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Sections

  • 1 TRABALHOS CIENTÍFICOS
  • 1.1 Tese
  • 1.2 Dissertação
  • 1.3 Projeto de pesquisa
  • 1.3.1 Estrutura dos projetos de pesquisa
  • 1.3.1.1. Capa
  • 1.3.1.2 Folha de rosto
  • 1.3.1.3 Listas
  • 1.3.1.4 Sumário
  • 1.3.1.5 Introdução
  • 1.3.1.6 Objetivos
  • 1.3.1.8 Material e métodos (metodologia)
  • 1.3.1.9 Plano de execução
  • 1.3.1.10 Recursos
  • 1.3.1.11 Plano de trabalho
  • 1.3.1.12 Referências
  • 1.3.1.13 Anexos e/ou apêndices
  • 1.4 Relatórios técnico-científicos
  • 1.4.1 Etapas do relatório
  • 1.4.2 Estrutura dos relatórios
  • 1.4.2.1 Capa
  • 1.4.2.2 Folha de rosto
  • 1.4.2.3 Texto
  • 1.4.2.4 Anexos e apêndices
  • 1.4.2.5 Referências
  • 1.4.2.6 Ficha de identificação
  • 1.5 Monografias
  • 1.5.1 Estrutura das monografias
  • 1.5.1.1 Capa
  • 1.5.1.2 Folha de rosto
  • 1.5.1.3 Ficha catalográfica
  • 1.5.1.4 Errata (deve ser evitada)
  • 1.5.1.5 Folha de aprovação
  • 1.5.1.6 Dedicatória
  • 1.5.1.7 Agradecimentos
  • 1.5.1.8 Epígrafe ou pensamento
  • 1.5.1.9 Resumo
  • 1.5.1.10 Resumo em língua estrangeira
  • 1.5.1.11 Listas de ilustrações, tabelas e abreviaturas
  • 1.5.1.11.1 Lista de ilustrações
  • 1.5.1.11.2 Listas de tabelas
  • 1.5.1.11.3 Lista de abreviaturas e siglas
  • 1.5.1.12 Sumário
  • 1.5.1.13 Introdução
  • 1.5.1.14 Objetivo ou proposição
  • 1.5.1.15 Justificativas
  • 1.5.1.16 Revisão de literatura
  • 1.5.1.17 Material e métodos
  • 1.5.1.18 Resultados
  • 1.5.1.19 Discussão
  • 1.5.1.20 Conclusão
  • 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS
  • 2.1 Digitação
  • 2.2 Tipo de letra
  • 2.3 Tamanho da letra
  • 2.4 Margens e espaços
  • 2.5 Paginação
  • 2.6 Seções do trabalho científico
  • 2.6.1 Títulos
  • 2.6.2 Alíneas
  • 2.6.3 Subalíneas
  • 2.6.4 Padrão de letras
  • 2.7 Notas de rodapé
  • 2.8 Parágrafos
  • 2.9 Espacejamento
  • 2.9.1 Título do capítulo
  • 2.9.2 Título das seções
  • 2.9.3 Entre as linhas do texto
  • 2.9.4 Entre parágrafos
  • 2.9.6 As referências bibliográficas NÃO podem ser justificadas
  • 2.10 Numerais em textos científicos
  • 2.11 Ilustrações
  • 2.11.1 Figuras
  • 2.11.2 Gráficos
  • 2.11.3 Tabelas e quadros
  • 2.11.3.1 Recomendações para tabelas e quadros
  • 2.11.3.2 Partes de uma tabela e quadro
  • 2.12 Anexos e apêndices
  • 2.12.1 Anexos
  • 2.12.2 Apêndices
  • 3 CITAÇÕES
  • 3.1 Citação direta
  • 3.2 Citação indireta
  • 3.3 Formulando uma citação
  • 3.3.1 Citação de trabalhos de um autor
  • 3.3.2 Citação de trabalho de dois ou três autores
  • 3.3.3 Citação de trabalhos com mais de três autores
  • 3.3.4 Citação de trabalhos de autores anônimos
  • 3.3.5 Citação de documentos cujo autor é uma entidade coletiva
  • 3.3.7 Citação de citação
  • 3.3.8 Citação de obras sem data
  • 3.3.9 Suprimir partes de uma citação
  • 3.3.10 Colocação de interpolações, acréscimos ou comentários ao texto
  • 3.3.11 Citação de textos em língua estrangeira
  • 3.3.12 Citação de informação oral
  • 3.3.13 Citação de obras em fase de elaboração
  • 3.3.14 Bula de remédio
  • 3.4 Sistema de chamada das citações
  • a) sistema numérico;
  • b) sistema alfabético (autor-data);
  • c) sistema alfa-numérico
  • 3.4.1 Sistema numérico
  • 3.4.2 Sistema alfabético (autor-data)
  • 3.4.3 Sistema alfa-numérico
  • 3.5 Recomendações em texto (expressões latinas)
  • 3.5.1 Sic: erros gráficos
  • 3.5.2 Apud: citado por, conforme ou segundo
  • 3.5.3 Ibidem ou Ibid.: na mesma obra
  • 3.5.4 Idem ou Id.: do mesmo autor
  • 3.5.5 Opus citatum ou Op. cit.: na obra citada
  • 3.5.6 Loco citato ou Loc. cit.: no lugar citado
  • 3.5.7 Sequentia ou Et seq.: seguinte ou que se segue
  • 3.5.8 Passim: aqui e ali; em várias partes ou passagens (trechos)
  • 3.5.9 Confira ou Cf.: confira, confronte
  • NORMAS TÉCNICAS)
  • 4.1 Norma NBR 6023
  • 4.1.1 Objetivos
  • 4.2 Conceito de referência
  • 4.3 Elementos essencias e complementares
  • 4.3.1 Elementos essenciais
  • 4.3.1.1 Comentários aos elementos essenciais
  • 4.3.2 Elementos complementares
  • 4.4 Modelos de referências bibliográficas
  • 4.4.1 Livro
  • 4.4.2 Autor entidade
  • 4.4.3 Autoria desconhecida
  • 4.4.4 Comentários aos modelos
  • 4.4.5 Capítulo de livro
  • 4.4.6 Monografias, dissertações e teses
  • 4.4.7 Artigo de revista não científica
  • 4.4.8 Artigo de revista científica
  • 4.4.9 Artigo de jornal assinado
  • 4.4.10 Artigo de jornal sem autoria
  • 4.4.11 Resumo de trabalho apresentado em evento
  • 4.4.12 Resumo de congresso publicado em revista científica
  • 4.4.13 Bula de remédio
  • 4.5 Referências de documentos eletrônicos
  • 4.5.1 Sites
  • 4.5.2 CD-ROM
  • 4.5.3 Banco de dados
  • 4.5.4 Lista de discussão
  • 4.5.5. e-mail (mensagem pessoal)
  • 4.5.5.1 Livro eletrônico
  • 4.5.6 Fitas e filmes de vídeo
  • 4.5.7 Discos (long play), cd e fitas cassetes
  • 4.5.8 Programa de televisão e rádio
  • 4.6 Mapas e cartas topográficas
  • 4.7 Material iconográfico
  • 4.8 Documento tridimensional
  • 4.9 Documento jurídico 1
  • 4.9.1 Documento jurídico impresso
  • 4.9.1.1 Constituição Federal
  • 4.9.1.2 Emenda constitucional
  • 4.9.1.3 Medida provisória
  • 4.9.1. 4 Decreto
  • 4.9.1.5 Resolução
  • 4.9.1.6 Leis
  • 4.9.2 Jurisprudência (decisões judiciais)
  • 4.9.2.1 Apelação cível
  • 4.9.2.2 Habeas corpus
  • 4.9.2.3 Súmula
  • 4.9.2.4 Recurso especial
  • 4.9.2.5 Acórdão especial
  • 4.9.2.6 Enunciados
  • 4.9.2.7 Sentença
  • 4.9.2.8 Parecer
  • 4.9.2.9 Portaria
  • 4.9.3 Documento jurídico on-line
  • 4.9.3.1 Constituição
  • 4.9.3.2 Emenda constitucional
  • 4.9.3. 4 Lei ordinária
  • 4.9.3. 5 Projeto de lei
  • 4.9.3.6 Parecer
  • 4.9.3.7 Portaria
  • 4.9.3.8 Resolução
  • 4.9.3.9 Habeas corpus
  • 4.9.3.10 Acórdão
  • 4.9.4 Documento jurídico em CD-ROM
  • 4.9.4.1 Constituição
  • 4.9.4.3 Parecer, portaria, resolução etc
  • 4.9.4.4 Resolução
  • 4.9.4.5 Acórdão
  • 4.9.5 Doutrina
  • REFERÊNCIAS
  • APÊNDICES
  • ANEXOS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS

Alfenas 2010

Organizador Prof. Dr. Mário Sérgio Oliveira Swerts Diretor de Pesquisa e Pós-graduação UNIFENAS Colaboradoras Defátima Aparecida Silva Pessoa Zélia Fernandes Ferreira Miranda Bibliotecárias Campus de Alfenas/MG Cláudia Regina de Jesus Janete Cristina Lucas Bibliotecárias Campus Boaventura de Belo Horizonte/MG Kely Aparecida Alves Bibliotecária Campus Pampulha de Belo Horizonte/MG Meire Cristina da Silva Bibliotecária Campus de Campo Belo/MG Nilmara Gontijo Silveira Bibliotecária Campus de Divinópolis/MG Anna Luíza Silveira K.Schwartz Bibliotecária Campus de Poços de Caldas/MG Renata Alves Grego Bibliotecária Campus de Varginha/MG Comissão de elaboração instituída pela Portaria n.º 199 de 18 de junho de 2010.

Como citar o documento: SWERTS, Mário Sérgio Oliveira et al. Manual para elaboração de trabalhos científicos. Alfenas: UNIFENAS, 2010. Disponível em: <http://www.unifenas.br/pesquisa/manualmetodologia/normasdepublicacoes.pdf> Acesso em: data de acesso

Swerts, Mário Sérgio Oliveira Manual para elaboração de trabalhos científicos/ Organização de Mário Sérgio Oliveira Swerts. -- Alfenas : Unifenas, 2010. 99 f. 1. Normalização de trabalhos científicos I. Schwartz, Anna Luíza Silveira K, colab. II. Jesus, Cláudia Regina de, colab. III. Pessoa, Defátima Aparecida Silva, colab. IV. Lucas, Janete Cristina, colab. V. Alves, Kelly Aparecida, colab. VI. Silva, Meire Cristina da, colab. VII. Silveira, Nilmara Gontijo, colab. VIII. Grego, Renata Alves, colab. IX. Miranda, Zélia Fernandes Ferreira, colab.

CDU : 001.89(035)

A reprodução e a divulgação total ou parcial deste manual podem ser realizadas, exclusivamente, com finalidade de estudos e pesquisas, desde que citada à fonte.

..............1............1....................3......1...................... 15 1.........2 Folha de rosto .................... 12 1..............1.....................................3................................................................................1 Capa .............. 15 1...... 17 1....... 12 1......................2.........1 Capa ......3....................... 11 1...................................................................................................................................................................................................................................5 Monografias ............................... 16 1.... 12 1..2....................2 Folha de rosto .....3...........................4.......................SUMÁRIO 1 TRABALHOS CIENTÍFICOS ......3......................................13 Anexos e/ou apêndices ........4.......................................4 Sumário ....................................................5 Referências ...... 11 1.........................4................................................1....................................................... 15 1....1 Etapas do relatório ........................3......................3......3 Texto .................................................2........................................................ 13 1.........................2 Folha de rosto ...........................................3........................................................ 13 1...................................4...........................................................1.................................................................................4 Relatórios técnico-científicos ...................11 Plano de trabalho ..........3......2..................................................2 Dissertação ...............10 Recursos ..............3...4 Anexos e apêndices .1....1............................ 17 1...................................................... 16 1..........................3.....2 Estrutura dos relatórios ............................... 12 1............. 17 1............................................................................... 19 ........1........................................ 13 1......................3...........................3......................... 14 1...................................................2................. 17 1.........................................6 Ficha de identificação ........5...........................................6 Objetivos .....1...........9 Plano de execução .................4.....................1.....................................1....... 16 1.12 Referências ..............................................................1............................................................8 Material e métodos (metodologia) ...... 19 1.............................................. 17 1.5 Introdução ............ 11 1..................... 15 1............... 16 1.1...... Capa .... 11 1..................5.....................................................1..1.......................................................... 13 1..................2...........................4.........3 Listas ............................1 Estrutura das monografias ...........................................3......................................1 Tese ............... 15 1..................4....................1 Estrutura dos projetos de pesquisa ............................................7 Referencial teórico (revisão de literatura) ........................5........4..................................... 14 1................................................................. 12 1.3 Projeto de pesquisa .....................................................

....... 24 1............4 Errata (deve ser evitada) ....... 28 2............................1................5...............1............5.3 Ficha catalográfica .................................................................1 Digitação ..1....................................... 21 1...........6..........5................................5...............8 Parágrafos..5.........................................5............................1......... 22 1............4 Margens e espaços ........................ 30 2..........5...............................................1....14 Objetivo ou proposição ....................................3 Subalíneas ....................................................7 Agradecimentos ..................................................................1........5.................6 Dedicatória ...................1.........................................................................................4 Padrão de letras .............. 21 1.............................5..............................................13 Introdução .......1.........................5............5.......15 Justificativas ....2 Listas de tabelas............. 23 1.....................................1.................. 25 1............................5.............16 Revisão de literatura.......................................8 Epígrafe ou pensamento .................................. 29 2...........................................................................1...............5.............................................6..... 32 ..................... 30 2......................18 Resultados .................................................................7 Notas de rodapé .........5 Paginação .....5........................................................ 29 2..................................................................................................................................... 23 1.....................................................................................................1.........5......... 25 1.1.....................................................................5.............5............................................................... 20 1............... 32 2....................... 20 1..................................1.................................1 Títulos.............5..1.....................................3 Lista de abreviaturas e siglas ........................ 22 1..................................... 28 2........... 29 2........5...........................................................6...................................................1............................ 28 2..... 20 1..................................12 Sumário ......3 Tamanho da letra .............................................11............2 Tipo de letra .... 28 2............. 26 1... 21 1......................................20 Conclusão .......5 Folha de aprovação ...................................................2 Alíneas ....................6............................. tabelas e abreviaturas ......... 26 1..11............1....................................................................................................... 26 1......... 30 2....... 22 1..........................................11 Listas de ilustrações...................... 21 1...............................................................................9 Resumo .....................................................1.........................................1...................6 Seções do trabalho científico ........................... 24 1..........17 Material e método .....11................................1.5............1 Lista de ilustrações ....................... 27 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS ............19 Discussão ........1...................................................................................................................................... 23 1..1.............................10 Resumo em língua estrangeira .............5.....................1.......... 28 2...

...................5 Entre as linhas de citações longas...............................9.........3.............4 Citação de trabalhos de autores anônimos .........................................................................................................................3..............3....... 47 3................................... 44 3.... obras consultadas ou rodapé .... 46 3..............................................................1 Figuras ................3 Citação de trabalhos com mais de três autores ....3..........................11......9...........................3 Formulando uma citação ............. 35 2..................... 43 3.......... 33 2... 33 2............................... 44 3.............3............................... 38 2..............................................12......................................................46 3...........................3............. 47 3................................1 Título do capítulo .................................................4 Entre parágrafos ............... 44 3.................................... 33 2............... 34 2.....3.... 33 2.....3......11 Citação de textos em língua estrangeira ..............3................................. 40 2.......2 Apêndices........... legendas das ilustrações e tabelas............. 36 2.11 Ilustrações .3......................................... 33 2.................................................... 47 ...............11.............9..............................................7 Citação de citação .. 42 3.....1 Anexos .....................1 Recomendações para tabelas e quadros ........ notas....2 Gráficos ................................................................2 Citação de trabalho de dois ou três autores .........................................................................................2 Citação indireta .......................................................... ...................................11............................................................................... 37 2................................................3............. 40 3 CITAÇÕES ........9 Espacejamento ............................ 47 3........................6 As referências bibliográficas NÃO podem ser justificadas...............12 Anexos e apêndices .... resumos............................ acréscimos ou comentários ao texto .......................9..................................................9 Suprimir partes de uma citação ......................................................................................... 40 2...................................1 Citação direta.....................8 Citação de obras sem data.......................10 Colocação de interpolações........................... 42 3......................11.........................3..................................2 Título das seções ........ 34 2...............................5 Citação de documentos cujo autor é uma entidade coletiva .....9..3 Entre as linhas do texto ............................................................................................. 45 3................ 37 2..12..... 45 3.....2...................10 Numerais em textos científicos ................................................................................................6 Citação de documentos de autoria de órgão da administração direta do governo .........1 Citação de trabalhos de um autor ....................2 Partes de uma tabela e quadro ........................................................ 34 2....................................3 Tabelas e quadros ..............................9.......................................................... referências...............................................11........................................... 35 2............................... 45 3.3..

......................1 Norma NBR 6023 ......... cit..........: seguinte ou que se segue ................2 Apud: citado por........................6 Monografias......................5........... 51 3............: na obra citada ........................ confronte ..2 Autor entidade .........................................................1....4...............................................3 Elementos essencias e complementares .......3................. 52 3................ 48 3...4 Modelos de referências bibliográficas ........ 49 3..................1 Livro.......: confira...........3 Autoria desconhecida ........................................ 53 4................................................ 59 4..............................................5............................. 50 3............. 61 4...3..: no lugar citado ...................................................... 53 4..........: do mesmo autor.. 52 4 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (NORMA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) ............. 49 3........... 62 .....5 Opus citatum ou Op......................................3...................................................... 60 4............................................ 56 4................................ 50 3........... 54 4.............. 49 3.......................4................3......................3 Sistema alfa-numérico ..........................2 Elementos complementares ........4........... 58 4................................ 59 4..................................................................................... 56 4........................48 3............. 51 3.........................7 Sequentia ou Et seq...........................5...........................................................3................................................................2 Sistema alfabético (autor-data) .......................................................1 Objetivos .......................3 Ibidem ou Ibid................................................................................ em várias partes ou passagens (trechos).........4...........................9 Confira ou Cf...........5..13 Citação de obras em fase de elaboração .........6 Loco citato ou Loc.............5 Capítulo de livro .................................4..........................................8 Passim: aqui e ali............ 53 4..1 Sistema numérico ....................................................................................................................: na mesma obra ......................................................... 51 3..........................4 Sistema de chamada das citações ..............5..................................................4..........................................................1........................................... 60 4............4 Comentários aos modelos ...................4......5.................................... 52 3.....................................................14 Bula de remédio....................................................... 58 4.............. 49 3.......... 48 3..........2 Conceito de referência ........ cit...3................................ 53 4.....................1 Sic: erros gráficos .. dissertações e teses .. 52 3....5........................5..3...........4 Idem ou Id.....5 Recomendações em texto (expressões latinas) ........................................ 50 3................5................................... conforme ou segundo ......4....1 Elementos essenciais .......................... 53 4.4............................4.............................................7 Artigo de revista não científica ....12 Citação de informação oral ..............................1 Comentários aos elementos essenciais .....................................................

........... 63 4..............2..... 75 4........................... 76 4.........5.........................................................1......................6 Fitas e filmes de vídeo...................................................1 Apelação cível ......................1........................................... 70 4....1 Sites .........................12 Resumo de congresso publicado em revista científica . 70 4...5........... 73 4........................... 63 4.................................2...................9.........................................................................5 Resolução ................................................................................................................. 75 4.........5 Referências de documentos eletrônicos...................2 CD-ROM.................7 Discos (long play)..............................................................................9 Documento jurídico .......................................................................................................... 65 4................. 67 4.........5............................ 75 4...................................9.........................1..................................................4 Recurso especial ........................4...................................................................................... 73 4.........................................................5..............................4......................9........................ 62 4.... 76 .....5...................................................................................5....................2....... 73 4..5.................9..............................9 Artigo de jornal assinado .........................................................................9................................................9.......... 66 4..........2.......2....4.2 Habeas corpus ..1 Livro eletrônico ... 62 4...................... 68 4....... e-mail (mensagem pessoal) ..................................................................... 74 4........................ 72 4............................................... 71 4..........................1 Documento jurídico impresso ...................................9.............................................................................. 73 4.............9..12 Bula de remédio . 73 4......................................... 65 4.........1.......... cd e fitas cassetes ....6 Mapas e cartas topográficas ........6 Leis ..........................7 Material iconográfico .2 Jurisprudência (decisões judiciais) ............................8 Artigo de revista científica ....................9.......................... 76 4................3 Medida provisória .................................................................................9.....................................5....... 76 4...............4........... 64 4...............8 Programa de televisão e rádio .....................5.................................8 Documento tridimensional ........................9....................4 Lista de discussão ..9..............5..............9.......10 Artigo de jornal sem autoria . 62 4.........................4..................4..............9....................................3 Banco de dados ...............................................3 Súmula ................2 Emenda constitucional ....................... 74 4.................. 74 4.........1............................6 Enunciados ...................................................................................................................................................1.. 67 4............................................5............. 66 4................ 4 Decreto ................2.....................1 Constituição Federal...5 Acórdão especial ..... 63 4... 64 4............4.....11 Resumo de trabalho apresentado em evento .............................................................................................................

.........................9...................................................... portaria........................9................................... etc.......................................9 Portaria .................. 5 Projeto de lei ...................4..4 Documento jurídico em CD-ROM ................................... 77 4...4........................ 81 REFERÊNCIAS ..............................3...........3...................... 79 4........................................................ etc..........................................................................................2 Emenda constitucional ................................................. resolução etc.......1 Constituição ...............................3........ 78 4......................................................9.................................................. 80 4............................................................... .................................................................................9........................................9.......9.................. 77 4..........3.9.................................................................. decreto......................................... 77 4..9............ 79 4.............................................................. 80 4.2............. 79 4............6 Parecer .................... 81 4..............................................................................3.................. 81 4...................................................................9.................9.......3.............9..........9..............................................9........................3 Parecer........3 Lei..............7 Sentença ..................4 Resolução .......................3......................... 78 4.............9....................... 79 4...........................................9..........................................3...................... 77 4..................................................................... 80 4..........4....................9..........1 Constituição .....5 Doutrina ....4................9 Habeas corpus .................... 81 4..................................9............................10 Acórdão .. 4 Lei ordinária ...............2 Lei....................... 77 4................................................3........................................9.9........... decreto...................8 Parecer ............................2.......... ..............................4....9........3 Documento jurídico on-line ...............8 Resolução .4................................. 78 4....... 85 ANEXOS ...................................................... 80 4....... 83 APÊNDICES............2...................9...............................3......................................... .5 Acórdão ................ 78 4.............................. 96 ......................7 Portaria ......................

facilitando e orientando acadêmicos e profissionais quanto à elaboração dos textos científicos. sempre pautada em organização. pós-graduação e profissionais de áreas correlatas. Espera-se que este manual consiga atingir seus objetivos. consumidores e neutros (Universidades. constituídas por representantes dos setores envolvidos. uma normalização atual. Mário Sérgio Oliveira Swerts . abrangente e de fácil compreensão para os trabalhos no meio acadêmico. produtores.ABNT é o Fórum Nacional de Normalização. desde relatórios. faculdades e outros). surgiu o Manual para Elaboração de Trabalhos Científicos da Universidade José do Rosário Vellano – UNIFENAS. Diante da falta de uniformidade destas normas e a confusão sobre sua compreensão em grande número de instituições de ensino. divulgando as normas técnicas. É intuito fornecer. deseja-se contribuir para o planejamento. aos acadêmicos de graduação. Longe de querer comparar este manual a expoentes publicações nacionais sobre a Normalização de Trabalhos Científicos.ABNT. As normas são de responsabilidade dos Comitês Brasileiros e dos Organismos de Normalização Setorial. Este Manual traz uma normalização baseada nas últimas revisões. promovida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas . Dr. as quais são elaboradas por Comissões de Estudo. Prof. monografias às dissertações para os cursos Stricto sensu.APRESENTAÇÃO A Associação Brasileira de Normas Técnicas . estruturação e divulgação da pesquisa científica na UNIFENAS.

visando a obtenção do título de MESTRE. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2005a). . SABINO.1 Tese Trabalho que apresenta o resultado de um estudo experimental ou abordagem de um estudo científico de tema único. “a diferença entre tese e dissertação refere-se ao grau de profundidade e originalidade exigido na tese.3 Projeto de pesquisa Trabalho que apresenta o planejamento da pesquisa científica a ser realizada. É realizado sob orientação de um professor doutor. 2005a) De acordo com França e Vasconcellos (2004. mas embasado na ciência (ESTRELA. 33). analisar e interpretar informações. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.11 1 TRABALHOS CIENTÍFICOS O trabalho científico deve ser realizado com metodologia criteriosa. procurando solucionar problemas. 1. Deve possuir real contribuição para a área de estudo ou especialidade. defendida na conclusão do curso de doutoramento”. É diferente dos demais trabalhos científicos por não possuir capítulos. Dentre os trabalhos científicos encontram-se as teses. 1. dissertações. É realizado sob orientação de um professor doutor. monografias. visando a obtenção do título de DOUTOR. relatórios técnico-científicos e trabalhos escolares. 1. projetos de pesquisa. os trabalhos monográficos ou monografias e relatórios. original e bem delimitado. p. com o intuito de reunir. de tema único e delimitado em sua extensão.2 Dissertação Trabalho que apresenta o resultado de um estudo experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo. Serão foco neste manual as normas para elaboração de dissertações. 2001). avaliando a capacidade de investigação do candidato.

12

1.3.1 Estrutura dos projetos de pesquisa

1.3.1.1. Capa

Não é elemento obrigatório, mas se existente deverá possuir dados para identificação do projeto de pesquisa, devendo ser padronizada em conformidade com as normas da UNIFENAS, dispostas neste manual.

1.3.1.2 Folha de rosto

Deve incluir os seguintes elementos de identificação: a) autor: nome completo do autor e/ou do coordenador, bem como dos membros da equipe de pesquisa. Acrescenta-se também o nome do orientador; b) título e subtítulo: deve ser simples e conciso, visando, com poucas palavras, informar o que se pretender estudar; c) entidade à qual destina e finalidade: traz a informação que indique a que setor se destina o projeto de pesquisa e a finalidade do mesmo; Exemplo: Projeto de pesquisa apresentado à UNIFENAS, como parte das exigências da coordenação de pós-graduação para seleção à bolsa de iniciação científica. d) local e data: deverão constar na parte inferior central da folha de rosto. 1.3.1.3 Listas

Elaborada de acordo com a ordem do texto, com cada item designado por seu nome específico e número de página. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2005b) Listas de ilustrações, tabelas e abreviaturas

1.3.1.4 Sumário

Facilita a consulta da estrutura do projeto de pesquisa. É elemento obrigatório.

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1.3.1.5 Introdução

a) relato histórico do problema (tema): mencionar a origem do tema e quais as principais motivações para que ele se desenvolva; b) justificativas: explica-se o porquê do estudo, qual a sua importância científica e social; o interesse para o desenvolvimento do projeto; c) definições dos termos do problema: alguns projetos mencionam termos complexos, fazendo-se necessária a definição clara e precisa dos conceitos a serem adotados, que deve ser apoiada na revista de literatura; d) definições das variáveis: as variáveis referem-se aos diferentes aspectos dos tema a ser analisado e são empregadas para conferir maior precisão às definições científicas; e) hipóteses: neste item deve-se oferecer uma solução aos objetivos; elas podem ser consideradas verdadeiras ou falsas ao término do experimento ou estudo.

1.3.1.6 Objetivos

Indica-se o que se pretende estudar com a execução da pesquisa. Podem-se mencionar objetivo geral e específico, separando-os.

1.3.1.7 Referencial teórico (revisão de literatura)

Considerações teóricas que o ajudarão a melhor definir e delimitar seu problema de pesquisa.

1.3.1.8 Material e métodos (metodologia)

a) métodos e técnicas de pesquisa: a pesquisa pode ser EXPLORATÓRIA quando um problema é pouco conhecido, ou seja quando as hipóteses ainda não foram claramente definidas, quase sempre assume a forma de pesquisa bibliográfica. Tem como objetivo principal, apresentar informações sobre o objeto de pesquisa, proporcionando maior intimidade com o problema, com vistas a torná-lo mais claro. A pesquisa pode ser DESCRITIVA, tratando-se da descoberta e observação de fenômenos, procurando descrevê-los, classificá-los e observá-los; pode ser

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pesquisa de opinião, estudo de caso e pesquisa documental ou bibliográfica. A pesquisa também pode ser EXPERIMENTAL, que descobre o modo e as causas que levam o fenômeno a ser produzido; pode ser de campo ou de laboratório. As pesquisas podem ser QUALITATIVAS, apresentando dados que geram

interpretação e reflexão; QUANTITATIVAS, que possuem dados contáveis e mensuráveis; NATURALISTAS, em que são coletados dados no ambiente natural e LONGITUDINAIS, nas quais se delimitam os períodos de observação (MARTINS; LINTZ, 2000; FRANÇA; VASCONCELLOS, 2004); b) descrição do objeto da pesquisa: deve-se descrever detalhadamente o tamanho da amostra para o experimento; c) definição da amostra e área física: definir o tipo, tamanho e formas de composição da amostra e, quando for pesquisa de campo, deve-se delimitar a área física com precisão; d) procedimentos de coleta de dados: indicar os instrumentos necessários para a coleta dos dados, como questionários, formulários, roteiro para as entrevistas, observação e manuais de tabulação; e) análise de dados: indicar o tempo previsto para a realização da apuração dos dados, bem como sua análise e interpretação.

1.3.1.9 Plano de execução

Cronograma: devem-se descrever as etapas e os passos para a execução do experimento correspondendo aos objetivos.

1.3.1.10 Recursos

a) humanos: mencionar o pessoal envolvido no projeto, como, por exemplo, técnicos de laboratórios, acadêmicos de iniciação e outros professores colaboradores, informando suas funções e atividades a serem desenvolvidas; b) materiais: citar os materiais de consumo e permanentes úteis à pesquisa; c) financeiros: devem ser previstas todas despesas do experimento, desde gastos com o pessoal, origem dos recursos e entidades de financiamento, como agências de fomento e amparo à pesquisa.

e. .13 Anexos e/ou apêndices Material complementar que deve ser adicionada ao projeto para enriquecer o experimento.1. citando-se todas as etapas da pesquisa. c) redação: desenvolvimento das etapas. 1.3.4 Relatórios técnico-científicos De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) o relatório é um trabalho que relata formalmente os resultados obtidos em uma pesquisa ou a descrição de sua situação e desenvolvimento. se faz a ordenação do material empregado ao desenvolvimento.1. É estabelecido em função e sob responsabilidade de uma entidade ou de uma pessoa a quem será enviado. 1.1 Etapas do relatório a) planejamento: nesta fase se estabelece a natureza do seu conteúdo que pode ser sigiloso. simultaneamente. 1.1. secreto e confidencial.11 Plano de trabalho É a descrição detalhada das formas de atuação para alcançar os objetivos determinados.3. avaliando-se: conteúdo e seqüência das informações. d) revisão: momento de análise e revisão crítica do relatório.3.12 Referências Relacionar todas as fontes que foram consultadas para a elaboração do projeto. a informação suficiente para que um leitor possa fazer recomendações e conclusões. sistematicamente. 1.4. reservado.15 1. Ele apresenta. b) organização do material: na execução do estudo. prepara-se o programa de desenvolvimento.

e) número do volume e da edição: indicar se houver mais de uma.16 1. c) discussão: etapa em que se descrevem e analisam. 1. Notas: entende-se por notas: local (cidade). formal. o mês e ano da publicação figurando sempre na parte inferior da folha. Podem-se empregar ilustrações para facilitar o entendimento. . b) número do relatório: os relatórios devem ser numerados seqüencialmente.2.2. Esta indicação deve aparecer no alto da folha de rosto. c) título e subtítulo: são expressos por meio de uma palavra ou frase discriminando o assunto do relatório. indicando-se sua qualificação e função.2. dentro do possível.4. comenta a conduta e os processos da investigação. 1.4. b) metodologia: etapa em que se descrevem os tipos de estudos e como se desenvolveu o experimento.2 Folha de rosto Deve conter os seguintes elementos: a) faculdade ou departamento: figura-se no alto da página. de maneira mais completa.4.2 Estrutura dos relatórios 1.4. centralizado. os detalhes dos resultados. com parágrafos simples e curtos. em que etapa se encontra. na borda superior direita. objetiva e. informando a situação do trabalho. d) nome do autor: localiza-se abaixo do título.3 Texto O texto de um relatório deve possuir uma linguagem clara. O texto de um relatório deve possuir: a) introdução: momento em que se descrevem os objetivos do trabalho e as finalidades. dispostas neste manual. devendo ser padronizada em conformidade com as normas da UNIFENAS.1 Capa Possui dados para identificação do relatório.

Os trabalhos monográficos constituem-se dos produtos de nos leituras. contendo informações bibliográficas do documento. e reflexões e críticas desenvolvidas graduação pós-graduação (FRANÇA.4.4 Anexos e apêndices Informações complementares.6 Ficha de identificação Elemento opcional aos relatórios. sob a orientação de um professor. trabalho a respeito de um único assunto. número de páginas e outras informações ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) 1. entidade executora. resultados complementares. 1.2. 1.5 Monografias Significa monós (um só) e graphein (escrever).17 d) conclusões e/ou considerações finais: devem-se mencionar as comprovações claras dos fatos observados. Na ficha deve conter: Título e subtítulo do relatório. VASCONCELLOS. As monografias estão relacionadas aos cursos. 1. 1. bem como outros dados necessários à sua identificação. seguindo as normas disponíveis no item 4 deste manual.4. 2003). palavraschave.1 Estrutura das monografias Sua estrutura se assemelha à das dissertações e teses. . tais como análises.4.2. de investigações. resumo.2. cursos observações. de modo determinado e específico.5 Referências De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002a).5. autores. disciplinas. possuindo alguns elementos essenciais.

A estrutura da monografia adotada pela Universidade José do Rosário VellanoUNIFENAS deve possuir: a) elementos pré-textuais Capa – obrigatório Folha de rosto – obrigatório Errata (deve ser evitada) Folha de aprovação – obrigatório Dedicatória Agradecimentos Epígrafe ou pensamento Resumo na língua do texto – obrigatório Resumo em língua estrangeira – obrigatório Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas Sumário – obrigatório b) elementos textuais Introdução – obrigatório Objetivos – obrigatório Justificativas – obrigatório Desenvolvimento (deverá possuir capítulos de acordo com o tipo de estudo) Pesquisa bibliográfica Revisão de literatura Discussão ____ ____ Conclusões Pesquisa experimental Revisão de literatura Material e métodos Resultados Discussão ____ Pesquisa de campo Revisão de literatura Material e métodos Resultados Discussão ____ c) elementos pós-textuais .18 De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). as monografias podem ser denominadas trabalhos de conclusão curso – TCC e/ou trabalhos de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento.

em letras maiúsculas. c) título do trabalho científico. tamanho de letra 12. centralizados.1 Capa Elemento que identifica o trabalho científico e deve conter os seguintes itens: a) nome da Universidade. preferencialmente em letras maiúsculas. letras minúsculas. centralizado. .5. Essa nota deve figurar em tamanho de letra 10. tamanho de letra 14 ou 16 e distante a 11 cm do topo da página. Usar somente o ano da defesa do trabalho científico (APÊNDICE – A).5. 1. centralizados. Instituição e/ou Faculdade seguida da sigla. com tamanho de letra 12 respeitando a margem inferior. tamanho de letra 12. em letras maiúsculas. c) nota: consiste na explicação de que se trata o trabalho científico. tamanho de letra 14 ou 16 e distante a 11 cm do topo da página. como parte das exigências do Curso de xxxxxxxx para conclusão do curso de graduação.1. b) nome por extenso do(s) autor(es). centralizado. b) título do trabalho científico. devendo ser redigido com objetividade. distante a 16 cm do topo da página.2 Folha de rosto Contém os seguintes dados úteis à identificação: a) nome por extenso do(s) autor(es) em letras maiúsculas. devendo ser redigido com objetividade. precisão e clareza.1. tamanho de letra 12 respeitando a margem superior. em letras maiúsculas. somente as primeiras letras maiúsculas.19 Referências – obrigatório Anexos Apêndices Glossário 1. alinhado à direita e justificada:  deve conter as informações como: Monografia apresentada a Universidade José do Rosário Vellano. d) local e data: colocar o nome da cidade e estado de publicação (quando houver ambigüidade no nome da cidade). precisão e clareza. centralizado a partir do meio da folha. centralizados. centralizado.

20  projeto de Pesquisa apresentado à Coordenação de Pós-Graduação da Universidade José do Rosário Vellano para avaliação ao PIBIC/PROBIC – CNPq. somente as primeiras letras maiúsculas. com dimensões 12. não propriamente ao conteúdo do trabalho científico. e leia-se para o quê está correto. elaborada somente pelo(a) Bibliotecário(a). f) local e data: colocar o nome da cidade e estado de publicação.5.5 cm de largura por 7. A errata deve conter a página e a linha do erro. contendo informações bibliográficas (catalogação na fonte). ou simplesmente em folha avulsa a ser distribuída durante a avaliação do autor do trabalho. 1. (APÊNDICE – C). (APÊNDICE – B). e) nome por extenso do Co-orientador (se houver) em letras minúsculas (somente as iniciais em maiúsculas. tamanho de letra 12 e distante a 19 cm do topo da página. centralizados. respeitando a margem inferior. como por exemplo.1.5.5. devendo figurar no verso da folha de rosto.3 Ficha catalográfica Elemento obrigatório. É um elemento opcional e não traz prejuízos ao seu trabalho. com tamanho de letra 12. centralizado a partir do meio da folha. centralizado a partir do meio da folha. 1. tamanho de letra 12 e distante a 21 cm do topo da página. 1. (ANEXO – A).1. d) nome por extenso do orientador em letras minúsculas (somente as iniciais em maiúsculas.1. além da indicação: onde se lê.4 Errata (deve ser evitada) Destina-se a pequenas correções relacionadas à apresentação gráfica dos trabalhos científicos. Deve figurar logo após a folha de rosto.5 Folha de aprovação Elemento obrigatório em qualquer trabalho científico de acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a).5 cm de altura dentro de um retângulo. justificada. para o quê está grafado errado. erros de digitação e ortografia. . alinhado à direita. alinhado à direita. Usar somente o ano da defesa do trabalho científico. justificada.

os resultados e as conclusões.7 Agradecimentos Texto que esboça o agradecimento do autor às pessoas e instituições que colaboraram para a realização do trabalho. margem inferior. Conforme sua extensão pode-se apresentar em forma de texto ou conforme dedicatória. margem inferior.1. assinatura e instituição dos componentes da banca de exame. com recuo de 8 cm. (ANEXO – C). Visa fornecer elementos capazes para permitir ao leitor decidir sobre a necessidade de consulta integral do texto. (ANEXO – B). 1.5.. d) nome. 1. Tamanho de letra 12.21 Na folha de aprovação deve conter: a) nome do autor (ou autores) do trabalho. letra 12. Pode ocorrer no início de cada capítulo.5.1.5. b) título do trabalho e subtítulo se houver por extenso. bem como relações e efeitos novos verificados. O resumo deve ressaltar a problemática que se pretendeu solucionar e explicar. Lembra-se não abusar dos pensamentos. Deve vir na margem inferior. e não de uma enumeração . a abordagem metodológica empreendida. O resumo deve ser composto de uma seqüência corrente de frases concisas.5.1. bem como a origem da obra. 1. contradições com teorias anteriores..6 Dedicatória Breve texto em que o autor dedica ou oferece o seu trabalho a alguém. c) local e data da aprovação. o que pode depreciar o trabalho científico. 1. os objetivos.8 Epígrafe ou pensamento Menção de um pensamento que relacione-se com a obra. descobertas significativas. (APÊNDICE – D). Os resultados devem evidenciar.1. Trata-se da apresentação concisa de todos os pontos relevantes do trabalho. letra 12. conforme os achados da pesquisa: o surgimento de fatos novos.9 Resumo O resumo deve ser preparado após a conclusão do trabalho científico. Recuo de 8 cm.

seu título e a página que se encontra.11.1. Seguido pelas palavras-chave que serão finalizadas e separadas entre si por ponto final. fórmulas. O resumo é digitado com espaços simples entre linhas. na ordem em que aparecem no texto.1 Lista de ilustrações Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. teses e outros) e relatórios técnicocientíficos de 150 a 500 palavras. 1.5. fotografias e outros.22 de tópicos.10 Resumo em língua estrangeira A descrição do resumo em língua estrangeira. símbolos. para facilitar a localização.1. lâminas. 1. retratos. tabelas e abreviaturas As listas de qualquer natureza são considerados elementos opcionais. fórmulas.1. Deve-se evitar o uso de frases negativas. 1. tem que ser escolhidas em vocabulário controlado. deve conter. quadros. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2003c). Entende-se por ilustrações: gráficos. parágrafo único (APÊNDICE – D). A versão do resumo para a língua inglesa é o abstract.11 Listas de ilustrações. . equações e diagramas.5. mapas. de 100 a 250 palavras. a identificação dos elementos. Palavras-chave: palavras representativas do conteúdo do documento. c) para trabalhos acadêmicos (dissertações.5. organogramas. desenhos. Dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa. gravuras. recomenda que os resumos tenham as seguintes extensões: a) para notas e comunicações breves. seguido pelas palavras-chave que serão finalizadas e separadas entre si por ponto final. esquemas. de 50 a 100 palavras. b) para artigos de periódicos.

de acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2003b). a legenda e página que se encontra a ilustração. ordenadas segundo determinado critério.3 Lista de abreviaturas e siglas As siglas e abreviaturas devem aparecer em ordem alfabética.23 A lista de ilustrações deve especificar o número. 1. na mesma ordem em que a matéria é apresentada no corpo do trabalho científico.1. (APÊNDICE – E).2 Listas de tabelas Esboça a relação numérica das tabelas na ordem em que aparecem no texto. (APÊNDICE – G). pois. Montagem do sumário: .5. deve estar entre parênteses e ser precedida pelo nome escrito por extenso. por extenso. com indicação da página correspondente. etc.11. São indicadas no sumário as divisões primárias. seções e capítulos. mililitro. nas demais vezes pode vir apenas à abreviatura ou sigla. o índice é uma lista de palavras ou frases.12 Sumário Trata-se da enumeração das principais divisões. tabela ou quadro. que localiza e remete para informações contidas no texto. porcentagem. devem ser escritas por extenso: grama. sendo mencionada quando for figura.1. 1.5. secundárias e terciárias.5. Não se usa abreviaturas nos títulos e resumos.1. Unidades de medias e pesos são abreviadas quando vem depois de numerais: 75 g. constando as abreviaturas utilizadas na obra. A primeira vez que a uma abreviatura ou sigla aparecer no texto. seguidas das palavras ou expressões correspondentes. 12 ml. 1. (APÊNDICE – F). mas se vierem isoladamente. para evitar problemas na tradução e compreensão dos mesmos. Não se confunde sumário com índice.11.

5. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar uma introdução: a) de que se trata o assunto? b) quais as principais motivações para que ele se desenvolva? Ou como nasceu a idéia de desenvolvê-lo? c) quais os elementos envolvidos neste estudo? 1.1.5. com o mesmo tipo de fonte adotado para as seções primárias do texto. 1. escrita em letras maiúsculas. preferem-se os objetivos dispostos separadamente.1. não se usa qualquer tipo de sinal após o indicativo de seção ou de seu título. A paginação deve ser indicada pela página inicial do capítulo e os indicativos numéricos dos capítulos.13 Introdução A introdução dos trabalhos científicos deve expor claramente o problema.24 Incluem-se no sumário apenas as partes da publicação que lhe sucedem. O sumário é identificado pela palavra SUMÁRIO. (APÊNDICE – H). centralizada na página. demonstrando o conhecimento atual sobre o assunto selecionado. devendo ser informados de forma clara e precisa. Em artigos científicos a serem publicados em periódicos e projetos de pesquisa incluem-se no final da introdução os objetivos do estudo. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar os objetivos: a) que perguntas específicas este estudo procura responder? b) quais hipóteses serão testadas? c) para que? Para quem? . assim ele não deve incluir os elementos pré-textuais. 2003a) de numeração progressiva. Os capítulos e seções devem ser indicados no sumário da mesma forma que figuram no texto. mencionando as informações sobre o que se pretende estudar. Nas monografias.14 Objetivo ou proposição Os objetivos devem ser claros e diretos. permitindo ao leitor a visão lógica e concisa do trabalho a ser desenvolvido. seções e outras partes do texto representados no sumário devem ser alinhados à esquerda separando o título por um espaço de acordo a (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

mas com ordenação lógica de assunto. As referências devem ser relevantes e expostas em ordem cronológica dentro do assunto. integrar. aumentar. comparar. acertar e refletir. encaminhar. social e o interesse para o desenvolvimento do trabalho? 1. participar. motivar. identificar. descrever. 2000) Exemplo de verbos mais precisos: discutir. verificar. apreciar. propor. familiarizar-se. valorizar. construir. escrever. compreender. assinalar. captar. intervir. saber. explorar os trabalhos mais clássicos. capacitar. classificar. desejar.16 Revisão de literatura Momento do trabalho científico em que se expõem os trabalhos mais representativos e pertinentes ao assunto. ilustrar. indicar. passando aos mais recentes. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar a revisão de literatura: a) o que já se conhece do assunto? .1.25 d) quais são os objetivos gerais? Os objetivos devem ser elaborados com verbos mais precisos que indicam sentido único de interpretação (MARTINS. Procurase responder às seguintes perguntas para elaborar a justificativa: a) porque se pretende estudar o tema ou assunto? b) é importante? c) é necessária? Para a região? Para o estado? Para o país? Para a humanidade? d) há relevância científica. interessar. orientar. avaliar. conscientizar. questionar e qualificar. respeitar. selecionar. investigar. 1. temer. resolver. elaborar. distinguir. reconhecer. localizar. resumir. tolerar. melhorar. caracterizar. pensar. ou seja.5. confeccionar. acreditar.1. Exemplo de verbos menos precisos: aprender. aplicar. formular. Deve-se obedecer a transcrição indireta e expressar as idéias do autor com as próprias palavras. fiel ao texto original. conhecer. instrumentalizar. estimular. entender. desfrutar. traduzir.15 Justificativas Informações que demonstrem a necessidade ou importância do estudo. interpretar. enumerar.5. relacionar.

de maneira que leitores possam entender e reproduzi-lo futuramente em outro experimento. d) como foi elaborado? (metodologia.26 b) o que já foi pesquisado? c) como foi pesquisado? d) quando foi pesquisado? e) com que resultados? 1.5.5. . simples e objetivo.1.5.1.19 Discussão A discussão é considerada uma etapa fundamental ao trabalho científico.18 Resultados Representam as interpretações do que foi realizado e obtido. Pode-se elaborar uma representação esquemática por meio de diagramas e tabelas que favoreçam o entendimento.17 Material e métodos Parte do trabalho que expressa o tipo de estudo. Os resultados são descritos por meio de tabelas. com o que se fez? (material empregado ou equipamentos adotados no estudo). gráficos e figuras. descrição de técnicas e métodos científicos). Neste momento não cabe a discussão!!! 1. na qual se exploram as idéias centrais da pesquisa. o material empregado. emprego de questionários. b) onde foi feito? (local de execução do estudo científico). os quais são auto-explicativos. as descrições das amostras.1. A imparcialidade na menção dos resultados e dados obtidos é essencial. 1. c) O que se utilizou. apoiadas nos resultados ou na revisão de literatura (quando for trabalho de pesquisa bibliográfica). Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar o material e método: a) quando foi feito? (época de execução do trabalho). Este capítulo deve ser elaborado de modo claro.

1.5. Neste texto. Deve-se concluir somente sobre o que foi comprovado e não com base em suposições. bem como nos resultados colhidos (ESTRELA. . esclarecendo as limitações dos métodos e.20 Conclusão Síntese direta e concisa das confirmações obtidas nos resultados ou na discussão. pode-se ainda mostrar concordâncias e discordâncias.27 Para se redigir uma discussão. mas apoiados na literatura. SABINO. chegando a considerações lógicas e objetivas. analisando causas e efeitos. 2001) 1. se for pertinente. inicia-se explorando o porquê da pesquisa e da metodologia empregada. faz-se comentários sobre o trabalho. propor novos métodos e técnicas. Devem-se estabelecer relações e associações. concernentes à proposição ou objetivo e à metodologia. evoluindo à interpretação dos resultados.

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2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS

2.1 Digitação

De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a), os trabalhos acadêmicos devem digitados em papel branco, formato A4 (210 mm x 297 mm), apenas no anverso da folha, exceto folha de rosto que deve conter a ficha catalográfica; usa-se a cor preta para o texto e o colorido para as ilustrações.

2.2 Tipo de letra

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS não se refere ao qual tipo de letra utilizar, no entanto, para padronizar os trabalhos acadêmicos da UNIFENAS, recomenda-se as letras: ARIAL ou TIMES NEW ROMAN.

2.3 Tamanho da letra

A fonte a ser utilizada deve ser tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas, notas de rodapé, paginação, legenda e fonte das ilustrações e tabelas.

2.4 Margens e espaços

Em conformidade com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a), as margens para o trabalho científico devem ser: a) margem superior: 3 cm; b) margem inferior: 2 cm; c) margem direita: 2 cm; d) margem esquerda: 3 cm. O alinhamento da margem direita não é obrigatório, mas é terminantemente proibido o uso de qualquer tipo de tapa-margem, como travessões, barras e hífens para tentar fazer esse alinhamento.

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2.5 Paginação

Os trabalhos científicos têm suas páginas numeradas seqüencialmente, no canto superior direito, em algarismo arábicos, a partir da primeira página de elementos textuais, a 2 cm da borda superior e direita; entretanto todas as páginas são contadas a partir da folha de rosto. Por conclusão, as páginas de elementos pré-textuais são contadas, mas não numeradas. Contendo anexo ou apêndice, suas páginas serão igualmente numeradas de maneira que dêem seqüência à numeração do trabalho. Esses capítulos somente não serão numerados se possuírem estrutura física diferente das páginas textuais.

2.6 Seções do trabalho científico

Todo trabalho científico possui divisões. A primeira divisão, chamada de primária, são os capítulos, como, por exemplo, o sumário, resumos, introdução, revisão de literatura e outros. Cada capítulo poderá ser dividido em seções secundárias, terciárias, quaternárias, respectivamente. Deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária. Cada seção pode ser dividida em alíneas e estas por sua vez são divididas em subalíneas. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, (2003a) recomenda uma seqüência lógica de apresentação e numeração progressiva das seções.

2.6.1 Títulos

Os títulos das seções primárias devem sempre figurarem em páginas novas e estarem distantes a 3 cm da borda superior da página, distantes do texto por dois espaços (1,5), entre linhas, sendo em tamanho 12, letras maiúsculas, em negrito e alinhadas a margem esquerda. Os títulos das secções secundárias, terciárias, etc. ficam na margem esquerda, seguindo a numeração progressiva e separadas do texto que as precede e ou que as sucede por dois espaços (1,5), entre linhas. Os títulos dos elementos textuais devem ser numerados seqüencialmente a partir do número 1, estando alinhados à margem esquerda.

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Os elementos pré-textuais são centralizados e não são numerados: (errata, folha de aprovação, epígrafe, dedicatória, lista de ilustrações, listas de tabelas, listas de abreviaturas e siglas, resumos e sumário) Não se usa pontuação no final dos títulos. A folha de aprovação, a dedicatória e a epígrafe ou pensamento não possuem o título e nem o indicativo numérico. A dedicatória como a epígrafe ou pensamento devem figurar abaixo da metade da página e a direita desta, justificada.

2.6.2 Alíneas

O texto de cada seção pode possuir vários parágrafos e o autor pode utilizar alíneas, representadas por letras minúsculas do alfabeto latino seguidas de parênteses. As alíneas devem apresentar conteúdos pouco extensos. O texto que antecede uma alínea deve terminar em dois pontos; as alíneas devem ser recuadas da margem esquerda, sendo alinhadas pela primeira letra de seu texto. As alíneas são iniciadas por letras minúsculas e pontuadas por ponto-e-vírgula, com exceção da última, que recebe ponto final.

2.6.3 Subalíneas

As alíneas podem ser divididas em subalíneas, cujo texto é antecedido por hífen. As frases das subalíneas são iniciadas por letras minúsculas e são pontuadas por vírgula. A última subalínea recebe o ponto. As subalíneas, a exemplo das alíneas, são alinhadas pela primeira letra do seu texto.

2.6.4 Padrão de letras

Entre o numeral indicativo das seções e o seu respectivo título não se deve pontuar e sim separá-los por meio de UM espaço.

e são finalizadas em ponto-evírgula.1 Saúde geral As seções secundárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda.31 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS LISTA DE ABREVIATURAS RESUMO ABSTRACT 1 INTRODUÇÃO As seções primárias. As subalíneas devem começar com hífen. em letras MAIÚSCULAS e NEGRITO. a última que termina em ponto. b) mecânicos.1. são finalizadas em vírgula e a última termina em ponto. 1. tamanho 12. em letras As seções primárias. . MAIÚSCULAS e NEGRITO. são numeradas e alinhadas à margem esquerda.1 Prevenção As seções quaternárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda. dos elementos prétextuais. em letras minúsculas sem o negrito. 2 OBJETIVOS preventivos: a) químicos. 1.1.1. tamanho 12. 1. tamanho 12.1. Os métodos mecânicos podem ser: . dos elementos textuais. As subalíneas são antecedidas por dois pontos.1.1 Saúde bucal As seções terciárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda. tamanho 12.1 Métodos preventivos As seções quinárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda.escovação dentária. em letras minúsculas sem o negrito. REFERÊNCIAS ANEXO Os elementos pós-textuais não recebem o indicativo numérico e são centralizados . em letras MINÚSCULAS e NEGRITO. em letras minúsculas sem o negrito. tamanho 12. devem ser centralizadas e não numeradas.1. São exemplos de métodos As alíneas são antecedidas por dois pontos.raspagem dental. 1. tamanho 12.

universidades e outros. comentários e observações. 2. 1992. Existem dois tipos de notas de rodapé: as de referência e as explicativas.32 APÊNDICE GLOSSÁRIO na página. sem parágrafo. a) as notas de referências são necessárias para expor as informações sobre as obras citadas no texto. Deve conter o sobrenome do autor. Caso ocorra deve-se dividir as informações em duas páginas. nomes de faculdades. b) as notas explicativas relacionam-se as explicações. 2.7 Notas de rodapé As notas de rodapé são úteis para fornecer informações adicionais ou esclarecimentos. Não devem ocupar mais que 50% do espaço total da página. ______________ 1 2 Trabalho apresentado no III SEMIC ARAÚJO. como bolsas para projetos de pesquisa. que não devem ser incluídas no texto. p. para não confundir com outra numeração. Para as referências. prefere-se relacioná-las no fim do trabalho científico e não como notas de rodapé. com tamanho 10 de letra. caso tenha sido utilizado o sistema numérico para citação. Traço 3 cm. iniciando-se com o número sobrescrito recebida em texto. Incluem-se informações sobre patrocínios para pesquisa científicas. As notas de rodapé são colocadas na parte inferior da página. como: volume e página. As notas são alinhadas à esquerda e separadas do texto por um traço contínuo de 3 cm e digitadas em espaço simples. data da publicação e outros dados. espaço simples e letra tamanho 10.8 Parágrafos .112-120 A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) recomenda que as remissões para o rodapé sejam feitas através de asteriscos. pessoais do autor.

9 Espacejamento 2. referências. deve estar localizado à 3 cm da borda da página e a mesma distância deve ser dada entre o título de capítulo ao seu texto.4 Entre parágrafos Os parágrafos devem ou não ser separados uns dos outros. .5 entre linhas. terciárias e outras. legendas. 2. Duas opções de parágrafos: a) parágrafo tradicional: distante 2 cm da margem esquerda sem deixar espaço duplo entre um parágrafo e outro. permitindo deixar a critério do autor o tipo de parágrafo a ser adotado.33 A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a) menciona que a disposição gráfica é de responsabilidade do autor.8. isto é dois espaços de 1.9.9.9. b) parágrafo moderno: todo o texto alinhado à margem esquerda e o parágrafo marcado por dois espaços entre eles. dependentes do tipo de parágrafo a ser adotado. 2. 2. Exceto notas de rodapé.1 Título do capítulo Como já mencionado. como podemos ver em 2.5 entre linhas.9.3 Entre as linhas do texto Espaço de 1. 2. citações longas. nomes de ilustrações e tabelas.5 entre as linhas do texto.2 Título das seções Entre as seções secundárias. bem como do orientador. se houverem são separadas de seu texto por dois espaços de 1.

notas. Exemplo: Um.5 Entre as linhas de citações longas. no entanto. Exemplo: Serão avaliados oitenta voluntários. 81. dois. b) a forma por extenso é escrita para indicar quantidades. e) somente se usa o símbolo de % precedido de número cardinal. indicar sempre o número cardinal.6 As referências bibliográficas NÃO podem ser justificadas. 53 g) quando se referir ao primeiro dia do mês... três.34 2. legendas das ilustrações e tabelas.9... obras consultadas ou rodapé Devem ser deixados espaços simples entre as linhas. Exemplo: primeiro de março. por espaço duplo. 100 g d) não se inicia frases com numerais... usa-se sempre o número ordinal. 2. resumos. c) em unidades padronizadas é obrigatório o número cardinal. 2 p. para os demais dias adotam-se os números cardinais. 27. no entanto. Exemplo: 10 ml. 2. . São alinhadas à margem esquerda do texto. Exemplos: v.10 Numerais em textos científicos a) em textos científicos recomenda-se escrever por extenso os numerais de uma palavra e usar algarismos cardinais para números de duas palavras. Exemplo: 34 % f) quando se mencionam números de páginas e volumes. referências. nas referências no final do trabalho separa-se uma da outra por dois espaços simples ou um espaço duplo. digitadas com espaço simples entre as linhas e separadas entre si. 45.9.

não deve ser abreviada e escreve-se em letras maiúsculas. esquemas. mas explicativo. sempre como figuras.11 Ilustrações 2. Exemplo: TABELA 2 Não se usa plural e nem ponto depois dos símbolos.. c) prefere-se sempre abreviar a palavra figura em texto: FIG. desenhos. gráficos. b) as figuras são mencionadas em texto.1 Figuras a) são consideradas figuras em textos científicos: fotografias. A indicação pode estar integrada ao texto ou entre parênteses no final do parágrafo. Exemplo: FIGURA 3 – Aspecto microscópico do túbulo dentinário bovino. somente o título será em letras minúsculas à exceção da primeira letra da frase. d) esta abreviatura sempre é utilizada no singular. e) as figuras são numeradas no texto com algarismos arábicos por ordem seqüencial e progressiva. h) para horas sempre empregar o número cardinal.. com exceção de tabelas. localizado abaixo da figura respeitando sua margem. 5.35 em 29 de março. A palavra FIGURA. os estudos de. quadros e gráficos. 5 e 6). g) o número da figura é separado de sua legenda por um hífen... neste momento..11. tabelas sempre mencionar por algarismos arábicos. f) o título da figura deve ser breve. gravuras e outros. [. Exemplo: 11 h e 53 min 22:30 h i) para indicar figuras. Exemplo: De acordo com a FIG. pois eles não são abreviaturas e sim sinais convencionais. .] aspecto interno do túbulo dentinário (FIG. Sempre depois número colocar espaço. Exemplo: 2 espaço h = 2 h 2.

i) as figuras podem ser inseridas no corpo do trabalho ou colocadas como elemento complementar. Caso forem de autoria do próprio autor do texto. seguido de número a que se refere. A menção em texto será pela indicação GRAF. no entanto. as páginas devem ser dobradas para que fiquem no tamanho A4.2 Gráficos Os gráficos são desenhos. endereços eletrônicos. periódicos. data e página de onde se retirou esta figura. 2. .11. geralmente confeccionados com o auxílio de programas eletrônicos (softwares). em letras maiúsculas. sendo desnecessário recorrer ao texto para compreendê-las. deve conter. devem ser autoexplicativas. pontos e numerados em algarismos arábicos. Segundo ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a). ou seja. extraída de livros. j) devem ser inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem. constituindo-se por traços. a fonte. Exemplo: FIGURA 2 – Face vestibular do dente 12. pode-se utilizar outros tamanhos de papéis para inserir figuras maiores (além margem). São informações como: autor. entram como apêndices e se forem de autoria de outros autores figuram como anexos. sendo observadas as condições mínimas necessárias (5 x 7 cm) para que seja possível sua reprodução. e como toda as demais citações devem ser referenciadas no final do trabalho.36 h) toda figura que já tenha sido publicada. k) quando as figuras forem localizadas em anexo ou apêndice.. O título do gráfico deve vir na sua porção inferior e precedido da palavra GRÁFICO. devendo conter os dados e informações. abaixo da legenda. Qualquer figura deverá se restringir às margens e as dimensões das folhas. quando não for possível.

2. 35. (m) ou (metro) (t) ou (tonelada) (R$) ou (real) (1000t) ou (1000t) Metro Tonelada Real Indica dados numéricos em toneladas que foram divididos por mil .  Série não consecutiva: indicar as datas separadas por barra Exemplo: datas 2001 e 2004 = 2001/2004 Junho de 2005 e julho de 2005 = Jun.2005/Jul. com símbolos entre parênteses. as tabelas apresentam dados estatísticos. b) quando houver necessidade de mencionar datas no título.  Quando for relacionar período de dois anos consecutivos. sem abreviações. c) o quadro e a tabela não devem ser fechados lateralmente e nem se colocam traços horizontais separando os dados numéricos. Exemplo: período de 1998 a 2005 = 1998-2005. procede-se:  Série consecutiva: indicar data inicial e final separadas por hífen.2005. citar os anos abreviados Exemplo: 00/01 (referindo ao início em 2000 e término em 2001). localizado na porção superior.11. APÊNDICE – K.3. Para as tabelas apresentadas em apêndice ou anexo apresentá-las: (TAB. APÊNDICE A).1 Recomendações para tabelas e quadros a) devem possuir um título conciso. e) medidas e grandezas devem obedecer à NBR 6029 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. não devendo abreviá-lo.3 Tabelas e quadros De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (1993). 2. enquanto que os quadros contêm informações de texto agrupadas em colunas. 2002b) que estabelece:  Os dados numéricos a serem abreviados. d) no texto faz-se menção à TAB.11.37 As dimensões e disposições dos gráficos são as mesmas já relatadas para as figuras. para TABELAS e simplesmente QUADRO.

quando for uma tabela longa aconselha-se dividi-la e quando for mais larga que página pode ser impressa no sentido horizontal.3. Prefere-se mencionar apenas as médias numéricas em tabelas. O título da tabela deverá ser grafada em letras minúsculas. evitando assim grande número de dados repetitivos. somente em maiúscula a primeira letra da palavra inicial e também centralizado.11. p. multiplicados por mil f) as tabelas e quadros devem figurar bem próximas ao texto a que se referem. 2. d) corpo da tabela: as células de uma tabela devem possuir dados numéricos dos resultados verificados.  não se deve deixar nenhuma célula sem informação ou valor numérico. 106). ou seja. c) coluna indicadora: a primeira coluna a que se indica o conteúdo de cada linha. g) as tabelas devem ser elaboradas preferencialmente em uma única página. Exemplo: TABELA 1 Percentual de raízes que acometem os primeiros molares superiores b) cabeçalho: trata-se do conjunto de títulos de cada tabela. A palavra tabela deverá ser escrita em letras maiúsculas e deve ser centralizada tamanho 12. Devem ser escritos no mesmo tamanho de letra do título e devem estar centralizado na coluna a que se referem.38 (1000R$) ou (1000R$) (%) ou (percentual) (%) ou (por mil) (1/1000) Indica dados numéricos em reais que foram divididos por mil Indica dados numéricos proporcionais a cem Indica dados numéricos proporcionais a mil Indica dados numéricos que foram divididos por 1/1000.2 Partes de uma tabela e quadro a) legenda: corresponde ao número de ordem da tabela e seu respectivo título. as tabelas pequenas podem ser centralizadas. adota-se: . de acordo com a convenção internacional e baseado em França e Vasconcellos (2004.

no corpo das tabelas e dos quadros evitar traços verticais para separar as colunas. destacá-la tipograficamente. É constituído por:  fonte: refere-se aos dados de coleta das informações.0 ou –0. caso seja retirado de outras fontes. mencionar a referência abreviada do documento. quando não se dispuser de dado . usar um ou mais traços verticais paralelos.   dois traços duplos horizontais limitando superior e inferiormente as tabelas e/ou quadros. contém a indicação da fonte e dados necessários para a explicação de algum de seus aspectos..39 Quando o dado não existir quando o dado for rigorosamente zero Z quando não se aplicar dado numérico .00 comparáveis aos anteriores quando o dado numérico for igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente negativo quando o dado for omitido para evitar individualização da X informação  para construir tabelas e quadros pode-se adotar a seguinte convenção. Quando os dados anteriores ao símbolo não forem / ou -0.. e) rodapé: Localizada imediatamente após o fechamento da tabela.. traço simples vertical. . separando a coluna indicadora das demais e estas entre si. caso queira destacar parte do cabeçalho.    traços simples horizontais para separar o cabeçalho. caso uma linha representar soma ou total. -0.

quando esgotadas as 26 letras do alfabeto. acrescentar alguma outra informação. nesse caso.  devem ser expressões em tamanho da letra 10.12. considerados material suplementar. textos.1 Anexos Os anexos constituem elementos opcionais e de suporte ao texto. Considera-se anexo quando o material NÃO for elaborado pelo próprio autor. Exemplos: ANEXO A – Parecer do Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFENAS ANEXO B – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas. artigo ou outro material qualquer. podendo ser documentos. a identificação dos ANEXOS deve ser realizada com letras maiúsculas e não com números. Em conformidade com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Segundo ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS . são elaborados pelo próprio autor do trabalho. Essa identificação pode ser feita numa folha anterior para não interferir na estrutura física do anexo.40  notas: registram observações ou comentários para esclarecer os conteúdos da tabela ou quadro.2 Apêndices Os apêndices. centraliza-se o título do anexo. Não se trata de uma parte de trabalho. 2. 2.12 Anexos e apêndices São documentos complementares do texto científico. mas apenas elementos que vem ilustrar as idéias. seguida de hífen e o título. Exemplo: ANEXO A – Parecer do Comitê de Ética em Pesquisa da UNICAMP 2. Devem ser citados no texto para facilitar uma ligação entre as informações adicionais. na identificação dos anexos.12. seguidas de um hífen e o respectivo título.

41 TÉCNICAS (2005a). . quando esgotadas as 26 letras do alfabeto. excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas. na identificação dos apêndices.

o qual foi retirado o texto. São utilizadas para sustentar e dar embasamento teórico ao trabalho apresentado. p. quando estiverem entre parênteses. após o ano de publicação (data). SABINO. mutans. Exemplos: Swerts (2005) = citação de início de parágrafo (SWERTS. p. S. p. 47). 2005) = citação para o fim do parágrafo 3. 2001). As citações são expressas indicando-se o último sobrenome do autor principal da obra (letras maiúsculas ou minúsculas).] de que a locomoção „é a translação do centro de gravidade através do espaço ao longo de uma trajetória que exige o .42 3 CITAÇÕES Descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto. extraídas de uma outra fonte. As citações bibliográficas podem ser DIRETAS (textuais) ou INDIRETAS e podem aparecer no texto e. 2005. 2002.1 Citação direta É a transcrição literal do texto consultado que reproduz completamente as características da redação original (ESTRELA. salivarius” (SWERTS. p.. Exemplos: “A solução associada de própolis e clorexidina possuiu efeito sinérgico sobre a inibição e aderência S. 36). deve vir entre aspas duplas. 36) ou (SWERTS. ou seja. Nas citações diretas deve-se indicar. As citações diretas podem ser expressas em citações diretas curtas e citações diretas longas. sanguis e S.. dependendo do caso. Segundo Davies (1996. As aspas simples são usadas para indicar citação no interior da citação. 229): “[. Exemplo: Swerts (2005. quando se quer transcrever o que um autor escreveu. a) citação direta curta: quando o trecho transcrito não for superior a 3 linhas. seguido do ano de publicação. obrigatoriamente. devem ser em letras maiúsculas. a página da obra consultada. seguido do sobrenome do autor da obra e página. em notas de rodapé.

devem figurar em letras maiúsculas entre parênteses. salivarius. 2002). Exemplo: A aderência de S.06% para verificar. com o(s) nome(s) e data. sanguis e S. salivarius..43 dispêndio mínimo de energia‟ ou as definições [. não havendo necessidade de colocar a página de onde o conteúdo foi extraído. in vitro. sanguis foi drasticamente reduzida pelas soluções de digluconato de clorexidina (Periogard Colgate) e solução associada (p>0. com tamanho de letra 10 e com espaçamento simples ou 1 entre as linhas de seu texto. a) citação indireta tipo paráfrase: no qual se expressam as idéias do autor com as palavras próprias. Já para S. De acordo com Estrela e Sabino (2001). mas expressando idéias e informações.06% acrescida de própolis a 0. deve constituir um parágrafo independente e recuado a 4 cm da margem esquerda. Exemplo: Schilke et al. sem transcrever literalmente as palavras do autor do texto. (2000) compararam o número e o diâmetro de túbulos dentinários bovinos quanto à sua similaridade com dentes decíduos humanos.05). seguido de ano de publicação entre parênteses. mutans e S. Exemplo: Baseado nos estudos anteriores. Swerts (2002) formulou um composto associado de clorexidina a 0. as citações indiretas podem ser do tipo paráfrase e condensado.2 Citação indireta Indica a reprodução do conteúdo do texto. (APÊNDICE – I) 3. b) quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) estiverem no fim do parágrafo. os dentes bovinos são mais calibrosos. Com relação ao diâmetro dos túbulos.. o possível efeito sinérgico sobre a inibição e aderência de S. mas. S. menciona-se o(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) em letras minúsculas. As citações indiretas são expressas da seguinte forma: a) quando (o)s nome(s) do(s) autor(es) integram o texto do parágrafo (início ou meio de parágrafo). as soluções de digluconato de clorexidina (Periogard Colgate) e a solução associada diferiram estatisticamente (SWERTS.]” b) citação direta longa: quando o trecho transcrito for superior a 3 linhas. . mutans.

são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas após a data e sem espacejamento e em ordem alfabética. Koo (2003c) e assim por diante.3. início ou meio: Park (2005) Citação para o fim do parágrafo (PARK. Exemplos: Koo (2003a). 2000) e endodônticos (SUNDQVIST. podendo levar a processos infecciosos periodontais (PEREZ et al. 3.3 Formulando uma citação 3. 1993. 1997). Exemplos: Citação no parágrafo. 2005) As citações de diversos documentos de um mesmo autor.3. publicados em um mesmo ano. seguidos do ano de participação..2 Citação de trabalho de dois ou três autores No inicio do parágrafo e meio. devido à semelhança desse tecido ao tecido dentinário humano.1996.. Koo (2003b). 1992. LE GOFF et al.44 referindo-se ao número. Exemplo: Dois autores: Fiorini e Swerts (2004) Exemplo: Três autores: Silverstein. SIQUEIRA-JÚNIOR et al. os sobrenomes dos autores devem ser ligados pôr e. propuseram a utilização in vitro de espécimes bovinos.. Como conclusão.1 Citação de trabalhos de um autor Estes documentos são indicados pelo sobrenome do autor e o ano de publicação.. Bassler e Morril (1991) No final de parágrafo a citação deve vir entre parênteses e os nomes dos autores separados por ponto-e-vírgula e com letras maiúsculas. seguido do ano separado por vírgula. LOVE et al. b) citação indireta tipo condensado: no qual são sintetizadas as idéias do autor. a diferença entre dentina bovina e humana não foi significativa. 3. . Exemplo: A característica tubular da dentina garante o contato com tecidos adjacentes.

p. Carlos (2005) e Silva.3. Paulo.. Exemplos: Koo et al. acrescenta-se as iniciais de seus prenomes.3.3. deve incluir na indicação da fonte. Exemplos: Título: Própolis um antibacteriano bucal Citação: PRÓPOLIS. O. 1999. (OGUSHI.. seguida de reticências e data entre parênteses. 3. Clóvis (2005) 3. 5.. ALVES. p. a norma recomenda a entrada da referência pelo título..3 Citação de trabalhos com mais de três autores Citar apenas o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina et al. Exemplo: Título: A ROSA Prometida. a citação é feita colocando-se a primeira palavra do título em letras maiúsculas. Citação: (A ROSA. (2003) Caso o título inicie com artigo (indefinido ou definido). 1999. Exemplo: Silva.. Exemplo: Oliveira. ou monossílabo. 1999. 3) Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data de edição. 5). 2002) 3. acrescentam-se os prenomes por extenso. Folha de S. 2003) Caso persista a coincidência. (2002) ou (KOO et al. também em maiúsculas.5 Citação de documentos cujo autor é uma entidade coletiva .. 2003 e Oliveira.4 Citação de trabalhos de autores anônimos Quando se tratam de obras sem indicação de autoria ou responsabilidade conhecida. p.. São Paulo. 16 abr.. C.45 Exemplo: Conceitua-se política como um modo de agir com o propósito da obtenção de algo pretendido.

pode ser expressa como citação direta ou indireta. Para se promover a citação de citação adota-se: a) citar o sobrenome do autor do documento não consultado. . (apud SWERTS. A indicação da fonte de uma citação de citação pode ser apresentada na forma textual ou após a descrição da ideia. descreve que a própolis possui atividade antimutagênica e antibacteriana. Ação da própolis sobre bactérias. estado ou município. seguido da data do documento. 1997.“citado por”. quando se esgotarem as possibilidades de recuperação do original. 3. Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. 44. Esta ideia.6 Citação de documentos de autoria de órgão da administração direta do governo A citação se inicia pelo nome geográfico do país. Para explicar que o autor da ideia original é citado por um outro autor/obra que se está consultando.3. p. Exemplo: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS. seguido das expressões apud ou citado por ou segundo. Exemplo: BRASIL (2005) 3. 45-47. Pedro. Informação da obra original consultada em rodapé: 1 __________________ SOUZA. Posteriormente em nota de rodapé ou na referência. 2003) = primeira citação OMS (2003) = segunda citação em diante. Exemplo: Citação de citação no texto científico: Souza1. Quando não houver sigla citar o nome da entidade por extenso sempre que aparecer. a partir daí citar apenas a sigla.7 Citação de citação Só deve ser usada em último caso. São Paulo. n. por sua vez. e o sobrenome do autor do documento que foi realmente consultado. mencionar os dados do documento original. 23. v.46 Deve-se citar o nome por extenso acompanhado da sigla na primeira citação em texto.3. usa-se a expressão apud . Jornal Brasileiro de Apicultura. conforme ou segundo. DIAS-COSTA. 2005).

8 Citação de obras sem data Deve registrar uma data provável ou aproximada. Associação de própolis e clorexidina na inibição da aderência de Streptococcus spp. v.10 Colocação de interpolações. p.3.. Exemplos: SOUZA.3. mencione-se no momento oportuno entre colchetes [ ]. Exemplos: Aragão [1978?] = data provável Aragão [ca.. 23. 45-54.3. Pedro. entre colchetes. 3. Ação da própolis sobre bactérias. Mário Sérgio Oliveira. 3.]” (SWERTS et al. 1997. São Paulo.3. 2005.11 Citação de textos em língua estrangeira .47 b) quando não se usar esta informação em nota de rodapé. 3. Revista Internacional de Periodontia Clínica. Curitiba.1978] = data aproximada 3. 2. Exemplo: “a solução alcoólica de própolis [solução hidroalcoólica também] pode causar dermatite de contato” (SWERTS et al. 2001).. 44. Exemplo: “[.. n. SWERTS.9 Suprimir partes de uma citação Quando se quiser suprimir partes de uma citação em texto. devem-se acrescentar duas entradas na listagem de referência: do trabalho original e do trabalho consultado. de acordo com as normas de referências (ver item elaboração de referências bibliográficas). v.. 2001). Ana Maria Duarte. 2. n. acréscimos ou comentários ao texto Quando houver a necessidade de algum comentário adicional à citação.. DIAS-COSTA.] a solução propólea pode em altas concentrações causar irritação da mucosa bucal [. Jornal Brasileiro de Apicultura. 45-47. usam-se reticências entre colchetes. p.

têmse duas opções: a) citar na língua original.14 Bula de remédio .. informando apenas os dados disponíveis. prevenção. Mário Sérgio Oliveira.. ódio de si mesmo [. debates. p. 1962. 4. título.3. da Faculdade de Odontologia da UNIFENAS.48 Quando houver necessidade de efetuar citação de uma língua estrangeira. 3. entre parênteses.] Artigo sobre a avaliação do gel de própolis na dessensibilização dentinária em lesões cervicais não cariosas (em fase de elaboração)1 Em rodapé: _______________ 1 Trabalho de autoria de ALVES.13 Citação de obras em fase de elaboração Os trabalhos em fase de publicação ou ainda não publicados podem ser citados.] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado. 2005 (em fase de elaboração). em nota de rodapé. Exemplo: [.. revista que tiver aceito e a data. 2004). 3. sendo eles: autores. tradução nossa). 3. 463.3.3. Deise Rodrigues. SWERTS.” (RAHNER. nome da instituição.. b) traduzir diretamente no texto e indicar. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002b) Exemplo: “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa. Quando a citação conter texto traduzido pelo autor.12 Citação de informação oral Pode-se efetuar uma citação de informações colhidas em palestras. deve-se incluir depois da chamada de citação. VASCONCELLOS. Exemplos: Em texto: A própolis deverá ser uma importante fonte de pesquisa no Brasil nos próximos anos (Informação verbal)1 Em rodapé: _______________ 1 Informe e comunicação repassada no III Encontro Nacional de Apicultores em agosto de 1999. seminários e outros. a expressão tradução nossa. É indicada pela expressão “informação verbal” entre parênteses e deve-se mencionar os dados disponíveis em nota de rodapé. traduzindo-a em nota de rodapé. a língua da obra original (FRANÇA. v.

(1) .1 Sistema numérico Neste sistema é realizada a numeração única e em seqüência por capítulo. seguido do ano da publicação. b) sistema alfabético (autor-data). 2010) = fim de parágrafo Swerts (2010) = no inicio ou meio do parágrafo 3. As indicações podem estar alinhadas ao texto ou sobrescrita. Exemplos: “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem no final do trabalho” deve constar da listagem no final do trabalho” 1. Exemplos: (SWERTS.2 Sistema alfabético (autor-data) É o sistema também chamada “autor-data”. 3.4 Sistema de chamada das citações As citações podem ser expressas em texto por três sistemas: a) sistema numérico. “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem no final do trabalho” (1). A indicação pode ser realizada entre parênteses. em que figura o sobrenome do autor principal. Exemplo: (RESPRIN.4. “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação 3. ou sem qualquer sinal ou sobrescrita. 1997) ou Resprin (1997) 3. indica-se o nome do autor com a inicial maiúscula com a data de publicação e a página. entre parênteses. c) sistema alfa-numérico. Quando o nome do autor estiver no fim do parágrafo e estiver entre parênteses deverá estar em letras maiúsculas e quando o nome do autor estiver contido na sentença.4.4.49 As citações de bulas de remédios são feitas pelo princípio ativo.3 Sistema alfa-numérico .

]” De acordo com Weber (1992. 48). p.5. (2005) 3. 2002.] . o que dificulta o entendimento e a compreensão por tantas abreviaturas.. 2009.1 Sic: erros gráficos Quando houver erros gráficos ou qualquer outro erro relacionado ao texto original.5 Recomendações em texto (expressões latinas) É muito comum o uso de expressões latinas abreviadas em texto científicos. seguido do número da referência. p. sobrescrito e a data de publicação.] o valor da educação é um fator [.] (ALVES... 1985. ROSA..] aquelas soluções poderiam ser eficazes neste controle da cárie (sic) [. 3. Tal sistema é comumente adotado em revistas científicas (periódicos). 3. Esta seção do manual visa esclarecer o significado e aplicação destas abreviaturas de expressões latinas...5. 1999 apud ABREU. Exemplos: Segundo o autor (SOUZA. podendo ser usada no texto ou em rodapé. A expressão indica que estava assim mesmo no texto consultado original. Exemplo: [. conforme ou segundo Essa expressão é usada para expressar uma citação de citação.. 31) diz ser “[. CARDOSO.50 É uma associação do sistema numérico com o alfabético em que se menciona o sobrenome do autor. o mesmo deve ser transcrito com o erro e poderão ser seguidos da expressão latina (sic). p. Exemplo: Silva1 et al... apud ROCHA.2 Apud: citado por. o planeta Terra [.. 350).

Terra (1985 apud ROMA 2003.5 Opus citatum ou Op. Exemplos: _____________ 1 Camões. Exemplos: _____________ 1 Simões. Exemplos: _____________ 1 Junqueira.5. p. 45 2 Junqueira. Exemplos: _____________ 1 Junqueira. 2-3 3. p. 1991. . 26. p.5.: na mesma obra Só é empregado quando se efetuarem várias citações de um mesmo documento. 55 3 Ibidem. 2004. 3 Idem. 60) 1 ______________ ALVES. 45 2 Ibidem. 1987. cit.: do mesmo autor Substitui somente o nome do autor. variando apenas a página das obras.4 Idem ou Id. p. p. 45. na mesma página. 45-49. p.51 A jornalista Morais (2000 apud FREIRE. quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor. 2004. p. p. 60 3.5. p. 2004. p. 2000. referindo-se à obra citada anteriormente. 3. 1) coloca que “o Brasil e a América Latina tornaram-se pioneiros em educação popular no mundo em parte pelas décadas de exclusão a que a popular foi submetida. 2 Idem. 2000.3 Ibidem ou Ibid. 60 OBS: Sempre que possível é preferível repetir os dados. p. 1999 apud COSTA. 2002. p. 2004.: na obra citada É adotada em seguida ao nome do autor. 2005. 55 3 Junqueira.

p.6 Loco citato ou Loc. 1988.9 Confira ou Cf.52 2 3 Pereira. 1986. 56. em várias partes ou passagens (trechos) É usado quando se quer fazer referência a diversas páginas de onde foram retiradas as idéias do autor. 45-56 passim.” Exemplos: Alves e Swerts. 1999. 45 et seq. p. 3. Camões op. p.7 Sequentia ou Et seq. Pajares Cf nota 5 do capítulo 2 Cf. Cf.: no lugar citado É empregada para mencionar a mesma página de uma obra já citada.5. 1989. Exemplo: Rocha. Exemplos: _____________ Para uma ampla revisão sobre questões metodológicas relativas à pesquisa na área de crenças. confronte É empregada para fazer referência a trabalhos de outros autores ou a notas do mesmo autor. 23. p. p. p. 38 3. 2003.: seguinte ou que se segue É usada quando não se deseja mencionar todas as páginas da obra referenciada. 67.5. Exemplos: _____________ 1 Coimbra. cit. cit. seguida da expressão “et seq.8 Passim: aqui e ali. PRADO. cit. 3.5. 3. loc..: confira. 55. nota 7 .5. quando houver intercalação de uma ou mais notas de indicação de bibliografia. 2 Swerts. 2004. p. Indica-se a primeira página. 3 Coimbra.

As referências também podem ser apresentadas em notas de rodapé. . 2002) o termo referência deve ser adotado de forma genérica. no todo ou em parte. 4. 4.1 Norma NBR 6023 Especifica os elementos a serem incluídos nas referências. já que há grande diversidade de fontes de informação. bibliográficas e não bibliográficas. b) orientar a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias. 4.1. resumos. resenhas e recensões.53 4 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (NORMA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) Segundo a NBR 6023 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.1 Objetivos a) fixar a ordem dos elementos das referências. texto ou de capítulo. resenhas e outros. estabelecendo convenções para transcrição e apresentação da informação originada das fontes de informações.2 Conceito de referência Referência é um “conjunto de elementos que permitem a identificação. antecedendo resumos. de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de material” ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002a). 4.3 Elementos essencias e complementares As referências apresentam elementos essenciais e podem estar acrescidas de elementos complementares.

2000. ed. b) título da obra: negrito. Aloísio Fernandes. Maria Kubota FERRETI. 10nd ed. . Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Exemplos: INFANTE. Mário Sérgio Oliveira. Quando houver até três autores. em números arábicos sem ordinal e a palavra edição de forma abreviada. Exemplos: COSTA. ______. OLIVEIRA. e) edição: indica-se a edição a partir da segunda. 2001. 1998. 2 v. Mais de três. indicase o primeiro. (francês). Numeral ponto espaço e a palavra abreviada. 5e ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. São Paulo: Scipione. sublinhado ou itálico. Exemplo: Metodologia científica: no ensino da saúde. d) o autor e o título da obra repetido na mesma página podem ser substituído por dois traços equivalente a seis espaços. separa-se por ponto-e-vírgula.54 4. Somente a primeira letra do título é maiúscula. Ulisses. AKISUE. 3. nome com as iniciais em maiúsculas e ponto. deve ser antecedido de dois pontos. 2000. Gokithi. c) nome de autor de várias obras referenciadas pode ser substituído por um traço equivalente a seis espaços. seguido da expressão et al. ______. São Paulo: Scipione. 6. 6. Celso João et al.3. ______. ed. ed. 1. Exemplos: 2. Curso de gramática aplicada aos textos. Fernando de. (português e espanhol). 6 exs. ed. AKISUE.1 Elementos essenciais a) autor: SOBRENOME em maiúsculas. Observação: um traço supre a autoria individual ou múltipla e outro traço substitui o título. ______. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. Farmacognosia. ______. 2000. ed. Exemplos: SWERTS. v. ponto. seguido de ponto. ed. (inglês). sem grifo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 5. Quando há subtítulo. seguido de ponto. 3 v. vírgula.. salvo nomes próprios.

Organização do espaço urbano e Mossoró. Exemplo: FELIPE. Exemplo: Usar COOPMED. Dicionário de lingüística. ao invés de escrever: Cooperativa Editora e de Cultura Médica. cita-se ambas.55 9. g) editora: após o nome da cidade aparece o nome da editora. Exemplo: . Ltda. Quando a edição for revisada e aumentada.  no caso de duas editoras. 1982.]: Esam.l. ausência de local.]. anota-se o nome da cidade seguido de vírgula. rev. Rio de Janeiro: Presença. A.. significa sine nomine. Não se usa: S. significa sine loco. Aufl. MG: Viçosa. ausência de editor. Exemplo: JOTA. etc. Filhos & Irmãos. (Alemão). seguindo-se de dois pontos. ed. 2.  faltando indicação de editora. adota-se a notação [s. e a abreviatura do Estado ou País. Exemplo: 5. e aum. adota-se a notação [S.]. Pode-se abreviar algumas editoras: UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Caso existam cidades com o mesmo nome em Estados ou Países diferentes. AL: Faltando indicação de local. a informação deve ser acrescentada de forma abreviada. com seus respectivos locais separando-as por ponto e vírgula. Zélio dos Santos.l. ed. Brasília: INL. (Italiano). FGV (Fundação Getúlio Vargas).  caso tenha três ou mais editoras cita-se a primeira ou a de maior destaque. 6a ed. Exemplos: Viçosa. RN: Viçosa. José Lacerda Alves. f) local de publicação: o nome da cidade não pode ser abreviado. [S. 1981..n.

3.]. Indica-se primeiro o numeral seguido da abreviatura. Quando isso não for possível. 4. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples. permitem melhor caracterização dos documentos.3. 1964. de acordo com o suporte físico. sem ponto no milhar.n. utilizam-se outras fontes de informação. alguns elementos indicados nesta Norma como complementares podem tornar-se essenciais. Exemplo: 2 v. b) número de volumes da obra deve ser indicado após a data e o ponto final. i) caso não identifique a data.56 BELÉM.1. Belo Horizonte: [s.2 Elementos complementares São informações que. indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes. seguido de ponto. Aloizio. h) data: o ano da publicação deve ser grafado com algarismos arábicos. entre colchetes [1998?] = data provável [ca. acrescentadas aos elementos essenciais. com a palavra volume abreviada. a) adaptador: . Perspectiva: métodos dos pontos de distâncias.1 Comentários aos elementos essenciais a) as referências são alinhadas à margem esquerda. Em determinados tipos de documentos. Exemplo: 2000. procede-se: [1999] = data certa. 2000] = data aproximada [199-] = década certa [198-?] = década provável [19--] = século certo [19--?] = século provável 4. Tais elementos são retirados do próprio documento. retirada de outras fontes.

São Paulo: Cultrix. que reúne autores diferentes para a realização de um livro. Alfredo (Org. Francis. Exemplo: SAPIR. ordem dos textos e outros. 1989. A prática de ensino e o estágio supervisionado. São Paulo: Cultrix. Rio de Janeiro: Acadêmica. Mattoso Camara Jr. Edward. 1991.). c) coordenador: Termo relativo ao responsável por uma publicação. (Dir. Mark et al. no entanto. apresentar as características de organizador de uma obra. 6.) Teoria literária: problemas e perspectivas. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. ou profissional que avalia e contrata obras para futura edição. 1992. As editoras brasileiras não se atêm a esse conceito. de um ou vários autores. 1973. para outra língua. André (Ed. . O conto brasileiro contemporâneo. ed. Exemplo: PICONEZ. e) diretor ou direção. Lisboa: Dom Quixote.) Translation/history/culture: a sourcebook. confundindo-o muitas vezes com organizador. f) tradutor: pessoa que faz a transposição de um texto. Lingüística como ciência: ensaios. Exemplo: LEFREVE. London: Routledge. não é seguido com rigor pelas editoras. 182 p.57 Exemplo: VANOYE. Stela C. b) organizador ou compilador: Termo reservado à seleção e preparação de textos. Tradução de Ana Luísa Faria e Miguel Serras Pereira. Poderá fazê-lo. notas de J. Tradução e adaptação de Clarisse Madureira Sabóia et al. 140 p. cronologia da entrega dos trabalhos. ISBN 97220-1227-4. estabelecendo temas. publicado em uma língua qualquer. sem. Seleção. mas será em caráter excepcional. Bertholo (Coord. Campinas: Papirus. d) editor: É utilizado para identificar o dono da empresa publicadora. 482 p. Exemplo: BOSI. no entanto. Exemplo: ANGENOT. 1995. ed. 5. 1969.). tradução. Esse conceito.

Maria Suzana de Lemos. 1971. Seleta. O anjo pornográfico: a vida de Nelson Rodrigues. Prefácio de Rachel de Queiroz. Do casamento ao divórcio. Notas de Paulo Rónai. São Paulo: Companhia das Letras. O coronel e o lobisomem.  Não confundir PREFÁCIO com APRESENTAÇÃO. José Cândido de. Rio de Janeiro: J.4. Exemplo: PEREGRINO JÚNIOR. b) dois e três autores. Olympio: MEC. Belo Horizonte: COOPMED. 1992. Ruy. Exemplos: SOUZA.4 Modelos de referências bibliográficas 4. no qual é feito por outros autores elaborando comentários sobre a obra. 2000.1 Livro a) um autor. Ainda pode discorrer sobre as dificuldades encontradas. i) atualização e notas: é a realização de emendas a um texto que se encontra ultrapassado em alguns trechos. Rio de Janeiro: J. Guia para redação e apresentação de teses. Exemplo: LEVENHAGEN. ed. h) notas: termo usado para indicar informações postas no rodapé de uma obra para esclarecer alguma passagem obscura. 13.58 g) prefácio: texto escrito pelo próprio autor do livro. CASTRO. Exemplo: CARVALHO. bem como a metodologia e referências utilizadas. 2. Atualização de Carlos Augusto de Barros Levenhagen. Organizada por Ivan Cavalcanti Proença. 2002. [1974]. ed. ou explicitar alguma palavra utilizada no texto. 4. Antônio de Souza. em que expõe o objetivo da obra. . São Paulo: Atlas. Olympio.

Cecil.59 Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula.3 Autoria desconhecida Na impossibilidade de se identificar o autor. 2001. Iberê Luiz. Luiz de Jesus et al. Oclusão.4. Exemplos: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE – OMS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS .ABNT. NBR 14724: informações e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 1997. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro. enceramento e escultura dental. Não se usa o termo anônimo para substituir o nome do autor desconhecido. Física para ciências biológicas e biomédicas. Exemplo: MEDEIROS. João Bosco. Neste caso faz-se a entrada pela primeira palavra do título da obra em caixa alta. Exemplo: NUNES. colocando somente a primeira palavra do título em letras maiúsculas. podendo ser seguido pela sigla separada por traço. CALDAS. CHOW. OKUNO. faz-se entrada pelo título da obra.4. São Paulo: Harbra. Maria Margarida de. 2005. seguidos de espaço. ANDRADE.2 Autor entidade Quando o autor for entidade cita-se todo o nome da entidade em letras maiúsculas. 490 p. 1994. Manual para elaboração de referências bibliográficas: a nova NBR 6023: 2000 da ABNT. c) mais de três autores. 4. Emico. 4. São Paulo: Pinacoteca do Estado. . 1986. Exemplo: O OLHAR e o ficar: a busca do paraíso. São Paulo: Pancast.

sem grifo). na qual pode-se mencionar o nome abreviado antecedido pelo sobrenome em maiúsculas. Maria Margarida de. menciona-se ele todo. aparecendo todo o nome do autor.4 Comentários aos modelos a) os nomes dos autores devem figurar nas referências como são descritos nas obras originais. João Bosco Oliveira Ribeiro. p. ed. No entanto. São Paulo: Atheneu. 4. Tristão de Athayde (pseudônimo). caso seja o mesmo para o capítulo. Sendo mostrado abreviado. Saúde Bucal.13. a norma flexibiliza sua padronização.4. In: SANTOS. . b) caso o autor utilize um pseudônimo. p. In: ______. João Bosco.4. substitua o nome do autor(es) do capítulo por um traço equivalente a seis espaços. Exemplo: SILVA. cap. J. B. ANDRADE. Mário Sérgio Oliveira. Exemplo: João Bosco de Medeiros poderá ser referenciado: MEDEIROS. Lana Ermelinda da Silva dos. In: ______. Exemplo: Alceu Amoroso Lima (nome). Creche e Pré-Escola: uma abordagem de saúde. Unidade de composição do texto: o parágrafo. 59-62. faz-se a indicação do(s) autor(es) do capítulo do livro. SWERTS. São Paulo: Atlas. 205-231. 2009. p. Qualidade de vida rural. Solange. construa a referência com ele abreviado. São Paulo: Artes Médicas. 2000. indicam-se o capítulo e as páginas. Não se repete o nome do autor. No final. registra-se o que consta na obra. Exemplos: PAPINI.153-158. Comunicação em língua portuguesa. 2. 2004. João Bosco ou MEDEIROS. seguida da expressão “In:” e da referência completa da obra. 13. neste caso. cap. cap. 5. MEDEIROS.60 4. título e subtítulo (caso houver. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia.5 Capítulo de livro Para referenciar capítulos de livros. ou seja.

em 2 (quando o número de volumes bibliográficos difere do número de volumes físicos).. por exemplo). Nome. Número de folhas ou páginas. xx p. (quando há uma parte inicial em algarismos romanos e continua em arábicos). 3 v. (para obra paginada com algarismos arábicos). da Universidade.1 (quando se referencia apenas um volume da coleção) p. não sendo paginado. E x e m p l o s: 22 p. ou seja em um dos lados da folha. Tese (Doutorado em Odontologia) – Faculdade.. . clorexidina e associação de ambas na desinfecção de túbulos dentinários (in vitro) e seus efeitos nos microrganismos da saliva em humanos..6 Monografias. 112 f. Entende-se por páginas. folhas ou volumes do documento que deve ser anotado da forma que aparece na obra (FRANÇA et al. (para os trabalhos acadêmicos que comumente são escritos apenas no anverso da página). (quando se referencia uma coleção composta de mais de um volume).4.. o número de páginas ou folhas de uma monografia. v. Avaliação de soluções de própolis. Quando o documento tiver paginação irregular. 3 v. A descrição física refere-se ao número de páginas. ix 137 p. dissertações e teses Segue-se o modelo: SOBRENOME. Rio de Janeiro. 2010). 121-130 (quando se referencia parte de uma obra. Tese (Doutorado em Odontologia) – Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.61 4. deve-se indicar: paginação irregular. Mário Sérgio Oliveira. quando se faz a impressão no anverso e verso e número de folhas. Exemplo: SWERTS. 181 f. Título do trabalho.. dissertação e tese.. indicar: não paginado. (quando há uma parte no final da obra numerada com algarismos romanos). Averiguar que a norma exige colocar logo após a data.. 2003. 302. Local. como capítulos. Data. quando a impressão for somente no anverso.

período. abr. paginação inicial e final do artigo. Como se forma um bom aluno. 34.9 Artigo de jornal assinado Segue o modelo: SOBRENOME. 1994. 40-44.4. Data de publicação. fascículo ou número. Título do artigo: subtítulo (se houver). São Paulo. Título da publicação. Exemplo: GUIMARÃES. Título da publicação.4. local da publicação. numeração do volume. Título do jornal. Título do jornal. fascículo ou número. p. Eduardo H. Enfoque atual sobre periodontite pré-pubertal. n. São Paulo. data de publicação (dia. Seção. Seção. A economia brasileira. 2010.8 Artigo de revista científica De acordo com o modelo: SOBRENOME. Nome. caderno ou parte do jornal e página inicial e final. data de publicação (dia. 4. caderno ou parte do jornal e número(s) da página(s). Mário Sérgio Oliveira. período. . mês e ano). 8 mar. mês e ano). HARARI. local de publicação. Nome (se houver). p. v. Revista Internacional de Periodontia Clínica.7 Artigo de revista não científica Baseia-se no modelo: SOBRENOME. Curitiba.1. local de publicação. 74-82. 2004. Camila. 4. paginação inicial e final do artigo. Caderno A. Exemplo: SWERTS.10 Artigo de jornal sem autoria Conforme o modelo: TITULO com a primeira palavra em maiúsculas. n. Data de publicação./jun. numeração do volume. Nome. 23 jul.4. Título do artigo ou da matéria: subtítulo (se houver). Revista Época. Sonia Groisman. Gazeta Mercantil. 1. 4. Local da publicação. 616.4. Exemplo: SIMONEL.62 4. Título do artigo: subtítulo (se houver). p.

supl. 2001. título do evento em maiúscula. p. 18..). p. 3. Nome.. 80-83.13 Bula de remédio Exemplo: RESPRIN: comprimidos..63 Exemplo: HISTÓRIA da corrupção no Brasil. etc. 1997. 82-89 4. atas. Águas de Lindóia. título do documento (anais. Bula de remédio. 15. 23 mar. editora. 2001.4. Folha de S. São Paulo. Exemplo: SWERTS. Bastos. Caderno 4. Paulo.4. Mário Sérgio Oliveira et al. tópico temático. Associação de clorexidina e própolis atuando na inibição da aderência de Streptococcus spp. São José dos Campos: Johnson & Johnson. ano e local da realização. 4. . In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PESQUISA ODONTOLÓGICA. Responsável técnico: Delosmar R. local. Anais. 1997. v.. 2001. Brazilian Oral Research. número do evento (se houver). Águas de Lindóia: SBPQO. seguido da expressão “In:”. Associação de clorexidina e própolis atuando na inibição da aderência de Streptococcus spp.11 Resumo de trabalho apresentado em evento Prefere-se o modelo: SOBRENOME. São Paulo. A parte do título que repetir o nome do evento deverá ser substituído por reticências.4. data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. Mário Sérgio Oliveira et al. 4. Título do artigo: subtítulo (se houver). p.12 Resumo de congresso publicado em revista científica Exemplo: SWERTS.

Revista de Saúde Pública.asp>. Porto Alegre. acrescentando-se informações relativas à descrição física do meio ou suporte. apresentando entre <brackets>. Acesso em: 23 maio 2008. R. Jornal do Brasil online. em geral. 2005. 2010. 16.pdf> Acesso em: 12 maio 2004. p. Grid. Para obras consultadas on line são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico completo. Luiz. 2003.com.1 Sites O importante. Cognição social e teoria do apego.br/pdf/prc/ v16n2/a20v16n2.. precedida da expressão: “Acesso em:” Exemplo: SILVA. F. a) sem indicação de autoria. b) artigo de revista. 2002.uol. 188).terra. jan. Acesso em: 31 mar. Disponível em: <http://jbonline. . Disponível em: <http://www. Exemplo: IBGE: mais de 59 milhões de brasileiros têm doenças crônicas.scielo. Acesso em: 23 mar. 2010. o modelo de referências bibliográficas. c) matéria de jornal assinada. 2. 2000. v. p. 9-17. n. precedido da expressão: “Disponível em:” e a data de acesso do documento. V. RAMIREZ. Aventuras na serra. 10 abr. São Paulo. 39. 403-410. 2010.. R.pdf>.com.5. Psicologia: reflexão e crítica. 31 mar. L.br/pextra/2010 /03/31/e310321197. Disponível em: <http://www. MENDES. Exposição coambinada entre ruído e vibração e seus efeitos sobre a audição de trabalhadores. p.br/pdf/rsp/v39n1/02.scielo. Disponível em: <http://www.64 4.5 Referências de documentos eletrônicos As referências de documentos eletrônicos seguem. 4. nesses casos. Exemplos: MOURA.br/velocidade/formula1/colunadosalviano /index/html>. R. é registrar todas as informações disponíveis e fornecer ao leitor o caminho (endereço eletrônico) que foi percorrido para se chegar ao documento (FRANÇA et al. Coluna do Salviano. 1. Rio de Janeiro. v. n.

br>. Disponível em: <http://www. 1998. Disponível em: <http://www.2 CD-ROM a) evento.]: Microsoft Corporation. 2001.br>. Anais. SWERTS. 2. 2001. 2003. . 2004. 4. Disponível em: <http://www. Anais eletrônicos. Mário Sérgio Oliveira. Alfenas: UNIFENAS. 1998.. O estado de S. b) trabalho apresentado em evento. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIFENAS. Alfenas.ibict. Exemplo: ARRANJO tributário. Disponível em: <http://www. 2. 2003. Exemplos: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIFENAS.3 Banco de dados Exemplos: FÓRUM de pesquisa: banco de dados de pesquisa científica. Exemplo: CABRAL.. 9 mar. Alfenas: Unifenas. 2010.65 BETING. 2001. 2004. 4.com.l. Exemplo: MACHADO.5.5.diariodonordeste.PDF>.html>.. São Paulo. Avaliação do conhecimento popular sobre saúde bucal. e) trabalho de congresso. Joelmir. 2000. Diário do Nordeste Online. SILVA. Maria Santos. 27 nov.pesquisa. Acesso em: 9 mar.com.. Acesso em: 28 nov. set. 2004. Disponível em: <http://www..br/editoriais/2001/03/09/eco812.com. A equipe hospitalar na orientação de mães de recém-nascidos portadores de malformações crânio faciais. Volta por cima. 2003. [S. Anais. INSTITUTO BRASILEIRO DE BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO CIÊNCIA EM TECNOLOGIA. Alfenas. 3.br/PESQUISA/semic/iiisemic/anais/trab/ Enfermagem/resumos/enf3. 1 CD-ROM. 1 CD-ROM.. Cátia Aline.unifenas.estado. Paulo. d) matéria de jornal sem autoria determinada. Acesso em: 24 abr. Cristiane de Oliveira. Acesso em: 05 abr. Alfenas(MG): UNIFENAS. 1 CD-ROM MICROSOFT office 2000 professional. Fortaleza.br>. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Acesso em: 24 nov.

br>. 2010. INSTITUTO BRASILEIRO DE BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO CIÊNCIA EM TECNOLOGIA. BIBLIOTECA REGIONAL DE MEDICINA. 2010. Disponível em: <http://bases. 4. exceto quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o tema em questão.br >. ACUPUNTURA. 2010.exe /iah/online/>. dia mês e ano. Disponível em: <http://www.br>.br>. BIBLIOTECAS virtuais. BRAGA. Re: Grupo de Pesquisa. 4. p.br. Acesso em: 05 abr. Acesso em: 16 jun. Biblioteca Virtual em Saúde. Acesso em: 05 abr.5. Hudson. 2001. em 8 set. Disponível em: <listserver@ibict. Assunto da mensagem. 2001.ibict. [mensagem pessoal] Mensagem recebida por mariosergio.4 Lista de discussão Exemplos: DISCUSSÃO sobre apicultura.com..br/cgi-bin/wxislind. Acesso em: 06 abr. Deus não se agradou dele e de sua oferta.br/group/acupunturapestalozzi >. Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento. Disponível em: <apicultura@grupos. . recomenda-se colocá-las apenas em nota de rodapé (FRANÇA et al. Acesso em: 20 maio 2003.br/bibliotecas>. Disponível em: <Evangelicos-l@summer.66 BIBLIOTECAS Virtuais Temáticas. 182) AUTOR DA MENSAGEM. 2004. [mensagem pessoal]. Acesso em: 05 abr.5. Pelo caráter informal e efêmero dessas mensagens.bireme. Bibliografia brasileira de odontologia.swerts@unifenas. Disponível em: <http://prossiga. Lista de discussão mantida pelo IBICT para a discussão do Programa Comut.br> Acesso em: 22 maio 1998. 2010. Disponível em: <http://www.ibict. Disponível em: <bib_virtual@ibict.COMUT-on-line.grupos. Sonia Groisman. e-mail (mensagem pessoal) Comunicações pessoais (inclusive e-mails) não fazem parte da lista de referências.com. 2010. Acesso em: 4 jun.com. Exemplos: HARARI.5.

créditos (diretor. elenco relevante. não sendo recomendadas como fonte técnica ou científica de pesquisa. color. v. Produção de Jean-Jaques Annaud. o. 4.67 VIANNA. [mensagem pessoal]. realizador.gov. 11v. São Paulo. José augusto. 2004. CAMARGO. Legendado. desaparecem rapidamente. 1999..sp. leg. b) mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal.5. – versão original-. Acesso em: 19 abr. 35mm. – legendado e duração.5. bitola – 16mm. Catalogação de materiais especiais.sp. data especificação do suporte em unidades físicas (p&b – preto e branco – ou color. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora.ambiente. Ntsc. Entendendo o meio ambiente: tratados e organizações internacionais sobre o meio ambiente. em notas especiais. fita de vídeo: VHS. 2010. [mensagem pessoal]. produtora. 1986.1 Livro eletrônico Exemplos: SÃO PAULO (Estado). ed. Mensagem recebida por: <biblioteca.6 Fitas e filmes de vídeo Modelo: Título principal e subtítulo (se houver).gov. Exemplo: .): VHS. Mensagem recebida por: <hrcunha@uol. Disponível em: < http://homologa. 2. 2.br/EA/adm/ admarqs/juquinha. ed. 28p. 2010.asp?cod_biblioteca=49> Acesso em: 19 abr. son.br> em 26 out. local.5.com.ambiente. son. a) fita de videocassete. Port. São Paulo: SMA/CEAM. Secretaria do Meio Ambiente.br/EA/publicacoes/material_ publica_din3.divinopolis@unifenas. a) a abreviatura Re (reply) indica que se trata de reposta à mensagem. s8 ou super 8. SOUZA. 2000. Juquinha o lixo da história. Betamax.br> em 06 abr. 4. – colorido -. Exemplo: NOME da rosa.pdf>. produtor. 1 Videocassete (130 min. Mariana Bezerra. ou sonoro/mudo. 2010. Márcia Milton. Disponível em: <http://homologa. roteiristas e outros). interpessoal e efêmero. De bem com a vida.

son. e numeração dentro da série. . Direção: Charles Chaplin. Harry Myers. quando existir. Bruno Kirby. 1 fita (136 min). Intérpretes: Vittorio Gassman. 35 mm. 1998. Stefano Satta Flores. John Travolta. Stefania Sandrelli. título e subtítulo. Escrito por Charles Chaplin. VHS. [S. Direção: Ettore Scola. Lorraine Branco. son. produtor. Intérpretes: Leonardo DiCaprio. 1 videocassete. local. 1983. cd e fitas cassetes Modelo: SOBRENOME e Prenome do compositor (ou intérprete). Produzido no Pólo Industrial de Manaus. outras indicações de responsabilidade (entrevistadores.] : Warner Home Video do Brasil. . dimensões (pol. b) filme de longa metragem. color. diretor artístico. etc. c) filme de longa metragem em DVD. son.. Roteiro: Ettore Scola. História de Tom Mathews. 1995. Grandes Filmes em DVD). Trilha sonora disponível pela Varèse Saraband. Itália. 1 DVD (87 min).7 Discos (long play).). Intérpretes: Dustin Hoffman. 1 DVD (115 min). 4. p&b. especificação do suporte em características físicas (velocidade rpm – rotações por minuto). 1975. DIÁRIO de um adolescente. data. Agenori Incrocci e Furio Scarpelli. color. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Florence Lee. Anne Kopelson.68 NÓS que nos amávamos tanto.5. [1996?]. Mark Wahlberg. São Paulo: CERAVI. O QUARTO poder. Participação especial de Marcello Mastroianni. Produção: Flashstar Home Video. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Aldo Fabrizi. Nino Manfredi. gravadora (ou equivalente). Frederico Fellini e Vittorio De Sica. color. Virginia Cherrill. 1 fita de vídeo (52 min).. Eric Willians. Serviço de gravação executado no Laboratório Videolar Multimídia Ltda. color. Produzido por Continental Home Video. [1977]. 1931. Viçosa: Centro de Promoções Técnicas. por exemplo). VHS. Intérpretes: Charles Chaplin.l. 1 DVD (101 min).. Direção: Jershon Morais. Manaus: Videolar. ou polegadas) e duração. Produção: Arnold Kopelson. (Coleção Caras. Música: Thomas Newman. Exemplos: TECNOLOGIA de aplicação de defensivos agrícolas: módulo 1. Podemse acrescentar outros dados (título da série. número de canais (estéreo ou estereofônico/mono ou monofônico).. Roteiro: Tom Matthews. Exemplos: LUZES da cidade. son.

BEETHOVEN. São Paulo: Fundação Campos Júnior. 1 CD (67 min). Projeto gráfico: Marciso (Pena) Carvalho. faixa 1. Entrevistador: F. estéreo. 1990. Exemplos: SUDESTE: nosso país. Journey to dawn. Rio de Janeiro: Polygram. Milton. Lado 1. [jan. classicismo e literatura. d) entrevista gravada..M. São Paulo: Caras. Ludwig van Beethoven. faixa 1 (3 min 33 s). 3 ¾ pps. 1986. [Compositores]. 2003. São Paulo [s.. M. liberdade de escolha.3. SOUZA. 1 disco sonoro (36 min). colonização. 1978. b) CD.1995]. Mendonça.n. Sonata n. In: _____.): estéreo. pesquisas. Exemplos: BALEIRO. 3 ¾ pps. Chico Buarque. Literatura. A. [Compositor]. antropologia.]. 1988]. 3 3/4 pps. A. Guarulhos: EMI. C. M. L. PANTANAL. São Paulo: Som Livre. estéreo. c) fita cassete (áudio). estéreo. son. 1 videocassete (30 min). 1995. estéreo. p 1984. Chico Buarque. NASCIMENTO. 2 fitas cassetes (120 min). 33 1/3 rpm. Halpern Sounds.3 in C major. Exemplos: TEIXEIRA. (90 min. 3 3/4 pps. Lado B.69 a) long play. M. Assis: Seção de Audiovisual. 1 CD. op. [ca. duração 5:12 min. 1 cassete sonoro (60 min). 1 cassete sonoro (60min). ELTZ. São Paulo: Polygran. Milton Nascimento. Milton. UNESP. Direção Artística: Roland Young. estéreo. Projeto: André Werneck. O cio da terra. . Lado 2. estéreo. cultura: Universidade. In:_____. Perfil. 1 disco sonoro (45 min). romantismo. VHS. Faculdade de Ciências e Letras. São Bernardo do Campo: EMI-Odeon. NASCIMENTO. p1979. Zeca. Exemplos: CHICO BUARQUE. 1990]. 1988. Entrevistadora: Júlia Franklin. Belmiro: depoimento [25 jan. 12 pol.2 n. Beethoven piano sonatas. Direção artística: Mazola. 1 cassete son. V. 33 1/3 rpm. FERREIRA. 1 fita cassete (25 min). (Coleção Brasil Cultural). 12 pol.

[jan. Faculdade de Ciências e Letras. 1 atlas (705p.70 PRESTES. MARK. São Paulo: Geomapas. C. L. São Paulo: Michlany.8 Programa de televisão e rádio Segue padrão TEMA. didático. revolução. UNESP. cidade: nome da emissora de TV ou de rádio. 69 mapas (alguns color. Exemplos: ATLAS do Brasil: geral e regional. 1982. Rio de Janeiro: Rede Globo.000. Escala: 1: 5. Exemplos: MOSE.. 1 mapa color. 1960. política e constituição. alemães de Maracaí e Cruzália. VHS. Programa Jornalístico. MAPA múndi: político. Escala: 1:100. L. Realidade social. São Paulo: TV Cultura. [out. Rio de Janeiro: IBGE. 1 mapa p&b. Programa Jornalístico. duração 1:58 min.6 Mapas e cartas topográficas As referências obedecem aos padrões indicados para os documentos monográficos.). 1986]. Fantástico. . 2009. 120 cm.5. 4. 1 cassete sonoro (60 min). capitalismo. son. Rio de Janeiro: Rede Globo. Felix. acrescentando-se informações técnicas sobre escalas e outras especificações. 25 jun. 1 videocassete (30 min).000.000. Programa Roda Viva. SER ou não Ser? Fantástico. data da apresentação do programa. 1958. 1986.). Viviane. Entrevistador: J. Nome do programa. Colônia riograndense: colonos. 19 abr. 1985]. BRASIL físico. 2010.. 88x 120 cm. Assis: Centro de Documentação e Apoio a Pesquisa – CEDAP. Nota especificando o tipo de programa (rádio ou TV). W. REPÓRTERES chegam perto do vulcão na Islândia. 4.

. 1 original de arte. Mário Sérgio Oliveira. a) slides. atribuir um ou indicar sem título. 1915. Mulheres 1.5 cm x 39. 13 slides. 2001. lâminas. d) cartaz. gelatina 12 cm x 17 cm. 1 Cartaz.5 cm. Data. Geralmente seguem o mesmo padrão: AUTOR. xilograf. desenhos. Cena de casamento de Leonor de Moraes Barros e Antonio Carlos Coelho Rodrigues. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 49. podem ser acrescentados para melhor identificação do material. Rio Maior: Idimark Publicidade e Marketing. Baile na roça. fotos. Coleção particular. slides. pinturas. 1 gravura. Slides gerados a partir do software PowerPoint. óleo sobre tela. . 97 cm x 134 cm. 45 slides originais. Exemplos: SWERTS. Coleção particular. c) pintura a óleo. C. color. J. postais. 1 fotografia. Coleção Carlos Eugênio Marcondes de Moura no acervo iconográfico do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. [Variações anatômicas dentais].. v. gravuras. 2001. J. ética médica e bioética. Titulo (quando não existir. Mulheres 1. entre colchetes). 2004. C. e) fotografia em papel. Goldim. Exemplo: PORTINARI. Havendo mais dados. Exemplo: ELOY. Exemplo: FRIMOR: Feira Nacional da Cebola: Rio Maior de 1 a 5 de setembro de 2001. R. 1972. Ética. 1924. Especificação do suporte. radiografias e outros. b) gravuras. color. 1). Exemplo: CARPANEZZI.71 4.7 Material iconográfico Compreende-se por material iconográfico. transparências.

Lavras: PML. MG. podem ser acrescentados para melhor identificação do material. 1 instalação com 6 telas medindo aproximadamente 1. dobradiças. entre outros. Havendo mais dados. Juatuba. Titulo (quando não existir.72 f) folder. TIRAPELI. 4. h) rótulo. 2010. 1. 1 Rótulo. 2008. fósseis. TIRE a dengue de campo. L. Jaboticabal: Faculdade de Medicina Veterinária e Agronomia de Jaboticabal. Antônio. Exemplo: BEZERRA.00 x 0. Brasil. S. g) folheto. maquetes. . Data. Gabiroba: mudas frutíferas. Ouro Preto. Édipo. M. [199-]. Exemplos: PEREIRA.90 m. Exemplos: ÁGUA mineral natural sem gás. PROGRAMA municipal de combate a dengue. 1 Rótulo. Indicadores de saúde animal. 8 f. Belo Horizonte: EMBRAPA. A. Técnica: acrílico sobre tela. Fonte Roda D‟ água. Exemplo: DIAS. 1 folder. Coleção Acervo do Museu de Arte Contemporânea – Universidade de São Paulo. Matriz de Nossa Senhora da Conceição. folder. 2010. atribuir um ou indicar sem título. Especificação do objeto. 1988. 2010. Guarulhos: Quaker do Brasil. P. Monumento Religioso. 1727-1760. Campo Belo: PMCB. entre colchetes). Seguem o modelo: AUTOR. objetos de museu. 2010. TODDY instantâneo: alimento achocolatado em pó. 1 folder.8 Documento tridimensional São as esculturas.

. Dados da publicação (local. Cidade de publicação: Editora. n....1. Constituição (ano de promulgação)...2 Emenda constitucional Segue o padrão: BRASIL.. Justiça do Trabalho: Doutrina.... . e à Lei no 9. 1 Esta seção foi baseada na publicação de MEDEIROS. (Série ou Coleção)... de 10 de julho de 1997.... data.. João Bosco.1 Constituição Federal Segue padrão: NOME DO PAÍS. Medida Provisória n . Local... Constituição (1988)...452. p. Constituição (1988). v. e dá outras providências. 168 p... 1990.2..... Estabelece.226 de 04 de setembro de 2001... razão pela qual não haveria necessidade em ocupar-se de uma seção especial para esse tipo de referência.... Data. Notas. alterando e inserindo parágrafos. 4. São Paulo: Atlas. Exemplo: BRASIL.9.1. ano.. (Série Legislação Brasileira)... Exemplo: BRASIL.. Título: subtítulo...73 4. jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais) e tais documentos são publicados em livros e periódicos.. Organização do texto por Juarez de Oliveira.9.. Descrição física. ano). Dá nova redação ao art...1....9. Maria Margarida. 4. aprovada pelo Decreto-Lei no 5. editora.....469. Manual de Elaboração de Referências Bibliográficas: a nova NBR 6023 da ABNT.............. Título da publicação..9 Documento jurídico 1 São considerados a legislação. da Constituição Federal.3 Medida provisória Segue o padrão: BRASIL...... ANDRADE.. Data. 4.9.... ed. Acresce dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho... de 1º de maio de 1943... 4.. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Emenda constitucional nº. Medida provisória n. 2001..1 Documento jurídico impresso 4.. São Paulo: Saraiva...

n. de 30 de novembro de 2001. 89.. 111.. jan. Diário Oficial do Estado de São Paulo. Aprova as instruções para escolha dos delegados-eleitores.. Resolução n.. São Paulo...324.. Resolução 4. 48. 2001. 48. Seção 1. Dados da Publicação.../mar.. Exemplos: CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA.. n..271.... 1984./dez. p. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional.. Autoriza . Decreto n...9. Sentenças e Tabelas.. de 2 de março de 1984. v. p.. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência./mar. Institui e dá outras providências. de 4 de janeiro de 1984. 1.. 3-4. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. Senado.148. 710.... p. p.. SÃO PAULO. jan.. Título da publicação. Ministério da Previdência Social.5 Resolução Segue o padrão: BRASIL. 46. n. BRASIL. 311-312. 1 dez. 4 Decreto Segue o padrão: BRASIL. Porto Alegre .. (Estado). Dispõe sobre o impedimento no artigo 23 da Lei Complementar 108.6 Leis Segue padrão: . 18. Congresso. v. 425-426. de 20 .. efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal.9. de 29 de maio de 2001 e dá outras providências. 4... 2001. 2003. Declara de utilidade pública a entidade que específica.1. São Paulo.. p.. v. Revista de Direito do Trabalho. Legislação.. Dados da publicação. data. 112. São Paulo... 4.1. Ano 29.. Exemplos: BRASIL. v. 89. 227. out. 4.74 Jurisprudência. São Paulo. Resolução n.1. out. 214 .. Decreto n. Decreto n . 1984.. de 26 de junho de 2003.9.

.. DF...1 Apelação cível Segue o padrão: BRASIL. Região .. Impetração suscitando nulidade do processo perante o tribunal que já apreciou a matéria em âmbito de apelação inadmissibilidade – circunstância que torna a corte de justiça....... Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. ano........ 2004.. out.. v.. Ano 93......... p... Processual Penal. (Estado) ou (Cidade) se homônimos.. 60... Ano 5... ESTADO ou MUNICÍPIO... 18 set... p.. data. Local.75 NOME DO PAÍS. abr... de . 2004... 669-672..70006270508.. Revista Trimestral de Direito Civil.... v..... Apelação cível n . Título do periódico..... de ... 828.. data. Exemplo: BRASIL... uso de cigarros.. local...2..... Apelante: Adelar Brando. Revista dos Tribunais...273.. de 3 de maio de 1996. Porto Alegre....2. Habeas corpus n ........ mês e ano) por extenso.. Apelado:. Título da publicação: subtítulo.... Exemplo: SERGIPE.. São Paulo.9. maio/jun.... dano material e moral... Relator: Dês... 2003..2 Jurisprudência (decisões judiciais) 4........... 1260...137-149.. Apelado: Cibrasa Indústria e Comércio de Tabacos.... 4....... da .. 9.. data.. Torna obrigatória a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. Exemplo: RIO GRANDE DO SUL. Notas. São Paulo.. Apelante:.. (Série ou Coleção). Responsabilidade civil... Tribunal Regional Federal.. n........ .. ano.... Superior Tribunal de Justiça... Relator: . São Paulo.18.... p..9. Tribunal de Justiça. v........ Habeas-corpus... Lei n.. p.9. Tribunal de Justiça. .2 Habeas corpus Segue o padrão: BRASIL... Brasília. 1996.. Apelação civil n... volume... Título do periódico.... Lei ou Decreto nº.. ..... p.. Rio de Janeiro... Philip Morris do Brasil e Souza Cruz.. n.... v. n. data (dia............ Descrição da Lei ou decreto. ....... Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de ../jun. Leo Lima.. 4. p.......... Cidade de publicação.

Região . São Paulo....... Acórdão Especial n . Local.... p. Ação rescisória julgada improcedente..9. Coisa Julgada.... data...... permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor. n.... Superior Tribunal de Justiça.. Cabe a citação por edital em ação moratória.6 Enunciados Segue o padrão: . Inexistência.. Relator: . Região . Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida. Súmula n .... Ocorrência.... de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda.. Não é admissível por ato administrativo restringir.. data........ Recurso Especial nº.. Apelante: . Seção 1..... Brasília. v.... 13 de maio 2004... 201... v. local... Ação de Consignação em pagamento não decidiu sobre o domínio e não poderia fazê-lo. 1990.9. p.. n. Título da publicação...9.... p.9.. Tribunal Regional Federal.. v.. data... 54. Nome do periódico... p... 4. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência... ademais. Exemplo: BRASIL.2... DJ. Seção...5 Acórdão especial Segue o padrão: BRASIL.. 4.... data. n. Suplemento Tribunal Federal.... Superior Tribunal de Justiça.... 7-14...2.4 Recurso especial Segue o padrão BRASIL...3 Súmula Segue o padrão: BRASIL... p. Apelada: ...... Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo.. Local.76 4. 4. Diário de Justiça da União...RJ. 75 . data. Tribunal Regional Federal. jan. 5... 20 novembro de 1989. Súmula n...... local.... Manoela da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. 282.2. pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém.. Exemplo: BRASIL.2. Acórdão em ação rescisória n.... Local....... Relator: Ministro Barros Monteiro.... Nome do periódico. Relator:..

/jun. São Paulo. 1984. Disponível em: <endereço eletrônico>. São Paulo. jan..2.. v. Relator: Ernani Garcia dos Santos. Secretaria da Receita Federal. n. 60.. Descrição física. Notas.... (Série ou Coleção).9.9.. Do parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias. Loteamento em execução: critério para lançamento do ITU.. Secretaria da Receita Federal. jan. ano.. 1996.. 2003. 295-308. Relator Nicanor Calírio da Silveira.2.9.9. 11. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência./mar.. Cidade de publicação: Editora. Trim..1 Constituição Exemplo: .. 305-318. cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei n. Constituição (ano de promulgação).. Parecer normativo. Revista de Direito Ambiental. 4. Ano 6... n. 4. de 21 de março de 1996./abr. de 29 de dezembro de 1982. HARADA. jan.3. editora. Dados da publicação (local. 33. 6. Acesso em: dia mês abreviado ano. ano).994.9 Portaria BRASIL. Degradação ambiental. 4... mar. Ano 9. 4. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos – ACT do sistema de arrecadação..9. 2004. p. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. n. 12. Suplemento Tribunal Federal..3 Documento jurídico on-line Segue padrão NOME DO PAÍS. v.77 BRASIL. p. p. Ministério Público Estadual. p. Não é admissível por ato administrativo restringir ..8 Parecer Exemplos: BRASIL../mar. 48. Enunciado n .7 Sentença Exemplo: SANTA CATARINA. 2. Revista do Instituto dos Advogados de São Paulo.. São Paulo. de 23 de março de 1984. São Paulo. 742-743. Portaria n. Título: subtítulo. 4. 1.. Kiyoshi.2. 521-522.

. Descrição da Lei ou decreto. 1996.3. Outorga competência a União. Emenda Constitucional n. Acesso em: 3 jun.teiajuridica. 18 maio 2001. Acrescenta artigo a Lei 8.. Dispõe sobre a obrigatoriedade de discriminar todos os componentes utilizados na produção de ração ou compostos que possam servir para alimentação ou complemento alimentar para animais.582. Acesso em: dia mês abreviado ano. 15.apriori. Projeto de lei n. Disponível em: <http://www. de 18 de maio de 2001. Segue padrão NOME DO PAÍS. Disponível em: <http://www.3 Lei. 2001. Disponível em: <http://www.78 BRASIL. mês e ano) por extenso. Constituição da República Federativa do Brasil: versão atualizada até a Emenda n. ano. São Paulo. Acesso em: 3 jun. . 000012 de 16 de agosto de 1996. v. (Série ou Coleção).br>. para instituir contribuição provisória sobre movimentação ou transição de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. Disponível em: <http://www.228.com. Col. Constituição da República Federativa do Brasil.171 de 17 de janeiro de 1991. Diário Oficial do Estado de São Paulo: Poder Legislativo. (Estado) ou (Cidade) se homônimos. etc. p. Constituição (1988). p. que dispõe sobre política agrícola. 277. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo.com. 1. Brasília. Cidade de publicação.3. Constituição (1988). Brasília.9. Lei ou Decreto nº. Disponível em: <endereço eletrônico>.2 Emenda constitucional Exemplo: BRASIL. 93.apriori.com.br>. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo. n.3. Acesso em: 5 jun. Notas.3. 2001. Col.9.htm>. 4. DF. 2001. 5 Projeto de lei Exemplo: SÃO PAULO. 4.9.16 ago. DF. Título da publicação: subtítulo.imesp. ESTADO ou MUNICÍPIO. 111. 10. 4 Lei ordinária Exemplo: BRASIL. data (dia. a fim de estabelecer procedimentos relativos ao cadastramento e recuperação de áreas desertificadas. 2001. 1. 30 maio 2001. Lei n. de 29 de maio de 2001.br>.9. 7. com/cf88. 30/2000. p. 4. v. Acesso em: 5 jun. e a devida classificação "Ração-Carnívora" ou "Ração-Vegetariana" de forma clara e objetiva. decreto. 4. (Estado).

não basta somente o fato do acusado ocupar cargo de direção.3. São Paulo. Resolução n. faz-se necessário que o mesmo tenha tido alguma participação na conduta delitiva. caso contrário. Parecer n. Disponível em: <http://www. de 14 de . 4. Nos termos do artigo 253 da X Consolidação do Regimento Interno. 2001.3. n.neofito. Delegacia Geral de Polícia.9. 6 jun. 18 maio 2001.com. objetiva dar nova redação ao § 2º do artigo 11 da Constituição do Estado de São Paulo. Disponível em: <http://www. 18. estaria atribuindo a responsabilidade objetiva.apriori. teiajuridica. 2001. Assembléia Legislativa. BRASIL. Habeas Corpus n. Acesso em: 3 jun.383-8. caso contrário. ocupar cargo de direção.9 Habeas corpus Exemplo: BRASIL.3. tão repudiada no Direito Penal. de 2001. v.com. Portaria DGP n. Crime contra ordem tributária. 74. Crime contra o Sistema Financeiro.79 4. Supremo Tribunal Federal.200. Tribunal Regional Federal. Acesso em: 3 jun. DF. 2. 2. 3. estaria atribuindo a responsabilidade objetiva.br>. Dispõe sobre a participação das bancadas minoritárias na composição das comissões mistas. 93.9. 4.br>. Acesso em: 5 jun. Disponível em: <http://www. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo. Habeas Corpus n. faz-se necessário que o mesmo tenha tido alguma participação na conduta delitiva. Proposta de Emenda Constituciona n. 2001. Disponível em: <http:// www. Col.9. de 6 de junho de 2000. 111. Invalidade da prisão civil por dívida fora a única hipótese do devedor de alimentos.com.com>. 4. Relator: Ministro Marco Aurélio.3.4.6 Parecer Exemplo: SÃO PAULO (Estado). tão repudiada no Direito Penal.7 Portaria Exemplo: BRASIL. a fim de possibilitar a reeleição dos membros da Mesa Diretora para um período subseqüente. Tratando-se de crime contra o Sistema Financeiro. Acesso em: 3 jun. Diário Oficial do Estado de São Paulo: Poder Legislativo. de 25 de novembro de 1998. 2000.9.03. 2001. p. Minas Gerais. Ordem concedida para trancar a ação penal. Ordem concedida para trancar a ação penal. 438 de 2001.imesp.br>. Dispõe sobre medidas e cautelas a serem adotadas na elaboração de inquéritos policiais e para a garantia dos direitos da pessoa humana.8 Resolução Exemplo: CONGRESSO NACIONAL. Inadmissibilidade da responsabilidade objetiva. Relator: Nabi Abi Chedid.

DF.. Lei ou Decreto nº. Descrição física.teiajuridica. Disponível em: <http://www.br>.9. Brasília. ESTADO ou MUNICÍPIO. Número de CDROM. 4. Constituição (ano de promulgação). Número de CD-ROM. com . etc. Cidade de publicação: Editora. rejeitar os embargos de declaração. Número de CDROM. (Série ou Coleção). Título: subtítulo. DF: Senado. Constituição (ano de promulgação).2 Lei. 1988. Constituição (1988). Brasília. ano. por unanimidade. mês e ano) por extenso. na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir.4 Documento jurídico em CD-ROM Segue padrão NOME DO PAÍS. ano.9. ano. Segue padrão NOME DO PAÍS. 27 mar. Acesso em: 5 jun.10 Acórdão Exemplo: BRASIL.3. 4. (Série ou Coleção). Diário Judiciário da União: República Federativa do Brasil. Acesso em: 3 jun. Título: subtítulo. Constituição da República Federativa do Brasil. Descrição da Lei ou decreto. decreto. Cidade de publicação: Editora. Superior Tribunal de Justiça. Acórdão da 6ª. (Série ou Coleção). Disponível em: <http://www. 2001. Descrição física.4. Relator: Ministro Fernando Gonçalves.com>. v. Notas.80 novembro de 2000. Título da publicação: subtítulo. 4.direito. Exemplo: . Exemplo: BRASIL. Cidade de publicação. Turma do STJ. 2001. Vistos.4.. 4.9. Relator: Roberto Hadad. acordam os Ministros da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça.9.1 Constituição Segue padrão: NOME DO PAÍS. relatados e discutidos estes autos. p. data (dia. (Estado) ou (Cidade) se homônimos. 1 CD-ROM. Notas. Notas. 2001.

DF. Estende à Comissão que Menciona o Disposto no Inciso I do art. 11 jul.9. ano.. 2001. Institui o programa de desligamento voluntário de servidores civis do Poder Executivo federal e dá outras providências. Número de CD-ROM. 3. 1997. 7 out. 4. Apelação CivelC4811698 DF. 1 CDROM. 20 da Resolução n. dia e mês por extenso.3 Parecer.2. 1995. LIS – Legislação Informatizada Saraiva. São Paulo: Saraiva. valor da causa.9. 183. de 14 de setembro de 1998. de 19 de outubro de 1995. Inexistência de direito de prova da identidade da mesma. abr.81 BRASIL. 77. 1 CD-ROM. LIS – Legislação Informatizada Saraiva. c) artigos de jornal. 4. Brasília. abr.5 Acórdão Exemplos: BRASIL.9. de 1995-CN. Tribunal de Justiça do Distrito Federal. 45. já reconhecidos e confessados os atos de infidelidade. Resolução do Congresso Nacional n. Ementa (quando houver).4. 23 out.9. Separação Judicial. Diário Oficial da Justiça. 45.4. n.4 Resolução Exemplos: BRASIL.Jurisprudência Informatizada Saraiva. n. Diário Oficial da União. Lei n. 4. Título da publicação: subtítulo. Título: subtítulo. JUIS . Notas. 24. São Paulo: Saraiva. b) artigos de periódicos. do Código Civil. Acórdão 108709. Segue padrão AUTOR (pessoa física ou Instituição/Entidade responsável pelo documento).5 Doutrina Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais.468. Inépcia da inicial. 9. resolução etc. 1998. DF. Relator: Mário Machado. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo./maio 2001. (Série ou Coleção). ano do Parecer. n. DF. Honorários. VII./maio 2001. de 10 de julho de 1997. Brasília. número. Identidade daquela com quem teria o cônjuge cometido atos de infidelidade. . Litigância de má-fé. p. portaria. Senado Federal. São Paulo: Saraiva. Brasília. p. v. 4. consubstanciada em forma convencional ou em meio eletrônico: a) monografias. Relator: (nome do Relator na ordem direta (se houver).. Família.4. Local de publicação. Natureza do art. tipo. 1 CD-ROM.

e) reuniões.82 d) congressos. Para a referenciação de doutrina seguem os mesmo modelos para os trabalhos científicos convencionais. como artigo científico. . monografias e outros.

2002b. p. Apostila. 2004. Rio de Janeiro. 2001. Ana Cristina de. Normas de apresentação tabular. Júnia Lessa. 112 p. 60 p. ______. Moema Brandão da. 7. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Manual para elaboração de monografias e dissertações. ______. 2002a. Belo Horizonte: UFMG. 2005b. cap. p. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Curso de atualização em normalização bibliográfica CANB: modalidade a distância. 2000. 242 p. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2010. Geni Anastácio. 3. Rio de Janeiro. São Paulo: Artes Médicas. ______.182. FRANÇA. NBR 10520: citações em documentos: apresentação. Metodologia Científica: ensino e pesquisa em odontologia. Gilberto Andrade. 483 p. ______. 1993. Rio de Janeiro. ______. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Estruturação do trabalho científico. Rio de Janeiro. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. São Paulo: Artes Médicas. Gilberto Andrade. 2001. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. FRANÇA. ______. . NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. LINTZ. SILVA. Marialice Martins. ______. 2005a. In: ______. SABINO. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. NBR 6029: apresentação de livros e folhetos. Carlos. Metodologia Científica: ensino e pesquisa em odontologia. 2. ed. 2003c. MARTINS. VASCONCELLOS. 2003a. Rio de Janeiro. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro. 1989a. 2003b. ed. BARROCA. Júnia Lessa. ______. ESTRELA. 2006a. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. NBR 10719: apresentação de relatório técnico-científicos. 101-120. ______. Belo Horizonte: UFMG. 2000. São Paulo: Atlas. ed. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 120 p.83 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. 7. Rio de Janeiro. MARTINS. Alexandre.

Maria Margarida.84 MEDEIROS. B. . ANDRADE. São Paulo: Atlas. 192 p.. J. 2001. Manual para elaboração de referências bibliográficas: a nova NBR 6023:2000 da ABNT.

85 APÊNDICES APÊNDICE A .UNIFENAS AUTOR Tamanho da fonte 12 11 cm do topo da página Tamanho da fonte 14 ou 16 TÍTULO DO TRABALHO CIENTÍFICO: SUBTÍTULO (SE HOUVER) 2 cm Tamanho da fonte 12 Alfenas-MG 2005 2 cm .MODELO DE CAPA 3 cm UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO .

centralizado a partir do meio da folha. Dr. centralizado a partir do meio da folha.86 APÊNDICE B . letras minúsculas.MODELO DE FOLHA DE ROSTO 3 cm AUTOR Tamanho da fonte 12 11 cm do topo da página Tamanho da fonte 14 ou 16 TÍTULO DO TRABALHO CIENTÍFICO: SUBTÍTULO (SE HOUVER) 2 cm Essa nota deve figurar em tamanho de letra 10. distante a 19 cm do topo da página. distante a 16 cm do topo da página. João da Silva Essa nota deve figurar em tamanho de letra 12. Orientador: Prof. Tamanho da fonte 12 Alfenas-MG 2005 2 cm . alinhado à direita e justificada. alinhado à direita e justificada. como parte das exigências do Curso de xxxxxxxx para conclusão do curso de graduação. letras minúsculas. Monografia apresentada a Universidade José do Rosário Vellano.

MODELO DE ERRATA 3 cm ERRATA 3 cm Folha 45 67 87 Linha 22 03 14 Onde se lê Impato Sevagem Saúde bucal Leia-se Impacto Selvagem Saúde Dental .87 APÊNDICE C .

os espécimes tratados P 5% decorrida 1 semana de contato. Amostras de saliva foram colhidas.1% e 0.5% + CHX 0. E microrganismos mesófilos aeróbios totais da saliva.5% e a 5%. Foram analisados os efeitos antibacterianos das soluções hidroalcoólicas de própolis (P) a 2. prepararam-se cilindros dentinários infectados com Enterococcus faecalis (ATCC 19. P 1.87% respectivamente (p>0.2%. No estudo in vivo foram testadas seis soluções: CHX a 0.06% e CHX 0. foram aleatoriamente divididos em seis grupos de acordo com as soluçõestestes. com o uso das soluções-testes e uma e duas semanas após o tratamento. enquanto os grupos CHX 0. em 26. 33.5% + CHX 0. foram imersos nas soluções por 5 minutos. Avaliou-se in vitro a desinfecção de túbulos dentinários. P 2. Os resultados in vitro demonstraram. P 2.2%. Espaço 1. mostraram-se desinfetados.88 APÊNDICE D .06% e a 0. com idade entre 18-30 anos. A partir de incisivos bovinos. Em análise de microscopia eletrônica de varredura.5 entre as linhas 2 cm 2 cm . em testes in vitro e in vivo.5% + CHX 0. respectivamente (p>0. as soluções de P 3% + CHX 0. Posteriormente efetuou-se a incubação para quantificar Streptococcus spp.01). P 5%. As soluções de P 3% + CHX 0. no entanto descalcificados.12%. pela redução de Streptococcus spp.37%.12%.01).MODELO DE RESUMO 3 cm RESUMO 3 cm A referência só precederá o resumo quando este não fizer parte do trabalho de origem. no caso de monografias.5% + CHX 0. 1 dia e 1 semana. P a 1.5 % + CHX 0.90% e 24. que apenas os grupos CHX 0. bem como o pH da saliva foram quantificados.2%. P 2.12% (p<0. e microrganismos aeróbios totais.01). Os indivíduos relataram sensações de ardência na cavidade bucal e gosto desagradável durante o uso das soluções de CHX 0.06% e P 3% + CHX 0. com sacarose a 20% e outras contendo ágar Brain Heart Infusion.05).433). Os números de unidades formadoras de colônias de Streptococcus spp.1% e P 5% + CHX 0.06% e CHX 0.88% e 24. P 1. O grau de desconforto e os possíveis efeitos colaterais foram avaliados por meio de questionário. e de microrganismos mesófilos aeróbios totais. Palavras-chave: Clorexidina. 1987).5% e a 3%. dissertações e teses a referência não acompanhará este elemento.74%. Sessenta voluntários sadios. Objetivou-se avaliar a ação de soluções de própolis.06% reduziram o número de Streptococcus spp. diluídas e inoculadas em placas de Petri contendo ágar Mitis salivarius. com o uso das soluções controle (somente o veículo das soluções).5% + CHX 0. em contrapartida.12%.1% e P 5% + CHX 0. Desinfecção. considerando os valores iniciais (sem a adoção das soluções). P 3% e P 1. na desinfecção da dentina.06% se mostrou como meio alternativo no controle e prevenção a infecções bucais.12%. os bochechos não alteraram o pH salivar (p>0.2%. Saliva.2% foram eficientes após 5 minutos. clorexidina (CHX) a 0. Seguidamente. A solução P 1. Própolis. Os demais voluntários não mencionaram inconvenientes durante os bochechos com outras soluções (p>0. Na redução de microrganismos aeróbios totais. por meio de diferentes soluções em modelo experimental (HAAPASALO e ORSTAVIK. clorexidina e associação de ambas como agente antimicrobiano.1% e P 5% + CHX 0.2% foram capazes de desinfetar completamente após 1 dia de exposição. Dentina. 30. podendo sua indicação ser estendida em decorrência da redução das concentrações e potencialização de efeito.12% reduziram.05).5% + CHX 0. 25.31%.

...90 A lista de ilustração é por ordem da figura........89 Quadro 1 – Dados referentes ao número de dentes extraídos ......................89 APÊNDICE E ....... .34 Figura 2 – Espécimes dentinários submersos em solução salina ..............MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES 3 cm LISTA DE ILUSTRAÇÕES 3 cm Figura 1 – Incisivo bovino seccionado em partes iguais ...........37 Gráfico 1 – Percentual de microrganismos em tubos dentinários ..

....... segundo o teste não-paramétrico de Kruskal-Wallis .60 Tabela 3 – Coomparação entre médias dos postos dos grupos experimentais............MODELO DE LISTA DE TABELAS 3 cm LISTA DE TABELAS 3 cm Tabela 1 – Média de UFC/ml de Enterococcus faecalis (ATCC 19............................. e Enterococcus faecalis ............................ ............55 Tabela 2 – Concentrações inibitórias mínimas (CIM) e concentrações bactericidas mínimas (CBM) para Streptococcus spp................90 APÊNDICE F .........................................................67 ....433) nos espécimes dentinários após tratamento com as soluções antimicrobianas................................... em relação às sensações relatadas por voluntários da pesquisa.............................

MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS 3 cm LISTA DE ABREVIATURAS 3 cm ADA – American Dental Association ATCC – American Type Culture Collection CDC – Center for Disease Control A lista é ordenada alfabeticamente pela sigla .91 APÊNDICE G .

........................................................ SUMÁRIO 3 cm 1 2 2..........2.................2 INTRODUÇÃO ..................................................... 23 Desinfecção ...5 entre todos os títulos........1 Clorexidina .............. 70 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS .................................................................................................................... 56 JUSTIFICATIVAS ............. 28 Própolis .............................2 3 4 5 6 7 8 .... 58 RESULTADOS ......................... 74 REFERÊNCIAS .......92 APÊNDICE H ....................... 25 Redução de estreptococos e microrganismos ...................................................................... 28 2................ 80 2............................... 10 REVISÃO DE LITERATURA .............. 40 OBJETIVOS....................................................................... 80 ANEXOS ........................................................................................................................................................ 73 CONCLUSÃO ...................................... 57 MATERIAL E MÉTODOS ...........2............................................ 78 APÊNDICES .......................1 2....MODELO DE SUMÁRIO 3 cm Espaço de 1...........

dieta cariogênica e água destilada. o grupo III. tendo suas mandíbulas seccionadas e fixadas em formal 10% e coradas com fucsina 0. Utilizaram 60 ratos machos da raça Wistar com 22 dias de idade. ração triturada e água destilada e o grupo VI. sendo seguido pelos grupos III e I respectivamente. . ração triturada e solução de própolis. O experimento confirmou a possível utilização da própolis para controle de cáries. ração triturada e solução de propilenoglicol (1%). Mencionam que a própolis demonstrou efeito antimicrobiano contra todas essas bactérias citadas. Utilizando animais experimentais. (1996) sobre a ação antimicrobiana de substâncias naturais sobre o Streptococcus mutans e Streptococcus sobrinus. (1996) estudaram o efeito da própolis na prevenção de cáries dentárias em ratos. O experimento durou 90 dias.93 APÊNDICE I . Foram divididos em 6 grupos: o grupo I recebeu dieta cariogênica e solução de própolis. após os quais foram sacrificados. inibindo a síntese de glucano insolúvel em água e a atividade da glicosiltransferase. p. 3 cm 4 cm IKENO et al. o grupo II. o grupo IV. O grupo com maior número de cáries foi o grupo V.5%.01 mg/ml. a própolis foi efetiva na inibição da aderência desses microrganismos na concentração de 0. dieta cariogênica e solução de propilenoglicol (1%). 102) citam que a atividade da glicosiltransferase produzida por bactérias são importantes na evolução da placa bacteriana e também a ação da própolis sobre cáries dentais induzidas em ratos pelo Streptococcus sobrinus. Tais resultados sugeriram a possibilidade do uso da própolis na possível redução da placa dental. Ota et al. A análise foi feita em microscópio estereoscópio.MODELO DE PÁGINA COM CITAÇÕES 2 cm 4 Nos estudos de Gebara et al. o grupo V. (1991.

inúmeras substâncias terapêuticas. respondendo essas questões. produto da coleta de abelhas da espécie Apis mellifera. e é dessa biodiversidade que retira-se a própolis (SIMÕES et al.000 a 550. Entretanto. folhas e cascas de árvores. 2 cm ..que principais diferenças existem entre um produto natural e um produto sintético? De maneira inteligente. Simões et al. ameixeiras e pessegueiros (BERNARDO et al. A própolis é uma resina natural. O Brasil possui a maior biodiversidade vegetal do mundo.MODELO DE PÁGINA COM SEÇÕES 3 cm 2 REVISÃO DE LITERATURA 3 cm 2. É uma resina extraída pelas abelhas de certas flores.1 Própolis Dois espaços 1.5 Com sucessivos questionamentos destacam-se: . MASSON. entre elas o tronco de ciprestes. com dificuldades de acesso aos produtos naturais.5 entre as linhas potencializar o efeito de uma substância sintética. Os produtos naturais possuem maior diversidade molecular.qual a razão em se utilizar produtos naturais? . podendo 2 cm Espaço 1. possuem similaridades ao metabolismo dos mamíferos. 1994). 2000). pinheiros..94 APÊNDICE J . 1990. usada há mais de mil anos pela Medicina (LENHART. (2000) traçaram um parâmetro comparativo entre essas duas fontes produtoras. ou seja. as magnitudes do mercado são imprecisas. 1986).000 espécies de um total mundial estimado de 350.000. em torno de 55.

2009. 2 cm 2 cm .02 4100.01 3360.08 3360.00 4100.08 4100.0426 a 3360.00 Desvio padrão 0.05 Amostra máxima 4003.00 Mediana 4003.95 APÊNDICE K .MODELO DE TABELA 3 cm TABELA 1 Peso dos fetos sem cordão umbilical e placenta (em gramas) Amostra mínina Fluoxetina (G1) Cloridrato de imipramina (G2) Controle (G3) 4003.00 3360.00 0.11 Média 4003.0314 b Laboratório de Fitofármacos e Biologia e Fisiologia de Microrganismos da Unifenas. Letras diferentes indicam significância ao nível de 1% e letras iguais indicam não significância pelo teste não-paramétrico de Kruskal-Wallis.03 4100.0246 a 0.

5 entre linhas Título: subtítulo Dois espaços de 1.96 ANEXOS ANEXO A .(a) Universidade José do Rosário Vellano _______________________________________ Prof. da Universidade José do Rosário Vellano. coProf.5 entre linhas Monografia apresentada como parte das exigências para conclusão do curso de xxx.(a) Orientador(a) orientador e examinadores Universidade José do Rosário Vellano 2 cm _______________________________________ Prof.(a) Universidade José do Rosário Vellano 2 cm . Aprovada em: ____________________________________ Não esquecer de colocar a_______________________________________ titulação do orientador.MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO 3 cm _______________________________________________ AUTOR Dois espaços de 1.

A todos que de algum modo me incentivaram e me acompanharam durante a realização deste trabalho. 2 cm .97 ANEXO B .MODELO DE DEDICATÓRIA 3 cm 2 cm A dedicatória como a epígrafe devem figurar abaixo da metade da página e a direita.

98 ANEXO C . por dedicar sua experiência e tempo. 2 cm 2 cm . Aos meus colegas pelo incentivo.MODELO DE AGRADECIMENTO 3 cm Agradeço ao meu orientador.

2 cm “A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”.99 ANEXO D . Albert Einstein 2 cm .MODELO DE EPÍGRAFE 3 cm A epígrafe como a dedicatória devem figurar abaixo da metade da página e a direita.

. I. color. a ficha deverá ser confeccionada por um Bibliotecário (a) A ficha deve ser centralizada e a 4 cm acima do final da página. 48 f. Orientadora: Cicrana da Silva Co-orientador: Cicrano Santos Monografia (graduação em Farmácia) Universidade José do Rosário Vellano Referências: 46 – 48 1. 2 cm Silva. [manuscrito] / Fulano da Silva.VERSO DA FOLHA DE ROSTO 3 cm Modelo meramente ilustrativo.68 4 cm . Fulano.100 ANEXO E . Divinópolis : Unifenas. 3. Análise microbiológica. Água. 2010. 2. CDU: 579. Fulano Análise microbiológica da água. enc.MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA . Coliformes.. Título.: il. Silva. II.

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