UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES

• Carina Casarejos Cassola • Rodrigo Belarmino da Silva • Willian Velozo Moreira

LANÇAMENTO DE PROJÉTEIS EXPERIMENTO II

Professor orientador: Pedro Frare

Mogi das Cruzes, SP 2011

SP 2011 .UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES • Carina Casarejos Cassola RGM: 11102100321 • Rodrigo Belarmino da Silva RGM: 11102100100 • Willian Velozo Moreira RGM: 11102100107 LANÇAMENTO DE PROJÉTEIS EXPERIMENTO II Disciplina: Física Geral e Experimental II Curso: Engenharia Civil / Turma: 2A / Período: Noturno Instituição: UMC – Mogi das Cruzes 2 Mogi das Cruzes.

enquanto que no movimento horizontal. Um movimento vertical. V0 = 10/7.tsen. na descida. onde no final do tubo forma um ângulo de 45º em relação a mesa. uma vez que Vox é constante (desprezando-se a resistência do ar). b) Movimento vertical – Nesse movimento. a energia potencial do corpo que ele possui no inicio da trajetória vai se transformando em energia cinética e quando este atinge o nível de referência a energia é transformada em energia cinética na totalidade. o movimento é acelerado (velocidade e aceleração têm sentidos iguais). atua a aceleração da gravidade (este movimento é visível a partir do momento em que é lançado o projétil. desprezando a resistência do ar. sob a ação exclusiva da gravidade. Quando um corpo é lançado ao ar pode descrever movimentos diferentes. SP 2011 .1/2.t O lançamento oblíquo resulta da composição de dois movimentos independentes: a) Movimento horizontal – Esse movimento é uniforme. ele possui energia potencial e à medida que vai caindo.g. pois o corpo está sujeito à aceleração da gravidade: na subida.cos.g. uma vez que o mesmo possuí apenas componente horizontal de velocidade inicial). pois não existe aceleração na direção horizontal. a velocidade é variável. o movimento é retardado (velocidade e aceleração têm sentidos contrários). No movimento vertical. Na ausência de forças dissipadas a energia 3 Mogi das Cruzes. neste caso que é o lançamento horizontal de um projétil. não há a componente da aceleração a atuar sobre o projétil. Δh y = y0 + v0.INTRODUÇÃO: Uma esfera é lançada com velocidade inicial V0 dentro de um tubo de PVC com uma certa inclinação.ɵ.t² x = v0. E um movimento horizontal uniforme. definidas conformes as expressões abaixo. daí que existe só e apenas movimento retilíneo e uniforme de velocidade sempre constante.ɵ. têm-se dois movimentos simultâneos e independentes. uniformemente variado. estando sob ação da aceleração da gravidade. impondo uma trajetória parabólica. Em relação à conservação da energia mecânica verificamos que quando um corpo está a uma determinada altura.

caem com a mesma aceleração. O valor experimental será medido diretamente.mecânica total do sistema conserva-se. independentemente das suas massas. MATERIAIS E MÉTODOS: Cano PVC Esquadro Papel Carbono Trena  Tripé com Suporte  Mesa  Esferas     1º.8 m/s². Um corpo está em queda livre quando não tem velocidade inicial e se encontra apena sob a ação da força gravítica. tendo assim aceleração constante que corresponde à aceleração da gravidade (= 9. A grandeza física escolhida para esta comparação é o alcance de uma esfera lançada com ângulo de 45º. para obter os valores de alcance experimental. normalmente é desprezada e adotamos 9. Essa aceleração chamada de força gravítica que por sua vez varia com a altura onde o corpo está.Posicionar o cano no suporte formando um ângulo de 45º. quando lançado horizontalmente. sem resistência do ar. mas devido à variação ser pequena. todos os corpos lançados do mesmo sítio. 4 Mogi das Cruzes. O valor teórico será obtido usando uma expressão matemática e dados de entrada conhecidos. OBJETIVO: Esta experiência tem como objetivo comparar dois valores da mesma grandeza: um valor teórico e um valor experimental. SP 2011 .8 m/s²) O tempo que um projétil gasta para cair. ocorrendo transformação de energia potencial em cinética e vice-versa. soltar a esfera dentro do cano e marcar a distância a que ela chegará ao chão (Repetir por três vezes). visto que desprezando a ação do ar. é o mesmo que gastaria para cair em queda livre.

07m V0 = 10/7.39m hb=0.21m Distância que a esfera alcançou: x1=0.74m x3=0. Δh 5 Mogi das Cruzes.11m h3 = 0.73m x2=0.39-0.89m Altura para o movimento: ha=0.21 = 0.11m hc=0.81m/s² Cálculo Δh = ha-hb-hc Δh = 0.g. SP 2011 .39m h2 = 0.11-0.67m g = 9.RESULTADOS: Obtemos os resultados da seguinte forma: h1 = 0.

ɵ.71 = 0.t (II) y = y0 + v0.ɵ. sabendo que no inicio do trajeto não existia energia cinética.9.g. experimental) ÷ A.g.cos.Alcance Desvio Percentual D% = (A. SP 2011 .10 x t x 0.81.t (II) x = 0.49/0.1/2. ou seja.52 0.905) t.7 x = 0. havia energia cinética.50) ÷ 0.t² (I) 0 = 0 + 0. 6 Mogi das Cruzes.71 x ½ x 9.ɵ.ɵ.07 = 6.10 = 0.tsen.1/2. 0. teórico x 100 D% = (0.71 x 0.t² (I) x = v0.81 x t² t.85% DISCUSÃO O cálculo do alcance final foi realizado a partir da energia potencial e cinética.71 = 0.49 t = 0. teórico – – A.0.10m/s y = y0 + v0.tsen. mas não havia energia potencial. apenas existia potencial enquanto que no final era o contrário.50m .87/7 = 0.cos.52 x 100 = 3.0.V0 = 10/7.7s x = v0.10 x 4.71 = (0.

perante nossa margem de erro concluímos que o experimento foi realizado a contento.org/wiki/Energia 7 Mogi das Cruzes.CONCLUSÃO: Após a elaboração desta experiência conclui-se que ao calcular a altura média dos pontos e trabalhados podemos minimizar os erros experimentais. BIBLIOGRAFIA: Paul A.wikipedia.50m.50m. Tipler – Física Volume 1A – 2ª edição – Editora Guanabara http://pt. daí o valor do alcance que foi de 0. Visto que na prática obtivemos o alcance da mesa até o ponto de queda da esfera 0. SP 2011 .