APOSTILA DE MATEMÁTICA

PARA
ESCRITURÁRIO
DO BANCO DO BRASIL
Encont r e o mat er i al de est udo par a seu concur so pr ef er i do em
w w w .achei concur sos.com.br
Conteúdo:
1. Números inteiros, racionais e reais; problemas de contagem
2. Sistema legal de medidas
3. Razões e proporções; divisão proporcional; regras de três simples e compostas; porcentagens
4. Equações e inequações de 1º e 2º graus; sistemas lineares
5. Funções; gráficos
6. Seqüências numéricas
7. Funções exponenciais e logarítimicas
8. Noções de probabilidade e estatística
9. Juros simples e compostos: capitalização e descontos
10. Taxas de juros: nominal, efetiva, equivalentes, proporcionais, real e aparente
11. Rendas uniformes e variáveis
12. Planos de amortização de empréstimos e financiamentos
13. Cálculo financeiro: custo real efetivo de operações de financiamento, empréstimo e investimento
14. Avaliação de alternativas de investimento
15. Taxas de retorno
1
NÚMEROS INTEIROS - OPERAÇÕES E PROPRIEDADES
Neste capítulo será feita uma revisão dos aspectos mais importantes sobre as operações de adição,
subtração, multiplicação e divisão com números inteiros.
ADIÇÃO
Os termos da adição são chamados parcelas e o resultado da operação de adição é denominado soma ou
total.
1º parcela + 2º parcela = soma ou total
• A ordem das parcelas nunca altera o resultado de uma adição:
a + b = b + a
• O zero é elemento neutro da adição:
0+a=a+0=a
SUBTRAÇÀO
O primeiro termo de uma subtração é chamado minuendo, o segundo, subtraendo e o resultado da
operação de subtração é denominado resto ou diferença.
minuendo - subtraendo = resto ou diferença
• A ordem dos termos pode alterar o resultado de uma subtração:
a - b ≠ b - a (sempre que a ≠ b)
• Se adicionarmos uma constante k ao minuendo, o resto será adicionado de k.
• Se adicionarmos uma constante k ao subtraendo, o resto será subtraído de k.
• A subtração é a operação inversa da adição:
M-S = R ↔R+S = M
• A soma do minuendo com o subtraendo e o resto é sempre igual ao dobro do minuendo.
M+S+R=2 x M
Valor absoluto
O valor absoluto de um número inteiro indica a distância deste número até o zero quando consideramos a
representação dele na reta numérica.
Atenção:
• O valor absoluto de um número nunca é negativo, pois representa uma distância.
• A representação do valor absoluto de um número n é I n I. (Lê-se "valor absoluto de n" ou "módulo
de n".)
Números simétricos
Dois números a e b são ditos simétricos ou opostos quando:
a+b=0
Exemplos:
-3 e 3 são simétricos (ou opostos) pois (-3) + (3) = 0.
4 e -4 são simétricos (ou opostos) pois (4) + (-4) = 0.
O oposto de 5 é -5.
O simétrico de 6 é -6.
O oposto de zero é o próprio zero.
Dois números simétricos sempre têm o mesmo módulo.
Exemplo:
I-3I=3 e I3I=3
2
Operações com números inteiros (Z)
Qualquer adição, subtração ou multiplicação de dois números inteiros sempre resulta também um número
inteiro. Dizemos então que estas três operações estão bem definidas em Z ou, equivalentemente, que o
conjunto Z é fechado para qualquer uma destas três operações.
As divisões, as potenciações e as radiciações entre dois números inteiros nem sempre têm resultado inteiro.
Assim, dizemos que estas três operações não estão bem definidas no conjunto Z ou, equivalentemente, que
Z não é fechado para qualquer uma destas três operações.
Adições e subtrações com números inteiros
Existe um processo que simplifica o cálculo de adições e subtrações com números inteiros. Observe os
exemplos seguintes:
Exemplo1:
Calcular o valor da seguinte expressão:
10 -7-9+15 -3+4
Solução:
Faremos duas somas separadas
- uma só com os números positivos:
10+ 15+4=+29
- outra só com os números negativos:
(-7)+(-9)+(-3)= -19
Agora calcularemos a diferença entre os dois totais encontrados.
+29 -19=+10
Atenção!
É preciso dar sempre ao resultado o sinal do número que tiver o maior valor absoluto!
Exemplo2:
Calcular o valor da seguinte expressão:
-10+4 -7 –8 +3 -2
1º passo: Achar os totais (+) e (-):
(+): +4 + 3 = +7
(-): -10 -7 -8 -2= -27
2º passo: Calcular a diferença dando a ela o sinal do total que tiver o maior módulo:
-27+7=-20
MULTIPLICAÇÀO
Os termos de uma multiplicação são chamados fatores e o resultado da operação de multiplicação é
denominado produto.
1º fator x 2º fator = produto
• O primeiro fator também pode ser chamado multiplicando enquanto o segundo fator pode ser
chamado multiplicador .
• A ordem dos fatores nunca altera o resultado de uma multiplicação:
a x b = b x a
• O número 1 é elemento neutro da multiplicação:
1 x a = a x 1 = a
• Se adicionarmos uma constante k a um dos fatores, o produto será adicionado de k vezes o outro
fator:
a x b = c ↔ (a + k)x b = c+(k x b)
• Se multiplicarmos um dos fatores por uma constante k, o produto será multiplicado por k.
a x b = c ↔ (a x k)x b = k x c
• Podemos distribuir um fator pelos termos de uma adição ou subtração qualquer:
a x(b ± c) = (a x b) ± (a x c)
3
DIVISÃO INTEIRA
Na divisão inteira de N por D≠ 0, existirá um único par de inteiros, Q e R, tais que:
Q x D + R = N e 0 ≤ R < IDI (onde IDI é o valor absoluto de D)
A segunda condição significa que R (o resto) nunca pode ser negativo.
Os quatro números envolvidos na divisão inteira são assim denominados:
N é o dividendo; D é o divisor (sempre diferente de zero);
Q é o quociente; R é o resto (nunca negativo).
Exemplos:
1) Na divisão inteira de 60 por 7 o dividendo é 60, o divisor é 7, o quociente é 8 e o resto é 4.
8 x 7 + 4= 60 e 0 ≤ 4 < I7I
2) Na divisão inteira de -60 por 7 o dividendo é -60, o divisor é 7, o quociente é -9 e o resto é 3.
-9 x 7 + 3= -60 e 0 ≤ 3 < I7I
• Quando ocorrer R = 0 na divisão de N por D, teremos Q x D = N e diremos que a divisão é exata indicando-a
como N÷D = Q.
• Quando a divisão de N por D for exata diremos que N é divisível por D e D é divisor de N ou,
equivalentemente, que N é múltiplo de D e D é fator de N.
• O zero é divisível por qualquer número não nulo:
D≠ 0 →0 ÷D = 0.
• Todo número inteiro é divisível por 1: ∀N, N÷1 = N.
• Se multiplicarmos o dividendo (N) e o divisor ( D) de uma divisão por uma constante k≠ 0, o quociente (Q) não
será alterado mas o resto (R) ficará multiplicado por k, se R x k < D, ou será igual ao resto da divisão de R x k
por D, se R x k ≥ D.
Multiplicações e divisões com números inteiros
Nas multiplicações e divisões de dois números inteiros é preciso observar os sinais dos dois termos da
operação:
Exemplos:
SINAIS IGUAIS→(+) SINAIS OPOSTOS →(-)
(+5) x (+2) = +10 (+5) x (-2) = -10
(-5) x (-2) = +10 (-5) x (+2) = -10
(+8) - (+2) = +4 (+8) - (-2) = -4
(-8) - (-2) = +4 (-8) - (+2) = -4
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Numa adição com duas parcelas, se somarmos 8 àprimeira parcela, e subtrairmos 5 da segunda parcela,
o que ocorrerá com o total?
Solução:
Seja t o total da adição inicial.
Ao somarmos 8 a uma parcela qualquer, o total é acrescido de 8 unidades:
t+8
Ao subtrairmos 5 de uma parcela qualquer, o to tal é reduzido de 5 unidades:
t+8-5 = t+3
Portanto o total ficará acrescido de 3 unidades.
2. Numa subtração, a soma do minuendo com o subtraendo e o resto é igual a 264. Qual é o valor do
minuendo?
Solução:
Sejam m o minuendo, s o subtraendo e r o resto de uma subtração qualquer, é sempre verdade que:
m - s = r →s + r =m
(a soma de s com r nos dá m)
4
Ao somarmos os três termos da subtração, m+s+r, observamos que a adição das duas últimas parcelas,
s + r, resulta sempre igual a m. Assim poderemos escrever:
m+(s + r)= m + m =2m
O total será sempre o dobro do minuendo.
Deste modo, temos:
m+s+r=264
2m = 264
m =264 ÷2= 132
Resp.: O minuendo será 132.
3. Numa divisão inteira, o divisor é 12, o quociente é 5 e o resto é o maior possível. Qual é o dividendo?
Solução:
Se o divisor é 12, então o maior resto possível é 11, pois o resto não pode superar nem igualar-se ao
divisor. Assim, chamando de n o dividendo procurado, teremos:
n = (quociente) x (divisor) + (resto)
n=5x12+11
n=60+11
n=71
O dividendo procurado é 71.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Numa adição com três parcelas, o total era 58. Somando-se 13 à primeira parcela, 21 à segunda e
subtraindo-se 10 da terceira, qual será o novo total?
2. Numa subtração a soma do minuendo com o subtraendo e o resto resultou 412. Qual o valor do
minuendo?
3. O produto de dois números é 620. Se adicionasse-mos 5 unidades a um de seus fatores, o produto ficaria
aumentado de 155 unidades. Quais são os dois fatores?
4. Numa divisão inteira, o divisor é 12, o quociente é uma unidade maior que o divisor e o resto, uma unidade
menor que o divisor. Qual é o valor do dividendo?
5. Certo prêmio será distribuído entre três vendedores de modo que o primeiro receberá R$ 325,00; o segundo
receberá R$ 60,00 menos que o primeiro; o terceiro receberá R$ 250,00 menos que o primeiro e o segundo
juntos. Qual o valor total do prêmio repartido entre os três vendedores?
6. Um dicionário tem 950 páginas; cada página é dividida em 2 colunas; cada coluna tem 64 linhas; cada linha
tem, em média, 35 letras. Quantas letras há nesse dicionário?
7. Uma pessoa ganha R$ 40,00 por dia de trabalho e gasta R$ 800,00 por mês. Quanto ela economizará em
um ano se ela trabalhar, em média, 23 dias por mês?
8. Um negociante comprou 8 barricas de vinho, todas com a mesma capacidade. Tendo pago R$ 7,00 o litro e
vendido a R$ 9,00, ele ganhou, ao todo, R$ 1.760,00. Qual era a capacidade de cada barrica?
9. Em um saco havia 432 balinhas. Dividindo-as em três montes iguais, um deles foi repartido entre 4 meninos
e os dois montes restantes foram repartidos entre 6 meninas. Quantas balinhas recebeu cada menino e cada
menina?
10. Marta, Marisa e Yara têm, juntas, R$ 275,00. Marisa tem R$ 15,00 mais do que Yara e Marta possui R$
20,00 mais que Marisa. Quanto tem cada uma das três meninas?
11. Do salário de R$ 3.302,00, Seu José transferiu uma parte para uma conta de poupança. Já a caminho de
casa, Seu José considerou que se tivesse transferido o dobro daquele valor, ainda lhe restariam R$ 2.058,00
do seu salário em conta corrente. De quanto foi o depósito feito?
12. Renato e Flávia ganharam, ao todo, 23 bombons. Se Renato comesse 3 bombons e desse 2 para Flávia,
eles ficariam com o mesmo número de bombons. Quantos bombons ganhou cada um deles?
NÚMEROS RACIONAIS OPERAÇÕES E PROPRIEDADES
5
CONCEITO
Dados dois números inteiros a e b, com b ≠ 0, denominamos número racional a todo número
b
a
· x , tal que
x x b=a.
( ) * Z b e Z a com a b x
b
a
x ∈ ∈ · ⋅ ↔ ·
REPRESENTAÇÃO FRACIONÁRIA
Denominamos representação fracionária ou simplesmente fração àexpressão de um número racional a
na forma
b
a
.
REPRESENTAÇÃO DECIMAL DE UM NÚMERO RACIONAL
A representação decimal de um número racional poderá resultar em um do três casos seguintes:
Inteiro
Neste caso, a fração correspondente ao inteiro é denominada fração aparente.
0
13
0
1
9
-9
7
2
14
· − · ·
Expansão Decimal Finita
Neste caso, há sempre uma quantidade finita de algarismos na representação decimal.
375 0
8
3
25 1
4
5
5 1
2
3
, , , · · − ·

Expansão Decimal Infinita Periódica
Esta representação também é conhecida como dízima periódica pois, nela, sempre ocorre alguma seqüência
finita de algarismos que se repete indefinidamente. Esta seqüência é denominada período.
... , ... , 1666 0
6
1
333 0
3
1
· ·
DETERMINAÇÃO DE UMA FRAÇÃO GERATRIZ
Todos os números com expansão decimal finita ou infinita e periódica sempre são números racionais. Isto
significa que sempre existem frações capazes de representá-los. Estas frações são denominadas frações
geratrizes.
Como determinar uma fração geratriz
1°Caso - Números com expansão decimal finita
A quantidade de algarismos depois da vírgula dará o número de "zeros" do denominador:
100
816
8,16 ·
1000
35
1000
0035
035 0
10
524
52,4
· ·
·
,
2°Caso - Dízimas Periódicas
Seja a,bc...nppp... uma dízima periódica onde os primeiros algarismos, indicados genericamente por a , b ,
c...n , não fazem parte do período p.
A fração
0 900 99
ab...n - np abc...

... ...
será uma geratriz da dízima periódica a,bc...nppp... se:
1º - o número de `noves' no denominador for igual àquantidade de algarismos do período;
2º - houver um `zero' no denominador para cada algarismo aperiódico (bc...n)após a vírgula.
6
Exemplo:
período: 32 (dois "noves" no denominador) atraso de 1 casa (1 "zero" no denominador)
parte não-periódica: 58 fração geratriz:
990
774 5
990
58 - 5832 .
·
período: 4 (1 "nove" no denominador) atraso de duas casas (2 "zeros")
parte não-periódica: 073 fração geratriz:

900
661
900
73 734
900
073 0734
·

·

período: 034 (três "noves" no denominador) não houve atraso do período
(não haverá "zeros" no denominador)
parte não-periódica: 6
fração geratriz:
999
6 6034 −
período: 52 (dois "noves") não houve atraso do período (não haverá "zeros" no denominador)
parte não-periódica: 0
fração geratriz:
99
52
99
0 052
·

NÚMEROS MISTOS
Dados três números inteiros n, a, e b, com n ≠ 0 e 0 < a < b, denomina-se número misto à representação de
um número racional escrito sob a forma
b
a
n
b
a
n + ·
Se numa divisão inteira não exata o valor absoluto do dividendo for maior que o do divisor, então, pode-se
representar o seu resultado por um número misto.
Exemplo:
A divisão inteira de 30 por 7 não é exata, dando quociente 4 e resto 2. Então, pode-se escrever:
7
2
4
7
30
·
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES
Com Denominadores Iguais
Conserva-se o denominador, adicionando ou subtraindo os numeradores.
20
1
20
7 5 3
20
7
20
5
20
3
·
− +
· − +
Com Denominadores Diferentes
Substituem-se as frações dadas por outras, equivalentes, cujo denominador será o MMC dos denominadores
dados:
12
5
12
6 9 2
12
6
12
9
12
2
2
1
4
3
6
1
12 2) m.m.c(6,4,
·
− +
· − + ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ → ÷ − +
·

12
7
12
6 3 10
12
6
12
3
12
10
2
1
4
1
6
5
·
− +
· − + · − +
MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES
Para multiplicar duas ou mais frações deve-se:
1º ) multiplicar os numeradores, encontrando o novo numerador;
2°) multiplicar os denominadores, encontrando o novo denominador.
7
15
2
3x1x5
x2x1 1
5
1
x
1
2
x
3
1
5
1
x 2 x
3
1

60
7
120
14
6x5x4
x2x7 1
4
7
x
5
2
x
6
1
20
1
120
6
5x4x6
x3x1 2
6
1
x
4
3
x
5
2
2 por simplific.
6 por simplific.
· · ·
÷ ÷ ÷ ÷ ÷ → ÷ · ·
÷ ÷ ÷ ÷ ÷ → ÷ · ·
DIVISÃO ENVOLVENDO FRAÇÕES
Para efetuar uma divisão onde pelo menos um dos números envolvidos é uma fração, devemos
multiplicar o primeiro número (dividendo) pelo inverso do segundo (divisor).
30
1
6x5
x1 1
5
1
x
6
1
5
6
1

3
10
1x3
x5 2
3
5
x
1
2
5
3
2
12
5
3x4
x5 1
4
5
x
3
1
5
4
3
1

6
1
1
6
7
12
14
x4 3
x7 2
4
7
x
3
2
7
4
3
2
2 por simplif.
· · · ÷
· · · ÷
· · · ÷
· ÷ ÷ ÷ ÷ → ÷ · · · ÷
Atenção:
Não faça contas com dízimas periódicas.
Troque todas as dízimas periódicas por frações geratrizes antes de fazer qualquer conta.
Exemplo:
Calcular:
7 2
20
54
2
9
x
10
6

9
2
10
6

? 222 0 6 0
,
... , ,
· · ·
÷ ·
· ÷
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Calcular os resultados das expressões abaixo:
a)
5
2
3
2
1
8 +
b)
4
3
2
6
5
15 −
c)
5
4
x
3
1
2
d)
4
3
1
2
1
÷
Soluções:
a)
( )
10
9
11
10
4
10
5
11
5
2
2
1
11
5
2
2
1
3 8
5
2
3
2
1
8
·
,
_

¸
¸
+ + ·
,
_

¸
¸
+ +
·
,
_

¸
¸
+ + + ·
,
_

¸
¸
+ +
,
_

¸
¸
+
b)
( )
12
1
13
12
9
12
10
13
4
3
6
5
2 15
4
3
2
6
5
15
·
,
_

¸
¸
− +
·
,
_

¸
¸
− + − ·
,
_

¸
¸
+ −
,
_

¸
¸
+
8
c)
15
13
1
15
13
1
15
28
3x5
x4 7
5
4
x
3
7
5
4
x
3
1 x3 2
5
4
x
3
1
2
· + · ·
· ·
+
·
,
_

¸
¸
+
d)
7
2
14
4
7
4
x
2
1
4
7
2
1
4
3 x4 1
2
1
4
3
1
2
1
por2 simplif.
÷ ÷ ÷ ÷ → ÷ ·
· ÷ ·
+
÷ ·
,
_

¸
¸
+ ÷
2. Determinar a fração geratriz de 0,272727... .
Solução:
11
3
9 99
9 27
99
27
272727 0 ·
÷
÷
· · ... ,
3. Quanto valem dois terços de 360?
Solução:
240
3
360 x 2
360 x
3
2
360
3
2
· · · de
Ent ão, doi s t er ços de 360 são 240.
4. Se três quartos de x valem 360, então quanto vale x?
Solução:
480
3
360 x 4
x 360 x 4 x 3
360
4
x 3
360 de
4
3
· · → · ⋅
·

→ · x
Ent ão, x val e 480.
5. Determinar uma fração que corresponda a dois terços de quatro quintos.
Solução:
15
8
5 x 3
4 x 2
5
4
x
3
2
5
4
de
3
2
· · ·
Ent ão, uma f r ação cor r espondent e ser á
15
8
.
6. Cínthia gastou em compras três quintos da quantia que levava e ainda lhe sobraram R$ 90,00. Quanto levava
Cínthia, inicialmente?
Solução:
O problema menciona quintos da quantia que Cínthia levava. Pode-se indicar a quantia inicial por 5x (pois 5x
tem quintos exatos).
¹
¹
¹
'
¹
·
90,00 : sobram
3x 5x de
5
3
gastos

5x
(Inicial)
Assim, tem-se:
} } }
45 x
90 2x
90 3x 5x
resto
gasto
inicial
·
·
· −
9
Como a quantia inicial foi representada por 5x, tem-se:
5x = 5 x 45 = 225,00
Cínthia levava, inicialmente, R$ 225,00.
7. Um rapaz separou 1/10 do que possuía para comprar um par de sapatos; 3/5 para roupas, restando-lhe, ainda,
R$ 180,00. Quanto o rapaz tinha?
Solução:
Seja 10x a quantia inicial (pois tem décimos e tem quintos exatos)
} }
60 x
180 3x
180 6x - x 10x
180,00 : restante
6x 10x de
5
3
: roupas
x 10x de
10
1
: sapatos
x 10
resto
gastos
inicial
·
·
· −
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
·
·
8 7 6
Portanto, o valor inicial era:
10x = 10 x 60 = 600,00 reais
O rapaz tinha, inicialmente, R$ 600,00.
8. De um reservatório, inicialmente cheio, retirou-se
4
1
do volume e, em seguida, mais 21 litros. Restaram, então
5
2
do volume inicial. Qual a capacidade deste reservatório?
Solução:
Sej a 20x o volume do reservatório (pois tem quartos e quintos exatos).
} }
resto retiradas inicial
8x 21 - 5x 20x
8x 20x de
5
2
: resto
litros 21 : retirada 2ª
5x 20x de
4
1
: retirada 1ª
20x
· −
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
·
·
8 7 6
i sol ando os termos em "x" tem-se:
20x-5x-8x=21
7x=21
x=3
Como a capacidade do reservatório foi representada por 20x, tem-se:
20x = 20 x 3 = 60 l i tros
9. Rogério gastou
3
2
do que ti nha e, em segui da,
4
1
do resto, ficando ainda com R$ 300,00. Quanto
Rogério possuía inicialmente?
10
Solução:
Sej a 12x a quanti a i ni ci al de Rogéri o:
3
2
− de 12x
4
1
− de 4x
12x 4x 3x = 300,00 (resto)
(-8x) (-x)
3x = 300
x = 100
Logo, a quanti a i ni ci al de Rogéri o era:
12x = 12 x 100 = 1.200 reais
Rogéri o possuía, i ni ci al mente, R$ 1.200,00.
10. Um estoj o custa
3
2
a mais que uma caneta. Juntos eles valem R$ 16,00. Quanto custa cada
objeto?
Solução:
Como o preço do estoj o foi i ndi cado para doi s terços a mai s que o preço da caneta, faremos:
caneta: 3x
estoj o: 5x 2x 3x 3x de
3
2
3x · + · +
Juntos eles valem R$ 16,00:
} }
2 x
16 8x
16 5x 3x
estojo
caneta
·
·
· +
Então:
a caneta custa: 3x = 3 x 2 = 6 reais
o estojo custa: 5x = 5 x 2 = 10 reais
11. Um pai distribui certo número de balas entre suas três filhas de tal modo que a do meio recebe
3
1
do total, a
mais velha recebe duas balas a mais que a do meio, enquanto a mais nova recebe as 25 balas restantes. Quantas
balas, ao todo, o pai distribuiu entre suas filhas?
Solução:
Seja o total de balas representado por 3x:
( )
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
+
·
25 : nova mais a
2 x : velha mais a
x 3x de
3
1
: meio do a
x 3
total
Juntando todas as balas tem-se:
3x=x+x+2=25
11
isolando "x" na igualdade tem-se:
3x-x-x=2+25
x=27
Logo, o total de balas é: 3x = 3 x 27 = 81 balas.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Efetue as expressões abaixo.
a)
4
3
3
2
2
1
− +
b)
2
1
4
5
1
2
3
1
5 − +
2. Efetue as multiplicações abaixo.
a)
16
15
x
5
2
b)
2
1
2 x
3
1
1
3. Efetue as divisões abaixo.
a)
7
6
4
3
÷
b)
3
1
1
2
1
2 ÷
4. Julgue os itens abaixo em verdadeiros (V) ou falsos (F).
( ) 0,321321321...=
333
107
( ) 0,00333 ...=
300
1
( ) 12,37777...=
45
557
90
114 1
·
.
5. Quanto valem três quintos de 1.500 ?
6. Se cinco oitavos de x são 350, então, qual é o valor de x?
7. Que fração restará de x se subtrairmos três sétimos do seu valor?
8. Se subtrairmos três sétimos do valor de x e, em seguida, retirarmos metade do restante, que fração restará
de x ?
9. Determine o valor da expressão 6,666... x 0,6.
10. Determine o valor da expressão 0,5 ÷ 0,16666... .
11. Um garoto possui
3
2
da altura de seu pai que correspondem a
3
4
da altura de seu irmão mais moço. Qual é a
altura deste último se a altura do pai é 180 cm?
12. No primeiro dia de uma jornada, um viajante fez
5
3
do percurso. No segundo dia, andou
3
1
do restante.
Quanto falta para completar a jornada se o percurso completo é de 750 km?
13. Se um rapaz separar o dinheiro que tem em três partes, sendo a primeira igual àterça parte e a segunda igual
àmetade do total, então a terceira parte será de R$ 35,00. Quanto dinheiro tem este rapaz?
14. A idade de Antônio é
6
1
da idade de Benedito, César tem metade da idade de Antônio e Dilson tem tantos
anos quantos César e Antônio juntos. Quais são as idades de cada um deles se a soma das quatro idades é 54
anos?
12
15. A soma de três números é 110. Determinar o maior deles sabendo que o segundo é um terço do primeiro e
que o terceiro é
8
3
da soma dos dois primeiros.
16. Dividir R$ 270,00 em três partes tais que a segunda seja um terço da primeira e a terceira seja igual àsoma
de um duodécimo da primeira com um quarto da segunda.
17. Determine o preço de custo de uma mercadoria sabendo que haveria um lucro de
5
1
do preço de custo se ela
fosse vendida por R$ 60,00.
18. Um comerciante gastou
5
1
do que tinha em sua conta corrente. Em seguida, gastou
7
2
do restante ficando
ainda com um saldo de R$ 2.000,00. Considerando que havia inicialmente na conta corrente
6
5
do total que o
comerciante possuía entre uma conta de poupança e a conta corrente, determine o valor que havia na conta de
poupança.
19. Se adicionarmos a terça parte de um número àsua metade o resultado obtido será 3 unidades menor que o
número inicial. Qual é este número?
20. Márcio tinha R$ 116,00 que estavam divididos em partes diferentes entre os dois bolsos da calça que usava.
Se ele gastasse a quinta parte do que havia no bolso esquerdo e a sétima parte do que havia no bolso direito
restariam quantias iguais nos dois bolsos. Quanto havia em cada bolso?
CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS
O conjunto dos números reais compreende todos os números que permitam representação na forma
decimal, periódica ou não periódica. Isto compreende todos os números inteiros, todos os números racionais e
mais os números com representação decimal não periódica.
São exemplos de números reais:
2 = 2,000...
1/5 = 0,2000...
4/9 = 0,444...
ð = 3,141592653...
2 =1,414213...
Números Irracionais
Alguns números têm representação decimal infinita e aperiódica não sendo, portanto, números racionais. A estes
números denominamos números irracionais.
Números Irracionais:
têm representação decimal...
... infinita
e
... aperiódica.
O conjunto dos números irracionais é usualmente representado por I.
São exemplos de números irracionais:
ð = 3,14159265358979323846...
e = 2,71828182846...
2 = 1,41421356237...
A operação de radiciação produz, freqüentemente, números irracionais. A raiz de um número natural qualquer, ou
resultará também número natural ou será um número irracional.
irracional número um é 10
irracional número um é 12
: Exemplos
irracional núm.
ou
natural núm.
natural núm.
3
n
¹
¹
¹
'
¹
·
13
Representação dos Números por Pontos da Reta
Podemos representar todos os números reais como pontos em uma reta orientada denominada reta numérica.
Inicialmente, escolhe-se um ponto sobre a reta para indicar o número zero.

0
R
Depois, marcam-se os demais números inteiros, mantendo sempre a mesma distância entre dois inteiros
consecutivos quaisquer, sendo:
• os positivos, àdireita de zero, a partir do 1 e em ordem crescente para a direita;
• e os negativos àesquerda de zero, a partir do -1 e em ordem decrescente para a esquerda;
Todos os demais números reais não inteiros, racionais ou irracionais, podem ser localizados entre dois
números inteiros.
Observe, por exemplo, onde estão localizados os números : ð e 3/5 2, −
2 − =-1,41421356237...
3/5 = 0,6
ð = 3,1415926535...
Intervalos de Números Reais
É comum designarmos por intervalo a qualquer subconjunto de R que corresponda a segmentos ou a semi-
retas ou a qualquer reunião entre segmentos ou semi-retas da reta dos números reais.
Exemplos:
a) Representação Gráfica:
Notação de Conjuntos: { } 2 x 5 - / x ≤ ≤ ∈R
Notação de Intervalos: [-5; 2]
b) Representação Gráfica:
Notação de Conjuntos: { } 2 x 5 - / x < ≤ ∈R
Notação de Intervalos: [-5; 2[
c) Representação Gráfica:
Notação de Conjuntos: { } 2 x 5 - / x ≤ < ∈R
Notação de Intervalos: ]-5; 2]
d) Representação Gráfica:
Notação de Conjuntos: { } 2 x 5 - / x ≤ ≤ ∈R
Notação de Intervalos: ]- ∞; 2]
e) Representação Gráfica:
Notação de Conjuntos: { } -5 / x x > ∈R
Notação de Intervalos: ]-5; + ∞[
Observe:
Na notação de intervalos, o colchete que está do lado de - ∞ ou de + ∞ fica sempre voltado para fora.
14
RAZÕES E PROPORÇÕES
Chama-se razão de doi s númer os , dados numa certa ordem e sendo o segundo di ferente de zero,
ao quoci ente do pri mei ro pel o segundo.
Assi m, a razão entre os números a e b pode ser di ta "razão de a para b" e representada como:
b : a ou
b
a
Onde a é chamado antecedente enquanto b é chamado conseqüente da razão dada.
Ao representar uma razão freqüentemente simplificamos os seus termos procurando, sempre que
possível, torná-los inteiros.
Exemplos:
A razão entre 0,25 e 2 é:
( ) 8 para 1
8
1
2
1
4
1
2
4
1
2
25 0
· ⋅ ·

,
_

¸
¸
·
,
( ) 5 para 2
5
2
5
12
6
1
12
5
6
1
: é
12
5
e
6
1
entre razão A · ⋅ ·

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
( ) 1 para 30
1
30
1
5
6
5
1
6
: é
5
1
e 6 razão A · ⋅ ·

,
_

¸
¸
Proporção é a expressão que i ndi ca uma i gual dade entre duas ou mai s razões.
A proporção
d
c
b
a
· pode ser lida como "a está para b assim como c está para d' e representada como
a: b: c: d. Nesta proporção, os números a e d são os extremos e os números b e c são os meios.
Em toda proporção o produto dos extremos é igual ao produto dos meios.
Quarta proporcional de três números dados a, b e c nesta ordem, é o número x que completa com
os outros três uma proporção tal que:
x
c
b
a
·
Exemplo:
Determi nar a quarta proporci onal dos números 3 , 4 e 6 nesta ordem.
Solução:
8 x 6 x 4 x 3
x
6
4
3
· → · → ·
Proporção contínua é aquel a que tem meios iguais.
Exemplo:
A proporção 9 : 6 : : 6 : 4 é contínua poi s tem os seus mei os i guai s a 6.
Numa proporção contínua temos:
• O val or comum dos mei os é chamado média proporcional (ou média geométrica) dos
extremos. Ex.: 4 é a médi a proporci onal entre 2 e 8, poi s 2:4::4:8
• O úl ti mo termo é chamado terceira proporcional. Ex.: 5 é a terceira proporcional dos
números 20 e 10, poi s
20:10::10:5
15
Proporção múltipla é a i gual dade si mul tânea de três ou mai s razões.
Exemplo:
10
5
8
4
6
3
4
2
· · ·
Razões inversas são duas razões cuj o produto é i gual a 1.
Exemplo:
1
6
10
x
5
3
· ent ão di zemos que "3 est á para 5 na razão inversa de 10 para 6" ou então que "3/5 está
na razão i nversa de 10/6" ou ai nda que "3/5 e 10/6 são razões inversas".
Quando duas razões são i nversas, qual quer uma del as forma uma proporção com o i nverso da
out ra.
Exemplo:
3/5 e 10/6 são razões i nversas. Então, 3/5 faz proporção com 6/10 (que é o i nverso de 10/6)
enquanto 10/6 faz proporção com 5/3 (que é o i nverso de 3/ 5).
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Numa prova com 50 questões, acertei 35, dei xei 5 em branco e errei as demai s.
Qual é a razão do número de quest ões cert as para o de erradas?
Resolução:
Das 50 questões, 35 estavam certas e 5 fi caram em branco. Logo, o número de questões erradas é:
50-35-5= 10
Assim, a razão do número de questões certas (35) para o de erradas (10) é 2. para 7 ou
2
7
10
35
·
2. Calcular dois números positivos na proporção de 2 para 5 sabendo que a diferença do maior para o menor
é 42.
Resolução:
Sejam x o menor e y o maior dos números procurados.
A proporção nos mostra que x está para 2 assim como y está para 5.
Então, podemos dizer que:
x tem 2 partes ....................... (x = 2p)
enquanto y tem 5 partes ......... (y = 5p)
Mas como a diferença y -x deve valer 42, teremos:
{ {
14 p
3
42
p 42 p 3 42 2p 5p
x y
· → · → · → · −
Agora que descobrimos que cada parte vale 14 (p = 14), podemos concluir que:
o valor de x é → 28 (14) 2 2p x · ⋅ · ·
o valor de y é → 70 (14) 5 5p y · ⋅ · ·
3. Na proporção múltipla
6
z
5
y
3
x
· · , determinar os valores de x, de y e de z sabendo que x + y + z = 112.
Resolução:
A proporção múltipla nos mostra que:
x tem 3 partes .......................... (x = 3p)
enquanto y tem 5 partes.......... (y = 5p)
e z tem 6 partes ..................... (z = 6p)
16
Como a soma das três partes vale 112, temos:
3p+5p +6p= 112
14p = 112
p = 112 ÷ 14
p = 8
Agora que descobrimos que cada parte vale 8, podemos concluir que:
o valor de x é → 24 (8) 3 3p x · ⋅ · ·
o valor de y é → 40 (8) 5 5p y · ⋅ · ·
o valor de z é → 48 (8) 6 6p z · ⋅ · ·
4. Sabendo que a está para b assim como 8 está para 5 e que 3a - 2b = 140, calcular a e b.
Resolução:
Pela proporção apresentada, a tem 8 partes enquanto b tem 5 partes:
a=8p e b=5p
então teremos: 3a = 3 x (8p) = 24p e
2b = 2 x (5p) = 10p
portanto: 3a - 2b = 140 → 24p - 10p = 140 → 14p= 140 →p= 10
como p = 10 temos: a = 8p = 8 x 10 = 80 e
b = 5p = 5 x 10 = 50
5. Dois números positivos estão entre si assim como 3 está para 4. Determine-os sabendo que a soma dos seus
quadrados é igual a 100.
Resolução:
Se os números estão entre si na proporção de 3 para 4, então um deles é 3p e o outro é 4p.
Deste modo, a soma dos quadrados fica sendo:
(3p)
2
+ (4p)
2
= 100
9p
2
+ 16p
2
= 100
25p
2
= 100
p
2
=4 →p = 2 (pois os números são positivos)
Portanto, os dois números são:
3p=3x2=6
e
4p=4x2=8
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Calcule a quarta proporcional dos números dados:
a) 2;5 e 10
b) 3;4 e 5
c)
4
1
e
3
1
2
1
;
2. Calcule a terceira proporcional dos números dados:
a) 3 e 6
b) 4 e 12
c)
4
1
e
2
1
3. Calcule a média proporcional entre os números dados:
a) 3 e 12
b) 6 e 24
c) 128 e
2
1
17
4. Determine dois números na proporção de 3 para 5, sabendo que a soma deles é 48.
5. Determine dois números na proporção de 3 para 5, sabendo que o segundo supera o primeiro em 60 unidades.
6. A razão entre dois números é igual a 4/5. Determine-os sabendo que eles somam 72.
7. A razão entre dois números é igual a 4/5. Determine-os sabendo que o segundo supera o primeiro em 12
unidades.
8. Determine dois números na proporção de 2 para 7 sabendo que o dobro do primeiro mais o triplo do segundo
resulta igual a 100.
9. Determine dois números na proporção de 2 para 7 sabendo que o quíntuplo do primeiro supera o segundo em
48 unidades.
10. Dois números positivos encontram-se na proporção de 11 para 13. Determine-os sabendo que a soma de seus
quadrados resulta igual a 29.000.
11. Dois números negativos encontram-se na proporção de 7 para 3. Determine-os sabendo que o quadrado do
primeiro supera o quadrado do segundo em 360.
12. Dois números inteiros encontram-se na proporção de 3 para 5. Determine-os sabendo que o produto deles é
igual a 60.
13. Encontre os três números proporcionais a 5, 6 e 7, sabendo que a soma dos dois menores é igual a 132.
14. Encontre os três números proporcionais a 3, 4 e 5, tais que a diferença entre o maior deles e o menor é igual
a 40.
15. Três números proporcionais a 5, 6 e 7 são tais que a diferença do maior para o menor supera em 7 unidades a
diferença entre os dois maiores. Quais são estes números?
16. Três números são tais que o primeiro está para o segundo assim como 2 está para 5 enquanto a razão do
terceiro para o primeiro é 7/2. Quais são estes números, se a soma dos dois menores é igual a 49?
17. Para usar certo tipo de tinta concentrada, é necessário diluí-Ia em água na proporção de 3 : 2 (proporção de
tinta concentrada para água). Sabendo que oram comprados 9 litros dessa tinta concentrada, quantos litros de
tinta serão obtidos após a diluição na proporção recomendada?
18. Três números são proporcionais a 2, 3 e 5 respectivamente. Sabendo que o quíntuplo do primeiro, mais o
triplo do segundo, menos o dobro do terceiro resulta 18, quanto vale o maior deles?
19. Dois números estão entre si na razão inversa de 4 para 5. Determine-os sabendo que a soma deles é 36.
20. A diferença entre dois números é 22. Encontre estes números, sabendo que eles estão entre si na razão
inversa de 5 para 7.
DIVISÃO PROPORCIONAL
Grandezas diretamente proporcionais
Dada a sucessão de valores (a1, a2, a3, a4, ... ), dizemos que estes valores são diretamente proporcionais aos
correspondentes valores da sucessão (b1, b2, b3, b4, ...) quando forem iguais as razões entre cada valor de uma
das sucessões e o valor correspondente da outra.
..... · · ·
3
3
2
2
1
1
b
a
b
a
b
a
O resultado constante das razões obtidas de duas sucessões de números diretamente proporcionais é
chamado de fator de proporcionalidade.
Exemplo:
Os valores 6, 7, 10 e 15, nesta ordem, são diretamente proporcionais aos valores 12, 14, 20 e 30
respectivamente, pois as razões
30
15
e
20
10
14
7
12
6
, , são todas iguais, sendo igual a
2
1
o fator de proporcionalidade
da primeira para a segunda.
18
Como se pode observar, as sucessões de números diretamente proporcionais formam proporções múltiplas
(já vistas no capítulo de razões e proporções). Assim sendo, podemos aproveitar todas as técnicas estudadas
no capítulo sobre proporções para resolver problemas que envolvam grandezas diretamente proporcionais.
Grandezas inversamente proporcionais
Dada a sucessão de valores (a1, a2, a3, a4, ... ), todos diferentes de zero, dizemos que estes valores são
inversamente proporcionais aos correspondentes valores da sucessão b1, b2, b3, b4, ... ), todos também
diferentes de zero, quando forem iguais os produtos entre cada valor de uma das sucessões e o valor
correspondente da outra.
Exemplo:
Os valores 2, 3, 5 e 12 são inversamente proporcionais aos valores 30, 20, 12 e 5, nesta ordem, pois os
produtos 2 x 30, 3 x 20, 5 x 12 e 12 x 5 são todos iguais.
Relação entre proporção inversa e proporção direta
Sejam duas sucessões de números, todos diferentes de zero. Se os números de uma são inversamente
proporcionais aos números da outra, então os números de uma delas serão diretamente proporcionais
aos inversos dos números da outra.
Esta relação nos permite trabalhar com sucessões de números inversamente proporcionais como se
fossem diretamente proporcionais.
Divisão em portes proporcionais
1°caso: Divisão em partes diretamente proporcionais
Dividir um número N em partes diretamente proporcionais aos números a, b, c, ..., significa encontrar os
números A, B, C, ..., tais que
N ... C B A
c
C
b
B
a
A
· + + +
· · · ...
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Dividir o número 72 em três partes diretamente proporcionais aos números 3, 4 e 5.
Indicando por A, B, e C as partes procuradas, temos que:
A=3p, B=4p, C=5p e A+B+C=72
portanto: 3p + 4p + 5p = 72 →12p = 72 →p = 6
valor de A→3p = 3 x 6 = 18
valor de B →4p = 4 x 6 = 24
valor de C →5p = 5 x 6 = 30
Portanto, as três partes procuradas são 18, 24 e 30.
2. Dividir o número 46 em partes diretamente proporcionais aos números . ,
4
3
e
3
2
2
1
Reduzindo as frações ao mesmo denominador, teremos:
12
9
e
12
8
12
6
,
Desprezar os denomi nadores (i guai s) não afetará os resul tados fi nai s, poi s a proporção será
manti da e ai nda si mpl i fi cará nossos cál cul os.
Então, poderemos di vi di r 46 em partes di retamente proporci onai s a 6, 8 e 9 (os numeradores).
Indi cando por A, B e C as três partes procuradas, teremos:
A=6p, B=8p, C=9p
A+B+C=46 →6p+8p+9p = 46 →23p = 46 →p=2
19
Assi m, concl uímos que: A = 6p = 6 x 2 = 12,
B = 8p = 8 x 2 = 16 e
C = 9p = 9 x 2 = 18
As partes procuradas são 12, 16e 18.
3. Dividir o número 45 em partes diretamente proporcionais aos números 200, 300 e 400.
Ini ci al mente di vi di remos todos os números dados por 100. Isto não al terará a proporção com as
partes procuradas, mas si mpl i fi cará os nossos cál cul os.
(200, 300, 400) ÷ 100 = (2, 3, 4)
Então poderemos di vi di r 45 em partes di retamente proporci onai s aos números 2, 3 e 4.
Indi cando as partes procuradas por:
A = 2p, B = 3p e C= 4p
A+B+C=45 →2p+3p+4p=45→9p = 45 → p=5
Assi m, concl uímos que: A = 2p = 2 x 5 = 10,
B = 3p = 3 x 5 = 15 e
C = 4p = 4 x 5 = 20
2º caso: Divisão em partes inversamente proporcionais
Di vi di r um número N em partes i nversamente proporci onai s a números dados a, b, c,..., si gni fi ca
encontrar os números A, B, C, ... tai s que
a x A = b x B = c x C =...
e
A+B+C+...= N
4. Dividir 72 em partes inversamente proporcionais aos números 3, 4 e 12.
Usando a relação entre proporção inversa e proporção direta vista na página 70, podemos afirmar que as
partes procuradas serão diretamente proporcionais a . ,
12
1
e
4
1
3
1
Reduzindo as frações ao mesmo denominador, teremos:
12
1
e
12
3
12
4
,
Desprezar os denominadores (iguais) manterá as proporções e ainda simplificará nossos cálculos.
Então, poderemos dividir 72 em partes diretamente proporcionais a 4, 3 e 1 (numeradores).
Indicando por A, B e C as três partes procuradas, teremos:
A = 4p, B = 3p, C = 1p
A + B + C = 72 → 4p + 3p + 1p = 72 →8p = 72 →P = 9
Assim, concluímos que: A = 4p = 4 x 9 = 36,
B = 3p = 3 x 9 = 27 e
C = 1p = 1 x 9 = 9.
Portanto, as partes procuradas são 36, 27 e 9.
3º caso: Divisão composta direta
Chamamos de divisão composta direta à divisão de um número em partes que devem ser diretamente
proporcionais a duas ou mais sucessões de números dados, cada uma.
Para efetuarmos a divisão composta direta, devemos:
1º ) encontrar uma nova sucessão onde cada valor será o produto dos valores correspondentes das
sucessões dadas;
2°) efetuar a divisão do número em partes diretamente proporcionais aos valores da nova sucessão
encontrada.
20
5. Dividir o número 270 em três partes que devem ser diretamente proporcionais aos números 2, 3 e 5 e
também diretamente proporcionais aos números 4, 3 e 2, respectivamente.
Indicando por A, B e C as três partes procuradas, devemos ter:
A será ser proporcional a 2 e 4 → 2 x 4 = 8 → A = 8p
B será ser proporcional a 3 e 3 → 3 x 3 = 9 → B = 9p
C será ser proporcional a 5 e 2 → 5 x 2 = 10 →C= 10p
A+B+C=270 →8p + 9p + 10p =270
27p = 270 → p = 10
A = 8p = 8 x 10 = 80
B = 9p = 9 x 10 = 90
C=10p = 10 x 10 = 100
Port ant o, as t rês part es procuradas são: 80, 90 e 100.
4° caso: Divisão composta mista
Chamamos de di vi são compost a mi st a à di vi são de um número em part es que devem ser
di ret ament e proporci onai s aos val ores de uma sucessão dada e i nversament e proporci onai s aos
val ores de uma out ra sucessão dada.
Para efetuarmos uma di vi são composta mi sta, devemos
1°) i nvert er os val ores da sucessão que i ndi ca proporção i nversa, recai ndo assi m num caso de
di vi são compost a di ret a;
2°) apl i car o procedi ment o expl i cado ant eri orment e para as di vi sões compost as di ret as.
6. Di vi di r o número 690 em t rês part es que devem ser di ret ament e proporci onai s aos números l , 2
e 3 e i nversament e proporci onai s aos números 2, 3 e 4, respect i vament e.
I nvert endo os val ores da sucessão que i ndi ca proporção i nversa, obt emos:
4
1
e
3
1
2
1
,
Reduzi ndo as f rações a um denomi nador comum, t eremos:
3 e 4 6
12
3
e
12
4
12
6
, , →
Ent ão, i ndi cando por A, B e C as t rês part es procuradas, devemos t er:
A será proporci onal a 1 e 6 →1 x 6 = 6 →A = 6p
B será proporci onal a 2 e 4 →2 x 4 = 8 →13=8p
C será proporci onal a 3 e 3 →3 x 3 = 9 →C = 9p
A + B +C = 690 →6p + 8p + 9p =690
→23p=690 →p=30
A =6p = 6 x 30 =180, B = 8p = 8 x 30 =240 e
C = 9p = 9 x 30 =270
Port ant o, as t rês part es procuradas são: 180, 240 e 270.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Determine X, Y e Z de modo que as sucessões (15, X, Y, Z) e (3, 8, 10, 12) sejam diretamente proporcionais.
2. Determine X, Y e Z de modo que as sucessões (X, 32, Y, Z) e (3, 4, 7, 9) sejam diretamente proporcionais.
3. Determine X e Y de modo que as sucessões (20, X, Y) e (3, 4, 5) sejam inversamente proporcionais.
4. Determine X, Y e Z de modo que as sucessões (6, X, Y, Z) e (20, 12, 10, 6) sejam inversamente proporcionais.
5. Determine X e Y de modo que as sucessões (3, X, Y) e (4, 6, 12) sejam inversamente proporcionais.
6. Dividir 625 em partes diretamente proporcionais a 5, 7 e 13.
21
7. Dividir 1.200 em partes diretamente proporcionais a 26, 34 e 40.
8. Dividir 96 em partes diretamente proporcionais a 8. e
5
2
; 2 , 1
9. Dividir 21 em partes inversamente proporcionais a 3 e 4.
10. Dividir 444 em partes inversamente proporcionais a 4, 5 e 6.
11. Dividir 1.090 em partes inversamente proporcionais a .
8
7
e
5
4
,
3
2
12. Dividir 108 em partes diretamente proporcionais a 2 e 3 e inversamente proporcionais a 5 e 6.
13. Dividir 560 em partes diretamente proporcionais a 3, 6 e 7 e inversamente proporcionais a 5, 4 e 2.
14. Repartir uma herança de R$ 460.000,00 entre três pessoas na razão direta do número de filhos de cada uma e
na razão inversa das idades delas. As três pessoas têm, respectivamente, 2, 4 e 5 filhos e as idades respectivas
são 24, 32 e 45 anos.
15. Dois irmãos repartiram uma herança em partes diretamente proporcionais às suas idades. Sabendo que cada
um deles ganhou, respectivamente, R$ 3.800,00 e R$ 2.200,00, e que as suas idades somam 60 anos, qual é a
idade de cada um deles?
REGRA DE TRÊS
Chamamos de regras de três ao processo de cálculo utilizado para resolver problemas que envolvam duas ou
mais grandezas direta ou inversamente proporcionais.
Quando o problema envolve somente duas grandezas é costume denominá-lo de problema de regra de três
simples.
Exemplos:
Se um bilhete de ingresso de cinema custa R$ 5,00, então, quanto custarão 6 bilhetes?
As grandezas são: o número de bilhetes e o preço dos bilhetes.
Um automóvel percorre 240 km em 3 horas. Quantos quilômetros ele percorrerá em 4 horas?
As grandezas são: distância percorrida e tempo necessário.
Poderemos chamar a regra de três simples de direta ou inversa, dependendo da relação existente entre as
duas grandezas envolvidas no problema.
Quando o problema envolve mais de duas grandezas é costume denominá-lo de problema de regra de três
composta.
Exemplo:
Se 5 homens trabalhando durante 6 dias constróem 300m de uma cerca, quantos homens serão necessários
para construir mais 600rn desta cerca em 8 dias?
A grandezas são: o número de homens, a duração do trabalho e o comprimento da parte construída.
Para resolver um problema qualquer de regra de três devemos inicialmente determinar que tipo de relação
de proporção existe entre a grandeza cujo valor pretendemos determinar e as demais grandezas.
Relação de proporção direto
Duas grandezas variáveis mantêm relação de proporção direta quando aumentando uma delas para duas,
três, quatro, etc. vezes o seu valor, a outra também aumenta respectivamente para duas, três, quatro, etc.
vezes o seu valor.
Exemplo:
Considere as duas grandezas variáveis:
(comprimento de um tecido) (preço de venda da peça)
1 metro............. custa........................ R$ 10,00
2 metros ...........custam .....................R$ 20,00
3 metros .......... custam..................... R$ 30,00
4 metros .......... custam..................... R$ 40,00
22
Observamos que quando o comprimento do tecido tornou-se o dobro, o triplo etc., o preço de venda da
peça também aumentou na mesma proporção. Portanto as grandezas "comprimento do tecido" e "preço
de venda da peça" são diretamente proporcionais .
Relação de proporção inversa
Duas grandezas variáveis mantêm relação de proporção inversa quando aumentando uma delas para duas,
três, quatro, etc. vezes o seu valor, a outra diminuir respectivamente para metade, um terço, um quarto,
etc. do seu valor.
Exemplo:
Considere as duas grandezas variáveis:
Velocidade de Tempo de duração
um automóvel da viagem
A 20 km/h ........ a viagem dura ........ 6 horas
A 40 km/h........ a viagem dura ....... 3 horas
A 60 km/h........ a viagem dura ....... 2 horas
Observamos que quando a velocidade tornou-se o dobro, o triplo do que era, o tempo de duração da
viagem tornou-se correspondentemente a metade, a terça parte do que era. Portanto, as grandezas
"velocidade " e "tempo de duração da viagem" são inversamente proporcionais.
Cuidado!
Não basta que o aumento de uma das grandezas implique no aumento da outra. É preciso que exista
proporção.
Por exemplo, aumentando o lado de um quadrado, a área do mesmo também aumenta. Mas não há
proporção, pois ao dobrarmos o valor do lado, a área não dobra e si m quadruplica!
Grandezas proporcionais a várias outras
Uma grandeza variável é proporcional a várias outras se for diretamente ou inversamente proporcional a
cada uma dessas outras, quando as demais não variam.
Exemplo:
O tempo necessário para construir certo trecho de uma ferrovia é diretamente proporcional ao comprimento
do trecho considerado e inversamente proporcional ao número de operários que nele trabalham.
Observe:
1°) Vamos fixar o comprimento do trecho feito.
Em 30 dias, 10 operários fazem 6 km.
Em 15 dias, 20 operários também fazem 6 km.
Em 10 dias, 30 operários também fazem 6 km.
Aqui, observa-se que o tempo é inversamente proporcional ao número de operários.
2°) Agora vamos fixar o número de operários.
30 operários, em 10 dias, fazem 6 km.
30 operários, em 20 dias, farão 12 km.
30 operários, em 30 dias, farão 18 km.
Agora, vemos que o tempo é diretamente proporcional ao comprimento do trecho feito.
PROPRIEDADE
Se uma grandeza for diretamente proporcional a algumas grandezas e inversamente proporcional a outras,
então, a razão entre dois dos seus valores será igual:
ao produto das razões dos valores correspondentes das grandezas diretamente proporcionais a ela...
... multiplicado pelo produto das razões inversas dos valores correspondentes das grandezas inversamente
proporcionais a ela.
Exemplo:
Vimos no exemplo anterior que o tempo necessário para construir certo trecho de uma ferrovia é diretamente
proporcional ao comprimento do trecho considerado e inversamente proporcional ao número de operários
que nele trabalham. Vimos também, entre outros, os seguintes valores correspondentes:
23
(Tempo (Comprimento do (Número de
necessário) trecho construído) operários)
30 dias 6 km 10
20 dias 12 km 30
Aplicando a propriedade vista acima, teremos:
) igualdade! a (verifique
10
30
x
12
6
20
30
·
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Se 5 metros de certo tecido custam R$ 30,00, quanto custarão 33 metros do mesmo tecido?
Solução:
O problema envolve duas grandezas, quantidade de tecido comprada e preço total da compra. Podemos,
então, montar a seguinte tabela com duas colunas, uma para cada grandeza:
Quant. de tecido Preço total
(em metros) (em R$)
5 .................................... 30,00
33 ...................................... x
Na coluna onde a incógnita x aparece, vamos colocar uma flecha:
Quant. de tecido Preço total
(em metros) (em R$)
5 ..................................30,00
33 .................................... x ↑
Note que a flecha foi apontada para o R$ 30,00 que é o valor inicial do x indicando que se a quantidade de
tecido comprado não fosse alterada, o preço total da compra, x, continuaria sendo R$ 30,00.
Agora devemos avaliar o modo como a variação na quantidade de tecido afetará o preço total:
- Quanto mais tecido comprássemos, proporcionalmente maior seria o preço total da compra. Assim as
grandezas preço total e quantidade de tecido são diretamente proporcionais.
Na tabela onde estamos representando as variações das grandezas, isto será indicado colocando-se uma flecha
na coluna da quantidade de tecido no mesmo sentido da flecha do x.
Quant. de tecido Preço total
(em metros) (em R$)
5 .................................. 30,00
↑ 33 .................................... x ↑
A flecha do x indica que seu valor, inicialmente, era R$ 30,00:
inicialmente tinha-se x = 30
A outra flecha (a da quantidade de tecido) indica uma fração, apontando sempre do numerador para o
denominador. Como neste exemplo a flecha aponta do 33 para o 5 a fração é .
5
33
Esta fração nos dá a variação
causada em x (o preço) pela mudança da outra grandeza (a quantidade de tecido comprado).
Multiplicando o valor inicial de x por esta fração podemos armar a igualdade que nos dará o valor final de x:
198 x
5
33
30x x · ⇒ ·
Portanto, os 33 metros de tecido custarão R$ 198,00.
2. Em 180 dias 24 operários constroem uma casa. Quantos operários serão necessários para fazer uma casa
igual em 120 dias?
24
Solução:
O problema envolve duas grandezas, tempo de construção e número de operários necessários.
Montaremos, então uma tabela com duas colunas, uma para cada grandeza:
Tempo (em dias) N°de operários
180 .................................. 24
120................................... x
Na coluna onde a incógnita x aparece, vamos colocar uma flecha apontada para o valor inicial do x que é 24:
Tempo (em dias) N°de operários
180 .................................. 24
120................................... x ↑
Lembre-se que esta flecha está indicando que se o tempo de construção permanecesse o mesmo, o número de
operários necessários, x, continuaria sendo 24.
Agora, devemos avaliar o modo como a variação no tempo de construção afetará o número de operários
necessários:
- Quanto menos tempo houver para realizar a obra, proporcionalmente maior será o número de operários
necessários. Assim as grandezas tempo de construção e número de operários são inversamente
proporcionais.
Na tabela onde estamos representando as variações das grandezas, isto será indicado colocando-se uma flecha
na coluna da quantidade de tecido no sentido inverso ao da flecha do x.
Tempo (em dias) ............ N°de operários
180 ............................... 24
↓ 120................................. x ↑
A flecha do x indica que seu valor, inicialmente, era 24:
inicialmente, tinha-se x = 24
Como no exercício anterior, a outra flecha indica uma fração que nos dá a variação causada em x (o número de
operários) pela mudança da outra grandeza (o tempo) apontando sempre do numerador para o denominador.
Como neste exemplo a flecha aponta do 180 para o 120 fração é .
120
180
Multiplicando o valor inicial de x por esta fração, armamos a seguinte igualdade que nos dará o valor final de x:
36 x
120
180
24x x · ⇒ ·
Portanto, serão necessários 36 operários para fazer a casa em 120 dias.
3. Em 12 dias de trabalho, 16 costureiras fazem 960 calças. Em quantos dias 12 costureiras poderão fazer 600
calças iguais às primeiras?
Solução:
O problema envolve três grandezas, tempo necessário para fazer o trabalho, número de costureiras
empregadas e quantidade de calças produzidas.
Podemos, então, montar uma tabela com três colunas, uma para cada grandeza:
Tempo N°de Quantidade
(em dias) costureiras de calças
12 16 960
↑ x 12 600
Para orientar as flechas das outras duas grandezas é preciso compará-las uma de cada vez com a grandeza do
x e de tal forma que, em cada comparação, consideraremos como se as demais grandezas permanecessem
constantes.
- Quanto menos costureiras forem empregadas maior será o tempo necessário para fazer um mesmo serviço.
Portanto, número de costureiras é inversamente proporcional ao tempo.
25
- Quanto menor a quantidade de calças a serem feitas menor também será o tempo necessário para produzi-Ias
com uma mesma equipe. Portanto, a quantidade de calças produzidas e o tempo necessário para fazê-las são
diretamente proporcionais.
Tempo N°de Quantidade
(em dias) costureiras de calças
12 16 960
↑ x ↓ 12 ↑ 600
A flecha do x, como sempre, está indicando o seu valor inicial (x = 12).
As outras duas flechas indicam frações que nos dão as variações causadas em x (o tempo) pelas mudanças das
outras grandezas (o número de costureiras e a quantidade de calças). Lembre-se de que elas apontam sempre do
numerador para o denominador.
Multiplicando o valor inicial de x por estas frações, temos a igualdade que nos dará o valor final de x:
10 x
900
600
x
12
16
x 12 x · ⇒ ·
Portanto, serão necessários 10 dias para fazer o serviço nas novas condições do problema.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Julgue os itens abaixo em Certos ou Errados.
( ) Dadas duas grandezas diretamente proporcionais, quando uma delas aumenta a outra também aumenta na
mesma proporção.
( ) Dadas duas grandezas diretamente proporcionais, quando uma delas diminui a outra aumenta na mesma
proporção.
( ) Dadas duas grandezas inversamente proporcionais, quando uma delas aumenta a outra diminui na mesma
proporção.
( ) Dadas duas grandezas inversamente proporcionais, quando uma delas diminui a outra também diminui na
mesma proporção.
2. Julgue os itens abaixo em Certos ou Errados.
( ) Se duas grandezas A e B são tais que ao duplicarmos o valor de A, o valor de B também duplica então A e B
são grandezas diretamente proporcionais.
( ) Se duas grandezas A e B são tais que ao reduzirmos para um terço o valor de A, o valor de B também reduz-
se para um terço, então A e B são grandezas inversamente proporcionais.
( ) Se duas grandezas A e B são tais que ao triplicarmos o valor de A, o valor de B fica reduzido para um terço do
que era, então A e B são grandezas inversamente proporcionais.
( ) Se A é uma grandeza inversamente proporcional àgrandeza B, então B é diretamente proporcional a A.
( ) Se duas grandezas A e B são tais que ao aumentarmos o valor de A em x unidades, o valor de B também
aumenta em x unidades então A e B são grandezas diretamente proporcionais.
3. Determine, em cada caso, se a relação entre as grandezas é de proporção direta (D) ou inversa ( I ).
a) O número de máquinas funcionando e a quantidade de peças que elas produzem durante um mês. ( )
b) O número de operários trabalhando e o tempo que levam para construir uma estrada de 10 km. ( )
c) A velocidade de um ônibus e o tempo que ele leva para fazer uma viagem de Brasília a São Paulo.( )
d) A velocidade de um ônibus e a distância percorrida por ele em três horas. ( )
e) A quantidade de ração e o número de animais que podem ser alimentados com ela durante uma semana.
( )
f) O tamanho de um tanque e o tempo necessário para enchê-lo. ( )
g) O número de linhas por página e o total de páginas de um livro. ( )
h) A eficiência de um grupo de operários e o tempo necessário para executarem certo serviço. ( )
i) A dificuldade de uma tarefa e o tempo necessário para uma pessoa executá-la. ( )
j) A facilidade de uma tarefa e o tempo necessário para uma pessoa executá-la. ( )
k) O número de horas trabalhadas por dia e a quantidade de trabalho feito em uma semana. ( )
I) O número de horas trabalhadas por dia e o número de dias necessário para fazer certo trabalho. ( )
4. (CESPE/96-MPU-Assistente) É comum em nosso cotidiano surgirem situações-problema que envolvem
relações entre grandezas. Por exemplo, ao se decidir a quantidade de tempero que deve ser usada na comi-
da, a quantidade de pó necessária para o café, a velocidade com que se deve caminhar ao atravessar uma
rua, etc., está-se relacionando, mentalmente, grandezas entre si, por meio de uma proporção. Em relação às
proporções, julgue os itens abaixo.
( ) A quantidade de tinta necessária para fazer uma pintura depende diretamente da área da região a ser
pintada.
( ) O número de pintores e o tempo que eles gastam para pintar um prédio são grandezas inversamente
proporcionais.
( ) A medida do lado de um triângulo equilátero e o seu perímetro são grandezas diretamente proporcionais.
26
( ) O número de ganhadores de um único prêmio de uma loteria e a quantia recebida por cada ganhador
são grandezas inversamente proporcionais.
( ) A velocidade desenvolvida por um automóvel e o tempo gasto para percorrer certa distância são
grandezas diretamente proporcionais.
5. Se 3 kg de queijo custam R$ 24,60, quanto custarão 5 kg deste queijo?
6. Se 3 kg de queijo custam R$ 24,60, quanto deste queijo poderei comprar com R$ 53,30?
7. Cem quilogramas de arroz com casca fornecem 96 kg de arroz sem casca. Quantos quilogramas de arroz
com casca serão necessários para produzir 300 kg de arroz sem casca?
8. Em 8 dias 5 pintores pintam um prédio inteiro. Se fossem 3 pintores a mais, quantos dias seriam
necessários para pintar o mesmo prédio?
9. Um veículo trafegando com uma velocidade média de 60 km/h, faz determinado percurso em duas horas.
Quanto tempo levaria um outro veículo para cumprir o mesmo percurso se ele mantivesse uma velocidade média
de 80 km/h?
10. Uma roda-d'água dá 390 voltas em 13 minutos. Quantas voltas terá dado em uma hora e meia?
11. Duas rodas dentadas estão engrenadas uma na outra. A menor delas tem 12 dentes e a maior tem 78 dentes.
Quantas voltas terá dado a menor quando a maior der 10 voltas?
12. Qual é a altura de um edifício que projeta uma sombra de 12m, se, no mesmo instante, uma estaca vertical de
1,5m projeta uma sombra de 0,5m?
13. Se um relógio adianta 18 minutos por dia, quanto terá adiantado ao longo de 4h 40min?
14. Um relógio que adianta 15 minutos por dia estava marcando a hora certa às 7h da manhã de um certo dia.
Qual será a hora certa quando, neste mesmo dia, este relógio estiver marcando 15h 5min?
15. Um comerciante comprou duas peças de um mesmo tecido. A mais comprida custou R$ 660,00 enquanto a
outra, 12 metros mais curta, custou R$ 528,00. Quanto media a mais comprida?
16. Um navio tinha víveres para uma viagem de 15 dias. Três dias após o início da viagem, contudo, o capitão do
navio recebe a notícia de que o mau tempo previsto para o resto da viagem deve atrasá-la em mais 4 dias. Para
quanto terá de ser reduzida a ração de cada tripulante?
17. Um rato está 30 metros àfrente de um gato que o persegue. Enquanto o rato corre 8m, o gato corre 11m. Qual
a distância que o gato terá de percorrer para alcançar o rato?
18. Um gato está 72m àfrente de um cão que o persegue. Enquanto o gato corre 7m, o cão corre 9rn. Quantos
metros o cão deverá percorrer para diminuir a metade da terça parte da distância que o separa do gato?
19. Um gato persegue um rato. Enquanto o gato dá dois pulos, o rato dá 3, mas, cada pulo do gato vale dois pulos
do rato. Se a distância entre eles, inicialmente, é de 30 pulos de gato, quantos pulos o gato terá dado até alcançar
o rato?
20. Um gato e meio come uma sardinha e meia em um minuto e meio. Em quanto tempo 9 gatos comerão uma
dúzia e meia de sardinhas?
21. Se 2/5 de um trabalho foram feitos em 10 dias por 24 operários que trabalhavam 7 horas por dia, então
quantos dias serão necessários para terminar o trabalho, sabendo que 4 operários foram dispensados e que
o restante agora trabalha 6 horas por dia?
22. Um grupo de 15 mineiros extraiu em 30 dias 3,5 toneladas de carvão. Se esta equipe for aumentada para
20 mineiros, em quanto tempo serão extraídos 7 toneladas de carvão?
23. Dois cavalos, cujos valores são considerados como diretamente proporcionais às suas forças de trabalho
e inversamente proporcionais às suas idades, têm o primeiro, 3 anos e 9 meses e o segundo, 5 anos e 4
meses de idade. Se o primeiro, que tem 3/4 da força do segundo, foi vendido por R$ 480,00, qual deve ser o
preço de venda do segundo?
24. Se 27 operários, trabalhando 6 horas por dia levaram 40 dias para construir um parque de formato
retangular medindo 450m de comprimento por 200m de largura, quantos operários serão necessários para
construir um outro parque, também retangular, medindo 200m de comprimento por 300m de largura, em 18
dias e trabalhando 8 horas por dia?
27
25. Uma turma de 15 operários pretende terminar em 14 dias certa obra. Ao cabo de 9 dias, entretanto,
fizeram somente 1/3 da obra. Com quantos operários a turma original deverá ser reforçada para que a obra
seja concluída no tempo fixado?
EQUAÇÕES DO 1º GRAU
Denominamos equações do primeiro grau às equações redutíveis àforma:
ax + b = 0 (com a ≠ 0)
Exemplos:
5x + 10 = 0
5x + 2 = 2x+21
Raiz de uma Equação
Raiz de uma equação é qualquer valor para x que satisfaça a equação.
Resolver uma equação significa encontrar o conjunto de todas as suas raízes.
As equações do 1°grau têm sempre uma única raiz real. Pode-se encontrar a raiz, de uma equação do
primeiro grau isolando a variável.
Exemplos:
Para encontrar a raiz de 5x + 10 = 0, fazemos:
5x + 10 = 0
5x = -10
x =(-10) ÷ 5
x = -2
raiz: -2
Para resolver a equação 5x + 2 = 2x + 23, fazemos:
5x + 2 = 2x + 23
5x - 2x = 23 –2
3x = 21
x = 21 ÷ 3
x = 7
raiz: 7
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
Nos exercícios 1 a 10, resolva as equações do 1°grau.
1. 5x + 8 = 2x - 25
2. 3x - 42 = 7x - 78
3. -3(3x - 42) = 2(7x - 52)
4.
2
1
5
x 1
2
x
·

+
5.
3
9 - x 5
2
6 - 3x
·
6.
2
1
3
2 x
2
3 x −
·
+
+
+
7. 0
2
1
3
x - 2
6
x 1
· − +
+
8. ( )
4
1 - x
x 1
2
x 3
· + −
+
9.
6
5 - x
3
4 - 2x
4
2 4x
2
1 - 3x
· −
+

10.
( ) ( )
3
1 - x
2
1
2
x 1 3
3
1 - x 2
− ·
+
+
28
SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU COM DUAS VARIÁVEIS
Um sistema de equações com duas variáveis, x e y, é um conjunto de equações do tipo
ax + by = c (a, b, c ∈ R)
ou de equações redutíveis a esta forma.
Exemplo:
¹
'
¹
· +
·
9 3y 3x
1 3y - x 2
Resolver um sistema significa encontrar todos os pares ordenados (x; y) onde os valores de x e de y satis-
fazem a todas as equações do sistema ao mesmo tempo.
Exemplo:
No sistema indicado no exemplo anterior, o único par ordenado capaz de satisfazer às duas equações
simultaneamente é
(x; y) = (2; 1)
Ou seja, x = 2 e y = 1
Resolução algébrica
Dentre os vários métodos de resolução algébrica aplicáveis aos sistemas do 1°grau, destacamos dois:
• método da adição
• método da substituição
Para exemplificá-los, resolveremos o sistema seguinte pelos dois métodos:
¹
'
¹
· +
· +
(II)
(I)
12 2y 3x
7 y x 2
A) Método da Adição
1°passo: Multiplicamos as equações por números escolhidos de forma a obtermos coeficientes opostos em
uma das variáveis.
No caso, poderemos multiplicar a equação (I) por -2:
¹
'
¹
· +
·

· ÷ ÷ → ÷ · +
(II)
(I)
12 2y 3x
14 - 2y - 4x -

14 - 2y - 4 - 7 y 2x
x(-2)
Observe que a variável y tem, agora, coeficientes opostos.
2º passo: Somamos membr o a membr o as equações encont r adas:
2 - 0 1x -
12 2y 3x
14 - 2y - 4x -
· +
· + +
·
A vari ável y foi cancelada rest ando apenas a vari ável x na úl t i ma equação.
3º passo: Resol vemos a equação resul t ant e que t em soment e uma vari ável :
-1x = -2
x = 2
29
4º passo: O val or da vari ável encont rada é subst i t uí do numa das equações i ni ci ai s que cont e-
nha t ambém a out ra vari ável e, ent ão, resol vemos a equação resul t ant e:
2x + y = 7
2(2) + y = 7
4 + y = 7
y = 7 -4
y = 3
5º passo: Escrevemos o conj unt o-sol ução:
S = {(2; 3)}
B) Método da Substi tui ção
1º passo: I sol amos uma das vari ávei s em uma das equações dadas:
¹
'
¹
· +
· → · +
12 2y 3x
2x - 7 y 7 y 2x
2º passo: a vari ável i sol ada é subst i t uí da na out ra equação e, ent ão, resol vemos a equação
resul t ant e que t em soment e uma vari ável :
3x +2y = 12
3x + 2( 7 - 2x) = 12
3x +14 - 4x = 12
3x – 4x = 12- 14
- 1x = - 2
x=2
3º passo: Levamos o val or encont rado para a equação que t em a vari ável i sol ada e cal cul amos
o val or dest a:
y = 7 - 2x
y = 7 - 2 ( 2)
y = 7 -4
y = 3
4°passo: Escrevemos o conjunto-solução:
S = {(2; 3)}
Sistema indeterminado
Se, ao tentarmos encontrar o valor de uma das variáveis, chegarmos a uma expressão do tipo
0 = 0
ou
3 = 3
ou qualquer outra que expresse uma sentença sempre verdadeira, o sistema terá infinitas soluções e
diremos que ele é possível mas indeterminado.
Sistema impossível
Se, ao tentarmos encontrar o valor de uma das variáveis, chegarmos a uma expressão do tipo
0 = 3
ou
2 = 5
ou qualquer outra que expresse uma sentença sempre falsa, o sistema não terá qualquer solução e
diremos que ele é impossível.
O conjunto-solução de um sistema impossível é vazio.
30
Resolução gráfica
Vamos considerar um sistema do 1° grau com duas variáveis e duas equações:
reta. uma representa
sistema do equação Cada (s) p ny mx
(r) c by ax
¹
'
¹
· +
· +
Cada ponto comum às retas do sistema corresponde a uma solução. Então, as pergunta-chaves são:
As retas do sistema têm algum ponto em comum?
Quantos?
Graficamente, existirão três situações possíveis:
1º ) Retas Concorrentes
Se as retas forem concorrentes o sistema terá uma única solução. Será um sistema possível e deter-
minado.
2°) Retas Paralelas Coincidentes
Se as retas forem coincidentes o sistema terá infinitas soluções. Será um sistema possível mas
indeterminado.
3°) Retas Paralelas Distintas
Se as retas forem paralelas e distintas o sistema não terá qualquer solução. Será um sistema
impossível.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Resolva os seguintes sistemas:
¹
'
¹
·
· +
1 y - x
5 y x
a)
31

¹
'
¹
·
· +
3 2y - x
7 2y x
b)
¹
'
¹
·
· +
5 y - x
11 2y x
c)
¹
'
¹
·
· +
1 - 3y - 2x
11 y 2x
d)
¹
'
¹
·
· +
7 y - 2x
1 2y x
e)
¹
'
¹
·
· +
6 y - 2x
4 - 3y x
f)
¹
'
¹
·
·
3 5y - 4x
13 7y - 3x
g)
¹
'
¹
·
· +
16 2y - 3x
17 5y 2x
h)
2. Dividir o numero 85 em duas partes, tais que a maior exceda a menor em 21 unidades.
3. Dois números são tais que multiplicando-se o maior por 5 e o menor por 6 os produtos serão iguais.
O menor, aumentado de 1 unidade, fica igual ao maior, diminuído de 2 unidades. Quais são estes
números?
4. Numa gincana cultural, cada resposta correta vale 5 pontos, mas perdem-se 3 pontos para cada resposta
errada. Em 20 perguntas, minha equipe só conseguiu 44 pontos. Quantas perguntas ela acertou?
5. Somando-se 8 ao numerador, uma fração fica eqüivalendo a 1. Se, em vez disso, somássemos 7 ao
denominador, a fração ficaria equivalente a
2
1
. Qual é a fração original?
6. Num quintal encontram-se galinhas e coelhos, num total de 30 animais. Contando os pés seriam, ao todo, 94.
Quantos coelhos e quantas galinhas estão no quintal?
7. Quando o professor Oliveira entrou na sala dos professores, o número de professores presentes ficou igual ao
triplo do número de professoras. Se, juntamente com o professor, entrasse também uma professora, o número
destas seria a metade do número de professores (homens). Quantos professores (homens e mulheres) estavam
na sala após a chegada do professor Oliveira?
8. A soma dos valores absolutos dos dois algarismos de um número é 9. Somado com 27, totaliza outro número,
representado pelos mesmos algarismos dele, mas na ordem inversa. Qual é este número?
9. Um colégio tem 525 alunos, entre moças e rapazes. A soma dos quocientes do número de rapazes por 25 e do
número de moças por 30 é igual a 20. Quantos são os rapazes e quantas são as moças do colégio?
10. José Antônio tem o dobro da idade que Antonio José tinha quando José Antônio tinha a idade que Antonio
José tem. Quando Antônio José tiver a idade que José Antônio tem, a soma das idades deles será 63 anos.
Quantos anos tem cada um deles?
EQUAÇÕES DO 2º GRAU
Denominamos equação do 2°grau a toda equação da forma
ax
2
+ bx + e = 0, (a ≠ 0)
ou qualquer equação redutível a esta forma.
Exemplos:
a) x
2
- 5x + 6 = 0
b)3x
2
+ 2 = 0
c)-3x
2
+ 27 = 0
32
Resolver uma equação do 2°grau significa determinar valores da incógnita que tornem a equação verdadeira.
Cada valor nestas condições será então chamado raiz da equação.
Resolução Algébrica
A determinação algébrica das raízes de uma equação na forma ax
2
+ bx + c = 0, com a ≠ 0, pode ser obtida
com a fórmula de Báskara:
2a
b -
x
∆ t
·
onde ∆ = b
2
- 4ac (discriminante da equação)
O sinal do discriminante, ∆ , determina a quantidade de raízes da equação do segundo grau:
• ∆ > 0 ↔ duas raízes reais e distintas;
• ∆ = 0 ↔ uma única raiz real (duas raízes iguais);
• ∆ < 0 ↔ nenhuma raiz real.
Determinação de Raízes Usando a Somo e o Produto
Freqüentemente, as raízes das equações quadráticas com que nos deparamos são números racionais ou até
inteiros.
Nestes casos, podemos usar um "atalho" para determinar as raízes, comparando o produto e a soma das
mesmas, como ilustraremos a seguir.
1°caso - Raízes Inteiras
Vamos determinar as raízes das equações nos exemplos abaixo:
raízes) das (produto 24
3
72
a
c
P
raízes) das (soma 10
3
30
a
b -
S
0 72 - 30x 3x -
2
·


· ·
·


· ·
· + a)
Começaremos pelo produto, fazendo uma lista ordenada de todos os produtos possíveis e iniciando sempre
pelos menores fatores:
P = 24
deste lado 1 24
ficam os 2 12
menores 3 8
4 6
Depois daremos os sinais aos fatores, do seguinte modo:
1°- o Sinal da Soma Sempre na Segunda coluna;
2°- na primeira coluna usaremos:
• mesmo sinal de S - se P é positivo.
• sinal oposto de S - se P é negativo.
P = 24
mesmo si nal + 1 +24 Si nal da Soma na
de S, pois + 2 +12 Segunda Col una
P=(+) + 3 +8 S=(+)
+ 4 +6
33
Fi nal mente, procuramos em qual das l i nhas se encontra o par que nos dá a soma correta (S = 10),
poi s aí estarão as raízes:
P = 24
+ 1 + 24
+ 2 + 12
+ 3 + 8
Este par faz S = 10 → + 4 + 6 → As raízes são +4 e +6
24
2
48
a
c
P
14 -
2
28 -
a
b -
S
0 48 28x 2x
2
· · ·
· · ·
· + + b)
Fazendo a l i sta dos produtos e col ocando os si nai s, teremos:
P = 24
- 1 - 24
Mesmo si nal , - 2 - 12 Si nal da Soma na
de S, pois - 3 - 8 Segunda Col una
P = (+) - 4 - 6 S = (-)
A segunda l i nha nos deu a soma correta (S =-14).
Portanto:
As raízes são -2 e -12.
24 -
5 -
120
a
c
P
5
5 -
25 -
a
b -
S
0 120 25x 5x -
2
· · ·
· · ·
· + + c)
Fazendo a l i sta dos produtos e col ocando os si nai s:
P = -24
- 1 + 24
Si nal oposto - 2 + 12 Si nal da Soma na
de S, pois - 3 + 8 Segunda Col una
P = (-) - 4 + 6 S = (+)
A tercei ra l i nha nos deu a soma correta (S = 5).
Logo:
As raízes são -3 e +8.
2º caso - Raízes Fracionárias (usando Soma e Produto!)
a) -12x
2
+ x + 6 = 0
Se você já estudou este assunto anteriormente, provavelmente ouviu dizer que casos como este eram
"impossíveis" ou "muito difíceis" de se resolver por soma e produto. Mas não é bem assim.
Na verdade é até bem fácil. Veja como:
• Método "Locikiano"
Primeiro, devemos sempre trabalhar com o coeficiente principal (a) positivo.
Isto é feito multiplicando a equação por -1, que não altera as raízes:
0 6 - x - 12x 0 6 x 12x -
2 x(-1) 2
· ÷ ÷ → ÷ · + +
34
Agora "passaremos" o coeficiente principal (a = 12) para o termo independente, multiplicando-os e
conseguindo uma nova equação:
4 48 4 47 6
equação nova
2 72 - 12x(-6) 2
0 - x x 0 - x - x · ÷ ÷ ÷ ÷ → ÷ ·
·
72 6 12
Nesta equação nova, procuraremos as raízes:
72 -
1
72
a
c
P
1
1
1
a
b -
S
0 72 - x - x
2
·

· ·
· · ·
·
P = -72
- 1 + 72
- 2 + 36
- 3 + 24
- 4 + 18
- 6 + 12
- 8 + 9 → raízes da equação
nova: -8 e +9.
Finalmente, obteremos as raízes da equação original dividindo as raízes da equação nova por a ( a =
12
9
e
12
-8 +
que, simplificadas, dão:
4
3
e
3
-2 +
Ent ão, as raí zes da equação -12x
2
+ x + 6 = 0 são:
4
3
e
3
-2 +
b) 2 x
2
+9x-5=0
1º ) "Passando" o coef i ci ent e pri nci pal (que j á é posi t i vo)
0 - 9x x 0 - 9x x
equação nova
2 10 2x(-5) 2
4 4 8 4 4 7 6
· + ÷ ÷ ÷ ÷ → ÷ · +
·
10 5 2
2°) Resol vendo a nova equação: x
2
+ 9x - 10 = 0
P = -10
+1 -10 ← raí zes da equação
+2 -5 nova: +1 e -10
3º ) Di vi di ndo as raí zes encont radas por a = +2:
2
-10
e
2
1 +
,

ou sej am:
2
1
e – 5
Ent ão as raí zes de 2x
2
+ 9x - 5 = 0 são:
2
1

e – 5
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Resol va as segui nt es equações i ncompl et as do segundo grau:
a) x
2
- 25 = 0
b) 3x
2
- 108 = 0
c)5x
2
– 980 = 0
d) x
2
- 1. 225 = 0
e) 2x
2
- 16 = 0
f)-3x
2
+ 60 = 0
2. Resol va as segui nt es equações i ncompl et as do segundo grau:
a) x
2
– 6x = 0
b) x
2
+ 6x = 0
35
c) 2x
2
- 3x = 0
d)-5x
2
+ 7x = 0
e)19x
2
- 15x = 0
f ) 0, 5x
2
+ 3x = 0
3. Resol va as segui nt es equações compl et as do segundo gr au.
a) x
2
- 13x + 12 = 0
b) x
2
- 8x + 12 = 0
c) x
2
+ 7x + 12 = 0
d) x
2
- 20x + 36 = 0
e) x
2
+ 15x + 36 = 0
f ) x
2
- 11x - 12 = 0
g) x
2
+ 11x - 12 = 0
h) x
2
- x - 12 = 0
i ) x
2
+ x - 12 = 0
j ) x
2
- 9x - 36 = 0
k) - x
2
+ 8x + 20 = 0
l ) -x
2
+ x + 20 = 0
m) - x
2
+ x + 12 = 0
n) -x
2
- 35x + 36 = 0
0) -x
2
+ 37x -36 = 0
4. Resol va as segui nt es equações compl et as do segundo gr au.
a) 2x
2
+ 3x - 2 = 0
b) 15x
2
- 8x + 1 = 0
c) 3x
2
+ 4x + 1 = 0
d) 2x
2
- 5x + 2 = 0
5. Veri f i que se -2 é rai z da equação 2x
2
- 5x - 18 = 0.
6. Calcular m na equação mx
2
- 3x + (m - 1) = 0, de modo que uma de suas raízes seja igual a 1.
7. Determine m na equação 2x
2
- mx + x + 8 = 0, de modo que a soma de suas raízes seja igual a 5.
8. Determine m tal que as raízes de 4x
2
+ (m + 1)x + (m + 6) = 0 sejam iguais.
9. Determine dois números cuja soma seja -2 e o produto seja -15.
10. Decompor o número 21 em duas parcelas tais que o produto entre elas seja 110.
11. A soma de um número natural com o seu quadrado é igual a 72. Determine este número.
12. A soma de certo número inteiro com o seu inverso é igual a 50/7. Qual é esse número?
13. Determine dois números inteiros e consecutivos tais que a soma dos seus inversos seja 5/6.
14. Determine dois números pares, positivos e consecutivos cujo produto seja 120.
15. A diferença entre o quadrado e o triplo de um mesmo número natural é igual a 54. Determine esse número.
FUNÇÕES
Definições
Dados dois conjuntos não vazios, A e B, chama-se função de A em B a qualquer relação tal que a cada um dos
elementos do conjunto A corresponda sempre um único elemento do conjunto B.
Indicamos que uma relação ƒ ƒ é uma função de A em B, escrevendo ƒ ƒ : A→B. O conjunto A é o domínio da
função e o conjunto B é o contradomínio.
Domínio de ƒ ƒ - D(ƒ ƒ ) = A
Contradomínio de ƒ ƒ - CD(ƒ ƒ ) = B
Numa função ƒ ƒ A→B, chamamos de conjunto Imagem da função ao conjunto de todos os elementos de B
(contradomínio) que tiveram alguma correspondência com valores de A (domínio).
Lei de uma função
Para o nosso estudo interessam apenas as funções definidas para conjuntos numéricos, cujas relações sejam
definidas por operações aritméticas.
36
Exemplos:
1 - A função ƒ ƒ : N →N* definida por f(x) = 3x +2 associa a cada x ∈N o número 3x +2 ∈N* chamado imagem
do elemento x.
A imagem do elemento x = 5 será 17, pois 3(5) + 2 = 17
e anotamos f(5) = 17.
2 - A função ƒ ƒ Z→N* definida por f(x) = 3x
2
+ 2 associa a cada x ∈Z o número 3x
2
+2 ∈N* chamado imagem
do elemento x.
A imagem do elemento x = -2 será 14, pois 3(-2)
2
+ 2 =3 X 4 + 2 = 14
e anotamos f(-2) = 14.
Gráfico de uma função
Considere todos os pares ordenados (x , y) onde x pertence ao domínio da função ƒ ƒ e y é a imagem de x
pela função ƒ ƒ .
O gráfico cartesiano de uma função numérica ƒ ƒ é a representação gráfica onde cada um desses pares orde-
nados é mostrado como um ponto do plano cartesiano.
Discutiremos os detalhes dos gráficos de funções no estudo das funções do 1°e do 2°graus.
Função do 1° Grau
Denominamos função do primeiro grau a qualquer função f: R→R, tal que:
f(x) = ax + b (com a ≠ 0)
O gráfico de uma função do 1° grau é sempre uma reta inclinada que encontra o eixo vertical quando y = b.
O valor constante b da expressão ax + b é chamado coeficiente linear.
O coeficiente a da expressão ax + b é chamado coeficiente angular e está associado ao grau de inclinação
que a reta do gráfico terá (na verdade o valor de a é igual à tangente de um certo ângulo que a reta do
gráfico forma com o eixo horizontal).
Se a > 0 a função será crescente, ou seja, quanto maior for o valor de x, maior será também o valor
correspondente de y e o gráfico vai ficando mais alto para a direita.
Se a < 0 a função será decr escent e, o u seja, quanto ma i or for o valor de x, me nor será o valor
correspondente de y e o gráfico vai ficando mais baixo para a direita.
37
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. O gráfico da função f(x) = 3x - 9 encontra o eixo das abscissas (horizontal) quando x é igual a
a) -9
b) -3
c) 0
d) 3
e) 9
2. O gráfico da função f(x) = -2x -14 encontra o eixo das ordenadas (vertical) quando y é igual a
a) -14
b) -7
c) 0
d) 7
e) 14
3. A função do primeiro grau f(x) = ax + 8 é crescente e encontra o eixo das abscissas (horizontal) quando x é
igual a - 4. Então o valor de a é:
a) -4
b) -2
c) 2
d) 4
e) 8
4. Considere que a função do primeiro grau definida por f(x) = ax + 10 seja crescente. Assinale a opção que indica
um valor impossível para a raiz desta função.
a) -25
b) –4
c) -3 ð
d) –2
e) 4
5. (CESCEM) Para que os pares (1; 3) e (3; -1) pertençam ao gráfico da função dada por f (x) = ax + b, o valor de
b - a deve ser:
a) 7
b) 5
c) 3
d) -3
e) -7
6. Uma função real f do 1°grau é tal que f (0) = 1 + f (1) e f (-1) = 2 - f (0). Então, f (3) é:
a) -3
b)
2
5
-
c) –1
d) 0
e)
2
7
7. Para que a função do 1°grau dada por f (x) = (2 - 3k) x + 2 seja crescente devemos ter:
a)
3
2
k ·
b)
3
2
k ·<
c)
3
2
k >
d)
3
2
- k <
e)
3
2
- k >
8. (UnB/95-STJ) Um passageiro recebe de uma companhia aérea a seguinte informação em relação àbagagem a
ser despachada: por passageiro, é permitido despachar gratuitamente uma bagagem de até 20kg; para qualquer
quantidade que ultrapasse os 20kg, será paga a quantia de R$ 8,00 por quilo excedente. Sendo P o valor pago
pelo despacho da bagagem, em reais, e M a massa da bagagem, em kg, em que M > 20, então:
a) P = 8M
b) P = 8M - 20
38
c) P = 20 - 8M
d) P = 8(M - 20)
e) P = 8(M + 20)
FUNÇÃO DO 2º GRAU
Denominamos função do segundo grau a qualquer função f: R→R, tal que:
f(x) = ax
2
+ bx + c(com ≠ 0)
Os gráficos das funções do 2°grau são sempre parábolas.
O que é exatamente uma parábola? As parábolas são curvas especiais construídas de uma tal maneira que cada
um dos infinitos pontos que formam a parábola ficam àmesma distância de uma certa reta (reta diretriz da pará-
bola) e de um certo ponto (foco da parábola) que está fora da reta diretriz.
Na função f(x) = ax
2
+ bx + c, o valor ac 4 - b Ä
2
· é chamado discriminante da expressão quadrática.
Dependendo do sinal do discriminante (∆ ) e também do sinal de a, teremos uma das seis situações descritas
abaixo, que mostram a posição da parábola em relação ao eixo horizontal:
1 ª - Se ∆ > 0 há duas raízes reais e a parábola encontrará o eixo horizontal (x) em dois pontos distintos (que
são as raízes de ax
2
+ bx + c = 0).
2 ª - Se ∆ = 0 há uma só raiz real e a parábola encontrará o eixo horizontal em um único ponto (que é a única
raiz de ax
2
+ bx + c = 0).
3ª - Se ∆ < 0 não há raízes reais e o gráfico não encontrará o eixo horizontal.
Vértice da Parábola
O vértice de uma parábola é um ponto da parábola com várias características interessantes. Ele será o ponto mais
alto (ponto de máximo) ou o ponto mais baixo (ponto de mínimo) da parábola. Além disto, o vértice da parábola
divide a parábola em duas partes, sendo uma crescente e outra decrescente.
39
Coordenadas do Vértice
As coordenadas do vértice podem ser obtidas com as seguintes expressões:
4a
-
y
2a
-b
x
v
v

·
·
Uma forma alternativa de se conseguir estas coordenadas é fazendo:
1°- Conhecidas as raízes da função, o x do vértice pode ser calculado como a média aritmética das raízes da
função.
2
r r
x
2 1
v
+
·
2°- Conhecido o valor de x, pode-se calcular o y do vértice como o valor que a função assume para x = xy:
yv = a(xv)
2
+ b(xv) + c
O vértice da parábola será:
- ponto de mínimo sempre que a > 0;
- ponto de máximo sempre que a < 0.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. A função do segundo grau f(x) =x
2
+ bx + c encontra o eixo horizontal para x = 2 e para x = 5. Então os
valores de b e de c são, respectivamente:
a) -7 e -10
b) 7 e 10
c) -7 e 10
d) 7 e -10
e) 10 e 7
2. O gráfico de f(x) = x
2
+ bx + 9 encontra o eixo das abscissas em um único ponto. Então o valor de b é:
a) ± 36
b) ± 6
c) 36
d) 6
e) - 6
3. As raízes de f(x) = 2x
2
+ bx + c têm sinais opostos. Logo:
a) b
2
- 8c é igual a zero.
b) b
2
- 8c é negativo.
c) c < 0.
d) b < 0.
e) b < c.
4. As raízes de f(x) =-3x
2
+ bx + c são positivas e distintas. Logo:
a) b
2
- 8c é igual a zero.
b) b
2
- 8c é negativo.
c) c > 0.
d) b > 0.
e) b < c.
INEQUAÇÕES DO 1°E DO 2º GRAUS
Resolver uma inequação num dado conjunto numérico U (universo) significa encontrar o conjunto de todos os
valores de U que tornam verdadeira a inequação. Este subconjunto de U é chamado conjunto-solução ou
conjunto-verdade da inequação.
Inequações do 1º grau
Denominamos inequações do primeiro grau às inequações redutíveis a uma das seguintes formas:
ax + b < 0
ax + b < 0
ax + b > 0
40
ax + b > 0
ax + b ≠ 0
(todas com a ≠ 0)
Obs.: É sempre possível multiplicar os dois lados de uma inequação por -1 para obter a > 0, lembrando que ao
multiplicar a inequação por -1 os sinais > e < serão sempre trocados um pelo outro.
Sendo a > 0, teremos:
ax + b < 0 ⇔ x < -b/a
ax + b ≤ 0 ⇔ x ≤ -b/a
ax + b > 0 ⇔ x > -b/a
ax + b ≥ 0 ⇔ x ≥ -b/a
ax + b ≠ 0 ⇔ x ≠ -b/a
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
Nos exercíci os 1 a 10, resol va as i nequações do 1° grau no uni verso dos números reai s:
1. 2x +16 < 0
2. -5x+10 ≤ 0
3. 3x + 4 ≥ 2x+5
4. 9x + 4 > 11x -3
5. 3x -2 > 20
6. 8(1 -2x) ≥ 6 -3x
7. 7x - 1 ≤ 27
8.
6
9 - 5x
4
6 - 3x

9.
2
1
5
x - 1
2
x
> +
10.
,
_

¸
¸
− <
,
_

¸
¸
+ x
2
1
5
1
- 1 -
3
1
x
2
1
Inequações do 2° Grau
Denomi namos i nequações do segundo grau às i nequações redutívei s a uma das segui ntes formas:
ax
2
+ bx + c < 0
ax
2
+ bx + c ≤ 0
ax
2
+ bx + c > 0
ax
2
+ bx + c ≥ 0
ax
2
+ bx + c ≠ 0
(t odas com a ≠ 0)
Sej am a > 0 e ∆ = b
2
- 4ac, t em-se:
∆ >0 →ax
2
+ bx + c será:
positiva, para todo x fora do i nterval o l i mi tado pel as duas raízes;
i gual a zero, para x i gual a qual quer uma das duas raí zes;
negativa, para todo x dentro do i nterval o l i mi tado pel as duas raízes.
∆ =0 → ax
2
+ bx + c será:
i gual a zero quando x for a raiz;
positiva para todos os outros val ores de x.
∆ < 0 → ax
2
+ bx + c será sempre positiva.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Resol ver a i nequação x
2
- 3x + 2 >0
Sol ução: Já temos a > 0.
∆ = (-3)
2
-

4(1)(2)

= 9 - 8 = 1 (posi ti vo →duas raí zes)
Então f(x) > 0 ocorrerá para todo x fora do i nterval o l i mi tado pel as raízes.
41
Como as raízes são 1 e 2, teremos: x < 1 ou x > 2.
S={x ∈R/x < 1 ou x > 2}
2. Resol ver a i nequação - 4x
2
+ 4x - 1 < 0
Sol ução: Mul ti pl i cando a i nequação por -1, faremos a > 0:
4x
2
- 4x + 1 > 0
∆ = (- 4)
2
- 4(4)(1) = 16 -16 = 0 (nul o →uma só rai z)
Então f(x) > 0 ocorrerá para todo x diferente da raiz.
Como a rai z é 1/2, teremos: x ≠ 1/ 2.
S={x ∈R/ x ≠ 1/2}
3. Resol vera i nequação x
2
- 5x +8 < 0
Solução: Já temos a > 0:
∆ = (-5)
2
-

4(1)(8)

= 25 - 32 = - 7 (negati vos → não há raízes)
Então f(x) será sempre positiva (pois a > 0)
Como o pedi do foi f(x) < 0 (que nunca ocorrerá) teremos um conj unto-sol ução vazio, poi s não há
qual quer val or que sati sfaça f(x) < 0.
S = Ø
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
Nos exercíci os 1 a 5, resol ver as i nequações do 2° grau.
1. x
2
+ 11x - 12 > 0
2. -x
2
+ x + 12 ≥ 0
3. x
2
- 6x + 9 > 0
4. -x
2
- 16x – 64 ≥ 0
5. 3x
2
+ 42 < 0
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS
FUNÇÃO EXPONENCIAL
É toda função f de R em R tal que:
f(x) = a
x
, com o < a ≠ 1 (a positivo e diferente de 1)
Exemplos:
f(x) = 3
x
- função exponencial com base a = 3.
f(x) =
x
5
1

,
_

¸
¸
− função exponencial com base a = 1/5.
A função exponencial será crescente sempre que a > 1.
42
Portanto, sempre que a > 1 teremos:
a
x
> a
z
⇔ x > z
a
x
< a
z
⇔ x < z
(o sinal da desigualdade será sempre mantido quando a > 1)
A função exponencial será decrescente sempre que 0 < a < 1.
Portanto, sempre que 0 < a < 1 teremos:
a
x
> a
z
⇔ x < z
a
x
< a
z
⇔ x > z
(o sinal da desigualdade será sempre invertido quando 0 < a < 1 )
Resolução de Equações Exponenciais
Observe al gumas das equações exponenci ai s mai s comuns e suas sol uções:
1ª )2
x
= 64
2
x
= 2
6
⇒x = 6
2ª ) 3
2x-2
= 81
3
2x- 2
= 3
4
⇒2x – 2 =4 ⇒2x = 6 ⇒ x = 3
3ª )3
4x+1
= 27
x+2
3
4x+1
= (3
3
)
x+2
⇒ 3
4x+1
= 3
3x+6



4x + 1 = 3x + 6 ⇒4x - 3x = 6 - 1 ⇒
x = 5
( ) 0 4 2 5 2
0 4 2 5 - 2
0 4 2 5 - 4
x
2
x
x 2x
x x
· + ⋅ −
⇒ · + ⋅
· + ⋅ ) 4ª
Chamando a expressão 2
x
de y, teremos y -5y + 4 = 0 (eq. do 2° grau) que nos dá:
y = 4 ou y = 1 ⇒ 2
x
= 4 ou 2
x
= 1
2
x
= 4 ⇒2
x
= 2
2
⇒ x = 2 ou
2
x
= 1 ⇒2
x
= 2
0
⇒ x = 0
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Se 128 2
2 x
2
·

, ent ão:
a) x = 3
b) x = 2 ou x = 1
c) x = 81
d) x = 3 ou x = -3
e) a equação não tem raízes em R.
2. O valor de x que satisfaz a equação 3
x-1
= 81 é:
a) 1
b) 3
c) 4
d) 5
e) 6
43
3. O valor de x que satisfaz a equação 8
x-1
= 4
x
é:
a) 1
b) 3
c) 4
d) 5
e) 6
4. O valor de x que satisfaz a equação 2
x- 1
+ 2
x+1
= 80 é:
a) 2
b) 3
c) 4
d) 5
e) 6
5. Uma das soluções da equação exponencial 0 5 2 6 - 2
x 2x
· + ⋅ é x = 0. A outra sol ução, que não é
inteira, é um número real compreendido entre:
a) 0 e 1
b) 1 e 2
c) 2 e 3
d) 3 e 4
e) 4 e 5
6. As soluções do sistema
( ) ¹
¹
¹
'
¹
·
·
+
8 2
16 2
y
x
y x
são raízes da equação:
a) a
2
+ 3a - 4 = 0
b) a
2
- 3a - 4 = 0
c) a
2
- 4a - 3 = 0
d) a
2
- 4a + 3 = 0
e) a
2
+ 4a + 3 = 0
7. O conj unt o-sol ução da i nequação
: é
7
3
7
3
5 - 2x 3 x

,
_

¸
¸
<
,
_

¸
¸
+
a) {x ∈ R/x > 8}
b) { x ∈ R/x > 2}
c) {x ∈ R/x < 8)
d) {x ∈ R/x > 8/ 3}
e) {x ∈ R/x < 2}
8. O conj unto-sol ução da i nequação 5
x-3
> 0 é:
a) {x ∈ R/x > 3}
b) {x ∈ R/x < 3} e) {x c= R}
c) { x ∈ R/x > 0}
d) {x ∈ R/x > -3}
e) {x ∈ R}
9. Para que a f unção exponenci al f (x) = (a-3)
x
sej a decrescent e, é necessário, mas não suficiente
que:
a) a > 4
b) a < 3
c) a > 3
d) a < -3
e) a < 0
10. Para que a função exponenci al f(x) = (a-3)
x
sej a crescent e, é suficiente, mas não necessário que:
a) a > 5
b) a < 5
c) a > 3
d) a < 3
e) a > 0
LOGARITMOS
Denomi na-se l ogari t mo a todo e qualquer expoente cuja base seja positiva e diferente de 1.
Exemplos:
3
2
= 9 ⇔ 2 é o l ogari t mo de 9 na base 3
44
→ l og 3 9 = 2
2
- 3
= 1/ 8 ⇔ -3 é o l ogari t mo de 1/ 8 na base 2
→ l og2 -3
8
1
·
,
_

¸
¸
Na expressão l ogb (a) = x,
a é o l ogari t mando - o resul t ado da pot ênci a b
x
; b é a base;
x é o l ogari tmo - o expoente da potênci a b
x
.
Condições de Existência dos Logaritmos
O logaritmando e a base de um l ogari t mo devem ser sempre positivos e a base ai nda deve ser sempre
diferente de 1.
l ogb(a) exi st e se e soment e se:
a > 0
b > 0
b ≠ 1
Exemplos:
1°Determinar x para que exista log2(2x -10).
2x -10 > 0
x > 5
2°Determinar o valor de x para que exista logx-9 (8).
x -9 > 0 e x -9 ≠ 1
x > 9 e x ≠ 10
Propriedades dos Logaritmos
Sejam M, N e b positivos e b ≠ 1, tem-se:
1
a
) logb (b) = 1
2ª )logb (1) = 0
3ª )logb (M) = logb (N) ⇔ M = N
4ª ) logb (b
k
) = k
5ª )logb (MXN) = Iogb (M) + logb (N)
6ª )logb (M ÷ N) =logb (M) - logb( N)
7ª )logb (M
k
) = kxlogb (M)
Cologaritmo
Chama-se cologaritmo de um número ao oposto do logaritmo deste número.
Cologb (N) = -logb (N)
Antilogaritmo
Chama-se antilogaritmo de k na base b à k-ésima potência da base b.
antilogb (k) = b
k
Representação de logaritmos Decimais
Chamam-se logaritmos decimais aos logaritmos de base dez.
A representação dos logaritmos decimais é feita indicando-se apenas log (x).
45
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Calcular log2(32
6
).
2. Calcular Iog8(2).
3. Calcular log (2
6
) + log (5
6
).
4. Resolva a equação logarítmica log3 (2x+5) = 2.
5. Resolva a equação logarítmica log (2x+6) = 2.
6. Dados log(x) = 5 e log(y) =8, calcule log(x
3
xy
2
).
7. Sabendo que log (x) = 2 e log (y) = 5, calcule l og (X
8
÷ y
3
).
PROGRESSÕES ARITMÉTICAS E GEOMÉTRICAS
Progressões Aritméticos
Definição
Dados os números reais a e r, denominamos progressão aritmética (P.A.) a toda seqüência (a, , a2, a3 , ...)
tal que:
( )
¹
'
¹
≥ + ·
·
+
1 n para r a a
a a
n 1 n
1
Onde r é chamado razão da P.A.
Exemplos: 1º )A seqüência (3, 7, 11, 15, 19) é uma P.A. com 5 termos onde a1 = 3, a2 = 7, a3 =11,a4 = 15,
a5 = 19 e a razão é 4.
2º )Numa P.A. de 20 termos onde a1 = 50 e r = -2, os quatro primeiros termos são a1 = 50,
a2 = 48, a 3 = 46 e a 4 = 44.
Propriedades
• A diferença entre um termo qualquer, a partir do segundo, e o termo anterior é igual à razão da P.A.
an+1 – an = r
• Qualquer termo, a partir do segundo, é a média aritmética dos termos vizinhos a ele (antecedente e
sucessor).
2
a a
a
1 n 1 - n
n
+
+
·
• Considerando n termos consecutivos de uma P.A., a soma de dois termos eqüidistantes dos extremos é
igual àsoma dos termos extremos.
Termo geral de urna P.A.
Numa P.A. de razão r, vale a seguinte igualdade:
r k) - (n a a
k n
⋅ + ·
Exemplos: 1º Numa P.A. de razão 3, cujo 8º termo vale 10, o valor do 15º termo é:
31 a
21 10 a
3 7 10 a
3 8) - (15 a a
15
15
15
8 15
·
+ ·
⋅ + ·
⋅ + ·
46
2º Se o 5º termo de uma P.A. é 13 e o 9º termo é 45, pode-se determinar a razão da seguinte
forma:
8 r 4r 32
4r 13 - 45
r 4 13 45
r 5) - (9 a a
5 9
· ⇒ ·
·
⋅ + ·
⋅ + ·
3° Numa P.A. de razão 6, o valor do 8° termo é 40 e o último termo vale 106. Pode-se
determinar o número de termos da P.A. como segue:
19 n 8 - n 11
6 8) - (n 66
6 8) - (n 40 106
r 8) - (n a a
6 : razão
40 a : termo oitavo
106 a : termo último
dados
8 n
8
n
· ⇒ ·
⋅ ·
⋅ + ·
⋅ + ·
¹
¹
¹
'
¹
·
·
Soma de n termos consecutivos de uma P.A. (Sn)
Para calcularmos a soma de n termos consecutivos de uma P.A., devemos:
1°Calcular a média aritmética dos dois extremos;
2°Multiplicar a média pelo número de termos somados.
n
2
a a
S
n 1
n

,
_

¸
¸ +
·
Exemplo: Numa P.A. com 30 termos o primeiro é 12 e o último, 58. Qual o valor da soma de todos eles?
Solução:
1.050 S
1.050 30 35 S
30
2
70
S
30
2
58 12
S
30
30
30
30
·
· ⋅ ·

,
_

¸
¸
·

,
_

¸
¸ +
·
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Determine a razão de cada uma das seguintes progressões aritméticas:
a) (34, 41, 48, 55, 62)
b) (78, 83, 88, 93, 98)
c) (19, 17, 15, 13, 11)
d) (-30, -27, -24, -21)
e) (4/3, 5/3, 2, 7/3)
2. Determine o 10°termo de cada uma das progressões aritméticas do exercício anterior.
3. Determine o termo indicado em cada uma das seguintes progressões aritméticas:
a) a6= 2, r = 2, a 20 = ?
b) a10 = 15, r = 3, a30 = ?
c) a8 = 100,r = 5,a 18 =?
d) a20 = 40, r = -l0, a100 = ?
e) a40 = 18, r = 20, a80 = ?
f) a37 = 56, r = 12, a49 = ?
4. Determine o primeiro termo das progressões aritméticas em cada caso:
a) a10 =190 e r = 8
b) a15 = 580 e r = 10
c) a20 = 120 e r = 5
d) a8 = 70 e r = 7
e) a100 = 750 e r = -2
f) a46 = 280 e r = -2
g) a10 = -30 e r = -3
47
h) a8 = 0 e r = -5
5. Determine a razão de cada P.A. seguinte:
a) a1 = 5 e a11 = 85
b) a1 = 10 e a26 = 135
c) a1 = 100 e a 16 = 40
d) a1 = 50 e a 13 = -10
e) a5 = 50 e a15 = 150
f) a10 = 105 e a25 = 135
g) a20 = 200 e a100 = 240
h) a45 = 300 e a100 = 190
6. Determine o número de termos de cada uma das progressões aritméticas seguintes:
a) (1, 7, 13, ..., 121)
b) (74, 95, ..., 200)
c) (-3,0, ..., 39)
d) (108, 117, ... 999)
e) (1, 3, 5, ..., 99)
f) (2, 4, 6, ..., 100)
7. Determine o quarto termo de cada seqüência resultante nas seguintes interpolações aritméticas:
a) Interpolar 3 meios aritméticos entre 12 e 28.
b) Inserir 5 meios aritméticos entre 10 e 40.
c) Interpolar 6 meios aritméticos entre 20 e 90.
d) Inserir 10 meios aritméticos entre 10 e 109.
e) Interpolar 5 meios aritméticos entre 40 e 10.
8. Sabendo que os três primeiros termos de uma P.A. são, respectivamente, x - 1, x + 5 e 4x - 4, encontre o
valor numérico do quarto termo.
9. Determine a razão da P.A. (5 - x, x + 1, 3x - 3) em função de x.
10. Determine o valor da soma dos 100 primeiros números inteiros positivos.
11. Determine o valor da soma dos 30 primeiros números ímpares positivos.
12. Determine o valor da soma dos 20 primeiros termos da sucessão (10, 13, 16, 19, ...).
13. Determine o valor da soma de todos os múltiplos de 7 compreendidos entre 10 e 100.
14. Determine o valor da soma de todos os múltiplos de 11 compreendidos entre 30 e 200.
15. Numa urna há 1000 bolinhas. Retirando 3 bolinhas na primeira vez, 6 bolinhas na segunda, 9 na terceira, e
assim por diante, quantas bolinhas restarão na urna após a vigésima retirada?
Progressões Geométricas
Definição
Dados os números reais não nulos a e q, denominamos progressão geométrica (P.G.) a toda seqüência (a1 , a2,
a3 , ...) tal que:
( )
¹
'
¹
≥ ⋅ ·
·
+
1 n para q a a
a a
n 1 n
1
Onde q é chamado razão da P.G.
Exemplos: 1º A seqüência (3, 6, 12, 24) é uma P.G. onde a1 = 3, a2 = 6, a3 = 12, a4 = 24 e a razão é q = 2.
2º Numa P.G. onde a1 = 320 e q =
2
1
, os quatro primeiros termos são a1 = 320, a2 = 160, a3 = 80 e
a4 = 40
Propriedades
• o quociente entre um termo qualquer, a partir do segundo, e o termo anterior é igual àrazão da P.G.;
q
a
a
n
1 n
·
+
48
• qualquer termo, a partir do segundo, é, em módulo, a média geométrica dos termos vizinhos a ele
(antecedente e sucessor);
1 n 1 - n n
a x a a
+
·
• considerando n termos consecutivos de uma P.G., o produto de dois termos eqüidistantes dos extremos é
igual ao produto dos termos extremos.
a1 x an = a1+k x an-k
Termo geral de uma P.G.
Numa P.G. de razão q, vale a seguinte igualdade:
k - n
k n
q a a ⋅ ·
Exemplo: Numa P.G. de razão 3, cujo 5º termo vale 8, o valor do 9º termo é:
648 3 x 8 a
q x a a
4
9
5 - 9
5 9
· ·
·
Soma de n termos consecutivos de uma P.G.
A soma de n termos consecutivos de uma P.G. é dada pela seguinte expressão:
( ) 1 q para
1 - q
1 - q
a S
n
1 n
≠ ⋅ ·
Exemplo: Numa P.G. com 10 termos, o primeiro vale 25 e a razão é 2. Determinar a soma destes termos.
Solução:
25.575 S
1.023 25 S
1023 25
1 - 2
1 - 2
25 S
10
10
10
10
·
⋅ ·
⋅ · ⋅ ·
Soma-limite de uma P.G. infinita
Numa P.G. onde o módulo da razão seja menor que 1, a soma dos seus infinitos termos será um número
finito dado por:
( ) 1 q para
q - 1
a
S
1
< ·

Exemplo: Determinar a soma-limite da expressão
... + + + + +
8
1
4
1
2
1
1 2
Solução:
1°termo: 2
razão:
2
1
4 S
4 2 2 S
2
1
2
2
1
- 1
2
S
q - 1
a
S
1
·
· ⋅ ·
· ·
·




49
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Identifique a razão de cada uma das seguintes progressões geométricas:
a) (3, 6, 12, 24)
b) (24, 12, 6, 3)
c) (1/2, -1, 2, -4, 8)
d) (65, 0, 0, 0, 0)
e) (4, -8, 16, -32, 64)
f) (128, -64, 32, -16)
g) ( ) 2 12 12, 2 6 6, ,
h) ( )
3 3 3
2 6 6, , 4 3 2 3 3 , ,
i) ( ) 4 - 2 2 2, - 2 1, - , ,
2. Determine o sétimo termo de cada uma das seguintes progressões geométricas:
a) (4, 8, 16, 32, ...)
b) (10, 30, 90, ...)
c) (5, 20, 80, 320, ...)
d) (10.000, 1.000, 100, ...)
e) (128, 64, 32, ...)
f) (1, -2, 4, -8, ...)
3. Determine o termo pedido de cada P.G., conhecendo a razão e um de seus termos.
a)a3 = 10,q = 2,a8 =?
b) a3 = 8,q = 3 ,a10 = ?
c) a6 = 12.500, q = -5, a1 = ?
d) ? a
2
1
q
8
5
a
1 12
· · · , ,
4. Determine a razão de cada P.G. conhecendo dois de seus termos:
a) a1 = 6 e a 6 = 192
b) a1 = 10 e a 8 =-1.280
c)a3 = 8 e a7 = 5.000
d) a1 = 25 e a 7 = 1.600
e) a3 = - 125 e a 7 = -2.000
f) 54 a e
3
2
a
9 5
· ·
5. Determine o segundo termo de cada seqüência resultante das interpolações geométricas indicadas.
a) Inserir 4 meios geométricos entre 4 e 1/8.
b) Interpolar 4 meios geométricos entre 3 e -96.
c) Inserir 2 meios geométricos entre 2 e 10.
d) Inserir 3 meios geométricos entre 2 e 32, de modo a obter uma P.G. alternante.
e) Interpolar 3 meios geométricos entre 4 e 36, de modo a obter uma P.G. crescente.
6. Determine o número de termos de cada P.G. indicada:
a) (2/3, 2, 6, ..., 486)
b) (1/9,1/3, ..., 729)
c) (100, 20, ..., 0,0064)
d) (2, 8, 32, ..., 2.048)
e) (1, 5, ..., 3.125)
f) (0,125, 0,5, ..., 128)
PORCENTAGENS
Razão Centesimal
Chamamos de razão centesimal a toda razão cujo conseqüente (denominador) seja igual a 100.
Exemplos:

100
270
;
100
5,2
;
100
43
;
100
6
Outros nomes usados para uma razão centesimal são razão porcentual e percentil.
50
Taxa porcentual
Quando substituímos o conseqüente 100 pelo símbolo % (lê-se "por cento") temos uma taxa porcentual ou taxa
centesimal.
Exemplos:
( )
( ) cento por nove 9
100
9
cento por dois e setenta 72
100
72
%
%
·
·
Porcentagem
Dada uma razão qualquer
v
p
, chamamos de porcentagem do valor v a todo valor de p que estabeleça uma
proporção com alguma razão centesimal.
% r
100
r
v
p
· ·
Na prática, pode-se determinar o valor p da porcentagem de dois modos:
1°modo: Multiplicando-se a razão centesimal pelo valor v.
v x
100
r
p ·
A expressão acima justifica dizermos que "p é igual a r% de v".
2°modo: Resolvendo a regra de três que compara v a 100%:
valores taxas
p r%
v 100%
Atenção:
Nas questões de concursos públicos é comum encontrarmos:
• "porcentagem" no lugar de "taxa percentual". Exemplo: "a porcentagem foi de 20%";
• desconto, abatimento, lucro, prejuízo, etc. indicando uma porcentagem em situações específicas;
• a expressão "principal" indicando o valor de referência (v) que corresponde a 100%.
Observe que resolver uma porcentagem ou uma taxa percentual é, fundamentalmente, resolver uma proporção
ou uma regra de três simples.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. A conta de um restaurante indicava uma despesa de R$ 26,00 e trazia a seguinte observação: "Não incluímos
os 10% de serviço". Quanto representam, em dinheiro, os 10% de serviço e quanto fica o total da despesa se nela
incluirmos a porcentagem referente ao serviço?
Solução:
60 2
100
260
26 x
100
10
26,00 de 10 , % · · ·
Portanto, os 10% de serviço representam R$ 2,60.
Incluindo esta porcentagem na despesa original, teremos:
26,00 + 2,60 = 28,60
Assim, o total da despesa passa a ser de R$ 28,60.
51
2. Num laboratório, 32% das cobaias são brancas e as outras 204 são cinzas. Quantas cobaias há neste
laboratório?
Solução:
O total de cobaias corresponde a 100%:
brancas (32%) + cinzas (x%) = total (100%)
x% = 100% - 32% = 68%
Então, as 204 cobaias cinzas são 68% do total.
Chamando o total de cobaias de C, poderemos escrever:
68% de C = 204
300 C
68
100 x 204
C
204 C
100
68
·
·
· ⋅
Portanto, há 300 cobaias no laboratório.
3. O preço de um produto A é 30% maior que o de B e o preço deste é 20% menor que o de C. Sabe-se que A, B
e C custaram, juntos, R$ 28,40. Qual o preço de cada um deles?
Solução:
Digamos que os preços de A, B e C são a, b e c, respectivamente:
a = 100% de b mais 30% de b = 130% de
c c c
c menos c b
b b b
0,8 x
100
80
de 80% de 20% de 100%
1,3 x
100
130
· ·
· ·
· ·
Comparando as duas igualdades acima, temos:
b = 0,8c e a = 1,3b, portanto a = 1,3 x (0,8c)
a = 1,04c
O preço dos três, juntos é R$ 28,40:
a + b + c = 28,40
1,04c + 0,8c + 1c = 28,40
2,84c = 28,40
c = 10,00 (valor de C)
b = 0,8c = 0,8 x 10 = 8,00 (valor de B)
a = 1,04c = 1,04 x 10 = 10,40 (valor de A)
Então, os preços são: A custa R$ 10,40, B custa R$ 8,00 e C custa R$ 10,00.
4. Uma mercadoria foi vendida com um lucro de 20% sobre a venda. Qual o preço de venda desta merca-
doria se o seu preço de custo foi de R$ 160,00?
52
Solução:
A expressão "lucro sobre a venda" significa que o valor de referência para o cálculo do percentual de
lucro é o preço de venda (ao contrário do que é comum!). Portanto, devemos fazer o preço de venda
corresponder a 100%.
Observe, então, o esquema:
x% 100%
PREÇO +20% PREÇO
DE CUSTO DE VENDA
c = 160,00 +LUCRO V = ?
x % + 20% = 100%
logo: x% = 80% (correspondente ao preço de custo)
Temos, agora, uma regra de três simples:
80% correspondem a 160,00 (preço de custo)
100% correspondem a V = ? (preço de venda)
Resolvendo, nos dá:
200
80
100 x 160
V · ·
Então, o preço de venda foi de R$ 200,00.
5. Para atrair fregueses, um supermercado anuncia por R$ 10,00 um determinado produto que lhe custou
R$ 13,00. Determine a taxa porcentual de prejuízo sobre o preço de venda.
Solução:
A expressão "prejuízo sobre o preço de venda" significa que o valor de referência para o cálculo da taxa
porcentual deverá ser o preço de venda.
Observe o esquema:
100%
PREÇO x% PREÇO
DE CUSTO DE VENDA
c = 13,00 PREJUÍZO V = 10,00
= 3,00
O prejuízo de R$ 3,00 foi determinado pela diferença entre os preços de custo e de venda:
13,00 - 10,00 = 3,00
Temos, outra vez, uma regra de três simples:
(preço de venda) 10,00 correspondem a 100%
(prejuízo) 3,00 correspondem a x%
Resolvendo, encontramos:
% % 30
10
3 x 100
x · ·
Então, a taxa de prejuízo sobre a venda é de 30%.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Em um concurso havia 15.000 homens e 10.000 mulheres. Sabe-se que 60% dos homens e 55% das mulheres
foram aprovados. Do total de candidatos, quantos por cento foram reprovados?
2. Uma cidade possui uma população de 100.000 habitantes, dos quais alguns são eleitores. Na eleição para a
prefeitura da cidade havia 3 candidatos. Sabendo-se que o candidato A obteve 20% dos votos dos eleitores, que o
53
candidato B obteve 30%, que os votos nulos foram 10%, que o candidato C obteve 12.000 votos e que não houve
abstenções, a parte da população que não é eleitora é de quantos habitantes.
3. (Metrô-Técnico de Contabilidade-2°G-IDR/94) João, Antônio e Ricardo são operários de uma certa empresa.
Antônio ganha 30% a mais que João, e Ricardo, 10% a menos que Antônio. A soma dos salários dos três,
neste mês, foi de R$ 4.858,00. Qual a quantia que coube a Antônio?
4. Fiz em 50min o percurso de casa até a escola. Quanto tempo gastaria na volta, se utilizasse uma velocidade
20% menor?
5. A população de uma cidade aumenta àtaxa de 10% ao ano. Sabendo-se que em 1990 a população era de
200.000 hab. Quantos habitantes esta cidade terá em 1994?
6. (UnB/93) A soma de dois números x e y é 28 e a razão entre eles é de 75%. Qual é o maior desses
números?
7. Calcular:
a) 30% de 20% de 40%
b) % 81
8. Um depósito de combustível de capacidade de 8m
3
tem 75% de sua capacidade preenchida. Quantos m
3
de
combustível serão necessários para preenchê-lo?
9. (CEF/91) Num grupo de 400 pessoas, 70% são do sexo masculino. Se, nesse grupo, 10% dos homens são
casados e 20% das mulheres são casadas. Qual o número de pessoas casadas?
10. (CEB-Contador-IDR/94) Para obter um lucro de 25% sobre o preço de venda de um produto adquirido por
R$ 615,00, o comerciante deverá vendê-lo por quanto?
11. (Metrô-Assist. Administrativo-IDR/94) Uma mercadoria custou R$ 100,00. Para obter-se um lucro de 20%
sobre o preço de venda, por quanto deverá ser vendida?
12. (TTN/89-2°G) Antônio comprou um conjunto de sofás com um desconto de 20% sobre o preço de venda.
Sabendo-se que o valor pago por Antônio foi de R$ 1.200,00, de quanto era o preço de venda da mercadoria?
13. (TTN/89) Um produto é vendido com um lucro bruto de 20%. Sobre o preço total da nota, 10%
correspondem a despesas. De quantos por cento foi o lucro líquido do comerciante?
14. Um cliente obteve de um comerciante desconto de 20% no preço da mercadoria. Sabendo-se que o preço
de venda, sem desconto é superior em 20% ao do custo, pode-se afirmar que houve, por parte do comerciante
um lucro ou um prejuízo e de quanto?
15. Quanto por cento sobre o custo corresponde a um lucro de 60% sobre a venda?
TESTES
1. (TTN/89) Um cliente obteve do comerciante desconto de 20% no preço da mercadoria. Sabendo-se que o preço
de venda, sem desconto, e superior em 20% ao do custo, pode-se afirmar que houve por parte do comerciante
um:
a) lucro de 5%
b) prejuízo de 4%
c) lucro de 4%
d) prejuízo de 2%
e) lucro de 2%
2. (TTN/89) Um terreno foi vendido por NCz$ 16.500,00, com um lucro de 10%; em seguida, foi revendido por
NCz$ 20.700,00. O lucro total das duas transações representa sobre o custo inicial do terreno um percentual de:
a) 38,00%
b) 40,00%
c) 28,00%
d) 51,80%
e)25,45%
3. (TTN/92) Maria vendeu um relógio por Cr$ 18.167,50 com um prejuízo de 15,5% sobre o preço de compra. Para
que tivesse um lucro de 25% sobre o custo, ela deveria ter vendido por:
a) 22.709,37
b) 26.875,00
c) 27.675,00
d) 21.497,64
e) 26.785,00
54
4. (AFTN/96) De todos os empregados de uma grande empresa, 30% optaram por realizar um curso de
especialização. Essa empresa tem sua matriz localizada na capital. Possui, também, duas filiais, uma em Ouro
Preto e outra em Montes Claros. Na matriz trabalham 45% dos empregados e na filial de Ouro Preto trabalham
20% dos empregados. Sabendo-se que 20% dos empregados da capital optaram pela realização do curso e que
35% dos empregados da filial de Ouro Preto também o fizeram, então a percentagem dos empregados da filial de
Montes Claros que não optaram pelo curso é igual a:
a) 60%
b) 40%
c) 35%
d) 21%
e) 14%
5. (AFTN/96) O salário mensal de um vendedor é constituído de uma parte fixa igual a R$ 2.300,00 e mais uma
comissão de 3% sobre o total de vendas que exceder a R$ 10.000,00. Calcula-se em 10% o percentual de
descontos diversos que incidem sobre seu salário bruto. Em dois meses consecutivos, o vendedor recebeu,
líquido, respectivamente, R$ 4.500,00 e R$ 5.310,00. Com esses dados, pode-se afirmar que suas vendas no
segundo mês foram superiores às do primeiro mês em:
a) 18%
b) 20%
c) 30%
d) 33%
e) 41%
JUROS SIMPLES
Juro é a remuneração paga a um capital.
Ao capital acrescido de juros é comum chamarmos montante.
Capital Montante
+ Juros
Assim, observamos que os juros são a variação entre o capital e o montante.
Regime de Juros Simples
Chamamos de regime de juros simples àquele onde se admite que os juros serão diretamente proporcionais
ao tempo da operação considerada.
Como os juros são a variação entre o capital e o montante e esta, na prática, ocorre ao longo do tempo, o valor
dos juros deve sempre ser associado ao período de tempo que foi necessário para gerá-lo.
Exemplo:
Se dissermos que um empréstimo de R$ 1.000,00 cobra juros de R$ 2,00 isto representará uma variação
grande ou pequena? Depende. Se ela ocorreu em um ano, podemos dizer que é bem pequena. Mas se ocorreu
em um dia, já não teremos a mesma opinião.
Taxa de Juros
A taxa de juros é a taxa porcentual que indica a proporção entre os juros e o capital.
A taxa de juros deve sempre estar associada a um período de tempo.
100% (100 + x)%
+ x%
Capital Montante
+ Juros
Taxas Porcentuais e Unitárias
Conforme vimos no capítulo de Porcentagens, uma taxa porcentual representa uma razão centesimal fazendo
uso do símbolo %.
Assim, temos:
% 18
100
18
· (taxa porcentual)
55
Entretanto, podemos representar a razão centesimal na forma decimal, obtendo a forma unitária da taxa, ou
taxa unitária:
18 0
100
18
, · (taxa unitária)
Taxas Proporcionais
Dizemos que duas taxas são proporcionais quando seus valores formam uma proporção direta com os
respectivos tempos, considerados numa mesma unidade.
Exemplo:
As taxas de 72% ao ano e de 6% ao mês são proporcionais, pois:
mês 1
6
meses 12
72 % %
·
ou seja: 72% está para 12 meses (1 ano) assim como 6% está para 1 mês.
Taxas Equivalentes
Dizemos que duas taxas são equivalentes quando produzem juros iguais ao serem aplicadas a capitais
iguais e por períodos de tempo também iguais.
Atenção:
No regime de juros simples, taxas equivalentes serão sempre proporcionais .
Exemplo:
Aplicar X reais, durante algum tempo, àtaxa de juros simples de 2% a.m. nos daria juros iguais àqueles que
obteríamos se aplicássemos os mesmos X reais, durante o mesmo tempo, mas àtaxa de juros simples de
6% a.t. (ao trimestre). Então dizemos que 2% a.m. é uma taxa equivalente a 6% a.t.
Notemos que 2% a.m. e 6% a.t. são também taxas proporcionais, pois:
mês 1
2
meses 3
6 % %
·
Juros Comerciais e Juros Exatos
Existem situações onde o prazo de uma operação financeira é contado em dias enquanto a taxa de juros é
indicada em alguma outra unidade de tempo maior (mês, bimestre, quadrimestre, semestre ou ano).
A contagem do número de dias envolvidos nestas situações será feita, na prática, de acordo com uma das
duas convenções abaixo.
• prazo comercial - consideram-se todos os meses com 30 dias (mês comercial) e o ano com 360 dias (ano
comercial). Este é o caso mais freqüente nos problemas de juros simples e os juros calculados de acordo
com esta convenção são chamados de juros comerciais ou juros ordinários .
• prazo exato - consideram-se os dias transcorridos efetivamente entre as datas apresentadas. Cada mês poderá
ter 30 dias (para abril, junho, setembro e novembro), 28 dias (para fevereiro, sendo 29 se o ano for bissexto) ou 31
dias (para os demais meses do ano). O ano terá um total de 365 dias (ou 366 dias se for bissexto). Os juros
calculados de acordo com esta convenção são chamados juros exatos.
Prazo Médio e Taxa Média
Dado um conjunto com duas ou mais aplicações a juros simples, cada qual com seus próprios valores de capital,
taxa e prazo, dizemos que prazo médio é um prazo único tal que, substituindo os prazos de cada uma das
aplicações dadas, produzirá o mesmo total de juros das aplicações originais.
O prazo médio é sempre a média dos prazos ponderados pelos valores correspondentes das taxas e dos capitais
a eles associados.
Exemplo:
Três capitais de R$ 1.000,00, R$ 2.000,00 e R$ 3.000,00 foram aplicados às taxas simples de 2%, 3% e 4% ao
mês durante 3 meses, 2 meses e 1 mês, respectivamente. Qual seria o prazo médio para estas três aplicações?
56
A B C A x B x C B x C
PRAZOS CAPITAIS TAXAS PRODUTOS PESOS
3 meses 1 2 3 x 1 x 2 = 6 1 x 2 = 2
2 meses 2 3 2 x 2 x 3 = 12 2 x 3 = 6
1 mês 3 4 1 x 3 x 4 = 12 3 x 4 = 12
prazo médio = 5 1
20
30
12 6 2
12 12 6
, · ·
+ +
+ +
(meses)
Portanto, o prazo médio seria de 1 mês e 15 dias.
Isto significa que, se nós trocássemos os três prazos por 1 mês e 15 dias, o total de juros produzidos pelas três
aplicações continuaria inalterado.
Taxa média é uma taxa única tal que, substituindo as taxas de cada uma das aplicações dadas, produzirá o
mesmo total de juros das aplicações originais.
A taxa média é sempre a média das taxas ponderadas pelos valores correspondentes dos prazos e dos capitais a
eles associados.
Exemplo:
Considerando as aplicações do exemplo anterior: R$ 1.000,00, R$ 2.000,00 e R$ 3.000,00, às taxas de 2%, 3% e
4% ao mês, durante 3, 2 e 1 mês, respectivamente. Qual seria a taxa média para estas três aplicações?
A B C A x B x C B x C
TAXAS CAPITAIS PRAZOS PRODUTOS PESOS
2%a.m. 1 3 2 x 1 x 3 = 6 1 x 3 = 3
3%a.m. 2 2 3 x 2 x 2 = 12 2 x 2 = 4
4%a.m. 3 1 4 x 3 x 1 = 12 3 x 1 = 3
taxa média = % 3
10
30
3 4 3
12 12 6
· ·
+ +
+ +
Portanto, a taxa média seria de 3% ao mês.
Isto significa que, se nós trocássemos as três taxas (2%, 3% e 4%) todas para 3% a.m., o total de juros
produzidos pelas três aplicações continuaria inalterado.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Um capital de R$ 800,00 foi aplicado pelo prazo de 2 meses, àtaxa de 3% ao mês. Qual o valor dos juros a
receber?
Solução:
Inicialmente, vemos que a taxa é de 3 % ao mês mas o prazo de aplicação é de 2 meses. Logo:
Observe o raciocínio de regra de três:
Se, em 1 mês pagam 3% de juros,
então, em 2 meses pagam 6% de juros.
100% (100 + x)%
CAPITAL +6% MONTANTE
C=800,00 +JUROS=? M=?
Poderíamos determinar quer os juros, quer o montante através de uma simples regra de três. Mas o problema
pediu o valor dos juros. Logo, faremos:
Se 100% representam 800,00 (capital)
então, 6% representam J = ? (juros).
57
Resolvendo a regra de três, vem:
( ) 800,00 dos 6% são 00 48
100
6 x 800
J , · ·
Portanto, os juros a receber são de R$ 48,00.
2. Um capital de R$ 23.500,00 foi aplicado durante 8 meses à taxa de 9% a. a. Determine o montante desta
aplicação.
Solução:
A taxa é de 9% ao ano mas a aplicação durou 8 meses.
Se em um ano (12 meses) a apl i cação paga 9%
então, em 8 meses a apl i cação paga x%.
Com uma regra de três teremos:
% 6
12
8 x 9
x% · · (taxa para 8 meses)
Desse modo, podemos escrever:
100% 106%
CAPITAL + 6% MONTANTE
c = 23.500 +JUROS = ? M=?
Vej a que o montante é 106% do capi tal !
106% de 23.500,00 = 24.910,00 23.500 x
100
106
·
Portanto, o montante foi de R$ 24.910,00.
3. Uma apl i cação de R$ 50.000,00 pel o prazo de 8 meses resul tou num montante de R$ 66.000,00.
Qual foi a taxa mensal desta apl i cação?
Solução:
Lembrando que os juros são a variação (diferença) do capital aplicado para o montante, teremos:
100% (8 meses)
+X%
c = 50.000 M = 66.000
J =16.000
Pelo esquema vemos que:
(capital) 50.000 correspondem a 100%
(juros) 16.000 correspondem a x% (taxa para 8 meses)
Desse modo teremos:
%
.
32
000 50
16.000 x 100
x% · · (taxa para 8 meses)
Como a taxa pedi da foi a taxa mensal, faremos:
Se em 8 meses a t axa é de 32%
então em 1 mês a taxa é de y%.
% 4
8
1 x 32
y · ·
Portanto, a taxa é de 4% a.m. (ao mês).
58
4. De quanto será o j uro produzi do por um capi tal de R$ 2.300,00, apl i cado durante 3 meses e 10
di as, à taxa de 12% ao mês?
Solução:
O enunciado apresentou um prazo em meses e dias, mas não indicou se o juro deve ser comercial ou
exato. Presume-se, em casos como este, que o juro seja comercial.
Pela convenção do prazo comercial, 3 meses e 10 dias nos dão:
3 meses + 10 dias = (3 x 30) + 10 dias = 90+ 10 dias = 100 dias
Agora, calculamos a taxa equivalente para os 100 dias (regra de três)
30 dias ............... pagam ............... 12%
100 dias ............. pagam ............... X%
% 40
30
12 x 100
X% · ·
Finalmente, determinamos o juro pedido:
40% de R$ 2.300,00 =
100
40
x 2.300 = 920
Portanto, o juro é de R$ 920,00.
5. Determinar quantos dias, exatamente, durou uma aplicação que teve início em 18 de maio de certo ano e
término em 10 de setembro do mesmo ano.
Solução:
Quando esta situação ocorre no meio de um problema em provas de concursos, quase sempre somos
obrigados a resolvê-la sem o auxílio da chamada "tabela para contagem de dias entre datas". Entretanto, é
possível resolvê-la com o seguinte procedimento:
1° passo: Multiplicar por 30 a diferença entre o mês de término e o mês de início. (obs.: devemos subtrair
2 dias do resultado se passarmos de fevereiro para março).
De maio até setembro, são 4 meses: 4 x 30 = 120 dias
2° passo: Acrescentar mais 1 dia para cada dia 31 compreendido entre as datas de início e término.
3° passo: Adicionar o dia do término e subtrair o dia do início, obtendo o número exato de dias.
término: dia 10 ......... + 10 dias
início: dia 18 ............. - 18 dias
Portanto, transcorreram exatamente:
120 + 3 + 10 – 18 = 115 dias.
6. Um capital de R$ 5.300, 00 f oi aplicado no dia 25 de março de um certo ano, àtaxa anual de 10%. Consi-
derando o critério de juros simples exatos, qual o valor do montante desta aplicação em 6 de junho do
mesmo ano?
Solução:
Devemos, inicialmente, determinar a duração exata da aplicação, em dias.
1º - de março a junho, são 3 meses ....... 3 x 30 = 90 dias
2º - 31/março e 31/maio, são mais 2 dias ........... + 2 dias
3º - +6 (término) - 25 (início) ............. + 6 - 25 = -19 dias
duração.... ............. 73 dias
59
Agora, devemos ajustar a taxa de juros ao prazo de 73 dias da aplicação, pelo critério do juros exatos, ou seja,
1 ano = 365 dias.
Regra de três:
em 365 dias (1 ano) ........... temos ............10%
então, em 73 dias .............. teremos .........X%
% 2
365
73 x 10
X% · ·
Então, os juros obtidos durante os 73 dias são 2% de R$ 5.300,00.
2% de R$ 5.300,00=
100
2
x 5.300 =106,00
Portanto, o montante procurado é igual a R$ 5.406,00, pois:
5.300 + 106 = 5.406
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. (Metrô-Técnico em Contabilidade-2º G-IDR/94) Qual o juro obtido na aplicação, durante 3 meses, de um
capital de R$ 10.000,00, àtaxa de juros simples de 10% ao mês?
2. (TCDF-Analista de Finanças e Controle Externo-Superior-IDR/94) Qual o juro obtido na aplicação, durante 2
meses, de um capital de R$ 100.000,00 àtaxa de juros simples de 60% a.m.?
3. (Metrô-Assistente Administrativo-2º G-IDR/94) Um capital de R$ 100.000,00 foi aplicado à taxa de juros
simples de 40% a.m. Após um semestre, qual o valor do montante obtido?
4. (CEB-Contador-Superior-IDR/94) O capital de R$ 9.000,00 foi aplicado à taxa de juros simples de 36%
a.a. Após quatro meses, qual é o valor do montante?
5. (IDR/TCDF/AGENTE ADMINISTRATIVO) De quanto será o juro produzido por um capital de R$ 39.600,00,
aplicado durante 300 dias, àtaxa de 15% ao ano?
6. (IDR/TCDF/AGENTE ADMINISTRATIVO) Qual o valor do capital que se deve aplicar, à taxa de 8% ao
ano, durante 7 meses, para obter juro de R$ 8.568,00?
7. (TTN/89-2°G) A que taxa anual o capital de Cz$ 288,00, em 2 meses e 15 dias, renderia Cz$ 6,60 de juros
simples?
8. (TTN/89-2°G) Uma certa importância foi aplicada a juros simples de 48% a.a., durante 60 dias. Findo o
prazo, o montante apurado foi reaplicado por mais 120 dias, a uma taxa de 60% a.a., mantendo-se o mesmo
regime de capitalização. Admitindo-se que o último montante foi de R$ 207,36, qual foi o capital inicial da
primeira operação?
9. Calcular a taxa que foi aplicada a um capital de R$ 4.000,00, durante 3 anos, sabendo-se que se um
capital de R$ 10.000,00 fosse aplicado durante o mesmo tempo, a juros simples de 5% a.a., renderia mais
R$ 600,00 que o primeiro.
10. Obtive uma renda (juros) total de R$ 1.290,00 proveniente das aplicações de dois capitais a juros de 6%
a.a., durante 4 meses. Se eu aplicasse a diferença entre os dois capitais a 12% a.a., durante o mesmo perío-
do, obteria um rendimento de R$ 540,00. Quais eram os valores dos capitais aplicados?
11. Um capital de R$ 94.000,00 foi aplicado sendo uma parte a 6% a.m., outra a 8% a.m. e o restante a 10%
a.m., todas durante 10 meses. Determine o valor da terceira parte sabendo que os juros das três foram
iguais.
12. (Atendente Judiciário-TRT-ES/90) Dividir o capital de R$ 441.000, em duas partes de modo que a
primeira, aplicada a 5,5% ao mês e a segunda a 60% ao ano, produzam, no fim do mesmo tempo de
aplicação, juros de mesmo valor.
13. Dois capitais estão entre si como 2 está para 3. Para que, em períodos de tempo iguais, sejam obtidos
rendimentos iguais para os dois capitais, a taxa de aplicação do menor deles deve superar a do maior em
quantos por cento?
14. (Atendente Judiciário-TRT-ES/90) Uma pessoa emprega seu capital nas seguintes condições: a terça
parte a 15% ao ano, a quinta parte a 18% ao ano e o restante a 21 % ao ano. Qual a taxa única, a que a
mesma poderia empregar todo o capital, a fim de obter o mesmo rendimento anual?
60
15. Certo capital foi dividido em duas partes iguais que, aplicadas à mesma taxa de juros, produziram
montantes de R$ 1.500,00 e R$ 1.200,00 em 6 meses e 4 meses respectivamente. Qual o valor do capital?
16. Aplicando-se R$ 100.000 durante 90 dias, obteve-se um rendimento de R$ 10.800,00. Qual seria o rendi-
mento obtido em um ano se a taxa mensal de juros fosse 0,1% maior (x% + 0,1%)?
17. Certo capital foi dividido em duas partes iguais que, aplicadas, produziram montantes de R$ 4.200,00 e
R$ 3.400,00 em 6 meses e 4 meses respectivamente. Qual era o valor do capital se a taxa de juros da
primeira aplicação estava para a da segunda assim como 2 está para 1 ?
TESTES
1. (TTN/85) Se 6/8 de uma quantia produzem 3/8 desta mesma quantia de juros em 4 anos, qual é a taxa
aplicada?
a) 20% ao ano
b) 125% ao ano
c) 12,5% ao ano
d) 200% ao ano
e) 10% ao ano
2. (TTN/85) Um capital de Cr$ 14.400 aplicado a 22% ao ano rendeu Cr$ 880 de juros. Durante quanto
tempo esteve empregado?
a) 3 meses e 3 dias
b) 3 meses e 8 dias
c) 2 meses e 23 dias
d) 3 meses e 10 dias
e) 27 dias
3. (TTN/89) Calcular os juros simples que um capital de NCz$ 10.000,00 rende em um ano e meio aplicado à
taxa de 6% a.a. Os juros são de:
a) NCz$ 700,00
b) NCz$1.000,00
c) NCz$1.600,00
d) NCz$ 600,00
e) NCz$ 900,00
4. (AFTN/91) Um capital no valor de 50, aplicado a juro simples a uma taxa de 3,6% ao mês, atinge, em 20
dias, um montante de:
a) 51
b) 51,2
c) 52
d) 53,6
e)68
5. (TTN/94) Qual é o capital que diminuído dos seus juros simples de 18 meses, àtaxa de 6% a.a., reduz-se
a R$ 8.736,00?
a) R$ 9.800,00
b) R$ 9.760,66
c) R$ 9.600,00
d) R$ 10.308,48
e) R$ 9.522,24
6. (TTN/89) O capital que, investido hoje a juros simples de 12% a.a., se elevará a NCz$ 1.296,00 no fim de
8 meses, é de:
a) NCz$1.100,00
b) NCz$1.000,00
c) NCz$1.392,00
d) NCz$ 1.200,00
e) NCz$1.399,68
7. (TTN/92) Se em 5 meses o capital de Cr$ 250.000,00 rende Cr$ 200.000,00 de juros simples àtaxa de 16% ao
mês, qual o tempo necessário para se ganhar os mesmos juros se a taxa fosse de 160% ao ano?
a) 6m
b) 7m
c) 8m
d) 9m
e) 10m
61
8. (AG.SEG-TRT/ES-90) Obtendo-se, em 10 meses, Cr$ 120.000,00 de juros simples pelo empréstimo de um capital
de Cr$ 200.000,00 àtaxa de 6% a.m. Determine o tempo necessário para se ganharem os mesmos juros, caso a
taxa seja de 60% a.a.
a) 8 meses
b) 1 ano e 3 meses
c) 1 ano
d) 10 meses
e) 13 meses
9. (AG.SEG.-TRT/ES-90) Em março de 1990, o governo brasileiro, numa tentativa de acabar com a inflação, reteve o
dinheiro do povo. Uma pessoa verificou que, ao final de 45 dias, àtaxa de 4,2% ao mês obteve, de acordo com seu
saldo em cruzados novos, juros de Cr$ 630,00. Qual foi a quantia retida?
a) Cr$ 18.000,00
b) Cr$ 20.000,00
c) Cr$ 36.000,00
d) Cr$ 5.000,00
e) Cr$ 10.000,00
10. (AG.SEG.-TRT/ES-90) Emprestei 1/4 do meu capital, a 8% ao ano, 2/3 a 9% ao ano, e o restante a 6% ao ano.
No fim de um ano recebi Cr$ 102,00 de juros. Determine o capital.
a) Cr$ 680,00
b) Cr$ 840,00
c) Cr$ 1.200,00
d) Cr$ 2.530,00
e) Cr$ 12.600,00
11. (AG.SEG.-TRT/ES-90) A que taxa mensal deverá a firma "O Dura" aplicar seu capital de Cr$ 300.000,00, para
que, em 2 anos e 4 meses, renda juros equivalentes a 98% de si mesmo?
a) 42% a.m.
b) 3,5% a.m.
c) 35% a.m.
d) 4,2% a.m.
e) 18% a.m.
12. (AT.JUD.-TRT/GO-90) Calcule o capital que se deve empregar àtaxa de 6% a.m., a juros simples, para se obter
Cr$ 6.000,00 de juros em 4 meses.
a) Cr$ 10.000,00
b) Cr$ 25.000,00
c) Cr$ 100.000,00
d) Cr$ 180.000,00
e) Cr$ 250.000,00
13. (AT.JUD.-TRT/GO-90) Se uma pessoa deseja obter um rendimento de Cr$ 27.000,00, dispondo de
Cr$ 90.000,00 de capital, a que taxa de juros simples quinzenal o dinheiro deverá ser aplicado no prazo de 5 meses?
a) 10%
b) 5%
c) 3%
d) 8%
e) 5,5%
14. (AT.JUD.-TST/ES-90) Qual a taxa necessária para que um capital, colocado a juros simples, decuplique de valor
em 7 anos?
a) 50% a.a.
b) 128 4/7% a.a.
c) 142 6/7% a.a.
d) 12/7% a.m.
e) 12% a.m.
15. (AT.JUD.-TST/ES-90) Depositei certa importância em um Banco e, depois de algum tempo, retirei os juros de
Cr$ 1.600.000,00, que representavam 80% do capital. Calcular o tempo em que o capital esteve empregado, se a
taxa contratada foi de 16% a.m.
a) 5 meses e 20 dias
b) 5 meses
c) 4 meses e 10 dias
d) 4 meses
e) 6 meses e 5 dias
16. (AT.JUD.-TST/ES-90) O capital de Cr$ 1.200.000,00 está para seus juros assim como 4 está para 3. Determinar
a taxa de juros, considerando que o capital esteve empregado 1 ano e 3 meses.
a) 6% a.m.
62
b) 60% a.a.
c) 5% a.a.
d) 66% a.a.
e) 50% a.a.
17. (AFC-TCU/92) Um investidor aplicou Cr$ 2.000.000,00, no dia 6/1/86, a uma taxa de 22,5% ao mês. Esse capital
terá um montante de Cr$ 2.195.000,00.
a) 5 dias após sua aplicação
b) após 130 dias de aplicação
c) aos 15/5/86
d) aos 19/1/86
e) após 52 dias de sua aplicação
18. (AUX.PROC.-PG/RJ-90) Certo investidor aplicou Cr$ 870,00 àtaxa de 12% ao mês. Qual o montante, no final de
3 anos?
a) Cr$ 4.628,40
b) Cr$ 35.078,40
c) Cr$ 4.800,40
d) Cr$ 35.780,40
e) Cr$ 4.860,40
19. (AUX.PROC.-PG/RJ-90) Um imposto no valor de Cr$ 488,00 esta sendo pago com atraso de 3 meses. Se a
Prefeitura cobrar juros de 25% ao ano, o contribuinte terá de pagar um acréscimo de:
a) Cr$ 30,20
b) Cr$ 30,30
c) Cr$ 30,40
d) Cr$ 30,50
e) Cr$ 30,60
20. (AUX.PROC.-PG/RJ-90) Certo capital, aplicado durante 9 meses àtaxa de 35% ao ano, rendeu Cr$ 191,63 de
juros. O valor desse capital era de:
a) Cr$ 690,00
b) Cr$ 700,00
c) Cr$ 710,00
d) Cr$ 720,00
e) Cr$ 730,00
21. (TTN-RJ/92) Um fogão é vendido por Cr$ 600.000,00 àvista ou com uma entrada de 22% e mais um pagamento
de Cr$ 542.880,00, após 32 dias. Qual a taxa de juros mensal envolvida na operação?
a) 5%
b) 12%
c) 15%
d) 16%
e) 20%
22. (TTN/92) Quanto se deve aplicar a 12% ao mês, para que se obtenha os mesmos juros simples que os
produzidos por Cr$ 400.000,00 emprestados a 15% ao mês, durante o mesmo período?
a) Cr$ 420.000,00
b) Cr$ 450.000,00
c) Cr$ 480.000,00
d) Cr$ 520.000,00
e) Cr$ 500.000,00
23. (TTN/92) Se em 5 meses o capital de Cr$ 250.000,00 rende Cr$ 200.000,00 de juros simples àtaxa de 16% ao
mês, qual o tempo necessário para se ganhar os mesmos juros se a taxa fosse de 160% ao ano?
a) 6m
b) 7m
c) 8m
d) 9m
e) 10m
24. (TTN/92) Três capitais são colocados a juros simples: o primeiro a 25% a.a., durante 4 anos; o segundo a 24%
a.a., durante 3 anos e 6 meses e o terceiro a 20% a.a., durante 2 anos e 4 meses. Juntos renderam um juro de
Cr$ 27.591,80. Sabendo que o segundo capital é o dobro do primeiro e que o terceiro é o triplo do segundo, o valor
do terceiro capital é de:
a) Cr$ 30.2 10,00
b) Cr$ 10.070,00
c) Cr$ 15.105,00
d) Cr$ 20.140,00
e) Cr$ 5.035,00
63
25. (TTN/94) Mário aplicou suas economias, a juros simples comerciais, em um banco, a juros de 15% a.a., durante 2
anos. Findo o prazo reaplicou o montante e mais R$ 2.000,00 de suas novas economias, por mais 4 anos, àtaxa de
20% a.a., sob mesmo regime de capitalização. Admitindo-se que os juros das 3 aplicações somaram R$ 18.216,00, o
capital inicial da primeira aplicação era de R$:
a) 11.200,00
b) 13.200,00
c) 13.500,00
d) 12.700,00
e) 12.400,00
26. (TTN/94) Carlos aplicou 1/4 de seu capital a juros simples comerciais de 18% a.a., pelo prazo de 1 ano, e o
restante do dinheiro a uma taxa de 24% a.a., pelo mesmo prazo e regime de capitalização. Sabendo-se que uma das
aplicações rendeu R$ 594,00 de juros a mais do que a outra, o capital inicial era de R$:
a) 4.600,00
b) 4.400,00
c) 4.200,00
d) 4.800,00
e) 4.900,00
27. (AFTN/85) O preço àvista de uma mercadoria é de Cr$ 100.000. O comprador pode, entretanto, pagar 20% de
entrada no ato e o restante em uma única parcela de Cr$ 100.160, vencível em 90 dias. Admitindo-se o regime de
juros simples comerciais, a taxa de juros anuais cobrada na venda a prazo é de:
a) 98,4%
b) 99,6%
c) 100,8%
d) 102,0%
e) 103,2%
28. (AFTN/85) João colocou metade de seu capital a juros simples pelo prazo de 6 meses e o restante, nas mesmas
condições, pelo período de 4 meses. Sabendo-se que, ao final das aplicações, os montantes eram de Cr$ 117.000 e
Cr$ 108.000, respectivamente, o capital inicial do capitalista era de:
a) Cr$ 150.000
b) Cr$ 160.000
c) Cr$ 170.000
d) Cr$ 180.000
e) Cr$ 200.000
29. (AFTN/85) Dois capitais foram aplicados a uma taxa de 72% a.a., sob regime de juros simples. O primeiro pelo
prazo de 4 meses e o segundo por 5 meses. Sabendo-se que a soma dos juros totalizaram Cr$ 39.540 e que os
juros do segundo capital excederam os juros do primeiro em Cr$ 12.660, a soma dos dois capitais iniciais era de:
a) Cr$ 140.000
b) Cr$ 143.000
c) Cr$ 145.000
d) Cr$ 147.000
e) Cr$ 115.000
DESCONTOS SIMPLES
Desconto é o abatimento que se faz no valor de uma dívida quando ela é negociada antes da data do seu
vencimento.
O documento que atesta a dívida é denominado genericamente por título de crédito.
São exemplos de títulos de crédito as notas promissórias, as duplicatas e as letras de câmbio.
Valor Nominal, ou valor de face é o valor do título de crédito, ou seja, aquele que está escrito no título e que seria
pago na data de vencimento do título.
Valor Líquido é o valor pelo qual o título acabou sendo negociado antes da data de vencimento do mesmo. É
sempre menor que o valor nominal pois o título sofreu um desconto.
O valor líquido também é chamado de valor atual, valor descontado (que sofreu desconto - não confundir com
"valor do desconto"), valor pago.
Prazo de Antecipação é o intervalo de tempo entre a data em que o título é negociado e a data de vencimento do
mesmo.
64
Vamos resumir o que temos até agora num esquema:
(ANTES DO VENCIMENTO) (VENCIMENTO)
VALOR LÍQUIDO (PRAZO DE ANTECIPAÇÃO VALOR NOMINAL.
+DESCONTO
Observe que o desconto sempre é a diferença entre o valor nominal e o valor líquido.
Estudaremos dois tipos de desconto:
1°) Desconto "por dentro", ou desconto racional é aquele onde a referência para o cálculo percentual do
desconto é o valor líquido.
Desconto "por dentro" ou racional ⇒ 100% é o valor líquido
Neste caso, o nosso esquema será:
100% (100+d)%
VALOR +d% VALOR
LÍQUIDO DESCONTO NOMINAL
Atenção: A taxa de desconto, d%, é sempre proporcional ao prazo de antecipação do título.
2º ) Desconto "por fora", ou desconto comercial é aquele onde a referência para o cálculo percentual do
desconto é o valor nominal.
Desconto "por fora" ou comercial ⇒ 100% é o valor nominal
Neste caso, o nosso esquema será:
(100-d)% 100%
VALOR +d% VALOR
LÍQUIDO DESCONTO NOMINAL
Para resolver um problema de desconto simples, tudo que temos a fazer é:
1º identificar qual o tipo do desconto no problema;
2º procurar preencher o "esquema" correspondente de acordo com os dados do problema;
3º calcular o valor que precisarmos, no esquema, usando regra de três.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Determinar o desconto por dentro sofrido por um título de R$ 650,00, descontado 2 meses antes do vencimento
àtaxa de 15% a. m.
Solução:
Primeiramente devemos determinar, pelo tipo do desconto, qual valor será a referência (100%).
Macete: Pense numa garrafa:
O que há dentro dela? 0 líquido! (por dentro: 100% é o líquido)
O que há fora dela? O nome! (por fora: 100% é o nominal)
Como o problema pede desconto por dentro, o 100% será o valor líquido. Nosso esquema, portanto, será:
100% (2 meses) 130%
VALOR +30% R$ 650,00
LÍQUIDO DESCONTO=?
(observe a taxa ajustada
para 2 meses)
65
Agora, é só resolver a regra de três:
Se 130% correspondem a $ 650,00 (valor nominal), então, 30% correspondem a D (valor do desconto)
00 150
130
30 x 650
D . · ·
Portanto, o desconto foi de R$ 150,00.
2. Determinar o valor nominal de um título que, descontado comercialmente, 60 dias antes do vencimento e àtaxa
de 12% ao mês, resultou um valor descontado de R$ 608,00.
Solução:
A expressão "descontado comercialmente" indica que o desconto é comercial, ou por fora. Logo, o 100% é o
valor nominal e o nosso esquema será:
(100-24)%
76% (60 dias = 2 meses) 100%
608,00 +24% VALOR
NOMINAL
(Pelos 2 meses, a taxa ficou em 24%.)
Resolvendo a regra de três:
Se 76% correspondem a $ 608,00 (valor líquido), então, 100% correspondem a N (valor nominal).
00 800
76
100 x 608
N , · ·
Então, o valor nominal foi de R$ 800,00.
3. Uma nota promissória foi descontada comercialmente à taxa simples de 5% a.m. 15 meses antes do seu
vencimento. Se o desconto fosse racional simples, qual deveria ser a taxa adotada para produzir um desconto de
igual valor?
1ª Solução:
Consideremos N = $ 100,00.
5% a.m. daria, em 15 meses: 15 x 5% = 75%
Então, o esquema para o desconto comercial seria:
15 meses
100%
L = 25,00 75% N

= 100,00
Dc =75,00
Agora, consideremos os valores encontrados sendo aplicados a um esquema de desconto racional.
15 meses
100%
L= 25,00 15x% N

= 100,00
DR =75,00
temos a seguinte regra de três:
25,00 100%
75,00 15x%
66
( ) racional taxa a é 20% x 300 x 15
300
25
100 x 75
x 15
· ⇒ ·
· ·
2ª Solução:
Sejam C%= taxa comercial simples por período (c=5)
R% = taxa racional simples por período (R= ?)
n = número de períodos de antecipação (n =15)
Pode-se provar que vale sempre a relação.
. m . a 20% ⇒ · ⇒ · ⇒ · −
· −
· −
20 R 5
R
100
15
R
100
20
15
R
100
5
100
: logo
n
R
100
C
100
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. (TCDF/94) Um título com valor nominal de CR$ 110.000,00 foi resgatado dois meses antes do seu
vencimento, sendo-lhe por isso concedido um desconto racional simples àtaxa de 60% a.m. Nesse caso, de
quanto foi o valor pago pelo título?
2. (CEB/94) Um título com valor nominal de R$ 3.836,00 foi resgatado quatro meses antes do seu
vencimento, tendo sido concedido um desconto racional simples à taxa de 10% a.m. De quanto foi o valor
pago pelo título?
3. (METRÔ/94) Um título com valor nominal de R$ 7.420,00 foi resgatado dois meses antes do seu
vencimento, sendo-lhe por isso concedido um desconto racional simples àtaxa de 20% a.m. Nesse caso, de
quanto foi o valor pago pelo título?
4. (METRÔ/94) Uma pessoa pretende saldar uma dívida cujo valor nominal é de US$ 2.040,00, quatro meses
antes de seu vencimento. Qual o valor, em dólar, que deverá pagar pelo título, se a taxa racional simples
usada no mercado é de 5% ao mês?
5. Calcular o desconto por dentro sofrido por uma letra de R$ 8.320,00, descontada à taxa de 6% a.a., 8
meses antes do seu vencimento.
6. Qual o prazo de antecipação de um título que descontado racionalmente, à taxa de juros de 8% a.m.
produziu um desconto equivalente a 1/6 do seu valor nominal?
7. O valor atual racional de um título é igual a 4/5 de seu valor nominal. Calcular a taxa anual de desconto,
sabendo-se que o pagamento desse título foi antecipado de 6 meses.
8. Aceitei um título vencível a 1 ano, 1 mês e 10 dias. Tendo sido descontado por dentro a 9% a.a., deu
R$ 1.000,00 de desconto. Qual era o valor nominal do título?
9. Qual é o valor do desconto bancário sofrido por uma promissória de R$ 1.000,00, à taxa de 8% a.m.,
3 meses antes do seu vencimento?
10. A que taxa anual, um título de R$ 2.000,00, em 6 meses, dá R$ 400,00 de desconto por fora?
11. Descontado por fora, àtaxa de 4% a.m., três meses antes do vencimento, um título sofreu um desconto
de R$ 24.000,00. Qual era o valor nominal desse título?
12. Uma nota promissória de R$ 1.800,00, tem valor líquido de R$ 1.200,00 quando descontada por fora três
meses antes do seu vencimento. Qual é a taxa mensal do desconto?
13. Um título de R$ 8.400,00 produziu um desconto por fora de R$ 105,00, quando descontado um mês e
meio antes do seu vencimento. Qual é a taxa anual desse desconto?
14. Um título com valor nominal de R$ 2.400,00 é descontado por fora a uma taxa de 4,5% ao mês, com
antecedência de 6 meses. Qual é o valor do desconto?
67
15. Uma nota promissória foi descontada por fora, três meses e dez dias antes do seu vencimento, àtaxa de
10% a.m., produzindo um desconto de R$ 400,00. Qual era o valor de face da promissória?
JUROS COMPOSTOS
Chamamos de regime de juros compostos aquele onde os juros de cada período são calculados sobre o
montante do período anterior.
Ou seja, os juros produzidos ao fim de cada período passam a integrar o valor do capital ou montante que
serviu de base para o seu cálculo de modo que o total assim conseguido será a base do cálculo dos juros do
próximo período.
Exemplo:
Vamos acompanhar os montantes, mês a mês, de uma aplicação de R$ 1.000,00 àtaxa de 10% a.m. por um
período de 4 meses no regime de juros compostos:
Período juros no fim do período Montante
1º mês 10% de R$ 1.000,00 = R$ 100,00 R$ 1.100,00
2°mês 10% de R$ 1.100,00 = R$ 110,00 R$ 1.210,00
3°mês 10% de R$ 1.210,00 = R$ 121,00 R$ 1.331,00
4°mês 10% de R$ 1.331,00 = R$ 133,10 R$ 1.464,10
Observe que:
• os juros e o montante, no fim do 1°mês, são iguais aos que seriam produzidos no regime de juros simples;
• cada novo montante é obtido calculando-se um aumento de 10% sobre o montante anterior, o que resulta em
aumentos sucessivos a uma taxa fixa de 10%;
• os juros vão se tornando maiores a cada mês, de modo que, após o 1°mês, a diferença entre um montante
calculado no regime de juros compostos ( Mc ) e o correspondente valor no regime de juros simples (MS) vai
se tornando cada vez maior (ver gráfico abaixo).
Dá-se o nome de capitalização ao processo de incorporação dos juros ao capital ou montante de uma
operação financeira. Contudo, é comum encontrarmos as expressões regime de capitalização simples e
regime de capitalização composta no lugar de regime de juros simples e regime de juros compostos,
respectivamente.
Freqüentemente encontraremos, nos enunciados dos problemas, outras expressões usadas para indicar o
regime de juros compostos:
• taxa composta de X% a.m. - indicando juros compostos com capitalização mensal;
• taxa de X% a.a. capitalizados semestralmente - indicando juros compostos e capitalização semestral;
• capitalização composta, montante composto - indicando o regime de juros compostos.
Montante no Regime de Juros Compostos
Como vimos acima, no regime de juros compostos, o montante ao fim de um determinado período resulta de
um cálculo de aumentos sucessivos. Então, sejam:
C= Capital aplicado
M = Montante da aplicação ao fim de n períodos
i = forma unitária da taxa efetiva da aplicação
n = número de períodos de capitalizações
Poderemos expressar o montante (M) em função dos outros três elementos do seguinte modo:
n
fatores n
i) (1 x C i) i)...x(1 i)x(1 (1 Cx M + · + + + ·
4 4 4 3 4 4 4 2 1
ou seja:
n
i) x(1 C M + · (fórmula fundamental)
68
Na fórmula apresentada acima, o montante está isolado. Mas poderemos calcular qualquer um dos quatro
elementos nela envolvidos desde que conheçamos os outros três e isolemos convenientemente o elemento a
ser calculado em cada caso.
Para poupar o trabalho algébrico necessário para isolar cada um dos outros três elementos da fórmula básica
dada acima, apresentamos a seguir os outros elementos também isolados:
i) (1 log
C
M
log
n 1
C
M
i
i) (1
M
C
n
n
+
· −
,
_

¸
¸
·
+
·
Se as duas últimas fórmulas lhe parecem assustadoras, não se desespere, pois felizmente existem as chama-
das tabelas financeiras que foram desenvolvidas justamente para livrá-lo das contas mais complicadas. Assim,
nós aprenderemos a consultar estas tabelas e poderemos trocar o trabalho mais pesado por umas poucas
multiplicações e divisões.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Um capital de R$ 200,00 foi aplicado em regime de juros compostos a uma taxa de 20% ao mês. Calcular o
montante desta aplicação após três meses.
Solução:
Resumindo os dados do problema, temos:
Capital - C = 200
Taxa - i = 20% = 0,2
Períodos de Capitalização - n = 3
Devemos calcular o montante:
M =CX(1+i)
n
Substituindo os elementos dados na fórmula do montante, obteremos:
M = 200 x (1+0,2)
3
M = 200 x (1,2)
3
M = 200 x 1,728 = 345,60
Ou seja, o montante da aplicação, após os três meses será de R$ 345,60.
2. Um comerciante consegue um empréstimo de R$ 60.000,00 que deverão ser pagos, ao fim de um ano,
acrescidos de juros compostos de 2% ao mês. Quanto o comerciante deverá pagar ao fim do prazo
combinado?
Solução:
São dados no enunciado:
C = 60.000
i = 2% = 0,02
n =12
Substituindo estes elementos na fórmula do montante, teremos
( )
43 42 1
tabela consultar
12
0,02 1 x 60.000 M + ·
A tabela 1 (ver pág. 111) nos mostra os resultados do cálculo de (1+ i )
n
, para diversos valores de i (que varia a
cada coluna) e de n (que varia a cada linha).
Em nosso caso, procuramos o resultado da potência no cruzamento da coluna que indica i = 2% com a linha que
indica n = 12, encontrando 1,26824.
69
Assim, a expressão do montante será dada por:
M = 60.000 x 1,26824 = 76.094,40
O comerciante deverá pagar, ao fim do prazo combinado, R$ 76.094,40.
3. Calcular o montante para um capital inicial de R$ 10.000,00 aplicado a juros compostos de 6% a.a. durante 8
anos e 4 meses.
Solução:
Primeiramente observaremos que o número de períodos não é inteiro.
8 anos e 4 meses = 8 anos +
3
1
de ano
Nesta situação o cálculo será feito usando-se uma técnica denominada de convenção linear que nos dará
uma aproximação bem razoável para o valor do montante composto procurado.
A técnica consiste em calcular o montante em duas etapas:
1ª etapa -Calcular o montante composto para o maior número possível de períodos inteiros;
2ª etapa - Acrescentar ao resultado da 1ª etapa os juros simples proporcionais àparte fracionária restante do
tempo de aplicação, calculados sobre o montante obtido na 1ª etapa do cálculo.
Assim, no nosso problema teremos:
1°- Cálculo do montante composto, àtaxa de 6% a.a., após os 8 anos:
M = 10.000 x (1,06)
8
(o resultado da potência
M = 10.000 x 1,59385 foi encontrado na
M = 15.938,50 tabela 1)
2°- Acréscimo dos juros simples proporcionais a
3
1
de ano:
Se em 1 ano...................... temos 6% de juros,
Então, em
3
1
de ano.............. teremos 2% de juros. (regra de três)
Portanto, o acréscimo de juros simples deverá ser de 2% sobre o montante da 1ª etapa e o montante final será:
M = 15.938,50 x (1,02) = 16.257,27
O montante procurado é, portanto, de R$ 16.257,27.
Observação:
•A técnica apresentada acima conduz a resultado idêntico ao encontrado com a aplicação da técnica conhecida
como interpolação linear (a menos de erros de aproximação, comuns nesta última), portanto não a
apresentaremos.
4. Calcular o capital que aplicado à taxa composta de 2% a.m. daria origem a um montante de R$ 3.656,97 ao
fim de 10 meses.
70
Solução:
São dados no problema:
M = 3.656,97
i = 2%=0,02
n = 10
Precisamos calcular o capital que, isolado a partir da fórmula fundamental, nos dará:
( )
n
i 1
M
c
+
·
Substituindo os dados do problema nesta expressão, teremos:
( )
000 3
21899 1
97 656 3
02 1
97 656 3
c
10
.
,
, .
,
, .
· · ·
Então, o capital procurado é de R$ 3.000,00.
5. Um capital de R$ 8.000,00 foi aplicado à taxa composta de 12% a.a., gerando um montante de
R$ 15.790,56. Determinar quanto tempo durou esta aplicação.
Solução:
1º -Usando uma tabela financeira
Substituindo os dados do problema na fórmula fundamental, teremos:
( )
3 2 1
?
. , .
n
1,12 x 000 8 56 790 15 ·
Podemos determinar o resultado da potência isolando-a:
( ) 97382 1
000 8
56 790 15
12 1
n
,
.
, .
, · ·
Agora, com o auxílio da tabela 1 procuramos o resultado da potência na coluna de 12%, encontrando-o na linha
referente a n = 6.
Concluímos, portanto, que a duração da aplicação foi de 6 anos.
2º -Usando logaritmos
Se as tabelas financeiras não fossem fornecidas, seria necessário empregarmos a fórmula que expressa o
número de períodos (n) em função dos outros elementos:
( )
( ) capítulo deste início no o apresentad já
i 1 log
C
M
log
n
+

,
_

¸
¸
·
Numa prova de concurso, esta situação poderia ser proposta basicamente de duas formas:
a) Seriam dados os valores prontos dos logaritmos de i. 1 de e
C
M
+
Neste caso, deveríamos dividir um valor pelo outro, como indicado na fórmula, para obter n.
b) As alternativas indicariam n em função de expressões com logaritmos.
Neste caso, a resposta correta seria aquela que apresentasse a expressão dada pela fórmula.
Restaria-nos apenas assinalar a alternativa correspondente.
6. Certa loja anunciou um aparelho de som por R$ 466,56 com pagamento somente após 60 dias da compra, sem
entrada. Porém, se o comprador resolvesse pagar àvista, o mesmo aparelho sairia por R$ 400,00. Calcular a taxa
mensal de juros compostos praticada pela loja.
71
Solução:
1°- Usando uma tabela financeira
Os dados do problema são:
C = 400
M = 466,56
n = 2 (60 dias = 2 meses)
Substituindo estes dados na fórmula fundamental, teremos:
466,56 = 400 x ( )
3 2 1
?
2
i 1+
Poderemos determinar o resultado da potência, isolando-a na expressão acima:
( ) 1664 1
400
56 466
i 1
2
,
,
· · +
Agora, com o auxílio da tabela 1 procuramos o resultado da potência na linha de n = 2, encontrando-o na
coluna referente a 8%.
Concluímos, assim, que a taxa mensal de juros compostos praticada pela loja é de 8%.
2°- Sem o uso de tabelas financeiras
Se as tabelas financeiras não fossem fornecidas, seria necessário empregarmos a fórmula que expressa a taxa
( i ) em função dos outros elementos:
1
C
M
i
n

,
_

¸
¸
· (apresentado no início deste capítulo)
Substituindo os dados do problema na fórmula, teríamos:
1 1664 1 1
400
466,56
i
2
2
− · − · ,
A única dificuldade, a partir deste ponto, seria o cálculo da raiz.
Numa prova de concurso, duas situações poderiam ocorrer a partir deste ponto:
a) O valor da raiz seria dado pronto, ao fim do enunciado do problema.
Então, bastaria efetuar a subtração final para termos a taxa na forma unitária (i = 0,08 )
b) As alternativas indicariam i em função de expressões com radicais.
Neste caso, a resposta correta seria aquela que apresentasse a expressão dada pela fórmula.
Restaria-nos apenas assinalar a alternativa correspondente.
Taxas Efetivas e Taxas Nominais
Quando a unidade de tempo indicada pela taxa de juros coincide com a unidade de tempo do período de
capitalização dizemos que a taxa é efetiva.
Exemplos:
taxa de 2% ao mês com capitalização mensal juros de 6% ao trimestre capitalizados trimestralmente
Nos enuncidados de problemas de juros compostos onde se dá a taxa efetiva, freqüentemente se omite o período
de capitalização, ficando subentendido que este é o mesmo indicado pela taxa.
Exemplos:
taxa de 2% ao mês - significando 2% ao mês, com capitalização mensal.
juros de 6% ao trimestre - significando 6% ao trimestre, com capitalização trimestral.
Entretanto, é comum encontrarmos também em problemas de juros compostos expressões como:
“juros de 72% ao ano, capitalizados mensalmente "
"taxa de 24% ao ano com capitalização bimestral"
72
Em tais expressões, observamos o que se convencionou chamar de taxa nominal que é aquela cuja unidade de
tempo não coincide com a unidade de tempo do período de capitalização.
Podemos entender a taxa nominal como uma "taxa falsa", geralmente dada com período em anos, que não
devemos utilizar diretamente nos cálculos de juros compostos, pois não produzem resultados corretos. Em seu
lugar devemos usar uma taxa efetiva.
Conversão da Taxa Nominal em Taxa Efetiva
A conversão da taxa nominal em taxa efetiva é feita ajustando-se o valor da taxa nominal proporcionalmente ao
período de capitalização. Isto pode ser feito com uma regra de três simples e direta.
Exemplos:
1. Um problema de juros compostos faz referência a uma taxa de juros de 72% ao ano com capitalizações
mensais. Qual deverá ser a taxa mensal que usaremos para calcular o montante?
Solução:
Como as capitalizações são mensais, devemos ajustar a taxa nominal anual de 72% para uma taxa mensal,
usando uma regra de três:
Se em 12 meses (1 ano) .........temos 72% de juros, então em 1 mês ..... teremos 72 ÷ 12 = 6% de juros
Portanto, a taxa nominal de 72% ao ano corresponde a uma taxa efetiva de 6% ao mês (i = 0,06).
2. Uma aplicação financeira paga juros compostos de 8% ao ano, capitalizados trimestralmente. Qual é a taxa de
juros efetiva trimestral praticada nesta aplicação?
Solução:
As capitalizações são trimestrais. Logo, devemos ajustar a taxa nominal anual de 8% para uma taxa trimestral,
usando uma regra de três:
Se em 12 meses (1 ano) ........ temos 8% de juros, então em 3 meses .....teremos 2% de juros (i = 0,02).
Portanto, a taxa efetiva praticada é de 2% ao trimestre.
EXERCÍCIO RESOLVIDO
1. Calcular o montante que resultará de um capital de R$ 5.000,00, ao fim de 2 anos, aplicado a juros
compostos de 32% ao ano com capitalização trimestral.
Solução:
Como a capitalização é trimestral, a taxa efetiva, bem como a duração da aplicação deverão ser indicadas em
trimestres.
taxa efetiva:
em 12 meses .............................................32%
em 3 meses .................................................8%
duração da aplicação:
2anos = 24 meses ÷ ÷ ÷ → ÷
· ÷ 8 3 24
8 trimestres ⇒ n = 8
Agora, resumindo os dados do problema, temos:
Capital .................................. C = 5.000
Taxa efetiva .......................... i = 8% = 0,08
Períodos de capitalização ...... n = 8
Devemos calcular o montante:
M = Cx (1+ i )
n
Substituindo os elementos dados na fórmula, obtemos:
M = 5.000 x (1,08)
8
M = 5.000 x 1,85093 (o resultado da potência foi
73
consultado na tabela 1 )
M = 9.254,65
Assim, concluímos que o montante procurado é de R$ 9.254,65
Equivalência de Taxas a Juros Compostos
Dizemos que duas taxas são equivalentes quando, aplicadas a capitais iguais, por prazos iguais, produzem
juros também iguais.
Exemplo:
Qual a taxa trimestral de juros compostos equivalente àtaxa composta de 20% a.m.?
Solução:
Pretendemos determinar uma taxa trimestral ( i t) equivalente a uma taxa mensal dada ( i m = 0,20).
Como 1 trimestre equivale a 3 meses, teremos 1 e 3 como expoentes:
( 1 + i t)
1
=(1+ i m)
3
( 1 + i ,)
1
= (1,20)
3
( 1 + i ,)
1
=1,728
Sendo assim, i t = 0,728 = 72,8%
Portanto, a taxa trimestral composta equivalente a 20% a.m. é 72,8%.
Taxa Real e Taxa Aparente
Consideremos que um banco tenha oferecido uma determinada aplicação pagando uma taxa efetiva de 10%
a.a. Se no mesmo período for registrada uma inflação da ordem de 6% a.a., então diremos que a taxa de
10% a.a. oferecida pelo banco não foi a taxa real de remuneração do investimento mas uma taxa aparente,
pois os preços, no mesmo período, tiveram um aumento de 6%.
Se compararmos o que ocorreria com dois investimentos de $100,00, o primeiro sendo remunerado àtaxa de
10% a.a. e o segundo recebendo apenas a correção monetária devida àinflação de 6% a.a., teremos:
Montante da aplicação a juros de 10%:
100,00 x 1,10 = 110,00
Montante da aplicação sujeita apenas àtaxa de correção monetária de 6%:
100,00 x 1,06 = 106,00
Se o investidor recebesse, ao fim do investimento exatamente $106,00 não teria havido ganho nenhum pois
o único acréscimo recebido teria sido o da correção monetária. Como o investidor recebeu $110,00, o seu
ganho real foi de $4,00 em relação a $106,00, ou seja:
...% , .. , 77 3 0377 0
106
4
· ·
Sejam as taxas unitárias e referentes a um mesmo prazo:
i R = a taxa real
i I = a taxa de inflação
i A = a taxa aparente
Poderíamos chegar ao mesmo resultado utilizando a relação:
(1 + i R) x (1 + i I) = (1 + i A)
(1 + i R) x (1 + 0,06) = (1 + 0,10)
(1 + i R) x 1,06 = 1,10
(1 + i R) = 1,10 ÷ 1,06
(1 + i R) = 1,0377...
i R = 0,0377... = 3,77...%
74
Observe que, ao contrário do que possa parecer a princípio, a taxa aparente i A não é igual àsoma da taxa
de inflação i I com a taxa real i R, mas sim:
i A = i I + i R + ( )
R I
i i ⋅
TESTES
1. (ESAF) Se para um mesmo capital, aplicado durante qualquer período de tempo maior do que zero e a
uma certa taxa, chamarmos:
M1- Montante calculado no regime de juros simples;
M2- Montante calculado no regime de juros compostos pela convenção exponencial;
M3 - Montante calculado no regime de juros compostos pela convenção linear.
Teremos:
a) M3 > M 1 para qualquer t > 0;
b) M3 = M 1 para qualquer 0 < t < 1;
c) M3 < M2 para qualquer t > 0, desde que não seja inteiro;
d) M3 < M2 quando t é inteiro;
e) M2 > M1 para qualquer t > 0.
2. (CEB – Contador – Superior - IDR-94) A aplicação de R$ 5.000,00 àtaxa de juros compostos de 20% a.m.
irá gerar, após 4 meses, o montante de:
a) R$10.358,00
b) R$10.368,00
c) R$10.378,00
d) R$ 10.388,00
3. (Metrô-Técnico em Contabilidade-2°G-IDR-94) Um investidor aplicou a quantia de R$ 20.000,00 àtaxa de
juros compostos de 10% a.m. Que montante este capital irá gerar após 3 meses?
a) R$ 26.420,00
b) R$ 26.520,00
c) R$ 26.620,00
d) R$ 26.720,00
4. (Metrô-Assistente Administrativo-2°G-IDR-94) Um capital de US$ 2.000,00, aplicado à taxa racional
composta de 5% a.m., em 1 ano produz um montante de quantos dólares? Dado: (1,05)
12
= 1,79586.
a) US$ 3.291,72
b) US$ 3.391,72
c) US$ 3.491,72
d) US$ 3.591,72
5. (ESAF) A aplicação de um capital de Cz$ 10.000,00, no regime de juros compostos, pelo período de três
meses, a uma taxa de 10% ao mês, resulta, no final do terceiro mês, num montante acumulado:
a) de Cz$ 3.000,00;
b) de Cz$13.000,00;
c) inferior a Cz$ 13.000,00;
d) superior a Cz$ 13.000,00;
e) menor do que aquele que seria obtido pelo regime de juros simples.
6. (ESAF) Se um capital cresce sucessiva e cumulativamente durante 3 anos, na base de 10% ao ano, seu
montante final é:
a) 30% superior ao capital inicial;
b) 130% do valor do capital inicial;
c) aproximadamente 150% do capital inicial;
d) aproximadamente 133% do capital inicial.
7. (TCDF-Analista de Finanças e Controle Externo-Superior-IDR/94) Um investidor aplicou a quantia de
CR$ 100.000,00 àtaxa de juros compostos de 10% a.m. Que montante este capital irá gerar após 4 meses?
a) CR$ 140.410,00
b) CR$ 142.410,00
c) CR$144.410,00
d) CR$ 146.410,00
8. (CEB - Contador- Superior-IDR-94) A caderneta de poupança remunera seus aplicadores àtaxa nominal
de 6% a.a., capitalizada mensalmente no regime de juros compostos. Qual é o valor do juro obtido pelo
capital de R$ 80.000,00 durante 2 meses?
a) R$ 801,00
b) R$ 802,00
c) R$ 803,00
d) R$ 804,00
75
9. (TCDF-Analista de Finanças e Controle Externo-Superior-IDR/94) No Brasil as cadernetas de poupança
pagam, além da correção monetária, juros compostos àtaxa nominal de 6% a.a., com capitalização mensal.
A taxa efetiva bimestral é então de:
a) 1,00025% a.b.
b) 1,0025% a.b.
c) 1,025% a.b.
d) 1,25% a.b.
10. (Banco Central/94-Superior) A taxa de 30% ao trimestre, com capitalização mensal, corresponde a uma
taxa efetiva bimestral de:
a) 20%
b) 21 %
c) 22%
d) 23%
e) 24%
11. (TCU - Analista de Finanças e Controle Externo) O preço de uma mercadoria é CR$ 2.400,00 e o
comprador tem um mês para efetuar o pagamento. Caso queira pagar àvista, a loja dá um desconto de 20%.
O mercado financeiro oferece rendimento de 35% ao mês.
Assinale a opção correta.
a) A melhor opção é o pagamento àvista,
b) Não há diferença entre as duas modalidades de pagamento.
c) No pagamento a prazo, o comprador lucra, no fim do mês, CR$ 192,00.
d) No pagamento a prazo, o comprador lucra, no fim do mês, CR$ 210,00.
e) No pagamento a prazo, o comprador lucra, no fim do mês, CR$ 252,00.
12. (AFTN/85) Uma pessoa aplicou Cr$ 10.000 a juros compostos de 15% a.a., pelo prazo de 3 anos e 8 me-
ses. Admitindo-se a convenção linear, o montante da aplicação ao final do prazo era de:
a) Cr$ 16.590
b) Cr$ 16.602
c) Cr$ 16.698
d) Cr$ 16.705
e) Cr$ 16.730
Obs.: (1,15)
3
= 1,5209
13. (AFTN/91) Uma aplicação é realizada no dia primeiro de um mês, rendendo uma taxa de 1% ao dia útil,
com capitalização diária. Considerando que o referido mês possui 18 dias úteis, no fim do mês o montante
será o capital inicial aplicado mais:
a) 20,324%
b) 19,6147%
c) 19,196%
d) 18,174%
e) 18%
14. (AFC-ESAF/93) Um título de valor inicial CR$ 1.000,00, vencível em um ano com capitalização mensal a
uma taxa de juros de 10% ao mês, deverá ser resgatado um mês antes do seu vencimento. Qual o desconto
comercial simples àmesma taxa de 10% ao mês?
a) CR$ 313,84
b) CR$ 285,31
c) CR$ 281,26
d) CR$ 259,37
e) CR$ 251,81
15. (AFTN/85) Um capital de Cr$ 100.000 foi depositado por um prazo de 4 trimestres àtaxa de juros de 10%
ao trimestre, com correção monetária trimestral igual àinflação. Admitamos que as taxas de inflação trimes-
trais observadas foram de 10%, 15%, 20% e 25% respectivamente. A disponibilidade do depositante ao final
do terceiro trimestre é de, aproximadamente:
a) Cr$ 123.065
b) Cr$ 153.065
c) Cr$ 202.045
d) Cr$ 212.045
e) Cr$ 222.045
16. (AFC-TCU/92) Um certo tipo de aplicação duplica o valor da aplicação a cada dois meses. Essa
aplicação renderá 700% de juros em:
a) 5 meses e meio;
b) 6 meses;
c) 3 meses e meio;
d) 5 meses;
e) 3 meses.
76
17. (AFTN/96) A taxa de 40% ao bimestre, com capitalização mensal, é equivalente a uma taxa trimestral de:
a) 60,0%
b) 66,6%
c) 68,9%
d) 72,8%
e) 84,4%
18. (AFTN/96) Uma empresa aplica $ 300 àtaxa de juros compostos de 4% ao mês por 10 meses. A taxa que
mais se aproxima da taxa proporcional mensal dessa operação é:
a) 4,60%
b) 4,40%
c) 5,00%
d) 5,20%
e) 4,80%
19. (CESPE/UnB - TCDF/AFCE/95) Para que se obtenha R$ 242,00, ao final de seis meses, a uma taxa de
juros de 40% a.a., capitalizados trimestralmente, deve-se investir, hoje, a quantia de:
a) R$ 171,43
b) R$ 172,86
c) R$ 190,00
d) R$ 200,00
e) R$ 220,00
20. (CESPE/UnB - TCDF/AFCE/95) Determinada quantia é investida àtaxa de juros compostos de 20% a.a.,
capitalizados trimestralmente. Para que tal quantia seja duplicada, deve-se esperar
a)
1,05 log
5 log
trimestres; log
b)
1,05 log
2 log
trimestres;
c)
1,2 log
5 log
trimestres;
d)
log1,2
2 log
trimestres;
e)
1,2 log
20 log
trimestres.
21. (CESPE/UnB - TCDF/AFCE/95) A renda nacional de um país cresceu 110% em um ano, em termos nomi-
nais. Nesse mesmo período, a taxa de inflação foi de 100%. O crescimento da renda real foi então de:
a) 5%
b) 10%n
c) 15%
d) 105%
e) 110%
22. (CESPE/UnB - TCU/AFCE/96) Acerca das taxas utilizadas em juros compostos, julgue os itens a seguir.
a) Capitalização composta é aquela em que a taxa de juros incide sempre sobre o valor obtido pela soma do
capital inicial e dos juros acumulados até o período anterior.
b) Duas taxas referentes a períodos distintos de capitalização são equivalentes, quando produzem o mesmo
montante no final de determinado período de tempo, pela aplicação de um mesmo capital inicial.
c) Quanto maior o número de capitalizações, maior é a taxa efetiva.
d) Para uma mesma taxa nominal, pagamentos de menor periodicidade implicam uma taxa efetiva mais
elevada.
e) A taxa efetiva de 21% ao ano corresponde àtaxa nominal anual de 20%, capitalizadas semestralmente.
23. (TCU-AFCE/92) Deseja-se comprar um bem que custa X cruzeiros, mas dispõe-se apenas de 1/3 desse
valor. A quantia disponível é, então, aplicada em um Fundo de Aplicações Financeiras, àtaxa mensal de 26%,
enquanto que o bem sofre mensalmente um reajuste de 20%. Considere as aproximações: log 3 = 0,48; log 105
= 2,021; log 0,54 = -0,27.
Assinale a opção correta.
a) Ao final do primeiro ano de aplicação, o bem poderá ser adquirido com o montante obtido.
b) O número n de meses necessários para o investimento alcançar o valor do bem é dado pela fórmula: X/3 + n
0,26 X/3 = X + n 0,2X
c) O número mínimo de meses de aplicação necessários a aquisição do bem será 23.
77
d) Decorridos 10 meses, o montante da aplicação será 40% do valor do bem naquele momento.
e) O bem jamais poderá ser adquirido com o montante obtido.
24. (CESPE/UnB - Senado Federal/96) Acerca de uma aplicação realizada na mesma data e referente a dois
capitais (C1 e C2) de valores iguais, pelo prazo de um ano, capitalizados semestralmente, à taxa nominal de
42% ao ano, para o capital C1, e àtaxa efetiva de 21 % ao ano, para o capital C 2, julgue os itens abaixo.
a) A taxa nominal, para a aplicação do capital C2 , é

igual a 20% ao ano.
b) A taxa de capitalização semestral do capital C1, é igual a 20%.
c) A taxa de capitalização semestral do capital C1, é exatamente o dobro da taxa de capitalização semestral do
capital C2.
d) O montante do capital C1 é 21% maior que o montante do capital C2, no prazo estabelecido para a aplicação.
e) Se apenas o capital C2 for reaplicado por mais um ano, àmesma taxa estabelecida, o montante de C 2 (ao
final do 2°ano de aplicação) será igual ao montante de C1, (ao final do 1°ano de aplicação).
DESCONTO RACIONAL COMPOSTO
Considere um título com valor nominal N, vencível em n períodos e um valor atual A que produz um montante
igual a N quando aplicado por n períodos a uma taxa composta de i por período:
A x (1 + i )
n
= N
Denomina-se desconto racional composto àtaxa i , com n períodos de antecipação, àdiferença entre o valor
nominal (N) e o valor atual (A) do título, conforme definidos anteriormente.
D = N – A
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Determinar o desconto racional composto sofrido por um título cujo valor nominal é de R$16.872,90,
se a taxa de juros compostos for de 4% a.m. e ele for descontado 3 meses antes do seu vencimento.
Solução:
São dados no problema:
N = 16.872,90 i = 0,04a.m. n = 3 meses
Substituindo os dados na fórmula, temos:
A x (1,04)
3
= 16.872,90
A x 1,12486 = 16.872,90
00 000 15
12486 1
16.872,90
A , .
,
· ·
Portanto, o desconto é de R$ 1.872,90.
2. Um título foi pago dois meses antes do seu vencimento, obtendo, assim, um desconto racional
composto àtaxa de 20% a.m. Sendo de R$1.728,00 o valor nominal do título, quanto foi pago por ele?
Solução:
Temos: N = 1.728, i = 0,2 a.m. e n = 2
A x (1,2)
2
= 1.728
A x 1,44 = 1.728
A = 1.728 ÷ 1,44 = 1.200
Portanto, o valor pago pelo título foi de R$ 1.200,00.
TESTES
1. (CEB -Contador- Superior-IDR-94) Antecipando em dois meses o pagamento de um título, obtive um
desconto racional composto, que foi calculado com base na taxa de 20% a.m. Sendo R$ 31.104,00 o
valor nominal do título, quanto paguei por ele?
a) R$ 21.600,00
b) R$ 21.700,00
c) R$ 21.800,00
d) R$ 21.900,00
78
2. (TCDF-Analista de Finanças e Controle Externo-Superior-IDR/94) Uma empresa tomou emprestada
de um banco, por 6 meses, a quantia de CR$ 1.000.000,00 à taxa de juros compostos de 19,9% a.m. No
entanto, 1 mês antes do vencimento a empresa decidiu liquidar a dívida. Qual o valor a ser pago, se o
banco opera com uma taxa de desconto racional composto de 10% a.m.?
Considere 1,199
6
= 2,97.
a) CR$ 2.400.000,00
b) CR$ 2.500.000,00
c) CR$ 2.600.000,00
d) CR$ 2.700.000,00
3. (ESAF) Uma empresa descontou uma duplicata de Cr$ 500.000,00, 60 (sessenta) dias antes do vencimento,
sob o regime de desconto racional composto. Admitindo-se que o banco adote a taxa de juros efetiva de 84%
a.a., o líquido recebido pela empresa foi de (desprezar os centavos no resultado final):
a) Cr$ 429.304,00
b) Cr$ 440.740,00
c) Cr$ 446.728,00
d) Cr$ 449.785,00
e) Cr$ 451.682,00
Obs.:
10697115 1 84 1
1646742 1 84 1
22538514 1 84 1
6
4
3
, ,
, ,
, ,
·
·
·
4. (ESAF) João tem um compromisso representado por 2 (duas) promissórias: uma de Cr$ 200.000,00 e outra
de Cr$ 150.000,00, vencíveis em quatro e seis meses, respectivamente. Prevendo que não disporá desses
valores nas datas estipuladas, solicita ao banco credor a substituição dos dois títulos por um único a vencer em
10 (dez) meses. Sabendo-se que o banco adota juros compostos de 5% a.m., o valor da nova nota promissória
é de (desprezar os centavos no resultado final):
a) Cr$ 420.829,00
b) Cr$ 430.750,00
c) Cr$ 445.723,00
d) Cr$ 450.345,00
e) Cr$ 456.703,00
5. (AFTN/85) Uma letra de câmbio no valor de Cr$ 800.000, com vencimento daqui a 3 anos, deve ser
substituída por duas letras de câmbio, de mesmo valor nominal cada, com vencimentos daqui a 2 anos e 5 anos
respectivamente. Calcular o valor nominal das novas letras, sabendo-se que a taxa de juro composto utilizada é
de 8% ao semestre e a taxa de juro composto do desconto é de 10% ao semestre.
a) Cr$ 511.305
b) Cr$ 311.305
c) Cr$ 433.382
d) Cr$ 411.305
e) Cr$ 382.433
6. (AFTN/91) Um "comercial paper" com valor de face de US$ 1,000,000.00 e vencimento daqui a três anos
deve ser resgatado hoje a uma taxa de juros compostos de 10% ao ano e considerando o desconto racional,
obtenha o valor do resgate.
a) US$ 751,314.80
b) US$ 750,000.00
c) US$ 748,573.00
d) US$ 729,000.00
e) US$ 700,000.00
7. (TCDF) Uma empresa estabelece uni contrato de "leasing" para o arrendamento de um equipamento e
recebe como pagamento uma promissória no valor nominal de $ 1.166.400,00, descontada dois meses antes
de seu vencimento, àtaxa de 8% a.m. Admitindo-se que foi utilizado o sistema de capitalização composta, o
valor do desconto racional será de:
a) $194.089,00
b) $186.624,00
c) $ 166.400,00
d) $ 116.640,00
DESCONTO COMERCIAL COMPOSTO
Dado um título de valor nominal N, denominamos desconto comercial composto para n períodos de
antecipação e a uma taxa de d% ao período ao abatimento ocasionado por n descontos sucessivos de d%
calculados a partir do valor nominal do título, N.
79
Podemos representar o desconto comercial composto pelo seguinte esquema:
VALOR DESCONTOS SUCESSIVOS VALOR
LíQUIDO NOMINAL
Exemplo:
Um título de R$ 1.000,00 deve ser resgatado três meses antes do seu vencimento, pelo critério do desconto
comercial composto e a uma taxa de 10% a.m.
O valor líquido pelo qual o título será resgatado é:
Como o valor nominal era R$ 1.000,00 mas foi resgatado por R$ 729,00 então o valor do desconto foi de:
$ 1.000,00 - $ 729,00 = $ 271,00
Observação:
O valor líquido ao final dos três descontos sucessivos poderia ser calculado multiplicando-se o valor nominal do
título três vezes por 0,90 (pois 100% - 10% = 90%)
$ LÍQUIDO = $ 1.000 x 0,9 x 0,9 x 0,9
$ LÍQUIDO = $ 1.000 x (0, 9)
3
= $ 1.000 x 0,729 = $ 729,00
Valor Líquido no Desconto Comercial Composto
Generalizando o procedimento que descrevemos no exemplo anterior, podemos dizer que um título de valor
nominal N descontado pelo critério do desconto comercial composto, n períodos antes do seu vencimento e
a uma taxa igual a i por período apresentará um valor líquido L igual a:
L = N x (1 - i )
n
Exemplo:
Um título de R$ 2.000,00 será resgatado três anos antes do seu vencimento pelo critério do desconto composto
comercial à taxa de 20% a.a. com capitalizações semestrais. Qual será o valor líquido? (dado: (0,9)
6
=
0,531441)
Solução:
taxa (nominal): 20% a.a. taxa efetiva: 10% a.a.
capitalizações: semestrais i = 0,10
prazo de antecipação = 3 anos = 6 semestres ⇒ n = 6
L = 2.000 x (1 - 0,10)
6
L = 2.000 x (0,9)
6
L = 2.000 x 0,531441
L = 1.062,882 ≅ 1.062,88
Observação: Os valores de (1 - i )
n
normalmente não são tabelados. Assim as questões relativas a desconto
comercial composto usualmente fornecem o resultado da potência.
Equivalência entre os Taxas de Desconto Racional e Comercial Compostos
Duas taxas de desconto são equivalentes se e somente se produzem descontos iguais quando aplicadas
a um mesmo título e por igual prazo de antecipação.
Considerando o mesmo período de capitalização para uma taxa i R de desconto racional e uma outra i C de
desconto comercial, poderemos afirmar que a equivalência entre i R e i C nos dará:
Dc = DR
N - Dc = N - DR
Lc

= LR
n
R
n
c
) i (1
N
) i - (1 N
+
· ⋅
80
dividindo os dois membros por N e multiplicando-os por (1 + i R)
n
, teremos:
(1 - i C)
n
.

(1 +i R)
n
= 1
finalmente, calculando a raiz n-ésima de cada membro, encontraremos:
1 ) i (1 ) i - (1
1 ) i (1 i - (1
R c
n n n
R
n
c
· + ⋅
· + ⋅ )
Exemplo:
Determinar a taxa mensal de desconto racional equivalente àtaxa de desconto comercial de 20% a.m. i c =20
a.m. 25 25 0 i 25 1
8 0
1
i 1
1 0,8 ) i (1
1 0,20) - (1 ) i (1
? i
20 i
R R
R
R
R
C
% , ,
,
· · ⇒ · · +
· ⋅ +
· ⋅ +
¹
;
¹
·
·
TESTES
1. Um título de R$ 5.000,00 será descontado 2 meses antes do vencimento pelo critério de desconto comercial
àtaxa de 60% a.a. com capitalização mensal. O valor do desconto será:
a) R$ 487,50
b) R$464,85
c) R$ 512,50
d) R$ 4.512,50
e) R$4.535,15
2. Considerando que uma mesma taxa i seja utilizada para determinação dos descontos compostos racional,
DR, e comercial, DC, de um mesmo título e para um mesmo prazo de antecipação, pode-se afirmar que:
a) DC = DR para qualquer prazo
b) DC ≥ DR para qualquer prazo
c) DC ≤ DR para qualquer prazo
d) dependendo do prazo, podem ocorrer DC > DR, Dc < DR e DC = DR
e) para prazos menores que 1 período de capitalização tem-se DC < DR
3. Uma duplicata de R$ 3.000,00 deverá ser descontada 3 anos antes do seu vencimento a uma taxa de 25%
a.a. pelo critério do desconto racional composto. Qual seria a taxa anual a ser adotada para obter-se um
desconto igual pelo critério de desconto comercial composto?
a) 33,3% a.a.
b) 28% a.a.
c) 25% a.a.
d) 20% a.a.
e) 18% a.a.
4. (CESPE/UnB - TCDF/AFCE/95) Uma duplicata, no valor de R$ 2.000,00, é resgatada dois meses antes do
vencimento, obedecendo ao critério de desconto comercial composto. Sabendo-se que a taxa de desconto é de
10% ao mês, o valor descontado e o valor do desconto são, respectivamente, de:
a) R$ 1.600,00 e R$ 400,00
b) R$ 1.620,00 e R$ 380,00
c) R$ 1.640,00 e R$ 360,00
d) R$ 1.653,00 e R$ 360,00
e) R$ 1.666,67 e R$ 333,33
EQUIVALÊNCIA COMPOSTA DE CAPITAIS
FLUXOS DE CAIXA
Fluxos de caixa são os pagamentos e/ou recebimentos envolvidos em certa transação financeira e conside-
rados ao longo de determinado intervalo de tempo.
Muitas situações do nosso dia-a-dia envolvem fluxos de caixa.
81
Exemplo: Em uma conta corrente bancária, a sucessão de débitos e créditos ocorridos em determinado mês é
uma seqüência de fluxos de caixa.
DIAGRAMAS DE FLUXOS DE CAIXA
Com o objetivo de facilitar a visualização dos fluxos de caixa que compõem determinada transação financeira,
usamos o diagrama de fluxos de caixa.
Um diagrama de fluxos de caixa é um retrato de um problema financeiro que mostra as entradas e saídas de
valores, ao longo do intervalo de tempo considerado para situação.
Os diagramas de fluxos de caixa podem representar qualquer situação prática onde ocorram fluxos (entradas /
saídas) de caixa. Assim, desenhar um diagrama de fluxos de caixa é o primeiro passo que devemos dar para
resolver um problema financeiro.
Diagrama de Fluxos de Caixa
No diagrama de fluxos de caixa representado anteriormente foram usadas algumas convenções que iremos usar
como padrões:
• O eixo horizontal representa o intervalo de tempo envolvido na situação sob análise e é sempre dividido em
períodos de tempo iguais.
Usa-se, preferencialmente, o prazo de capitalização.
• As flechas para cima representam fluxos de caixa positivos, isto é, dinheiro recebido, resgatado, dinheiro
entrando, fluindo para dentro da instituição.
• As flechas para baixo representam fluxos de caixa negativos, ou seja, dinheiro pago, investido, dinheiro saindo,
fluindo para fora da instituição.
• Onde não existem flechas desenhadas não há ocorrência de fluxos de caixa.
• Sempre que dois ou mais fluxos de caixa ocorrerem ao mesmo tempo (no mesmo ponto da linha de tempo do
diagrama) será considerado o seu valor líquido (soma ou diferença deles).
Exemplos de Fluxos de Caixa
1. Uma pessoa investiu R$ 600,00 numa modalidade de aplicação que pagava juros capitalizados mensalmente,
obtendo, após 6 meses, um montante de R$ 750,00.
2. Uma pessoa planeja depósitos mensais de R$ 100,00 em uma caderneta de poupança, sendo o primeiro
depósito feito logo no início do primeiro mês, o segundo no início do segundo mês, e assim sucessivamente, até o
quinto depósito e deseja prever qual será o montante que terá naquele momento.
82
3. Uma loja oferece duas opções de pagamento ao vender determinado bem:
- pagamento àvista no valor de R$ 500,00 ou
- pagamento em 6 parcelas mensais de R$ 100,00, vencendo a primeira na data da compra.
EQUIVALÊNCIA DE CAPITAIS - O Problema Fundamental do Análise financeira
Freqüentemente todos nós vivemos situações onde devemos escolher entre duas ou mais alternativas de
pagamento ou de investimento.
É claro que, diante destas situações, procuramos escolher a opção que nos seja mais vantajosa. No entanto, a
grande maioria das pessoas faz a sua opção movida por critérios emocionais, influenciados por aparências e pelo
conforto do raciocínio simplista, em vez de usar critérios racionais apoiados na solidez dos resultados de uma
análise financeira escrupulosa.
O resultado da opção ditada pelos critérios emocionais é quase sempre desastroso, implicando em diminuição dos
rendimentos ou até mesmo em sérios prejuízos.
Entre os métodos capazes de nos auxiliar na escolha racional da melhor alternativa para uma transação finan-
ceira, o da comparação dos valores atuais é provavelmente o mais difundido.
Capitais Equivalentes
Dois conjuntos de capitais, com datas diferentes, são ditos equivalentes quando, transportados para uma mesma
data e a uma mesma taxa de juros, produzirem, nesta ,data, valores iguais.
A data para a qual os capitais são transportados é denominada data focal.
Exemplo:
Certo título tem valor nominal de R$ 10.000,00 e vencimento dentro de quatro meses. Qual o valor pelo qual ele
deverá ser resgatado hoje, se a taxa de juros considerada é de 1 % a.m. ?
Solução:
Inicialmente, construímos o diagrama de fluxos de caixa correspondente:
Como a data focal é anterior àdata do título, devemos fazer uma descapitalização:
9.609,80
040604 1
10.000,00
0,01) (1
10.000,00
VA
4
≅ ·
+
·
,
Isto significa que os R$ 10.000,00 com vencimentos dentro de 4 meses são equivalentes aos R$ 9.609,80 com
vencimento imediato.
Portanto, o título deverá ser resgatado por R$ 9.609,80.
Fluxos de Caixa Equivalentes
Dois fluxos de caixa são ditos equivalentes quando, ao transportarmos para uma mesma data e àmesma taxa de
juros as entradas e saídas de cada um deles, as somas dos valores presentes encontrados for a mesma nos dois
fluxos.
Exemplo:
Uma dívida deve ser resgatada em 4 meses por R$ 2.431,02. Entretanto, o devedor sugere a quitação da mesma
em dois pagamentos, sendo o primeiro deles, daqui a três meses, de R$ 1.157,63 e o segundo, três meses
depois, de R$ 1.340, 10.
83
Mostrar que o plano de pagamento proposto pelo devedor é equivalente ao original se considerarmos uma taxa de
juros compostos de 5% a.m.
Solução:
Vamos transportar para a data focal zero cada um dos valores a serem pagos:
1º Fluxo (do plano original):
Como desejamos "voltar no tempo" por 4 meses o valor dado, faremos uma descapitalização:
M = C x (1+0,05)
4
2.431,02 = C x 1.21551
00 000 2
21551 1
2.431,02
C , .
,
· ·
2º Fluxo (do plano sugerido pelo devedor):
Transportando os valores dos dois pagamentos para a data focal zero, teremos:
2.000,00 B A
00 000 1
1,34010
1.340,10
B 00 000 1
1,15763
1.157,63
A
1,34010 B 1.340,10 1,15763 A 1.157,63
0,05) (1 B M 0,05) (1 A M
6
B
3
A
· +
· · · ·
⋅ · ⋅ ·
+ ⋅ · + ⋅ ·
, . , .
Como a soma dos capitais do segundo fluxo na data focal zero é igual ao capital do primeiro, na mesma data,
podemos dizer que os dois financiamentos são equivalentes.
Atenção: No regime de juros compostos a escolha da data focal não altera a equivalência. Podemos, assim, optar
pela data mais conveniente para os cálculos de cada problema.
Exemplo: Na situação proposta no exemplo anterior, verificar que os dois planos são equivalentes utilizando a
data focal 6.
Solução:
Vamos transportar para a data focal 6 todos os valores a serem pagos em cada um dos dois fluxos e
compará-los:
1°Fluxo:
84
2°Fluxo:
Para que os dois fluxos sejam equivalentes na data 6 é preciso que a soma dos capitais de primeiro fluxo na
data 6 seja igual àsoma dos capitais do segundo fluxo nesta mesma data:
A = 1.340,10 + B (equação de equivalência)
Calculando os valores A e B teremos:
A = 2.431,02 x (1,05)
2
B = 1.157,63 x (1,05)
3
A = 2.431,02 x 1,1025 B = 1.157,63 x 1,157625
A = 2.680,20 B = 1.340,10
Substituindo os valores encontrados para A e B na equação de equivalência, podemos observar que eles a
satisfazem:
A = 1.340,10 + B
2.680,20 = 1.340,10 + 1.340,10
2.680,20 = 2.680,20
Portanto, podemos concluir que os dois fluxos de caixa são equivalentes para a data 6.
Taxa Interna de Retorno
Taxa interna de retorno de um fluxo de caixa é uma taxa de juros que iguala o valor atual de todas as
entradas com o valor atual de todas as saídas de caixa.
Os fluxos de caixa podem admitir várias, uma única, ou nenhuma taxa interna de retorno.
Exemplos:
1) O fluxo composto por uma entrada de $1.000,00 no fim do primeiro mês, uma saída de $2.300,00 no fim
do segundo mês e uma entrada de $1.320,00 no fim do terceiro mês, tem duas taxas internas de retorno
distintas (10% a.m. e 20% a.m. - verifique!).
2) O fluxo composto por uma saída de $1.100,00 no início do primeiro mês, uma entrada de $2.210,00 no
início do segundo mês e uma saída de $1.100,00 no início do terceiro mês, tem uma única taxa interna de
retorno (10% a.m.).
3) O fluxo composto por uma entrada de $1.000,00 no início do primeiro mês, uma saída de $2.000,00 no fim
do primeiro mês e uma entrada de $2.000,00 no fim do segundo mês, não tem taxa interna de retorno
(tente provar).
No caso da compra de um bem com pagamento financiado em n prestações (uma entrada e n saídas), a taxa
interna de retorno corresponde àtaxa de juros do financiamento, pois a soma dos valores atuais de todas as
parcelas deverá ser exatamente igual ao valor atual do financiamento.
TESTES
1. (ESAF) Dois esquemas financeiros são ditos equivalentes, a uma determinada taxa de juros, quando apre-
sentam:
a) os mesmos valores de aplicações nas datas iniciais e aplicações diferenciadas nas demais datas, sendo
equivalentes as taxas de juros de aplicação;
b) o mesmo valor atual, em qualquer data, àmesma taxa de juros;
c) a mesma soma de pagamentos nos seus perfis de aplicação;
d) o mesmo prazo total para suas aplicações.
2. (TCU - Analista de Finanças e Controle Externo) A empresa X paga, a cada de seus funcionários, salário
de Cr$ 10.000.000,00, com reajuste mensal de 10%. A empresa Y paga salário de Cr$ 14.400.000,00, com
reajuste semestral de 60%. Indique o número de semestres após os quais o salário na empresa Y começará
a ser menor que na empresa X. Utilize as aproximações: log 1,44 = 0,16; log 1,1 = 0,04; log 1,6 = 0,2.
a) Seis.
b) Cinco.
c) Quatro.
d) Três.
85
e) Essa possibilidade jamais ocorrerá.
f) Desconheço a resposta correta.
3. (ESAF) Sejam dois títulos com as seguintes características:
A) um certificado de depósito a prazo, de Cz$ 50.000,00, efetuado 17 meses atrás, que rende juros compos-
tos de 4% ao mês. Os rendimentos são tributados em 8% (Imposto de Renda) no ato do resgate;
B) uma promissória de Cz$ 112.568,00, vencível de hoje a 7 meses, que pode ser resgatada mediante des-
conto racional composto de 5% ao mês.
Os dois títulos, se resgatados hoje, desprezados os centavos, valem:
a) Cz$169.603
b) Cz$173.603
c) Cz$177.395
d) Cz$181.204
e) Cz$185.204
4. (Banco Central/94-Superior) Tomei emprestados CR$ 1.000.000,00 a juros compostos de 10% ao mês.
Um mês após o empréstimo, paguei CR$ 500.000,00 e dois meses após esse pagamento, liquidei a dívida. O
valor desse último pagamento foi de:
a) CR$ 660.000,00
b) CR$ 665.500,00
c) CR$ 700.000,00
d) CR$ 726.000,00
e) CR$ 831.000,00
5. (Metrô-Assistente Administrativo-2°G-IDR-94) Um comerciante deve dois títulos, ambos com o mesmo
valor nominal de CR$ 100.000,00. O vencimento do primeiro ocorre dentro de 2 meses e o do segundo, em 4
meses, mas ele deseja substituir ambos os títulos por um outro, com vencimento em 3 meses.
Se o banco que realizará esta transação opera com uma taxa racional composta de 25% a.m., qual será o
valor do novo título?
a) CR$ 200.000,00
b) CR$ 205.000,00
c) CR$ 210.000,00
d) CR$ 215.000,00
6. (Banco Central/94-Superior) Considere o fluxo de caixa abaixo:
Período 0 1 2 (Ano)
Valor -100 80 X (Milhares de URVs
O valor de x para o qual a taxa interna de retorno anual é igual a 10% é:
a) 25
b) 26
c) 28
d) 30
c) 33
ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTO
Testes
1. (CESPE/Espec. de Assist. àEduc.-FEDF/96) Uma escola oferece as seguintes opções para o pagamento
da taxa de matrícula, quando efetuada no dia 5 de dezembro:
I - desconto de 10% para pagamento àvista
II - pagamento em duas vezes, sendo 50% no ato da renovação da matrícula e 50% um mês após, isto é, no dia 5
de janeiro.
Um pai de aluno não quer ter lucro nem prejuízo, optando por qualquer uma das duas modalidades de
pagamento, no ato da renovação de matrícula. Para tanto, se optar por II, deve investir a diferença entre os
valores que seriam pagos em 5 de dezembro, nas modalidades I e II , em uma aplicação financeira com uma
taxa mensal de rendimento de:
a) 5%
b) 10%
c) 20%
d) 25%
e) 30%
2. (CESPE/PMDF/96) O preço de um televisor de 20 polegadas da marca Alpha é R$ 400,00. O vendedor
propõe a um comprador as seguintes alternativas de pagamento:
I - pagamento em 30 dias, com acréscimo de 5% sobre o preço de tabela.
II - pagamento àvista, com 4% de desconto sobre o preço de tabela.
86
Considere X como sendo a diferença entre os preços do televisor para pagamento em 30 dias e para paga-
mento àvista. Assim, X representa uma porcentagem do preço àvista do televisor igual a:
a) 9%
b) 9,25%
c) 9,375%
d) 9,5%
e) 9,725%
3. (CESPE/Aux. de Admin. - NOVACAP/96) Paulo quer comprar um refrigerador e tem as seguintes alternati-
vas:
I - àvista, por R$ 900,00;
II - em duas prestações mensais e iguais a R$ 500,00, vencendo a primeira no ato da compra;
III - em três prestações mensais e iguais a R$ 350, 00, vencendo a primeira no ato da compra.
Supondo que ele possa aplicar o dinheiro a uma taxa de 4% ao mês, assinale a opção que indica as formas de
pagamento, em ordem crescente de vantagem para Paulo:
a) I - II - III
b) II - I - III
c) III - I - II
d) III - II - I
e) II - III - I
4. (CESPE/Assist. Admin. - NOVACAP/96) Fernando possui uma quantia suficiente para adquirir um aparelho
de som, mas a loja oferece três formas diferentes de pagamento:
I - àvista, com 20% de desconto;
II - em duas prestações mensais e iguais, com 10% de desconto, vencendo a primeira um mês após a
compra;
III - em três prestações mensais e iguais, sem desconto, vencendo a primeira no ato da compra.
Admitindo que a taxa de rendimento das aplicações financeiras seja de 3% ao mês, assinale a opção que indica
as escolhas que Fernando pode fazer, em ordem decrescente de vantagem para ele, isto é, da mais vantajosa
para a menos vantajosa:
a) l - II - III
b) I - III - II
c) II - III - I
d) III - I - II
e) III - II - I
5. (CESPE/UnB - TCU/AFCE/95) Julgue os itens que se seguem.
a) Um bem pode ser adquirido por 100 reais àvista ou em 2 (duas) prestações fixas de 60 reais, a primeira
devida no ato da compra. Para o comprador, a segunda opção será melhor que a primeira somente quando a
taxa de juros mensal for maior que 50%.
b) Pressupondo que o mercado imobiliário esteja em equilíbrio e que a taxa de juros real seja de 10% ao ano e
seja constante, o proprietário de um imóvel que conseguir 1.200 reais, líquidos, de aluguel por ano, terá
prejuízo se vender seu imóvel por quantia inferior a 122.000 reais (Considere que o aluguel possa manter-se
constante durante toda a vida do proprietário).
c) Será indiferente, para um investidor, uma aplicação, com vencimento em 2 (dois) anos, que lhe renda juros
simples anuais de 10% e outra, com idêntico prazo de maturação, que lhe renda juros compostos de 8% ao
ano, capitalizados anualmente.
d) Se em dado momento a importância de 100 reais é aplicada a juros compostos de 4% ano a ano, ca-
pitalizados anualmente, ao final de 2 (dois) anos terá rendido a importância de 8,16 reais de juros.
e) Um demógrafo deseja determinar em que ano a população de certo país dobrará. Pressupondo que a taxa
de crescimento demográfico seja constante e igual a 2% anuais, o demógrafo terá de calcular o valor da
razão
2 log
(1,02) log
6. (CESPE/UnB - Senado Federal/96) Uma alternativa de investimento possui um fluxo de caixa com um
desembolso de R$ 10.000,00, no início do primeiro mês, outro desembolso, de R$ 5.000,00, ao final do
primeiro mês, e duas entradas líquidas mensais de R$ 11.000,00 e R$ 12.100,00, no final do segundo e do
terceiro meses, respectivamente. Considerando uma taxa nominal de juros de 120% ao ano, julgue os itens a
seguir.
a) As taxas anuais, tanto efetivas quanto nominais, têm o mesmo significado e assumem valores iguais
quando se trata de fluxo de caixa.
b) Os valores atuais de entradas líquidas, no fim do primeiro mês, somam R$ 20.000,00.
c) A soma dos montantes dos desembolsos, no fim do terceiro mês, é exatamente igual a R$ 19.000,00.
d) O valor atual do fluxo de caixa, no fim do primeiro mês, é igual a R$ 4.000,00.
e) No fim do terceiro mês, o montante do fluxo de caixa é negativo.
87
RENDAS CERTAS
Denominamos renda àsucessão de valores R 1, R2, R3, ... usados para constituir-se um capital ou para paga-
mento parcelado de uma dívida. Cada um dos valores R chama-se termo ou parcela.
As rendas podem ser classificadas sob diversos aspectos:
1. Quanto ao número de termos:
renda temporária - o número de termos é finito.
renda perpétua - o número de termos é infinito.
2. Quanto ao valor de cada termo:
renda constante - os valores dos termos são todos iguais.
renda variável - os valores dos termos não são todos iguais.
3. Quanto àperiodicidade dos seus termos:
renda periódica - quando os pagamentos ocorrem a intervalos de tempo iguais.
renda não-periódica - quando os pagamentos não ocorrem a intervalos de tempo iguais.
4. Quanto àdata de vencimento do primeiro termo:
TIPO DE
RENDA
VENCIMENTO
DO 1º TERMO
EXEMPLO
ANTECIPADA
No dia da compra
ou na assinatura
do contrato.
Compra de um
bem financiado
em 4 prestações
mensais devendo
a 1ª prestação
ser paga no dia
da compra (en-
Trada).
POSTECIPADA
(OU IMEDIATA)
No fim do primeiro
período, a contar
da data da compra
ou da assinatura
do contrato.
Compra de um
bem financiado
em 6 prestações
mensais, vencen-
do a 1ª prestação
1 mês após a data
da compra.
DIFERIDA
(OU COM
CARÊNCIA)
Apor certo número
de períodos a con-
tar da data da com-
pra ou do contrato.
Compra de um
bem financiado
em prestações
mensais, vencen-
do a 1ª prestação
6 meses após a
compra.
Neste tópico limitaremos o nosso estudo às rendas certas, ou seja, aquelas que sejam temporárias,
constantes e periódicas.
Quando o enunciado de um problema não deixar claro o tipo da renda em relação ao vencimento do primeiro
termo, assumiremos a renda como postecipada por tratar-se do tipo mais freqüente.
CAPITALIZAÇÃO (OU ACUMULAÇÃO DE CAPITAL)
I - Rendas Postecipadas
Consideremos uma renda postecipada (1ª parcela no fim do 1°mês) composta por três parcelas mensais de
R$ 100,00 sujeitas a juros compostos de 5% a.m. conforme ilustra o diagrama de fluxos de caixa abaixo:
O capital acumulado ao fim do terceiro mês será:
1ª parcela: 100 x (1,05)
2
= 110,25
2ª parcela: 100 x (1,05) = 105,00
3ª parcela:100 = 100.00
capital acumulado............................... 315,25
88
As parcelas mais antigas foram acumulando mais juros de modo que estas parcelas, acrescidas dos seus
respectivos juros e postas em ordem crescente uma a uma formaram uma progressão geométrica (P.G.) que
tem o valor da parcela, R$ 100,00, como seu primeiro termo e 1 + i = 1,05 como razão.
O capital acumulado ao fim do terceiro mês é, portanto, a soma S dos três termos desta P.G. e poderia ser
calculado em função do valor da parcela (R = 100), da razão da P.G. (1 + i = 1,05) e do número de termos
(n = 3) pela expressão:
25 315
1 - 05 1
1 - (1,05)
100. S
3
,
,
· ·
Generalizando para n parcelas de valor R, aplicadas ao fim de cada um dos n períodos e sujeitas à taxa
composta de i por período, o valor do capital acumulado S, na data n, será dado por:

i
1 - i) (1
R. S
n
+
·
O fator que multiplica o valor R da prestação é denominado fator de acumulação de capital de uma série
de pagamentos e é representado por sn i .
Como o cálculo de sn i é, via de regra, trabalhoso, os problemas relativos àacumulação de capital costumei-
ramente vêm acompanhados de uma tabela que indica os valores de sn i para cada valor de n e de i dentro
de uma certa faixa (ver tabela 2 na página 111).
EXERCÌ CIOS RESOLVIDOS
1. Calcular o montante gerado por 12 depósitos mensais e consecutivos de R$ 200,00, à taxa de 3% a.m.,
considerando que os depósitos sejam todos feitos ao final de cada mês.
Solução:
Temos R = 200, n = 12 e i = 3%
Consultando a tabela 2 para n = 2 e i = 3%, obtemos:
s„li = 14,19203
O montante é dado pelo produto do valor da parcela pelo fator encontrado na tabela 2 :
S = R x sn i = 200 x 14,19203 ≅ 2.838,40
Portanto, o montante procurado é R$ 2.838,40.
2. Qual o valor da aplicação que devo fazer mensalmente, durante 6 meses e à taxa composta de 10%
a.m., para conseguir um montante de R$3.086,25, se as aplicações são feitas ao fim de cada mês?
Solução:
Temos n = 6, i = 10% e S = 3.086,25.
Consultando a tabela 2 , obtemos o fator:
S6 10 =7,71561
Assim, temos:
S = Rx s n i
3.086,25 = R x 7,71561
Portanto:
00 400
71561 7
3.086,25
R ,
,
· · (é a prestação procurada)
89
II. Rendas Antecipadas
Consideremos uma renda antecipada (1ª parcela no início do 1° mês) composta por 4 parcelas mensais
de R$ 100,00, sujeitas a juros compostos de 5% a.m. conforme ilustra o diagrama de fluxos de caixa
abaixo:
Como as parcelas são pagas antecipadamente, no início de cada mês, o pagamento da quarta e última
parcela ocorrerá no início do quarto mês, ou sej a, em n = 3.
O capital acumulado até a quarta parcela (inclusive) será:
1ª parcela: 100 x (1,05)
3
= 115,76
2ª parcela: 100 x (1,05)
2
= 110,25
3ª parcela: 100 x (1,05) = 105,00
4ª parcela:...................................... 100.00
capital acumulado.......................... 431,01
Observamos, então, que o capital acumulado ao fim do terceiro mês (n = 3) é a soma S de quatro
termos em P.G.
Podemos calcular o capital acumulado (S) em função do valor da parcela (R = 100), da razão da PG.
(1 + i = 1,05) e do número de termos (n + 1= 4) pela expressão:
01 431
1 - 05 1
1 - (1,05)
100 S
4
,
,
· ⋅ ·
Generalizando para n+ 1 parcelas de valor R, aplicadas no início de cada um dos n períodos e sujeitas
à taxa composta de i por período, o valor do capital acumulado S, na data n, será dado por:

i
1 - i) (1
R S
1 n+
+
⋅ ·
ou seja: ⋅ · R S sn+1 i
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Um poupador deposita mensalmente a quantia de R$ 200,00. Qual será o valor do capital acumulado em 6
meses se o primeiro depósito ocorrer no início do primeiro mês e considerarmos uma taxa de juros composta de
2 % a. m.?
Solução:
Vamos observar o diagrama de fluxos de caixa correspondente:
Temos:
valor da prestação: R = 200
número de períodos: n = 6 (meses)
número de depósitos: n + 1 = 7
taxa ao período: 2% a.m. → i = 0,02
90
Substituindo os elementos encontrados na expressão que nos dá o capital acumulado, teremos:
S = R. sn+1 i
S = 200 x s 7 2
S = 200 x 7,43428 (s7 2 foi obtido na tabela 2)
S = 1.486,86
Deste modo, concluímos que o valor do capital acumulado em 6 meses será de R$ 1.486,86.
2. Desejando formar um certo capital, um aplicador faz, a cada seis meses, um depósito de R$ 1.000, 00 em uma
conta remunerada que paga juros compostos de 3% ao semestre. Cinco anos após o início do
investimento, o aplicador resgata o montante acumulado. Qual foi o valor resgatado se o aplicador não
efetuou depósito algum na ocasião?
Solução:
Como não houve depósito no momento da retirada, isto é, ao fim do décimo semestre, o último depósito
ocorreu na data 9. De zero (1°depósito) a nove temos, então, dez depósitos.
O valor de S nos dá o montante na data 9, que é 1 período (6 meses) anterior àdata do resgate.
Para encontrar o valor resgatado X poderíamos calcular S e depois capitalizá-lo por mais 1 período:
1°) S = 1.000 X S10 3
2°) X = S x (1+i)
Mas poderemos obter o valor X resgatado de modo mais rápido utilizando um outro raciocínio:
Se houvesse um depósito também na data do resgate, então, teríamos um total de 11 depósitos e o valor do
resgate, na mesma data, seria R$ 1000,00 reais maior do que X:
X + 1.000 = 1.000 X S11 3
Agora, isolando o nosso X, teremos:
X = 1.000 x S11 3 - 1.000
X = 1-000 x (S11 3- 1)
X = 1.000 x (12,80780 -1)
X = 1.000 x 11,80780
X = 11.807,80
Deste modo, concluímos que o valor do resgate após os 5 anos foi de R$ 11.807,80.
AMORTIZAÇÃO
Considere uma dívida que deve ser paga em prestações periódicas e com vencimentos ao fim de cada período.
Quando a dívida vai sendo paga, dizemos que ela está sendo amortizada.
Amortização de uma dívida, portanto, é o processo de extinção progressiva da dívida através de prestações
que deverão ser pagas periodicamente.
As prestações devem ser suficientes para restituir o capital financiado bem como pagar os juros originados
pelo financiamento do capital.
Admitiremos sempre que os juros tenham taxa constante e sejam calculados, a cada período, somente sobre
o saldo devedor (saldo da dívida). Assim, os juros relativos a um determinado período, quando não pagos,
serão acrescidos ao saldo devedor.
Os diferentes critérios utilizados para a composição dos valores das parcelas são chamados de sistemas de
amortização.
Ao estudarmos um sistema de amortização, é útil considerarmos cada prestação como sendo o resultado da
soma de duas partes componentes básicas: juro e cota de amortização.
valor da prestação = (juro) + (cota de amortização)
91
Dentre os diversos sistemas de amortização conhecidos destacaremos três, todos com prestações periódi-
cas:
• Sistema Francês ou Price - com prestações de valor fixo;
• Sistema de Amortização Constante (SAC) - em cujas prestações, que têm valores decrescentes, a cota
de amortização é constante.
• Sistema de Amortização Misto (SAM) - onde cada uma das prestações tem valor igual à média
aritmética dos valores das prestações correspondentes nos sistemas Francês e SAC.
Sistema francês ou Price
O sistema Francês, às vezes denominado Sistema Price, apresenta as seguintes características:
• O valor da prestação R é constante e periódico, podendo ser obtido pela fórmula abaixo, onde P é o valor
financiado (principal).
1 - i) (1
1 i) (1
P R
n
n
+
⋅ +
⋅ · (para pagamentos postecipados)
• O juro pago em uma dada prestação é sempre calculado sobre o saldo devedor do período imediatamente
anterior, sendo menor a cada nova prestação.
• A cota de amortização, em uma dada prestação, é sempre igual àdiferença entre o valor da prestação e o
juro pago na mesma, sendo maior a cada nova prestação.
• O valor da expressão que calcula R em função de P pode ser encontrado pronto, para cada taxa i e cada
quantidade n de períodos, na chamada tabela Price (ver tabela 3 na página 112), sendo freqüentemente
indicado pela expressão
i n
a
1
• Os valores da tabela Price admitem sempre que as prestações são postecipadas (pagas ao fim de cada
período).
EXERCICIOS RESOLVIDOS
1. Um televisor que custa R$ 600,00 deve ser financiado em 6 pagamentos mensais e iguais, àtaxa composta de 8%
ao mês, com a primeira parcela vencendo somente um mês após a compra. Qual será o valor da prestação deste
financiamento?
Solução:
Temos P = 600, i = 8% a.m. e n = 6 meses, com pagamentos postecipados.
Fator da tabela Price:
8 6
a
1
= 0,21632
Assim, temos:
R = P x
8 6
a
1
R = 600 x 0,21632 = 129,79 (valor da prestação)
Portanto, o valor da prestação será de R$ 129,79.
Observação:
Algumas vezes dispomos apenas da tabela com os valores de an i que é o fator que nos dá o valor atual (valor
financiado). Para usá-lo corretamente devemos lembrar que:
92
i n
i n
a R P então p x
a
1
R ⋅ · ·
2. Um conjunto de móveis para sala de jantar está sendo vendido numa loja por R$ 3.000,00 à vista ou em 12
prestações mensais de R$ 440,28, sem entrada. Qual é a taxa mensal de juros que está sendo praticada neste
financiamento?
Solução:
Sabemos que P = 3.000, R = 440,28 e n = 12
Dividindo R por P, encontraremos um fator da tabela Price.
i 12
a
1
P
R
·
14676 0
000 3
28 440
,
.
,
· (fator da tabela Price)
Como n = 12, devemos procurar este fator na linha 12 da tabela Price. Assim, observaremos que ele se
encontra na coluna de i = 10%.
Portanto, a taxa de juros mensais deste financiamento é de 10%.
Sistema de Amortização Constante (SAC)
No sistema de amortização constante, a cota de amortização é constante em todas as prestações e o juro pago
em cada uma das prestações corresponde ao total do juro sobre o saldo devedor do período anterior.
Como o saldo devedor decresce a cada período, o valor do juro vai ficando menor a cada prestação que, assim,
apresentará valores decrescentes.
Admitiremos em nosso estudo somente o caso de prestações postecipadas, ou seja, com pagamentos ao final
de cada período a partir do primeiro.
Cálculo da Cota de Amortização
Como a cota de amortização é constante, podemos obtê-la dividindo o valor financiado P pelo número de
prestações do financiamento n:
Cota de Amortização: A =
n
P
Cálculo do Saldo Devedor
Ao pagarmos k prestações pelo SAC, teremos amortizado k cotas de amortização, restando então n - k cotas
de saldo.
Desta forma, o saldo devedor imediatamente após o pagamento da prestação de número k será:
SDk =(n- k) ⋅ A
Como A =
n
P
, podemos escrever:
SDk =(n - k) P
n
k - n
n
P
⋅ · ⋅
93
Cálculo do Juro
Como já afirmamos anteriormente, a componente de juro em cada uma das prestações corresponde ao total do
juro calculado sobre o saldo devedor do período anterior.
Assim, o valor Jk do juro pago na prestação de número k será calculado sobre o saldo devedor imediatamente
após o pagamento da prestação de número k - 1.
Sendo i a taxa de juro ao período, teremos:
Jk = i • SDk-1
Desenvolvendo a expressão do saldo devedor SDk-1, obteremos a expressão:
Jk = (n-k+1) i A⋅ ⋅ Obs.: n - k +1 é o número
ou ainda: de prestações a partir de k.
i P
n
1 k - n
J
k
⋅ ⋅
+
·
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Um empréstimo de R$ 5.000,00 deverá ser pago em 10 prestações mensais e consecutivas, vencendo a
primeira 30 dias após a liberação do dinheiro. Considerando que o financiamento seja feito pelo Sistema
de Amortização Constante a uma taxa mensal de 5%, pede-se:
a) o valor da cota de amortização;
b) o valor do juro pago na primeira prestação;
c) o valor da primeira parcela.
Solução:
a) Cálculo da cota de amortização:
Temos P = 5.000 e n = 10
Cota de amortização:
00 500
10
5000
n
P
A , · · ·
b) Juro pago na 1ª prestação:
Como não há qualquer parcela paga, o saldo devedor é igual ao valor do empréstimo que é de
R$ 5.000,00. Portanto, o juro pago na primeira parcela será:
S D = 5000 e i = 0,05
J1 = 0,05 x 5000 = 250,00
c) Valor da primeira parcela:
Uma vez que as parcelas são formadas por uma cota de amortização mais juro, teremos:
Cota de amortização ....... A = 500,00
+ juro pago na 1ª parcela ....J1 = 250,00
valor da 1ª parcela ......... R1 = 750,00
2. Um financiamento de R$ 5.000,00 pelo SAC deverá ser pago em 10 prestações mensais e
consecutivas, sem carência, coro juros de 5% a.m. Determine:
a) o valor do juro pago na sétima prestação;
b) o total dos juros pagos durante o financiamento.
Solução:
a) Juro pago na 7ª prestação:
Como 6 das 10 cotas de amortização já foram pagas nas 6 primeiras parcelas, resta um saldo devedor de
4 cotas de amortização:
Cota de amortização: 500
10
5000
A · ·
Saldo devedor: SD = 4 ⋅ A = 4.500 = 2.000
O juro pago na 7ª parcela, portanto, será 5% de R$ 2.000,00
J7 = 0,05 x 2000 = 100,00
94
b) Total dos juros pagos
Observe que os saldos devedores, antes do pagamento de cada uma das dez prestações podem ser indicados
em função do valor A da cota de amortização por:
10A, 9A, 8A, 7A, 6A, 5A, 4A, 3A, 2A e 1 A
O valor do juro pago em cada uma das prestações é calculado sobre o saldo devedor correspondente, àtaxa
de 5%. Então o total dos juros pagos ao longo de todo o financiamento é:
Jtot = 0,05 x 10A + 0,05 x 9A + 0,05 x 8A+...+0,05 x 1A
Colocando os fatores 0,05 e A em evidência, teremos:
Jtot = 0,05 x A x
4 4 4 3 4 4 4 2 1
P.A. em termos
1) ... 8 9 (10 + + + +
Jtot = 0,05 x A x 55
Substituindo o valor da cota de amortização, A = 500, calculado no item anterior, obteremos:
Jtot = 0,05 x 500 x 55
Jtot = 1.375,00
Sistema de Amortização Misto (SAM)
Neste sistema, cada uma das prestações é a média aritmética das prestações correspondentes calculadas pelo
Sistema Francês e pelo SAC.
O juro pago em cada prestação corresponde ao total do juro sobre o saldo devedor do período anterior. Em
conseqüência, tanto a componente do juro quanto a da cota de amortização de uma dada parcela serão
também as médias aritméticas dos valores correspondentes pelos sistemas Francês e SAC.
EXERCÍCIO RESOLVIDO
1. Um empréstimo de R$ 5.000,00 deverá ser pago em 10 prestações pelo SAM, com juros de 5% a.m. Qual
será o valor a 7°prestação?
Solução:
1°) Cálculo da 7ª prestação no Sistema Francês
P = 5000
12950 0
a
1

10 n
5% tx
5 10
, ·
¹
;
¹
·
·
5 10
a
1
P R ⋅ ·
R = 5000 x 0,12950 = 647,50
2°) Cálculo da 7ª prestação pelo SAC
Cada prestação é composta de uma cota de amortização (que é constante no SAC) mais o juro sobre o saldo
devedor do período anterior.
Cota de amortização:
00 500
10
5000
n
P
A , · · ·
Valor do juro na 7ª parcela:
J7 = SD6
⋅ i
J7 = 4 A ⋅ i
J7 = 4 x 500 x 0,05 = 100,00
Valor da 7ª prestação pelo SAC:
R7 = A = J7
R7 = 500 + 100 = 600,00
95
3°) Cálculo da 7ª prestação pelo SAM
É a média aritmética entre as prestações correspondentes pelos sistemas Francês e SAC:
75 623
2
50 247 1
2
600 647,50
,
, .
· ·
+
TESTES
1. (Banco Central/94-Superior) Depositando mensalmente 10 URVs em um fundo que rende 1 % ao mês, o
montante imediatamente após o 20°depósito será de:
a) 244,04 URVs
b) 240 URVs
c) 220,2 URVs
d) 220 URVs
e) 202 URVs
2. (Banco Central/94-Superior) Tomou-se um empréstimo de 100 URVs, para pagamento em 10 prestações
mensais sucessivas iguais, a juros de 1% ao mês, a primeira prestação sendo paga um mês após o
empréstimo. O valor de cada prestação é de, aproximadamente:
a) 10,8 URVs
b) 10,6 URVs
c) 10,4 URVs
d) 10,2 URVs
e) 10 URVs
3. (ESAF) O preço de um automóvel é de Cz$ 500.000,00. Um comprador ofereceu Cz$ 200.000,00 de entrada
e o pagamento do saldo restante em 12 prestações iguais, mensais. A taxa de juros compostos é de 5% a.m..
O valor de cada prestação, desprezados os centavos, é:
a) Cz$ 36.847
b) Cz$ 25.847
c) Cz$ 31.847
d) Cz$ 33.847
e) Cz$ 30.847
4. (ESAF) Uma roupa é vendida por Cz$ 4.000,00 àvista ou financiada em 5 prestações iguais, sem entrada. A
taxa de juros é de 24% a.a., utilizando-se a tabela "price". A 1ª prestação vence 1 mês após a compra. O valor da
prestação, desprezados os centavos, e a taxa de juros efetiva cobrada, em termos anuais, são, respectivamente:
a) Cz$ 848 e 24,8%
b) Cz$ 858 e 26,8%
c) Cz$ 878 e 26,8%
d) Cz$ 848 e 26,8%
e) Cz$ 858 e 24,8%
5. (AFTN/85) Um microcomputador é vendido pelo preço àvista de Cr$ 2.000.000, mas pode ser financiado com
20% de entrada e a uma taxa de juros de 96% a.a., "Tabela Price". Sabendo-se que o financiamento deve ser
amortizado em 5 meses, o total de juros pagos pelo comprador é de, aproximadamente:
a) Cr$ 403.652
b) Cr$ 408.239
c) Cr$ 410.737
d) Cr$ 412.898
e) Cr$ 420.225
6. (AFTN/96) Uma pessoa paga uma entrada no valor de $ 23,60 na compra de um equipamento, e paga mais 4
prestações mensais, iguais e sucessivas no valor de $ 14,64 cada uma. A instituição financiadora cobra uma taxa
de juros de 120% a.a., capitalizados mensalmente (juros compostos). Com base nestas informações podemos
afirmar que o valor que mais se aproxima do valor àvista do equipamento adquirido é:
a) $ 70,00
b) $ 76,83
c) $ 86,42
d) $ 88,00
e) $ 95,23
7. (AFTN/96) Um empréstimo de $ 20.900 foi realizado com uma taxa de juros de 36% ao ano, capitalizados
trimestralmente, e deverá ser liquidado através do pagamento de 2 prestações trimestrais, iguais e consecutivas
(primeiro vencimento ao final do primeiro trimestre, segundo vencimento ao final do segundo trimestre). O valor
que mais se aproxima do valor unitário de cada prestação é:
a) $ 10.350,00
b) $ 10.800,00
c) $ 11.881,00
96
d) $ 12.433,33
e) $ 12.600,00
8. (CESPE/UnB - TCU/AFCE/96) Um empréstimo de R$ 600.000,00 deverá ser liquidado em 6 prestações
mensais e iguais a R$ 137.764,43, utilizando-se o Sistema de Amortização Francês (Tabela Price), com taxa de
juros de 10% ao mês. Nessas condições, julgue os itens seguintes.
a) A parcela de amortização do capital é obtida pela diferença entre o valor da prestação c o valor da parcela de
juros.
b) A medida que a parcela referente aos juros diminui, a parcela referente àamortização do capital aumenta.
c) Após o pagamento da primeira parcela, o saldo devedor é igual a R$ 522.235,57.
d) Na segunda prestação está incluído o valor da parcela de juros correspondentes aproximadamente a
R$ 52.223,56.
e) A parcela de amortização do capital, na sexta prestação, é igual ao saldo devedor obtido após o pagamento da
quinta prestação.
NOÇÕES DE PROBABILIDADE
Experimentos Aleatórios
Experimentos aleatórios são aqueles que, mesmo quando repetidos em idênticas condições, podem produzir
resultados diferentes.
As variações de resultado são atribuídas a uma multiplicidade de causas que não podem ser controladas às quais,
em conjunto, chamamos de acaso.
Exemplos:
a) O resultado do lançamento de uma moeda (cara ou coroa).
b) A soma dos números encontrados no lançamento de dois dados.
c) A escolha, ao acaso, de 20 peças retiradas de um lote que contenha 180 peças perfeitas e 15 peças
defeituosas.
d) O resultado do sorteio de uma carta de um baralho com 52 cartas.
Espaço Amostral (S)
Embora não se possa determinar exatamente o resultado de um experimento aleatório, freqüentemente é possível
descrever o conjunto de todos os resultados possíveis para o experimento. Esse conjunto é chamado de espaço
amostral ou conjunto universo do experimento aleatório.
Exemplos:
a) Lançar uma moeda e observar a face superior:
S = { cara, coroa }
b) Lançar dois dados e observar a soma dos números das faces superiores:
S = { 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 }
c) Extrair ao acaso uma bola de uma urna que contém 3 bolas vermelhas (V), 2 bolas amarelas (A) e 6 bolas
brancas (B), e observar a cor:
S = {V, A, B}
Freqüentemente, é possível descrevermos o espaço amostral de um experimento aleatório de mais de uma
maneira.
Evento
Evento é qualquer um dos subconjuntos possíveis de um espaço amostral. É costume indicarmos os eventos por
letras maiúsculas do alfabeto latino: A, B, C,...., Z.
Pode-se demonstrar que se um espaço amostral tiver n elementos, então existirão 2
n
eventos distintos associados
a ele.
Exemplo:
O espaço amostral associado ao lançamento de uma moeda é S = {cara, coroa}. Como esse espaço amostral tem
dois elementos, existirão 2
2
= 4 eventos associados a ele: Ø, {cara}, {coroa}, {cara, coroa}. Observe que o
primeiro e o último eventos indicados são, respectivamente, o conjunto vazio e o próprio espaço amostral.
Evento Elementar
Um evento é chamado elementar sempre que possuir um único elemento (conjunto unitário).
Evento Certo
Evento certo é aquele que compreende todos os elementos do espaço amostral.
Se A é um evento certo, então A = S.
97
Evento Impossível
Evento impossível é aquele que não possui elementos.
Se A é um evento impossível, então A = Ø.
Ocorrência de um Evento
Dizemos que um evento A ocorre se, e somente se, ao realizarmos o experimento aleatório, o resultado obtido
pertencer ao conjunto A. Caso contrário, dizemos que o evento A não ocorre.
Evento União
Dados dois eventos, A e B de um mesmo espaço amostral, então A∪ B ( lê-se "A união B" ou ainda "A ou B" )
também será um evento, chamado evento união, e ocorrerá se, e somente se,
A ocorrer
ou
B ocorrer
ou
ambos ocorrerem.
Evento Interseção
Dados dois eventos, A e B, então A∩ B ( lê-se "A interseção B" ou ainda "A e B" ) também será um evento,
chamado evento interseção, e ocorrerá se, e somente se,
A e B ocorrerem simultaneamente.
Eventos Mutuamente Exclusivos
Se A e B são dois eventos tais que A∩ B = Ø, então A e B são chamados eventos mutuamente exclusivos.
Esta denominação decorre do fato de que uma vez que a interseção de A com B seja vazia não será possível
que ocorram ambos simultaneamente, isto é, a ocorrência de um deles exclui a possibilidade de ocorrência do
outro.
Evento Complementar
Dado um evento A, então A ( lê-se "complemento de A " ou "não-A " ) também será um evento, chamado evento
complementar de A, e ocorrerá se, e somente se, A não ocorrer.
O conjunto A compreende todos os elementos de S que não pertencem ao conjunto A:
A - S A ·
Distribuição de Probabilidades
Consideremos um espaço amostral com n elementos:
S={e1, e2, e3,..., en}
A cada um dos eventos elementares { ei } de S será associado um número, pi, chamado probabilidade do
evento { ei }, satisfazendo as seguintes condições:
I. 0 ≤ pi ≤ 1 para todo i.
II. Σ(Pi) =p1+p2+. . .+pn = 1.
Dizemos que os números p1, p2, .... pn definem uma distribuição de probabilidades sobre S.
De fato, procuramos sempre definir cada uma das probabilidades pi de modo que coincidam com o limite a
que tenderia a freqüência relativa (fr) de cada elemento correspondente, ei, quando o número de repetições
do experimento crescesse ilimitadamente.
Numa amostra, as freqüências relativas representam estimativas de probabilidades.
Probabilidade de um Evento
Seja A um evento qualquer de S, define-se a probabilidade do evento A, e indica-se P(A), da seguinte
forma:
I. Se A =∅, então P(A) = 0.
II. Se A≠∅, então P(A)=P(e) +P(e2)+.... +P(ei), para todo ei ∈ A.
98
Exemplo:
Seja S = {e1 , e2 , e3 , e4} um espaço amostral com a seguinte distribuição de probabilidades: p1 = 0,2;
p2 = 0,3; P3 = 0,1 e P4 = 0,4. Nestas condições, qual será a probabilidade de ocorrência do evento A={ e1,
e3 } ?
Solução:
P(A) = P(e1 ) + P(e3 )
P(A) = 0,2 + 0,1
P(A) = 0,3
Espaço Amostral Eqüiprovável
Dizemos que um espaço amostral S = (e1, e2, e3, .... , e } é eqüiprovável se a ele estiver associada uma
distribuição de probabilidades tal que:
P1 =p 2 = p 3 . . . . =p n
Normalmente, decidimos que um espaço amostral é eqüiprovável a partir da observação de certas
características do experimento.
Exemplos:
1. O lançamento de um dado com a observação do número da face superior é descrito por um espaço
amostral eqüiprovável.
2. Já o lançamento de dois dados com observação da soma dos números das faces superiores pode
ser descrito por um espaço amostra! não eqüiprovável, S = { 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 }, poi s a
probabi l i dade de que a soma sej a 7 é mai or do que a probabi l i dade de que a soma sej a 12, por
exempl o.
Sempre que possível, devemos procurar descrever os experimentos aleatórios por espaços amostrais
eqüiprováveis, pois isso facilita a análise de diversos problemas.
Probabilidade de um Evento num Espaço Amostral Eqüiprovável
Se S = {e1, e2, e3 , .... , en } é um espaço amostral eqüiprovável e A é um evento qualquer de S, então a
probabilidade de ocorrência de A será:
P(A) =
S de elementos de nº
A de elementos de nº
Na prática, contamos o número de elementos de A como o número de casos favoráveis ao evento A e
contamos o número de elementos de S como o número de casos possíveis.
Exemplo:
Um dado é lançado e observamos o número na face superior do mesmo. Qual é a probabilidade de o número
obtido ser par?
Solução:
Espaço amostral: S = { 1, 2. 3, 4, 5, 6 }
Evento: Ocorrência de um número par = { 2, 4, 6 }
P(A) = · ·
6
3
possíveis casos de nº
favoráveis casos de nº
0,5 ou seja: 50%.
Propriedades das Probabilidades
T-1. P(S) = 1
T-2. A⊂ B ⇒P(A) ≤ P(B)
T-3. P ∪ B) = P(A) + P(B) - P(A∩ B)
T-4. A∩ B = ∅ ⇒P(A∪ B) = P(A) + P(B)
T-5. P( A ) = 1- P(A)
Probabilidade Condicional
Dados dois eventos, A e B, com B ≠ ∅. Denotamos por P(A/B) a probabilidade de ocorrência de A dado que
B tenha ocorrido (ou que a ocorrência de B esteja garantida). A probabilidade condicional pode ser
calculada como:
99
P(A/B) =
B de elementos de num.
B A de elementos de num.
P(B)
B) P(A ∩
·

Lembrando que a última igualdade na expressão acima só será válida quando o espaço amostral for eqüipro-
vável.
Exemplo:
Qual é a probabilidade de conseguirmos um número menor que 4 no lançamento de um dado, sabendo que o
resultado é um número ímpar?
Solução:
Espaço Amostral: S = { 1, 2, 3, 4, 5, 6 }
Evento: A = { resultado menor que 4 } = { 1, 2, 3 }
Condição: B = { ocorrer número ímpar } = { 1, 3, 5 }
A∩ B = { 1,3 }
P(A/B) =
3
2
6
3
6
2
P(B)
B) P(A
·

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
·

Eventos Independentes
Se a probabilidade de ocorrência de um evento A não é alterada pela ocorrência de outro evento B, dizemos
que A e B são eventos independentes.
P(A/B) = P(A) ⇔ A e B são independentes.
Se A e B são eventos independentes, então a probabilidade de ocorrência de A e B será:
P(A∩ B) = P(A) ⋅ P(B)
Esta última igualdade também é usada para verificarmos a independência de dois eventos.
Exemplos:
1. Considere o espaço amostral S={ 1, 2, 3, 4 } e os eventos A={2, 3} e B={3, 4}. Mostre que os eventos
A e B são independentes.
Solução:
Se A e B são independentes, então:
P(A ∩ B) = P(A) ⋅ P(B)
1/ 4 = 2/4.2/4
1/ 4 = 4/ 16
1/4 = 1/4
Como a igualdade foi satisfeita, A e B são independentes.
2. Em uma urna temos 6 bolas brancas e 4 bolas pretas. São retiradas duas bolas, uma após a outra,
com reposição. Qual a probabilidade de as duas retiradas resultarem em bolas brancas?
Solução:
A = { a 1ª bola é branca }, P(A) =
5
3
10
6
·
B = { a 2ª bola é branca }
Como houve a reposição da primeira bola retirada da urna, a probabilidade de que a segunda bola seja branca,
após a retirada da primeira bola, não será afetada pela ocorrência de A.
P(B/A) = P(B) =
5
3
Isso significa que os eventos A e B são independentes. Portanto, teremos:
A ∩ B = { as duas bolas são brancas }
100
P(A ∩ B) = P(A) ⋅ P(B)
P(A ∩ B) =
25
9
5
3
5
3
· ⋅
Teorema de Bayes
Sejam A1, A2, A3, ...., An , n eventos mutuamente exclusivo tais que sua união seja S.
A1 ∪ A2 ∪ A3 ... ∪ A = S
Se B é um evento qualquer de S, nas condições anteriores, então pode-se calcular a probabilidade condicional
de A dado B como:
B) P(A .... B) P(A B) P(A
B) P(A
P(B)
B) P(A
) / P(A
n 2 1
i i
i
∩ + + ∩ + ∩

·

· B
Exemplo:
Um conjunto de 15 bolas, algumas vermelhas e outras azuis, foi distribuído entre duas caixas de modo que a
caixa I ficou com 3 bolas vermelhas e 2 bolas azuis, enquanto a caixa II ficou com 2 bolas vermelhas e 8 bolas
azuis. Uma das caixas é escolhida ao acaso e dela sorteia-se uma bol a. Se a bol a sorteada é vermel ha,
qual a probabilidade de que ela tenha vindo da caixa I?
Solução:
I = { a cai xa escol hi da é a I} →P( I ) = 1/2 e
II = { a cai xa escol hi da é a II} →P(II) =1/2
P(I ∩ V) = P( I ) ⋅ P( V / I) = 1/2 ⋅ 3/ 5 = 3/10
P(II ∩ V) = P( II ) ⋅ P( V / II) = = 1/2 ⋅ 1/ 5 = 1/10
V = { a bol a reti rada é vermel ha },
P(V) =P(I ∩ V)+P(II ∩ V) = 3/l 0+ 1/10 = 2/5
( )
( ) 4
3
P(V)
V) P(I
P(I/V)
10
4
10
3
10
1
10
3
10
3
· ·
+
·

·
A probabi l i dade de que a cai xa escol hi da tenha si do a I é i gual a 3/4 = 75%.
EXERCÍCIOS
1. Uma urna contém 50 bolinhas numeradas de 1 a 50. Sorteando-se uma delas, a probabilidade de
que o número del a sej a um múl ti pl o de 8 é:
a) 3/25
b) 7/50
c) 1/10
d) 4/25
e) 9/50
2. Uma urna contém 20 bol i nhas numeradas de 1 a 20. Sorteando-se uma bol i nha desta urna, a
probabi l i dade de que o número da bol i nha sorteada sej a múl ti pl o de 2 ou de 5 é:
a) 13/20
b) 4/5
c) 7/10
d) 3/5
e) 3/4
3. Jogando-se ao mesmo tempo 2 dados honestos, a probabi l i dade de a soma dos pontos ser i gual a
5 é:
a) 1/9
b) 1/12
c) 1/18
d) 1/36
e) 1/6
4. Jogando-se ao mesmo tempo doi s dados honestos, a probabi l i dade de o produto dos pontos ser
i gual a 12 é de:
a) 1/3
b) 1/6
101
c) 1/9
d) 1/12
e) 1/15
5. Dois dados são lançados sobre uma mesa. A probabilidade de ambos mostrarem números ímpares
na face superi or é:
a) 1/2
b) 1/3
c) 1/4
d) 1/5
e) 1/6
6. Num j ogo comum dado, o j ogador X ganha se ti rar, no seu l ance, um número mai or ou i gual ao
conseguido pelo jogador Y A probabilidade de X ganhar é:
a) 1/2
b) 2/3
c) 7/12
d) 19/36
e) 3/4
7. Um dado é l ançado e o número da face superi or é observado. Se o resul tado for par, a
probabi l i dade del e ser mai or ou i gual a 5 é de:
a) 1/2
b) 1/3
c) 1/4
d) 1/5
e) 1/6
8. As chances de obtermos, em doi s l ançamentos consecuti vos de um dado, resul tado i gual a 6
somente em um dos doi s l ançamentos, são de:
a) 1 para 12
b) 20% e) 30%
c) mei o a mei o
d) 5 contra 13
e) 30%
Para responder às questões 9 a 12, considere as seguintes informações. A e B são dois eventos de um certo
espaço amostral tais que P(A) =1/3, P(B) = 1/2 e P(A e B) = 1/4.
9. A probabilidade de ocorrência de A ou B é:
a) 5/12
b) 1/2
c) 7/12
d) 2/3
e) 3/4
10. Qual é a probabilidade de ocorrência de não-A, isto é, a probabilidade de ocorrência de algo que não seja o
evento A?
a) 5/12
b) 1/2
c) 7/12
d) 2/3
e) 3/4
11. Qual a probabilidade de ocorrência de A dado que B tenha ocorrido?
a) 1/2
b) 7/12
c) 2/3
d) ¾
e) 4/5
12. Qual a probabilidade de que ocorra A mas não ocorra B?
a) 1/4
b) 1/3
c) 5/12
d) 1/12
e) 1/24
102
13. Uma urna I contém 2 bolas vermelhas e 3 bolas brancas e outra, II, contém 4 bolas vermelhas e 5 bolas
brancas. Sorteia-se uma urna e dela retira-se, ao acaso, uma bola. Qual é a probabilidade de que a bola seja
vermelha e tenha vindo da urna I ?
a) 1/3
b) 1/5
c) 1/9
d) 1/14
e) 1/15
14. Considere 3 urnas, contendo bolas vermelhas e brancas com a seguinte distribuição:
Urna I: 2 vermelhas e 3 brancas
Urna II: 3 vermelhas e 1 branca
Urna III: 4 vermelhas e 2 brancas
Uma urna é sorteada e dela é extraída uma bola ao acaso. A probabilidade de que a bola seja vermelha é igual a:
a) 109/180
b) 1/135
c) 9/15
d) 3/5
e) 17/45
15. Numa equipe com três estudantes, A, B e C, estima-se que a probabilidade de que A responda corretamente
uma certa pergunta é igual a 40%, a probabilidade de B fazer o mesmo é 20%, enquanto a probabilidade de êxito
de C, na a mesma tarefa, é de 60%. Um destes estudantes é escolhido ao acaso para responder àpergunta. Qual
a probabilidade de que a resposta esteja correta?
a) 20%
b) 30%
c) 40%
d) 50%
e) 60%
16. No problema anterior, considere que a pergunta foi feita a um dos três estudantes e este a respondeu
corretamente. Qual é a probabilidade de que o estudante tenha sido B?
a) 25%
b) 33,3%
c) 40%
d) 66,7%
e) 80%
NOÇÕES DE ESTATÍSTICA
Gráficos
O objetivo da apresentação de dados na forma gráfica é facilitar a compreensão e a comparação dos mesmos -
uma imagem vale mais que mil palavras. Sendo assim, os gráficos devem realçar as diferenças de magnitude entre
as grandezas, propiciando uma representação global, dinâmica e agradável dos dados.
Na composição de um gráfico podem ser utilizadas as mais diversas formas, cores e estilos, como se pode
observar freqüentemente lendo jornais, e revistas. Entretanto, alguns tipos de gráficos ajustam-se melhor a
determinadas situações que outros.
Classificação dos gráficos
Quanto à forma:
- de pontos
- de linhas
- de superfícies
- pictogramas (figuras)
- estereogramas (tridimensionais)
- cartogramas (mapas)
Quanto à função:
• gráficos de informação:
- colunas ou barras
- porcentagens complementares
- composição (retangular ou de setores)
- cartograma
- pictograma
- estereograma
• gráficos de análise:
103
- histograma
- polígono de freqüências
- curva de freqüência
- ogiva
- diagrama cartesiano
- curva de Lorenz
• de controle:
- gráfico em "Z"
- de ponto de equilíbrio
Detalharemos a seguir alguns dos gráficos mais utilizados.
Gráficos em Barras e em Colunas
São gráficos que comparam grandezas por meio de retângulos de mesma largura e de comprimentos
diretamente proporcionais a estas grandezas.
Geralmente estes gráficos são usados em séries temporais, geográficas, especificativas ou em distribuições de
freqüência onde a variável não é numérica ou é numérica inteira.
Quando as legendas dos retângulos forem breves, os retângulos poderão ser dispostos verticalmente
originando o gráfico em colunas.
Exemplo:
Volume negociado na bolsa de valores de São Paulo – 1993
(R$ milhões)
Quando as legendas das bases forem longas, os retângulos poderão ser dispostos horizontalmente, originan-
do o gráfico de barras.
Exemplo:
Percentuais das intenções de voto em 20/07/82
(dados fictícios)
Pictogramas
Os pictogramas são gráficos que usam figuras para representar quantidades.
Observe o pictograma seguinte:
Número de alunos de 5ª a 8ª série do 1°grau matriculados no colégio X em 1998.
104
A legenda explica que cada símbolo representa uma contagem de 50 alunos. Assim, este pictograma mostra
contagens de 150 alunos na 5ª série, 250 na 6ª série, 300 na 7ª e 400na8ª .
Gráficos de Setores
Os gráficos de setores são gráficos de superfícies representados por um círculo que é subdividido em regiões
(setores), tais que as áreas das regiões representadas sejam proporcionais aos números que desejamos
indicar.
Exemplo:
Produção anual de grãos no interior paulista em 1970
Uma das vantagens do gráfico de setores é que ele permite identificar facilmente as proporções entre os
diversos valores nele representados e o todo.
Gráficos de Linhas
Denominam-se gráficos de linhas (ou de retas) àqueles onde uma linha poligonal indica as variações nos
valores de um determinado fenômeno que é observado em intervalos regulares de tempo.
Exemplo:
A tabela seguinte mostra as temperaturas de um paciente tomadas de 4 em 4 horas ao longo de um dia:
Hora 0.30h 4.30h 8.30h 12.30 16.30
Temperatura (º C) 39,5 40,0 38,5 38,0 37,5
O gráfico de linhas correspondente seria:
Os vértices da linha poligonal indicam os valores das temperaturas observadas.
Os pontos de cada um dos segmentos que se encontram entre dois vértices seguidos da poligonal indicam
estimativas das temperaturas entre duas observações consecutivas. Deste modo, observando o gráfico
podemos estimar que a temperatura do paciente às 6.30h deveria estar próxima dos 39 graus.
Histogramas
São gráficos de superfícies utilizados para representar distribuições de freqüências com dados agrupados
em classes.
O histograma é composto por retângulos justapostos (denominados células), cada um deles representando
um conjunto de valores próximos (as classes).
A largura da base de cada célula deve ser proporcional àamplitude do intervalo da classe que ela representa
e a área de cada célula deve ser proporcional àfreqüência da mesma classe.
Se todas as classes tiverem igual amplitude, então as alturas dos retângulos serão proporcionais às freqüên-
cias das classes que eles representam.
Considere a distribuição de freqüências apresentada a seguir e observe o histograma obtido a partir dela:
105
Distribuição das idades dos funcionários da empresa J.L.em 01/01/98
Idades Freqüências relativas
(anos) simples
10 I 20 2%
20 I 30 28%
30 I 40 46%
40 I 50 21%
50 I 60 3%
Polígono de Freqüências
O polígono de freqüências é o gráfico que obtemos unindo pontos dos lados superiores dos retângulos
de um histograma por meio de segmentos de reta consecutivos.
Retomando o histograma apresentado no item anterior, obtemos o seguinte polígono de freqüências:
Ogivas
Chamamos de ogivas aos gráficos que indicam freqüências acumuladas, ou seja, aqueles que indicam
quantos casos estão acima de um certo valor ou quantos estão abaixo de um certo valor. As freqüências
acumuladas podem ser apresentadas na forma absoluta (quantos casos) ou na forma relativa
(proporção).
Consideremos a tabela de distribuição de freqüências de idades que foi dada anteriormente. Calculando
as freqüências relativas acumuladas abaixo de cada limite de classe (freqüências acumuladas
crescentes) teremos:
Idades Freqüências relativas Freqüências relativas
(anos) simples (%) acumuladas crescentes
10 I 20 2% 2%
20 I 30 28% 30%
30 I 40 46% 76%
40 I 50 21% 97%
50 I 60 3% 100%
O histograma construído com estas freqüências acumuladas nos dá a seguinte ogiva crescente:
106
EXERCÍCIOS
1. O gráfico seguinte representa os volumes negociados numa bolsa de valores, em milhões de reais, durante os
cinco dias úteis de uma determinada semana:
Qual foi, em milhões de reais, o volume médio diário negociado nestes cinco dias?
2. O gráfico abaixo representa o número médio de vôos mensais em quatro aeroportos:
Com base nestas informações, pode-se afirmar que o aeroporto C é responsável por qual percentual de vôos em
relação ao total de vôos destes quatro aeroportos?
Médias
Média Aritmética Simples ( x )
Dada uma seqüência com n valores numéricos, (x1, x2, x3, ...., xn,), denominamos média aritmética desses n valo-
res àrazão:
n
x x x
x
n 2 1
+ + +
·
...
Exemplo:
Determine a média aritmética do seguinte conjunto de valores: (4, 10, 12, 12, 28, 30)
Solução:
16
6
96
6
30 28 12 12 10 4
x · ·
+ + + + +
·
Média Aritmética Ponderada
Dadas duas seqüências com n valores numéricos, (x1, x2, x3, ...., xn,) e (p1, p 2 , P3,..., pn), denominamos
média aritmética dos valores xi ponderados pelos pesos pi àrazão:
n 2 1
n n 2 2 1 1
p .... p p
x p .... x p x p
x
+ + +
⋅ + + ⋅ + ⋅
·
Exemplo:
A tabela abaixo descreve a pontuação obtida por um candidato em cada uma das cinco disciplinas que
compunham a prova de um determinado concurso público. A nota final do candidato deverá ser calculada
como a média aritmética dos pontos obtidos em cada uma das disciplinas da prova, ponderados pelos
respectivos pesos indicados na mesma tabela.
Nestas condições, qual a nota final do candidato?
107
Disciplinas Pontuação Peso
Português 8,2 3
Matemática 6,4 2
Dir. Constitucional 7,5 2
Dir. Administrativo 7,2 2
Contabilidade 6,7 3
Solução:
A nota final do candidato deverá ser a média aritmética ponderada das pontuações obtidas em cada uma das
disciplinas pelos respectivos pesos de cada disciplina. Assim, teremos:
Nota fi nal = 7,24
12
86,9
3 2 2 2 3
6,7 x 3 7,2 x 2 7,5 x 2 6,4 x 2 8,2 x 3
≅ ·
+ + + +
+ + + +
Média Aritmética em Tabelas com Valores Agrupados por Faixas
Em determinadas situações pode ser muito útil resumir uma lista numérica extensa numa tabela na qual os
valores são organizados por faixas às quais se associam o total de valores da lista ocorridos em cada faixa.
Exemplo:
Observe a tabela abaixo que representa a distribuição das idades de 50 pessoas, organizada por faixas de
idade:
Idades Número de Casos
(anos) Observados
10 I 20 1
20 I 30 14
30 I 40 23
40 I 50 10
50 l 60 2
A contagem do total de valores ocorridos em cada faixa é denominada freqüência da faixa e a tabela assim
construída é denominada distribuição de freqüências.
As freqüências das faixas podem, eventualmente, ser apresentadas em termos percentuais.
O cálculo da média aritmética numa tabela como esta é feito por um processo aproximativo que
descreveremos a seguir:
Exemplo:
Determinar a média aritmética das idades apresentadas na tabela do exemplo anterior:
Solução:
O cálculo da média aritmética deverá usar os portos médios de cada uma das faixas de valores, ponderados
pelas respectivas freqüências.
Cada ponto médio é obtido calculando-se a média aritmética entre os limites de sua faixa:
X1 = 15,X2 = 25,X3 = 35,X4 = 45 e X5 = 55
Assim, a média aritmética das idades será:
( )
anos 6 34
50
730 1
50
55 x 2 45 x 10 35 x 23 25 x 14 15 x 1
n
x
x
i i
,
.
· ·
+ + + +
·
∑ ⋅
·
f
Propriedades da Média Aritmética
1ª Se adicionarmos (ou subtrairmos) uma mesma constante a todos os valores de uma seqüência numérica,
a média aritmética da nova seqüência obtida será igual àmédia aritmética da seqüência original adicionada
(ou subtraída) da mesma constante.
Exemplo:
Calcular a média aritmética da seqüência de valores (5, 15, 25, 35, 75).
108
Solução:
Subtraindo 5 de cada um dos valores da seqüência, obteremos (0, 10, 20, 30, 70) cuja média aritmética é:
26
5
130
5
70 30 20 10 0
x · ·
+ + + +
·
Como os valores da seqüência original são todos 5 unidades maiores, sua média aritmética será:
31 5 26 x · + ·
2
8
Se multiplicarmos (ou dividirmos) por uma mesma constante todos os valores de uma seqüência
numérica, a média aritmética da nova seqüência obtida será igual àmédia aritmética da seqüência original
multiplicada (ou dividida) pela mesma constante.
Exemplo:
Calcular a média aritmética da seqüência de valores (1,7; 3,2; 4,5; 4,6)
Solução:
Multiplicando por 10 os valores da seqüência, obteremos (17, 32, 45, 46) cuja média aritmética é:
35
4
140
4
46 45 32 17
x · ·
+ + +
·
Como os valores da seqüência original são todos 10 vezes menores, sua média aritmética será:
3,5 10 35 x · ÷ ·
3ª Se uma lista com n1 valores numéricos tem média aritmética
1
x e uma outra com n2 valores numéricos
tem média aritmética
2
x então a lista composta pelos n1 valores da primeira juntamente com os n2 valores
da segunda tem média aritmética igual a
2 1
2
2
1
1
n n
x n x n
x
+
⋅ + ⋅
·
Exemplo:
Uma lista de 20 valores tem média aritmética igual a 6 e uma outra, de 30 valores tem média aritmética igual
a 8. Qual a média aritmética dos 50 valores das duas listas juntas?
Solução:
Devemos calcular a média aritmética entre 6 e 8, com pesos 20 e 30, respectivamente:
7,2
50
360
30 20
8 x 30 6 x 20
x · ·
+
+
·
4ª Seja d = x - k o desvio do valor x calculado em relação à constante k. A soma dos desvios de todos os
valores x de uma seqüência, calculados em relação a uma constante k será igual a zero se e somente se k
for igual àmédia aritmética da seqüência.
( )

· ⇔ · − x k 0 k x
i
Exemplo:
Na seqüência (31, 37, 39, 42, 56) a média aritmética é igual a 41.
Calculando os desvios de cada um dos valores em relação àmédia da seqüência, obtemos:
31-41 = -10, 37-41 = -4, 39-41 = -2, 42-41 = +1 e 56-41 = +15
Como se pode conferir, a soma dos desvios é igual a zero.
( )

d =(-10)+(-4)+(-2)+(+1)+(+15) = 0
109
EXERCÍCIOS - MÉDIA
1. (IDR-DF/AFCE) Uma repartição pública realizou ume tomada de preços antes de adquirir uma grande
quantidade de grampeadores de mesa. Seis fornecedores apresentaram propostas com preços unitários de:
12; 12; 10; 8; 9 e 9 Reais, respectivamente. Pode-se afirmar que a média destes preços é:
a) 8
b) 9
c) 10
d) 11
e) 12
2. O valor 50 é a média aritmética da série:
a) 20, 30, 40, 50, 60;
b) 20, 50, 50, 60, 80;
c) 20, 50, 50, 60, 70;
d) 20, 50, 70, 80, 90.
3. (ESAF/TTN) Em uma corretora de valores foram negociados os seguintes títulos:
DESCRIÇÃO QUANTIDADE
TÍTULOS DE CR$ 20.000 18
TÍTULOS DE CR$ 10.000 8
TÍTULOS DE CR$ 4.000 2
Corretamente calculado, o valor médio dos títulos negociados é:
a) Cr$ 15.000;
b) Cr$ 16.000;
c) Cr$ 14.000;
d) Cr$ 13.000;
e) Cr$ 12.000.
4. (Metrô-DF) Considere a tabela abaixo, que representa as notas finais obtidas por 30 alunos de uma
classe, em um exame de Língua Portuguesa.
A média aritmética da turma é:
a) 4,2
b) 4,5
c) 4,6
d) 4,7
e) 5,0
5. Dados os conjuntos A (1, 2, 3, 4, 5) e B (202, 204, 206, 208, 210). É correto afirmar que:
a) as médias aritméticas de A e B são iguais;
b) a média aritmética de A é 201 unidades menor que a de B;
c) o dobro da soma de 100 com a média aritmética de A, é igual àmédia aritmética de B;
d) se somarmos 200 unidades àmédia aritmética de A obteremos a média aritmética de B;
e) a média aritmética de A é 202 vezes menor que a de B.
6. (ESAF/TTN) De acordo com a tabela abaixo, pode-se afirmar que:
Pesos Freqüências simples
(kg) absolutas
2 I 4 9
4 I 6 12
6 l 8 6
8 I 10 2
10 l 12 1
A média aritmética dos pesos é, aproximadamente:
a) 5,30kg; .
b) 5,27kg;
c) 5,24kg;
d) 5,21 kg;
e) 5,19kg
110
7. As notas dos três primeiros bimestres de um aluno, em determinada disciplina, são: 5,4 e 7. Sabendo que a
nota final anual é a média aritmética simples das notas obtidas pelo aluno nos quatro bimestres, qual deverá
ser a nota do quarto bimestre para que a sua nota final anual seja 6?
a) 5
b) 6
c) 7
d) 8
e) 9
8. Num determinado concurso a nota final é determinada calculando-se a média aritmética simples das notas
obtidas em cada uma de cinco provas. Inicialmente, a nota final de um candidato foi calculada resultando 43,
mas após os recursos, o candidato teve suas notas nas provas de Português e Matemática aumentadas em 2
pontos e 1 ponto, respectivamente, sendo, deste modo, sua nota final recalculada. Com base nestas
informações, pode-se concluir que a nota final correta deste candidato foi:
a) 43,3
b) 43,4
c) 43,5
d) 43,6
e) 43,7
9. O regulamento de um torneio de tiro ao alvo prevê que a pontuação final de cada competidor será obtida
desprezando-se a menor pontuação obtida dentre as seis séries de dez tiros que ele deve realizar e calculando-
se a média aritmética das cinco pontuações restantes. A menor pontuação obtida por um certo competidor foi
de 173 pontos, embora a média aritmética das seis séries de disparos que ele realizou tenha sido de 253
pontos. Deste modo, a pontuação final deste competidor foi:
a) 265 pontos
b) 266 pontos
c) 267 pontos
d) 268 pontos
e) 269 pontos
10. Um aluno obteve, em determinada disciplina, as seguintes notas bimestrais: 5 no primeiro bimestre, 4 no
segundo e 7 no terceiro. Sabendo que a nota final anual é a média aritmética ponderada das notas obtidas pelo
aluno nos quatro bimestres, com pesos 1, 2, 3 e 4 do primeiro até o quarto bimestre, respectivamente , qual
deverá ser a nota do quarto bimestre para que a sua nota final anual seja 6?
a) 6,5
b) 7,0
c) 7,5
d) 8,0
e) 8,5
11. A média aritmética de um conjunto com 20 elementos é 32 e a média aritmética de um outro com 80
elementos é 70. Então, a média aritmética dos elementos dos dois conjuntos reunidos é igual a:
a) 62,4
b) 51,0
c) 46,5
d) 41,0
e) 38,3
12. Num dado concurso, 60% dos candidatos eram do sexo masculino e obtiveram, em média, 70 pontos em
determinada prova. Sabe-se que a média geral dos candidatos (homens e mulheres) naquela prova foi de 64
pontos. Qual foi a média de pontos das mulheres na mesma prova?
a) 55
b) 35
c) 64
d) 60
e) 68
13. Ao calcular as médias aritméticas das notas obtidas pelos candidatos nas provas de um concurso, foram
constatados os seguintes resultados:
média dos candidatos do
sexo masculino: ........................................ 78 pontos
média dos candidatos do
sexo feminino:........................................... 83 pontos
média geral dos candidatos: ..................... 80 pontos
Com base nestas informações, pode-se afirmar que:
a) houve erro no cálculo de uma das três médias;
111
b) os homens representam 40% do total de candidatos;
c) as mulheres representam 40% do total de candidatos;
d) a média das mulheres é maior porque elas estão em maior número;
e) a média geral só foi possível porque 50% dos candidatos eram do sexo masculino e 50%, do sexo feminino.
Moda (MO)
Dada uma série estatística qualquer, chamamos de moda ou valor modal o valor da série para o qual se verifica
a maior freqüência simples.
No caso de dados numéricos, o conceito de moda é estendido para qualquer valor do rol que apresente
freqüência simples maior que as dos valores vizinhos a ele. Dizemos que tais valores estão associados a picos
de freqüência.
Deste modo, uma lista de dados numéricos pode, eventualmente, apresentar uma única moda (unimodal), duas
modas (bimodal) ou mais (multimodal), podendo também não ter moda (amodal).
A determinação de valores modais deve ser evitada quando o número de observações é pequeno. No entanto,
objetivando esclarecer o conceito de moda, são comuns as ilustrações que utilizam listas pequenas.
Exemplos:
- A série (2, 2, 3, 3, 3, 4, 5, 6, 7, 8) é unimodal: Mo = 3
- A série (10, 11, 11, 13, 13, 13, 14, 15, 15, 15, 15, 16) tem duas modas, 13 e 15, sendo por isso denominada
série bimodal.
- A série (3, 3, 4, 4, 5, 5, 6, 6, 7, 7) não tem moda, sendo denominada série amodal.
Determinação da Moda no Caso de Dados Agrupados
Considere a distribuição de freqüências das idades de um grupo de 120 indivíduos:
Idades N" de
(anos) Indivíduos
10 I 15 8
15 I 20 22
20 I 25 34
25 I 30 26
30 I 35 15
35 I 40 11
40 I 45 4
Assumimos que a moda está compreendida na classe 20 I 25 pois é a que reúne o maior número de indivíduos.
Esta classe é denominada classe modal, enquanto a freqüência simples da mesma é chamada de freqüência
modal.
É muito importante observarmos que, numa tabela com dados agrupados em classes, a determinação da
classe modal a partir da comparação direta dos valores das freqüências simples só é possível quando todas
as classes tiverem a mesma amplitude. Este é o caso mais comum, sendo, aliás, o único citado pela grande
maioria dos autores.
Caso as classes tivessem amplitudes distintas, a determinação da classe modal deveria levar em conta a
densidade de cada classe, que é determinada dividindo-se a freqüência simples da mesma pela sua
amplitude.
Apresentaremos, a seguir, três métodos distintos de determinação da moda.
Moda Bruta
A moda bruta é o ponto médio da classe modal.
Portanto, para a distribuição de freqüências apresentada anteriormente, a moda bruta é 22,5 anos, pois este
é o ponto médio do intervalo 20 I 25, que é o intervalo da classe modal.
Embora seja bastante simples, o cálculo da moda bruta é muito impreciso, pois não considera a influência
das freqüências das classes vizinhas sobre o valor da moda.
Fórmula de Czuber
A fórmula de Czuber é considerada a mais precisa para o cálculo da moda numa tabela com dados
agrupados em classes. Nela, consideram-se as variações das freqüências das classes vizinhas à classe
modal em relação àfreqüência da própria classe modal.
Dada uma distribuição de freqüências com dados agrupados em classes de mesma amplitude, a determi-
nação da moda, pela fórmula de Czuber, será obtida pela expressão:

,
_

¸
¸
+
⋅ + ·
2 1
1
mo
Ä Ä
Ä
c Mo l
onde:
mo
l = limite inferior da classe modal.
c = amplitude do intervalo da classe modal.
1
∆ = diferença entre as freqüências simples das classes modal e anterior àmodal.
112
2
∆ = diferença entre as freqüências simples das classes modal e posterior àmodal.
Na distribuição apresentada anteriormente, temos:
mo
l = 20
c = 5

1
∆ = 34 - 22 = 12

2
∆ = 34 - 26 = 8
Portanto:
anos 23 3 20 Mo
20
60
20 Mo
20
12
5 20 Mo
8 12
12
5 20 Mo
· + ·
+ ·
⋅ + ·

,
_

¸
¸
+
⋅ + ·
(Compare o resultado obtido com o valor da moda bruta, observando a diferença)
Fórmula de King
A fórmula de King baseia-se apenas na influência das freqüências das classes adjacentes à classe modal
sobre o valor da moda, não considerando a freqüência da própria classe modal. É menos precisa que a
fórmula de Czuber, devendo, portanto, o seu uso ficar restrito aos casos onde seja expressamente pedida.
Dada uma distribuição de freqüências com dados agrupados em classes, a determinação da moda, pela
fórmula de King, será dada pela expressão:

,
_

¸
¸
+
⋅ + ·
pos ant
pos
mo
c Mo
f f
f
l
onde:
mo
l = limite inferior da classe modal.
c = amplitude do intervalo da classe modal.
ant
f = freqüência da classe anterior àclasse modal.
pos
f = freqüência da classe posterior à classe modal.
No mesmo exemplo usado anteriormente, temos:
mo
l = 20
c = 5
ant
f = 22
pos
f = 2 6
Assim, a fórmula de King nos dá:
anos 22,7 Mo
2,708... 20 Mo
26 22
26
5 20 Mo

+ ·

,
_

¸
¸
+
⋅ + ·
(Compare também este resultado com os valores obtidos com as fórmulas de Czuber e da moda bruta)
Determinação Gráfica da Moda
Pode-se determinar graficamente a posição da moda no histograma representativo de uma distribuição de
freqüências simples.
O método descrito a seguir é o equivalente geométrico da fórmula de Czuber.
113
1º A partir dos vértices superiores do retângulo correspondente àclasse modal (A e B), traçamos os segmentos
concorrentes AC e BD, ligando cada um deles ao vértice superior adjacente do retângulo correspondente a uma
classe vizinha, conforme ilustrado na figura.
2° A partir da interseção dos segmentos AC e BD, baixamos uma perpendicular ao eixo horizontal,
determinando o ponto Mo que indica a moda.
Mediano (Md)
Mediana é o valor que separa um rol em duas partes com a mesma quantidade de ocorrências.
A mediana, portanto, será sempre um número que, num conjunto ordenado de dados, tenha 50% dos valores
menores ou iguais a ele, sendo os outros 50% maiores ou iguais a ele. Ocupa, quanto ao número de elementos
do rol, uma posição central no mesmo.
Cálculo da Mediana numa Série com Dados Não Agrupados
I - Quando a quantidade de dados for ímpar:
Neste caso a mediana será o valor do dado que, no rol, tem a mesma quantidade de ocorrências antes e depois
de si.
Exemplo:
Na série (5,10,15,16,20,40,40) a mediana é 16.
II - Quando a quantidade de dados for par:
Neste caso a mediana será a média aritmética dos dois valores mais centrais do rol, quanto ao número de
ocorrências.
Exemplo:
Na série (13, 15,17, 19, 25, 30) os dois valores mais centrais do rol são 17 e 19, sendo 18 a média aritmética
entre eles. Assim, a mediana é 18.
Note que, neste caso, a mediana é um valor teórico, isto é, que não pertence realmente ao rol.
Cálculo da Mediana numa Distribuição com Dados Agrupados em Classes
Dada uma distribuição de freqüências com dados agrupados em classes, o valor da mediana pode ser obtido
com a seguinte expressão:

,
_

¸
¸ ∆
⋅ + ·
md
md
c Md
f
l
onde:
md
l = limite inferior da classe mediana, isto é, da 1ª classe que apresentar freqüências acumuladas
maiores ou iguais a 50%
c = amplitude do intervalo da classe mediana
md
f = freqüência simples da classe mediana
∆ = parcela da
md
f necessária para acumular 50% na classe mediana
Exemplo:
A tabela abaixo apresenta a distribuição das alturas de 26 pés de certo arbusto, aos quatro meses de idade.
Determinar a altura mediana desta distribuição.
Alturas Freqüências
(cm) simples
50 I 60 2
60 I 70 5
70 I 80 8
80 I 90 7
90 I 100 4
Solução:
1°A mediana deve ter 50% das ocorrências menores ou iguais a ela. Como o total de ocorrências da tabela
acima é 26 devemos ter:
50% de 26 = 13 ocorrências
2°Na prática, em vez de calcularmos as freqüências acumuladas crescentes e as decrescentes, podemos
tomar a primeira classe que apresentar freqüência acumulada crescente com pelo menos 50% das
ocorrências. No nosso exemplo, 13 ou mais ocorrências.
114
Alturas Freqüências Freqüências
(cm) simples acumuladas
50 I 60 2 2
60 I 70 5 7
70 I 80
md
f = 8 15
80 I 90 7 22
90 I 100 4 26
Podemos observar na tabela acima que a classe mediana será a terceira, pois ali encontramos o primeiro
valor de freqüência acumulada crescente com pelo menos 50% das ocorrências.
3°O valor de ∆ é o valor que deveríamos ter na freqüência simples da classe mediana para conseguir uma
freqüência acumulada de 50% (13 ocorrências, em vez das 15 que ali encontramos):
Alturas Freqüências Freqüências
(cm) simples acumuladas
50 I 60 2 2
60 I 70 5 7
70 I 80 ∆ A=6 13
80 I 90 - -
90 I 100 - -
4°Resumindo os valores encontrados e substituindo-os na fórmula que nos dá a mediana temos:
md
l = 70
c = 10
md
f = 8
∆ = 6
s centímetro 77,5 Md
7,5 70 Md
8
6
10 70 Md
·
+ ·

,
_

¸
¸
⋅ + ·
Determinação Gráfica da Mediana
Uma vez, que os números de elementos abaixo e acima da mediana são iguais, podemos concluir que a
mediana é o valor para o qual as freqüências acumuladas crescente e decrescente são iguais, o que nos
permite localizar graficamente a mediana utilizando as ogivas, que são os gráficos que registram as freqüências
acumuladas, conforme observamos abaixo.
Ogivas - Crescente e Decrescente
A linha vertical traçada a partir do ponto de cruzamento das duas ogivas, indica a localização da mediana sobre
o eixo da variável.
Posições Relativas entre Média Aritmética, Moda e Mediana
Dada uma distribuição de freqüências unimodal, uma, e somente uma, das três situações abaixo ocorrerá:
1° A distribuição é simétrica - neste caso, teremos um mesmo valor para a média aritmética, a moda e a
mediana.
115
2°A distribuição é assimétrica àdireita - neste caso, a média aritmética será maior que a mediana e esta, maior
que a moda.
3°A distribuição é assimétrica àesquerda - neste caso, a média aritmética será menor que a mediana e esta,
menor que a moda.
Relação de Pearson entre Média Aritmética, Moda e Mediana
Se uma distribuição de freqüências com dados agrupados em classes for unimodal e pouco assimétrica, então
pode ocorrer a seguinte relação:
Md) x ( 3 Mo x − ⋅ ≅ −
Interpretada graficamente, esta relação mostra que a distância da média aritmética até a moda é o triplo da dis-
tância da média aritmética até a mediana.
Por ser uma relação empírica, seu uso deve ficar restrito aos casos onde seja expressamente pedida.
Propriedade das Medidas de Posição
1ª Se adicionarmos (ou subtrairmos) uma mesma constante a todos os valores de uma série, a média
aritmética, a moda e as separatrizes (mediana, quartis, decis e centis) ficarão todas adicionadas (ou
subtraídas) da mesma constante.
2ª Se multiplicarmos (ou dividirmos) por uma mesma constante todos os valores de uma série, a média
aritmética, a moda e as separatrizes (mediana, quartis, decis e centis) ficarão todas multiplicadas (ou
divididas) pela mesma constante.
EXERCÌ CIOS - MODA
1. A curva "X" representa uma distribuição de freqüências:
a) bimodal;
b) amodal;
c) multimodal;
d) unimodal.
2. A empresa "Cerrado" distribuiu seus empregados nas faixas salariais abaixo, em salários mínimos:
Faixa Salarial Número de
(sal. mínimos) Empregados
1 I 5 15
5 I 9 40
9 I 13 10
13 I 17 5
116
O salário modal da empresa é aproximadamente
a) 7 salários mínimos.
b) 40 salários mínimos.
c) 6,82 salários mínimos.
d) 9 salários mínimos.
3. Na série (50, 80, 70, 50, 40), a moda será:
a) 40
b) 50
c) 56
d) 80
4. (ESAF/TTN) Dada a seguinte distribuição, onde fi é a freqüência simples absoluta da i-ésima classe, então:
Classes f1
2 I 4 2
4 I 6 8
6 I 8 10
8 I 10 8
10 I 12 4
a) a distribuição é simétrica e o número de classes é 5;
b) a distribuição é assimétrica e bimodal;
c) a média aritmética é 6,4;
d) por ser a maior freqüência, a moda é 10;
c) o ponto médio da 3ª classe e a moda são iguais.
5. (ESAF/TTN)De acordo com a distribuição de freqüência transcrita a seguir, pode-se afirmar que:
Di âmet ro Freqüênci as si mpl es
( cm) absol utas
4 I 6 6
6 I 8 8
8 I 10 12
10 I 12 10
12 I 14 4
A moda da distribuição é aproximadamente igual a
a) 9,5 cm.
b) 9,7 cm.
c) 9,3 cm.
d) 9,6 cm.
c) 9,4 cm.
6. A série (40, 60, 70, 80, 90, 40, 70) é
a) amodal.
b) bimodal.
c) unimodal.
d) multimodal.
7. A moda bruta é
a) o ponto médio da classe central.
b) o ponto médio da classe de maior freqüência.
c) um ponto médio qualquer escolhido arbitrariamente.
d) nenhuma das respostas acima.
8. A moda de Czuber é calculada utilizando
a) todos os dados da distribuição.
b) os dados centrais da distribuição.
c) os dados que estão em torno da classe de maior freqüência.
d) os dados extremos.
9. Se as freqüências das classes adjacentes àclasse modal forem iguais, poderemos afirmar que
a) a moda de Czuber será maior que a moda bruta.
b) a moda de Czuber será maior que a moda de King.
117
c) a moda bruta será igual àmoda de Czuber.
d) a moda bruta será maior que a moda de King.
10. Se a freqüência da classe anterior àclasse modal for maior que a freqüência da classe posterior àclasse
modal, poderemos afirmar que
a) a moda de King será menor que a moda de Czuber.
b) a moda de Czuber será menor que a moda de King.
c) a moda de King será menor que a moda bruta.
d) as modas de King, Czuber e bruta serão iguais.
EXERCÍCIOS - MEDIANA
1. Na série (15, 20, 30, 40, 50) há, abaixo da mediana
a) 2 valores.
b) 3 valores.
c) 3,5 valores.
d) 4 valores.
2. Na série (10, 20, 40, 50, 70, 30, 0), a mediana será:
a) 20
b) 30
c) 40
d) 50
3. (IDR-DF/AFCE) Um órgão público divide suas despesas em doze rubricas diferentes. Os valores (em
1.000 reais) orçados por rubrica para o próximo ano, em ordem crescente, são: 20; 22; 28; 43; 43; 43; 61; 61;
61; 64; 72 e 82. Pode-se afirmar, então, que a mediana destes valores é:
a) 43
b) 50
c) 52
d) 61
4. A empresa "Cerrado" distribuiu seus empregados nas faixas salariais abaixo, em salários mínimos:
Faixa Salarial Número de
(Sal. mínimos) Empregados
1I 5 15
5I 9 40
9I 13 10
13I 17 5
O salário mediano da empresa é
a) 7 salários mínimos.
b) 40 salários mínimos.
c) 6,82 salários mínimos.
d) 9 salários mínimos.
5. (ESAF/TTN) Considere as medianas dos grupos abaixo.
Grupo I: 10, 6, 30, 2, 5, 8.
Grupo II: 7, 4, 2, 10, 7, 15.
Grupo III : 5, 9, 7, 33, 18, 4.
Grupo IV: 6, 9, 4, 10, 10, 11.
Os grupos que têm a mesma mediana são
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.
d) I e III.
e) II e IV
6. Na série (20, 30, 40, 60, 50, 80, 80) a mediana será:
a) 40
b) 50
c) 60
d) 80
118
7. (ESAF/TTN) De acordo com a distribuição de freqüência transcrita a seguir, pode-se afirmar que:
Pesos Freqüênci as si mpl es
(kg) absol ut as
2I 4 9
4I 6 12
6l 8 6
8I 10 2
10I 12 1
A mediana da distribuição é igual a
a) 5,20kg.
b) 5,30kg.
c) 5,00kg.
d) um valor inferior a 5kg.
e) 5,10kg.
8. (ESAF/TTN) De acordo coma distribuição de freqüência transcrita a seguir, pode-se afirmar que:
Di âmet ro Freqüênci as si mpl es
( cm) absol ut as
4I 6 6
6I 8 8
8I 10 12
10I 12 10
12I 14 4
A mediana da distribuição
a) é eqüidistante da média aritmética e da moda.
b) é igual àmédia aritmética.
c) é inferior àmédia aritmética.
d) coincide com o ponto médio de um intervalo de classe.
e) pertence a um intervalo de classe distinto do que contém a média aritmética.
Variância (S
2
)
A variância é definida como sendo a média aritmética dos quadrados dos desvios calculados em relação à
média aritmética dos valores da série.
( )
n
x x
S
2
i
2 ∑

·
Fórmula Breve para o Cálculo da Variância
Pode-se demonstrar que a fórmula dada acima e equivalente àseguinte:
( )
2
2 2
x x S − ·
Em palavras: A variância é igual àdiferença entre a média aritmética dos quadrados dos valores da série e o
quadrado da média aritmética da mesma.
O uso da fórmula acima permite chegarmos ao mesmo resultado da primeira fórmula apresentada, sem
necessidade de calcularmos os desvios.
Calculo da Variância numa Amostra
A qualidade da estimativa do valor da variância a partir dos dados de uma amostra sofre influência do número
de elementos disponíveis na amostra, tendendo a apresentar resultados menos precisos para amostras com
pequeno número de elementos.
Para obtermos uma melhor estimativa do valor da variância, devemos empregar um fator de correção:
fator de correção de Bessel =
1 n
n

Deste modo, ao multiplicarmos o valor resultante de S
2
pelo fator de correção de Bessel, obteremos uma
estimativa melhor para a variância, usualmente indicada pela expressão : S
2
1 n−
119
1 n
n
S S
2 2
1 n

⋅ ·

Na prática, quando n é grande (n > 30) não há diferença significativa entre os valores obtidos por S
2
e por
2
1 n
S

,
possibilitando, assim, que desprezemos o uso do fator de correção. Entretanto, deve-se dar preferência ao
cálculo de
2
1 n
S

sempre que estivermos trabalhando com uma amostra com menos de 30 elementos, pois desta
forma teremos uma estimativa melhor para a variância.
Propriedades da Variância
1ª Se adicionarmos (ou subtrairmos) uma mesma constante a todos os valores de uma série, a variância
permanecerá inalterada.
Exemplo:
Calcular a variância da seguinte amostra de idades num grupo de funcionários de certa empresa: 46 anos, 48
anos, 52 anos, 55 anos.
Solução:
Subtraindo 50 de cada um dos valores da amostra obteremos a nova série:
(-4, -2, 2, 5)
Nela, a variância será a mesma da série original mas os cálculos serão bem mais "confortáveis".
Usando a fórmula breve (2ª fórmula) para o cálculo da variância teremos:
Média dos quadrados das idades:
2 2
anos 12,25
4
49
4
25 4 4 16
x · ·
+ + +
·
Quadrado da média de idades:
( )
2
2 2
2
anos 0,0625
16
1
4
1
4
5 2 2 4
x · ·
,
_

¸
¸
·
,
_

¸
¸ + + − −
·
Variância:
( )
2
2
2 2
1 n
anos 16,25
12
195
3
4
16
1
4
49
1 n
n
x x S · · ⋅
,
_

¸
¸
− ·

,
_

¸
¸
− ·

Observe que a unidade de medida que indicou a variância é anos
2
(anos ao quadrado).
A unidade de medida que expressa uma variância é sempre o quadrado da unidade de medida da variável estudada.
2ª Se multiplicarmos (ou dividirmos) todos os valores de uma série por uma mesma constante, a variância
ficará multiplicada (ou dividida) pelo quadrado do valor daquela constante.
Exemplo:
Considere as séries A = (1, 3, 6, 8) e B = (10, 30, 60, 80). Se o valor da variância da série A for igual a 9, 667,
qual será o valor da variância da série B?
Solução:
A série B pode ser obtida multiplicando-se todos os valores da série A por 10. Deste modo, a variância da série
B será igual àvariância da série A multiplicada por 10
2
, ou seja:
(Variância da série B) = 10
2
x (Variância da série A)
(Variância da série B) = 100 x 9,667 = 966,7
Desvio Padrão (S)
Vimos que a unidade de medida de uma variância é igual ao quadrado da unidade de medida da variável estu-
dada. A fim de eliminarmos este inconveniente, criamos uma nova medida de dispersão, o desvio padrão, que
é definido como sendo a raiz quadrada da variância, e representado por Sn-1, ou por S, conforme seu cálculo
use o fator de correção ou não, respectivamente.
120
2
1 n 1 - n
2
S S
e
S S

·
·
O desvio padrão indica, em termos absolutos, o afastamento dos valores observados e relação àmédia aritmé-
tica da série estudada.
Propriedades do Desvio Padrão
1ª Se adicionarmos (ou subtrairmos) uma mesma constante a todos os valores de uma série, o desvio
padrão permanecerá inalterado.
Exemplo:
As séries (2, 3, 5, 8, 10) e (40, 41, 43, 46, 48) têm desvios padrões iguais, pois os elementos da segunda podem
ser obtidos dos elementos da primeira, adicionando-se 38 a cada um deles.
2ª Se multiplicarmos (ou dividirmos) por uma mesma constante todos os elementos de uma série, o desvio
padrão ficará multiplicado (ou dividido) pelo valor absoluto daquela constante.
Exemplo:
Calcular o desvio padrão da distribuição de diâmetros fornecida na tabela abaixo:
Diâmetros Freq. Absolutas
(cm) simples
10 I 15 2
15 I 20 4
20 I 25 6
25 I 30 5
30 I 35 3
Solução:
Como se trata de uma tabela de distribuição de freqüências com dados agrupados em classes, os cálculos devem
ser executados utilizando-se os pontos médios dos intervalos de classes (12,5 , 17,5 , 22,5 , 27,5 e 32,5), com
suas respectivas freqüências simples como pesos para os cálculos de média.
Se subtrairmos 22,5 de todos os valores dos pontos médios, o desvio padrão não será alterado.
Dividindo, em seguida, todos os resultados por 5 (que é a amplitude dos intervalos de classe), o desvio padrão
ficará igualmente dividido por 5, mas nossos cálculos serão menos trabalhosos. Assim, teremos a seguinte tabela:
Freq. absolutas
(X-22,5) ÷ 5 Simples
-2 2
-1 4
0 6
1 5
2 3
Média dos quadrados:
2 2
2 2 2 2 2
2
cm 1,45
20
29
20
4 3 1 5 0 6 1 4 4 2
x
20
(2) 3 (1) 5 (0) 6 1) ( 4 2) ( 2
x
· ·
⋅ + ⋅ + ⋅ + ⋅ + ⋅
·
⋅ + ⋅ + ⋅ + − ⋅ + − ⋅
·
Quadrado da média:
( )
2
2 2
2
cm 0,0225
20
3
20
(2) 3 (1) 5 (0) 6 1) ( 4 2) ( 2
x ·
,
_

¸
¸
·
,
_

¸
¸ ⋅ + ⋅ + ⋅ + − ⋅ + − ⋅
·
121
Variância:
( )
( )
2 2
1 n
2
1 n
2
2 2
1 n
cm 1,05263 x 1,4275 S
19
20
0,0225 1,45 S
1 n
n
x x S
·
⋅ − ·


1
]
1

¸

− ·



Desvio Padrão:
cm 1,2258 1,50263 S
S S
1 n
2
1 n 1 n
· ·
·

− −
Então o desvio padrão da série dada será o produto do valor encontrado por 5, ou seja:
5 x 1,2258 = 6,129 cm
EXERCÍCIOS - DESVIO PADRÃO
1. Determinar o desvio padrão da amostra (10, 10, 11, 11).
a)
3
1
b)
4
1
c) 5 10,
d)
3
1
e)
4
1
2. Dados os conjuntos A = (-2, -1, 0, 1, 2) e B = (30, 35, 40, 45, 50), pode-se afirmar em relação ao desvio
padrão em B:
a) é igual ao desvio padrão em A;
b) é o quíntuplo do valor do desvio padrão de A;
c) é o quíntuplo do valor do desvio padrão de A, somado com 40;
d) é 40 unidades maior que o desvio padrão de A;
e) não pode ser avaliado a partir do desvio padrão de A.
3. (BACEN-94) Em certa empresa o salário médio era de $ 90.000,00, com desvio padrão de $ 10.000,00.
Todos os salários receberam um aumento de 10%. Então o desvio padrão dos novos salários passou a ser:
a) $10.000,00
b) $10.100,00
c) $10.500,00
d) $10.900,00
e) $11.000,00
SISTEMAS LINEARES
É todo sistema de m equações a n incógnitas do tipo:
S =
m n n m 2 m2 1 m1
3 n n 3 2 32 1 31
2 n n 2 2 22 1 21
1 n n 1 2 12 1 11
b x a ..... x a x a




b x a ..... x a x a
b x a ..... x a x a
b x a ..... x a x a
· + +
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
· + +
· + +
· + +
122
onde:
x1 , x2 , ... , xn - são as incógnitas
ai j - são os coeficientes das incógnitas
b1 , b2 , ... , bn - são os termos independentes.
Exemplos:
1º - O sistema S1, abaixo, é um sistema linear com 3 equações e 3 variáveis.
3x +2y -z = 2
S1 = -2x +3y + 4z = 7
x +y +5z = 9
2º - O sistema S2, abaixo, é um sistema linear com 4 equações e 3 variáveis.
3x +2y - z = 2
-2x +3y +4z = 7
·
2
S
x +y +5z = 9
4x +y - 3z = 11
3°- O sistema S3, abaixo, é um sistema linear homogêneo com 3 equações e 3 variáveis.
2x +3y - z = 0
S3 = -2x +4y +2z = 0
X +y +3z = 0
Este sistema é dito homogêneo pois todos os termos independentes são nulos.
Soluções de um Sistema Linear
Dizemos que um sistema de equações lineares com n incógnitas, x1, x2, x3, ..., xn, admite como solução a
seqüência ordenada ( r1 , r2 , r3 , ... rn ) se, e somente se, substituindo x1 = r1, x2 = r2, x3 = r3 ..... xn = rn em todas
as equações do sistema, elas se tornarem todas verdadeiras.
Exemplo:
O sistema
x + y = 10
x - y = 4
tem uma solução igual a (7, 3) pois substituindo x = 7 e y = 3 em cada uma das duas equações do
sistema teremos:
(7) + (3) = 10 (verdadeiro)
(7) - (3) = 4 (verdadeiro)
Um sistema linear pode ter mais de uma solução e pode até não ter solução alguma.
Se um sistema linear qualquer:
tem uma única solução - é chamado determinado;
tem várias soluções - é chamado indeterminado;
não tem solução - é chamado impossível.
Propriedades
1 - Um sistema linear homogêneo tem, sempre, pelo menos uma solução pois x1 =0, x2 = 0, x3 = 0, ...
xn = 0 sempre tornará todas as equações do sistema homogêneo verdadeiras. A solução (0, 0, 0, ..., 0) é
chamada solução trivial.
2 - Um sistema com n equações e n variáveis terá uma única solução (sistema determinado) se e
somente se o determinante formado pelos coeficientes do sistema for diferente de zero.
123
EXERCÍCIOS
1. Resolva os seguintes sistemas:
¹
'
¹
· +
· +
¹
'
¹
· +
· −
¹
'
¹
· −
− · +
¹
'
¹
· −
· +
¹
'
¹
− · +
· +
¹
'
¹
· −
· +
¹
'
¹
· −
· +
¹
'
¹
· −
· +
16 2y 3x
17 5y 2x
h)
3 5y 4x
13 7y 3x
g)
6 y 2x
4 3y x
f)
7 y 2x
1 2y x
e)
1 3y 2x
11 y 2x
d)
5 y x
11 2y x
c)
3 2y x
7 2y x
b)
1 y x
5 y x
a)
Considere o sistema abaixo, nas incógnitas x e y, para responder as questões 2 a 4.
2x +y = 5
6x +py = q
2. O sistema será indeterminado se e somente se
a) p = 3 e q = 15
b) p = 3 e q ≠ 15
c) p ≠ 3 e q = 15
d) p ≠ 3 e q ≠ 15
e) p ≠ 3 e qualquer que seja o valor de q.
3. O sistema será impossível se e somente se
a) p = 3 e q = 15
b) p = 3 e q ≠ 15
c) p ≠ 3 e q = 15
d) p ≠ 3 e q ≠ 15
e) p ≠ 3 e qualquer que seja o valor de q.
4. O sistema será determinado se e somente se
a) p = 3 e q = 15
b) p = 3 e q ≠ 15
c) p ≠ 3 e q = 15
d) p ≠ 3 e q ≠ 15
e) p ≠ 3 e qualquer que seja o valor de q.
5. Resolvendo o sistema abaixo
x + y = 27
x + z = 35
y + z = 38
encontraremos
a) x = 15
124
b) y = 12
c) z = 15
d) x = 12
e) y = 23
6. Resolvendo o sistema abaixo
x +y +z = 6
3x -y +z = 8
x +y +2z = 7
encontraremos
a) x = 3
b) y = 1
c) z = 2
d) x = 1
e) y = 3
7. Dois números são tais que multiplicando-se o maior por 5 e o menor por 6 os produtos serão iguais. O
menor, aumentado de 1 unidade, fica igual ao maior diminuído de 2 unidades. Então,
a) o produto deles é igual a 300.
b) cada um deles é maior que 20.
c) os dois números são ímpares.
d) os dois números são pares.
e) a soma deles é igual a 33.
8. Numa gincana cultural cada resposta correta vale 5 pontos, mas perdem-se 3 pontos a cada resposta
errada. Em 20 perguntas uma equipe conseguiu uma pontuação final de 44 pontos. Quantas perguntas esta
equipe acertou?
a) 7
b) 9
c) 11
d) 13
e) 15
9. Um colégio tem 525 alunos, entre moças e rapazes. A soma dos quocientes do número de rapazes por 25
e do número de moças por 30 é igual a 20. Quantas são as moças do colégio?
a) 150
b) 225
c) 250
d) 325
c) 375
10. Somando-se 8 ao numerador, uma fração ficaria equivalendo a 1. Se, em vez disso, somássemos 7 ao
denominador da mesma fração, ela ficaria equivalendo a 1/2. A soma do numerador e do denominador desta
fração é igual a
a) 36
b) 38
c) 40
d) 42
e) 44
11. Somando-se 8 ao numerador, uma fração fica equivalendo a 1. Se, em vez disso, somássemos 7 ao
denominador, a fração ficaria equivalente a
2
1
. Qual é a fração original?
12. Num quintal encontram-se galinhas e coelhos, num total de 30 animais. Contando os pés seriam, ao todo,
94. Quantos coelhos e quantas galinhas estão no quintal?
13. A soma dos valores absolutos dos dois algarismos de um número é 9. Somado com 27, totaliza outro
número, representado pelos mesmos algarismos dele, mas na ordem inversa. Qual é este número?
14. O mago Paulo Coelho tem em seu "laboratório" algumas cobras, sapos e morcegos. Ao todo são 14 cabe-
ças, 26 patas e 6 asas. Quantos animais de cada tipo estão no laboratório?
15. Calcular três números tais que a soma do 1°com o 2°é 40, a soma do 2°com o 3°é 70 e a soma do 1º
com o 3°é 60.
125
16. José Antônio tem o dobro da idade que Antônio José tinha quando José Antônio tinha a idade que Antônio
José tem. Quando Antônio José tiver a idade que José Antônio tem, a soma das idades deles será 63 anos.
Quantos anos tem cada um deles?
17. Uma ração para canários é composta por dois tipos de sementes, A e B. Cada uma delas contém três
nutrientes importantes, x, y e z, em quantidades diferentes, conforme mostrado na tabela abaixo.
x y z
A 5 3 1
B 4 6 2
Se a ração for preparada com 2 partes da semente A e 3 partes da semente B, qual a quantidade que encon-
traremos para cada um dos três nutrientes?
Enunciado para as questões 18 e 19.
Ao se compararem 3 projetos diferentes para residências, constatou-se que as quantidades utilizadas para 4
materiais de acabamento variavam de um projeto para outro de acordo com a tabela abaixo que mostra as
quantidades utilizadas para cada um deles.
Tintas cerâmicas louças vidros
Projeto A 6 9 4 6
Projeto B 8 4 3 5
Projeto C 5 10 2 4
Sabe-se que os custos unitários de cada material são: tinta = $ 12, cerâmica = $ 15, louça = $ 8 e vidro = $ 9.
Pergunta-se:
18. Qual dos três projetos terá o menor custo de acabamento e de quanto será este custo?
19. Se uma cooperativa construir uma vila com 3, 5 e 2 casas de projetos A, B e C respectivamente, qual será o
custo total do material de acabamento?
20. Uma fábrica produz três tipos de fertilizantes para o solo, A, B e C, cada um deles contendo determinada
quantidade de nitrogênio (N), de fósforo (P) e de potássio (K). A tabela abaixo mostra, em g/kg, as concentrações
de N, P e K em cada tipo de fertilizante.
N P K
A 1 3 4
B 2 3 5
C 3 0 3
Para corrigir o solo de um determinado terreno, um agricultor necessita de 11g de N, 9g de P e 20g de K. Se o
fertilizante A é vendido a $ 6,00 o kg enquanto B e C são vendidos a $ 1,00 o kg, determine as quantidades
necessárias de A, B e C que fornecem as medidas desejadas pelo agricultor e que tenha um preço de $ 10,00.
21. (CESPE/93) Uma loja especializada em equipamentos de computação fabrica três tipos de microcompu-
tadores: A, B e C, empregando, em cada um, componentes X, Y, Z e W, nas quantidades indicadas na tabela
abaixo.
X Y Z W
A 5 20 16 7
B 7 18 12 9
C 6 25 8 5
Sabe-se que os preços, por unidade, dos componentes X, Y, Z e W são, respectivamente, $ 15.000, $ 8.000,
$ 5.000 e $ 1.000. Os preços unitários de cada tipo de micro, A, B e C, serão, respectivamente:
a) $ 335.000, $ 318.000 e $ 322.000
b) $ 335.000, $ 322.000 e $ 318.000
c) $ 322.000, $ 318.000 e $ 335.000
d) $ 318.000, $ 322.000 e $ 335.000
e) $ 322.000, $ 335.000 e $ 318.000
22. (CESPE/93) Para uma construção foram pesquisados três tipos de concreto, de três diferentes fábricas, A, B e
C. Para cada quilo de concreto, determinou-se que:
I - O concreto da fábrica A tem 1 unidade de brita, 3 de areia e 4 de cimento.
II - O concreto da fábrica B tem 2, 3 e 5 unidades, respectivamente, de brita, areia e cimento.
III - o concreto da fábrica C tem 3 unidades de brita, 2 de areia e 3 de cimento.
126
O concreto ideal deverá conter 23 unidades de brita, 25 de areia e 38 de cimento. Usando-se concreto das três
fábricas, as quantidades, em kg, de cada uma delas, necessárias para se obter o concreto ideal serão,
respectivamente, para A, B e C:
a) 5, 3 e 2
b) 4, 4 e 2
c) 3, 4 e 5
d) 2, 3 e 5
e) 1, 5 e 3
23. As idades de quatro pessoas são tais que: a soma das três primeiras é 73 anos;
a soma das três últimas é 60;
a primeira somada com as duas últimas é 63;
a última somada com as duas primeiras é 68.
A idade da mais velha é:
a) 32
b) 28
c) 25
d) 20
e) 15
PROBLEMAS DE CONTAGEM
Princípio Multiplicativo (P.M.)
Se um acontecimento A pode ocorrer de m maneiras diferentes e se, para cada uma das m maneiras possíveis
de ocorrência de A, um segundo acontecimento B pode ocorrer de n maneiras diferentes, então o número de
maneiras de ocorrer o acontecimento A seguido do acontecimento B é m x n.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. De quantas maneiras diferentes se pode formar um casal, composto por um rapaz e uma moça, escolhidos
aleatoriamente entre os 5 rapazes e as 4 moças que compõem um grupo?
Solução:
ACONTECIMENTOS Nº DE OCORRÊNCIAS
A : Escolha de um rapaz 5
B : Escolha de uma moça 4
Logo, pelo P.M., teremos:
5 ⋅ 4 = 20 maneiras.
2. Quantos números de dois algarismos distintos podem ser formados no sistema de numeração decimal?
Solução:
ACONTECIMENTOS N°DE OCORRÊNCIAS
A: Escolha do algarismo 9, pois o zero não pode
das dezenas ocorrer nas dezenas
B: Escolha do algarismo 9, pois o algarismo das unidades
das unidades deve ser diferente do das dezenas
Logo, pelo P.M., teremos:
9 ⋅ 9 = 81 números.
3. Quantos números ímpares e de dois algarismos distintos podem ser formados no sistema de numeração
decimal?
Solução:
ACONTECIMENTOS N°DE OCORRÊNCIAS
A: Escolha do algarismo 5, pois servem
das unidades somente 1, 3, 5, 7 ou 9
B: Escolha do algarismo 8, pois o algarismo das dezenas não
das dezenas pode ser zero, nem repetido das unidades
127
Logo, pelo P.M., teremos:
5 ⋅ 8 = 40 números.
4. Quantos números pares e com dois algarismos distintos podem ser formados no sistema de numeração
decimal?
Solução:
Se o número terminar em zero, então existirão 9 maneiras de escolher o algarismo das dezenas:
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 ou 9
Mas se o número não terminar em zero, então sobrarão apenas 8 maneiras de escolher o algarismo das
dezenas, pois um dos algarismos pares da lista apresentada acima já terá sido usado na casa das unidades.
Temos, portanto, dois casos a considerar:
Caso A: Números pares terminados em zero:
ACONTECIMENTOS N°DE OCORRÊNCIAS
A: O algarismo das 1
unidades é zero.
B: Escolha do algarismo 9
das dezenas
Logo, pelo P.M., teremos:
1 ⋅ 9 = 9 números pares terminados em zero.
Caso B: Números pares não terminados em zero:
ACONTECIMENTOS N°DE OCORRÊNCIAS
A: Escolha do algarismo 4, pois será
das unidades 2, 4, 6 ou 8
B: Escolha do algarismo 8, pois o algarismo das dezenas não
das dezenas pode ser zero, nem repetido das unidades
Logo, pelo P.M., teremos:
4 x 8 = 32 números pares não terminados em zero.
Juntando os dois resultados encontrados, podemos concluir que o total de números pares formados por dois
algarismos distintos é:
9 + 32 = 41 números.
5. Três pessoas devem acomodar-se numa fila de 5 cadeiras. Considerando-se que todas as posições possí-
veis são distintas entre si, de quantas maneiras podem as três pessoas acomodar-se?
Solução:
ACONTECIMENTOS N°DE OCORRÊNCIAS
A: A primeira pessoa 5, pois todas as cadeiras
escolhe uma cadeira vaga. ainda estão vagas.
B: A segunda pessoa 4, pois uma das 5 cadeiras já está
escolhe uma cadeira vaga. ocupada, restando 4 vagas.
C: A terceira pessoa 3, pois duas das 5 cadeiras já
escolhe uma cadeira vaga. estão ocupadas, restando 3 vagas.
Logo, pelo P.M., teremos:
5 ⋅ 4 ⋅ 3 = 60 maneiras.
Combinações
Considere um conjunto qualquer com n elementos distintos ( n ≥ 1).
128
Chamamos de combinação a cada um dos subconjuntos possíveis com p elementos, 0 ≤ p≤ n escolhidos
entre os n elementos que pertencem ao conjunto considerado.
É importante notar que uma combinação é sempre um subconjunto. Portanto, ao trocarmos a ordem dos
seus elementos, ela permanecerá inalterada.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
1. Quantos subconjuntos distintos e com 3 elementos podem ser formados com os elementos do conjunto
C = {a, b, c, d, e}?
Solução:
Usando o princípio multiplicativo, sabemos que o número de maneiras de escolhermos uma seqüência de
três elementos quaisquer dentre os 5 considerados, é:
5 ⋅ 4 ⋅ 3 = 60 maneiras
Entretanto, como a ordem dos elementos nos subconjuntos não os altera, acabamos contando, no cálculo
acima, 3 x 2 x 1 = 6 vezes cada um dos subconjuntos procurados, pois as seqüências abc, acb, cab, cba,
bac e bca dão o mesmo subconjunto {a, b, c}.
Sendo assim, o número de subconjuntos com 3 elementos será:
60 ÷ 6 = 10 subconjuntos.
2. De quantos modos é possível formar uma comissão de 4 alunos escolhidos dentre os 10 que se
encontram numa sala?
Solução:
Como a ordem em que os alunos são escolhidos não altera a comissão formada por eles, o problema é de
combinações.
1) Seqüências de 4 alunos escolhidos entre os 10 possíveis:
(10 ⋅ 9 ⋅ 8 ⋅ 7) seqüências
2) Nas seqüências acima, cada comissão de 4 alunos foi contada:
(4 ⋅ 3 ⋅ 2 ⋅ 1) vezes
3) Então, é possível formar a comissão de 4 alunos de:
(10 ⋅ 9 ⋅ 8 ⋅ 7) ÷ (4 ⋅ 3 ⋅ 2 ⋅ 1) = 210 maneiras
EXERCÍCIOS
1. Maurício quer trocar o vale-presente que ganhou num amigo secreto e a loja informou que ele pode optar
por um CD ou por um livro. Entre as opções estão 5 CDs e 6 livros pelos quais Maurício interessou-se. De
quantas maneiras distintas poderá resultar a escolha de Maurício?
a) 11
b) 15
c) 18
d) 20
c) 30
2. Cínthia pretende comprar um CD e um livro para presentear a seus dois filhos. Se entre as opções que a
loja lhe oferece estão 5 CDs e 6 livros que lhe interessaram, de quantas maneiras poderá resultar a compra
pretendida?
a) 11
b) 15
c) 18
d) 20
c) 30
3. Para viajar da cidade A para a cidade B, uma pessoa deve decidir se vai com um dos três automóveis da
empresa em que trabalha, ou se vai de ônibus, utilizando uma das três companhias que fazem o trajeto
pretendido, ou se vai de avião utilizando uma das quatro empresas aéreas que oferecem vôos da cidade A
para a cidade B. Nestas condições, de quantas maneiras diferentes esta pessoa poderá decidir sobre a
condução que irá tomar para viajar?
a) 36
b) 24
c) 21
d) 10
e) 9
129
4. Miriam e Bruna vão fazer um lanche e cada uma delas deve escolher um sanduíche, uma bebida e uma
sobremesa. Se a lanchonete oferece 6 tipos de sanduíches, 5 tipos de bebidas e 3 tipos de sobremesas, então
o total de pedidos possíveis para o lanche de Míriam e Bruna, juntas, será:
a) 18.000
b) 8.100
c) 196
d) 90
e) 28
5. Quantos anagramas distintos podem ser formados com as letras da palavra PROVA?
a) 15
b) 20
c) 24
d) 60
e) 120
6. Quantos anagramas da palavra PROVA começam com uma consoante e terminam com uma vogal?
a) 36
b) 24
c) 12
d) 8
e) 6
7. Uma placa de licenciamento é formada por três letras seguidas de quatro dígitos. Tanto as letras quanto os
dígitos podem ser repetidos numa placa. Todas as 26 letras podem ser usadas em qualquer uma das três
posições de letras, mas nas posições dos dígitos não é permitido que uma placa tenha os quatro dígitos iguais
a zero. Assim, por exemplo, são permitidas placas como AAA 9009 e PAR 2468, entre tantas outras, mas não
são permitidas placas como CAR 0000 e HEL 0000. Nessas condições o total de placas diferentes que podem
ser feitas pode ser calculado corretamente como:
a) 26
3
x 9
4
b) 26
3
x (10
4
- 1)
c) (26 x 25 x 24 x 23) x (10 x 9 x 8 x 7)
d) 26
3
x (10 x 9 x 8 x 7)
e) (26 x 25 x 24 x 23) x 9
4
8. Observe o esquema abaixo para responder o que se pede:
8. Considere que somente seja permitido mover-se para cima sobre as linhas verticais ou para a direita nas
linhas horizontais. Então, o total de maneiras possíveis de se ir do ponto A até o ponto B é:
a) 5
b) 6
c) 7
d) 8
e) 9
9. De um grupo de 8 pessoas, 3 serão sorteadas recebendo prêmios distintos. Quantos resultados distintos
existem para este sorteio?
a) 12
b) 24
c) 56
d) 336
e) 563
10. De um grupo de 8 pessoas, 3 serão sorteadas recebendo prêmios idênticos. Quantos resultados distintos
existem para este sorteio?
a) 24
b) 56
c) 64
d) 336
e) 643
11. Se 20 pessoas presentes numa festa de ano-novo brindarem entre si batendo suas taças de champanhe,
quantas vezes as taças serão batidas ao todo?
130
a) 190
b) 210
c) 380
d) 570
e) 3.610
12. De quantas maneiras é possível formar uma equipe composta por dois homens e duas mulheres escolhidos
dentre os integrantes de um grupo onde se encontram 5 homens e 6 mulheres?
a) 600
b) 360
c) 300
d) 270
e) 150
13. Quantos triângulos é possível formar unindo-se três tomados entre nove pontos marcados em uma circun-
ferência?
a) 240
b) 120
c) 60
d) 30
e) 15
14. Quantas diagonais possui um octógono regular?
a) 56
b) 40
c) 28
d) 20
e) 15
15. Decompondo o número 600 em seus fatores primos, obtemos 2
3
x 3
1
x 5
2
. Quantos divisores positivos
distintos tem, então, o número 600?
a) 6
b) 12
c) 24
d) 30
e) 60
Observe a figura abaixo para responder a próxima questão:
16. A figura A representa um pequeno tabuleiro de Xadrez com somente 9 casas e indica a posição em que se
encontra o rei. A figura B representa os únicos movimentos que o rei pode fazer para deslocar-se pelo tabuleiro
de uma casa para outra. Quantos caminhos distintos existem levando o rei da posição em que ele se encontra
até a casa marcada corri uni X ?
a) 13
b) 12
c) 11
d) 10
c) 9
131
Tabelas Financeiras
M = C ⋅ (1+i)
n
Tabela 1
Calcula o montante M que resulta do investimento do capital C, após n períodos, com taxa de juros composta
de i % ao período.
0,5% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 13%
1 1,00500 1,01000 1,02000 1,03000 1,04000 1,05000 1,06000 1,07000 1,08000 1,09000 1,10000 1,11000 1,12000 1,13000
2 1,01003 1,02010 1,04040 1,06090 1,08160 1,10250 1,12360 1,14490 1,16640 1,18810 1,21000 1,23210 1,25440 1,27690
3 1,01508 1,03030 1,06121 1,09273 1,12486 1,15763 1,19102 1,22504 1,25971 1,29503 1,33100 1,36763 1,40493 1,44290
4 1,02015 1,04060 1,08243 1,12551 1,16986 1,21551 1,26248 1,31080 1,36049 1,41158 1,46410 1,51807 1,57352 1,63047
5 1,02525 1,05101 1,10408 1,15927 1,21665 1,27628 1,33823 1,40255 1,46933 1,53862 1,61051 1,68506 1,76234 1.84244
6 1,03038 1,06152 1,12616 1,19405 1,26532 1,34010 1,41852 1,50073 1,58687 1,67710 1,77156 1,87041 1,97382 2,08195
7 1,03553 1,07214 1,14869 1,22987 1,31593 1,40710 1,50363 1,60578 1,71382 1,82804 1,94872 2,07616 2,21068 2,35261
8 1,04071 1,08286 1,17166 1,26677 1,36857 1,47746 1,59385 1,71819 1,85093 1,99256 2,14359 2.30454 2,47596 2,65844
9 1,04591 1,09369 1,19509 1,30477 1,42331 1,55133 1,68948 1,83846 1,99900 2,17189 2,35795 2,55804 2,77308 3,00404
10 1,05114 1,10462 1,21899 1,34392 1,48024 1,62889 1,79085 1,96715 2,15892 2,36736 2,59374 2,83942 3,10585 3,39457
11 1.05640 1,11567 1,24337 1,38423 1,53945 1,71034 1,89830 2,10485 2,33164 2,58043 2,85312 3,15176 3,47855 3,83586
12 1,06168 1,12683 1,26824 1,42576 1,60103 1,79586 2,01220 2,25219 2,51817 2,81266 3,13843 3,49845 3,89598 4,33452
13 1,06699 1,13809 1,29361 1,46853 1,66507 1,88565 2,13293 2,40985 2,71962 3,06580 3,45227 3,88328 4,36349 4,89801
14 1,07232 1,14947 1,31948 1,51259 1,73168 1,97993 2,26090 2,57853 2,93719 3,34173 3,79750 4,31044 4,88711 5,53475
15 1,07768 1,16097 1,34587 1,55797 1,80094 2,07893 2,39656 2,75903 3,17217 3,64248 4,17725 4,78459 5,47357 6,25427
16 1,08307 1,17258 1,37279 1,60471 1,87298 2,18287 2,54035 2,95216 3,42594 3,97031 4,59497 5,31089 6,13039 7,06733
17 1,08849 1,18430 1,40024 1,65285 1,94790 2,29202 2,69277 3,15882 3,70002 4,32763 5,05447 5,89509 6,86604 7,98608
18 1,09393 1,19615 1,42825 1,70243 2,02582 2,40662 2,85434 3,37993 3,99602 4,71712 5,55992 6,54355 7,68997 9,02427
19 1,09940 1,20811 1,45681 1,75351 2,10685 2,52695 3,02560 3,61653 4,31570 5,14166 6,11591 7,26334 8,61276 10,19742
20 1,10490 1,22019 1,48595 1,80611 2,19112 2,65330 3,20714 3,86968 4,66096 5,60441 6,72750 8,06231 9,64629 11,52309
21 1,11042 1,23239 1,51567 1,86029 2,27877 2,78596 3,39956 4,14056 5,03383 6,10881 7,40025 8,94917 10.80385 13,02109
22 1,11597 1,24472 1,54598 1,91610 2,36992 2,92526 3,60354 4,43040 5,43654 6,65860 8,14027 9,93357 12,10031 14,71383
23 1,12155 1,25716 1,57690 1,97359 2,46472 3,07152 3,81975 4,74053 5,87146 7,25787 8,95430 11,02627 13,55235 16,62663
24 1,12716 1,26973 1,60844 2,03279 2,56330 3,22510 4,04893 5,07237 6,34118 7,91108 9,84973 12,23916 15,17863 18,78809
R S S
i
1 i) (1
S
i n
n
i n
⋅ · →
− +
· Tabela 2
Calcula o montante S que resulta de n depósitos constantes de valor R durante n períodos, com taxa de i % ao
período, sendo os depósitos feitos ao fim de cada período.
0,5% 1,0% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 13%
1 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000 1,00000
2 2,00500 2,01000 2,02000 2,03000 2,04000 2,05000 2,06000 2,07000 2,08000 2,09000 2,10000 2,11000 2,12000 2,13000
3 3,01502 3,03010 3,06040 3,09090 3,12160 3,15250 3,18360 3,21490 3,24640 3,27810 3,31000 3,34210 3,37440 3,40690
4 4,03010 4,06040 4,12161 4,18363 4,24646 4,31013 4,37462 4,43994 4,50611 4,57313 4,64100 4,70973 4,77933 4,84980
5 5,05025 5,10101 5,20404 5,30914 5,41632 5,52563 5,63709 5,75074 5,86660 5,98471 6,10510 6,22780 6,35285 6,48027
6 6,07550 6,15202 6,30812 6,46841 6,63298 6,80191 6,97532 7,15329 7,33593 7,52333 7,71561 7,91286 8,11519 8,32271
7 7,10588 7,21354 7,43428 7,66246 7,89829 8,14201 8,39384 865402 8,92280 9,20043 9,48717 9,78327 10,08901 10,40466
8 8,14141 8.28567 8,58297 8,89234 9,21423 9,54911 9,89747 10,25980 10,63663 11,02847 11,43589 11,85943 12,29969 12,75726
9 9,18212 9,36853 9,75463 10,15911 10,58280 11,02656 11,49132 11,97799 12,48756 13,02104 13,57948 14,16397 14,77566 15,41571
10 10,22803 10,46221 10,94972 11,46388 12,00611 12,57789 13,18079 13,81645 14,48656 15,19293 15,93742 16,72201 17,54874 18,41975
11 11,27917 11,56683 12,16872 12,80780 13,48635 14,20679 14,97164 15,78360 16,64549 17,56029 18,53117 19,56143 20,65458 21,81432
12 12,33556 12,68250 13,41209 14,19203 15,02581 15,91713 16,86994 17,88845 18,97713 20,14072 21,38428 22,71319 24,13313 25,65018
13 13,39724 13,80933 14,68033 15,61779 16,62684 17,71298 18,88214 20,14064 21,49530 22,95338 24,52271 26,21164 28,02911 29,98470
14 14,46423 14,94742 15,97394 17,08632 18,29191 19,59863 21,01507 22,55049 24,21492 26,01919 27,97498 30,09492 32,39260 34,88271
15 15,53655 16,09690 17,29342 18,59891 20,02359 21,57856 23,27597 25,12902 27,15211 29,36092 31,77248 34,40536 37,27971 40,41746
16 16,61423 17,25786 18,63929 20,15688 21,82453 23,65749 25,67253 27,88805 30,32428 33,00340 35,94973 39,18995 42,75328 46,67173
17 17,69730 18,43044 20,01207 21,76159 23,69751 25,84037 28,21288 30,84022 33,75023 36,97370 40,54470 44,50084 48,88367 53,73906
18 18,78579 19,61475 21,41231 23,41444 25,64541 28,13238 30,90565 33,99903 37,45024 41,30134 45,59917 50,39594 55,74971 61,72514
19 19,87972 20,81090 22,84056 25,11687 27,67123 30,53900 33,75999 37,37896 41,44626 46,01846 51,15909 56,93949 63,43968 70,74941
20 20,97912 22,01900 24,29737 26,87037 29,77808 33,06595 36,78559 40,99549 45,76196 51,16012 57,27500 64,20283 72,05244 80,94683
21 22,08401 23,23919 25,78332 28,67649 31,96920 35,71925 39,99273 44,86518 50,42292 56,76453 64,00250 72,26514 81.69874 92,46992
22 23,19443 24,47159 27,29898 30,53678 34,24797 38,50521 43,39229 49,00574 55,45676 62,87334 71,40275 81,21431 92,50258 105,49101
23 24,31040 25,71630 28,84496 32,45288 36,61789 41,43048 46,99583 53,43614 60,89330 69,53194 79,54302 91,14788 104,60289 120,20484
24 25,43196 26,97346 30,42186 34,42647 39,08260 44,50200 50,81558 58,17667 66,76476 76,78981 88,49733 102,17415 118,15524 136,83147
132
Tabela Price: P
a
1
R
1 i) (1
i) (1 i
a
1
i n
n
n
i n
⋅ · →
− +
+ ⋅
·
Tabela 3
Calcula o valor R de cada uma loas n parcelas iguais do financiamento do valor P, àtaxa de juros compostos de
i% ao período, com pagamentos ao fim de cada período.
0,5% 1 % 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 13%
1 1,00500 1,01000 1,02000 1,03000 1,04000 1,05000 1,06000 1,07000 1,08000 1,09000 1,10000 1,11000 1,12000 1,13000
2 0,50375 0,50751 0,51505 0,52261 0,53020 0,53780 0,54544 0,55309 0,56077 0,56847 0,57619 0,58393 0,59170 0,59948
3 0,33667 0.34002 0,34675 0,35353 0,36035 0,36721 0,37411 0,38105 0,38803 0,39505 0,40211 0,40921 0,41635 0,42352
4 0,25313 0,25628 0,26262 0,26903 0,27549 0,28201 0,28859 0,29523 0,30192 0,30867 0,31547 0,32233 0,32923 0,33619
5 0,20301 0,20604 0,21216 0,21835 0,22463 0,23097 0,23740 0,24389 0,25046 0,25709 0,26380 0,27057 0,27741 0,28431
6 0,16960 0,17255 0,17853 0,18460 0,19076 0,19702 0,20336 0,20980 0,21632 0,22292 0,22961 0,23638 0,24323 0,25015
7 0,14573 0,14863 0,15451 0,16051 0,16661 0,17282 0,17914 0,18555 0,19207 0,19869 0,20541 0,21222 0,21912 0,22611
8 0,12783 0,13069 0,13651 0,14246 0,14853 0,15472 0,16104 0,16747 0,17401 0,18067 0,18744 0,19432 0,20130 0,20839
9 0,11391 0,11674 0,12252 0,12843 0,13449 0,14069 0,14702 0,15349 0,16008 0,16680 0,17364 0,18060 0,18768 0, 19487
10 0,10277 0,10558 0,11133 0,11723 0,12329 0,12950 0,13587 0,14238 0,14903 0,15582 0,16275 0,16980 0,17698 0,18429
11 0,09366 0,09645 0,10218 0,10808 0,11415 0,12039 0,12679 0,13336 0,14008 0,14695 0,15396 0,16112 0,16842 0,17584
12 0,08607 0,08885 0,09456 0,10046 0,10655 0,11283 0,11928 0,12590 0,13270 0,13965 0,14676 0,15403 0,16144 0.16899
13 0,07964 0,08241 0,08812 0,09403 0,10014 0,10646 0,11296 0,11965 0,12652 0,13357 0,14078 0,14815 0,15568 0,16335
14 0,07414 0,07690 0,08260 0,08853 0,09467 0,10102 0,10758 0,11434 0,12130 0,12843 0,13575 0,14323 0,15087 0,15867
15 0,06936 0,07212 0,07783 0,08377 0,08994 0,09634 0,10296 0,10979 0,11683 0,12406 0,13147 0,13907 0,14682 0,15474
16 0,06519 0,06794 0,07365 0,07961 0,08582 0,09227 0,09895 0,10586 0,11298 0,12030 0,12782 0,13552 0,14339 0,15143
17 0,06151 0,06426 0,06997 0,07595 0,08220 0,08870 0,09544 0,10243 0,10963 0,11705 0,12466 0,13247 0,14046 0,14861
18 0,05823 0,06098 0,06670 0,07271 0,07899 0,08555 0,09236 0,09941 0,10670 0,11421 0,12193 0,12984 0,13794 0,14620
19 0,05530 0,05805 0,06378 0,06981 0,07614 0,08275 0,08962 0,09675 0,10413 0,11173 0,11955 0,12756 0,13576 0,14413
20 0,05267 0,05542 0,06116 0,06722 0,07358 0,08024 0,08718 0,09439 0,10185 0,10955 0,11746 0,12558 0,13388 0,14235
21 0,05028 0,05303 0,05878 0,06487 0,07128 0,07800 0,08500 0,09229 0,09983 0,10762 0,11562 0,12384 0,13224 0,14081
22 0,04811 0,05086 0,05663 0,06275 0,06920 0,07597 0,08305 0,09041 0,09803 0,10590 0,11401 0,12231 0,13081 0,13948
23 0,04613 0,04889 0,05467 0,06081 0,06731 0,07414 0,08128 0,08871 0,09642 0,10438 0,11257 0,12097 0,12956 0,13832
24 0,04432 0,04707 0,05287 0,05905 0,06559 0,07247 0,07968 0,08719 0,09498 0,10302 0,11130 0,11979 0,12846 0,13731
R a P
i i) (1
1 i) (1
a
i n
n
n
i n
⋅ · →
⋅ +
− +
· Tabela 4
Calcula o valor atual P do financiamento de n parcelas iguais de valor R, àtaxa de juros de i% ao período, com
pagamentos ao fim de cada período.
0,5% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 13%
1 0,99502 0,99010 0,98039 0,97087 0,96154 0,95238 0,94340 0,93458 0,92593 0,91743 0,90909 0,90090 0,89286 0,88496
2 1,98510 1,97040 1,94156 1,91347 1,88609 1,85941 1,83339 1,80802 1,78326 1,75911 1,73554 1,71252 1,69005 1,66810
3 2,97025 2,94099 2,88388 2,82861 2,77509 2,72325 2,67301 2,62432 2,57710 2,53129 2,48685 2,44371 2,40183 2,36115
4 3,95050 3,90197 3,80773 3,71710 3,62990 3,54595 3,46511 3,38721 3,31213 3,23972 3,16987 3,10245 3,03735 2,97447
5 4.92587 4,85343 4,71346 4,57971 4,45182 4,32948 4,21236 4,10020 3,99271 3,88965 3,79079 3,69590 3,60478 3,51723
6 5,89638 5,79548 5,60143 5,41719 5,24214 5,07569 4,91732 4,76654 4,62288 4,48592 4,35526 4,23054 4,11141 3,99755
7 6,86207 6,72819 6,47199 6,23028 6,00205 5,78637 5,58238 5,38929 5,20637 5,03295 4,86842 4,71220 4,56376 4,42261
8 7,82296 7,65168 7,32548 7,01969 6,73274 6,46321 6,20979 5,97130 5,74664 5,53482 5,33493 5,14612 4,96764 4,79877
9 8,77906 8,56602 8,16224 7,78611 7,43533 7,10782 6,80169 6,51523 6,24689 5,99525 5,75902 5,53705 5,32825 5,13166
10 9,73041 9,47130 8,98259 8,53020 8,11090 7,72173 7,36009 7,02358 6,71008 6,41766 6,14457 5,88923 5,65022 5,42624
11 10,67703 10,36763 9,78685 9,25262 8,76048 8,30641 7,88687 7,49867 7,13896 6,80519 6,49506 6,20652 5,93770 5,68694
12 11,61893 11,25508 10,57534 9,95400 9,38507 8,86325 8,38384 7,94269 7,53608 7,16073 6,81369 6,49236 6,19437 5,91765
13 12,55615 12,13374 11,34837 10,63496 9,98565 9,39357 8,85268 8,35765 7,90378 7,48690 7,10336 6,74987 6,42355 6,12181
14 13,48871 13,00370 12.10625 11,29607 10,56312 9,89864 9,29498 8,74547 8,24424 7,78615 7,36669 6,98187 6,62817 6,30249
15 14,41662 13,86505 12,84926 11,93794 11,11839 10,37966 9,71225 9,10791 8,55948 8,06069 7,60608 7,19087 6,81086 6,46238
16 15,33993 14,71787 13,57771 12,56110 11,65230 10,83777 10,10590 9,44665 8,85137 8,31256 7,82371 7,37916 6,97399 6,60388
17 16,25863 15,56225 14,29187 13,16612 12,16567 11,27407 10,47726 9,76322 9,12164 8,54363 8,02155 7,54879 7,11963 6,72909
18 17,17277 16,39827 14,99203 13,75351 12,65930 11,68959 10,82760 10,05909 9,37189 8,75563 8,20141 7,70162 7,24967 6,83991
19 18,08236 17,22601 15,67846 14,32380 13,13394 12,08532 11,15812 10,33560 9,60360 8,95011 8,36492 7,83929 7,36578 6,93797
20 18,98742 18,04555 16,35143 14,87747 13,59033 12,46221 11,46992 10,59401 9,81815 9,12855 8,51356 7,96333 7,46944 7,02475
21 19,88798 18,85698 17,01121 15,41502 14,02916 12,82115 11,76408 10,83553 10,01680 9,29224 8,64869 8,07507 7,56200 7,10155
22 20,78406 19,66038 17,65805 15,93692 14,45112 13,16300 12,04158 11,06124 10,20074 9,44243 8,77154 8,17574 7,64465 7,16951
23 21,67568 20,45582 18,29220 16,44361 14,85684 13,48857 12,30338 11,27219 10,37106 9,58021 8,88322 8,26613 7,71843 7,22966
24 22,56287 21,24339 18,91393 16,93554 15,24696 13,79864 12,55036 11,46933 10,52876 9,70661 8,98474 8,34814 7,78432 7,28288
133
GABARITOS
NÚMEROS INTEIROS-OPERAÇÕES E PROPRIEDADES
Exercícios Propostos
1. 82
2. 206
3. 20 e 31
4. 167
5. R$ 930,00
6. 4.256.000
7. R$ 1.440
8. 110 litros
9. Cada menino recebeu 36 e cada menina, 48
10. Marta: R$ 110,00, Marisa: R$ 90,00 e Yara: R$ 75,00
11. R$ 622,00
12. Renato: 15 e Flávia: 8
NÚMEROS RACIONAIS - OPERAÇÕES E PROPRIEDADES
Exercícios Propostos
1. a)
12
5
b)
30
1
3
2. a)
8
3
b)
3
1
3
3. a)
8
7
b)
8
7
1
4. V, V, V
5. 900
6. 560
7.
7
4
8.
7
2
9. 4
10. 3
11. 90 cm
12. 200km
13. R$ 210,00
14. Antônio: 6 anos, Benedito: 36 anos, César: 3 anos e Dilson: 9 anos
15. 60
16. R$ 180,00; R$ 60,00; R$ 30,00
17. R$ 50,00
18. R$ 700,00
19. 18
20. R$ 60,00 no bolso esquerdo e R$ 56,00 no bolso direito
RAZÕES E PROPORÇÕES
Exercícios Propostos
1. a) 25; b) 20/3; c) 1/6
2. a) 12; b) 36; c) 1/8
3. a)6; b)12; c)8
4. 18 e 30
5. 90 e 150
6. 32 e 40
7. 48 e 60
8. 8 e 28
9. 32 e 112
10. 110 e 130
11. -21 e –9
12. 6 e 10 ou -6 e -10
13. 60, 72 e 84
134
14. 60, 80 e 100
15. 35, 42 e 49
16. 14, 35 e 49
17. 15 litros
18. 10
19. 20 e 16
20. 77 e 55
DIVISÃO PROPORCIONAL
Exercícios Propostos
1. X = 40, Y = 50 e Z = 60
2. X = 24, Y = 56 e Z = 72
3. X = 15 e Y = 12
4. X = 10, Y = 12 e Z = 20
5. X = 2 e Y = 1
6. 125, 175 e 325
7. 312, 408 e 480
8. 12, 4 e 80
9. 12 e 9
10. 180, 144 e 120
11. 420, 350 e 320
12. 48 e 60
13. 60, 150 e 350
14. R$ 120.000,00, R$ 180.000,00 e R$ 160.000,00
15. 38 anos e 22 anos
REGRA DE TRÊS
Exercícios Propostos
1. C - E - C - E
2. C - E - C - E - E
3. D- I - I - D - D - D - I - I – D - I - D - I
4. V - V - V - V - F
5. R$ 41,00
6. 6,5kg
7. 312,5kg
8. 5 dias
9. 1h 30min
10. 2.700 voltas
11. 65 voltas
12. 36m
13. 3min 30s
14. 15h
15. 60 metros
16. Para 3/4 da quantidade original
17. 110m
18. 54m
19. 120 pulos
20. 3 minutos
21. 21 dias
22. 45 dias
23. R$ 450,00
24. 30 operários
25. 39 operários
EQUAÇÕES DO 1º GRAU
Exercícios Propostos
1. {- 11}
2. {9}
3. {10}
4. {1}
5. {0}
6. {-8}
7. {2}
8. {1}
9. {7/2}
10. {0}
SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO 1°GRAU COM DUAS VARIÁVEIS
Exercícios Propostos
1. a) (3; 2)
135
b) (5; 1)
c) (7; 2)
d) (4; 3)
e) (3; -1)
f) (2; -2)
g) (2; -1)
h) (6; 1)
2. 53 e 32
3. 15 e 18
4. 13 perguntas
5. 15/23
6. 13 galinhas e 17 coelhos.
7. 8 professores.
8. 36
9. 375 rapazes e 150 moças.
10. José Antônio tem 28 anos e Antônio José tem 21 anos.
EQUAÇÕES DO 2°GRAU
Exercícios Propostos
1. a) ± 5
b) ±6
c) ± 14
d) ± 35
e) ± 2 2
f) ± 2 5
2. a) {0; 6 }
b) {0; -6}
c) {0; 3/2}
d) {0; 7/5}
e) {0; 15/19}
f) {0; -6}
3. a) {1; 12}
b) {2; 6}
c) {-3; -4}
d) {2; 18}
e) {-3;-12}
f) {-1; +12}
g) {1;-12}
h) {-3; 4}
i) {3; -4}
j) {-3; 12}
k) {-2; 10}
l ) {-4; 5}
m) {-3; 4}
n) {1;-36}
o) {1; 36}
4. a) {1/2; -2}
b) {1/3; 1/5}
c) {-1/3; -1}
d) {1/2; 2}
5. -2 é raiz.
6. m = 2
7. m = 11
8. m = -5 ou m = 19
9. 3 e -5
10. 10 e 11
11. 8
12. 7
13. 2
14. 10 e 12
15. 9
FUNÇÃO DE 1° GRAU
Exercícios Propostos
1. d
2. a
3. c
4. e
5. a
136
6. b
7. b
8. d
FUNÇÃO DE 2° GRAU
Exercícios Propostos
1. c
2. b
3. c
4. d
INEQUAÇÕES DO 1°GRAU
Exercícios Propostos
1. {x < -8}
2. {x ≥ 2}
3. {x≥ 1}
4. {x < 7/2}
5. {x > 22/3}
6. {x ≤ 2/13}
7. {x ≤ 4}
8. {x ≠ 0}
9. {x > 1}
10. {x < 22/9}
INEQUAÇÕES DO 2° GRAU
Exercícios Propostos
1. {x < -12 ou x > 1)
2. {-3 ≤ x ≤ 4)
3. {x ≠ 3)
4. {x = -8}
5. ∅
FUNÇÕES EXPONENCIAIS
Exercícios Propostos
1. d
2. d
3. b
4. d
5. c
6. d
7. c
8. e
9. c
10. a
LOGARITMOS
Exercícios Propostos
1. 30
2. 1/3
3. 6
4. x = 2
5. x = 47
6. 31
7. 1
PROGRESSÕES ARITMÉTICAS
Exercícios Propostos
1. a) 7
b) 5
c) -2
d) 3
e) 1/3
2. a) 97
b) 123
c) 1
d) -3
e) 13/3
3. a) 30
b) 75
c) 150
137
d) -760
e) 818
f) 200
4. a) 118
b) 440
c) 25
d) 21
e) 948
f) 370
g) –3
h) 35
5. a) r = 8
b) r = 5
c) r = -4
d) r = -5
e) r = 10
f)r = 2
g) r = 1/2
h) r = -2
6. a) n = 21
b) n = 7
c) n = 15
d) n = 100
e) n = 50
f)n = 50
7. a) 24
b) 25
c) 50
d) 37
e) 25
8. 22
9. 2x - 4 (para todo x)
10. 5050
11. 900
12. 770
13. 728
14. 1.848
15. 370
PROGRESSÕES GEOMÉTRICAS
Exercícios Propostos
1. a) 2
b) 1/2
c) -2
d) 0
e) -2
f) -1/2
g) 2
h)
3
2
i ) 2 -
2. a) 256
b) 7. 290
c) 20.480
d) 0, 01
e) 2
f ) 64
3. a) 320
b) 216 3
c) -4
d) 1. 280
4. a) 2
b) -2
c) ±5
d) ±2
e) ±2
f ) ±3
5. a) 2
b) -6
138
c) 2
3
5
d) -4
e) 4 3
6. a) 7
b) 9
c) 7
d) 6
e) 6
f) 6
V. Medidas Não-Decimais
1. a) 5h 7min 30s
b) 3h 36min
c) 14min 18s
d) 3h 10min 48s
e) 1h 34min 44s
f) 56min 40s
2. 45min
3. 18h
4. 1/12 de uma hora
5. 1/4 de um dia
6. 21h 10min
PORCENTAGENS
Exercícios Propostos
1. 42%
2. 70.000
3. R$ 1.820,00
4. 62min 30s
5. 292.820 hab.
6. 16
7. a) 2,4%
b) 90%
8. 2m
3
9. 52
10. R$ 820,00
11. R$ 125,00
12. R$ 1.500,00
13. 8%
14. Prejuízo de 4%
15. 150%
Testes
1. b
2. a
3. b
4. a
5. c
JUROS SIMPLES
Exercícios Propostos
1. R$ 3.000,00
2. R$ 120.000,00
3. R$ 340.000,00
4. R$ 10.080,00
5. R$ 4.950,00
6. R$ 183.600,00
7. 11%
8. R$ 160,00
9. 7,5%
10. R$ 39.000,00 e R$ 25.500,00
11. R$ 24.000,00
12. R$ 210.000,00 e R$ 231.000,00
13. 50%
14. 18,4% a.a.
15. R$ 1.200,00
16. R$ 44.400,00
17. R$ 6.000,00
139
Testes
1. c
2. d
3. e
4. b
5. c
6. d
7. a
8. c
9. e
10. c
11. b
12. b
13. c
14. b
15. b
16. b
17. d
18. a
19. d
20. e
21. c
22. e
23. a
24. a
25. e
26. b
27. c
28. d
29. b
DESCONTOS SIMPLES
Exercícios Propostos
1. CR$ 50.000,00
2. R$ 2.740,00
3. R$ 5.300,00
4. US$ 1.700,00
5. R$ 320,00
6. 2 meses e 15 dias
7. 50%
8. R$ 11.000,00
9. R$ 240,00
10. 40% a.a.
11. R$ 200.000,00
12. 11,11 % a.m.
13. 10% a.a.
14. R$ 648,00
15. R$ 1.200,00
JUROS COMPOSTOS
Testes
1. b
2. b
3. c
4. d
5. d
6. d
7. d
8. b
9. b
10. b
11. c
12. e
13. b
14. a
15. c
16. b
17. d
18. e
19. d
140
20. b
21. a
22. C - C - E - E - C
23. c
24. C - E - E - C - C
DESCONTO RACIONAL COMPOSTO
Testes
1. a
2. d
3. e
4. d
5. d
6. a
7. c
DESCONTO COMERCIAL COMPOSTO
Testes
1. a
2. b
3. d
4. b
EQUIVALÊNCIA COMPOSTA DE CAPITAIS
Testes
1. b
2. c
3. b
4. d
5. b
6. e
ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTO
Testes
1. d
2. c
3. d
4. a
5. E - E - E - C - E
6. E - C - E - C - E
RENDAS CERTAS
Testes
1. c
2. b
3. d
4. d
5. a
6. a
7. c
8. C - C - C - C - C
NOÇÕES DE PROBABILIDADE
1. a
2. d
3. a
4. c
5. c
6. c
7. b
8. d
9. c
10. d
11. a
12. d
13. b
14. a
15. c
16. d
141
GRÁFICOS
1. 46,4 milhões
2. 35%
MÉDIAS
1. c
2. c
3. b
4. a
5. c
6. b
7. d
8. d
9. e
10. a
11. a
12. a
13. c
MODA
1. c
2. c
3. b
4. e
5. c
6. b
7. b
8. c
9. c
10. c
MEDIANA
1. a
2. b
3. c
4. a
5. a
6. b
7. c
8. d
DESVIO PADRÃO
1. a
2. b
3. e
SISTEMAS LINEARES
1. a) (3; 2)
b) (5; 1)
c) (7; 2)
d) (4; 3)
e) (3; -1)
f) (2; -2)
g) (2; -1)
h) (6; 1)
2. a
3. b
4. e
5. d
6. a
7. c
8. d
9. a
10. b
11. 15/23
12. 13 galinhas e 17 coelhos.
13. 36
14. 6 cobras, 5 sapos, 3 morcegos (e 1 coelho - o paulo coelho)
15. O primeiro é 15, o segundo é 25 e o terceiro é 45.
16. José antônio tem 28 anos e antônio josé tem 21 anos.
17. X = 22, y = 24 e z = 8
142
18. O projeto b: $ 225,00
19. $ 2.816,00
20. a: 1kg; b: 2kg e c: 2kg
21. c
22. d
23. b
PROBLEMAS DE CONTAGEM
1. a
2. e
3. d
4. b
5. e
6. a
6. b
8. c
9. d
10. b
11. a
12. e
13. b
14. d
15. c
16. a

NÚMEROS INTEIROS - OPERAÇÕES E PROPRIEDADES Neste capítulo será feita uma revisão dos aspectos mais importantes sobre as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão com números inteiros. ADIÇÃO Os termos da adição são chamados parcelas e o resultado da operação de adição é denominado soma ou total. 1º parcela + 2º parcela = soma ou total • A ordem das parcelas nunca altera o resultado de uma adição: a+b=b+a • O zero é elemento neutro da adição: 0+a=a+0=a SUBTRAÇÀO O primeiro termo de uma subtração é chamado minuendo, o segundo, subtraendo e o resultado da operação de subtração é denominado resto ou diferença. minuendo - subtraendo = resto ou diferença • A ordem dos termos pode alterar o resultado de uma subtração: a-b

≠ b - a (sempre que a ≠

b)

• Se adicionarmos uma constante k ao minuendo , o resto será adicionado de k. • Se adicionarmos uma constante k ao subtraendo, o resto será subtraído de k . • A subtração é a operação inversa da adição: M-S = R

↔ R+S = M

• A soma do minuendo com o subtraendo e o resto é sempre igual ao dobro do minuendo. M+S+R=2 x M Valor absoluto O valor absoluto de um número inteiro indica a distância deste número até o zero quando consideramos a representação dele na reta numérica. Atenção: • O valor absoluto de um número nunca é negativo, pois representa uma distância. • A representação do valor absoluto de um número n é I n I. (Lê-se "valor absoluto de n" ou "módulo de n".) Números simétricos Dois números a e b são ditos simétricos ou opostos quando: a+b=0 Exemplos: -3 e 3 são simétricos (ou opostos) pois (-3) + (3) = 0. 4 e -4 são simétricos (ou opostos) pois (4) + (-4) = 0. O oposto de 5 é -5. O simétrico de 6 é -6. O oposto de zero é o próprio zero.

Dois números simétricos sempre têm o mesmo módulo. Exemplo: I-3I=3 e I3I=3

1

Operações com números inteiros (Z) Qualquer adição, subtração ou multiplicação de dois números inteiros sempre resulta também um número inteiro. Dizemos então que estas três operações estão bem definidas em Z ou, equivalentemente, que o conjunto Z é fechado para qualquer uma destas três operações. As divisões, as potenciações e as radiciações entre dois números inteiros nem sempre têm resultado inteiro. Assim, dizemos que estas três operações não estão bem definidas no conjunto Z ou, equivalentemente, que Z não é fechado para qualquer uma destas três operações. Adições e subtrações com números inteiros Existe um processo que simplifica o cálculo de adições e subtrações com números inteiros. Observe os exemplos seguintes: Exemplo1 : Calcular o valor da seguinte expressão: 10 -7-9+15 -3+4 Solução: Faremos duas somas separadas uma só com os números positivos: 10+ 15+4=+29 outra só com os números negativos: (-7)+(-9)+(-3)= -19

Agora calcularemos a diferença entre os dois totais encontrados. +29 -19=+10 Atenção! É preciso dar sempre ao resultado o sinal do número que tiver o maior valor absoluto!

Exemplo 2 : Calcular o valor da seguinte expressão: -10+4 -7 –8 +3 -2 1º passo: Achar os totais (+) e (-): (+): +4 + 3 = +7 (-): -10 -7 -8 -2= -27 2º passo: Calcular a diferença dando a ela o sinal do total que tiver o maior módulo: -27+7=-20 MULTIPLICAÇÀO Os termos de uma multiplicação são chamados fatores e o resultado da operação de multiplicação é de nominado produto. 1º fator x 2º fator = produto • O primeiro fator também pode ser chamado multiplicando enquanto o segundo fator pode ser chamado multiplicador . • A ordem dos fatores nunca altera o resultado de uma multiplicação: axb=bxa • O número 1 é elemento neutro da multiplicação: 1xa=ax1=a • Se adicionarmos uma constante k a um dos fatores, o produto será adicionado de k vezes o outro fator: a x b = c ↔ (a + k)x b = c+(k x b) • Se multiplicarmos um dos fatores por uma constante k , o produto será multiplicado por k . a x b = c ↔ (a x k)x b = k x c • Podemos distribuir um fator pelos termos de uma adição ou subtração qualquer: a x(b ± c) = (a x b) ± (a x c)

2

• Quando a divisão de N por D for exata diremos que N é divisível por D e D é divisor de N ou. -9 x 7 + 3= -60 e 0 ≤ 3 < I7 I • Quando ocorrer R = 0 na divisão de N por D. s o subtraendo e r o resto de uma subtração qualquer. o divisor é 7 . tais que: Q x D + R = N e 0 ≤ R < IDI (onde IDI é o valor absoluto de D) A segunda condição significa que R (o resto) nunca pode ser negativo. se somarmos 8 à primeira parcela. se R x k < D. Numa adição com duas parcelas. R é o resto (nunca negativo). D é o divisor (sempre diferente de zero).(+2) = -4 3 .s = r → s + r =m (a soma de s com r nos dá m) SINAIS OPOSTOS → (-) (+5) x (-2) = -10 (-5) x (+2) = -10 (+8) .(-2) = +4 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1.(+2) = +4 (-8) . Q e R.DIVISÃO INTEIRA Na divisão inteira de N por D ≠ 0. • O zero é divisível por qualquer número não nulo: D ≠ 0 → 0 ÷ D = 0. teremos Q x D = N e diremos que a divisão é exata indicando-a como N ÷ D = Q. N ÷ 1 = N. Qual é o valor do minuendo? Solução: Sejam m o minuendo. o total é acrescido de 8 unidades: t+8 Ao subtrairmos 5 de uma parcela qualquer. Q é o quociente. 8 x 7 + 4= 60 e 0 ≤ 4 < I7 I 2) Na divisão inteira de -60 por 7 o dividendo é -60. o que ocorrerá com o total? Solução: Seja t o total da adição inicial.(-2) = -4 (-8) . o quociente é -9 e o resto é 3. e subtrairmos 5 da segunda parcela. • Todo número inteiro é divisível por 1: ∀ N. o quociente é 8 e o resto é 4 . que N é múltiplo de D e D é fator de N. Os quatro números envolvidos na divisão inteira são assim denominados: N é o dividendo. Exemplos: 1) Na divisão inteira de 60 por 7 o dividendo é 60. existirá um único par de inteiros. o quociente (Q) não será alterado mas o resto (R) ficará multiplicado por k. o divisor é 7. se R x k ≥ D. Multiplicações e divisões com números inteiros Nas multiplicações e divisões de dois números inteiros é preciso observar os sinais dos dois termos da operação: Exemplos: SINAIS IGUAIS → (+) (+5) x (+2) = +10 (-5) x (-2) = +10 (+8) . a soma do minuendo com o subtraendo e o resto é igual a 264. equivalentemente. o to tal é reduzido de 5 unidades: t+8-5 = t+3 Portanto o total ficará acrescido de 3 unidades. 2. Ao somarmos 8 a uma parcela qualquer. é sempre verdade que: m . • Se multiplicarmos o dividendo (N) e o divisor ( D) de uma divisão por uma constante k ≠ 0. Numa subtração. ou será igual ao resto da divisão de R x k por D.

Numa adição com três parcelas. em média. EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1 . resulta sempre igual a m . Quantas balinhas recebeu cada menino e cada menina? 10. chamando de n o dividendo procurado. Marisa e Yara têm. o divisor é 12. observamos que a adição das duas últimas parcelas. Marisa tem R$ 15. Deste modo. Somando-se 13 à primeira parcela. Numa divisão inteira.00. 23 bombons. Seu José transferiu uma parte para uma conta de poupança. Numa divisão inteira. ao todo. O produto de dois números é 620. Certo prêmio será distribuído entre três vendedores de modo que o primeiro receberá R$ 325. R$ 275. Quanto tem cada uma das três meninas? 11.00. temos: m+s+r=264 2m = 264 m =264 ÷ 2= 132 Resp.Ao somarmos os três termos da subtração. m+s+r .00 do seu salário em conta corrente.00. pois o resto não pode superar nem igualar-se ao divisor. Uma pessoa ganha R$ 40. 21 à segunda e subtraindo-se 10 da terceira. R$ 1. Em um saco havia 432 balinhas. o terceiro receberá R$ 250. então o maior resto possível é 11. Qual o valor do minuendo? 3.00 menos que o primeiro. Quanto ela economizará em um ano se ela trabalhar.302. o divisor é 12. Quantas letras há nesse dicionário? 7. Um negociante comprou 8 barricas de vinho. Tendo pago R$ 7.00 por dia de trabalho e gasta R$ 800. Se Renato comesse 3 bombons e desse 2 para Flávia. Renato e Flávia ganharam. Qual era a capacidade de cada barrica? 9. s + r . o quociente é 5 e o resto é o maior possível. qual será o novo total? 2. Quais são os dois fatores? 4.00 por mês. Quantos bombons ganhou cada um deles? NÚMEROS RACIONAIS OPERAÇÕES E PROPRIEDADES 4 . todas com a mesma capacidade. Qual é o dividendo? Solução: Se o divisor é 12. um deles foi repartido entre 4 meninos e os dois montes restantes foram repartidos entre 6 meninas. uma unidade menor que o divisor. o quociente é uma unidade maior que o divisor e o resto. 3.760.00.00. Marta. Qual o valor total do prêmio repartido entre os três vendedores? 6. Um dicionário tem 950 páginas. Se adicionasse-mos 5 unidades a um de seus fatores. ele ganhou. Numa subtração a soma do minuendo com o subtraendo e o resto resultou 412. ao todo.058. Dividindo-as em três montes iguais. o segundo receberá R$ 60. em média. o total era 58.00 mais do que Yara e Marta possui R$ 20. cada linha tem. Assim. Qual é o valor do dividendo? 5.: O minuendo será 132. Seu José considerou que se tivesse transferido o dobro daquele valor.00 mais que Marisa. teremos: n = (quociente) x (divisor) + (resto) n=5x12+11 n=60+11 n=71 O dividendo procurado é 71. cada coluna tem 64 linhas. De quanto foi o depósito feito? 12. o produto ficaria aumentado de 155 unidades. cada página é dividida em 2 colunas.00 menos que o primeiro e o segundo juntos. 23 dias por mês? 8. Do salário de R$ 3. ainda lhe restariam R$ 2. eles ficariam com o mesmo número de bombons. juntas. Assim poderemos escrever: m+(s + r)= m + m =2m O total será sempre o dobro do minuendo.00 o litro e vendido a R$ 9. Já a caminho de casa. 35 letras.

ab.... x= a b .. com b ≠ 0.. 1 = 0.. não fazem parte do período p. nela.0 1º. 5 . abc..25 4 3 = 0.16 = 2° Caso . 3 1 = 0. Como determinar uma fração geratriz 1° Caso .4 = 10 0035 35 0.houver um `zero' no denominador para cada algarismo aperiódico (bc.nppp. se: 99. c.n)após a vírgula..035 = = 1000 1000 8. Estas frações são denominadas frações geratrizes. np ..n . há sempre uma quantidade finita de algarismos na representação decimal.. sempre ocorre alguma seqüência finita de algarismos que se repete indefinidamente.o número de `noves' no denominador for igual à quantidade de algarismos do período.1666.nppp. tal que x= a ↔ x ⋅ b = a (com a ∈ Z e b ∈ Z *) b REPRESENTAÇÃO FRACIONÁRIA Denominamos representação fracionária ou simplesmente fração à expressão de um número racional a na forma a .. Esta seqüência é denominada período....900.bc.. 6 DETERMINAÇÃO DE UMA FRAÇÃO GERATRIZ Todos os números com expansão decimal finita ou infinita e periódica sempre são números racionais. Isto significa que sempre existem frações capazes de representá-los... uma dízima periódica onde os primeiros algarismos.bc.Números com expansão decimal finita A quantidade de algarismos depois da vírgula dará o número de "zeros" do denominador: 816 100 524 52. −3 = −1.375 8 Expansão Decimal Infinita Periódica Esta representação também é conhecida como dízima periódica pois.Dízimas Periódicas Seja a. denominamos número racional a todo número x x b=a . indicados genericamente por a ..5 2 5 = 1.n A fração será uma geratriz da dízima periódica a. b REPRESENTAÇÃO DECIMAL DE UM NÚMERO RACIONAL A representação decimal de um número racional poderá resultar em um do três casos seguintes: Inteiro Neste caso.. 2º..CONCEITO Dados dois números inteiros a e b.... a fração correspondente ao inteiro é denominada fração aparente.333. b . 14 -9 0 =7 = −1 =0 2 9 13 Expansão Decimal Finita Neste caso..

cujo denominador será o MMC dos denominadores dados: 1 3 1 m. encontrando o novo numerador. equivalentes.m.58 5. pode-se escrever: 30 2 =4 7 7 ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES Com Denominadores Iguais Conserva-se o denominador. 6 . então. 2) =12 2 9 6 2+9−6 5 + −   → + −  = = 6 4 2 12 12 12 12 12 5 1 1 10 3 6 10 + 3 − 6 7 + − = + − = = 6 4 2 12 12 12 12 12 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES Para multiplicar duas ou mais frações deve-se: 1º) multiplicar os numeradores. a. adicionando ou subtraindo os numeradores. denomina-se número misto à representação de um número racional escrito sob a forma a a n =n+ b b Se numa divisão inteira não exata o valor absoluto do dividendo for maior que o do divisor. encontrando o novo denominador. dando quociente 4 e resto 2. Exemplo: A divisão inteira de 30 por 7 não é exata.c(6. com n ≠ 0 e 0 < a < b. pode-se representar o seu resultado por um número misto. Então.Exemplo: período: 32 (dois "noves" no denominador) atraso de 1 casa (1 "zero" no denominador) 5832 .774 parte não-periódica: 58 fração geratriz: = 990 990 período: 4 (1 "nove" no denominador) atraso de duas casas (2 "zeros") parte não-periódica: 073 fração geratriz: 0734 − 073 734 − 73 661 = = 900 900 900 período: 034 (três "noves" no denominador) não houve atraso do período (não haverá "zeros" no denominador) parte não-periódica: 6 6034 − 6 fração geratriz: 999 período: 52 (dois "noves") não houve atraso do período (não haverá "zeros" no denominador) parte não-periódica: 0 052 − 0 52 fração geratriz: = 99 99 NÚMEROS MISTOS Dados três números inteiros n. 3 5 7 3+ 5 − 7 1 + − = = 20 20 20 20 20 Com Denominadores Diferentes Substituem-se as frações dadas por outras. e b.4. 2°) multiplicar os denominadores.

.6 ÷ 0.. Calcular os resultados das expressões abaixo: 1 2 a) 8 + 3 2 5 5 3 b) 15 − 2 6 4 1 4 c) 2 x 3 5 1 3 d) ÷ 1 2 4 Soluções:  1  2 1 2  8 +  +  3 +  = (8 + 3) +  +  = 2  5  2 5 a) 1 2 5 4  9 11 +  +  = 11 +  +  = 11 10  2 5  10 10   5  3 5 3  15 +  −  2 +  = (15 − 2 ) +  −  = 6  4  6 4 b)  10 9  1 13 +  −  = 13 12  12 12  7 .7 10 2 20 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. por 6 x x = =   →  5 4 6 5x4x6 120 20 1 2 7 1x2x7 14 simplific.por 2 7 x x = =   →  6 5 4 6x5x4 120 60 1 1 1 2 1 1x2x1 2 x 2x = x x = = 3 5 3 1 5 3x1x5 15 DIVISÃO ENVOLVENDO FRAÇÕES Para efetuar uma divisão onde pelo menos um dos números envolvidos é uma fração. 2 4 2 7 2 x7 14 simplif. Troque todas as dízimas periódicas por frações geratrizes antes de fazer qualquer conta.222. = ? 6 2 = ÷ 10 9 6 9 54 = x = = 2. Exemplo: Calcular: 0. devemos multiplicar o primeiro número (dividendo) pelo inverso do segundo (divisor).2 3 1 2 x3x1 6 1 simplific. por 2 7 1 ÷ = x = =   → = 1 3 7 3 4 3x4 12 6 6 1 4 1 5 1x5 5 ÷ = x = = 3 5 3 4 3x4 12 3 2 5 2 x5 10 2÷ = x = = 5 1 3 1x3 3 1 1 1 1x1 1 ÷5= x = = 6 6 5 6x5 30 Atenção: Não faça contas com dízimas periódicas.

dois terços de 360 são 240. Determinar uma fração que corresponda a dois terços de quatro quintos. x vale 480.272727. Solução: 2 4 2 4 2x 4 8 de = x = = 3 5 3 5 3 x 5 15 Então.00. por2 2 x =  → 2 7 14 7 2. Quanto valem dois terços de 360? Solução: 2 2 2 x 360 de 360 = x 360 = = 240 3 3 3 Então. 5. 15 6. .00  Assim.  3 gastos de 5x = 3x 5  sobram : 90. Pode-se indicar a quantia inicial por 5x (pois 5x tem quintos exatos). 1  4 2x3 + 1 4 7 4 x = x = 2 + x = 3 5 3 5 3 5  c) 7x4 28 13 13 = =1 + =1 3x5 15 15 15 1  3  1 1x4 + 3 1 7 ÷ 1 +  = ÷ = ÷ = 2  4 2 4 2 4 d) 1 4 4 simplif. = 27 27 ÷ 9 3 = = 99 99 ÷ 9 11 3.. Quanto levava Cínthia. inicialmente? Solução: O problema menciona quintos da quantia que Cínthia levava. Determinar a fração geratriz de 0. Solução: 0. Cínthia gastou em compras três quintos da quantia que levava e ainda lhe sobraram R$ 90. então quanto vale x? Solução: 3 3⋅x de x = 360 → = 360 4 4 4 x 360 3 ⋅ x = 4 x 360 → x = = 480 3 Então. Se três quartos de x valem 360. 4. uma fração correspondente será 8 ...272727.. tem-se: (Inicial) 5x inicial } gasto resto } } 5x − 3x = 90 2x = 90 x = 45 8 .

00. R$ 600.00 reais O rapaz tinha. 8.00 Cínthia levava.Como a quantia inicial foi representada por 5x. De um reservatório. Quanto 3 4 Rogério possuía inicialmente? 9 .00. Um rapaz separou 1/10 do que possuía para comprar um par de sapatos. Restaram. inicialmente. em seguida. R$ 180. o valor inicial era: 10x = 10 x 60 = 600. tem-se: 20x = 20 x 3 = 60 litros 2 1 do que tinha e. Qual a capacidade deste reservatório? 5 Solução: Seja 20x o volume do reservatório (pois tem quartos e quintos exatos). 7. 3/5 para roupas. inicialmente. R$ 225. do resto. inicialmente cheio. Rogério gastou 9 .  1  1ª retirada : 4 de 20x = 5x  20x  2ª retirada : 21 litros  2  resto : de 20x = 8x  5  inicial } retiradas resto 6 8 7 } 20x − 5x . tem-se: 5x = 5 x 45 = 225. restando-lhe. Quanto o rapaz tinha? Solução: Seja 10x a quantia inicial (pois tem décimos e tem quintos exatos)  1 sapatos : 10 de 10x = x  3  10 x roupas : de 10x = 6x 5  restante :180.21 = 8x isolando os termos em "x" tem-se: 20x-5x-8x=21 7x=21 x=3 Como a capacidade do reservatório foi representada por 20x. retirou-se 1 do volume e.00.6x = 180 3x = 180 x = 60 Portanto.00   inicial } gastos 6 8 resto 7 } 10x − x .00. ficando ainda com R$ 300. em seguida. então 4 2 do volume inicial. mais 21 litros. ainda.

a 3 mais velha recebe duas balas a mais que a do meio. R$ 1. a quantia inicial de Rogério era: 12x = 12 x 100 = 1. enquanto a mais nova recebe as 25 balas restantes. Quanto custa cada 3 (-x) − 1 de 4x 4 3x = 300.00. o pai distribuiu entre suas filhas? 11.200. Quantas balas.00 (resto) 12x Juntos eles valem R$ 16. 1 0 . inicialmente. Um estojo custa objeto? Solução: Como o preço do estojo foi indicado para dois terços a mais que o preço da caneta.00. ao todo.200 reais Rogério possuía. faremos: caneta: 3x estojo: 3x + 2 de 3x = 3x + 2x = 5x 3 2 a mais que uma caneta.Solução: Seja 12x a quantia inicial de Rogério: − 2 d e 12x 3 4x (-8x) 3x = 300 x = 100 Logo. Juntos eles valem R$ 16.00: caneta } } 3x + 5x = 16 8x = 16 x=2 estojo Então: a caneta custa: 3x = 3 x 2 = 6 reais o estojo custa: 5x = 5 x 2 = 10 reais 1 do total. Um pai distribui certo número de balas entre suas três filhas de tal modo que a do meio recebe Solução: Seja o total de balas representado por 3x:  1  a do meio : 3 de 3x = x (total)   a mais velha : x + 2 3x   a mais nova : 25   Juntando todas as balas tem-se: 3x=x+x+2=25 10 .

andou do restante.isolando "x" na igualdade tem-se: 3x-x-x=2+25 x=27 Logo.. Efetue as divisões abaixo. um viajante fez 13. em seguida.= 300 1.= 333 1 ( ) 0.. o total de balas é: 3x = 3 x 27 = 81 balas. Determine o valor da expressão 6. 2 15 a) x 5 16 1 1 b) 1 x 2 3 2 3. 10..321321321. qual é o valor de x? 7..00.5 ÷ 0. Qual é a 3 3 altura deste último se a altura do pai é 180 cm? 11.500 ? 6..37777. Quanto dinheiro tem este rapaz? 1 da idade de Benedito.. No primeiro dia de uma jornada. Efetue as multiplicações abaixo. x 0. então. que fração restará de x ? 9. Quais são as idades de cada um deles se a soma das quatro idades é 54 anos? 14.666. A idade de Antônio é 11 . então a terceira parte será de R$ 35.6.16666. 107 ( ) 0. . Quanto valem três quintos de 1. 2 4 da altura de seu pai que correspondem a da altura de seu irmão mais moço.114 557 ( ) 12..= = 90 45 5. EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1.. 1 2 3 a) + − 2 3 4 1 1 1 b) 5 + 2 − 4 3 5 2 2.. Se um rapaz separar o dinheiro que tem em três partes. Determine o valor da expressão 0. 3 6 a) ÷ 4 7 1 1 b) 2 ÷ 1 2 3 4. Efetue as expressões abaixo. César tem metade da idade de Antônio e Dilson tem tantos 6 anos quantos César e Antônio juntos.00333 . 5 3 Quanto falta para completar a jornada se o percurso completo é de 750 km? 12.. No segundo dia. Se subtrairmos três sétimos do valor de x e. Se cinco oitavos de x são 350. Que fração restará de x se subtrairmos três sétimos do seu valor? 8. retirarmos metade do restante. sendo a primeira igual à terça parte e a segunda igual à metade do total. Julgue os itens abaixo em verdadeiros (V) ou falsos (F). Um garoto possui 3 1 do percurso.

15. Números Irracionais: têm representação decimal.. todos os números racionais e mais os números com representação decimal não periódica. periódica ou não periódica. Qual é este número? 20.141592653. Considerando que havia inicialmente na conta corrente do total que o 6 comerciante possuía entre uma conta de poupança e a conta corrente. natural núm. Quanto havia em cada bolso? CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS O conjunto dos números reais compreende todos os números que permitam representação na forma decimal. 2 = 1..2000...  núm. números irracionais.. 1 do preço de custo se ela 5 O conjunto dos números irracionais é usualmente representado por I..414213...41421356237. irracional  12 é um número irracional 3 n Exemplos : 10 é um número irracional 12 . A estes números denominamos números irracionais. 8 16.. Se ele gastasse a quinta parte do que havia no bolso esquerdo e a sétima parte do que havia no bolso direito restariam quantias iguais nos dois bolsos. A raiz de um número natural qualquer.. determine o valor que havia na conta de poupança.. ð = 3.. aperiódica.00. Determine o preço de custo de uma mercadoria sabendo que haveria um lucro de fosse vendida por R$ 60.00.71828182846.000.444. São exemplos de números irracionais: ð = 3. A soma de três números é 110. 17. Em seguida. 4/9 = 0. gastou do restante ficando 5 7 5 ainda com um saldo de R$ 2. Números Irracionais Alguns números têm representação decimal infinita e aperiódica não sendo.14159265358979323846.. 1 2 do que tinha em sua conta corrente.. natural =  ou   núm. 2 =1. Um comerciante gastou 19. .000. Dividir R$ 270. 1/5 = 0.00 em três partes tais que a segunda seja um terço da primeira e a terceira seja igual à soma de um duodécimo da primeira com um quarto da segunda.. freqüentemente.. portanto.. Márcio tinha R$ 116.00 que estavam divididos em partes diferentes entre os dois bolsos da calça que usava. Se adicionarmos a terça parte de um número à sua metade o resultado obtido será 3 unidades menor que o número inicial.. Determinar o maior deles sabendo que o segundo é um terço do primeiro e 3 que o terceiro é da soma dos dois primeiros.. São exemplos de números reais: 2 = 2. 18. e = 2. ou resultará também número natural ou será um número irracional. números racionais.. infinita e . A operação de radiciação produz... Isto compreende todos os números inteiros.

escolhe-se um ponto sobre a reta para indicar o número zero. à direita de zero. por exemplo.5 ≤ x < 2} Notação de Intervalos: [-5. + ∞ [ Observe: Na notação de intervalos.∞ ou de + ∞ fica sempre voltado para fora. podem ser localizados entre dois números inteiros. 2] e) Representação Gráfica: Notação de Conjuntos: {x ∈R / x > -5} Notação de Intervalos: ]-5. Inicialmente.6 ð = 3. Exemplos: a) Representação Gráfica: Notação de Conjuntos: {x ∈R / . 2] d) Representação Gráfica: Notação de Conjuntos: {x ∈R / .5 < x ≤ 2} Notação de Intervalos: ]-5.. 2[ c) Representação Gráfica: Notação de Conjuntos: {x ∈R / .. 3/5 e ð : − 2 =-1..Representação dos Números por Pontos da Reta Podemos representar todos os números reais como pontos em uma reta orientada denominada reta numérica.41421356237. 2] b) Representação Gráfica: Notação de Conjuntos: {x ∈R / . mantendo sempre a mesma distância entre dois inteiros consecutivos quaisquer. a partir do 1 e em ordem crescente para a direita. 13 . onde estão localizados os números − 2. o colchete que está do lado de . Observe. Intervalos de Números Reais É comum designarmos por intervalo a qualquer subconjunto de R que corresponda a segmentos ou a semiretas ou a qualquer reunião entre segmentos ou semi-retas da reta dos números reais. • e os negativos à esquerda de zero.5 ≤ x ≤ 2} Notação de Intervalos: [-5. racionais ou irracionais. 0 R Depois..5 ≤ x ≤ 2} Notação de Intervalos: ].1415926535. 3/5 = 0. a partir do -1 e em ordem decrescente para a esquerda. marcam-se os demais números inteiros.∞ . sendo: • os positivos. Todos os demais números reais não inteiros.

25  4  1 1 1 = = ⋅ = (1 para 8 ) 2 2 4 2 8 1   1 5 6 1 12 2 A razão entre e é :   = ⋅ = (2 para 5) 6 12  5  6 5 5    12  A razão 6 e 1 6 5 30 é: = 6⋅ = (30 para 1) 5 1 1 1   5 Proporção é a expressão que indica uma igualdade entre duas ou mais razões. ao quociente do primeiro pelo segundo. Nesta proporção. Ex. torná-los inteiros. é o número x que completa com os outros três uma proporção tal que: a c = b x Exemplo: Determinar a quarta proporcional dos números 3 .25 e 2 é: 1   0.: 4 é a média proporcional entre 2 e 8. Ex. os números a e d são os extremos e os números b e c são os meios . dados numa certa ordem e sendo o segundo diferente de zero. a c = pode ser lida como "a está para b assim como c está para d' e representada como b d a: b: c: d. A proporção Em toda proporção o produto dos extremos é igual ao produto dos meios. Exemplos: A razão entre 0.: 5 é a terceira proporcional dos números 20 e 10. Ao representar uma razão freqüentemente simplificamos os seus termos procurando. b e c nesta ordem. Assim. Exemplo: A proporção 9 : 6 : : 6 : 4 é contínua pois tem os seus meios iguais a 6 . Numa proporção contínua temos: • O valor comum dos meios é chamado média proporcional (ou média geométrica ) dos extremos.RAZÕES E PROPORÇÕES Chama-se razão d e d o i s n ú m e r o s . 4 e 6 nesta ordem. pois 2:4 ::4 :8 • O último termo é chamado terceira proporcional. Solução: 3 6 = → 3x = 4 x 6 → x = 8 4 x Proporção contínua é aquela que tem meios iguais. Quarta proporcional de três números dados a. pois 20:10::10:5 14 . sempre que possível. a razão entre os números a e b pode ser dita "razão de a para b" e representada como: a b ou a :b Onde a é chamado antecedente enquanto b é chamado conseqüente da razão dada.

.... Calcular dois números positivos na proporção de 2 para 5 sabendo que a diferença do maior para o menor é 42. 10 2 2... teremos: 42 5p − 2p = 42 → 3p = 42 → p = → p = 14 { { 3 y x Agora que descobrimos que cada parte vale 14 (p = 14). Exemplo: 3 10 x = 1 então dizemos que "3 está para 5 na razão inversa de 10 para 6" ou então que "3/5 está 5 6 na razão inversa de 10/6" ou ainda que "3/5 e 10/6 são razões inversas".. Exemplo: 2 3 4 5 = = = 4 6 8 10 Razões inversas são duas razões cujo produto é igual a 1 ...... Quando duas razões são inversas. qualquer uma delas forma uma proporção com o inverso da outra....... o número de questões erradas é: 50-35-5= 10 Assim.... (x = 2p) enquanto y tem 5 partes ... podemos concluir que: o valor de x é o valor de y é → → x = 2p = 2 ⋅ (14) = 28 y = 5p = 5 ⋅ (14) = 70 x y z = = ... Exemplo: 3/5 e 10/6 são razões inversas........... (z = 6p) 15 . Logo.. 3/5 faz proporção com 6/10 (que é o inverso de 10/6) enquanto 10/6 faz proporção com 5/3 (que é o in verso de 3/5).... podemos dizer que: x tem 2 partes . (y = 5p) Mas como a diferença y -x deve valer 42. acertei 35. 3 5 6 3... Qual é a razão do número de questões certas para o de erradas? Resolução: Das 50 questões. Na proporção múltipla Resolução: A proporção múltipla nos mostra que: x tem 3 partes . a razão do número de questões certas (35) para o de erradas (10) é 35 7 = ou 7 para 2.... Então.... Resolução: Sejam x o menor e y o maior dos números procurados. (y = 5p) e z tem 6 partes ........ 35 estavam certas e 5 ficaram em branco..... Então....... EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1 . deixei 5 em branco e errei as demais. Numa prova com 50 questões..Proporção múltipla é a igualdade simultânea de três ou mais razões.. A proporção nos mostra que x está para 2 assim como y está para 5............. de y e de z sabendo que x + y + z = 112. (x = 3p) enquanto y tem 5 partes...... determinar os valores de x..

2b = 140. Calcule a média proporcional entre os números dados: a) 3 e 12 b) 6 e 24 1 c) e 128 2 16 . Calcule a terceira proporcional dos números dados: a) 3 e 6 b) 4 e 12 1 1 c) e 2 4 3 . Deste modo.10p = 140 → 14p= 140 → p= 1 0 como p = 10 temos: a = 8p = 8 x 10 = 80 e b = 5p = 5 x 10 = 50 5. a tem 8 partes enquanto b tem 5 partes: a=8p e b=5p então teremos: 3a = 3 x (8p) = 24p e 2b = 2 x (5p) = 10p portanto: 3a . podemos concluir que: o valor de x é o valor de y é o valor de z é → → → x = 3p = 3 ⋅ (8) = 24 y = 5p = 5 ⋅ (8) = 40 z = 6p = 6 ⋅ (8) = 48 4.5 e 10 b) 3. a soma dos quadrados fica sendo: (3p) 2 + (4p) 2 = 100 9p 2 + 16p 2 = 100 25p 2 = 100 p2 =4 → p = 2 (pois os números são positivos) Portanto. Resolução: Pela proporção apresentada. Calcule a quarta proporcional dos números dados: a) 2. Dois números positivos estão entre si assim como 3 está para 4. Resolução: Se os números estão entre si na proporção de 3 para 4.Como a soma das três partes vale 112.4 e 5 1 1 1 c) . e 2 3 4 2 . temos: 3p+5p +6p= 112 14p = 112 p = 112 ÷ 14 p=8 Agora que descobrimos que cada parte vale 8. Sabendo que a está para b assim como 8 está para 5 e que 3a .2b = 140 → 24p . então um deles é 3p e o outro é 4p. Determine-os sabendo que a soma dos seus quadrados é igual a 100. os dois números são: 3p=3x2=6 e 4p=4x2=8 EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1 . calcular a e b.

6 e 7. Determine-os sabendo que o produto deles é igual a 60. nesta ordem. Encontre estes números. . 10. 6 e 7 são tais que a diferença do maior para o menor supera em 7 unidades a diferença entre os dois maiores. 14. a 3. . 12. 20. Sabendo que o quíntuplo do primeiro.000. 15.. sabendo que a soma dos dois menores é igual a 132. são diretamente proporcionais aos valores 12. 17 . Encontre os três números proporcionais a 3. Três números são tais que o primeiro está para o segundo assim como 2 está para 5 enquanto a razão do terceiro para o primeiro é 7/2. sabendo que a soma deles é 48. . Encontre os três números proporcionais a 5. sendo igual a o fator de proporcionalidade 12 14 20 30 2 da primeira para a segunda. Dois números negativos encontram-se na proporção de 7 para 3. Determine-os sabendo que eles somam 72. Dois números positivos encontram-se na proporção de 11 para 13. Determine-os sabendo que o segundo supera o primeiro em 12 unidades. a1 a 2 a 3 = = = . A diferença entre dois números é 22.. Três números são proporcionais a 2. quantos litros de tinta serão obtidos após a diluição na proporção recomendada? 18. Para usar certo tipo de tinta concentrada. 13. Determine dois números na proporção de 3 para 5. menos o dobro do terceiro resulta 18.. 20 e 30 6 7 10 15 1 respectivamente. Dois números estão entre si na razão inversa de 4 para 5. Determine-os sabendo que o quadrado do primeiro supera o quadrado do segundo em 360. 7. 4 e 5. é necessário diluí-Ia em água na proporção de 3 : 2 (proporção de tinta concentrada para água). 11. Determine dois números na proporção de 2 para 7 sabendo que o dobro do primeiro mais o triplo do segundo resulta igual a 100. mais o triplo do segundo. dizemos que estes valores são diretamente proporcionais aos correspondentes valores da sucessão (b1. 3 e 5 respectivamente. pois as razões . Determine-os sabendo que a soma deles é 36. se a soma dos dois menores é igual a 49? 17. b 4. b 3. tais que a diferença entre o maior deles e o menor é igual a 40. Determine-os sabendo que a soma de seus quadrados resulta igual a 29. Determine dois números na proporção de 2 para 7 sabendo que o quíntuplo do primeiro supera o segundo em 48 unidades.. a 2 .) quando forem iguais as razões entre cada valor de uma das sucessões e o valor correspondente da outra. Dois números inteiros encontram-se na proporção de 3 para 5. DIVISÃO PROPORCIONAL Grandezas diretamente proporcionais Dada a sucessão de valores (a1. 5. 14. b1 b 2 b3 O resultado constante das razões obtidas de duas sucessões de números diretamente proporcionais é chamado de fator de proporcionalidade. a 4. 6. Quais são estes números. A razão entre dois números é igual a 4/5. 7. A razão entre dois números é igual a 4/5. Três números proporcionais a 5. Determine dois números na proporção de 3 para 5. ). 8.. sabendo que eles estão entre si na razão inversa de 5 para 7. e são todas iguais. Exemplo: Os valores 6. Sabendo que oram comprados 9 litros dessa tinta concentrada.. quanto vale o maior deles? 19...4. 9. Quais são estes números? 16. sabendo que o segundo supera o primeiro em 60 unidades. b 2 . 10 e 15.

Assim sendo.. Grandezas inversamente proporcionais Dada a sucessão de valores (a1. c. ). nesta ordem. 4 e 5. e 12 12 12 Desprezar os denominadores (iguais) não afetará os resultados finais. 3. . 2 3 4 18 . 12 e 5. 3 x 20. . todos diferentes de zero. b. tais que A B C = = = . a b c A + B + C + ... C=5p e A+B+C=72 portanto: 3p + 4p + 5p = 72 → 12p = 72 → p = 6 valor de A → 3p = 3 x 6 = 18 valor de B → 4p = 4 x 6 = 24 valor de C → 5p = 5 x 6 = 30 Portanto. ). quando forem iguais os produtos entre cada valor de uma das sucessões e o valor correspondente da outra. Então. teremos: 6 8 9 . b3 . podemos aproveitar todas as técnicas estudadas no capítulo sobre proporções para resolver problemas que envolvam grandezas diretamente proporcionais. 20. as sucessões de números diretamente proporcionais formam proporções múltiplas (já vistas no capítulo de razões e proporções). B=8p. e C as partes procuradas.. temos que: A=3p. então os números de uma delas serão diretamente proporcionais aos inversos dos números da outra. significa encontrar os números A.. Dividir o número 46 em partes diretamente proporcionais aos números Reduzindo as frações ao mesmo denominador. C=9p A+B+C=46 → 6p+8p+9p = 46 → 23p = 46 → p = 2 1 2 3 . Esta relação nos permite trabalhar com sucessões de números inversamente proporcionais como se fossem diretamente proporcionais. 2. Exemplo: Os valores 2. b4 . 8 e 9 (os numeradores). dizemos que estes valores são inversamente proporcionais aos correspondentes valores da sucessão b1. e . pois a proporção será mantida e ainda simplificará nossos cálculos. b2. . poderemos dividir 46 em partes diretamente proporcionais a 6. todos também diferentes de zero. Se os números de uma são inversamente proporcionais aos números da outra.. a4.... B.. B. Indicando por A. as três partes procuradas são 18..Como se pode observar. 5 e 12 são inversamente proporcionais aos valores 30. 5 x 12 e 12 x 5 são todos iguais. B e C as três partes procuradas. Relação entre proporção inversa e proporção direta Sejam duas sucessões de números. = N EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1.. B=4p. a2 . . a 3.. pois os produtos 2 x 30. todos diferentes de zero. Indicando por A.. Divisão em portes proporcionais 1°caso: Divisão em partes diretamente proporcionais Dividir um número N em partes diretamente proporcionais aos números a. Dividir o número 72 em três partes diretamente proporcionais aos números 3. teremos: A=6p. C. 24 e 30.

(200.. e A+B+C+. teremos: A = 4p. 3 e 4. B = 3p. Indicando por A. . Então. cada uma. Isto não alterará a proporção com as partes procuradas. B = 3p = 3 x 9 = 27 e C = 1p = 1 x 9 = 9. B e C as três partes procuradas. 400) ÷ 100 = (2. concluímos que: A = 4p = 4 x 9 = 36. 4 e 12. e . as partes procuradas são 36. c. tais que a x A = b x B = c x C =. poderemos dividir 72 em partes diretamente proporcionais a 4. Usando a relação entre proporção inversa e proporção direta vista na página 70. e 12 12 12 Desprezar os denominadores (iguais) manterá as proporções e ainda simplificará nossos cálculos. concluímos que: A = 2p = 2 x 5 = 10. podemos afirmar que as 1 1 1 partes procuradas serão diretamente proporcionais a . C.. B.= N 4. 3 4 12 Reduzindo as frações ao mesmo denominador.. 19 . Para efetuarmos a divisão composta direta. B = 3p = 3 x 5 = 15 e C = 4p = 4 x 5 = 20 2º caso: Divisão em partes inversamente proporcionais Dividir um número N em partes inversamente proporcionais a números dados a.. Dividir o número 45 em partes diretamente proporcionais aos números 200.. Dividir 72 em partes inversamente proporcionais aos números 3. Inicialmente dividiremos todos os números dados por 100. mas simplificará os nossos cálculos. 16e 1 8 .. 300 e 400. devemos: 1º) encontrar uma nova sucessão onde cada valor será o produto dos valores correspondentes das sucessões dadas. Portanto. 2°) efetuar a divisão do número em partes diretamente proporcionais aos valores da nova sucessão encontrada. 27 e 9. 3 e 1 (numeradores). 4) Então poderemos dividir 45 em partes diretamente proporcionais aos números 2. teremos: 4 3 1 .. 300.Assim. Indicando as partes procuradas por: A = 2p.. B = 3p e C= 4p A+B+C=45 → 2p+3p+4p=45 → 9 p = 4 5 → p = 5 Assim. concluímos que: A = 6p = 6 x 2 = 12. C = 1p A + B + C = 72 → 4p + 3p + 1p = 72 → 8p = 72 → P = 9 Assim. 3º caso: Divisã o composta direta Chamamos de divisão composta direta à divisão de um número em partes que devem ser diretamente proporcionais a duas ou mais sucessões de números dados. 3... b. 3. B = 8p = 8 x 2 = 16 e C = 9p = 9 x 2 = 18 As partes procuradas são 12. significa encontrar os números A.

5. Dividir o número 270 em três partes que devem ser diretamente proporcionais aos números 2, 3 e 5 e também diretamente proporcionais aos números 4, 3 e 2, respectivamente. Indicando por A, B e C as três partes procuradas, devemos ter: A será ser proporcional a 2 e 4 → 2 x 4 = 8 → A = 8p B será ser proporcional a 3 e 3 → 3 x 3 = 9 → B = 9p C será ser proporcional a 5 e 2 → 5 x 2 = 10 → C= 10p A+B+C=270 → 8p + 9p + 10p =270 27p = 270 → p = 1 0 A = 8p = 8 x 10 = 80 B = 9p = 9 x 10 = 90 C=10p = 10 x 10 = 100 Portanto, as três partes procuradas são: 80, 90 e 100. 4° caso: Divisão composta mista Chamamos de divisão composta mista à divisão de um número em partes que devem ser diretamente proporcionais aos valores de uma sucessão dada e inversamente proporcionais aos valores de uma outra sucessão dada. Para efetuarmos uma divisão composta mista, devemos 1°) inverter os valores da sucessão que indica proporção inversa, recaindo assim num caso de divisão composta direta; 2°) aplicar o procedimento explicado anteriormente para as divisões compostas diretas. 6 . Dividir o número 690 em três partes que devem ser diretamente proporcionais aos números l, 2 e 3 e inversamente proporcionais aos números 2, 3 e 4, respectivamente. Invertendo os valores da sucessão que indica proporção inversa, obtemos: 1 1 1 , e 2 3 4 Reduzindo as frações a um denominador comum, teremos: 6 4 3 , e → 6, 4 e 3 12 12 12 Então, indicando por A, B e C as três partes procuradas, devemos ter: A será proporcional a 1 e 6 → 1 x 6 = 6 B será proporcional a 2 e 4 → 2 x 4 = 8 C será proporcional a 3 e 3 → 3 x 3 = 9 → A = 6p → 13=8p → C = 9p

A + B +C = 690 → 6p + 8p + 9p =690 → 23p=690 → p=30 A =6p = 6 x 30 =180, B = 8p = 8 x 30 =240 e C = 9p = 9 x 30 =270 Portanto, as três partes procuradas são: 180, 240 e 270. EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. Determine X, Y e Z de modo que as sucessões (15, X, Y, Z) e (3, 8, 10, 12) sejam diretamente proporcionais. 2. Determine X, Y e Z de modo que as sucessões (X, 32, Y, Z) e (3, 4, 7, 9) sejam diretamente proporcionais. 3. Determine X e Y de modo que as sucessões (20, X, Y) e (3, 4, 5) sejam inversamente proporcionais. 4. Determine X, Y e Z de modo que as sucessões (6, X, Y, Z) e (20, 12, 10, 6) sejam inversamente proporcionais. 5. Determine X e Y de modo que as sucessões (3, X, Y) e (4, 6, 12) sejam inversamente proporcionais. 6. Dividir 625 em partes diretamente proporcionais a 5, 7 e 13.

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7. Dividir 1.200 em partes diretamente proporcionais a 26, 34 e 40. 8. Dividir 96 em partes diretamente proporcionais a 1,2 ; 2 e 8. 5

9. Dividir 21 em partes inversamente proporcionais a 3 e 4. 10. Dividir 444 em partes inversamente proporcionais a 4, 5 e 6. 11. Dividir 1.090 em partes inversamente proporcionais a 2 4 7 , e . 3 5 8

12. Dividir 108 em partes diretamente proporcionais a 2 e 3 e inversamente proporcionais a 5 e 6. 13. Dividir 560 em partes diretamente proporcionais a 3, 6 e 7 e inversamente proporcionais a 5, 4 e 2. 14. Repartir uma herança de R$ 460.000,00 entre três pessoas na razão direta do número de filhos de cada uma e na razão inversa das idades delas. As três pessoas têm, respectivamente, 2, 4 e 5 filhos e as idades respectivas são 24, 32 e 45 anos. 15. Dois irmãos repartiram uma herança em partes diretamente proporcionais às suas idades. Sabendo que cada um deles ganhou, respectivamente, R$ 3.800,00 e R$ 2.200,00, e que as suas idades somam 60 anos, qual é a idade de cada um deles? REGRA DE TRÊS Chamamos de regras de três ao processo de cálculo utilizado para resolver problemas que envolvam duas ou mais grandezas direta ou inversamente proporcionais. Quando o problema envolve somente duas grandezas é costume denominá-lo de problema de regra de três simples. Exemplos: Se um bilhete de ingresso de cinema custa R$ 5,00, então, quanto custarão 6 bilhetes? As grandezas são: o número de bilhetes e o preço dos bilhetes . Um automóvel percorre 240 km em 3 horas. Quantos quilômetros ele percorrerá em 4 horas? As grandezas são: distância percorrida e tempo necessário . Poderemos chamar a regra de três simples de direta ou inversa, dependendo da relação existente entre as duas grandezas envolvidas no problema. Quando o problema envolve mais de duas grandezas é costume denominá-lo de problema de regra de três composta. Exemplo: Se 5 homens trabalhando durante 6 dias constróem 300m de uma cerca, quantos homens serão necessários para construir mais 600rn desta cerca em 8 dias? A grandezas são: o número de homens , a duração do trabalho e o comprimento da parte construída . Para resolver um problema qualquer de regra de três devemos inicialmente determinar que tipo de relação de proporção existe entre a grandeza cujo valor pretendemos determinar e as demais grandezas. Relação de proporção direto Duas grandezas variáveis mantêm relação de proporção direta quando aumentando uma delas para duas, três, quatro, etc. vezes o seu valor, a outra também aumenta respectivamente para duas, três, quatro, etc. vezes o seu valor. Exemplo: Considere as duas grandezas variáveis: (comprimento de um tecido) (preço de venda da peça)

1 metro............. custa........................ R$ 10,00 2 metros ...........custam .....................R$ 20,00 3 metros .......... custam..................... R$ 30,00 4 metros .......... custam..................... R$ 40,00

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Observamos que quando o comprimento do tecido tornou-se o dobro, o triplo etc., o preço de venda da peça também aumentou na mesma proporção. Portanto as grandezas "comprimento do tecido" e "preço de venda da peça" são diretamente proporcionais . Relação de proporção inversa Duas grandezas variáveis mantêm relação de proporção inversa quando aumentando uma delas para duas, três, quatro, etc. vezes o seu valor, a outra diminuir respectivamente para metade, um terço, um quarto, etc. do seu valor. Exemplo: Considere as duas grandezas variáveis: Velocidade de um automóvel Tempo de duração da viagem

A 20 km/h ........ a viagem dura ........ 6 horas A 40 km/h........ a viagem dura ....... 3 horas A 60 km/h........ a viagem dura ....... 2 horas Observamos que quando a velocidade tornou-se o dobro, o triplo do que era, o tempo de duração da viagem tornou-se correspondentemente a metade , a terça parte do que era. Portanto, as grandezas "velocidade " e " tempo de duração da viagem" são inversamente proporcionais . Cuidado! Não basta que o aumento de uma das grandezas implique no aumento da outra. É preciso que exista proporção. Por exemplo, aumentando o lado de um quadrado, a área do mesmo também aumenta . Mas não há proporção, pois ao dobrarmos o valor do lado, a área não dobra e sim quadruplica! Grandezas proporcionais a várias outras Uma grandeza variável é proporcional a várias outras se for diretamente ou inversamente proporcional a cada uma dessas outras, quando as demais não variam. Exemplo: O tempo necessário para construir certo trecho de uma ferrovia é diretamente proporcional ao comprimento do trecho considerado e inversamente proporcional ao número de operários que nele trabalham. Observe: 1°) Vamos fixar o comprimento do trecho feito. Em 30 dias, 10 operários fazem 6 km. Em 15 dias, 20 operários também fazem 6 km. Em 10 dias, 30 operários também fazem 6 km. Aqui, observa-se que o tempo é inversamente proporcional ao número de operários. 2°) Agora vamos fixar o número de operários. 30 operários, em 10 dias, fazem 6 km. 30 operários, em 20 dias, farão 12 km. 30 operários, em 30 dias, farão 18 km. Agora, vemos que o tempo é diretamente proporcional ao comprimento do trecho feito. PROPRIEDADE Se uma grandeza for diretamente proporcional a algumas grandezas e inversamente proporcional a outras, então, a razão entre dois dos seus valores será igual: ao produto das razões dos valores correspondentes das grandezas diretamente proporcionais a ela... ... multiplicado pelo produto das razões inversas dos valores correspondentes das grandezas inversamente proporcionais a ela.

Exemplo: Vimos no exemplo anterior que o tempo necessário para construir certo trecho de uma ferrovia é diretamente proporcional ao comprimento do trecho considerado e inversamente proporcional ao número de operários que nele trabalham. Vimos também, entre outros, os seguintes valores correspondentes:

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. proporcionalmente maior seria o preço total da compra... x...... o preço total da compra. Quant....... quanto custarão 33 metros do mesmo tecido? Solução: O problema envolve duas grandezas............Quanto mais tecido comprássemos........00... de tecido Preço total (em metros) (em R$) 5 ...... x Na coluna onde a incógnita x aparece........00.. x ↑ A flecha do x indica que seu valor.........00 ↑ 33 ...................... de tecido Preço total (em metros) (em R$) 5 ....00. Quantos operários serão necessários para fazer uma casa igual em 120 dias? 23 .. era R$ 30........ 30.... montar a seguinte tabela com duas colunas....00: inicialmente tinha-se x = 30 A outra flecha (a da quantidade de tecido) indica uma fração. Em 180 dias 24 operários constroem uma casa............ isto será indicado colocando-se uma flecha na coluna da quantidade de tecido no mesmo sentido da flecha do x... uma para cada grandeza: Quant........00 que é o valor inicial do x indicando que se a quantidade de tecido comprado não fosse alterada. 2....... Como neste exemplo a flecha aponta do 33 para o 5 a fração é ... Esta fração nos dá a variação 5 causada em x (o preço) pela mudança da outra grandeza (a quantidade de tecido comprado).... continuaria sendo R$ 30.... Agora devemos avaliar o modo como a variação na quantidade de tecido afetará o preço total: ..00 33 ... quantidade de tecido comprada e preço total da compra.............. os 33 metros de tecido custarão R$ 198... apontando sempre do numerador para o 33 denominador.......... Assim as grandezas preço total e quantidade de tecido são diretamente proporcionais... inicialmente.....(Tempo necessário) 30 dias 20 dias (Comprimento do trecho construído) 6 km 12 km (Número de operários) 10 30 Aplicando a propriedade vista acima...........00 33 .... então....... Multiplicando o valor inicial de x por esta fração podemos armar a igualdade que nos dará o valor final de x: x = 30x 33 ⇒ x = 198 5 Portanto... Podemos... 30.. teremos: 30 6 30 = x (verifique a igualdade! ) 20 12 10 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1.. Se 5 metros de certo tecido custam R$ 30...... de tecido Preço total (em metros) (em R$) 5 .... x ↑ Note que a flecha foi apontada para o R$ 30.. vamos colocar uma flecha: Quant.. Na tabela onde estamos representando as variações das grandezas....30...........

...... proporcionalmente maior será o número de operários necessários.. 24 ↓ 120.. devemos avaliar o modo como a variação no tempo de construção afetará o número de operários necessários: ... 24 120... número de costureiras é inversamente proporcional ao tempo.. Agora. Em quantos dias 12 costureiras poderão fazer 600 calças iguais às primeiras? Solução: O problema envolve três grandezas.. N° de operários 180 .Solução: O problema envolve duas grandezas... x ↑ A flecha do x indica que seu valor........... então........ 24 .... serão necessários 36 operários para fazer a casa em 120 dias. o número de operários necessários..... tempo de construção e número de operários necessários..... Podemos.. x Na coluna onde a incógnita x aparece. inicialmente...... 3........ em cada comparação. Portanto............... Em 12 dias de trabalho.. Assim as grandezas tempo de construção e número de operários são inversamente proporcionais....... tempo necessário para fazer o trabalho.................... continuaria sendo 24...... tinha-se x = 24 Como no exercício anterior. uma para cada grandeza: Tempo (em dias) N° de operários 180 ....... Tempo (em dias) ....... 24 120.....Quanto menos tempo houver para realizar a obra.. 180 Como neste exemplo a flecha aponta do 180 para o 120 fração é .......... montar uma tabela com três colunas.. uma para cada grandeza: Tempo (em dias) 12 ↑ x N° de costureiras 16 12 Quantidade de calças 960 600 Para orientar as flechas das outras duas grandezas é preciso compará-las uma de cada vez com a grandeza do x e de tal forma que. Na tabela onde estamos representando as variações das grandezas........ número de costureiras empregadas e quantidade de calças produzidas...... 120 Multiplicando o valor inicial de x por esta fração..... armamos a seguinte igualdade que nos dará o valor final de x: x = 24x 180 ⇒ x = 36 120 Portanto... consideraremos como se as demais grandezas permanecessem constantes........................... a outra flecha indica uma fração que nos dá a variação causada em x (o número de operários) pela mudança da outra grandeza (o tempo) apontando sempre do numerador para o denominador.. Montaremos... .. x ↑ Lembre-se que esta flecha está indicando que se o tempo de construção permanecesse o mesmo....Quanto menos costureiras forem empregadas maior será o tempo necessário para fazer um mesmo serviço....... isto será indicado colocando-se uma flecha na coluna da quantidade de tecido no sentido inverso ao da flecha do x.. era 24: inicialmente. 16 costureiras fazem 960 calças............. então uma tabela com duas colunas......... vamos colocar uma flecha apontada para o valor inicial do x que é 24: Tempo (em dias) N° de operários 180 . x.

Determine. a quantidade de pó necessária para o café. ( ) c) A velocidade de um ônibus e o tempo que ele leva para fazer uma viagem de Brasília a São Paulo. Tempo (em dias) 12 ↑ x N° de costureiras 16 ↓ 12 Quantidade de calças 960 ↑ 600 A flecha do x. ( ) Se duas grandezas A e B são tais que ao triplicarmos o valor de A. grandezas entre si. ( ) Dadas duas grandezas inversamente proporcionais. mentalmente. ( ) e) A quantidade de ração e o número de animais que podem ser alimentados com ela durante uma semana. temos a igualdade que nos dará o valor final de x: x = 12 x 16 600 x ⇒ x = 10 12 900 Portanto. ( ) 4. quando uma delas aumenta a outra diminui na mesma proporção. ( ) A medida do lado de um triângulo equilátero e o seu perímetro são grandezas diretamente proporcionais. como sempre. ( ) h) A eficiência de um grupo de operários e o tempo necessário para executarem certo serviço. 2. quando uma delas diminui a outra também diminui na mesma proporção.( ) d) A velocidade de um ônibus e a distância percorrida por ele em três horas. a quantidade de calças produzidas e o tempo necessário para fazê-las são diretamente proporcionais. ( ) Dadas duas grandezas inversamente proporcionais. EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. ( ) i) A dificuldade de uma tarefa e o tempo necessário para uma pessoa executá-la. está-se relacionando. Lembre-se de que elas apontam sempre do numerador para o denominador. ( ) g) O número de linhas por página e o total de páginas de um livro. As outras duas flechas indicam frações que nos dão as variações causadas em x (o tempo) pelas mudanças das outras grandezas (o número de costureiras e a quantidade de calças). ( ) Se duas grandezas A e B são tais que ao duplicarmos o valor de A. o valor de B também reduzse para um terço. está indicando o seu valor inicial (x = 12). ( ) Dadas duas grandezas diretamente proporcionais. etc. julgue os itens abaixo. ( ) k) O número de horas trabalhadas por dia e a quantidade de trabalho feito em uma semana. ( ) Dadas duas grandezas diretamente proporcionais. (CESPE/96-MPU-Assistente) É comum em nosso cotidiano surgirem situações-problema que envolvem relações entre grandezas. ( ) f) O tamanho de um tanque e o tempo necessário para enchê-lo. Multiplicando o valor inicial de x por estas frações. ( ) O número de pintores e o tempo que eles gastam para pintar um prédio são grandezas inversamente proporcionais.Quanto menor a quantidade de calças a serem feitas menor também será o tempo necessário para produzi-Ias com uma mesma equipe. serão necessários 10 dias para fazer o serviço nas novas condições do problema. Portanto. ( ) A quantidade de tinta necessária para fazer uma pintura depende diretamente da área da região a ser pintada. a velocidade com que se deve caminhar ao atravessar uma rua. Em relação às proporções. ( ) I) O número de horas trabalhadas por dia e o número de dias necessário para fazer certo trabalho. ( ) Se duas grandezas A e B são tais que ao aumentarmos o valor de A em x unidades. então B é diretamente proporcional a A. ao se decidir a quantidade de tempero que deve ser usada na comida. Julgue os itens abaixo em Certos ou Errados. ( ) Se duas grandezas A e B são tais que ao reduzirmos para um terço o valor de A. quando uma delas aumenta a outra também aumenta na mesma proporção.. Por exemplo. quando uma delas diminui a outra aumenta na mesma proporção. o valor de B também duplica então A e B são grandezas diretamente proporcionais. então A e B são grandezas inversamente proporcionais. o valor de B também aumenta em x unidades então A e B são grandezas diretamente proporcionais. ( ) b) O número de operários trabalhando e o tempo que levam para construir uma estrada de 10 km. se a relação entre as grandezas é de proporção direta (D) ou inversa ( I ). Julgue os itens abaixo em Certos ou Errados. ( ) Se A é uma grandeza inversamente proporcional à grandeza B. então A e B são grandezas inversamente proporcionais. por meio de uma proporção. 3. 25 . o valor de B fica reduzido para um terço do que era. em cada caso. a) O número de máquinas funcionando e a quantidade de peças que elas produzem durante um mês. ( ) j) A facilidade de uma tarefa e o tempo necessário para uma pessoa executá-la..

00. Se esta equipe for aumentada para 20 mineiros. Em quanto tempo 9 gatos comerão uma dúzia e meia de sardinhas? 21. também retangular. faz determinado percurso em duas horas.60. Um veículo trafegando com uma velocidade média de 60 km/h. A mais comprida custou R$ 660. então quantos dias serão necessários para terminar o trabalho. qual deve ser o preço de venda do segundo? 24. que tem 3/4 da força do segundo. Dois cavalos. Enquanto o gato dá dois pulos. Duas rodas dentadas estão engrenadas uma na outra. o capitão do navio recebe a notícia de que o mau tempo previsto para o resto da viagem deve atrasá-la em mais 4 dias. em 18 dias e trabalhando 8 horas por dia? 26 . Quantos quilogramas de arroz com casca serão necessários para produzir 300 kg de arroz sem casca? 8. Qual será a hora certa quando.60. Cem quilogramas de arroz com casca fornecem 96 kg de arroz sem casca.5m? 13.( ) O número de ganhadores de um único prêmio de uma loteria e a quantia recebida por cada ganhador são grandezas inversamente proporcionais. Quantas voltas terá dado em uma hora e meia? 11. Quantos metros o cão deverá percorrer para diminuir a metade da terça parte da distância que o separa do gato? 19. 5 anos e 4 meses de idade.5 toneladas de carvão. cujos valores são considerados como diretamente proporcionais às suas forças de trabalho e inversamente proporcionais às suas idades. quantos dias seriam necessários para pintar o mesmo prédio? 9. é de 30 pulos de gato. se. Quanto tempo levaria um outro veículo para cumprir o mesmo percurso se ele mantivesse uma velocidade média de 80 km/h? 10. Quantas voltas terá dado a menor quando a maior der 10 voltas? 12. 3 anos e 9 meses e o segundo. Em 8 dias 5 pintores pintam um prédio inteiro. têm o primeiro. Enquanto o gato corre 7m. Se 3 kg de queijo custam R$ 24. Se fossem 3 pintores a mais. Enquanto o rato corre 8m. Três dias após o início da viagem. Qual é a altura de um edifício que projeta uma sombra de 12m. Um gato e meio come uma sardinha e meia em um minuto e meio. o gato corre 11m. Um comerciante comprou duas peças de um mesmo tecido. quanto custarão 5 kg deste queijo? 6.30? 7. quantos operários serão necessários para construir um outro parque. trabalhando 6 horas por dia levaram 40 dias para construir um parque de formato retangular medindo 450m de comprimento por 200m de largura. Se 27 operários. A menor delas tem 12 dentes e a maior tem 78 dentes. quanto terá adiantado ao longo de 4h 40min? 14. cada pulo do gato vale dois pulos do rato. Um navio tinha víveres para uma viagem de 15 dias. contudo. Se a distância entre eles. uma estaca vertical de 1. medindo 200m de comprimento por 300m de largura. Se um relógio adianta 18 minutos por dia. quantos pulos o gato terá dado até alcançar o rato? 20. em quanto tempo serão extraídos 7 toneladas de carvão? 23. o cão corre 9rn. Se o primeiro. sabendo que 4 operários foram dispensados e que o restante agora trabalha 6 horas por dia? 22. Um grupo de 15 mineiros extraiu em 30 dias 3. Um gato está 72m à frente de um cão que o persegue. Se 2/5 de um trabalho foram feitos em 10 dias por 24 operários que trabalhavam 7 horas por dia.5m projeta uma sombra de 0. Se 3 kg de queijo custam R$ 24. este relógio estiver marcando 15h 5min? 15. ( ) A velocidade desenvolvida por um automóvel e o tempo gasto para percorrer certa distância são grandezas diretamente proporcionais. Um rato está 30 metros à frente de um gato que o persegue.00. o rato dá 3. Quanto media a mais comprida? 16. foi vendido por R$ 480.00 enquanto a outra. 5. Um relógio que adianta 15 minutos por dia estava marcando a hora certa às 7h da manhã de um certo dia. Um gato persegue um rato. inicialmente. custou R$ 528. Para quanto terá de ser reduzida a ração de cada tripulante? 17. no mesmo instante. Qual a distância que o gato terá de percorrer para alcançar o rato? 18. Uma roda-d'água dá 390 voltas em 13 minutos. mas. neste mesmo dia. quanto deste queijo poderei comprar com R$ 53. 12 metros mais curta.

5 − − = 2 4 3 6 2 (x . 9. fazemos: 5x + 10 = 0 5x = -10 x =(-10) ÷ 5 x = -2 raiz: -2 Para resolver a equação 5x + 2 = 2x + 23. 5x + 8 = 2x . -3(3x . 10. x 1−x 1 + = 2 5 2 3x . de uma equação do primeiro grau isolando a variável. 27 .52) 4. Uma turma de 15 operários pretende terminar em 14 dias certa obra. 7. fizeram somente 1/3 da obra. As equações do 1° grau têm sempre uma única raiz real. 1 . Pode-se encontrar a raiz.25. 6. fazemos: 5x + 2 = 2x + 23 5x .4 x .1) 3 (1 + x ) 1 x .9 = 2 3 x + 3 x + 2 −1 + = 2 3 2 1+ x 2 . 8.25 2 .1 + = − 3 2 2 3 5.78 3 .42 = 7x .x 1 + − =0 6 3 2 3+ x x -1 − (1 + x ) = 2 4 3x . resolva as equações do 1° grau.1 4x + 2 2x . Com quantos operários a turma original deverá ser reforçada para que a obra seja concluída no tempo fixado? EQUAÇÕES DO 1º GRAU Denominamos equações do primeiro grau às equações redutíveis à forma: ax + b = 0 (com a ≠ 0) Exemplos: 5x + 10 = 0 5x + 2 = 2 x+21 Raiz de uma Equação Raiz de uma equação é qualquer valor para x que satisfaça a equação.42) = 2(7x . Exemplos: Para encontrar a raiz de 5x + 10 = 0. Ao cabo de 9 dias. Resolver uma equação significa encontrar o conjunto de todas as suas raízes.6 5x .2x = 23 –2 3x = 21 x = 21 ÷ 3 x=7 raiz: 7 EXERCÍCIOS PROPOSTOS Nos exercícios 1 a 10. 3x . entretanto.

2y = -14 (I) ⇒ 3x + 2y = 12 (II) Observe que a variável y tem. agora. y) onde os valores de x e de y satisfazem a todas as equações do sistema ao mesmo tempo. x e y. resolveremos o sistema seguinte pelos dois métodos: 2x + y = 7 (I)  3x + 2y = 12 (II) A) Método da Adição 1° passo: Multiplicamos as equações por números escolhidos de forma a obtermos coeficientes opostos em uma das variáveis. Exemplo: No sistema indicado no exemplo anterior. b. x = 2 e y = 1 Resolução algébrica Dentre os vários métodos de resolução algébrica aplicáveis aos sistemas do 1° grau.2y = . poderemos multiplicar a equação (I) por -2: 2x + y = 7 x(-2) → .2 A variável y foi cancelada restando apenas a variável x na última equação. é um conjunto de equações do tipo ax + by = c (a. destacamos dois: • método da adição • método da substituição Para exemplificá-los. 2º passo: S o m a m o s m e m b r o a m e m b r o a s e q u a ç õ e s e n c o n t r a d a s : . y) = (2. 1) Ou seja.4 . 3º passo: Resolvemos a equação resultante que tem somente uma variável: -1x = -2 x=2 28 . c ∈ R) ou de equações redutíveis a esta forma. coeficientes opostos.1x + 0 = . Exemplo: 2x .3y = 1  3x + 3y = 9 Resolver um sistema significa encontrar todos os pares ordenados (x. No caso.2y = .4x . o único par ordenado capaz de satisfazer às duas equações simultaneamente é (x.14   .14 + 3x + 2y = 12 .SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU COM DUAS VARIÁVEIS Um sistema de equações com duas variáveis.4x .

então. resolvemos a equação resultante que tem somente uma variável: 3x +2y = 12 3x + 2(7 . então. O conjunto-solução de um sistema impossível é vazio. 29 . chegarmos a uma expressão do tipo 0=0 ou 3=3 ou qualquer outra que expresse uma sentença sempre verdadeira.4x = 12 3x – 4x = 12. ao tentarmos encontrar o valor de uma das variáveis.2x  3x + 2y = 12 2º passo: a variável isolada é substituída na outra equação e. 3)} Sistema indeterminado Se. ao tentarmos encontrar o valor de uma das variáveis. resolvemos a equação resultante: 2x + y = 7 2(2) + y = 7 4 + y = 7 y = 7 -4 y = 3 5º passo: Escrevemos o conjunto-solução: S = {(2.4º passo: O valor da variável encontrada é substituído numa das equações iniciais que contenha também a outra variável e. 3)} B) Método da Substituição 1º passo: Isolamos uma das variáveis em uma das equações dadas: 2x + y = 7 → y = 7 . chegarmos a uma expressão do tipo 0=3 ou 2=5 ou qualquer outra que expresse uma sentença sempre falsa. o sistema não terá qualquer solução e diremos que ele é impossível.14 -1x = -2 x=2 3º passo: Levamos o valor encontrado para a equação que tem a variável isolada e calculamos o valor desta: y = 7 -2x y = 7 -2 (2) y = 7 -4 y = 3 4° passo: Escrevemos o conjunto-solução: S = {(2. Sistema impossível Se.2x) = 12 3x +14 . o sistema terá infinitas soluções e diremos que ele é possível mas indeterminado.

Resolução gráfica Vamos considerar um sistema do 1° grau com duas variáveis e duas equações: ax + by = c (r)  mx + ny = p (s) Cada equação do sistema representa uma reta. Cada ponto comum às retas do sistema corresponde a uma solução. Então. Resolva os seguintes sistemas: x + y = 5 a)  x . Será um sistema impossível. 3°) Retas Paralelas Distintas Se as retas forem paralelas e distintas o sistema não terá qualquer solução. 2°) Retas Paralelas Coincidentes Se as retas forem coincidentes o sistema terá infinitas soluções. Será um sistema possível e determinado.y = 1 30 . as pergunta-chaves são: As retas do sistema têm algum ponto em comum? Quantos? Graficamente. existirão três situações possíveis: 1º) Retas Concorrentes Se as retas forem concorrentes o sistema terá uma única solução. Será um sistema possível mas indeterminado. EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1 .

Um colégio tem 525 alunos. a fração ficaria equivalente a . entrasse também uma professora. A soma dos quocientes do número de rapazes por 25 e do número de moças por 30 é igual a 20. (a ≠ 0) ou qualquer equação redutível a esta forma. cada resposta correta vale 5 pontos. Quando Antônio José tiver a idade que José Antônio tem. entre moças e rapazes.7y = 13 g)  4x . o número de professores presentes ficou igual ao triplo do número de professoras. representado pelos mesmos algarismos dele.y = 7 x + 3y = . Quantos são os rapazes e quantas são as moças do colégio? 10. Contando os pés seriam. Quantos professores (homens e mulheres) estavam na sala após a chegada do professor Oliveira? 8.3y = . Qual é este número? 9. juntamente com o professor. totaliza outro número.5y = 3 2x + 5y = 17 h) 3x . Em 20 perguntas. num total de 30 animais. o número destas seria a metade do número de professores (homens). Quantos coelhos e quantas galinhas estão no quintal? 7.2y = 3 x + 2y = 11 c)  x .y = 6 3x . Quantos anos tem cada um deles? EQUAÇÕES DO 2º GRAU Denominamos equação do 2° grau a toda equação da forma ax2 + bx + e = 0. Qual é a fração original? 2 6. fica igual ao maior. uma fração fica eqüivalendo a 1. Num quintal encontram-se galinhas e coelhos. Quais são estes números? 4. tais que a maior exceda a menor em 21 unidades.1 x + 2y = 1 e)  2x . Quando o professor Oliveira entrou na sala dos professores.y = 5 2x + y = 11 d)  2x . aumentado de 1 unidade.2y = 16 2 . A soma dos valores absolutos dos dois algarismos de um número é 9. 3 . Exemplos: a) x2 . Dois números são tais que multiplicando-se o maior por 5 e o menor por 6 os produtos serão iguais. Dividir o numero 85 em duas partes. Somado com 27. Quantas perguntas ela acertou? 5. em vez disso. Se. diminuído de 2 unidades. O menor. mas na ordem inversa.5x + 6 = 0 b)3x2 + 2 = 0 c)-3x2 + 27 = 0 31 . Numa gincana cultural. mas perdem-se 3 pontos para cada resposta errada. Se. 94.4 f)  2x . minha equipe só conseguiu 44 pontos. ao todo. José Antônio tem o dobro da idade que Antonio José tinha quando José Antônio tinha a idade que Antonio José tem. somássemos 7 ao 1 denominador.x + 2y = 7 b)  x . a soma das idades deles será 63 anos. Somando-se 8 ao numerador.

determina a quantidade de raízes da equação do segundo grau: • ∆ > 0 ↔ duas raízes reais e distintas. • ∆ = 0 ↔ uma única raiz real (duas raízes iguais). como ilustraremos a seguir. P = 24 mesmo sinal de S.na primeira coluna usaremos: • mesmo sinal de S .3x 2 + 30x . 1° caso . podemos usar um "atalho" para determinar as raízes. ∆ . comparando o produto e a soma das mesmas. as raízes das equações quadráticas com que nos deparamos são números racionais ou até inteiros. Resolução Algébrica A determinação algébrica das raízes de uma equação na forma ax2 + bx + c = 0. pois P=(+) +1 +2 + 3 +4 +24 +12 +8 +6 Sinal da Soma na Segunda Coluna S=(+) 32 .se P é positivo.se P é negativo. pode ser obtida com a fórmula de Báskara: x= -b± ∆ 2a onde ∆ = b 2 . do seguinte modo: 1° .b − 30 S= = = 10 (soma das raízes) a −3 c − 72 P= = = 24 (produtodas raízes) a −3 Começaremos pelo produto.o Sinal da Soma Sempre na Segunda coluna. Nestes casos.Raízes Inteiras Vamos determinar as raízes das equações nos exemplos abaixo: a) .Resolver uma equação do 2° grau significa determinar valores da incógnita que tornem a equação verdadeira. Cada valor nestas condições será então chamado raiz da equação. fazendo uma lista ordenada de todos os produtos possíveis e iniciando sempre pelos menores fatores: P = 24 deste lado ficam os menores 1 2 3 4 24 12 8 6 Depois daremos os sinais aos fatores. • sinal oposto de S . com a ≠ 0. 2° .4ac (discriminante da equação) O sinal do discriminante.72 = 0 . Determinação de Raízes Usando a Somo e o Produto Freqüentemente. • ∆ < 0 ↔ nenhuma raiz real.

Na verdade é até bem fácil.28 S= = = .12x 2 + x + 6 = 0 x(-1) →12x 2 . devemos sempre trabalhar com o coeficiente principal (a) positivo.1 . 2º caso .12 -8 .4 + + + + 24 12 8 6 Sinal da Soma na Segunda Coluna S = (+) A terceira linha nos deu a soma correta (S = 5). provavelmente ouviu dizer que casos como este eram "impossíveis" ou "muito difíceis" de se resolver por soma e produto. que não altera as raízes: .Raízes Fracionárias (usando Soma e Produto!) a) -12x2 + x + 6 = 0 Se você já estudou este assunto anteriormente. Veja como: • Método "Locikiano" Primeiro.b . procuramos em qual das linhas se encontra o par que nos dá a soma correta (S = 10). Portanto: As raízes são -2 e -12. pois aí estarão as raízes: P = 24 + 1 +2 +3 Este par faz S = 10 → + 4 b) 2x 2 + 28x + 48 = 0 . pois P = (-) -1 -2 -3 .24 a -5 Fazendo a lista dos produtos e colocando os sinais: P = -24 Sinal oposto de S.24 . c) .6 = 0   33 .4 .b .6 + 24 + 12 +8 + 6 → As raízes são +4 e +6 Mesmo sinal.Finalmente.x . Isto é feito multiplicando a equação por -1. Logo: As raízes são -3 e +8.2 -3 . pois P = (+) Sinal da Soma na Segunda Coluna S = (-) A segunda linha nos deu a soma correta (S =-14).14 a 2 c 48 P= = = 24 a 2 Fazendo a lista dos produtos e colocando os sinais. de S. Mas não é bem assim.25 S= = =5 a -5 c 120 P= = = .5x 2 + 25x + 120 = 0 . teremos: P = 24 .

obteremos as raízes da equação original dividindo as raízes da equação nova por a ( a = -8 +9 -2 + 3 e que. multiplicando-os e conseguindo uma nova equação: nova equação 64748 4 4 12x .6 = 0  → x 2 x .x .1 0 8 = 0 c)5x2 – 980 = 0 d) x 2 . ou sejam: e – 5 2 2 2 3º) Dividindo as raízes encontradas por a = + 2 : 1 e – 5 2 Então as raízes de 2x2 + 9 x .72 a 1 P = -72 1 2 3 4 6 8 + 72 + 36 + 24 + 18 + 12 +9 → raízes da equação nova: -8 e +9.72 = 0 -b 1 S= = =1 a 1 c − 72 P= = = . Resolva as seguintes equações incompletas do segundo grau: a) x 2 . Resolva as seguintes equações incompletas do segundo grau: a) x 2 – 6x = 0 b) x 2 + 6x = 0 34 .x .10 = 0 2 2x(-5) =10 -2 + 3 e 3 4 2°) Resolvendo a nova equação: x2 + 9x . procuraremos as raízes: x 2 .1. dão: e 12 12 3 4 Então.5 = 0 s ã o : EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1 .25 = 0 b) 3x 2 .10 = 0 P = -10 +1 +2 -10 -5 ← raízes da equação nova: +1 e -10 +1 -10 1 e .16 = 0 f)-3x 2 + 60 = 0 2 .225 = 0 e) 2x 2 . as raízes da equação -12x2 + x + 6 = 0 s ã o : b) 2 x2 +9x-5=0 1º) "Passando" o coeficiente principal (que já é positivo) 6nova 744 4 equação8 4 2 2 x + 9x . simplificadas. Finalmente.5 = 0  → x + 9x .Agora "passaremos" o coeficiente principal (a = 1 2 ) para o termo independente.72 = 0 2 12x(-6)= -72 Nesta equação nova.

2 = 0 15x2 . 10. Determine m na equação 2x2 .c) 2x 2 . Verifique se -2 é raiz da equação 2x2 . A e B. 6. Indicamos que uma relação ƒ é uma função de A em B. 35 . 8.x .mx + x + 8 = 0.1 8 = 0 . Domínio de ƒ . Calcular m na equação mx2 . a) x 2 . 11. 12. FUNÇÕES Definições Dados dois conjuntos não vazios. Determine dois números inteiros e consecutivos tais que a soma dos seus inversos seja 5/6.15x = 0 f ) 0 .5 x + 2 = 0 5 . a) b) c) d) Resolva as seguintes equações completas do segundo grau. O conjunto A é o domínio da função e o conjunto B é o contradomínio. 2x 2 + 3 x . positivos e consecutivos cujo produto seja 120. Decompor o número 21 em duas parcelas tais que o produto entre elas seja 110.3x = 0 d)-5x2 + 7x = 0 e)19x2 .12 = 0 j) x 2 . Determine dois números pares.20x + 36 = 0 e) x 2 + 15x + 36 = 0 f ) x2 .12 = 0 g) x 2 + 11x .13x + 12 = 0 b) x 2 .5 x . cujas relações sejam definidas por operações aritméticas. A soma de um número natural com o seu quadrado é igual a 72. de modo que uma de suas raízes seja igual a 1. chama-se função de A em B a qualquer relação tal que a cada um dos elementos do conjunto A corresponda sempre um único elemento do conjunto B. escrevendo ƒ : A → B.8 x + 1 2 = 0 c ) x2 + 7 x + 1 2 = 0 d) x 2 . 9. Determine esse número. 7.CD(ƒ ) = B ƒ Numa função ƒ A→ B.35x + 36 = 0 0) -x 2 + 37x -36 = 0 4. Resolva as seguintes equações completas do segundo grau.1) = 0. Determine este número. Lei de uma função Para o nosso estudo interessam apenas as funções definidas para conjuntos numéricos.11x .8x + 1 = 0 3x 2 + 4x + 1 = 0 2x 2 . Qual é esse número? 13.x2 + x + 12 = 0 n) -x 2 .9 x . 14. chamamos de conjunto Imagem da função ao conjunto de todos os elementos de B (contradomínio) que tiveram alguma correspondência com valores de A (domínio). Determine m tal que as raízes de 4x2 + (m + 1)x + (m + 6) = 0 sejam iguais.3x + (m . Determine dois números cuja soma seja -2 e o produto seja -15. 15.12 = 0 h) x 2 .D(ƒ ) = A ƒ Contradomínio de ƒ .x2 + 8x + 20 = 0 l) -x 2 + x + 20 = 0 m ) . 5 x2 + 3x = 0 3.12 = 0 i) x 2 + x . A diferença entre o quadrado e o triplo de um mesmo número natural é igual a 54. A soma de certo número inteiro com o seu inverso é igual a 50/7.3 6 = 0 k ) . de modo que a soma de suas raízes seja igual a 5.

Exemplos: 1 - A função ƒ : N → N* definida por f(x) = 3x +2 associa a cada x ∈ N o número 3 x +2 ∈ N* chamado imagem do elemento x. A imagem do elemento x = 5 será 17, pois 3(5) + 2 = 17 e anotamos f(5) = 17. 2 - A função ƒ Z → N* definida por f(x) = 3x 2 + 2 associa a cada x ∈ Z o número 3 x 2 +2 ∈ N* chamado imagem do elemento x. A imagem do elemento x = -2 será 14, pois 3(-2) 2 + 2 =3 X 4 + 2 = 14 e anotamos f(-2) = 14. Gráfico de uma função Considere todos os pares ordenados (x , y) onde x pertence ao domínio da função ƒ e y é a imagem de x pela função ƒ . O gráfico cartesiano de uma função numérica ƒ é a representação gráfica onde cada um desses pares ordenados é mostrado como um ponto do plano cartesiano. Discutiremos os detalhes dos gráficos de funções no estudo das funções do 1° e do 2° graus. Função do 1° Grau Denominamos função do primeiro grau a qualquer função f: R → R, tal que: f(x) = ax + b (com a ≠ 0) O gráfico de uma função do 1° grau é sempre uma reta inclinada que encontra o eixo vertical quando y = b. O valor constante b da expressão ax + b é chamado coeficiente linear. O coeficiente a da expressão ax + b é chamado coeficiente angular e está associado ao grau de inclinação que a reta do gráfico terá (na verdade o valor de a é igual à tangente de um certo ângulo que a reta do gráfico forma com o eixo horizontal). Se a > 0 a função será crescente, ou seja, quanto maior for o valor de x, maior será também o valor correspondente de y e o gráfico vai ficando mais alto para a direita.

Se a < 0 a função será d e c r e s c e n t e , o u seja, quanto m a i o r for o valor de x, m e n o r será o valor correspondente de y e o gráfico vai ficando mais baixo para a direita.

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EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. O gráfico da função f(x) = 3x - 9 encontra o eixo das abscissas (horizontal) quando x é igual a a) -9 b) -3 c) 0 d) 3 e) 9 2. O gráfico da função f(x) = -2x -14 encontra o eixo das ordenadas (vertical) quando y é igual a a) -14 b) -7 c) 0 d) 7 e) 14 3. A função do primeiro grau f(x) = a x + 8 é crescente e encontra o eixo das abscissas (horizontal) quando x é igual a - 4. Então o valor de a é: a) -4 b) -2 c) 2 d) 4 e) 8 4. Considere que a função do primeiro grau definida por f(x) = a x + 10 seja crescente. Assinale a opção que indica um valor impossível para a raiz desta função. a) -25 b) –4 c) -3 ð d) –2 e) 4 5. (CESCEM) Para que os pares (1; 3) e (3; -1) pertençam ao gráfico da função dada por f (x) = ax + b, o valor de b - a deve ser: a) 7 b) 5 c) 3 d) -3 e) -7 6. Uma função real f do 1° grau é tal que f (0) = 1 + f (1) e f (-1) = 2 - f (0). Então, f (3) é: a) -3 5 b) 2 c) –1 d) 0 7 e) 2 7. Para que a função do 1° grau dada por f (x) = (2 - 3k) x + 2 seja crescente devemos ter: 2 a) k = 3 2 b) k =< 3 2 c) k > 3 2 d) k < 3 2 e) k > 3 8. (UnB/95-STJ) Um passageiro recebe de uma companhia aérea a seguinte informação em relação à bagagem a ser despachada: por passageiro, é permitido despachar gratuitamente uma bagagem de até 20kg; para qualquer quantidade que ultrapasse os 20kg, será paga a quantia de R$ 8,00 por quilo excedente. Sendo P o valor pago pelo despacho da bagagem, em reais, e M a massa da bagagem, em kg, em que M > 20, então: a) P = 8M b) P = 8M - 20

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c) P = 20 - 8M d) P = 8(M - 20) e) P = 8(M + 20) FUNÇÃO DO 2º GRAU Denominamos função do segundo grau a qualquer função f: R → R, tal que: f(x) = ax2 + bx + c(com ≠ 0) Os gráficos das funções do 2° grau são sempre parábolas. O que é exatamente uma parábola? As parábolas são curvas especiais construídas de uma tal maneira que cada um dos infinitos pontos que formam a parábola ficam à mesma distância de uma certa reta (reta diretriz da parábola) e de um certo ponto (foco da parábola) que está fora da reta diretriz. Na função f(x) = ax2 + bx + c, o valor Ä = b2 - 4 ac é chamado discriminante da expressão quadrática. Dependendo do sinal do discriminante (∆ ) e também do sinal de a, teremos uma das seis situações descritas abaixo, que mostram a posição da parábola em relação ao eixo horizontal: 1 ª - Se ∆ > 0 há duas raízes reais e a parábola encontrará o eixo horizontal (x) em dois pontos distintos (que são as raízes de ax2 + bx + c = 0).

2 ª - Se ∆ = 0 há uma só raiz real e a parábola encontrará o eixo horizontal em um único ponto (que é a única raiz de ax2 + bx + c = 0).

3ª - Se ∆ < 0 não há raízes reais e o gráfico não encontrará o eixo horizontal.

Vértice da Parábola O vértice de uma parábola é um ponto da parábola com várias características interessantes. Ele será o ponto mais alto (ponto de máximo) ou o ponto mais baixo (ponto de mínimo) da parábola. Além disto, o vértice da parábola divide a parábola em duas partes, sendo uma crescente e outra decrescente.

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Coordenadas do Vértice As coordenadas do vértice podem ser obtidas com as seguintes expressões: -b 2a -∆ yv = 4a xv = Uma forma alternativa de se conseguir estas coordenadas é fazendo: 1° . . xv = r1 + r2 2 2° . b) b 2 . d) b > 0. As raízes de f(x) =-3x2 + bx + c são positivas e dis tintas. A função do segundo grau f(x) =x2 + bx + c encontra o eixo horizontal para x = 2 e para x = 5. o x do vértice pode ser calculado como a média aritmética das raízes da função. c) c > 0. 4. e) b < c. b) b 2 .Conhecidas as raízes da função. INEQUAÇÕES DO 1° E DO 2º GRAUS Resolver uma inequação num dado conjunto numérico U (universo) significa encontrar o conjunto de todos os valores de U que tornam verdadeira a inequação.8c é igual a zero. Inequações do 1 º grau Denominamos inequações do primeiro grau às inequações redutíveis a uma das seguintes formas: ax + b < 0 ax + b < 0 ax + b > 0 39 .8c é negativo.8c é igual a zero.8c é negativo. d) b < 0.Conhecido o valor de x . e) b < c. EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. Logo: a) b 2 .ponto de mínimo sempre que a > 0. pode-se calcular o y do vértice como o valor que a função assume para x = x y: yv = a(xv)2 + b(xv) + c O vértice da parábola será: . c) c < 0. Então o valor de b é : a) ± 36 b) ± 6 c) 36 d) 6 e) . Logo: a) b 2 . As raízes de f(x) = 2x2 + bx + c têm sinais opostos. respectivamente: a) -7 e -10 b) 7 e 10 c) -7 e 10 d) 7 e -10 e) 10 e 7 2.6 3. Então os valores de b e de c são. Este subconjunto de U é chamado conjunto-solução ou conjunto-verdade da inequação.ponto de máximo sempre que a < 0. O gráfico de f(x) = x2 + bx + 9 encontra o eixo das abscissas em um único ponto.

para todo x dentro do intervalo limitado pelas duas raízes. ∆ =0 → a x 2 + b x + c será: igual a zero quando x for a raiz. para x igual a qualquer uma das duas raízes.1 < . Resolver a inequação x2 . ≠ 4 6 x 1. resolva as inequações do 1° grau no universo dos números reais: 1 . tem-se: ∆ >0 → a x 2 + b x + c será: positiva . -5x+10 ≤ 0 3 . ∆ < 0 → a x 2 + b x + c será sempre positiva .8 = 1 (positivo → duas raízes) Então f(x) > 0 ocorrerá para todo x fora do intervalo limitado pelas raízes. + > 2 5 2 1 1 11  10. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1 . teremos: ax ax ax ax ax + + + + + b < 0 b ≤0 b > 0 b ≥0 b≠ 0 ⇔ ⇔ ⇔ ⇔ ⇔ x < -b/a x ≤ -b/a x > -b/a x ≥ -b/a x ≠ -b/a EXERCÍCIOS PROPOSTOS Nos exercícios 1 a 10.ax + b > 0 ax + b ≠ 0 (todas com a ≠ 0) Obs. 40 . ∆ = (-3) 2 . 3x + 4 ≥ 2x+5 4 . positiva para todos os outros valores de x .1 ≤ 2 7 3x . 7x . − x  2 3 52  Inequações do 2° Grau Denominamos inequações do segundo grau às inequações redutíveis a uma das seguintes formas: a x 2 + bx + c < 0 a x 2 + bx + c ≤ 0 a x 2 + bx + c > 0 a x 2 + bx + c ≥ 0 a x 2 + bx + c ≠ 0 (todas com a ≠ 0) Sejam a > 0 e ∆ = b 2 . 2x +16 < 0 2 . igual a zero.x 1 9. Sendo a > 0. para todo x fora do intervalo limitado pelas duas raízes. 9x + 4 > 11x -3 5 .6 5x .: É sempre possível multiplicar os dois lados de uma inequação por -1 para obter a > 0. negativa .  x +  . 8(1 -2x) ≥ 6 -3x 7 .4(1)(2) = 9 .4 a c .3x + 2 >0 Solução: Já temos a > 0 .9 8. 3x -2 > 20 6 . lembrando que ao multiplicar a inequação por -1 os sinais > e < serão sempre trocados um pelo outro.

faremos a > 0 : 4x2 . 1 f(x) = −   função exponencial com base a = 1/5. 1. Resolver a inequação . 5 A função exponencial será crescente sempre que a > 1. 5. teremos: x < 1 o u x > 2 .função exponencial com base a = 3.6x + 9 > 0 -x 2 .1 < 0 Solução: Multiplicando a inequação por -1. pois não há qualquer valor que satisfaça f(x) < 0. S={x ∈ R/x < 1 o u x > 2} 2 .7 (negativos → não há raízes) Então f(x) será sempre positiva (pois a > 0) Como o pedido foi f(x) < 0 (que nunca ocorrerá) teremos um conjunto-solução vazio.4x2 + 4x .1 2 > 0 -x 2 + x + 1 2 ≥ 0 x 2 . S={x ∈ R/ x ≠ 1 /2} 3 .16 x – 64 ≥ 0 3x2 + 42 < 0 FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS FUNÇÃO EXPONENCIAL É toda função f de R em R tal que: f(x) = a x . Como a raiz é 1/2.4(1)(8) = 25 . x 41 . resolver as inequações do 2° grau.5x +8 < 0 Solução: Já temos a > 0 : ∆ = (-5) 2 .4) 2 .4(4)(1) = 16 -16 = 0 (nulo → uma só raiz) Então f(x) > 0 ocorrerá para todo x diferente da raiz. 3. Resolvera inequação x2 .32 = . teremos: x ≠ 1 / 2 .Como as raízes são 1 e 2.4x + 1 > 0 ∆ = (. x 2 + 11 x . com o < a ≠ 1 (a positivo e diferente de 1) Exemplos: f(x) = 3 x . 2. 4. S = Ø EXERCÍCIOS PROPOSTOS Nos exercícios 1 a 5.

2 = 3 4 ⇒ 2x – 2 =4 ⇒ 2x = 6 ⇒ x = 3 3ª )3 4x+ 1 = 2 7 x + 2 3 4 x + 1 = (3 3 ) x + 2 ⇒ 3 4x+ 1 = 3 3 x + 6 ⇒ 4x + 1 = 3x + 6 ⇒ 4x . O valor de x que satisfaz a equação 3 x-1 = 81 é: a) 1 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6 42 .5 ⋅ 2 x + 4 = 0 (2 ) − 5 ⋅ 2 x 2 22x . do 2° grau) que nos dá: y = 4 ou y = 1 ⇒ 2 x = 4 o u 2 x = 1 2 x = 4 ⇒ 2 x = 2 2 ⇒ x = 2 ou 2x = 1 ⇒ 2x = 20 ⇒ x = 0 EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. sempre que 0 < a < 1 teremos: ax > a z ⇔ ax < a z ⇔ x< z x> z (o sinal da desigualdade será sempre invertido quando 0 < a < 1 ) Resolução de Equações Exponenciais Observe algumas das equações exponenciais mais comuns e suas soluções: 1ª )2 x = 6 4 2x = 26 ⇒ x = 6 2ª ) 3 2x-2 = 81 3 2 x . então: x=3 x = 2 ou x = 1 x = 81 x = 3 ou x = -3 a equação não tem raízes em R. sempre que a > 1 teremos: ax > a z ax < a z ⇔ ⇔ x> z x< z (o sinal da desigualdade será sempre mantido quando a > 1) A função exponencial será decrescente sempre que 0 < a < 1. teremos y -5y + 4 = 0 (eq.3x = 6 . a) b) c) d) e) Se 2x − 2 = 128 .1 ⇒ x=5 4ª ) 4 x .Portanto. Portanto.5 ⋅ 2 x + 4 = 0 ⇒ x +4= 0 Chamando a expressão 2 x d e y. 2 2 .

4a + 3 = 0 e) a 2 + 4a + 3 = 0 ( ) 7 .6 ⋅ 2 x + 5 = 0 é x = 0. Exemplos: 3 2 = 9 ⇔ 2 é o logaritmo de 9 na base 3 43 . é um número real compreendido entre: a) 0 e 1 b) 1 e 2 c) 2 e 3 d) 3 e 4 e) 4 e 5 2x + y = 16  6.4 = 0 c) a 2 . mas não suficiente que: a) a > 4 b) a < 3 c) a > 3 d) a < -3 e) a < 0 1 0 . a) b) c) d) e) x +3  3 <  7 ∈ R/x > ∈ R/x > ∈ R/x < ∈ R/x > ∈ R/x < 2x -5 é: 8} 2} 8) 8/3} 2} O conjunto-solução da inequação 5 x-3 > 0 é : {x ∈ R/x > 3} {x ∈ R/x < 3} e) {x c= R} { x ∈ R/x > 0} {x ∈ R/x > -3} {x ∈ R} 9 .3a . mas não necessário q u e : a) a > 5 b) a < 5 c) a > 3 d) a < 3 e) a > 0 LOGARITMOS Denomina-se logaritmo a todo e qualquer expoente cuja base seja positiva e diferente de 1. é necessário. Para que a função exponencial f(x) = (a-3) x seja crescente. Uma das soluções da equação exponencial 22x . que não é inteira. Para que a função exponencial f(x) = (a-3) x seja decrescente.1 + 2 x + 1 = 80 é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6 5 . O valor de x que satisfaz a equação 2 x . A outra solução. As soluções do sistema  são raízes da equação: y  2x = 8  a) a 2 + 3a . é suficiente.3 = 0 d) a 2 . O conjunto-solução da inequação  3   7 a) {x b) { x c) {x d) {x e) {x 8.4a .4 = 0 b) a 2 . O valor de x que satisfaz a equação 8 x-1 = 4 x é : a) 1 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6 4 .3.

logb( N) 7ª )log b (Mk) = kxlogb (M) Cologaritmo Chama-se cologaritmo de um número ao oposto do logaritmo deste número. Condições de Existência dos Logaritmos O logaritmando e a base de um logaritmo devem ser sempre positivos e a base ainda deve ser sempre diferente de 1.→ log 3 9 = 2 2 .o resultado da potência b x . 44 . x é o logaritmo . antilog b (k) = b k Representação de logaritmos Decimais Chamam-se logaritmos decimais aos logaritmos de base dez. 2x -10 > 0 x>5 2° Determinar o valor de x para que exista logx-9 (8). a é o logaritmando . N e b positivos e b ≠ 1. l o g b (a) existe se e somente se: a>0 b>0 b≠1 Exemplos: 1° Determinar x para que exista log2(2x -10).o expoente da potência b x. Colog b (N) = -logb (N) Antilogaritmo Chama-se antilogaritmo de k na base b à k-ésima potência da base b. b é a b a s e . A representação dos logaritmos decimais é feita indicando-se apenas log (x).3 = 1/8 ⇔ -3 é o logaritmo de 1/8 na base 2 1 → l o g 2   = -3 8 Na expressão log b (a) = x. tem-se: 1a) logb (b) = 1 2ª )log b (1) = 0 3ª )log b (M) = log b (N) ⇔ M = N 4ª ) log b (bk) = k 5ª )log b (MXN) = Iogb (M) + logb (N) 6ª )log b (M ÷ N) =logb (M) . x -9 > 0 e x -9 ≠ 1 x > 9 e x ≠ 10 Propriedades dos Logaritmos Sejam M.

an+1 – a n = r • Qualquer termo. calcule log(x3 xy2).A. 5. Propriedades • A diferença entre um termo qualquer.A.. Resolva a equação logarítmica log (2x+6) = 2. PROGRESSÕES ARITMÉTICAS E GEOMÉTRICAS Progressões Aritméticos Definição Dados os números reais a e r. 2. vale a seguinte igualdade: a n = a k + (n . a2 = 48. a5 = 19 e a razão é 4.A. Dados log(x) = 5 e log(y) =8. 2 º )Numa P. o valor do 15º termo é: a 15 = a 8 + (15 . 7. a 3 =11.) a toda seqüência (a.A.EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. Termo geral de urna P.A. a partir do segundo.. an = a n -1 + a n +1 2 • Considerando n termos consecutivos de uma P. a 2 = 7.A. de razão r. a partir do segundo. calcule log (X8 ÷ y3 ).. . a 3 = 46 e a 4 = 44. 6. .a 4 = 15. a 3 . Exemplos: 1º)A seqüência (3. denominamos progressão aritmética (P. Sabendo que log (x) = 2 e log (y) = 5. Resolva a equação logarítmica log3 (2x+5) = 2. é a média aritmética dos termos vizinhos a ele (antecedente e sucessor).A. cujo 8º termo vale 10. Calcular log2(326). 11.A. Calcular log (26) + log (56). 15. e o termo anterior é igual à razão da P.A. Numa P.k) ⋅ r Exemplos: 1º Numa P. Calcular Iog8(2). de 20 termos onde a1 = 50 e r = -2. 4. com 5 termos onde a 1 = 3. a soma de dois termos eqüidistantes dos extremos é igual à soma dos termos extremos.) tal que: a 1 = a  a n +1 = a n + r (para n ≥ 1) Onde r é chamado razão da P.8) ⋅ 3 a 15 = 10 + 7 ⋅ 3 a 15 = 10 + 21 a 15 = 31 45 . a 2 . 7. os quatro primeiros termos são a1 = 50. 3. 19) é uma P. de razão 3.

A. 5/3. 11) d) (-30. 13. 2° Multiplicar a média pelo número de termos somados. Determine o primeiro termo das progressões aritméticas em cada caso: a) a 10 =190 e r = 8 b) a 15 = 580 e r = 10 c) a 20 = 120 e r = 5 d) a 8 = 70 e r = 7 e) a 100 = 750 e r = -2 f) a 46 = 280 e r = -2 g) a 10 = -30 e r = -3 46 . Pode-se determinar o número de termos da P.A.8 ⇒ n = 19 Soma de n termos consecutivos de uma P. 62) b) (78. r = 3.050 EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1.8) ⋅ 6 11 = n . -27. é 13 e o 9º termo é 45. 15. com 30 termos o primeiro é 12 e o último.A. de razão 6.13 = 4r 32 = 4r ⇒ r = 8 3° Numa P. r = 12. -24. como segue: último termo : a n = 106  dados oitavo termo : a 8 = 40 razão : 6  a n = a 8 + (n .5) ⋅ r 45 = 13 + 4 ⋅ r 45 . pode-se determinar a razão da seguinte forma: a 9 = a 5 + (9 .050 S30 = 1. 17. a 49 = ? 4. 2. r = 20. 3.A.. 7/3) 2.a 18 =? d) a 20 = 40. Determine o 10° termo de cada uma das progressões aritméticas do exercício anterior. 93. Determine a razão de cada uma das seguintes progressões aritméticas: a) (34.A. 88. 83. r = 2. a 30 = ? c) a 8 = 100. Determine o termo indicado em cada uma das seguintes progressões aritméticas: a) a 6 = 2. devemos: 1° Calcular a média aritmética dos dois extremos. a 80 = ? f) a 37 = 56.A.2º Se o 5º termo de uma P. Qual o valor da soma de todos eles? Solução:  12 + 58  S30 =   ⋅ 30  2   70  S30 =   ⋅ 30  2  S30 = 35 ⋅ 30 = 1. -21) e) (4/3. 55. 58. (S n ) Para calcularmos a soma de n termos consecutivos de uma P.  a + an  Sn =  1 ⋅n  2  Exemplo: Numa P.8) ⋅ r 106 = 40 + (n . 41.8) ⋅ 6 66 = (n . a 20 = ? b) a 10 = 15. 98) c) (19. r = -l0. o valor do 8° termo é 40 e o último termo vale 106. a 100 = ? e) a 40 = 18. 48.r = 5.

117. Numa urna há 1000 bolinhas. 13..4. 10.. os quatro primeiros termos são a 1 = 320.. 16.. 100) 7. 39) d) (108. 12.G. . Determine o valor da soma dos 20 primeiros termos da sucessão (10. Determine o valor da soma de todos os múltiplos de 7 compreendidos entre 10 e 100.A. 6. Retirando 3 bolinhas na primeira vez. Determine o valor da soma dos 100 primeiros números inteiros positivos. 12. e o termo anterior é igual à razão da P... são. onde a 1 = 3.G. 4. x . a3 .) tal que: a 1 = a  a n +1 = a n ⋅ q (para n ≥ 1) Onde q é chamado razão da P. Determine o valor da soma dos 30 primeiros números ímpares positivos. (5 .3) em função de x. Determine o quarto termo de cada seqüência resultante nas seguintes interpolações aritméticas: a) Interpolar 3 meios aritméticos entre 12 e 28. 121) b) (74. . 19.... a n +1 =q an 1 . . Exemplos: 1º A seqüência (3. 99) f) (2.G. 24) é uma P. 6 bolinhas na segunda. . a 4 = 24 e a razão é q = 2. x + 5 e 4x . e assim por diante. a 3 = 12. denominamos progressão geométrica (P. 999) e) (1..G. respectivamente. 11.. Determine o número de termos de cada uma das progressões aritméticas seguintes: a) (1. 7. Determine o valor da soma de todos os múltiplos de 11 compreendidos entre 30 e 200.A..G. 2º Numa P. a 3 = 80 e 2 47 . 200) c) (-3. Sabendo que os três primeiros termos de uma P.x. 95. 8. 3. .. 6. . seguinte: a) a 1 = 5 e a 11 = 85 b) a 1 = 10 e a26 = 135 c) a1 = 100 e a 16 = 40 d) a 1 = 50 e a 13 = -10 e) a 5 = 50 e a 15 = 150 f) a10 = 105 e a 25 = 135 g) a 20 = 200 e a 100 = 240 h) a45 = 300 e a 100 = 190 6.. b) Inserir 5 meios aritméticos entre 10 e 40. Determine a razão da P. quantas bolinhas restarão na urna após a vigésima retirada? Progressões Geométricas Definição Dados os números reais não nulos a e q... x + 1. a partir do segundo. a 2 = 6..1. 5.) a toda seqüência (a1 . . 14..). e) Interpolar 5 meios aritméticos entre 40 e 10. 15. . Determine a razão de cada P.. 3x . c) Interpolar 6 meios aritméticos entre 20 e 90.. 13. 9 na terceira. onde a 1 = 320 e q = a4 = 40 Propriedades • o quociente entre um termo qualquer.A.h) a 8 = 0 e r = -5 5. a 2 = 160. d) Inserir 10 meios aritméticos entre 10 e 109.. 9. a2 .0.. encontre o valor numérico do quarto termo. 13.

. o produto de dois termos eqüidistantes dos extremos é igual ao produto dos termos extremos.q 2 2 S∞ = = 1 1 12 2 S∞ = 2 ⋅ 2 = 4 S∞ = S∞ = 4 48 .G.q qn . a média geométrica dos termos vizinhos a ele (antecedente e sucessor). é. Determinar a soma destes termos.575 S10 = 25 ⋅ Soma-limite de uma P..G. a partir do segundo.G. onde o módulo da razão seja menor que 1.G.G. com 10 termos.G.G. cujo 5º termo vale 8. de razão 3. de razão q.• qualquer termo. A soma de n termos consecutivos de uma P. o valor do 9º termo é: a 9 = a 5 x q9 -5 a 9 = 8 x 34 = 648 Soma de n termos consecutivos de uma P.1 = 25 ⋅1023 2 -1 S10 = 25 ⋅1. 2 4 8 2 + 1+ Solução: 1° termo: 2 razão: 1 2 a1 1. Numa P.G.023 S10 = 25. a soma dos seus infinitos termos será um número finito dado por: S∞ = Exemplo: a1 1.1 q -1 (para q ≠1) Numa P.G.. (para q < 1) Determinar a soma-limite da expressão 1 1 1 + + + . a n = a n -1x a n +1 • considerando n termos consecutivos de uma P.k Exemplo: Numa P. infinita Numa P. em módulo. é dada pela seguinte expressão: Sn = a1 ⋅ Exemplo: Solução: 210 . vale a seguinte igualdade: a n = a k ⋅ q n. o primeiro vale 25 e a razão é 2. a1 x a n = a 1+k x a n-k Termo geral de uma P.

de modo a obter uma P.. . b) Interpolar 4 meios geométricos entre 3 e -96.) d) (10. ..a 10 = ? c) a 6 = 12... de modo a obter uma P. . 0. 64) f) (128. 0) e) (4. crescente.G.. 6. 4.. -64.. . -16) ( ) h) (3.2. 12.EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1.. 5.125) f) (0. 6. 32. -2.) c) (5.4 ) g) 6.q = 2. 32. a)a3 = 10. 12. 0. 3 2 . 6 2 ) i) (. . 20.125 e a 7 = -2. -32. -4.. d) Inserir 3 meios geométricos entre 2 e 32. .1/3.5.q = 3 .. 20. -8. . q = . 12 2 3 3 3 2.. conhecendo dois de seus termos: a) a 1 = 6 e a 6 = 192 b) a 1 = 10 e a 8 =-1. 6.000 d) a 1 = 25 e a 7 = 1. 128) PORCENTAGENS Razão Centesimal Chamamos de razão centesimal a toda razão cujo conseqüente (denominador) seja igual a 100. 8) d) (65. alternante .000.. 8. -8. c) Inserir 2 meios geométricos entre 2 e 10. indicada: a) (2/3.. 64. Identifique a razão de cada uma das seguintes progressões geométricas: a) (3.) 3.125.) e) (128.G. 486) b) (1/9. Determine o número de termos de cada P. 100. 3.. .. -1. 0.. . 2.. 0. 49 ... .000. 12. 24) b) (24. 320. 2 .. 16.G. a1 = ? 8 2 4. 6.000 2 f) a 5 = e a 9 = 54 3 5. 8. 100 100 100 100 Outros nomes usados para uma razão centesimal são razão porcentual e percentil. e) Interpolar 3 meios geométricos entre 4 e 36.. 2. 3) c) (1/2. a) Inserir 4 meios geométricos entre 4 e 1/8.G.a 8 =? b) a 3 = 8.. 1.. . 3 4 . Determine o termo pedido de cada P. 2.048) e) (1. 2 2 .... Determine o segundo termo de cada seqüência resultante das interpolações geométricas indicadas. 729) c) (100. . ... 30. 90..1.280 c)a3 = 8 e a 7 = 5. 0.. conhecendo a razão e um de seus termos.. . q = -5. 80.0064) d) (2. Determine o sétimo termo de cada uma das seguintes progressões geométricas: a) (4. 6 2 . Exemplos: 6 43 5. 32.G. Determine a razão de cada P. 32.500. 6. .) b) (10. a1 = ? 5 1 d) a 12 = . .2 270 . 16.) f) (1.600 e) a 3 = .

Observe que resolver uma porcentagem ou uma taxa percentual é. os 10% de serviço e quanto fica o total da despesa se nela incluirmos a porcentagem referente ao serviço? Solução: 10% de 26. em dinheiro. teremos: 26. o total da despesa passa a ser de R$ 28. chamamos de porcentagem do valor v a todo valor de p que estabeleça uma v proporção com alguma razão centesimal. Incluindo esta porcentagem na despesa original.00 e trazia a seguinte observação: "Não incluímos os 10% de serviço". indicando uma porcentagem em situações específicas. 2° modo: Resolvendo a regra de três que compara v a 100%: valores p v Atenção: Nas questões de concursos públicos é comum encontrarmos: • "porcentagem" no lugar de "taxa percentual". fundamentalmente. • desconto.60.00 + 2.Taxa porcentual Quando substituímos o conseqüente 100 pelo símbolo % (lê-se "por cento") temos uma taxa porcentual ou taxa centesimal. etc. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. A conta de um restaurante indicava uma despesa de R$ 26. os 10% de serviço representam R$ 2.00 = 10 260 x 26 = = 2. • a expressão "principal" indicando o valor de referência (v) que corresponde a 100%. Exemplos: 72 = 72% (setenta e dois por cento) 100 9 = 9% (nove por cento) 100 Porcentagem p . abatimento.60 Assim.60 100 100 taxas r% 100% Portanto. Quanto representam. 50 . Dada uma razão qualquer p r = =r% v 100 Na prática. p= r xv 100 A expressão acima justifica dizermos que "p é igual a r% de v". lucro. prejuízo. pode-se determinar o valor p da porcentagem de dois modos: 1° modo: Multiplicando-se a razão centesimal pelo valor v.60. Exemplo: "a porcentagem foi de 20%". resolver uma proporção ou uma regra de três simples.60 = 28.

40 (valor de A) Então.40: a + b + c = 28. poderemos escrever: 68% de C = 204 68 ⋅ C = 204 100 C= 204 x 100 68 C = 300 Portanto. portanto a = 1. B e C são a.8 c 100 Comparando as duas igualdades acima.8c e a = 1.00? 51 . Qual o preço de cada um deles? Solução: Digamos que os preços de A.04 x 10 = 10.00 (valor de C) b = 0. O preço de um produto A é 30% maior que o de B e o preço deste é 20% menor que o de C. 3. 32% das cobaias são brancas e as outras 204 são cinzas. Chamando o total de cobaias de C.3 b 100 b = 100% de c menos 20% de c = 80% de 80 c= x c = 0. Num laboratório.00 e C custa R$ 10.40 c = 10. b e c.3 x (0.8 x 10 = 8. juntos.32% = 68% Então.40 1. as 204 cobaias cinzas são 68% do total. R$ 28.8c + 1c = 28. Quantas cobaias há neste laboratório? Solução: O total de cobaias corresponde a 100%: brancas (32%) + cinzas (x%) = total (100%) x% = 100% .8c) a = 1.40. há 300 cobaias no laboratório.00 (valor de B) a = 1. B e C custaram. os preços são: A custa R$ 10. 4.84c = 28.04c = 1. Uma mercadoria foi vendida com um lucro de 20% sobre a venda .04c O preço dos três. Qual o preço de venda desta mercadoria se o seu preço de custo foi de R$ 160. respectivamente: a = 100% de b mais 30% de b = 130% de b= 130 x b = 1.3b.8c = 0. B custa R$ 8. temos: b = 0. juntos é R$ 28.04c + 0.40.2.40 2.00. Sabe-se que A.

10.00 Temos. a taxa de prejuízo sobre a venda é de 30%. Determine a taxa porcentual de prejuízo sobre o preço de venda. que o 52 . devemos fazer o preço de venda corresponder a 100%. nos dá: V= 160 x 100 = 200 80 Então. Do total de candidatos. 5.00 O prejuízo de R$ 3. agora. o esquema: x% PREÇO DE CUSTO c = 160. uma regra de três simples: 80% correspondem a 160. Para atrair fregueses.00. quantos por cento foram reprovados? 2.00 um determinado produto que lhe custou R$ 13. dos quais alguns são eleitores. uma regra de três simples: (preço de venda) 10. um supermercado anuncia por R$ 10.000 mulheres. Portanto. Sabendo-se que o candidato A obteve 20% dos votos dos eleitores. encontramos: x% = 100 x 3 = 30% 10 Então.Solução: A expressão "lucro sobre a venda" significa que o valor de referência para o cálculo do percentual de lucro é o preço de venda (ao contrário do que é comum!).00 correspondem a 100% (prejuízo) 3.00 = 3. EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. Observe o esquema: 100% PREÇO DE CUSTO c = 13.000 habitantes. Na eleição para a prefeitura da cidade havia 3 candidatos. Uma cidade possui uma população de 100. o preço de venda foi de R$ 200.00 .00 PREÇO DE VENDA V = 10.00 foi determinado pela diferença entre os preços de custo e de venda: 13.000 homens e 10. Em um concurso havia 15.00 x% PREJUÍZO = 3. Solução: A expressão "prejuízo sobre o preço de venda" significa que o valor de referência para o cálculo da taxa porcentual deverá ser o preço de venda.00. Sabe-se que 60% dos homens e 55% das mulheres foram aprovados.00 (preço de custo) 100% correspondem a V = ? (preço de venda) Resolvendo. então. outra vez.00 +20% +LUCRO 100% PREÇO DE VENDA V=? x % + 20% = 100% logo: x% = 80% (correspondente ao preço de custo) Temos.00 correspondem a x% Resolvendo. Observe.

(TTN/92) Maria vendeu um relógio por Cr$ 18. Sabendo-se que o preço de venda. foi revendido por NCz$ 20. neste mês. sem desconto. (TTN/89) Um cliente obteve do comerciante desconto de 20% no preço da mercadoria. Para que tivesse um lucro de 25% sobre o custo.5% sobre o preço de compra. 10% dos homens são casados e 20% das mulheres são casadas. foi de R$ 4. Fiz em 50min o percurso de casa até a escola. e Ricardo. (CEB-Contador-IDR/94) Para obter um lucro de 25% sobre o preço de venda de um produto adquirido por R$ 615.00% c) 28. A população de uma cidade aumenta à taxa de 10% ao ano.00 c) 27. 10% correspondem a despesas. e superior em 20% ao do custo. Sabendo-se que o valor pago por Antônio foi de R$ 1.875. (Metrô-Técnico de Contabilidade-2°G-IDR/94) João. sem desconto é superior em 20% ao do custo.candidato B obteve 30%.858.00% b) 40.00.000 votos e que não houve abstenções. por parte do comerciante um lucro ou um prejuízo e de quanto? 15. 3.785. Quantos m 3 de combustível serão necessários para preenchê-lo? 9.00 53 . que o candidato C obteve 12.00 d) 21.497. (CEF/91) Num grupo de 400 pessoas. Administrativo-IDR/94) Uma mercadoria custou R$ 100.167.709. (TTN/89) Um produto é vendido com um lucro bruto de 20%. Se. de quanto era o preço de venda da mercadoria? 13. 70% são do sexo masculino. Sabendo-se que o preço de venda. Calcular: a) 30% de 20% de 40% b) 81% 8. Para obter-se um lucro de 20% sobre o preço de venda. Qual é o maior desses números? 7. com um lucro de 10%. O lucro total das duas transações representa sobre o custo inicial do terreno um percentual de: a) 38. Qual a quantia que coube a Antônio? 4. em seguida. Quantos habitantes esta cidade terá em 1994? 6.00. (TTN/89-2°G) Antônio comprou um conjunto de sofás com um desconto de 20% sobre o preço de venda.700. ela deveria ter vendido por: a) 22. (UnB/93) A soma de dois números x e y é 28 e a razão entre eles é de 75%. Um cliente obteve de um comerciante desconto de 20% no preço da mercadoria. A soma dos salários dos três. Antônio e Ricardo são operários de uma certa empresa.00% d) 51.50 com um prejuízo de 15. que os votos nulos foram 10%. 10% a menos que Antônio. De quantos por cento foi o lucro líquido do comerciante? 14. se utilizasse uma velocidade 20% menor? 5.37 b) 26.675. (Metrô-Assist. pode-se afirmar que houve.500.000 hab. Um depósito de combustível de capacidade de 8m 3 tem 75% de sua capacidade preenchida. nesse grupo.80% e)25. pode-se afirmar que houve por parte do comerciante um: a) lucro de 5% b) prejuízo de 4% c) lucro de 4% d) prejuízo de 2% e) lucro de 2% 2. Quanto tempo gastaria na volta. por quanto deverá ser vendida? 12. (TTN/89) Um terreno foi vendido por NCz$ 16.00.45% 3.64 e) 26. a parte da população que não é eleitora é de quantos habitantes. Qual o número de pessoas casadas? 10. Sobre o preço total da nota. Sabendo-se que em 1990 a população era de 200. Quanto por cento sobre o custo corresponde a um lucro de 60% sobre a venda? TESTES 1.00.00. o comerciante deverá vendê-lo por quanto? 11.200.00. Antônio ganha 30% a mais que João.

líquido. Essa empresa tem sua matriz localizada na capital. A taxa de juros deve sempre estar associada a um período de tempo. podemos dizer que é bem pequena. Se ela ocorreu em um ano.000. Capital + Juros Assim. (AFTN/96) O salário mensal de um vendedor é constituído de uma parte fixa igual a R$ 2. R$ 4. Como os juros são a variação entre o capital e o montante e esta. Exemplo: Se dissermos que um empréstimo de R$ 1.310. uma em Ouro Preto e outra em Montes Claros. o valor dos juros deve sempre ser associado ao período de tempo que foi necessário para gerá-lo. uma taxa porcentual representa uma razão centesimal fazendo uso do símbolo %.00. ocorre ao longo do tempo. Taxa de Juros A taxa de juros é a taxa porcentual que indica a proporção entre os juros e o capital.00 cobra juros de R$ 2. Possui.000. respectivamente. (AFTN/96) De todos os empregados de uma grande empresa. duas filiais. Mas se ocorreu em um dia. 100% + x% Capital + Juros Taxas Porcentuais e Unitárias Conforme vimos no capítulo de Porcentagens.00 isto representará uma variação grande ou pequena? Depende. 30% optaram por realizar um curso de especialização. Regime de Juros Simples Chamamos de regime de juros simples àquele onde se admite que os juros serão diretamente proporcionais ao tempo da operação considerada.4.500. pode-se afirmar que suas vendas no segundo mês foram superiores às do primeiro mês em: a) 18% b) 20% c) 30% d) 33% e) 41% JUROS SIMPLES Juro é a remuneração paga a um capital. na prática.00. também. observamos que os juros são a variação entre o capital e o montante.00 e R$ 5. Sabendo-se que 20% dos empregados da capital optaram pela realização do curso e que 35% dos empregados da filial de Ouro Preto também o fizeram. Calcula-se em 10% o percentual de descontos diversos que incidem sobre seu salário bruto. Assim. Em dois meses consecutivos. Com esses dados. então a percentagem dos empregados da filial de Montes Claros que não optaram pelo curso é igual a: a) 60% b) 40% c) 35% d) 21% e) 14% 5. já não teremos a mesma opinião. o vendedor recebeu. Na matriz trabalham 45% dos empregados e na filial de Ouro Preto trabalham 20% dos empregados. temos: 18 = 18% (taxa porcentual) 100 Montante (100 + x)% Montante 54 .00 e mais uma comissão de 3% sobre o total de vendas que exceder a R$ 10.300. Ao capital acrescido de juros é comum chamarmos montante.

ou taxa unitária: 18 = 0. é uma taxa equivalente a 6% a. e 6% a. junho. respectivamente. à taxa de juros simples de 2% a.t. Exemplo: Aplicar X reais. Taxas Equivalentes Dizemos que duas taxas são equivalentes quando produzem juros iguais ao serem aplicadas a capitais iguais e por períodos de tempo também iguais. na prática. Exemplo: As taxas de 72% ao ano e de 6% ao mês são proporcionais. semestre ou ano).Entretanto. produzirá o mesmo total de juros das aplicações originais. obtendo a forma unitária da taxa. taxas equivalentes serão sempre proporcionais .m. sendo 29 se o ano for bissexto) ou 31 dias (para os demais meses do ano).t. Notemos que 2% a. Então dizemos que 2% a. pois: 6% 2% = 3 meses 1 mês Juros Comerciais e Juros Exatos Existem situações onde o prazo de uma operação financeira é contado em dias enquanto a taxa de juros é indicada em alguma outra unidade de tempo maior (mês. mas à taxa de juros simples de 6% a. O ano terá um total de 365 dias (ou 366 dias se for bissexto). podemos representar a razão centesimal na forma decimal. dizemos que prazo médio é um prazo único tal que.000. Atenção: No regime de juros simples.m.consideram-se os dias transcorridos efetivamente entre as datas apresentadas.00 e R$ 3. 3% e 4% ao mês durante 3 meses. A contagem do número de dias envolvidos nestas situações será feita. durante algum tempo. Os juros calculados de acordo com esta convenção são chamados juros exatos. nos daria juros iguais àqueles que obteríamos se aplicássemos os mesmos X reais. 28 dias (para fevereiro.m. R$ 2. O prazo médio é sempre a média dos prazos ponderados pelos valores correspondentes das taxas e dos capitais a eles associados.consideram-se todos os meses com 30 dias (mês comercial) e o ano com 360 dias (ano comercial). de acordo com uma das duas convenções abaixo. bimestre.000. 2 meses e 1 mês. substituindo os prazos de cada uma das aplicações dadas. setembro e novembro). taxa e prazo.00 foram aplicados às taxas simples de 2%. Cada mês poderá ter 30 dias (para abril. (ao trimestre). Este é o caso mais freqüente nos problemas de juros simples e os juros calculados de acordo com esta convenção são chamados de juros comerciais ou juros ordinários . • prazo comercial . Qual seria o prazo médio para estas três aplicações? 55 . considerados numa mesma unidade. Prazo Médio e Taxa Média Dado um conjunto com duas ou mais aplicações a juros simples. pois: 72% 6% = 12 meses 1 mês ou seja: 72% está para 12 meses (1 ano) assim como 6% está para 1 mês. Exemplo: Três capitais de R$ 1. • prazo exato . quadrimestre. cada qual com seus próprios valores de capital.18 (taxa unitária) 100 Taxas Proporcionais Dizemos que duas taxas são proporcionais quando seus valores formam uma proporção direta com os respectivos tempos.000. são também taxas proporcionais.t.00. durante o mesmo tempo.

o total de juros produzidos pelas três aplicações continuaria inalterado. em 1 mês pagam então.m. Exemplo: Considerando as aplicações do exemplo anterior: R$ 1.000. às taxas de 2%. 56 .00 e R$ 3. Taxa média é uma taxa única tal que.m. Isto significa que. 2 e 1 mês. quer o montante através de uma simples regra de três.00 (capital) então.00. 3% e 4%) todas para 3% a. R$ 2. o total de juros produzidos pelas três aplicações continuaria inalterado. se nós trocássemos os três prazos por 1 mês e 15 dias. Isto significa que. Logo: Observe o raciocínio de regra de três: Se. respectivamente.m. 4%a.00 foi aplicado pelo prazo de 2 meses. 3%a. A taxa média é sempre a média das taxas ponderadas pelos valores correspondentes dos prazos e dos capitais a eles associados. produzirá o mesmo total de juros das aplicações originais. 3% e 4% ao mês.00. à taxa de 3% ao mês.000. Mas o problema pediu o valor dos juros.5 (meses) 2 + 6 + 12 20 Portanto. faremos: Se 100% representam 800. substituindo as taxas de cada uma das aplicações dadas. Qual seria a taxa média para estas três aplicações? A TAXAS 2%a. Logo.A PRAZOS 3 meses 2 meses 1 mês prazo médio = B CAPITAIS 1 2 3 C TAXAS 2 3 4 AxBxC PRODUTOS BxC PESOS 3x1x2=6 1x2=2 2 x 2 x 3 = 12 2 x 3 = 6 1 x 3 x 4 = 12 3 x 4 = 12 6 + 12 + 12 30 = = 1. o prazo médio seria de 1 mês e 15 dias. se nós trocássemos as três taxas (2%. (100 + x)% MONTANTE M=? Poderíamos determinar quer os juros. B CAPITAIS 1 2 3 taxa média = C PRAZOS 3 2 1 AxBxC PRODUTOS 2x1x3=6 3 x 2 x 2 = 12 4 x 3 x 1 = 12 BxC PESOS 1x3=3 2x2=4 3x1=3 6 + 12 + 12 30 = = 3% 3+4+3 10 Portanto. 6 % de juros. a taxa média seria de 3% ao mês.00 +6% +JUROS=? 3% de juros. em 2 meses pagam 100% CAPITAL C=800.m.000. vemos que a taxa é de 3 % ao mês mas o prazo de aplicação é de 2 meses. 6% representam J = ? (juros). durante 3. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Qual o valor dos juros a receber? Solução: Inicialmente.. Um capital de R$ 800.

faremos: Se em 8 meses a taxa é de 32% então em 1 mês a taxa é de y%. Se em um ano (12 meses) a aplicação paga 9% então.000 (8 meses) +X% M = 66. a.00 ) 100 Portanto. Uma aplicação de R$ 50.00 foi aplicado durante 8 meses à taxa de 9% a.00.000 = 32% (taxa para 8 meses) 50.00 pelo prazo de 8 meses resultou num montante de R$ 66. Solução: A taxa é de 9% ao ano mas a aplicação durou 8 meses.000 correspondem a x% (taxa para 8 meses) Desse modo teremos: x% = 100 x 16.000. Com uma regra de três teremos: x% = 9x8 = 6% (taxa para 8 meses) 12 Desse modo. teremos: 100% c = 50.00 = 106 x 23.500 = 24. Um capital de R$ 23. em 8 meses a aplicação paga x%.m.000 Como a taxa pedida foi a taxa mensal. 3 .000 J =16. 2.00 (são 6% dos 800. 57 . Qual foi a taxa mensal desta aplicação? Solução: Lembrando que os juros são a variação (diferença) do capital aplicado para o montante. (ao mês).000 Pelo esquema vemos que: (capital) 50.910.500.500 + 6% +JUROS = ? 106% MONTANTE M=? Veja que o montante é 106% do capital! 106% de 23.00. y= 32 x 1 = 4% 8 Portanto.00 100 Portanto. vem: J= 800 x 6 = 48.Resolvendo a regra de três.000.500. os juros a receber são de R$ 48. a taxa é de 4% a. Determine o montante desta aplicação.910. o montante foi de R$ 24.00.000 correspondem a 100% (juros) 16. podemos escrever: 100% CAPITAL c = 23.

. + 6 ... em dias. determinamos o juro pedido: 40% de R$ 2.... ..... 3° passo: Adicionar o dia do término e subtrair o dia do início... são mais 2 dias . Determinar quantos dias......... qual o valor do montante desta aplicação em 6 de junho do mesmo ano? Solução: Devemos.. Pela convenção do prazo comercial.. 5.........4 . Um capital de R$ 5..300..... X% X% = 100 x 12 = 40% 30 Finalmente...300 = 920 100 Portanto.. mas não indicou se o juro deve ser comercial ou exato. 12% 100 dias ...... (obs. calculamos a taxa equivalente para os 100 dias (regra de três) 30 dias .. transcorreram exatamente: 120 + 3 + 10 – 18 = 115 dias... que o juro seja comercial..: devemos subtrair 2 dias do resultado se passarmos de fevereiro para março)..25 = duração.. 3 x 30 = 2º . é possível resolvê-la com o seguinte procedimento: 1° passo: Multiplicar por 30 a diferença entre o mês de término e o mês de início. . obtendo o número exato de dias....00.. determinar a duração exata da aplicação.... em casos como este.. 3º ..... são 3 meses ...... exatamente..... + 10 dias início: dia 18 . à taxa anual de 10%. aplicado durante 3 meses e 10 dias.. inicialmente........ 00 foi aplicado no dia 25 de março de um certo ano. De maio até setembro..25 (início) ..00.. durou uma aplicação que teve início em 18 de maio de certo ano e término em 10 de setembro do mesmo ano. Solução: Quando esta situação ocorre no meio de um problema em provas de concursos.31/março e 31/maio... 1º . Considerando o critério de juros simples exatos.de março a junho. são 4 meses: 4 x 30 = 120 dias 2° passo: Acrescentar mais 1 dia para cada dia 31 compreendido entre as datas de início e término. 3 meses e 10 dias nos dão: 3 meses + 10 dias = (3 x 30) + 10 dias = 90+ 10 dias = 100 dias Agora. à taxa de 12% ao mês? Solução: O enunciado apresentou um prazo em meses e dias.. o juro é de R$ 920.... término: dia 10 .00 = 40 x 2......... Presume-se....300... 90 dias + 2 dias -19 dias 73 dias 58 . De quanto será o juro produzido por um capital de R$ 2... pagam .+6 (término) .. 6. Entretanto... pagam ....300. quase sempre somos obrigados a resolvê-la sem o auxílio da chamada "tabela para contagem de dias entre datas"..........18 dias Portanto.

qual foi o capital inicial da primeira operação? 9. mantendo-se o mesmo regime de capitalização.m.300 + 106 = 5.00.000. em períodos de tempo iguais.00... durante 7 meses. temos . de um capital de R$ 100.000. 1 ano = 365 dias.. 12. Dois capitais estão entre si como 2 está para 3... (Metrô-Assistente Administrativo-2ºG-IDR/94) Um capital de R$ 100. (Atendente Judiciário-TRT-ES/90) Uma pessoa emprega seu capital nas seguintes condições: a terça parte a 15% ao ano.406 EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1..00 que o primeiro. renderia Cz$ 6..... Para que.60 de juros simples? 8.a. (TTN/89-2°G) A que taxa anual o capital de Cz$ 288.. produzam.000. a juros simples de 5% a.. à taxa de 8% ao ano.. no fim do mesmo tempo de aplicação.Agora. (TCDF-Analista de Finanças e Controle Externo-Superior-IDR/94) Qual o juro obtido na aplicação.5% ao mês e a segunda a 60% ao ano.10% então..00 fosse aplicado durante o mesmo tempo. 10.300. Determine o valor da terceira parte sabendo que os juros das três foram iguais..00 foi aplicado à taxa de juros simples de 40% a. 13. teremos .. a taxa de aplicação do menor deles deve superar a do maior em quantos por cento? 14.a. (IDR/TCDF/AGENTE ADMINISTRATIVO) De quanto será o juro produzido por um capital de R$ 39.36.. em 73 dias .. aplicada a 5.000.. a que a mesma poderia empregar todo o capital..00.290.00 proveniente das aplicações de dois capitais a juros de 6% a...X% X% = 10 x 73 = 2% 365 Então.a. pois: 5.. durante 4 meses.00.. Um capital de R$ 94. pelo critério do juros exatos. Se eu aplicasse a diferença entre os dois capitais a 12% a. de um capital de R$ 10.. em 2 meses e 15 dias. qual é o valor do montante? 5..300.00 foi aplicado sendo uma parte a 6% a. (Atendente Judiciário-TRT-ES/90) Dividir o capital de R$ 441..00. o montante apurado foi reaplicado por mais 120 dias. devemos ajustar a taxa de juros ao prazo de 73 dias da aplicação.a.00 100 Portanto.600. sabendo-se que se um capital de R$ 10.406.m..m. à taxa de juros simples de 10% ao mês? 2.00. e o restante a 10% a.568.a.000. durante 3 anos.00 foi aplicado à taxa de juros simples de 36% a. a uma taxa de 60% a. Calcular a taxa que foi aplicada a um capital de R$ 4. outra a 8% a.00= 2 x 5.. em duas partes de modo que a primeira... Após um semestre.? 3. a fim de obter o mesmo rendimento anual? 59 .000.. aplicado durante 300 dias. Qual a taxa única.. sejam obtidos rendimentos iguais para os dois capitais... (IDR/TCDF/AGENTE ADMINISTRATIVO) Qual o valor do capital que se deve aplicar. a quinta parte a 18% ao ano e o restante a 21 % ao ano. Obtive uma renda (juros) total de R$ 1. (CEB-Contador-Superior-IDR/94) O capital de R$ 9.00? 7. durante 60 dias.. todas durante 10 meses. os juros obtidos durante os 73 dias são 2% de R$ 5. durante 3 meses. juros de mesmo valor.. (Metrô-Técnico em Contabilidade-2ºG-IDR/94) Qual o juro obtido na aplicação..000.000.. durante 2 meses. obteria um rendimento de R$ 540.m. durante o mesmo período.. à taxa de 15% ao ano? 6. Findo o prazo. Após quatro meses.300 =106... para obter juro de R$ 8.. Admitindo-se que o último montante foi de R$ 207. renderia mais R$ 600. o montante procurado é igual a R$ 5.00 à taxa de juros simples de 60% a. 2% de R$ 5.. Regra de três: em 365 dias (1 ano) . ou seja... qual o valor do montante obtido? 4.a.m. Quais eram os valores dos capitais aplicados? 11.. (TTN/89-2°G) Uma certa importância foi aplicada a juros simples de 48% a...00.

(AFTN/91) Um capital no valor de 50.a. investido hoje a juros simples de 12% a. obteve-se um rendimento de R$ 10. reduz-se a R$ 8.a.00 d) R$ 10.00? a) R$ 9.2 c) 52 d) 53.308. aplicadas à mesma taxa de juros.000.800.00 e R$ 1.5% ao ano d) 200% ao ano e) 10% ao ano 2.. Qual seria o rendimento obtido em um ano se a taxa mensal de juros fosse 0. Aplicando-se R$ 100. aplicado a juro simples a uma taxa de 3. qual o tempo necessário para se ganhar os mesmos juros se a taxa fosse de 160% ao ano? a) 6m b) 7m c) 8m d) 9m e) 10m 60 .1% maior (x% + 0.00 b) NCz$1.48 e) R$ 9. à taxa de 6% a.00 e) NCz$1. Qual o valor do capital? 16. (TTN/85) Se 6/8 de uma quantia produzem 3/8 desta mesma quantia de juros em 4 anos.399.a.522.00 rende em um ano e meio aplicado à taxa de 6% a.000.00.00 c) NCz$1. (TTN/92) Se em 5 meses o capital de Cr$ 250.00 b) NCz$1.00 em 6 meses e 4 meses respectivamente. (TTN/89) Calcular os juros simples que um capital de NCz$ 10. aplicadas.800.200. qual é a taxa aplicada? a) 20% ao ano b) 125% ao ano c) 12.200.66 c) R$ 9.000. em 20 dias. Certo capital foi dividido em duas partes iguais que.00 c) NCz$1.100.00 de juros simples à taxa de 16% ao mês.200.00 rende Cr$ 200. Certo capital foi dividido em duas partes iguais que.600.400 aplicado a 22% ao ano rendeu Cr$ 880 de juros. produziram montantes de R$ 4.500. se elevará a NCz$ 1. produziram montantes de R$ 1.00 d) NCz$ 1. Durante quanto tempo esteve empregado? a) 3 meses e 3 dias b) 3 meses e 8 dias c) 2 meses e 23 dias d) 3 meses e 10 dias e) 27 dias 3.00 em 6 meses e 4 meses respectivamente.00 no fim de 8 meses.000. um montante de: a) 51 b) 51.00 e) NCz$ 900. é de: a) NCz$1.296.6 e)68 5.00 b) R$ 9. atinge.00 d) NCz$ 600.736.000 durante 90 dias..6% ao mês.600.400.68 7.00 e R$ 3. Os juros são de: a) NCz$ 700.000.1%)? 17. (TTN/94) Qual é o capital que diminuído dos seus juros simples de 18 meses.760. Qual era o valor do capital se a taxa de juros da primeira aplicação estava para a da segunda assim como 2 está para 1 ? TESTES 1.392.24 6.00 4. (TTN/89) O capital que.15. (TTN/85) Um capital de Cr$ 14.

caso a taxa seja de 60% a.00. b) 128 4/7% a.-TRT/ES-90) Em março de 1990. a juros simples. para que.SEG.000.00 d) Cr$ 5.00 d) Cr$ 180.200. colocado a juros simples.5% 14.00 b) Cr$ 20.00. a) 8 meses b) 1 ano e 3 meses c) 1 ano d) 10 meses e) 13 meses 9. para se obter Cr$ 6.JUD.a. c) 35% a. renda juros equivalentes a 98% de si mesmo? a) 42% a. b) 3.SEG.000.000.00 11.00 c) Cr$ 100.m.m. a) Cr$ 680. em 2 anos e 4 meses.00 d) Cr$ 2.SEG.000. 15.m.-TST/ES-90) Qual a taxa necessária para que um capital. o governo brasileiro.00 de juros. (AT. (AG.000.JUD.000. dispondo de Cr$ 90.000. (AT. (AG. a) 6% a.00 13.5% a.00 está para seus juros assim como 4 está para 3.-TRT/GO-90) Calcule o capital que se deve empregar à taxa de 6% a.m. juros de Cr$ 630. se a taxa contratada foi de 16% a. e o restante a 6% ao ano.00 e) Cr$ 250.600.00 b) Cr$ 25.000.a.00 à taxa de 6% a..m.-TST/ES-90) Depositei certa importância em um Banco e.8.00 de juros em 4 meses. numa tentativa de acabar com a inflação.000.000. em 10 meses. reteve o dinheiro do povo.JUD.00 e) Cr$ 10.m. e) 18% a. c) 142 6/7% a. de acordo com seu saldo em cruzados novos. Calcular o tempo em que o capital esteve empregado.000. Determinar a taxa de juros.-TRT/ES-90) A que taxa mensal deverá a firma "O Dura" aplicar seu capital de Cr$ 300. considerando que o capital esteve empregado 1 ano e 3 meses.00.m.00 10. ao final de 45 dias.m.00 de juros simples pelo empréstimo de um capital de Cr$ 200.2% ao mês obteve. d) 12/7% a.00 c) Cr$ 1.00 e) Cr$ 12. Qual foi a quantia retida? a) Cr$ 18. 2/3 a 9% ao ano. (AG. 61 . a) Cr$ 10. (AG.m. retirei os juros de Cr$ 1.a.000. decuplique de valor em 7 anos? a) 50% a.-TRT/ES-90) Emprestei 1/4 do meu capital.-TST/ES-90) O capital de Cr$ 1.SEG-TRT/ES-90) Obtendo-se.00 b) Cr$ 840. a) 5 meses e 20 dias b) 5 meses c) 4 meses e 10 dias d) 4 meses e) 6 meses e 5 dias 16.000.00.m. Uma pessoa verificou que. a que taxa de juros simples quinzenal o dinheiro deverá ser aplicado no prazo de 5 meses? a) 10% b) 5% c) 3% d) 8% e) 5.00 de capital.-TRT/GO-90) Se uma pessoa deseja obter um rendimento de Cr$ 27. (AT. à taxa de 4. Cr$ 120. (AT.000.JUD. a 8% ao ano.a. Determine o tempo necessário para se ganharem os mesmos juros.530.000. 12. depois de algum tempo.2% a.000.00 c) Cr$ 36. d) 4. Determine o capital.200. No fim de um ano recebi Cr$ 102. e) 12% a.600.m.000.JUD. que representavam 80% do capital.000. (AT.

40 19. rendeu Cr$ 191.60 20.40 b) Cr$ 35. Juntos renderam um juro de Cr$ 27. (TTN/92) Se em 5 meses o capital de Cr$ 250.. (AFC-TCU/92) Um investidor aplicou Cr$ 2.-PG/RJ-90) Um imposto no valor de Cr$ 488. Esse capital terá um montante de Cr$ 2.105.40 d) Cr$ 35.000. no dia 6/1/86. (TTN/92) Três capitais são colocados a juros simples: o primeiro a 25% a. durante 2 anos e 4 meses.00. o valor do terceiro capital é de: a) Cr$ 30.a.a. e) 50% a.000.PROC.00 rende Cr$ 200.00 e) Cr$ 730.000.00 e) Cr$ 5..000.628. (AUX.00 de juros simples à taxa de 16% ao mês.PROC.63 de juros.2 10. a uma taxa de 22. qual o tempo necessário para se ganhar os mesmos juros se a taxa fosse de 160% ao ano? a) 6m b) 7m c) 8m d) 9m e) 10m 24.800.00 b) Cr$ 700. Qual o montante.00 21. durante 4 anos. (TTN-RJ/92) Um fogão é vendido por Cr$ 600. o contribuinte terá de pagar um acréscimo de: a) Cr$ 30.20 b) Cr$ 30.a.000. c) 5% a.00 emprestados a 15% ao mês.880.00 62 .000.780.000.00 b) Cr$ 450. Se a Prefeitura cobrar juros de 25% ao ano.50 e) Cr$ 30. a) 5 dias após sua aplicação b) após 130 dias de aplicação c) aos 15/5/86 d) aos 19/1/86 e) após 52 dias de sua aplicação 18. 17. O valor desse capital era de: a) Cr$ 690.070.00 c) Cr$ 710.00 à taxa de 12% ao mês.a. aplicado durante 9 meses à taxa de 35% ao ano.00 c) Cr$ 15. Sabendo que o segundo capital é o dobro do primeiro e que o terceiro é o triplo do segundo.00 b) Cr$ 10.078. d) 66% a.-PG/RJ-90) Certo capital.00.195.00 à vista ou com uma entrada de 22% e mais um pagamento de Cr$ 542. (TTN/92) Quanto se deve aplicar a 12% ao mês.a.000. (AUX. o segundo a 24% a.00 esta sendo pago com atraso de 3 meses.00 d) Cr$ 20. Qual a taxa de juros mensal envolvida na operação? a) 5% b) 12% c) 15% d) 16% e) 20% 22.30 c) Cr$ 30.b) 60% a.a..a.000. (AUX.000.00. após 32 dias.000.140.40 c) Cr$ 4.860. durante o mesmo período? a) Cr$ 420.40 e) Cr$ 4.00 e) Cr$ 500.035.PROC. durante 3 anos e 6 meses e o terceiro a 20% a.591.00 23.80. para que se obtenha os mesmos juros simples que os produzidos por Cr$ 400.00 d) Cr$ 720.00 c) Cr$ 480.40 d) Cr$ 30.-PG/RJ-90) Certo investidor aplicou Cr$ 870.00 d) Cr$ 520.000.5% ao mês. no final de 3 anos? a) Cr$ 4.

000 b) Cr$ 160. Valor Nominal.000.800. e o restante do dinheiro a uma taxa de 24% a. Sabendo-se que.00 de juros a mais do que a outra.000 DESCONTOS SIMPLES Desconto é o abatimento que se faz no valor de uma dívida quando ela é negociada antes da data do seu vencimento. É sempre menor que o valor nominal pois o título sofreu um desconto. ao final das aplicações. vencível em 90 dias.540 e que os juros do segundo capital excederam os juros do primeiro em Cr$ 12.000 b) Cr$ 143.000 c) Cr$ 145. 63 .160. São exemplos de títulos de crédito as notas promissórias. durante 2 anos.8% d) 102.700. por mais 4 anos.00 e) 12.. sob mesmo regime de capitalização. Prazo de Antecipação é o intervalo de tempo entre a data em que o título é negociado e a data de vencimento do mesmo.900.00 27.000 e Cr$ 108. ou valor de face é o valor do título de crédito. (AFTN/85) O preço à vista de uma mercadoria é de Cr$ 100. pagar 20% de entrada no ato e o restante em uma única parcela de Cr$ 100.000 d) Cr$ 147. (TTN/94) Carlos aplicou 1/4 de seu capital a juros simples comerciais de 18% a. à taxa de 20% a.a.00 de suas novas economias.400.000 29.a. Valor Líquido é o valor pelo qual o título acabou sendo negociado antes da data de vencimento do mesmo. (TTN/94) Mário aplicou suas economias.400. Findo o prazo reaplicou o montante e mais R$ 2.000.00 d) 4. O valor líquido também é chamado de valor atual.0% e) 103.. aquele que está escrito no título e que seria pago na data de vencimento do título. valor descontado (que sofreu desconto . pelo período de 4 meses. o capital inicial do capitalista era de: a) Cr$ 150.00 26.a.200.000.500. valor pago.25. (AFTN/85) Dois capitais foram aplicados a uma taxa de 72% a.00 d) 12.. O comprador pode.660. Admitindo-se que os juros das 3 aplicações somaram R$ 18. respectivamente. os montantes eram de Cr$ 117.600. sob regime de juros simples.00. a taxa de juros anuais cobrada na venda a prazo é de: a) 98. Sabendo-se que a soma dos juros totalizaram Cr$ 39. O documento que atesta a dívida é denominado genericamente por título de crédito.000 e) Cr$ 115.000 c) Cr$ 170. pelo mesmo prazo e regime de capitalização.000 d) Cr$ 180. as duplicatas e as letras de câmbio. a juros simples comerciais. entretanto.não confundir com "valor do desconto").00 b) 13.00 c) 4. Sabendo-se que uma das aplicações rendeu R$ 594.a. o capital inicial era de R$: a) 4.000 e) Cr$ 200..00 c) 13. Admitindo-se o regime de juros simples comerciais.. ou seja.00 e) 4. a juros de 15% a. em um banco. a soma dos dois capitais iniciais era de: a) Cr$ 140. pelo prazo de 1 ano.6% c) 100. (AFTN/85) João colocou metade de seu capital a juros simples pelo prazo de 6 meses e o restante. O primeiro pelo prazo de 4 meses e o segundo por 5 meses.00 b) 4.216. nas mesmas condições.2% 28.a.200. o capital inicial da primeira aplicação era de R$: a) 11.200.4% b) 99.

usando regra de três. ou desconto comercial é aquele onde a referência para o cálculo percentual do desconto é o valor nominal. Observe que o desconto sempre é a diferença entre o valor nominal e o valor líquido. Macete: Pense numa garrafa: O que há dentro dela? 0 líquido! (por dentro: 100% é o líquido) O que há fora dela? O nome! (por fora: 100% é o nominal) Como o problema pede desconto por dentro. 2º) Desconto "por fora". no esquema.00 DESCONTO=? (observe a taxa ajustada para 2 meses) 64 . ou desconto racional é aquele onde a referência para o cálculo percentual do desconto é o valor líquido. o nosso esquema será: (100-d)% VALOR LÍQUIDO +d% DESCONTO 100% VALOR NOMINAL Para resolver um problema de desconto simples. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Determinar o desconto por dentro sofrido por um título de R$ 650. Nosso esquema. é sempre proporcional ao prazo de antecipação do título. Desconto "por dentro" ou racional ⇒ 100% é o valor líquido Neste caso. 2º procurar preencher o "esquema" correspondente de acordo com os dados do problema. portanto. descontado 2 meses antes do vencimento à taxa de 15% a. 3º calcular o valor que precisarmos. Estudaremos dois tipos de desconto: 1°) Desconto "por dentro". pelo tipo do desconto. será: 100% VALOR LÍQUIDO (2 meses) 130% +30% R$ 650. o nosso esquema será: 100% VALOR LÍQUIDO +d% DESCONTO (100+d)% VALOR NOMINAL Atenção: A taxa de desconto. qual valor será a referência (100%).00. tudo que temos a fazer é: 1º identificar qual o tipo do desconto no problema. o 100% será o valor líquido. m. Solução: Primeiramente devemos determinar. Desconto "por fora" ou comercial ⇒ 100% é o valor nominal Neste caso.Vamos resumir o que temos até agora num esquema: (ANTES DO VENCIMENTO) VALOR LÍQUIDO (PRAZO DE ANTECIPAÇÃO +DESCONTO (VENCIMENTO) VALOR NOMINAL. d%.

00 (60 dias = 2 meses) +24% 100% VALOR NOMINAL (Pelos 2 meses. a taxa ficou em 24%.00 130 Portanto. Solução: A expressão "descontado comercialmente" indica que o desconto é comercial.00. ou por fora. o esquema para o desconto comercial seria: 15 meses 100% L = 25.m. descontado comercialmente. 15 meses 100% L= 25.00 15x% DR =75. 5% a. então. 3. 2. o 100% é o valor nominal e o nosso esquema será: (100-24)% 76% 608.00 75. qual deveria ser a taxa adotada para produzir um desconto de igual valor? 1ª Solução: Consideremos N = $ 100. consideremos os valores encontrados sendo aplicados a um esquema de desconto racional.Agora.) Resolvendo a regra de três: Se 76% correspondem a $ 608. 100% correspondem a N (valor nominal). daria.00. Logo. Uma nota promissória foi descontada comercialmente à taxa simples de 5% a.00 N = 100.00 76 Então.00 Agora.00 N = 100.00.00.00 (valor nominal).00 temos a seguinte regra de três: 25.00 (valor líquido).00 75% Dc =75. o valor nominal foi de R$ 800.m. Determinar o valor nominal de um título que. 60 dias antes do vencimento e à taxa de 12% ao mês. N= 608 x 100 = 800. Se o desconto fosse racional simples. o desconto foi de R$ 150. então. é só resolver a regra de três: Se 130% correspondem a $ 650. em 15 meses: 15 x 5% = 75% Então.00 100% 15x% 65 . resultou um valor descontado de R$ 608. 30% correspondem a D (valor do desconto) D= 650 x 30 = 150. 15 meses antes do seu vencimento.

produziu um desconto equivalente a 1/6 do seu valor nominal? 7.400.m.000.000.00 foi resgatado quatro meses antes do seu vencimento.000. Qual é o valor do desconto? 66 . Qual é o valor do desconto bancário sofrido por uma promissória de R$ 1.a. em 6 meses.00 foi resgatado dois meses antes do seu vencimento. Calcular a taxa anual de desconto.00 de desconto.00 quando descontada por fora três meses antes do seu vencimento.00.200.000. sendo-lhe por isso concedido um desconto racional simples à taxa de 20% a.00..m. 8 meses antes do seu vencimento. 8.00.00 é descontado por fora a uma taxa de 4. deu R$ 1. 100 100 − =n C R 100 100 − = 15 5 R logo : 20 − 100 100 = 15 ⇒ = 5 ⇒ R = 20 ⇒ 20% a . em dólar..040. um título sofreu um desconto de R$ 24. quando descontado um mês e meio antes do seu vencimento.00. que deverá pagar pelo título.00. (METRÔ/94) Uma pessoa pretende saldar uma dívida cujo valor nominal é de US$ 2. Qual é a taxa mensal do desconto? 13.000.320.00 foi resgatado dois meses antes do seu vencimento. sendo-lhe por isso concedido um desconto racional simples à taxa de 60% a. Qual era o valor nominal do título? 9.836. sabendo-se que o pagamento desse título foi antecipado de 6 meses. Qual é a taxa anual desse desconto? 14. O valor atual racional de um título é igual a 4/5 de seu valor nominal. Nesse caso. De quanto foi o valor pago pelo título? 3. de quanto foi o valor pago pelo título? 4. Calcular o desconto por dentro sofrido por uma letra de R$ 8. Uma nota promissória de R$ 1.a. 3 meses antes do seu vencimento? 10.00 produziu um desconto por fora de R$ 105. quatro meses antes de seu vencimento.420.00. A que taxa anual.m.5% ao mês. Qual era o valor nominal desse título? 12. de quanto foi o valor pago pelo título? 2. 1 mês e 10 dias. R R EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. (METRÔ/94) Um título com valor nominal de R$ 7. com antecedência de 6 meses. Um título de R$ 8.. Aceitei um título vencível a 1 ano.15x = 75 x 100 = 300 25 15x = 300 ⇒ x = 20% (é a taxa racional ) 2ª Solução: Sejam C%= taxa comercial simples por período (c=5) R% = taxa racional simples por período (R= ?) n = número de períodos de antecipação (n =15) Pode-se provar que vale sempre a relação. à taxa de 8% a.00 de desconto por fora? 11. dá R$ 400. descontada à taxa de 6% a. tendo sido concedido um desconto racional simples à taxa de 10% a. à taxa de 4% a..400. tem valor líquido de R$ 1. (CEB/94) Um título com valor nominal de R$ 3. à taxa de juros de 8% a. Nesse caso. (TCDF/94) Um título com valor nominal de CR$ 110. três meses antes do vencimento. 6.m. Qual o prazo de antecipação de um título que descontado racionalmente. m .00. um título de R$ 2. Descontado por fora.m. se a taxa racional simples usada no mercado é de 5% ao mês? 5. Tendo sido descontado por dentro a 9% a.m.800. Qual o valor. Um título com valor nominal de R$ 2.

Montante no Regime de Juros Compostos Como vimos acima.210.00 10% de R$ 1.10 R$ 1. Ou seja.000. Contudo. • cada novo montante é obtido calculando-se um aumento de 10% sobre o montante anterior. • os juros vão se tornando maiores a cada mês.464. a diferença entre um montante calculado no regime de juros compostos ( Mc ) e o correspondente valor no regime de juros simples (MS ) vai se tornando cada vez maior (ver gráfico abaixo).100.00 10% de R$ 1.00. Então. Exemplo: Vamos acompanhar os montantes. por um período de 4 meses no regime de juros compostos: Período 1º mês 2° mês 3° mês 4° mês juros no fim do período Montante 10% de R$ 1. no regime de juros compostos.00 R$ 1. à taxa de 10% a.331..00 à taxa de 10% a.00 = R$ 110. Uma nota promissória foi descontada por fora..00 R$ 1. de uma aplicação de R$ 1. Qual era o valor de face da promissória? JUROS COMPOSTOS Chamamos de regime de juros compostos aquele onde os juros de cada período são calculados sobre o montante do período anterior. Dá-se o nome de capitalização ao processo de incorporação dos juros ao capital ou montante de uma operação financeira.indicando juros compostos e capitalização semestral.10 Observe que: • os juros e o montante. de modo que. outras expressões usadas para indicar o regime de juros compostos: • taxa composta de X% a.indicando juros compostos com capitalização mensal. produzindo um desconto de R$ 400. são iguais aos que seriam produzidos no regime de juros simples.m.x(1 + i) = C x (1 + i)n 144424443 n fatores ou seja: M = C x(1 + i) n (fórmula fundamental) 67 .m . após o 1° mês. Freqüentemente encontraremos. sejam: C= Capital aplicado M = Montante da aplicação ao fim de n períodos i = forma unitária da taxa efetiva da aplicação n = número de períodos de capitalizações Poderemos expressar o montante (M) em função dos outros três elementos do seguinte modo: M = Cx (1 + i)x(1 + i). .100. é comum encontrarmos as expressões regime de capitalização simples e regime de capitalização composta no lugar de regime de juros simples e regime de juros compostos.331. mês a mês.210.a. capitalizados semestralmente . no fim do 1° mês.000.00 R$ 1. • taxa de X% a.00 = R$ 100. o montante ao fim de um determinado período resulta de um cálculo de aumentos sucessivos. • capitalização composta. o que resulta em aumentos sucessivos a uma taxa fixa de 10%.m. montante composto .00 10% de R$ 1.15. três meses e dez dias antes do seu vencimento. os juros produzidos ao fim de cada período passam a integrar o valor do capital ou montante que serviu de base para o seu cálculo de modo que o total assim conseguido será a base do cálculo dos juros do próximo período.indicando o regime de juros compostos.00 = R$ 133.00 = R$ 121. respectivamente. nos enunciados dos problemas..

111) nos mostra os resultados do cálculo de (1+ i )n. Um capital de R$ 200.n = 3 Devemos calcular o montante: M =CX(1+i)n Substituindo os elementos dados na fórmula do montante. o montante está isolado.i = 20% = 0. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Calcular o montante desta aplicação após três meses.000 i = 2% = 0. 2. Um comerciante consegue um empréstimo de R$ 60. 68 .2 Períodos de Capitalização . Mas poderemos calcular qualquer um dos quatro elementos nela envolvidos desde que conheçamos os outros três e isolemos convenientemente o elemento a ser calculado em cada caso.2)3 M = 200 x 1. temos: Capital .000. Quanto o comerciante deverá pagar ao fim do prazo combinado? Solução: São dados no enunciado: C = 60.60 Ou seja. nós aprenderemos a consultar estas tabelas e poderemos trocar o trabalho mais pesado por umas poucas multiplicações e divisões. pois felizmente existem as chamadas tabelas financeiras que foram desenvolvidas justamente para livrá-lo das contas mais complicadas.26824.02 )12 14 4 2 3 consultar tabela A tabela 1 (ver pág. obteremos: M = 200 x (1+0. teremos M = 60.00 foi aplicado em regime de juros compostos a uma taxa de 20% ao mês. após os três meses será de R$ 345.2)3 M = 200 x (1.C = 200 Taxa . o montante da aplicação. apresentamos a seguir os outros elementos também isolados: M log M C i = n   −1 n = log (1 + i) C C= M (1 + i) n Se as duas últimas fórmulas lhe parecem assustadoras.00 que deverão ser pagos. Para poupar o trabalho algébrico necessário para isolar cada um dos outros três elementos da fórmula básica dada acima.02 n =12 Substituindo estes elementos na fórmula do montante. procuramos o resultado da potência no cruzamento da coluna que indica i = 2% com a linha que indica n = 12. Em nosso caso.000 x (1 + 0. Solução: Resumindo os dados do problema. Assim. encontrando 1. acrescidos de juros compostos de 2% ao mês. para diversos valores de i (que varia a cada coluna) e de n (que varia a cada linha).728 = 345.60.Na fórmula apresentada acima. não se desespere. ao fim de um ano.

06) 8 M = 10.. Observação: •A técnica apresentada acima conduz a resultado idêntico ao encontrado com a aplicação da técnica conhecida como interpolação linear (a menos de erros de aproximação.50 (o resultado da potência foi encontrado na tabela 1) 1 de ano: 3 2°... Calcular o capital que aplicado à taxa composta de 2% a..094. no nosso problema teremos: 1°. em 1 de ano.. a expressão do montante será dada por: M = 60...59385 M = 15.257. R$ 76.094. durante 8 anos e 4 meses....... após os 8 anos: M = 10.. ao fim do prazo combinado..02) = 16.27 O montante procurado é.Calcular o montante composto para o maior número possível de períodos inteiros.Cálculo do montante composto. 2ª etapa . o acréscimo de juros simples deverá ser de 2% sobre o montante da 1ª etapa e o montante final será: M = 15.97 ao fim de 10 meses.. portanto não a apresentaremos.40 O comerciante deverá pagar. de R$ 16.40. Então.a... 3... teremos 2% de juros.000 x (1. comuns nesta última). Solução: Primeiramente observaremos que o número de períodos não é inteiro. calculados sobre o montante obtido na 1ª etapa do cálculo..257. A técnica consiste em calcular o montante em duas etapas: 1ª etapa . (regra de três) 3 Portanto...27.000.a. portanto. 8 anos e 4 meses = 8 anos + 1 de ano 3 Nesta situação o cálculo será feito usando-se uma técnica denominada de convenção linear que nos dará uma aproximação bem razoável para o valor do montante composto procurado.Acréscimo dos juros simples proporcionais a Se em 1 ano..938. 69 .. à taxa de 6% a.00 aplicado a juros compostos de 6% a... Calcular o montante para um capital inicial de R$ 10. daria origem a um montante de R$ 3.. temos 6% de juros.Assim...Acrescentar ao resultado da 1ª etapa osjuros simples proporcionais à parte fracionária restante do tempo de aplicação..m...938.000 x 1. Assim.656..50 x (1..26824 = 76. 4.000 x 1.

Restaria-nos apenas assinalar a alternativa correspondente. nos dará: c= (1 + i )n M Substituindo os dados do problema nesta expressão. 2º-Usando logaritmos Se as tabelas financeiras não fossem fornecidas.000..56 = 8.000 1. isolado a partir da fórmula fundamental. esta situação poderia ser proposta basicamente de duas formas: a) Seriam dados os valores prontos dos logaritmos de M e de 1 + i. portanto.02 n = 10 Precisamos calcular o capital que.97 i = 2%=0. Porém.12)n 123 ? Podemos determinar o resultado da potência isolando-a: (1. a resposta correta seria aquela que apresentasse a expressão dada pela fórmula. 5.97 (1.000 x (1. o mesmo aparelho sairia por R$ 400.790. teremos: c= 3. seria necessário empregarmos a fórmula que expressa o número de períodos (n) em função dos outros elementos: M  log   C  (já apresentado no início deste capítulo) n= log (1 + i ) Numa prova de concurso. se o comprador resolvesse pagar à vista. Solução: 1º-Usando uma tabela financeira Substituindo os dados do problema na fórmula fundamental.00. deveríamos dividir um valor pelo outro.12)n = 15.97382 8. para obter n.00. teremos: 15. sem entrada.02)10 = 3. Determinar quanto tempo durou esta aplicação. Um capital de R$ 8. como indicado na fórmula. 6.790.656. Calcular a taxa mensal de juros compostos praticada pela loja. Certa loja anunciou um aparelho de som por R$ 466.656.790.56 com pagamento somente após 60 dias da compra.656. com o auxílio da tabela 1 procuramos o resultado da potência na coluna de 12%.000.21899 Então. C Neste caso.97 = 3.Solução: São dados no problema: M = 3.00 foi aplicado à taxa composta de 12% a. encontrando-o na linha referente a n = 6.a. 70 . Concluímos. o capital procurado é de R$ 3. gerando um montante de R$ 15. Neste caso. b) As alternativas indicariam n em função de expressões com logaritmos. que a duração da aplicação foi de 6 anos.56 = 1.000 Agora.56.

Entretanto. bastaria efetuar a subtração final para termos a taxa na forma unitária (i = 0. ficando subentendido que este é o mesmo indicado pela taxa.56 − 1 = 2 1. teremos: 466. a resposta correta seria aquela que apresentasse a expressão dada pela fórmula.Usando uma tabela financeira Os dados do problema são: C = 400 M = 466.56 = 1. Então.1664 − 1 400 A única dificuldade.56 = 400 x (1+ i )2 1 3 2 ? Poderemos determinar o resultado da potência. Exemplos: taxa de 2% ao mês com capitalização mensal juros de 6% ao trimestre capitalizados trimestralmente Nos enuncidados de problemas de juros compostos onde se dá a taxa efetiva. encontrando-o na coluna referente a 8%. com capitalização mensal. Concluímos. duas situações poderiam ocorrer a partir deste ponto: a) O valor da raiz seria dado pronto.significando 6% ao trimestre. freqüentemente se omite o período de capitalização. ao fim do enunciado do problema.Sem o uso de tabelas financeiras Se as tabelas financeiras não fossem fornecidas. Restaria-nos apenas assinalar a alternativa correspondente. é comum encontrarmos também em problemas de juros compostos expressões como: “juros de 72% ao ano. Taxas Efetivas e Taxas Nominais Quando a unidade de tempo indicada pela taxa de juros coincide com a unidade de tempo do período de capitalização dizemos que a taxa é efetiva. com capitalização trimestral. que a taxa mensal de juros compostos praticada pela loja é de 8%.Solução: 1° . seria o cálculo da raiz. Exemplos: taxa de 2% ao mês . Numa prova de concurso.56 n=2 (60 dias = 2 meses) Substituindo estes dados na fórmula fundamental. seria necessário empregarmos a fórmula que expressa a taxa ( i ) em função dos outros elementos: M  i = n   −1 C (apresentado no início deste capítulo) Substituindo os dados do problema na fórmula.significando 2% ao mês. capitalizados mensalmente " "taxa de 24% ao ano com capitalização bimestral" 71 . a partir deste ponto.08 ) b) As alternativas indicariam i em função de expressões com radicais. isolando-a na expressão acima: (1 + i )2 = 466. assim. com o auxílio da tabela 1 procuramos o resultado da potência na linha de n = 2. Neste caso. juros de 6% ao trimestre .1664 400 Agora. 2° . teríamos: i=2 466.

.. Logo..teremos 2% de juros (i = 0..... Podemos entender a taxa nominal como uma "taxa falsa"... geralmente dada com período em anos..... n = 8 Devemos calcular o montante: M = Cx (1+ i )n Substituindo os elementos dados na fórmula............. a taxa nominal de 72% ao ano corresponde a uma taxa efetiva de 6% ao mês (i = 0....06).. taxa efetiva: em 12 meses .000..000 x (1. Um problema de juros compostos faz referência a uma taxa de juros de 72% ao ano com capitalizações mensais.85093 (o resultado da potência foi 72 ...... usando uma regra de três: Se em 12 meses (1 ano) .......000 Taxa efetiva ............. Portanto........ Solução: Como a capitalização é trimestral.. Isto pode ser feito com uma regra de três simples e direta... EXERCÍCIO RESOLVIDO 1...temos 72% de juros. observamos o que se convencionou chamar de taxa nominal que é aquela cuja unidade de tempo não coincide com a unidade de tempo do período de capitalização.........32% em 3 meses . Qual é a taxa de juros efetiva trimestral praticada nesta aplicação? Solução: As capitalizações são trimestrais. i = 8% = 0.. devemos ajustar a taxa nominal anual de 72% para uma taxa mensal........ obtemos: M = 5..... Exemplos: 1... ao fim de 2 anos..... temos: Capital . 2.......... a taxa efetiva praticada é de 2% ao trimestre... temos 8% de juros.. teremos 72 ÷ 12 = 6% de juros Portanto... C = 5....08 Períodos de capitalização .... Uma aplicação financeira paga juros compostos de 8% ao ano. bem como a duração da aplicação deverão ser indicadas em trimestres.. aplicado a juros compostos de 32% ao ano com capitalização trimestral. Conversão da Taxa Nominal em Taxa Efetiva A conversão da taxa nominal em taxa efetiva é feita ajustando-se o valor da taxa nominal proporcionalmente ao período de capitalização.000 x 1..02). capitalizados trimestralmente.. então em 1 mês ..Em tais expressões.....00......8% duração da aplicação: = 2anos = 24 meses 24÷8 → 8 trimestres ⇒ n = 8  3 Agora.. usando uma regra de três: Se em 12 meses (1 ano) .................. resumindo os dados do problema.. Em seu lugar devemos usar uma taxa efetiva. então em 3 meses .. Qual deverá ser a taxa mensal que usaremos para calcular o montante? Solução: Como as capitalizações são mensais........... pois não produzem resultados corretos. a taxa efetiva..... Calcular o montante que resultará de um capital de R$ 5... que não devemos utilizar diretamente nos cálculos de juros compostos.........08)8 M = 5.......... devemos ajustar a taxa nominal anual de 8% para uma taxa trimestral..

.65 Equivalência de Taxas a Juros Compostos Dizemos que duas taxas são equivalentes quando. i t = 0.a.06) = (1 + 0.00. então diremos que a taxa de 10% a..) 1 =1. Como o investidor recebeu $110.. Se no mesmo período for registrada uma inflação da ordem de 6% a.728 = 72.0377. aplicadas a capitais iguais.00 x 1.% 73 .00.10) (1 + i R) x 1.consultado na tabela 1 ) M = 9.00 Se o investidor recebesse. a taxa trimestral composta equivalente a 20% a.8% Portanto.77.. Se compararmos o que ocorreria com dois investimentos de $100. oferecida pelo banco não foi a taxa real de remuneração do investimento mas uma taxa aparente. = 3. Taxa Real e Taxa Aparente Consideremos que um banco tenha oferecido uma determinada aplicação pagando uma taxa efetiva de 10% a. e o segundo recebendo apenas a correção monetária devida à inflação de 6% a. no mesmo período. pois os preços.. Como 1 trimestre equivale a 3 meses. o primeiro sendo remunerado à taxa de 10% a. = 3. i R = 0. por prazos iguais.00 x 1..% 106 Sejam as taxas unitárias e referentes a um mesmo prazo: i R = a taxa real i I = a taxa de inflação i A = a taxa aparente Poderíamos chegar ao mesmo resultado utilizando a relação: (1 + i R) x (1 + i I) = (1 + i A) (1 + i R) x (1 + 0.254.06 (1 + i R) = 1.254.0377.728 Sendo assim.m..? Solução: Pretendemos determinar uma taxa trimestral ( i t) equivalente a uma taxa mensal dada ( i m = 0.20) 3 ( 1 + i .00 não teria havido ganho nenhum pois o único acréscimo recebido teria sido o da correção monetária. teremos 1 e 3 como expoentes: ( 1 + i t) 1 =(1+ i m) 3 ( 1 + i . é 72.a.)1 = (1.a.00.20).06 = 1...06 = 106.0377. ao fim do investimento exatamente $106.a.10 ÷ 1. ou seja: 4 = 0. o seu ganho real foi de $4.8%. produzem juros também iguais.m. teremos: Montante da aplicação a juros de 10%: 100.10 (1 + i R) = 1..00 em relação a $106. Exemplo: Qual a taxa trimestral de juros compostos equivalente à taxa composta de 20% a.65 Assim. concluímos que o montante procurado é de R$ 9.77.10 = 110.a..00 Montante da aplicação sujeita apenas à taxa de correção monetária de 6%: 100. tiveram um aumento de 6%.

.00 d) R$ 26.05) 12 = 1.00. desde que não seja inteiro. (CEB .00 74 .m.00 b) R$ 802.00. após 4 meses.00 d) R$ 804. Teremos: a) M3 > M 1 para qualquer t > 0 .00.410. d) superior a Cz$ 13. irá gerar.a.591. e) menor do que aquele que seria obtido pelo regime de juros simples.00 c) R$ 26. Qual é o valor do juro obtido pelo capital de R$ 80. M2.000.m.00.520. seu montante final é: a) 30% superior ao capital inicial. e) M2 > M1 para qualquer t > 0. Que montante este capital irá gerar após 3 meses? a) R$ 26.79586. a taxa aparente i A não é igual à soma da taxa de inflação i I com a taxa real i R. (TCDF-Analista de Finanças e Controle Externo-Superior-IDR/94) Um investidor aplicou a quantia de CR$ 100.410.m. pelo período de três meses. aplicado à taxa racional composta de 5% a. 6.291. 7.72 5.491.000. (ESAF) Se para um mesmo capital.00 b) CR$ 142.410.000. chamarmos: M1.358.00 d) R$ 10.368. b) de Cz$13.388. (Metrô-Assistente Administrativo-2°G-IDR-94) Um capital de US$ 2.Montante calculado no regime de juros compostos pela convenção linear.000.00 à taxa de juros compostos de 10% a.Observe que.00 c) R$ 803. (CEB – Contador – Superior . num montante acumulado: a) de Cz$ 3.Contador. na base de 10% ao ano. a uma taxa de 10% ao mês.000.420.378. b) M3 = M 1 para qualquer 0 < t < 1.000. mas sim: i A = i I + i R + (i I ⋅ i R ) TESTES 1. no regime de juros compostos. aplicado durante qualquer período de tempo maior do que zero e a uma certa taxa.620. 2.Montante calculado no regime de juros compostos pela convenção exponencial.00 8.m.000.00 à taxa de juros compostos de 20% a.72 b) US$ 3.000.00. (ESAF) Se um capital cresce sucessiva e cumulativamente durante 3 anos.000.00..72 c) US$ 3.Montante calculado no regime de juros simples. capitalizada mensalmente no regime de juros compostos.00 d) CR$ 146.410. c) inferior a Cz$ 13.IDR-94) A aplicação de R$ 5.72 d) US$ 3. c) M3 < M2 para qualquer t > 0.00 durante 2 meses? a) R$ 801. em 1 ano produz um montante de quantos dólares? Dado: (1. (Metrô-Técnico em Contabilidade-2°G-IDR-94) Um investidor aplicou a quantia de R$ 20.00 4. o montante de: a) R$10.000. (ESAF) A aplicação de um capital de Cz$ 10. Que montante este capital irá gerar após 4 meses? a) CR$ 140.00 b) R$10. a) US$ 3.00 c) R$10.Superior-IDR-94) A caderneta de poupança remunera seus aplicadores à taxa nominal de 6% a. no final do terceiro mês.00 b) R$ 26. c) aproximadamente 150% do capital inicial.720. b) 130% do valor do capital inicial.00 à taxa de juros compostos de 10% a. d) aproximadamente 133% do capital inicial. M3 .00 c) CR$144.00 3. d) M3 < M2 quando t é inteiro.391. resulta. ao contrário do que possa parecer a princípio.

d) 1.37 e) CR$ 251.b. (Banco Central/94-Superior) A taxa de 30% ao trimestre. 15%.00 e o comprador tem um mês para efetuar o pagamento. rendendo uma taxa de 1% ao dia útil. o comprador lucra.730 Obs.00.00.: (1.0025% a.a.5209 13. 20% e 25% respectivamente.196% d) 18. Admitamos que as taxas de inflação trimestrais observadas foram de 10%.065 c) Cr$ 202. juros compostos à taxa nominal de 6% a. (TCU . Qual o desconto comercial simples à mesma taxa de 10% ao mês? a) CR$ 313.26 d) CR$ 259.9. b) Não há diferença entre as duas modalidades de pagamento. CR$ 192.b.b.000 a juros compostos de 15% a. no fim do mês.065 b) Cr$ 153. Assinale a opção correta.045 e) Cr$ 222. Essa aplicação renderá 700% de juros em: a) 5 meses e meio.Analista de Finanças e Controle Externo) O preço de uma mercadoria é CR$ 2.045 d) Cr$ 212.025% a. com correção monetária trimestral igual à inflação. corresponde a uma taxa efetiva bimestral de: a) 20% b) 21 % c) 22% d) 23% e) 24% 11. com capitalização mensal.590 b) Cr$ 16.00.. 12. (AFC-ESAF/93) Um título de valor inicial CR$ 1. d) No pagamento a prazo.31 c) CR$ 281.6147% c) 19. deverá ser resgatado um mês antes do seu vencimento. (AFTN/85) Uma pessoa aplicou Cr$ 10. c) 3 meses e meio. além da correção monetária. 10. Admitindo-se a convenção linear. com capitalização diária.25% a. 75 . o comprador lucra. no fim do mês o montante será o capital inicial aplicado mais: a) 20. (AFTN/91) Uma aplicação é realizada no dia primeiro de um mês.a.. o comprador lucra. c) 1. e) No pagamento a prazo. (TCDF-Analista de Finanças e Controle Externo-Superior-IDR/94) No Brasil as cadernetas de poupança pagam. com capitalização mensal. d) 5 meses. pelo prazo de 3 anos e 8 meses. CR$ 210.b. aproximadamente: a) Cr$ 123.174% e) 18% 14. (AFC-TCU/92) Um certo tipo de aplicação duplica o valor da aplicação a cada dois meses. c) No pagamento a prazo.705 e) Cr$ 16. no fim do mês. a loja dá um desconto de 20%. Considerando que o referido mês possui 18 dias úteis. o montante da aplicação ao final do prazo era de: a) Cr$ 16.81 15. a) A melhor opção é o pagamento à vista.00.84 b) CR$ 285.400. vencível em um ano com capitalização mensal a uma taxa de juros de 10% ao mês. b) 1. (AFTN/85) Um capital de Cr$ 100. e) 3 meses. O mercado financeiro oferece rendimento de 35% ao mês.00025% a.045 16. Caso queira pagar à vista.000. A disponibilidade do depositante ao final do terceiro trimestre é de. no fim do mês. b) 6 meses.324% b) 19.698 d) Cr$ 16. CR$ 252.15)3 = 1. A taxa efetiva bimestral é então de: a) 1.000 foi depositado por um prazo de 4 trimestres à taxa de juros de 10% ao trimestre.602 c) Cr$ 16.

julgue os itens a seguir. 76 . é equivalente a uma taxa trimestral de: a) 60.54 = -0. quando produzem o mesmo montante no final de determinado período de tempo. capitalizados trimestralmente. enquanto que o bem sofre mensalmente um reajuste de 20%..00 e) R$ 220.40% c) 5. (CESPE/UnB . log 105 = 2.05 b) log 2 trimestres.. hoje.6% c) 68. log log 1. (TCU-AFCE/92) Deseja-se comprar um bem que custa X cruzeiros.2 log 20 trimestres.27.00. a taxa de inflação foi de 100%. à taxa mensal de 26%. deve-se investir. (AFTN/96) Uma empresa aplica $ 300 à taxa de juros compostos de 4% ao mês por 10 meses. O crescimento da renda real foi então de: a) 5% b) 10%n c) 15% d) 105% e) 110% 22. b) O número n de meses necessários para o investimento alcançar o valor do bem é dado pela fórmula: X/3 + n 0. 23.20% e) 4. Para que tal quantia seja duplicada. com capitalização mensal. a uma taxa de juros de 40% a. pela aplicação de um mesmo capital inicial. (AFTN/96) A taxa de 40% ao bimestre. a quantia de: a) R$ 171. e) A taxa efetiva de 21% ao ano corresponde à taxa nominal anual de 20%.00 20. d) Para uma mesma taxa nominal. pagamentos de menor periodicidade implicam uma taxa efetiva mais elevada. Considere as aproximações: log 3 = 0.26 X/3 = X + n 0. (CESPE/UnB .00% d) 5.a. ao final de seis meses. b) Duas taxas referentes a períodos distintos de capitalização são equivalentes. maior é a taxa efetiva.17. (CESPE/UnB . A taxa que mais se aproxima da taxa proporcional mensal dessa operação é: a) 4.05 log 5 trimestres. deve-se esperar log 5 a) trimestres. log 1. capitalizados trimestralmente. capitalizadas semestralmente.0% b) 66.4% 18.TCDF/AFCE/95) Determinada quantia é investida à taxa de juros compostos de 20% a. aplicada em um Fundo de Aplicações Financeiras.60% b) 4. Assinale a opção correta. Nesse mesmo período. a) Capitalização composta é aquela em que a taxa de juros incide sempre sobre o valor obtido pela soma do capital inicial e dos juros acumulados até o período anterior.TCU/AFCE/96) Acerca das taxas utilizadas em juros compostos.80% 19.00 d) R$ 200.43 b) R$ 172.TCDF/AFCE/95) Para que se obtenha R$ 242.TCDF/AFCE/95) A renda nacional de um país cresceu 110% em um ano.9% d) 72.2 c) d) e) 21.021.a. log1.2X c) O número mínimo de meses de aplicação necessários a aquisição do bem será 23. então. em termos nominais. mas dispõe-se apenas de 1/3 desse valor.2 log 2 trimestres. (CESPE/UnB .8% e) 84. log 1.86 c) R$ 190.48. A quantia disponível é. c) Quanto maior o número de capitalizações. log 0. log 1. o bem poderá ser adquirido com o montante obtido. a) Ao final do primeiro ano de aplicação.

872. conforme definidos anteriormente.Senado Federal/96) Acerca de uma aplicação realizada na mesma data e referente a dois capitais (C1 e C2) de valores iguais.m. (CESPE/UnB .00 1. o montante da aplicação será 40% do valor do bem naquele momento. e) O bem jamais poderá ser adquirido com o montante obtido. TESTES 1 .00 o valor nominal do título. b) A taxa de capitalização semestral do capital C1. obtive um desconto racional composto. (ao final do 1° ano de aplicação).04) 3 = 16.872.90 A x 1. que foi calculado com base na taxa de 20% a. 2 . e ele for descontado 3 meses antes do seu vencimento.d) Decorridos 10 meses.872.728 A = 1.90 A= = 15. Sendo de R$1.728 A x 1. para o capital C 1 .m. é igual a 20%. quanto paguei por ele? a) R$ 21.872. n = 3 meses Substituindo os dados na fórmula.872.00 d) R$ 21. à taxa nominal de 42% ao ano. 24. no prazo estabelecido para a aplicação. para a aplicação do capital C 2 .m.90 i = 0. quanto foi pago por ele? Solução: Temos: N = 1. se a taxa de juros compostos for de 4% a. d) O montante do capital C 1 é 21% maior que o montante do capital C 2. (CEB -Contador. vencível em n períodos e um valor atual A que produz um montante igual a N quando aplicado por n períodos a uma taxa composta de i por período: A x (1 + i )n = N Denomina-se desconto racional composto à taxa i . julgue os itens abaixo.m. i = 0. à mesma taxa estabelecida.m.728 ÷ 1. Solução: São dados no problema: N = 16.90. Determinar o desconto racional composto sofrido por um título cujo valor nominal é de R$16.90. um desconto racional composto à taxa de 20% a. Um título foi pago dois meses antes do seu vencimento. à diferença entre o valor nominal (N) e o valor atual (A) do título. Sendo R$ 31.00 b) R$ 21.104.200 Portanto.200.44 = 1. e) Se apenas o capital C2 for reaplicado por mais um ano. pelo prazo de um ano. é igual a 20% ao ano.000.12486 = 16.2) 2 = 1. e à taxa efetiva de 21 % ao ano. obtendo. a) A taxa nominal. D=N–A EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1 .800. o valor pago pelo título foi de R$ 1. temos: A x (1.Superior-IDR-94) Antecipando em dois meses o pagamento de um título.12486 Portanto.04a.00. assim.00 c) R$ 21.90 16.2 a.00 77 .900. o montante de C 2 (ao final do 2° ano de aplicação) será igual ao montante de C1.872. capitalizados semestralmente.728. c) A taxa de capitalização semestral do capital C 1. DESCONTO RACIONAL COMPOSTO Considere um título com valor nominal N.700. para o capital C 2.728. com n períodos de antecipação. e n = 2 A x (1.00 o valor nominal do título. é exatamente o dobro da taxa de capitalização semestral do capital C 2.600.44 = 1. o desconto é de R$ 1.

00 b) Cr$ 440.750.00 d) Cr$ 449.00 b) Cr$ 430. Qual o valor a ser pago.500..00 DESCONTO COMERCIAL COMPOSTO Dado um título de valor nominal N.640.000.345.? Considere 1.000.573.703.000.m.166.400.m. à taxa de 8% a.m.400.624. sob o regime de desconto racional composto.00 5.22538514 = 1.00.00 c) CR$ 2.000. Calcular o valor nominal das novas letras. deve ser substituída por duas letras de câmbio. 1 mês antes do vencimento a empresa decidiu liquidar a dívida.00 à taxa de juros compostos de 19.00 b) CR$ 2. de mesmo valor nominal cada.00 e) US$ 700. com vencimento daqui a 3 anos.97.785. com vencimentos daqui a 2 anos e 5 anos respectivamente. respectivamente.84 6 1. obtenha o valor do resgate. vencíveis em quatro e seis meses. (ESAF) João tem um compromisso representado por 2 (duas) promissórias: uma de Cr$ 200. descontada dois meses antes de seu vencimento.00 d) US$ 729. a quantia de CR$ 1.723. a) CR$ 2.000.000. N.829.00 b) $186. Sabendo-se que o banco adota juros compostos de 5% a. Admitindo-se que foi utilizado o sistema de capitalização composta.382 d) Cr$ 411. a) Cr$ 511. Prevendo que não disporá desses valores nas datas estipuladas. a) US$ 751. No entanto.600.00. (TCDF-Analista de Finanças e Controle Externo-Superior-IDR/94) Uma empresa tomou emprestada de um banco.700. sabendo-se que a taxa de juro composto utilizada é de 8% ao semestre e a taxa de juro composto do desconto é de 10% ao semestre. 60 (sessenta) dias antes do vencimento.000.00 e) Cr$ 456. o valor da nova nota promissória é de (desprezar os centavos no resultado final): a) Cr$ 420.00 c) $ 166.000.84 = 1. o líquido recebido pela empresa foi de (desprezar os centavos no resultado final): a) Cr$ 429. se o banco opera com uma taxa de desconto racional composto de 10% a.00 3. (TCDF) Uma empresa estabelece uni contrato de "leasing" para o arrendamento de um equipamento e recebe como pagamento uma promissória no valor nominal de $ 1.00.728.00 e) Cr$ 451. solicita ao banco credor a substituição dos dois títulos por um único a vencer em 10 (dez) meses.400.00 d) CR$ 2.10697115 4.m.682.00 c) Cr$ 445.1996 = 2. (ESAF) Uma empresa descontou uma duplicata de Cr$ 500.000.305 b) Cr$ 311.740.00 d) Cr$ 450.00 Obs.00 e vencimento daqui a três anos deve ser resgatado hoje a uma taxa de juros compostos de 10% ao ano e considerando o desconto racional.9% a.: 3 1.304.00 c) US$ 748.00 e outra de Cr$ 150.000.305 e) Cr$ 382. o valor do desconto racional será de: a) $194.2 . Admitindo-se que o banco adote a taxa de juros efetiva de 84% a.. por 6 meses.00 c) Cr$ 446.00 d) $ 116.433 6.a.1646742 = 1. (AFTN/91) Um "comercial paper" com valor de face de US$ 1.314.80 b) US$ 750.000. denominamos desconto comercial composto para n períodos de antecipação e a uma taxa de d% ao período ao abatimento ocasionado por n descontos sucessivos de d% calculados a partir do valor nominal do título.00 7. 78 .000.000.000.84 4 1.305 c) Cr$ 433.089.000. (AFTN/85) Uma letra de câmbio no valor de Cr$ 800.

$ 729.00 deve ser resgatado três meses antes do seu vencimento. podemos dizer que um título de valor nominal N descontado pelo critério do desconto comercial composto.00 Observação: O valor líquido ao final dos três descontos sucessivos poderia ser calculado multiplicando-se o valor nominal do título três vezes por 0.a.000.9 $ LÍQUIDO = $ 1.00 então o valor do desconto foi de: $ 1.9) 6 L = 2.0.000 x (1 .729 = $ 729. Considerando o mesmo período de capitalização para uma taxa i R de desconto racional e uma outra i C de desconto comercial. O valor líquido pelo qual o título será resgatado é: DESCONTOS SUCESSIVOS VALOR NOMINAL Como o valor nominal era R$ 1.a.88 Observação: Os valores de (1 .00 .00 = $ 271.00 será resgatado três anos antes do seu vencimento pelo critério do desconto composto comercial à taxa de 20% a.m. pelo critério do desconto comercial composto e a uma taxa de 10% a. Assim as questões relativas a desconto comercial composto usualmente fornecem o resultado da potência.00 Valor Líquido no Desconto Comercial Composto Generalizando o procedimento que descrevemos no exemplo anterior.000.D c = N . poderemos afirmar que a equivalência entre i R e i C nos dará: Dc = DR N . i = 0.i )n Exemplo: Um título de R$ 2.531441) Solução: taxa (nominal): 20% a.9 x 0.i c ) n = (1 + i R ) n 79 .000.a.00 mas foi resgatado por R$ 729. Equivalência entre os Taxas de Desconto Racional e Comercial Compostos Duas taxas de desconto são equivalentes se e somente se produzem descontos iguais quando aplicadas a um mesmo título e por igual prazo de antecipação.000. com capitalizações semestrais.Podemos representar o desconto comercial composto pelo seguinte esquema: VALOR LíQUIDO Exemplo: Um título de R$ 1. Qual será o valor líquido? (dado: (0.531441 L = 1.i )n normalmente não são tabelados.90 (pois 100% .9 x 0.062.000 x (0.9) 6 = 0.062.9) 3 = $ 1.DR Lc = L R N N ⋅ (1 .10 prazo de antecipação = 3 anos = 6 semestres ⇒ n = 6 L = 2.000 x (0. n períodos antes do seu vencimento e a uma taxa igual a i por período apresentará um valor líquido L igual a: L = N x (1 .000 x 0.10)6 L = 2. capitalizações: semestrais taxa efetiva: 10% a.000 x 0.000 x 0.10% = 90%) $ LÍQUIDO = $ 1.882 ≅ 1.

calculando a raiz n-ésima de cada membro. i c =20 i C = 20  (1 + i R ) ⋅ (1 .3% a.00 d) R$ 1.000. Qual seria a taxa anual a ser adotada para obter-se um desconto igual pelo critério de desconto comercial composto? a) 33.50 b) R$464.i c ) ⋅ (1 + i R ) = 1 Exemplo: Determinar a taxa mensal de desconto racional equivalente à taxa de desconto comercial de 20% a.a.666. (1 + i R ) n = 1 finalmente.TCDF/AFCE/95) Uma duplicata.i C)n. O valor do desconto será: a) R$ 487. Dc < DR e D C = D R e) para prazos menores que 1 período de capitalização tem-se DC < DR 3.a.00 deverá ser descontada 3 anos antes do seu vencimento a uma taxa de 25% a. Uma duplicata de R$ 3.000.m.67 e R$ 333.8 = 1 1 + iR = 1 = 1. pelo critério do desconto racional composto. respectivamente.a.600. (CESPE/UnB . 25 ⇒ i R = 0.00 e) R$ 1.85 c) R$ 512. é resgatada dois meses antes do vencimento. encontraremos: n (1 .00 e R$ 360.00 c) R$ 1.640. com capitalização mensal. 4. b) 28% a. Sabendo-se que a taxa de desconto é de 10% ao mês. 0.20) = 1 iR = ?  (1 + i R ) ⋅ 0.653. DC.50 e) R$4. teremos: (1 .25 = 25% a.00.00 b) R$ 1.15 2.33 EQUIVALÊNCIA COMPOSTA DE CAPITAIS FLUXOS DE CAIXA Fluxos de caixa são os pagamentos e/ou recebimentos envolvidos em certa transação financeira e considerados ao longo de determinado intervalo de tempo. Muitas situações do nosso dia-a-dia envolvem fluxos de caixa. Considerando que uma mesma taxa i seja utilizada para determinação dos descontos compostos racional.a. obedecendo ao critério de desconto comercial composto. c) 25% a.a.a. podem ocorrer DC > DR.00 e R$ 400. de um mesmo título e para um mesmo prazo de antecipação. de: a) R$ 1.m.i c )n ⋅ (1 + i R )n = n 1 (1 .512.8 TESTES 1.000. o valor descontado e o valor do desconto são. d) 20% a.535.00 e R$ 360. e comercial. DR.00 e R$ 380.50 d) R$ 4.00 será descontado 2 meses antes do vencimento pelo critério de desconto comercial à taxa de 60% a. 80 .620. no valor de R$ 2. e) 18% a.a. pode-se afirmar que: a) DC = DR para qualquer prazo b) DC ≥ DR para qualquer prazo c) DC ≤ DR para qualquer prazo d) dependendo do prazo.0.dividindo os dois membros por N e multiplicando-os por (1 + i R) n . Um título de R$ 5.

Exemplo: Em uma conta corrente bancária, a sucessão de débitos e créditos ocorridos em determinado mês é uma seqüência de fluxos de caixa. DIAGRAMAS DE FLUXOS DE CAIXA Com o objetivo de facilitar a visualização dos fluxos de caixa que compõem determinada transação financeira, usamos o diagrama de fluxos de caixa. Um diagrama de fluxos de caixa é um retrato de um problema financeiro que mostra as entradas e saídas de valores, ao longo do intervalo de tempo considerado para situação. Os diagramas de fluxos de caixa podem representar qualquer situação prática onde ocorram fluxos (entradas / saídas) de caixa. Assim, desenhar um diagrama de fluxos de caixa é o primeiro passo que devemos dar para resolver um problema financeiro.

Diagrama de Fluxos de Caixa No diagrama de fluxos de caixa representado anteriormente foram usadas algumas convenções que iremos usar como padrões: • O eixo horizontal representa o intervalo de tempo envolvido na situação sob análise e é sempre dividido em períodos de tempo iguais. Usa-se, preferencialmente, o prazo de capitalização. • As flechas para cima representam fluxos de caixa positivos, isto é, dinheiro recebido, resgatado, dinheiro entrando, fluindo para dentro da instituição. • As flechas para baixo representam fluxos de caixa negativos, ou seja, dinheiro pago, investido, dinheiro saindo, fluindo para fora da instituição. • Onde não existem flechas desenhadas não há ocorrência de fluxos de caixa. • Sempre que dois ou mais fluxos de caixa ocorrerem ao mesmo tempo (no mesmo ponto da linha de tempo do diagrama) será considerado o seu valor líquido (soma ou diferença deles). Exemplos de Fluxos de Caixa 1. Uma pessoa investiu R$ 600,00 numa modalidade de aplicação que pagava juros capitalizados mensalmente, obtendo, após 6 meses, um montante de R$ 750,00.

2. Uma pessoa planeja depósitos mensais de R$ 100,00 em uma caderneta de poupança, sendo o primeiro depósito feito logo no início do primeiro mês, o segundo no início do segundo mês, e assim sucessivamente, até o quinto depósito e deseja prever qual será o montante que terá naquele momento.

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3. Uma loja oferece duas opções de pagamento ao vender determinado bem: - pagamento à vista no valor de R$ 500,00 ou - pagamento em 6 parcelas mensais de R$ 100,00, vencendo a primeira na data da compra.

EQUIVALÊNCIA DE CAPITAIS - O Problema Fundamental do Análise financeira Freqüentemente todos nós vivemos situações onde devemos escolher entre duas ou mais alternativas de pagamento ou de investimento. É claro que, diante destas situações, procuramos escolher a opção que nos seja mais vantajosa. No entanto, a grande maioria das pessoas faz a sua opção movida por critérios emocionais, influenciados por aparências e pelo conforto do raciocínio simplista, em vez de usar critérios racionais apoiados na solidez dos resultados de uma análise financeira escrupulosa. O resultado da opção ditada pelos critérios emocionais é quase sempre desastroso, implicando em diminuição dos rendimentos ou até mesmo em sérios prejuízos. Entre os métodos capazes de nos auxiliar na escolha racional da melhor alternativa para uma transação financeira, o da comparação dos valores atuais é provavelmente o mais difundido. Capitais Equivalentes Dois conjuntos de capitais, com datas diferentes, são ditos equivalentes quando, transportados para uma mesma data e a uma mesma taxa de juros, produzirem, nesta ,data, valores iguais. A data para a qual os capitais são transportados é denominada data focal. Exemplo: Certo título tem valor nominal de R$ 10.000,00 e vencimento dentro de quatro meses. Qual o valor pelo qual ele deverá ser resgatado hoje, se a taxa de juros considerada é de 1 % a.m. ? Solução: Inicialmente, construímos o diagrama de fluxos de caixa correspondente:

Como a data focal é anterior à data do título, devemos fazer uma descapitalização: VA = 10.000,00 (1 + 0,01)
4

=

10.000,00 ≅ 9.609,80 1,040604

Isto significa que os R$ 10.000,00 com vencimentos dentro de 4 meses são equivalentes aos R$ 9.609,80 com vencimento imediato. Portanto, o título deverá ser resgatado por R$ 9.609,80. Fluxos de Caixa Equivalentes Dois fluxos de caixa são ditos equivalentes quando, ao transportarmos para uma mesma data e à mesma taxa de juros as entradas e saídas de cada um deles, as somas dos valores presentes encontrados for a mesma nos dois fluxos. Exemplo: Uma dívida deve ser resgatada em 4 meses por R$ 2.431,02. Entretanto, o devedor sugere a quitação da mesma em dois pagamentos, sendo o primeiro deles, daqui a três meses, de R$ 1.157,63 e o segundo, três meses depois, de R$ 1.340, 10.

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Mostrar que o plano de pagamento proposto pelo devedor é equivalente ao original se considerarmos uma taxa de juros compostos de 5% a.m. Solução: Vamos transportar para a data focal zero cada um dos valores a serem pagos: 1º Fluxo (do plano original):

Como desejamos "voltar no tempo" por 4 meses o valor dado, faremos uma descapitalização: M = C x (1+0,05)4 2.431,02 = C x 1.21551 2.431,02 C= = 2.000,00 1,21551 2º Fluxo (do plano sugerido pelo devedor):

Transportando os valores dos dois pagamentos para a data focal zero, teremos: MA = A ⋅ (1 + 0,05)3 1.157,63 = A ⋅1,15763 A= 1.157,63 = 1.000,00 1,15763 MB = B ⋅ (1 + 0,05)6 1.340,10 = B ⋅1,34010 B= 1.340,10 = 1.000,00 1,34010

A + B = 2.000,00 Como a soma dos capitais do segundo fluxo na data focal zero é igual ao capital do primeiro, na mesma data, podemos dizer que os dois financiamentos são equivalentes. Atenção: No regime de juros compostos a escolha da data focal não altera a equivalência. Podemos, assim, optar pela data mais conveniente para os cálculos de cada problema. Exemplo: Na situação proposta no exemplo anterior, verificar que os dois planos são equivalentes utilizando a data focal 6. Solução: Vamos transportar para a data focal 6 todos os valores a serem pagos em cada um dos dois fluxos e compará-los: 1° Fluxo:

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tem duas taxas internas de retorno distintas (10% a.340.verifique!). uma entrada de $2. podemos observar que eles a satisfazem: A = 1. a cada de seus funcionários.63 x (1.000. quando apresentam: a) os mesmos valores de aplicações nas datas iniciais e aplicações diferenciadas nas demais datas. d) Três. A empresa Y paga salário de Cr$ 14.157.44 = 0.Analista de Finanças e Controle Externo) A empresa X paga.431. d) o mesmo prazo total para suas aplicações. e 20% a.680.00 no início do segundo mês e uma saída de $1.).02 x 1. Os fluxos de caixa podem admitir várias.340.02 x (1. Utilize as aproximações: log 1.63 x 1.16.2. log 1. à mesma taxa de juros.00 no fim do primeiro mês e uma entrada de $2. uma saída de $2.300.340.00 no fim do segundo mês. 2.00. uma única.m. uma saída de $2. a) Seis. ou nenhuma taxa interna de retorno.000.680.431.00 no início do primeiro mês. não tem taxa interna de retorno (tente provar). com reajuste semestral de 60%.340.10 Substituindo os valores encontrados para A e B na equação de equivalência.04.210.m. b) o mesmo valor atual. c) Quatro.340. log 1. Taxa Interna de Retorno Taxa interna de retorno de um fluxo de caixa é uma taxa de juros que iguala o valor atual de todas as entradas com o valor atual de todas as saídas de caixa. a taxa interna de retorno corresponde à taxa de juros do financiamento.00 no fim do segundo mês e uma entrada de $1.320.00 no fim do terceiro mês .05) 3 B = 1.6 = 0.157625 B = 1.1025 A = 2.100.00 no início do terceiro mês.2°Fluxo: Para que os dois fluxos sejam equivalentes na data 6 é preciso que a soma dos capitais de primeiro fluxo na data 6 seja igual à soma dos capitais do segundo fluxo nesta mesma data: A = 1.m.00.000.000.20 B = 1. em qualquer data. b) Cinco.05) 2 A = 2.20 = 2.00 no início do primeiro mês.10 2. podemos concluir que os dois fluxos de caixa são equivalentes para a data 6. pois a soma dos valores atuais de todas as parcelas deverá ser exatamente igual ao valor atual do financiamento. com reajuste mensal de 10%.680. tem uma única taxa interna de retorno (10% a.400. (TCU . TESTES 1.000.157. (ESAF) Dois esquemas financeiros são ditos equivalentes.000.10 + B 2. 2) O fluxo composto por uma saída de $1.100. 84 .000. 3) O fluxo composto por uma entrada de $1.680.10 + B (equação de equivalência) Calculando os valores A e B teremos: A = 2. No caso da compra de um bem com pagamento financiado em n prestações (uma entrada e n saídas).20 Portanto. salário de Cr$ 10.20 = 1. a uma determinada taxa de juros. sendo equivalentes as taxas de juros de aplicação. . Exemplos: 1) O fluxo composto por uma entrada de $1.10 + 1. Indique o número de semestres após os quais o salário na empresa Y começará a ser menor que na empresa X.00 no fim do primeiro mês. c) a mesma soma de pagamentos nos seus perfis de aplicação.1 = 0.

00 c) CR$ 700. Os dois títulos.000.00 c) CR$ 210. (Banco Central/94-Superior) Tomei emprestados CR$ 1. com acréscimo de 5% sobre o preço de tabela.pagamento à vista.00 e) CR$ 831. liquidei a dívida.000.00 b) CR$ 665.00 d) CR$ 726. O valor desse último pagamento foi de: a) CR$ 660.500. (ESAF) Sejam dois títulos com as seguintes características: A) um certificado de depósito a prazo. (CESPE/Espec.000. com vencimento em 3 meses.00 a juros compostos de 10% ao mês. Se o banco que realizará esta transação opera com uma taxa racional composta de 25% a. Um mês após o empréstimo. no ato da renovação de matrícula. com 4% de desconto sobre o preço de tabela. em 4 meses.00 e dois meses após esse pagamento.000. efetuado 17 meses atrás. valem: a) Cz$169.pagamento em 30 dias.00. paguei CR$ 500. Os rendimentos são tributados em 8% (Imposto de Renda) no ato do resgate.000.00 d) CR$ 215. (Banco Central/94-Superior) Considere o fluxo de caixa abaixo: Período Valor 0 -100 1 80 2 X (Ano) (Milhares de URVs O valor de x para o qual a taxa interna de retorno anual é igual a 10% é: a) 25 b) 26 c) 28 d) 30 c) 33 ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTO Testes 1.m. B) uma promissória de Cz$ 112.000.e) Essa possibilidade jamais ocorrerá.00 6.603 b) Cz$173. à Educ.000.568.204 e) Cz$185.204 4. 3.00 5.pagamento em duas vezes. isto é. sendo 50% no ato da renovação da matrícula e 50% um mês após. vencível de hoje a 7 meses. ambos com o mesmo valor nominal de CR$ 100.000. no dia 5 de janeiro.-FEDF/96) Uma escola oferece as seguintes opções para o pagamento da taxa de matrícula. desprezados os centavos.00. em uma aplicação financeira com uma taxa mensal de rendimento de: a) 5% b) 10% c) 20% d) 25% e) 30% 2. que pode ser resgatada mediante desconto racional composto de 5% ao mês. de Cz$ 50.00 b) CR$ 205. de Assist. qual será o valor do novo título? a) CR$ 200. II .000.desconto de 10% para pagamento à vista II .000. se resgatados hoje. O vendedor propõe a um comprador as seguintes alternativas de pagamento: I . (Metrô-Assistente Administrativo-2°G-IDR-94) Um comerciante deve dois títulos. O vencimento do primeiro ocorre dentro de 2 meses e o do segundo. (CESPE/PMDF/96) O preço de um televisor de 20 polegadas da marca Alpha é R$ 400.000..000. deve investir a diferença entre os valores que seriam pagos em 5 de dezembro. nas modalidades I e II .00. quando efetuada no dia 5 de dezembro: I .000. 85 . Um pai de aluno não quer ter lucro nem prejuízo. mas ele deseja substituir ambos os títulos por um outro.603 c) Cz$177. Para tanto. optando por qualquer uma das duas modalidades de pagamento. f) Desconheço a resposta correta.00.395 d) Cz$181. se optar por II. que rende juros compostos de 4% ao mês.

b) Os valores atuais de entradas líquidas. d) O valor atual do fluxo de caixa. vencendo a primeira no ato da compra. líquidos.I . julgue os itens a seguir. no fim do primeiro mês. uma aplicação.à vista.00.II e) III . II .25% c) 9. de aluguel por ano. outro desembolso. Assim. de R$ 5. da mais vantajosa para a menos vantajosa: a) l . é igual a R$ 4. com idêntico prazo de maturação. assinale a opção que indica as formas de pagamento.5% e) 9.I .00. (CESPE/Assist. terá prejuízo se vender seu imóvel por quantia inferior a 122. 86 . por R$ 900.200 reais. . assinale a opção que indica as escolhas que Fernando pode fazer. capitalizados anualmente. de Admin. no fim do terceiro mês. em ordem decrescente de vantagem para ele. II . a segunda opção será melhor que a primeira somente quando a taxa de juros mensal for maior que 50%.III b) I . b) Pressupondo que o mercado imobiliário esteja em equilíbrio e que a taxa de juros real seja de 10% ao ano e seja constante. X representa uma porcentagem do preço à vista do televisor igual a: a) 9% b) 9. (CESPE/UnB .00. Para o comprador.NOVACAP/96) Paulo quer comprar um refrigerador e tem as seguintes alternativas: I . é exatamente igual a R$ 19.I e) II .III . Pressupondo que a taxa de crescimento demográfico seja constante e igual a 2% anuais. Admin. para um investidor. isto é. d) Se em dado momento a importância de 100 reais é aplicada a juros compostos de 4% ano a ano.00.III c) III .00.Senado Federal/96) Uma alternativa de investimento possui um fluxo de caixa com um desembolso de R$ 10. Supondo que ele possa aplicar o dinheiro a uma taxa de 4% ao mês. a primeira devida no ato da compra. (CESPE/Aux.000. e duas entradas líquidas mensais de R$ 11.16 reais de juros.100. vencendo a primeira um mês após a compra.NOVACAP/96) Fernando possui uma quantia suficiente para adquirir um aparelho de som.II .I 5.000.725% 3.II . respectivamente.em duas prestações mensais e iguais. com 20% de desconto. a) Um bem pode ser adquirido por 100 reais à vista ou em 2 (duas) prestações fixas de 60 reais.à vista. III . Considerando uma taxa nominal de juros de 120% ao ano.II .III .I d) III . III . (CESPE/UnB .Considere X como sendo a diferença entre os preços do televisor para pagamento em 30 dias e para pagamento à vista.TCU/AFCE/95) Julgue os itens que se seguem. tanto efetivas quanto nominais.00.I . e) No fim do terceiro mês. que lhe renda juros simples anuais de 10% e outra. ao final de 2 (dois) anos terá rendido a importância de 8.III b) II . no fim do primeiro mês. em ordem crescente de vantagem para Paulo: a) I . capitalizados anualmente.02) razão log 2 6. têm o mesmo significado e assumem valores iguais quando se trata de fluxo de caixa. 00. no início do primeiro mês. vencendo a primeira no ato da compra. com vencimento em 2 (dois) anos. o montante do fluxo de caixa é negativo.II c) II .em três prestações mensais e iguais a R$ 350.em três prestações mensais e iguais. c) Será indiferente.II .00.000.00. no final do segundo e do terceiro meses.000. que lhe renda juros compostos de 8% ao ano.III .em duas prestações mensais e iguais a R$ 500. c) A soma dos montantes dos desembolsos.II d) III .000 reais (Considere que o aluguel possa manter-se constante durante toda a vida do proprietário). o proprietário de um imóvel que conseguir 1. a) As taxas anuais.000. e) Um demógrafo deseja determinar em que ano a população de certo país dobrará. Admitindo que a taxa de rendimento das aplicações financeiras seja de 3% ao mês. mas a loja oferece três formas diferentes de pagamento: I .00 e R$ 12.I 4. vencendo a primeira no ato da compra.000.375% d) 9. sem desconto. ao final do primeiro mês. somam R$ 20. o demógrafo terá de calcular o valor da log (1. com 10% de desconto. .

.quando os pagamentos não ocorrem a intervalos de tempo iguais..os valores dos termos são todos iguais. R 3. renda não-periódica . Quanto ao número de termos: renda temporária . ser paga no dia da compra (enTrada). Compra de um No fim do primeiro bem financiado período. constantes e periódicas.. assumiremos a renda como postecipada por tratar-se do tipo mais freqüente... R 2.00 sujeitas a juros compostos de 5% a..mensais. vencenou da assinatura do a 1ª prestação do contrato. Quanto à periodicidade dos seus termos: renda periódica ..RENDAS CERTAS Denominamos renda à sucessão de valores R 1.00 capital acumulado..05) 2 = 110. Compra de um Apor certo número bem financiado de períodos a con.em prestações tar da data da com.m.. aquelas que sejam temporárias. ou seja.. 4.25 2ª parcela:100 x (1. Neste tópico limitaremos o nosso estudo às rendas certas.. 2. vencendo a 1ª prestação pra ou do contrato. . As rendas podem ser classificadas sob diversos aspectos: 1... 6 meses após a compra. usados para constituir-se um capital ou para pagamento parcelado de uma dívida. renda perpétua . 315.. Cada um dos valores R chama-se termo ou parcela ...05) = 105. Quanto ao valor de cada termo: renda constante .os valores dos termos não são todos iguais.....Rendas Postecipadas Consideremos uma renda postecipada (1ª parcela no fim do 1° mês) composta por três parcelas mensais de R$ 100. CAPITALIZAÇÃO (OU ACUMULAÇÃO DE CAPITAL) I .. 3. a contar em 6 prestações da data da compra mensais... conforme ilustra o diagrama de fluxos de caixa abaixo: O capital acumulado ao fim do terceiro mês será: 1ª parcela: 100 x (1.00 3ª parcela:100 = 100. Quando o enunciado de um problema não deixar claro o tipo da renda em relação ao vencimento do primeiro termo.o número de termos é finito.25 87 ..o número de termos é infinito. renda variável . 1 mês após a data da compra. Quanto à data de vencimento do primeiro termo: TIPO DE RENDA VENCIMENTO DO 1º TERMO EXEMPLO ANTECIPADA POSTECIPADA (OU IMEDIATA) DIFERIDA (OU COM CARÊNCIA) Compra de um bem financiado em 4 prestações No dia da compra mensais devendo ou na assinatura a 1ª prestação do contrato..quando os pagamentos ocorrem a intervalos de tempo iguais........

25.25 = R x 7. (1 + i)n -1 i O fator que multiplica o valor R da prestação é denominado fator de acumulação de capital de uma série de pagamentos e é representado por s n i .m. Calcular o montante gerado por 12 depósitos mensais e consecutivos de R$ 200. 2 . na data n. os problemas relativos à acumulação de capital costumeiramente vêm acompanhados de uma tabela que indica os valores de sn i para cada valor de n e de i dentro de uma certa faixa (ver tabela 2 na página 111). acrescidas dos seus respectivos juros e postas em ordem crescente uma a uma formaram uma progressão geométrica (P.As parcelas mais antigas foram acumulando mais juros de modo que estas parcelas. para conseguir um montante de R$3. será dado por: S = R.40.086.086. temos: S = Rx s n i 3. a soma S dos três termos desta P. EXERCÌ CIOS RESOLVIDOS 1.086.G. se as aplicações são feitas ao fim de cada mês? Solução: Temos n = 6. (1 + i = 1. obtemos o fator: S6 10 =7. (1.40 Portanto. Consultando a tabela 2 .05 como razão.00 (é a prestação procurada) 7. obtemos: s„li = 14. n = 12 e i = 3% Consultando a tabela 2 para n = 2 e i = 3%.19203 ≅ 2.05) e do número de termos (n = 3) pela expressão: S = 100.G.00. considerando que os depósitos sejam todos feitos ao final de cada mês..m. portanto. trabalhoso.1 = 315.838.05 . e poderia ser calculado em função do valor da parcela (R = 100). Qual o valor da aplicação que devo fazer mensalmente. i = 10% e S = 3. como seu primeiro termo e 1 + i = 1. via de regra. da razão da P.71561 Assim.71561 88 . aplicadas ao fim de cada um dos n períodos e sujeitas à taxa composta de i por período. o valor do capital acumulado S.19203 O montante é dado pelo produto do valor da parcela pelo fator encontrado na tabela 2 : S = R x s n i = 200 x 14. Como o cálculo de s n i é.) que tem o valor da parcela.G.838. Solução: Temos R = 200.25 = 400.25. R$ 100.00.05)3 .086. o montante procurado é R$ 2. O capital acumulado ao fim do terceiro mês é.1 Generalizando para n parcelas de valor R.71561 Portanto: R = 3.. durante 6 meses e à taxa composta de 10% a.25 1. à taxa de 3% a.

..00 4ª parcela:... no início de cada mês.. o pagamento da quarta e última parcela ocorrerá no início do quarto mês.. (1 + i = 1..m.. na data n.25 3ª parcela: 100 x (1.....76 2ª parcela: 100 x (1. que o capital acumulado ao fim do terceiro mês (n = 3) é a soma S de quatro termos em P.... Um poupador deposita mensalmente a quantia de R$ 200.05) e do número de termos (n + 1= 4) pela expressão: S = 100 ⋅ (1. ou seja.1 = 431......... o valor do capital acumulado S.G.05) = 105. 100. aplicadas no início de cada um dos n períodos e sujeitas à taxa composta de i por período...05) 3 = 115.......00 capital acumulado..1 Generalizando para n+ 1 parcelas de valor R.. → i = 0.01 Observamos.05)4 .1 i ou seja: S = R ⋅ s n+1 i EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1.02 89 . 431.00.m... m. Qual será o valor do capital acumulado em 6 meses se o primeiro depósito ocorrer no início do primeiro mês e considerarmos uma taxa de juros composta de 2 % a... conforme ilustra o diagrama de fluxos de caixa abaixo: Como as parcelas são pagas antecipadamente.... será dado por: S =R⋅ (1 + i) n+1 .. da razão da PG..... então. sujeitas a juros compostos de 5% a.05)2 = 110.. O capital acumulado até a quarta parcela (inclusive) será: 1ª parcela: 100 x (1... Podemos calcular o capital acumulado (S) em função do valor da parcela (R = 100).....01 1.II....05 . em n = 3...00...? Solução: Vamos observar o diagrama de fluxos de caixa correspondente: Temos: valor da prestação: R = 200 número de períodos: n = 6 (meses) número de depósitos: n + 1 = 7 taxa ao período: 2% a. Rendas Antecipadas Consideremos uma renda antecipada (1ª parcela no início do 1° mês) composta por 4 parcelas mensais de R$ 100....

seria R$ 1000. AMORTIZAÇÃO Considere uma dívida que deve ser paga em prestações periódicas e com vencimentos ao fim de cada período.000 x (12. O valor de S nos dá o montante na data 9. os juros relativos a um determinado período. concluímos que o valor do capital acumulado em 6 meses será de R$ 1. 2.000 X S11 3 Agora. na mesma data.80 Deste modo. Desejando formar um certo capital. o último depósito ocorreu na data 9.80. s n+1 i = 200 x s 7 2 = 200 x 7. isto é. a cada seis meses. Os diferentes critérios utilizados para a composição dos valores das parcelas são chamados de sistemas de amortização. é útil considerarmos cada prestação como sendo o resultado da soma de duas partes componentes básicas: juro e cota de amortização. a cada período. Assim. Qual foi o valor resgatado se o aplicador não efetuou depósito algum na ocasião? Solução: Como não houve depósito no momento da retirada.807.00 reais maior do que X: X + 1. dizemos que ela está sendo amortizada.000 x S 11 3 .000 X = 1-000 x (S 11 3. dez depósitos. Quando a dívida vai sendo paga. teremos: X = 1. As prestações devem ser suficientes para restituir o capital financiado bem como pagar os juros originados pelo financiamento do capital.486.86. Ao estudarmos um sistema de amortização.807. Amortização de uma dívida.43428 (s 7 2 foi obtido na tabela 2 ) = 1.486. o aplicador resgata o montante acumulado.000 = 1. então.80780 X = 11. concluímos que o valor do resgate após os 5 anos foi de R$ 11. portanto. isolando o nosso X. que é 1 período (6 meses) anterior à data do resgate. Cinco anos após o início do investimento. De zero (1° depósito) a nove temos. ao fim do décimo semestre. Para encontrar o valor resgatado X poderíamos calcular S e depois capitalizá-lo por mais 1 período: 1°) S = 1. teríamos um total de 11 depósitos e o valor do resgate.000 x 11. então.80780 -1) X = 1. somente sobre o saldo devedor (saldo da dívida). serão acrescidos ao saldo devedor. teremos: S S S S = R.Substituindo os elementos encontrados na expressão que nos dá o capital acumulado.86 Deste modo. um aplicador faz. um depósito de R$ 1.1.000.1) X = 1. quando não pagos. 00 em uma conta remunerada que paga juros compostos de 3% ao semestre.000 X S10 2°) X = S x (1+i) 3 Mas poderemos obter o valor X resgatado de modo mais rápido utilizando um outro raciocínio: Se houvesse um depósito também na data do resgate. Admitiremos sempre que os juros tenham taxa constante e sejam calculados. é o processo de extinção progressiva da dívida através de prestações que deverão ser pagas periodicamente. valor da prestação = (juro) + (cota de amortização) 90 .

Para usá-lo corretamente devemos lembrar que: 91 . é sempre igual à diferença entre o valor da prestação e o juro pago na mesma.79. EXERCICIOS RESOLVIDOS 1. a cota de amortização é constante. com a primeira parcela vencendo somente um mês após a compra. Observação: Algumas vezes dispomos apenas da tabela com os valores de an i que é o fator que nos dá o valor atual (valor financiado). sendo menor a cada nova prestação. às vezes denominado Sistema Price.21632 = 129. à taxa composta de 8% ao mês. temos: R=Px 1 a6 8 1 = 0. Qual será o valor da prestação deste financiamento? Solução: Temos P = 600.1 (para pagamentos postecipados) • O juro pago em uma dada prestação é sempre calculado sobre o saldo devedor do período imediatamente anterior. onde P é o valor financiado (principal). i = 8% a. com pagamentos postecipados. Um televisor que custa R$ 600.em cujas prestações. todos com prestações periódicas: • Sistema Francês ou Price . sendo freqüentemente indicado pela expressão 1 an i • Os valores da tabela Price admitem sempre que as prestações são postecipadas (pagas ao fim de cada período). apresenta as seguintes características: • O valor da prestação R é constante e periódico. • Sistema de Amortização Constante (SAC) .com prestações de valor fixo. podendo ser obtido pela fórmula abaixo.21632 a6 8 R = 600 x 0. e n = 6 meses. que têm valores decrescentes.79 (valor da prestação) Portanto. • A cota de amortização.onde cada uma das prestações tem valor igual à média aritmética dos valores das prestações correspondentes nos sistemas Francês e SAC. • Sistema de Amortização Misto (SAM) . Fator da tabela Price: Assim. o valor da prestação será de R$ 129.00 deve ser financiado em 6 pagamentos mensais e iguais. Sistema francês ou Price O sistema Francês.m. em uma dada prestação. R =P⋅ (1 + i) n ⋅1 (1 + i) n . • O valor da expressão que calcula R em função de P pode ser encontrado pronto. na chamada tabela Price (ver tabela 3 na página 112). para cada taxa i e cada quantidade n de períodos.Dentre os diversos sistemas de amortização conhecidos destacaremos três. sendo maior a cada nova prestação.

apresentará valores decrescentes. podemos escrever: n P n. Um conjunto de móveis para sala de jantar está sendo vendido numa loja por R$ 3. o valor do juro vai ficando menor a cada prestação que. Assim. Admitiremos em nosso estudo somente o caso de prestações postecipadas. Sistema de Amortização Constante (SAC) No sistema de amortização constante.28 e n = 12 Dividindo R por P.k) ⋅ 92 .000.28 = 0. com pagamentos ao final de cada período a partir do primeiro. Como o saldo devedor decresce a cada período. sem entrada. Cálculo da Cota de Amortização Como a cota de amortização é constante. a cota de amortização é constante em todas as prestações e o juro pago em cada uma das prestações corresponde ao total do juro sobre o saldo devedor do período anterior.000 Como n = 12.k) ⋅ A Como A = P . encontraremos um fator da tabela Price. devemos procurar este fator na linha 12 da tabela Price.R = 1 x p então P = R ⋅ a n an i i 2. a taxa de juros mensais deste financiamento é de 10%.28. observaremos que ele se encontra na coluna de i = 10%.00 à vista ou em 12 prestações mensais de R$ 440. restando então n . R 1 = P a12 i 440. Portanto.k = ⋅P n n P n SDk =(n . podemos obtê-la dividindo o valor financiado P pelo número de prestações do financiamento n: Cota de Amortização: A = Cálculo do Saldo Devedor Ao pagarmos k prestações pelo SAC. assim. ou seja. R = 440. o saldo devedor imediatamente após o pagamento da prestação de número k será: SDk =(n.000. Desta forma. Qual é a taxa mensal de juros que está sendo praticada neste financiamento? Solução: Sabemos que P = 3. teremos amortizado k cotas de amortização.k cotas de saldo.14676 (fator da tabela Price) 3.

00 valor da 1ª parcela . Solução: a) Juro pago na 7ª prestação: Como 6 das 10 cotas de amortização já foram pagas nas 6 primeiras parcelas.. será 5% de R$ 2.00 + juro pago na 1ª parcela .. 1 = 750. Portanto.. a componente de juro em cada uma das prestações corresponde ao total do juro calculado sobre o saldo devedor do período anterior. resta um saldo devedor de 4 cotas de amortização: Cota de amortização: A = 5000 = 500 10 Saldo devedor: SD = 4 ⋅ A = 4. Considerando que o financiamento seja feito pelo Sistema de Amortização Constante a uma taxa mensal de 5%.000. o saldo devedor é igual ao valor do empréstimo que é de R$ 5. b) o total dos juros pagos durante o financiamento.. Um financiamento de R$ 5. obteremos a expressão: J k = (n-k+1) ⋅A ⋅ i Obs.000.500 = 2.m. A = 500..000 O juro pago na 7ª parcela.00 J7 = 0. portanto.k +1 é o número ou ainda: de prestações a partir de k.. n ....05 x 2000 = 100.Cálculo do Juro Como já afirmamos anteriormente.000.. c) o valor da primeira parcela.J1 = 250.. Sendo i a taxa de juro ao período. teremos: Cota de amortização .00 deverá ser pago em 10 prestações mensais e consecutivas.00 pelo SAC deverá ser pago em 10 prestações mensais e consecutivas. b) o valor do juro pago na primeira prestação.05 x 5000 = 250. o valor J k do juro pago na prestação de número k será calculado sobre o saldo devedor imediatamente após o pagamento da prestação de número k .. vencendo a primeira 30 dias após a liberação do dinheiro..00 c) Valor da primeira parcela: Uma vez que as parcelas são formadas por uma cota de amortização mais juro.000 e n = 10 Cota de amortização: A= P 5000 = = 500.00 R 2..1. Um empréstimo de R$ 5. Assim. Solução: a) Cálculo da cota de amortização: Temos P = 5. teremos: Jk = i • SD k-1 Desenvolvendo a expressão do saldo devedor SD k-1.00 n 10 b) Juro pago na 1ª prestação: Como não há qualquer parcela paga. coro juros de 5% a.: n .k +1 Jk = ⋅ P ⋅i n EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1.. Determine: a) o valor do juro pago na sétima prestação.000. pede-se: a) o valor da cota de amortização..00. sem carência.00 93 . o juro pago na primeira parcela será: S D = 5000 e i = 0..05 J1 = 0.

12950  n = 10  a10 5 R = P⋅ 1 a 10 5 R = 5000 x 0. 9A..375. tanto a componente do juro quanto a da cota de amortização de uma dada parcela serão também as médias aritméticas dos valores correspondentes pelos sistemas Francês e SAC. 7A. 6A. A = 500.50 2°) Cálculo da 7ª prestação pelo SAC Cada prestação é composta de uma cota de amortização (que é constante no SAC) mais o juro sobre o saldo devedor do período anterior.05 e A em evidência. Em conseqüência.05 x 9A + 0.00 Sistema de Amortização Misto (SAM) Neste sistema.12950 = 647.m. 2A e 1 A O valor do juro pago em cada uma das prestações é calculado sobre o saldo devedor correspondente.b) Total dos juros pagos Observe que os saldos devedores. teremos: Jtot = 0. 5A. antes do pagamento de cada uma das dez prestações podem ser indicados em função do valor A da cota de amortização por: 10A. cada uma das prestações é a média aritmética das prestações correspondentes calculadas pelo Sistema Francês e pelo SAC.05 = 100.05 x 8A+. com juros de 5% a.05 x A x 55 Substituindo o valor da cota de amortização..00 94 . 3A.05 x 500 x 55 Jtot = 1. 4A. +3 1) 14 9 2 + 44 4 termos em P. Então o total dos juros pagos ao longo de todo o financiamento é: Jtot = 0.00 n 10 Valor do juro na 7ª parcela: J7 = SD 6 ⋅ i J7 = 4 A ⋅ i J7 = 4 x 500 x 0. O juro pago em cada prestação corresponde ao total do juro sobre o saldo devedor do período anterior. calculado no item anterior.A. 8A. Jtot = 0. Um empréstimo de R$ 5.00 deverá ser pago em 10 prestações pelo SAM. obteremos: Jtot = 0.000. Cota de amortização: A= P 5000 = = 500.+0. à taxa de 5%.05 x 10A + 0..05 x A x (10 +4+ 84..00 Valor da 7ª prestação pelo SAC: R7 = A = J 7 R7 = 500 + 100 = 600.05 x 1A Colocando os fatores 0. EXERCÍCIO RESOLVIDO 1. Qual será o valor a 7°prestação? Solução: 1°) Cálculo da 7ª prestação no Sistema Francês P = 5000 tx = 5%  1 = 0.

A instituição financiadora cobra uma taxa de juros de 120% a.847 b) Cz$ 25. A taxa de juros é de 24% a.900 foi realizado com uma taxa de juros de 36% ao ano. mas pode ser financiado com 20% de entrada e a uma taxa de juros de 96% a.a.60 na compra de um equipamento. (ESAF) Uma roupa é vendida por Cz$ 4.00 95 .42 d) $ 88. e deverá ser liquidado através do pagamento de 2 prestações trimestrais.50 + 600 1. e paga mais 4 prestações mensais.83 c) $ 86. o montante imediatamente após o 20° depósito será de: a) 244.. "Tabela Price". sem entrada.a.6 URVs c) 10.847 c) Cz$ 31.000.2 URVs e) 10 URVs 3. O valor de cada prestação. capitalizados trimestralmente. Sabendo-se que o financiamento deve ser amortizado em 5 meses. o total de juros pagos pelo comprador é de. desprezados os centavos.847 d) Cz$ 33. (Banco Central/94-Superior) Depositando mensalmente 10 URVs em um fundo que rende 1 % ao mês.75 2 2 TESTES 1. iguais e consecutivas (primeiro vencimento ao final do primeiro trimestre. respectivamente: a) Cz$ 848 e 24. (AFTN/96) Um empréstimo de $ 20. O valor que mais se aproxima do valor unitário de cada prestação é: a) $ 10.000.881. e a taxa de juros efetiva cobrada.847 e) Cz$ 30.00 e) $ 95.8% c) Cz$ 878 e 26.4 URVs d) 10. (AFTN/96) Uma pessoa paga uma entrada no valor de $ 23.23 7.00 b) $ 76.847 4.00 à vista ou financiada em 5 prestações iguais.737 d) Cr$ 412. O valor da prestação.350. aproximadamente: a) 10. mensais.239 c) Cr$ 410. Um comprador ofereceu Cz$ 200. a primeira prestação sendo paga um mês após o empréstimo..8% e) Cz$ 858 e 24..00 de entrada e o pagamento do saldo restante em 12 prestações iguais. A 1ª prestação vence 1 mês após a compra. (Banco Central/94-Superior) Tomou-se um empréstimo de 100 URVs. são. utilizando-se a tabela "price". segundo vencimento ao final do segundo trimestre).898 e) Cr$ 420.a.00. A taxa de juros compostos é de 5% a.2 URVs d) 220 URVs e) 202 URVs 2.. (ESAF) O preço de um automóvel é de Cz$ 500.000.800. é: a) Cz$ 36. O valor de cada prestação é de.m. (AFTN/85) Um microcomputador é vendido pelo preço à vista de Cr$ 2.04 URVs b) 240 URVs c) 220.64 cada uma. iguais e sucessivas no valor de $ 14.652 b) Cr$ 408.8% 5.247 .000. capitalizados mensalmente (juros compostos).8% b) Cz$ 858 e 26.8 URVs b) 10. aproximadamente: a) Cr$ 403.3°) Cálculo da 7ª prestação peloSAM É a média aritmética entre as prestações correspondentes pelos sistemas Francês e SAC: 647.00 b) $ 10. em termos anuais.8% d) Cz$ 848 e 26.000. desprezados os centavos. para pagamento em 10 prestações mensais sucessivas iguais.225 6. a juros de 1% ao mês.50 = = 623. Com base nestas informações podemos afirmar que o valor que mais se aproxima do valor à vista do equipamento adquirido é: a) $ 70.00 c) $ 11.

. respectivamente. coroa}. a parcela referente à amortização do capital aumenta. {coroa}. C.. julgue os itens seguintes. Exemplos: a) Lançar uma moeda e observar a face superior: S = { cara.223.33 e) $ 12. Esse conjunto é chamado de espaço amostral ou conjunto universo do experimento aleatório. A. (CESPE/UnB . freqüentemente é possível descrever o conjunto de todos os resultados possíveis para o experimento. com taxa de juros de 10% ao mês. coroa}.43. Evento Certo Evento certo é aquele que compreende todos os elementos do espaço amostral. ao acaso. 7.56.433. podem produzir resultados diferentes. em conjunto. é possível descrevermos o espaço amostral de um experimento aleatório de mais de uma maneira.00 8. As variações de resultado são atribuídas a uma multiplicidade de causas que não podem ser controladas às quais. Como esse espaço amostral tem dois elementos.000. {cara}. 9. 3.d) $ 12.TCU/AFCE/96) Um empréstimo de R$ 600. Z. e) A parcela de amortização do capital. Evento Evento é qualquer um dos subconjuntos possíveis de um espaço amostral. de 20 peças retiradas de um lote que contenha 180 peças perfeitas e 15 peças defeituosas. utilizando-se o Sistema de Amortização Francês (Tabela Price).00 deverá ser liquidado em 6 prestações mensais e iguais a R$ 137. 4. c) Após o pagamento da primeira parcela. d) Na segunda prestação está incluído o valor da parcela de juros correspondentes aproximadamente a R$ 52. c) A escolha.600. Se A é um evento certo. o conjunto vazio e o próprio espaço amostral.. NOÇÕES DE PROBABILIDADE Experimentos Aleatórios Experimentos aleatórios são aqueles que. d) O resultado do sorteio de uma carta de um baralho com 52 cartas. Pode-se demonstrar que se um espaço amostral tiver n elementos. b) A medida que a parcela referente aos juros diminui. 2 bolas amarelas (A) e 6 bolas brancas (B). 11.57. e observar a cor: S = {V. b) A soma dos números encontrados no lançamento de dois dados.764. Exemplos: a) O resultado do lançamento de uma moeda (cara ou coroa). {cara. Observe que o primeiro e o último eventos indicados são.. 6. o saldo devedor é igual a R$ 522. É costume indicarmos os eventos por letras maiúsculas do alfabeto latino: A. na sexta prestação. Exemplo: O espaço amostral associado ao lançamento de uma moeda é S = {cara. 96 . 10. 5. Nessas condições. Espaço Amostral (S) Embora não se possa determinar exatamente o resultado de um experimento aleatório. chamamos de acaso. 12 } c) Extrair ao acaso uma bola de uma urna que contém 3 bolas vermelhas (V). existirão 22 = 4 eventos associados a ele: Ø. B. mesmo quando repetidos em idênticas condições. é igual ao saldo devedor obtido após o pagamento da quinta prestação. 8. B} Freqüentemente.235. coroa } b) Lançar dois dados e observar a soma dos números das faces superiores: S = { 2. a) A parcela de amortização do capital é obtida pela diferença entre o valor da prestação c o valor da parcela de juros.. Evento Elementar Um evento é chamado elementar sempre que possuir um único elemento (conjunto unitário). então A = S. então existirão 2 n eventos distintos associados a ele.

dizemos que o evento A não ocorre. O conjunto A compreende todos os elementos de S que não pertencem ao conjunto A: A =S-A Distribuição de Probabilidades Consideremos um espaço amostral com n elementos: S={e1. então A ( lê-se "complemento de A " ou "não-A " ) também será um evento. A e B de um mesmo espaço amostral. satisfazendo as seguintes condições: I. pi. A e B. então A e B são chamados eventos mutuamente exclusivos. chamado evento complementar de A.. as freqüências relativas representam estimativas de probabilidades. então P(A)=P(e) +P(e 2 )+. Numa amostra. 97 . e ocorrerá se.. e somente se. e 3. . procuramos sempre definir cada uma das probabilidades pi de modo que coincidam com o limite a que tenderia a freqüência relativa (fr) de cada elemento correspondente. chamado evento interseção. chamado probabilidade do evento { ei }. . Dizemos que os números p 1. chamado evento união. Evento Complementar Dado um evento A. então P(A) = 0... p 2 . Se A =∅ .. ei. e ocorrerá se. A não ocorrer. II. A ocorrer ou B ocorrer ou ambos ocorrerem. Ocorrência de um Evento Dizemos que um evento A ocorre se. Eventos Mutuamente Exclusivos Se A e B são dois eventos tais que A ∩ B = Ø. e indica-se P(A). II. pn definem uma distribuição de probabilidades sobre S. isto é. então A∩ B ( lê-se "A interseção B" ou ainda "A e B" ) também será um evento.Evento Impossível Evento impossível é aquele que não possui elementos.+p n = 1. ao realizarmos o experimento aleatório. então A ∪ B ( lê-se "A união B" ou ainda "A ou B" ) também será um evento. . o resultado obtido pertencer ao conjunto A. e 2. e somente se. e ocorrerá se. e somente se. Evento Interseção Dados dois eventos.. Se A≠ ∅ . De fato. Σ(Pi) =p 1 +p 2 + . Probabilidade de um Evento Seja A um evento qualquer de S. Se A é um evento impossível. a ocorrência de um deles exclui a possibilidade de ocorrência do outro. e somente se. Evento União Dados dois eventos.. da seguinte forma: I. 0 ≤ pi ≤ 1 para todo i. para todo e i ∈ A. Esta denominação decorre do fato de que uma vez que a interseção de A com B seja vazia não será possível que ocorram ambos simultaneamente. +P(ei).. quando o número de repetições do experimento crescesse ilimitadamente. e n} A cada um dos eventos elementares { ei } de S será associado um número. define-se a probabilidade do evento A. A e B ocorrerem simultaneamente... Caso contrário. então A = Ø.

e 2 .. Denotamos por P(A/B) a probabilidade de ocorrência de A dado que B tenha ocorrido (ou que a ocorrência de B esteja garantida). A ∩ B = ∅ ⇒ P(A ∪ B) = P(A) + P(B) T-5. A e B.1 e P 4 = 0. nº de casos possíveis 6 Propriedades das Probabilidades T-1. 11. e } é eqüiprovável se a ele estiver associada uma distribuição de probabilidades tal que: P1 =p 2 = p 3 . qual será a probabilidade de ocorrência do evento A={ e 1 . P(S) = 1 T-2.. Exemplos: 1 . com B ≠ ∅. 6 } P(A) = nº de casos favoráveis 3 = = 0.2 + 0. . e 3. O lançamento de um dado com a observação do número da face superior é descrito por um espaço amostral eqüiprovável. 3. 9. Já o lançamento de dois dados com observação da soma dos números das faces superiores pode ser descrito por um espaço amostra! não eqüiprovável. 6 } Evento: Ocorrência de um número par = { 2. decidimos que um espaço amostral é eqüiprovável a partir da observação de certas características do experimento.. Exemplo: Um dado é lançado e observamos o número na face superior do mesmo. . pois isso facilita a análise de diversos problemas..2.3 Espaço Amostral Eqüiprovável Dizemos que um espaço amostral S = (e 1. P 3 = 0. 6.. pois a probabilidade de que a soma seja 7 é maior do que a probabilidade de que a soma seja 12. Sempre que possível. S = { 2.. . 10. então a probabilidade de ocorrência de A será: P(A) = nº de elementos de A nº de elementos de S Na prática. e3 } ? Solução: P(A) = P(e1 ) + P(e 3 ) P(A) = 0.5 ou seja: 50%.. devemos procurar descrever os experimentos aleatórios por espaços amostrais eqüiprováveis. por exemplo. e n } é um espaço amostral eqüiprovável e A é um evento qualquer de S.Exemplo: Seja S = {e1 . 4. e 3 . 12 }. A ⊂ B ⇒ P(A) ≤ P(B) T-3. A probabilidade condicional pode ser calculada como: 98 . P( A ) = 1.P(A ∩ B) T-4. Probabilidade de um Evento num Espaço Amostral Eqüiprovável Se S = {e 1 . p 2 = 0. Nestas condições. 2 . e 2.. . Qual é a probabilidade de o número obtido ser par? Solução: Espaço amostral: S = { 1. 4.3. P ∪ B) = P(A) + P(B) .. 3. 8. e3 .=p n Normalmente. 7. 2. e 4} um espaço amostral com a seguinte distribuição de probabilidades: p 1 = 0. e 2 .4. 5. contamos o número de elementos de A como o número de casos favoráveis ao evento A e contamos o número de elementos de S como o número de casos possíveis. 4.P(A) Probabilidade Condicional Dados dois eventos. 5.1 P(A) = 0.

Se A e B são eventos independentes. 3. Portanto. dizemos que A e B são eventos independentes. 3. A e B s ã o independentes. a probabilidade de que a segunda bola seja branca. P(B/A) = P(B) = 3 5 6 3 = 10 5 Isso significa que os eventos A e B são independentes. 2. Qual a probabilidade de as duas retiradas resultarem em bolas brancas? Solução: A = { a 1ª bola é branca }. 3 } Condição: B = { ocorrer número ímpar } = { 1. 6 } Evento: A = { resultado menor que 4 } = { 1. P(A) = B = { a 2ª bola é branca } Como houve a reposição da primeira bola retirada da urna. teremos: A ∩ B = { as duas bolas são brancas } 99 . Exemplos: 1 . então: P(A ∩ B) = P(A) ⋅ P(B) 1/4 = 2/4. após a retirada da primeira bola. 2 . não será afetada pela ocorrência de A.P(A/B) = P(A ∩ B) num. Exemplo: Qual é a probabilidade de conseguirmos um número menor que 4 no lançamento de um dado. então a probabilidade de ocorrência de A e B será: P(A ∩ B) = P(A) ⋅ P(B) Esta última igualdade também é usada para verificarmos a independência de dois eventos. 4 } e os eventos A={2. 2. 5 } A ∩ B = { 1.3 } 2   P(A ∩ B)  6  2 P(A/B) = = = P(B) 3 3   6 Eventos Independentes Se a probabilidade de ocorrência de um evento A não é alterada pela ocorrência de outro evento B. Mostre que os eventos A e B são independentes. 4}. 4. com reposição. Considere o espaço amostral S={ 1. sabendo que o resultado é um número ímpar? Solução: Espaço Amostral: S = { 1. uma após a outra. 3. 2. 3} e B={3. P(A/B) = P(A) ⇔ A e B são independentes. Solução: Se A e B são independentes. São retiradas duas bolas. Em uma urna temos 6 bolas brancas e 4 bolas pretas. de elementos de A ∩ B = P(B) num. de elementos de B Lembrando que a última igualdade na expressão acima só será válida quando o espaço amostral for eqüiprovável. 5.2/4 1/4 = 4/16 1/4 = 1/4 Como a igualdade foi satisfeita.

. Se a bola sorteada é vermelha. algumas vermelhas e outras azuis. Jogando-se ao mesmo tempo dois dados honestos. a probabilidade de o produto dos pontos ser igual a 12 é de: a) 1/3 b) 1/6 100 ... Uma urna contém 50 bolinhas numeradas de 1 a 50.P(A ∩ B) = P(A) ⋅ P(B) 3 3 9 P(A ∩ B) = ⋅ = 5 5 25 Teorema de Bayes Sejam A1. P(V) =P(I ∩ V)+P(II ∩ V) = 3/l0+ 1/10 = 2/5 P(I/V) = P(I ∩ V) = P(V) 3 10 3 10 1 + 10 = 3 (10 ) = 3 4 (10 ) 4 A probabilidade de que a caixa escolhida tenha sido a I é igual a 3/4 = 75%... An . a probabilidade de que o número dela seja um múltiplo de 8 é: a) 3/25 b) 7/50 c) 1/10 d) 4/25 e) 9/50 2. qual a probabilidade de que ela tenha vindo da caixa I? Solução: I = { a caixa escolhida é a I} → P( I ) = 1/2 e II = { a caixa escolhida é a II} → P(II) =1/2 P(I ∩ V) = P( I ) ⋅ P( V / I) = 1/2 ⋅ 3/5 = 3/10 P(II ∩ V) = P( II ) ⋅ P( V / II) = = 1/2 ⋅ 1/5 = 1/10 V = { a bola retirada é vermelha }.. a probabilidade de a soma dos pontos ser igual a 5 é: a) 1/9 b) 1/12 c) 1/18 d) 1/36 e) 1/6 4 . ∪ A = S Se B é um evento qualquer de S. Uma urna contém 20 bolinhas numeradas de 1 a 20. então pode-se calcular a probabilidade condicional de A dado B como: P(Ai / B ) = P(Ai ∩ B) P(Ai ∩ B) = P(B) P(A1 ∩ B) + P(A2 ∩ B) + . . n eventos mutuamente exclusivo tais que sua união seja S. a probabilidade de que o número da bolinha sorteada seja múltiplo d e 2 o u d e 5 é : a) 13/20 b) 4/5 c) 7/10 d) 3/5 e) 3/4 3 .. Uma das caixas é escolhida ao acaso e dela sorteia-se uma bola. A1 ∪ A 2 ∪ A3 . Sorteando-se uma delas. + P(An ∩ B) Exemplo: Um conjunto de 15 bolas. Sorteando-se uma bolinha desta urna. nas condições anteriores. foi distribuído entre duas caixas de modo que a caixa I ficou com 3 bolas vermelhas e 2 bolas azuis... Jogando-se ao mesmo tempo 2 dados honestos. enquanto a caixa II ficou com 2 bolas vermelhas e 8 bolas azuis. A2 . EXERCÍCIOS 1. A3.

resultado igual a 6 somente em um dos dois lançamentos. 9. Se o resultado for par. considere as seguintes informações. A probabilidade de ocorrência de A ou B é: a) 5/12 b) 1/2 c) 7/12 d) 2/3 e) 3/4 10. Qual a probabilidade de que ocorra A mas não ocorra B? a) 1/4 b) 1/3 c) 5/12 d) 1/12 e) 1/24 101 . A probabilidade de ambos mostrarem números ímpares na face superior é: a) 1/2 b) 1/3 c) 1/4 d) 1/5 e) 1/6 6. em dois lançamentos consecutivos de um dado. As chances de obtermos. Dois dados são lançados sobre uma mesa. Um dado é lançado e o número da face superior é observado. Num jogo comum dado. A e B são dois eventos de um certo espaço amostral tais que P(A) =1/3. P(B) = 1/2 e P(A e B) = 1/4. a probabilidade de ocorrência de algo que não seja o evento A? a) 5/12 b) 1/2 c) 7/12 d) 2/3 e) 3/4 11.c) 1/9 d) 1/12 e) 1/15 5 . o jogador X ganha se tirar. no seu lance. um número maior ou igual ao conseguido pelo jogador Y A probabilidade de X ganhar é: a) 1/2 b) 2/3 c) 7/12 d) 19/36 e) 3/4 7. Qual é a probabilidade de ocorrência de não-A. são de: a) 1 para 12 b) 20% e) 30% c) meio a meio d) 5 contra 13 e) 30% Para responder às questões 9 a 12. Qual a probabilidade de ocorrência de A dado que B tenha ocorrido? a) 1/2 b) 7/12 c) 2/3 d) ¾ e) 4/5 12. isto é. a probabilidade dele ser maior ou igual a 5 é de: a) 1/2 b) 1/3 c) 1/4 d) 1/5 e) 1/6 8.

de pontos . A probabilidade de que a bola seja vermelha é igual a: a) 109/180 b) 1/135 c) 9/15 d) 3/5 e) 17/45 15. No problema anterior.7% e) 80% NOÇÕES DE ESTATÍSTICA Gráficos O objetivo da apresentação de dados na forma gráfica é facilitar a compreensão e a comparação dos mesmos uma imagem vale mais que mil palavras. A.composição (retangular ou de setores) .de superfícies . contendo bolas vermelhas e brancas com a seguinte distribuição: Urna I: 2 vermelhas e 3 brancas Urna II: 3 vermelhas e 1 branca Urna III: 4 vermelhas e 2 brancas Uma urna é sorteada e dela é extraída uma bola ao acaso. dinâmica e agradável dos dados. B e C. Entretanto. Sendo assim.cartograma . Sorteia-se uma urna e dela retira-se.cartogramas (mapas) Quanto à função: • gráficos de informação: .3% c) 40% d) 66. Um destes estudantes é escolhido ao acaso para responder à pergunta. ao acaso. Uma urna I contém 2 bolas vermelhas e 3 bolas brancas e outra.pictogramas (figuras) . como se pode observar freqüentemente lendo jornais. II.porcentagens complementares . a probabilidade de B fazer o mesmo é 20%. Qual a probabilidade de que a resposta esteja correta? a) 20% b) 30% c) 40% d) 50% e) 60% 16. estima-se que a probabilidade de que A responda corretamente uma certa pergunta é igual a 40%.de linhas .13. contém 4 bolas vermelhas e 5 bolas brancas.colunas ou barras . Na composição de um gráfico podem ser utilizadas as mais diversas formas. considere que a pergunta foi feita a um dos três estudantes e este a respondeu corretamente. é de 60%. Numa equipe com três estudantes. cores e estilos. Classificação dos gráficos Quanto à forma: .estereogramas (tridimensionais) . Considere 3 urnas. alguns tipos de gráficos ajustam-se melhor a determinadas situações que outros. Qual é a probabilidade de que a bola seja vermelha e tenha vindo da urna I ? a) 1/3 b) 1/5 c) 1/9 d) 1/14 e) 1/15 14.pictograma . na a mesma tarefa. enquanto a probabilidade de êxito de C. Qual é a probabilidade de que o estudante tenha sido B? a) 25% b) 33. e revistas.estereograma • gráficos de análise: 102 . os gráficos devem realçar as diferenças de magnitude entre as grandezas. propiciando uma representação global. uma bola.

Exemplo: Percentuais das intenções de voto em 20/07/82 (dados fictícios) Pictogramas Os pictogramas são gráficos que usam figuras para representar quantidades.histograma .ogiva .gráfico em "Z" . Exemplo: Volume negociado na bolsa de valores de São Paulo – 1993 (R$ milhões) Quando as legendas das bases forem longas. especificativas ou em distribuições de freqüência onde a variável não é numérica ou é numérica inteira.diagrama cartesiano .de ponto de equilíbrio Detalharemos a seguir alguns dos gráficos mais utilizados.curva de freqüência . Gráficos em Barras e em Colunas São gráficos que comparam grandezas por meio de retângulos de mesma largura e de comprimentos diretamente proporcionais a estas grandezas.. os retângulos poderão ser dispostos verticalmente originando o gráfico em colunas.curva de Lorenz • de controle: . geográficas. originando o gráfico de barras.polígono de freqüências . Geralmente estes gráficos são usados em séries temporais. Quando as legendas dos retângulos forem breves. Observe o pictograma seguinte: Número de alunos de 5ª a 8ª série do 1° grau matriculados no colégio X em 1998. 103 . os retângulos poderão ser dispostos horizontalmente.

5 4. 300 na 7ª e 400na8ª. Gráficos de Linhas Denominam-se gráficos de linhas (ou de retas) àqueles onde uma linha poligonal indica as variações nos valores de um determinado fenômeno que é observado em intervalos regulares de tempo. Exemplo: A tabela seguinte mostra as temperaturas de um paciente tomadas de 4 em 4 horas ao longo de um dia: Hora Temperatura (ºC) 0. Histogramas São gráficos de superfícies utilizados para representar distribuições de freqüências com dados agrupados em classes.30h 40. cada um deles representando um conjunto de valores próximos (as classes). A largura da base de cada célula deve ser proporcional à amplitude do intervalo da classe que ela representa e a área de cada célula deve ser proporcional à freqüência da mesma classe. Gráficos de Setores Os gráficos de setores são gráficos de superfícies representados por um círculo que é subdividido em regiões (setores). O histograma é composto por retângulos justapostos (denominados células). Considere a distribuição de freqüências apresentada a seguir e observe o histograma obtido a partir dela: 104 .30 37.30 38. Se todas as classes tiverem igual amplitude. Deste modo. tais que as áreas das regiões representadas sejam proporcionais aos números que desejamos indicar.30h 39.5 12. Os pontos de cada um dos segmentos que se encontram entre dois vértices seguidos da poligonal indicam estimativas das temperaturas entre duas observações consecutivas. este pictograma mostra contagens de 150 alunos na 5ª série.0 16.30h deveria estar próxima dos 39 graus.30h 38.5 O gráfico de linhas correspondente seria: Os vértices da linha poligonal indicam os valores das temperaturas observadas.A legenda explica que cada símbolo representa uma contagem de 50 alunos.0 8. Assim. 250 na6ªsérie. Exemplo: Produção anual de grãos no interior paulista em 1970 Uma das vantagens do gráfico de setores é que ele permite identificar facilmente as proporções entre os diversos valores nele representados e o todo. então as alturas dos retângulos serão proporcionais às freqüências das classes que eles representam. observando o gráfico podemos estimar que a temperatura do paciente às 6.

Distribuição das idades dos funcionários da empresa J. ou seja. Retomando o histograma apresentado no item anterior. aqueles que indicam quantos casos estão acima de um certo valor ou quantos estão abaixo de um certo valor.em 01/01/98 Idades (anos) 10 20 30 40 50 I I I I I 20 30 40 50 60 Freqüências relativas simples 2% 28% 46% 21% 3% Polígono de Freqüências O polígono de freqüências é o gráfico que obtemos unindo pontos dos lados superiores dos retângulos de um histograma por meio de segmentos de reta consecutivos.L. obtemos o seguinte polígono de freqüências: Ogivas Chamamos de ogivas aos gráficos que indicam freqüências acumuladas. As freqüências acumuladas podem ser apresentadas na forma absoluta (quantos casos) ou na forma relativa (proporção). Calculando as freqüências relativas acumuladas abaixo de cada limite de classe (freqüências acumuladas crescentes) teremos: Idades (anos) 10 20 30 40 50 I 20 I 30 I 40 I 50 I 60 Freqüências relativas simples (%) 2% 28% 46% 21% 3% Freqüências relativas acumuladas crescentes 2% 30% 76% 97% 100% O histograma construído com estas freqüências acumuladas nos dá a seguinte ogiva crescente: 105 . Consideremos a tabela de distribuição de freqüências de idades que foi dada anteriormente.

. ponderados pelos respectivos pesos indicados na mesma tabela.) e (p1 ... x2 .. xn .. (x1. 28. x2. A nota final do candidato deverá ser calculada como a média aritmética dos pontos obtidos em cada uma das disciplinas da prova. + x n n Média Aritmética Ponderada Dadas duas seqüências com n valores numéricos. 10.. + pn Exemplo: A tabela abaixo descreve a pontuação obtida por um candidato em cada uma das cinco disciplinas que compunham a prova de um determinado concurso público.. p 2 ... 12. denominamos média aritmética desses n valores à razão: x= Exemplo: Determine a média aritmética do seguinte conjunto de valores: (4.).. em milhões de reais. O gráfico seguinte representa os volumes negociados numa bolsa de valores. 12.. (x1 . qual a nota final do candidato? 106 .... x3 . pode-se afirmar que o aeroporto C é responsável por qual percentual de vôos em relação ao total de vôos destes quatro aeroportos? Médias Média Aritmética Simples ( x ) Dada uma seqüência com n valores numéricos.. p n)... .. durante os cinco dias úteis de uma determinada semana: Qual foi. em milhões de reais. xn .EXERCÍCIOS 1. Nestas condições. x3. + p n ⋅ x n p1 + p 2 + .. P 3 . o volume médio diário negociado nestes cinco dias? 2.. denominamos média aritmética dos valores xi ponderados pelos pesos pi à razão: x= p1 ⋅ x1 + p 2 ⋅ x 2 + . 30) Solução: x= 4 + 10 + 12 + 12 + 28 + 30 96 = = 16 6 6 x1 + x2 + . O gráfico abaixo representa o número médio de vôos mensais em quatro aeroportos: Com base nestas informações. .

7 86. a média aritmética das idades será: x= ∑ ( fi ⋅ xi ) 1 x 15 + 14 x 25 + 23 x 35 + 10 x 45 + 2 x 55 1.5 7. Administrativo Contabilidade Pontuação 8.X2 = 25.X4 = 45 e X5 = 55 Assim.Disciplinas Português Matemática Dir.24 3+ 2+2+ 2+3 12 Média Aritmética em Tabelas com Valores Agrupados por Faixas Em determinadas situações pode ser muito útil resumir uma lista numérica extensa numa tabela na qual os valores são organizados por faixas às quais se associam o total de valores da lista ocorridos em cada faixa. eventualmente.7 Peso 3 2 2 2 3 Solução: A nota final do candidato deverá ser a média aritmética ponderada das pontuações obtidas em cada uma das disciplinas pelos respectivos pesos de cada disciplina. 75). Assim. ponderados pelas respectivas freqüências. Cada ponto médio é obtido calculando-se a média aritmética entre os limites de sua faixa: X1 = 15.6 anos n 50 50 Propriedades da Média Aritmética 1ª Se adicionarmos (ou subtrairmos) uma mesma constante a todos os valores de uma seqüência numérica. Constitucional Dir.2 + 3 x 6. 730 = = = 34. organizada por faixas de idade: Idades (anos) 10 I 20 I 30 I 40 I 50 l 20 30 40 50 60 Número de Casos Observados 1 14 23 10 2 A contagem do total de valores ocorridos em cada faixa é denominada freqüência da faixa e a tabela assim construída é denominada distribuição de freqüências. O cálculo da média aritmética numa tabela como esta é feito por um processo aproximativo que descreveremos a seguir: Exemplo: Determinar a média aritmética das idades apresentadas na tabela do exemplo anterior: Solução: O cálculo da média aritmética deverá usar os portos médios de cada uma das faixas de valores.9 = ≅ 7. 25. ser apresentadas em termos percentuais. 35. As freqüências das faixas podem.5 + 2 x 7. Exemplo: Calcular a média aritmética da seqüência de valores (5.2 6. 107 .2 6.X3 = 35. teremos: Nota final = 3 x 8.4 7. Exemplo: Observe a tabela abaixo que representa a distribuição das idades de 50 pessoas. a média aritmética da nova seqüência obtida será igual à média aritmética da seqüência original adicionada (ou subtraída) da mesma constante.2 + 2 x 6. 15.4 + 2 x 7.

∑ (d) =(-10)+(-4)+(-2)+(+1)+(+15) = 0 108 . ∑ (x − k ) = 0 ⇔ k = x i Exemplo: Na seqüência (31. 37-41 = -4. 4.7. A soma dos desvios de todos os valores x de uma seqüência. 39. 20.5. Calculando os desvios de cada um dos valores em relação à média da seqüência.5 3ª Se uma lista com n 1 valores numéricos tem média aritmética x 1 e uma outra com n 2 valores numéricos tem média aritmética x 2 então a lista composta pelos n1 valores da primeira juntamente com os n 2 valores da segunda tem média aritmética igual a x= Exemplo: Uma lista de 20 valores tem média aritmética igual a 6 e uma outra. sua média aritmética será: x = 35 ÷ 10 = 3.Solução: Subtraindo 5 de cada um dos valores da seqüência. 56) a média aritmética é igual a 41. sua média aritmética será: x = 26 + 5 = 31 28 Se multiplicarmos (ou dividirmos) por uma mesma constante todos os valores de uma seqüência numérica. 70) cuja média aritmética é: x= 0 + 10 + 20 + 30 + 70 130 = = 26 5 5 Como os valores da seqüência original são todos 5 unidades maiores.2.2 20 + 30 50 n1 ⋅ x1 + n 2 ⋅ x 2 n1 + n 2 4ª Seja d = x . obtemos: 31-41 = -10. de 30 valores tem média aritmética igual a 8. 4. 45.6) Solução: Multiplicando por 10 os valores da seqüência. 42-41 = +1 e 56-41 = +15 Como se pode conferir. 42. 37. calculados em relação a uma constante k será igual a zero se e somente se k for igual à média aritmética da seqüência.k o desvio do valor x calculado em relação à constante k . Qual a média aritmética dos 50 valores das duas listas juntas? Solução: Devemos calcular a média aritmética entre 6 e 8. com pesos 20 e 30. 30. 10. 32. a soma dos desvios é igual a zero. 39-41 = -2. obteremos (0. respectivamente: x= 20 x 6 + 30 x 8 360 = = 7. 46) cuja média aritmética é: x= 17 + 32 + 45 + 46 140 = = 35 4 4 Como os valores da seqüência original são todos 10 vezes menores. 3. Exemplo: Calcular a média aritmética da seqüência de valores (1. obteremos (17. a média aritmética da nova seqüência obtida será igual à média aritmética da seqüência original multiplicada (ou dividida) pela mesma constante.

000 QUANTIDADE 18 8 2 Corretamente calculado. 70. b) 5.000. 50.7 e) 5. 210). b) 20.000. é igual à média aritmética de B. c) 5. 8. 4. 6. 206. 208. A média aritmética da turma é: a) 4. 10. 12. 30. 90. b) Cr$ 16. (IDR-DF/AFCE) Uma repartição pública realizou ume tomada de preços antes de adquirir uma grande quantidade de grampeadores de mesa. 204. 4.000. o valor médio dos títulos negociados é: a) Cr$ 15. 60.000 TÍTULOS DE CR$ 4.19kg 109 . (ESAF/TTN) De acordo com a tabela abaixo. Dados os conjuntos A (1. 70. . d) 20.000. 2. 60. 5) e B (202. e) a média aritmética de A é 202 vezes menor que a de B.27kg. Seis fornecedores apresentaram propostas com preços unitários de: 12. 80. pode-se afirmar que: Pesos (kg) 2I 4I 6l 8I 10 l 4 6 8 10 12 Freqüências simples absolutas 9 12 6 2 1 A média aritmética dos pesos é. e) 5. c) Cr$ 14. (ESAF/TTN) Em uma corretora de valores foram negociados os seguintes títulos: DESCRIÇÃO TÍTULOS DE CR$ 20. 3. 50.24kg. 50. 60.EXERCÍCIOS . 50.6 d) 4. d) se somarmos 200 unidades à média aritmética de A obteremos a média aritmética de B. (Metrô-DF) Considere a tabela abaixo.2 b) 4. Pode-se afirmar que a média destes preços é: a) 8 b) 9 c) 10 d) 11 e) 12 2.21 kg. d) 5. que representa as notas finais obtidas por 30 alunos de uma classe. 3. d) Cr$ 13. aproximadamente: a) 5. c) o dobro da soma de 100 com a média aritmética de A.000 TÍTULOS DE CR$ 10.000.MÉDIA 1. 9 e 9 Reais. O valor 50 é a média aritmética da série: a) 20. e) Cr$ 12. É correto afirmar que: a) as médias aritméticas de A e B são iguais. c) 20.0 5. 40. 50. 50.30kg.5 c) 4. em um exame de Língua Portuguesa. respectivamente. b) a média aritmética de A é 201 unidades menor que a de B. 80.

.. Inicialmente..5 d) 43... a nota final de um candidato foi calculada resultando 43.. a pontuação final deste competidor foi: a) 265 pontos b) 266 pontos c) 267 pontos d) 268 pontos e) 269 pontos 10... qual deverá ser a nota do quarto bimestre para que a sua nota final anual seja 6? a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 8.. Qual foi a média de pontos das mulheres na mesma prova? a) 55 b) 35 c) 64 d) 60 e) 68 13. com pesos 1.. 78 pontos média dos candidatos do sexo feminino:.. Deste modo.... respectivamente .5 d) 8. sua nota final recalculada.. deste modo..... 2..6 e) 43. 60% dos candidatos eram do sexo masculino e obtiveram..4 c) 43... Sabendo que a nota final anual é a média aritmética ponderada das notas obtidas pelo aluno nos quatro bimestres.3 b) 43. em determinada disciplina... Ao calcular as médias aritméticas das notas obtidas pelos candidatos nas provas de um concurso.. O regulamento de um torneio de tiro ao alvo prevê que a pontuação final de cada competidor será obtida desprezando-se a menor pontuação obtida dentre as seis séries de dez tiros que ele deve realizar e calculandose a média aritmética das cinco pontuações restantes. foram constatados os seguintes resultados: média dos candidatos do sexo masculino: .. 3 e 4 do primeiro até o quarto bimestre. Um aluno obteve. As notas dos três primeiros bimestres de um aluno..5 11. em determinada disciplina. Num determinado concurso a nota final é determinada calculando-se a média aritmética simples das notas obtidas em cada uma de cinco provas.4 e 7... a média aritmética dos elementos dos dois conjuntos reunidos é igual a: a) 62.. são: 5.. em média. Num dado concurso. 4 no segundo e 7 no terceiro......5 d) 41... respectivamente........7.... o candidato teve suas notas nas provas de Português e Matemática aumentadas em 2 pontos e 1 ponto. 83 pontos média geral dos candidatos: . 80 pontos Com base nestas informações..7 9. qual deverá ser a nota do quarto bimestre para que a sua nota final anual seja 6? a) 6.. Sabendo que a nota final anual é a média aritmética simples das notas obtidas pelo aluno nos quatro bimestres..... Com base nestas informações.. sendo..3 12. pode-se afirmar que: a) houve erro no cálculo de uma das três médias... Sabe-se que a média geral dos candidatos (homens e mulheres) naquela prova foi de 64 pontos. 110 ...0 e) 8.0 c) 46.. A média aritmética de um conjunto com 20 elementos é 32 e a média aritmética de um outro com 80 elementos é 70.....4 b) 51. A menor pontuação obtida por um certo competidor foi de 173 pontos...... as seguintes notas bimestrais: 5 no primeiro bimestre. Então. embora a média aritmética das seis séries de disparos que ele realizou tenha sido de 253 pontos...........5 b) 7.0 e) 38....... 70 pontos em determinada prova........0 c) 7.... mas após os recursos..... pode-se concluir que a nota final correta deste candidato foi: a) 43.

a determinação da classe modal a partir da comparação direta dos valores das freqüências simples só é possível quando todas as classes tiverem a mesma amplitude. 13. Fórmula de Czuber A fórmula de Czuber é considerada a mais precisa para o cálculo da moda numa tabela com dados agrupados em classes.b) os homens representam 40% do total de candidatos. 15. 14. 8) é unimodal: Mo = 3 . a moda bruta é 22. uma lista de dados numéricos pode. são comuns as ilustrações que utilizam listas pequenas. 13. Moda (MO) Dada uma série estatística qualquer. 3. c) as mulheres representam 40% do total de candidatos. Deste modo. será obtida pela expressão:  Ä1  Mo = l mo + c ⋅  Ä +Ä   2  1 onde: l mo = limite inferior da classe modal. a determinação da classe modal deveria levar em conta a densidade de cada classe. Determinação da Moda no Caso de Dados Agrupados Considere a distribuição de freqüências das idades de um grupo de 120 indivíduos: Idades (anos) 10 I 15 I 20 I 25 I 30 I 35 I 40 I 15 20 25 30 35 40 45 N" de Indivíduos 8 22 34 26 15 11 4 Assumimos que a moda está compreendida na classe 20 I 25 pois é a que reúne o maior número de indivíduos. 2. No caso de dados numéricos. para a distribuição de freqüências apresentada anteriormente. 15. 3. apresentar uma única moda (unimodal). c = amplitude do intervalo da classe modal. chamamos de moda ou valor modal o valor da série para o qual se verifica a maior freqüência simples. 5. d) a média das mulheres é maior porque elas estão em maior número. A determinação de valores modais deve ser evitada quando o número de observações é pequeno. pois não considera a influência das freqüências das classes vizinhas sobre o valor da moda. sendo por isso denominada série bimodal. 5.A série (10.A série (3. três métodos distintos de determinação da moda. o cálculo da moda bruta é muito impreciso. 5. sendo. objetivando esclarecer o conceito de moda. o único citado pela grande maioria dos autores. o conceito de moda é estendido para qualquer valor do rol que apresente freqüência simples maior que as dos valores vizinhos a ele. a determinação da moda. 6. Embora seja bastante simples. 4. 13 e 15. Moda Bruta A moda bruta é o ponto médio da classe modal. podendo também não ter moda (amodal). sendo denominada série amodal. Dada uma distribuição de freqüências com dados agrupados em classes de mesma amplitude. 11. 7. 7. 15. do sexo feminino.A série (2. Este é o caso mais comum. enquanto a freqüência simples da mesma é chamada de freqüência modal. 6. aliás. pois este é o ponto médio do intervalo 20 I 25. Portanto. 4. 16) tem duas modas. Caso as classes tivessem amplitudes distintas.5 anos. 15. Nela. . eventualmente. 6. a seguir. que é determinada dividindo-se a freqüência simples da mesma pela sua amplitude. 13. Dizemos que tais valores estão associados a picos de freqüência. Exemplos: . 3. consideram-se as variações das freqüências das classes vizinhas à classe modal em relação à freqüência da própria classe modal. Apresentaremos. pela fórmula de Czuber. e) a média geral só foi possível porque 50% dos candidatos eram do sexo masculino e 50%. 111 . 7) não tem moda. É muito importante observarmos que. numa tabela com dados agrupados em classes. 3. ∆1 = diferença entre as freqüências simples das classes modal e anterior à modal. duas modas (bimodal) ou mais (multimodal). 11. 4. que é o intervalo da classe modal. No entanto. Esta classe é denominada classe modal.

. portanto. a determinação da moda.. temos: l mo = 20 c =5 f ant = 22 f pos = 2 6 Assim. É menos precisa que a fórmula de Czuber. devendo.22 = 12 ∆ 2 = 34 . observando a diferença) Fórmula de King A fórmula de King baseia-se apenas na influência das freqüências das classes adjacentes à classe modal sobre o valor da moda. O método descrito a seguir é o equivalente geométrico da fórmula de Czuber. f pos = freqüência da classe posterior à classe modal. não considerando a freqüência da própria classe modal. temos: l mo = 20 c =5 ∆1 = 34 . Dada uma distribuição de freqüências com dados agrupados em classes.∆ 2 = diferença entre as freqüências simples das classes modal e posterior à modal. c = amplitude do intervalo da classe modal. Na distribuição apresentada anteriormente. o seu uso ficar restrito aos casos onde seja expressamente pedida. No mesmo exemplo usado anteriormente. f ant = freqüência da classe anterior à classe modal. pela fórmula de King. será dada pela expressão:   f pos  Mo = l mo + c ⋅   fant + f pos    onde: l mo = limite inferior da classe modal.26 = 8 Portanto:  12  Mo = 20 + 5 ⋅    12 + 8  12 Mo = 20 + 5 ⋅ 20 60 Mo = 20 + 20 Mo = 20 + 3 = 23 anos (Compare o resultado obtido com o valor da moda bruta. Mo ≅ 22.7 anos (Compare também este resultado com os valores obtidos com as fórmulas de Czuber e da moda bruta) Determinação Gráfica da Moda Pode-se determinar graficamente a posição da moda no histograma representativo de uma distribuição de freqüências simples. a fórmula de King nos dá:  26  Mo = 20 + 5 ⋅    22 + 26  Mo = 20 + 2.708. 112 .

a mediana é um valor teórico. da 1ª classe que apresentar freqüências acumuladas maiores ou iguais a 50% c = amplitude do intervalo da classe mediana f md = freqüência simples da classe mediana ∆ = parcela da f md necessária para acumular 50% na classe mediana Exemplo: A tabela abaixo apresenta a distribuição das alturas de 26 pés de certo arbusto. tem a mesma quantidade de ocorrências antes e depois de si. Como o total de ocorrências da tabela acima é 26 devemos ter: 50% de 26 = 13 ocorrências 2° Na prática. Exemplo: Na série (5. isto é. Assim. Cálculo da Mediana numa Distribuição com Dados Agrupados em Classes Dada uma distribuição de freqüências com dados agrupados em classes. quanto ao número de elementos do rol. isto é. 13 ou mais ocorrências. Alturas (cm) 50 I 60 I 70 I 80 I 90 I Solução: 1° A mediana deve ter 50% das ocorrências menores ou iguais a ela.20. 15. Determinar a altura mediana desta distribuição. 2° A partir da interseção dos segmentos AC e BD. 60 70 80 90 100 Freqüências simples 2 5 8 7 4 113 . 19. 30) os dois valores mais centrais do rol são 17 e 19.Quando a quantidade de dados for ímpar: Neste caso a mediana será o valor do dado que.40.1º A partir dos vértices superiores do retângulo correspondente à classe modal (A e B). Cálculo da Mediana numa Série com Dados Não Agrupados I . num conjunto ordenado de dados. 25. ligando cada um deles ao vértice superior adjacente do retângulo correspondente a uma classe vizinha. determinando o ponto Mo que indica a moda. tenha 50% dos valores menores ou iguais a ele. quanto ao número de ocorrências. podemos tomar a primeira classe que apresentar freqüência acumulada crescente com pelo menos 50% das ocorrências. que não pertence realmente ao rol. conforme ilustrado na figura. no rol. No nosso exemplo. aos quatro meses de idade.10.Quando a quantidade de dados for par: Neste caso a mediana será a média aritmética dos dois valores mais centrais do rol. a mediana é 18.17. em vez de calcularmos as freqüências acumuladas crescentes e as decrescentes. II . baixamos uma perpendicular ao eixo horizontal. Ocupa. uma posição central no mesmo. será sempre um número que. Exemplo: Na série (13. Note que.40) a mediana é 16. Mediano (Md ) Mediana é o valor que separa um rol em duas partes com a mesma quantidade de ocorrências. traçamos os segmentos concorrentes AC e BD. neste caso.16. sendo os outros 50% maiores ou iguais a ele. A mediana. o valor da mediana pode ser obtido com a seguinte expressão:  ∆   Md = l md + c ⋅   f   md  onde: l md = limite inferior da classe mediana. portanto. sendo 18 a média aritmética entre eles.15.

Crescente e Decrescente A linha vertical traçada a partir do ponto de cruzamento das duas ogivas. 3° O valor de ∆ é o valor que deveríamos ter na freqüência simples da classe mediana para conseguir uma freqüência acumulada de 50% (13 ocorrências. pois ali encontramos o primeiro valor de freqüência acumulada crescente com pelo menos 50% das ocorrências. das três situações abaixo ocorrerá: 1° A distribuição é simétrica .5 Md = 77. a moda e a mediana. que são os gráficos que registram as freqüências acumuladas. em vez das 15 que ali encontramos): Alturas (cm) 50 I 60 60 I 70 70 I 80 80 I 90 90 I 100 Freqüências simples 2 5 ∆ A=6 Freqüências acumuladas 2 7 13 - 4° Resumindo os valores encontrados e substituindo-os na fórmula que nos dá a mediana temos: l md = 70 c = 10 f md = 8 ∆ =6 6 Md = 70 + 10 ⋅   8 Md = 70 + 7.5 centímetros Determinação Gráfica da Mediana Uma vez. podemos concluir que a mediana é o valor para o qual as freqüências acumuladas crescente e decrescente são iguais.Alturas (cm) 50 I 60 60 I 70 70 I 80 80 I 90 90 I 100 Freqüências simples 2 5 f md = 8 7 4 Freqüências acumuladas 2 7 15 22 26 Podemos observar na tabela acima que a classe mediana será a terceira. o que nos permite localizar graficamente a mediana utilizando as ogivas. 114 . e somente uma.neste caso. uma. Posições Relativas entre Média Aritmética. indica a localização da mediana sobre o eixo da variável. Ogivas . que os números de elementos abaixo e acima da mediana são iguais. conforme observamos abaixo. Moda e Mediana Dada uma distribuição de freqüências unimodal. teremos um mesmo valor para a média aritmética.

Por ser uma relação empírica.MODA 1. decis e centis) ficarão todas adicionadas (ou subtraídas) da mesma constante. a média aritmética será maior que a mediana e esta. seu uso deve ficar restrito aos casos onde seja expressamente pedida. quartis. a média aritmética. d) unimodal. a moda e as separatrizes (mediana. em salários mínimos: Faixa Salarial (sal. Relação de Pearson entre Média Aritmética. A empresa "Cerrado" distribuiu seus empregados nas faixas salariais abaixo.2° A distribuição é assimétrica à direita . a média aritmética será menor que a mediana e esta. quartis. decis e centis) ficarão todas multiplicadas (ou divididas) pela mesma constante. a média aritmética. mínimos) 1I 5I 9I 13 I 5 9 13 17 Número de Empregados 15 40 10 5 115 . então pode ocorrer a seguinte relação: x − Mo ≅ 3 ⋅ ( x − Md) Interpretada graficamente. a moda e as separatrizes (mediana. EXERCÌ CIOS . esta relação mostra que a distância da média aritmética até a moda é o triplo da distância da média aritmética até a mediana. maior que a moda.neste caso. 2. 2ª Se multiplicarmos (ou dividirmos) por uma mesma constante todos os valores de uma série. A curva "X" representa uma distribuição de freqüências: a) bimodal. c) multimodal. b) amodal. 3° A distribuição é assimétrica à esquerda . Propriedade das Medidas de Posição 1ª Se adicionarmos (ou subtrairmos) uma mesma constante a todos os valores de uma série.neste caso. Moda e Mediana Se uma distribuição de freqüências com dados agrupados em classes for unimodal e pouco assimétrica. menor que a moda.

6.4. 40).6 cm. 50. c) 6. b) o ponto médio da classe de maior freqüência. a moda é 10. 80. (ESAF/TTN)De acordo com a distribuição de freqüência transcrita a seguir. c) os dados que estão em torno da classe de maior freqüência. A moda de Czuber é calculada utilizando a) todos os dados da distribuição. b) 9.7 cm. d) nenhuma das respostas acima. d) por ser a maior freqüência. Na série (50. onde fi é a freqüência simples absoluta da i-ésima classe. b) 40 salários mínimos. d) 9. b) a moda de Czuber será maior que a moda de King. 70) é a) amodal. poderemos afirmar que a) a moda de Czuber será maior que a moda bruta. 116 . 90. d) 9 salários mínimos.4 cm. Se as freqüências das classes adjacentes à classe modal forem iguais. então: Classes 2 4 6 8 10 I I I I I 4 6 8 10 12 f1 2 8 10 8 4 a) a distribuição é simétrica e o número de classes é 5. c) um ponto médio qualquer escolhido arbitrariamente.5 cm. 40. c) o ponto médio da 3ª classe e a moda são iguais. 70. A série (40.3 cm. b) bimodal. 3. 8. 7. c) 9. 70. pode-se afirmar que: Diâmetro (cm) 4 6 8 10 12 I I I I I 6 8 10 12 14 Freqüências simples absolutas 6 8 12 10 4 A moda da distribuição é aproximadamente igual a a) 9. 80. 9. b) os dados centrais da distribuição. c) unimodal. c) 9. 60. 5. a moda será: a) 40 b) 50 c) 56 d) 80 4.82 salários mínimos. (ESAF/TTN) Dada a seguinte distribuição. c) a média aritmética é 6. d) os dados extremos. A moda bruta é a) o ponto médio da classe central.O salário modal da empresa é aproximadamente a) 7 salários mínimos. b) a distribuição é assimétrica e bimodal. d) multimodal.

10. b) 3 valores. 28. 5. 9. 30. 80) a mediana será: a) 40 b) 50 c) 60 d) 80 Número de Empregados 15 40 10 5 117 . 30. (ESAF/TTN) Considere as medianas dos grupos abaixo. Na série (15. em salários mínimos: Faixa Salarial (Sal. Se a freqüência da classe anterior à classe modal for maior que a freqüência da classe posterior à classe modal. (IDR-DF/AFCE) Um órgão público divide suas despesas em doze rubricas diferentes. 2. 10. mínimos) 1I 5 5I 9 9I 13 13I 17 O salário mediano da empresa é a) 7 salários mínimos. 50) há. A empresa "Cerrado" distribuiu seus empregados nas faixas salariais abaixo. 9. 4. b) 40 salários mínimos. 70. 40.000 reais) orçados por rubrica para o próximo ano. Grupo III: 5. 15. Grupo I: 10. 50. Os grupos que têm a mesma mediana são a) I e II. c) 3. 2. Na série (20. 60. 72 e 82.c) a moda bruta será igual à moda de Czuber. são: 20. c) III e IV. d) I e III. 30. Grupo II: 7. 20. 4. 43. d) 9 salários mínimos. b) a moda de Czuber será menor que a moda de King. 8. d) a moda bruta será maior que a moda de King. Na série (10. 43. 40. EXERCÍCIOS . 30. 40. 10. c) 6.82 salários mínimos. 0). 11. 50. 33. a mediana será: a) 20 b) 30 c) 40 d) 50 3. 43.MEDIANA 1. 20. b) II e III. 18. que a mediana destes valores é: a) 43 b) 50 c) 52 d) 61 4. 5. 10. 6. poderemos afirmar que a) a moda de King será menor que a moda de Czuber. 61. Grupo IV: 6. Czuber e bruta serão iguais. abaixo da mediana a) 2 valores. em ordem crescente. Pode-se afirmar. Os valores (em 1. 64. 22. 2.5 valores. 7. e) II e IV 6. 4. 7. d) 4 valores. 80. 61. então. d) as modas de King. 61. c) a moda de King será menor que a moda bruta.

b) 5. obteremos uma estimativa melhor para a variância. Variância (S 2) A variância é definida como sendo a média aritmética dos quadrados dos desvios calculados em relação à média aritmética dos valores da série. d) um valor inferior a 5kg. Para obtermos uma melhor estimativa do valor da variância. (ESAF/TTN) De acordo coma distribuição de freqüência transcrita a seguir.7. pode-se afirmar que: Pesos (kg) 2I 4I 6l 8I 10I 4 6 8 10 12 Freqüências simples absolutas 9 12 6 2 1 A mediana da distribuição é igual a a) 5. 8. usualmente indicada pela expressão S2 1 : n− 118 . c) 5. devemos empregar um fator de correção: fator de correção de Bessel = n n −1 Deste modo.30kg.20kg. d) coincide com o ponto médio de um intervalo de classe. (ESAF/TTN) De acordo com a distribuição de freqüência transcrita a seguir. e) 5. pode-se afirmar que: Diâmetro (cm) 4I 6I 8I 10I 12I 6 8 10 12 14 Freqüências simples absolutas 6 8 12 10 4 A mediana da distribuição a) é eqüidistante da média aritmética e da moda. sem necessidade de calcularmos os desvios. S 2 ∑ (x − x ) = i 2 n Fórmula Breve para o Cálculo da Variância Pode-se demonstrar que a fórmula dada acima e equivalente à seguinte: S2 = x 2 − x () 2 Em palavras: A variância é igual à diferença entre a média aritmética dos quadrados dos valores da série e o quadrado da média aritmética da mesma. tendendo a apresentar resultados menos precisos para amostras com pequeno número de elementos. O uso da fórmula acima permite chegarmos ao mesmo resultado da primeira fórmula apresentada.10kg. Calculo da Variância numa Amostra A qualidade da estimativa do valor da variância a partir dos dados de uma amostra sofre influência do número de elementos disponíveis na amostra. ao multiplicarmos o valor resultante de S2 pelo fator de correção de Bessel. e) pertence a um intervalo de classe distinto do que contém a média aritmética. c) é inferior à média aritmética.00kg. b) é igual à média aritmética.

667. que desprezemos o uso do fator de correção. pois desta n forma teremos uma estimativa melhor para a variância. Propriedades da Variância 1ª Se adicionarmos (ou subtrairmos) uma mesma constante a todos os valores de uma série.7 Desvio Padrão (S) Vimos que a unidade de medida de uma variância é igual ao quadrado da unidade de medida da variável estudada. -2. que é definido como sendo a raiz quadrada da variância. a variância permanecerá inalterada. 55 anos. e representado por Sn-1.0625 anos2  =  = 4 16   4 2 n  49 1  4 195 S 2 −1 =  x 2 − x  ⋅ = − ⋅ = = 16. Usando a fórmula breve (2ª fórmula) para o cálculo da variância teremos: Média dos quadrados das idades: x2 = 16 + 4 + 4 + 25 49 = = 12. n possibilitando. Exemplo: Considere as séries A = (1.667 = 966. assim. a variância da série B será igual à variância da série A multiplicada por 102. A fim de eliminarmos este inconveniente. 2ª Se multiplicarmos (ou dividirmos) todos os valores de uma série por uma mesma constante. ou seja: (Variância da série B) = 10 2 x (Variância da série A) (Variância da série B) = 100 x 9. ou por S. criamos uma nova medida de dispersão. qual será o valor da variância da série B? Solução: A série B pode ser obtida multiplicando-se todos os valores da série A por 10. a variância ficará multiplicada (ou dividida) pelo quadrado do valor daquela constante. a variância será a mesma da série original mas os cálculos serão bem mais "confortáveis". 80). 6. 48 anos. 8) e B = (10. 30. Solução: Subtraindo 50 de cada um dos valores da amostra obteremos a nova série: (-4.25 anos 2 4 4 Quadrado da média de idades: (x ) Variância: 2 2 2 1 −4−2 +2+5 1 = = 0. 5) Nela. 52 anos. 3. conforme seu cálculo use o fator de correção ou não. 2. Deste modo. Entretanto. Se o valor da variância da série A for igual a 9.25 anos2   n   n − 1  4 16  3 12 () Observe que a unidade de medida que indicou a variância é anos 2 (anos ao quadrado). A unidade de medida que expressa uma variância é sempre o quadrado da unidade de medida da variável estudada. 60.S2 −1 = S2 ⋅ n n n −1 Na prática. quando n é grande (n > 30) não há diferença significativa entre os valores obtidos por S2 e por S2 −1 . deve-se dar preferência ao cálculo de S2 −1 sempre que estivermos trabalhando com uma amostra com menos de 30 elementos. respectivamente. 119 . o desvio padrão. Exemplo: Calcular a variância da seguinte amostra de idades num grupo de funcionários de certa empresa: 46 anos.

5 . 2ª Se multiplicarmos (ou dividirmos) por uma mesma constante todos os elementos de uma série.5 . absolutas Simples 2 4 6 5 3 x2 = Quadrado da média: (x ) 2  2 ⋅ ( −2) + 4 ⋅ ( −1) + 6 ⋅ (0) + 5 ⋅ (1) + 3 ⋅ (2)   3  =  =   = 0. Absolutas simples 2 4 6 5 3 Solução: Como se trata de uma tabela de distribuição de freqüências com dados agrupados em classes. 48) têm desvios padrões iguais. 41. com suas respectivas freqüências simples como pesos para os cálculos de média. 46. pois os elementos da segunda podem ser obtidos dos elementos da primeira. 8. teremos a seguinte tabela: (X-22. Dividindo.5 .5 de todos os valores dos pontos médios. os cálculos devem ser executados utilizando-se os pontos médios dos intervalos de classes (12. o desvio padrão permanecerá inalterado. o desvio padrão ficará igualmente dividido por 5. o desvio padrão ficará multiplicado (ou dividido) pelo valor absoluto daquela constante.0225 cm 2 20    20  2 2 120 . o afastamento dos valores observados e relação à média aritmética da série estudada. em termos absolutos. todos os resultados por 5 (que é a amplitude dos intervalos de classe). Exemplo: As séries (2. em seguida.45 cm 2 20 20 Freq.5) ÷ 5 -2 -1 0 1 2 Média dos quadrados: x2 = 2 ⋅ ( −2) 2 + 4 ⋅ ( −1) 2 + 6 ⋅ (0)2 + 5 ⋅ (1) 2 + 3 ⋅ (2)2 20 2 ⋅ 4 + 4 ⋅1 + 6 ⋅ 0 + 5 ⋅1 + 3 ⋅ 4 29 = = 1. Se subtrairmos 22. 3. 17.5). adicionando-se 38 a cada um deles. Exemplo: Calcular o desvio padrão da distribuição de diâmetros fornecida na tabela abaixo: Diâmetros (cm) 10 I 15 I 20 I 25 I 30 I 15 20 25 30 35 Freq. o desvio padrão não será alterado. Propriedades do Desvio Padrão 1ª Se adicionarmos (ou subtrairmos) uma mesma constante a todos os valores de uma série. Assim. 10) e (40. 22. 5. 43. mas nossos cálculos serão menos trabalhosos.S = S2 e Sn -1 = S2 −1 n O desvio padrão indica. 27.5 e 32.

+ a 3 n x n = b3 ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ . Determinar o desvio padrão da amostra (10. + a m n x n = b m S= 121 .5 1 3 1 e) 4 2. 0.4275 x 1..50263 = 1..DESVIO PADRÃO 1.05263 cm 2 n Desvio Padrão: Sn −1 = S2 −1 n Sn −1 = 1. 11). + a 2 n x n = b2 . 11.. Todos os salários receberam um aumento de 10%..00 b) $10..45 − 0. 35.000. e) não pode ser avaliado a partir do desvio padrão de A.0225) ⋅ n 20 19 S2 −1 = 1.Variância: 2 n S 2 −1 =  x 2 − x  ⋅ n   n −1   () S2 −1 = (1.. (BACEN-94) Em certa empresa o salário médio era de $ 90. 50).000.00. ou seja: 5 x 1..2258 = 6. d) é 40 unidades maior que o desvio padrão de A. Então o desvio padrão dos novos salários passou a ser: a) $10..129 cm EXERCÍCIOS .00 SISTEMAS LINEARES É todo sistema de m equações a n incógnitas do tipo: a 11x1 a 21x1 a 31x1 ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ a m1 x1 + a12 x 2 + a 22 x 2 + a 32 x2 ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ + a m2 x 2 .00.900. b) é o quíntuplo do valor do desvio padrão de A. Dados os conjuntos A = (-2. pode-se afirmar em relação ao desvio padrão em B: a) é igual ao desvio padrão em A.. 2) e B = (30.. somado com 40..2258 cm Então o desvio padrão da série dada será o produto do valor encontrado por 5.00 d) $10. com desvio padrão de $ 10.000.000. 40. + a1 n xn = b1 . 1. -1.. a) b) c) d) 1 3 1 4 10. 10..00 c) $10. 3.500.00 e) $11. 45.. c) é o quíntuplo do valor do desvio padrão de A.100...

é um sistema linear com 4 equações e 3 variáveis.3z = 11 3° . xn . elas se tornarem todas verdadeiras. x3 . x2.O sistema S3. Soluções de um Sistema Linear Dizemos que um sistema de equações lineares com n incógnitas. 3x +2y . xn .. 3x +2y -z S1 = =2 -2x +3y + 4z = 7 x +y +5z = 9 2º . Exemplos: 1º .. b n . e somente se.Um sistema linear homogêneo tem. 3) pois substituindo x = 7 e y = 3 em cada uma das duas equações do sistema teremos: (7) + (3) = 10 (verdadeiro) (7) .. pelo menos uma solução pois x1 =0. x1. 2x +3y S3 = -2x +4y X +y -z =0 +2z = 0 +3z = 0 Este sistema é dito homogêneo pois todos os termos independentes são nulos. b 2 . x2 = r 2. 0. . substituindo x1 = r 1 . Propriedades 1 . 0.O sistema S2.onde: x1 . é um sistema linear com 3 equações e 3 variáveis. . 2 ... xn = r n em todas as equações do sistema.. x2 = 0 .. Se um sistema linear qualquer: tem uma única solução ..é chamado impossível. x3 = r3 . 0) é chamada solução trivial. . A solução (0. r2 . abaixo. não tem solução ..são os termos independentes... . x3 = 0. xn = 0 sempre tornará todas as equações do sistema homogêneo verdadeiras...(3) = 4 (verdadeiro) Um sistema linear pode ter mais de uma solução e pode até não ter solução alguma.é chamado indeterminado.. rn ) se. . .O sistema S1. r3 . é um sistema linear homogêneo com 3 equações e 3 variáveis. abaixo..Um sistema com n equações e n variáveis terá uma única solução (sistema determinado) se e somente se o determinante formado pelos coeficientes do sistema for diferente de zero. tem várias soluções . 122 . . x2 .é chamado determinado. admite como solução a seqüência ordenada ( r1 .são as incógnitas ai j .z = 2 -2x +3y +4z = 7 S2 = x 4x +y +y +5z = 9 .. . abaixo.são os coeficientes das incógnitas b1 ... Exemplo: O sistema x + y = 10 x -y=4 tem uma solução igual a (7. sempre.

O sistema será indeterminado se e somente se a) p = 3 e q = 15 b) p = 3 e q ≠ 1 5 c) p ≠ 3 e q = 15 d) p ≠ 3 e q ≠ 15 e) p ≠ 3 e qualquer que seja o valor de q. para responder as questões 2 a 4. 5. Resolvendo o sistema abaixo x + y = 27 x + z = 35 y + z = 38 encontraremos a) x = 15 123 . O sistema será impossível se e somente se a) p = 3 e q = 15 b) p = 3 e q ≠ 15 c) p ≠ 3 e q = 15 d) p ≠ 3 e q ≠ 15 e) p ≠ 3 e qualquer que seja o valor de q. 2x +y = 5 6x +py = q 2 .EXERCÍCIOS 1 . nas incógnitas x e y. Resolva os seguintes sistemas: x + y = 5 a)  x − y = 1 x + 2y = 7 b) x − 2y = 3 x + 2y = 11 c)  x − y = 5 2x + y = 11 d)  2x + 3y = − 1 x + 2y = 1 e)  2x − y = 7 x + 3y = − 4 f)  2x − y = 6 3x − 7y = 13 g)  4x + 5y = 3 2x + 5y = 17 h) 3x + 2y = 16 Considere o sistema abaixo. O sistema será determinado se e somente se a) p = 3 e q = 15 b) p = 3 e q ≠ 15 c) p ≠ 3 e q = 15 d) p ≠ 3 e q ≠ 15 e) p ≠ 3 e qualquer que seja o valor de q. 3. 4.

mas perdem-se 3 pontos a cada resposta errada. Um colégio tem 525 alunos. Qual é a fração original? 2 12. Somado com 27. A soma dos quocientes do número de rapazes por 25 e do número de moças por 30 é igual a 20. Quantas perguntas esta equipe acertou? a) 7 b) 9 c) 11 d) 13 e) 15 9. fica igual ao maior diminuído de 2 unidades. Resolvendo o sistema abaixo x +y +z = 6 3x -y +z = 8 x +y +2z = 7 encontraremos a) x = 3 b) y = 1 c) z = 2 d) x = 1 e) y = 3 7. entre moças e rapazes. Se. 8. uma fração ficaria equivalendo a 1. A soma do numerador e do denominador desta fração é igual a a) 36 b) 38 c) 40 d) 42 e) 44 11. Em 20 perguntas uma equipe conseguiu uma pontuação final de 44 pontos.b) y = 12 c) z = 15 d) x = 12 e) y = 23 6. Numa gincana cultural cada resposta correta vale 5 pontos. mas na ordem inversa. O menor. somássemos 7 ao 1 denominador. a) o produto deles é igual a 300. ela ficaria equivalendo a 1/2. Calcular três números tais que a soma do 1° com o 2° é 40. totaliza outro número. em vez disso. Somando-se 8 ao numerador. Se. d) os dois números são pares. Qual é este número? 14. 124 . Quantos animais de cada tipo estão no laboratório? 15. representado pelos mesmos algarismos dele. Somando-se 8 ao numerador. Contando os pés seriam. O mago Paulo Coelho tem em seu "laboratório" algumas cobras. Dois números são tais que multiplicando-se o maior por 5 e o menor por 6 os produtos serão iguais. Então. Num quintal encontram-se galinhas e coelhos. somássemos 7 ao denominador da mesma fração. 26 patas e 6 asas. e) a soma deles é igual a 33. A soma dos valores absolutos dos dois algarismos de um número é 9. aumentado de 1 unidade. 94. em vez disso. num total de 30 animais. ao todo. a fração ficaria equivalente a . Quantas são as moças do colégio? a) 150 b) 225 c) 250 d) 325 c) 375 10. c) os dois números são ímpares. b) cada um deles é maior que 20. uma fração fica equivalendo a 1. a soma do 2° com o 3° é 70 e a soma do 1º com o 3° é 60. sapos e morcegos. Ao todo são 14 cabeças. Quantos coelhos e quantas galinhas estão no quintal? 13.

nas quantidades indicadas na tabela abaixo. A tabela abaixo mostra. 21. P e K em cada tipo de fertilizante. B e C. A. $ 8. constatou-se que as quantidades utilizadas para 4 materiais de acabamento variavam de um projeto para outro de acordo com a tabela abaixo que mostra as quantidades utilizadas para cada um deles. as concentrações de N. areia e cimento. dos componentes X. qual a quantidade que encontraremos para cada um dos três nutrientes? Enunciado para as questões 18 e 19. $ 15.000. A. de brita.000.o concreto da fábrica C tem 3 unidades de brita.000 c) $ 322. Qual dos três projetos terá o menor custo de acabamento e de quanto será este custo? 19. B e C. Y.000 e $ 335.16. (CESPE/93) Uma loja especializada em equipamentos de computação fabrica três tipos de microcomputadores: A. respectivamente. em g/kg. Uma fábrica produz três tipos de fertilizantes para o solo. $ 5. A B C X Y Z 5 20 16 7 18 12 6 25 8 W 7 9 5 Sabe-se que os preços.O concreto da fábrica A tem 1 unidade de brita. Y. A e B. 3 de areia e 4 de cimento. Quantos anos tem cada um deles? 17.000 e $ 318.000 e $ 322. em quantidades diferentes.00 o kg. B e C respectivamente. Os preços unitários de cada tipo de micro. Projeto A Projeto B Projeto C Tintas 6 8 5 cerâmicas 9 4 10 louças 4 3 2 vidros 6 5 4 Sabe-se que os custos unitários de cada material são: tinta = $ 12. determinou-se que: I . $ 335.000 22. A B C N 1 2 3 P 3 3 0 K 4 5 3 Para corrigir o solo de um determinado terreno. $ 318.000 b) $ 335. de três diferentes fábricas.000.000 e) $ 322. y e z.000 e $ 1.00 o kg enquanto B e C são vendidos a $ 1. B e C. a soma das idades deles será 63 anos. Para cada quilo de concreto. Pergunta-se: 18. qual será o custo total do material de acabamento? 20. $ 318. cerâmica = $ 15. Z e W são.00. cada um deles contendo determinada quantidade de nitrogênio (N). de fósforo (P) e de potássio (K). serão. II .O concreto da fábrica B tem 2. conforme mostrado na tabela abaixo. componentes X.000.000 e $ 335. Se uma cooperativa construir uma vila com 3. B e C que fornecem as medidas desejadas pelo agricultor e que tenha um preço de $ 10. Z e W. por unidade.000 d) $ 318. um agricultor necessita de 11g de N. em cada um. empregando.000. (CESPE/93) Para uma construção foram pesquisados três tipos de concreto.000.000 e $ 318. III . respectivamente. 3 e 5 unidades. José Antônio tem o dobro da idade que Antônio José tinha quando José Antônio tinha a idade que Antônio José tem. louça = $ 8 e vidro = $ 9. 2 de areia e 3 de cimento. x. B e C. Ao se compararem 3 projetos diferentes para residências. A B x 5 4 y 3 6 z 1 2 Se a ração for preparada com 2 partes da semente A e 3 partes da semente B. Quando Antônio José tiver a idade que José Antônio tem. A. $ 322. Se o fertilizante A é vendido a $ 6. $ 322. Uma ração para canários é composta por dois tipos de sementes. 125 . respectivamente: a) $ 335. 5 e 2 casas de projetos A.000. Cada uma delas contém três nutrientes importantes.000. 9g de P e 20g de K. determine as quantidades necessárias de A.

3. necessárias para se obter o concreto ideal serão. 3 e 5 e) 1. A idade da mais velha é: a) 32 b) 28 c) 25 d) 20 e) 15 PROBLEMAS DE CONTAGEM Princípio Multiplicativo (P. teremos: 5 ⋅ 4 = 20 maneiras. 3.M. pois servem somente 1. a última somada com as duas primeiras é 68. um segundo acontecimento B pode ocorrer de n maneiras diferentes. 25 de areia e 38 de cimento.M. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. 4 e 2 c) 3. a soma das três últimas é 60.M. B e C: a) 5. 3 e 2 b) 4. respectivamente. As idades de quatro pessoas são tais que: a soma das três primeiras é 73 anos. em kg.. pelo P. pois o zero não pode ocorrer nas dezenas 9. pelo P. composto por um rapaz e uma moça.) Se um acontecimento A pode ocorrer de m maneiras diferentes e se.O concreto ideal deverá conter 23 unidades de brita. 4 e 5 d) 2. 2. nem repetido das unidades N° DE OCORRÊNCIAS 9. De quantas maneiras diferentes se pode formar um casal.. de cada uma delas. escolhidos aleatoriamente entre os 5 rapazes e as 4 moças que compõem um grupo? Solução: ACONTECIMENTOS A : Escolha de um rapaz B : Escolha de uma moça Logo. Quantos números ímpares e de dois algarismos distintos podem ser formados no sistema de numeração decimal? Solução: ACONTECIMENTOS A: Escolha do algarismo das unidades B: Escolha do algarismo das dezenas N° DE OCORRÊNCIAS 5. 5 e 3 23. teremos: 9 ⋅ 9 = 81 números. as quantidades. a primeira somada com as duas últimas é 63. 7 ou 9 8. pois o algarismo das unidades deve ser diferente do das dezenas Nº DE OCORRÊNCIAS 5 4 126 . para cada uma das m maneiras possíveis de ocorrência de A. Quantos números de dois algarismos distintos podem ser formados no sistema de numeração decimal? Solução: ACONTECIMENTOS A: Escolha do algarismo das dezenas B: Escolha do algarismo das unidades Logo. para A. pois o algarismo das dezenas não pode ser zero. 5. Usando-se concreto das três fábricas. então o número de maneiras de ocorrer o acontecimento A seguido do acontecimento B é m x n.

3. nem repetido das unidades N° DE OCORRÊNCIAS 1 9 4 x 8 = 32 números pares não terminados em zero. 4. podemos concluir que o total de números pares formados por dois algarismos distintos é: 9 + 32 = 41 números. 4. pois duas das 5 cadeiras já estão ocupadas.M. portanto.M.. Quantos números pares e com dois algarismos distintos podem ser formados no sistema de numeração decimal? Solução: Se o número terminar em zero. pelo P. 4. pois todas as cadeiras ainda estão vagas. Logo. 8 ou 9 Mas se o número não terminar em zero. teremos: 5 ⋅ 4 ⋅ 3 = 60 maneiras. Temos. B: Escolha do algarismo das dezenas Logo. 5. B: A segunda pessoa escolhe uma cadeira vaga. 5. 7. teremos: 5 ⋅ 8 = 40 números. pois um dos algarismos pares da lista apresentada acima já terá sido usado na casa das unidades. N° DE OCORRÊNCIAS 5. pois o algarismo das dezenas não pode ser zero.. Considerando-se que todas as posições possíveis são distintas entre si..M. 6 ou 8 8. de quantas maneiras podem as três pessoas acomodar-se? Solução: ACONTECIMENTOS A: A primeira pessoa escolhe uma cadeira vaga. Combinações Considere um conjunto qualquer com n elementos distintos ( n ≥ 1). 6. pelo P. teremos: N° DE OCORRÊNCIAS 4. C: A terceira pessoa escolhe uma cadeira vaga. 3. pelo P.M. Juntando os dois resultados encontrados. Três pessoas devem acomodar-se numa fila de 5 cadeiras.Logo. pois uma das 5 cadeiras já está ocupada. então sobrarão apenas 8 maneiras de escolher o algarismo das dezenas. 4. restando 4 vagas. Caso B: Números pares não terminados em zero: ACONTECIMENTOS A: Escolha do algarismo das unidades B: Escolha do algarismo das dezenas Logo. pelo P. pois será 2. dois casos a considerar: Caso A: Números pares terminados em zero: ACONTECIMENTOS A: O algarismo das unidades é zero. teremos: 1 ⋅ 9 = 9 números pares terminados em zero. então existirão 9 maneiras de escolher o algarismo das dezenas: 1.. 2. restando 3 vagas. 127 .

no cálculo acima. Cínthia pretende comprar um CD e um livro para presentear a seus dois filhos. b. como a ordem dos elementos nos subconjuntos não os altera . o número de subconjuntos com 3 elementos será: 60 ÷ 6 = 10 subconjuntos. utilizando uma das três companhias que fazem o trajeto pretendido. Se entre as opções que a loja lhe oferece estão 5 CDs e 6 livros que lhe interessaram. o problema é de combinações . 1) Seqüências de 4 alunos escolhidos entre os 10 possíveis: (10 ⋅ 9 ⋅ 8 ⋅ 7) seqüências 2) Nas seqüências acima. cba. c. acabamos contando. de quantas maneiras diferentes esta pessoa poderá decidir sobre a condução que irá tomar para viajar? a) 36 b) 24 c) 21 d) 10 e) 9 128 . bac e bca dão o mesmo subconjunto {a. cab. Sendo assim. ou se vai de ônibus.Chamamos de combinação a cada um dos subconjuntos possíveis com p elementos. sabemos que o número de maneiras de escolhermos uma seqüência de três elementos quaisquer dentre os 5 considerados. 2. 0 ≤ p ≤ n escolhidos entre os n elementos que pertencem ao conjunto considerado. é possível formar a comissão de 4 alunos de: (10 ⋅ 9 ⋅ 8 ⋅ 7) ÷ (4 ⋅ 3 ⋅ 2 ⋅ 1) = 210 maneiras EXERCÍCIOS 1. acb. Nestas condições. d. 3 x 2 x 1 = 6 vezes cada um dos subconjuntos procurados. b. ela permanecerá inalterada. cada comissão de 4 alunos foi contada: (4 ⋅ 3 ⋅ 2 ⋅ 1) vezes 3) Então. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Maurício quer trocar o vale-presente que ganhou num amigo secreto e a loja informou que ele pode optar por um CD ou por um livro. ao trocarmos a ordem dos seus elementos. uma pessoa deve decidir se vai com um dos três automóveis da empresa em que trabalha. É importante notar que uma combinação é sempre um subconjunto. Para viajar da cidade A para a cidade B. é: 5 ⋅ 4 ⋅ 3 = 60 maneiras Entretanto. De quantas maneiras distintas poderá resultar a escolha de Maurício? a) 11 b) 15 c) 18 d) 20 c) 30 2. Portanto. c}. e}? Solução: Usando o princípio multiplicativo. Entre as opções estão 5 CDs e 6 livros pelos quais Maurício interessou-se. ou se vai de avião utilizando uma das quatro empresas aéreas que oferecem vôos da cidade A para a cidade B. pois as seqüências abc. Quantos subconjuntos distintos e com 3 elementos podem ser formados com os elementos do conjunto C = {a . de quantas maneiras poderá resultar a compra pretendida? a) 11 b) 15 c) 18 d) 20 c) 30 3. De quantos modos é possível formar uma comissão de 4 alunos escolhidos dentre os 10 que se encontram numa sala? Solução: Como a ordem em que os alunos são escolhidos não altera a comissão formada por eles.

Se 20 pessoas presentes numa festa de ano-novo brindarem entre si batendo suas taças de champanhe. mas nas posições dos dígitos não é permitido que uma placa tenha os quatro dígitos iguais a zero. juntas. por exemplo. 3 serão sorteadas recebendo prêmios distintos. Observe o esquema abaixo para responder o que se pede: 8. Assim. Nessas condições o total de placas diferentes que podem ser feitas pode ser calculado corretamente como: a) 263 x 9 4 b) 263 x (104 . Quantos anagramas da palavra PROVA começam com uma consoante e terminam com uma vogal? a) 36 b) 24 c) 12 d) 8 e) 6 7.4.1) c) (26 x 25 x 24 x 23) x (10 x 9 x 8 x 7) d) 263 x (10 x 9 x 8 x 7) e) (26 x 25 x 24 x 23) x 9 4 8. uma bebida e uma sobremesa. Tanto as letras quanto os dígitos podem ser repetidos numa placa. Considere que somente seja permitido mover-se para cima sobre as linhas verticais ou para a direita nas linhas horizontais. Então. entre tantas outras. Se a lanchonete oferece 6 tipos de sanduíches. Uma placa de licenciamento é formada por três letras seguidas de quatro dígitos. De um grupo de 8 pessoas. será: a) 18. quantas vezes as taças serão batidas ao todo? 129 .000 b) 8.100 c) 196 d) 90 e) 28 5. Quantos resultados distintos existem para este sorteio? a) 12 b) 24 c) 56 d) 336 e) 563 10. Miriam e Bruna vão fazer um lanche e cada uma delas deve escolher um sanduíche. mas não são permitidas placas como CAR 0000 e HEL 0000. Quantos resultados distintos existem para este sorteio? a) 24 b) 56 c) 64 d) 336 e) 643 11. o total de maneiras possíveis de se ir do ponto A até o ponto B é: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 9. De um grupo de 8 pessoas. 3 serão sorteadas recebendo prêmios idênticos. então o total de pedidos possíveis para o lanche de Míriam e Bruna. 5 tipos de bebidas e 3 tipos de sobremesas. Quantos anagramas distintos podem ser formados com as letras da palavra PROVA? a) 15 b) 20 c) 24 d) 60 e) 120 6. são permitidas placas como AAA 9009 e PAR 2468. Todas as 26 letras podem ser usadas em qualquer uma das três posições de letras.

obtemos 23 x 3 1 x 52 . o número 600? a) 6 b) 12 c) 24 d) 30 e) 60 Observe a figura abaixo para responder a próxima questão: 16.610 12. Quantos divisores positivos distintos tem.a) 190 b) 210 c) 380 d) 570 e) 3. De quantas maneiras é possível formar uma equipe composta por dois homens e duas mulheres escolhidos dentre os integrantes de um grupo onde se encontram 5 homens e 6 mulheres? a) 600 b) 360 c) 300 d) 270 e) 150 13. Quantos triângulos é possível formar unindo-se três tomados entre nove pontos marcados em uma circunferência? a) 240 b) 120 c) 60 d) 30 e) 15 14. então. A figura A representa um pequeno tabuleiro de Xadrez com somente 9 casas e indica a posição em que se encontra o rei. Quantos caminhos distintos existem levando o rei da posição em que ele se encontra até a casa marcada corri uni X ? a) 13 b) 12 c) 11 d) 10 c) 9 130 . Decompondo o número 600 em seus fatores primos. Quantas diagonais possui um octógono regular? a) 56 b) 40 c) 28 d) 20 e) 15 15. A figura B representa os únicos movimentos que o rei pode fazer para deslocar-se pelo tabuleiro de uma casa para outra.

32271 1.11000 12% 1.19203 15.47159 27.30477 1.09393 1.39457 3.09273 1.80094 1.44290 1.17863 18.29969 12.63047 1.76196 50.89330 69.31593 1.19405 1.88328 4.86994 18.07768 1.41746 46.06699 1.97532 8.23210 1.00500 1% 1.08000 3.57853 2.31089 5.36736 2.89234 9.43428 7.09000 1.46933 1.07550 7.18212 10.61475 20.84244 2.68948 1.94790 2.65860 8.78579 19.10101 6.97713 21.74941 80.19293 17.67123 29.08307 1.5% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 1.07237 6.80191 6% 7% 1.25980 11.43654 6.46410 1.48756 14.57789 14.75903 2.16872 12.29191 20.45676 62.55049 25.31570 4.89801 5.21551 1.04040 1.41975 19.27628 1.40690 4.20714 3.34587 1.72514 70.24337 1.77933 6.33556 13.39956 2.71382 1.62663 1.42647 39.93719 3.80385 13% 1.03000 4% 1.13000 1.76234 1.41209 14.49845 3.58280 10.19112 2.55804 1.09369 1.46841 1.40536 39.14201 9.39594 56.97370 41.26334 8.18287 2.60354 4.05640 1.68033 15.61789 41.41444 25.12486 1.84496 32.98470 34.03553 1.25786 18.11687 26.43968 72.06152 1.01207 21.21490 4.15909 57.06231 8.26532 5% 1.18430 1.12161 5.00611 12.63929 20.19509 1.68997 8.15882 3.88845 20.22987 1.69751 25.54035 2.26973 22 1.48656 16.14359 2.00000 2.95430 11.60844 2.07000 1.10881 3.54302 91.59497 5.00000 2.20404 6.54598 1.25427 7.97394 17.41571 16.67710 10% 1.59863 21.41632 6.Tabelas Financeiras M = C ⋅ (1+i)n Tabela 1 Calcula o montante M que resulta do investimento do capital C.40493 1.13293 2.94972 11.58043 2.03279 2.57690 1.47855 3.36092 33.46423 15.74053 5.18360 4.76159 23.27597 25.14166 5.51807 1.90565 33.53475 6.02000 3.77308 3.99900 2.00404 3.21000 1.75463 10.61051 1.08243 1.41231 22.29737 25.01900 23.55133 1.00000 2.35261 2.68250 13.41852 7% 1.74971 63.20811 1.12000 3.69874 25.21068 2.21899 1.16097 1.75726 14.65458 21.03000 3.39724 14.71712 5.45681 1.83942 1.22504 1.46221 11.39384 9.43048 46.60441 6.84056 24.30812 3% 4% 1.65330 2.63298 5% 1.65749 25.40710 1.91713 17.00000 2.78459 5.78596 2.00000 2.53117 21.27500 64.57948 15.80780 13.52271 27.42186 34.65285 1.16012 56.50611 5.06090 1.49530 24.61423 17.36992 2.15176 1.83147 131 .46992 22 23.87041 1.78332 14.55235 16.71819 1.06733 7.56029 20.03030 1.42331 1.17725 4.40662 2.14947 1.50258 105.02104 15.78327 10.83846 1. com taxa de i % ao período.86604 7.04893 5.20679 15.59891 20.97164 16.31080 1.01502 4.00250 1.33823 1.48635 13.24640 4.88565 1.87334 71.22780 7.80611 1.66096 5.61779 17.92526 3.53194 79.51259 1.27971 42.20283 72.97031 4.22510 4.33100 1.06000 1.49733 102.04060 1.02627 13.18810 1.43589 13.01919 29.81090 22.57856 23.58297 8.03383 2.48027 8.64248 3.10685 2.85312 3.12902 27.08160 1.91286 1.78981 88.99903 37.10000 11% 1.00000 2.29503 1.50073 8% 1.11567 1.36049 1.70243 1.97359 2.03038 1.60289 120.01000 2% 1.56143 20.44626 45.84980 6.19102 1.06121 1.99583 53.17415 118.12551 1.09090 4.64629 10.03010 5.00000 2.13809 1.34010 6% 1.13313 28.32428 33.28567 9.06580 3.70002 3.64541 27.35795 2.06040 5.01003 1.10031 14.48595 1.09690 17.55992 6.02656 12.42576 1.93742 18.89747 11.87972 20.35285 8.34392 1.85434 3.94683 92.32763 4.46472 3.21665 1.45288 36.97993 2.26824 1.08901 10.76453 1.97912 22.05000 3.78559 39.02109 1.50200 50.09000 3.24472 1.42292 1.53900 33.39656 2.06000 3.09940 1.00574 55.52309 13.77156 1.04591 1.02847 13.16397 14.53945 1.98471 7.88711 5.29898 30.84973 12.56330 3.22019 1.88214 21.04000 1.73168 1.94973 40.84022 33.53862 1.0% 1.21492 27.79750 4.86029 1.51567 1.08286 1.36857 1.20043 11.08401 1.12000 1.38428 24.61276 9.10000 3.37440 4.79085 1.81645 15.18079 14.67253 28.97346 30.59374 2.79586 1.07000 3.59917 51.23916 15.23239 1.78360 17.33593 8.21431 92.67649 15.22803 11.00000 2.12360 1.08849 1.21354 8.89509 6.76476 76.77566 15.26090 2.72201 17.63709 6.52333 9.05025 6.71630 28.14064 22.02427 10.15763 1.31013 5.66246 7.02015 1.45024 41.29342 18.19443 24.02000 3% 1.45227 3.37896 40.07152 3. após n períodos.25440 1. com taxa de juros composta de i % ao período.01220 2.05000 1.66507 1.07214 1.26677 1.17217 3.13238 30.65018 29.54470 45.50084 50.48024 1.26514 24.12160 4.14027 9.34210 4.83586 4.69277 2.29202 2.30454 1.01000 3.05447 5.13039 6.25787 8.12155 24 1.21423 9.71319 26.27877 1.39229 49.93357 12.85093 1.67173 53.94917 1.46853 1.57313 5.16640 1.62684 18.17189 2.95338 26.10588 8.00000 2.21288 30.50363 1.02525 1.00000 2.82453 23.71298 19.10485 2.10510 7.97799 13.15202 7.06595 35.48717 11.54355 7.05114 1.42594 3.60471 1.42825 1.15927 1.64549 18.71383 1.04071 1.11597 23 1.97382 2.87037 28.05101 1.13000 3.60578 1.00000 2.19615 1.31040 25.88367 55.10585 3.15250 4.94872 2.17258 1.99273 1.00000 2.02911 32.93949 64.86518 9.85943 12.17667 66.54874 18.91108 9.86968 4.04000 3.99549 44.33164 2.10462 1.99602 4.71925 865402 10.98608 9.07616 1.27917 12.89598 4.75074 7.81432 22.25219 2.03010 4.36763 1. 0.52695 2.43040 5.12683 1.08260 44.20484 24 25.25971 1.54911 11.10250 1.31948 1.14056 2.57352 1.43196 26.40466 11.75999 36.26248 1.95216 3.02560 3.56683 12.12716 1.40025 3.99256 2.00500 3.01507 23.81975 4. 0.11042 1.43614 60.05244 81.14788 104.40255 1.81266 3.16986 1.47596 2.19742 11.00340 36.49132 13.77808 31.30134 46.00000 2.07893 2.88271 40.61653 3.69730 18.5% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 1.96920 8.84037 28.10490 1.78809 Sn i = (1 + i) n − 1 → S = Sn i ⋅ R i Tabela 2 Calcula o montante S que resulta de n depósitos constantes de valor R durante n períodos.31000 4.77248 35.34173 3.97498 31.09492 34.43994 5.47746 1.43044 19.36349 4.80933 14.29361 1.02582 2.59385 1.75023 37.37993 3.82804 1.47357 6.24797 38.14869 1.88805 30.64100 6.01508 1.86660 7.55797 1.15524 136.38423 1.07232 1.63663 12.25716 1.18363 5.15892 2.06168 1.14490 1.17166 1.53655 16.40985 2.15911 10.31044 4.40024 1.68506 1.37279 1.00000 2.15329 8% 9% 10% 11% 12% 13% 1.01846 51.11591 6.12616 1.39260 37.10408 1.08195 2.62889 1.71561 9.75328 48.72750 7.96715 2.33452 4.37462 5.15211 30.02581 16.34118 7.06040 4.75351 1.08000 1.40275 81.70973 6.23919 2% 1. sendo os depósitos feitos ao fim de cada período.30914 6.91610 2.51817 2.14072 22.14141 9.02010 1.13843 3.11519 7.36853 10.87298 1.27810 4.27690 1.02359 21.11000 3.92280 10.65844 3.71962 2.50521 43.24646 5.71034 1.89830 2.41158 1.81558 58.94742 16.46388 12.73906 61.08632 18.60103 1.15688 21.53678 34.21164 30.87146 7.49101 23 24.52563 6.89829 8.58687 9% 1.18995 44.

17698 0.54879 7.01121 17.12000 1.17364 0.09675 0.11000 1.73274 7.92587 5.16275 0.76654 5.49236 6.16980 0.05086 0.83991 6.81086 6.17914 0.13552 0.83553 11.09236 0.71225 10.66810 2.25508 12.01000 1.35143 17.15087 0.10020 4.06936 0.13247 0.30338 12.05663 0.79877 5.09227 0.32548 8.91393 3% 0.90090 0.08275 0.14903 0.07569 5.10758 0.98187 7.48871 14.16144 0.80802 2.05823 0.21222 0.74547 9.93794 12.24323 0.14702 0.40211 0.12252 0.24967 7.06124 11.99525 6.24214 6.07597 0.29224 9.07961 0.24339 2% 0.20980 0.64869 8.33560 10.57771 14.16987 3.48592 5.39827 17.10302 0.60143 6.54595 4.10646 0.46511 4.16008 0.12181 6.53129 3.60608 7.65168 8.99755 4.37189 9.96333 8.33993 16.67301 3.14078 0.10102 0.06997 0.12843 0.97447 3.77154 8.59948 0.10979 0.08000 0.80169 7.90378 8.77509 3.71008 7.09456 0.08532 12.12164 9.67568 22.20074 10.33667 0.45182 5.38929 5.11746 0.82371 8.98565 10.05287 0.08236 18.98039 1.85268 9.38384 8.11705 0.06098 0.05878 1.14612 5.32380 14.11173 0.95011 9.31547 0.84926 13.15396 0.35353 0.32825 5.13270 0.27057 0.56200 7.25709 0.36115 2.14323 0.12590 0.20637 5.82115 13.91743 0.17584 0.11130 0.85941 2.17282 0. 0.02916 14.11090 8.10155 7.38721 4.57971 5.03295 5.13147 0.12782 0.12384 0.74664 6.18555 0.10336 7.20541 0.83777 11.10963 0.41502 15.14413 0.52261 0.11683 0.28288 132 .28431 0.20839 0.53780 0.17277 18.13224 0.85684 15.20652 6.15403 0.12030 0.13587 0.15812 11.21216 0.45582 21.38507 9. à taxa de juros compostos de i% ao período.13651 0.13388 0.01680 10.70661 1.07414 0.94340 1.46944 7.11415 0.76322 10.89638 6.16051 0.22601 18.75351 14.10955 0.21236 4.23054 4.88687 8.82296 8.16104 0.07800 0.53020 0.36669 7.83929 7.29607 11.23028 7.65930 13.56225 16.03735 3.56110 13.91765 6.56602 9.19076 0.58238 6.55309 0.16661 0.25262 9.92593 1.14235 0.76048 9.07000 0.14695 0.22463 0.08719 0.49867 7.03000 1.18768 0.09498 0.82861 3.21835 0.88923 6.22611 0.08220 0.88798 20.13832 24 0.10558 0.26262 0.25046 0.33493 5.30192 0.34002 0.44243 9.08128 0.11283 0.37916 7.94156 2.25015 0.46221 12.43533 8.10245 3.34814 1.16899 0.78406 21.32948 5.64465 7.88322 8.97025 3.14008 0.26903 0.54544 0.06378 0.95238 1.07507 8.79864 6% 0.93770 6.04613 0.10185 0.06426 0.86325 9.28201 0.12679 0.18060 0.10000 1.12130 0.12558 0.39357 9.45112 14.36492 8.10655 0.07271 0.30867 0.48685 3.14069 0.05805 0.15867 0.94269 8.07690 0.96154 1.14238 0.06116 0.61893 12.87747 15.42624 5.98510 2.83339 2.09439 0.11298 0.Tabela Price: 1 an i = i ⋅ (1 + i) n (1 + i)n − 1 → R= 1 ⋅P an i Tabela 3 Calcula o valor R de cada uma loas n parcelas iguais do financiamento do valor P.16680 0.00205 6.12956 0.78615 8.56376 4.55036 7% 0.10218 0.71252 2.06722 0.07968 0.33619 0.39505 0.14620 0.09041 0.11391 0.85137 9. 19487 0.88388 3.44371 3.85343 5.42352 0.08377 0.71787 15.69590 4.70162 7.19702 0.07595 0.08607 0.16842 0.10590 10.11421 0.20141 8.53705 5.99502 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 1.72909 6.10296 0.80519 7.08260 0.71220 5.59033 14.12756 0.34675 0.13965 0.05909 10.67846 16.06487 0.38105 0.78326 2.27407 11.32923 0.13000 0.23638 0.99271 4.28859 0.53482 5.12984 0.86505 14.16224 8.06981 0.13731 an i = (1 + i) n − 1 (1 + i)n ⋅ i →P = an i ⋅R Tabela 4 Calcula o valor atual P do financiamento de n parcelas iguais de valor R.27219 11.13081 0.30641 8.14573 0.16073 7.10762 0.48857 13.30249 6.15451 0.02358 7.99203 15.09634 0.73041 10.69005 2.51505 0.14246 0.11839 11.40921 0.23097 0.05542 0.46992 11.36721 0.10586 0.37966 10.51523 7.10670 0.25628 0.65805 18.93554 4% 0.25313 0.75911 2.07128 0.66038 20.13576 0.97040 2.79079 4.09000 1.78611 8.16951 7.29220 18.88965 4.24389 0.05028 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 1.20604 0.94099 3.51356 8.08994 0.10782 7.27549 0.05467 0.11434 0.22966 7.68959 12.10014 0.11928 0.31213 3.16567 12.04555 18.11965 0.19437 6.58393 0.12097 0.18067 0.17853 0.59401 10.00370 13.97130 6.16960 0.13575 0.11955 0.68694 5.11257 0.20336 0.07365 0.48690 7.90197 4.81369 7.19432 0.23972 3.60360 9.13069 0.98474 1.11296 0.20130 0.05905 0.06559 0.08885 0.88496 1.42261 4.89286 0.29498 9.11979 0. à taxa de juros de i% ao período.12855 9.08241 0.07964 0.10791 9.11401 0.07212 0.27741 0.08853 0.06731 0.63496 11.09467 0.22961 0.08812 0.15143 0.09642 0.06519 0.16612 13.24696 5% 0.06069 8.86207 7.10590 0.96764 5.14457 6.11141 4.08718 0.91347 2.08555 0.12193 0.12406 0.98742 19.11133 0.11723 0.05267 0.02155 8.14081 22 0.14046 0.57534 11.24424 8.22292 0.93458 1.09544 0.24689 6.12783 0.10413 0.56312 11.65230 12.67703 11.35526 4.12466 0.41766 6.09366 0.16747 0.08500 0.04811 0.14339 0.47199 7.81815 10.08871 0.13948 23 0.50751 0.09941 0.99010 1.12652 0.72819 7.08582 0.14815 0.12231 0.82760 11.16300 13.13374 13.18429 0.71710 4.71843 7.12846 0.76408 12.86842 5.13394 13.40183 3.26380 0.09895 0.62288 5.10243 0.37106 10.62817 6.77906 9.97087 1.78685 10.38803 0.79548 6.10808 0.07614 0.13449 0.13166 5.21912 0.47726 10.89864 10.01969 7.05530 0.23740 0.06670 0.19207 0.20979 6.06275 0.60478 4.78637 6.08962 0.75563 8.41662 15.58021 9.25863 17.60388 6.74987 6.15472 0.55948 8.29187 14.88609 2.12950 0.44361 16.65022 5.20301 0.57619 0.17574 8.57710 3.50375 0.78432 1.91732 5.18744 0.5% 1 0.95050 4.90909 0.04432 0.10277 0.34837 12.07899 0.18460 0.56287 1% 0.07247 0.31256 8.14676 0.09229 1.04158 12.05000 1.16112 0. com pagamentos ao fim de cada período.09983 9% 10% 11% 12% 13% 1.36009 7.04889 0.26613 8.46933 8% 0.85698 19.93692 16.80773 4.41719 6.37411 0.51723 3.02475 7.44665 9.5% 1 1.14853 0.53608 7.41635 0.56077 0.12329 0.35765 8.14861 0.97399 7.75902 6.15349 0.19869 0.14863 0.06000 1.71346 5.98259 9.36763 11.13336 0.21632 0.49506 6.59170 0.93797 7.04000 1.13357 0.13794 0.02000 0.15474 0.10438 0.72173 8.08870 0.10046 0.73554 2.14682 0.07414 0.53020 9.11562 0.16335 0.05303 0.29523 0.10625 12.09403 0.04707 0. com pagamentos ao fim de cada período.72325 3.17255 0.46238 6.56847 0.47130 10.06081 0.12843 0.06151 0.07783 0.15582 0.09803 0.13907 0.00500 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 0.09645 0.36035 0.06794 0. 0.11674 0.54363 8.55615 13.62990 4.46321 7.32233 0.08305 0.12039 0.08024 0.52876 9% 10% 11% 12% 13% 0.42355 6.62432 3.11963 7.19087 7.06920 0.13896 7.36578 7.07358 0.95400 10.15568 0.17401 0.

48 e 60 8. César: 3 anos e Dilson: 9 anos 15. R$ 180. 32 e 112 10. Benedito: 36 anos. b) 36. 82 2 . R$ 210. Marta: R$ 110. R$ 60. 8 e 28 9 . 560 4 7. Cada menino recebeu 36 e cada menina. R$ 930.OPERAÇÕES E PROPRIEDADES Exercícios Propostos 5 12 1 b) 3 30 3 2 . a)6. R$ 1. 90 cm 12. a) 8 7 b) 1 8 4 .00 e Yara: R$ 75. V 5 .00. 167 5 . 900 6. R$ 50. a) 12. c)8 4 .00 6 . Marisa: R$ 90. 110 e 130 11.00 11.GABARITOS NÚMEROS INTEIROS-OPERAÇÕES E PROPRIEDADES Exercícios Propostos 1 .00. 3 11.440 8 . 32 e 40 7 . V. a) 8 1 b) 3 3 7 3 . 110 litros 9 . 7 2 8. R$ 30.00 17. 60. 200km 13.00. R$ 622. R$ 60. b) 20/3. 18 e 30 5 . 72 e 84 133 . 90 e 150 6 . c) 1/6 2 . -21 e –9 12. b)12. V.00 19. 1 8 20. Renato: 15 e Flávia: 8 NÚMEROS RACIONAIS .00 12.00 no bolso direito 1 . a) 25. 206 3 . 6 e 10 ou -6 e -10 13.000 7 . 7 9.00 14. 4 10. R$ 700.00 18. a) RAZÕES E PROPORÇÕES Exercícios Propostos 1 .256. Antônio: 6 anos. 4.00 no bolso esquerdo e R$ 56. 48 10. 20 e 31 4 . 6 0 16. c) 1/8 3 .

D . 312.00 e R$ 160. 144 e 120 11. 408 e 480 8 .00 15. 30 operários 25.D . C . R$ 180.I . 80 e 100 15. 15h 15. 175 e 325 7 .E 2.D . 1 0 19.V . 36m 13. {0} SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO 1° GRAU COM DUAS VARIÁVEIS Exercícios Propostos 1. Y = 12 e Z = 20 5. 312. 180. 35. 54m 19. R$ 41.700 voltas 11.D . {-8} 7. 48 e 60 13. 3min 30s 14.C . {0} 6. {1} 5. C . X = 40.00 6. X = 24. Y = 50 e Z = 60 2 . 60. X = 10.I – D . X = 2 e Y = 1 6 .5kg 8. {. 15 litros 18. 12. 150 e 350 14.11} 2.00 24.F 5. 2.000.00. 39 operários EQUAÇÕES DO 1ºGRAU Exercícios Propostos 1. 420. 20 e 16 20.I . {10} 4.I 4. 35 e 49 17. 1h 30min 10. {7/2} 10. X = 15 e Y = 12 4 . 12 e 9 10.V . 3 minutos 21. 125. 21 dias 22. 60. 110m 18. R$ 450. 77 e 55 DIVISÃO PROPORCIONAL Exercícios Propostos 1 . 65 voltas 12. D.E 3 . Y = 56 e Z = 72 3 .E . 4 e 80 9 . {2} 8. a) (3. 6. 45 dias 23. 42 e 49 16. {1} 9.C . Para 3/4 da quantidade original 17.I . 60 metros 16. 14. 350 e 320 12.E .000.000.I . 5 dias 9. {9} 3.E .V . R$ 120. 120 pulos 20. 38 anos e 22 anos REGRA DE TRÊS Exercícios Propostos 1.14. V .5kg 7. 2) 134 .

6 } b) {0. 12} b) {2. m = 2 7. -1) f) (2.-12} f) {-1. a 135 . 10} l ) {-4. m = -5 ou m = 19 9. 10.-36} o) {1. 2} 5. 10 e 11 11. José Antônio tem 28 anos e Antônio José tem 21 anos. EQUAÇÕES DO 2° GRAU Exercícios Propostos 1. 4} i) {3. 13 galinhas e 17 coelhos. 8 12. -4} d) {2. 7/5} e) {0. 9 FUNÇÃO DE 1° GRAU Exercícios Propostos 1. 10 e 12 15. 8 professores. 36} 4.-12} h) {-3. a) {1/2. 15 e 18 4. 3/2} d) {0. -1) h) (6. 5} m) {-3. 36 9. 53 e 32 3. 6} c) {-3. a) ± 5 b) ±6 c) ± 14 d) ± 35 e) ± 2 2 f) ± 2 5 2. 6. -2} b) {1/3. a 3. a) {0. -6} c) {0 . 1) c) (7. -1} d) {1/2. 375 rapazes e 150 moças. a) {1. 2 14. 12} k) {-2. 7 13. 15/23 6. 3 e -5 10. d 2. -6} 3. -4} j) {-3.b) (5. e 5. 7. 18} e) {-3. 3) e) (3. -2) g) (2. 4} n) {1. +12} g) {1. 8. 15/19} f) {0. 13 perguntas 5. 1) 2. m = 11 8. 2) d) (4. 1/5} c) {-1/3. -2 é raiz. c 4.

a LOGARITMOS Exercícios Propostos 1 . a) 97 b) 123 c) 1 d) -3 e) 13/3 3.6. b 3. {x < 7/2} 5 . 30 2 . {-3 ≤ x ≤ 4) 3 . {x ≤ 2/13} 7 . {x > 22/3} 6 . {x < -12 ou x > 1) 2 . {x < -8} 2 . 1 PROGRESSÕES ARITMÉTICAS Exercícios Propostos 1 . x = 2 5 . d 5. 1/3 3. x = 47 6 . {x < 22/9} INEQUAÇÕES DO 2° GRAU Exercícios Propostos 1 . ∅ FUNÇÕES EXPONENCIAIS Exercícios Propostos 1. {x≥ 1} 4 . b 8. d FUNÇÃO DE 2° GRAU Exercícios Propostos 1. c 10. {x ≥ 2} 3 . b 7. {x ≤ 4} 8 . c 4. c 6. c 8. a) 30 b) 75 c) 150 136 . {x ≠ 0} 9 . d 2. 6 4. e 9. 31 7. c 2. {x ≠ 3) 4 . a) 7 b) 5 c) -2 d) 3 e) 1/3 2 . d INEQUAÇÕES DO 1°GRAU Exercícios Propostos 1 . d 7. {x = -8} 5. {x > 1} 10. b 4. d 3.

22 9. 770 13. 900 12. a ) 3 2 0 b) 216 3 c) -4 d) 1.290 c) 20. 5050 11.4 (para todo x) 10. a) 118 b) 440 c) 25 d) 21 e) 948 f) 370 g) –3 h) 35 5. a) 24 b) 25 c) 50 d) 37 e) 25 8.d) -760 e) 818 f) 200 4. 728 14.01 e) 2 f) 64 3. a) n = 21 b) n = 7 c) n = 15 d) n = 100 e) n = 50 f)n = 50 7.280 4. a) 2 b) 1/2 c) -2 d) 0 e) -2 f) -1/2 g) 2 h) 3 2 i) . a) 2 b) -2 c) ±5 d) ±2 e) ±2 f) ±3 5. a) 2 b) -6 137 . a ) 2 5 6 b) 7. a) r = 8 b) r = 5 c) r = -4 d) r = -5 e) r = 10 f)r = 2 g) r = 1/2 h) r = -2 6. 1. 370 PROGRESSÕES GEOMÉTRICAS Exercícios Propostos 1 . 2x .480 d) 0.848 15.2 2.

00 e R$ 25.00 3. R$ 4. a) 7 b) 9 c) 7 d) 6 e) 6 f) 6 V. a 5. R$ 3.820.00 11.00 2. 21h 10min PORCENTAGENS Exercícios Propostos 1. 50% 14. 45min 3.00 e R$ 231. R$ 1.000.00 13.00 9. R$ 120. 11% 8.000.00 12.000. c JUROS SIMPLES Exercícios Propostos 1.00 6. R$ 44.00 7. R$ 210.4% a. R$ 340.200.000. R$ 1.00 13. Medidas Não-Decimais 1.080. 6.000.600. a) 5h 7min 30s b) 3h 36min c) 14min 18s d) 3h 10min 48s e) 1h 34min 44s f) 56min 40s 2.a. 70.00 4.00 16.400. R$ 820. 16 7.5% 10.000. 8% 14. Prejuízo de 4% 15.00 4.4% b) 90% 8. b 4. R$ 1. 52 10. 2m 3 9.000 3.000. R$ 125. 62min 30s 5. R$ 183. 18.00 5. a) 2.c) 2 3 5 d) -4 e) 4 3 6.000. R$ 6.820 hab. 150% Testes 1.00 12. R$ 160. a 3. 15. 7. R$ 10. 18h 4.00 17.00 138 .950. 292.00 11. R$ 39. 1/4 de um dia 6. 1/12 de uma hora 5.500. b 2.500. 42% 2. R$ 24.

c 14. R$ 5. c 12. b 16. e 19. e 10. d 7.Testes 1.700.00 4.00 2.a. 50% 8.000. b 11.000. R$ 648. b 27.a. b 12. d 7. d 8. a 8. R$ 240. c 4. 11. 10% a. b 9. e 23. c 11. c 28. b 10. c 9. 2 meses e 15 dias 7. 40% a. a 25. 11. a 24.200. e 26.00 15. d 20.00 JUROS COMPOSTOS Testes 1.300. c 22. b 5. b 3. d 18. d 29. R$ 11. b 13. c 2. R$ 1. d 5. b DESCONTOS SIMPLES Exercícios Propostos 1. c 16. d 18. d 3.00 10. a 15. c 6. b 17.000. R$ 320. CR$ 50.00 6. US$ 1.740.00 5. e 21. b 14. d 139 . e 13. 13. b 15.11 % a. R$ 200. R$ 2. 14. d 6. e 4. b 2.00 3.00 9. b 17.m. a 19.00 12.

c 24. d 5. a 5. d 140 .E . d 3. a 12. b 3. b 4. c 16. C .20.C . C . b 3. d 5. E . b EQUIVALÊNCIA COMPOSTA DE CAPITAIS Testes 1.C . b 2. a 7.E .E .C 23. c DESCONTO COMERCIAL COMPOSTO Testes 1.E 6. c 10. c 6. C . b 6.E .C . c 3. d 2.C . a 6. e 4.C . c 5.C DESCONTO RACIONAL COMPOSTO Testes 1. a 2. b 21. d 4. a 7.E . d 4. b 8.C NOÇÕES DE PROBABILIDADE 1. c 7.E . d 5. d 6. d 11. a 15. c 8. c 2. a 2. a 4.E . a 22. a 2.C .E RENDAS CERTAS Testes 1. b 14. d 9.C .C . e ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTO Testes 1. d 13. E . d 3. d 4. c 3.

e SISTEMAS LINEARES 1.o paulo coelho) 15. 2) b) (5. 6 cobras. a) (3. a 10. a 13. José antônio tem 28 anos e antônio josé tem 21 anos. d 9. 13. c MODA 1. b 3. a 2. d DESVIO PADRÃO 1. -1) f) (2. b 8. b 4. d 6. b 7. b 3. c 9. 13 galinhas e 17 coelhos. 46.GRÁFICOS 1. c 8. -2) g) (2. b 11. X = 22. 2) d) (4. 17. o segundo é 25 e o terceiro é 45. c 4. 5 sapos. d 9. a 6. 15/23 12. c MEDIANA 1. 36 14. 1) 2. e 5. c 3. c 6. c 10. 3) e) (3. b 4. a 7. 1) c) (7. 3 morcegos (e 1 coelho . c 2. b 7. y = 24 e z = 8 141 . -1) h) (6. e 5. a 3. O primeiro é 15. c 2. a 12. e 10. a 2. a 5. a 5. 16. c 3. b 4. b 7.4 milhões 2. d 8. c 6. 35% MÉDIAS 1. c 8. a 11.

00 19. a 2. b 11. O projeto b: $ 225. e 13. a: 1kg. d 10. c 16. d 23. d 15. c 9. a 12. a 6. e 6. b 14.816. e 3. a 142 .00 20. b 5. b: 2kg e c: 2kg 21.18. d 4. $ 2. b PROBLEMAS DE CONTAGEM 1. b 8. c 22.

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