Brasileiro de Apicultura. p... Exemplos: SOUZA. Revista Internacional de Periodontia Clínica. de acordo com as normas de referências (ver item elaboração de referências bibliográficas).. 3.. mencione-se no momento oportuno entre colchetes [ ]. p.47 b) quando não se usar esta informação em nota de rodapé. Ação da própolis sobre bactérias. Curitiba. Exemplo: “a solução alcoólica de própolis [solução hidroalcoólica também] pode causar dermatite de contato” (SWERTS et al. 2001). 23. Ana Maria Duarte. DIAS-COSTA. 2.3. devem-se acrescentar duas entradas na listagem de referência: do trabalho original e do trabalho consultado. 45-54..11 Citação de textos em língua estrangeira ..9 Suprimir partes de uma citação Quando se quiser suprimir partes de uma citação em texto. Mário Sérgio Oliveira. Associação de própolis e clorexidina na inibição da aderência de Streptococcus spp.] a solução propólea pode em altas concentrações causar irritação da mucosa bucal [.3.

3. Exemplo: [. v. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002b) Exemplo: “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa. sendo eles: autores.. 2004). a expressão tradução nossa. em nota de rodapé. 1962.] Artigo sobre a avaliação do gel de própolis na dessensibilização dentinária em lesões cervicais não cariosas (em fase de elaboração)1 Em rodapé: _______________ 1 Trabalho de autoria de ALVES.48 Quando houver necessidade de efetuar citação de uma língua estrangeira. traduzindo-a em nota de rodapé. Quando a citação conter texto traduzido pelo autor. É indicada pela expressão “informação verbal” entre parênteses e deve-se mencionar os dados disponíveis em nota de rodapé.” (RAHNER. entre parênteses. 3. 3.3. 463. Mário Sérgio Oliveira. Exemplos: Em texto: A própolis deverá ser uma importante fonte de pesquisa no Brasil nos próximos anos (Informação verbal)1 Em rodapé: _______________ 1 Informe e comunicação repassada no III Encontro Nacional de Apicultores em agosto de 1999..] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado. b) traduzir diretamente no texto e indicar.13 Citação de obras em fase de elaboração Os trabalhos em fase de publicação ou ainda não publicados podem ser citados. Deise Rodrigues. debates. tradução nossa). a língua da obra original (FRANÇA. VASCONCELLOS.3. 3. título. ódio de si mesmo [.14 Bula de remédio . p. deve-se incluir depois da chamada de citação. 2005 (em fase de elaboração).12 Citação de informação oral Pode-se efetuar uma citação de informações colhidas em palestras. têmse duas opções: a) citar na língua original. SWERTS. prevenção. informando apenas os dados disponíveis. da Faculdade de Odontologia da UNIFENAS. revista que tiver aceito e a data. seminários e outros. nome da instituição... 4.

As indicações podem estar alinhadas ao texto ou sobrescrita. entre parênteses.3 Sistema alfa-numérico .2 Sistema alfabético (autor-data) É o sistema também chamada “autor-data”. Exemplos: (SWERTS. seguido do ano da publicação. 3. Exemplos: “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem no final do trabalho” deve constar da listagem no final do trabalho” 1.4. indica-se o nome do autor com a inicial maiúscula com a data de publicação e a página. Exemplo: (RESPRIN.4. c) sistema alfa-numérico.4 Sistema de chamada das citações As citações podem ser expressas em texto por três sistemas: a) sistema numérico. em que figura o sobrenome do autor principal.49 As citações de bulas de remédios são feitas pelo princípio ativo. 2010) = fim de parágrafo Swerts (2010) = no inicio ou meio do parágrafo 3. “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação 3. 1997) ou Resprin (1997) 3. Quando o nome do autor estiver no fim do parágrafo e estiver entre parênteses deverá estar em letras maiúsculas e quando o nome do autor estiver contido na sentença. b) sistema alfabético (autor-data). A indicação pode ser realizada entre parênteses.4. “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem no final do trabalho” (1).1 Sistema numérico Neste sistema é realizada a numeração única e em seqüência por capítulo. ou sem qualquer sinal ou sobrescrita. (1) .

seguido do número da referência. A expressão indica que estava assim mesmo no texto consultado original. podendo ser usada no texto ou em rodapé. CARDOSO. o que dificulta o entendimento e a compreensão por tantas abreviaturas.2 Apud: citado por. 3. (2005) 3.] . conforme ou segundo Essa expressão é usada para expressar uma citação de citação. o mesmo deve ser transcrito com o erro e poderão ser seguidos da expressão latina (sic)..] o valor da educação é um fator [.... Esta seção do manual visa esclarecer o significado e aplicação destas abreviaturas de expressões latinas. 48). Exemplo: Silva1 et al.1 Sic: erros gráficos Quando houver erros gráficos ou qualquer outro erro relacionado ao texto original.5 Recomendações em texto (expressões latinas) É muito comum o uso de expressões latinas abreviadas em texto científicos. p.] (ALVES. sobrescrito e a data de publicação. 2009.] aquelas soluções poderiam ser eficazes neste controle da cárie (sic) [. p.. Exemplos: Segundo o autor (SOUZA.. 350). 1999 apud ABREU.. p. Exemplo: [. 1985. ROSA. 2002. 3. Tal sistema é comumente adotado em revistas científicas (periódicos).5. apud ROCHA.. 31) diz ser “[.50 É uma associação do sistema numérico com o alfabético em que se menciona o sobrenome do autor..]” De acordo com Weber (1992. o planeta Terra [.5..

2004. 2-3 3. 1987. Terra (1985 apud ROMA 2003.5. 1) coloca que “o Brasil e a América Latina tornaram-se pioneiros em educação popular no mundo em parte pelas décadas de exclusão a que a popular foi submetida. 26. 3. 2 Idem. p. 1991.5. Exemplos: _____________ 1 Camões.5 Opus citatum ou Op. Exemplos: _____________ 1 Junqueira. 1999 apud COSTA. referindo-se à obra citada anteriormente. 2000. p. cit. . 45 2 Ibidem. 45-49. p. 55 3 Ibidem.3 Ibidem ou Ibid. 2005. 60) 1 ______________ ALVES. p. Exemplos: _____________ 1 Simões. 45 2 Junqueira. p.: na mesma obra Só é empregado quando se efetuarem várias citações de um mesmo documento. 60 OBS: Sempre que possível é preferível repetir os dados.51 A jornalista Morais (2000 apud FREIRE. p. 2002.: na obra citada É adotada em seguida ao nome do autor. 2004. na mesma página. quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor. 2000. Exemplos: _____________ 1 Junqueira.4 Idem ou Id. p.: do mesmo autor Substitui somente o nome do autor. p. p. 60 3. p. 45.5. 3 Idem. 2004. variando apenas a página das obras. 2004. p. p. 55 3 Junqueira.

loc. 2003. 56.5. 67. Camões op. Pajares Cf nota 5 do capítulo 2 Cf. em várias partes ou passagens (trechos) É usado quando se quer fazer referência a diversas páginas de onde foram retiradas as idéias do autor. p.5. 3 Coimbra. nota 7 .9 Confira ou Cf.5.: confira.. cit. confronte É empregada para fazer referência a trabalhos de outros autores ou a notas do mesmo autor.6 Loco citato ou Loc. PRADO. p.8 Passim: aqui e ali. 23. p.” Exemplos: Alves e Swerts. Exemplos: _____________ Para uma ampla revisão sobre questões metodológicas relativas à pesquisa na área de crenças. 38 3. p.: seguinte ou que se segue É usada quando não se deseja mencionar todas as páginas da obra referenciada. p.52 2 3 Pereira. seguida da expressão “et seq. cit. Exemplos: _____________ 1 Coimbra. 2004. Cf. cit.7 Sequentia ou Et seq. 45-56 passim. 3. 3. 3. 55. 2 Swerts. 1989. 1986. 1988. Indica-se a primeira página. quando houver intercalação de uma ou mais notas de indicação de bibliografia. p.5. 1999. 45 et seq. p. Exemplo: Rocha.: no lugar citado É empregada para mencionar a mesma página de uma obra já citada.

1 Objetivos a) fixar a ordem dos elementos das referências.1 Norma NBR 6023 Especifica os elementos a serem incluídos nas referências. 4. resenhas e outros.3 Elementos essencias e complementares As referências apresentam elementos essenciais e podem estar acrescidas de elementos complementares. b) orientar a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias. já que há grande diversidade de fontes de informação. 4. resumos.2 Conceito de referência Referência é um “conjunto de elementos que permitem a identificação. de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de material” ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002a).1. resenhas e recensões. 4. no todo ou em parte. antecedendo resumos.53 4 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (NORMA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) Segundo a NBR 6023 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. estabelecendo convenções para transcrição e apresentação da informação originada das fontes de informações. 4. As referências também podem ser apresentadas em notas de rodapé. 2002) o termo referência deve ser adotado de forma genérica. bibliográficas e não bibliográficas. texto ou de capítulo. .

São Paulo: Scipione. seguido da expressão et al. ed. sublinhado ou itálico. 5e ed. ponto. Fernando de. Exemplos: INFANTE. (inglês). Curso de gramática aplicada aos textos. 2000. Ulisses. 6 exs. Exemplo: Metodologia científica: no ensino da saúde. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. AKISUE. salvo nomes próprios. Exemplos: SWERTS. b) título da obra: negrito. . vírgula.54 4. c) nome de autor de várias obras referenciadas pode ser substituído por um traço equivalente a seis espaços. seguido de ponto. OLIVEIRA. indicase o primeiro. ______. 2000.3. d) o autor e o título da obra repetido na mesma página podem ser substituído por dois traços equivalente a seis espaços. 1998. 1. ed. ______. em números arábicos sem ordinal e a palavra edição de forma abreviada. Mais de três. Maria Kubota FERRETI. Aloísio Fernandes. 6. Somente a primeira letra do título é maiúscula. Exemplos: COSTA. ______. Gokithi. Farmacognosia. Exemplos: 2. sem grifo. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. Numeral ponto espaço e a palavra abreviada. Mário Sérgio Oliveira. ed. 10nd ed. Quando há subtítulo. ______.1 Elementos essenciais a) autor: SOBRENOME em maiúsculas. 3 v. Observação: um traço supre a autoria individual ou múltipla e outro traço substitui o título. 2001. 2 v. seguido de ponto. 6. 5. Celso João et al.. 3. ed. Quando houver até três autores. (português e espanhol). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. e) edição: indica-se a edição a partir da segunda. separa-se por ponto-e-vírgula. ed. deve ser antecedido de dois pontos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. nome com as iniciais em maiúsculas e ponto. v. 2000. São Paulo: Scipione. (francês). ed. AKISUE. ______.

cita-se ambas. AL: Faltando indicação de local.  faltando indicação de editora. Organização do espaço urbano e Mossoró. ed. e a abreviatura do Estado ou País. Aufl. Quando a edição for revisada e aumentada. Exemplo: Usar COOPMED. 2. FGV (Fundação Getúlio Vargas). Dicionário de lingüística. adota-se a notação [S. ed. rev. 6a ed.]. e aum. MG: Viçosa. Brasília: INL. Não se usa: S. seguindo-se de dois pontos.]: Esam. significa sine nomine. significa sine loco. RN: Viçosa.. Exemplo: JOTA. Zélio dos Santos. g) editora: após o nome da cidade aparece o nome da editora. Exemplo: . anota-se o nome da cidade seguido de vírgula.55 9. Exemplos: Viçosa. ausência de local.]. f) local de publicação: o nome da cidade não pode ser abreviado. Filhos & Irmãos.n.. Ltda.  no caso de duas editoras. Caso existam cidades com o mesmo nome em Estados ou Países diferentes. [S.l. Pode-se abreviar algumas editoras: UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). ausência de editor. Exemplo: 5.l. ao invés de escrever: Cooperativa Editora e de Cultura Médica. Exemplo: FELIPE. a informação deve ser acrescentada de forma abreviada. adota-se a notação [s. A. com seus respectivos locais separando-as por ponto e vírgula. (Italiano). Rio de Janeiro: Presença. 1982. etc.  caso tenha três ou mais editoras cita-se a primeira ou a de maior destaque. 1981. (Alemão). José Lacerda Alves.

sem ponto no milhar. Belo Horizonte: [s.n. Em determinados tipos de documentos. h) data: o ano da publicação deve ser grafado com algarismos arábicos. com a palavra volume abreviada. Tais elementos são retirados do próprio documento. de acordo com o suporte físico. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples. seguido de ponto.56 BELÉM. Aloizio.]. 1964.3.2 Elementos complementares São informações que. acrescentadas aos elementos essenciais. retirada de outras fontes. alguns elementos indicados nesta Norma como complementares podem tornar-se essenciais. 4. b) número de volumes da obra deve ser indicado após a data e o ponto final. procede-se: [1999] = data certa.1 Comentários aos elementos essenciais a) as referências são alinhadas à margem esquerda. utilizam-se outras fontes de informação.3. 2000] = data aproximada [199-] = década certa [198-?] = década provável [19--] = século certo [19--?] = século provável 4.1. i) caso não identifique a data. entre colchetes [1998?] = data provável [ca. Exemplo: 2 v. Exemplo: 2000. permitem melhor caracterização dos documentos. a) adaptador: . Indica-se primeiro o numeral seguido da abreviatura. Perspectiva: métodos dos pontos de distâncias. indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes. Quando isso não for possível.

São Paulo: Cultrix. Poderá fazê-lo. As editoras brasileiras não se atêm a esse conceito. Edward. Tradução e adaptação de Clarisse Madureira Sabóia et al. apresentar as características de organizador de uma obra. Campinas: Papirus. Exemplo: SAPIR. mas será em caráter excepcional. Tradução de Ana Luísa Faria e Miguel Serras Pereira. ordem dos textos e outros. 5. estabelecendo temas. 1969. Seleção. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 6. 1989.). sem. 1991. São Paulo: Cultrix. Mattoso Camara Jr. notas de J. (Dir. Exemplo: BOSI. Rio de Janeiro: Acadêmica. e) diretor ou direção.) Teoria literária: problemas e perspectivas. Lisboa: Dom Quixote. Stela C.) Translation/history/culture: a sourcebook. d) editor: É utilizado para identificar o dono da empresa publicadora. para outra língua. Lingüística como ciência: ensaios. Mark et al. 1992. c) coordenador: Termo relativo ao responsável por uma publicação. no entanto. publicado em uma língua qualquer. não é seguido com rigor pelas editoras. 482 p. . London: Routledge. 182 p. f) tradutor: pessoa que faz a transposição de um texto. tradução. André (Ed. cronologia da entrega dos trabalhos. Exemplo: PICONEZ. ed. ed. 1973.57 Exemplo: VANOYE. 140 p. confundindo-o muitas vezes com organizador.). b) organizador ou compilador: Termo reservado à seleção e preparação de textos. ISBN 97220-1227-4. de um ou vários autores. 1995. Exemplo: LEFREVE. ou profissional que avalia e contrata obras para futura edição. Esse conceito. Bertholo (Coord. que reúne autores diferentes para a realização de um livro. O conto brasileiro contemporâneo. Exemplo: ANGENOT. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Alfredo (Org. no entanto. Francis.

São Paulo: Atlas. ou explicitar alguma palavra utilizada no texto. 2. 1971. . i) atualização e notas: é a realização de emendas a um texto que se encontra ultrapassado em alguns trechos. José Cândido de. CASTRO. Do casamento ao divórcio. h) notas: termo usado para indicar informações postas no rodapé de uma obra para esclarecer alguma passagem obscura. em que expõe o objetivo da obra. O anjo pornográfico: a vida de Nelson Rodrigues.4. Organizada por Ivan Cavalcanti Proença. [1974]. Exemplo: PEREGRINO JÚNIOR. Ruy. Antônio de Souza. Olympio: MEC. 1992. O coronel e o lobisomem. bem como a metodologia e referências utilizadas. Exemplo: CARVALHO. Olympio.4 Modelos de referências bibliográficas 4. Exemplo: LEVENHAGEN. Atualização de Carlos Augusto de Barros Levenhagen. b) dois e três autores. Prefácio de Rachel de Queiroz. Guia para redação e apresentação de teses. Belo Horizonte: COOPMED.58 g) prefácio: texto escrito pelo próprio autor do livro. ed. 4. Seleta. Ainda pode discorrer sobre as dificuldades encontradas. 2002. Notas de Paulo Rónai.  Não confundir PREFÁCIO com APRESENTAÇÃO. São Paulo: Companhia das Letras. ed.1 Livro a) um autor. Rio de Janeiro: J. 2000. no qual é feito por outros autores elaborando comentários sobre a obra. Rio de Janeiro: J. Maria Suzana de Lemos. Exemplos: SOUZA. 13.

Manual para elaboração de referências bibliográficas: a nova NBR 6023: 2000 da ABNT. 490 p. Iberê Luiz. 4. João Bosco. Exemplo: MEDEIROS. Rio de Janeiro. 1997. Oclusão. 2001. 1986. seguidos de espaço. enceramento e escultura dental. faz-se entrada pelo título da obra. c) mais de três autores.4. São Paulo: Atlas.2 Autor entidade Quando o autor for entidade cita-se todo o nome da entidade em letras maiúsculas. 4. São Paulo: Harbra. Exemplo: O OLHAR e o ficar: a busca do paraíso. São Paulo: Pinacoteca do Estado. 1994. NBR 14724: informações e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. OKUNO. Exemplo: NUNES. colocando somente a primeira palavra do título em letras maiúsculas. 2005. Luiz de Jesus et al. Exemplos: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE – OMS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . ANDRADE.4. Maria Margarida de. Neste caso faz-se a entrada pela primeira palavra do título da obra em caixa alta. CALDAS. Não se usa o termo anônimo para substituir o nome do autor desconhecido. São Paulo: Pancast.3 Autoria desconhecida Na impossibilidade de se identificar o autor. Física para ciências biológicas e biomédicas.59 Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula. podendo ser seguido pela sigla separada por traço. Cecil. CHOW. Emico.ABNT. .

Solange. cap. construa a referência com ele abreviado. Unidade de composição do texto: o parágrafo.4. Qualidade de vida rural. MEDEIROS. São Paulo: Artes Médicas. Exemplos: PAPINI. João Bosco. Maria Margarida de. substitua o nome do autor(es) do capítulo por um traço equivalente a seis espaços. No entanto. SWERTS. Sendo mostrado abreviado. J. João Bosco Oliveira Ribeiro. sem grifo). Exemplo: Alceu Amoroso Lima (nome). registra-se o que consta na obra. João Bosco ou MEDEIROS. 5. . na qual pode-se mencionar o nome abreviado antecedido pelo sobrenome em maiúsculas. 2009. 2004. Tristão de Athayde (pseudônimo).4. Exemplo: João Bosco de Medeiros poderá ser referenciado: MEDEIROS. Exemplo: SILVA. ou seja. aparecendo todo o nome do autor. ANDRADE. caso seja o mesmo para o capítulo. São Paulo: Atlas. Lana Ermelinda da Silva dos. Não se repete o nome do autor. No final. p. 13. título e subtítulo (caso houver. a norma flexibiliza sua padronização. b) caso o autor utilize um pseudônimo.5 Capítulo de livro Para referenciar capítulos de livros. indicam-se o capítulo e as páginas. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. Saúde Bucal. cap. Creche e Pré-Escola: uma abordagem de saúde. In: SANTOS.13. 2. Comunicação em língua portuguesa.153-158. 4.4 Comentários aos modelos a) os nomes dos autores devem figurar nas referências como são descritos nas obras originais. menciona-se ele todo. neste caso. In: ______.60 4. 2000. seguida da expressão “In:” e da referência completa da obra. In: ______. São Paulo: Atheneu. faz-se a indicação do(s) autor(es) do capítulo do livro. 205-231. ed. B. cap. 59-62. p. p. Mário Sérgio Oliveira.

302. indicar: não paginado.4. E x e m p l o s: 22 p. xx p. como capítulos. Título do trabalho.. dissertações e teses Segue-se o modelo: SOBRENOME. 3 v. (quando há uma parte inicial em algarismos romanos e continua em arábicos). (para obra paginada com algarismos arábicos). A descrição física refere-se ao número de páginas. dissertação e tese. 112 f. 2003..1 (quando se referencia apenas um volume da coleção) p. Rio de Janeiro. quando se faz a impressão no anverso e verso e número de folhas. Averiguar que a norma exige colocar logo após a data. (quando há uma parte no final da obra numerada com algarismos romanos).. (para os trabalhos acadêmicos que comumente são escritos apenas no anverso da página). o número de páginas ou folhas de uma monografia. 181 f. 3 v.. quando a impressão for somente no anverso. ou seja em um dos lados da folha.6 Monografias. clorexidina e associação de ambas na desinfecção de túbulos dentinários (in vitro) e seus efeitos nos microrganismos da saliva em humanos. em 2 (quando o número de volumes bibliográficos difere do número de volumes físicos). deve-se indicar: paginação irregular. Tese (Doutorado em Odontologia) – Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Exemplo: SWERTS. Entende-se por páginas. não sendo paginado. .. ix 137 p. 121-130 (quando se referencia parte de uma obra. Local. Quando o documento tiver paginação irregular. Mário Sérgio Oliveira. 2010). Tese (Doutorado em Odontologia) – Faculdade. Número de folhas ou páginas.. Data. da Universidade.. Nome.61 4. Avaliação de soluções de própolis. v. (quando se referencia uma coleção composta de mais de um volume). por exemplo). folhas ou volumes do documento que deve ser anotado da forma que aparece na obra (FRANÇA et al.

caderno ou parte do jornal e número(s) da página(s). Título do artigo: subtítulo (se houver).7 Artigo de revista não científica Baseia-se no modelo: SOBRENOME.10 Artigo de jornal sem autoria Conforme o modelo: TITULO com a primeira palavra em maiúsculas. 1. abr. 34. Título da publicação. Exemplo: SWERTS.4. Título do artigo ou da matéria: subtítulo (se houver). local de publicação. período. 23 jul.62 4. 4. Data de publicação. v. 8 mar. Enfoque atual sobre periodontite pré-pubertal. 4. 40-44. n. Como se forma um bom aluno.8 Artigo de revista científica De acordo com o modelo: SOBRENOME. mês e ano). Nome (se houver). local da publicação./jun. 74-82. 616. 2004. A economia brasileira. Nome. local de publicação. p. . n. fascículo ou número.4. Seção. data de publicação (dia. Título do jornal. numeração do volume. São Paulo. Gazeta Mercantil. 2010.1. Revista Internacional de Periodontia Clínica. data de publicação (dia. Mário Sérgio Oliveira. Exemplo: GUIMARÃES. Sonia Groisman. Eduardo H. Local da publicação. Curitiba. Título do artigo: subtítulo (se houver). Camila. Nome. paginação inicial e final do artigo. fascículo ou número. período. São Paulo. 1994. caderno ou parte do jornal e página inicial e final. paginação inicial e final do artigo. mês e ano).9 Artigo de jornal assinado Segue o modelo: SOBRENOME. HARARI. p. Título da publicação. Exemplo: SIMONEL. numeração do volume. p. Data de publicação. Caderno A. 4.4. Revista Época. Seção.4. Título do jornal.

Exemplo: SWERTS. 15. 3. tópico temático.4. supl. A parte do título que repetir o nome do evento deverá ser substituído por reticências. etc. Nome. Mário Sérgio Oliveira et al.4. Anais. 4.). local.12 Resumo de congresso publicado em revista científica Exemplo: SWERTS. Águas de Lindóia: SBPQO.63 Exemplo: HISTÓRIA da corrupção no Brasil. São Paulo. Associação de clorexidina e própolis atuando na inibição da aderência de Streptococcus spp. Bula de remédio. editora. 18. Bastos. Águas de Lindóia. Folha de S. 4. 1997. Responsável técnico: Delosmar R.. Associação de clorexidina e própolis atuando na inibição da aderência de Streptococcus spp.. 80-83. seguido da expressão “In:”. p. Paulo. atas. Título do artigo: subtítulo (se houver). ano e local da realização. Caderno 4. título do documento (anais.4. v. Brazilian Oral Research. p. data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. São José dos Campos: Johnson & Johnson. . In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PESQUISA ODONTOLÓGICA. 1997. título do evento em maiúscula.11 Resumo de trabalho apresentado em evento Prefere-se o modelo: SOBRENOME. São Paulo. p. Mário Sérgio Oliveira et al. 2001. 23 mar. 2001. 82-89 4.. 2001.13 Bula de remédio Exemplo: RESPRIN: comprimidos. número do evento (se houver)..

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1 CD-ROM. 4. Joelmir. Exemplos: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIFENAS. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIFENAS.5. Alfenas.65 BETING. Cristiane de Oliveira. O estado de S. 1998. 2004. Acesso em: 24 abr. 27 nov. Disponível em: <http://www.diariodonordeste. 2. 2003. 3.5. 2001. 2001.estado. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.2 CD-ROM a) evento.html>. Anais. set.. 1 CD-ROM MICROSOFT office 2000 professional. Acesso em: 28 nov. 9 mar.ibict. Alfenas(MG): UNIFENAS. Fortaleza. 1998. Diário do Nordeste Online.. Exemplo: ARRANJO tributário.pesquisa. Anais.. 2. d) matéria de jornal sem autoria determinada. 1 CD-ROM. Alfenas: UNIFENAS. Mário Sérgio Oliveira. 2003. 2010. SWERTS. Acesso em: 05 abr. Cátia Aline. . Volta por cima.unifenas. 2001.com. Disponível em: <http://www. [S.. INSTITUTO BRASILEIRO DE BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO CIÊNCIA EM TECNOLOGIA. Alfenas.com. SILVA. Disponível em: <http://www. Alfenas: Unifenas. 2004.br>. A equipe hospitalar na orientação de mães de recém-nascidos portadores de malformações crânio faciais.3 Banco de dados Exemplos: FÓRUM de pesquisa: banco de dados de pesquisa científica.. Anais eletrônicos. 2003.br>. Acesso em: 24 nov.com. Exemplo: MACHADO. Disponível em: <http://www.br>. Avaliação do conhecimento popular sobre saúde bucal.br/editoriais/2001/03/09/eco812. Maria Santos.]: Microsoft Corporation. Exemplo: CABRAL. 2000. Acesso em: 9 mar. 2004. Disponível em: <http://www. Paulo.l.br/PESQUISA/semic/iiisemic/anais/trab/ Enfermagem/resumos/enf3. b) trabalho apresentado em evento. 4.PDF>. e) trabalho de congresso. São Paulo..

2010. 4. Assunto da mensagem.br> Acesso em: 22 maio 1998. Disponível em: <bib_virtual@ibict. Disponível em: <http://bases.5.5. 182) AUTOR DA MENSAGEM. Disponível em: <Evangelicos-l@summer.grupos.swerts@unifenas. 2010. Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento.br. . Biblioteca Virtual em Saúde. Acesso em: 05 abr.COMUT-on-line. BIBLIOTECA REGIONAL DE MEDICINA.exe /iah/online/>.. Disponível em: <listserver@ibict. BRAGA. Pelo caráter informal e efêmero dessas mensagens. 2010.com.ibict. p.com.br/group/acupunturapestalozzi >. Bibliografia brasileira de odontologia. Acesso em: 06 abr.br>. Acesso em: 20 maio 2003. 2010. Re: Grupo de Pesquisa. 2004. ACUPUNTURA. 2010. Acesso em: 05 abr. Disponível em: <http://www.ibict. 4.5. 2001.br>. em 8 set. Acesso em: 05 abr. [mensagem pessoal] Mensagem recebida por mariosergio.bireme. recomenda-se colocá-las apenas em nota de rodapé (FRANÇA et al.br>. BIBLIOTECAS virtuais. Lista de discussão mantida pelo IBICT para a discussão do Programa Comut. 2001. INSTITUTO BRASILEIRO DE BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO CIÊNCIA EM TECNOLOGIA.br/bibliotecas>.com. e-mail (mensagem pessoal) Comunicações pessoais (inclusive e-mails) não fazem parte da lista de referências. Deus não se agradou dele e de sua oferta. [mensagem pessoal]. Acesso em: 16 jun. dia mês e ano. Sonia Groisman. Exemplos: HARARI. Acesso em: 4 jun. exceto quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o tema em questão. Disponível em: <http://www.br >.br/cgi-bin/wxislind.66 BIBLIOTECAS Virtuais Temáticas.4 Lista de discussão Exemplos: DISCUSSÃO sobre apicultura. Disponível em: <apicultura@grupos. Disponível em: <http://prossiga. Hudson.

son.ambiente. Mensagem recebida por: <biblioteca.gov.br> em 26 out.5. 2010. Betamax.divinopolis@unifenas. 2. 2000.5.sp. Entendendo o meio ambiente: tratados e organizações internacionais sobre o meio ambiente. b) mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal. leg. Mariana Bezerra. São Paulo: SMA/CEAM.br/EA/adm/ admarqs/juquinha. Produção de Jean-Jaques Annaud. Legendado. fita de vídeo: VHS. Exemplo: NOME da rosa. – versão original-. José augusto. son. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora. 4. CAMARGO. v.67 VIANNA.br> em 06 abr. 1999. 2004. não sendo recomendadas como fonte técnica ou científica de pesquisa. Catalogação de materiais especiais. Exemplo: . Ntsc.br/EA/publicacoes/material_ publica_din3. desaparecem rapidamente. Disponível em: <http://homologa. local. Secretaria do Meio Ambiente.6 Fitas e filmes de vídeo Modelo: Título principal e subtítulo (se houver). 1 Videocassete (130 min. – legendado e duração. 4. Port.. 2010. Mensagem recebida por: <hrcunha@uol. 28p. 11v.sp. [mensagem pessoal]. produtora.5.asp?cod_biblioteca=49> Acesso em: 19 abr. 1986. ed. ed. roteiristas e outros).pdf>. São Paulo. SOUZA. créditos (diretor. a) fita de videocassete. 35mm.com.ambiente. color.gov. – colorido -. a) a abreviatura Re (reply) indica que se trata de reposta à mensagem. Márcia Milton. 2010. Disponível em: < http://homologa. produtor. o. elenco relevante. Acesso em: 19 abr.): VHS. data especificação do suporte em unidades físicas (p&b – preto e branco – ou color. s8 ou super 8. Juquinha o lixo da história. De bem com a vida. bitola – 16mm.1 Livro eletrônico Exemplos: SÃO PAULO (Estado). ou sonoro/mudo. em notas especiais. interpessoal e efêmero. realizador. 2. [mensagem pessoal].

(Coleção Caras. Nino Manfredi. son. Intérpretes: Charles Chaplin. Intérpretes: Vittorio Gassman. gravadora (ou equivalente). Participação especial de Marcello Mastroianni. color. color. p&b. 1 DVD (101 min). 1 DVD (87 min). son. Stefano Satta Flores. História de Tom Mathews. Roteiro: Tom Matthews. b) filme de longa metragem. Agenori Incrocci e Furio Scarpelli. 4. e numeração dentro da série.68 NÓS que nos amávamos tanto. título e subtítulo. local. Intérpretes: Leonardo DiCaprio. Exemplos: LUZES da cidade. por exemplo). data. [1977]. Música: Thomas Newman. especificação do suporte em características físicas (velocidade rpm – rotações por minuto). cd e fitas cassetes Modelo: SOBRENOME e Prenome do compositor (ou intérprete).. Intérpretes: Dustin Hoffman. Manaus: Videolar. 1975. John Travolta. Grandes Filmes em DVD). Escrito por Charles Chaplin. Viçosa: Centro de Promoções Técnicas.. Direção: Charles Chaplin. diretor artístico. c) filme de longa metragem em DVD. Stefania Sandrelli. [1996?]. Direção: Jershon Morais. Podemse acrescentar outros dados (título da série. Produção: Flashstar Home Video. 1931.7 Discos (long play). Produção: Arnold Kopelson. número de canais (estéreo ou estereofônico/mono ou monofônico). Produzido no Pólo Industrial de Manaus. [S. Lorraine Branco. 1983. outras indicações de responsabilidade (entrevistadores.. quando existir. ou polegadas) e duração. . 35 mm. Eric Willians.). etc. Trilha sonora disponível pela Varèse Saraband. dimensões (pol. VHS. . 1 videocassete. Roteiro: Ettore Scola. Exemplos: TECNOLOGIA de aplicação de defensivos agrícolas: módulo 1. O QUARTO poder. son. Mark Wahlberg. São Paulo: CERAVI. 1995. Harry Myers. DIÁRIO de um adolescente. Direção: Ettore Scola. Produção de Jorge Ramos de Andrade.5. Serviço de gravação executado no Laboratório Videolar Multimídia Ltda. Produzido por Continental Home Video.l. Aldo Fabrizi.] : Warner Home Video do Brasil. 1 DVD (115 min). Virginia Cherrill. Anne Kopelson. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Bruno Kirby. Itália. son. 1998. VHS.. 1 fita de vídeo (52 min). color. produtor. Florence Lee. 1 fita (136 min). color. Frederico Fellini e Vittorio De Sica.

Chico Buarque. Zeca. 1 CD. Exemplos: TEIXEIRA. estéreo. [jan. Perfil. Halpern Sounds. L. liberdade de escolha. Mendonça. estéreo. O cio da terra. 3 ¾ pps. 12 pol. romantismo. In:_____. op. Journey to dawn. 3 3/4 pps. Exemplos: BALEIRO. 1 CD (67 min). 1995. São Paulo: Som Livre. 1 cassete sonoro (60min). Belmiro: depoimento [25 jan. M. antropologia. 1 videocassete (30 min). 1990. pesquisas. São Bernardo do Campo: EMI-Odeon. Projeto: André Werneck. faixa 1. 2003. cultura: Universidade. Ludwig van Beethoven. Assis: Seção de Audiovisual. BEETHOVEN. São Paulo: Fundação Campos Júnior. Exemplos: CHICO BUARQUE. [ca. 1 cassete son. 2 fitas cassetes (120 min). Direção artística: Mazola.. duração 5:12 min.69 a) long play. estéreo. Lado 1. estéreo. estéreo. Faculdade de Ciências e Letras. d) entrevista gravada. 1988]. 1 fita cassete (25 min).. 33 1/3 rpm. 3 ¾ pps. V. Guarulhos: EMI. C.3 in C major. (90 min. Lado B. estéreo. [Compositores]. Lado 2. Chico Buarque. 1 disco sonoro (36 min). NASCIMENTO.3. c) fita cassete (áudio). Entrevistadora: Júlia Franklin. [Compositor]. Milton Nascimento. . In: _____. p 1984. colonização. Milton. NASCIMENTO. faixa 1 (3 min 33 s). PANTANAL. 1988. p1979. A. 33 1/3 rpm. Projeto gráfico: Marciso (Pena) Carvalho. Direção Artística: Roland Young. ELTZ. São Paulo: Caras. Milton. SOUZA. Entrevistador: F. 1978.1995]. Literatura. São Paulo: Polygran. 1990]. 1 cassete sonoro (60 min).M. Exemplos: SUDESTE: nosso país.2 n. 1986. Beethoven piano sonatas. son. FERREIRA. b) CD. M. 1 disco sonoro (45 min). M. São Paulo [s. UNESP. Sonata n. A.]. (Coleção Brasil Cultural). 3 3/4 pps.n. VHS. Rio de Janeiro: Polygram.): estéreo. 12 pol. classicismo e literatura.

Programa Jornalístico. São Paulo: Geomapas.. 4. data da apresentação do programa. 1 atlas (705p. son. Rio de Janeiro: Rede Globo. SER ou não Ser? Fantástico.000. 1 mapa color. Nota especificando o tipo de programa (rádio ou TV). Realidade social. Viviane. L. São Paulo: TV Cultura. Rio de Janeiro: Rede Globo. Fantástico. 4.). Assis: Centro de Documentação e Apoio a Pesquisa – CEDAP. Colônia riograndense: colonos. VHS.000. 1985]. 1 cassete sonoro (60 min).8 Programa de televisão e rádio Segue padrão TEMA. [jan. didático. Exemplos: MOSE. acrescentando-se informações técnicas sobre escalas e outras especificações. L. W. capitalismo. Nome do programa. 1986. duração 1:58 min. C. política e constituição. Entrevistador: J.. 1 videocassete (30 min).70 PRESTES. UNESP. 1986]. 69 mapas (alguns color. 2010. 2009. BRASIL físico.000. revolução. Faculdade de Ciências e Letras.6 Mapas e cartas topográficas As referências obedecem aos padrões indicados para os documentos monográficos. 1 mapa p&b. [out. REPÓRTERES chegam perto do vulcão na Islândia. 1982. 88x 120 cm. 1960. Exemplos: ATLAS do Brasil: geral e regional. 25 jun. . Felix. Escala: 1:100. 19 abr. Programa Roda Viva. 120 cm. cidade: nome da emissora de TV ou de rádio.). Programa Jornalístico.5. Escala: 1: 5. São Paulo: Michlany. 1958. Rio de Janeiro: IBGE. alemães de Maracaí e Cruzália. MAPA múndi: político. MARK.

v. podem ser acrescentados para melhor identificação do material. lâminas. Baile na roça.5 cm x 39. 97 cm x 134 cm. Ética. entre colchetes). Havendo mais dados. Exemplo: FRIMOR: Feira Nacional da Cebola: Rio Maior de 1 a 5 de setembro de 2001. C. slides. Mário Sérgio Oliveira. xilograf. Cena de casamento de Leonor de Moraes Barros e Antonio Carlos Coelho Rodrigues. pinturas.5 cm. Titulo (quando não existir. 2001.. radiografias e outros. c) pintura a óleo. 45 slides originais. Coleção particular. Coleção Carlos Eugênio Marcondes de Moura no acervo iconográfico do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Slides gerados a partir do software PowerPoint. R. Mulheres 1. 2001. fotos. 13 slides. 1 Cartaz. . 49. [Variações anatômicas dentais]. Exemplo: ELOY. Data. Especificação do suporte. J. transparências. C. 2004. 1915. 1924. desenhos. Exemplo: CARPANEZZI. gravuras. postais. 1 fotografia. d) cartaz. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Geralmente seguem o mesmo padrão: AUTOR. gelatina 12 cm x 17 cm.7 Material iconográfico Compreende-se por material iconográfico. atribuir um ou indicar sem título. J.. Rio Maior: Idimark Publicidade e Marketing. Mulheres 1. ética médica e bioética. Goldim. b) gravuras. color. 1972. e) fotografia em papel. Coleção particular. Exemplos: SWERTS. 1 original de arte. 1). óleo sobre tela.71 4. color. 1 gravura. a) slides. Exemplo: PORTINARI.

1 folder. Antônio. S. A.72 f) folder. Ouro Preto. 2010. MG. g) folheto. 1 instalação com 6 telas medindo aproximadamente 1. Guarulhos: Quaker do Brasil.00 x 0. 8 f. TIRAPELI. Exemplos: PEREIRA. podem ser acrescentados para melhor identificação do material. 2010. 1 Rótulo. Lavras: PML. M. objetos de museu. . Especificação do objeto. Titulo (quando não existir. [199-]. 1 Rótulo. folder. 1 folder. fósseis. Belo Horizonte: EMBRAPA. Técnica: acrílico sobre tela. 1. Brasil. Jaboticabal: Faculdade de Medicina Veterinária e Agronomia de Jaboticabal. PROGRAMA municipal de combate a dengue. Exemplo: DIAS. entre colchetes). Monumento Religioso. TIRE a dengue de campo. TODDY instantâneo: alimento achocolatado em pó. L. Édipo. Exemplo: BEZERRA. 4. Coleção Acervo do Museu de Arte Contemporânea – Universidade de São Paulo. dobradiças. 2010. Matriz de Nossa Senhora da Conceição. h) rótulo. Campo Belo: PMCB.8 Documento tridimensional São as esculturas. 1727-1760. entre outros. 2010. Gabiroba: mudas frutíferas. 2008. Seguem o modelo: AUTOR.90 m. 1988. Exemplos: ÁGUA mineral natural sem gás. Indicadores de saúde animal. Juatuba. maquetes. Data. Havendo mais dados. P. atribuir um ou indicar sem título. Fonte Roda D‟ água.

.... 4. Emenda constitucional nº.. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. 168 p. jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais) e tais documentos são publicados em livros e periódicos.9. .....9 Documento jurídico 1 São considerados a legislação...1 Documento jurídico impresso 4. Título da publicação. alterando e inserindo parágrafos.. ANDRADE. e dá outras providências.9... Constituição (1988). ed.....226 de 04 de setembro de 2001.. Exemplo: BRASIL. editora.452. Manual de Elaboração de Referências Bibliográficas: a nova NBR 6023 da ABNT... Medida Provisória n ..... Maria Margarida.... Dá nova redação ao art.. 1 Esta seção foi baseada na publicação de MEDEIROS. n.1. Constituição (ano de promulgação)..1 Constituição Federal Segue padrão: NOME DO PAÍS. razão pela qual não haveria necessidade em ocupar-se de uma seção especial para esse tipo de referência.. Organização do texto por Juarez de Oliveira.. da Constituição Federal.......... ano. Descrição física.9. Título: subtítulo... Dados da publicação (local... 4.. São Paulo: Saraiva.. 4.. v..1. São Paulo: Atlas. e à Lei no 9..3 Medida provisória Segue o padrão: BRASIL. Data.... p. de 10 de julho de 1997. João Bosco. de 1º de maio de 1943... Justiça do Trabalho: Doutrina...2 Emenda constitucional Segue o padrão: BRASIL. aprovada pelo Decreto-Lei no 5. 1990...9.. Local.... Acresce dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho. Medida provisória n.... Data....1..73 4.. data.469. 4.... ano)... (Série ou Coleção).. Estabelece. Notas. (Série Legislação Brasileira). Exemplo: BRASIL... Constituição (1988).2. Cidade de publicação: Editora. 2001..

9. jan. Dispõe sobre o impedimento no artigo 23 da Lei Complementar 108. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. Ano 29. 425-426.. São Paulo. 710.. de 26 de junho de 2003.324.. Porto Alegre . p.. v. v.1.. Senado. Exemplos: BRASIL. n. Decreto n. de 4 de janeiro de 1984. Congresso. São Paulo... 1984. de 20 . 4 Decreto Segue o padrão: BRASIL.... 4.271. BRASIL.. Título da publicação.9.. 4.5 Resolução Segue o padrão: BRASIL. SÃO PAULO. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional.1..... Declara de utilidade pública a entidade que específica. Institui e dá outras providências. 111. Dados da Publicação./mar. Exemplos: CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal.. Resolução n. v.. 2003.148. p. Diário Oficial do Estado de São Paulo. Legislação. Resolução n. São Paulo. p.6 Leis Segue padrão: . out. de 30 de novembro de 2001. Dados da publicação.. Autoriza . n. Aprova as instruções para escolha dos delegados-eleitores. 311-312.... São Paulo. 1 dez. n./dez. 46. data.74 Jurisprudência. Decreto n .1. Ministério da Previdência Social. Sentenças e Tabelas. 4. 89. de 29 de maio de 2001 e dá outras providências. out.. (Estado).9.. p.. 3-4. v... Lex: coletânea de legislação e jurisprudência... 2001. 214 . 1984. 1. 2001. Revista de Direito do Trabalho. de 2 de março de 1984. 48... 18.. Decreto n. Seção 1. p. jan... 112.... 89. 48. Resolução 4. 227./mar..

. data..... Apelado: Cibrasa Indústria e Comércio de Tabacos. Revista dos Tribunais... Notas. data..... 4.... .. da .. Superior Tribunal de Justiça... ano. Título do periódico... Tribunal de Justiça.... São Paulo.. n.... Philip Morris do Brasil e Souza Cruz. Leo Lima..... Apelante:.. data. ... v. 2003. Torna obrigatória a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. p.. local.70006270508. Apelação civil n. Habeas corpus n .. abr. Ano 5... volume... Rio de Janeiro.. Ano 93..... de . 669-672.2 Jurisprudência (decisões judiciais) 4..... v... Apelado:..... p.... 60..9... 4......9...2 Habeas corpus Segue o padrão: BRASIL.... data (dia.. 2004... . DF... Título do periódico.. Exemplo: BRASIL... .... Processual Penal. out. mês e ano) por extenso... ano... Impetração suscitando nulidade do processo perante o tribunal que já apreciou a matéria em âmbito de apelação inadmissibilidade – circunstância que torna a corte de justiça. v.. Responsabilidade civil......... Revista Trimestral de Direito Civil.137-149.....9...... Habeas-corpus. n...... ESTADO ou MUNICÍPIO....... 1996. Local.. 2004.2.. Cidade de publicação.. Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de ....... v. Região . Tribunal Regional Federal. São Paulo. Descrição da Lei ou decreto..... p....75 NOME DO PAÍS..... p. São Paulo..........273..... Porto Alegre. Exemplo: SERGIPE.... Relator: .. Lei n... Tribunal de Justiça. (Estado) ou (Cidade) se homônimos.. dano material e moral........ p. 18 set..2...... 9... 1260...... Lei ou Decreto nº..... uso de cigarros. Apelante: Adelar Brando.. Relator: Dês.... p.. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência... de . de 3 de maio de 1996. Título da publicação: subtítulo.. n.1 Apelação cível Segue o padrão: BRASIL... 828.. (Série ou Coleção)....18... Brasília. Apelação cível n ...../jun... Exemplo: RIO GRANDE DO SUL... maio/jun.

.. p. 4...... DJ.. data.... Superior Tribunal de Justiça..76 4.. Apelante: .. 4..... v. Tribunal Regional Federal.9.... v. pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém. Exemplo: BRASIL. Manoela da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro...... Região .. Local...... Lex: coletânea de legislação e jurisprudência... Título da publicação... Não é admissível por ato administrativo restringir.2.9. Superior Tribunal de Justiça.... Tribunal Regional Federal. Cabe a citação por edital em ação moratória.... 54... Seção 1... 1990. 13 de maio 2004... data. 5.... p.2. Súmula n . Recurso Especial nº.9... Relator: Ministro Barros Monteiro.... data..... Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida. permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor.RJ.. Apelada: .4 Recurso especial Segue o padrão BRASIL. Súmula n.. Exemplo: BRASIL.. 282.... Inexistência.... 4..2. p. Nome do periódico.. Seção..9. Brasília. Local.. São Paulo.. data.6 Enunciados Segue o padrão: ...2.. local. Ocorrência.... de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda. jan.. local. n. data.... Local.3 Súmula Segue o padrão: BRASIL. Coisa Julgada. Ação rescisória julgada improcedente. Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo.... p...... Relator: .. p...5 Acórdão especial Segue o padrão: BRASIL. Relator:.. n...... Suplemento Tribunal Federal. 75 .... Nome do periódico... n. Ação de Consignação em pagamento não decidiu sobre o domínio e não poderia fazê-lo..... ademais..... Acórdão em ação rescisória n.. 7-14. 201... v.. Região . Diário de Justiça da União.. Acórdão Especial n ... 20 novembro de 1989.

. Constituição (ano de promulgação). São Paulo./mar. 60. 4.3. 1984. Acesso em: dia mês abreviado ano. São Paulo... Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. 4. 4.. São Paulo. Parecer normativo. São Paulo. Enunciado n . Ano 6. jan. 4.. 11.2.. 1996... 2003. Portaria n. 2.9. 6. HARADA.9./mar. de 23 de março de 1984. n...9. ano. Relator: Ernani Garcia dos Santos. 48. Secretaria da Receita Federal. 1.9 Portaria BRASIL. p. 2004.9. Loteamento em execução: critério para lançamento do ITU.. (Série ou Coleção). Título: subtítulo.2.. Degradação ambiental. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. Cidade de publicação: Editora.3 Documento jurídico on-line Segue padrão NOME DO PAÍS.. p... Revista do Instituto dos Advogados de São Paulo. Kiyoshi. Secretaria da Receita Federal. Ano 9. 742-743.8 Parecer Exemplos: BRASIL. 4. 521-522... 33.7 Sentença Exemplo: SANTA CATARINA.9. mar.994. jan. p./abr..77 BRASIL. Não é admissível por ato administrativo restringir . cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei n. Suplemento Tribunal Federal. 12. v.. de 21 de março de 1996... ano). Descrição física.. Notas. editora./jun.2. Ministério Público Estadual. Revista de Direito Ambiental. n. Relator Nicanor Calírio da Silveira. 305-318. p. Disponível em: <endereço eletrônico>. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos – ACT do sistema de arrecadação. v.. n.1 Constituição Exemplo: . Do parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias. de 29 de dezembro de 1982. Dados da publicação (local.. jan. Trim. 295-308.

277. Lei n. com/cf88. 4. Disponível em: <http://www. 18 maio 2001. a fim de estabelecer procedimentos relativos ao cadastramento e recuperação de áreas desertificadas. 30/2000. p.16 ago. Cidade de publicação.br>. Descrição da Lei ou decreto. 93. Col. 10. 5 Projeto de lei Exemplo: SÃO PAULO.teiajuridica. Brasília.582..3. Disponível em: <http://www. Acesso em: dia mês abreviado ano.3.78 BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Projeto de lei n. Acesso em: 5 jun. 7. 4. 1. v. DF. (Estado). 2001. ano. DF. Diário Oficial do Estado de São Paulo: Poder Legislativo. que dispõe sobre política agrícola. ESTADO ou MUNICÍPIO. Acrescenta artigo a Lei 8. p. Outorga competência a União. Disponível em: <endereço eletrônico>. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo.3. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo. 000012 de 16 de agosto de 1996. Acesso em: 3 jun. Lei ou Decreto nº.. .apriori.3.3 Lei. de 18 de maio de 2001. Título da publicação: subtítulo.br>.9. 4 Lei ordinária Exemplo: BRASIL.imesp. Emenda Constitucional n. São Paulo. Constituição (1988). e a devida classificação "Ração-Carnívora" ou "Ração-Vegetariana" de forma clara e objetiva. para instituir contribuição provisória sobre movimentação ou transição de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. Acesso em: 5 jun. Acesso em: 3 jun.9. Notas. decreto. Brasília. 2001. Disponível em: <http://www. data (dia.9.com. 2001. 15. 30 maio 2001.2 Emenda constitucional Exemplo: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: versão atualizada até a Emenda n.171 de 17 de janeiro de 1991. etc. p. 1. n. Disponível em: <http://www.228.apriori. 111.com.br>. (Série ou Coleção). 1996. Constituição (1988). Segue padrão NOME DO PAÍS.com. 4. 4. Dispõe sobre a obrigatoriedade de discriminar todos os componentes utilizados na produção de ração ou compostos que possam servir para alimentação ou complemento alimentar para animais.9. mês e ano) por extenso. Col. 2001.htm>. v. de 29 de maio de 2001. (Estado) ou (Cidade) se homônimos.

Assembléia Legislativa. 2001. Minas Gerais. Inadmissibilidade da responsabilidade objetiva. 2000. n. Supremo Tribunal Federal. Disponível em: <http:// www.200.br>. Nos termos do artigo 253 da X Consolidação do Regimento Interno.3. a fim de possibilitar a reeleição dos membros da Mesa Diretora para um período subseqüente. Disponível em: <http://www. Dispõe sobre medidas e cautelas a serem adotadas na elaboração de inquéritos policiais e para a garantia dos direitos da pessoa humana. de 6 de junho de 2000.br>. Acesso em: 3 jun. estaria atribuindo a responsabilidade objetiva. v.8 Resolução Exemplo: CONGRESSO NACIONAL.apriori.com. de 25 de novembro de 1998.com.neofito.com>. Habeas Corpus n. Delegacia Geral de Polícia. 4.br>.9.7 Portaria Exemplo: BRASIL. Diário Oficial do Estado de São Paulo: Poder Legislativo.4. 2001.com. Acesso em: 3 jun. Crime contra o Sistema Financeiro. 18 maio 2001.79 4. tão repudiada no Direito Penal. de 14 de . caso contrário. São Paulo. Ordem concedida para trancar a ação penal. Habeas Corpus n. 2001. 111. 18.6 Parecer Exemplo: SÃO PAULO (Estado). Disponível em: <http://www. 2. 2. DF.3. Dispõe sobre a participação das bancadas minoritárias na composição das comissões mistas. p.383-8. 438 de 2001. tão repudiada no Direito Penal. objetiva dar nova redação ao § 2º do artigo 11 da Constituição do Estado de São Paulo. faz-se necessário que o mesmo tenha tido alguma participação na conduta delitiva. Proposta de Emenda Constituciona n.9. BRASIL. 2001. de 2001. Resolução n. Parecer n. Disponível em: <http://www. Col. Tribunal Regional Federal.3. Relator: Nabi Abi Chedid. 4.9 Habeas corpus Exemplo: BRASIL. Portaria DGP n. Relator: Ministro Marco Aurélio. faz-se necessário que o mesmo tenha tido alguma participação na conduta delitiva. 93.imesp.9. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo. estaria atribuindo a responsabilidade objetiva. 3. Crime contra ordem tributária.9. teiajuridica. 74.03. 4. Invalidade da prisão civil por dívida fora a única hipótese do devedor de alimentos. não basta somente o fato do acusado ocupar cargo de direção. Ordem concedida para trancar a ação penal. 6 jun. ocupar cargo de direção. Acesso em: 3 jun. Tratando-se de crime contra o Sistema Financeiro. caso contrário. Acesso em: 5 jun.3.

Número de CD-ROM. 27 mar.teiajuridica. Brasília. v. ano. Notas.80 novembro de 2000. Acesso em: 3 jun.9. Descrição da Lei ou decreto. 4. Turma do STJ. Constituição da República Federativa do Brasil. Cidade de publicação. mês e ano) por extenso. 2001.10 Acórdão Exemplo: BRASIL. Constituição (ano de promulgação). Exemplo: . (Série ou Coleção).com>.9. 4.2 Lei. 2001. 4. Número de CDROM.direito. DF.9.1 Constituição Segue padrão: NOME DO PAÍS. (Estado) ou (Cidade) se homônimos. Título: subtítulo. p. 1988. Disponível em: <http://www. Cidade de publicação: Editora. por unanimidade. 2001.4 Documento jurídico em CD-ROM Segue padrão NOME DO PAÍS. Constituição (ano de promulgação). acordam os Ministros da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça. DF: Senado. Exemplo: BRASIL. (Série ou Coleção). Constituição (1988). Superior Tribunal de Justiça. Título: subtítulo. 1 CD-ROM. rejeitar os embargos de declaração. 4.4. Brasília.4. Vistos. relatados e discutidos estes autos. Relator: Ministro Fernando Gonçalves. Relator: Roberto Hadad. ano.9.. Segue padrão NOME DO PAÍS. na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir.3.br>. Notas. Descrição física. Descrição física. Título da publicação: subtítulo. com . Diário Judiciário da União: República Federativa do Brasil.. Disponível em: <http://www. Notas. ano. Acesso em: 5 jun. Cidade de publicação: Editora. Número de CDROM. (Série ou Coleção). Lei ou Decreto nº. etc. data (dia. ESTADO ou MUNICÍPIO. decreto. Acórdão da 6ª.

São Paulo: Saraiva. do Código Civil.9./maio 2001. Senado Federal. LIS – Legislação Informatizada Saraiva. Honorários. Brasília.81 BRASIL. ano. Lei n. Segue padrão AUTOR (pessoa física ou Instituição/Entidade responsável pelo documento). tipo. DF.9.5 Doutrina Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais. São Paulo: Saraiva. v. JUIS . n. Local de publicação. Notas. Inexistência de direito de prova da identidade da mesma. Acórdão 108709. abr. 7 out.4. 45. 23 out. 2001. c) artigos de jornal. n. 4. Relator: (nome do Relator na ordem direta (se houver). dia e mês por extenso. 4. 4. 20 da Resolução n. n. (Série ou Coleção). Família. Resolução do Congresso Nacional n. portaria. Número de CD-ROM./maio 2001. valor da causa. 1 CDROM.4. Institui o programa de desligamento voluntário de servidores civis do Poder Executivo federal e dá outras providências. já reconhecidos e confessados os atos de infidelidade. de 19 de outubro de 1995. VII. Natureza do art. abr. número.. Ementa (quando houver). Brasília. p. Apelação CivelC4811698 DF. Tribunal de Justiça do Distrito Federal.. São Paulo: Saraiva. Estende à Comissão que Menciona o Disposto no Inciso I do art. Inépcia da inicial.4. Diário Oficial da Justiça. 45. 4.9. b) artigos de periódicos. Brasília. 9. 1997. Litigância de má-fé. DF. resolução etc. Relator: Mário Machado.468. 3. 24. de 10 de julho de 1997. de 1995-CN.3 Parecer. 1 CD-ROM. 77. Identidade daquela com quem teria o cônjuge cometido atos de infidelidade. Título: subtítulo.5 Acórdão Exemplos: BRASIL. Separação Judicial. 11 jul. 1995. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo. Título da publicação: subtítulo.2. . consubstanciada em forma convencional ou em meio eletrônico: a) monografias. 1998. p. DF.9. de 14 de setembro de 1998. Diário Oficial da União. ano do Parecer. 1 CD-ROM.4 Resolução Exemplos: BRASIL. 183. LIS – Legislação Informatizada Saraiva.Jurisprudência Informatizada Saraiva.

Para a referenciação de doutrina seguem os mesmo modelos para os trabalhos científicos convencionais. monografias e outros. . como artigo científico.82 d) congressos. e) reuniões.

Júnia Lessa. 2001. 2006a. 2004. Rio de Janeiro.83 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Curso de atualização em normalização bibliográfica CANB: modalidade a distância. 2010. Júnia Lessa. 1993. 60 p. ESTRELA. 7. 101-120. Rio de Janeiro. 2000. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 120 p. Metodologia Científica: ensino e pesquisa em odontologia. ______. 2002a. São Paulo: Artes Médicas. Rio de Janeiro. Alexandre. Marialice Martins. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 242 p. In: ______. Gilberto Andrade. Rio de Janeiro. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Belo Horizonte: UFMG. ______. 2003c. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 2001. ______. São Paulo: Artes Médicas. Rio de Janeiro. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro. 483 p. MARTINS. Normas de apresentação tabular. LINTZ. 2005b. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. 2002b. 2003a. NBR 6029: apresentação de livros e folhetos. ed. FRANÇA. p. ed. SABINO. 7. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. ______. VASCONCELLOS. São Paulo: Atlas. 2003b. Rio de Janeiro. p. ______. Rio de Janeiro. Metodologia Científica: ensino e pesquisa em odontologia. NBR 10520: citações em documentos: apresentação. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Gilberto Andrade. NBR 10719: apresentação de relatório técnico-científicos. . 3.182. 2000. Belo Horizonte: UFMG. Geni Anastácio. 2. ______. ______. Moema Brandão da. Apostila. ______. Rio de Janeiro. 1989a. BARROCA. Ana Cristina de. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Estruturação do trabalho científico. Rio de Janeiro. ed. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. cap. SILVA. MARTINS. ______. Carlos. 112 p. FRANÇA. 2005a.

192 p. Manual para elaboração de referências bibliográficas: a nova NBR 6023:2000 da ABNT.. J. São Paulo: Atlas. B. .84 MEDEIROS. Maria Margarida. 2001. ANDRADE.

MODELO DE CAPA 3 cm UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO .85 APÊNDICES APÊNDICE A .UNIFENAS AUTOR Tamanho da fonte 12 11 cm do topo da página Tamanho da fonte 14 ou 16 TÍTULO DO TRABALHO CIENTÍFICO: SUBTÍTULO (SE HOUVER) 2 cm Tamanho da fonte 12 Alfenas-MG 2005 2 cm .

alinhado à direita e justificada. Monografia apresentada a Universidade José do Rosário Vellano.86 APÊNDICE B . letras minúsculas. Tamanho da fonte 12 Alfenas-MG 2005 2 cm . Orientador: Prof. centralizado a partir do meio da folha. João da Silva Essa nota deve figurar em tamanho de letra 12. alinhado à direita e justificada. centralizado a partir do meio da folha. distante a 16 cm do topo da página. distante a 19 cm do topo da página. Dr. como parte das exigências do Curso de xxxxxxxx para conclusão do curso de graduação. letras minúsculas.MODELO DE FOLHA DE ROSTO 3 cm AUTOR Tamanho da fonte 12 11 cm do topo da página Tamanho da fonte 14 ou 16 TÍTULO DO TRABALHO CIENTÍFICO: SUBTÍTULO (SE HOUVER) 2 cm Essa nota deve figurar em tamanho de letra 10.

87 APÊNDICE C .MODELO DE ERRATA 3 cm ERRATA 3 cm Folha 45 67 87 Linha 22 03 14 Onde se lê Impato Sevagem Saúde bucal Leia-se Impacto Selvagem Saúde Dental .

Espaço 1.2% foram capazes de desinfetar completamente após 1 dia de exposição.5% + CHX 0. Os demais voluntários não mencionaram inconvenientes durante os bochechos com outras soluções (p>0.12% reduziram.5% + CHX 0. P 5%. Própolis. Amostras de saliva foram colhidas.5% + CHX 0. as soluções de P 3% + CHX 0.5% + CHX 0.5% + CHX 0.2%.01). P 1. com idade entre 18-30 anos. P a 1. em contrapartida. No estudo in vivo foram testadas seis soluções: CHX a 0. foram aleatoriamente divididos em seis grupos de acordo com as soluçõestestes. os bochechos não alteraram o pH salivar (p>0. Sessenta voluntários sadios. Objetivou-se avaliar a ação de soluções de própolis. Saliva. por meio de diferentes soluções em modelo experimental (HAAPASALO e ORSTAVIK. A solução P 1. e microrganismos aeróbios totais. Posteriormente efetuou-se a incubação para quantificar Streptococcus spp.2% foram eficientes após 5 minutos. dissertações e teses a referência não acompanhará este elemento.2%. respectivamente (p>0.2%.01). 25. podendo sua indicação ser estendida em decorrência da redução das concentrações e potencialização de efeito.06% reduziram o número de Streptococcus spp.5% + CHX 0. Na redução de microrganismos aeróbios totais.1% e P 5% + CHX 0.88% e 24. clorexidina e associação de ambas como agente antimicrobiano. com sacarose a 20% e outras contendo ágar Brain Heart Infusion. mostraram-se desinfetados.88 APÊNDICE D . em testes in vitro e in vivo. foram imersos nas soluções por 5 minutos.433).12%. e de microrganismos mesófilos aeróbios totais. P 2. bem como o pH da saliva foram quantificados.06% e a 0. Os indivíduos relataram sensações de ardência na cavidade bucal e gosto desagradável durante o uso das soluções de CHX 0. pela redução de Streptococcus spp.12% (p<0. Desinfecção. E microrganismos mesófilos aeróbios totais da saliva.90% e 24. com o uso das soluções-testes e uma e duas semanas após o tratamento. com o uso das soluções controle (somente o veículo das soluções). em 26. P 2. clorexidina (CHX) a 0. Avaliou-se in vitro a desinfecção de túbulos dentinários. 1987).MODELO DE RESUMO 3 cm RESUMO 3 cm A referência só precederá o resumo quando este não fizer parte do trabalho de origem.5% e a 3%.37%.05). P 1. A partir de incisivos bovinos. Os números de unidades formadoras de colônias de Streptococcus spp.01).74%.5 entre as linhas 2 cm 2 cm .1% e 0. P 3% e P 1.06% e CHX 0.1% e P 5% + CHX 0. prepararam-se cilindros dentinários infectados com Enterococcus faecalis (ATCC 19.06% e P 3% + CHX 0. Foram analisados os efeitos antibacterianos das soluções hidroalcoólicas de própolis (P) a 2. Os resultados in vitro demonstraram. 30. 33.06% e CHX 0. P 2. O grau de desconforto e os possíveis efeitos colaterais foram avaliados por meio de questionário.1% e P 5% + CHX 0.31%. Dentina. 1 dia e 1 semana.05).87% respectivamente (p>0. no caso de monografias. considerando os valores iniciais (sem a adoção das soluções).12%. Palavras-chave: Clorexidina. na desinfecção da dentina.5% e a 5%. As soluções de P 3% + CHX 0. no entanto descalcificados.12%.12%.06% se mostrou como meio alternativo no controle e prevenção a infecções bucais. que apenas os grupos CHX 0. Em análise de microscopia eletrônica de varredura. enquanto os grupos CHX 0.2%.5 % + CHX 0. os espécimes tratados P 5% decorrida 1 semana de contato. Seguidamente. diluídas e inoculadas em placas de Petri contendo ágar Mitis salivarius.

....90 A lista de ilustração é por ordem da figura...............89 Quadro 1 – Dados referentes ao número de dentes extraídos ......89 APÊNDICE E ...............37 Gráfico 1 – Percentual de microrganismos em tubos dentinários ......34 Figura 2 – Espécimes dentinários submersos em solução salina ....... .......MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES 3 cm LISTA DE ILUSTRAÇÕES 3 cm Figura 1 – Incisivo bovino seccionado em partes iguais ........

............433) nos espécimes dentinários após tratamento com as soluções antimicrobianas. em relação às sensações relatadas por voluntários da pesquisa....................67 ......... segundo o teste não-paramétrico de Kruskal-Wallis ....................................................................................................55 Tabela 2 – Concentrações inibitórias mínimas (CIM) e concentrações bactericidas mínimas (CBM) para Streptococcus spp............................ e Enterococcus faecalis .......................60 Tabela 3 – Coomparação entre médias dos postos dos grupos experimentais.....................MODELO DE LISTA DE TABELAS 3 cm LISTA DE TABELAS 3 cm Tabela 1 – Média de UFC/ml de Enterococcus faecalis (ATCC 19.90 APÊNDICE F ...............

91 APÊNDICE G .MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS 3 cm LISTA DE ABREVIATURAS 3 cm ADA – American Dental Association ATCC – American Type Culture Collection CDC – Center for Disease Control A lista é ordenada alfabeticamente pela sigla .

............................................................................................................................................. 58 RESULTADOS ............................92 APÊNDICE H .............................................................. 10 REVISÃO DE LITERATURA ............................................. 40 OBJETIVOS.................................... 80 ANEXOS ......................................... 80 2......................2................................. 28 2...................................................1 2.....1 Clorexidina ......5 entre todos os títulos.........................2 3 4 5 6 7 8 .................... 28 Própolis .............................................................................................................................. 78 APÊNDICES ............2........................ 23 Desinfecção ................................... 25 Redução de estreptococos e microrganismos ................. 56 JUSTIFICATIVAS ........ 74 REFERÊNCIAS . 73 CONCLUSÃO .................... SUMÁRIO 3 cm 1 2 2.............................2 INTRODUÇÃO ...................................... 70 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ..MODELO DE SUMÁRIO 3 cm Espaço de 1......................... 57 MATERIAL E MÉTODOS ...........

102) citam que a atividade da glicosiltransferase produzida por bactérias são importantes na evolução da placa bacteriana e também a ação da própolis sobre cáries dentais induzidas em ratos pelo Streptococcus sobrinus. (1996) estudaram o efeito da própolis na prevenção de cáries dentárias em ratos.MODELO DE PÁGINA COM CITAÇÕES 2 cm 4 Nos estudos de Gebara et al. (1991. Utilizaram 60 ratos machos da raça Wistar com 22 dias de idade. ração triturada e água destilada e o grupo VI.01 mg/ml. O experimento durou 90 dias. Foram divididos em 6 grupos: o grupo I recebeu dieta cariogênica e solução de própolis. Mencionam que a própolis demonstrou efeito antimicrobiano contra todas essas bactérias citadas. O grupo com maior número de cáries foi o grupo V. tendo suas mandíbulas seccionadas e fixadas em formal 10% e coradas com fucsina 0. o grupo IV.5%. . ração triturada e solução de própolis. Utilizando animais experimentais. Tais resultados sugeriram a possibilidade do uso da própolis na possível redução da placa dental. 3 cm 4 cm IKENO et al. dieta cariogênica e água destilada. Ota et al. O experimento confirmou a possível utilização da própolis para controle de cáries. p.93 APÊNDICE I . (1996) sobre a ação antimicrobiana de substâncias naturais sobre o Streptococcus mutans e Streptococcus sobrinus. o grupo V. o grupo III. dieta cariogênica e solução de propilenoglicol (1%). ração triturada e solução de propilenoglicol (1%). após os quais foram sacrificados. inibindo a síntese de glucano insolúvel em água e a atividade da glicosiltransferase. A análise foi feita em microscópio estereoscópio. o grupo II. sendo seguido pelos grupos III e I respectivamente. a própolis foi efetiva na inibição da aderência desses microrganismos na concentração de 0.

É uma resina extraída pelas abelhas de certas flores. Entretanto. 2000). folhas e cascas de árvores. ameixeiras e pessegueiros (BERNARDO et al. Os produtos naturais possuem maior diversidade molecular.5 entre as linhas potencializar o efeito de uma substância sintética.000 espécies de um total mundial estimado de 350. (2000) traçaram um parâmetro comparativo entre essas duas fontes produtoras. possuem similaridades ao metabolismo dos mamíferos. as magnitudes do mercado são imprecisas. 2 cm . usada há mais de mil anos pela Medicina (LENHART. 1990. MASSON. respondendo essas questões. inúmeras substâncias terapêuticas.94 APÊNDICE J . com dificuldades de acesso aos produtos naturais.000 a 550. A própolis é uma resina natural. O Brasil possui a maior biodiversidade vegetal do mundo. e é dessa biodiversidade que retira-se a própolis (SIMÕES et al. entre elas o tronco de ciprestes. 1986)..qual a razão em se utilizar produtos naturais? . Simões et al. produto da coleta de abelhas da espécie Apis mellifera.MODELO DE PÁGINA COM SEÇÕES 3 cm 2 REVISÃO DE LITERATURA 3 cm 2.1 Própolis Dois espaços 1.5 Com sucessivos questionamentos destacam-se: .que principais diferenças existem entre um produto natural e um produto sintético? De maneira inteligente. pinheiros.000. ou seja. 1994). em torno de 55. podendo 2 cm Espaço 1..

00 3360.00 Desvio padrão 0.11 Média 4003.02 4100.95 APÊNDICE K .MODELO DE TABELA 3 cm TABELA 1 Peso dos fetos sem cordão umbilical e placenta (em gramas) Amostra mínina Fluoxetina (G1) Cloridrato de imipramina (G2) Controle (G3) 4003.0314 b Laboratório de Fitofármacos e Biologia e Fisiologia de Microrganismos da Unifenas. 2 cm 2 cm .00 0. Letras diferentes indicam significância ao nível de 1% e letras iguais indicam não significância pelo teste não-paramétrico de Kruskal-Wallis.05 Amostra máxima 4003.01 3360. 2009.00 Mediana 4003.08 3360.08 4100.0246 a 0.0426 a 3360.03 4100.00 4100.

coProf.5 entre linhas Monografia apresentada como parte das exigências para conclusão do curso de xxx.96 ANEXOS ANEXO A .MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO 3 cm _______________________________________________ AUTOR Dois espaços de 1.(a) Universidade José do Rosário Vellano _______________________________________ Prof. da Universidade José do Rosário Vellano. Aprovada em: ____________________________________ Não esquecer de colocar a_______________________________________ titulação do orientador.5 entre linhas Título: subtítulo Dois espaços de 1.(a) Orientador(a) orientador e examinadores Universidade José do Rosário Vellano 2 cm _______________________________________ Prof.(a) Universidade José do Rosário Vellano 2 cm .

97 ANEXO B . A todos que de algum modo me incentivaram e me acompanharam durante a realização deste trabalho. 2 cm .MODELO DE DEDICATÓRIA 3 cm 2 cm A dedicatória como a epígrafe devem figurar abaixo da metade da página e a direita.

MODELO DE AGRADECIMENTO 3 cm Agradeço ao meu orientador. 2 cm 2 cm .98 ANEXO C . por dedicar sua experiência e tempo. Aos meus colegas pelo incentivo.

MODELO DE EPÍGRAFE 3 cm A epígrafe como a dedicatória devem figurar abaixo da metade da página e a direita. Albert Einstein 2 cm .99 ANEXO D . 2 cm “A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”.

Coliformes. Água. Título. CDU: 579. Fulano Análise microbiológica da água..: il. 3.VERSO DA FOLHA DE ROSTO 3 cm Modelo meramente ilustrativo. Silva. Divinópolis : Unifenas.MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA . 2 cm Silva. color. Orientadora: Cicrana da Silva Co-orientador: Cicrano Santos Monografia (graduação em Farmácia) Universidade José do Rosário Vellano Referências: 46 – 48 1. Análise microbiológica. [manuscrito] / Fulano da Silva.. a ficha deverá ser confeccionada por um Bibliotecário (a) A ficha deve ser centralizada e a 4 cm acima do final da página.68 4 cm . 48 f.100 ANEXO E . enc. Fulano. 2010. 2. II. I.

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